Mulher que sentia extrema dor no sexo diz que lubrificante de maconha “a salvou”

Foto: Reproduçao/DailyMail

A britânica Emma Alitt, de 24 anos, diz que um lubrificante à base de cannabis – um dos princípios ativos da maconha – foi o responsável por “mudar sua vida sexual”. De acordo com ela, até os 22, a experiência sexual com penetração era “tão dolorosa que era mais fácil fingir que era lésbica”.

Ao portal DailyMail, Emma explica que sofre de uma doença conhecida como vaginismo, que causa a contração involuntária dos músculos da vagina, tornando o sexo difícil e doloroso. Devido às péssimas experiências, o caso de Emma foi agravado por uma condição psicológica que dificultava ainda mais sua vida.

“Eu desenvolvi muito medo de homens e sentia que era incapaz de experienciar o que as pessoas dizem ser a parte mais íntima de um relacionamento ”, conta ela. A ansiedade social fez com Emma se isolasse não apenas de encontros amorosos, mas da maioria dos seus amigos, mesmo as mulheres.

Além disso, a autoestima da jovem também foi prejudicada. “Eu não sabia o que havia de errado comigo e comecei a odiar meu corpo”, recorda. “Os garotos me chamavam para sair e eu não sabia o que dizer, então inventei que era lésbica”, diz.

Após o diagnóstico, que chegou quatro anos após o início da vida sexual, Emma iniciou um tratamento físico e psicológico. “Precisei redescobrir minha relação com o sexo, parar de antecipar a dor e aprender a relaxar’, explica a britânica.

Um medicamento específico, porém, ganhou destaque na vida da garota. De acordo com ela, foi um lubrificante à base de canabidiol, um dos ativos presentes na maconha, que ajudou seu quadro a regredir. “Eu não queria um analgésico forte. Queria um produto que me ajudasse a aproveitar o sexo de maneira natural o que, pela primeira vez na vida, consigo fazer’, diz.

O produto, que tem venda legal na Europa, pertence a um fabricante chamado Havn Hemp, especializado em medicamentos à base de CBD. Além do componente, o lubrificante à base de água combina princípios ativos de outras ervas e flores.

Para se adaptar ao uso, Emma conta que começou devagar com o atual namorado. “Usamos primeiro como um óleo de massagem, depois fomos avançando aos poucos até o perceber que não sentia dor”, explica. “Hoje eu uso absolutamente todas as vezes em que faço sexo ”, diz.

IG, com DailyMail

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alisson Dutra disse:

    A britânica Emma Alitt, de 24 anos, diz que um lubrificante à base de cannabis – um dos princípios ativos da maconha – foi o responsável por “mudar sua vida sexual”. De acordo com ela, até os 22, a experiência sexual com penetração era “tão dolorosa que era mais fácil fingir que era lésbica”.

    Ao portal DailyMail, Emma explica que sofre de uma doença conhecida como vaginismo, que causa a contração involuntária dos músculos da vagina, tornando o sexo difícil e doloroso. Devido às péssimas experiências, o caso de Emma foi agravado por uma condição psicológica que dificultava ainda mais sua vida.

    “Eu desenvolvi muito medo de homens e sentia que era incapaz de experienciar o que as pessoas dizem ser a parte mais íntima de um relacionamento ”, conta ela. A ansiedade social fez com Emma se isolasse não apenas de encontros amorosos, mas da maioria dos seus amigos, mesmo as mulheres.

    Além disso, a autoestima da jovem também foi prejudicada. “Eu não sabia o que havia de errado comigo e comecei a odiar meu corpo”, recorda. “Os garotos me chamavam para sair e eu não sabia o que dizer, então inventei que era lésbica”, diz.

    Após o diagnóstico, que chegou quatro anos após o início da vida sexual, Emma iniciou um tratamento físico e psicológico. “Precisei redescobrir minha relação com o sexo, parar de antecipar a dor e aprender a relaxar’, explica a britânica.

    Um medicamento específico, porém, ganhou destaque na vida da garota. De acordo com ela, foi um lubrificante à base de canabidiol, um dos ativos presentes na maconha, que ajudou seu quadro a regredir. “Eu não queria um analgésico forte. Queria um produto que me ajudasse a aproveitar o sexo de maneira natural o que, pela primeira vez na vida, consigo fazer’, diz.

    O produto, que tem venda legal na Europa, pertence a um fabricante chamado Havn Hemp, especializado em medicamentos à base de CBD. Além do componente, o lubrificante à base de água combina princípios ativos de outras ervas e flores.

    Para se adaptar ao uso, Emma conta que começou devagar com o atual namorado. “Usamos primeiro como um óleo de massagem, depois fomos avançando aos poucos até o perceber que não sentia dor”, explica. “Hoje eu uso absolutamente todas as vezes em que faço sexo ”, diz.

  2. Lidia disse:

    Ola BG, tudo bem?
    ELIMINAR definitivamente a Ejaculação Precoce da sua vida!
    Que tal Uzar fórmula caseira natural,simples e eficaz?
    Acesse esse link e aproveite já: http://bit.ly/ELIMINAEJACULAÇÃOPRECOCENATURALMENTE

  3. Antonio Turci disse:

    Esta jovem está tendo seus momentos de glória "holofotária".

  4. Jd disse:

    "Vagina maconheira" e "levando fumo" ! Brasileiro é criativo demais!

  5. Pepekão disse:

    Eita agora teremos a pepeka noiada, é cada uma que se ver.

  6. Zulmira Melo disse:

    Tudo agora é a maconha,a salvação da humanidade,misericórdia,até o priquito tá fumando… é,estamos no fim dos tempos literalmente.

  7. VTNC disse:

    LEVANDO FUMO !!KKK

  8. CURITIBA JA disse:

    pense em uma vagina maconheira

FOTOS. Aos 40 anos, musa global Deborah Secco, dispara em entrevista: ‘O sexo é 100%, senão casal vira irmão ou amigo’

(Fotos: André Nicolau/ Ed. Globo)

São oito horas da manhã de um domingo ensolarado e Deborah Secco, de 40 anos, se prepara no quarto do hotel para as fotos desta capa. Fotografar tão cedo em seu dia de folga foi o jeito que a atriz encontrou para conseguir pegar um voo para o Rio de Janeiro logo após o almoço e poder curtir o resto do fim de semana com a filha, Maria Flor, de 4, e o marido, Hugo Moura, de 29.

Nos minutos que tem para almoçar, a carioca recebe um roteiro em seu celular e se fecha no quarto para decorar dezenas de cenas de Alexia, uma das protagonistas da nova novela das 7, Salve-se Quem Puder. Deborah sai do quarto empolgada por estar com o texto de cor e atende ao pedido para fazer uma das cenas de sua personagem, divertindo a equipe.

“Minha vida é perfeita! Meus maiores prazeres na vida são comer, dormir, ficar em casa com a Maria e o Hugo e trabalhar. Amo trabalhar. Outro dia a Maria falou: ‘Mamãe, não vai trabalhar, fica comigo’. Eu respondi que a mamãe ia porque amava aquilo e se divertia com aquilo como quando ela ia para o parquinho. Não relaciono trabalho a dinheiro. Relaciono trabalho à diversão. O Hugo fala que quando estou trabalhando viro uma pessoa muito melhor, fico muito mais feliz. Penso em atuar até os últimos dias, talvez em outro ritmo, mas não quero parar. O bem que me faz interpretar é algo que não sei mensurar”, explica.

Atuando em comerciais desde os oito anos de idade e na TV desde os 11, Deborah cresceu diante dos holofotes, mas foi orientada pela mãe, Sílvia Regina, a sempre manter os pés no chão e a ter responsabilidade profissional. “Resolvi trabalhar desde que comecei a me entender por gente, mas nunca fui uma estrela. Em casa sempre fui a menina que queria trabalhar e que tinha que se desdobrar para conseguir ser boa aluna, boa filha e tantas outras coisas. Tenho essa postura até hoje.”

Apesar da rotina de adulto, Deborah não pulava fases. Chorou pelos amores platônicos, vibrou com o primeiro beijo aos 15 anos e se comportou como qualquer outra pessoa da sua idade.

“As pessoas esperavam uma maturidade de mim, mas eu fiz questão de amadurecer no tempo certo. Me permiti ser adolescente e ser uma pessoa que ainda não tinha controle das próprias emoções. Mesmo sendo uma pessoa pública, não abri mão de viver tudo no meu tempo. Na adolescência, quando saía do trabalho, ia brincar de boneca com as minhas amigas, chorava no meu quarto pelos namoradinhos ouvindo música da Mara Maravilha… Tinha a vida de uma menina da minha idade”, relembra.

Na fase adulta, Deborah também se permitiu errar e dividir honestamente suas histórias com o público, como quando contou que antes de se relacionar com o seu marido nunca tinha sido fiel ou que já manteve um relacionamento com um homem casado por dez meses.

“Sempre tentei imaginar o que era viver sem cobrança e esse acompanhamento da sua vida. Mas fui aprendendo a lidar com isso. Ser vista e ser julgada não é tão fácil à primeira vista. Quando você é vista por muitos, é julgada por muitos. Isso pode não ser muito confortável, mas não tinha solução. Minha vida era aquilo. Não sou aquela pessoa que fala uma coisa e faz outra. Eu errei milhões de vezes e erro. Se eu pudesse ter a minha cabeça de hoje antes, ia ser ótimo, mas não tinha. Não me orgulho de tudo o que eu fiz e de tudo que conto, mas prefiro ser sincera do que ser hipócrita e mentirosa. Minha mãe às vezes reclama que eu falo muito. Ela diz que sofre com o que falam de mim. E eu respondo: ‘Você que me ensinou a ter coragem de ser quem eu sou e de não abaixar a cabeça para ninguém’. Existem pessoas que erram menos do que eu e pessoas que erram mais que eu, mas não existem pessoas que não erraram. Pelo menos eu tenho um grande mérito de ser honesta e de tentar aprender com os meus erros”, avalia.

“Hoje lido com isso de forma mais leve. Sou uma pessoa que vive muito em paz com a consciência. Não faço nada que me envergonhe ou que deveria esconder de alguém. Se a opinião das pessoas é diferente da minha, respeito. Mas tenho a consciência tranquila com as minhas escolhas. Já tive momentos em que não estava. Agora que eu estou e entendi que não podia ser essa pessoa de hoje naqueles momentos, me aceito. É um caminho”, conta ela, durante o ensaio no Four Seasons Hotel.

A leveza, por sinal, é uma máxima na rotina de Deborah. Aos 40 anos, ela vive o agora e sem cobranças. “Costumo levar a vida com leveza. O mundo pode estar caindo a minha volta e eu continuo plena e em paz. Acho que o que tem solução, solucionado está. Fui conquistando essa leveza com o passar dos anos. Se eu tenho um problema que não tem solução, ao invés de chorar, sigo adiante. O que eu não posso fazer, delego. Confio muito nas pessoas que trabalham comigo. Acho que sempre fui essa pessoa com excesso de fé, essa pessoa que não sofre. Eu tenho muita certeza de que tudo vai ser para o meu bem, mesmo as coisas mais difíceis”, diz.

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Equisperto disse:

    Concordo plenamente com ela, como dizia Chico Anisisio, com muito tempo de casado vc vai chamar sua esposa de dona Maria.

  2. Adeobaldo Nunes disse:

    Daí quando o marido só procura pra copular, fica falando que ele só pensa nisso, nem sequer conversa mais, que o casal também é amigo. Mas, pensando bem, o cara casado com uma mulher dessas, só pensaria em sexo mesmo.

  3. Marieta disse:

    Livre, leve e solta! Muitooooooo bem…
    Que os que aguentam, engulam o preconceito.

  4. H4CK3R disse:

    Como

  5. Radialista disse:

    40 ela tem numa banda, se essa ai so tiver 40 eu so tenho 18. 40 tem so de novelas.

  6. Bento disse:

    Arrochada que só um prato de papa

  7. Francisco César. disse:

    Gosta de cassar rola

Sexo em qualquer lugar: resort oferece oficina de Kama Sutra, praias de nudismo e festas picantes

Foto: Divulgação

Pode (ou deve) andar nu em quase todo espaço e também está liberado transar em qualquer lugar – das piscinas às espreguiçadeiras. Festas diárias com temas apimentados (noite da lingerie, por exemplo) são consideradas as melhores da região. Todos entram no clima e muitos capricham com cinta-liga e chicote em punho.

Essa é a rotina soltinha do Hedonism II, resort pé na areia de frente para o mar caribenho da região de Negril, na Jamaica, ideal para quem busca uma viagem liberal. O nome não é à toa: hedonismo, filosofia grega que coloca o prazer como o foco principal da vida, é o que dita as regras (ou ausência delas) neste paraíso da liberdade adulta.

Viagens liberais

Nele, o público predominante está acima dos 40 anos e muitos são europeus e norte-americanos atrás de tranquilidade, cenários paradisíacos, além, é claro, de troca de casais e sexo a três.

Pelados por todos os lados

Uma placa avisa: a partir deste ponto, nada de câmeras, celular ou… roupas. Foto: Andrea Miramontes

Para quem não é naturista, como eu, abrir a porta do quarto e topar com pelados em direção à praia pode parecer estranho em um primeiro momento, mas logo tudo fica trivial.

As duas praias exclusivas estão separadas apenas por uma placa: uma é de roupa opcional, e outra, de nudismo. Todos andam pelados nas duas, mas na praia naturista, não ouse entrar biquíni ou sunga. Fui expulsa na minha tentativa. A regra é clara.

As alas dos quartos também se dividem nos mesmos critérios e em ambas há opções de suítes com banheira de hidromassagem.

Dentro do resort, piscinas, jacuzzis, além de bosque com trilhas, espaço para piquenique e árvores gigantes com escadas para acessar o topo só aceitam os pelados.

Vestidos, “pero no mucho”

Nos restaurantes, há código de vestimenta, bem como na recepção e no buffet do café da manhã. Porém, nada tão corriqueiro: valem roupas sedutoras e genitais apenas cobertas por adesivos ou pompons. Tudo com bom humor.

No palco do buffet principal, há shows noturnos diários com temática sensual que vão de violonista que interpreta clássicos de fio-dental a danças, circo e strip-tease bem coreografado por bailarinos profissionais do resort.

Após os shows, acontecem as festas, tanto na danceteria com pole dance, como na praia e nas piscinas.

Além da balada da lingerie, temas provocativos incluem a noite da school girl, do couro e pool party da espuma.

E a noitada continua

Após as 22h, o spa vira o playroom (“quarto de brincadeiras”) e ninguém é de ninguém. O local lembra a sala secreta do galã de “50 Tons de Cinza”: adornado por paredes cor de vinho, grades douradas e brinquedinhos sexuais, o local ferve para quem quer se divertir em grupo. Mas se não topa brincar, nem entre.

Palácio Kama Sutra

O local de nome sugestivo oferece massagens tântricas e todos os dias há workshop do famoso manual hindu de práticas eróticas escrito entre os séculos 3 ou 4.

Em quatorze colchões no chão, casais ficam de frente para a tela do projetor nus ou não – meu namorado e eu, além dos professores, éramos os únicos vestidos na sala.

A aula de uma hora aborda anatomia humana, truques sexuais, acessórios, além, é claro das famosas mais de 500 posições sexuais descritas no livro e técnicas de toque, respiração e preliminares.

Todos os ensinamentos podem ser colocados em prática ali mesmo – desde que a transa seja como o Kama Sutra recomenda: com calma e paciência.

Ao contrário das quadras de tênis logo ao lado, que só vimos vazias, a sala do Kama Sutra lota 15 minutos antes do começo da aula.

Não perdi uma lição nos cinco dias de estadia e achei até que voltaria com um diploma.

Diversão até para os tímidos

No esquema all-inclusive, a estrutura de 90 mil metros quadrados impressiona. Há esportes náuticos, seis piscinas, jacuzzis espalhadas no complexo, spa, quadras esportivas, cinco restaurantes e bares.

Até mesmo nas piscinas as bebidas alcoólicas estão liberadas e o programa pode ser mesmo bebericar rum jamaicano durante as partidas de sinuca aquática (sim, as mesas ficam parcialmente imersas).

Pelados ou não, hóspedes podem usar, sem taxa, barcos para snorkeling, mergulho com cilindro, velas e caiaques.

Há oportunidade também de explorar a ilhota Booby Cay, que fica a 10 minutos de remada. Reme pelado se quiser, mas não dispense o colete salva-vidas e aproveite um cenário de tirar o fôlego.

Amizades (sem benefícios) e liberdade: o que fica da experiência

Não pense que a abordagem nas piscinas, praias e festas é ostensiva, muito longe disso. Em nenhum momento me senti constrangida, e, pelo contrário, fiz amizades de viagem sem qualquer conotação sexual.

O resort quatro estrelas com proposta adulta é divertimento garantido para quem tem cabeça aberta, bom humor e está disposto a eliminar qualquer olhar preconceituoso sobre o outro.

Como chegou ao final do texto, resta a dúvida se eu, não-naturista, consegui passear, remar o ou mesmo jogar uma partida de vôlei pelada.

Confesso que foi difícil me despir publicamente, mas fiz meu primeiro topless, que me trouxe uma sensação enorme de liberdade. Em uma próxima oportunidade, certamente não vai sobrar a parte de baixo do biquíni.

A repórter viajou a convite do resort Hedonism II.

UOL

Matéria completa com mais imagens aqui.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manjubão disse:

    Se abre um aqui, vou trabalhar lá de mestre em serviço gerais kkkkkkk

  2. Justo disse:

    Manda a Damares pra lá…

    • Bento disse:

      Como é triste gente sem a mínima educação.
      Imagino como você deve tratar o sexo femenino de sua família.
      Damares é mulher é cristã e é também uma autoridade e merece respeito.
      Esperar o que de uma cria do cachaça.

    • Diogo disse:

      Eita, então adesivar Dilma de pernas abertas no tanque do carro pode, mas mandar a Ministra que fala de abstinência sexual como medida protetiva, não?
      Engraçado, jurava que as pessoas tinham parado de cultuar políticos…

    • Da Damares disse:

      Mulher Cristã !!! Damares iria adorar um lugar desse.
      Ia subir no pé goiabeira várias vezes ao dia.
      Talvez levasse o Bento pra subir com ela.

  3. Diogo disse:

    Mandaram uma beata cobrir essa matéria…

VÍDEO: Durante casamento, noivo exibe em telão vídeo em que a noiva faz sexo com cunhado

Foto: Reprodução/YouTube

Um noivo decidiu pôr fim ao casamento exatamente no dia em que ele era celebrado. O chinês exibiu em telão um vídeo em que a noiva faz sexo com cunhado.

As imagens viralizaram. O casamento aconteceu na província de Fujian, na semana passada, de acordo com o “Daily Mail”.

Enquanto o vídeo era exibido diante dos convidados, o noivo disse à noiva:

“Você pensava que eu não soubesse?”

Logo depois, os noivos foram separados por suas famílias.

Os noivos estavam juntos havia dois anos. Seis meses atrás, o chinês pedira a mão da (então) amada. Uma influente blogueira chinesa alegou que a noiva traiu o noivo depois de ter sido agredida por ele. A noiva admitiu a traição à blogueira e revelou que passou a nutrir sentimentos pelo cunhado depois que ele passou a intermediar a crise provocada pela agressão.

Assista:

Extra – O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ana disse:

    A mulher querendo dar desculpa para a traição. Se o cara a agrediu, não casasse. Mas, no fim das contas, ela pode processá-lo pela exposição… além de ter sido traído, expôs para todo mundo e ainda vai pagar indenização… podia ter engolido a raiva e ido viver a vida longe dela

  2. Francisco disse:

    China, maior país exportador do mundo, inclusive de cornagem. Rsrsrs

Como uma crise financeira abala o sexo no seu casamento

O motivo de muitas brigas entre os casais ocorre por dinheiro. Há alguns anos entrevistei a cantora Nana Caymmi que disse acreditar que tudo é por causa dos problemas financeiros. As brigas todas, bebedeiras, são porque as pessoas gastam mais do que podem. “Para mim a relação vai pra a cucuia, não é por falta de amor não. É por ter que pagar o aluguel e tudo mais. O dinheiro é primordial, é só ler o jornal e você não vê um barraco que não seja por dinheiro.”

De qualquer forma, é muito difícil saber por que um casal começa a brigar. Na maior parte das vezes nem as pessoas envolvidas conseguem perceber o motivo. Por qualquer razão o rancor que existe e que se tenta negar escapa, sem controle. Mas a falta de dinheiro pode desencadear mais brigas. Principalmente, porque no casamento, as pessoas imaginam que estarão de tal forma preenchidas, que nada mais vai lhes faltar.

A ideia de ter enfim encontrado ‘a pessoa certa’, ‘a alma gêmea’, ‘a outra metade’, faz com que a satisfação das necessidades e carências pessoais seja vista como dever do parceiro. Devido ao descompasso entre o que se esperava da vida a dois e a realidade, as frustrações vão se acumulando e, de forma inconsciente, gerando ódio.

No casamento as pessoas fazem inúmeras concessões, abrem mão de coisas importantes, acreditando que é necessário ceder. Como nem sempre isso traz satisfação, eles se cobram, se criticam e se acusam. As brigas se sucedem. Dependendo do casal, as acusações podem se renovar ou ser as mesmas, sempre repetidas.

O sexo no casamento é o maior problema enfrentado pelos casais. Agora, imagine com as constantes brigas, que até podem ser silenciosas — caras, olhares, gestos, tons de voz, ironias disfarçadas, tudo tornando bem desagradável o dia-a-dia do casal e constrangendo quem está por perto. Alguns chegam ao ponto de, após anos de vida em comum, ir deixando de se falar.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

Regina Navarro Lins – UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bento disse:

    Casamento estritamente por interesses mutuo.
    Ela gostosinha ele veínho mas com muita grana
    Já diz o velho deitado "Com dinheiro no bolso jamais faltarão amores"
    Com amor é diferente é pra vida toda.

  2. Ricardo disse:

    Não existe essa possibilidade na capital potiguar.

Especialista diferencia tesão por compulsão sexual – o vício

Foto: iStock

Não é por acaso que a pergunta “o que é libido?” foi a mais procurada no Google em 2019: a palavra quer dizer vontade de fazer sexo e pode gerar muitas dúvidas. Enquanto algumas pessoas se queixam de que o apetite sexual anda mais baixo do que o normal, outras se preocupam com o excesso. Há, inclusive, quem cogite a possibilidade de estar sofrendo de um transtorno devido ao desejo elevado.

Mas o que diferencia aqueles que gostam muito de transar dos que sofrem de uma compulsão? O psiquiatra Bruno Coelho adianta que a resposta não tem a ver com números: “É impossível diagnosticar alguém como compulsivo com base na quantidade de vezes que tem relações sexuais ou se masturba durante o dia, por exemplo”. Os critérios são subjetivos e variam de acordo com a personalidade e o estilo de vida de cada um.

Ninfomania: um termo antigo

Os profissionais ouvidos pela reportagem relembram que a palavra ninfomania não é mais usada no meio médico, assim como o termo “satirismo”, que seria o equivalente à compulsão sexual masculina. “Hoje em dia entende-se que não existe diferença entre homens e mulheres. Por isso o correto é se referir ao transtorno como desejo hiperativo ou compulsão sexual, que abrange ambos os sexos”, aponta o psiquiatra Fernando Calderan.

Principais características

Quem sofre com o problema comete excessos com relação às práticas sexuais. “A pessoa sente necessidade de se masturbar em lugares inoportunos e quase nunca se sente satisfeita depois de uma relação sexual”, explica Fernando. De forma descontrolada, pode se colocar em situações de risco, como ter relações com múltiplos parceiros, procurar profissionais do sexo e dispensar o uso preservativo, o que a deixa vulnerável para contrair doenças. Consumir pornografia em excesso também pode ser um problema.

O limite quem define é você

Então basta preencher os critérios acima para se encaixar na categoria de compulsivo? Nem sempre. Fernando relembra que os parâmetros não são . “É preciso cuidado para não transformar um comportamento normal em patologia. Por isso o assunto ainda é alvo de debate no meio psiquiátrico: nem todas as perguntas são fáceis de responder. O que é um lugar inoportuno, por exemplo?”, questiona.

Bruno concorda. “O comportamento só pode ser considerado anormal se estiver trazendo sofrimento ou prejuízos para a pessoa. Se ela não consegue estabelecer relações afetivas pela necessidade de trocar constantemente de parceiros, se não consegue se concentrar no trabalho ou se já chegou a se machucar pelo excesso de masturbação, por exemplo, o indicado é que procure ajuda de um profissional”, ressalta. O psiquiatra alerta ainda para a possibilidade de a pessoa estar sofrendo de mais de um problema ao mesmo tempo. “Vícios em outras substâncias, como álcool ou drogas e desordens como transtorno bipolar podem acontecer simultaneamente”. O tratamento, segundo o psiquiatra, varia de acordo com diagnóstico, mas geralmente é feito à base de medicamentos que ajudam a controlar os impulsos e psicoterapia.

Libido alta não é coisa de homem

“Nossa cultura parte da premissa de que a mulher deve ser recatada e de que o homem tem características opostas: é mais interessado em sexo, conquistador. Mas isso não corresponde à realidade. Para elas, por questões sociais, pode ser mais difícil admitir o desejo alto, mas ele também pode existir”, detalha Fernando. “A libido feminina ainda é cerceada, mas nada impede uma mulher de ter mais desejo sexual do que um homem, por exemplo. A menos que esteja gerando problemas na rotina ou nas emoções, isso não deveria ser motivo de preocupação”.

Universa – UOL

Privação do sono pode prejudicar o sexo além do que se imagina, alerta especialista

Foto: Shutterstock

Conseguir dormir bem à noite é fundamental para ter energia e disposição no dia seguinte e conseguir realizar as tarefas normalmente. Por outro lado, quando o sono não é suficiente, diversos problemas podem surgir, como irritabilidade, cansaço, desatenção e, ainda, a diminuição da vontade de fazer sexo.

“A pessoa que dorme mal tem uma tendência à diminuição do desejo sexual e, além disso, a ter uma atividade sexual menos prazerosa porque, com o corpo cansado, a qualidade do sexo é pior e as chances de atingir o orgasmo diminuem”, diz Paulo Gallo, especialista em reprodução humana assistida do Vida – Centro de Fertilidade.

Além disso, o profissional explica que a privação do sono pode fazer com que o homem tenha mais dificuldade de ter ereção e a mulher passe a enfrentar diminuição na lubrificação vaginal. “É importante que, depois de um dia de trabalho, a pessoa descanse, não só para recuperar o corpo, como o cérebro e também sua atividade sexual”, completa.

Gallo destaca que a falta de sono causa uma alteração negativa na liberação de vários hormônios que comandam o desejo sexual , como a testosterona e o estrogênio. Isso ainda libera cortisol, hormônio que está associado ao estresse. “A pessoa fica mais alerta, acordada, menos relaxa, irritada, o que dificulta ter uma relação sexual saudável”, pontua.

As noites mal dormidas ainda levam a uma queda da circulação do sangue e alteram a frequência cardíaca. E, para ter desejo na hora do sexo, é fundamental que se tenha um aporte sanguíneo adequado para região genital. Então, quando a pessoa está cansada, há uma tendência a concentrar a circulação para o coração e o cérebro, que são mais vitais que os órgãos genitais.

Afinal, o que fazer para dormir bem e até melhorar a vida sexual?

Enquanto algumas pessoas deitam e dormem rapidamente, outras precisam de um pouco de relaxamento antes para conseguir, de fato, pegar no sono. Diante disso, Gallo recomenda evitar deitar logo após fazer uma refeição, principalmente se estiver consumido alimentos mais pesados e que demoram mais para fazer digestão.

Além disso, o profissional sugere evitar ficar no computador, ver TV ou mexer no celular logo antes de dormir. “Esses estímulos visuais podem levar a um maior estresse, a uma maior excitação, dificultando ainda mais para algumas pessoas que já tem essa dificuldade a pegarem no sono”, explica.

Mais dicas para uma vida sexual saudável

Para ter uma vida sexual saudável, o especialista acredita que é importante saber que tudo na vida é baseado em equilíbrio. “Sabemos que em determinados estágios da vida, o casal terá mais trabalho, mais estresse, mas tente conversar sobre isso, para que consigam juntos chegar a um acordo e reservar aquele horário do sono para ser mais uma atividade do casal”, diz.

Podemos destacar que é claro que a vida a dois tem muitas questões envolvidas, como a relação de companheirismo e amizade. Por outro lado, o sexo também é importante. “Uma vida sexual saudável aproxima os casais e ajuda a manter um casamento saudável. Então, quando isso não acontece, é hora de procurar ajuda de especialistas”, afirma Gallo.

Se for possível, faça sexo antes de dormir

Da mesma forma que sono melhora a qualidade sexual, o sexo melhora a qualidade do sono. “Após a relação sexual, tanto o homem como a mulher, após atingir o orgasmo, tem liberação de substâncias como endorfina, que dão uma sensação de relaxamento e ajudam a proporcionar um sono mais profundo, mais saudável e mais reconfortante”, destaca Gallo.

Depois, há liberação de hormônio que é a prolactina, que diminui a ansiedade e facilita o início do sono. “Quando a pessoa tem um sono profundo após o sexo , significa que a relação foi bastante agradável, prazerosa e que liberou essas substâncias todas que deram sensação de sono para o parceiro’”, finaliza.

IG

 

VÍDEO – Viagens, mesada e sexo: entenda o mundo das ‘sugar baby’

VÍDEO COM REPORTAGEM AQUI

“É, ficou moda, né? Eu sou uma sugar baby. Qual é o problema?”, questiona Fernanda Rizzi, assistente executiva e sugar baby.

Em inglês, “sugar baby” significa “bebê de açúcar”. A expressão é antiga e foi criada nos Estados Unidos no início do século passado para definir um relacionamento entre um homem mais velho e com dinheiro – o “daddy”, “papai” – e uma jovem – a sugar baby.

Mas é tão atual que foi parar na novela “A Dona do Pedaço”. A Sabrina era garota de programa. Fisgou o milionário Otávio e passou a chamá-lo de: sugar daddy. “A Sabrina veio com essa história de sugar, eu acho que uma tentativa do personagem dela, né, de dar um glamour a uma relação antiga, ué, de estar com um homem casado”, comenta o ator José de Abreu.

“Ninguém enganou ninguém. Eles desde o início têm esse acordo muito claro”, comenta a atriz Carol Garcia. Chegou ao ponto de a baby Sabrina ganhar um apartamento do daddy Otávio.

Nos Estados Unidos, faz mais de dez anos que sugar babies e daddies usam as redes sociais e sites especializados nesse tipo de relacionamento. A americana Jennifer Lobo, filha de brasileiros, é dona de um dos primeiros sites sugar do Brasil. “Agora tem mais de 2 milhões de pessoas”, conta.

Babies também procuram daddies em aplicativos de paquera. Um daddy, que não quer ser identificado, diz que é uma troca de favores entre quem quer dinheiro e quem tem dinheiro. “Elas querem uma segurança, querem uma coisa diferente que os meninos ou homens da idade delas não pode fornecer”, diz.

Fernanda conta que tem um daddy francês há três anos. Ela trabalha, e ele só banca mimos de luxo: viagens, jantares, presentes.

“Qual a mulher que não gosta de ganhar uma bolsa? Hipócrita seria a mulher que ‘ah não, eu não gosto de ganhar presente. Eu não gosto de ganhar um sapato que eu vi na loja que custa um valor que seria o meu salário do mês’”, diz a sugar baby.

Mas muitas vezes quem paga se sente dono da relação. Como a empresária Marisa Araújo, que depois de três casamentos se considera uma “sugar mommy” bem resolvida. “Eu gosto de estar no domínio porque eu acho que quando você paga uma conta, você fica numa posição de mais poder. Eu sempre fui assim meio mandona, meio decidida, meio dona da situação. Já dei um celular pra ele, já dei roupa, já dei tênis que ele gosta, daqueles de passear”, conta.

“Assim que eu penso que é um relacionamento sugar. Na hora que ela precisa, ‘nossa, eu tô com a minha conta de luz que vai vencer, não tenho dinheiro esse mês’, você vai lá e paga pra ela”. O daddy de uma baby arrumou um emprego pra ela numa loja de material de construção – o mundo sugar não é necessariamente luxo e riqueza.

“Ele me ajudou a pagar alguns boletos de cartão de crédito, me ajudou com o meu primeiro emprego… Como eu fiquei desempregada recentemente, ele passou a me ajudar com boletos da faculdade. Roupa, joias… Os meus olhos não crescem em relação a isso”, conta a sugar que não quis ser identificada.

E nem todo relacionamento sugar é de exclusividade. “Não falo para ele de outras pessoas, ele não fala pra mim de outras pessoas, e a gente decidiu manter assim”.

“Ele sabe que eu tenho o meu perfil em uma rede social e que eu converso com outras pessoas e que se aparecer alguém… Eu falo: ‘é leilão, né?’. Se aparecer quem dá mais, leva! E é verdade isso!”, diz Fernanda.

Sites sugar pedem a garotas de programa que não se cadastrem neles. Mas críticos desse estilo de vida acham que, na verdade, o que o mundo sugar faz é glamourizar a prostituição, que não é crime no Brasil. O crime é explorar a prostituição.

“Os encontros do tipo sugar são uma forma de prostituição. Tem outros aspectos nessa relação, mas no fim das contas há uma expectativa de que favores sexuais vão ser prestados”, afirma Haley Halverson, vice-presidente do Centro Nacional sobre exploração sexual.

Repórter: “É prostituição ou não é prostituição?”

Jennifer: “Tem nada a ver prostituição. Você não tem que julgar uma mulher como prostituição porque ela quer ser tratada como… Tratada bem, como princesa, alguém que quer fazer isso pra ela. Não tem nada errado em isso”.

“Acho que qualquer um que esteja num relacionamento sugar fica vulnerável em termos de violência sexual, e também extorsão sexual ou chantagem, porque a pessoa pode ficar dependente do dinheiro que está recebendo”, explica Haley Halverson.

E, segundo uma baby que não quer aparecer, sites, redes e aplicativos, especializados ou não, podem atrair golpistas. “Os caras só tão querendo nudes. É muito cara prometendo muita coisa. Que não tem condições de cumprir”, diz uma sugar baby.

“A baby não pode ver o daddy como um caixa eletrônico que a hora que ela quer ela vai lá e saca. Como o daddy não pode ver a baby como um produto que ele vai lá e usa a hora que ele quer”, explica o sugar daddy.

O professor de Direito Civil Gustavo Tepedino faz outro alerta: “Se nessa relação for constituída uma união estável, ou seja, um projeto de vida em comum, há uma participação do sugar na metade dos bens construídos durante a vida. Para se evitar a participação de bens, é possível um contrato que separe os bens”.

A sugar mommy Marisa não fez contrato, nem está preocupada com isso.

Repórter: “E se se cansar…”.

Marisa: “Troca. É como um aluguel de casa: cansou, é muito melhor alugar do que vender porque, cansou do ambiente, você troca”.

Fernanda, sugar baby: “Só que isso tem um preço”.

Repórter: Qual é o preço?

Fernanda: Ou você é feliz ou você gosta de coisas sofisticadas.

Repórter: E você?

Fernanda: Eu falo que eu vivo em picos. Porque tem vezes que a gente está junto e eu estou nos melhores restaurantes seja no Brasil, seja em Paris, e eu não estou feliz. Mas eu quero estar ali. Aquilo de uma certa forma me faz bem, me traz uma felicidade instantânea.

“Existe um desequilíbrio de poder entre sugar babies e sugar daddies. Uma pessoa está entrando com todo o dinheiro, são os homens que estão definindo como a relação funciona”, explica Haley Halverson.

Fantástico – Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Juvenal disse:

    Querem problematizar a profissão mais antiga do mundo! Podem chamar do nome que quiserem, mas alguém (homem ou mulher) que oferece os prazeres da carna em troca de vantagens financeiras, é prostituta (ou prostituto rsrs). Nenhum preconceito, pelo contrário. Todo meu respeito a esses profissionais liberais que sabem aproveitar as oportunidades e não se prendem às imposições dessa sociedade moralista, opressora e falocêntrica.

  2. Lúcifer disse:

    Pobre, come rapariga, pagando.
    Rico, come suggar babyes, numa troca onde alguém tem dinheiro e alguém quer dinheiro !!!
    Mas, no fundo (literalmente…) é tudo P.U.T.A.A.A.A. !!!!!!!!!!
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  3. Diogo disse:

    Trocas voluntárias, nada mais normal em uma ética liberal.

  4. Yago disse:

    Puta agora mudou de nome??? É a modernidade kkkk

Inspirado em “roteiro pornô”, aplicativo que aceita pagamento de caronas com sexo que estaria chegando ao Brasil é boato

FOTO: GETTY IMAGES

A expressão de deboche “só se eu pagar com meu corpo”, usada quando não se tem dinheiro suficiente para algo, nunca foi levada tão à sério.

Nas redes sociais começou a circular a informação que em 2020, chegaria ao Brasil um aplicativo de caronas em que o passageiro poderia pagar a viagem com sexo. A ideia parecia tirada de um roteiro de filme pornô.

A previsão fake era de que os brasileiros teriam acesso à novidade a partir do mês de fevereiro (alô, Carnaval!). O pagamento do aplicativo seria por meio de assinatura mensal, do passageiro e do motorista, que deveria custar em torno de R$15 a R$20.

Alertada pela equipe do site Boatos.org, a coluna reconhece que a informação é falsa.

Metrópoles

Para especialistas, o sexo tem mais a ver com conexão do que com “ser bom de cama”

Foto: shutterstock

Alguma vez você estava no meio de uma transa e, quando percebeu, o seu parceiro não estava tão envolvido assim? Isso pode ser um sinal de que ele está tendo alguma dificuldade em sentir prazer naquela hora — apesar de isso não significar que o problema seja você.

Na realidade, sentir prazer não tem só a ver com o que você ou a outra pessoa estão sentindo, mas com a conexão entre vocês. É o que explica Débora Pádua, fisioterapeuta pélvica e sexóloga, ao Delas : “O casal deve entrar em sintonia na relação, se ele não está participando muito pode ter algo de errado — que não tem a ver, necessariamente, com sentir prazer ou não, mas com conseguir alcançar essa sintonia.”

Assim, existem alguns sinais que o homem e a mulher demonstram quando não estão curtindo tanto assim um momento que deveria ser prazeroso:

1. Expressões faciais

Fechar os olhos totalmente ou deixá-los parcialmente fechados é um sinal de que a pessoa está curtindo a transa e, principalmente, focada naquela sensação gostosa. Assim, deixar os olhos abertos pode ser um sinal de que ele não está prestando atenção no que está rolando entre vocês dois, mas em outras coisas.

Caretas e expressões faciais mais fáceis de identificar, como abrir a boca ou morder os lábios, também são formas de identificar que o outro está gostando.

2. Movimentos corporais

Sexo é uma interação que depende de duas pessoas. Por isso, é normal que tanto você quanto o outro queiram se movimentar, beijar, tocar o outro, buscando sempre mais prazer para si — e não ter essa “busca” pela interação pode significar que essa sintonia não está acontecendo, já que essas interações são respostas a todas as sensações.

Outro sinal de falta de prazer é flacidez muscular durante o sexo, por exemplo, já que o corpo tende a se contrair quando você está aproveitando a situação.

3. Reações

Respiração pesada, arrepios pelo corpo, gemidos e até falar palavras desconexas são algumas das formas de demonstrar que você está, sim, gostando daquilo. Então, se seu parceiro está muito mais quieto do que o normal, pode não estar tão concentrado na transa.

Outra reação comum de quem não está sentindo prazer é a inquietação, tentando mudar as posições várias vezes, a forma como as mãos estão sobre o corpo ou o que estão fazendo.

Mas, afinal, como dar mais prazer ao meu parceiro?

Antes de mais nada, é preciso entender que sentir prazer no sexo não tem nada a ver com você “dar” prazer, mas com a própria pessoa saber como ela consegue aproveitar esse momento. “Só sentimos prazer quando facilitamos ao outro os caminhos do nosso prazer, os quais já estamos acostumados”, explica Oswaldo Rodrigues Jr., psicólogo especialista em sexualidade.

Segundo ele, o passo número um para saber o que o outro está sentindo e, claro, expor as suas próprias sensações é pelo diálogo. “É preciso perceber [que o parceiro não está sentindo prazer] e, na sequência, perguntar”, comenta.

E não é preciso ter receio! Débora Pádua afirma que é esse diálogo que ajuda na descoberta dos gostos do outro. “Expressões e comportamentos demonstram o prazer, mas é preciso falar e ouvir. Mulheres e homens têm essa insegurança de não estar agradando o parceiro, mas esse espaço para a conversa é mais essencial.”

“Às vezes a pessoa está em outra sintonia e isso não quer dizer que ela não gosta do que você faz, mas talvez ela queira sentir um prazer diferente no momento. Você sabe se envolver com a outra pessoa, mas ambos tem que querer estar envolvidos e nem sempre isso acontece”, diz.

Isso também não quer dizer que você ou ele não saiba fazer sexo ou seja “ruim de cama”. “Uma coisa é não saber o que está fazendo, não querer se envolver ou fazer algo diferente, e a outra é estar conhecendo o seu parceiro e estar descobrindo o que ele gosta. Não existe problema nisso em ainda estar aprendendo”, completa Débora.

A dica, nesse caso, é participar. Deitar e “ficar esperando” que o parceiro faça tudo pode ser um banho de água fria, porque vai parecer que você não está se envolvendo tanto para ter prazer também. As preliminares também podem ajudar a aumentar o nível de excitação de ambos já que, segundo a sexóloga, o sexo começa muito antes da cama.

“Ninguém é responsável pelo prazer do outro, mas pelo próprio. Então, é preciso também se adaptar, comunicar e pedir ações conhecidas do parceiro, ou seja que você sabe que gosta. Prestar atenção nessas expressões também ajuda a sentir prazer “, finaliza o psicólogo.

IG

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Daniel disse:

    Já que é por conexão, na próxima vez que for para cama com minha mulher, vou questionar se será por bluetooth, wifi ou airdrop.

    • Helio disse:

      Né, o cara que bomba devagar e acaba logo pode ter conexão de fibra ótica que não vai dar certo…

Prazer no sexo e muito mais: ginástica íntima, pompoarismo traz benefícios para o corpo e a autoestima da mulher

shutterstock

“Pouca gente sabe, mas o pompoarismo é uma arte milenar indiana de fortalecimento da musculatura íntima”, explica Cátia Damaceno, coach de relacionamento e especialista em sexualidade feminina.

A prática se tornou conhecida no Ocidente por volta de 1950, com um médico chamado Arnold Kinel, que tinha várias pacientes com problemas de incontinência urinária. “Então ele desenvolveu uma série de exercícios para o fortalecimento dessa musculatura”, diz a especialista.

Entenda mais sobre o pompoarismo

As vantagens

O pompoarismo tem muitos benefícios para o corpo. No quesito saúde, ele melhora as cólicas menstruais e o funcionamento do intestino, facilita o trabalho de parto e a recuperação pós-parto, e previne as incontinências urinária e fecal.

Já quando o assunto é sexo, esses exercícios melhoram a lubrificação e aumentam a libido . “A mulher pompoarista não tem dificuldades para atingir o orgasmo e eles são mais intensos, de maior qualidade e em grande quantidade, ou seja, essa mulher se torna multiorgásmica”, explica Cátia.

Além disso, como melhora a performance sexual, a autoestima da mulher também aumenta. “Com o pompoarismo, você também consegue fazer vários tipos de movimentos no pênis do parceiro, aumentando também a autoconfiança na hora do sexo.”

E se você acha que não terá habilidade para praticar os exercícios, está enganada. Segundo Cátia, todo mundo pode praticar, independentemente da idade. Até mesmo meninas, depois da primeira menstruação, podem praticar para evitar as cólicas. “Só não pode utilizar os acessórios em pessoas virgens”, alerta.

Os exercícios

Assim como a academia, é preciso que os exercícios sejam feitos corretamente e por um período constante para ter resultados. E você pode praticar com auxílio de professores e fisioterapeutas especializados, em aulas coletivas ou individuais, ou até mesmo em casa.

O primeiro passo para começar é ter consciência corporal. Um exercício muito simples é você imaginar que está com vontade de fazer xixi e não pode naquele momento, então faz um movimento para segurar a urina. “Esse movimento contrai os músculos que seguram o nosso assoalho pélvico, fortalecendo-o”, explica Cátia.

Você pode realizar de 20 a 30 contrações por dia, com descanso de 30 segundos a 1 minuto entre elas. Faça isso por 10 minutos. “Só é bom não praticar quando você estiver com vontade de fazer xixi de verdade. Segurar a urina pode gerar infecção urinária”, diz ela.

Quais acessórios usar no pompoarismo?

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Olivia Morena disse:

    Aqui é a Olivia Morena, eu gostei muito do seu artigo seu conteúdo vem me ajudando bastante, muito obrigada.

“Mulher não pode negar fogo para o marido, senão ele vai procurar em outro lugar, tá na Bíblia”, diz Patrícia Abravanel

Foto: Montagem

Patrícia Abravanel e Lívia Andrade se tornaram um dos principais assuntos da madrugada desta segunda-feira (02). Tudo isso ocorreu por causa da participação delas no “Jogo dos Pontinhos”, quadro do “Programa Silvio Santos”, exibido no último domingo(01). A filha do homem do baú afirmou que, segundo a Bíblia, as mulheres devem fazer sexo com seus maridos sempre que eles estiverem com desejo, para evitar traição no casamento.

O “Jogo dos Pontinhos” é feito com perguntas para os convidados responderem. Silvio então questionou se era normal a mulher alegar dor de cabeça para não fazer sexo. Patrícia não fugiu da raia e declarou que não é normal porque a Bíblia ensina que esposas devem fazer sexo sempre que seus parceiros procurarem.

“Mulher não pode negar fogo para o marido, senão ele vai procurar em outro lugar, tá na Bíblia”, declarou a apresentadora, gerando revolta nas redes sociais. “É inaceitável que uma pessoa como Patrícia Abravanel tenha espaço na televisão. É um completo desserviço o que essa mulher fala”, afirmou uma internauta.

Lívia Andrade, que também participa do quadro, não se calou e rebateu a fala da colega de emissora. “Se a gente não quiser, a gente não precisa mentir. A gente precisa falar a verdade. Não estou a fim e pronto”, disparou a titular do “Fofocalizando”, recebendo apoio da web.

“Lívia lendária. Por isso tem espaço no SBT, enquanto outras vivem saindo e voltando”, escreveu uma seguidora. “Lívia Andrade certíssima. Alguém sensata nesse antro de gente com cabeça pequena”, detonou um segundo.

Na Telinha – UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Roziel disse:

    Patricia abravanel está lendo a bíblia ou um dos livros mais picantes de Nelson Rodrigues?

VIROU DEBATE NAS REDES SOCIAIS: Por que homem não geme no sexo? Tabu da masculinidade compromete a transa

Imagem: AleksandarNakic/iStock

“Mano, por que homem não geme? A gente ta lá no maior esforço, sabe, rebolando pra c* e o cara não faz um ‘hã’.” A reclamação viralizou no Twitter nas últimas semanas, e diz muito sobre o comportamento sexual dos homens cisgêneros heterossexuais — aqueles que foram identificados como homens ao nascer — e que transam com pessoas que se identificam como mulheres.

Para quem estuda a sexualidade humana, a questão toca em pontos sensíveis: entre mostrar vulnerabilidade e a exigência de fazer sexo performático, os homens se calam. A influência da pornografia, que reforça papéis de gênero pré-estabelecidos, lega às mulheres a tarefa de expressar o prazer com caras, bocas e voz. Aquela “carinha de quem tá gostando demais” (como diz a letra de um pagode do grupo Molejo da década de 1990) ainda é coisa de mulher. De onde vem essa cultura?

Twitter concentra questões

No Twitter, muitas usuárias passaram a escrever sobre o fato de homens não gemerem no sexo, mesmo quando as mulheres estão “no maior esforço” durante a prática sexual.

Apesar de o ato de “abafar os gemidos” ser a deixa para quando o casal quer uma rapidinha, mulheres descreveram que, mesmo com tesão, seus parceiros mantêm os olhos fechados, como se estivessem dormindo, ou não emitem nenhum som, ainda que atinjam o orgasmo.

Usuários que se identificaram como homens heterossexuais disseram que “nem todo homem” faz silêncio no sexo. Gays relataram que tiveram experiências em que gemer era mais comum.

Afinal, gemer é um tabu?

A postura durante o sexo depende do “estilo” de cada um na cama. Mas, para a terapeuta sexual Thais Plaza, a questão de o homem não gemer tem a ver, entre outros fatores, com uma “grande pressão da sociedade com relação à demonstração de sentimentos”.

“Do mesmo modo que a mulher na infância é ensinada a ‘tirar a mão dali’, que a vulva é ‘feia e suja’, o homem aprende que ele não chora e que, se começa a mostrar muito sentimento, é ‘mulherzinha’. Assim, ele cria um bloqueio de acesso ao sentimento, seja ele qual for”, afirma Thais.

O psiquiatra Saulo Ciasca, psicoterapeuta especialista em sexualidade humana, identidade de gênero e orientação sexual, explica que segurar o gemido também é uma questão cultural masculina, que tem a ver com poder e com a dificuldade de mostrar vulnerabilidade.

“Gemer é uma forma de mostrar prazer e, em uma relação sexual destinada ao prazer do homem, o fato de ele mostrar que está gostando do que ela está fazendo pode ter a ver com [a perda de] poder”, avalia ele, em entrevista a Universa, “Passa pela vulnerabilidade, de não querer se mostrar fraco. Além disso, gemer pode ser visto como ‘algo feminino’ e, nesse sentido, o homem entende que vai perder potência, perder masculinidade.” A mesma lógica se aplica ao mito de que ‘homem não nega fogo’, por exemplo.

Thais avalia que a pressão por exercer a masculinidade na hora do sexo pode ainda refletir em ansiedade de desempenho e na vontade de proporcionar uma experiência performática demais para a parceira, que fica “distante do sentir”. “Ele se esquece de verbalizar o que está sentindo, porque está mais preocupado em fazer a parceira obrigatoriamente gozar, o que constitui uma ditadura do orgasmo.”

Gays e a cultura do machismo

Saulo Ciasca afirma que a mesma lógica do “homem mudo” pode ser reproduzida em relações homossexuais, dependendo do grau com que a cultura do machismo está impregnada em cada indivíduo.

“Ao se determinar quem é ativo ou passivo, por exemplo, pode-se reproduzir a ideia de que alguém ali vai ser ‘uma mulher’, estabelecendo-se uma lógica heteronormativa”, analisa. “Com isso, o passivo poderia gemer, e o ativo, não.”

Pornografia x espontaneidade

A pornografia, além de estimular comportamentos sexistas nos homens, também entra nessa conta. “O pornô dá ao homem a falsa ideia de potência, de intensidade, mas ninguém lembra que aquilo é editado. Além disso, o que aparece lá é que o papel dele não é gemer, é fazer a mulher gemer”, pontua Ciasca.

Só que sexo, na vida real, tem a ver com espontaneidade. “Fazer barulho, contrair o corpo, mostrar que está gostando é sempre mais interessante, porque a espontaneidade caminha ao lado da criatividade, e ambas são fatores estimulantes no sexo. O homem ainda deve estar atento às possibilidades do prazer do corpo, com regiões de prazer não habituais”, explica o psiquiatra.

Gemer pega bem

A terapeuta sexual Thais Plaza avalia ainda que, se para as mulheres que levaram o tema ao Twitter, “pega bem gemer”, essa é uma postura que ainda precisa ser negociada entre os casais, como muita coisa no sexo.

“É preciso conversar sobre sexualidade fora da cama, do mesmo jeito que se faz com amigos em uma mesa de bar. Há homens e também mulheres cis que têm dificuldade de falar até ‘ai, que gostoso’, ou ‘faz mais assim’. O que sabemos é que verbalizar pega super bem.”

Mesmo no sexo casual, é fundamental estabelecer a “liberdade de se expressar”. “E, se passar do casual, você já ‘construiu’ uma relação com liberdade, que pode render outros encontros mais gostosos ou um relacionamento, sem fingir que gostou de algo. Se o homem é um robô na cama, é importante dizer: ‘olha, eu gosto mais de homens que estejam aqui comigo’. Os dois estão vulneráveis, os dois querem surpreender, mas é sempre melhor falar a verdade do que passar uma ideia errada”, afirma Thais.

Universa – UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PP alves disse:

    Aqui no Nordeste, nós geme sim

  2. Véio de Rui disse:

    Quem disse isso? Quando tô fazendo amor chega dou urros.Kkkk

FOTOS E VÍDEO: Cena explícita de sexo faz plateia abandonar exibição no Festival de Cannes, na França

Cena de ‘Mektoub, My Love: Intermezzo’ (Foto: Divulgação)

Seis anos depois que ‘Azul É a Cor Mais Quente’ gerou controvérsia no Festival de Cannes, o cineasta Abdellatif Kechiche está sendo criticado novamente. Dessa vez, por ‘Mektoub, My Love: Intermezzo’. Abdellatif está sendo “massacrado” pelo conteúdo sexual prolongado de seus filmes em várias frentes. ‘Mektoub, My Love: Intermezzo’ estreou no Festival de Cannes nesta semana inspirando reações negativas de críticos, jornalistas e membros da audiência.

‘Intermezzo’ é a sequência de ‘Mektoub, My Love: Canto Uno’, que estreou em Cannes em 2017. Ambos os filmes, baseados no romance de François Bégaudeau, ‘La Blessure, la vraie’, apresentam Ophélie (Ophélie Bau) e Amin (Shaïn Boumédine) no centro de uma complexa teia de atração. Uma cena de ‘Intermezzo’ depois de cerca de dois terços do filme (que tem quase quatro horas de duração) mostra um longo e consensual encontro sexual em um banheiro entre Ophélie e um homem. A cena, segundo o portal IndieWire, apresenta o que parece ser um sexo oral não simulado e dura muito mais do que a cena de sexo mais extensa do filme ‘Azul É a Cor Mais Quente’, de 2013.

Abdellatif Kechiche (Foto: Getty Images)

‘Azul É a Cor Mais Quente’, que ganhou o prêmio Palme d’Or do festival, apresentou vários momentos íntimos entre as personagens de Lea Seydoux e Adèle Exarchopoulos. Ambas as atrizes detalharam mais tarde as condições inóspitas de filmagem no set, denunciando o comportamento de Kechiche ao supervisionar várias de suas cenas. No outono passado, Kechiche foi acusado de agressão sexual, acusações que seus advogados disseram que o diretor “categoricamente nega”.

Comentários sobre o polêmico filme Mektoub My Love: Intermezzo (Foto: Reprodução Twitter)

As reações do público nas redes sociais foram predominantemente negativas, com alguns espectadores dizendo que saíram da exibição de ‘Mektoub, My Love: Intermezzo’ e um seguidor postou até uma foto da sala de cinema com muitos lugares vazios. David Ehrlich detalhou muitos dos problemas em sua crítica: “Enquanto o conteúdo sexual explícito em ‘Canto Uno’ é menos freqüente e hostil do que em ‘Azul É a Cor Mais Quente’, a natureza maliciosa do seu trabalho de câmera [em ‘Intermezzo’] é mais pronunciada; o olhar masculino é praticamente a única lente que Kechiche usa”.

Assim como aconteceu com ‘Canto Uno’, ‘Intermezzo’ está competindo no festival e é elegível para os prêmios do júri – os vencedores das categorias de roteiro, atuação e direção serão revelados no encerramento do festival no sábado à noite. Confira o trailer do primeiro filme, que conta com os mesmos personagens:

Globo, via Revista Monet

 

FOTOS: Robôs “realistas” para sexo apresentam funções surpreendentes; veja lista

Robô sexual da LumiDolls tem traços humanos — Foto: Diulgação/LumiDolls

Os robôs sexuais têm o objetivo de satisfazer seus donos sexualmente e, para isso, imitam características de pessoas reais. Esses acessórios estão ficando cada vez mais inteligentes e parecidos com os humanos, embora ainda gerem muita polêmica. Assim como a Realbotix oferece a Harmony, a LumiDolls é uma empresa espanhola especializada em robôs sexuais premium que atua de maneira mais intensa na Europa e conta com uma série de opções. A marca possui, inclusive, pontos de venda e permite que os potenciais consumidores testem os produtos antes de realizar a compra.

Segundo a própria fabricante, seus produtos representam o que há de melhor no segmento, o que justificaria o alto custo para aquisição. O preço de uma boneca pode chegar a 2 mil euros, cerca de R$ 9 mil em conversão direta. A seguir, conheça algumas curiosidades sobre os robôs sexuais e produtos da LumiDolls.

1. Bordeis com robôs

Um potencial cliente pode desejar ter um contato mais próximo com as bonecas da LumiDolls antes de investir no produto. Para isso, a empresa oferece “bordeis” nos quais os usuários podem testar os produtos antes de realizar a aquisição.

Atualmente quatro cidades oferecem o “test drive” das bonecas LumiDolls: Moscou (Rússia), Barcelona (Espanha), Turim (Itália) e Nagoya (Japão). Cada uma das localidades possui modelos específicos de bonecas e realiza a cobrança em moeda local. Para realizar o agendamento da visita, os interessados devem acessar o site da empresa e colocar o nome da lista, além de considerar investir cerca de R$ 360 no período mínimo oferecido, que é de 30 minutos.

2. Modelos totalmente customizadas

As bonecas sexuais LumiDolls são oferecidas em diversos modelos e categorias, de acordo com os mais variados fetiches. É possível encontrar até robôs inspirados em personagens de anime, por exemplo. Caso nenhum dos modelos agrade o cliente, outra opção é solicitar uma boneca totalmente personalizada de acordo com o gosto do usuário. Esse processo leva em consideração não só o estilo visual do robô, mas também a anatomia desejada pelo cliente.

Boneca sexual inspirada na Mulher Maravilha — Foto: Divulgação/ LumiDolls

3. Versões masculinas

Diferente de outras empresas que atuam na área, a LumiDolls oferece modelos masculinos de robôs sexuais. A oferta é menor em relação às opções de bonecas com feições femininas, mas a empresa destaca que pode desenvolver projetos de acordo com o gosto do cliente, independente de aparência e gênero desejados.

4. Opções que contemplam a diversidade

O público LGBT também possui opções que, segundo a LumiDolls, foram desenvolvidas de acordo com os padrões esperados por esta fatia do mercado. As ofertas da empresa também são mais limitadas em relação aos outros segmentos de produtos, o que deve mudar à medida que novos modelos são desenvolvidos. Além disso, as versões na seção “Gay” da loja oficial são as mesmas presentes na parte de bonecos masculinos.

5. Sistema de entregas discreto

Segundo a fabricante, as LumiDolls possuem uma estrutura interna de metal, o que faz com que as bonecas sejam muito resistentes e muito pesadas. Quem considerar realizar a compra, precisa ficar atento também ao frete dos produtos, que podem ser enviados para diversos países no mundo. A LumiDolls garante que no sistema de entregas os produtos são enviados de maneira discreta, de forma que os vizinhos dos clientes não consigam identificar o que chegou por meio de uma transportadora convencional.

6. Cuidados e manutenção

A utilização das bonecas sexuais LumiDolls demandam de alguns cuidados. Entre eles, a empresa destaca que para utilizar uma solução lubrificante, por exemplo, é preciso que o produto tenha a sua composição à base de água. Além disso, apesar das bonecas serem capazes de suportar seu próprio peso em suas articulações, a fabricante destaca que é interessante evitar quedas e impactos mais intensos, já que isso pode danificar o produto e o ambiente onde ela está sendo utilizada.

A fabricante também orienta que, para manter um bom nível de maciez na pele das bonecas, sejam praticados alguns banhos com sabonete antibacteriano e aplicação de talco, a fim de devolver a suavidade ao toque. A utilização ao ar livre também não é recomendada. É necessário fazer uma lavagem sempre que o robô for utilizado e quando o objeto não estiver em uso, deve ser lavado ao menos uma vez a cada 30 dias. Alguns itens sensíveis são destacáveis e podem ter uma limpeza mais detalhada se removidos das bonecas.

Globo, com Techtudo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nica disse:

    Miserabilidade existencial!!

Acessório sexual curioso faz gravações íntimas em resolução HD e oferece visão noturna

Foto: Divulgação/TheCockCam

A The Cock Cam é um dispositivo que chama atenção pela proposta inusitada: ser o primeiro anel peniano com uma câmera. Desenvolvido pela fabricante de brinquedos eróticos Julz, o acessório tem capacidade para gravar em resolução HD e oferece até visão noturna. Além disso, o aparelho conta com conectividade Wi-Fi e funciona por meio de um aplicativo para celulares Android e iPhone (iOS) que faz a transmissão das gravações.

Os usuários que desejam apimentar as relações sexuais podem comprar a câmera curiosa pelo preço de US$ 160, algo em torno de R$ 650 em conversão direta e sem impostos. A loja oficial do produto oferece envio com frete grátis para o mundo todo, incluindo o Brasil.

A The Cock Cam faz vídeos em HD com resolução de 1280 x 720 pixels e suporta cartão microSD de até 32 GB. Além disso, o aparelho conta com visão noturna em infravermelho e tem ângulo de visão de 90 graus para melhor visualização.

O controle das ações promete ser bem simples, já que tudo acontece por meio de um aplicativo exclusivo para o produto. A conexão é feita usando uma rede Wi-Fi e as imagens captadas pelo aparelho são enviadas em tempo real para o app, que armazena tudo. Para começar a gravação, basta sincronizar os dispositivos e iniciar a filmagem. Depois, o usuário pode compartilhar a gravação com seu parceiro.

Foto: Divulgação/TheCockCam

Com relação ao design, a câmera sexual é feita de silicone e tem visual discreto. O dispositivo possui cerca de 4 cm e pode ser utilizada com dois tipos de adaptadores, inclusos no kit. O aparelho funciona com bateria e oferece entrada microUSB para carregar.

Globo, via The Cock Camera