Para especialistas, o sexo tem mais a ver com conexão do que com “ser bom de cama”

Foto: shutterstock

Alguma vez você estava no meio de uma transa e, quando percebeu, o seu parceiro não estava tão envolvido assim? Isso pode ser um sinal de que ele está tendo alguma dificuldade em sentir prazer naquela hora — apesar de isso não significar que o problema seja você.

Na realidade, sentir prazer não tem só a ver com o que você ou a outra pessoa estão sentindo, mas com a conexão entre vocês. É o que explica Débora Pádua, fisioterapeuta pélvica e sexóloga, ao Delas : “O casal deve entrar em sintonia na relação, se ele não está participando muito pode ter algo de errado — que não tem a ver, necessariamente, com sentir prazer ou não, mas com conseguir alcançar essa sintonia.”

Assim, existem alguns sinais que o homem e a mulher demonstram quando não estão curtindo tanto assim um momento que deveria ser prazeroso:

1. Expressões faciais

Fechar os olhos totalmente ou deixá-los parcialmente fechados é um sinal de que a pessoa está curtindo a transa e, principalmente, focada naquela sensação gostosa. Assim, deixar os olhos abertos pode ser um sinal de que ele não está prestando atenção no que está rolando entre vocês dois, mas em outras coisas.

Caretas e expressões faciais mais fáceis de identificar, como abrir a boca ou morder os lábios, também são formas de identificar que o outro está gostando.

2. Movimentos corporais

Sexo é uma interação que depende de duas pessoas. Por isso, é normal que tanto você quanto o outro queiram se movimentar, beijar, tocar o outro, buscando sempre mais prazer para si — e não ter essa “busca” pela interação pode significar que essa sintonia não está acontecendo, já que essas interações são respostas a todas as sensações.

Outro sinal de falta de prazer é flacidez muscular durante o sexo, por exemplo, já que o corpo tende a se contrair quando você está aproveitando a situação.

3. Reações

Respiração pesada, arrepios pelo corpo, gemidos e até falar palavras desconexas são algumas das formas de demonstrar que você está, sim, gostando daquilo. Então, se seu parceiro está muito mais quieto do que o normal, pode não estar tão concentrado na transa.

Outra reação comum de quem não está sentindo prazer é a inquietação, tentando mudar as posições várias vezes, a forma como as mãos estão sobre o corpo ou o que estão fazendo.

Mas, afinal, como dar mais prazer ao meu parceiro?

Antes de mais nada, é preciso entender que sentir prazer no sexo não tem nada a ver com você “dar” prazer, mas com a própria pessoa saber como ela consegue aproveitar esse momento. “Só sentimos prazer quando facilitamos ao outro os caminhos do nosso prazer, os quais já estamos acostumados”, explica Oswaldo Rodrigues Jr., psicólogo especialista em sexualidade.

Segundo ele, o passo número um para saber o que o outro está sentindo e, claro, expor as suas próprias sensações é pelo diálogo. “É preciso perceber [que o parceiro não está sentindo prazer] e, na sequência, perguntar”, comenta.

E não é preciso ter receio! Débora Pádua afirma que é esse diálogo que ajuda na descoberta dos gostos do outro. “Expressões e comportamentos demonstram o prazer, mas é preciso falar e ouvir. Mulheres e homens têm essa insegurança de não estar agradando o parceiro, mas esse espaço para a conversa é mais essencial.”

“Às vezes a pessoa está em outra sintonia e isso não quer dizer que ela não gosta do que você faz, mas talvez ela queira sentir um prazer diferente no momento. Você sabe se envolver com a outra pessoa, mas ambos tem que querer estar envolvidos e nem sempre isso acontece”, diz.

Isso também não quer dizer que você ou ele não saiba fazer sexo ou seja “ruim de cama”. “Uma coisa é não saber o que está fazendo, não querer se envolver ou fazer algo diferente, e a outra é estar conhecendo o seu parceiro e estar descobrindo o que ele gosta. Não existe problema nisso em ainda estar aprendendo”, completa Débora.

A dica, nesse caso, é participar. Deitar e “ficar esperando” que o parceiro faça tudo pode ser um banho de água fria, porque vai parecer que você não está se envolvendo tanto para ter prazer também. As preliminares também podem ajudar a aumentar o nível de excitação de ambos já que, segundo a sexóloga, o sexo começa muito antes da cama.

“Ninguém é responsável pelo prazer do outro, mas pelo próprio. Então, é preciso também se adaptar, comunicar e pedir ações conhecidas do parceiro, ou seja que você sabe que gosta. Prestar atenção nessas expressões também ajuda a sentir prazer “, finaliza o psicólogo.

IG

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Daniel disse:

    Já que é por conexão, na próxima vez que for para cama com minha mulher, vou questionar se será por bluetooth, wifi ou airdrop.

    • Helio disse:

      Né, o cara que bomba devagar e acaba logo pode ter conexão de fibra ótica que não vai dar certo…

Prazer no sexo e muito mais: ginástica íntima, pompoarismo traz benefícios para o corpo e a autoestima da mulher

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“Pouca gente sabe, mas o pompoarismo é uma arte milenar indiana de fortalecimento da musculatura íntima”, explica Cátia Damaceno, coach de relacionamento e especialista em sexualidade feminina.

A prática se tornou conhecida no Ocidente por volta de 1950, com um médico chamado Arnold Kinel, que tinha várias pacientes com problemas de incontinência urinária. “Então ele desenvolveu uma série de exercícios para o fortalecimento dessa musculatura”, diz a especialista.

Entenda mais sobre o pompoarismo

As vantagens

O pompoarismo tem muitos benefícios para o corpo. No quesito saúde, ele melhora as cólicas menstruais e o funcionamento do intestino, facilita o trabalho de parto e a recuperação pós-parto, e previne as incontinências urinária e fecal.

Já quando o assunto é sexo, esses exercícios melhoram a lubrificação e aumentam a libido . “A mulher pompoarista não tem dificuldades para atingir o orgasmo e eles são mais intensos, de maior qualidade e em grande quantidade, ou seja, essa mulher se torna multiorgásmica”, explica Cátia.

Além disso, como melhora a performance sexual, a autoestima da mulher também aumenta. “Com o pompoarismo, você também consegue fazer vários tipos de movimentos no pênis do parceiro, aumentando também a autoconfiança na hora do sexo.”

E se você acha que não terá habilidade para praticar os exercícios, está enganada. Segundo Cátia, todo mundo pode praticar, independentemente da idade. Até mesmo meninas, depois da primeira menstruação, podem praticar para evitar as cólicas. “Só não pode utilizar os acessórios em pessoas virgens”, alerta.

Os exercícios

Assim como a academia, é preciso que os exercícios sejam feitos corretamente e por um período constante para ter resultados. E você pode praticar com auxílio de professores e fisioterapeutas especializados, em aulas coletivas ou individuais, ou até mesmo em casa.

O primeiro passo para começar é ter consciência corporal. Um exercício muito simples é você imaginar que está com vontade de fazer xixi e não pode naquele momento, então faz um movimento para segurar a urina. “Esse movimento contrai os músculos que seguram o nosso assoalho pélvico, fortalecendo-o”, explica Cátia.

Você pode realizar de 20 a 30 contrações por dia, com descanso de 30 segundos a 1 minuto entre elas. Faça isso por 10 minutos. “Só é bom não praticar quando você estiver com vontade de fazer xixi de verdade. Segurar a urina pode gerar infecção urinária”, diz ela.

Quais acessórios usar no pompoarismo?

(mais…)

“Mulher não pode negar fogo para o marido, senão ele vai procurar em outro lugar, tá na Bíblia”, diz Patrícia Abravanel

Foto: Montagem

Patrícia Abravanel e Lívia Andrade se tornaram um dos principais assuntos da madrugada desta segunda-feira (02). Tudo isso ocorreu por causa da participação delas no “Jogo dos Pontinhos”, quadro do “Programa Silvio Santos”, exibido no último domingo(01). A filha do homem do baú afirmou que, segundo a Bíblia, as mulheres devem fazer sexo com seus maridos sempre que eles estiverem com desejo, para evitar traição no casamento.

O “Jogo dos Pontinhos” é feito com perguntas para os convidados responderem. Silvio então questionou se era normal a mulher alegar dor de cabeça para não fazer sexo. Patrícia não fugiu da raia e declarou que não é normal porque a Bíblia ensina que esposas devem fazer sexo sempre que seus parceiros procurarem.

“Mulher não pode negar fogo para o marido, senão ele vai procurar em outro lugar, tá na Bíblia”, declarou a apresentadora, gerando revolta nas redes sociais. “É inaceitável que uma pessoa como Patrícia Abravanel tenha espaço na televisão. É um completo desserviço o que essa mulher fala”, afirmou uma internauta.

Lívia Andrade, que também participa do quadro, não se calou e rebateu a fala da colega de emissora. “Se a gente não quiser, a gente não precisa mentir. A gente precisa falar a verdade. Não estou a fim e pronto”, disparou a titular do “Fofocalizando”, recebendo apoio da web.

“Lívia lendária. Por isso tem espaço no SBT, enquanto outras vivem saindo e voltando”, escreveu uma seguidora. “Lívia Andrade certíssima. Alguém sensata nesse antro de gente com cabeça pequena”, detonou um segundo.

Na Telinha – UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Roziel disse:

    Patricia abravanel está lendo a bíblia ou um dos livros mais picantes de Nelson Rodrigues?

VIROU DEBATE NAS REDES SOCIAIS: Por que homem não geme no sexo? Tabu da masculinidade compromete a transa

Imagem: AleksandarNakic/iStock

“Mano, por que homem não geme? A gente ta lá no maior esforço, sabe, rebolando pra c* e o cara não faz um ‘hã’.” A reclamação viralizou no Twitter nas últimas semanas, e diz muito sobre o comportamento sexual dos homens cisgêneros heterossexuais — aqueles que foram identificados como homens ao nascer — e que transam com pessoas que se identificam como mulheres.

Para quem estuda a sexualidade humana, a questão toca em pontos sensíveis: entre mostrar vulnerabilidade e a exigência de fazer sexo performático, os homens se calam. A influência da pornografia, que reforça papéis de gênero pré-estabelecidos, lega às mulheres a tarefa de expressar o prazer com caras, bocas e voz. Aquela “carinha de quem tá gostando demais” (como diz a letra de um pagode do grupo Molejo da década de 1990) ainda é coisa de mulher. De onde vem essa cultura?

Twitter concentra questões

No Twitter, muitas usuárias passaram a escrever sobre o fato de homens não gemerem no sexo, mesmo quando as mulheres estão “no maior esforço” durante a prática sexual.

Apesar de o ato de “abafar os gemidos” ser a deixa para quando o casal quer uma rapidinha, mulheres descreveram que, mesmo com tesão, seus parceiros mantêm os olhos fechados, como se estivessem dormindo, ou não emitem nenhum som, ainda que atinjam o orgasmo.

Usuários que se identificaram como homens heterossexuais disseram que “nem todo homem” faz silêncio no sexo. Gays relataram que tiveram experiências em que gemer era mais comum.

Afinal, gemer é um tabu?

A postura durante o sexo depende do “estilo” de cada um na cama. Mas, para a terapeuta sexual Thais Plaza, a questão de o homem não gemer tem a ver, entre outros fatores, com uma “grande pressão da sociedade com relação à demonstração de sentimentos”.

“Do mesmo modo que a mulher na infância é ensinada a ‘tirar a mão dali’, que a vulva é ‘feia e suja’, o homem aprende que ele não chora e que, se começa a mostrar muito sentimento, é ‘mulherzinha’. Assim, ele cria um bloqueio de acesso ao sentimento, seja ele qual for”, afirma Thais.

O psiquiatra Saulo Ciasca, psicoterapeuta especialista em sexualidade humana, identidade de gênero e orientação sexual, explica que segurar o gemido também é uma questão cultural masculina, que tem a ver com poder e com a dificuldade de mostrar vulnerabilidade.

“Gemer é uma forma de mostrar prazer e, em uma relação sexual destinada ao prazer do homem, o fato de ele mostrar que está gostando do que ela está fazendo pode ter a ver com [a perda de] poder”, avalia ele, em entrevista a Universa, “Passa pela vulnerabilidade, de não querer se mostrar fraco. Além disso, gemer pode ser visto como ‘algo feminino’ e, nesse sentido, o homem entende que vai perder potência, perder masculinidade.” A mesma lógica se aplica ao mito de que ‘homem não nega fogo’, por exemplo.

Thais avalia que a pressão por exercer a masculinidade na hora do sexo pode ainda refletir em ansiedade de desempenho e na vontade de proporcionar uma experiência performática demais para a parceira, que fica “distante do sentir”. “Ele se esquece de verbalizar o que está sentindo, porque está mais preocupado em fazer a parceira obrigatoriamente gozar, o que constitui uma ditadura do orgasmo.”

Gays e a cultura do machismo

Saulo Ciasca afirma que a mesma lógica do “homem mudo” pode ser reproduzida em relações homossexuais, dependendo do grau com que a cultura do machismo está impregnada em cada indivíduo.

“Ao se determinar quem é ativo ou passivo, por exemplo, pode-se reproduzir a ideia de que alguém ali vai ser ‘uma mulher’, estabelecendo-se uma lógica heteronormativa”, analisa. “Com isso, o passivo poderia gemer, e o ativo, não.”

Pornografia x espontaneidade

A pornografia, além de estimular comportamentos sexistas nos homens, também entra nessa conta. “O pornô dá ao homem a falsa ideia de potência, de intensidade, mas ninguém lembra que aquilo é editado. Além disso, o que aparece lá é que o papel dele não é gemer, é fazer a mulher gemer”, pontua Ciasca.

Só que sexo, na vida real, tem a ver com espontaneidade. “Fazer barulho, contrair o corpo, mostrar que está gostando é sempre mais interessante, porque a espontaneidade caminha ao lado da criatividade, e ambas são fatores estimulantes no sexo. O homem ainda deve estar atento às possibilidades do prazer do corpo, com regiões de prazer não habituais”, explica o psiquiatra.

Gemer pega bem

A terapeuta sexual Thais Plaza avalia ainda que, se para as mulheres que levaram o tema ao Twitter, “pega bem gemer”, essa é uma postura que ainda precisa ser negociada entre os casais, como muita coisa no sexo.

“É preciso conversar sobre sexualidade fora da cama, do mesmo jeito que se faz com amigos em uma mesa de bar. Há homens e também mulheres cis que têm dificuldade de falar até ‘ai, que gostoso’, ou ‘faz mais assim’. O que sabemos é que verbalizar pega super bem.”

Mesmo no sexo casual, é fundamental estabelecer a “liberdade de se expressar”. “E, se passar do casual, você já ‘construiu’ uma relação com liberdade, que pode render outros encontros mais gostosos ou um relacionamento, sem fingir que gostou de algo. Se o homem é um robô na cama, é importante dizer: ‘olha, eu gosto mais de homens que estejam aqui comigo’. Os dois estão vulneráveis, os dois querem surpreender, mas é sempre melhor falar a verdade do que passar uma ideia errada”, afirma Thais.

Universa – UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PP alves disse:

    Aqui no Nordeste, nós geme sim

  2. Véio de Rui disse:

    Quem disse isso? Quando tô fazendo amor chega dou urros.Kkkk

FOTOS E VÍDEO: Cena explícita de sexo faz plateia abandonar exibição no Festival de Cannes, na França

Cena de ‘Mektoub, My Love: Intermezzo’ (Foto: Divulgação)

Seis anos depois que ‘Azul É a Cor Mais Quente’ gerou controvérsia no Festival de Cannes, o cineasta Abdellatif Kechiche está sendo criticado novamente. Dessa vez, por ‘Mektoub, My Love: Intermezzo’. Abdellatif está sendo “massacrado” pelo conteúdo sexual prolongado de seus filmes em várias frentes. ‘Mektoub, My Love: Intermezzo’ estreou no Festival de Cannes nesta semana inspirando reações negativas de críticos, jornalistas e membros da audiência.

‘Intermezzo’ é a sequência de ‘Mektoub, My Love: Canto Uno’, que estreou em Cannes em 2017. Ambos os filmes, baseados no romance de François Bégaudeau, ‘La Blessure, la vraie’, apresentam Ophélie (Ophélie Bau) e Amin (Shaïn Boumédine) no centro de uma complexa teia de atração. Uma cena de ‘Intermezzo’ depois de cerca de dois terços do filme (que tem quase quatro horas de duração) mostra um longo e consensual encontro sexual em um banheiro entre Ophélie e um homem. A cena, segundo o portal IndieWire, apresenta o que parece ser um sexo oral não simulado e dura muito mais do que a cena de sexo mais extensa do filme ‘Azul É a Cor Mais Quente’, de 2013.

Abdellatif Kechiche (Foto: Getty Images)

‘Azul É a Cor Mais Quente’, que ganhou o prêmio Palme d’Or do festival, apresentou vários momentos íntimos entre as personagens de Lea Seydoux e Adèle Exarchopoulos. Ambas as atrizes detalharam mais tarde as condições inóspitas de filmagem no set, denunciando o comportamento de Kechiche ao supervisionar várias de suas cenas. No outono passado, Kechiche foi acusado de agressão sexual, acusações que seus advogados disseram que o diretor “categoricamente nega”.

Comentários sobre o polêmico filme Mektoub My Love: Intermezzo (Foto: Reprodução Twitter)

As reações do público nas redes sociais foram predominantemente negativas, com alguns espectadores dizendo que saíram da exibição de ‘Mektoub, My Love: Intermezzo’ e um seguidor postou até uma foto da sala de cinema com muitos lugares vazios. David Ehrlich detalhou muitos dos problemas em sua crítica: “Enquanto o conteúdo sexual explícito em ‘Canto Uno’ é menos freqüente e hostil do que em ‘Azul É a Cor Mais Quente’, a natureza maliciosa do seu trabalho de câmera [em ‘Intermezzo’] é mais pronunciada; o olhar masculino é praticamente a única lente que Kechiche usa”.

Assim como aconteceu com ‘Canto Uno’, ‘Intermezzo’ está competindo no festival e é elegível para os prêmios do júri – os vencedores das categorias de roteiro, atuação e direção serão revelados no encerramento do festival no sábado à noite. Confira o trailer do primeiro filme, que conta com os mesmos personagens:

Globo, via Revista Monet

 

FOTOS: Robôs “realistas” para sexo apresentam funções surpreendentes; veja lista

Robô sexual da LumiDolls tem traços humanos — Foto: Diulgação/LumiDolls

Os robôs sexuais têm o objetivo de satisfazer seus donos sexualmente e, para isso, imitam características de pessoas reais. Esses acessórios estão ficando cada vez mais inteligentes e parecidos com os humanos, embora ainda gerem muita polêmica. Assim como a Realbotix oferece a Harmony, a LumiDolls é uma empresa espanhola especializada em robôs sexuais premium que atua de maneira mais intensa na Europa e conta com uma série de opções. A marca possui, inclusive, pontos de venda e permite que os potenciais consumidores testem os produtos antes de realizar a compra.

Segundo a própria fabricante, seus produtos representam o que há de melhor no segmento, o que justificaria o alto custo para aquisição. O preço de uma boneca pode chegar a 2 mil euros, cerca de R$ 9 mil em conversão direta. A seguir, conheça algumas curiosidades sobre os robôs sexuais e produtos da LumiDolls.

1. Bordeis com robôs

Um potencial cliente pode desejar ter um contato mais próximo com as bonecas da LumiDolls antes de investir no produto. Para isso, a empresa oferece “bordeis” nos quais os usuários podem testar os produtos antes de realizar a aquisição.

Atualmente quatro cidades oferecem o “test drive” das bonecas LumiDolls: Moscou (Rússia), Barcelona (Espanha), Turim (Itália) e Nagoya (Japão). Cada uma das localidades possui modelos específicos de bonecas e realiza a cobrança em moeda local. Para realizar o agendamento da visita, os interessados devem acessar o site da empresa e colocar o nome da lista, além de considerar investir cerca de R$ 360 no período mínimo oferecido, que é de 30 minutos.

2. Modelos totalmente customizadas

As bonecas sexuais LumiDolls são oferecidas em diversos modelos e categorias, de acordo com os mais variados fetiches. É possível encontrar até robôs inspirados em personagens de anime, por exemplo. Caso nenhum dos modelos agrade o cliente, outra opção é solicitar uma boneca totalmente personalizada de acordo com o gosto do usuário. Esse processo leva em consideração não só o estilo visual do robô, mas também a anatomia desejada pelo cliente.

Boneca sexual inspirada na Mulher Maravilha — Foto: Divulgação/ LumiDolls

3. Versões masculinas

Diferente de outras empresas que atuam na área, a LumiDolls oferece modelos masculinos de robôs sexuais. A oferta é menor em relação às opções de bonecas com feições femininas, mas a empresa destaca que pode desenvolver projetos de acordo com o gosto do cliente, independente de aparência e gênero desejados.

4. Opções que contemplam a diversidade

O público LGBT também possui opções que, segundo a LumiDolls, foram desenvolvidas de acordo com os padrões esperados por esta fatia do mercado. As ofertas da empresa também são mais limitadas em relação aos outros segmentos de produtos, o que deve mudar à medida que novos modelos são desenvolvidos. Além disso, as versões na seção “Gay” da loja oficial são as mesmas presentes na parte de bonecos masculinos.

5. Sistema de entregas discreto

Segundo a fabricante, as LumiDolls possuem uma estrutura interna de metal, o que faz com que as bonecas sejam muito resistentes e muito pesadas. Quem considerar realizar a compra, precisa ficar atento também ao frete dos produtos, que podem ser enviados para diversos países no mundo. A LumiDolls garante que no sistema de entregas os produtos são enviados de maneira discreta, de forma que os vizinhos dos clientes não consigam identificar o que chegou por meio de uma transportadora convencional.

6. Cuidados e manutenção

A utilização das bonecas sexuais LumiDolls demandam de alguns cuidados. Entre eles, a empresa destaca que para utilizar uma solução lubrificante, por exemplo, é preciso que o produto tenha a sua composição à base de água. Além disso, apesar das bonecas serem capazes de suportar seu próprio peso em suas articulações, a fabricante destaca que é interessante evitar quedas e impactos mais intensos, já que isso pode danificar o produto e o ambiente onde ela está sendo utilizada.

A fabricante também orienta que, para manter um bom nível de maciez na pele das bonecas, sejam praticados alguns banhos com sabonete antibacteriano e aplicação de talco, a fim de devolver a suavidade ao toque. A utilização ao ar livre também não é recomendada. É necessário fazer uma lavagem sempre que o robô for utilizado e quando o objeto não estiver em uso, deve ser lavado ao menos uma vez a cada 30 dias. Alguns itens sensíveis são destacáveis e podem ter uma limpeza mais detalhada se removidos das bonecas.

Globo, com Techtudo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nica disse:

    Miserabilidade existencial!!

Acessório sexual curioso faz gravações íntimas em resolução HD e oferece visão noturna

Foto: Divulgação/TheCockCam

A The Cock Cam é um dispositivo que chama atenção pela proposta inusitada: ser o primeiro anel peniano com uma câmera. Desenvolvido pela fabricante de brinquedos eróticos Julz, o acessório tem capacidade para gravar em resolução HD e oferece até visão noturna. Além disso, o aparelho conta com conectividade Wi-Fi e funciona por meio de um aplicativo para celulares Android e iPhone (iOS) que faz a transmissão das gravações.

Os usuários que desejam apimentar as relações sexuais podem comprar a câmera curiosa pelo preço de US$ 160, algo em torno de R$ 650 em conversão direta e sem impostos. A loja oficial do produto oferece envio com frete grátis para o mundo todo, incluindo o Brasil.

A The Cock Cam faz vídeos em HD com resolução de 1280 x 720 pixels e suporta cartão microSD de até 32 GB. Além disso, o aparelho conta com visão noturna em infravermelho e tem ângulo de visão de 90 graus para melhor visualização.

O controle das ações promete ser bem simples, já que tudo acontece por meio de um aplicativo exclusivo para o produto. A conexão é feita usando uma rede Wi-Fi e as imagens captadas pelo aparelho são enviadas em tempo real para o app, que armazena tudo. Para começar a gravação, basta sincronizar os dispositivos e iniciar a filmagem. Depois, o usuário pode compartilhar a gravação com seu parceiro.

Foto: Divulgação/TheCockCam

Com relação ao design, a câmera sexual é feita de silicone e tem visual discreto. O dispositivo possui cerca de 4 cm e pode ser utilizada com dois tipos de adaptadores, inclusos no kit. O aparelho funciona com bateria e oferece entrada microUSB para carregar.

Globo, via The Cock Camera

 

Sexo, k-pop e videotape: por que a música jovem coreana se tornou trilha de tantos escândalos

Episódios de cafetinagem, filmagens íntimas sem consentimento e até suicídios entre integrantes de grupos disputam a atenção dos fãs com shows e clipes; entenda como o k-pop se tornou trilha para tantos escândalos

O grupo de kpop BTS no Billboard Music Awards, em 2017 Foto: MARIO ANZUONI / Reuters

Uma fila que se estendeu por duas quadras, muitos fãs de mãos abanando RIO — depois de tentar a sorte na internet: cenas do início (e quase que imediato fim) da venda de ingressos para os shows que o grupo BTS fará no Allianz Parque, em São Paulo, nos dias 25 e 26 de maio. O septeto é o nome mais visível do k-pop, movimento artístico da Coreia do Sul que, correndo há pelo menos uma década por fora dos esquemas das gravadoras que impulsionam os fenômenos musicais dos Estados Unidos e Inglaterra (e baseando-se em um incansável trabalho de preparação dos artistas e sua promoção nas redes sociais), conseguiu arrebanhar seguidores aos milhares, em vários países.

Hoje, o BTS (que se apresentou este ano no Grammy, a grande festa de premiação americana da música) não está mais mais sozinho na invasão dos EUA, a pátria por excelência do pop. Neste mês, o grupo feminino Blackpink (cuja música “Kiss and make up”, em colaboração com a estrela pop inglesa Dua Lipa, vem tocando nas rádios brasileiras) ganhou reportagem de capa da revista “Billboard”, a bíblia da música comercial dos EUA.

O universo do k-pop também começa a chamar a atenção do noticiário do Ocidente por seus escândalos — como o de Seungri, integrante do grupo Big Bang (envolvido em esquema de cafetinagem) e do cantor Jung Joon-young (que compartilhou vídeos de sexo gravados sem a permissão das parceiras). Já no Brasil, o pop coreano tem sido até tema de estudos acadêmicos.

— Esse fenômeno vai numa espécie de contrafluxo da questão linguística — explica Krystal Urbano, de 36 anos, fã de k-pop que analisou o tema em sua tese de doutorado em Comunicação na UFF, defendida em 2018.

“O inglês era, até há pouco, o idioma padrão da música pop, mas houve mudanças, especialmente depois do sucesso do “Despacito”. Na era do streaming, os artistas do k-pop mostraram que era possível fazer um som global cantando em coreano.” (Krystal Urbano – Doutora em Comunicação)

Carisma e perfeccionismo

Mas nada disso aconteceu da noite para o dia. O k-pop teve sua origem por volta de 1997, quando se iniciou uma grande onda de exportação de cultura pop coreana, denominada hallyu. Primeiro, com as novelas, depois com a música pop, o país foi conquistando importantes fatias de mercado entre os vizinhos, como a China e o Japão. No Brasil, os coreanos conseguiram infiltrar sua produção junto ao público das feiras de cultura japonesa — bem populares no Brasil dos anos 1980 e 1990 por causa dos animes e mangás. Em 2011, a primeira visita de um grupo de k-pop ao Brasil, o MBLAQ, provocou um inesperado tumulto na Avenida Paulista.

— Até uns anos atrás, o Brasil ainda se via muito sob a lente japonesa. Hoje a cultura pop oriental com que ele mais se identifica é a coreana — conta Krystal, que contabiliza 48 shows de grupos de k-pop no Brasil de 2011 a 2018. — Enquanto o Japão criou um pop original e sólido para o seu país, os coreanos tinham a perspectiva de conquistar outros territórios. E o BTS veio com uma estratégia diferente daquela dos outros grupos, que foi a de atacar os mercados menores antes de chegar aos Estados Unidos. Eles têm vindo ao Brasil desde 2013.

Doutoranda em Comunicação, também pela UFF, com um projeto relativo ao k-pop, Daniela Mazur, de 27 anos, acredita que a vantagem que os grupos coreanos têm em relação aos grandes astros do Ocidente está em “uma soma de carisma e perfeccionismo”:

— Eles executam coreografias complexas. E se utilizam muito bem das redes sociais.

Mestre em Comunicação com tese sobre os fãs brasileiros do k-pop e colega de Daniela e Krystal na UFF, Alessandra Vinco, de 29 anos, diz que o empenho na dança e a constante interação com seu público pela internet são diferenciais importantes. Mas ressalta outra qualidade dos coreanos:

— Eles são muito versáteis. Os grupos do k-pop geralmente não têm um conceito fixo. Eles podem ser fofos num disco e sexy no outro. Ou hip hop, girl power… são vários os conceitos.

O tabu da saúde mental

Girl group BlackPink Foto: Chung Sung-Jun / Getty Images

Daniela chama a atenção ainda para a cultura “extremamente machista” do país, que colabora para penalizar ainda mais as artistas femininas. Apesar disso, grupos como o Blackpink estão ajudando hoje a sedimentar o conceito girl power, com uma imagem mais emancipada da mulher — mas, é bem verdade, elas ainda nem chegam perto do sucesso das boy bands.

Como em outros ambientes nos quais fama e dinheiro dão as cartas (e, especificamente no caso do k-pop, empresas controlam com mão de ferro as vidas dos astros), escândalos e tragédias são corriqueiros — e disputam a atenção dos fãs com shows, clipes e canções. No fim de 2017, o suicídio de Kim Jong-hyun, o Jonghyun do SHINee (grupo que chegou a se apresentar no Brasil), aos 27 anos, revelou como a depressão pode se agravar diante de pressões pelo estrelato.

— A saúde mental é um tabu na Coreia do Sul. As pessoas que procuram tratamento psicológico ou psiquiátrico ainda são muito malvistas pela sociedade. E a produção de um ídolo de k-pop, com todas as aulas de dança, canto e atuação, costuma ser pesada— conta Daniela.

O Globo

 

Artigo publicado em Harvard lista 11 dicas que podem ajudar a melhorar o sexo; especialistas destacam que truques são infalíveis

Fotos: shutterstock

O corpo sofre uma série de transformações físicas com a idade que acabam influenciando na sexualidade. Os níveis hormonais caem e há alterações no funcionamento neurológico e circulatório, cenário que pode levar a problemas sexuais, como a disfunção erétil ou a dor vaginal. Tudo isso contribui para relações sexuais menos prazerosas. Diante disso, como melhorar o sexo?

Um artigo publicado na revista de saúde da Universidade de Harvard, dos Estados Unidos, vem para responder a questão. Os especialistas fizeram uma lista com 11 dicas que podem ajudar a melhorar o sexo . Adotando os truques, a vida sexual pode ser muito mais prazerosa.

Como melhorar o sexo?

Veja as 11 dicas de Harvard de como melhorar o sexo:

1. Eduque-se

Tem alguma questão sobre sexo? Pesquise! Há uma série de bons materiais de autoajuda disponíveis sobre todo o tipo de questão sexual. Navegue na internet, faça algumas pesquisas para que você e a pessoa com que se relaciona se informem melhor sobre as questões.

Se você quer abordar alguma questão com o outro, mas não sabe como, a ideia é destacar alguns trechos da pesquisa e mostrar, perguntando sutilmente “o que você acha disso?”.

2. Dê tempo a si mesmo

Quando o corpo envelhece, as respostas sexuais começam a diminuir. Para melhorar isso, os especialistas indicam ao casal buscar um ambiente tranquilo, confortável e sem interrupções para o sexo.

Além disso, é preciso entender que com as mudanças físicas do seu corpo significa que será preciso mais tempo para se excitar e chegar ao orgasmo. Dê tempo ao seu corpo e compreenda essas mudanças físicas. Adaptar-se à elas pode ser uma boa forma de melhorar as relações.

3. Use lubrificante

O ressecamento vaginal costuma chegar junto com a menopausa. Porém, o problema é bem fácil de resolver, basta usar lubrificante artificial.

O produto vai deixar a penetração mais confortável e facilitar o sexo. Há uma infinidade de produtos, o que também pode deixar a relação mais divertida.

4. Mantenha o contato físico

Com o passar do tempo, é comum o contato físico do casal esfriar e os beijos e amassos não serem mais tão frequentes. No entanto, isso também é prejudicial para o sexo. Os especialistas de Harvard sugerem fazer o possível para se envolver, beijar e abraçar para manter um vínculo emocional e físico com a pessoa.

5. Pratique o toque

Explore as zonas erógenas do corpo da pessoa com quem você se relaciona. As zonas erógenas são regiões do corpo com várias terminações nervosas, por isso, são mais sensíveis ao toque e causam prazer quanto tocadas, como, por exemplo, a parte interna da coxa e os seios.

A dica é guiar o outro por essas regiões e mostrar onde você gosta de ser tocada.

6. Aposte em diferentes posições sexuais

Tentar posições sexuais diferentes não apenas deixa o sexo mais divertido, como também pode ajudar a dar mais prazer para a mulher.

De acordo com os especialistas, se você quer mais estimulação no ponto G, por exemplo, o ideal é o homem penetrar a parceira por trás. Dessa forma, o toque será mais profundo e atingirá a região mais facilmente.

7. Coloque as fantasias sexuais em prática

A dica é começar anotando suas possíveis fantasias sexuais e atividades que deseja colocar em prática com o parceiro. Tente pensar em uma experiência ou em um filme que tenha despertado em você o desejo sexual e compartilhe essa memória com o outro. Segundo os especialistas, esse exercício é bastante útil para pessoas com pouca libido. Depois, coloquem em prática.

8. Faça exercícios de Kegel

Exercícios de Kegal são movimentos que fortalecem o assoalho pélvico e melhoram o desempenho sexual. Os especialistas explicam que tanto homens quanto mulheres podem fazer os exercícios.

Para praticar, você deve contrair o músculo como se estivesse tentando segurar a urina no meio do processo. Segure a contração por dois três segundos e solte. Repita o exercício por dez vezes. O ideal é fazer cinco séries por dia.

O bom desses exercícios é que eles podem ser feitos em qualquer lugar, seja dirigindo, sentada na mesa do trabalho ou em pé na fila do banco.

Com o assoalho pélvico fortalecido, as mulheres conseguem sentir mais prazer na relação e chegar ao orgasmo mais facilmente.

9. Relaxe

A dica é relaxar antes do sexo . Faça algo tranquilo e que te deixe confortável antes de partir para a relação sexual. O casal pode sair para jantar e tomar um bom vinho, fazer joguinhos eróticos ou até assistir um filme romântico para se preparar para a cama. Além disso, os especialistas indicam técnicas de relaxamento, como exercícios de respiração ou yoga.

10. Use brinquedos sexuais

Brinquedos sexuais, como vibradores, são ótimas ferramentas para conhecer o próprio corpo e entender seus pontos de fazer. Não tenha medo de comprar um vibrador e conhecer o próprio corpo, ele vai te ajudar a chegar lá mais facilmente.

11. Não desista

Você colocou todas as dicas anteriores em prática e ainda não foi o suficiente para melhorar o sexo ? Não desista. Busque ajuda com ginecologistas, sexólogas e terapeutas sexuais. Essas são profissionais preparadas para lidar com as questões sexuais da melhor forma e te ajudarão a encontrar outras saídas para lidar com o problema.

IG

 

O tempo médio do sexo, segundo a ciência; levantamento ainda mostra que a duração do ato não muda com o uso do preservativo

Foto: (Thinkstock/)

Você provavelmente nunca colocou um cronômetro ao lado da cama para ver quanto tempo dura a sua relação sexual. Mas um estudo científico pôs 500 casais heterossexuais para fazer exatamente isso. Com base nesses dados, o levantamento pôde apontar uma média de tempo de duração do sexo, excluindo as preliminares: 5 minutos e 24 segundos.

A variação do tempo de duração da atividade dos participantes foi enorme ao longo das quatro semanas de duração desse estudo. Enquanto o casal que ficou com o menor tempo obteve 33 segundos, o que teve o maior tempo conseguiu 44 minutos – ou seja, 80 vezes mais do que o de menor resultado.

O que foi aferido no estudo foi somente o tempo entre a penetração vaginal e a ejaculação, nada além disso.

O levantamento mostrou outro dado interessante: casais que usaram camisinha não apresentaram diferença relevante no tempo médio de duração do sexo em relação aos que não a usaram. A circuncisão também não foi um fator que indicou mudança na duração do ato.

Algo que influenciou na redução do tempo da relação sexual foi a idade dos parceiros. Quanto mais velhos eles eram, menos tempo ela durou.

As nacionalidades dos casais não apresentaram importância no estudo, exceto no caso dos turcos, que tiveram a menor média: 3 minutos e 42 segundos. As pessoas que participaram do estudo eram da Holanda, da Espanha, do Reino Unido e dos Estados Unidos.

Quanto tempo é normal?

A duração considerada normal para uma relação sexual varia de acordo com o que pensamos ser normal. No final da década de 1940, o tempo médio de duração do sexo era de dois minutos para 45% dos homens, um número que pode gerar um diagnóstico de ejaculação precoce atualmente, segundo Crystal Dilworth, biomédica e divulgadora científica.

De acordo com um estudo realizado pela Universidade de New Brunswick, a duração média de uma relação sexual é de entre 5 e 10 minutos. Quando a atividade excede 20 minutos, ela é considerada indesejada pela maioria dos 152 casais participantes, que tinham idades de 21 a 77 anos.

O terapeuta sexual Barry W. McCarthy fez uma afirmação ao Esquire que corrobora com os resultados das pesquisas científicas. “Pouquíssimas pessoas têm relações sexuais em si [penetração vaginal] que durem mais do que 12 minutos”, disse McCarthy.

E a ciência mostra que se engana quem pensa que o tempo das carícias preliminares é o fator que mais importa para a mulher atingir o orgasmo. Um estudo com 2.360 mulheres tchecas, publicado em 2009 no The Journal of Sexual Medicine e realizado pelos psicólogos Petr Weiss e Stuart Brody, concluiu que a chance de um orgasmo feminino têm maior relação com o tempo de duração do ato sexual do que com as preliminares.

Exame

 

Mãe quer mudar sexo de filho de 6 anos, pai discorda, entra na Justiça, e corre risco de perder a guarda da criança

Foto: Ilustrativa

Um pai iniciou uma batalha judicial nos Estados Unidos para impedir que sua ex-mulher mude o sexo do filho James, de seis anos. O processo tramita em Dallas, no Texas. A mãe veste o menino com roupas de menina desde quando ele tinha três anos de idade e o matriculou na escola com nome de “Luna”.

No processo de divórcio, a mãe que é pediatra, acusou o pai de abuso infantil por não “admitir que James era transgênero” e luta para que o ex-marido perca a guarda compartilhada. Ela quer que ele seja condenado a pagar as consultas do filho para a mudança de sexo o que inclui, além de um terapeuta, a esterilização hormonal a partir dos oito anos.

E a mulher já conseguiu algumas vitórias. O pai foi legalmente impedido de falar com seu filho sobre sexualidade e gênero, tanto do ponto de vista científico quanto religioso, e foi obrigado a oferecer roupas unissex para o filho.

Diagnóstico

O menino foi diagnosticado com “disforia de gênero” por especialista escolhido pela mãe. O termo caracteriza um “transtorno psicológico de identidade de gênero” e quer dizer que a criança se sente desconfortável com o sexo de nascimento. Termos como estes vêm sendo muito utilizados pelas militâncias do movimento LGBT.

O terapeuta confirmou que quando James está só com a mãe, prefere roupas de menina e quer ser chamado de Luna, mas quando está com o pai, só atende por James e escolhe roupas de menino.

Processo judicial

O Tribunal decidirá se a mãe poderá seguir com plano de “castração química” a partir dos 8 anos e se o pai terá o direito de continuar a ver o filho. A castração consiste em tentar bloquear a testosterona, diminuindo drasticamente o desejo sexual e até a ereção. É um procedimento que usa métodos hormonais.

O pai reuniu testemunhos de amigos para tentar convencer a justiça que o filho é um menino, e assim, evitar esse procedimento. Pessoas preocupadas com a decisão final e a repercussão do caso, criaram um site para tentar persuadir a corte de que é preciso esperar e não seguir perigosamente o diagnóstico precoce.

Com informações da Gazeta do Povo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Conceição disse:

    É UMA FRUSRATA POR NÃO TER DADO À LUZ À UMA MENINA E INFLUENCIOU A CRIANÇA DESDE OS TRÊS ANOS DE IDADE, QUANDO ELA NÃO TINHA DISCERNIMENTO PARA NADA. PORTANTO, A DEFESA DO PAI DEVE ALEGAR QUE O FILHO NÃO PODE SER ANALISADO SÓ PELO COMPORTAMENTO ATUAL, DEVIDO À LAVAGEM CEREBRAL SOFRIDA DESDE TENRA IDADE. SE A CASTRAÇÃO QUÍMICA DETÉM A TESTOSTERONA, QUE PROVOCA O DESEJO SEXUAL E A EREÇÃO, É SINAL QUE ISSO EXISTIA DE FORMA INTENSA E PORTANTO ISSO, POR SI SÓ, JÁ DERRUBA A ALEGAÇÃO DE QUE A PESSOA NASCEU TRANSGENERO, JÁ QUE É CAPAZ DE SENTIR DESEJO PELO SEXO OPOSTO. UMA LOUCA QUE PRECISA SER TRATADA.

  2. Katia Benatti disse:

    Pelo amor de Deus, o que está mãe está fazendo é muito grave, ele é só uma criança não entendi e não sabe o que está fazendo. Ele está confuso, se ele quer se vestir como mulher ok, mas trocar de sexo agora ele é muito novo. E se ele crescer e quiser voltar a ser menino?

  3. Maria disse:

    Estamos na era do apocalipse …Jesus disse.:aí daquele que escandalizar um só pequenino.

  4. Joseivandesouzarabelo disse:

    Fim de mundo, a mãe quer se vingar do ex-marido, trocando o sexo masculino para feminino.
    É uma aberração.

  5. João Bustos Moreno Neto disse:

    Em hipótese alguma. Nasceu homem e pronto. Se ela influencia o menino como usar roupas femininas ou bonecas ou se mostrando, é preciso um acompanhamento psiquiátrico para o menor e não impor vontades suas ao garoto. O problema é ela. Psiquiatria nela.

  6. Francisca disse:

    Isso não existe, pois como há medicação para a castração química, há também cura da criança se tornar mais propensa ao sexo de nascença, no caso é de gênero masculino e não feminino.

  7. Ems disse:

    De onde uma criança de 6 anos tem condições de decidir algo de tamanha importância ? O mundo pirou !

  8. Nelson disse:

    Isso é tão absurdo que custo a crer que não seja fakenews

    • Ed tigrão disse:

      O Jean willis tem um projeto igualzinho…onde diz que uma criança de 7 anos pode fazer cirurgia de mudança de sexo…vagabundagem isso…onde uma criança de 6 anos pode decidir?? E nesse caso acima,é visível que a criança está confusa! Com a louca da mãe quer ser menina e com o pai quer ser menino…deixa a criança crescer e escolher!

    • Rute disse:

      Senhor!! Esas mae ja esta com os dois pes no quinto…?
      Que absurdo!!!Induzir o proprio filho a uma "distorcao" de genero e comportamento desea maneira!! Ela odeia esse menino, se ela o amasse nao faria tal coisa!☹

Atriz Luana Piovani diz no ‘Conversa’ com Pedro Bial: ‘Não dá pra deixar de sorrir, trepar e beijar por causa de política’

Luana Piovani e Pedro Scooby, casados desde 2013 e pais de Dom, Pedro e Liz, são os convidados do Conversa com Bial desta quarta-feira, 17/10. No programa, eles falam sobre suas carreiras, o longo relacionamento, e as dicas para manter a chama do casamento acesa.

Foto: TV Globo

Nos bastidores, Luana e o marido deram dicas para não deixar o momento de tensão política atrapalhar a libido e as relações em geral.

“O que eu acho que a gente esquece é que isso é uma democracia. Não adianta a gente ficar brigando com as pessoas quando elas divergem da gente”.

“Não dá pra deixar de sorrir, trepar e beijar por causa de política” , destaca a atriz.

O programa com a participação do casal vai ao ar nesta quarta-feira, 17/10, depois do Jornal da Globo.

GShow

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José disse:

    Essa é virgem.kkkkkkkkkk

  2. Almir Dionísio da Silva disse:

    querendo aparecer pq tá forada mídia.

Pesquisa aponta que mulheres estão vendo o sexo casual como algo comum e sem tabus, e que preliminares são 100% fundamentais em qualquer tipo de relacionamento

Foto: shutterstock

O que é fundamental para um homem no sexo pode ser diferente do que é fundamental para uma mulher, por isso, muitas vezes é difícil saber agradar a parceira . Para entender melhor o que elas desejam na cama, o aplicativo de relacionamento ParPerfeito realizou uma pesquisa com solteiros, e os resultados indicam caminhos de como satisfazer uma mulher no sexo.

De acordo com a pesquisa, para 100% das mulheres (isso mesmo, foi unanimidade) as preliminares são fundamentais na hora do sexo e 78% dos homens concordam com isso. Ao analisar dos dados da pesquisa que indica como satisfazer uma mulher , Marina Simas, consultora de relacionamento do ParPerfeito, afirma que esse resultado não é uma surpresa.

“As preliminares acabam sendo um momento íntimo que as mulheres prezam muito, pois ajudam na estimulação e a chegar ao orgasmo. Para os homens também é importante, mas a pesquisa esclareceu perfeitamente como isso se trata de um elemento fundamental do ponto de vista feminino”, analisa Marina.

Outro dado de destaque é as mulheres também estão vendo o sexo casual como algo comum e sem tabus, tanto que 80% das participantes afirmam que têm esse tipo de relação frequentemente. Para a especialista, com a popularização dos aplicativos de relacionamento ficou mais fácil conhecer pessoas com os mesmos objetivos e afinidades, e isso ajuda as pessoas a terem mais encontros casuais .

Como satisfazer uma mulher quando não rola química?

O homem que se preocupa demais em fazer de tudo para rolar a famosa química pode relaxar porque 60% das mulheres acreditam que esse tipo de afinidade só vai acontecendo com o tempo. Segundo a consultora de relacionamento, é preciso, sim, ter compatibilidade na cama, mas o homem só vai conhecer os gostos da parceira com a convivência e o amadurecimento da relação.

“A questão da química levar tempo é um dos pontos apontados na pesquisa, porque nem sempre é comum se levar em conta as necessidades das pessoas em pouco tempo junto. Uma parceria é feita de trocas e é fundamental se doar para conhecer o parceiro ou parceira”, conclui.

Quando questionadas sobre o perfil ideal de parceiro para uma relação sexual, 30% das entrevistadas acreditam que o importante, antes de partir para o sexo, é ter algum envolvimento com o parceiro ou já ter saído para alguns encontros. Já para 39% dos homens, o principal aspecto é a parceira ser fisicamente atraente.

IG

Estudos revelam que a gente valoriza mais receber um elogio que sexo, dinheiro, comida, álcool ou amigos

 (g-stockstudio/iStock)

Convenhamos: o que não falta na vida é coisa prazerosa para fazer por aí. Pega essas que a gente citou no título do post e adiciona mais as que você quiser: a lista vai crescendo e crescendo, até ficar gigante. Mas, entre todos os itens gostosinhos que a gente consegue citar, qual deles é o que nos faz mais bem?

Em dois estudos, pesquisadores pediram a estudantes universitários (282, no total) que avaliassem o quanto eles “desejavam” e “gostavam” de uma série de atividades numa escala de 1 a 5. E os resultados indicaram o quê? Que os voluntários dão mais valor para aqueles tapinhas na autoestima (como receber um elogio ou uma avaliação positiva) do que para, muita atenção: comer sua comida preferida, fazer sexo, beber, receber o salário do mês e até encontrar um melhor amigo.

“É um tanto surpreendente como esse desejo de se sentir valorizado triunfa sobre qualquer outra atividade prazerosa que a gente possa imaginar”, diz o líder do estudo, Brad Bushman, professor de comunicação e psicologia na Universidade de Ohio (EUA). E não tem nada errado com isso, é claro.

Todo mundo quer se sentir bem consigo mesmo, e ser elogiado é parte fundamental disso. Mas tem o lado sombrio da história: os resultados do estudo sugerem que alguns jovens talvez estejam focados um tantinho demais nesse papo de receber elogios. Os voluntários tiveram que avaliar o quanto “desejavam” e o quanto “gostavam” dos itens, certo? Isso porque pesquisas sobre o vício sugerem que as pessoas viciadas tendem a reportar que “desejam” algo mais do que “gostam” daquilo. E, nesse estudo, os participantes “gostaram” de mais do que “desejaram” todas as atividades prazerosas citadas — mas, quando o papo mexia com a autoestima, a diferença entre os verbos foi a menor registrada, a mais próxima do “desejo”. “Não seria correto dizer que os participantes são viciados em autoestima”, diz Bushman. “Mas eles estavam mais próximos disso do que de serem viciados em qualquer outra atividade estudada.”

Super Interessante

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Omar Salgado disse:

    Bom mesmo é um elogio rodeado de tudo isso aí…

Estudo indica que a gente valoriza mais um elogio, que sexo, dinheiro, comida preferida, álcool, ou encontro com o melhor amigo

Convenhamos: o que não falta na vida é coisa prazerosa para fazer por aí. Pega essas que a gente citou no título do post e adiciona mais as que você quiser: a lista vai crescendo e crescendo, até ficar gigante. Mas, entre todos os itens gostosinhos que a gente consegue citar, qual deles é o que nos faz mais bem? Em dois estudos, pesquisadores pediram a estudantes universitários (282, no total) que avaliassem o quanto eles “desejavam” e “gostavam” de uma série de atividades numa escala de 1 a 5. E os resultados indicaram o quê? Que os voluntários dão mais valor para aqueles tapinhas na autoestima (como receber um elogio ou uma avaliação positiva) do que para, muita atenção: comer sua comida preferida, fazer sexo, beber, receber o salário do mês e até encontrar um melhor amigo.

“É um tanto surpreendente como esse desejo de se sentir valorizado triunfa sobre qualquer outra atividade prazerosa que a gente possa imaginar”, diz o líder do estudo, Brad Bushman, professor de comunicação e psicologia na Universidade de Ohio (EUA). E não tem nada errado com isso, é claro. Todo mundo quer se sentir bem consigo mesmo, e ser elogiado é parte fundamental disso. Mas tem o lado negro da história: os resultados do estudo sugerem que alguns jovens talvez estejam focados um tantinho demais nesse papo de receber elogios. Os voluntários tiveram que avaliar o quanto “desejavam” e o quanto “gostavam” dos itens, certo? Isso porque pesquisas sobre o vício sugerem que as pessoas viciadas tendem a reportar que “desejam” algo mais do que “gostam” daquilo. E, nesse estudo, os participantes “gostaram” de mais do que “desejaram” todas as atividades prazerosas citadas – mas, quando o papo mexia com a autoestima, a diferença entre os verbos foi a menor registrada, a mais próxima do “desejo”. “Não seria correto dizer que os participantes são viciados em autoestima”, diz Bushman. “Mas eles estavam mais próximos disso do que de serem viciados em qualquer outra atividade estudada”.

Super interessante

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tarcísio disse:

    Nam. Sou mais dinheiro no bolso q falsos elogios.

Líder do PT no Senado, Gleisi Hoffman defende ‘greve geral das mulheres’, inclusive, de sexo

Por interino

A senadora Gleisi Hoffman (PT-PR) (Moreira Mariz/Agência Senado)

A líder do PT no Senado, senadora Gleisi Hoffman (PR), defendeu nessa segunda-feira o que chamou de “greve geral das mulheres”. A senadora disse que as demais parlamentares do Senado deverão aderir a greve e impedir qualquer tipo de votação nesta quarta-feira, 8 de março, Dia Internacional das Mulheres.

Segundo a petista, todas as mulheres deveriam aderir ao movimento, sem realizar tarefas domésticas ou outras atividades dentro e fora de casa.

“Esse ano, o dia 8 de março será um dia de greve. Faremos greves nas escolas, em nossas casas, nas atividades domésticas, na área de trabalho, iremos fazer bloqueio de estradas, marchas e, inclusive, abstenção sexual. As mulheres vão parar por um dia, como aconteceu na Finlândia. Esse é um movimento internacional. Na Finlândia, as mulheres precisaram parar para que fossem vistas na sociedade, senão a sociedade não nos vê. Aliás, isso já aconteceu diversas vezes nessa casa, em várias discussões ”, afirmou a senadora.

Com informações da Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Acorda Brasil disse:

    Essa é a síntese de uma lógica predominante na esquerda: "Para quê buscar a paz e harmonia no lar e na sociedade, se vivemos em uma luta de classes?"
    Chega a ser doentio.

  2. Paulo Cardoso disse:

    Contribuição de uma mente gêniosa representante do povo

  3. Walter disse:

    Avido aos petista vai um exemplo de que não se deve fazer essa senhora não tem o mínimo senso de ser ridícula
    Em 2018 peço gentilmente ao povo Paranaense que excluam-se essa senhora e o Requiao da política obrigado

  4. Eclesio disse:

    a diaba foi embora mas deixou os capetar pra perturbar por aqui…

  5. Joao disse:

    Tá estimulando a guerra dos sexos. Partindo de uma senadora acusada de corrupção, demonstra incompetencia igual a presindentA dela. Essas ferem o orgulho feminino.

  6. Irany Gomes disse:

    E tome "Sapatão"! Estão achando pouco as que já tem…

  7. Val Lima disse:

    A proposta chega ser patética,
    mas vindo dessa senhora tudo é possivel…

  8. patorocco disse:

    Kkk Kkk

  9. elion disse:

    isso ė o que eu chamo de verminose incurável.

  10. Ceará Mundão disse:

    Chega a ser patética, essa senhora. Deveria estar cuidando de sua defesa e de seu marido junto ao STF. Vamos ver quantas dessas "criaturas" conseguirão voltar ao Senado. Penso que o PT será quase extinto por lá. Talvez possa concorrer porque o STF é lento em seus julgamentos.

  11. Dionísio Santos e Silva disse:

    Dizer o quê desse derrame cerebral feito verborréia? Poderia ser falta de assunto, mas vindo dessa senhora da bandada da chupeta do PT, podemos considerar dentro da "normalidade deles".
    Mais uma vez perdeu uma oportunidade de ficar calada, embora pareça não saber a diferença entre o ridículo e o absurdo. De tanto defender Dilma e Lula o razoável foi estripado de sua mente e vem se prestando a tais papeis deploráveis. Melhor ignorar para não ficar pior!