Médico é preso após sacar arma durante discussão por exame de Covid-19 com paciente na Barra da Tijuca, no RJ

Consultório onde discussão começou entre médico e paciente fica em centro comercial na Barra Foto: Reprodução / Google Maps

A consulta de um paciente com sintomas do novo coronavírus terminou em discussão e virou caso de polícia na tarde desta quinta-feira, em um consultório localizado no Shopping Cittá América, na Barra da Tijuca, quando, durante o desentendimento, um médico pneumologista teria sacado uma arma de dentro de sua bolsa e ameaçado o cliente.

O caso foi parar na 16ª DP (Barra da Tijuca). De acordo com os relatos do paciente, ele marcou uma consulta com o doutor Enio Studart para examinar o pulmão porque havia sido infectado com a Covid-19 há dois meses, mas os sintomas de cansaço continuavam. Foi quando, ainda segundo o homem, o pneumologista questionou a qualidade dos testes rápidos feitos por ele na ocasião. Teria iniciado, a partir dali, uma discussão, onde ambos teriam trocado ofensas. Foi nesse momento, ainda de acordo com o depoimento, que o médico pegou uma mochila, de onde sacou uma pistola para ameaçá-lo.

O primeiro a chegar à delegacia foi o médico, contando ter tido um desentendimento com seu paciente, que chegou logo depois, acompanhado de policiais militares. Aos inspetores, Enio afirmou que o paciente, durante a consulta, não era claro em suas respostas, e que se aborreceu com as perguntas feitas por ele, começando a xingá-lo em seguida. O doutor também confirmou que possuía uma arma, mas que não havia a utilizado.

Os agentes começaram a duvidar da versão do pneumologista, no entanto, quando questionaram de que forma ele teria se dirigido até a delegacia. Ele afirmou que havia pedido um serviço de carro por aplicativo, mas investigadores encontraram estacionado no pátio um automóvel com placa no nome dele. Foi neste momento que os policiais fizeram uma busca e encontraram dentro do veículo uma série de armas: um revólver calibre .38, uma pistola calibre .32, um soco inglês, duas facas, 24 munições de calibre .38, nove munições de calibre.32 e um carregador de pistola .32.

Enio foi preso em flagrante pela equipe coordenada pela equipe coordenada pela delegada Fernanda Noethen e irá responder pelos crimes de ameaça e porte ilegal de arma de fogo de uso permitido.

Confira a nota oficial da Polícia Civil:

“De acordo com a 16ª DP (Barra da Tijuca), o médico foi preso em flagrante por ameaçar um paciente e por porte ilegal de arma de fogo. Em seu veículo, foram encontrados um revólver, uma pistola, um soco inglês, duas facas, um carregador de pistola e munições”.

Extra – O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Aluísio Valença disse:

    O paciente não queria tomar Cloroquina, o dotô sacou a pistola e disse:
    – Vai tomar nem que seja na marra!

  2. BARRA PESADA disse:

    Essa Barra da Tijuca é barra pesada. Tem muito patriota armado na rua e nos condomínios.

  3. Papa Jerry Moon disse:

    O paciente não queria tomar cloroquina.

  4. Sergio disse:

    Atenção vcs que são a favor de armas: evitem consultórios médicos também. Aliás, não saiam de casa!

  5. Manoel disse:

    Esse médico estava indo pra uma guerra ou pra atendimento?

    • JSouza disse:

      Rapaz, na atual conjuntura da segurança pública, sair de casa é uma incógnita. Ainda mais no Rio de Janeiro (mas sem excluir a nossa realidade potiguar).

Fundador da Qualicorp é preso em operação da PF que investiga suposto caixa 2 de Serra na campanha de 2014

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (21) uma operação que investiga suposto caixa 2 na campanha de José Serra (PSDB) ao Senado em 2014. O empresário José Serpieri Júnior, sócio e fundador da Qualicorp, foi preso após as investigações apontarem que ele fez doações não contabilizadas de R$ 5 milhões ao tucano.

Em nota, o senador José Serra disse que lamenta a espetacularização da investigação e que desconhece as acusações. Ele disse que “foi surpreendido esta manhã com nova e abusiva operação de busca e apreensão em seus endereços, dois dos quais já haviam sido vasculhados há menos de 20 dias pela Polícia Federal. A decisão da Justiça Eleitoral é baseada em fatos antigos e em investigação até então desconhecida do senador e de sua defesa”. (Leia a íntegra abaixo). O G1 aguarda um posicionamento da Qualicorp.

A operação, que foi denominada Paralelo 23, é uma nova fase da Lava Jato que apura crimes eleitorais e é feita em conjunto com o Ministério Público Eleitoral (MPE). As apurações se restringem a fatos de 2014, quando Serra ainda não tinha o mandato de senador. Por volta das 8h50, três dos quatro mandados de busca e apreensão já tinham sido cumpridos.

Resumo:

Serra, que havia sido denunciado por lavagem de dinheiro no início do mês (leia mais abaixo), é um dos alvos de mandados de busca e apreensão.

Foram expedidos mandados para serem cumpridos no gabinete de Serra no Senado, no apartamento funcional dele em Brasília e em dois imóveis do senador em São Paulo.

Investigações apontam doações por meio de operações financeiras e societárias simuladas, que ocultavam a origem ilícita dos R$ 5 milhões recebidos.

Segundo investigações, o empresário José Seripieri Júnior, fundador e acionista da Qualicorp, grupo que comercializa e administra planos de saúde coletivos, determinou doações não contabilizadas a Serra em duas parcelas no valor de R$ 1 milhão e uma de R$ 3 milhões.

Ao todo, são cumpridos quatro mandados de prisão temporária e 15 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Brasília, Itatiba e Itu.

O empresário José Serpieri Júnior, sócio e fundador da Qualicorp, foi preso.

Até por volta de 8h45, três pessoas haviam sido presas; entre elas Artur Azevedo. Ele teria pedido a prisão domiciliar por motivos de saúde, segundo o MP.

Também foi determinado pelo juiz da 1ª Zona Eleitoral o bloqueio judicial de contas bancárias dos investigados.

Os outros alvos de mandados de prisão são:

Arthur Azevedo Filho
Mino Mattos Mazzamati
Rosa Maria Garcia

Segundo a operação, os investigados responderão por pelos crimes descritos abaixo, com penas de 3 a 10 anos de prisão:

associação criminosa (artigo 288 do Código Penal)
falsidade ideológica eleitoral (artigo 350 do Código Eleitoral)
lavagem de dinheiro (artigo 1º da Lei nº 9.613/1998)

Serra denunciado por lavagem de dinheiro

O senador José Serra já tinha sido alvo de outra operação no início deste mês, quando foi denunciado pela força-tarefa da Lava Jato em São Paulo por lavagem de dinheiro. Na ocasião, a filha dele, Verônica Allende Serra, também foi denunciada pelo mesmo crime.

Segundo o Ministério Público Federal, a Odebrecht pagou a Serra cerca de R$ 4,5 milhões entre 2006 e 2007, supostamente para usar na sua campanha ao governo do estado de São Paulo. Outros cerca de R$ 23 milhões foram pagos entre 2009 e 2010, para a liberação de créditos com a Dersa, estatal paulista extinta no ano passado, ainda segundo a denúncia.

Os procuradores concluíram que houve lavagem de dinheiro usando a técnica “follow the money” (“siga o dinheiro”, em tradução livre). A denúncia diz que Serra e Verônica praticaram lavagem de dinheiro de obras do Rodoanel Sul no exterior de 2006 a 2014.

Operações ocultavam origem ilícita de dinheiro

Em relação à operação desta terça-feira, o caso de suposto caixa 2 foi remetido para a primeira instância da Justiça Eleitoral de São Paulo após a colaboração espontânea de pessoas que teriam sido contratadas em 2014 para estruturar e operacionalizar os pagamentos de doações eleitorais não contabilizadas.

Por meio da quebra do sigilo bancário e da troca de informações com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), foram identificados indícios do recebimento das doações eleitorais não contabilizadas a Serra.

As investigações apontam que as doações foram repassadas por meio de operações financeiras e societárias simuladas, de modo que ocultavam a origem ilícita dos R$ 5 milhões recebidos.

As investigações também identificaram outros pagamentos de valores elevados feitos por grandes empresas, sendo uma do setor de nutrição e outra da construção civil, perto das eleições de 2014. Essas doações, segundo foi investigado, eram feitas a uma das empresas supostamente utilizadas pelo então candidato para a ocultação do recebimento das doações. Esses fatos ainda serão objeto de mais apurações.

Nota Serra

“O senador José Serra foi surpreendido esta manhã com nova e abusiva operação de busca e apreensão em seus endereços, dois dos quais já haviam sido vasculhados há menos de 20 dias pela Polícia Federal. A decisão da Justiça Eleitoral é baseada em fatos antigos e em investigação até então desconhecida do senador e de sua defesa, na qual, ressalte-se, José Serra jamais foi ouvido.

José Serra lamenta a espetacularização que tem permeado ações deste tipo no país, reforça que jamais recebeu vantagens indevidas ao longo dos seus 40 anos de vida pública e sempre pautou sua carreira política na lisura e austeridade em relação aos gastos públicos. Importante reforçar que todas as contas de sua campanha, sempre a cargo do partido, foram aprovadas pela Justiça Eleitoral.

Serra mantém sua confiança no Poder Judiciário e espera que esse caso seja esclarecido da melhor forma possível, para evitar que prosperem acusações falsas que atinjam sua honra.”

G1

Corpo de homem desaparecido desde domingo é encontrado preso em pedra no açude Gargalheiras

O corpo de Jácio Mamede Galvão foi encontrado nesta terça-feira(14) no açude Gargalheiras, em Acari.

Jácio estava desaparecido desde domingo(12) quando estava em uma embarcação a motor e se dirigia para uma comunidade às margens do açude.

O corpo foi encontrada preso em uma pedra durante buscas do Corpo de Bombeiros com auxílio da Marinha.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bosco disse:

    Lamentável! As minhas mais sinceras condolências a família. Tive o prazer de dividir o conselho fiscal do nosso condomínio com ele. Homem íntegro ,com quem tive a oportunidade de debater muitos assuntos. Que Deus o receba em sua morada eterna.

Ex-jogador Márcio Alemão, hoje vereador do PT, é preso por tráfico de drogas no RS

Márcio Alemão foi o quinto vereador mais votado em Esteio nas eleições de 2016. FOTO: Assessoria de Comunicação / Câmara de Vereadores de Esteio

Preso por tráfico de drogas, o vereador de Esteio Márcio Anderson Schmitz, o Márcio Alemão (PT), 36 anos, ensaiou carreira nos gramados antes de entrar na política. Foi jogador nas categorias de base do Grêmio e do Inter e chegou a atuar na Europa, onde integrou a equipe do Futebol Clube do Porto. Na noite quarta-feira (8), um capítulo inesperado marcou a trajetória do parlamentar da Região Metropolitana.

Após 15 dias de investigação, a Polícia Civil prendeu o parlamentar e outro homem em uma casa em Esteio. No local, foram encontradas 55 porções de maconha, balança de precisão, munição calibre 22, equipamentos para preparo e embalo de droga, além de 200 gramas de cocaína pura que, segundo os investigadores, podem render até 500 porções da droga. Havia ainda uma máquina de cartão de crédito e celulares — ambos os aparelhos serão periciados pela polícia. Márcio Alemão é investigado por tráfico de drogas e associação criminosa. Em depoimento, se manteve em silêncio.

Na casa onde houve o flagrante, a Polícia Civil encontrou porções de drogas. FOTO: Tiago Boff / Agência RBS

A temporada do gaúcho no clube europeu chegou ao fim após uma lesão grave no joelho. Retornou então à cidade natal. Foi conselheiro tutelar, tornou-se popular nos bairros de Esteio e concorreu em 2016 a vereador com bandeiras voltadas à educação. Chegou ao Legislativo como o quinto com melhor desempenho nas urnas, com 1.328 votos. Na Câmara, integrava a Comissão de Educação e criou uma frente parlamentar de apoio a refugiados e estrangeiros. Há um mês, havia pedido afastamento. A vaga ficou com o primeiro suplente, que também era seu chefe de gabinete desde agosto de 2019, Assis Brasil Marin Silveira (PT).

— Era um cara muito promissor na política. Muito ativo e querido, tinha uma simpatia muito grande pela cidade e fez uma baita votação. É muito conhecido em Esteio. Fiquei bem chocado com essa prisão — conta Silveira.

O petista conta que foi procurado por Alemão há um mês, quando foi informado do desejo dele de se licenciar do cargo. Na oportunidade, o vereador teria dito que a saída seria por motivos pessoais. Em uma publicação no dia 10 de junho em rede social, Alemão disse que ainda não havia se recuperado do luto da perda do pai, Remi Schmitz, em 2017, e que, em decisão tomada junto a sua família, havia optado por deixar o Legislativo.

— É um cara novo, com potencial, parecia ter um patrimônio político que agora já era. Mas o Márcio não era visto na Câmara, só nas sessões. Ainda assim, pouco se via ele, estava sempre de atestado — afirma outro vereador, que prefere não se identificar.

Entre os vereadores, circula a versão de que Alemão teria deixado o cargo por motivos que estariam relacionados à dependência de drogas. Segundo os colegas, Alemão faltava as sessões e seria pouco participativo, o que teria motivado a abertura de um processo na Comissão de Ética do PT. Teria sido chamado a dar explicações aos dirigentes municipais do partido, e teria prometido mudar e buscar tratamento. Não foi expulso nem afastado.

— Ele foi usuário de drogas no passado, quando jovem. Se recuperou, virou jogador de futebol, se machucou e voltou. Ele é reincidente, voltou a usar droga. Ano passado, tentou- se internar ele duas vezes, inclusive de forma compulsória. Desde o ano passado, faltava demais as sessões. Ele estava em processo de expulsão no partido — afirma um vereador próximo, que também prefere manter o nome em anonimato.

— O pai era o cara que botava ele na linha. No primeiro ano de mandato, trabalhou legal. No segundo, começaram os problemas. Quando o pai morreu, ele entrou em depressão. Teve meses em que ele passava na Câmara só para as sessões, não ia mais nas reuniões da bancada. Em reuniões do partido, não comparecia há praticamente dois anos — afirma o vereador Leo Dahmer (PT).

Antes do flagrante, a polícia fez oito horas de campana em frente a casa onde ocorreu a prisão.

— Até o momento da prisão, não sabíamos que se tratava de um vereador. No momento do flagrante, ele disse que era vereador — afirma o delegado Thiago Carrijo

Segundo o diretor da 2ª Delegacia de Polícia Metropolitana (DPRM), delegado Mario Souza, é “inequívoco” que o flagrante caracteriza tráfico de drogas:

— Não trabalhamos focados em ninguém, focamos no crime. E a lei é aplicada como se fosse qualquer outra pessoa.

Contraponto

O advogado de defesa Sidnei Bitencourt afirma que houve tipificação errada do crime em relação a Márcio e que vai encaminhar o pedido de liberdade provisória:

— O Márcio é usuário de drogas, não tem provas de que é traficante. Com ele, foi pego três pacotes de cocaína que era para uso próprio. Estava no lugar errado, na hora errada. Não trazia nada com ele. As drogas não são dele. Ele está licenciado da Câmara para se tratar. A família estava encaminhando ele para uma clínica para começar tratamento. Ele foi lá comprar droga porque é viciado.

Zero Hora

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Naldinho disse:

    E dentro de um certo avião presidencial que levava cocaína? Tráfico internacional comparado com esse deve ser fichinha.

  2. Ivan disse:

    Imaginem se o colocarem dentro do avião presidencial, estaria bem à vontade.

  3. Gibira disse:

    Dá pra encher vários presídios só com petistas envolvidos em delitos.

  4. Getro disse:

    É o modus operandi do PT….

  5. mane disse:

    É o nivel dos partidos do Brasil.. e de seus politicos. E deve ter gente que defende de forma raivosa esses politicos. Principalmente nos que se dizem de esquerda.

Ex-secretário de Saúde do RJ, Edmar Santos é preso em ação do MP

Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil

O ex-secretário de Saúde Edmar Santos foi preso manhã desta sexta-feira (10) em seu endereço residencial, em Botafogo, na Zona Sul do Rio. Investigado por suspeitas de irregularidades nos contratos de Saúde do RJ durante a pandemia de Covid-19, ele vai responder por peculato – corrupção cometida por funcionário público – e organização criminosa.

Edmar Santos, que é policial militar da ativa, foi exonerado da Secretaria de Saúde do RJ no dia 17 de maio.

O G1 ligou para a defesa do ex-secretário, mas o advogado Bernardo Braga não atendeu a chamada.

Há suspeitas de fraudes, inclusive já apontadas pelo Tribunal de Contas do Estado, em alguns contratos firmados sem licitação, entre eles, o de compra de respiradores, oxímetros e medicamentos e o de contratação de leitos privados. O governo do RJ gastou R$ 1 bilhão para fechar contratos emergenciais.

A prisão de Santos aconteceu durante uma operação do Ministério Público estadual, por meio do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (GAECC). A informação inicial era que ele havia sido detido em Itaipava, na Região Serrana, onde tem uma casa. Mas por volta das 7h50, o MP confirmou que ele foi encontrado em seu apartamento em Botafogo.

Santos e outras sete pessoas são acusados pelo Ministério Público de improbidade administrativa.

A prisão de Santos é um novo desdobramento da Operação Mercadores do Caos, que também cumpre mandados de busca e apreensão na outra casa dele em Itaipava. Todos os mandados foram expedidos pelo juiz Bruno Rulière, da 1ª Vara Criminal Especializada da Capital.

A Justiça também autorizou o acesso e extração do conteúdo armazenado nos materiais apreendidos, como telefones celulares, computadores e pen drives, inclusive de registros de diálogos telefônicos ou telemáticos, como mensagens SMS ou de aplicativos como WhatsApp.

Além disso, foi deferido pela Justiça o arresto de bens e valores de Edmar até o valor R$ 36.922.920,00, que, segundo o MP é equivalente aos recursos públicos desviados em três contratos fraudados para aquisição dos equipamentos médicos.

“Edmar Santos atuou, com vontade livre e de forma consciente, em comunhão de ações e desígnios, com os demandados na anterior denúncia oferecida na fase I da Operação Mercadores do Caos, desviando um milionário volume de recursos públicos destinados à compra de respiradores/ventiladores pulmonares, até hoje não entregues para o atendimento à população, ainda em meio à grave pandemia do novo coronavírus no estado. Edmar vai responder pelos crimes de organização criminosa e peculato”, diz o MP.

Na denúncia apresentada à Justiça, o MPRJ diz ainda que Edmar Santos seguia exercendo influência política mesmo após a descoberta do esquema de desvio de recursos. Os promotores argumentam que a tentativa de sua nomeação para o cargo de secretário extraordinário, após a sua exoneração da pasta, lhe daria uma “pseudo-blindagem”.

Segundo o MPRJ, o fundamento para o pedido de prisão preventiva de Santos se baseou no fato de que, em liberdade, ele ainda poderia “adotar condutas para dificultar mais o rastreamento das verbas públicas desviadas, bem como destruir provas e até mesmo ameaçar testemunhas.”

Quebra de sigilo bancário

Na semana passada, a Justiça determinou a quebra do sigilo bancário e o bloqueio dos bens de Edmar Santos.

Também na semana passada, ele se recusou a responder as perguntas feitas pelas Comissões de Fiscalização dos Gastos do Estado, Alerj, contra a Covid-19 e de Saúde durante uma sessão virtual virtual.

“Ainda não tive acesso integral aos elementos de prova do inquérito 1338 do Distrito Federal do Superior Tribunal de Justiça, cujos fatos ali investigados dizem respeito direta ou indiretamente aos motivos me trouxeram aqui para prestar declarações para seus interesses de esclarecimento. Dessa forma, fui expressamente orientado por meus advogados e, por ora, exerço meu direito de silêncio às perguntas que eventualmente sejam direcionadas”, disse o ex-secretário, logo no início a sessão.

Edmar Santos foi exonerado no dia 17 de maio. A decisão do governador Wilson Witzel foi motivada por conta dos atrasos e problemas nas entregas dos hospitais de campanha, incluindo o desgaste provocado por denúncias de fraudes na licitação para a compra de respiradores.

Pagamento antecipado de R$ 36 milhões

O governo pagou R$ 36 milhões antecipadamente para três empresas, mas apenas 52 dos mil respiradores comprados foram entregues por uma empresa. Eles não serviam para pacientes com Covid-19. Outros 97 chegaram no fim de junho e estão no terminal de cargas do Aeroporto Internacional Tom Jobim.

Os contratos foram rescindidos com o governo do estado.

A investigação do Ministério Público revelou que o ex-secretário de Saúde foi quem definiu a quantidade de respiradores que seriam comprados. E que Edmar Santos deixou nas mãos de Gabriell Neves, então subsecretário executivo de saúde, os processos de contratações emergenciais.

Segundo o MP, o número – mil respiradores comprados no fim de março e início de abril – era exagerado.

Os promotores afirmam que o governo do Rio comprou que 411 equipamentos além do necessário.

“O resultado encontrado pela apuração minuciosa feita pelo TCE-RJ foi de um superdimensionamento de 70%, equivalente à contratação de 411 equipamentos a mais do que seria necessário”.

Desvio de dinheiro público e prisões

O ex-subsecretário Gabriell Neves e os donos das empresas contratadas, sem licitação, foram presos acusados de fraude. Gabriell está preso desde o dia 7 de maio.

Eles viraram réus por peculato, ou seja, desvio de dinheiro público, e organização criminosa.

Três dias antes da prisão do subsecretário, o então secretário Edmar Santos gravou um vídeo negando irregularidades nos contratos que estavam sendo investigados.

“Fui eu, secretário de Saúde que pediu que os órgão de controle estivessem próximos, para que a gente possa corrigir qualquer erro administrativo, e é normal que num momento de emergência, com vários contratos sendo assinados, que possa ocorrer algum ato administrativo, mas nunca nenhum ato de inidoneidade. E os atos administrativos cabem à própria administração corrigi-los. E é o que vamos fazer com cada um que encontrarmos”, disse Edmar Santos na época.

G1

 

Fundador da rede Ricardo Eletro é preso em SP por sonegação fiscal e lavagem de dinheiro

Foto: Reprodução

O fundador e ex-principal acionista da rede varejista Ricardo Eletro, Ricardo Nunes, foi preso no estado de São Paulo, em operação de combate à sonegação fiscal e lavagem de dinheiro deflagrada na manhã desta quarta-feira por uma força-tarefa composta por Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Secretaria de Estado de Fazenda e Polícia Civil.

Outros dois empresários do ramo de eletrodomésticos e eletroeletrônicos são alvos da operação, que recebeu o nome de “Direto com o Dono”., segundo o G1.

As investigações indicam que cerca de R$ 400 milhões em imposto devidos ao Estado de Minas Gerais teriam sido sonegados ao longo de mais de cinco anos.

De acordo com o Ministério Público de Minas Gerais, estão sendo cumpridos três mandados de prisão e quatorze mandados de busca e apreensão expedidos pela Vara de Inquéritos de Contagem. Os mandados são cumpridos em alvos localizados nos municípios mineiros de Belo Horizonte, Contagem e Nova Lima, e também nas cidades de São Paulo e Santo André.

O MPMG acrescenta que as empresas da rede de varejo cobravam dos consumidores, embutido no preço dos produtos, o valor correspondente aos impostos. No entanto, os investigados não faziam o repasse e se apropriavam desses valores.

O montante da sonegação com o Estado de Minas Gerais chega a R$ 400 milhões, mas a mesma rede tem dívidas vultosas em praticamente todos os Estados onde possui filiais.

Além dos mandados de prisão, a justiça já determinou o sequestro de bens imóveis do dono do negócio, avaliados em cerca de R$ 60 milhões, com a finalidade de ressarcir o dano causado ao Estado de Minas Gerais.

A investigação ganhou força após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de novembro de 2019, que definiu como crime a apropriação de ICMS cobrado de consumidores em geral e não repassados ao Estado.

A Ricardo Eletro encontra-se em situação de recuperação extrajudicial, sem condições de arcar com suas dívidas, já tendo fechado diversas unidades e demitido dezenas de trabalhadores.

O MPMG ressalta, no entanto, que Ricardo Nunes, o principal dono do negócio, possui dezenas de imóveis, participações em shoppings na região metropolitana de Belo Horizonte e fazendas.

Os bens imóveis não se encontram registrados em nome do investigado, mas de suas filhas, mãe e até de um irmão, que também são alvos da operação desta quarta-feira. O crescimento vertiginoso do patrimônio individual do principal sócio ocorreu na mesma época em que os crimes tributários eram praticados, o que caracteriza, segundo a força-tarefa, crime de lavagem de dinheiro.

A operação conta com a participação de três promotores de Justiça, 60 auditores-fiscais da Receita Estadual, quatro delegados e 55 investigadores da Polícia Civil.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PATRIOTAS GENÉRICOS disse:

    Esses amigos patriotas não são muito patriotas não. Conheço alguns patriotas de excelente condições financeiras, que ensinam outros amigos patriotas de bolso bom a driblar o leão e ainda receber benefícios sociais destinados aos pobres.

    • Anti-Político de Estimação disse:

      Agora, vá um empresário ou mesmo um simples contribuinte pessoa física tentar fraudar o fisco norte-americano : é cadeia na certa !! ( que o diga Al Capone, rsrsrsrsrsrs.).
      O brasileiro tem é que aprender a valorizar os impostos que paga, cobrando e fiscalizando SEMPRE os políticos que administram esses recursos, e não passando a mão na cabeça de picaretas.

  2. Raimundo disse:

    Amigo de Luciano huck

    • Ricardo disse:

      Não entendi a referência?!
      Se fosse amigo de Luladrão seria diferente?
      Ou se fosse seu amigo, seria diferente?

    • George disse:

      Com certeza ele tem muito mais amigos

Preso no inquérito dos “atos antidemocráticos”, Oswaldo Eustáquio é repórter, apresenta DRT em rede social e se descreve como jornalista diplomado conservador

(Foto:Reprodução/Twitter)

O jornalista Oswaldo Eustáquio é preso pela Polícia Federal, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O mandado de prisão foi autorizado pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, no inquérito dos “atos antidemocráticos”.

Ele já tinha sido alvo de uma ordem de busca e apreensão há duas semanas.

Durante a investigação, a Procuradoria-Geral da República argumentou ao Supremo que Eustáquio defendeu uma “ruptura institucional de maneira oblíqua”.

O jornalista diplomado e com DRT, tem ainda tem um canal no Youtube com mais de 300 mil assinantes.

Band

https://noticias.band.uol.com.br/noticias/100000993472/oswaldo-eustaquio-e-preso-em-campo-grande-no-inquerito-dos-atos-antidemocraticos.html

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Bg o que você acha de inserir matérias com
    informações dos dois lados, dessa forma parece que o cara é um terrorista assassino como fizeram com a Sara.
    Por que você não pega por exemplo reportagem da Sara explicando os detalhes do processo que ela está respondendo.
    Nunca vi você fazer Isso.
    É o direito de defesa que todos nós temos.

  2. Antenado disse:

    Inquérito do fim do mundo, segundo o ministro Marco Aurélio do STF. Qual foi o crime cometido? E a liberdade de expressão e manifestação onde fica? Quem defende esse absurdo, tome cuidado. Amanhã pode ser usado para outras pessoas que não pensam como o jornalista blogueiro. Mas, a mente doentia não permite enxergar isso.

  3. Luiz Carlos disse:

    https://youtu.be/rocHPFz5r-E
    E esses 3 mongolóides aí de cima que comentaram com ctz vermelhinos né não tem a mínima noção do que é liberdade de expressão coitados e espero q não chegue até vcs seus burros!!!

  4. Pepe disse:

    Não passa de um lunático.

  5. Cidadão pagador de impostos disse:

    Não quer ser preso? É só não cometer crime!!
    Ameaça, calúnia, injúria, difamação e ruptura da ordem constitucional é crime há décadas!
    #MORO2022

  6. MORO e MANDETTA 2022 disse:

    Chama o advogado anjo que ele resolve.

VÍDEO: Veja imagens de acidente que matou paraquedista militar no RJ

Um soldado paraquedista da Brigada Militar de Infantaria morreu na manhã desse sábado (20), após um acidente durante exercício perto da Base Aérea do Campo dos Afonsos, em Realengo, Zona Oeste do Rio.

A vítima, Pedro Lucas Ferreira Chaves, primeiro ficou preso em uma aeronave modelo C-105 Amazonas. Depois, quando se soltou, seu paraquedas não abriu corretamente e o soldado sofreu graves ferimentos ao cair.

O momento foi registrado nesse vídeo, postado no YouTube. Confira:

Em nota, o Comando Militar do Leste informou que foi instaurado um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar as circunstâncias em que ocorreu o acidente.

Confira a íntegra do texto:

“A Seção de Comunicação Social do Comando Militar do Leste informa que na manhã deste sábado, dia 20 de junho de 2020, lamentavelmente ocorreu um acidente fatal durante o lançamento de paraquedistas na Base Aérea dos Afonsos.

Durante o salto, o soldado Pedro Lucas Ferreira Chaves ficou preso à aeronave e, após os procedimentos de emergência, a abertura do paraquedas do militar não ocorreu adequadamente.

O soldado Chaves sofreu ferimentos graves por ocasião de sua chegada ao solo, recebendo, de imediato, os primeiros socorros por parte da equipe médica local. Foi conduzido, na sequência, ao Hospital Geral do Rio de Janeiro (HGeRJ), na Vila Militar, onde foi atendido, mas infelizmente foi a óbito.

Foi instaurado um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar as circunstâncias em que ocorreu o acidente. Está sendo prestado todo o apoio psicológico e religioso à família do militar.

Os integrantes do Comando Militar do Leste e da Brigada de Infantaria Pára-quedista sentem-se consternados pela perda e rogam a Deus pelo conforto da família enlutada.”

Metrópoles

MP: imóvel em que Queiroz foi preso é escritório do advogado de Flávio Bolsonaro

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) confirmou que o imóvel em que Fabrício Queiroz, ex-assessor parlamentar do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), foi preso mais cedo na cidade de Atibaia (SP) é um escritório do advogado Frederick Wassef. O criminalista defende o filho do presidente Jair Bolsonaro no caso que apura suposto esquema de “rachadinha” de verbas no seu antigo gabinete como deputado estadual.

Em nota, o MP-SP relata que o Gaeco foi responsável por levantar informações sobre o terreno no município paulista e pela confirmação do alvo da operação. Os mandados de prisão e de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça do Rio de Janeiro, a pedido do Grupo de Combate à Corrupção (Gaecc) do Ministério Público fluminense. A promotoria informa ainda que Queiroz será transferido para o Rio ainda nesta quinta-feira (18). O ex-assessor foi levado para a capital paulista.

Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Não é à toa que a OAB luta com todas as suas armas para que escritório de advogado seja uma fortaleza inviolável… Besta sou eu que nem porta tenho em minha tenda.

  2. Rosivaldo disse:

    O cara não deve nada e passa um ano escondido? Já sei tava brincando de esconde esconde. 🙂

  3. Maria disse:

    MUmmmmm, o cerco está se fechando, mas vai sair logo da prisão, ele é do grupo de risco e daí vai sumir pra longe.deixatam pra prende-lo justamente na pandemia.

  4. Gustavo disse:

    Chato é que agora ninguém vai poder perguntar onde está o Queiroz

  5. Severino disse:

    Que caiam todos os corruptos !!!

  6. Gibira disse:

    Pronto acabou o coronavirús

  7. ACABOU PORRA!!! disse:

    O suplente Paulo Marinho já deve estar no aquecimento para assumir como senador. É melhor já ir se acostumando com a casa desMOROnando.

  8. cabeça disse:

    FAMÍLIA BOLSONARO PODE ESPERAR A SUA HORA VAI CHEGAR! FAMÍLIA BOLSONARO VÁ ESPERANDO A SUA HORA ESTÁ CHEGANDO, CAPITÃO CORONA SEUS FILHOS ESTÃO SE FERRANDO!

    • Sandra disse:

      Cabeça de p… vai receber teu auxílio emergencial e comer tua mortadela kkkk

    • Manoel C disse:

      Sandra, mulher. Pare de falar dos outros, lembra que nos estamos no estado onde se come ovo e arrota caviar, carro zero em casa caindo aos pedaços… Pode ser você a próxima a comer mortadela, arrotando presunto parma.

Ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz é preso no interior de SP

 Foto: Reprodução/TV Globo

O ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro Fabrício Queiroz (PSL-RJ) foi preso em Atibaia (SP), região do Vale do Paraíba, na manhã desta quinta-feira (18). Ele estava no imóvel do advogado do parlamentar.

Os mandados de busca e apreensão e de prisão foram expedidos pela justiça do Rio de Janeiro, num desdobramento da investigação que apura esquema de rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A prisão foi feita numa operação da Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo.

Policial Militar aposentado, Fabrício Queiroz é ex-assessor e ex-motorista de Flávio Bolsonaro (PSL). Ele movimentou R$ 1,2 milhão em sua conta de maneira considerada “atípica”, segundo relatório do antigo Conselho de Atividades Financeiras (Coaf).

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos Benício disse:

    Como sempre, prende-se apenas os peixes pequenos, Os peixes grandes continuarão soltos e livres para continuarem fazendo a mesma coisa com outros "queiroz".

  2. Santos disse:

    Dinheiro não é tudo. Até qdo veremos isso?Será que estamos condenados a sempre ver o dinheiro dos impostos que pagamos sendo disputado, não para o desenvolvimento do país e do benefício do povo, mas para benefício de pessoal de poucos?

  3. Juailson disse:

    Tem que investigar mesmo, quem dever é que pague.

  4. Cidadão Apenas disse:

    Deve ter dito: graças a Deus eu fui preso e não executado!

  5. Justus disse:

    Não sou fã de Bolsonaro, mas e os outros parlamentares citados na denuncia inicial? Nem a imprensa "imparcial", "que exige justiça para todos" pergunta cono anda a investigação.

    • Cidadão Apenas disse:

      Vários Deputados da Alerj foram presos quando da deflagração da Operação Furna da Onça, o então Deputado Flavio não foi na ocasião.
      ……Fabricio Queiroz foi assessor e motorista de Flávio Bolsonaro até outubro de 2018, quando foi exonerado. O procedimento investigatório criminal do Ministério Público Estadual do RJ que apura as irregularidades envolvendo Queiroz na Alerj chegou a ser suspenso por por decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli após pedidos de Flávio Bolsonaro em 2019.

      Nem queria abrir um uisque 12 anos hoje, mas tá um friozinho né…

  6. ELEITOR disse:

    O que tem haver FLÁVIO Bolsonaro com o governo Brasileiro ?

    • João Neto disse:

      A mesma relação entre:
      Sérgio Cabral x Adriana Anselmo;
      Antony Garotinho x Rosinha Garotinho;
      Lula x Lulinha;
      Eduardo Cunha x sua esposa;
      Etc, etc, etc…..

  7. Manoel disse:

    Grande Dia 👍

  8. Rosa disse:

    Ninguém se admire se Queiróz sofrer um mal súbito e morrer.

  9. Cigano Lulu disse:

    Os que apostavam que a saída de Moro iria devolver a tranquilidade e garantir impunidade ao quadrilhão bolsotralha quebraram a cara.

  10. RICARDO LÚCIDO disse:

    Tensão , nervosismo , choro , unhas ruídas , stress, pressão alta, diarreia , frio na barriga . KEEP CALM ! Respire fundo 3 vezes , 3 pulinhos de frente para o mar . O BOZO , votei nele e me arrependo , conhecido como o rei da moralidade , bons costumes e probidade junto com seus bananinhas 01, 02, 03 estão sentindo o peso da justiça , tá chegando na porta do Bozo .

  11. sps disse:

    Tá chegando o chapéu da virada!!! Se cuida filhinho, tua hora tá chegando.

  12. Manoel disse:

    A casa caiu! E agora? O MITOMANÍACO vai dizer o que?

  13. Luiz Antônio disse:

    O objetivo é atingir o mito

Superintendente da Saúde do RJ é preso em nova fase de operação contra irregularidades na compra de respiradores pelo estado

Carlos Frederico Verçosa Duboc (E), superintendente de Orçamento e Finanças da Secretaria Estadual de Saúde, foi preso em casa, em Niterói — Foto: Reprodução/TV Globo

A Polícia Civil e Ministério Público (MP) do RJ prenderam, na manhã desta quarta-feira (17), Carlos Frederico Verçosa Duboc, superintendente de Orçamento e Finanças da Secretaria Estadual de Saúde.

Também foi preso o empresário Anderson Bezerra.

É mais uma fase da Operação Mercadores do Caos, que investiga suposta fraude na compra de mil respiradores pelo estado para o combate à Covid-19.

Os equipamentos foram comprados emergencialmente e, segundo o MP, jamais foram entregues.

Duboc foi preso em casa, em Pendotiba, Niterói. Servidor do Município do Rio cedido ao estado desde janeiro de 2019, ele respondia a Edmar Santos — secretário de Saúde exonerado pelo governador Wilson Witzel, diante das irregularidades — e foi mantido na função por Fernando Ferry.

Cabia a Duboc autorizar despesas — incluindo as de dispensas de licitação, como foi o caso dos respiradores.

A TV Globo apurou que ele foi acordado pelos policiais.

Bezerra foi preso no Andaraí, na Zona Norte do Rio.

Agentes saíram para cumprir ainda quatro mandados de busca e apreensão no Rio e outros cinco em Brasília — todos expedidos pela 1ª Vara Criminal Especializada do Rio de Janeiro.

O G1 ainda não conseguiu contato com a defesa de Duboc e de Bezerra.

Sete presos

Além de Duboc, seis pessoas haviam sido presas em etapas anteriores da Mercadores do Caos:

Gabriell Neves, subsecretário de Saúde do estado, exonerado antes da prisão;

Gustavo Borges, que sucedeu Gabriell na pasta, exonerado depois da operação;

Aurino Filho, dono da A2A, uma empresa de informática que ganhou contrato para fornecer respiradores ao estado;

Cinthya Silva Neumann, sócia da Arc Fontoura, outra firma contratada;

Maurício Fontoura, controlador da Arc Fontoura e marido de Cinthya;

Glauco Guerra, representante da MHS, a terceira empresa contratada.

O MP afirma que o esquema fraudulento “desviou mais de R$ 18 milhões do Erário do Rio de Janeiro”.

“Passados mais de dois meses da data de entrega dos respiradores comprados emergencialmente, sem licitação, nenhum equipamento foi entregue pelas empresas, nem o dinheiro devolvido aos cofres públicos”, afirmou.

Equipamentos inservíveis

Os contratos, sem licitação, somaram R$ 183,5 milhões. O G1 mostrou que o governo pagou R$ 33 milhões adiantados às três empresas. Parte do pagamento adiantado ocorreu em uma hora.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Esse rouba e faz ioga, tudo a um só tempo?
    Realmente, o Brasil não é para amadores.

  2. Getro disse:

    Essa turma era acostumado com o pêtê….tudo passava….mas agora a conversa é outra.
    O STF é capa vermelha…..mas vai mudar.

    • CADÊ QUEIROZ??? disse:

      O STF autorizava até grampo no telefone da presidente Dilma. Mas agora vai mudar. como falou o nosso presidente "ACABOU PORRA…TAOQUEI???

  3. CADÊ QUEIROZ??? disse:

    Essa turma dos eleitos na onda Naro, parece que pegaram a onda errada. A fila está andando…chega já no Queiroz.

Médico que atuava no combate à Covid-19 com registro falso no CRM é preso no interior do RN por exercício ilegal da profissão, destaca reportagem

O portal G1-RN destaca nesta sexta-feira(12) a prisão de um médico formado no Paraguai que atuava na linha de frente de combate à pandemia de Covid-19 no município de Porto do Mangue, distante 226 quilômetros de Natal, por exercer ilegalmente a profissão. Ele foi alvo da Polícia Civil nessa quinta-feira (11). Segundo as investigações, o homem apresentou a carteira de formação em medicina, mas não havia passado pelo Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida) e por isso também não possuía a licença do Conselho Regional de Medicina (CRM).

De acordo com o delegado Renato Oliveira, o homem estava usando o nome e a licença do CRM de outro médico, que já atuou no RN. Foi o verdadeiro dono do documento que fez a denúncia aos policiais. Ele está preso na Cadeia Pública de Mossoró após ser autuado em flagrante pelos crimes de exercício ilegal da medicina e falsidade ideológica. Leia matéria completa aqui.

RIO DE JANEIRO: Ex-subsecretário de Saúde preso tinha liberdade para lidar com milhões em dinheiro público durante a pandemia

Foto: Reprodução / TV Globo

Preso no último dia 7 de maio, o então subsecretário executivo da Secretaria estadual de Saúde, o advogado Gabriell Carvalho Neves Franco dos Santos é acusado de pertencer a um grupo suspeito de integrar uma organização criminosa que envolvida com superfaturamentos em contratos emergenciais para a aquisição de respiradores pulmonares usados no tratamento de pacientes graves com Covid-19. Outras três pessoas também foram presas na operação desencadeada pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (GAECC), entre elas o então também subsecretário de saúde Gustavo Borges da Silva.

Outro preso na Operação Mercadores do Caos foi Aurino Batista de Souza Filho, dono da 2A2 Comércio Serviços e Representações Ltda, empresa de informática que ganhou contrato para fornecer respiradores para o estado.

Gabriell Neves foi afastado do cargo no dia 20 de abril por suspeita de irregularidades. Inquérito instaurado no dia 15 de abril visava a apurar “eventual superfaturamento de ao menos R$ 4,9 milhões num contrato de R$ 9,9 milhões celebrado com a empresa 2A2”, informou o Ministério Público. Cada equipamento teria sido comprado por R$ 198 mil, mais do que o dobro do preço no mercado brasileiro.

As investigações indicaram que houve liberação antecipada de parte dos recursos para a empresa contratada. Isso aconteceu mesmo com os preços mais elevados e a falta de experiência da empresa na compra e venda de materiais hospitalares. O contrato diz que a 2A2 é especializada em equipamentos de informática. O MP também investigou se o modelo previsto pela contratada é o mais adequado, segundo as especificações técnicas, para o uso em pacientes vítimas de Covid-19.

Gustavo Borges da Silva assumiu o cargo de Gabriell Neves após sua exoneração ser publicada no Diário Oficial do Estado.

No dia 20 de abril, o GLOBO publicou reportagem sobre a instauração de inquérito do Ministério Público para investigar a compra emergencial de mil ventiladores pulmonares para o combate ao surto do novo coronavírus. Sem licitação,o negócio envolveu o empenho de R$ 183,5 milhões de em recursos do Fundo Estadual de Saúde (FES) direcionados para três contratos de fornecimento junto a distribuidoras sem tradição no mercado.

O site Transparência RJ apontou que pelo menos R$18 milhões foram disponibilizados para a compra de equipamentos.

Gabriell Neves prestou depoimento de nove laudas para o MP estadual sobre o esquema de fraudes da saúde. Este depoimento foi encaminhado ao STJ, porque o governador tem foro privilegiado. Ele também disse que as compras tinham a anuência do ex-secretário de Saúde Edmar Santos.

A maior parte dos recursos para o combate ao novo coronavírus, R$ 836 milhões, estava destinada à Organização Social (OS) Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas) para a implementação de 1.400 leitos em hospitais de campanha. Cerca de 30% já foram pagos, mesmo com a proibição de a OS de participar de contrato com a prefeitura por suspeitas de irregularidades.

O “Blog do Berta”, do jornalista Rubem Berta, publicou em seu site ainda em março que o advogado Gabriell Neves era acusado de dar um golpe de mais de R$ 200 mil em uma idosa. Ele teve seus bens indisponibilizados no dia 17 de fevereiro pela desembargadora Daniela Brandão Ferreira, da 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio no valor equivalente a R$ 215,4 mil. O valor é parte de um total de R$ 393,6 mil pedidos pela idosa, de 75 anos, na ação por danos morais e materiais que move desde janeiro deste ano contra ex-subsecretário.

Gabriell fora contratado pela idosa para atuar um processo contra uma concessionária de veículos que vendeu a ela um carro com defeito. O processo foi ganho, mas o advogado não depositou o dinheiro para a cliente.

O ex-subsecretário de saúde ingressou na política ao se aproximar de um deputado estadual do MDB. Ele foi subsecretário executivo da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia quando o parlamentar foi o titular da pasta, na gestão de Luiz Fernando Pezão. Ele chegou a assumir a titularidade do cargo com a saída do deputado em 2017.

No ano passado, Gabriell Neves acabou se tornando secretário de Saúde de Seropédica, na Baixada Fluminense, cargo que ocupou até ir para o governo estadual.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Azevedo disse:

    Esse bandido preso que faz parte do governo do RJ é só um mero laranja na organização criminosa que opera no governo do RJ.

  2. Direita-Honesta disse:

    Apenas mais um mentiroso que se elegeu às custas do presidente e agora virou seu feroz oponente. Mas, quando vai ver, não passa de mais um corrupto e inimigo do Brasil. Como tantos outros. Aí a gente vê certos comentários indecentes por aqui. Essa gente só pode estar sendo paga por alguém. Dinheiro "vermelhinho"? Aposto.

  3. CIDADAO55 disse:

    Quando começar a pipocar os casos de corrupção do Centrão no governo JB quero ver qual vai ser o argumento do PR.

    • Vergonha disse:

      Deixa de escrever merda…esses são todos quero Bolsonaro chamou de ESTRUME … não mude o foco seu PTralha, esqueci , vá aprender a trabalhar, vou dar uma dica; a carteira de trabalho é azul

    • DOIDODOPLANALDO disse:

      JA JA chega no Palhaco da republica… Pois esse WW é do mesmo time de falso moralista.. Esses apoiadores de bolsonaro pensa que corrupção é so colocar dinheiro na cueca. UM gadoburro memso

    • Vitor Silva disse:

      Vergonha esquece rápido dos aliados de outrora. Witzel e Dória ajudaram o mito e TB foram ajudados. São inimigos de ocasião. Quando interessar omito fica amigo deles, como está sendo com o centrão.

  4. nasto disse:

    Não tem jeito . Ou BRASIL para ter LADRÃO. Está enraizado , a turma não perde oportunidade, é todo mundo viciado no roubo. VERGONHA. Onde vam0s parar ? Se gritar pega ladrão até os prédios se balançam .

LEMBRAM DELE? Piá, ex-meia da Ponte Preta, Corinthians e Santos, tem prisão preventiva decretada por furto a caixa eletrônico

Foto: Divulgação/Guarda Municipal de Cordeirópolis

O ex-meio-campista Piá foi transferido na tarde desse domingo (24) para o Centro de Detenção Provisório (CDP) de Limeira, depois de uma audiência de custódia realizada online às 13h em que teve a prisão preventiva decretada. O ex-jogador de Ponte Preta, Corinthians e Santos foi preso em flagrante no sábado (23) no momento em que tentava furtar envelopes com dinheiro e cheque de caixas eletrônicos de Cordeirópolis, interior de São Paulo.

Piá, hoje com 46 anos e aposentado desde 2011, foi detido pela quarta vez em seis anos. De acordo com o boletim de ocorrência, ele e outro suspeito foram detidos com dinheiro e uma folha de cheque de mais de R$ 8 mil furtados de envelopes de depósitos de caixas eletrônicos de dois bancos.

Ainda segundo informações do Boletim de Ocorrência, os dois foram monitorados por câmeras de segurança de duas agências bancárias de Cordeirópolis. Ao flagrar a ação de Piá em conjunto com o outro suspeito, a Guarda Municipal foi até o local. Ambos passaram a noite na Delegacia Seccional de Limeira. O outro suspeito também está preso no CDP.

Após a aposentadoria, Piá começou a ter problemas com a justiça. Em janeiro de 2014, ele chegou a ficar 21 dias detido no Centro de Detenção Provisória de Hortolândia. Na ocasião, o ex-atleta foi indiciado por tentativa de furto em um caixa eletrônico de Campinas.

Em abril do ano seguinte, ele foi preso em flagrante em Americana cometendo o mesmo delito. Quatro meses depois, Piá foi pego tentando “pescar” envelopes em um banco de Bauru. A reportagem tentou contato com pessoa ligada ao ex-atleta, mas não obteve sucesso.

UOL

Trio suspeito de diversos assaltos é preso pela PM após perseguição na Grande Natal

Foto: Ilustrativa

O portal G1-RN destaca nesta quarta-feira(13) que três suspeitos de assalto foram presos nessa terça-feira (12) após uma perseguição, que começou em Emaús e terminou em Nova Parnamirim, bairros de Parnamirim, na Grande Natal. De acordo com a Polícia Militar que fez a prisão, o trio já havia praticando diversos assaltos pela cidade ao longo da semana. Um dos suspeitos, que estava com uma arma de fogo falsa, não tem antecedentes criminais e afirmou aos policias que trabalhava como motorista de aplicativo. Já os outros dois detidos têm extensa ficha criminal. Eles foram ouvidos na 2ª Delegacia de Polícia Civil em Nova Parnamirim e devem responder pelo crime de assalto. Os policiais apreenderam um arma falsa. Veja mais detalhes aqui.

Ex-subsecretário de Saúde do RJ é preso por suspeita de fraude na compra de respiradores

Gabriell Neves foi exonerado do cargo de subsecretário de Saúde do RJ — Foto: Reprodução/TV Globo

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil do RJ prenderam nesta quinta-feira (7) Gabriell Neves, ex-subsecretário estadual de Saúde, e mais três pessoas.

Além de Gabriell, foram presos Gustavo Borges da Silva e Aurino Batista de Souza Filho — o nome do quarto não foi divulgado.

O grupo é suspeito de ter obtido vantagens na compra emergencial de respiradores para pacientes de Covid-19 no estado. Uma quinta pessoa era procurada até a última atualização desta reportagem.

Aurino faz parte da A2A, uma empresa de informática que ganhou contrato para fornecer respiradores.

Neves foi exonerado pelo governador Wilson Witzel no dia 20 de abril justamente por suspeita de irregularidades — os contratos questionados somaram R$ 1 bilhão, entre respiradores, máscaras e testes rápidos comprados sem licitação.

Equipes do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaecc/MPRJ) e da Delegacia Fazendária também cumprem 13 mandados de busca e apreensão no Município do Rio.

Suspeitas e exoneração

Duas ações do subsecretário aparecem como suspeitas:

A montagem dos hospitais de campanha pelo Instituto de Atenção Básica Avançada à Saúde (Iabas);

Contratação de uma empresa para gerenciar serviço de Samu por R$ 76 milhões, sem licitação, que, anteriormente, era exercido pelo Corpo de Bombeiros.

Reportagem exibida no RJ2, em 11 de abril, afirmava que o Governo do RJ gastou R$ 1 bilhão para fechar contratos emergenciais, sem licitação, para o combate do Covid-19.

Os valores seriam destinados para a compra de respiradores, máscaras e testes rápidos.

A maior parte deste dinheiro, quase R$ 836 milhões, seria destinada para a Organização Social (OS) Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas).

O G1 apurou que, nos últimos meses, Gabriell Neves centralizou boa parte das decisões da pasta, desde que assumiu, em fevereiro deste ano. Houve uma disputa com a subsecretária Mariana Tomasi Scardua que resultou em sua saída da pasta.

Gestão do Samu

Uma das suspeitas de problemas de Gabriell Neves na Saúde está na contratação por R$ 76,5 milhões da empresa OZZ Saúde Eireli para fazer a gestão do Samu na cidade do Rio de Janeiro, que antes era feita exclusivamente pelo Corpo de Bombeiros.

Ao fundamentar a compra, a secretaria cita a Lei Federal 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, que permite a contratação de serviços “destinados ao enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus”.

Na notícia presente no site da pasta, no entanto, o próprio governo diz que a mudança na gestão do Samu não foi fruto da pandemia – que sequer é mencionada na notícia –, mas sim por uma determinação do Tribunal de Contas do Estado.

Contratação para os hospitais de campanha

O G1 também mostrou indícios de fraude no processo de construção de sete hospitais de campanha do governo do Rio de Janeiro. A medida é a principal ação contra a pandemia da Secretaria de Estado da Saúde.

Esse contrato com o Iabas foi assinado por Gabriell Neves antes de ser afastado.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Véi de Rui disse:

    É por isso que o Bolsonaro não presta, e tentam tirar o homem a todo custo pra liberar a roubalheira como era de costume

    • Anti-Político de Estimação disse:

      Eu é que não boto a minha mão no fogo por político brasileiro nenhum. Especialmente aqueles que fazem das tripas coração para ter os órgãos policiais sob seu controle.

    • Antenado disse:

      Se lembrou de Lula né!!?

  2. francisco Carlos Xavier disse:

    Vai ser no Brsil todo, vai faltar lugar nas cadeias

  3. santa Cruz disse:

    Os Petralhas do Rio Grande do Norte , que se oriente, se não o bicho vai pegar!

  4. Ojuara disse:

    Primeiro a ir pra gaiola. Kkkk
    Tem que pegar todos que estão se aproveitando da desgraça do covid, pra continuar roubando.