Homem acusado de matar esposa à machadadas, em 1997, é preso enquanto trabalhava na Zona Sul de Natal

Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

O portal G1-RN destaca que nessa quinta-feira(07) um homem acusado de matar a esposa à machadadas, em 1997, foi preso enquanto trabalhava na portaria de uma clínica, no bairro de Lagoa Nova, zona sul de Natal.

Segundo a reportagem, condenado a 14 anos de prisão em regime fechado, por homicídio qualificado, ele vivia uma vida normal e trabalhava com carteira assinada há pelo menos 10 anos. Mais detalhes aqui em texto na íntegra.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Diogo disse:

    Tinha 7 anos quando esse crime aconteceu, ela tinha uma filha da minha idade, e até hoje esse cara impune ,ele ainda tentou se matar mais não conseguiu e finalmente a justiça vai ser feita

  2. Rômulo© disse:

    Ele vai preso sim, Silvino. A decisão do STF só beneficia quem tem recursos pendentes de julgamento, o que não parece ser o caso. Se transitou em julgado, pode ser na primeira instância, vai cumprir pena, sim!

  3. Raimundo disse:

    Por conta de lula este mês o será solto

    • Júlio disse:

      Tem homem com aquilo solto devido o calor, é culpa do Lula, homem já vi que vc não entende de Leis, Constituição.

    • Silvino disse:

      Verdade Raimundo, se foi julgado no juri e no tj não vai preso, lula conseguiu mais esse favor em prol dos criminosos. Já não bastava o caos financeiro que a esquerdalha afundou o país.

Empresário Arthur Soares, o ‘Rei Arthur’, é preso em Miami, nos Estados Unidos

O empresário Arthur Soares, conhecido como Rei Arthur, foi preso na manhã desta sexta-feira (25) em Miami, nos Estados Unidos — Foto: Divulgação

O empresário Arthur Cesar de Menezes Soares Filho, conhecido como Rei Arthur, foi preso em Miami, nos Estados Unidos. Ele estava foragido desde 2017 e constava da lista de procurados da Interpol – a polícia internacional.

A TV Globo confirmou a prisão nesta sexta-feira (25). Ainda não se sabe quando e por que Arthur foi preso, nem se ele será extraditado para o Brasil.

O empresário é acusado de envolvimento na compra de votos para a eleição do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016.

Ele levava uma vida de luxo na cidade americana, como mostrou uma reportagem do Fantástico do dia 18 de agosto.

“Ele é chamado de Rei Arthur porque, ao longo de muitos anos, ele teve os maiores contratos com o Estado do Rio de Janeiro. Isso possibilitou a ele arrecadar um patrimônio milionário, talvez bilionário”, explicou o procurador da República Stanley Valeriano.

Confissão de Cabral

Em depoimento em julho deste ano, o ex-governador Sérgio Cabral admitiu que comprou por US$ 2 milhões os votos que garantiram a escolha do Rio como sede da Olimpíada de 2016.

No processo, Cabral é acusado pelo Ministério Público Federal de envolvimento em um suposto esquema de compra de votos no Comitê Olímpico Internacional (COI).

Os investigadores querem saber se houve fraude na eleição do Rio para receber os Jogos Olímpicos. Arthur Soares é um dos denunciados por corrupção devido à suspeita da compra de votos.

Lamine Diack e o filho dele, Papa, são acusados de intermediar o pagamento deste dinheiro.

Vida de luxo com recursos públicos

Um dos depois da reportagem do Fantástico, o Ministério Público Federal (MPF) se manifestou dizendo que o dinheiro que pagava o luxo com o qual vivia em Miami foi tirado dos cofres públicos do Estado do Rio de Janeiro.

“Nós podemos dizer, com certeza, que ele está usufruindo do dinheiro que ele tirou dos cofres públicos brasileiros, dos cofres públicos da sociedade carioca, e que o cidadão carioca deixou de ter um serviço pra que ele pudesse desfrutar da sua Maserati”, explicou Valeriano.

O carro que Rei Arthur dirige nos Estados Unidos e a que o procurador se refere custa R$ 530 mil no Brasil.

Em um dos momentos de lazer, Arthur Soares foi visto almoçando em um dos melhores restaurantes japoneses de Miami, onde uma refeição custa, em média, o equivalente a R$ 600 por pessoa.

Quando saiu do país, em abril de 2017, Arthur Soares foi morar em uma mansão, na ilha de Key Biscaine, um dos bairros mais caros de Miami. Atualmente, Arthur Soares deixou a mansão de luxo no condomínio fechado onde morava e foi para outra casa, aparentemente mais simples, com acesso direto para rua.

Contratos com o governo Cabral

Durante os dois mandatos de Cabral, Arthur Soares chegou a ter R$ 3 bilhões em contratos com o governo. Suas empresas prestavam serviços a pelo menos 10 secretarias estaduais.

Segundo os procuradores, em troca das vantagens para as suas empresas, Arthur Soares fez pagamentos indevidos a diferentes pessoas da organização criminosa comandada pelo ex-governador, tanto no Brasil como no exterior.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Operações fortes contra o judiciário brasileiro podem surgir a partir da delação desse jovem Sr lá nos EUA. Mas, se for extraditado, quando o avião cruzar a fronteira ele será um homem livre.

  2. Bira disse:

    O quêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêê ????? Prenderam esse minino??? O probre riquinho????
    o minino só fez molhar as mãos e comprar votos… os do Brasil fazem isso em toda eleição e ainda estão soltos….. vamos ver o resultado do STF e deixar o minino solto…. tadinho

  3. nasto disse:

    Devia existir algo superior para prender toda a "CORTE". Esse povo não sabe o mal MAIOR que pode causar ao PAÌS?

  4. paulo disse:

    BG
    São bandidos como este que STF quer soltar. Abaixo os BENGALEIROS.

  5. Chicão disse:

    Um país merda, stf protetor de ladrões e CANALHAS também vai soltar já esse patife.

Idoso com tornozeleira eletrônica, embriagado, atropela mulher e é preso com droga em Natal

FOTO: ILUSTRATIVA

O portal G1-RN destaca nesta sexta-feira(25) que um idoso de 67 anos foi preso após atropelar uma mulher enquanto dirigia embriagado, na noite dessa quinta-feira (24) em Natal. O que chamou a atenção da polícia é que o suspeito já respondia por outros crimes e usava, inclusive, uma tornozeleira eletrônica. Pedras de crack foram encontradas dentro do veículo dele. O caso aconteceu no cruzamento das Avenida Presidente José bento (Avenida 3) com a Rua dos Canindés (Avenida 6), no bairro Alecrim, na Zona Leste da cidade. A vítima passa bem.  Veja como foi a ocorrência aqui em texto na íntegra.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. aof disse:

    Só prova que são irrecuperáveis.

  2. Gustavo disse:

    Esse daí é mais um inocente até o trânsito em julgado. Não façamos juízo de valor sobre esse pobre idoso injustiçado.

    • Diogo disse:

      Com certeza, além de tudo é um usuário de crack, o adereço na canela dele não o faz um criminoso.

Policial militar afastado é preso suspeito de assalto em Nova Parnamirim

Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

O portal G1-RN destaca nesta sexta-feira(18) que um policial militar afastado foi preso nessa quinta-feira (17) suspeito de participar de assalto a uma mulher em Nova Parnamirim, em Parnamirim, na Grande Natal. O suspeito estava sendo investigado por outros crimes e foi detido pela Guarda Municipal.

Segundo a reportagem, o suspeito que está afastado na corporação estava em um veículo, acompanhado de uma mulher, e teria abordado uma mulher que caminhava próximo à Avenida Abel Cabral. Após o assalto, a vítima entrou em contato com a Guarda Municipal de Natal. Uma equipe foi até a região e, com a placa do veículo, descobriu o endereço do suspeito. Veja matéria na íntegra aqui.

Após localização do MPRN, condenado por assassinato é preso pela PM

Foto: Reprodução

Após um trabalho de localização e identificação por parte do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), a Polícia Militar prendeu um homem condenado por homicídio que estava foragido da Justiça. José Maurício Dantas foi localizado e preso na cidade de Vila Velha nessa quinta-feira (10).

Ele é condenado pelo assassinato de Edival Moises de Paiva, crime cometido em 12 de janeiro de 1992, em São Pedro. Segundo investigações da polícia à época do crime, José Maurício matou Edival Paiva dentro da casa da vítima com tiro de revólver calibre 32. O crime foi cometido sem que Edival tivesse a oportunidade de se defender enquanto tomava o café da manhã. Em 2009, a Justiça potiguar condenou José Maurício Dantas a 14 anos de reclusão em regime fechado. A sentença determina que a pena seja cumprida no presídio de Alcaçuz, em Nísia Floresta.

Entenda o caso aqui no Justiça Potiguar.

Operação do MP investiga fraude de R$ 1,5 milhão no interior do RN; ex-prefeito é preso

Foto: Divulgação/MPRN

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou nesta terça-feira (24) a operação Cambalacho. O objetivo é apurar um esquema fraudulento que aplicou golpes de pelo menos R$ 1.549.550,00 em Caiçara do Rio do Vento, cidade da região Central do Estado. O ex-prefeito Francisco Edson Barbosa e outras cinco pessoas foram presos na ação, que contou com o apoio da Polícia Militar.

Além do ex-prefeito, foram presos preventivamente Marinaldo Amâncio da Silva Júnior e Bruno Ewerton Bezerra Leal, apontados como integrantes do núcleo operacional do grupo criminoso. O ex-secretário de Administração Antônio Laurentino Ramos Neto e a ex-secretária de Finanças Tereza Cristina de Andrade Pereira Barbosa, que ao lado do ex-prefeito integravam o núcleo da administração pública, estão presos temporariamente. Há ainda um mandado de prisão preventiva expedido, mas o alvo não foi localizado e é considerado foragido de Justica.

O grupo é investigado por organização criminosa, falsificação de documentos públicos e privados, falsidade ideológica, peculato, estelionato e lavagem de capitais, entre outros delitos que ainda serão apurados.

Veja matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

Filho de ex-ministro Lobão é preso na 65ª fase da Lava Jato

Márcio Lobão é filho do ex-ministro e ex-senador Edison Lobão — Foto: Reprodução/TV Globo

Márcio Lobão, filho do ex-senador e ex-ministro Edison Lobão, foi preso na manhã desta terça-feira (10) na 65ª fase da Lava Jato, de acordo com o Ministério Público Federal (MPF). A prisão é preventiva, ou seja, por tempo indeterminado e foi efetuada no Rio de Janeiro (RJ).

A nova etapa da operação investiga crimes de corrupção e lavagem de dinheiro proveniente de pagamento de vantagens indevidas relacionadas à Transpetro, que é subsidiária da Petrobras, e à Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.

Segundo o MPF, Márcio Lobão e Edison Lobão solicitaram e receberam propinas dos Grupos Estre e Odebrecht em R$ 50 milhões entre 2008 e 2014.

O mandado de prisão foi expedido contra Márcio Lobão porque, conforme o MPF, há indícios de que ele permanecia praticando o crime de lavagem de dinheiro em 2019.

Ao G1, a defesa de Márcio Lobão disse que ainda não obteve acesso aos autos – “de modo que resta prejudicado qualquer posicionamento neste momento”.

Esta fase tem como objetivo, conforme o MPF, aprofundar as investigações sobre as operações de lavagem de dinheiro realizadas pelo filho do ex-ministro.

O MPF informou que há registros de lavagem de dinheiro em compras e vendas de obras de arte, vendas de imóveis, simulações de empréstimos familiares e movimentação em contas offshore.

Edison Lobão e o filho Márcio Lobão já são réus na Lava Jato por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A denúncia aceita pela Justiça trata de crimes cometidos, segundo o MPF, entre 2011 e 2014, no valor de R$ 2,8 milhões, por intermédio da Odebrecht.

Operação Galeria

Esta nova fase da Lava Jato foi batizada de Operação Galeria. Além do mandado de prisão, há 11 de busca e apreensão. As ordens judiciais são cumpridas em São Paulo (SP), no Rio de Janeiro e em Brasília (DF).

Entre os alvos de busca e apreensão, estão endereços de galeria de arte e de agentes financeiros que, de acordo com o MPF, administravam contas de Márcio Lobão no exterior.

O nome desta etapa, inclusive, remete às transações com obras de arte foram utilizadas para dar aparência lícita aos valores provenientes de vantagens indevidas, segundo a Polícia Federal (PF).

Conforme o MPF, além dos crimes de corrupção ligados à participação da Odebrecht no contrato de construção da Usina de Belo Monte, são investigados benefícios em mais de 40 contratos de quase R$ 1 bilhão.

Esses contratos, ainda de acordo com o MPF, foram firmados pelas empresas Estre Ambiental, Pollydutos Montagem e Construção, Consórcio NM Dutos e Estaleiro Rio Tietê.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tertu disse:

    Dá uma revolta fazer isso com um mininu tão bom, o pai junto com luladrão não ajudaram a roubar um trilhão de reais não, melhor, não roubaram e até devolveram 30 bilhões, injustamente. Ômi eles dicero que era o Moro e o Delagnol toda hora caningando atrás do dinheiro. Mas, como eles são tão honesto, devolveram, mesmo sem ter roubado. Pra você ter uma ideia da honestidade deles dois. Armaria, esse Moro e esse delagnol são o demônio em pessoa. Nam!

  2. Ivan disse:

    Mais um pilantra preso!!! Õh glória!!! Bora lava-jatooooo!!!! Os adoradores de corruptos piram!!!

  3. Lourdes Siqueira disse:

    Como assim?
    O Gilmar ainda não soltou?
    Aposto no máximo antes do sol de pôr.

  4. Capitão disse:

    Olhai Gilmar Mendes, tem mas grana aí, não vamos perder em….

FOTO: Vândalo é preso após quebrar porta de vidro do Senado

Foto: Igor Gadelha/Crusoé

A Polícia Legislativa do Senado prendeu agora à tarde um homem que quebrou uma das portas de vidro da chapelaria da Casa e tentou agredir um policial, conta Igor Gadelha na Crusoé.

Joice Hasselmann estava no local no momento do incidente, mas não foi atingida.

Vândalo é preso depois de danificar uma das entradas do Senado

O Antagonista

Maioria do STF mantém Lula preso em Curitiba

A maioria dos ministros do Supremo acompanhou Edson Fachin para suspender a transferência de Lula para o presídio de Tremembé e mantê-lo preso na Polícia Federal em Curitiba.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Waldemir disse:

    Não sei quem e pior o molus o ou quem defende esse verme

  2. Olimpio disse:

    Esse verme ladrão já era pra tá lá há muito tempo.
    Ladrão julgado por 2 instancias e condenado ainda tem quem defenda esse pilantra.

    • CADEIA para BOLSOTRALHAS disse:

      VERME é o que levas na barriga, verme é ter um imbecil louco como Presidente, verme é ver otarios pedindo esmola …Lula melhor PRESIDENTE do Brasil, Cuidado com as vermes dos BOLSOTRALHAS

  3. Carlos Bastos disse:

    Concordo com vc Walsul

  4. Walsul disse:

    A PF a serviço do moro? É esdrúxulo o caso. Temos um juiz que agiu como promotor para julgar, Condenou e agora, como ministro comanda a PF que é a responsável por manter o Lula preso. Agora a poucos dias do julgamento, essa PF pede a transferência para uma prisão comum em SP, a juíza, rapidamente concedeu e o juiz de SP, mais rapidamente ainda, já reservou o lugar. Ambos amigos do juiz que ajudou a acusação, que julgou e condenou e virou ministro e comandante da PF . Tudo isso no momento em que membros da lava jato estão sendo desmascarados por possíveis ilegalidades na operação. O Brasil virou uma terra que governantes e membros do judiciário fazem as suas leis. Constituição pra quê?

    • Cidadão disse:

      Desde a sua primeira condenação a PF pediu p o MOLUSCO LADRÃO não ficar sob sua “curatela”.
      Trabalhe com a mente.

    • Lobo disse:

      Interessante é a esquerdalha alegar q o processo de luladrão tem que ser extinto, porquê houve conversas entre o MP e o juiz, agora hj, pra essa decisão do incômodo presidiário permanecer numa sala da PF em Curitiba, com todas as mordomias, os deputados esquerdopatas, abandonaram os trabalhos da reforma previdenciária , e como uma quadrilha organizada, foram ao stf, pressionar pra o presidiário não ser transferido pra o presídio de sp e continuar na mordomia da sede da pf de Curitiba. Agora eles defendem que as partes converse com o juiz. Isso é que é hipocrisia, quero ver agora eles repro varem as supostas conversas entre moro e mp. Canalhice

    • Walsul disse:

      Cidadão quem não tem nada na cabeça por ser um descontrolado idiota parece ser vc. Foi pedido a muito tempo e o MP não concordou. Agora, a pouco tempo de ser julgado a suspeição do moro (chefe da polícia federal) isso é julgado a toque de caixa. Se vc não consegue enxergar nada de anormal, não o culpo, é preciso mais que um neurônio pra perceber determinadas coisas.

Ligado a Cabral, ‘Doleiro dos doleiros’ é preso

Foto: Reprodução TV Globo

O doleiro Dario Messer, apontado como o doleiro dos doleiros, foi preso nesta quarta-feira (31), às 16h40, pela Polícia Federal do Rio.

Messer estava foragido desde maio de 2018 quando foi deflagrada a Operação Câmbio Desligo, desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro.

A inteligência da PF descobriu que o doleiro estava em São Paulo no apartamento de uma amiga. Foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.

De acordo com as investigações, Messer vivia entre São Paulo e a tríplice fronteira no Paraguai.

Doleiro é investigado desde os anos 1980

Dario Messer está no radar da Polícia Federal há cerca de 30 anos com citações em inquéritos policiais desde o fim dos anos 1980. Já naquela época, o doleiro aparecia como operador de personalidades como o então patrono da Escola de Samba Salgueiro, Waldomiro Paes Garcia, o Miro.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Véio de Rui disse:

    Se esse aí abrir a boca a República vem abaixo

    • humbabomber disse:

      Vem nada! Já ocorreram várias "delações do fim do mundo" e nada de importante veio a abaixo…
      Só a educação salva este país!

OUÇA: Interceptações feitas pelo MPRN mostram preso no RJ ordenando crime em Natal

Áudios obtidos com autorização judicial são parte da operação Conexão RJ, deflagrada nesta terça (30). Chefe de facção criminosa ordenava crimes de dentro do presídio de Bangu

Interceptações telefônicas obtidas pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) com autorização judicial mostram que Wildson Alves da Silveira, um dos chefes de uma facção criminosa que atua dentro e fora de unidades prisionais potiguares, ordenava o cometimento de crimes mesmo estando preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na capital do Rio de Janeiro. Os áudios foram gravados durante as investigações realizadas no âmbito da operação Conexão RJ, deflagrada na manhã desta terça-feira pelo MPRN e pela Polícia Militar.

A operação cumpriu 8 mandados de busca e apreensão no Passo da Pátria, comunidade na zona Leste natalense. Quando os policiais chegaram ao local para cumprir os mandados, criminosos ainda não identificados soltaram fogos de artifício para alertar os comparsas da presença da PM.

OUÇA AQUI em texto na íntegra

As ordens para os crimes, segundo as investigações do MPRN, foram dadas por Wildson Alves da Silveira, conhecido como Binho Beque ou Leão, que está preso em Bangu desde maio de 2017. Ele é fugitivo da cadeia pública Raimundo Nonato Fernandes, em Natal. Binho é apontado como sendo um dos chefes de uma facção criminosa que surgiu dentro de unidades prisionais potiguares.

As investigações do MPRN, que tiveram o apoio do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), apontam que, usando um aparelho de telefone celular, Wilson continuava comandando a facção criminosa de dentro do Complexo Penitenciário de Bangu. Ele chegou a ordenar ataques a viaturas da Polícia Militar em caso de os policiais entrarem no Passo da Pátria para fazer patrulhamento e também sugeriu aos subordinados que instalassem câmeras de segurança nas entradas da comunidade para que pudessem controlar o acesso e a saída do local por vídeo-monitoramento. Outra ordem dada pelo chefe aos demais integrantes da facção foi que eles passassem a promover eventos e shows na comunidade com o objetivo de aumentar o caixa do crime.

A Justiça do Rio Grande do Norte já ordenou que Wildson Alves da Silveira seja recambiado para o Rio Grande do Norte para cumprir as sentenças que é condenado. Essa transferência ainda não tem data para ser realizada e depende de iniciativa da Secretaria da Administração Penitenciária do RN (Seap).

Preso diz à PF que hackeou mensagens da Lava Jato e as entregou de forma anônima ao Intercept – sem nenhum pagamento

O suspeito de hackear autoridades Walter Delgatti Neto, na Polícia Federal em Brasília – Mateus Bonomi/Folhapress

Para a Polícia Federal, Walter Delgatti Neto, preso na última terça-feira (23) sob suspeita de atuar como hacker, foi a fonte do material que tem sido publicado desde junho pelo site The Intercept Brasil com conversas de autoridades da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

Em depoimento, Delgatti, um dos quatro presos pela PF, disse que encaminhou as mensagens ao jornalista Glenn Greenwald, fundador do site, de forma anônima, voluntária e sem cobrança financeira.

Os contatos com Greenwald, segundo o preso, foram virtuais, somente pelo aplicativo de conversas Telegram, e ocorreram depois que os ataques aos celulares das autoridades já tinham sido efetuados.

A polícia agora trabalha para confirmar se as informações dadas por Delgatti, de que agiu de forma voluntária e sem pedir dinheiro em troca, são verdadeiras. Não há até agora indício de que tenha havido pagamento pelo material divulgado, segundo investigadores.

Em depoimento, Delgatti afirmou ainda ter agido neste caso por não concordar com os caminhos da Lava Jato. A apuração da PF é a de que o grupo hackeava contas do Telegram e contas bancárias por dinheiro.

A perícia criminal da Polícia Federal copiou dados guardados pelo suspeito preso em plataformas de nuvens na internet que sugerem veracidade em pelo menos algumas das declarações de Delgatti até aqui.

Nesse material apreendido, estão conversas entre procuradores da Lava Jato como as que foram divulgadas pelo Intercept.

De acordo com envolvidos na busca e apreensão na terça-feira, um celular de Delgatti estava na conta do Telegram do ministro da Economia, Paulo Guedes, quando agentes chegaram à casa dele, em Araraquara. O episódio, para a PF, reforça que era o mesmo grupo que agia.

O ministro da Justiça, Sergio Moro, já havia associado a prisão dos quatro suspeitos à divulgação pelo site das mensagens que mostram interferência do ex-juiz da Lava Jato nas investigações da força-tarefa.

“Parabenizo a Polícia Federal pela investigação do grupo de hackers, assim como o MPF [Ministério Público Federal] e a Justiça Federal. Pessoas com antecedentes criminais, envolvidas em várias espécies de crimes. Elas, a fonte de confiança daqueles que divulgaram as supostas mensagens obtidas por crime”, escreveu Moro, no Twitter, nesta quarta-feira (24).

Os jornalistas responsáveis pelo Intercept rebateram a mensagem de Moro. Glenn Greenwald disse no Twitter que o ministro da Justiça “está tentando cinicamente explorar essas prisões para lançar dúvidas sobre a autenticidade do material jornalístico”.

“Nunca falamos sobre a fonte. Essa acusação de que esses supostos criminosos presos agora são nossa fonte fica por sua conta [Moro]”, acrescentou Leandro Demori, editor-executivo do Intercept.

Quando as primeiras mensagens vieram à tona, em 9 de junho, o site informou que obteve o material de uma fonte anônima, que pediu sigilo. O pacote inclui mensagens privadas e de grupos da força-tarefa no aplicativo Telegram a partir de 2015.

Além de Delgatti, foram presos Gustavo Henrique Elias Santos, Suelen Priscila de Oliveira e Danilo Cristiano Marques.

Os quatro suspeitos foram detidos temporariamente (por cinco dias, prorrogáveis por mais cinco) na terça-feira. As ordens de prisão foram cumpridas em São Paulo, Araraquara (SP) e Ribeirão Preto (SP). Os envolvidos foram transferidos para Brasília.

Na decisão que fundamentou as prisões, o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal do DF, apontou “fortes indícios” de que os quatro investigados “integram organização criminosa para a prática de crimes e se uniram para violar o sigilo telefônico de diversas autoridades brasileiras via invasão do aplicativo Telegram.”

Segundo ele, os fatos demonstram que os suspeitos são “responsáveis pela prática de delitos graves”.

O inquérito em curso foi aberto em Brasília para apurar, inicialmente, o ataque a aparelhos de Moro, do juiz federal Abel Gomes, relator da Lava Jato no TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região), do juiz federal no Rio Flávio Lucas e dos delegados da PF em São Paulo Rafael Fernandes e Flávio Reis.

Segundo investigadores, a apuração mostrou que o celular do procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, também foi alvo do grupo. O caso dessas autoridades está sendo tratado em inquérito aberto pela Polícia Federal no Paraná.

A Folha teve acesso ao pacote de mensagens atribuídas aos procuradores da força-tarefa da Lava Jato e ao então juiz Sergio Moro e obtidas pelo Intercept.

O site permitiu que o jornal analisasse o seu acervo, que diz ter recebido de uma fonte anônima. A Folha não detectou nenhum indício de que ele possa ter sido adulterado. O jornal já publicou cinco reportagens decorrentes deste acesso.

A Folha não comete ato ilícito para obter informações, nem pede que ato ilícito seja cometido neste sentido; pode, no entanto, publicar informações que foram fruto de ato ilícito se houver interesse público no material apurado.

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luciano Lima disse:

    Nem pagou em bitcoins fora do Brasil… çey.

  2. Said disse:

    Aperta mais um pouquinho que eles peidam.kkkkkk

  3. Riva disse:

    Os filhotes de pavão misterioso vão continuar negando. Agora que tem os arquivos basta a PF periciar e ver que o Moro não é lá tão herói assim.

    • Manoel disse:

      Né isso! Heróis são esses hackers né, que cometeram esses crimes por "amor à verdade" KKK… Acho que muita gente não entendeu ainda: As conversas que foram atribuídas a Moro foram obtidas das conversas copiadas do celular de Deltan Dallagnol, não do celular de Moro! O celular de Moro foi usado para ajudar a seguir os rastros da tentativa de clonagem mas se ele não tiver conta no Telegram, não tem como as mensagens serem copiadas…

    • Luis disse:

      Foi através da perícia do telefone do Moro, que a PF chegou a esses vendedores de fantasias pra idiotas.

Homem é preso suspeito de forjar assalto e assassinar a namorada, estudante de Educação Física, na Grande Natal, diz polícia

Foto: Arquivo pessoal

O portal G1-RN destaca em reportagem nesta terça-feira(23) que o namorado da estudante de Educação Física, Josierica da Rocha Alves, de 23 anos, morta em junho no município de Monte Alegre, na Grande Natal, foi preso suspeito de ser o autor do assassinato. No dia do crime, o homem relatou à polícia que ele e Josierica haviam sido vítimas de um assalto no município de Monte Alegre. Entretanto as investigações apontaram que ele mentiu sobre o roubo. A motivação do crime ainda é desconhecida.

Segundo contou o namorado na época do crime, no fim da noite do dia 4 de junho, uma quarta-feira, os dois chegavam em casa, quando foram surpreendidos por dois homens armados que já estavam dentro do imóvel. Josierica já teria descido do carro para abrir o portão, quando os bandidos a abordaram. Foi quando ele, o namorado, de dentro do automóvel, teria atirado contra os assaltantes. O homem relatou que, após a troca de tiros, os criminosos fugiram. Josierica foi baleada na cabeça e morreu depois de dar entrada no hospital da cidade.

Veja detalhes com informações do desfecho do crime aqui

 

FOTO E VÍDEO: Casal é preso em flagrante com mais de 10 kg de cocaína dentro de carro na BR 304 em Mossoró

FOTO: Divulgação/PRF

Em Mossoró, no km 57 da BR 304, na noite dessa quinta-feira (18), policiais rodoviários federais abordaram um veículo Siena, cor branca, com um casal dentro.

Durante a entrevista, apresentaram bastante nervosismo e então, numa revista mais minuciosa ao veículo, foram encontrados mais de 10 kg de cloridrato de cocaína. A droga estava escondida no porta mala do veículo.

O casal, natural do Ceará, com a idade de 22 anos cada um deles, afirmou que teria vindo de Fortaleza para Natal na noite anterior e estariam retornando com a droga.

Os dois foram presos em flagrante e responderão por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Plantão da Polícia Civil em Mossoró.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. paulo disse:

    BG
    Tem que fazer como as Filipinas, foi pego com drogas, tchau liberdade e o caminho é o cemitério.

MPRN denuncia advogado preso por tentar comprar decisão no TJ

Além de Allan Clayton Pereira de Almeida, outras três pessoas foram denunciadas. Denúncia foi protocolada na tarde desta sexta (14) na 5ª vara Criminal de Natal

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) denunciou à Justiça potiguar o advogado Allan Clayton Pereira de Almeida e mais três pessoas, na tarde desta sexta-feira (14). Allan Clayton foi denunciado pelos crimes de corrupção ativa, extorsão e lavagem de dinheiro. O grupo foi alvo da operação Infiltrados, deflagrada pelo MPRN na segunda-feira (10).

Segundo as investigações da operação Infiltrados, os denunciados negociaram uma decisão no âmbito do Tribunal de Justiça do RN. A denúncia foi recebida pelo juiz da 5ª vara Criminal de Natal.

O crime e os envolvidos

Segundo a investigação da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Natal, o advogado Rodrigo Fernandes de Paiva e o ex-servidor do Tribunal de Justiça do RN e ex-servidor da Assembleia Legislativa potiguar Flávio Humberto de Noronha Freire prometeram a Allan Clayton Pereira de Almeida o resultado positivo em um processo que seria relatado pelo desembargador Glauber Rego. Para isso, eles receberam a quantia de R$ 70 mil.

Em virtude de a decisão prometida não ter se concretizado, o Allan Clayton passou a extorquir os agenciadores da decisão, exigindo a devolução do dinheiro, prometendo risco à vida deles e ameaçando revelar o ocorrido e outros fatos supostamente ilícitos atribuídos a autoridades do Tribunal de Justiça.

Rodrigo Fernandes de Paiva e Flávio Humberto de Noronha Freire foram denunciados por exploração de prestígio. Além deles três, a mulher de Allan Clayton, Isabel Cristina Gorgônio de Medeiros, também foi denunciada por lavagem de dinheiro. Allan Clayton Pereira de Almeida continua preso preventivamente desde a deflagração da operação Infiltrados

MPRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nizardo Wanderley disse:

    E pra quem vendeu a sentença, não deu nada?