Homem acusado de matar esposa à machadadas, em 1997, é preso enquanto trabalhava na Zona Sul de Natal

Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

O portal G1-RN destaca que nessa quinta-feira(07) um homem acusado de matar a esposa à machadadas, em 1997, foi preso enquanto trabalhava na portaria de uma clínica, no bairro de Lagoa Nova, zona sul de Natal.

Segundo a reportagem, condenado a 14 anos de prisão em regime fechado, por homicídio qualificado, ele vivia uma vida normal e trabalhava com carteira assinada há pelo menos 10 anos. Mais detalhes aqui em texto na íntegra.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Diogo disse:

    Tinha 7 anos quando esse crime aconteceu, ela tinha uma filha da minha idade, e até hoje esse cara impune ,ele ainda tentou se matar mais não conseguiu e finalmente a justiça vai ser feita

  2. Rômulo© disse:

    Ele vai preso sim, Silvino. A decisão do STF só beneficia quem tem recursos pendentes de julgamento, o que não parece ser o caso. Se transitou em julgado, pode ser na primeira instância, vai cumprir pena, sim!

  3. Raimundo disse:

    Por conta de lula este mês o será solto

    • Júlio disse:

      Tem homem com aquilo solto devido o calor, é culpa do Lula, homem já vi que vc não entende de Leis, Constituição.

    • Silvino disse:

      Verdade Raimundo, se foi julgado no juri e no tj não vai preso, lula conseguiu mais esse favor em prol dos criminosos. Já não bastava o caos financeiro que a esquerdalha afundou o país.

Número de jornalistas assassinados no mundo em 2012 ultrapassa marca de 1997

O Instituto Internacional de Imprensa (IPI) revelou que pelo menos 132 jornalistas foram mortos no ano passado por conta de sua atuação ou enquanto trabalhavam, informou a EBC, na última terça-feira (1/1). O número é o maior desde 1997.

A entidade considerou “terrível” a quantidade de profissionais assassinados em 2012. Segundo a IPI, o número não se deve só a conflitos, mas também à falta de leis adequadas para garantir proteção à imprensa. Em 2011, foram 110 casos.
“É incrível que tantos jornalistas tenham morrido este ano”, disse em nota a diretora executiva do IPI, Alison Bethel McKenzie. “Os países tradicionalmente perigosos para os jornalistas não tem implantado estratégias para limitar os ataques.”
A Síria aparece em primeiro lugar na lista de países com mais assassinatos, ao menos 31 jornalistas e 8 repórteres cidadãos foram mortos enquanto cobriam os conflitos armados.
Na América Latina, onde a violência contra os jornalistas foi alta em diversos países, a situação “reflete uma falta de tolerância com a informação crítica e independente”, destaca a nota.
Sete profissionais da imprensa foram mortos no México em 2012, um país em que a “autocensura já é normal depois de anos de homicídios, ataques e ameaças contra os profissionais da imprensa. Em alguns casos há inclusive um rechaço total à cobertura de assuntos políticos ou criminais, percebido por alguns profissionais como a única forma segura de permanecerem vivos”.
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