Comportamento

Gretchen fala que sexo na maturidade “é o melhor que existe”

Foto: Reprodução

Aos 62 anos, Gretchen comentou sobre sexo na maturidade e como a reposição hormonal a ajudou a ter bem-estar. Em entrevista para o jornal O Globo, a artista também falou sobre as decisões do filho Thammy Miranda.

Sobre o casamento com Esdras de Souza, ela disse que é a primeira vez que é feliz de verdade. “Eu passaria tudo de novo se soubesse que o Esdras estaria no fim. Ele é o homem que sempre sonhei. As pessoas falavam: ‘Esse homem que você imagina não existe'”, disse. Mas ela respondia: “Existe sim e vou achá-lo”, disse.

“Esdras é gentil, carinhoso, companheiro e me deixa ser eu mesma. Ele gosta de mim como sou”, comentou. Sobre sexo na maturidade, ela afirma que é o melhor que existe.

“É quando a mulher mais aproveita por ter como dizer o que e como gosta. Não sente mais vergonha nem tem de dar dar satisfação para ninguém. Faço reposição hormonal e isso me deu vida e bem-estar. Hoje também existem os ‘brinquedinhos’, aparelhos que são excelentes. As mulheres nem precisam mais ir para sites de relacionamento”, disse.

A cantora também falou sobre a necessidade de ter mãe. Ela é mãe de sete: Thammy (38), Décio (36), Jenny (32), Sérgio (28), Gabriel (24), Giullia (18) e Valentina (10). “Adotei a Jenny e a Valentina e é um amor único. Todos eles são bem-sucedidos. Nunca quis pensão dos pais deles, porque teria que me submeter à educação que eles iam querer dar. Jamais fui ao tribunal pedir dinheiro. Sempre falei: ‘Você dá se quiser porque trabalho e posso sustentá-los’. Eu decidi ser mãe. Considero-me maternal, mas não sou superprotetora. A vida inteira falei para os meus filhos: ‘Viajo todos os meses, um dia posso não voltar, vocês precisam saber se virar sem mim’. Desde cedo, eles têm essa consciência”, disse.

Sobre Thammy Miranda, ela comentou como encarou as decisões do filho. “Na infância, Thammy gostava de roupa de homem, curtia brinquedos de menino e queria fazer xixi em pé. Eu não percebi por não ter, naquela época, conhecimento dessa questão. Aos 15 anos, ele se relacionou com uma mulher. Passamos por um longo processo, que envolveu compreensão, amor e inúmeras conversas. É uma aceitação”, disse.

“Pais e filhos precisam caminhar juntos, aí tudo dá certo. Sempre apoiei o Thammy, estive e estou ao seu lado em todas as decisões”. Atualmente trabalhando como coach, Gretchen diz que recebe milhares de mensagens por dia de pessoas que pedem conselhos e orientações.

“A partir da pandemia, a vontade de me profissionalizar para trabalhar como coach ficou mais latente. Se não fosse a nova profissão, estaria há quase dois anos sem trabalhar. Durante o curso de Master Coach, descobri ser uma coach nata. Estimulo quem está do meu lado a alcançar os objetivos e a se valorizar. Fui atacada por psicólogos, mas a profissão de coach é reconhecida. Não me preocupo com as críticas. O que interessa é o que decidi para minha vida”, completou.

IG

 

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Jornalismo

Repórter que fez sexo durante reportagem sobre a reabertura de um clube de swing se defende: ‘Não ultrapassei os limites do jornalismo’

Foto: Reprodução/Intagram

Da pequena Ishoj (Dinamarca) para o mundo. Assim pode ser descrita a vida na última semana de Louise Fischer, de 26 anos. A jornalista da Radio4 virou notícia em vários países após ter feito sexo com um homem que ela entrevistava durante reportagem sobre a reabertura de um clube de swing. Em entrevista exclusiva ao PAGE NOT FOUND, Louise disse respeitar os críticos, que considera poucos, mas a dinamarquesa afirmou acreditar que não tenha ultrapassado os limites éticos do jornalismo.

“Participar ativamente da reportagem é comum na Dinamarca”, afirmou ela.

PAGE NOT FOUND: Em algum momento passou pela sua cabeça que você poderia fazer sexo durante a reportagem?

LOUISE: Eu tinha uma ideia de que faria sexo, mas não queria que fosse algo obrigatório. Eu queria fazer isso se fizesse sentido para a reportagem. Então tomei minha decisão final de fazer sexo quando estava no clube de swing e quando comecei a falar com as pessoas e percebi como elas são tímidas. Foi porque topei a atividade sexual que eles toparam falar comigo mais abertamente e também dessa forma os ouvintes puderam ter uma experiência plena da noite de reabertura no clube.

PAGE NOT FOUND: Então não foi acidental?

LOUISE: Não, não foi acidental. Fazia parte da minha estratégia fazer uma reportagem o mais genuíno e próximo possível da realidade. Eu queria levar os ouvintes o mais perto possível do clube de swing e das pessoas. Queria que os ouvintes sentissem como se estivessem lá.

PAGE NOT FOUND: Foi a sua primeira vez num clube de swing?

LOUISE: Sim, foi.

PAGE NOT FOUND: Como você descreve o homem com quem fez sexo no clube?

LOUISE: Ele foi muito gentil e demonstrou muito respeito. Ele estava muito atento para não cruzar nenhuma das minhas barreiras.

PAGE NOT FOUND: Por que você escolheu exatamente esse homem?

LOUISE: Exatamente porque ele foi gentil comigo e era bonito.

PAGE NOT FOUND: Como está a sua vida após a reportagem?

LOUISE: Os primeiros dias depois da reportagem foram exatamente os mesmos de sempre. Foi apenas mais uma experiência divertida. Mas depois que a mídia dinamarquesa e internacional quis me entrevistar, eu tenho estado bem ocupada. Eu disse sim a todas as entrevistas e a mídia de todo o mundo me contatou. E as minhas redes sociais explodiram com pessoas que querem me seguir e me parabenizar. E recebi muitas ofertas de emprego. Além disso, essa experiência me fez refletir sobre a minha vida e o meu trabalho como jornalista. Agora estou muito mais confiante em mim mesma e tenho novos objetivos como jornalista.

PAGE NOT FOUND: Você pretende se aventurar em uma nova carreira?

LOUISE: Não. Ainda quero trabalhar como jornalista. Mas quero experimentar diferentes aspectos no campo jornalístico, por exemplo como apresentadora ou fazendo reportagens e programas mais longos.

PAGE NOT FOUND: Na TV?

LOUISE: Sim, possivelmente. Mas também em rádio. Ainda não decidi, mas quero. Já foi apresentadora e repórter de TV, com transmissões ao vivo, e quero fazer mais coisas assim.

PAGE NOT FOUND: Como os seus colegas de rádio reagiram à reportagem? Sentiu algum tipo de preconceito?

LOUISE: Eles me apoiam 100%! Todos eles foram muito legais e me deram um feedback muito bom! Eles acham que foi muito legal da minha parte fazer aquilo. Não sinto nenhum preconceito. Algumas pessoas me criticaram ou criticaram a reportagem, mas foram apenas algumas. Quase todos tiveram reação positiva.

PAGE NOT FOUND: E como reagiu a sua família?

LOUISE: A minha mãe apenas riu e disse que eu era louca. O meu pai me disse que eu era a jornalista mais legal de todas! Eles me apoiam e dizem que eu devo fazer o que quiser.

PAGE NOT FOUND: Como você lida com os críticos?

LOUISE: Eu entendo perfeitamente se as pessoas querem me criticar. Acho que é bom que os críticos reajam porque é importante discutir os limites e nosso papel como jornalistas.

PAGE NOT FOUND: Você acha que a sua reportagem ultrapassou os limites éticos do jornalismo ou é apenas uma nova forma de contar histórias?

LOUISE: Não acho que tenha ultrapassado os limites. É muito normal, pelo menos na Dinamarca, agir ativamente como jornalista e sempre foi isso que eu fiz. Eu não fiz nada ilegal ou prejudicial, então estou confiante de que tomei a decisão certa ao participar ativamente da cena.

PAGE NOT FOUND: Como você define a experiência jornalística e sexual que viveu?

LOUISE: Foi uma experiência muito boa, gostei muito e gosto muito do jornalismo que debate diferentes temas e vai além dos limites das pessoas.

PAGE NOT FOUND: Você repetiria a experiência?

LOUISE: Normalmente não gosto de fazer exatamente as mesmas histórias de novo, mas faria algo semelhante novamente se surgisse uma oportunidade.

PAGE NOT FOUND: Você ainda está solteira? Mantém contato como o homem do clube de swing?

LOUISE: Sim, ainda estou solteira. Tive contato com ele por meio de mensagem. Mas eu não o vejo desde aquela noite

PAGE NOT FOUND: Mas deseja um novo encontro?

LOUISE: Ainda não sei…

Page Not Found – Extra

Opinião dos leitores

  1. Em um país puritano e preconceituoso como o Brasil, jamais que essa moda pegaria por aqui. Os puritanos daqui nao sabem aproveitar as coisas boas da vida. No mais, parabens p/ jornalista. Melhor que isso so se eu fosse o macho la do clube que pegou ela kkkk

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Televisão

‘Fiz muito sexo, fui muito julgada por causa disso’, diz atriz global Deborah Secco

Foto: Fernando Lopes

Deborah Secco participou do podcast “Prazer, Renata”, apresentando por Renata Ceribelli, no episódio “Sexo: Aqui Não É Tabu” ao lado das atrizes Maria Bopp e Claudia Ohana. Durante a conversa a atriz revelou as dificulade e o preconceito que sofreu por fazer o filme da Bruna Surfistinha.

“Quando decidi fazer o Bruna Surfistinha briguei com meu marido na época, com a minha mãe, com as minhas empresárias, com a minha família, todo mundo era contra. A minha irmã, quando fiz a capa da Playboy, eu lembro, ela fazia faculdade e escondia as revistas e botava outras revistas por cima para não ver a irmã dela na capa da Playboy. Talvez meus irmãos sejam muito diferentes de mim. Eu sempre fui muito julgada em casa e fora de casa”, disse.

“O que podia ser ferida nessa vida por ter esse comportamento, eu já fui. Comecei a ser pública muito jovem. Queria muito ter uma família, então me apaixonava perdidamente. Me apaixonei muito. Vivi muitas paixões. Fiz muito sexo, fui muito julgada e sofri horrores por causa disso. Fui capa de revista como a destruidora de lares sem nunca ter feito nada com aquele casal específico. Sofri muito por causa disso”, continuou a mãe da Maria Flor, de 5 anos.

Deborah também relembrou que essa dificuldade de falar sobre sexualidade afeta a todos, especialmente mulheres que são rotuladas quando tentam quebrar o tabu.

“Sexo é um coisa que todo mundo faz. Depois que minha filha nasceu, isso ficou muito claro. A coisa mais incrível que eu fiz na minha vida foi sexo, que gerou um ser que nasceu, cresceu dentro de mim. Todo mundo que nasceu é fruto de sexo. Então me estranha muito que até hoje todo mundo que foi feito através de sexo, existiu através de sexo, procria através de sexo não fale sobre sexo. Até quando nós, mulheres, vamos ter que ficar oprimidas e acreditando que sexo só serve para procriarmos, sabe? Isso é muito opressor”, opinou Deborah.

IG – Delas

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Televisão

PROVOCOU ALVOROÇO NAS REDES SOCIAIS: Produção revela casal que provocou “gemidão” em noite “empolgada” após festa no reality show Power Couple Brasil, na Record

Foto: Reprodução

Rodrigo Carelli, diretor do Power Couple Brasil 5, revelou quem foi a participante responsável pelo “gemidão” que vazou na madrugada de domingo (16) na transmissão do PlayPlus e qual foi o casal que pediu silêncio. Li Martins e JP Mantovani foram os empolgados, enquanto Márcia Fellipe e Rod Bala foram os irritados.

“Para quem estava na dúvida de quem era o ‘gemidão’, hoje revelamos que eram a Li e o JP. E quem fez ‘shhhhh’ foram Márcia e Rod”, entregou o diretor, através das redes sociais. Carelli ainda afirmou que deu a deixa para o público entender durante o programa exibido na noite de segunda-feira (17).

Internautas já haviam especulado que Li e Mantovani eram o casal empolgado e que Márcia foi quem pediu silêncio, já que a câmera estava mostrando imagens externas na hora em que o áudio vazou, e os dois casais são os únicos que não dormem dentro da mansão.

A ex-Rouge e o modelo são os habitantes do Quarto Perrengue, por terem fechado a primeira semana com o menor saldo da conta corrente. Já a cantora manauara e o produtor musical, estão pela segunda semana consecutiva na barraca por escolha de MC Mirella e Dynho Alves, que são o Casal Power.

Confira:

Sim! Pra quem estava na dúvida de quem era o “gemidão” do @powercouple , hoje revelamos no programa que eram a Li e o JP. E quem fez “shhhhh” foram Márcia e Rod que estão na barraca, ao lado do perrengue.

Notícias da TV – UOL

Opinião dos leitores

  1. Essa RECORD LIXO está acabando com as famílias dos conservadores patriotas defensores dos bons costumes. Parece que o bispo macedo não anda muito alinhado com aquilo que prega.

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Comportamento

ROBÔS NO PÁREO: Até 2050 serão mais frequentes as relações sexuais entre humano e tecnologia do que entre pessoas, estimam estudos

Foto: Divulgação

Alguns estudos estimam que, em 2045, um em cada cinco jovens fará sexo com um robô de forma bem habitual. A conexão entre sexo e tecnologia – conhecida como sextech – será três vezes maior daqui a 20 anos e se multiplicará por sete em 2050; alguns cientistas garantem que, a essa altura, serão mais frequentes as relações sexuais entre humano e tecnologia do que entre pessoas. Embora pareça ficção científica, a realidade é que, no futuro, além da popularizarão de bonecos ‘humanos’ equipados com Inteligência Artificial (IA), nós também teremos a possibilidade de acariciar a parceira mesmo à distância, imprimir em 3D uma réplica dos órgãos genitais de outro ser humano, coordenar seus movimentos por um aplicativo móvel ou usar tecnologias que nos façam sentir o orgasmo de várias pessoas simultaneamente.

Mas o sextech precisa ser olhado também de uma perspectiva bioética. Em 2015, foi lançada a campanha (CARS – Campaign Against Sex Robots) para alertar contra os perigos de normalizar as relações com máquinas, reforçando a desumanização feminina e prolongando relações assimétricas de gênero já bem conhecidas, que reduzem o corpo da mulher às suas partes. Tal campanha deu origem a um movimento mundial que busca uma abordagem mais ética, feminista e humanística à robótica, computação, IA e tecnologias futuras.

Pensando na mesma lógica de parcialismo e objetificação da pessoa humana, poderíamos incluir na reflexão os vibradores realísticos, que reproduzem pênis humanos? Na perspectiva de princípio ideológico como movimento contra a desigualdade, o pênis sempre foi representante da potência sexual, investido de positividade, atividade, poder. Muitos falos encontrados à venda em sex shops são reproduções orgulhosas de pênis de atores pornôs. Homens cis, normalmente, não se sentem historicamente objetos sexuais, à exceção dos homens negros que ocuparam o lugar de objetificação no período escravagista, haja vista que foram inclusive usados como reprodutores despidos de humanidade. Ou seja, na perspectiva de gênero, as bonecas femininas não têm o mesmo significado que o vibrador realístico masculino, o que não significa em hipótese alguma que, em ambos os casos, não haja objetificação dos corpos e não provoque incômodo em muitos. É bem comum ouvir sobre o rechaço masculino em relação aos vibradores de suas parceiras, chamando-os de “concorrentes”, expressando indignação diante do sentido de insuficiência. Parece-me, no entanto, que a origem da inquietação está relacionada à potência do falo e não à questão ética da redução do humano ao seu corpo objetificado. Gostaria de ouvir os homens sobre isso.

Mas há outras implicações da associação entre sexo e tecnologia ainda mais complicadas que também estão em jogo. No site da campanha CARS há o alerta para como a indústria voltada para o sextech corre o risco de, ao se propor a desenvolver robôs para satisfação sexual das pessoas, fomentar a pedofilia e o abuso contra crianças. Embora algumas pessoas considerem que robôs ou bonecas real born possam ajudar aqueles que se sentem atraídos por menores a descarregar suas tensões sexuais, não há estudos realizados com usuários que legitimem essa hipótese, isto é, que mostrem que a prática com bonecos evite de fato o abuso e a violência sexual contra crianças, púberes e adolescentes humanos ou se os estimule ainda mais.

Ainda segundo o CARS, há uma dificuldade dos governos de legislar sobre esse tema. Em grandes sites de compras e marketplace, não é difícil achar pedaços de corpos ou bonecos infantis na mesma página de vendas de produtos para a prática de BDSM, por exemplo. Pioneira em legislar sobre esse tema é a Austrália, que, desde 2019, considera tais bonecos como material de exploração sexual infantil.

Robôs concebidos para práticas sexuais já estão disponíveis para compra. Harmony, a primeira máquina erótica, custa cerca de R$ 73 mil e é capaz de falar, memorizar as preferências da parceria e realizar práticas sexuais como sexo a três ou surras com chicote, se for disso a pessoa gosta. No futuro, iremos testemunhar o crescimento dos digisexuais – pessoas que fazem sexo quase exclusivamente com máquinas. Como me disse outro dia a escritora Lili Prata, o ponto interessante é que, ao invés de tratar o outro como um objeto/máquina ou se colocar na relação como máquina, poderemos ter a opção de fazer sexo objetificado com uma máquina e sexo humano com um humano. Sob essa perspectiva, de todo ruim, não será.

Universa – UOL

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Geral

Rede social de sexo faz sucesso no Brasil durante isolamento

Foto: Pond5

O Sexlog, rede social brasileira voltada para encontros sexuais, registrou um aumento de 37% no número de novos cadastros em 2021, em comparação ao mesmo período de 2020. Segundo pesquisa feita pela empresa, a pandemia da Covid-19 colaborou para esse sucesso, especialmente para pessoas solteiras e casais que tiveram sua rotina alterada dentro de casa e buscaram melhorar a vida sexual com outros parceiros.

De acordo com o relatório do site, em março de 2020 a plataforma possuía 11,4 milhões de usuários. Atualmente, o número subiu para 14,7 milhões. O crescimento teve início nas duas primeiras semanas de abril do ano passado, quando registrou 15% de elevação nos cadastros. No decorrer do ano, essa indicação só cresceu, chegando a bater uma média de 25% de alta entre casais e mulheres.

O número de transmissões ao vivo realizadas por casais também aumentou durante a pandemia. Entre março de 2020 e março de 2021, o recurso de livecams subiu 72%. O crescimento durante o período de isolamento é significativamente maior do que no ano anterior, quando essa estatística teve somente 12% de alta.

Segundo relatos de usuários da plataforma, os casais utilizam as transmissões para realizar a prática do exibicionismo, mostrando e assistindo a vídeos de outros pares, já que os nudes e vídeos amadores são liberados dentro da plataforma. Eles também revelam que utilizam a rede social para postar fotos em encontros programados com outros usuários. Até janeiro deste ano, mais de 1 milhão de lives foram realizadas no serviço.

O relatório também aponta que a rede social aumentou em 25% o upload de fotos durante o período, mantendo uma média de 15 mil fotos publicadas por dia. Os vídeos também cresceram no período, subindo 18%, contabilizando mil novos clipes de usuários todos os dias.

Foto: Reprodução/Gabrielle Ferreira

Segundo o CEO do Sexlog, Leandro Kitamura, o aumento da plataforma tem a ver com o isolamento social.

“O crescimento na busca pela rede social se deu muito devido às medidas restritivas impostas na circulação social, onde pessoas solteiras e casais precisaram se reinventar para satisfazer seus desejos”

Para criar uma conta no Sexlog, é preciso fazer um breve cadastro com dados pessoais, informar o tipo de perfil no qual está interessado, escolhendo entre homens, mulheres ou casais, além do tipo de interação que está buscando. Depois do login, será possível encontrar perfis de acordo com seus interesses, entrar em grupos, publicar fotos e vídeos com conteúdo adulto, conversar com outros usuários e marcar encontros.

Globo, via Techtudo

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Diversos

“Quando engravidei, transava dez vezes ao dia”, diz global Deborah Secco

(Foto: Reprodução / Instagram)

Deborah Secco revelou, durante entrevista para o canal de Sabrina Sato para o Youtube, que antes de engravidar da filha, Maria Flor, ela e o marido, Hugo Moura, mantinham vida sexual muito ativa.

“A gente diminuiu muito a quantidade de sexo que a gente fazia. Eu engravidei com dois meses de namoro, então quando engravidei, a gente transava dez vezes ao dia. Quando a gente transava médio. A gente estava naquele momento em que só transava. Conheci o Hugo e só transei até a Maria nascer. No nosso dia entrou um cinema, uma conversa, um jantar, foi perdendo o espaço do sexo. Na gravidez a gente transou menos, mas ainda transava semanalmente. E quando a Maria nasceu, foi um baque”, contou ela.

Questionada por Sabrina Sato se já transou muito no banheiro de sua casa, Deborah garantiu que sim. “Ainda transo muito no banheiro. Ainda mais aqui, a Maria agora só dorme na minha cama. Não sai mais. Às vezes é no banheiro. Hugo às vezes me pega na cama e eu falo: ‘Está louco? A criança!'”, disse, bem-humorada.

A atriz ainda falou sobre o fato de lidar bem com a sexualidade. “Eu acho uma loucura esse tabu que as pessoas tem com sexo. A minha filha nasceu de sexo. Todo mundo que existe veio do sexo, por que as pessoas tem dificuldade de falar com isso?”.

Com personalidade forte e normalmente sincera com o que fala, Deborah frisou que apesar de ter tranquilidade com seu modo de vida, acaba passando por julgamento de terceiros.

“A gente vive em um mundo de muito julgamento. As pessoas adoram tirar a responsabilidade delas e julgar os outros. Quando você se posiciona com sinceridade – graças a Deus eu convivo muito em paz com meus erros – as pessoas não olham assim. As pessoas não tem carinho pelas imperfeições, tem críticas”, disse.

Quarentena em família

Deborah ainda contou como tem ficado mais próxima da filha, Maria Flor, no período de isolamento social.

“Nessa quarentena já oscilei entre os melhores e piores momentos da minha vida. No início, eu estava vindo de um ritmo alucinado de gravação. Gravando onze horas por dia, chegando em casa para decorar trinta cenas, e nos dias de folga tendo que viajar para São Paulo para fazer algum trabalho. São momentos da vida que as oportunidades acabam surgindo mais financeiramente, profissionalmente. Eu, que não gosto de sair de casa, tive que abrir mão dessa folga para aproveitar o momento. De repente, tudo parou e realizei o meu sonho no momento que era ter tempo de ficar com a minha família. No início foi o céu. A Maria demonstra muita falta de mim, ela fala: ‘Não quero que você pare de trabalhar, mamãe. Não quero que você deixe de fazer o que gosta. Só quero que fique um pouquinho comigo’. Meu coração despedaça. Eu fico todos os dias. Não abro mão de levar a Maria para a escola, de colocar para dormir. Às vezes, gravando novela, coloco ela para dormir e deixo chegar atrasada na escola, mudo toda a rotina dela para ficar mais presente.”, desabafou.

Globo, via Quem

Opinião dos leitores

  1. Acho que o couro da vagina não suporta tal nível de atividade. Por isso acho a afirmação da garota uma grande mentira

  2. É mentira!!
    Esse caba não aguenta, nem sentando em cima de uma bacia de ovos caipira.
    Tem cara de quem deva uma e nove cagada.
    Rsrsrs
    Agora, essa atriz, tem estampa pra até dobrar, ou seja da 20 por dia fácilmente.
    Agora, tinha que ser com mais de uma pessoa, pena que não estou na lista dela.
    hehehehehe

    1. “deva uma e nove cagada”
      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  3. Pura mentira essa informação dessa atriz que para voltar a ser noticia inventa isso.
    Noticia dispensável em meio a uma pandemia em que morrem milhares de pessoas no mundo e em nosso país – faça algo que agradeça está viva e com saúde. Faça uma boa ação, mentalize energias positivas e não coisas intimas que não interessam a ninguém.
    Pior é a mídia ainda divulgar.

  4. Nada de anormal. Esses feitos são do conhecimento da psiquiatria há muitos anos. No estudo das mulheres histéricas há casos bem piores; há relatos de 20 ou mais. O furor vaginal não é nenhuma novidade. Quem nunca viu um caso de furor na universidade, ou na repartição pública em que trabalha? Sempre há casos de pessoas insaciáveis.
    Não obstante, eu ainda acho que ela quer mesmo é voltar à ribalta, aparecer!

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Comportamento

VÍDEO: Polícia Civil prende 60 que faziam sexo em festa clandestina de swing no DF

Foto: Material cedido ao Metrópoles

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) encerrou uma festa clandestina de swing, na tarde de domingo (14/3), em Samambaia. Aproximadamente 60 pessoas, algumas fazendo sexo, foram alvo da Operação Afrodite.

Em função dos decretos estabelecidos pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para frear a pandemia do novo coronavírus, não são permitidas festas com aglomeração, uma vez que há lockdown parcial e toque de recolher em vigor.

O Metrópoles revelou a onda de encontros de swing, marcados em grupos fechados de WhatsApp, para driblar o lockdown, inclusive em áreas públicas.

A Operação Afrodite foi conduzida pela 26ª Delegacia de Polícia, de Samambaia Norte. Durante a ação policial, alguns casais se enervaram contra os agentes. Houve discussão e registro de desacato.

“É preciso que as pessoas tenham consciência que festas clandestinas serão combatidas com rigor. Todos os convidados foram levados para delegacia e responderão criminalmente”, disse o delegado-chefe da 26ª DP, Rodrigo Larizzatti.

Segundo o delegado adjunto Rodrigo Carbone, cada casal ou pessoa responderá um procedimento criminal, além de estarem sujeitos a multa administrativa de R$ 1 mil por aglomeração.

Afrodite

Na mitologia grega, Afrodite é deusa da sexualidade, do amor e da beleza.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. O cara brocha na hora com um.negócio desse pode estar com a gata.mais gostosa do DF

  2. Não vejo a matéria criticando a operação, já imaginou se fosse no RN, a culpa seria de qualquer pessoas menos de quem estava aglomerando…

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Comportamento

“Faço amor, sexo, trepo, todos os nomes, porque me permito”, diz Xuxa, que fala de vibradores e dá dica do ‘chuveirinho’

Foto: Reprodução

Xuxa revelou um pouco mais sobre sua intimidade durante conversa com Sabrina Sato, no programa SaladaSato. A apresentadora falou sobre o início de sua vida sexual, contou como a maturidade melhorou suas relações, deu dicas sobre masturbação e vibradores e ainda revelou uma experiência um tanto quanto inusitada.

Famosa desde a adolescência, Xuxa afirma que sempre precisou procurar os homens que a interessavam, já que muitos tinham medo de se aproximar dela. “Desde que comecei a lidar com minha imagem, aos 16 anos, era eu que chamava o cara na chincha. Não acho isso ruim, não. Se eles podem, a gente também pode”, disse ela.

A apresentadora afirmou que o sexo melhorou muito com o passar dos anos. “Se eu transasse com o Junno [Andrade, seu namorado] aos 17 anos, não teria dado valor para o que a gente faz agora. A maturidade faz a gente dar mais valor a tudo que faz. Antes, eu fazia sexo. Hoje, faço amor, sexo, trepo, todos os nomes que se dá para uma relação, porque me permito a isso”, contou Xuxa.

A apresentadora ainda revelou que aposta em vibradores para apimentar a relação. “Brinquedinho é uma coisa que tem que ter sempre para o homem e a mulher, para se conhecerem. Para um relacionamento durar, tem que fazer o que todo mundo faz e depois inventar, criar, descobrir outras coisas, ver vídeos…”, sugeriu ela.

Já para quem não quer arriscar com os vibradores, Xuxa deu uma dica. “Eu me descobri muito tarde, isso de se conhecer, se tocar. Como é uma coisa cara, as pessoas que não tem a possibilidade de comprar esses brinquedinhos podem usar o chuveirinho. A água batendo lá é uma maravilha, resolve da mesma maneira”, afirmou.

No final da entrevista, Xuxa ainda revelou uma experiência sexual um pouco inusitada, que não a agradou muito. “Uma vez, estava transando com um cara e ele puxou meu cabelo para cima e pediu: ‘canta Quem Quer Pão’”, disse arrancando risadas.

Léo Dias – Metrópoles

 

Opinião dos leitores

  1. Ô xuxa véia virada!!
    Chagava junto aí com força.
    A se eu te pego.
    Abaixava essa quentura vechado.

  2. Que estimule as mulheres a se libertarem de verdadeiris protocolos na transa.
    D o q quiser e a quem quiser, com quantos achar melhor.

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Diversos

Em caso inédito, gêmeas de 19 anos fazem readequação de sexo em SC

Foto: Alex Ferrer/Divulgação

Duas gêmeas de 19 anos realizaram cirurgia de readequação de sexo em um hospital de Blumenau, no Vale do Itajaí. Elas nasceram com o sexo biológico masculino, mas discutem a transição para o feminino desde antes da maioridade. O hospital informou que a cirurgia de uma delas terminou na noite de quarta-feira (10). A outra irmã foi operada na quinta (11).

Antes de ser submetido à cirurgia, o paciente precisa passar por acompanhamento multidisciplinar por cerca de dois anos. As gêmeas fizeram a cirurgia pela rede particular, mas o procedimento é disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Dos cinco hospitais públicos brasileiros que prestam esse serviço, nenhum fica em Santa Catarina. A espera no país para iniciar o processo pode levar até cinco anos (leia mais abaixo).

Segundo o hospital, as gêmeas passaram por acompanhamento psicológico e orientações médicas. As duas começaram o tratamento hormonal por volta dos 15 anos.

A cirurgia feita na quarta-feira durou cinco horas, mesmo tempo que o procedimento da irmã, realizado nesta quinta. As duas estão de repouso no mesmo quarto e ficarão internada por três dias, conforme o hospital.

Os médicos José Carlos Martins Junior e Cláudio Eduardo, especializados em cirurgia trans e feminização facial, foram os responsáveis pelo procedimento cirúrgico realizado no Hospital Santo Antônio. Segundo a unidade, é a primeira vez que gêmeas passam por esse tipo de procedimento no país.

Legislação

Conforme mostra o vídeo(AQUI em reportagem na íntegra), em 2020 novas regras para a cirurgia de transição de gênero foram aprovadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A resolução amplia o acesso à cirurgia e também ao atendimento básico para transgêneros.

A norma reduziu de 18 para 16 anos a idade mínima para o início de terapias hormonais e define regras para o uso de medicamentos para o bloqueio da puberdade. Procedimentos cirúrgicos envolvendo transição de gênero estão proibidos antes dos 18 anos. Antes era preciso esperar até os 21 anos.

Cirurgia é último recurso procurado

Para o pesquisador Rodrigo Moretti, professor e pesquisador do departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), do Núcleo de Estudos em Gênero e Saúde, a busca de pessoas transexuais interessadas em fazer a cirurgia de readequação de sexo diminuiu nos último anos.

Isso porque antes do decreto nº 8.727 de abril de 2016, que trata sobre o uso do nome social e o reconhecimento da identidade de gênero de pessoas travestis ou transexuais, a cirurgia era obrigatória para que a pessoa pudesse modificar seus documentos.

“A cirurgia é o último recurso, muitas vezes a população necessita só da modificação das características secundárias, que o uso de hormônio as vezes dá conta, sem a necessidade de alteração genital”, afirmou Rodrigo Moretti.

Foto: Alexandre Mauro / G1

Procedimento pelo SUS

É a portaria nº 2.836 de dezembro de 2011, que instituiu a Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, que trata sobre o direito da cirurgia de readequação de sexo e o uso de hormônios. O objetivo é geral da portaria é promover a saúde integral da população LGBT.

Para realizar a cirurgia de readequação de sexo pelo SUS, o acesso inicial é via Unidade Básica de Saúde (UBS). Após esse primeiro contato, é função da rede estadual direcionar essa pessoa para um dos centros de referência habilitados pelo Ministério da Saúde que realizam o procedimento .

No Brasil, cinco hospitais prestam esse serviço de acompanhamento para a população. Nenhum deles fica em Santa Catarina.

“Os mais próximos do estado ficam em Porto Alegre e São Paulo. Tem também um no Rio do Janeiro, em Pernambuco e Goiás. Cada um dos centros realiza no máximo duas cirurgias como essas por mês. Então, isso dá uma média 10 procedimentos por mês e isso é muito aquém da necessidade. É uma situação precária”, disse Rodrigo.

Segundo o pesquisador a fila de espera é longa, com relatos de pessoas que esperam por mais de cinco anos para iniciar o processo.

“O direito destas pessoas está assegurado, é uma politica pública que já tem 10 anos. Mas se avançou muito pouco desde então. Há grandes dificuldades na realização deste procedimento hospitalar pelo SUS. […] Por mais que essas mulheres trans sejam cidadãs, elas não tem o seu direito cumprido na sua totalidade neste sentido”, disse.

O G1 procurou a Secretaria de Estado da Saúde para informações sobre a fila de espera e não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

Avanço

Mesmo com um cenário que ainda precisa melhorar, Rodrigo Moretti, vê o procedimento das gêmeas como um grande avanço.

“Até muito recentemente, mesmo com recursos para fazer a cirurgia no sistema privado de saúde e passando pelo acompanhamento com profissionais qualificados, as pessoas não conseguiriam realizar esta cirurgia. Acho que tem uma mudança de cenário bem interessante neste sentido”, explica o professor.

De acordo com o pesquisador esse tempo segue parâmetros internacionais que são seguidos pelo CFM.

“Esse procedimento não é tranquilo, é algo que mesmo depois da cirurgia demora tempo para a pessoa se adaptar. É uma modificação muito profunda. No fim, essa mulheres já são mulheres desde sempre, mas foram lidas como homens pela questão genital e por uma certa incompreensão da sociedade. Tem que limpar uma vida aí, toda uma uma trajetória de opressão”, concluiu.

Ambulatório Trans

Florianópolis é uma das poucas capitais do país que tem um ambulatório de atendimento específico para este público. Segundo o último levantamento da prefeitura, 400 pessoas trans foram atendidas no local regularmente.

Os atendimentos acontecem no Centro de Saúde do Saco Grande e Campeche. Os médicos e outros profissionais de Saúde acompanham os processos de hormonização e indicam exames aos pacientes. Esse acompanhamento também pode implicar em tirar dúvidas sobre a cirurgia readequação de sexo.

“O ideal que não tivéssemos locais específicos. O melhor seria que esta população pudesse frequentar qualquer posto próximo. Mas é possível ver essa sensibilidade da rede municipal de saúde nesta questão. A gente tem vários estudos que apontam que temos mulher trans e homens trans com problemas básicos de saúde, como por exemplo, unha encravada. A pessoa não tinha a coragem de ir no serviço de saúde pelo estigma que ela sabia que iria sofrer por ser uma pessoa trans. O hormônio é sim importante, mas o básico também é”, disse Rodrigo Moretti.

Primeira cirurgia

A primeira cirurgia no Brasil foi anterior a qualquer resolução oficial. Ela foi feita em 1971 pelo cirurgião Roberto Farina, que chegou a ser condenado por isso. Farina também fez a primeira cirurgia em um homem transexual no Brasil – o paciente foi o psicólogo e escritor João Nery, autor do livro “Viagem solitária – memórias de um transexual 30 anos depois”.

Já a primeira cirurgia de redesignação sexual na rede pública no Brasil foi realizada em 1998, no Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas. Na época, o procedimento só foi possível após a resolução 1482/97 do CFM. A primeira mulher trans a ser operada pela rede pública de saúde foi Bianca Magro, em 1998.

G1-SC

Opinião dos leitores

  1. Não entendi se eram homens que se transformaram em mulheres, ou mulheres que tinham nascido com uma espécie de pênis ou coisa assim. Como é isso?

  2. Infelizmente, não irão sentir prazer sexual de agora por diante. Agora, irão se sentir melhor como pessoa e isso importa.

    1. É verdade sem o clitóris fica impossivel a mulher sentir algum prazer sexual no ato sexual,para uma mulher natural que tem o clitóris já è bastante difícil atingir o clímax na penetración sexual para a maioria das mulheres normais e para um homem não atingir a liberação do prazer final da ejaculação,semeadura è mesmo que não sentir nada,não sei como é para as mulheres,mais deve ser terrivel terminar entre 60,70 e 80%das relacões sexuais durante a vida toda sem atingir o prazer final e depois de 9 meses ainda irão sentir uma dor da luz ou parto da vida pobre de nossas mães,Avós,tías,namoradas ou esposas.

    2. Esses casos dizem que a pessoa "se sente" que "nasceu no corpo errado".
      O que está errado? O corpo ou a mente?

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Polícia

Mulher faz sexo com ladrão em loja de conveniência para atrasá-lo até a chegada da polícia

Foto: Reprodução/Google Maps

Uma mulher realizou um ato sexual com um ladrão na loja de conveniência de posto de gasolina em Bratislava (Eslováquia) a fim de distraí-lo até que a polícia aparecesse, de acordo com o que foi relatado pela polícia local, em reportagem do “Sun”.

O ladrão, de 24 anos, forçou um funcionário da loja a entregar todo o dinheiro do caixa durante a ação criminosa na madrugada de quarta-feira (27/1).

O funcionário então fugiu para o escritório ao fundo depois de ter levado um soco no rosto.

De acordo com a agência de notícias TASR, citando uma fonte policial, nesse momento uma mulher entrou na loja pela porta dos fundos supostamente disposta a ajudar a pôr fim ao assalto.

A mulher – que não se acredita ser funcionária – teria praticado sexo oral no assaltante para impedi-lo de fugir. Um funcionário já havia chamado a polícia.

Quando os agentes chegaram ao local, descobriram a mulher e o ladrão deitados nus no chão, segundo relatos.

Não está claro se a mulher – que se chamaria Sona, de 35 anos, oriunda da República Tcheca – teria se submetido ao ato sexual com medo de ser agredida.

O porta-voz da polícia de Bratislava, Michal Szeiff, disse à TASR:

“Os policiais viram o homem recebendo serviços sexuais da mulher.”

De acordo com a mídia local, Sona disse a um policial:

“Leve-o, não consigo mais.”

Szeiff disse que o ladrão resistiu à prisão, levando os policiais a usar a força para detê-lo.

Extra – O Globo

Opinião dos leitores

  1. Com o ladrão, pela nossa Injustiça, nada d+ acontecerá….. Depois da audiência de custódia, será posto em liberdade, já com essa mulher, que no mínimo, podemos chama-la carinhosamente de desprovida de inteligência, o ladrão poderia acusá-la de estupro de vulnerável fácil!

    1. Você só pode ser uma anta mesmo, o caso foi na Eslováquia!

    1. É precisa ter muita banha e pelanca pra aguentar um rojão desse

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Diversos

Anitta faz novas revelações picantes sobre sexo, e cita relação com outros sob a presença de namorado: “foi uma delícia, ele estava olhando tudo”

Foto: Reprodução/YouTube

Sempre desinibida quando o tema é sexo, Anitta contou histórias íntimas e compartilhou sua experiência no assunto com os internautas numa entrevista com o youtuber mexicano Luis Torres. No bate-papo, a cantora deu dicas sobre sexo anal e revelou que um antigo namorado tinha fetiche de vê-la transando com outras pessoas.

“Pra mim, se você quer conquistar o meu c**inho, tem que vir com beijos, me apaixonar. Tenho dicas para dar o c*, mas não para vendê-lo com presentes, eu compro meus próprios presentes”, afirmou a artista.

Ela provocou gargalhadas no apresentador ao enumerar suas recomendações. “Em primeiro lugar, o que faço é limpar muito bem. Primeiro temos que fazer uma chuca. Como se diz chuca em espanhol? Nos certificarmos de que estamos livres de riscos, sem perigo de ‘passar cheque’, como dizemos no Brasil”, disse.

Em seguida, ela surpreendeu o anfitrião ao contar que costuma usar lubrificante na região com ajuda de um aplicador de cremes vaginais. “Por quê? Porque quando o amiguinho entrar, vai estar sempre molhado. Pode usar com cheiro, com sabor, de morango, sabe? Algodão doce, eu adoro”, comentou.

A conversa também rendeu no tópico fetiches, quando ela comentou sobre o de um ex.

“Eu já tive um namorado que gostava de me ver com outros. Eu adorei, porque estava apaixonada pelo meu namorado, mas também podia transar com outras pessoas e meu namorado adorava. Nossa! Isso foi mara! Foi uma delícia. Eu não estava sozinha, ele estava olhando tudo”, lembrou.

Com Yahoo e UOL

Opinião dos leitores

  1. Isso é um troço, deve ser muito ruim de cama, nunca vi cachorra que late muito morder.
    O bom é que ela mesma desrespeita a sua imagem, depois cobra respeito dos outros. Tenho é pena dessa coitada, é vazia demais, uma autêntica boneca inflável, que acha que só tem sexo para oferecer, lamentável.

  2. Se o homem pode fazer putaria e ter kenga, a mulher tb pode fazer putaria e ter vários boy de P grande, certo ela, a mulher tb decide com quem ele goza, ela sim é mito.

  3. Maravilhosa essa gata, me representa. Ela simplesmente diz : meu "edi" pra vcs, bando de otários!!

  4. Tem muitas pessoas no Brasil que ainda acreditam nessas imoralidades sexuais da senhorita Anita,mas,isso é só para chamar atenção e projeção midiática para autopromoção pessoal e de sua empresa musical criando ela sua própria personagem,usando a sua imagem, voz e os seus atraentes movimentos corporais eróticos e sensuais,essas estratégicas declarações sexuais extravagantes por enquanto está dando certo,chamando a atenção da mídia e do público para atração de contratos de trabalho de eventos musicais e de publicidade,mas,creio que essa estratégia no médio e longo prazo não dará certo,com essas suas sucessivas declarações sexuais exóticas,ela perderá aos poucos o apelo do público e da mídia,até cair no esquecimento.

  5. Prostituta assumida, ainda bem!
    Só que sem classe, sexo ficou para srt vívido e consumado à dois, sair por aí comentado é coisa de puta sem classe.

    1. Isso é uma vaca, esse namorado dela deve ser da turma dos jumentos, devia estar com outro enquanto ela vadiava…

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Diversos

‘Estou sendo muito bem comida’, diz Xuxa sobre Junno Andrade

Foto: Reprodução

]Xuxa abriu o coração ao dar uma entrevista ao colunista Leo Dias. A apresentadora falou um pouco sobre a sua vida privada com o marido, Junno Andrade, e sobre planos para 2021.

“Eu nunca imaginei alguém que ficaria tão dependente de alguém. Eu não consigo mais me imaginar sem esse cara. (…) Eu quero ele para o resto da minha vida”, disse ela, que completou: ‘Estou sendo muito bem comida’.

No lado da carreira, Xuxa revelou que não quer mais ter empresário no ano que vem. “ “Escolhi em 2020 que não quero ter uma pessoa para representar, não quero um empresário ou empresária. Não quero mais ter isso na minha vida. Vou começar 2021 sem essa figura para me representar”, disse.

“”Estou cansada das pessoas falarem por mim e falarem o que eu não gostaria que falasse. As pessoas falam, ‘nossa você fala tão legal com as pessoas, mas as que te representam não falam. E isso não bate. Nos anos 80 e 90, ouvia muito isso. Não quero mais isso para mim”, completou.

Isto É

Opinião dos leitores

  1. Maravilhosa! Exuberante! O cara deve se sentir orgulhoso de ouvir isso de sua MULHER. Parabéns Xuxa. Parabéns ao marido da mesma.

  2. Desnecessária essa informação dela – lutam tanto por independência, respeito e fala tanta MERDA.
    Procure se ocupar – pior é a midia dar espaço para esse tipo de noticias.

  3. Oxi… Tão feministazinha e tão feliz com o macho raíz que a come com maestria.

    Aprendam feministos, mulher gosta disso, sapatão é outra coisa.

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Comportamento

Atriz Cleo Pires revela já ter feito sexo com dois homens ao mesmo tempo: “eu acho super sexy”

Cleo falou sobre suas experiências sexuais e contou que já se relacionou intimamente com dois homens ao mesmo tempo. O assunto surgiu no momento em que a atriz comentava os dois ensaios para a “Revista Playboy” que protagonizou em 2010, num papo com Theodoro Cochrane, filho da jornalista Marília Gabriela.

“Lembro de uma coisa de sempre o trisal ser duas mulheres um homem. E eu tinha tido experiências com dois homens, e as pessoas falavam ‘ai, mas homem pegando homem’. Então eu perguntava: ‘Por que mulher pegando mulher é sexy e homem pegando homem não é? Eu acho super sexy”, diz ela, durante a entrevista, veiculada no canal do Youtube de Theodoro.

“Eles (os homem) sempre falam (um para o outro) sai , sai , sai daqui, mas não é verdade. Sempre tem um fogo amigo, ali. Acontece”, acrescentou a atriz, ao ser questionada se os homens envolvidos na relação íntima trocam carícias entre si.

Cleo comprou casa com cachê

Sobre os ensaios, Cléo diz que “ganhou muito bem”, mas não lembra do valor do cachê e que a ideia do ensaio duplo foi sua. “Eu comprei uma casa. Guardei um pouco ( de dinheiro)”, revela Cleo, que não se preparou fisicamente para o ensaio.

Durante o papo, a atriz de 38 anos contou outras curiosidades, como a plástica no nariz que realizou, um preenchimento nas olheiras e até que “adora ver pintos”, os de seus amigos, por exemplo. Ela falou ainda sobre a importância de cultivar e ter autoconfiança (tendo cuidado para “não virar arrogância”) e do empoderamento feminino.

“Às vezes sua autoconfiança vai vir de saber que você está sentido uma bela bosta naquela dia. E está tudo bem”, reflete ela, que continua: “Tudo o que eu acho que a gente faz, ou o que eu penso da minha vida que quero fazer é, no fundo, pelo relacionamento com as pessoas. Seja ele profissional, amoroso, de amigos, de família… de tudo.”

‘A gente pode mudar o mundo’

Marilia Gabriela também participou do papo e perguntou a Cleo sobre como ela encara a própria trajetória ao longo do tempo e se ela é feliz hoje em dia.

“A sensação que tenho é que eu nasci, mas não nasci do jeito que eu tinha que ser, fui adquirindo coisas. Eu acredito que a gente pode mudar o mundo. Isso é uma coisa que eu ainda tenho”, conclui a artista.

Extra – O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. O mundo realmente estar no processo do valor do descartável, e do tudo é possível até o dia da morte, mas sempre vivendo dias insaciáveis, insatisfeitos, inconstantes, infelizes, intermináveis, enfim, afinal, tem gente que é fruto de uma vida sem vida !!!

  2. Ôôôh menina danada.
    Tem nada não minha filha é seu, e é de couro.
    Lavou, enxugou ta pronto pra outra.
    Kkkkkkkk

  3. Essa mulher e aquela outra cantora Anita e algumas outras mulheres atrizes da Globo gostam de aparecerem com essas falsas ousadias sexuais, elas só querem ganharem os holofotes da mídia,mas na hora h não fazem nada,ou ficam paradas ou montam e não fazem nada.

  4. BG.
    A degradação moral extrapolou todos os limites. São gente desta extirpe que fazem as novelas da LIXO. Imagine os adolescentes com a personalidade em formação assistir esta DEGRADAÇÃO.

  5. Aturar conversa de apresentador sem talento e atriz decadente por 21 minutos não dá! Confesso que desisti nos primeiros 2 minutos, quando sair o resumo no tik tok talvez eu veja.

    1. deve ser…. e de sexo ela entende pq se expoe muito na midia neste assunto.

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Comportamento

Atriz Fernanda Nobre diz que busca ‘equidade sexual’, e detalha seu relacionamento aberto: ‘Nunca repetimos os parceiros’

Fernanda Nobre e o marido, José Roberto Jardim (Fotos: Reprodução)

Fernanda Nobre comentou sobre os vídeos que tem feito no período de isolamento para o seu IGTV. A atriz de 37 anos grava, de frente para a câmera do celular, conteúdos sobre relacionamentos, tabus, sexo e feminismo. Além deste tema, a artista falou ainda sobre sua relação não-monogâmica com o marido, José Roberto Jardim.

— O José tem essa generosidade, esse amor (de olhar para o companheiro e sentir felicidade de ele poder viver outras coisas). Eu, menos. Sou de um lugar mais egoísta. Ano passado li um livro que tem uma frase que me tocou: “Quando você namora um cara, encontra um sapo que vai transformar em príncipe”. E os homens olham para a gente do jeito que a gente é, e eles odeiam que a gente mude o nosso jeito. E eles se apaixonam pelo jeito como a gente é, e depois eles ficam ressentidos conforme a gente vai mudando durante os anos. O Zé fala muito isso. Quando a gente se conheceu, eu estava transando com dois amigos dele ao mesmo tempo. E ele falava: “Cara, não vou namorar você. Você está no auge da sua potência, no auge da sua liberdade sexual, e eu acho lindo isso”. E eu não entendia. “Estou transando com todo mundo, ó. Você não está namorando comigo”. E ele “Tá! Tudo bem”. Porque ele é um cara mais seguro e tem essa generosidade. Eu achava difícil de compreender isso, como se fosse uma falta de amor. Mas eu me apaixonei — disse ela, no podcast “Calcinha larga”.

A atriz conta, ainda, que demonstrou que queria entrar num relacionamento sério:

— Eu falei: “Cara, estou a fim de ter um namoro. Se não for com você, vai ser com outro cara”. A gente saía com outras pessoas, mas vivia essa relação que era aberta, não tinha rótulos (…) A gente ficou um tempo na monogamia, certinha, nananã… E eu insegura, coisa que eu não tinha quando estava sem o rótulo. Eu não vivia em insegurança.

Fernanda conta o motivo de ter optado pela relação não-monogâmica:

— O que eu busco com o relacionamento aberto é equidade sexual, equidade de liberdade.

Ela revelou o que ainda não aconteceu na relação não-monogâmica do casal:

— Eu nunca vivi (a situação de) ele transar com uma pessoa mais de uma vez. A gente nunca viveu isso. Não tem essa regra, só não vivemos até hoje isso.

A atriz comentou ainda que não acredita que após a maternidade seja possível levar este tipo de relação:

— Quando você é mãe, essa equidade já não existe, por mais que você tenha um marido muito maneiro, muito parceiro, um pai muito presente (…) Imagina a culpa de se afastar do filho para transar?

No tema feminismo, Fernanda comentou sobre padrões de beleza e de comportamento. Ela lembrou que era comum que colocassem rótulos devido à sua aparência física:

— Comecei a ser atriz com 8 anos de idade. E eu, loira, pequenininha, mignon, de olhos azuis, ainda mais na década de 90, fui colocada neste lugar de princesa, de menina. E eu sempre fui uma criança muito doente porque tenho uma asma muito grave. Aí fui colocada nesse lugar. E sempre fui muito doce, frágil e cuidada por causa da doença. Quando você faz televisão, entra num rótulo muito rápido. Aí esse rótulo da doçura foi colocado em mim e quando eu fui para a adolescência eu detestava. Eu era arisca. Odiava que as pessoas falassem que eu era fofa. Era como se estivessem me xingando. Com a maturidade encontrei esse equilíbrio.

Patrícia Kogut – O Globo

Opinião dos leitores

  1. Sê tá de brincadeira mulher!
    E o fruto dessa raparigagem como deve se chamar e como deve agir no rala e rola???
    Torcida do Flamengo ??
    Ô louco meu!

  2. Moça doente. Séria candidata a portadora de depressão daqui a uns anos. É só passar a febre do rato…

  3. Grande notícia.
    BG tá igual Léo Áquila kkkkk.
    E os 5milhões de reais que foram utilizados para compra dos respiradores ninguém fala mais nada.
    Eu aumento mas não invento

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Diversos

Bruna Surfistinha ministra curso com dicas de sexo por R$ 350

Foto: Reprodução/Instagram

Ela já deu inúmeras entrevistas, publicou livros e virou até filme no cinema, num longa cujo papel foi interpretado por Deborah Secco . Aos 35 anos, Raquel Pacheco , mais conhecida como Bruna Surfistinha, irá inovar. Com a experiência adquirida em anos trabalhando como garota de programa, no passado, ela levará o que sabe adiante e planeja um workshop. O tema… é sexo .

O curso foi batizado de “Transforme sua vida sexual com Bruna Surfistinha “. No workshop , oferecido para mulheres heterossexuais e homossexuais, Raquel, que é assumidamente bissexual, dará dicas para eliminar bloqueios sexuais, sair da rotina, além de técnicas para “se reinventar na cama”.

Temas como masturbação feminina, sexo oral, anal, fetiches e tântrico serão abordados. Para receber os ensinamentos, claro, os interessados terão de desembolsar uma quantia de R$ 350.

Raquel foi casada após parar de atuar como profissional do sexo. O ex-marido era um de seus clientes. Ela, que é DJ e empresária, está solteira.

Além do filme , chegou a participar de reality shows e lançou livros como “O Doce Veneno do Escorpião: O diário de uma garota de programa” e “Depois do Escorpião: uma História de Amor, Sexo e Traição “.

IG

Opinião dos leitores

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