Brasileiros escutam ‘good morning, coronavírus’ em atos xenófobos no exterior

Foto: Mario De Fina

“Corona, corona! Volte para o seu país.” Em meio à pandemia de coronavírus, brasileiros contam que vêm sendo vítimas de hostilidades no exterior. Segundo relatos de viajantes na Índia e em alguns países da África, eles e outros estrangeiros têm sido expulsos de hotéis, sofrido constrangimento por parte de autoridades locais e ouvido frases como a da abertura deste texto na rua.

Até na China, origem da pandemia, há casos de preconceito contra estrangeiros, desde que o país conseguiu reduzir a transmissão local e começou um esforço para evitar uma segunda onda de contaminação, desta vez vinda de fora. Uma reportagem do jornal inglês The Guardian traz casos de pessoas expulsas de restaurantes, lojas e hotéis, e um vídeo que circula na internet mostra três russos impedidos de entrar em uma loja para comprar máscaras.

Na Índia, onde um grupo de quase 180 brasileiros tenta ser repatriado após o fechamento das fronteiras, parte deles também conta ter vivido momentos tensos, especialmente em cidades menores.

A servidora pública Claudia Segobia, 50, foi pressionada para sair do hotel onde estava havia mais de um mês em Vrindavana, no norte do país. “Começaram a me perseguir lá dentro. Fui chamada por três homens da administração, pediram meu passaporte, eu ingenuamente dei na mão deles. Disseram que teriam que entregar o documento à polícia e que viriam me buscar para fazer exame e me colocar em quarentena.”

Hoje, ela está na casa de uma amiga. “No caminho para lá, começaram a apontar para mim na rua e a gritar: ‘Corona, vá para casa!’”, lembra. “Descobriram meu telefone, não sei como, e me ligaram dizendo que sabem onde estou e que vão chamar a polícia.”

Em vídeo enviado à Folha, ela mostra um tecido que colocou como proteção na janela do quarto onde está, para não ser vista do lado de fora. “Estou com muito medo, não saio daqui para nada. E a situação tende a piorar. Nenhum relato que eu faça consegue expressar o que estou sentindo. Foi muita humilhação.”

Cláudia diz que informou a embaixada brasileira e que tem recebido suporte do corpo diplomático. “Mas precisamos sair daqui. Espero que algo possa ser feito por nós.”

Em outra pequena localidade no leste da Índia, o fotógrafo Tiago Mendonça, 38, foi expulso com um amigo mexicano que o acompanha em uma viagem. “A dona do hostel começou a nos pressionar para sairmos de lá. Ela estava muito ansiosa, acho que estava sendo pressionada também. Um dia, saímos para comer, e três adolescentes pegaram uma pedra no chão e nos olharam, dizendo: ‘Você não é bem-vindo aqui’”, conta.

Na noite seguinte, alguém jogou uma pedra no telhado do hostel. “Era um paralelepípedo enorme, fez um barulho muito alto.” A dupla saiu da cidade e agora está em um lugar seguro.

“A paranoia está criando um sentimento de repúdio aos estrangeiros. Não os culpo, eles estão com medo. É um problema que está acontecendo no mundo todo, mas as pessoas não deveriam procurar um culpado”, afirma.

Em uma enquete feita por um dos brasileiros que aguardam repatriação na Índia, respondida por 140 pessoas na mesma situação, 23 delas relataram ter sofrido hostilidades por parte da população e 13, por parte da polícia. Ao menos 30% temem que as hostilidades aumentem à medida que forem surgindo mais casos de Covid-19 no país.

Um dos depoimentos reunidos pelo grupo é de uma brasileira que se hospedou na casa de um guru de ioga após seu curso ter sido suspenso. Um grupo de 20 policiais foi até a residência, obrigando todo mundo a ficar de quarentena, e divulgou para a população local que a casa estava infectada por tê-la recebido. “Estamos vendo muitos atos xenofóbicos por autoridades na Índia. Para os mesmos, se você for estrangeiro, é um coronavírus ambulante”, diz o relato.

Até agora, a embaixada na Índia conseguiu negociar cerca de 15 lugares para os brasileiros em um voo da Air France. O valor da passagem, porém, é impeditivo para alguns turistas: entre US$ 1.500 (R$ 7.800) e US$ 2.000 (R$ 10.500). “Normalmente a passagem de ida e volta custa uns R$ 4.000. A maioria de nós não tem condições de arcar com esse valor extra”, afirma Cláudia.

Em nota, o Itamaraty afirmou que a embaixada em Nova Déli e o consulado em Mumbai estão buscando meios de superar as restrições do governo indiano para possibilitar o retorno dos brasileiros.

O órgão diz que tem negociações em curso com companhias aéreas para buscar soluções de repatriamento e que está apoiando os brasileiros com medidas como compra de medicamentos e alimentos para quem precisa, “resgate de brasileiras expulsas de seus hotéis e em situação de vulnerabilidade em cidades próximas a Nova Déli e obtenção de alojamento em local seguro na capital” e “atendimento de brasileiros detidos pela polícia”.

‘DOENÇA DE BRANCO’

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Ser tratado como lixo nos países desenvolvidos é ruim agora ser lixo no 3º mundo e demais.
    Seria bom o brasileiro ter lembrança disso quando passar esta pandemia e nunca mais pisar messes países.

  2. DJAILSON disse:

    VAMOS barrar os chineses e deportar os ilegais JÁ

  3. H4CK3R disse:

    Bem feito

    • paulo disse:

      BG
      E o Brasil "contaminados" de Chineses, Venezuelanos,etc em todas as cidade, tá bom de expulsa-los também

  4. Rodrigo Duarte disse:

    Só fazem isso pq a mídia vende a imagem de que o Brasil foi exterminado pelo corona e os poucos que ainda estão vivo estão visitando outros países.

  5. JBBatista. disse:

    Muito bem continuem enchendo a bola dos estrangeiros e seus países

Coronavírus: pandemia faz brasileiros mudarem de casa

Foto: Freepik

Pegar um avião e largar quase tudo para estar com a família. Ou fazer o caminho contrário, deixar o lar para preservar os entes queridos. O necessário isolamento social para conter o novo coronavírus tem levado brasileiros a trocar de residência – e até de país – por tempo indeterminado. A coordenadora de logística Thaís Graccini, de 30 anos, chegou a pedir demissão e entregar o quarto em que vivia na Irlanda para voltar ao Brasil depois de mais de cinco anos no exterior. Ela volta a morar com o pai, Valmir, de 59 anos, que é viúvo e não tem outros filhos.

Antes disso, Thaís se colocou em quarentena para garantir que não transmitirá a covid-19, mesmo que não tenha sintoma da doença. “Sei que muitas pessoas não estão fazendo, mas, para mim não faz sentido vir para ficar com o meu pai e colocá-lo em risco. Vim de máscara, óculos, tudo. É melhor pecar pelo excesso.” Ela se isolou em um apartamento alugado por duas semanas antes de voltar a viver na casa em que cresceu, até hoje em São Caetano do Sul, no ABC Paulista. A ideia é permanecer por quatro meses, mas a definição depende da pandemia.

“Acho que logo mais vai ter quarentena geral. E não quero o meu pai sozinho em uma situação dessas”, explica ela . Thaís tomou a decisão há pouco mais de uma semana. “Minha empresa não estava fazendo quarentena, mas eu via a situação na Itália. Dava pânico.”

Já a estudante de Engenharia da USP Isadora Pioli, de 18 anos, retornou para Linhares, no Espírito Santo, no dia 18. A pedido da mãe, Geanna, de 44 anos. O irmão, Bernardo, de 21 anos, fez o mesmo, regressando da faculdade em Vitória. Ambos devem permanecer por lá enquanto as aulas presenciais estão suspensas. “Ela estava com medo da situação piorar e eu estar longe da família.”

No primeiro semestre da graduação, Isadora retornou ao convívio que tinha até o ano passado. “Meus pais estão super felizes com todo mundo em casa, mas voltou as cobranças em relação a estudos igual era no ensino fundamental e médio.”

Oposto

O fisioterapeuta Filipe Santiago, de 31 anos, fez o caminho inverso. Remanejado para atuar no atendimento de pacientes críticos com suspeita do novo coronavírus em um hospital de São Luís, no Maranhão, saiu temporariamente da residência. “Minha esposa está grávida e minha filha é pequena, vai fazer 5 anos”, justifica. “A ideia é a proteção da minha família. Vou ter contato direto com esses pacientes. E não se sabe ainda com certeza o efeito que tem no feto, se tem reflexos na fase de formação.”

Desde domingo, o fisioterapeuta está no apartamento do pai, em que apenas sua irmã, estudante de Medicina, reside. “Minha filha está com a mãe (ex-mulher). Faço chamada de vídeo e falo com ela explico que o papai está trabalhando, que a situação é temporária e, em breve, vou ver e abraçar ela.”

As videochamadas praticamente diárias se repetem com a esposa, Márcia, de 35 anos. “Ela também é da área de saúde, é médica, então está consciente de tudo o que acontece.”

Hospital se ‘autoisola’

Especializado em cuidados paliativos para pessoas idosas e com doenças crônicas, o Hospital Premier está “autoisolado” desde quarta-feira. A equipe de cerca de 200 funcionários está dividida entre o home office e os que aceitaram a proposta de se mudar temporariamente para o espaço, no Itaim-Bibi, na zona sul da cidade de São Paulo.

“Os nossos pacientes estão no topo de risco dessa pandemia, são doentes crônicos, portadores de muitas comorbidades e com sequelas”, explica o superintende do hospital, Samir Salman, de 59 anos, que também se mudou para o local. “Estamos protegendo as pessoas que estão aqui, os pacientes e a sociedade, na medida que não estamos circulando e trabalhamos em área de risco”, ressalta. “Para a nossa surpresa, 84 (funcionários) aderiram (à internação), a portaria, as meninas da limpeza, as meninas da copa, auxiliares de enfermagem, técnicos de enfermagem, enfermeiros, médicos, fisioterapeutas, terapeuta ocupacional, psicóloga, assistente social.”

O hospital comprou 90 camas, conjuntos de roupas de cama e banho e três uniformes por funcionário. Todos foram alojados em espaços do setor administrativo e utilizam vestiários para higiene pessoal. Uma rotina de exercícios e outras atividades está sendo planejada, como na sexta-feira, em que o ato religioso do papa Francisco foi transmitido no auditório.

Visitas

As visitas estão vetadas. Por isso, dois familiares e alguns cuidadores também integram o confinamento. Segundo Salman, a iniciativa teve “100% de adesão” entre os clientes. “Até nos cumprimentaram. Diante desse drama humanitário, dessa calamidade não temos muita opção”, afirma. “Ninguém entra, mas quem quiser pode sair a qualquer hora, sem julgamento moral”, garante. “É uma decisão de foro íntimo.”

A experiência está sendo documentada pelos funcionários. “Estão registrando, cientificamente, todos os dados, pode ser uma experiência antropológica para enfrentamento de pandemia.” O superintendente lamenta, contudo, que a situação afetou as contas do hospital, que atende clientes de classe média. Ele não tem certeza se conseguirá pagar o salário integral dos funcionários em home office, embora destaque que seja o objetivo.

“Teve uma grande majoração dos preços dos materiais de segurança dos nossos profissionais. Uma caixa de máscaras que custava R$ 3 50 com 50 unidades passou a custar R$ 200 no mesmo fornecedor”, observa ele. “As finanças do hospital estão destroçadas.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo Sérgio disse:

    Se é para ficar em casa, ótimo. Pois as melhores armas para enfrentarmos o covid-19, hoje, são: isolamento social e INFORMAÇÃO.

Sexy Hot libera filmes adultos e Pornhub oferece assinatura premium grátis durante isolamento

Foto: PornHub/Reprodução

O canal Sexy Hot e o site Pornhub anunciaram a disponibilização de alguns conteúdos gratuitamente para entreter o público que está cumprindo quarentena devido ao risco de disseminação do novo coronavírus.

A estratégia é semelhante a que já vem sendo feita por canais de assinatura e serviços de streaming. A Globoplay, por exemplo, decidiu até mesmo reduzir a qualidade de seus vídeos para poder atender um maior número de pessoas.

O canal Sexy Hot anunciou que vai liberar, por tempo indeterminado, dez filmes gratuitos no site (www.sexyhot.com.br), e mais nove produções de longa e curta duração, por meio da plataforma Video on demand (VOD) das operadoras de TV por assinatura.

Para facilitar a busca por esse material gratuito, o canal criou a categoria “Fique em Casa” nas duas plataformas.

Já o Pornhub liberou a assinatura premium gratuitamente, sendo necessários apenas fazer um login para ter acesso aos seus produtos. O site já tinha feito a liberação para países mais afetados pelo Covid-19, como Portugal, Itália e Espanha.

F5 – Folha de São Paulo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Quanta falta de imaginação deve estar afligindo os confinados, hein? Quanto a isso eu e minha égua Adelaide estamos hiper-imunizados: dispomos de vasto repertório e perfeita sintonia química.

  2. Manoel disse:

    Satanás não brinca de ser satanás ele quer invadir as casas de todo jeito pois a pornografia e um pegado enorme que fere o coração de Deus.

79% dos brasileiros acreditam que a economia será muito afetada pela crise do coronavírus, aponta Datafolha

Pesquisa Datafolha publicada nesta terça-feira (24) pelo jornal “Folha de S.Paulo” aponta que a maioria dos brasileiros acha que a economia será muito afetada pelo coronavírus e quase um terço dos entrevistados entende que a vida financeira pessoal será prejudicada. Mais da metade está certa que a renda pessoal vai diminuir.

O Datafolha entrevistou 1.558 pessoas por telefone celular entre quarta-feira (18) e sexta (20). A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Veja abaixo os resultados de acordo com as perguntas feitas aos entrevistados:

A economia será afetada pela pandemia?

Muito afetada:79%
Um pouco afetada: 16%
Nada afetada: 3%
Não sabe: 3%

O surto do coronavírus prejudicará a economia do Brasil?

Por muito tempo: 50%
Por pouco tempo: 44%
Não irá prejudicar: 3%
Não sabe: 4%

O surto prejudicará sua vida financeira pessoal?

Por muito tempo: 28%
Por pouco tempo: 45%
Não irá prejudicar: 24%
Não sabe: 3%

Sua renda diminuirá nos próximos meses por causa do coronavírus?

Sim: 57%
Não: 43%
Não sabe: 0%

Poderá trabalhar em casa durante o surto?

Sim: 46%
Não: 54%

Tem perspectiva de ficar sem trabalho e renda?

Entre os mais pobres: 60%
Entre os mais ricos: 25%

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tonhão Marreta disse:

    Não tem credibilidade esse instituto, assim como alguns meios de comunicação, trabalham para produzir pesquisas com resultado favorável ao contratante. Qual o nível de acerto do datafolha e ibope nas últimas eleições? Sem credibilidade, tenho dito e as pesquisas produzidas por eles atestam isso.

  2. Tereza disse:

    Eis o resultado da corrupção dos governos anteriores.

    • Ricardo Lúcido disse:

      Ei Tereza ! Terezinha ! Teca ou TÊTÊ . Você está sonhando . A ara sabe quem é o presidente ? Passado é passado , justificativas desse tipo não valem . Acorde mulher .

Empresas recrutam brasileiros para 250 vagas no Canadá

Cidade de Québec, no Canadá. Foto: (Yanis Ourabah/Getty Images)

A agência Québec International vai recrutar brasileiros para 250 vagas na área de tecnologia da informação para nove empresas na região metropolitana de Québec, no Canadá.

As oportunidades são para cargos como de desenvolvedor, analista, administrador de bases de dados, arquiteto tecnológico, engenheiro de software e especialista em inteligência artificial.

Os interessados devem criar um perfil no site Québec na Cabeça e se candidatar para as vagas em francês até o dia 13 de abril. As entrevistas com executivos das empresas canadenses acontecerão nos dias 2 e 3 de maio em São Paulo.

Os candidatos precisam ter diploma técnico ou universitário no setor, experiência de um a nove anos e conhecimento da língua francesa. Não é necessário ter documentos para imigração.

Exame

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Só não vão se não quiser. Falta de corona é que não é.

  2. Andreilson disse:

    A melhor saída P o Brasil é o aeroporto, com toda certeza!

Otimismo dos brasileiros volta ao patamar do primeiro mandato de Dilma

Segundo uma pesquisa do instituto Ipsos antecipada pelo Valor Econômico, os brasileiros estão tão otimistas hoje em relação ao futuro quanto estavam em janeiro de 2013, no início do terceiro ano do primeiro mandato de Dilma Rousseff.

De acordo com o levantamento, o Brasil é o quarto país mais otimista do mundo: 46% dos entrevistados dizem acreditar que o país está no rumo certo (acima da média global, de 39%).

Por outro lado, a maioria dos brasileiros (54%) acredita que o país caminha no rumo errado (a média mundial é de 61%).

Durante o primeiro governo de Dilma, o índice dos otimistas com os rumos do país chegou a 59% em janeiro de 2012 e caiu para 47% em janeiro de 2013. Após os protestos de junho daquele ano, a taxa despencou para 20%, batendo nos 9% em 2014.

A parcela dos brasileiros otimistas com o país se manteve abaixo dos 20% até as eleições de 2018, com a vitória de Jair Bolsonaro. Desde então, o percentual vem subindo, tendo alcançado 50% em janeiro de 2019.

A pesquisa, intitulada “O que preocupa o mundo”, ouviu 19,5 mil pessoas em 28 países (mil no Brasil), entre os dias 20 de dezembro de 2019 e 3 de janeiro deste ano. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Franco disse:

    Efeito Bolsonaro: Luciano Hang faz demissão em massa em loja no RS.
    Quatro meses após a inauguração da unidade da rede varejista Havan em Santa Cruz do Sul (RS), cerca de 30% dos funcionários já foram demitidos.

  2. Everton disse:

    Como é a história? Meu fí as vendas do varejo tiveram queda em pleno mês de dezembro!! Queda no mês de dezembro!!!

  3. Ricardo disse:

    Otimismo?

  4. Carlos disse:

    Bando de analfabetos. Esse país não tem jeito, um número grande de FDP querendo roubar cada vez mais. Vamos rasgar o véu da ignorância, não tem solução.

    • Juninho Play disse:

      Há opção de pensar diferente de vc, mas TB já a opção de sofrer como vc. A sua régua não mede o Brasil

Mais de 198 mil brasileiros tiveram WhatsApp clonado em janeiro

Foto: Getty Images

Um levantamento da statup PSafe estimou que 198,1 mil brasileiros tiveram o Whatsapp clonado em todo o país somente no mês de janeiro. De acordo com o estudo, São Paulo lidera a lista de estados mais afetados, com 41,2 mil vítimas. Em seguida, estão o Rio de Janeiro (24, 2 mil) e Minas Gerais (15,9 mil).

O Whatsapp tem sido alvo constante de clonagem. O golpe mais comum recentemente ficou conhecido como o golpe da festa.

“No golpe da festa, o criminoso pesquisa por eventos que terão a presença de pessoas famosas. Depois, se passando pelo organizador da festa, o golpista entra em contato com a potencial vítima para solicitar uma suposta confirmação de identidade. Para realizar a confirmação, a pessoa precisa informar um código enviado ao seu celular. Contudo, o que a vítima não percebe é que este código se trata de um PIN de seis dígitos que libera acesso à sua conta do WhatsApp. Ao fornecê-lo, ela tem a conta bloqueada em seu celular e liberada no aparelho do atacante. A partir daí, a vítima tem seu WhatsApp clonado”, explicou Emilio Simoni, diretor do dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, no resultado da pesquisa.

Vaga de emprego foi golpe mais usado

Ainda segundo o levantamento, em janeiro foram detectados 7.590 mil golpes que impactaram 13,6 milhões de usuários em todo o país. A temática mais usada foi a de vaga de emprego falsa, atingindo mais de 5 milhões de pessoas.

Como se proteger

Emilio Simoni listou na divulgação da pesquisa alguns cuidados para não cair em golpes. Confira:

Tenha cuidado ao clicar em links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais. Sempre verifique as informações compartilhadas nos sites oficiais das empresas, e desconfie de promoções, brindes e descontos.

Para evitar ter o Whatsapp clonado, ative a autenticação em dois fatores. Disponível no próprio Whatsapp, a função aumenta a segurança da conta. Para ativar, abra seu Whatsapp e toque em Configuração (Android) ou Ajustes (iOS) > Conta > Confirmação em duas etapas > ativar

Utilize soluções de segurança no celular que disponibilizam proteção contra clonagem no Whatsapp

Ilustração/Arte UOL

UOL

Aprovação de Bolsonaro cresce e atinge 50% dos brasileiros, aponta pesquisa Veja/FSB

Foto: Alan Santos / Planalto

A popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cresceu nos últimos dois meses e, pela primeira vez desde agosto do ano passado, atinge 50% dos entrevistados, aponta levantamento Veja/Instituto FSB.

Divulgada nessa quinta-feira (13), a pesquisa ouviu 2.000 eleitores, entre os dias 7 e 10 de fevereiro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

De acordo com os dados divulgados, 50% dos brasileiros aprova a forma como o presidente governa, 6% nem aprova nem desaprova e 44% desaprova. Apenas 1% não soube ou quis responder.

Este é o melhor resultado de Bolsonaro entre os quatro levantamentos bimestrais Veja/Instituto FSB, que começaram em agosto do ano passado. Nas pesquisas anteriores, o militar permaneceu com 43-44% de aprovação, enquanto sua reprovação variou de 46-48% do total.

O número de pessoas que considera o governo bom ou ótimo também cresceu, em relação aos levantamentos anteriores, passando de 12% e 19%, respectivamente, para 14% e 22%. Já o que classifica a gestão do militar como péssimo sofreu uma redução, indo de 26% para 22%.

Outro indicativo que demonstra uma melhora na imagem do presidente é o que mensura o alinhamento de expectativa do eleitorado, que atingiu o maior nível positivo na série histórica.

Em comparação com a última pesquisa, em dezembro de 2019, os que achavam que o governo seria muito melhor que o esperado eram 8% dos entrevistados, esse número passou para 10%. O número de pessoas que achavam que ia ser um pouco melhor que o esperado também cresceu, passando de 21% no fim do ano passado para 26% neste mês.

Combate ao desemprego

Um dos principais problemas enfrentado pelo governo, o combate ao desemprego, que permanece alto, atingindo 11% da população, se consolidou na terceira posição entre as áreas mais bem avaliadas da atual gestão, ficando atrás somente de Combate à corrupção e Segurança.

ÍNTEGRA DA PESQUISA AQUI.

Congresso em Foco, UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Zwylder disse:

    Os mortadela pira…

  2. Petralha disse:

    Rapz…esse presidente Fdp, vivia dizendo que as irmãs eram adulteradas, quando ganhou ficou calado!igual o eleitorado dele, pq não diz que a pesquisa é fake!

  3. Silvia Scuccuglia disse:

    Com certeza, o verdadeiro resultado deve ter chocado tanto que resolveram divulgar 50% como consolo para os bolsonaristas…

  4. José aldomar disse:

    Quando as pesquisas dão ruim eh fake quando dão boa não eh fake

  5. Cidadão Atento disse:

    SE FOSSE O CONTRÁRIO ESSA PESQUISA NÃO ERA VERDADEIRA. mAS COMO NOS FAVORECE, ELA É A PURA EXPRESSÃO DA VERDADE.
    ESSAS PESQUISAS ENCOMENDADAS PARA CRIAR CORTINAS DE FUMAÇA EM ÉPOCAS DE GRANDES DESGASTES SÃO UMA VERDADEIRA PIADA.
    PERGUNTAR NÃO OFENDE: Qual a validade e veracidade desse instituto Veja/Instituto FSB?
    No artigo não vemos onde e sob que número essa pesquisa foi registrada, qual a metodologia, onde foi realizada, entre outros "DETALHES" tão pequenos para nos ajudar a diferenciar as notícias dos Fakes, tão comuns nesses tempos sombrios onde verdadeiras fábricas são montadas e mantidas pelo sistema, dentro de gabinetes e com verbas públicas, para criar FAKES NEWS em série.

  6. Bento disse:

    Isso já tinhamos certeza.
    E achamos que passa dos 70%.
    Enquanto isso em Roma o sapo barbudo foi canonizado.
    São ladrão

Nova Zelândia oferece bolsas de pós-graduação para brasileiros

Foto: (Study Queenstown/Divulgação)

Estão abertas as inscrições para brasileiros interessados em bolsas do governo da Nova Zelândia para estudos de pós-graduação. Os candidatos têm até 28 de fevereiro para participar da seleção – o processo é feito exclusivamente via internet, por meio deste link.

As bolsas cobrem passagens aéreas de ida e volta, o valor do curso universitário e seguro médico. Além disso, é oferecido também um auxílio para despesas como acomodação e rotinas de estudo, como compra de livros, materiais escolares e gastos com pesquisa (para alunos de pós-graduação).

A Nova Zelândia possui oito universidades, e todas elas fazem parte das 500 melhores do mundo no conceituado Quacquarelli Symonds World University Rankings (QS), com nível high quality (alta qualidade) na área de pesquisa.

O governo da Nova Zelândia sugere alguns temas de cursos aos candidatos brasileiros, como Mudança de Clima e Meio Ambiente, Segurança Alimentar e Agricultura, Energias Renováveis, Gerenciamento de Risco em Desastres e Governança, mas outros cursos também podem ser considerados. A lista completa dos cursos recomendados para brasileiros pode ser vista aqui.

Como se candidatar às bolsas do governo da Nova Zelândia

Para se candidatar às bolsas do governo da Nova Zelândia, é necessário ter mais de 18 anos (e, preferencialmente, menos de 40), e pelo menos um ano de experiência profissional em tempo integral (o país considera que 30 horas de trabalho por semana já correspondem a tempo integral). Neste link é possível fazer um teste que mostra se você é elegível às bolsas.

Durante o processo de candidatura, será necessário enviar documentos como histórico acadêmico e certificados de proficiência em inglês (o governo recomenda o IELTS, o TOEFL ou o PTE). É necessário, no IELTS, ter nota de pelo menos 6,5 (sem tirar menos que 6 em nenhuma seção); no TOEFL, é preciso ter pelo menos 90 de nota e 21 pontos em writing.

Será necessário, ainda, produzir um essay relatando como os seus estudos ajudarão a promover o desenvolvimento sustentável no seu país, e comprometer-se a voltar ao país por pelo menos dois anos após a conclusão dos estudos.

As bolsas têm duração mínima de seis meses (no caso de certificados de pós-graduação) e duração máxima de três anos e meio (no caso de cursos de Ph.D.). Em todos os casos, as candidaturas são feitas por meio de uma plataforma unificada, que pode ser acessada neste link. As inscrições vão até 28 de fevereiro.

Este artigo foi originalmente publicado pelo Estudar Fora, portal da Fundação Estudar.

Exame

https://exame.abril.com.br/carreira/nova-zelandia-oferece-bolsas-de-pos-graduacao-para-brasileiros/

Internet liberada, alimentação 24h e serviço religioso: saiba como será a quarentena dos brasileiros vindos da China

Foto: Jorge William/Agência O Globo/04-02-2020

Os 34 brasileiros e seus parentes que passarão por quarentena na base aérea de Anápolis (GO), após virem da China para escapar do novo coronavírus, contarão com internet, TV a cabo, serviço religioso, apresentações musicais e alimentação disponível 24h. Eles ficarão na base por 18 dias. Os detalhes foram apresentados para o presidente Jair Bolsonaro e para a imprensa na manhã desta sexta-feira, em uma reunião no Ministério da Defesa.

A previsão é que os dois aviões enviados à China entrem às 17h30 de sábado no espaço aéreo brasileiro, quando receberão uma mensagem de boas-vindas, e pousem em Anápolis por volta da meia-noite, na madrugada de sábado para domingo.

A base aérea tem 40 suítes. Cada quarto terá o nome do seu ocupante. Ao chegar, eles receberão um cartão com uma mensagem de boas vindas, também com nome.

Na manhã de domingo, será realizada uma reunião para explicar as regras, como normas de conduta, regras de vivência e delimitação da área de trânsito. O grupo também terá que eleger uma espécie de “síndico”. Haverá uma sugestão de horário para dormir. Não há restrição para o uso de redes sociais.

Serão seis refeições diárias, acompanhadas por nutricionistas da base aérea: café da manhã, colação, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia. Além disso, haverá uma copa disponível 24h para pedidos de refeição. Haverá uma geladeira liberada, mas sem bebidas alcoólicas.

Os repatriados terão à sua disposição uma biblioteca, uma coleção de filmes, TV a cabo, video game e brinquedos. Bandas militares também irão fazer apresentações.

Eles terão que participar de três avaliações médicas por dia, que serão realizadas pela equipe da secretaria de Saúde de Goiás. Estarão disponíveis apoio psicológico, emergência odontológica e serviço religioso.

Caso algum dos repatriados apresente sintomas do coronavírus, ele será conduzido a uma área separada, batizada de “área amarela”. Caso os sintomas se agravem, ele irá de helicóptero até o Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília.

A equipe enviada conta com 24 pessoas: 12 pessoas da equipe médica da Força Aérea Brasileira (FAB), duas pessoas da equipe médica do Ministério da Saúde, oito tripulantes e duas pessoas de imprensas. Eles também passarão pela quarentena, ao menos que não tenham tido contato direito com nenhum dos resgatados da China.

Além dos 34 brasileiros e parentes, serão levados até a Polônia quatro poloneses, uma chinesa e uma indiana.

O Globo

Québec, no Canadá, procura brasileiros para estudar em suas universidades; inscrições terminam nesta sexta

(Thinkstock/Vladone/Thinkstock)

Procurando uma oportunidade para estudar no Canadá? A agência Québec Internacional está recrutando brasileiros para realizar a graduação, especialização ou mestrado em universidades locais.

As inscrições para o programa terminam nesta sexta-feira, dia 7, e podem ser realizadas pelo site Québec na Cabeça.

Como a língua predominante na província canadense é o francês, é necessário ter conhecimento avançado para participar do processo. No entanto, não é preciso apresentar documentos de imigração.

Após as inscrições, os candidatos serão chamados na semana de 24 a 28 de fevereiro para entrevistas por Skype com representantes das cincos instituições de ensino superior.

Os alunos poderão estudar na Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), no Instituto Nacional de Pesquisa Científica (INRS), na Rede da Universidade de Québec, na Universidade Laval (UL) ou na Universidade de Québec em Rimouski (UQAR).

O programa abrange 11 áreas de atuação, sendo elas:administração; artes e design; ciências humanas e sociais; ciências puras e aplicadas; direito e estudos internacionais; educação; engenharia; idiomas, letras e comunicação; meio ambiente e desenvolvimento sustentável; novas mídias; e tecnologia da informação.

Exame

Brasileiros gastaram mais de R$ 500 milhões em carros esportivos em 2019

Ford Mustang: carro foi o esportivo mais vendido do Brasil em 2019 (Ford Mustang/Facebook Ford Brasil/Divulgação)

Ford Mustang, Porsche 911, Audi TT. Clássicos como esses estiveram na lista dos esportivos mais vendidos do Brasil em 2019.

Os brasileiros compraram 1.805 carros esportivos no ano, segundo balanço da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Já números da Bright Consultoria automotiva, que incluem um espectro maior de modelos, apontam para mais de 3.000 carros esportivos vendidos em 2019.

O segmento ainda representa uma parcela pequena do mercado nacional. O número de modelos esportivos vendidos no ano passado representa menos de 1% dos 2,6 milhões de automóveis emplacados no período no Brasil, segundo a Fenabrave.

Ainda assim, os valores movimentados entre os esportivos são astronômicos. Para comprar somente a versão mais básica de oito dos nove modelos mais vendidos em 2019 na lista da Fenabrave, os brasileiros gastaram mais de 485.000 reais.

A estimativa foi feita segundo levantamento de EXAME com base nos preços dos modelos básicos, sem adicionais, registrados no site das montadoras (com exceção do Porsche Boxster, cujo preço oficial não foi encontrado no site da Porsche).

Na prática, incluindo os eventuais adicionais e os carros que não estão no ranking dos mais vendidos, gastou-se mais de 500 milhões de reais em esportivos no país em 2019.

Foi mais de meio bilhão de reais dispendidos para comprar pouco mais de 1.300 carros participantes do ranking dos mais vendidos — um preço médio de mais de 370.000 reais por carro.

O ano de 2019 registrou vendas cerca de 10% menores do que no anterior, segundo o levantamento da Bright. Os números da Fenabrave mostram uma queda ainda maior, de 25%. Mas, de acordo Murilo Briganti, diretor de produto da Bright, 2019 não foi um ano tão ruim para os esportivos quanto os números levam a crer.

O avanço dos esportivos em 2018 havia sido anormalmente alto, sobretudo porque o Ford Mustang, um dos modelos mais conhecidos nesse segmento, foi lançado pela primeira vez no Brasil naquele ano. Havia uma demanda reprimida pelo modelo, que alavancou as vendas, uma vez que passou a existir a possibilidade de comprar o veículo de forma mais fácil, sem necessidade de importação.

“O avanço do segmento em 2018 foi atípico, puxado pelo Mustang. O desempenho no período se descolou da média histórica”, afirma Briganti.

Dessa forma, o Mustang foi o mais vendido do Brasil em 2019 pelo segundo ano consecutivo. Antes do início das vendas nacionais do modelo, o líder em 2017 havia sido o Porsche 911, que no ano passado foi o segundo mais vendido, posição que já havia ocupado em 2018.

Para poucos

O segmento dos esportivos sofre com os mesmos desafios pelos quais passa o setor automotivo como um todo, que vive anos difíceis diante da crise brasileira dos últimos anos. Ainda assim, veículos mais caros como os esportivos tendem a sofrer menos variação nas vendas durante crises, assim como outras categorias do segmento de luxo.

O setor automotivo de luxo foi um dos que mais cresceu durante a crise brasileira, tendo alta de 36,8% entre 2013 e 2018, segundo números da consultoria Euromonitor. Em 2018, os carros de luxo responderam por um faturamento de 14,1 bilhões de reais no Brasil.

A crise costuma afetar menos os produtos mais caros. No acumulado entre 2013 e 2018, o faturamento de produtos de luxo teve alta de mais de 18% — mesmo em um cenário em que, no acumulado do mesmo período, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil caiu 1,3% e a renda per capta caiu mais de 6%.

Para os próximos anos, contudo, os carros devem perder em parte o protagonismo: o setor de luxo que mais crescerá será o chamado “luxo de experiência”, que inclui alimentação e viagens, com alta de 48,2% esperada até 2023. O mercado de carros de luxo deve ter alta de 5,5%, segundo a Euromonitor.

Exame

Natal está entre os 10 destinos do País mais procurados pelos brasileiros, aponta estudo do Google

Natal está entre os 10 destinos do País mais procurados pelos brasileiros. O estudo foi realizado pelo Google, a maior plataforma de pesquisas online do mundo. A lista, que apresenta um ranking com os destinos mais populares nas buscas entre os viajantes brasileiros, também elencou o top 10 entre as opções globais. A capital potiguar está na oitava colocação no coração dos turistas do Brasil, ficando entre Paris (França), sétimo colocado e Orlando (EUA), nona posição.

O levantamento do Google trouxe os 10 destinos mais buscados pelos internautas com base nos buscadores de hotéis, entre janeiro e dezembro de 2019, com reservas para 2020. Na lista que inclui Natal, Londres lidera como destino mais buscado, seguido por Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Florianópolis e Santos. Na sequência vem Paris, a capital potiguar, Orlando e Belo Horizonte.

Ano passado, pesquisa do Ministério do Turismo destacou Natal como o terceiro destino mais procurado por turistas brasileiros no período considerado como inverno no País. Os números fizeram parte de uma pesquisa inédita após sondagem com duas mil agências de viagens do país. Fortaleza (CE), Maceió (AL), Natal (RN), Gramado (RS), Rio de Janeiro (RJ), Porto Seguro (BA), Ipojuca (PE), São Paulo (SP), Salvador (BA) e Campos do Jordão (SP) ficaram nas dez primeiras posições, respectivamente.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tarcísio Eimar disse:

    Depois q visitam, descobrem o caos q a cidade vive.

  2. João Carlos de Lima Monteiro disse:

    E as indústrias do nosso RN? Só tem turno amo é? Como desenvolve um Estado dessa forma?

  3. lampejao disse:

    PAPEL AGUENTA TUDO….

  4. JK disse:

    Só pra quem vem pela 1ª vez. Depois não volta! O turista se depara com praias imundas e sem estruturas, esgotos em forma de rios descendo pro mar, insegurança, exploração do comércio e por aí vai…

Canadá busca brasileiros para trabalhar e estudar em Québec; mais de 300 oportunidades

Foto: (Thinkstock/Thinkstock)

A agência Québec Internacional quer preencher 297 vagas de emprego e cinco bolsas de estudo em diferentes áreas de pesquisa e busca brasileiros interessados em morar na região canadense.

Para os profissionais, a agência tem oportunidades em 14 empresas das áreas de manufatura, saúde, tecnologia da informação e usinagem. É necessário ter experiência profissional anterior no segmento e conhecimento do idioma francês.

Os contratados poderão pleitear residência permanente no Canadá após um ano de trabalho.

Os estudantes podem tentar as bolsas para programas de mestrado e doutorado na UQAR (Université du Québec à Rimouski), uma das mais renomadas instituições de pesquisa do país.

As áreas de pesquisa são biologia, geografia, oceanografia e química. Para pleitear as bolsas de até 21 mil dólares canadenses, é preciso ter nível intermediário a avançado de francês e também de inglês.

As inscrições ficam abertas até o dia 20 de janeiro de 2020 pelo site Québec na Cabeça. Os candidatos precisam completar o cadastro de seu perfil com suas qualificações. (LEIA TEXTO NA ÍNTEGRA AQUI E ACESSE LINKS).

As entrevistas acontecerão de 10 a 21 de fevereiro, via Skype com recrutadores das empresas e gestores da universidade. Não é preciso apresentar documentos de imigração para participar do processo.

Exame

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Davi disse:

    Querem nada, o que querem é reclamar da reforma previdênciaria, trabalhista, endurecimento de leis proposta por moro, e outras reformas q estão por vir. Lá se ganha dinheiro, mas tem q trabalhar e são exigentes, diferente do Brasil.

    • Sid disse:

      Perfeito o seu comentário.
      É exatamente isso, os brasileiros (nem todos) querem ganhar dinheiro mas não querem trabalhar, querem vida boa, mas não procura estudar ou se profissionalizar para trabalhar e ganhar dinheiro, através de esforço e dedicação.

Holanda oferece mais de 80 bolsas de estudo exclusivas para brasileiros

Foto: (serts/Getty Images)

Pensando em cursar graduação, mestrado ou MBA na Holanda? A Orange Tulip Scholarships Brazil (OTS), iniciativa voltada especialmente a estudantes brasileiros, está com inscrições abertas. O prazo para se inscrever varia entre as universidades participantes, mas se encerra entre fevereiro e maio do ano que vem.

As bolsas (mais de 80) são destinadas a cursos ministrados em inglês com qualidade internacionalmente reconhecida. O OTS concede apoio integral ou parcial sobre o valor da anuidade (tuition fee), e em alguns casos, cobre também os custos do visto e seguro. São, no total, 27 universidades participantes — a lista pode ser vista aqui.

O que são as Orange Tulip Scholarships

As bolsas concedidas pelo governo holandês beneficiam alunos de graduação, mestrado e MBA. No Brasil, a Nuffic Neso, fundação que ajuda interessados em ter uma experiência acadêmica nos Países Baixos, administra desde 2012 o Orange Tulip Scholarship Brazil.

Para essa edição, mais de 80 bolsas estarão disponíveis. Os cursos para os quais o apoio financeiro é oferecido são das áreas de Artes, Ciências Biológicas e Saúde, Exatas, Tecnológicas e Humanas.

O auxílio pode ser integral ou compreender descontos no valor da anuidade – sendo que algumas universidades também oferecem uma ajuda de custo de até 50 mil euros para se manter na Holanda.

Como se candidatar às Orange Tulip Scholarships

Podem participar do Orange Tulip Scholarship Brazil 2020 candidatos que tenham cidadania brasileira; demonstrem excelente desempenho acadêmico e tenham obtido grau necessário para cursar o programa desejado. Interessados que também tenham cidadania em algum país europeu não podem concorrer.

Também é preciso que o estudante tenha fluência escrita e oral em inglês e esteja, atualmente, em processo de admissão – ou já admitido – em alguma instituição de ensino superior holandesa, que seja participante do programa de bolsa. Quem já estiver estudando ou trabalhando na Holanda não poderá participar.

Documentos necessários para candidatura

Os critérios de seleção variam conforme a universidade escolhida, mas alguns materiais frequentemente exigidos são:

Tradução juramentada, para o inglês, do(s) diploma(s) e histórico(s) escolar(es);

Certificado de proficiência em inglês, apresentando a pontuação obtida. São aceitos os testes: TOEFL iBT (oficial, não o institucional) ou IELTS (acadêmico);

Currículo mais recente, escrito em inglês;

Carta de motivação, em inglês;

Carta de recomendação;

Cópia autenticada do passaporte;

Via de regra, é necessário primeiro candidatar-se ao curso desejado e, em seguida, fazer a inscrição para as bolsas. Ao longo do processo, também será necessário enviar outros documentos, incluindo um formulário de inscrição.

Mais informações sobre o processo podem ser vistas aqui. O Nuffic Neso Brasil também disponibiliza uma página com respostas às dúvidas mais frequentes dos candidatos ao processo. As inscrições vão até, no máximo, maio de 2020. Também neste mês começarão a ser divulgados os resultados parciais da seleção, segundo o cronograma oficial. Os resultados finais serão divulgados até 17 de junho de 2020.

Mais dicas para bolsas da OTS na Holanda

Para ajudá-lo a conquistar uma bolsa do Orange Tulip, fizemos um vídeo com a diretora do Nuffic Neso Brazil, Simone Perez, que conta mais sobre o programa ao lado de Eduardo Faria, que estudou na Holanda com o apoio da iniciativa.

Este artigo foi originalmente publicado pelo Estudar Fora, portal da Fundação Estudar.

Exame

 

Ministério da Saúde quer incluir mais 50 milhões de brasileiros no SUS

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Ministério da Saúde quer incluir mais 50 milhões de brasileiros no Sistema Único de Saúde (SUS). Com esse objetivo, a pasta está convocando gestores e profissionais de saúde de todo país a atualizarem o registro dos pacientes no SUS. Para garantir essa mobilização e estimular as prefeituras a cadastrarem e incluírem mais brasileiros no SUS, o governo federal vai repassar ainda este ano R$ 401 milhões a todos os municípios.

A portaria que autoriza os recursos foi publicada no Diário Oficial da União, na última quinta-feira (12). Segundo o ministério, serão R$ 8,9 mil para cada uma das cerca de 45 mil Equipes de Saúde da Família, formadas por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de Saúde que atendem a população nos serviços de saúde da Atenção Primária.

A medida é parte do Programa Previne Brasil, lançado no mês passado, que traz uma nova proposta de financiamento da Atenção Primária. “Agora, consultas médicas e exames garantirão mais recursos federais. Assim, os serviços de saúde que acompanharem o dia a dia da saúde das pessoas, com consultas regulares e exames, prevenindo doenças ou evitando complicações, serão recompensado.”

Um dos novos critérios de financiamento aos municípios considerará o número de pessoas cadastradas nos serviços de Saúde para definir o valor de recursos a ser repassado às secretarias de Saúde dos municípios. “Ou seja, quanto mais pacientes acompanhados, mais recursos para os municípios.”

Atualmente, cerca de 90 milhões de pessoas estão cadastradas nos serviços da Atenção Primária. De acordo com o ministério, a meta, a partir do cadastramento, é chegar a cerca de 140 milhões de pacientes vinculados às equipes de saúde. Com isso, aumentar o número de pessoas acompanhadas nos serviços de saúde, principalmente quem recebe benefícios sociais, crianças e idosos.

“O novo modelo de financiamento do SUS prioriza o atendimento das pessoas no serviço público de saúde, portanto, destina mais verba para os locais onde mais pessoas usam a Atenção Primária. Isso permite uma Atenção Primária mais justa e com mais equidade”, disse o secretário de Atenção Primária à Saúde, Erno Harzheim.

Antes, o cadastro dos pacientes no Sistema de Informação em Saúde da Atenção Básica era uma atribuição dos gestores e dos profissionais de saúde. Segundo a pasta, a novidade é que agora o registro passou a ser um dos critérios para pagamento das equipes de saúde, recursos que vão para a conta dos municípios. E, para facilitar, o cadastro também poderá ser feito pelo CPF do paciente e não apenas pelo Cartão Nacional de Saúde (Cartão SUS).

Esse cadastro pode ser feito nas unidades de saúde ou mesmo durante as visitas domiciliares pelas Equipes de Saúde da Família (ESF), Equipes de Atenção Primária e Agentes Comunitários de Saúde até abril do próximo ano. Isso porque, o primeiro pagamento levando em consideração esse critério, começará a ser feito a partir de maio de 2020.

De acordo com o ministério, outros dois critérios utilizados para definição dos recursos são: melhora das condições de saúde da população, como impedir o agravamento de doenças crônicas como diabetes e redução de mortes de crianças e mães; e ainda a adesão a programas estratégicos, como o Conecte SUS, para informatização dos serviços, e Saúde na Hora, que amplia o horário de atendimento à população com abertura das unidades durante o almoço, à noite ou aos fins de semana. Desta forma, o governo vai distribuir R$ 2 bilhões a mais no próximo ano para os municípios que melhorarem a saúde dos brasileiros.

A iniciativa visa ampliar o cadastro dos usuários do SUS, pois, muitas pessoas são atendidas na Atenção Primária, mas nem sempre estão vinculadas às equipes de saúde, o que garantiria um acompanhamento regular. Ou mesmo, por não terem a saúde monitorada no dia a dia, essas pessoas acessam o SUS nas emergências hospitalares, com quadros mais graves de doenças que poderiam ter sido evitadas. O vínculo do cidadão à equipe permite o planejamento da oferta de serviços nos municípios e o acompanhamento adequado de cada paciente.

Harzheim defende que o serviço de saúde precisa saber quem são as pessoas para cuidar de prevenção, fazer o controle de doenças, melhorar a prescrição dos medicamentos e tratamentos, reduzir internações de emergência, dentre outras ações. “O objetivo é fazer a remuneração pelas pessoas cadastradas e não pelo cálculo de moradores de uma área de atuação, sem considerar o atendimento a estas pessoas, como era feito antes. Por isso, a captação (cadastro de pessoas) é um componente fundamental no novo modelo de financiamento”, disse.

A Atenção Primária é a porta de entrada do SUS. Neste nível de atenção é possível resolver até 80% dos problemas de saúde das pessoas. “Se a gente conseguir colocar ainda mais pessoas dentro da Atenção Primária, monitorar a qualidade do cuidado materno-infantil, imunização e doenças crônicas, o cidadão estará melhor cuidado”, finalizou Harzheim.

*Com informações do Ministério da Saúde