IBGE: Desemprego diante da pandemia bate recorde e atinge mais de 14 milhões de brasileiros; nordeste tem maior alta

Entre maio e setembro, aumentou em cerca de 4 milhões o número de desempregados no Brasil, diz IBGE — Foto: Economia/G1

O desemprego diante da pandemia causada pelo novo coronavírus bateu recorde na penúltima semana de setembro, atingindo mais de 14 milhões de brasileiros. É o que apontam os dados divulgados nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, entre maio e setembro, mais de 4,1 milhões de brasileiros entraram para a fila do desemprego, o que corresponde a uma alta de 43% do número de desempregados no país em cinco meses.

Com isso, a taxa de desemprego passou de 10,5% para 14,4%, a maior de todo o período pesquisado.

A pesquisa mostrou também que:

Entre as regiões, o Nordeste apresentou a maior alta no número de desempregados, de 69%.

O Sudeste, região mais populosa, concentra cerca de 45% dos desempregados no país.

A população ocupada ficou estável na maior parte do período pesquisado.

O nível de ocupação também ficou estável ao longo da pandemia.

A flexibilização do isolamento social foi responsável por pressionar o mercado de trabalho.

A informalidade teve queda no país, indicando estagnação do mercado de trabalho.

O número de trabalhadores afastados por causa do isolamento social caiu em 83,9% em 5 meses.

O levantamento foi feito entre os dias 20 e 26 de setembro por meio da Pnad Covid19, versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua realizada com apoio do Ministério da Saúde para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal no Brasil. Esta foi a última edição da pesquisa semanal.

Apesar de também avaliar o mercado de trabalho, a Pnad Covid19 não é comparável aos dados da Pnad Contínua, que é usada como indicador oficial do desemprego no país, devido às características metodológicas, que são distintas.

Os dados da Pnad Contínua mais atuais são referentes a julho, quando o país atingiu taxa de desemprego recorde, de 13,8%, com mais de 13,1 milhões de brasileiros em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho.

Nordeste teve maior alta no desemprego entre as regiões

A maior parte dos 14 milhões de desempregados na penúltima semana de setembro estava concentrada na Região Sudeste (6,3 milhões), que é a mais populosa do país.

No entanto, foi na Região Nordeste que se observou a maior alta no número de desempregados ao longo dos cinco meses de pandemia – passou de 2,3 milhões na primeira semana de maio para 3,9 milhões na penúltima de setembro, o que corresponde a uma alta de 69% no período.

A segunda maior alta foi observada na Região Norte, onde o número de desempregados passou de 890 mil para 1,3 milhão – um aumento de 46,9%.

O Sudeste, por sua vez, registrou alta de 39,2% no número de desempregados, passando de 4,3 milhões para 6,3 milhões.

No Centro-Oeste, região com o menor número de desempregados, o número de pessoas buscando emprego aumentou de 819 mil para 1 milhão, o que corresponde a um aumento de 25%.

Já a Região Sul viu o contingente de desempregados passar de 1,3 milhão para 1,5 milhão, uma alta de 16,5%.

Flexibilização do isolamento pressiona o desemprego

Na comparação com a terceira semana de setembro, aumentou em cerca de 700 mil o número de desempregados, fazendo a taxa de desemprego passar de 13,7% para 14,4% em uma semana. Essa alta, no entanto, é considerada como uma estabilidade estatística pelo IBGE.

A gerente da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, avaliou que o avanço da flexibilização do isolamento social por todo o Brasil tem relação direta com o aumento do desemprego ao longo de todo o período do levantamento.

“Embora as informações sobre a desocupação tenham ficado estáveis na comparação semanal, elas sugerem que mais pessoas estejam pressionando o mercado em busca de trabalho, em meio à flexibilização das medidas de distanciamento social e à retomada das atividades econômicas”, apontou.

A pesquisadora ressaltou que a população ocupada no mercado de trabalho se manteve estável durante a maior parte do levantamento, o que sugere que o desemprego foi pressionado por um maior número de pessoas buscando emprego, ou seja, não houve corte expressivo de postos de trabalho no país.

“Vínhamos observando, nas últimas quatro semanas, variações positivas, embora não significativas da população ocupada. Na quarta semana de setembro a variação foi negativa, mas sem qualquer efeito na taxa de desocupação”, destacou Maria Lúcia.

Na penúltima semana de setembro, a população ocupada foi estimada em cerca de 83 milhões de pessoas. Na primeira semana de maio, esse contingente era de cerca de 83,9 milhões. O menor contingente de ocupados havia sido registrado na primeira semana de julho, com 81,1 milhões de trabalhadores ativos no mercado.

O nível de ocupação ficou em 48,7% na última semana do levantamento, estável na comparação com o registrado na primeira semana de maio, que foi de 49,4%.

Também se manteve estável o número de pessoas que não estava trabalhando nem procurava por trabalho no país – eram cerca de 73,4 milhões de pessoas na penúltima semana de setembro contra 76,2 milhões na primeira de maio.

O IBGE destacou, no entanto, que caiu de 27,1 milhões na primeira semana do levantamento para 25,6 milhões o número de pessoas fora da força de trabalho que disseram que gostariam de trabalhar, embora não procurassem por uma ocupação.

Informalidade tem queda

O levantamento mostrou que o número de trabalhadores informais teve queda de, aproximadamente, 1,6 milhão entre o começo e o fim da pesquisa. Na primeira semana de maio, o país tinha cerca de 30 milhões de pessoas trabalhando na informalidade, número que caiu para 28,4 milhões na penúltima semana de setembro.

Com isso, a taxa de de informalidade no país caiu de 35,7% para 34,2% no período.

O IBGE considera como trabalhadores informais aqueles profissionais sem carteira assinada (empregados do setor privado e trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores e por conta própria) e sem remuneração.

O órgão enfatiza que a informalidade é a via de mais fácil acesso ao mercado de trabalho e que, por isso, tende a ser o primeiro meio de ocupação a reagir diante de uma crise financeira como a estabelecida pela pandemia do coronavírus. Ou seja, a evolução da informalidade ao longo da pandemia indica que há certa estagnação do mercado de trabalho no país.

Afastamentos do trabalho tiveram queda de 83,4%

Desde o início do levantamento, o número de trabalhadores afastados do trabalho em função do distanciamento social teve queda semanalmente.

Na primeira semana de maio, eram 16,6 milhões de pessoas nessa condição, número que chegou a 2,7 milhões na penúltima semana de setembro, uma queda de 83,4% no período.

Essa queda, segundo o IBGE, está diretamente relacionada com o avanço gradual da flexibilização das medidas de distanciamento social para conter a disseminação do novo coronavírus.

O IBGE destacou que, somente entre a terceira e quarta semana de setembro, caiu em cerca de 2,2 milhões o número de pessoas que dizia manter isolamento social rigoroso. No mesmo período, aumentou em cerca de 937 mil o número pessoas que disse não ter tomado nenhuma medida de restrição para evitar o contágio pelo novo coronavírus.

A maior parte da população afirmou, na penúltima semana de setembro, ter reduzido o contato com outras pessoas, mas continuou saindo de casa ou recebendo visitas.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    A orientação de todo mundo civilizado: fique em casa e preserve sua saúde, de sua vida e de sua familia
    A orientação das terraplanistas bolsonaristas: vá pra rua trabalhar, se contaminar, depois sua família e depois morra.
    O que essa turma come?

  2. Jefferson Silva disse:

    Vamos ficar em Casa! a economia ver depois. Vai da certo!

  3. Jailson disse:

    O governo Bolsonaro é só desgraça e fracasso!
    Nunca vi outro pior!!!

  4. Alisson disse:

    Trabalhe para enriquecer quem fica em casa, a saúde a gente vê depois.

  5. BOLSONARO 2022 disse:

    FIQUE EM CASA!
    A ECONOMIA VÊ DEPOIS.

  6. Paulo disse:

    A vida em primeiro lugar.
    A economia a gente vê depois…

    • Guto disse:

      Pois é. Como se não se pudesse trabalhar às duas coisas juntas. Essa conta é dos governadores e prefeitos.

  7. Ubaldo disse:

    Fique em casa.

55% dos brasileiros não teriam R$ 200 para uma emergência, aponta PoderData

Para algumas pessoas, R$ 200 pode ser pouco, mas em uma emergência a quantia pode fazer uma enorme diferença. No entanto, seriam poucos os brasileiros que teriam o dinheiro disponível em casos de necessidade. Pesquisa pelo PoderData revela que apenas 40% dos entrevistados teriam a quantia em mãos. A maior parte, 55%, disse que não teria R$ 200 reais em casos de emergências e outros 5% não souberam responder.

Para o Diretor de Planejamento Financeiro de uma rede de associados com gestão fiduciário, Valter Police, os resultados são preocupantes. “Uma boa parte pode ser explicada pela situação atual que a gente vive pela pandemia, mas se prestarmos atenção estes dados não são novos ou a situação que eles mostram não é inédita. Esses dados reforçam que a gente precisa ter uma mudança de cultura no Brasil, a gente precisa entender que não vai existir um salvador da pátria no futuro e salvar a gente.”

Jovem Pan

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anderson disse:

    Eu não tenho 20, quem dirá um lobo guará.

  2. Pixuleco disse:

    Bora tumar uma?
    Aparece 100, 200, 300, ….

  3. Neto disse:

    Mas tem para beber e se fazer de rico no fim de semana… O brasileiro é um ser ímpar!

EFEITO PANDEMIA: 40% dos brasileiros vão evitar beijar desconhecidos no carnaval, aponta pesquisa feita em Salvador, Rio, Recife e mais

Foto: Carla Carniel / Estadão

A pandemia do novo coronavírus teve diversos efeitos no Brasil, e um deles foi a possibilidade de adiar uma das maiores festas do País em 2021: o carnaval. Ainda sem uma data concreta para a liberação de uma vacina e com a necessidade de distanciamento social, não se sabe exatamente como ocorrerá o carnaval no próximo ano.

Para entender de que forma a pandemia mudou os hábitos da população pensando em um evento repleto de contato físico e aglomeração, foi realizada uma pesquisa com moradores das cidades de Salvador, Rio de Janeiro, Recife, Olinda, São Paulo e Belo Horizonte, conhecidas pelas celebrações no feriado do carnaval.

Dos mil entrevistados, todos entre 18 e 45 anos, 60% pretendem mudar o comportamento nas festas do feriado, mesmo se uma vacina já estiver em circulação. Além disso, 67% são a favor do cancelamento do carnaval 2021, e 31% afirmaram que só participarão da folia se uma vacina já estiver disponível.

Pensando no comportamento do público nas celebrações, 68% dos entrevistados disseram que estão mais exigentes com as condições de higiene nos eventos, e 49% darão preferência para festas menores, com 38% pretendendo evitar os tradicionais blocos de carnaval e aglomerações.

Ainda sobre as mudanças de hábito, 40% dos entrevistados afirmaram que pretendem evitar carinhos e beijos de desconhecidos. Já sobre o adiamento do carnaval, já anunciado em São Paulo, no Rio de Janeiro e possível em outros Estados, 50% disseram que não pretendem comemorar, mesmo em uma nova data.

A pesquisa foi encomendada pela agência de marketing Estalo, que trabalha há mais de dez anos com carnaval de rua, e realizada pela empresa Mindminers entre 4 e 10 de agosto.

E-mais Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maria disse:

    Enquanto não estiverem bêbados.

  2. Comedor disse:

    Eu vou comer carne mijada em casa, para não correr riscos. Tem muito boçal por aí que, se o cara olhar sem querer para a mulher dele, vem prá cima a tasca bufete no cara. Tô fora.

  3. Jose disse:

    Não se surpreendam se no Carnaval a realidade for diferente… A maioria vai estar se beijando e se abraçando… Povo de memória curta por conveniência… no Carnaval poucos vão estar pensando ou dando importância ao vírus da pior Pandemia dos últimos tempos.

  4. Beto Dal disse:

    Nesta pesquisa incluíram os que vão estar bêbados?!

  5. Jefferson Silva disse:

    kkkkkkkkkk Duvido!!!!!! Pesquisa FAKE.

  6. Paulo disse:

    Para mim está muito difícil isso.
    Mesmo sem carnaval, onde chego, há muitas gatas querendo me beijar.
    Especialmente nos barzinhos top da cidade.
    Devido à pandemia tenho evitado.
    Ou exijo que faça um PC R antes…

  7. Pixuleco disse:

    Será? Kkkkk.

Brasileiros estudam drogas psicodélicas para tratar depressão e dependência química, administradas em ambientes clínicos e com supervisão

Foto: BBC News Brasil

“Sou hoje (semanas depois da primeira experiência) um homem mais desamarrado, sobretudo bem mais livre de mim mesmo […] Livrei-me de algumas túnicas da minha fantasia, quase todas depressivas. Despertei certa manhã de domingo, muito mais curioso do universo e muito menos angustiado pela catástrofe humana. Existir ficou um pouco menos difícil.”

O trecho acima é parte de uma série de crônicas em que o escritor Paulo Mendes Campos (1922-1991), um dos mais importantes nomes da literatura brasileira, relatou suas experiências com o LSD (dietilamida do ácido lisérgico), uma substância psicodélica hoje proibida.

Em 1962, quando participou dos testes, a droga estava sendo explorada e pesquisada pela ciência e pela medicina. Poucos anos depois, o LSD e outras substâncias psicotrópicas foram proibidas e criminalizadas praticamente no mundo todo, interrompendo os estudos científicos sobre o potencial dessas drogas.

Nos últimos anos, no entanto, as pesquisas com as drogas psicotrópicas, também chamadas simplesmente de “psicodélicos”, renasceram como uma possibilidade de tratamento eficaz para patologias que têm se mostrado difíceis de tratar: depressão, ansiedade, dependência química, transtorno de estresse pós-traumático, entre outras. E, mais uma vez, cientistas brasileiros estão na vanguarda dos estudos nessa área.

Médicos, psiquiatras, neurocientistas, psicólogos e terapeutas do país estão pesquisando os efeitos positivos de substâncias sintéticas, como LSD e MDMA, mas também algumas que têm origem na natureza, como ibogaína, psilocibina e ayahuasca.

Nas últimas semanas, a BBC New Brasil conversou com alguns deles para entender o que vem sendo estudado, qual o potencial dos psicodélicos e como eles podem ser usados por pacientes e médicos brasileiros.

MDMA e estresse pós-traumático

Um dos pesquisadores é o neurocientista Eduardo Schenberg, diretor do Instituto Phaneros. Neste ano, ele publicou um estudo sobre uso psiquiátrico de MDMA (metilenodioximetanfetamina), em parceria com uma entidade americana que também pesquisa essas drogas.

O neurocientista Eduardo Schenberg fez um estudo clínico com MDMA. Foto: BBC News Brasil

No mercado ilegal de drogas, o MDMA já teve dezenas de apelidos, como ecstasy e molly, e é usado principalmente por jovens em festas e baladas — também é conhecido como “a droga do amor”, por sua capacidade de gerar empatia.

No tráfico, as substâncias são produzidas sem controle de qualidade: já foram apreendidas centenas de tipos diferentes de ecstasy, grande parte deles sem nenhuma molécula de MDMA.

Já o composto puro, sem acréscimo de elementos que podem fazer mal à saúde, é considerado seguro e não causa grandes efeitos colaterais — no máximo, dor de cabeça e no maxilar, náusea, inquietude e uma angústia temporária.

No ensaio, Schenberg utilizou a droga em três pacientes diagnosticados com transtorno de estresse pós-traumático (Tept), cujo gatilho, em geral, são experiências de violência extrema, como abuso sexual, tiroteios, sequestros, morte repentina na família e, hoje, até a covid-19.

“O transtorno causa um medo paralisante: a pessoa tem pesadelos recorrentes, ataques de pânico, palpitações, desespero, raiva. Para lidar com isso, ela reprime as emoções, pois não consegue falar sobre o trauma. Algumas vivem num estado de anestesiamento, sem propósito. Esse transtorno tem uma taxa alta de suicídios”, diz o neurocientista.

Os três pacientes passaram por uma terapia assistida por drogas psicodélicas de quatro meses. Foram 15 consultas de 90 minutos cada uma, sob supervisão de dois terapeutas, mas em apenas três delas houve uso de MDMA, com quantidade escalonada. Nessas consultas, o paciente ouve música e é estimulado a ficar introspectivo, em contato com seus sentimentos e memórias. Mas ele também pode dialogar com os terapeutas sobre o que está sentindo.

Dois dos participantes ficaram curados do transtorno, segundo o pesquisador. O terceiro melhorou muito, mas ainda precisa continuar se tratando. “Os resultados no Brasil foram espetaculares, muito parecidos com o que vem sendo observado no exterior. As estatísticas mostram que dois terços dos pacientes saem do tratamento curados”, diz.

Nesse contexto, o MDMA surge como uma possibilidade efetiva de melhorar o transtorno. Hoje, a medicação tradicional consegue tratar apenas sintomas secundários, como ansiedade, depressão e insônia. Já a terapia com MDMA propõe justamente o contrário: ela busca curar o trauma em si.

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Soraya disse:

    Parabéns que coloque logo a disposição do público.

  2. Moral dos Santos disse:

    Tudo serve de desculpa pra Zé Droguinha se chamar, bando de lixo.

Cegueira irreversível por glaucoma é desconhecida por 53% dos brasileiros

(Foto: Nappy.co)

Qual foi a última vez que você foi ao oftalmologista? Segundo uma nova pesquisa, um a cada 10 brasileiros nunca consultou um especialista na saúde dos olhos e dois quintos da população desconhece a segunda principal causa de cegueira no mundo: o glaucoma.

O glaucoma é uma doença ocular que causa a perda das células da retina, fazendo com que o paciente tenha dificuldade para enxergar. Os principais fatores de risco são pressão alta no olho e histórico familiar, sendo mais comum entre afrodescendentes. Quando avançada, a doença causa cegueira irreversível — por isso a importância do acompanhamento médico.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o glaucoma é a segunda maior causa de perda de visão do mundo, ficando atrás apenas da catarata. No entanto, poucas pessoas sabem dos perigos da enfermidade. É o que mostra a nova pesquisa da Upjohn, divisão da farmacêutica Pfizer focada em doenças crônicas não transmissíveis, em parceria com o Ibope Inteligência.

Para entender a percepção dos brasileiros sobre essa condição, foram entrevistados 2,7 mil internautas com mais de 18 anos e de diferentes regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia, Ceará e Pernambuco.

O levantamento mostrou que 41% dos respondentes não sabem o que é glaucoma e 53% desconhecem que ele causa cegueira irreversível. “Confirmar o quanto existe de desinformação sobre o tema é muito preocupante”, afirma Luiz Fernando Vieira, gerente médico da Upjohn, à imprensa. “Isso impede o diagnóstico precoce, que pode salvar a visão de muitos”. Como ressaltam os médicos, o tratamento — que consiste em uso regular de colírios ou cirurgia — não recupera a vista perdida, apenas evita sua progressão.

Falta de cuidados

Quando perguntados sobre a frequência em que vão ao oftalmologista, 10% dos entrevistados assumiram que nunca foram e 25% disseram que vão raramente, apenas quando sentem algum incômodo nos olhos. O destaque vai para os jovens: 21% dos que tem entre 18 e 24 anos nunca consultaram um especialista.

A importância de cuidar regularmente da saúde dos olhos parecem mesmo ser pouco desconhecida por boa parte da população. Apesar de 53% dos entrevistados assumirem que ficariam abalados ao perder a visão por receio de perder a autonomia e ter que depender de outras pessoas, 30% acreditam que devem procurar o oftalmologista somente depois que começam a usar óculos e 23% após perceberem alguma perda de visão.

A profilaxia correta, porém, consiste em visitas anuais ao médico, já que a doença não mostra sinais nos primeiros estágios. “As fases dos tipos de glaucoma – aberto ou fechado – são muitas vezes assintomáticas e os pacientes geralmente buscam o tratamento em um período bastante tardio”, explica Augusto Paranhos Junior, presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG).

O principal exame para detectar e prevenir traços da doença é a medida da pressão intraocular, mas, segundo o estudo, 52% desconhecem se já mediram, não sabiam que ele existia ou se o oftalmologista já realizou o procedimento. Esse dado sobe para 58% no Rio Grande do Sul e 60% entre a classe C, sendo que mais de 90% das pessoas com deficiência visual no mundo vivem em países pobres ou em desenvolvimento.

Especialistas ainda alertam que o estresse pode aumentar a pressão intraocular e, em tempos de pandemia, ficamos ainda mais ansiosos em razão das mudanças na rotina e do medo do novo coronavírus. Por isso, sugerem, praticar exercícios físicos e até mesmo meditação podem ser medidas eficazes para aliviar as tensões e, consequentemente, cuidar dos olhos.

Galileu

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sergio disse:

    Ótima matéria. Sempre fui cuidadoso, é mesmo assim tenho glaucoma.

Brasileiros identificam quatro drogas com potencial para tratar Covid-19

Foto: ThisisEngineering RAEng/Unsplash

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) descobriram quatro drogas com o potencial para inibir a infecção pelo novo coronavírus. A primeira versão do artigo produzido pela equipe foi publicada no periódico de pré-impressões bioRxiv.

Os cientistas realizaram testes in vitro (em culturas de células vivas) e in silico (por simulação de computador) em 65 compostos químicos já conhecidos e geralmente utilizados com outras finalidades. Segundo os especialistas, as análises indicaram que o brequinar, o acetato de abiraterona, o extrato de Hedera helix e a neomicina poderiam ser mais explorados no tratamento da Covid-19.

“O mapeamento das intrincadas interações das drogas com os sistemas biológicos do corpo humano e do vírus indica como as substâncias cuja eficácia foi demonstrada nos testes in vitro poderiam atuar no sistema biológico”, disse Ludmila Ferreira, coordenadora do Laboratório de Biologia de Sistemas de RNA da UFMG, em declaração à imprensa.

Como explicam os pesquisadores no artigo, tanto o brequinar quanto o acetato de abiraterona demonstraram ter “atividade antiviral potente e seletiva” contra o Sars-CoV-2. Já o extrato de Hedera helix e a neomicina foram avaliados como “com atividade antiviral moderada”. Estas observações, segundo a equipe, são animadoras e indicam a importância de se continuar estudando estas substâncias.

Com Galileu

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    E a Clroquina mais o remédio contra piolho?
    Vai ficar por isso mesmo? Me fizeram tomar isso enganado?

  2. Lucas disse:

    Brasileiro não tem moral para fazer 1 vacina, imagine 4. Brasileiro só faz o que não presta. Fica espalhando por aí que tem o pai da aviação. Mentira para enganar as crianças. O pior é que quando elas crescem descobrem que foram enganadas, e que o pai da criança foram os irmãos Wright.

  3. Silva disse:

    Vamos deixar fe discussão besta mane.
    O que deve ser feito, tem que ser urgente.
    Outra coisa!
    Primeiro o gado.
    Os petralhas igual a vc, fica na lista de espera do seu guru Maduro.
    É com essa vacina que o maior ladrão do mundo, Lula da Silva, vai se vacinar, depois os petralhas todos.
    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Se afobe não, é brincadeira.
    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Xau corruptos!!
    Até nunca mais.

  4. Flávio Martinez disse:

    Só faz 4 meses de pandemia. À medida que as pesquisas avançam, novos fármacos e novos tratamentos mais eficazes aparecem. Do mesmo modo, antigos remédios deixam de ser utilizados, por terem eficiência reduzida após testes clínicos e depois de pesquisas mais apuradas. Tudo isso é natural. Porém, não se pode politizar nem praticar ideologias com o uso de medicamentos

  5. Henrique disse:

    Pensei que nas universidades só tinham maconheiros e bardeneiros.

    • mane disse:

      Pelo alto investimento e custo elevadíssimo de funcionamento, bancado com nossos impostos, sao obrigados a pelo menos produzirem o que se chama de ciencia aplicada… e nao fazerem politica ou baderna.

    • Queiroz disse:

      O que é baderna para você, Mane? Já frequentou alguma faculdade na vida? Se sim, o que aprendeu de útil?

    • Gustavo disse:

      Na área de humanas, sim.

    • Raimundo disse:

      Então parece que TAMBÉM, há outras coisas, não é?

    • Santos disse:

      mane, então da próxima vez que alguém abrir a boca pra vomitar bobagens sobre as universidades, diga que pagamos caro, mas eles produzem e produzem coisas importantes.

Vacina do Butantan/China poderá estar disponível no início de 2021 e mira 120 milhões de brasileiros

Foto: Divulgação

O presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou nesta segunda-feira (20) que a vacina Coronavac, desenvolvida a partir de uma parceria entre o governo de São Paulo e um laboratório chinês, pode chegar aos brasileiros no início de 2021. “Poderemos ter essa vacina disponível no início do próximo ano”, afirmou o médico infectologista.

Segundo ele, inicialmente estão previstas 120 milhões de doses que poderão ser utilizadas para vacinar 60 milhões de brasileiros. “Estamos aprendendo importantes lições com essa pandemia. Já tivemos, no passado, outras epidemias com o coronavírus. A China já tinha experiência com o desenvolvimento anterior de uma vacina para a Sars, mas não chegou a ser concluído. Por isso, temos que completar esse processo. Esta vacina poderá ser útil para essa epidemia e outras que possam surgir”, exlicou Covas.

“Qualquer vacina que seja provada eficaz é válida, melhor se tivessemos duas ou três disponíveis. É natural imaginar dois grupos principais como eventuais prioritários para receber a vacina, são eles: pessoas com doenças mais graves e grupos responsáveis pela manutenção do vírus em comunidades”, explicou Esper Kallas, médico e professor da USP.

Dimas e Kallas explicaram ainda as diferenças entre as tecnologias utilizadas para o desenvolvimento das vacinas Coronavac e a de Oxford. “A Coronavac utiliza uma tecnologia tradicional já utilizada contra a raiva e contra a dengue. A tecnologia utilizada no desenvolvimento da vacina de Oxford é nova e poderá ser uma evolução na tecnologia de produção de vacina. Mas o processo produtivo deve ser validado por estudos”, afirmou Covas.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Esses mequetrefes cordeiros eleitores do Pelezinho estão ferrados, vão comer corda por serem eleitores da quadrilha e provavelmente vão morrer desempregados, passando a pão, mortadela e água.

  2. Manoel disse:

    Será q gado terraplanista e negacionista até da ciência vai tomar essa vacina?

  3. Palmikto Podre disse:

    Essa. Só serve para gado . Tem que esperar UMA DE USO VETERINÁRIO ! Mummmmmm

  4. Gibira disse:

    Vixe da China ?

IBGE: Onze milhões de brasileiros com mais de 15 anos não sabiam ler e escrever em 2019

Escolas estão fechadas por conta do coronavírus Foto: BRENNO CARVALHO / Agência O Globo

Onze milhões de brasileiros com mais de 15 anos não sabiam ler e escrever em 2019. O número corresponde a 6,6% dessa população, apenas 0,17 pontos percentuais menor do que o ano anterior. Os dados são da Pnad Contínua Educação 2019, divulgadas nesta quarta-feira pelo IBGE.

É considerado alfabetizado quem consegue ler e escrever um bilhete simples. O Brasil estipulou como meta do Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado em 2014, que a taxa de analfabetismo de brasileiros com mais de 15 anos teria que ser de 6,5% em 2015.

Ou seja, mantendo o ritmo de queda (de 0,2 pontos percentuais ao ano), o país só deve atingir em 2020 a meta estabelecida para cinco anos antes. Além disso, levaria 33 anos para zerar o analfabetismo de brasileiros com mais de 15 anos — o PNE estabelece essa meta para 2024, o último ano de vigência do plano.

— É importante destacar que, dessas 11 milhões de pessoas analfabetas, 6,2 milhões estão no Nordeste — salienta Adriana Beringuy, analista da pesquisa.

Na região, 13,9% das pessoas com mais de 15 anos não sabem ler ou escrever. Essa taxa é quatro vezes maior do que no Sul e Sudeste. Além disso, de 2018 para 2019, a sequência de quedas foi interrompida com um leve acréscimo. No ano anterior, era de 13,87%.

Ainda segundo a Pnad Contínua 2019, cerca de um a cada quatro (27%) negros com mais de 60 anos é analfabeto. O índice entre idosos brancos é de um a cada dez (9,5%). Considerando a população de mais de 15 anos, a diferença entre brancos e negros cai um pouco, mas segue alta: 8,9% contra 3,6%.

“Para a erradicação até 2024, os desafios são diversos entre as regiões, seja devido à tendência de estabilização das taxas no Centro-Sul do País, seja pelo nível mais elevado das taxas no Norte e no Nordeste”, informa o texto da pesquisa.

Como O GLOBO revelou em dezembro, o Ministério da Educação (MEC) fez, em 2019, o menor gasto da década com a educação de jovens e adultos, principal estratégia para aumentar a escolarização da população que abandonou os estudos na idade escolar. Os dados são do Sistema Integrado de Operações (Siop).

A pasta só gastou R$ 16,6 milhões na área neste ano, o que corresponde a 22% do previsto (R$ 74 milhões). Para se ter uma ideia, em 2012 o montante chegou a R$ 1,6 bilhões (em valores corrigidos) — 115 vezes maior do que neste ano.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Pelamore, a 'inducassão' tupiniquim é um desastre.

  2. Morais disse:

    Resultado da Pátria educadora petista.

  3. Wilson disse:

    E muitos concluem um curso universitário sem saber interpretar um parágrafo. Faz parte da lógica Gramsciana: queremos formar militantes de esquerda, e não engenheiros, físicos, psicólogos, médicos, etc. Quem perde é o país, que continua patinando no atraso.

  4. LULA LADRAO disse:

    Viva o governo PT!!!

  5. Morais disse:

    Pelos comentários anteriores percebe-se o conhecimento sobre o tema. Sabe-se que esse é um problema crônico que vai além da sala de aula e envolve, principalmente, questões sociais.
    Não podemos negar os problemas existentes no sistema educacional brasileiro, mas há uma luta pela sobrevivência sem precedentes no cotidianos de milhões de pessoas que não estudam porque precisam trabalhar de qualquer modo e em qualquer coisa para sobreviver. Muitos que frequentam a escola, ali estão porque essa lhes garante a única refeição do dia e o ensino é relevado a segundo plano, pois não há horizonte ou esperança no seio familiar. Se não se valoriza o trabalho do professor, a escola acaba por ser um depósito em que as famílias deixam os filhos, mas não cobram resultados, basta apenas saber que estão em lugar seguro. Por outro lado há uma briga eterna para que migalhas cheguem até as escolas para que tenham condições mínimas de funcionamento. Contratar professores e pessoal de apoio, assim como remunerá-los corretamente, equipar as escolas com internet de qualidade, climatizá-las, implantar bibliotecas e laboratórios são apenas promessas que se renovam a cada quatro anos. Lembrando bem, SEGURANÇA, SAÚDE E EDUCAÇÃO sempre são os temas das campanhas políticas, mas esse não é o caso de Natal. Na capital potiguar, os gestores e legisladores lambem os beiços para aprovarem e executarem projetos para diminuírem as despesas com serviços essenciais. Desse modo, sobram recursos para a realização de grandes eventos festivos que favorecem artistas nacionais, embora os artistas locais fiquem com as migalhas jogadas ao vento. Garantir avanços na educação básica pública é algo a ser discutido seriamente e que envolva todos os setores da sociedade, emtodas as instâncias e esferas.

  6. CIDADAO55 disse:

    Esses adolescentes são produto da era PT
    Cadê o produto de investimento de educação do PT? Só firula e enganação de LULA LADRÃO e DILMA POSTE!
    ISSO também se repete no governo FATÃO BOKU'S..

  7. Icaro disse:

    Vão dizer que a culpa é de Bolsonaro.

    • Jorge disse:

      Se continuar a não fazer nada, é conivente.

    • Neco disse:

      Claro. Antes dele asssumir os filhos de pedreiros estavam fazendo PhD em Física Nuclear.
      Foi Dilma sair que eles desaprenderam tudo.

    • Marcelo Dantas disse:

      Quando Bolsonaro vai sair ????? Quero voltar a roubar !!!!!!

    • Culpa do PT disse:

      É culpa de Haddad que ficou em segundo lugar nas eleições.

Lista obtida pelo NYT mostra que Europa vai barrar brasileiros, russos e americanos; bloco vai abrir fronteiras externas em 1º de julho

Foto: STEPHANE DE SAKUTIN / AFP

Os brasileiros, assim como os americanos e os russos, serão impedidos de entrar nos países da União Europeia quando eles reabrirem suas fronteiras externas que foram fechadas por causa da pandemia da Covid-19. A reabertura está prevista para acontecer a partir de 1° de julho. Brasil, EUA e Rússia estão nos rascunhos das lista de países cujos cidadãos continuarão impedidos de entrar no território do bloco, obtidos pelo New York Times.

O jornal americano teve acesso a uma série de listas elaboradas pelos Estados-membros da União Europeia, baseadas na maneira como nações mundo afora estão lidando com a pandemia. O Brasil, com mais de 50 mil mortos e um milhão de casos, aparece em todas as listagens de nações cujos cidadãos continuarão barrados, assim como os EUA, com 120 mil mortos e mais de 2,3 milhões de contaminados, e a Rússia, com meio milhão de infecções.

Não há uma confirmação oficial por parte dos governos — os documentos foram obtidos de forma anônima, por causa da sensibilidade do tema e por conta dos detalhes das negociações para a elaboração da lista final de todo o bloco, que deve ser divulgada no inicio da próxima semana. Tal decisão poderá ter um impacto político e econômico considerável, uma vez que americanos e russos, em especial, estão entre os principais visitantes do bloco.

Ao mesmo tempo, os países europeus estão discutindo listas de países cujos cidadãos estariam liberados para entrar no bloco, incluindo China, Uganda, Cuba e Vietnã.

As fronteiras da União Europeia estão fechadas a praticamente todos os estrangeiros desde o começo de março, assim como as fronteiras internas, entre os 27 países do bloco. Estas últimas começaram a ser reabertas em 14 de junho, à medida que nações como Itália, França e Espanha, que já foram o epicentro da pandemia, começaram a controlar o número de novas contaminações e mortes.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Minion de Peixeira disse:

    Cadê os vira-latas reativos dizendo que o Brasil é o único perseguido pelos gringos?

Mais de 33 mil brasileiros foram repatriados desde o início da pandemia do novo coronavírus

Grupo de brasileiros repatriado da África do Sul em voo fretado Foto: Reprodução

Desde fevereiro deste ano, cerca de 33,3 mil brasileiros foram repatriados do exterior em meio à pandemia do novo coronavírus. São cidadãos que não conseguiam voos para retornar ou estavam em países que fecharam a fronteira sem que eles pudessem ter saído antes. De acordo com números obtidos pelo GLOBO no Itamaraty, 24.382 cidadãos brasileiros vieram em e cerca de 9 mil, que estavam em países fronteiriços, por via terrestre, com apoio institucional das embaixadas e consulados brasileiros.

Ainda há cerca de 2.400 pedidos de repatriação para o Brasil. São brasileiros que seguem em países com espaços aéreos e fronteiras fechadas, com restrição de deslocamento interno ou com escassez de voos, o que inviabiliza a retirada deles. Em alguns casos, o Itamaraty oferece uma ajuda de custo para a alimentação e hospedagem. Foram feitos, até o momento, 31 voos de repatriação. Mas há cidadãos que foram resgatados em voos comerciais.

O primeiro voo para trazer brasileiros do exterior, em fevereiro, veio da China, onde a pandemia de Covid-19 começou. O avião trouxe 34 pessoas, que ficaram em quarentena na base aérea de Anápolis, em Goiás. Inicialmente, o presidente Jair Bolsonaro foi contra repatriar o grupo, mas acabou cedendo.

A maior parte dos brasileiros repatriados estava em Portugal (8.320), Peru (1.679), México (1.401), Espanha (1.177) e Argentina (1.062). As decisões sobre o retorno dos cidadãos são tomadas pelo Comitê de Crise para supervisão e monitoramento dos impactos da Covid-19, que funciona no Palácio do Planalto. O grupo recebe as demandas do Ministério das Relações Exteriores e articula o retorno dos brasileiros e leva em conta alguns critérios para definir as prioridades.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jailson disse:

    Bolsa pano

  2. Silva disse:

    Mito 2022.
    Ôôôô véi arrochado.

  3. Francisco de Assis disse:

    Tem que prender caricaturista comunista também. Acabou a mamata da imprensa. Agora só passará por dona Solange elogios ao mito.

Pesquisa vai analisar sonhos de brasileiros durante a pandemia

Foto: © Rovena Rosa/Agência Brasil

Pesquisadores de quatro universidades iniciaram um projeto para analisar sonhos de pessoas durante a pandemia do novo coronavírus. O objetivo é analisar, sob a ótica da psicanálise, as alterações diante do cenário excepcional para compreender as consequências psíquicas deste momento.

A equipe responsável pelo estudo, batizado de Sonhos em Tempo de Pandemia, reúne docentes das universidades federais de Minas Gerais, do Rio Grande do Sul e do Rio Grande do Norte, além da Universidade de São Paulo. Eles optaram por usar a rede social Instagram para contatar voluntários.

Um perfil foi criado – @sonhosconfinados – onde interessados podem acessar um formulário e deixar seus relatos. Não há remuneração pela participação na investigação. Não é preciso dar o nome, sendo permitido o uso de pseudônimos.

Para além dos relatos de sonhos, que podem ser feitos livremente, o questionário pergunta como a pessoa interpreta o sonho e abre espaço para que o participante fale de situações e sensações percebidas, ou se os sonhos mudaram a partir do isolamento.

Também é oferecida a possibilidade ao participante de conversar com algum dos pesquisadores que compõem a equipe, por telefone ou Whatsapp, para um relato que permita apresentar as informações de forma mais aprofundada.

“O sonho é um laboratório em que a mente trabalha, elabora, sem as censuras da vida consciente, a experiência dos sujeitos. Nossos medos, nossas angústias, desejos, frustrações são encenados, como se fossem projetados numa tela de cinema, ou em várias”, afirmou o coordenador da pesquisa na UFMG, professor Gilson Iannini, do Departamento de Psicologia, em entrevista ao site da instituição.

Agência Brasil

Oito em cada 10 brasileiros realizam afazeres domésticos, aponta IBGE

Foto: Pixnio

Mais de 146 milhões de brasileiros realizaram afazeres domésticos no próprio domicílio ou na casa de parentes ao longo de 2019. O número corresponde a 85,7% da população nacional com mais de 14 anos.

De acordo com a pesquisa sobre outras formas de trabalho, divulgada nesta quinta-feira (4), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o volume de brasileiros que fazem atividades domésticas segue estável em relação a 2018.

As estimativas apontam que 92,1% das mulheres e 78,6% dos homens realizaram alguma atividade doméstica ao longo do ano passado. Entre os respondentes do sexo masculino, a participação cresceu 0,4 ponto percentual na comparação com 2018.

A taxa de realização de afazeres domésticos também varia significativamente de acordo com a idade. Enquanto 76,9% dos jovens de 14 a 24 anos tiveram alguma participação nos afazeres domésticos, o percentual sobe para 89,2 entre adultos entre 25 e 49 anos e para 91% entre os maiores de 50 anos.

Segundo o estudo, a menor taxa de participação nas tarefas domésticas ocorreu entre homens com idade entre 14 a 24 anos (67,8%) e a maior entre mulheres de 25 a 49 anos (95,5%). Apesar de corresponder ao grupo menos ativo, os homens mais jovens representaram o maior crescimento nas atividades na passagem de 2018 e 2019, de 1,4 ponto percentual.

O levantamento aponta ainda que filhos ou enteados apresentavam as menores taxas de realização de afazeres, com diferença significativa entre homens (66,5%) e mulheres (84,8%).

Horas

Ao analisar a realização de afazeres domésticos por hora, a pesquisa revela que a média de tempo dedicado a afazeres e/ou cuidados foi estimada em 16,8 horas semanais no ano passado, quantidade similar à apurada em 2018.

De acordo com os dados, as mulheres fora do mercado de trabalho dedicaram o dobro de tempo com os afazeres (24 horas) do que os homens em igual condição (12,1 horas).

A diferença diminui para 8 horas ao analisar apenas a população inserida no mercado de trabalho, com 18,5 horas dedicadas às atividades domésticas pelas mulheres e de 10,4 horas pelos homens.

É também possível observar com o levantamento que os afazeres domésticos diminuem a carga de trabalho das mulheres em cerca de uma hora semanal. “Como as mulheres dedicam muito mais tempo às tarefas domésticas e de cuidados que os homens, é esperado, portanto, que isto afete o tempo disponível para o trabalho fora de casa”, avalia o IBGE.

Realizado com base na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), o estudo enquadra como afazeres domésticos as atividades como o preparo de alimentos, limpeza da casa, lavagem de roupa, manutenção de utensílios, pagamento de contas, cuidado com animais de estimação e realização de compras.

R7

Adoção em grande escala do home office em função do isolamento social tem afetado a saúde mental de profissionais brasileiros; 62% mais ansiosos e estressados

Foto: © Reuters/Kevin Lamarque/Direitos Reservados

A adoção em grande escala do home office [escritório em casa] em função do isolamento social para conter o novo coronavírus tem afetado a saúde mental de profissionais brasileiros.

Uma pesquisa do LinkedIn, que ouviu duas mil pessoas na segunda quinzena de abril, indica que 62% estão mais ansiosos e estressados com o trabalho do que antes. O LinkedIn é a maior rede social profissional do mundo.

O levantamento mostrou, também, que, para o brasileiro, a falta de interação com colegas de trabalho tem sido impactante: 39% dos entrevistados se sentem solitários, 30% se confessam estressados pela ausência de momentos de descontração no trabalho e 20% sentem-se inseguros porque têm dificuldades em saber o que está acontecendo com seus colegas de trabalho e a empresa onde trabalham.

Por outro lado, a falta de interação com os colegas e a redução das interrupções relacionadas ao ambiente do escritório fazem com que 33% considerem que estão mais produtivos.

Não é só a saúde mental que está sendo afetada. A física também sofreu impacto com a chegada da quarentena: 43% dos entrevistados estão se exercitando menos e 33% disseram ter o sono afetado negativamente.

Horas extras

O home office também tem significado horas extras de trabalho para muitos profissionais. Segundo o estudo, 68% dos brasileiros que estão em casa têm trabalhado pelo menos uma hora a mais por dia, com alguns profissionais chegando a trabalhar até quatro horas a mais/dia (21%).

Além das horas extras, trabalhar em casa impõe outro desafio para os profissionais: desligar-se das atividades do trabalho. A pesquisa revelou, ainda, que 24% se sentem pressionados a responder mais rapidamente e estar online por mais tempo do que normalmente estariam.

A preocupação de se mostrar ocupado com o trabalho tem relação com o medo de perder o emprego, destacado por 18% dos entrevistados.

Essa pressão também faz com que os profissionais adotem algumas posturas para mostrar que, mesmo em casa, estão labutando muito, levando 27% a enviar e-mails fora do horário do expediente.

Desafios do trabalho em casa

Além das preocupações com as atividades do trabalho, a necessidade de conciliar o trabalho com a atenção à família e, ao mesmo tempo, gerenciar a preocupação com o avanço do coronavírus representam desafios em casa.

O estudo mostra, também, que 34% acabam por se distrair ouvindo ou assistindo notícias sobre a covid-19, 20% enfrentam dificuldades para conciliar o trabalho e o cuidado com os filhos e 22% consideram desafiador trabalhar com o parceiro em casa.

Mesmo que com impactos negativos em algumas áreas, o trabalho remoto trouxe benefícios em outros aspectos. Os entrevistados indicam ganhos na convivência familiar: 59% afirmam que, com a quarentena, o tempo de qualidade com a família aumentou. Outro ponto positivo foi a adoção de uma alimentação mais saudável, apontada por 32%.

Retorno ao trabalho

A expectativa é que a volta para o escritório implique em mudanças de comportamento, tanto nas relações pessoais e aspectos emocionais quanto no uso de recursos tecnológicos.

Quando voltarem ao trabalho, 52% acreditam que os contatos com os colegas serão mais frequentes, 41% apostam no uso mais intenso da tecnologia e 28% acreditam que a ansiedade vai diminuir por poderem interagir com outras pessoas ao voltar para o escritório.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    O que está deixando as pessoas mais anciosas e estressadas é a incerteza, a doença, o medo de adoecer ou de transmitir para outra pessoa.

Coronavírus: os países onde os brasileiros não podem entrar no momento

Foto: Getty Images

A partir desta quarta-feira, 27 de maio, estrangeiros que tenham passado pelo Brasil nos 14 dias anteriores não poderão entrar nos Estados Unidos.

A medida foi tomada para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus. O governo americano diz que pessoas que tenham estado no território brasileiro são uma “ameaça” à sua segurança nacional.

A decisão foi tomada depois de o Brasil ultrapassar a Rússia e se tornar o segundo país do mundo com o maior número de casos: são 363,2 mil até agora, de acordo com a Universidade Johns Hopkins.

A disparada das infecções no Brasil foi um dos principais motivos que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a afirmar que a América do Sul é o novo epicentro da pandemia.

Os Estados Unidos seguem como o país mais afetado no mundo, com 1,6 milhão de casos e 98 mil mortes. Com mais de 22,6 mil óbitos, o Brasil é o sexto em número de fatalidades.

“Há quem aponte que os Estados Unidos até demoraram em implementar essa restrição”, afirma Carolina Moehlecke, professora de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Dado o desenvolvimento dos números da epidemia no Brasil, isso poderia ter acontecido antes.”

Um dos fatores que podem ter contribuído para essa demora é o esforço do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) de se aproximar e se alinhar com o governo de Donald Trump.

“Mas essa relação especial não foi suficiente para evitar a imposição dessa restrição. Se havia expectativa do governo brasileiro que essa proximidade bastaria, ela foi frustrada”, diz Moehlecke.

Maioria dos países adotam restrições

No entanto, não se trata de uma medida excepcional por parte dos Estados Unidos, que já havia imposto a mesma limitação a pessoas vindas de outras partes do mundo. Também não é algo inédito em outros países.

A princípio, a OMS não indicava haver necessidade de restringir viagens ou fechar fronteiras por causa do coronavírus.

Mas a partir do momento em que foi declarada uma pandemia e ficou claro que as viagens internacionais tiveram um papel crucial na propagação da covid-19, mais e mais nações adotaram medidas do tipo.

Há países que fogem à regra, como o México e o Reino Unido, onde não está em vigor nenhuma restrição do tipo, ou a Coreia do Sul, onde há apenas algumas limitações relacionadas à China.

Mas, atualmente, a maioria dos países do mundo fechou suas fronteiras para estrangeiros — em geral ou de determinadas nacionalidades —, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, na sigla em inglês), ou suspendeu os voos internacionais,

Isso inclui o próprio Brasil, onde as fronteiras estão fechadas desde 27 de março e permanecerão assim até pelo menos o fim de junho.

“Na história recente, não houve no mundo restrições tão amplas e por períodos tão longos”, diz Moehlecke.

E devemos esperar que essas medidas persistam por algum tempo, na avaliação da professora da FGV, mesmo que não de forma contínua.

“Os países devem fechar e abrir fronteiras no futuro próximo para conseguir controlar as taxas de contaminação e mortes conforme o comportamento do vírus. Haverá mais restrições temporárias enquanto não houver uma vacina pronta para ser aplicada em larga escala.”

Confira a seguir alguns dos destinos onde os brasileiros não podem entrar neste momento, salvo algumas exceções, como para quem é residente no país em questão — e, mesmo nestes casos, quem ingressa é normalmente obrigado a passar por uma quarentena.

Estados Unidos: não permite a entrada de estrangeiros que venham do Brasil, da China, do Irã, do Reino Unido, da União Europeia.

Canadá: a entrada de estrangeiros está proibida.

União Europeia: o fechamento das fronteiras para estrangeiros foi prorrogado até 15 de junho.

Japão: não permite a entrada de estrangeiros que venham de dezenas de países, entre eles o Brasil.

China: não permite a entrada de estrangeiros no país.

Índia: os voos internacionais para o país estão suspensos.

Austrália: não permite a entrada de estrangeiros.

Nova Zelândia: não permite a entrada de estrangeiros.

Argentina: as fronteiras estão fechadas para estrangeiros.

Uruguai: os voos internacionais estão suspensos.

Chile: estrangeiros não podem entrar no país.

Paraguai: os voos para o país estão suspensos.

Bolívia: as fronteiras do país estão fechadas para estrangeiros.

Peru: as fronteiras do país estão fechadas para estrangeiros.

Venezuela: os voos internacionais estão suspensos.

Equador: os voos para o país estão suspensos.

Colômbia: os voos para o país estão suspensos.

BBC Brasil

 

Brasileiros investigam células-tronco como tratamento para Covid-19

Pesquisa desenvolvida em Curitiba aponta células-tronco mesenquimais como possível tratamento de Covid-19 (Foto: Divulgação)

Enquanto a pandemia causada pelo novo coronavírus atinge cada vez mais pessoas, a ciência vai em busca de uma vacina ou tratamento para a Covid-19. É o que estão fazendo pesquisadores de diversos países, incluindo o Brasil. Na Universidade Positivo, em Curitiba, cientistas investigam o poder de células-tronco mesenquimais em tratar casos graves da infecção causada pelo Sars-CoV-2.

O projeto, desenvolvido pelo Centro de Processamento Celular (CPC) da empresa Curityba Biotech, reforça as múltiplas potencialidades do uso dessas células: elas têm a capacidade de reequilibrar as respostas imunológicas do organismo, além de possuir propriedades regenertivas. Elas também são capazes de promover a formação de novos vasos sanguíneos, o que é importante considerando que o vírus pode entupir veias, impedindo o fluxo de sangue pelo corpo.

“O Sars-CoV-2 induz a produção de uma tempestade de substâncias chamadas citocinas. Essas citocinas podem prejudicar órgãos vitais e levar a danos irreversíveis, principalmente aos pulmões”, explica Moira Leão, doutora em implantodontia e diretora administrativa da Curityba Biotech, a GALILEU. “Mas as células-tronco podem neutralizar esse efeito, atuando como um medicamento biológico, adaptando-se às necessidades do paciente”, explica.

Os cientistas acreditam que a terapia celular pode ser uma saída para quem atingiu a síndrome respiratória aguda grave, já que as substâncias anti-inflamatórias das células-tronco podem substituir as células afetadas pela doença e produzir células fortes, que são atraídas para o local afetado, auxiliando no reparo das lesões. “No caso da Covid-19, há fortes indícios de que as células-tronco podem recuperar até os alvéolos pulmonares”, afirma João Zielak, doutor em processos biotecnológicos e professor pesquisador da Universidade Positivo.

As células-tronco mesenquimais são encontradas em grande quantidade no tecido bucal, pois essa é a parte do corpo que se regenera mais rápido. Os pesquisadores pretendem extrair esse tipo de célula de dentes do siso de doadores saudáveis; após esse processo, elas multiplicadas em laboratório. Por fim, serão misturaras ao plasma sanguíneo e aplicadas de forma intravenosa em pacientes infectados pelo novo coronavírus.

A pesquisa ainda está em fase de captação de recursos para realizar os primeiros testes, mas já foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP). O orçamento de R$ 2 milhões compreende a inclusão de 30 pacientes que apresentam a síndrome aguda respiratória grave e será encaminhado para aprovação da Anvisa.

“Acreditamos na viabilidade desse estudo, pois os resultados parecem ser muito promissores. Esse é um momento em que é preciso trabalhar com a saúde complementar, já que esse tipo de terapia pode dar esperanças para diversos problemas que os remédios comuns ainda não curam”, conclui Zielak.

Galileu

Brasileiros fazem sexo virtual isolados; 31% enviam fotos e vídeos, informa pesquisa

Brasileiros apostam em sexting para apimentar a relação durante o isolamento social da pandemia — Foto: Luciana Maline/TechTudo

O aplicativo de namoro Happn divulgou uma pesquisa, na última quarta-feira (13), que mostra que 31% dos usuários brasileiros praticaram sexting durante a quarentena. Ou seja, um terço dos entrevistados confirmou que enviou ou recebeu mensagens, fotos e vídeos eróticos por meios digitais durante o período de isolamento, para esquentar o clima com os parceiros em tempos de distanciamento social.

A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 11 de maio, e entrevistou 1.117 pessoas de diferentes regiões do país por meio de uma enquete enviada dentro do aplicativo Happn. Do total, 16% afirmaram que enviaram mensagens eróticas, 10% praticaram o sexting por meio de fotos e 5% através de vídeos. 15% dos entrevistados revelaram que praticaram sexting pela primeira vez durante a quarentena.

O interesse sexual dos usuários também mira no período pós-quarentena. 73% dos participantes brasileiros se declararam ansiosos por um encontro íntimo ou sexual nos dias pós-confinamento. No entanto, a maioria concordou que é necessário esperar até o fim da pandemia para encontrar seus parceiros com segurança.

Por outro lado, a pesquisa também mostrou que o interesse romântico está em alta durante o isolamento. 62% dos participantes declararam que desejam encontrar um relacionamento sério após a pandemia, e que a solidão imposta pela quarentena foi um dos motivos que levaram à inclinação a um romance no futuro.

Outra informação obtida com a pesquisa mostra que os usuários estão aproveitando os momentos a sós para redescobrir o prazer consigo mesmo. 72% das pessoas afirmaram que aderiram ao chamado “self-love” na quarentena.

A pandemia também serviu de assunto na hora de puxar papo com os pretendentes pelo aplicativo. 35% dos brasileiros utilizaram os hábitos comuns durante o isolamento como forma de iniciar uma conversa com alguém. Na sequência, aparece um tópico mais tradicional na hora da paquera: a indicação de filmes e séries, com 34%. Em terceiro lugar no ranking de principais assuntos do chat, surge novamente a crise causada pela pandemia, com 27%. Por último, aparecem atividades físicas e músicas, com 23% e 22%, respectivamente.

Globo, via Techtudo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Keynesianista disse:

    Acho que álcool não foi o único gel em que o uso explodiu no Brasil! KKKK

  2. Nando disse:

    Tome bronca.