Diversos

Pessoas que dormem pouco pegam mais resfriado, diz estudo

20120316135804897rtsOs benefícios para a saúde de uma boa noite de sono são conhecidos há tempos pela medicina, mas um novo estudo, publicado nesta segunda-feira na revista científica “Sleep”, foi capaz de demonstrar que, além do cansaço e estresse, dormir pouco pode, literalmente, aumentar as chances de ficar doente. De acordo com os pesquisadores, pessoas que dormem seis horas ou menos por dia são mais de quatro vezes mais propensas a pegarem resfriados em comparação com quem dorme ao menos sete horas.

— Vai além de se sentir grogue ou irritado — disse Aric Prather, professor de Psiquiatria na Universidade da Califórnia em San Francisco (UCSF) e líder do estudo. — Não dormir o suficiente afeta a saúde física.

Também participaram da pesquisa profissionais do Centro Médico da Universidade de Pittsburgh. A equipe monitorou o padrão de sono de 164 voluntários com sensores que medem a duração e a qualidade do sono. Os participantes também responderam a entrevistas e questionários para a avaliação de outras variáveis, como estresse, temperamento e uso de álcool e tabaco.

Para medir a propensão ao resfriado, os participantes foram isolados em um hotel e tiveram o vírus administrado por via nasal. Eles foram monitorados por uma semana, com coleta diária de amostras de muco para avaliar a progressão da doença. Os resultados mostraram que os indivíduos que dormiam menos de seis horas por noite tinham 4,2 vezes mais chances de pegar o resfriado, em comparação com os que dormem mais de sete horas. Para quem dorme menos de cinco horas, a relação foi de 4,5 vezes.

— O sono vai além de outros fatores que medimos — disse Prather. — Não importa a idade, os níveis de estresse, a raça, educação ou renda. Não importa se é fumante ou não. Com todas essas variáveis sendo consideradas, estatisticamente o sono se mostrou um forte indicador para a suscetibilidade ao vírus do resfriado.

EPIDEMIA DE DISTÚRBIOS DO SONO

Os pesquisadores apenas apontaram a correlação entre distúrbios do sono e o resfriado, mas Luciana Palombini, especialista da Associação Brasileira do Sono, explica que deve se tratar de uma reação do organismo ao estresse. Um outro estudo já havia demonstrado que a baixa quantidade ou qualidade do sono prejudica a eficácia da vacina contra a gripe por causa da liberação de hormônios que prejudicam o sistema imunológico.

E esse problema tende a afetar cada vez mais pessoas. O aumento das possibilidades de distração, seja por trabalho ou entretenimento, está criando um fenômeno de redução de horas de sono que já é considerado como uma epidemia.

— Existe uma epidemia, sim, de restrição do sono — afirmou Luciana. — As pessoas, voluntariamente, estão dormindo menos do que precisam. As consequências de curto prazo são sonolência, dificuldade de concentração, irritabilidade, que acontecem no dia seguinte, mas no longo prazo os distúrbios também estão relacionados com riscos maiores de doenças cardiovasculares e diabete.

O Globo

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Diversos

Mulher acha pouco atraente quem dirige de forma agressiva, diz estudo

1111111Costuma ser agressivo no trânsito? Além do risco de se envolver em acidentes ou arranjar briga, esse tipo de motorista também se mostra pouco atraente, principalmente para mulheres, revelou o estudo de uma ONG britânica dedicada à segurança no trânsito.

A pesquisa expôs os entrevistados a vídeos que mostravam ultrapassagens proibidas, carros subindo em canteiros e reações agressivas de motoristas, entre outras situações. Eles também assistiram a cenas que mostravam bons condutores.

No teste, 84% das entrevistadas demonstraram desaprovação a cenas de mau comportamento contra 28% dos homens. Foram entrevistados 50 homens e mulheres com idades entre 20 e 30 anos.

Veja os 5 comportamentos que mulheres acharam menos atraentes:
– ultrapassagem proibida
– agressividade no trânsito
– estacionar mal
– mandar mensagens no celular enquando dirige
– manobrar no meio da rua para mudar de direção

E os 5 comportamentos que homens acharam menos atraentes:
– manobrar no meio da rua para mudar de direção
– tirar selfie no trânsito
– mandar mensagens no celular enquando dirige
– dirigir no sentido errado da rotatória
– estacional mal

Para entender o que deixa os motoristas menos atraentes aos olhos de homens e mulheres, a psicóloga comportamental Jo Hemmings e o Institute of Advanced Motorists (IAM) mediram reações físicas como batimentos cardíacos, expressão facial e corporal e dilatação da pupila, entre outros indicadores.

Na lista dos 5 comportamentos que tornam motoristas menos atraentes, a das mulheres é encabeçada por questões de agressividade e infração de trânsito, enquanto a dos homens tem mais itens ligados a distração.

Hemmings disse que homens reagiram de forma diferente das mulheres às cenas de mau comportamento, algumas vezes rindo ou demostrando incredulidade, “indicando que o homens responderam com menos maturidade emocional do que as mulheres, que franziram a testa e balançaram a cabela em desaprovação”.

Em vez de demonstrar estresse, a linguagem corporal dos homens mostrou frustração diante de exemplos de má direção.

Auto Esporte – Globo

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Saúde

Prática diária de exercício pode acrescentar até sete anos na vida de uma pessoa, diz estudo

2015-832130865-2015-831689909-2015070967925.jpg_20150709.jpg_20150711Caminhada diária pode reduzir riscos de doenças do coração e retardar envelhecimento do DNA – Gustavo Stephan / Agência O Globo

Um estudo apresentado no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia revelou que a chave para combater o envelhecimento e manter uma vida saudável pode estar na prática de exercícios físicos. Segundo a pesquisa da Universidade de Saarland, na Alemanha, uma caminhada diária pode acrescentar até sete anos na vida de uma pessoa.

De acordo com os pesquisadores, apenas uma caminhada diária de 20 a 25 minutos pode render até sete anos a mais de vida. Um dos motivos é que a prática de exercício pode, por exemplo, reduzir pela metade os riscos de morte por ataque do coração entre as pessoas de 50 ou 60 anos e retardar o envelhecimento do DNA. Além disso, a prática de exercícios diminui a probabilidade de desenvolvimento de diabetes e hipertensão.

Os cientistas analisaram 69 pessoas saudáveis não fumantes com idades entre 30 e 60 anos que não praticavam exercícios regulares e passaram a fazer alguma atividade física. Após realizar exames de sangue durante os seis meses de vida ativa, os cientistas constataram que a prática de exercícios aeróbicos regulares, treinos de força, entre outros exercícios, desencadearam um processo antienvelhecimento capaz de reparar o DNA envelhecido.

“ Nunca podemos evitar nos tornar completamente velhos, mas podemos atrasar o envelhecimento. Exercício adquire três a sete anos a mais de vida. É um antidepressivo, melhora as funções cognitivas e agora há uma evidência que pode retardar sintomas de demência”, afirma o pesquisador Sanjay Sharma da St Georges Universtity ao jornal “The Independent”.

O estudo indica ainda que os exercícios físicos trazem benefícios a qualquer idade, independente de quando começou a ser praticado.

“Quanto mais ativo você é, e não importa quando você começa, mais benefícios você terá”, afirmou Christi Deaton, da Fundação Florence Nightingale.

O Globo

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Diversos

Apenas uma noite de insônia pode alterar nossos genes, diz estudo

120Um novo estudo descobriu que ficar sem dormir pode ter implicações mais profundas para o nosso corpo do que os cientistas pensavam.Pesquisadores da Universidade de Uppsala e do Instituto Karolinska, na Suécia, descobriram que a perda de uma única noite de sono pode alterar os genes que controlam o relógio biológico do nosso corpo.

Os pesquisadores selecionaram 15 voluntários saudáveis do sexo masculino que precisaram visitar o laboratório em duas ocasiões distintas, com a duração de duas noites. Na primeira noite de cada sessão, todos os participantes desfrutaram de uma noite normal de sono (mais de 8 horas). Na segunda, alguns dormiram novamente e outros foram privados do sono enquanto estavam em suas camas, experimentando uma noite de insônia total. As amostras de sangue e de tecido foram colhidas antes e após as aplicações.

Quando analisadas, as amostras revelaram que a regulação e a atividade dos genes do relógio biológico dos voluntários foram alteradas após uma única noite de perda de sono. As amostras retiradas dos participantes privados de sono mostraram aumento da evidência de atividade epigenética, ou seja, alterações químicas na molécula de DNA que regula quando os genes são ligados ou desligados, além de uma alteração no nível de expressão do gene a ser processado.

“Até onde sabemos, é a primeira amostra de que alterações epigenéticas podem ocorrer após a perda de sono nos seres humanos”, disse Jonathan Cedernaes, principal autor do estudo. “A metilação desses genes pode ser alterada de modo rápido”.

As conclusões, que serão publicadas no Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism, são importantes por conta das ligações que os cientistas já encontraram entre a quantidade de sono e a predisposição a riscos de várias doenças metabólicas. “Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o nosso metabolismo é negativamente afetado pela perda de sono, também associada a um aumento do risco de obesidade e de diabetes tipo 2”, disse Cedernaes. “Nossos resultados atuais indicam que as alterações dos nossos genes pode ser ligado a tais efeitos negativos causados pela perda de sono”.

“Pode ser que essas mudanças sejam repostas depois de uma ou várias noites boas de sono”, disse Cedernaes. “Por outro lado, marcas epigenéticas podem funcionar como uma espécie de memória metabólica, e foram encontradas em alteração principalmente em trabalhadores por turnos e pessoas que sofrem de diabetes tipo 2. Isso poderia significar que pelo menos alguns tipos de perda de sono ou a vigília prolongada, como no trabalho por turnos, poderiam levar a mudanças no genoma de seus tecidos, afetando o seu metabolismo por períodos mais longos”, concluiu.

Jornal Ciência

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Diversos

Jogos de videogame violentos provocam agressividade, diz estudo

2011110907376A discussão sobre se jogos de videogame violentos provocam comportamentos agressivos em seus jogadores não é nova, e existe uma longa lista de estudos a favor e contrários a esta tese. O mais recente deles, publicado pela Associação Americana de Psicologia, afirma que, sim, esses jogos influenciam negativamente os seus jogadores.

O levantamento analisou cerca de 300 estudos sobre o tema, publicados entre 2005 e 2013, e concluiu que a exposição a jogos de videogame violentos é um “fator de risco” para o aumento da agressividade entre jogadores.

“A pesquisa demonstra uma relação consistente entre o uso de jogos de videogame violentos e o aumento de comportamentos agressivos e de cognição agressiva, e uma diminuição de comportamentos sociáveis, empatia e sensibilidade a agressões”, afirma o estudo, que ressalta ainda que nenhuma influência sozinha levou alguém a se tornar mais violento, mas sim “uma acumulação de fatores de risco”.

Os especialistas também deixaram explícito que não há evidências suficientes para concluir que jogos como “GTA” e “Call of Duty” levam os jogadores a realizar atos criminosos.

— Sabemos que existem diversos fatores de risco que levam a um comportamento agressivo. O que os pesquisadores precisam fazer agora é conduzir estudos que observem os efeitos dos videogames nas pessoas que já apresentam propensão a um comportamento agressivo ou violento devido a uma combinação de riscos — afirma Mark Applebaum, um dos responsáveis pela pesquisa.

Diante do resultado, a Associação Americana de Psicologia recomendou aos criadores dos jogos eletrônicos que eles devem aumentar os níveis de controles parentais sobre a quantidade de violência que os títulos possuem.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Será mesmo? E quanto a filmes, novelas, músicas, vida real e até mesmo desenhos?? Será que o grande vilão são os jogos? Eu mesmo já joguei vários tipos de jogos, conheço outros 500 na mesma situação e não somos violentos, pelo menos posso responder por mim, nunca matei nem um gato atropelado, quantos "motoristas" o fazem por prazer?? E dentre muitos outros exemplos: Um bando de fanáticos por times de futebol fazendo coisas que jogo nenhum me mostrou….

    Agora se o cidadão infantil tiver traços de sociopatia, ai são outros 500….

  2. Isso não tem nada a ver com o rock. Sendo assim, as músicas que falam em sexo, sobretudo as que focam no gênero feminino, influenciam no comportamento sexual das mulheres.

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Diversos

Pessoas envelhecem em ritmos diferentes, diz estudo

clock-407101_640Nascer no mesmo dia, ano e horário não significa que duas pessoas tenham a mesma idade. Pelo menos não no que diz respeito à “idade biológica”. Um estudo publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” revelou que cada um envelhece em um ritmo diferente.

A pesquisa analisou um grupo de 954 pessoas de uma mesma cidade na Nova Zelândia, nascidas entre 1972 e 1973, e observou 18 características relacionadas ao envelhecimento. As taxas foram medidas quando os participantes da pesquisa completaram 26, 32 e 38 anos. Ao final do experimento, os cientistas constaram que as idades biológicas variavam do final da casa dos 20 anos até os 60 anos.

“Qualquer área da vida onde usamos a idade cronológica é deficiente, se soubéssemos mais sobre a idade biológica poderíamos ser mais justos e igualitários. Eventualmente, se realmente queremos retardar o processo de envelhecimento para prevenir o aparecimento de doenças teremos de intervir com os jovens”, afirmou a pesquisadora Terrie Moffitt à BBC, acrescentando que a idade fixa de aposentadoria pode ser injusta para as pessoas que envelhecem mais rápido.

Os cientistas identificaram que durante o estudo algumas pessoas estavam com o envelhecimento praticamente estagnado, enquanto outras envelheciam três anos de idade biológica para cada um ano vivido. De acordo com os pesquisadores, pessoas com idade biológica mais avançada tendem a a apresentar um desempenho pior em testes de função cerebral e um aperto de mão mais fraco. Além disso, alguns apresentavam rugas e falta de vitalidade.

O próximo passo do estudo é identificar o que causaria o envelhecimento mais rápido em determinadas pessoas. Os cientistas apostam nos resultados para desenvolver métodos experimentais de retardo do envelhecimento.

O Globo

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Diversos

Unidades para menor infrator têm superlotação em 16 Estados, diz estudo

As unidades de internação de adolescentes em conflito com a lei apresentam superlotação em 16 Estados e no Distrito Federal, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (22) pelo Conselho Nacional do Ministério Público.

De acordo com o levantamento, o sistema oferece 18.072 vagas, mas abriga 21.823 internos -um deficit de 20,75% de vagas. Ao todo, funcionam no país 369 unidades de internação provisórias e definitivas.

Os dados foram revelados em meio à discussão na Câmara dos Deputados sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Os deputados discutem uma mudança na Constituição para antecipar a responsabilização como adulto para jovens que cometam crimes graves. O governo tem se manifestado contrário à mudança na legislação.

Atualmente, um menor que comete crime pode ficar internado por, no máximo, três anos -e até os 21 anos. Depois, o crime não fica registrado em seus antecedentes.

Pesquisa Datafolha mostra que nove em cada dez brasileiros se dizem favoráveis a redução da idade penal. Entre os entrevistados pelo instituto na semana passada, 87% apoiam a alteração. O percentual é exatamente o mesmo de pesquisa de abril, o maior desde o primeiro levantamento sobre o tema.

O estudo do Conselho do Ministério Público mostra que a falta de vagas em todos os Estados do Centro-Oeste. Há ainda problemas para a internação na Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Sergipe. Na Região Sudeste, a superlotação ocorre em São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais. No Sul, no Rio Grande do Sul; enquanto na Região Norte, no Acre, Amapá e Pará.

Em São Paulo, o número de menores infratores é 8% maior do que o total de vagas. São 115 estabelecimentos, com capacidade de 8.348 vagas, mas abrigando 9.070. O principal problema está no Maranhão, onde a superlotação supera os 786%. O Estado registra 52 vagas e para 461 menores internados.

A conclusão da pesquisa sustenta que “o cumprimento das medidas socioeducativas, especialmente as restritivas de liberdade -internação e semiliberdade- está muito longe do que preconiza a Lei do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo [SINASE] e o modelo do ECA”.

O texto justifica que fica claro que “há superlotação, poucas oportunidades de formação educacional e profissional, espaços insalubres, rebeliões nas unidades, fugas, dificuldades de atendimentos de saúde, entre tantos outros.”

Os dados constam na 2ª edição do relatório “Um Olhar Mais Atento às Unidades de Internação e de Semiliberdade para Adolescentes”, atualizados pela Comissão de Infância e Juventude do Conselho Nacional do Ministério Público (CIJ/CNMP).

As informações foram obtidas por promotores de Justiça em todo o país, nas inspeções realizadas nos anos de 2013 e 2014, em 85,9% das unidades de internação e de semiliberdade para adolescentes e jovens em cumprimento de medidas socioeducativas. As fiscalizações pelo Ministério Público estão previstas no ECA .

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. É marginal demais!
    E a PTzada, juntamente com outros partidos de esquerda, editam leis para manter os criminosos fora da cadeia e para aumentar os benefícios aos já condenados. Também são contra a redução da maioridade penal para 16 anos, são a favor da descriminalizar o uso de drogas, defendem traficantes presos e condenados em outros países, dificultaram o porte de arma ao cidadão de bem, enfim.
    Já dá para termos uma idéia de como essa turma da esquerda é gente boa.
    Gente boa essses PTistas

  2. NÃO EXISTE DINHEIRO PARA FAZER ESTADIOS ATE NO AMAZONAS ONDE NEM SEQUER EXISTE TIME DE FUTEBOL, POR QUE NÃO TEM DINHEIRO PARA FAZER CADEIA PARA ESTES BANDIDOS CHAMADOS ASDOLESCENTE

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Diversos

Mais ricos ficam 10 vezes mais on-line que média da população, diz estudo

As classes A e B do Brasil passam dez vezes mais tempo conectados à internet que a população em geral. Enquanto a média a população gasta cerca de 40 horas mensais on-line, as camadas mais ricas chegam a ficar 422 horas.

Os números são de um estudo on-line da consultoria IDC, encomendado pela empresa de pagamentos on-line PayPal, que ouviu 1.798 pessoas em seis países da América Latina: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru.

Nos outros países da região, a discrepância é ainda maior do que a brasileira. Na Colômbia, recordista de permanência on-line, os mais ricos usam a internet 426 horas por mês, enquanto a média do país é de 21 horas mensais, cerca de 20 vezes menos.

Hoje, 54% dos internautas brasileiros pertencem à classe C, contra 36% de A e B e 10% de D e E, de acordo com pesquisa do instituto Data Popular feito a pedido do Google.

Similarmente, no México, segundo no ranking, as classes A e B ficam 423 horas on-line, contra 22 horas da população geral.

A IDC explica o contraste pela presença de computadores nos trabalhos das classes mais abastadas e pelas disseminação dos celulares inteligentes no segmento.

“Alguns dispositivos têm acesso ininterrupto à rede sem que o usuário esteja necessariamente ativo, como pode ser o caso com smartphones e computadores usados no trabalho durante um período mínimo de oito horas por dia”, diz o estudo.

Apesar do papel de smartphones nos números, o documento mostra que o dispositivo preferido dos mais ricos da região para realizar o acesso à internet são os dispositivos “fixos” (54%), que incluem desktops, notebooks, smart TVs e consoles de videogames. Celulares e tablets são os preferidos dos outros 46%.

A escolha do aparelho também varia de acordo com a finalidade. Nos seis países pesquisados, os telefones conectados são os mais usados para acessar redes sociais -como Facebook (70%) e WhatsApp (80%)- enquanto notebook são os preferidos para lidar com emails (80%), assistir vídeos no Youtube (70%), baixar músicas (60%) e fazer compras (69%).

A empresa diz acreditar porém, que o cenário deve mudar em um futuro relativamente próximo, já que, segundo a pesquisa, mais jovens (de 18 a 34 anos) têm preferência por celulares e tablets.

(*) O repórter Bruno Fávero viajou a convite do PayPal

Folha Press

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Esporte

São Paulo supera o Corinthians e é o clube mais valioso do Brasil, diz estudo

FOLHA

Leia mais: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/2015/06/1639307-sao-paulo-supera-o-corinthians-e-e-o-clube-mais-valioso-do-brasil-diz-estudo.shtml

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Diversos

Vítimas de bullying possuem maiores chances de obesidade, AVC e ataques cardíacos, diz estudo

071As crianças que são vítimas de bullying na infância têm maior risco de obesidade, derrames e ataques cardíacos, posteriormente, afirmam os pesquisadores.

Se o bullying entre os jovens fosse eliminado, o número de homens e mulheres obesos poderia reduzir em cerca de 12%, sugeriu o estudo. Foi observado que adultos na faixa dos 40 anos que foram intimidados com idade inferior aos 12, eram mais gordos e tinham níveis mais elevados de produtos químicos ligados a doenças cardíacas no sangue.

O bullying havia sido previamente associado a problemas mentais na vida adulta, como depressão e alcoolismo, mas a investigação inovadora descobriu problemas de saúde mais amplos.

Acadêmicos no Instituto de Psiquiatria do Kings College London estudaram os casos de 7.102 crianças nascidas em 1958, cujos pais foram questionados se haviam sido importunados entre sete e onze anos. Eles descobriram que as mulheres estavam mais propensos a engordar após ter sofrido bullying na infância, em relação aos homens.

Cerca de 26% das mulheres que tinham sido assediadas na infância eram obesas aos 45, em comparação com 19% das pessoas que nunca tinham sido alvo de brincadeiras na escola. Cerca de 25% das vítimas masculinas de bullying eram obesas.

Cerca de 20% das vítimas também tinham níveis elevados de um ‘biomarcador’ químico associado a doenças cardíacas – uma substância química chamada proteína C-reativa (PCR), que está ligada ao entupimento das artérias e fibrinogênio, o que leva à formação de coágulos sanguíneos. As vítimas de bullying também tinham níveis de fibrinogênio mais elevados.

Embora as razões exatas sobre a influência no peso causada pelo bullying sejam desconhecidas, os cientistas dizem que as crianças vítimas de chacotas escolares podem comer mais para proporcionar alívio de estresse. “As intervenções precoces em apoio às crianças vítimas de bullying não só poderiam limitar o sofrimento psicológico, como também reduzir os problemas de saúde física na vida adulta”, disse o professor Louise Arsenault.

Pesquisas indicam que uma em cada cinco crianças sofre assédio moral na escola. Pesquisas anteriores já haviam relacionado o bullying a um risco maior de depressão, ansiedade, pensamentos suicidas e dificuldades na aprendizagem e na vida social.

Jornal Ciência

Opinião dos leitores

  1. Essas gerações vindas após a década de 80, são fracas, mal preparadas para a vida. Tudo é motivo de ir ao psicólogo.

  2. Minha cara Aparecida, O respeito é reciproco, eu respeito e sou educado para que o é comigo, mas se qualquer pessoa que desrespeitar-me e for mal educado comigo eu serei o dobro para com ele, pois quem da a outra face é só Jesus. como não sou ele, tudo que vem em minha direção eu devolvo dez vezes mais. tanto faz educação e respeito bem como grosseria ou qualquer tipo que coisa que venha aviltar-me.

  3. Ser humano de verdade (independente se homem ou mulher) deve ser educado a respeitar o próximo independente de como seja. Se alguém se diverte em agredir e/ou constranger o próximo deve procurar ajudar psicológica urgente, antes que procrie.

  4. Homem de verdade, mulher de verdade, enfim….. SER HUMANO deve ser educado para respeitar as pessoas independente de como sejam. Não há graça nenhuma no constrangimento e no sofrimento do próximo. E quem se diverte em situações desse tipo necessita de tratamento psicológico com uma certa urgência antes que procrie.

  5. Isso para mim é frescura… No meu tempo se me apelidasse ou gozava com minha cara levava porrada, mas hoje os jovens não tem jeito de homem e as crianças são criadas como florzinhas. Quem é fraco fica por baixo, mas homem de verdade leva desaforo para casa alheia e não para sua casa.

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Saúde

Força do punho ajuda a prever chance de ataque cardíaco e derrame, diz estudo

3vwuok970v_rbf74ifld_fileDescobrir a sua probabilidade de ter um ataque cardíaco ou um derrame é algo que pode estar escondido na palma da sua mão, segundo as conclusões de um estudo canadense.

Uma pesquisa com mais de 140 mil pessoas de 14 países, publicado na revista científica Lancet, sugere que a força do punho é um indicador melhor que a medição da pressão sanguínea para se prever o risco dessas doenças.

Segundo pesquisadores canadenses, esse seria um método “simples e barato” de ser implementado.

A força de se pressionar algo com a mão, naturalmente, vai sendo reduzida no decorrer dos anos. Mas aqueles cuja a força cai muito rapidamente têm um risco maior de se ter problemas de saúde.

As mulheres nos seus 20 anos, por exemplo, conseguem exercer uma força do punho equivalente a 34 quilos – algo que cai para 24 quilos quando elas atingem os 70 anos. Para homens nas mesmas faixas etárias, esse número cai de 54 quilos para 38 quilos.

O estudo mostrou que a cada 5 quilos de força reduzido na força do punho se aumenta em 17% em problemas de coração e 9% a de derrame.

Mais precisão?

Os médicos atualmente calculam a propensão a essas doenças a partir de informações fornecidas pelo paciente, como histórico familiar de doenças, se são fumantes, sedentários, além de dados como peso e níveis de colesterol e pressão.

No entanto, para os os pesquisadores, a força do punho é um indicador muito mais preciso do que a pressão sanguínea.

Para pesquisadores canadenses, médoto é simples, barato e mais eficiente que medir a pressão sanguínea

“A força do punho pode ser um teste fácil e barato para testar o risco de os pacientes de terem doenças cardiovasculares”, afirma Darryl Leong, um dos pesquisadores da Universidade McMaster, no Canadá, que conduziu o estudo.

— Mas ainda são necessárias mais pesquisas para se estabelecer se exercícios para melhorar a força muscular podem reduzir o risco desses problemas.

Doirean Maddock, da Fundação British Heart, disse que a pesquisa “é bastante interessante, mas que ainda é preciso se fazer mais estudos para se determinar a ligação entre a força do punho e as doenças cardiovasculares”.

O que se sabe até o momento é que o endurecimento das artérias acabam reduzindo a força muscular.

R7 com BBC Brasil

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Diversos

Paracetamol afeta emoções e reduz o prazer, diz estudo

6ea61g6ufb_2uyfy9ws8s_filePesquisadores americanos descobriram um novo efeito colateral do paracetamol. De acordo com os estudos, a substância pode ter efeitos relacionados às reações emocionais. Além de reduzir a dor, o paracetamol pode também reduzir o prazer, de acordo com publicação da Associação de Ciência Psicológica

Segundo informações do site The Guardian, o estudo mostrou que além de mexer com a dor física, a substância também afeta a questão emocional, o que comprova que o circuito cerebral da dor é ativado nas duas situações, afirmou Geoffrey Durso, psicólogo social da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos.

— O paracetamol não somente alivia a dor, mas também suaviza as emoções.

O pesquisador contou com participação de 82 estudantes e deu 1g da substância a metade deles e uma outra pílula, exatamente igual, que não faria efeito nenhum.

Uma hora depois, tempo em que a droga faz o efeito, Durso pediu que os alunos olhassem para uma série de 40 fotografias. As imagens haviam sido escolhidas para mexer com emoções extremas, como imagens de crianças brincando com gatos ou de vasos sanitários sujos.

Os alunos deveriam classificar as imagens em categorias, que iam do extremamente agradável até o extremamente desagradável. O resultado mostrou que aqueles que haviam tomado o paracetamol tiveram reações menores às imagens.

— As pessoas que tomaram a substância não tiveram a mesma intensidade de reações que os que não tomaram o remédio.

O médico afirma que as reações não foram tão diferentes, mas que a diferença é significativa para avaliar as consequências das substâncias.

Durso afirma que pretende continuar os estudos para avaliar outros produtos analgésicos como a aspirina e os seus efeitos, não somente em relação às dores, mas também as consequências nas emoções.

R7

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Saúde

Creatina, ingerida em suplementos por usuários de academia, pode provocar câncer de testículo, diz estudo

024Um estudo realizado na Universidade de Yale, nos EUA, revelou que suplementos de fortalecimento muscular podem aumentar o risco de desenvolver câncer testicular.

A pesquisa descobriu uma ligação entre os compostos contendo creatina ou androstenediona.

Os homens que começaram a tomar os suplementos antes dos 25 anos, e utilizaram mais de um tipo, por três anos ou mais, eram mais propensos a serem diagnosticados com câncer.

O professor Tongzhang Zheng, que liderou o estudo na Universidade de Yale, antes de ingressar na Universidade Brown, disse: “A relação observada foi forte. Se você usou anteriormente, o risco era mais elevado. Se você usou por um longo período de tempo, você também tinha um risco mais elevado. Se você usou vários tipos diferente, também”.

A pesquisa marca o primeiro estudo epidemiológico analítico da possível ligação entre suplementos e câncer testicular. Os pesquisadores investigaram a possível ligação após evidências passadas sobre alguns ingredientes de suplementos danificarem os testículos. A incidência de câncer testicular aumentou de 3,7 casos em 100.000 em 1975, para 5,9 casos em 100.000 homens em 2011, disse o professor Zheng.

Porém, os cientistas não têm certeza do que está por trás do aumento. “O câncer de testículo é muito misterioso. Nenhum dos fatores que temos como suspeitos, podem explicar o aumento”, disse Zheng.

O professor Russ Hauser, da escola de Harvard de saúde pública e um colaborador do estudo, disse: “Nosso estudo descobriu que o uso de suplementos foi relacionado a um risco maior de desenvolver câncer de testículo. Estes resultados são importantes porque existem poucos fatores de risco modificáveis ​​identificados para o câncer testicular”.

Os pesquisadores realizaram testes detalhados em cerca de 900 homens de Massachusetts e Connecticut. Desses, 356 foram diagnosticados com câncer de células germinativas testiculares, e 513 não tinham a doença. Nas entrevistas, os cientistas pediram aos homens, não só informações sobre o seu uso de suplementos, mas também sobre uma grande variedade de outros fatores de risco, incluindo fumar, beber, hábitos de exercício, histórico familiar e lesões anteriores nos testículos ou virilha.

Depois de contabilizar esses fatores, bem como idade, etnia e outros dados demográficos, os pesquisadores descobriram que os homens que usaram suplementos foram 65% mais propensos a desenvolver câncer de testículo.

As chances aumentaram em 177% entre os homens que usaram mais de um tipo de suplemento. Em homens que usaram os suplementos de fortalecimento muscular por três anos ou mais, o risco de câncer foi 2,56 vezes maior do que aqueles que nunca tomaram as substâncias. Aqueles que começaram a usar suplementos com 25 anos ou menos, tiveram risco 2,21 vezes maior do que os não-usuários.

Eles acrescentaram que mais pesquisas são necessárias para estabelecer um nexo de causalidade entre suplementos e câncer testicular. O estudo foi publicado no British Journal of Cancer.

Jornal Ciência

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Saúde

Mulher divorciada tem 2 vezes mais chances de ter ataque cardíaco, diz estudo

CCtqDh2W0AARx8rMulheres que se divorciam têm quase duas vezes mais chances de ter ataque cardíaco se comparadas à outras que continuaram em seu relacionamento, aponta estudo do centro médico da Universidade de Duke, nos Estados Unidos. A pesquisa mostrou que o estresse relacionado ao divórcio é fator decisivo para a situação. De acordo com pesquisadores, os dados também servem para os homens.

O estudo analisou mais de 15 mil homens e mulheres que tinham se casado pelo menos uma vez. Os participantes foram perguntados sobre seu estado de saúde e situação matrimonial a cada dois anos, entre 1992 e 2010. Um terço dos entrevistados se separou pelo menos uma vez neste período.

De acordo com o estudo, o estresse tem resultado duradouro na saúde das pessoas que se divorciaram. O risco de ataque cardíaco entre mulheres que se separaram uma vez foi maior em 24% que em mulheres que se mantiveram em seu relacionamento. Para as mulheres que se divorciaram mais de duas vezes, o risco quase dobrou, se igualando a pessoas que possuem doenças crônicas como diabetes e pressão alta.

Nos homens, o risco de ataque cardíaco para aqueles que se separaram uma vez foi um pouco menos, de 10% em comparação aos que continuaram casados. Os que se divorciaram mais vezes tiveram incidência de ataque 30% maior que os demais.

De acordo com Matthew Dupre, professor de medicina da Universidade de Duke, o estresse do divórcio é fator decisivo para o ataque cardíaco.

— Esse é um dos primeiros estudos realizados medindo o estresse do divórcio relacionado ao ataque cardíaco, mas já podemos dizer que ele afeta diretamente a saúde das pessoas.

R7

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Diversos

Cerveja deixa os homens mais inteligentes, diz estudo

7c0fuat89s_259hbmgvd4_filePesquisadores da Universidade de Illinois, em Chicago, descobriram que homens apreciadores de cerveja têm maior capacidade de resolver problemas de lógica do que aqueles que não consumem o álcool.

Os cientistas colocaram 40 homens em um bar e propuseram desafios de lógica. Metade deles tomou alguns copos de cerveja, e a outra metade não. A surpresa foi que os que consumiram a bebida conseguiram solucionar mais rapidamente as questões e resolveram 40% a mais dos problemas do que os que ficaram sóbrios.

Além disso, os que beberam resolveram um dos problemas propostos em 12 segundos, enquanto os sóbrios levaram mais de 15 segundos.

Outra descoberta, ressalta a psicóloga Jennifer Wiley, é que as pessoas que consomem álcool são piores para exercícios de memória, mas conseguem desenvolver melhor problemas de lógica.

Wiley conta que os resultados da pesquisa vão ao encontro do que se acredita que a bebida melhora as percepções e ajuda na tomada de decisões.

Os pesquisadores também descobriram que os homens trabalham melhor em grupos de três pessoas, enfatiza a psicóloga.

— Quando ficam em duplas, eles tendem a ser mais educados. Já em um grupo, eles conseguem confrontar os colegas e expor melhor a própria opinião, porque não vêm como um confronto, mas apenas como uma fala, porque você não responde diretamente a ninguém.

R7

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Diversos

Pessoas que gostam de queijo quente são mais felizes e fazem mais sexo, diz estudo

9oenp4s7cc_1gwq5aaxym_fileOs adoradores de queijo quente fazem sexo com mais frequência e são pessoas melhores que aquelas que não gostam desse tipo de sanduíche, de acordo com estudo divulgado esta semana pelo site de namoro Skout. O site divulgou a pesquisa dias antes da celebração do dia do queijo quente nos Estados Unidos, que acontece no próximo domingo (12).

A pesquisa mostra que 32% dos fãs do lanche se divertem pelo menos seis vezes por mês na cama, contra 27% dos que não gostam de queijo quente. Cerca de 4.500 pessoas foram entrevistadas. Além disso, os fãs de queijo quente são mais caridosos e aventureiros, segundo o estudo.

A pesquisa também mostrou que 80% das pessoas que se deliciam com o sanduíche disseram que doaram tempo, comida ou alguma quantia em dinheiro para pessoas necessitadas.

Entre as pessoas que não admiram o queijo quente, apenas 66% afirmaram doar frequentemente para caridade.

R7

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