Vingança! Italianos votam em Gil para irritar fãs brasileiros do BBB21 que miram rejeição recorde de Karol Conká

Foto: Reprodução/TV Globo

Os italianos querem vingança! Eles não estão gostando nada da interferência dos brasileiros nas votações do Grande Fratello VIP, versão nacional do Big Brother, e querem tentar influenciar no BBB21. Tudo porque a brasileira Dayane Mello é uma das concorrentes do programa de lá e ganhou o apoio de seus conterrâneos pela internet.

Um perfil no Twitter começou o movimento “Fuori Gilberto e Forza Karol”, mas os próprios italianos já sabem que não conseguem competir com a intensidade dos brasileiros quando se trata de reality show. “Se não conseguimos eliminar a Dayane, quem somos nós para eliminar o Gilberto?”, questionou um italiano.

“Brasileiros com 1 milhão de tweets #foraKarol. Italianos com menos de 200 tweets #fuoriGilberto sem o apoio de ninguém”, escreveu um perfil italiano no Twitter. “É mais provável que o Tommaso saia contra Zelletta do que o Gilberto sair”, respondeu outro, citando participantes do reality no país. “Estou irritado porque eles dominam o nosso Grande Fratello. Imagina se tirarmos o Gilberto, protegido de todos?”, comentou mais um.

Foto: Reprodução

Coluna Léo Dias – Metrópoles

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jorge disse:

    Quanta cultura se aprende com os BBBs da vida. Me impressiona o tempo perdido em assistir e pior ainda, comentar sobre a baboseira que o programa tem. Nada de útil. Acordem Brasileiros.

  2. Rosa disse:

    A Globo já está dando seu jeitinho de não tirar a estrela do inferno!!!

  3. Anti-Político de Estimação disse:

    Muitos dos que vivem dizendo que a "Globolixo" acabou, assistem com avidez a essa porcaria de programa. E a fila de patrocinadores não para de crescer, kkkkk.
    País dos hipócritas.

  4. Luciano disse:

    Isso é cultura., Enquanto isso preocupa os brasileiros, a vaquinha vai pro brejo.

“Chip da Putaria”: brasileiros adotam dois celulares para proteger dados

Foto: iStock

Ao longo da última semana fomos bombardeados com notícias de vazamentos de dados. Há quem diga que as informações de todos os brasileiros estão disponíveis para compra e download em mercados on-line paralelos. Com ou sem vazamento, uma vez que nossos e-mails acabam vinculados a endereços, CPF’s, telefones, etc, não é preciso ser hacker para, com poucas informações, descobrir muito da nossa intimidade.

Como segurança e privacidade é bom e a gente gosta e o mesmíssimo princípio é aplicado ao nosso amorzinho pela putaria, a solução encontrada por muitos brasileiros tem sido usar um chip ou um celular específico para a senvergonhice.

No aplicativo Ysos, criado para quem gosta de ménage, de 329 pessoas entrevistadas, cerca de 23% possuem o “chip da putaria”.

Já no Sexlog, rede social de swing (onde o conteúdo é mais explícito e por isso mesmo ainda mais confidencial), de 212 pessoas consultadas, 46% usa o mesmo método para manter a diversão sob sigilo.

Dos precavidos, a maior parte são os homens (44%), seguido de mulheres (29%) e também os casais (27%), que se divertem juntos, mas em um número específico para isso.

Eles usam para acessar sites de vídeo, tipo xvideos, redes sociais e aplicativos de putaria, além de e-mails, skype e até contas secretas de twitter.

Muitos tomaram essa atitude há anos, depois de viverem alguma situação que os deixou mais cautelosos com seus dados:

“Parentes pegaram o celular e se depararam com fotos nuas, achei melhor deixar tudo em um aparelho diferente.”

“Fui reconhecido por pessoas que tinham o número antigo e sofri até ameaça.”

“Eu recebia muitas ligações inadequadas e mensagens em horas impróprias. Assim posso desligar e manter meu celular oficial funcionando.”

“Apareceu uma pessoa q era da mesma empresa que eu, foi um susto! Desde então eu tenho muito receio de compartilhar meu número com algum conhecido.”

“Sempre gostei de swing, relacionamento aberto. Meu namorado da época não gostava. Mas, eu tinha colegas de trabalho, professores como eu, que gostavam. Assim, comecei a usar números exclusivos para me envolver com eles, de formas mais segura e sigilosa. Deu tudo certo, pois tive experiências incríveis.”

“Uma pessoa pegou passou meu número para meu filho.”

“Namorado com ciúmes pegou uma conversa caliente com um contatinho.”

Aproveitei para pegar outras dicas para aumentar ainda mais a segurança:

“Acesse apenas sites confiáveis, quando aparecer um monte de propaganda pule fora na hora!”

“Não passe o número de primeira pra qualquer um, mantenha o papo pelo app q se conheceram, bloqueie fotos e informações do público, apenas pra amigo. Tenha um número descartável só pra sacanagem e seja feliz.”

“Selecionar bem as pessoas antes de iniciar o bate papo mais aberto.”

“Criar uma conta de email só para isso. Usar a navegação anônima dos navegadores de internet.”

“Computador com antivírus atualizado sempre!”

E você, como tem cuidado da segurança dos seus dados? Compartilhe suas dicas com a gente!

Mayumi Sato – Coluna Universa – UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bola disse:

    Omi , minha mulher viu essa reportagem , catou e achou meu outro celular, deu merda ! Kkkkk

  2. ZéGarrote disse:

    A boiada usa esse chip para falar com os “boys”
    Tia Cacá e Pedroca então…

Consumo desregulado de melatonina para dormir cresce entre brasileiros na pandemia

O publicitário Adan Smith passou a fazer uso de melatonina depois de ter reações adversas a remédios ansiolíticos. Foto: Arquivo pessoal

O publicitário Adan Smith, de 33 anos, viu seu problema de insônia se agravar quando a pandemia do novo coronavírus sacudiu sua vida. Natural de São Paulo, mas morando em Lisboa, Portugal, desde 2018, em um ano ele perdeu quase todos os clientes de sua agência de publicidade, viu os vínculos sociais desaparecerem à medida que as restrições de circulação aumentaram e deixou de viajar, um de seus hobbies. Da janela de seu apartamento em Odivelas, área metropolitana da capital portuguesa, as noites se transformaram em dias. O sono vinha quase por exaustão, muitas vezes quando o sol já havia nascido.

Os problemas para dormir não eram inéditos na vida do publicitário. Desde a adolescência, sempre enfrentou crises de insônia. Nesses casos, recorria aos tradicionais remédios de tarja preta como Rivotril, clonazepam e diazepam. Ao perceber que havia certa dependência, decidiu trocar os medicamentos pela melatonina, que considera “mais natural”. Chegou à substância por intermédio de amigos e começou com uma mistura de melatonina e ervas calmantes. Nesse processo todo, não ouviu um médico. Vai na tentativa e erro.

Uma pesquisa inédita feita pelo Instituto do Sono com 1.665 pessoas revelou que 55,1% alegaram piora no sono durante a pandemia. A principal queixa é a dificuldade para dormir (66,8%), mas houve aumento em diversos tipos de obstáculos para uma noite revigorante. Os relatos de problemas ocorrendo pelo menos uma vez por semana aumentaram. Entre os principais deles estão a falta de disposição ou entusiasmo, recorrência de pesadelos, demora de mais de 30 minutos para conseguir pegar no sono e acordar no meio da noite ou muito cedo. Para os entrevistados, as causas estão relacionadas à pandemia mesmo: “Mais preocupações devido à situação” (75,1%), “mais tempo de telas (celular, computador, TV)” (64%) e “mais tempo dentro de casa” (54,1%).

Já o estudo Relato de tristeza/depressão, nervosismo/ansiedade e problemas de sono na população adulta brasileira durante a pandemia de Covid-19, com 45.161 pessoas, indica que 43,5% relataram início de problemas de sono e 48% problema de sono preexistente agravado. Participaram pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade de São Paulo (USP), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), e Universidade Federal de Sergipe (UFS).

“A ansiedade relacionada a uma situação atípica, o medo de se infectar, a falta de oportunidade da prática de atividade física, a irregularidade de rotina e, por fim, a alimentação inadequada foram as principais causas do aumento de transtornos de sono em minha prática clínica. Quem já era predisposto desenvolveu um distúrbio, e quem não era foi premiado com algum em certas situações”, afirmou o psiquiatra e médico do sono Caio Bonadio, criador da plataforma digital Caio no Sono.

Leia matéria completa AQUI via Época.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos disse:

    O problema é dinheiro papai. Tendo isso o resto que se f***

Pandemia impactou as finanças de 8 em cada 10 brasileiros, apontam CNDL/SPC Brasil

Foto: Divulgação

De acordo com levantamento realizado em parceria com a Offer Wise Pesquisas, para 62% dos entrevistados, a situação econômica do país foi pior em 2020 do que em 2019 e 46% temem não serem capazes de pagar suas contas em 2021.

A Covid-19 abalou o mundo todo causando impactos não somente na área da saúde, mas também sociais e econômicos. Para os brasileiros, a pandemia afetou diretamente suas finanças, é o que mostra levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo SPC Brasil em parceria com a Offer Wise Pesquisas. De acordo com pesquisa realizada em todas as capitais do país, para 62% dos entrevistados a situação econômica do país foi pior em 2020 do que em 2019, com uma diferença de 31 pontos percentuais em relação a 2019. No mesmo sentido, a situação financeira pessoal piorou para 45% dos entrevistados.

O motivo mais citado para a piora das finanças familiares é o fato de o salário/rendimento não ter aumentado na mesma proporção dos preços dos produtos/serviços (52%), seguido da redução da renda familiar (45%) e do desemprego do entrevistado ou de alguém da família (42%). 97% dos que tiveram piora nas finanças pessoais afirmam ter havido influência do cenário de pandemia, refletindo os impactos causados pela Covid-19 na vida financeira da maioria dos brasileiros.

Além disso, oito em cada dez entrevistados (81%) fizeram cortes no orçamento em 2020, principalmente para redirecionar o valor ao pagamento de contas básicas do dia a dia (53%), para conseguir guardar dinheiro (37%) e para o pagamento de contas em atraso (30%). Os consumidores fizeram cortes principalmente na compra de itens de calçado e vestuário (47%), refeições delivery e fora de casa (46%), e idas a bares e casas noturnas (39%).

O presidente da CNDL, José César da Costa, destaca que o aumento do desemprego causado pela pandemia contribuiu para a piora do cenário econômico do país. “O desemprego elevado é, sem sombra de dúvidas, um dos grandes desafios a serem enfrentados pelo país agora em 2021, o que se agrava diante de um cenário de pandemia ainda não controlada, economia pouco aquecida, desentendimentos políticos e situação fiscal preocupante”, aponta Costa.

O desemprego também foi apontado pelo presidente da CDL Natal, José Lucena como causador da instabilidade econômica e um desafio a ser vencido. “Tivemos um 2020 bem difícil para saúde, economia e empregos no mundo. Aqui no Rio Grande do Norte não foi diferente. De acordo com dados do IBGE a taxa de desemprego era de 16,8%, com 243 mil pessoas desocupadas em novembro, e esses números impactaram no setor de comércio e serviço. Precisamos reverter esse quadro, e o empreendedorismo é uma alternativa. Muitas pessoas que não conseguem se recolocar no mercado de trabalho optam por abrir um negócio e isso é muito bom, pois o empreededorismo tem o potencial de geração de ocupação para si mesmo, como também postos de trabalho para a população”, destacou Lucena.

89% não conseguiram realizar pelo menos um dos projetos planejados para 2020

Quando perguntados sobre as experiências financeiras que vivenciaram ao longo de 2020, 37% afirmam que conseguiram pagar as contas em dia ao longo do ano. Apesar disso, 31% tiveram que abrir mão de produtos ou serviços que consumiam, 30% fizeram uso de alguma reserva financeira que possuíam e 27% ficaram desempregados. Com relação aos projetos para 2020 que envolviam planejamento financeiro, 60% afirmam que conseguiram alcançar pelo menos um dos objetivos traçado. Os mais citados foram o pagamento de dívidas atrasadas (18%), a realização de algum tratamento médico (17%) e a formação de uma reserva financeira (13%).

Apesar disso, 89% não conseguiram realizar todos os projetos planejados para o último ano, deixando de atingir principalmente a reforma ou compra de uma casa (24%), a contribuição para a reserva financeira (23%) e a realização de uma grande viagem (23%). Os principais empecilhos para concluir tais projetos foram o aumento dos preços (50%), o fato de possuir pouco dinheiro 40%) e a situação de desemprego, seja do próprio entrevistado ou de algum familiar (30%).

De acordo com a pesquisa, 78% afirmam que a pandemia exerceu impactos na vida financeira da família, e com isto 49% passaram a evitar a compra de itens de vestuário sem necessidade, 44% cortaram ou diminuíram os gastos com lazer, 40% passaram a fazer mais pesquisa de preço e 38% reduziram as refeições delivery e/ou fora de casa.

Três em cada dez temem não conseguir emprego em 2021. 64% esperam vida financeira Melhor.

Mesmo com o ano difícil vivenciado pelo brasileiro em 2020, os sentimentos com relação a 2021 são positivos para a maioria. Dessa forma, 59% esperam que este ano seja melhor do que o anterior com relação ao cenário econômico do país, principalmente porque acreditam que a vacina para o coronavírus vai ajudar na recuperação da economia (51%), e por serem sempre otimistas independente os problemas (51%).

As expectativas para a vida financeira pessoal também são otimistas: 64% acreditam que o ano que se inicia será melhor do que 2020. As principais consequências de uma vida financeira melhor neste ano serão conseguir manter o pagamento das contas em dia (62%), conseguir economizar dinheiro (54%) e realizar algum sonho de consumo (46%). Já entre os projetos que os entrevistados mais esperam realizar em 2021 estão juntar dinheiro (48%), comprar ou reformar a casa (28%), sair do vermelho (27%) e fazer uma viagem (26%). Os motivos mais citados para acreditar que seus projetos serão realizados são o fato de ter esperança de que as coisas vão melhorar (69%) e estar se organizando financeiramente para isso (43%).

Apesar de a maioria estar otimista com a economia e as finanças, há ainda uma parcela considerável de consumidores que não se sente dessa maneira. Com relação ao cenário econômico, 17% acreditam que ele vai permanecer igual em 2021, e 12% que pode piorar.

Quando se trata da vida financeira familiar, 19% esperam que ela se mantenha igual a 2020, e 7% esperam que ela piore. Além disso, 90% possuem algum temor relacionado à vida financeira para 2021, principalmente não ser capaz de pagar suas contas (46%), não conseguir guardar dinheiro (40%), e não conseguir um emprego (27%).

METODOLOGIA

Público alvo: Consumidores das 27 capitais brasileiras, homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos, de todas as classes econômicas (excluindo analfabetos).

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tico de Adauto disse:

    As reformas trabalhista e previdenciária tirou dinheiro do bolso do povo. O resultado é ausência de poder aquisitivo e as empresas saindo do país.

  2. O Rei da Rachadinha disse:

    Só ñ empactou no planalto que gastou 16 milhões em leite condensado e 2 milhões em goma de mascar, e eu que pensavei que seria o fim da MAMATA.

  3. Natalense disse:

    Poderia ter sido pior se não fosse a aço rápida de nossos congressistas em aprovar e impor ao presidente da república e seu ministros a economia o auxílio emergência.

Polícia dos EUA prende filho de brasileiros que participou de invasão do Capitólio

Foto: Reprodução/Facebook

A polícia dos Estados Unidos prendeu nesta quarta-feira (20) Samuel Camargo, um filho de brasileiros que vive na Flórida, pela participação dele na invasão ao prédio do Capitólio no último dia 6. Na ocasião, 5 pessoas morreram, após um um grupo de extremistas apoiadores do ex-presidente Donald Trump tentar impedir a certificação da vitória eleitoral de Joe Biden.

Camargo foi preso por, entre outras acusações, tentar impedir um policial de exercer seus deveres durante um tumulto e por desordem civil, ao entrar sem autorização em um prédio de acesso restrito.

Samuel Camargo é americano, mas os pais dele são de Sabinópolis, em Minas Gerais. Toda a família mora nos EUA.

A prisão ocorreu depois que os investigadores do FBI receberam denúncias de um ex-colega de turma de Camargo que tinha conexão com ele pelas redes sociais. Segundo o relatório do investigador, o filho de brasileiros havia publicado imagens de sua participação na invasão.

O relatório também aponta que Camargo admitiu que participou dos protestos em Washington DC em 6 de janeiro de 2021 e que depois voltou para a Flórida.

Em uma das imagens, Camargo aparecia com um pedaço de metal de alguma estrutura do prédio do Congresso e dizia que tinha levado uma lembrança.

Em outra imagem, ele aparece junto com uma multidão na escadaria do Congresso. Ele também publicou imagens em que ele luta com um policial para poder abrir uma porta do prédio.

De acordo com o relatório do FBI, alguns vídeos foram apagados posteriormente.

Pedido de desculpas

Camargo publicou um texto em uma de suas redes sociais no qual pede desculpas por suas ações em Washington DC. Ele afirmou que iria cooperar com as investigações e que ficaria longe das mídias sociais.

O agente do FBI que investigava a participação de Camargo fez uma ligação telefônica para o investigado. Durante a conversa, segundo os investigadores, ele se tornou “não-cooperativo” e chegou a questionar a lealdade do agente à Constituição dos EUA. Ele também afirmou ao agente que não tinha informação nenhuma para dar.

Horas depois, Camargo voltou a uma de suas redes sociais (apesar de ter dito que ficaria longe delas) e escreveu o seguinte: “Acabei de falar com o agente do FBI, eu acredito que fui inocentado”.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lourenço disse:

    Tai, vejam que interessante, os vermelhinhos achando bom a prisão de alguém que invadiu um prédio, aqui o ladrão que roubou milhões de uma população miserável está solto, cômico se não fosse trágico.

  2. Carlos disse:

    Vai virar herói da globo, quer apostar?

  3. Victorino disse:

    Não é muito diferente dos PeTralhas daqui, não querem aceitar a realidade, querem um terceiro turno, bando de idiotas.

    • Monn disse:

      Quem tá querendo 3° turno? Agora o palhaço que vc deve ter ajudado a eleger que não que trabalhar, leva o cargo de presidente com irresponsabilidade e jogando p a boiada dele.

  4. ZéGado disse:

    Pêia no lombo desse:
    VA
    GA
    BUN
    DO

‘Pixsexual’? Brasileiros usam PIX para paquerar e Banco Central se manifesta

Foto: NordWood Themes / Unsplash

Quando o quesito é criatividade, o brasileiro pode largar na frente de outros países. Exemplos que confirmam essa premissa vieram à tona recentemente, depois que algumas pessoas começaram a usar o PIX, novo sistema de pagamentos do Banco Central, para…paquerar.

A ferramenta foi lançada em novembro do ano passado com o objetivo de permitir transações financeiras entre usuários em tempo real e sem custos adicionais. No entanto, há usuários indo um pouco além e usando a plataforma como se fosse uma rede social.

Os flertes têm seguido a seguinte método: a pessoa envia uma quantia simbólica para a conta de quem está interessada e, no campo onde deveria escrever a identificação da transferência, acrescenta um flerte.

Um dos primeiros casos do tipo viralizou depois que um internauta fez um post contando que sua ex-namorada, bloqueada em todas as suas redes sociais, havia lhe enviado uma sequência de transferências pelo PIX, todas no valor de R$ 0,01, com pedidos para reatar o namoro.

Não demorou muito para que outras pessoas aderissem à ideia e compartilhassem suas chaves do PIX, pedindo que interessados lhe fizessem um “agrado” semelhante.

Outros foram ainda mais longe e deram um nome para isso: “pixsexual”, que virou sinônimo da brincadeira, e fez até o Banco Central se manifestar sobre o assunto.

O que o Banco Central tem a dizer

A autarquia garante que o único objetivo da ferramenta é dar mais agilidade às transações financeiras e ressalta: “o PIX é um meio de pagamento, não uma rede social”.

O BC acrescenta também que não há previsão legal para bloqueio de usuários específicos dentro do sistema. Contudo, para quem não quer ser incomodado com mensagens, indica que o usuário pode configurar o aplicativo do banco onde mantém a conta para não receber notificações de pagamentos.

Sobre quem compartilha suas chaves do PIX na internet, esperando receber uma transferência, a instituição alerta que a exposição vem com riscos, principalmente quando a chave cadastrada é o CPF ou número de telefone, que são dados sensíveis.

Já para a chave aleatória, que não inclui dados pessoais, a entidade garante ser seguro compartilhá-las, já que elas não dão acesso à conta, servindo apenas para receber o dinheiro.

CNN Brasil

Vazamento sem precedentes expõe CPF de quase todos os brasileiros; saiba riscos

Foto: Pond5

Um vazamento sem precedentes pode ter exposto dados de mais de 220 millhões de pessoas, de acordo com o dfndr lab, laboratório de segurança digital da PSafe. O lote de informações contém CPF, nome completo e data de nascimento de quase todos os brasileiros — na lista roubada há, inclusive, dados sensíveis de grandes autoridades do país. Segundo o dfndr lab, o roubo de dados foi detectado na manhã desta terça-feira (19), mas ainda não se sabe a origem do ataque.

De acordo com o laboratório, cibercriminosos também tiveram acesso a informações detalhadas sobre mais de 104 milhões de veículos e dados sigilosos de 40 milhões de empresas. Essas informações podem ser comercializadas de forma ilegal na dark web para que hackers possam utilizá-las em ataques direcionados.

O diretor da dfndr lab, Emilio Simoni, afirma que é comum que criminosos usem esses dados em outros métodos de ataque. “Uma vez que o cibercriminoso tenha o CPF e outros dados reais da pessoa, seria fácil se passar por um serviço legítimo e utilizar engenharia social para obter dados mais críticos da vítima, que poderiam ser utilizados para pedir empréstimos, senha de banco e contratações de serviços, por exemplo”, alerta Simoni.

Entre as 40 milhões de empresas atingidas, foram vazados o número de cadastro nacional de pessoas jurídicas (CNPJ), razão social, nome fantasia e data de fundação.

Os dados capturados de veículos também são preocupantes. O lote de informações roubadas contam com detalhes de mais 140 milhões de veículos que vão desde números de chassi até dados precisos como município de registro, placa do automóvel, modelo, ano de fabricação, cilindradas e o tipo de combustível utilizado.

Esse tipo de informação é muito valiosa nas mãos de criminosos virtuais, que podem usar os dados como iscas para golpes mais sofisticados. Até o momento, entretanto, não há informações sobre como esses dados foram obtidos e de onde exatamente partiu o ataque.

Globo, via Techtudo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Soares disse:

    O cabaré de Maria boa era muito mais organizado.

  2. Fátima disse:

    Isso é uma vergonha , até qdo vamos ter nossos dados expostos? Não estamos seguros , sempre vai aparecer algum esperto p tentar se dar bem .

QUALIDADE DE VIDA – Menos trânsito, poluição e violência: bons serviços e economia em alta estimulam migração dos brasileiros para o interior

Foto: Jefferson Coppola/Veja

Fernanda Vasconcelos, 44 anos, terapeuta

“Eu e Danilo aproveitamos o isolamento para dar a nossos filhos mais contato com a natureza no sítio da família. Cultivar uma horta e andar pela mata nos ajudou a atravessar a crise. Percebemos que precisamos de pouco para viver bem e nos mudamos para Bragança Paulista, no interior de São Paulo.”

Migrar é uma atividade tão antiga quanto a própria humanidade, consequência da busca de melhores condições de vida — mais caça e fontes de água na pré-história, mais espaço para fixar comunidades na Antiguidade, mais terra para cultivar e pastorear na Idade Média, mais territórios para ocupar no Novo Mundo, mais segurança e liberdade desde sempre. Ao longo do século XX, os deslocamentos seguiram a trilha aberta na Revolução Industrial: esvaziamento do campo e inchaço das cidades, culminando no aparecimento das megalópoles, capazes de aglomerar milhões de pessoas em uma área relativamente pequena. Como o ser humano é bicho que não se acomoda, nas últimas duas décadas o fluxo começou a se inverter, com as cidades médias atraindo um contingente de moradores urbanos cansados da vida corrida e atentos a economias que emergiam. Agora, veio a pandemia e, também no movimento migratório, seu onipresente efeito se fez sentir. Trabalhando a distância, livres da necessidade de bater o ponto no escritório, milhares de famílias estão pondo o pé na estrada, de mudança para recantos onde mais importante do que ganhar muito dinheiro e ter acesso ao que há de melhor em convívio social e cultura é poder desfrutar uma existência da mais alta qualidade.

O migrante de hoje difere do que já estava indo para o interior no sentido de tratar sua opção não como um sonho, mas como uma realidade que enxerga de olhos bem abertos, firmada na comparação concreta entre o que tinha na metrópole — emprego, restaurantes, escolas de primeira — e o verde e a tranquilidade usufruídos em uma mudança que era para ser temporária e virou definitiva. Seu novo chão se localiza, principalmente, nos municípios situados em um raio de 100 quilômetros ao redor das capitais — cidades com boa oferta de serviços de saúde e educação, razoáveis opções de lazer e um conceito retirado da obsolescência e catapultado à condição de ambição: o ritmo de vida típico do interior. Segundo a mais recente estimativa de população realizada pelo IBGE, a das cidades entre 100 000 e 1 milhão de habitantes vem crescendo na última década a um ritmo até 50% mais rápido do que nas capitais — estas, por outro lado, detentoras de expansão minguada, ou mesmo zero. Atualmente, dois de cada três brasileiros residem em municípios com não mais do que meio milhão de habitantes. “Até 2014, as grandes cidades atraíam muitos trabalhadores por causa da ampla oferta de emprego, mas a crise econômica mudou essa tendência”, explica José Eustáquio Diniz Alves, demógrafo do IBGE.

Outra manifestação do atrativo pela almejada casa no campo — para morar mesmo, não para passar o fim de semana — está em uma pesquisa realizada pelo Zap+, que congrega os dois maiores portais de imóveis do Brasil, obtida com exclusividade por VEJA. Ela mostra que mais da metade — exatamente 59% — dos moradores de São Paulo e de Belo Horizonte, se tivesse de decidir neste momento sobre ir morar em um lugar menor, diria sim à mudança. No Rio de Janeiro, a disposição é ainda maior: 67%. O casal Fernanda, 44 anos, e Danilo Vasconcelos, 48, integra a turma dos novos migrantes. Por causa da pandemia, saiu de São Paulo e instalou-se com os filhos na casa de campo em Bragança Paulista, a 94 quilômetros de distância. Agora, resolveu que lá é o seu lugar: alugou uma casa ampla em condomínio fechado, matriculou as crianças em uma escola com 30 000 metros quadrados de área verde e planeja se mudar de vez. “Percebi que precisava de pouco para viver bem e que o contato com a natureza era fundamental. Não me vejo mais voltando a morar em São Paulo”, reconhece Fernanda.

João Tucci. Foto: Cristiano Mariz/VEJA

Sai avião, entra arara

João Tucci, 45 anos, analista financeiro

“Há dois anos comecei a questionar a vida em São Paulo, trabalhando doze horas por dia. Conheci a Chapada dos Veadeiros, me encantei, virei gerente de uma pousada e entrei para a ponte aérea. Na pandemia, mudei de vez. Agora, tomo banho de cachoeira, medito e, em vez de aviões, ouço o canto das araras.”

Os motivos citados para a virada de rumo são conhecidos: violência, poluição, trânsito e a brutal desigualdade social exposta nas metrópoles. O arquiteto carioca Hélio Pellegrino, 68 anos, desistiu do Rio de Janeiro e foi buscar a tal felicidade em Búzios, balneário a quase 200 quilômetros de distância. “No Rio, andar pela rua à noite, um dos grandes prazeres do carioca, passou a ser uma roleta-russa. Nunca se sabe quem será a próxima vítima”, critica Pellegrino, que tem assumido menos projetos e aproveita o tempo livre para pintar, tocar piano e violão e fazer caminhadas pela exuberante Praia da Ferradura. O fluxo para cidades menores tem, é claro, reflexo no mercado imobiliário. Na Baixada Santista, a compra e venda de imóveis subiu 31% no terceiro trimestre de 2020, em comparação com o mesmo período do ano anterior, contra meros 5% na região metropolitana de São Paulo. Nas cidades no cobiçado raio de 100 quilômetros, área que engloba Sorocaba, Itu, Jundiaí, Bragança Paulista e Atibaia, os negócios cresceram embalados por uma taxa de 25%.

As casas que os migrantes urbanos estão comprando e alugando oferecem duas características imprescindíveis: área verde e cômodos que possam ser adaptados para home office. “Muitas famílias não têm renda para adquirir um imóvel com esse perfil em São Paulo e se mudam para o interior, onde o metro quadrado é bem mais barato”, explica Patricia Ferraz, diretora de relações institucionais do Registro de Imóveis do Brasil, que congrega cartórios de vários estados. “A pandemia escancarou nossa necessidade por espaço, tanto interno quanto externo”, diz Ju Collen, funcionária pública de 46 anos que está prestes a trocar Porto Alegre por Gramado, a 150 quilômetros de distância.

Luiz Soares. Foto: Pedro Silveira/VEJA

Troca de endereço

Luiz Soares, 48 anos, dono de confecção

“Vim para minha casa de veraneio na Praia do Forte para fugir da pandemia, mas me acostumei à rotina de esportes, banhos de mar e acesso aos bons restaurantes locais. Mudei de endereço: moro aqui e só apareço de vez em quando na casa de Salvador. Tenho qualidade de vida e segurança, sem perder o agito.”

Um dos motores econômicos que impulsionam a migração atual é a mudança profunda nas relações de trabalho trazida pela pandemia. A jornada de quem manteve o emprego durante o período de isolamento social caiu 14% e a renda média, em efeito dominó, diminuiu 20%, segundo uma pesquisa da FGV-RJ. Enquanto apertava o cinto, uma leva de brasileiros fez as malas em busca de vida mais simples e ao mesmo tempo de maior qualidade. O que se observa neste movimento é uma inesperada inversão das prioridades das famílias. “Nas classes mais abastadas, com recurso para mudanças radicais, ganhar dinheiro passou a ser menos importante do que aproveitar a vida”, ressalta Marcelo Neri, diretor da FGV Social.

Helio Pellegrino. Foto: Alex Ferro/VEJA

Adeus, depressão

Hélio Pellegrino, 68 anos, arquiteto

“Morava em uma casa espaçosa no Rio de Janeiro e tinha um escritório de arquitetura bem-sucedido. Mas a violência e a desigualdade social me deixavam cada vez mais deprimido. Quando me instalei na casa de Búzios, vi que era para sempre. Aqui faço o que realmente gosto: pinto, toco violão, namoro e vou à praia.”

Um estudo do Ipea revelou que quase um quarto das ocupações brasileiras está apto a fazer a transição para o home office e são justamente os ocupantes dessas posições, em boa parte situadas no setor financeiro e de tecnologia, que mais se veem à vontade nestes tempos para mudar de vida. Durante quase duas décadas João Tucci, 45 anos, analista financeiro de uma grande empresa de consultoria, experimentou a rotina extenuante de até doze horas de trabalho por dia. Há cinco anos, em plena crise de identidade, conheceu a Chapada dos Veadeiros, em Goiás, e se apaixonou pelo local. Como em um namoro, ele passou a se revezar entre Alto Paraíso e São Paulo — até a chegada da pandemia desembocar em união estável. Tucci se mudou de vez para a Chapada e de lá presta sua consultoria aos clientes, além de ser gerente de uma pousada. “Continuo a fazer o que gosto, mas agora, em vez de barulho de avião na janela, tenho o canto das araras”, comemora, feliz da vida. Embora ainda esteja em fase de consolidação, o fenômeno já é encarado como uma nova etapa dos deslocamentos internos que a população empreende em épocas distintas.

A engrenagem que movimenta as migrações brasileiras tem uma relação histórica com os efeitos da desigualdade social. Mal as primeiras fábricas começaram a se instalar no país, há quase 100 anos, e milhões de pessoas das regiões mais pobres, principalmente do Norte e Nordeste, pegaram seus poucos pertences, deram adeus à zona rural e foram tentar a vida no Sul maravilha. Assim caminharam os brasileiros até o fim do século XX, quando a meia volta começou. A descentralização da indústria e a expansão das fronteiras agrícolas fizeram o interior ser atraente de novo e suas cidades entraram para o rol das localidades recebedoras de mão de obra, em uma dinâmica classificada de “rotatividade migratória”. No arranjo que se desenvolveu durante a pandemia, uma parcela dos migrantes combina o melhor dos dois mundos: muita gente, em vez de ir embora de vez, optou pela dupla residência. Dono de uma confecção de moda praia, Luiz Soares, 48 anos, morava em Salvador e costumava ir para a casa de veraneio na Praia do Forte, a 85 quilômetros, nos fins de semana e feriados. Para cumprir o isolamento social, acabou se instalando na segunda casa e inverteu a ordem dos endereços. Mantém um pé na capital, para compromissos de trabalho, mas mora mesmo na praia. “Aqui tenho qualidade de vida, conforto e segurança sem perder o agito”, alegra-se.

Ju Collen. Foto: Daniel Marenco/VEJA

Vida espaçosa

Ju Collen, 46 anos, funcionária pública

“Sempre quisemos ter um sítio para relaxar nas horas de folga. O isolamento no apartamento em Porto Alegre mudou nossos planos. Compramos um terreno em Gramado e nossa casa, com uma bela vista da Serra Gaúcha, acaba de ficar pronta, satisfazendo a necessidade de espaço interno e externo.”

Os especialistas antecipam que a migração de pessoas com recursos suficientes para sustentar duas casas deve levar riqueza e alterar de forma relevante o perfil de consumo dos municípios médios e pequenos. Atualmente, as cidades com até 500 000 habitantes concentram 68% da população, 58% do PIB e 237 dos 577 shopping centers em atividade no Brasil. A expectativa é que a proporção seja cada vez maior, à medida que o agronegócio se expanda e a busca de qualidade de vida se amplie — uma aliança que tem tudo para mudar para melhor a cara do interior. “O deslocamento das classes mais abastadas traz novos contornos aos processos migratórios e reflete a inserção do Brasil em um contexto global. O território perde importância, já que o mundo está conectado em rede e as relações ocorrem por meio da tecnologia”, explica Rosana Baeninger, demógrafa e professora do Núcleo de Estudos de População da Unicamp. Nos Estados Unidos, onde as migrações rotativas são vistas há mais tempo, os municípios do entorno dos grandes centros urbanos já apresentam um perfil menos provinciano. “Muitos subúrbios estão se reformando e ganhando contornos mais urbanos, com centros comerciais, restaurantes e boas escolas”, lembra James Hughes, professor de planejamento urbano da Universidade Rutgers, em Nova Jersey.

Empurradas para as moradias mais amplas do entorno, em vez de se isolarem em minúsculos apartamentos, cerca de 100 000 pessoas acabaram optando de vez por sair de Man­hattan, o bairro mais habitado de Nova York, a meca cosmopolita do planeta, e pelo menos 30 000 foram embora de São Francisco ao longo da pandemia. Em compensação, Santa Maria e Santa Bárbara, nas imediações de Los Angeles, receberam 124% mais moradores neste ano, em comparação com o ano passado. Louisville, na encruzilhada entre Nova York e Chicago, ganhou 113% mais moradores e Buffalo, no estado de Nova York, aumentou sua população em 80%. A fuga da megalópole se repete em países como Japão — Tóquio subtraiu 30 000 habitantes — e Austrália, onde, desde março, 14 000 pessoas deixaram Sidney e 25 000 deram adeus a Melbourne. “Hoje, há uma competição por gente talentosa, criativa e inovadora. As cidades médias têm tudo para se beneficiar com a absorção dessa mão de obra qualificada”, diz Robert Muggah, fundador do Instituto Igarapé e uma das maiores autoridades sobre o tema. Enquanto a humanidade se desloca, o mundo se transforma.

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Riva Júnior disse:

    Por isso estou partindo pro sertão do Seridó, graças a Deus!!!🤠🙏🏼☀️🌵

  2. RCMelo disse:

    Eu vou morar no Congo, lá é menos perigoso que o Brasil. Tem um ditador lá, mas nada que dê pra notar, aqui nem o presidente manda, tem 11 que determina.

  3. Luiz disse:

    Vou comprar uma bucólica casa em São Gonçalo, Macaíba ou Extremoz. Lá vou viver feliz da vida e dormir com as portas abertas kkkkk

  4. nasto disse:

    Aqui para onde formos corremos perigo. Praias assaltos, arrastões, tiros, agressões , etc: Nos sítios e fazendas a mesma coisa. Todos trancados , medo, insegurança. E não temos perspectiva de melhoras. Se correr o bicho pega, se parar o bicho come. Lastimável mas é a VERDADE.

  5. Calígula disse:

    Quero ver irem pra Tangará, Acari, Japi, Campo Redondo, Campo Grande, São Rafael, Coronel João Pessoa, Equador e enfrentar uma seca danada kkkkk

Ménage continua sendo a preferência dos brasileiros entre as fantasias sexuais para ser realizada em 2021, diz pesquisa

Foto: Getty Images

Se você está 100% satisfeito com o seu desempenho e frequência em 2020, o lance é não mexer em time que está ganhando. Continuar fazendo o que você já está fazendo pra continuar feliz da vida ao longo dos próximos meses.

Agora, se você acha que o ano passado foi meio devagar quase parando, a dica é encarar o problema e descobrir novos jeitos de fazer as coisas acontecer: não dá para esperar resultados diferentes fazendo a mesma coisa, já diria o coach-poeta. Dependendo do seu signo, também é possível contar com uma ajudinha astrológica. Mas, como nem só de magia vive o homem, cientistas de dados também ajudam com fórmulas para se dar melhor, por exemplo, nos apps de pegação.

Essa semana encomendei uma pesquisa para o Sexlog e 6.068 pessoas deram mais detalhes sobre os seus planos para a vida sexual.

No que diz respeito ao passado recente, a maioria parece bem satisfeita e feliz com o seu desempenho:

23,4% dos entrevistados deram notas de 1 a 5 para o sexo em 2020

76,6% deram notas de 6 a 10, sendo a nota 10 a mais relevante de todas, com 20,3% das respostas

Para 2021 os planos são de pouco compromisso e muito rala e rola:

84,7% vão focar em sexo sem compromisso e encontros rápidos

15,3% desejam sexo com mais envolvimento e relacionamentos profundos

Ainda assim, 62% pretendem tentar algo novo (apesar de satisfeitos, dá pra melhorar!) e 38% acham melhor não mexer em time que está ganhando.

E a meta é clara: ménage continua sendo a preferência nacional. As fantasias que o pessoal pretende realizar, sem falta, ainda essa ano são (os respondentes puderam selecionar 2 respostas):

77% Ménage
44% Swing/Troca de casal
43% Sexo em lugares públicos
29% Gangbang
29% Exibicionismo
22% Dominação e submissão
21% Sexo virtual
20% Cuckold
18% Voyeurismo

Alguns deram mais detalhes:

“Meu objetivo para 2021 é melhorar meu desempenho na hora do sexo. Já está ótimo, mas quero viver novas experiências pra aprimorar.” – stivem30

“A cada ano temos que estar sempre em melhorar nossas vidas Esse ano pretendo cuidar mais da minha saúde e do meu corpo.” – xuxudellas

“Quero utilizar mais aplicativos de encontro, experimentar novas experiências, melhorar abordagem.” – blackdlicious

“De 2021 não passa, quero me divorciar!” – jaws50

“Meu plano é convencer minha esposa a realizar meu sonho de DP e gangbang!” – casal_6535

E você, grandes planos para realizar entre quatro paredes em 2021? Ou você é da turma que vai aprimorar nas técnicas de sono e desencanar de tanto sexo? Conta pra gente nos comentários!

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

Mayumi Sato – Colunista do UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pamela da Pampa disse:

    É bom demais, júnior

Quer trabalhar no Canadá? Québec oferece 217 vagas para brasileiros

Foto: Divulgação

A província de Québec, no Canadá, está à procura de profissionais brasileiros nas áreas de tecnologia, games, saúde e manufatura/usinagem. São 217 vagas em 11 empresas. As inscrições, em francês, são gratuitas e estão abertas até o dia 17 de janeiro.

Há vagas para programadores, arquitetos em segurança da informação, engenheiros, artistas de cenários de games, enfermeiros, cuidadores, moldadores e torneiros, entre outras. Os salários são negociados com as empresas, e as condições de trabalho são iguais às dos funcionários canadenses.

As empresas participantes são: Bain Magique, Beenox, Investissement Québec, Les Ressources Intermédiaires Salutem, LGS, Mégatech, Recrutement Santé Québec, Résidence Côté inc, Trisotech, Unicorn Powered e Victrix.

O processo seletivo está sendo feito pela Québec International, agência de desenvolvimento econômico da cidade de Quebec, com apoio do Ministério da Imigração local.

Devido à pandemia, a Québec International orienta que os candidatos se informem sobre os procedimentos adotados no Canadá nos sites oficiais dos ministérios de Imigração do Canadá e de Québec, em francês.

Como se inscrever

O candidato deve se inscrever no site www.quebecnacabeca.com, criar um perfil online com suas qualificações e se habilitar para sua vaga de interesse. Não há limite de idade.

Os quesitos exigidos são:

Formação acadêmica

Experiência na área de atuação

Bom nível de francês

Processo seletivo

Os profissionais selecionados nessa primeira etapa serão convocados por email entre 26 a 28 de janeiro para entrevistas virtuais com os recrutadores das empresas. As entrevistas acontecerão entre 8 a 19 de fevereiro. Os aprovados serão então contatados pelo futuro empregador.

De acordo com Sara Tapia, diretora de mobilidade internacional da Québec International, após a aprovação, normalmente leva-se de seis a nove meses para obter os documentos necessários para trabalhar em Québec, mas os prazos podem ser diferentes devido à pandemia.

UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Mendes disse:

    Quem sabe o que é TRABALHO é HENRIQUE ALVES, FELIPE MAIA, FÁBIO FARIAS, EDUARDO BOLSONARO, FLÁVIO BOLSONARO, QUEIROZ……. se for falar mais algum nome BG o seu blog não vai caber .

  2. Paulo disse:

    No Canadá pode se entrar ilegalmente?
    Nos Estados Unidos, Trump tentando evitar imigração ilegal era chamado de xenófobo e foi criticado pelo primeiro ministro esquerdista.
    No Canadá pode entrar ilegalmente?

    • Trumpolin Colorado disse:

      A mão de obra braçal americana é toda de mexicanos e latinos em geral. Americanos utilizam mão de obra ilegal ao seu bel prazer e esse "controle" é só para manter o equilibrio. Nada a ver com Canadá que requisita profissionais capacitados de outros países de forma legal. Sua comparação, Zumbi de Maduro, é totalmente descabida.

  3. Brasil sem jeito disse:

    Por favor , não fale essa palavra trabalho perto de um PTralha, é ÚNICO povo do partidos trabalhadores sem nunca ter trabalhado , FATAO nunca deu aula , NATÁLIA BENEVIDES não sabe nem a cor da carteira de trabalho é
    por aí vai

Em 2021, cuidar da saúde, estudar e investir serão prioridades de brasileiros, diz pesquisa

Perspectivas para 2021 — Foto: GettyImages

Com a pandemia, 2020 foi um ano bastante atípico no mundo todo e também no Brasil. Segundo pesquisa do Google, 19% dos brasileiros adiaram para 2021os planos que tinham. É até pouco, se formos pensar, que o isolamento social nos fez mudar boa parte de nossa rotina e suspender planos de viagens, compra de algum bem ou até a formação da poupança para aposentadoria.

Siga o Valor Investe:

O Google foi, então, perguntar aos brasileiros quais as prioridades deles para os próximos meses e “Cuidar da saúde” aparece como a mais importante, com 35% das respostas. “Investir meu dinheiro” aparece na sequência, com 23% das respostas. Não poderia faltar a tradicional dupla “Emagrecer/fazer exercícios”, com 26%.

A lista não para por aí. “Aprender uma nova língua” (24%) e “Comprar um automóvel” (19%) também entram nos objetivos.

Planos

Quando abrimos para a seara dos sonhos, das vontades, o Google apurou que o principal plano dos brasileiros (29% responderam isso) para o ano que vem é mudar de casa, um interessante aumento de 30% em relação ao ano passado. Com a pandemia, todos acabamos ficando mais em nossas residências e dar mais valor também para elas, o que ajuda a explicar o aumento.

Ainda em relação aos planos dos brasileiros, começar a estudar é o segundo principal planejamento para 19%.

Mão na massa

A fim de realizar esses desejos, os principais serviços procurados em 2021 serão: academia (24%), escolas/universidades (21%), site de emprego (21%), consulta médica (8%) e site de busca de imóvel (10%).

A pesquisa foi feita em outubro de 2020 através de uma Consumer Survey, ferramenta do Google que permitiu entrevistar 1.000 brasileiros conectados (pois foi feita on-line) em todo o Brasil, entre 18 e 64 anos.

Valor Investe

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Especialista disse:

    Amigos bons, esse Gadoes Do Forró é um CHULO…….KKKKKKL, vamos deixar ele ir ao dicionário para se descobrir.

  2. Tonho disse:

    Não basta ser petista, tem de ser fuleiro mesmo!

  3. Gadões Do Forró disse:

    Em 2021 temos que preparar o terreno para tirar essa corja imunda 💩 de milicianos em 2022.
    Não vai ser fácil, mas com muita luta e sem mentiras, a gente consegue.

    • Acorda Brasil disse:

      Foram mais dezenas escândalos no primeiro escalão do governo petista (senão centenas). Desvios bilionários, estatais e fundos de pensão saqueados… até agora temos ZERO casos no governo Bolsonaro… vai ser difícil mesmo.

Veja quais são os países com entrada liberada para brasileiros nas férias

Foto: Kevin Mohatt/Reuters

Com a pandemia da Covid-19, muitas fronteiras foram fechadas para a entrada de visitantes internacionais. A maioria dos países estipulou condições específicas e individuais para a entrada de estrangeiros.

Os temores de uma segunda onda, somados à grande desvalorização do real em 2020, complicam ainda mais quem planeja passar as festas de fim de ano no exterior.

A grande maioria dos países manteve suas fronteiras fechadas, mas ainda há algumas poucas com circulação liberada.

Países com entrada liberada

O número de países com abertura para turistas é bem limitado: apenas nove e, entre eles, o Brasil. O México pode ser uma opção de destino, pois exige apenas um “questionário para Identificar Fatores de Risco em Viajantes” na chegada, que você encontra aqui.

Quem deseja ir para o Haiti, terá que se submeter a exames médicos e preencher um “Formulário de Declaração de Saúde” preenchido e apresentado à imigração.

Na Europa, as fronteiras abertas são Albânia, Sérvia e Macedônia do Norte. Para o trio de países não são necessário testes negativos nem quarentena.

Em situação semelhante também está o Afeganistão, que reabriu suas fronteiras em junho, sem restrições. A Turquia também pode ser uma opção, só é necessário passar por uma triagem médica.

Por fim, na África, a Guiné Equatorial permite a entrada de estrangeiros, mas se você não tiver um teste de PCR negativo feito 48 horas antes do desembarque, você terá que fazer um teste na chegada por sua própria conta.

Países com condições variáveis

Determinados países estão com regras particulares para a entrada de estrangeiros e alguns especificamente não permitem brasileiros. Veja quais são:

Estados Unidos

Brasileiros não podem viajar para os Estados Unidos e a regra vale para qualquer estrangeiro que tenha passado pelo Brasil por menos de 14 dias antes de chegar no território americano. As exceções são: cidadãos americanos, residentes permanentes (pessoas com o Green Card), familiares de cidadãos estadunidenses e algumas outras situações particulares.

União Europeia

As regras dentro dos 27 estados dentro do bloco podem sofrer alterações. Países que são os principais destinos de turistas brasileiros, como França, Espanha, Portugal, Itália e Alemanha, estão com as fronteiras fechadas no momento. As exceções são: cidadãos do próprio país, cônjuges e filhos de cidadãos europeus, parentes imediatos, militares, estudantes com visto de estudo e outras condições específicas.

A partir do dia 14 de dezembro, a Espanha permitirá a entrada de brasileiros que apresentem um teste de PCR negativo feito a 72 horas da chegada no país, com certificado médico em inglês ou espanhol.

Reino Unido

Desde o dia 3 de dezembro, o Reino Unido reabriu suas portas para visitantes internacionais. Passageiros podem ter que ficar em quarentena por 14 dias. Os visitantes também devem preencher um “Formulário de Localização de Passageiros de Saúde Pública” ao chegarem na imigração.

Japão

Estrangeiros brasileiros e ou que estiveram no Brasil ao menos 14 dias antes de chegar em território japonês, não podem entrar no país.

Austrália

As fronteiras australianas estão fechadas para qualquer viajante que não seja australiano, familiar ou casado com cidadão do país e ou neozelandês.

Argentina

Desde o dia 5 deste mês, os voos foram reiniciados no país. Brasileiros podem visitar, desde que tenham um seguro saúde que cubra todas as despesas com a Covid-19 e apresentem um atestado médico negativo para coronavírus, emitido no máximo 72 horas antes da partida do primeiro ponto de embarque (quem não apresentar, estará sujeito a ficar de quarentena por 14 dias).

Estrangeiros também devem preencher a “Declaração Juramentada de Entrada em Território Nacional”.

Canadá

O país restringe a entrada de viajantes americanos até dia 21 de dezembro deste ano, e para estrangeiros dos demais países, a partir do dia 21 de janeiro de 2021 as fronteiras serão reabertas.

Chile

Viajantes podem entrar no Chile exclusivamente pelo Aeroporto de Santiago (SCL). Estrangeiros devem apresentar um exame médico com resultado negativo para COVID-19 (em específico o teste PCR SARS-COV-2), feito 72 horas antes da partida para o Chile e podem estar sujeitos a uma quarentena obrigatória de 14 dias.

É necessário preencher uma “Declaração para Viajantes para Prevenir Doenças do Coronavírus”, no máximo, 48 horas antes da partida para o país e também ter um plano de saúde com cobertura mínima de U$ 30.000, para cobrir despesas de uma eventual contaminação pelo coronavírus.

República Dominicana

As viagens para a República Dominicana foram retomadas neste mês. Para entrar é necessário preencher um “Bilhete Eletrônico” ou apresentar um formulário de declaração de saúde na chegada.

Viajantes estão sujeitos a ter que fazer exames médicos quando desembarcarem.

A organização IATA Travel Centre desenvolveu um mapa mundi interativo, que atualiza em tempo real as mudanças nas restrições nacionais e quais os requisitos para viagens internacionais.

CNN Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fatinha disse:

    A gadolandia tá na luta pra comprar o arroz e óleo

Cerca de 52 milhões de brasileiros estão nos grupos prioritários de vacinação da covid

Foto: Owen Humphreys/POOl EFE/EPA

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, afirmou nesta quarta-feira (9) que cerca de 52 milhões de brasileiros entram nos quatro grupos prioritários para receber a vacina contra a covid-19.

Ele participou de uma reunião técnica da Comissão Externa de Enfrentamento à Covid-19 da Câmara dos Deputados, onde respondeu a questionamentos acerca das imunizações nesta pandemia.

O plano esboçado pelo Ministério da Saúde é dividido em quatro fases, com grupos considerados de risco:

• Fase 1: trabalhadores da saúde, população idosa a partir dos 75 anos de idade, pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (como asilos e instituições psiquiátricas) e população indígena.

• Fase 2: pessoas de 60 a 74 anos.

• Fase 3: pessoas com comorbidades que apresentam maior chance para agravamento da doença (como portadores de doenças renais crônicas, cardiovasculares, entre outras).

• Fase 4: professores, forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade.

Medeiros disse que na primeira fase, devem ser imunizadas em torno de 14 milhões de pessoas; na segunda, 21 milhões; na terceira, 12 milhões; e na quarta fase, entre 4 milhões e 5 milhões.

Ele acrescentou que, em muitos casos, esses grupos se sobrepõem. “Se eu tenho 60 anos e sou hipertenso, não vou contar duas vezes, já entro no grupo pela idade.”

O plano definitivo está sendo revisado, segundo o secretário, mas deve ser apresentado “na próxima semana”.

Vacinas

A expectativa, até o momento, envolve as vacinas já contratadas da farmacêutica AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford.

Segundo as previsões do ministério, cerca de 100 milhões de doses estarão disponíveis ainda no primeiro semestre de 2021.

A partir do segundo semestre, a Fiocruz terá condições de fabricar, em Bio-Manguinhos, um adicional de 80 milhões de doses, disse Medeiros.

A depender do esquema de dosagem — há uma revisão dos estudos para estabelecer qual será mais adequada —, esse quantitativo seria suficiente para vacinar ao menos 50 milhões.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    O interessante é que os idosos terão prioridade nas vacinações , e dentro das faixas etárias testadas a dos idosos acima de 60 anos foi a que teve o menor percentual de testes.
    Podemos confiar?

Argentina, Chile, Peru entram na lista de países abertos para brasileiros

Foto: Diego Cupolo/Getty Images

Às vésperas do fim de ano, destinos queridinhos dos brasileiros, como Portugal e Estados Unidos, continuam fechados para o turismo. Contudo, as restrições vêm diminuindo aos poucos e há boas notícias, como a reabertura do Chile, Peru e Argentina.

A partir desta segunda-feira, 23, o Chile reabriu parcialmente suas fronteiras. Visitantes só podem entrar pelo Aeroporto Arturo Merino Benítez, em Pudahuel, perto de Santiago. Para embarcar em um avião com destino ao país, é preciso ter um teste PCR negativo feito 72 até horas antes, um seguro saúde que cubra condições relacionadas à Covid-19 e um documento chamado “Passaporte de Saúde”, disponível no site do governo.

Contudo, nas próximas próximas semanas – até o dia 7 de dezembro –, estrangeiros vindos de países de alto risco, segundo classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), devem fazer quarentena de 14 dias ao chegar ao país. O Brasil faz parte da lista.

A Argentina também concretizou um comunicado emitido no dia 30 de outubro, dizendo que suas portas seriam reabertas ao Brasil, Bolívia, Chile e Paraguai – mas apenas com destino à Grande Buenos Aires. Só é permitido circular pela Região Metropolitana da capital e, para garantir a entrada, é preciso apresentar exame PCR negativo, realizado até 72h antes do embarque.

Além disso, antes da crise política e do impeachment, o presidente peruano, Martín Vízcarra, havia prometido no início de setembro a reabertura das fronteiras a estrangeiros. O processo se concretizou em duas fases: no início de outubro, alguns países da América Latina, como Colômbia, Paraguai e Chile, receberam aval do Peru. Depois, a partir do dia 1º de novembro, México, Brasil, Argentina, Espanha e Estados Unidos ganharam a permissão.

Um dos protocolos de biossegurança é a obrigatoriedade do teste de PCR negativo, realizado no máximo 72 horas antes da chegada, para entrar no país. Na falta do comprovante, o turista deverá voltar ao país de origem fazer quarentena de 14 dias. Viajantes também estão sujeitos a triagem médica em aeroportos.

Segundo uma lista publicada na página da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), existem cerca de 70 países e territórios que não têm restrições expressas a entradas de viajantes brasileiros a lazer, em voos que partem do Brasil. A maioria deles exige, no entanto, algum tipo de testagem negativa para Covid-19 ou quarentena na chegada.

Como já estava determinado desde o início do segundo semestre, países como México, Turquia e as Bahamas, no Caribe, recebem turistas brasileiros sem muitas restrições.

O governo mexicano só exige o preenchimento de um formulário de “Fatores de Risco”, enquanto a Turquia continua a realizar triagem médica nos aeroportos – caso os viajantes apresentem sintomas, podem ser submetidos a testes e, depois, tratamento médico. As Bahamas, assim como a República Dominicana e a maioria das ilhas caribenhas, só exigem teste ao embarcar.

A Ucrânia, Bósnia e Herzegovina, Equador e Colômbia aceitam receber turistas brasileiros, desde que apresentem o teste negativo para Covid-19. O Egito também reabriu suas fronteiras, mas exige o teste PCR negativo – realizado com, no máximo, 72 horas de antecedência – e seguro saúde. Além disso, o turismo está limitado a resorts em três províncias litorâneas.

Já alguns países europeus, como Reino Unido e Irlanda, apesar de nunca terem barrado viajantes brasileiros, exigem o cumprimento de uma quarentena de 14 dias, com ou sem sintomas da Covid-19 (às próprias custas). Mesmo assim, voos das aéreas British Airways e Latam seguem com regularidade para o aeroporto britânico de Heathrow.

Na fechada União Europeia, apenas a Croácia aceita brasileiros, desde que comprovem reserva de hotel e apresentem teste PCR negativo realizado em até 48 horas antes do embarque. Só quem chegar sem o teste, ou com sintomas, precisa ficar em isolamento por 14 dias. Sérvia, Kosovo, Albânia e Macedônia do Norte também estão abertos aos brasileiros e sem exigências de quarentena.

Se o turista brasileiro cumprir quarentena em um país do bloco ou no Reino Unido, pode seguir viagem para outros destinos no continente. O mesmo ocorre nos Estados Unidos: embora os americanos só permitam a entrada de viajantes com cidadania ou visto de residência permanente, é possível fazer uma quarentena no México, por exemplo, e seguir para destinos como Miami ou São Francisco.

Mesmo tendo que adaptar os planos devido à pandemia, viajar torna-se cada vez mais possível à medida que as duras restrições são revisadas. Até na troca de Orlando por Istambul é possível encontrar consolo para este duríssimo 2020.

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Agora que eles tem mais mortes por milhão de habitantes que o Brasil abrem a fronteira?
    E fazer o que nestes países, ficar trancado dentro de casa.

Correios: brasileiros pagam 224 milhões de reais para manter a estatal

A última greve dos Correios, que durou 35 dias: estatal passa por dificuldades financeiras (Alex de Jesus /O Tempo/Estadão Conteúdo)

Para cobrir o rombo nas contas dos Correios causado por três anos de prejuízos consecutivos, registrados entre 2015 e 2017, a estatal precisou contrair operações de crédito de 750 milhões de reais junto do Banco do Brasil e consumir aplicações financeiras, aponta um relatório inédito da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), do Ministério da Economia.

A estatal também recebeu aportes do Tesouro, no valor de 224 milhões de reais, nos últimos dois anos, para poder continuar operando.

O estudo preparado pela Sest faz parte do conjunto de esforços para a privatização dos Correios, que deve acontecer no início de 2022.

O levantamento também revela que em 2018 e 2019 a receita gerada pela empresa, que voltou a entrar no azul, não foi suficiente para saldar as parcelas de empréstimos e financiamentos contraídos entre 2015 e 2017, quando os Correios acumularam um prejuízo de 5,5 bilhões de reais.

Segundo o Ministério da Economia, hoje os Correios possuem uma capacidade limitada do pagamento de suas obrigações de curto e longo prazo, o que potencialmente a coloca como uma das estatais que correm o risco de se tornarem dependentes do Tesouro. Quando isso acontece, a União passa a bancar os custos totais da empresa, que são contabilizados no teto de gastos.

O relatório mostra ainda que o custo de serviços e produtos dos Correios é elevado, sendo equivalente a 85,18% do total da venda líquida.

Tanto o endividamento geral, referente à proporção do ativo comprometida com o pagamento de dívidas, como o de curto prazo aumentaram entre 2015 a 2019. Atualmente, o endividamento geral chega a 98,7% e o de curto prazo, a 33,25%.

A liquidez geral, que diz respeito à capacidade de honrar as obrigações financeiras totais, é hoje de apenas 0,44%, 18 pontos percentuais menor do que em 2015.

Nos últimos anos, o patrimônio líquido dos Correios também sofreu uma queda considerável, passando de 1,4 bilhão de reais em 2015 para 146,8 milhões em 2019.

O rombo nas contas da empresa registrado em 2015, 2016 e 2017 é apontado como umas principais causas do problema, assim como o passivo do fundo de pensão dos Correios, o Postalis, de cerca de 7 bilhões de reais, de acordo com dados da Sest. Os Correios precisam arcar com parte do pagamento da dívida.

A análise da Siest aponta que o passivo dos Correios chega hoje a 14 bilhões de reais. Quase a metade da dívida corresponde a pendências financeiras com o fundo de pensão dos funcionários, o Postalis, e o plano de saúde da empresa.

Obrigações sociais e trabalhistas respondem por cerca de 17% do passivo. Outros 7% são compostos de dívidas com fornecedores.

Já foi dado início ao processo de desestatização da empresa. No dia 10 de outubro, o projeto de lei que acaba com o monopólio dos Correios sobre o serviço postal foi enviado para apreciação da Secretaria-Geral da Presidência da República e da Casa Civil. A expectativa é que seja enviado ainda neste ano para o Congresso.

Exame

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maurício disse:

    Bora, bora dr Paulo, vamos botar pra frente esse negócio aí.
    Tá comprovado!
    Prova cabal.
    Não serve pro país.
    Como é que uma empresa sem concorrentes da prejuízo??

  2. Fábio disse:

    O SUS não é estatal.
    Saúde, Educação e Segurança, são deveres do Estado.
    Do resto a iniciativa privada cuida.

  3. Naldinho disse:

    Quem acha que privatizar os correios, antes de falar asneiras, leia (se souber) a seguinte matéria. :
    https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/09/10/privatizacao-correios-servico-postal-outros-paises.htm

  4. Jerônimo Lucas de Araújo disse:

    Pra que serve o STF?
    Qual o lucro que ele Dar pra nós?
    Sou contra a privatização de qualquer estatal.

  5. BurroMinion disse:

    Quanto pagamos às viúvas e dependentes dos militares???

    • Reinaldo disse:

      TUDO ISSO É CONVERSA PRA BOI DORMIR!!
      OS CORREIOS MESMOA ABANDONADO, SE MANTÉM COM O PRÓPRIO RECURSO E AINDA REPASSA MUITO DINHEIRO PARA O GOVERNO FEDERAL.
      COMPARA ESSE NÚMERO COM OS PREJUÍZOS QUE DÃO OS TRÊS PODERES AO BRASIL!!
      AÍ SIM!! CATA QUE TEM MUITO VAGABUNDO!!

  6. Um brasileiro disse:

    Sou a favor da privatização quando a empresa não se sustenta financeiramente. As que se sustentam tem que ser melhor administrada para não ser local de troca de favores, emprego por apoio político.

  7. Paulo disse:

    QUANTO SERÁ QUE A POPULAÇÃO PAGA PARA MANTER OS POLÍTICOS E SUAS REGALIAS?
    Essa sim deve ser a reflexão……

  8. Joca disse:

    Faz a conta pra caern tbm!

    • Caninde disse:

      A CAERN se mantém, e não precisa de suporte financeiro do governo estadual não.

  9. Lima disse:

    Vai dizer isso prá um esquerdista que mama do capitalismo e caga socialismo; em menos de 60 segundos ele arrota uma verborragia que no final é seis por meia dúzia.

  10. Fábio disse:

    Estatal ou é um poço de prejuízo ou é alvo de partidos políticos (roubo).
    De toda forma, é sempre um problema para o Brasil.

    • Greg disse:

      Estatal tem por fim servir a população…ja imaginou vc chegar com esse argumento dizendo que o SUS da prejuízo?

  11. Luciana Morais Gama disse:

    Privatização já!!

    • Caninde disse:

      Vc q tá pedindo privatização já,vem trabalhar ganhando um salário mínimo e peça pra privatizar o SUS, as POLICIAS e a CAERN,talvez vc não tenha noção da verdadeira realidade do nosso estado, sim so lembrando acho q vc é um daqueles q não conseguiram passar em nenhum concurso público por isso tamanha revolta.

  12. Paulo disse:

    BG
    Privatização ontem.

Novo golpe em apps financeiros ameaça brasileiros; entenda

Foto: Pond5

Uma nova família de vírus ameaça aplicativos bancários do Brasil e de outros países da América Latina, Europa e África. Chamado de Ghimob, o trojan é uma nova versão do trojan Guildma, desta vez desenvolvido especificamente para apps de celular. O novo sistema pode avançar em aplicativos de bancos, fintechs, corretoras de valores e corretoras de criptomoedas para roubar dados das vítimas e fazer transações ilegais.

Detalhes do novo vírus foram divulgados nesta quinta-feira (9) pela Kaspersky, empresa desenvolvedora de soluções para segurança online. Segundo o comunicado, a ameaça está pronta para ser disseminada internacionalmente, e o Brasil seria um dos principais pontos de distribuição do malware, com mais de 100 aplicativos bancários expostos no país.

O Ghimod é um trojan do tipo RAT, que utiliza acesso remoto para controlar o smartphone infectado. Sendo assim, os criminosos conseguem realizar transações financeiras ilegais usando o próprio smartphone da vítima, evitando a detecção da fraude por tecnologias de segurança normalmente utilizadas pelas instituições financeiras.

Para realizar as transações, o trojan consegue desbloquear o celular da vítima, mesmo que o indivíduo possua um desenho ou senha de bloqueio. Em seguida, os criminosos colocam uma tela branca, preta ou um site em tela cheia para esconder sua atividade. Esse artifício também serve para que o usuário tente utilizar a biometria para destravar o celular, fornecendo sua informação biométrica aos golpistas.

Segundo a Kaspersky, a disseminação do vírus no Brasil é feita através de campanhas de phishing enviadas por e-mail. As mensagens informam que as pessoas têm dívidas ativas e fornecem links que supostamente revelam detalhes desses débitos — ao acessar os links, o cliente tem o trojan instalado no celular. Neste momento, os criminosos são avisados de que a infecção foi realizada e recebem informações como a lista de aplicativos instalados no dispositivo que podem ser invadidos e se o usuário utiliza uma tela de bloqueio de segurança.

No Brasil, o Ghimob pode espionar mais de 110 aplicativos de instituições bancárias, segundo a Kaspersky. No exterior, a ameaça seria capaz de invadir 21 aplicativos de criptomoedas e sistemas internacionais de pagamentos em diferentes países, além de serviços de internet banking pelo celular na Alemanha, Portugal, Peru, Paraguai, Angola e Moçambique.

“O Ghimob é o primeiro trojan para mobile banking brasileiro pronto para ser internacionalizado e acreditamos que isso não vá demorar, uma vez que ele compartilha a mesma infraestrutura do Guildma, um trojan para Windows que já atua fora do país”, comenta o especialista de segurança digital da Kaspersky Fabio Assolini.

“Recomendamos que as instituições financeiras acompanhem essas ameaças de perto para aprimorar seus processos de autenticação e tecnologias antifraudes com dados de inteligência de ameaças. Compreender sua ação é a forma mais eficaz de mitigar os riscos desta nova família de RAT móvel”, diz o especialista.

Globo via Techtudo