Governo vai coletar amostras de sangue e de urina para traçar perfil da saúde dos brasileiros

O Ministério da Saúde inicia nesta segunda-feira, 12, em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a primeira pesquisa que vai traçar o perfil da saúde da população brasileira por meio de exames laboratoriais de sangue e de urina.

A iniciativa, inédita, foi revelada pelo Estado em outubro do ano passado. O objetivo da pesquisa é identificar quais são as principais doenças crônicas do brasileiro e, a partir daí, traçar estratégias de saúde pública para combatê-las.

Segundo Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde do ministério, além dos exames de sangue e urina, os participantes da pesquisa terão medidos a pressão arterial, o peso, a altura e a circunferência abdominal para avaliar prevalência de hipertensão e de obesidade.

Os exames laboratoriais vão analisar os índices de diabete e colesterol, que são fatores de risco ara doenças cardiovasculares, além de anemia falciforme e a sorologia da dengue. A ideia, diz Barbosa, é identificar a prevalência do contato com o vírus da dengue em cada Estado.

“A gente quer saber quantas pessoas já tiveram contato com o vírus da dengue e com quais sorotipos. Isso servirá de base para pesquisas e para orientar o governo no futuro para uma possível introdução da vacina de dengue”, diz.

O exame de urina vai medir a quantidade de sódio no organismo das pessoas para o ministério ter uma ideia real da quantidade de sal que as pessoas estão consumindo. “Há uma preocupação muito grande porque o excesso de sal é fator de risco para a hipertensão”, explica.

Amostra. Outros inquéritos nacionais de saúde já foram feitos nos anos de 2003 e de 2008, mas eles eram um suplemento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE e não incluíam exames laboratoriais, apenas perguntas.

Agora, a pesquisa será realizada independente da Pnad e o questionário será muito mais amplo – terá cerca de 250 questões, além dos exames clínicos e das medições de pressão arterial, peso, altura e medida da circunferência abdominal.

A amostra total para responder o questionário envolverá 80 mil brasileiros, sendo que 25% deles (20 mil) vão fazer também os exames laboratoriais. A logística ficará sob coordenação do Hospital Sírio Libanês, que será o responsável por organizar as coletas, coordenando as duas redes de laboratórios para garantir a padronização da coleta e da análise dos exames. Para isso, hospital vai investir R$ 6 milhões que serão abatidos em renúncia fiscal. O ministério vai investir outros R$ 15 milhões.

Um pré-teste da pesquisa foi realizado no primeiro semestre deste ano. Ao todo, foram feitas 500 entrevistas nos Estados de Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Sergipe, Acre e Goiás. Segundo o ministério, o questionário foi bem aceito pelos voluntários.

Prazo. Segundo Barbosa, técnicos do IBGE começam a visitar as casas hoje para aplicar os questionários e fazer as coletas. Até o final do ano essa fase deve estar concluída para início da tabulação dos dados. O ministério estima que terá resultados até o meio do ano que vem.

A ideia do governo é repetir a pesquisa a cada 5 anos, já que a maioria dos indicadores não sofre alterações tão significativas de um ano para o outro, além de a logística ser complicada. “Teremos resultados válidos para todos os Estados e capitais do Brasil. Isso será importante para captarmos diferenças e definirmos estratégias de saúde pública para cada região”, afirma.

Barbosa diz ainda que o ministério continuará fazendo o Vigitel anualmente – a diferença é que essa é uma pesquisa por telefone e depende da declaração das pessoas, já que não há como conferir os dados. “Uma pesquisa complementará a outra.”

Os participantes da pesquisa terão os dados preservados e receberão os resultados dos exames em casa ou pela internet com as orientações, caso haja necessidade. Segundo Barbosa, os resultados serão arquivados na soroteca do Instituto Evandro Chagas, no Pará, e ficarão disponíveis para cientistas para servir como base para pesquisas no futuro.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gilberto disse:

    Se o TSE vendeu pra o serasa os dados de eleitores, imagina pois dados de doenças. Vão vender pra planos de saúde e farão como no EUA, ninguém com doença crônica é aceito no plano…

Cientistas conseguem carregar celular com urina

Cientistas do Laboratório de Robótica de Bristol (Reino Unido) conseguiram carregar um telefone celular com urina. De acordo com o resultado do experimento, publicado na revista da Royal Society of Chemistry, do Reino Unido, os cientistas produziram uma carga elétrica ao passar urina por uma grande quantidade de células microbiais, que reagiram com misturas contendo cloreto, sódio e potássio.

A carga resultante foi suficiente para fazer uma ligação – o telefone usado foi um Samsung – para enviar uma mensagem de texto e acessar a internet. “Foi uma descoberta bem animadora”, disse Ioannis Ieropoulos, da University of the West of England, de acordo com o “Daily Mirror”.

Agora, os cientistas querem desenvolver uma tecnologia que carregue totalmente o celular com o uso da urina.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ismael disse:

    Po, legal. Se fazendo o 'um' deu uma ligação, quem sabe se com o 'dois', até se lê o "Daily Mirror".

Jovem atropela irmã como vingança por urina do gato dela em computador

Oliver Richardson, de 20 anos, ficou furioso ao ver o gato da irmã urinar no computador dele. E então Oliver decidiu se vingar: pegou o carro e atropelou sem piedade Hannah (foto acima) em frente à casa deles em subúrbio de Sydney (Austrália).

Hannah teve lesão na espinha, fraturou uma perna e sofreu colapso de um dos pulmões. A jovem de 19 anos se encontra em estado grave em hospital da cidade.

O agressor foi preso, noticiou uma emissora australiana.

Fonte: Pagenotfound

Mictório toca guitarra de acordo com o uso

Já imaginou um festival de música em pleno banheiro? Uma empresa brasileira criou um mictório em forma de guitarra, segundo o site “The Huff Post”. Enquanto o homem esvazia a bexiga, o “Guitar Pee” transforma o som da urina em solo de guitarra.

A novidade já foi instalada no Bar Aurora, em Itaim Bibi, São Paulo. Segundo a caixa Amanda, os clientes ficaram animados com o banheiro: “Os homens saem rindo muito de lá. Pena que não tem para mulheres”.

Resta saber se o som é bom…

*Com infomações do Pava Blog