Modelo e musa dos anos 90, Núbia Oliiver diz que já foi para a cama com 400: ‘Gosto muito de sexo. Acho pouco’

Números nem sempre provam alguma coisa. Que dirá para Núbia Oliiver. A modelo revelou não se impressionar com os 400 homens com quem já se relacionou sexualmente ao longo da vida.

“Acho pouco! Eu iniciei minha vida sexual aos 13 anos. Estou com 45. São 32 anos de vida sexual. Se parar para pensar, não dá nem um e meio por mês”, brincou Núbia, em entrevista ao TV Fama.

“Graças a Deus gosto muito de sexo e eu peço a Deus que me conserve assim por muito mais anos!”, festejou a musa.

Globo, via Revista Quem

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Kid disse:

    Há se eu te pego, assim vc me mata.
    Desses 400, é capaz de não ter nenhum nordestino, criado com pirão de perna de boi, costela, mocotó e rapadura preta.
    Pense em mim, liga pra mim, não, não liga pra eles.
    Tô esperando Ta??

  2. GOrin peppa disse:

    Nunca que beijaria uma gaveta dessas! Tu sabe né? Boca de Puta é gaveta de piroca!

  3. Capitas disse:

    Sabe Ser Puta Como Poucas!

  4. Jorge disse:

    Lavou emborcou, tá novo..

  5. Jorge disse:

    Lavou enborcou, tá novo..

  6. Cigano Lulu disse:

    As paredes da vagina dela são mais sólidas que as da barragem de Brumadinho.

  7. Wellington disse:

    Lavou, ta novo!

  8. Manoel disse:

    Essa gosta da brincadeira…

SEXO: É cada vez maior o número de mulheres brasileiras casadas insatisfeitas na cama, revela pesquisa feita para Veja

Negreiros/VEJA)

J., produtora, 37 anos, em um relacionamento há seis anos

“Falta a faísca, falta fogo. Quando eu era solteira, gostava muito de sexo e tinha sempre vontade de fazer. A rotina, o stress do trabalho e a mesmice deixaram o meu relacionamento morno. Tenho medo de dizer o que sinto e acharem que sou muito mandona ou castradora. Evito falar de sexo por medo de assustar ou de afastar meu companheiro ainda mais.”

As mulheres casadas estão insatisfeitas na cama. Eis o resultado, sem meias palavras, de uma pesquisa feita para VEJA pela sexóloga brasiliense Cátia Damasceno, animadora do mais popular canal do YouTube a respeito da sexualidade feminina, com mais de 4 milhões de inscritos, autoridade no assunto. Foram ouvidas 3 172 mulheres de todas as regiões do país, de 18 a 45 anos, em relacionamentos estáveis. A principal revelação: seis em cada dez afirmam querer relacionamentos sexuais mais frequentes e de melhor qualidade. Apenas 30% disseram estar felizes. Quase a metade sonha ver o companheiro se comportar como no início da união, “com romance, surpresas e jantares” (acompanhe os resultados detalhados no gráfico abaixo). “Vivemos num momento de conquistas em que nos sentirmos desejadas e termos orgasmos passou a ser tão decisivo quanto buscar um espaço no mercado de trabalho ou na divisão justa das tarefas domésticas”, diz Cátia.

VEJA encomendou o levantamento ao perceber, no espaço eletrônico de Cátia e em outros endereços das redes sociais, um crescimento explosivo de reclamações femininas. Já não há dúvida: acabou o estereótipo do homem de apetite sexual inesgotável e da companheira que, para evitá-lo, alega a famosa “dor de cabeça” e vira de lado. É um tabu que aos poucos vem sendo superado. Elas querem mais, elas exigem mais, definitivamente, ainda que permaneça viva alguma barreira de vergonha, de incômodo — por isso, talvez, as personagens ouvidas por VEJA pediram anonimato (leia os depoimentos ao longo desta reportagem).

Ainda hoje, diz Carmita Abdo, psiquiatra e sexóloga da Universidade de São Paulo (USP), “algumas mulheres preferem o rótulo de baixa libido a ter de explicar para o marido que as preliminares dele não são mais tão interessantes”. O homem, como sempre, fica perdido e inseguro — e a falta de comunicação vira sinônimo de falta de sexo. Convém ressaltar que já foi muito pior, e que a bravura de pioneiras abriu as portas. Até meados dos anos 1970, o corpo da mulher era um tema secreto: a palavra clitóris, pensavam os supostamente bem informados, era proparoxítona — e palavrão. Foi apenas com a publicação do Relatório Hite, da sexóloga americana Shere Hite, em 1976, que o orgasmo feminino passou a existir nos jornais, nas revistas, nos programas de televisão e rádio. O volume de 400 páginas, construído a partir de longas conversas, chegou a ser proibido, inclusive no Brasil. O Relatório foi como uma senha de que algo muito grande fora rompido, e bastaria olhar um pouquinho para trás, no tempo. Em dezembro de 1966, uma edição especial da revista Realidade, publicada pela Editora Abril, foi recolhida das bancas, depois triturada, por trazer capítulos sobre prazer, aborto e fotos de um parto. No despacho, o juiz de menores que ordenou a censura e autorizou o recolhimento dos exemplares pela Delegacia de Costumes de São Paulo foi claro ao dizer que a publicação continha “algumas reportagens obscenas e profundamente ofensivas à dignidade da mulher, ferindo o pudor e a moral comum, com graves inconvenientes e incalculáveis prejuízos para a moral e os bons costumes”.

P., advogada, 28 anos, em um relacionamento há três anos

“Parece que o sexo é uma responsabilidade minha, apenas. Tenho de pensar na roupa, comprar uma lingerie, seduzir o meu parceiro e convidá-lo para o sexo. A parte dele é só aceitar. Não acho que ele tem essa preocupação de quebrar a rotina, inovar, pensar em como me atrair ou me seduzir. No começo de tudo, era ótimo. Fazíamos sexo pelo menos três vezes na semana. Hoje, só uma vez. Talvez fosse apenas o calor da novidade. Quando transamos, eu sinto prazer. Não é esse o problema. A falta de iniciativa dele é que me frustra.”

Não há mais hipótese de aparecerem reações autocráticas desse tipo, e, se surgirem, serão expelidas. A revolução sexual venceu, com feridas no caminho. E, no entanto, mesmo com os avanços, há ainda uma longa estrada a ser atravessada. Hoje, apesar da liberdade e da diluição de preconceitos, as mulheres lutam por um novo passo: anseiam por qualidade entre quatro paredes, querem ser ouvidas, querem diálogo — por gosto, porque é bom, mas também em razão de necessidades biológicas e comportamentais.

Uma pesquisa publicada recentemente na revista científica Social Psychological and Personality Science revelou que os casais que fazem sexo pelo menos uma vez por semana são mais felizes com seu relacionamento do que aqueles que o fazem com menos frequência. A explicação vai além do romance. O sexo aumenta a imunidade e melhora o humor, diminuindo os níveis de stress. Chegar a um orgasmo estimula ainda mais esses mecanismos, com a descarga de ocitocina e de endorfina, substâncias ligadas ao prazer e ao relaxamento. E, no entanto, psicólogos e sexólogos tentam minimizar a relevância da quantidade de sexo. Há uma ideia consensual: a frequência boa é aquela em que os dois estão satisfeitos e ponto. Um casal pode funcionar muito bem se fizer sexo três vezes por semana. Outros combinam perfeitamente se as relações ocorrerem duas vezes por mês. O problema acontece quando cada parte do casal deseja uma rotina diferente — e daí surge a insatisfação. “A única definição de sexo bom ou sexo normal é o sexo que você gosta, que você aproveita”, disse a VEJA a psicóloga americana Emily Nagoski, autora do best-­seller A Revolução do Prazer — Como a Ciência Pode Levar Você ao Orgasmo. “Não importam as estatísticas de sexo. Tem a ver com você e com a sua vida sexual, o seu prazer, o seu relacionamento e o seu corpo.”

L., advogada, 33 anos, em um relacionamento há um ano

“É tudo quase perfeito. Nós não brigamos, gostamos dos mesmos filmes, do mesmo estilo de música, dos mesmos restaurantes. Adoramos ficar juntos. Mas falar sobre sexo com o meu parceiro é uma barreira enorme. Gostaria que a nossa frequência na cama fosse maior. Às vezes, ficamos um mês sem sexo, e sinto que esse tempo de abstinência não é exatamente um problema para ele.”

Na equação da rotina sexual é preciso ter em mente determinadas variáveis que mudam as regras do jogo. A principal delas, fundamental: o tempo de relacionamento. Algumas pesquisas já mostraram que o período da paixão e da conquista acaba após cerca de dois anos, quando o fogo inaugural se apaga. Depois desse tempo, é preciso aprender a conciliar segurança e previsibilidade com o desejo. Essa conta nem sempre fecha se não houver esforço das duas partes. E o que as mulheres parecem desejar, apontam as respostas obtidas no levantamento de VEJA, é a mudança dentro do quarto, a chance de reacenderem a flama. Nas ruas, nas últimas décadas, houve vitória parcial, e ela deve ser celebrada. No mercado de trabalho, apesar de ainda existir um fosso, o salário da mulher começa a se aproximar do recebido pelo homem. Movimentos como o americano #MeToo, contra o assédio sexual, espalham-se como necessidade, jogando na lata de lixo da história ironias como a de Millôr Fernandes, que a certa altura, no início dos anos 1970, escreveu que “o melhor movimento feminino ainda é o dos quadris”. Há machismo, sim, mas a sociedade tem anticorpos para debelá-lo.

Enfim, na ágora pública a mulher de hoje não é a de ontem, e a lei está aí para defendê-la, para pô-la em pé de igualdade com o homem, como deve ser. Contudo, na intimidade, salvo exceções que confirmam a regra, as distâncias abissais permanecem. Caducou uma indagação clássica e centenária do pai da psicanálise, Sigmund Freud (1856-1939), repetida à exaustão, a ponto de ter perdido completamente o sentido: “Afinal, o que quer uma mulher?”. Quer — entre muitas outras vontades, como sempre puderam querer os homens — mais sexo.

Veja

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. nasto disse:

    E haja CIFRE

  2. Cigano Lulu disse:

    – Olha , o brasileiro come mal. Alguns passam fome. Mas é inaceitavel.
    A brilhante frase de Bolsonaro explica melhor que Freud a crise de tesão que soterra a maioria dos brasileiros.

  3. Ops disse:

    Se fizerem a mesma pesquisa com os homens, vai dar no mesmo.

    • Comentando apenas disse:

      Sim, acontece que discutir a opinião e os anseios masculinos sobre o sexo está fora de moda.

      Hoje, o que ganha os holofotes da imprensa são as opiniões baseadas na ótica do feminismo radical.

    • Jorge disse:

      Ou pior!

Sexóloga cita signos e qual o pudor de cada um na cama

(Foto: iStock)

Um dos destaques no portal UOL nesta semana. A astróloga e sexóloga Virginia Gaia comenta o que faz os signos se sentirem envergonhados ou constrangidos na cama. Alerta de spoiler: enquanto alguns cismam com higiene e arrumação, outros sequer sabem o significado da palavra pudor. Confira abaixo.

Áries

O signo da atitude e da iniciativa não tem vergonha de quase nada quando o assunto é sexo, muito pelo contrário. Impulsivos, os arianos amam se arriscar em rapidinhas e em transas em lugares perigosos. Porém, se percebem que o par está julgando, de alguma forma, seu temperamento ativo, eles acabam se recolhendo e se sentindo constrangidos com o próprio jeito.

Touro

Muito intensos e sensoriais, os nascidos sob o signo de Touro se entregam sem medo e sem vergonha nas relações. Afetuosas, são pessoas que curtem o toque, o abraço, muito beijo molhado… Se percebem que o par não lida bem com esse estilo meio “pegajoso” de se relacionar pode acabar reprimindo tais demonstrações calorosas de entusiasmo.

Gêmeos

Declarações românticas de amor, palavras excessivamente carinhosas e apelidinhos fofos fazem com que Gêmeos sinta um gênero muito específico de vergonha: a vergonha alheia. Falantes e comunicativos, eles querem é ouvir muuuuita sacanagem na cama, quanto mais explícita, picante e “suja” for a frase, melhor.

Câncer

O pudor de Câncer é fazer sexo selvagem. Sensíveis ao extremo, os nativos desse signo preferem uma abordagem mais romântica, acolhedora e sensível. Outra coisa temida são as relações sem espaço para envolvimento emocional, nem que seja para uma amizade.

Leão

Para deixar alguém de Leão constrangido no sexo basta tratá-lo como apenas mais um na cama, pois esse signo gosta de se sentir especial. Leoninos amam espelhos e não têm o menor pudor com nudez nem em praticar posições que os deixam bem expostos – aliás, muitos até gostam de se contemplar em plena ação.

Virgem

Metódicos, organizados e perfeccionistas, muitos dos virginianos sentem vergonha de odores corporais, depilação vencida e fios de cabelo brancos. Sexo, em sua concepção, só é bom se estiverem muito cherosinhos e limpinhos. E, obviamente, entendem a higiene apurada como um critério favorável na escolha seletiva que costumam fazer dos parceiros.

Libra

Libra liga muito para a estética e para a elegância. Ou seja, mesmo que pinte o maior clima com alguém num encontro casual, uma libriana jamais vai transar se estiver com uma calcinha feia ou velha, por exemplo. E também não vai convidar ninguém para conhecer seu quarto se tudo não estiver milimetricamente arrumado, organizado e decorado.

Escorpião

Pudor? Em alguém de Escorpião? Hahaha. Para o signo considerado o mais sensual e sexual do Zodíaco, não existem limites nem fronteiras que não podem ser atravessados. Na cama, os escorpianos fazem a linha “tudo ou nada” e, quando 100% envolvidos, principalmente emocionalmente, o conceito de “decência” fica do lado de fora do quarto.

Sagitário

Os agitados sagitarianos também não costumam ter tabu em relação à nada na vida, que dirá em relação ao sexo. Eles levam a existência com leveza e aventura e, na cama, não gostam de rotina. É provável que a maioria fuja de parceiros muito certinhos e organizados, que não compartilham os mesmos valores de liberdade.

Capricórnio

Enquanto não desenvolvem algum tipo de ligação mais forte com o par, os capricornianos têm pudor em tudo: posições, fantasias, nudez. Afinal, não querem que imagem séria que construíram com tanto esforço se esvaneça de repente. Quando sentem que há reciprocidade, porém, se soltam tanto que chegam a surpreender com tamanha fúria e paixão na cama.

Aquário

Assim como os colegas escorpianos no Zodíaco, os aquarianos não são nem um pouco tímidos ou pudicos nos assuntos “da carne”. Muito pelo contrário: adoram experimentar sex toys, explorar zonas erógenas e tentar posições diferentes. O único pudor que os incomoda é o alheio, porque quem não está na mesma vibração dificilmente terá chances com eles.

Peixes

Bastante sensíveis, imaginativas e românticas, as pessoas de Peixes precisam de parceiros que as deixem se expressar livremente. Se não há muito diálogo na relação, acabam se fechando e alimentando um pudor nocivo de abrir o jogo e compartilhar suas fantasias. Peixes acha que o sexo tem algo de místico e espiritual e requer acolhimento para se soltar.

Heloísa Noronha, em colaboração com Universa – UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Everaldo Abrahão disse:

    OLá. Sempre acompanho seus artigos. Muito me enriquecem em aprender cada vez mais. Seu conteúdo
    é TOP. Obrigado !

  2. Cigano Lulu disse:

    Lendo um horóscopo assim eu já fico doido para montar até chegar noutras freguesias. Vida de nômade é fogo.

Nasa oferece R$ 73 mil para pessoas ficarem na cama por dois meses

A Nasa tem um desafio para você que pode render um salário de €16.500, aproximadamente R$73.500: ficar deitado na cama por dois meses. Os pesquisadores querem avaliar quais são os efeitos da ausência da gravidade no corpo humano e como astronautas, que passam um longo tempo em missões espaciais, podem ser afetados.

Apesar de parecer uma tarefa fácil, os 24 selecionados pelo Centro Espacial Alemão precisarão realizar todas as tarefas deitados: desde as mais simples, como comer, assistir TV e ler, até tomar banho e ir ao banheiro. O site do experimento explica que a ausência da gravidade gera consequências ao corpo as quais pessoas que permanecem muito tempo na cama também sofrem. Um exemplo são os fluidos corporais que começam a se deslocar para a cabeça.

Ao todo, serão 89 dias de treinamento em Colônia, na Alemanha, e inclui o período de adaptação pré-experimento e reabilitação pós-experimento. Para participar, é preciso ser mulher, saudável, ter entre 24 e 55 anos e não fumar.

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