Geral

Elon Musk rebate Nasa sobre simulação de impacto de asteroide na Terra: ‘Precisamos de foguetes maiores’

Foto: Peter Carril/ESA

O empresário mais famoso e polêmico do ramo da tecnologia, Elon Musk, respondeu através de sua conta no Twitter os resultados de uma simulação recente da Nasa e da Agência Espacial Europeia (ESA), que concluiu ser impossível evitar o impacto de um grande asteroide com a Terra usando a tecnologia disponível atualmente.

Na simulação, foi criado um asteroide fictício de tamanho entre 35 e 500 metros, inicialmente a mais de 56 milhões quilômetros da Terra, mas que estaria se aproximando da órbita terrestre. Segundo as previsões do estudo, ele atingiria o planeta em cerca de seis meses após a sua descoberta, e seu impacto seria semelhante ao de uma bomba atômica. A conclusão da pesquisa afirma que seria impossível atravessar o espaço e chegar ao asteroide em tempo hábil para parar seu avanço.

Em sua publicação, o CEO da SpaceX e da Tesla, sugere que o problema poderia ser solucionado através de foguetes maiores com tecnologias mais avançadas. Entretanto, essa solução já havia sido aventada pela Nasa e pela ESA, que afirmaram ser possível tentar explodir o asteroide enviando um foguete munido de bombas nucleares – a conclusão sobre ela foi de que, devido às proporções do aerólito, ele poderia se fragmentar e pedaços cairíam sobre a Terra, atingindo diferentes locais e causando muitos problemas.

Musk não deu maiores detalhes sobre as tecnologias necessárias para a missão sugerida.

Simulação e resultados

A Nasa e a Agência Espacial Europeia fazem simulações esporádicas sobre possibilidades de impactos espaciais na Terra, como forma de se preparar para uma emergência real. Desta vez, escolheram estudar como seria a colisão entre a Terra e um Asteroide de grandes proporções.

Foto: Nasa/ESA

Analisando a trajetória que seria feita pelo aerólito e suas dimensões, o impacto seria capaz de dizimar regiões da Europa. Devido aos resultados obtidos, as agências chegaram à conclusão de que a solução mais segura para mitigar o desastre seria evacuar as regiões previstas para destruição assim que identificada a possibilidade.

“Esses exercícios ajudam membros da comunidade internacional de defesa da Terra a se comunicarem entre si e com seus governos para assegurar que estaríamos todos coordenados, no caso de uma ameaça de impacto seja identificada no futuro.” (Lindley Johnson, do escritório de defesa da Nasa).

No cenário fictício, a região atingida seria entre a Europa e o norte da África. Com a aproximação do asteroide, seria possível precisar melhor a região afetada, que seria entre a Alemanha, a República Checa e a Áustria.

Foto: Nasa

CNN Brasil

 

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Geral

Simulação da Nasa mostra que asteroide dizimaria a Europa em colisão com a Terra

Foto: SCIEPRO/Getty Images

Um exercício de simulação realizado pela Nasa aponta que, caso um asteroide colidisse com a Terra, a Europa seria dizimada — e não existe, até o momento, uma forma conhecida para evitar o impacto causado pelo objeto espacial. Segundo a agência americana, o impacto da explosão causada pelo asteroide seria comparável ao de uma bomba nuclear.

A simulação, feita por especialistas das agências espaciais americana e europeia, levou em conta um asteroide fictício a 35 milhões de milhas de distância do planeta (ou mais de 56 milhões de quilômetros) que estaria se aproximando dele aos poucos.

Em um período de seis meses, ele acertaria a Terra, já que, por aqui, não existem as tecnologias necessárias para evitar uma eventual colisão. Na simulação, foi mostrado que as missões terrestres atuais não conseguiriam chegar ao espaço em tempo hábil para evitar o impacto causado pelo objeto.

No universo paralelo estudado pelos cientistas, o asteroide teria uma maior propensão de atingir a Europa Ocidental ou a região norte da África — e conseguiria acabar com o continente europeu inteiro. O asteroide fictício, chamado de 2021PDC, teria sido descoberto no dia 19 de abril, com 5% de chance de atingir o planeta no dia 20 de outubro.

“Se fôssemos confrontados com o cenário hipotético do 2021PDC na vida real, não conseguiríamos lançar nenhuma espaçonave em tão pouco tempo com as nossas capacidades atuais”, disseram os participantes em um comunicado. Mesmo se as espaçonaves fossem lançadas neste domingo (2), elas não chegariam a tempo de evitar a colisão daqui a cinco meses.

Explodir o asteroide podia até funcionar — mas, mesmo assim, com o 2021PDC tendo um tamanho estimado (de 35 a 500 metros), alguma parte dele poderia chegar à Terra e causar um sério problema.

Já no dia 30 de junho, o futuro da Terra estaria fadado ao fracasso, com o asteroide tendo uma forte probabilidade de atingir somente a Europa.

Uma semana antes do impacto do objeto, as chances de o continente ser atingido seriam de 99%, sendo que o asteroide provavelmente cairia entre a fronteira da Alemanha, da República Tcheca e da Áustria.

Nenhum asteroide dessa magnitude foi descoberto até agora, mas é estimado que dois terços de asteroides com mais de 140,8 metros ainda não foram descobertos.

A ideia da Nasa (e das outras agências espaciais) é tentar se preparar e adiantar um problema de tamanho imensurável.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. A cada dia que passa esse meteoro que vai dizimar a terra deixa de ser uma ameaça pra ser uma esperança.

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Geral

Pela primeira vez, Nasa extrai oxigênio respirável de Marte

Foto: Handout . / Via REUTERS

Em sua missão mais recente a Marte, a Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa) realizou um novo feito ao converter dióxido de carbono da atmosfera em oxigênio puro e respirável.

A Nasa informou que a extração de oxigênio foi realizada por um dispositivo experimental, a bordo do Perseverance, jipe científico que pousou no Planeta Vermelho em 18 de fevereiro depois de uma viagem de sete meses.

O instrumento – batizado de Moxie, uma abreviação de Experimento de Utilização de Recurso de Oxigênio Marciano In-Situ — produziu cerca de cinco gramas de oxigênio, o equivalente a 10 minutos de ar respirável para um astronauta, informou a agência.

— O Moxie não é só o primeiro instrumento a produzir oxigênio em outro mundo — disse Trudy Kortes, diretora de demonstrações tecnológicas do Diretório de Missão de Tecnologia Espacial da Nasa, em um comunicado. Ela o classificou como a primeira tecnologia do tipo a ajudar missões futuras a “viverem dos frutos da terra” de outro planeta.

O instrumento funciona por eletrólise, que usa o calor extremo para separar átomos de oxigênio de moléculas de dióxido de carbono, que representa cerca de 95% da atmosfera marciana — o oxigênio só existe em Marte em quantidade ínfima.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. O comitê científico do consórcio nordeste, não deu uma palavra a respeito desse assunto acho que é mentira.

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Geral

FOTOS E VÍDEO: Helicóptero da Nasa, Ingenuity faz história com 1º voo sobre Marte

Fotos: Nasa/Twitter/Reprodução/JPL Caltech

A Nasa reportou na manhã desta segunda-feira (19) o sucesso da missão não tripulada de exploração da superfície de Marte com o helicóptero-robô Ingenuity. Segundo a agência espacial dos Estados Unidos, a aeronave decolou e pousou em segurança. Este foi o primeiro voo controlado por um veículo sobre a superfície de outro planeta. (Veja vídeo AQUI via CNN Brasil).

“Agora podemos dizer que seres humanos voaram em uma aeronave em outro planeta”, disse MiMi Aung, gerente de projeto da Ingenuity no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL). A Nasa avalia que o sucesso da missão pode abrir caminho para novos projetos de exploração de Marte e outros planetas do Sistema Solar, como Vênus e Titã, a lua de Saturno.

Os gerentes da missão no Laboratório de Propulsão a Jato viveram momentos de euforia, com aplausos e gritos de comemoração, quando os dados de engenharia enviados de Marte confirmaram que o helicóptero de dois rotores de 1,8 kg havia realizado seu voo inaugural de 40 segundos conforme o planejado cerca de três horas antes.

O helicóptero robô foi programado para subir 10 pés (3 metros) em linha reta para cima, depois pairar e girar no lugar sobre a superfície marciana por meio minuto antes de voltar e pousar em suas quatro pernas. A Nasa transmitiu imagens do voo durante a cobertura do evento.

CNN Brasil, com Reuters

Opinião dos leitores

  1. O homem está preso na Terra. Não sai de jeito nenhum. Poderíamos estar investindo esses bilhões de dólares gastos com isso, para tentar resolver os problemas urgentes aqui na Terra. Fome, meio ambiente por exemplo.

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Diversos

Satélite espacial da Nasa detecta 2.200 possíveis planetas

Foto: Stocktrek Images/Getty Images

A NASA divulgou recentemente os resultados de seu satélite TESS, enviado ao espaço com o objetivo de descobrir exoplanetas (planetas que orbitam estrelas brilhantes, como é o caso da Terra em relação ao Sol). De acordo a agência norte-americana, mais de 2.200 possíveis planetas foram encontrados desde o início da sua missão, em 2018. O resultado supera as estimativas iniciais do projeto: a previsão era de que o satélite encontrasse 1.600 planetas em seus dois primeiros anos no espaço.

Agora, será necessário confirmar a existência de todos esses planetas — checando se atendem a padrões de medidas gravitacionais, olhando o aspecto deles com imagens de alta resolução e fazendo um processo chamado classificação estelar. Até o momento 120 planetas já foram confirmados. Entre eles, estão centenas de planetas “menores” e rochosos, que, de certo modo, se assemelham a alguns aspectos da Terra.

Entre as descobertas marcantes da missão, estão: a descoberta do TOI 849b, um planeta a 700 anos-luz de distância, que tem cerca de 40 vezes a massa da Terra, sendo apenas três vezes maior. Com uma órbita extremamente estreita, um “ano” nele dura menos de um dia.

Mais “perto” da Terra, a 50 anos-luz de distância, está o LHS 3844b, um planeta super quente, em que a temperatura da superfície é estimada em 531 graus celsius. Ele também está super perto de sua estrela, o que gera — além da alta temperatura — um ano bastante curto: de apenas 11 horas.

E, por fim, está o TOI 1338b, o primeiro planeta encontrado pelo TESS que é capaz de orbitar duas estrelas (circumbinário, no jargão da agência). Esse sistema está a 1300 anos-luz de distância.

“O empolgante é olhar para o mapa dos exoplanetas TESS como uma espécie de lista de tarefas – com 2.000 coisas nele”, disse Natalia Guerrero, pesquisadora do Instituto de Tecnologia de Massachusetts e autora de um estudo a respeito do tema. Daqui pra frente, há a expectativa de que os telescópios sucessores do TESS procurem a atmosfera de alguns desses planetas em busca de água, oxigênio e outras moléculas que possam torná-los habitáveis.

Isso não significa que seja uma tarefa fácil. O pesquisador Jean-Philippe Berger, da Universidade Grenobles-Alpes, na França, realizar a distinção de detalhes na escala das órbitas rochosas planetárias “é equivalente a ser capaz de ver um humano na Lua ou conseguir distinguir um fio de cabelo a uma distância de 10 quilômetros.”

Além da NASA, outras agências espaciais também fizeram conquistas importantes quando o assunto é o dos exoplanetas. Em 2020, o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) apturou a primeira imagem de uma estrela semelhante ao Sol que é acompanhada de dois exoplanetas. O caso chama a atenção porque um conjunto de exoplanetas que orbitam sob uma estrela deste tipo é algo extremamente raro na astronomia.

Recentemente, um exoplaneta ficou bastante famoso: o Omuamua, que significa “batedor” ou “mensageiro” em havaiano. Depois de muito estudá-lo, dois astrofísicos da Universidade do Estado do Arizona, Steven Desch e Alan Jackson, chegaram à conclusão de que se tratava de um pedaço de um exo-Plutão, um planeta semelhante a Plutão em outro sistema solar.

O Omuamua ganhou fama depois que muitos pesquisadores passaram a se perguntar o que seria esse objeto em formato de “panqueca” vagando pelo espaço — houve até quem especulasse que se tratava de um pedaço de terra alienígena.

Exame

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Diversos

Nasa confirma a existência de água no lado iluminado da Lua

Foto: (Matt Aust | star-trails.de/Getty Images)

A Nasa divulgou nesta segunda-feira, 26, uma descoberta “empolgante” sobre a Lua. Segundo a agência espacial americana, foi encontrada água na superfície lunar que é iluminada pelo Sol. Não se sabe ainda se a água é potável e se ela poderá ser usada como um recurso natural, como acontece com a água presente na Terra, mas ela pode ser de fácil acesso. Quer trabalhar na área de tecnologia? Aprenda do zero a programar com nosso curso de data science e python.

Em seu site oficial, a agência afirmou anteriormente que “a nova descoberta contribui com os nossos esforços de aprender mais sobre o satélite da Terra e apoia a exploração espacial”. Na coletiva de imprensa qual EXAME participou, a Nasa afirmou que a existência de água na Lua pode ajudar os astronautas em suas viagens, uma vez que pode facilitar o consumo, e até mesmo oferecer o oxigênio necessário para “uma colônia lunar”.

A água foi encontrada em uma das crateras lunares que pode ser vista da Terra, na parte Sul do satélite. As duas principais suposições da Nasa são a de que a água foi criada por conta de impactos causados por meteoritos ou pela interação energética de partículas que foram ejetadas do Sol.

O objetivo da Nasa é enviar a primeira mulher ao espaço em 2024, bem como o segundo homem, repetindo os feitos que consagraram os Estados Unidos há 51 anos, quando o primeiro homem pisou na Lua. A descoberta, segundo eles, vai ajudar os astrônomos a entenderem melhor como funciona o satélite.

A Lua está a cerca de 382.700 quilômetros de distância da Terra e tem uma atmosfera muito fina, além de sua superfície ser toda coberta de crateras causadas por impactos.

A indústria espacial, que é avaliada em quase 360 bilhões de dólares globalmente, segundo a empresa Bryce Space and Technology, tem muito a ganhar com as novas iniciativas e missões internacionais. Como em todas as corridas, a espacial não é diferente — e o que todos querem saber é quem vai chegar primeiro.

Acompanhe a apresentação

A primeira mulher na Lua

A Artemis — não a deusa — é tida como a missão gêmea da “Apollo”, que, em 1969, conseguiu cumprir seu objetivo de fazer o homem pisar na Lua pela primeira vez. Agora, a meta da Nasa é fazer com que a primeira mulher do mundo também deixe a sua marca no satélite. É nesse programa que o terceiro homem também deve chegar ao local.

A Nasa pretende, em 2021, enviar uma nave não tripulada, na missão Artemis I, à Lua. A pretensão é que até 2024 aconteça a missão tripulada e que em 2030 se inicie a exploração do satélite.

Com sinal de 4G

Além a missão para enviar astronautas, a Nasa também fez um acordo com a Nokia, através da subsidiária Bell Labs, para que uma rede de 4G seja instalada em ambiente lunar, a fim de que as pessoas consigam passar mais tempo no local.

Para alcançar a proeza, os engenheiros vão precisar considerar as condições climáticas da Lua, levando em conta fatores como temperatura, radiação e até os efeitos causados pela chegada e pela partida de foguetes, que causam vibrações na superfície lunar.

A expectativa é de que a rede 4G de internet móvel por lá permita que os astronautas possam se conectar à internet em apenas um pequeno espaço geográfico, e não na Lua inteira. Desta forma, a conexão exigiria um gasto menor de energia. Outra vantagem estaria na redução do número de equipamentos necessários para permitir a conexão.

O rover chinês

A China foi o primeiro país a alunar no lado mais afastado da Lua, em janeiro de 2019. A missão, batizada de Chang’e-4, descobriu uma substância parecida com gel na superfície lunar no começo deste ano, mas sua composição ainda não foi confirmada.

A ideia dos chineses também é coletar o máximo de informações possíveis sobre a companhia cósmica da Terra a fim de ajudar a astronomia a compreender melhor como ela funciona.

A Índia também quer a Lua

Em novembro deste ano, os indianos devem enviar mais uma missão para a Lua, a Chandrayaan-3. Em julho de 2019, sua sucessora, a Chandrayaan-2, tentou pousar na superfície lunar, mas passou por um acidente e teve problemas de comunicação com a Terra.

A Índia, que tem uma espécie de Nasa indiana, a Organização Indiana de Pesquisa Espacial (ISRO, na sigla em inglês), tem mais de 500 grandes e pequenas empresas voltadas ao espaço, mas nenhuma delas é madura o suficiente para colocar o desenvolvimento espacial do país em outro patamar.

O orçamento da agência para 2020 e 2021 é de 13,5 milhões de rúpias (cerca de 179.000 dólares na cotação atual, ou 968.000 reais) — um orçamento 7,5% maior do que no ano passado e 45,2% maior do que em 2016, ainda assim bem longe dos padrões de outros países, mas indica o foco da Índia no espaço.

Todas as expectativas da Índia estão voltadas para o lançamento de novembro.

Bezos além da Amazon

Em abril deste ano, a empresa Blue Origin, de Jeff Bezos, homem mais rico do mundo e CEO da Amazon, recebeu o prêmio mais alto da Nasa, de 579 milhões de dólares, para levar astronautas à Lua.

A empresa ainda não fez nenhum lançamento, mas tem ambições parecidas com a SpaceX de Musk e tem metas de lançar seu foguete até a órbita da Terra, batizado de “New Glenn“, em 2021.

A tentativa de Israel

Em abril de 2019, Israel mirou na Lua, mas não acertou. A espaçonave não tripulada Beresheet, apesar de ter alcançado a órbita lunar, sofreu um acidente ao tentar pousar na superfície.

A Beresheet havia sido construída somente com investimentos privados, sendo a primeira espaçonave de exploração lunar que teve a participação de uma empresa privada junto ao subsídio governamental. Caso a tentativa tivesse dado certo, a nave seria a primeira com investimento de companhias privadas a alcançar ambientes extraterrestres.

Exame

 

Opinião dos leitores

    1. Quer dizer que você adorava e apoiava toda a corrupção, manipulação e mentiras que o povo brasileiro vivia até 2016? Já diz o ditado: "os incomodados que se retirem".
      Já comprou sua passagem só de ida? Vá o mais rápido possível, pois seu sofrimento só vai aumentar…

    2. Joaquin, a essa hora o gado já é pra tá dormindo, para amanha voltar revigorado pra mais um dia de mujir ao chamado do berrante do Bozo.

  1. Vão já contaminar como fizeram com a abundância que tinha aqui. Transformaram em esgoto. O ser humano é lamentável.

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Diversos

Após resultados de estudo, Nasa deve anunciar “empolgante descoberta” sobre a Lua na próxima segunda-feira

Foto: Reprodução

A Nasa marcou uma coletiva de imprensa para a próxima segunda-feira (26) às 13h (horário de Brasília) onde promete anunciar uma “empolgante descoberta” sobre a Lua feita usando o telescópio infravermelho Sofia. Segundo a agência a descoberta contribui com seus esforços para aprender mais sobre a Lua, em apoio a missões de exploração do espaço profundo.

Não há mais detalhes sobre o que será anunciado, mas há menção ao programa Artemis, que pretende levar astronautas novamente à superfície Lunar em 2024 como preparação para o “próximo salto” da humanidade, a exploração de Marte no início da década de 2030. O evento será transmitido, apenas em áudio, no canal da Nasa no YouTube.

Olho no céu

Em janeiro deste ano a Nasa divulgou uma imagem incrivelmente detalhada do centro de nossa galáxia, obtida com o telescópio infravermelho Sofia. O equipamento é montado em um Boeing 747SP modificado, que voa a 11 km de altura. Nesta altitude o equipamento está acima de 99% da atmosfera que bloqueia radiação infravermelha, o que resulta em imagens excepcionalmente claras do universo.

Entre os destaques da imagem estão o aglomerado dos arcos, com a maior densidade de estrelas na galáxia, e o aglomerado quíntuplo, que contém estrelas um milhão de vezes mais brilhantes que nosso sol. O buraco negro no centro da Via Láctea, chamado Sagitário-A, também é visível como uma mancha brilhante próximo ao centro da imagem.

Imagem infravermelha do centro da Via Láctea, feita com o Sofia. Foto: Nasa

A imagem é um composto de informações coletadas pelo Sofia com dados obtidos pelos observatórios espaciais Spitzer, da Nasa, e Herschel, da União Européia. Os dados foram obtidos em julho de 2019 durante a missão anual do Sofia em Christchurch, Nova Zelândia, onde os cientistas estudam os céus do Hemisfério Sul. O conjunto de dados completo e calibrado está atualmente disponível para astrônomos em todo o mundo para mais pesquisas.

Fonte: Nasa

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Diversos

Nave da NASA pousa com sucesso em asteroide que pode colidir com a Terra no final do próximo século

Foto tirada pela Osiris-Rex a 24 quilômetros da superfície de Bennu. Nasa/Goddard/University of Arizona/EPA/Divulgação

Na noite do último dia 20, a Nasa pousou a nave Osiris-Rex na superfície do asteroide Bennu com sucesso. Para completar a missão, a nave teve que desviar de rochas maiores do que prédios e levantar voo rapidamente em seu caminho de volta à Terra.

O objetivo do empreendimento era coletar amostrar de poeira da superfície do asteroide e trazê-las de volta para análise laboratorial. Trata-se do maior recolhimento de material espacial desde as missões Apollo, mirando em um mínimo de 60 gramas a se colher.

A Osiris-Rex teve de percorrer mais de 322 milhões de quilômetros para chegar ao asteroide. Para pousar de volta em solo terrestre, a nave demorará cerca de três anos — e terá representado um investimento de aproximadamente 800 milhões de dólares.

A nave vinha orbitando Bennu por dois anos, tentando encontrar o ponto perfeito para pousar e recolher poeira. A operação estava marcada para agosto, mas, em decorrência da crise causada pelo coronavírus, teve de ser adiada em dois meses.

O interesse pelo asteroide é maior do que mera curiosidade acerca de um objeto espacial distante de nós. Há uma pequena chance de que, no final do próximo século, Bennu colida com a Terra (mas não em um evento cataclísmico como o impacto do meteoro que deu fim aos dinossauros, por exemplo, já que o asteroide mede apenas 510 metros de diâmetro). Assim, qualquer conhecimento que pudermos obter sobre sua superfície poderá ser de grande utilidade.

Veja

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Diversos

VÍDEO: Nasa descobre que asteroide Bennu está se desintegrando no espaço

Um estudo realizado pela Nasa e publicado no Journal of Geophysical Research: Planets revelou que um dos asteroides observados pela agência espacial americana está, aos poucos, se desintegrando no espaço. O asteroide Bennu, analisado pela sonda OSIRIS-REx, está soltando pequenos pedaços de rocha ao longo de sua trajetória.

De acordo com o artigo publicado na quarta-feira (9), os pedaços que o asteroide deixa no espaço medem menos de 6 cm de diâmetro. Essas partículas ejetadas naturalmente são tão pequenas que, eventualmente, acabam caindo novamente na superfície do asteroide após entrarem em órbita por um breve período.

O fenômeno foi inicialmente reportado pelo cientista planetário Carl Hergenrother, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos. O pesquisador observou o que pensava ser um novo grupo de estrelas próximo ao asteroide. Após uma análise mais criteriosa, Hergenrother descobriu que os pontos observados não eram estrelas, mas partículas do próprio asteroide.

“Eu estava olhando para os padrões das estrelas nas imagens e lembrei que não havia visto aquele aglomerado de estrelas”, afirmou ao Futurism. Ele diz que notou 200 pontos de luz onde deveriam existir apenas 10 estrelas. Essa diferença fez com que o cientista iniciasse uma investigação sobre o que estava acontecendo. “Todas essas 200 partículas caberiam em um ladrilho de 10 cm²”, diz.

Os pesquisadores ainda estão tentando entender os motivos pelo qual o asteroide Bennu está se desintegrando. Uma das hipóteses é baseada na liberação do vapor da água do próprio asteroide. Outra relaciona o fenômeno aos impactos sofridos pelo asteroide por pequenas rochas ao longo de sua trajetória. Há ainda a possibilidade da desintegração estar sendo causada por estresse térmico.

Exame

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Diversos

Nasa lança com sucesso mais uma missão para explorar Marte

Foto: Reprodução YouTube/Nasa

A Nasa, agência espacial norte-americana, lançou nesta quinta-feira (30) mais uma missão espacial que tem como objetivo explorar Marte. O foguete que cruza a atmosfera rumo ao planeta vermelho leva o robô Perseverance para buscar vestígios de vida fora da Terra.

O moderno equipamento chegará em solo marciano em 18 de fevereiro de 2021. Então, começará o trabalho de buscar na superfície e também no subsolo de um antigo lago algum material biológico.

O Perseverance conta instrumentos de ponta que podem detectar matéria orgânica, analisar a composição das rochas e do solo, além de permitir o mapeamento da composição química em um nível de precisão jamais realizado.

Durante a missão, o robô irá coletar amostras de solo que devem ser coletadas e trazidas para a Terra em futuras missões espaciais. Até hoje, nenhum material marciano foi enviado de volta para que estudos sejam realizados.

A Nasa enviou também uma espécie de drone espacial que poderá voar em Marte. Essa será a primeira vez que um equipamento realizará voos sendo controlado pelo cientistas aqui na Terra.

R7

 

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Diversos

NASA se prepara para mudar órbita de asteroide próximo à Terra pela primeira vez

Foto: JPL-Caltech/Nasa

Em dois anos, a NASA demonstrará sua tecnologia de deflexão [alteração ou desvio da posição natural] de asteroides no recém-nomeado Dimorphos, uma lua orbitando o asteroide Didymos, próximo à Terra. Essa será a primeira demonstração em escala real da agência, desse tipo de tecnologia em nome da defesa planetária.

Dimorphos recebeu esse nome na semana passada (22), bem em tempo de refletir sobre a importância de compreender a ameaça dos asteroides próximos à Terra. De acordo com a NASA, o projeto busca a uma colisão com o corpo celeste para alterar o movimento do asteroide no espaço.

Objetos próximos ao planeta são asteroides e cometas cujas órbitas alcançam 30 milhões de km de distância da Terra.

Nesta terça-feira (30) comemora-se o Dia Internacional do Asteroide, relembrando o maior impacto causado por eles, registrado na Terra, enquanto se reafirma o perigo real de colisão de outros corpos com o planeta.

Em 1908, um poderoso asteroide atingiu o rio Podkamennaya Tunguska em uma remota floresta siberiana da Rússia. O evento destruiu aproximadamente 1994 km² de árvores e florestas, o que equivale ao tamanho de três quartos do estado norte-americano de Rhode Island. O impacto jogou as pessoas no chão em uma cidade a 64 km de distância do ocorrido.

Em 2013, um asteroide entrou na atmosfera da Terra sobre a região de Chelyabinsk, na Rússia. Ele explodiu no ar, liberando 20 a 30 vezes mais energia do que as primeiras bombas atômicas, gerando um brilho maior do que o sol e exalando calor. Danificou mais de 7 mil edifícios e feriu mais de mil pessoas. O choque quebrou janelas a 93 km de distância do ocorrido. Na época, o asteroide não chegou a ser detectado, pois veio da mesma direção da luz solar.

Esse tipo de fenômeno explica por que os astrônomos e o grupo do Dia do Asteroide querem que as pessoas estejam cientes do assunto. Detectar a ameaça de objetos próximos à Terra , que podem causar sérios danos ao planeta, é o foco principal da NASA e de outras organizações espaciais ao redor do mundo.

E em 2022, a NASA testará sua tecnologia de deflexão de asteroides para ver como isso afeta o movimento de um asteroide próximo à Terra no espaço.

Didymos e Dimorphos

Há duas décadas, um sistema binário envolvendo um asteroide próximo à Terra tinha uma lua em órbita, apelidada de Didymos. Em grego, Didymos significa “gêmeo”, termo que foi usado para descrever como o asteroide maior, com quase 800 m de diâmetro, é orbitado por uma lua menor com cerca de 160 m de diâmetro. Naquela época, esta lua era conhecida como Didymos b.

No entanto, quando o sistema binário tornou-se alvo da missão do Teste de Redirecionamento de Duplo Asteroide da NASA, em 2022, ou DART, era hora desta lua obter um nome oficial.

Na semana passada (22), a União Astronômica Internacional nomeou oficialmente a lua de Dimorphos. O cientista planetário Kleomenis Tsiganis, da Universidade Aristóteles de Thessaloniki [na Grécia], membro da equipe do DART, foi quem sugeriu o nome.

“Dimorphos, que significa ‘duas formas’, reflete o status desse objeto como o primeiro corpo celeste a ter a ‘forma’ de sua órbita significativamente alterada pela humanidade – neste caso, pelo impacto do DART”, disse Tsiganis. “Sendo assim, será o primeiro objeto a ser conhecido pelos seres humanos por duas formas muito diferentes: a que foi vista pelo DART – antes do impacto; e a outra vista pela Hera da Agência Espacial Europeia, alguns anos depois”.

No final de 2022, Didymos e Dimorphos estarão relativamente próximos da Terra a cerca de 1 bilhão de km de nosso planeta – o momento perfeito para a missão DART.

De acordo com a NASA, o DART deliberadamente colidirá com Dimorphos para alterar o movimento do asteroide no espaço. Essa colisão será registrada pelo LICIACube, um membro do CubeSat – ou satélite de cubo – fornecido pela Agência Espacial Italiana. O CubeSat viajará no DART e será implantado a partir dele antes do impacto, a fim de registrar a colisão.

“Os astrônomos poderão comparar as observações pelos telescópios terrestres antes e depois do impacto cinético do DART, para determinar quanto o período orbital do Dimorphos mudou”, falou em comunicado o cientista do programa DART, na sede da NASA, Tom Statler. “Essa é a medida chave que nos dirá como o asteroide respondeu ao nosso esforço de deflexão”.

Alguns anos após o impacto, a missão Hera, da Agência Espacial Europeia, conduzirá uma investigação de acompanhamento de Didymos e Dimorphos.

Embora a missão DART tenha sido desenvolvida para o Escritório de Coordenação de Defesa Planetária da NASA e gerenciada pelo Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, a equipe da missão trabalhará com a equipe da Hero em uma colaboração internacional conhecida como Avaliação de Impacto e Deflexão de Asteroides, ou AIDA.

“O DART é o primeiro passo no teste de métodos para desvios perigosos de asteroides”, disse em comunicado Andrea Riley, executiva do programa DART, na sede da NASA. “Asteroides potencialmente perigosos são uma preocupação global e estamos entusiasmados por trabalhar com nossos colegas italianos e europeus para coletar os dados mais precisos possíveis desta demonstração de deflexão cinética”.

Primeira missão

O Dimorphos foi escolhido para esta missão porque seu tamanho é relativo aos asteroides que podem representar uma ameaça para a Terra.

O DART colidirá com Dimorphos, movendo-se a aproximadamente 23,8 mil km/h. Uma câmera instalada no DART, chamada DRACO, junto de um software de navegação autônomo, ajudarão a sonda a detectar e colidir com o Dimorphos.

Esse rápido impacto só altera a velocidade de Dimorphos, pois orbita Didymos em 1%, o que não soa muito relevante, mas altera o período orbital desta lua em alguns minutos. Essa mudança pode ser observada e medida a partir de telescópios terrestres. Também será a primeira vez em que os seres humanos alteram a dinâmica de um corpo do sistema solar de maneira mensurável, segundo a Agência Espacial Européia.

A janela de lançamento do DART abre em julho de 2021 com o impacto esperado em 2022.

Três anos após o impacto, Hera chegará para estudar Dimorphos em detalhes, medindo as propriedades físicas da lua, estudando o impacto do DART e de sua órbita.

Pode parecer muito tempo entre o impacto e o acompanhamento, mas o estudo está baseado nas lições aprendidas no passado.

Em julho de 2005, a sonda Deep Impact, da NASA, lançou um objeto de impacto de cobre de cerca de 370 kg em um cometa Tempel 1. Mas a sonda não conseguiu ver a cratera resultante, porque o impacto liberou toneladas de gelo e poeira. No entanto, a missão Stardust da NASA, em 2011, foi capaz de caracterizar o evento: um corte de 150 m.

Juntos, os valiosos dados coletados pelo DART e pelo Hero contribuirão para as estratégias de defesa planetária, especialmente para entender que tipo de força é necessária para mudar a órbita de um asteroide próximo à Terra e que pode colidir com o nosso planeta.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Gasta se bilhões de dólares por ano procurando vida extraterrestre. É bem mais negócio realizar esse tipo de projeto que pode um dia salvar milhares talvez milhões de vidas que existem de fato na Terra.

    1. Procurar por extraterrestres também poderá salvar o planeta em um futuro amigo, uma civilização desconhecida também é uma ameaça, ou o amigo pensa que os terráqueos são as últimas coca-colas do deserto?

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Diversos

LEMBRA DOS FILMES E SERIADOS? Estudo de grupo financiado pela Nasa sugere existência de universo paralelo

Equipamento do projeto Antena Impulsiva Transiente da Antártica (Anita), na Antártica. Foto: University of Hawai’i at Manoa/ Divulgação

Um estudo realizado por pesquisadores financiados pela Nasa levantou o debate sobre teorias que sugerem a existência de universos paralelos, tema debatido há décadas na comunidade científica, mas distante de comprovações. Um dos autores lamentou que o experimento tenha sido associado com as investigações sobre outros universos.

Peter Gorham, líder do projeto Antena Impulsiva Transiente da Antártica (Anita), que realiza experimentos no Polo Sul, afirmou em entrevista à revista New Scientist, em abril, que o comportamento curioso de partículas observadas na Antártica contrariou as leis da física e poderia ter origem em um “universo paralelo”, ainda desconhecido pelos cientistas.

Anteriormente, ao jornal da Universidade do Havaí, ele classificou a descoberta como “uma nova classe de partículas subatômicas que mostra um novo padrão da física”.

Procurado pela CNN, ele negou que seus estudos tenham relação com teorias de universo paralelo e criticou a repercussão do caso. Ele considerou a associação de seu estudo a universos paralelos “evidentemente apenas clickbait inventado por tabloides”.

Em nota enviada à CNN, a Nasa esclareceu que financia a Anita, mas não corrobora necessariamente com as conclusões dos estudos. O projeto Anita consiste em uma investigação de balão liderada por Peter Gorham na Universidade do Havaí em Manoa. O trabalho científico usa o gelo antártico para detectar emissões de rádio de neutrinos interagindo com a massa de gelo abaixo.

O experimento de Gorham analisou partículas conhecidas como neutrinos, semelhantes às que normalmente podem cair em nosso planeta a partir dos cosmos. Segundo o grupo, porém, as partículas observadas na Antártica pareciam sair do gelo e impressionaram pela alta energia.

De acordo com eles, a presença dessas partículas na neve e os movimentos observados no experimento contrariam as leis da física até então conhecidas para o universo em que vivemos, supondo que a alta energia deveria ser interrompida pela matéria sólida do nosso planeta.

Para o físico Peter Gorham, o comportamento sugere que os neutrinos podem ter passado por um universo com outras leis.

“O que vimos é algo que parecia um raio cósmico, visto no reflexo da camada de gelo, mas não era refletido. Era como se o raio cósmico tivesse saído do próprio gelo. Uma coisa muito estranha. Então publicamos um artigo sobre isso, mostrando que contraria as leis da física”, relatou Gorham.

Na ocasião, Gorham sugeriu que o Big Bang pudesse ter gerado dois universos: o que conhecemos e um outro no qual as leis de físicas seriam opostas. A tese já foi apresentada por outros cientistas anteriormente, mas carece de elementos para comprovação.

“Nesse mundo-espelho, o positivo é negativo, o esquerdo é direito e o tempo anda para trás”, disse Gorham à revista New Scientist.

O físico reconheceu, porém, que dentro de seu próprio grupo há contestação sobre a teoria de que o fenômeno observado na Antártica tenha origem em um universo paralelo com outras leis da física.

“Nem todos estão confortáveis com essa hipótese”, afirmou.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Esse "novo universo", na realidade apenas um dos "multiversos", já apresentado na Teoria das Cordas ou das Supercordas, apresentada pela física é o dito "plano espiritual" onde se encontram os que partiram do mundo material (tridimensional) para "uma das moradas da casa do meu pai", conforme já dito pelo próprio Jesus e ratificado pela Doutrina Espírita, Ciência e Religião são complementares e apresentam lacunas que quando combinadas são preenchidas.

    1. Eu só não entendo a resistência dos seres desses planos mais elevados em se mostrarem mais.
      Por que não temos, por exemplo, uma foto de uma colonia espiritual?
      A comprovação desses planos seria de grande conforto espiritual para todos.

  2. NO OUTRO UNIVERSO A PF SERVE PARA PRENDER CORRUPTOS E NAO SER BABA DE FAMILIA DE PRESIDENTE, PROTEGENDO FLAVINHO BOLSOMINION KKKK

  3. No outro universo paralelo o Brasil não tem corrupto e é uma superpotência junto com a Somália e o Senegal.

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Diversos

Nasa lança novas regras para a humanidade explorar o espaço

Foto: (NASA/Divulgação)

A Nasa, agência espacial dos EUA, divulgou recentemente uma série de diretrizes para a humanidade seguir em suas próximas missões espaciais – em especial na missão Ártemis, que quer levar uma nave tripulada de volta à Lua nos próximos anos. Nomeado de “Acordos de Ártemis”, o documento estabelece uma série de princípios recomendados para entidades, empresas privadas e governos que queiram se aventurar no espaço junto com a agência.

Já faz mais de 50 anos desde que a humanidade pisou na Lua pela primeira vez, na missão Apollo 11. O tempo passou e a ciência evoluiu, mas o astro ficou esquecido por algumas décadas – nossa última viagem tripulada à Lua foi em 1972. Não é à toa: uma empreitada dessas requer um investimento de bilhões de dólares. Na época, a missão Apollo custou 4% de todo o orçamento federal americano, o seria equivalente a 180 bilhões de dólares nos dias de hoje.

Agora, porém, a Nasa quer repetir o feito em uma nova missão, que está marcada para 2024. O cenário de hoje em dia é bem diferente, o que exige também uma atualização nas diretrizes internacionais.

Na época da Apollo 11, a Nasa era uma das únicas grandes agências espaciais do mundo, competindo de forma justa apenas com a antiga União Soviética, que também se destacava nas tecnologias da área. Hoje, porém, diversos outros países têm relevantes programas espaciais, como é o caso da União Europeia, China, Israel, Índia e, é claro, a Rússia. Além de tudo, várias empresas privadas já estão se destacando no mercado de exploração espacial e serão cruciais no fornecimento de tecnologias para o retorno à Lua. Com tantos players na jogada, são precisos novos acordos para que todo mundo se entenda num espaço cada vez mais lotado.

Foi pensando nisso que a Nasa lançou os Acordos de Ártemis, uma série de diretrizes para os países e empresas que queiram contribuir com a agência em seu retorno à Lua (a Nasa já admitiu que a missão vai exigir uma colaboração internacional de vários agentes). “Com vários países e agentes do setor privado realizando missões e operações no espaço cislunar, é essencial estabelecer um conjunto comum de princípios para governar a exploração civil e o uso do espaço sideral”, explicou a agência em comunicado.

Entre os tópicos dos Acordos de Ártemis, estão previstos: a paz como objetivo mútuo os países e agentes que realizem missões espaciais; a transparência e publicação de todos os dados científicos, resultados de pesquisas e protocolos envolvidos; o registro de todos os objetos espaciais feitos por humanos; a proteção e preservação de sítios históricos no espaço (como os locais em que as missões Apollo visitaram, por exemplo); a redução da quantidade de detritos espaciais de origem humana, entre outros. Você pode ler todos os princípios no site da Nasa.

O documento por si só não tem nenhum valor legal – ou seja, a Nasa não pode forçar que nenhum país siga essas recomendações, apesar de poder exigir sua ratificação como requisito para trabalhar em conjunto. De qualquer forma, seus princípios se baseiam no Tratado do Espaço Sideral, um acordo ratificado por mais de 100 países que está em vigor desde 1967. O tratado estabelece as bases do que se conhece por “direito espacial” e estipula algumas coisas que são consenso: como a ideia de que a Lua, assim como qualquer outro objeto espacial, não pode pertencer a nenhum país e que seja um patrimônio da humanidade.

O nome dos acordos (e da próxima missão lunar) é em homenagem a deusa Ártemis, da mitologia grega. Irmã gêmea de Apolo, que batizou as primeiras missões lunares, Ártemis também é deusa da Lua e é ligada a ideia de feminilidade – não à toa foi escolhida para nomear a missão que levará a primeira mulher da história à Lua.

Super Interessante

Opinião dos leitores

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Diversos

Nasa descobre exoplaneta em zona habitável: ‘o mais parecido com a Terra’

Foto: Divulgação / Nasa

A Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) anunciou nessa quarta-feira(15) a descoberta de um exoplaneta em zona habitável. O corpo levou o nome de Kepler-1649c, em referência ao telescópio espacial que capturou sua imagem, o Kepler. Cientistas descreveram o planeta como o mais parecido com a Terra — e o mais próximo de nós — entre todos os exoplanetas localizados pelo telescópio.

Kepler-1649c, que fica a 300 anos-luz do nosso planeta, tem de sua estrela uma distância que possibilita a qualquer planeta rochoso conter água líquida. Os cientistas o descobriram ao rever o arquivo feito pelo telescópio Kepler, aposentado pela agência em 2018. O planeta passou despercebido por pesquisas anteriores, realizadas por algoritmos de computador. Numa segunda vista, porém, os próprios astrônomos reconheceram seu sinal.

Segundo a Nasa, o exoplaneta é só 1.06 maior do que a Terra, e recebe de sua estrela cerca de 75% da luz que nosso planeta recebe do Sol. A grande diferença é que Kepler-1649c orbita uma anã vermelha, categoria estelar propensa a explosões frequentes que podem tornar desafiadora a sobrevivência de organismos mais complexos.

Para a Nasa, a descoberta é “emocionante”, como classificou Andrew Vanderburg, pesquisador da Universidade do Texas em Austin e um dos autores do artigo publicado nesta quarta-feira no The Astrophysical Journal Letters sobre Kepler-1649c.

A razão é que, de todos os exoplanetas identificados pela Nasa, este é, ao mesmo, o que tem tamanho e temperatura mais parecidos com os da Terra. Existem outros com temperaturas mais aproximadas, como o TRAPPIST-1f e o Teegarden c. E outros com tamanhos mais parecidos, como TRAPPIST-1d e TOI 700d. Mas nenhum se aproxima tanto da Terra em ambos os aspectos ao mesmo tempo quanto o Kepler-1649c.

Os cientistas agora querem descobrir outros detalhes sobre o planeta, como a configuração de sua atmosfera, que também pode afetar sua temperatura. Os cálculos sobre o tamanho do corpo ainda são preliminares, e devem ser passar por revisão nas próximas semanas.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. A nova residência dos milionários e bilionários do arrasado planeta terra.
    Só a viagenzinha deve custar uns milhõezinhos.

    1. 300 anos de viagem na velocidade da luz..
      Meta o pé, que é chão!!

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Diversos

Asteroide de 4 km passará “perto” da Terra em abril, alerta Nasa; hipotético impacto seria “suficiente para causar efeitos globais” e o fim da humanidade

Foto: Reprodução

Um asteroide com cerca de 4 km de diâmetro passará “perto” da Terra no dia 29 de abril (uma quarta-feira), segundo a Nasa, a agência espacial norte-americana. O anúncio foi divulgado nesta semana e logo provocou reações diversas nas redes sociais: de mensageiros de fim do mundo e do apocalipse a disseminadores de memes.

Segundo a Nasa, o asteroide, batizado de 1998 OR2, foi descoberto em 1998. Seu tamanho é projetado entre 1,76 km e 4 km. Ele “viaja” a pouco mais de 31 mil quilômetros por hora e deve passar a a mais de 6,2 milhões de quilômetros da Terra. A hora exata: às 4h56 da madrugada nos Estados Unidos – 6h56 no horário de Brasília.

Se tivesse chance de colisão com nosso planeta, teria “tamanho suficiente para causar efeitos globais” e até acabar com a vida no planeta, segundo avaliação da Nasa realizada quando da descoberta do asteroide.

A trajetória do 1998 OR 2 é monitorada por um centro de estudos da Nasa especializado em identificar e vigiar objetos próximos à Terra.

De acordo com reportagem da CNN, o asteroide, apesar de ser classificado como potencialmente perigoso por causa da proximidade ao nosso planeta, não figura na lista de possíveis “eventos futuros de impacto”.

Com Metrópoles e R7

Opinião dos leitores

  1. Mesmo que hipotético, se o impacto causaria "o fim da humanidade", soa inútil o "alerta" da Nasa.

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Diversos

Nasa anuncia descoberta de planeta do tamanho da Terra em zona habitável

Planeta TOI 700 d (visto em ilustração) – NASA/AFP

A NASA anunciou nessa segunda-feira (6) que seu satélite TESS havia permitido a descoberta de um planeta do tamanho da Terra a uma distância intermediária de sua estrela, o que permitiria a presença de água em estado líquido.

Chamado “TOI 700 d”, o planeta está relativamente próximo da Terra – a apenas 100 anos-luz – disse o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA durante a conferência de inverno (boreal) da Sociedade Americana de Astronomia, em Honolulu, no Havaí.

“O TESS foi projetado e lançado especificamente para encontrar planetas do tamanho da Terra e em órbita de estrelas próximas”, disse o diretor de astrofísica da NASA, Paul Hertz.

Inicialmente, o satélite classificou erroneamente a estrela, o que implicava que os planetas pareciam maiores e mais quentes do que realmente eram. Vários astrônomos amadores identificaram o erro.

“Quando corrigimos os parâmetros da estrela, os tamanhos de seus planetas foram reduzidos, e percebemos que a mais externa era do tamanho da Terra e estava na zona habitável”, afirmou Emily Gilbert, uma estudante de pós-graduação da Universidade de Chicago.

A descoberta é a primeira do TESS, o satélite caçador de planetas da NASA, lançado em 2018.

Mais tarde, a descoberta foi confirmada pelo telescópio espacial Spitzer.

A estrela TOI 700 é pequena, 40% do tamanho do Sol e mais fria.

O TESS descobriu três planetas em órbita, chamados TOI 700b, c e d. Somente “d” está na chamada zona habitável, nem tão longe nem tão perto da estrela, onde as temperaturas podem permitir a presença de água líquida.

É cerca de 20% maior do que a Terra e orbita sua estrela em 37 dias. Recebe 86% da energia que a Terra recebe do Sol.

Uma face do planeta sempre encara sua estrela, como é o caso da Terra e da Lua, um fenômeno chamado rotação síncrona.

Isto É, com AFP

Opinião dos leitores

    1. Acho que não, como é liberado o estoque de vento. Se fosse redondo, não tinha nada no estoque

  1. Os esquerdopatas vão comprar essa briga
    Eles dizem que é sua essa descoberta.
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    1. Depois q disseram que luladrão depositou o pré sal, não duvido nada. Rsrsrs

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