O entregador Robsom dos Santos foi demitido de seu serviço por ter chegado atrasado. Segundo ele, o patrão não aceitou que ele tenha parado para ajudar motorista que sofreu um acidente de trânsito na rodovia Rio-Santos, na região de Bertioga, litoral norte de São Paulo.
Robsom conta que estava indo para o trabalho quando viu um carro que vinha logo atrás dele tentar uma ultrapassagem. O motorista do veículo perdeu o controle da direção, capotou várias vezes, cruzou duas pistas e caiu em um matagal.
O entregador não pensou duas vezes, e parou para prestar socorro. “O motorista corria risco de morrer afogado, então puxamos pelo braço”, conta. Durante o resgate, Robsom deixou o celular cair e acabou danificando. Mesmo assim, foi possível tirar fotos do local do acidente para mostrar ao patrão.
Robsom prestou apoio à vítima, e ficou no local por volta de meia-hora ajudando no socorro. Em seguida, foi ao trabalho. Quando chegou, o patrão não aceitou o atraso e o demitiu no mesmo dia. “Ele falou que o cliente sempre tem razão, e os clientes estavam reclamando”.
O entregador é pai de dois filhos, e dependia desse emprego para sustentá-lo, mas afirma que não se arrepende de ter parado para ajudar a vítima do acidente.
Foi o que o golpe trouxe para o trabalhador, capitalistas só olham para o seu umbigo, é isso que a raça desse Bozo despreparado tem para a nação, aí os otários levam fumo e gritam "mito, mito" …
Uma força-tarefa integrada das polícias Civil, Rodoviária Federal (PRF) e da Receita Federal deflagrou, nesta terça-feira (16), a Operação Narke, que desarticulou uma organização criminosa envolvida em tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro. A ação resultou no cumprimento de nove mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão em quatro estados, além do bloqueio de bens e valores que somam R$ 8,8 milhões. Entre os detidos, está um advogado.
A investigação teve início após a apreensão de aproximadamente 111 quilos de cocaína, que estavam ocultos em compartimentos de chapas de granito. A droga foi encontrada em uma marmoraria de Parnamirim, na Grande Natal, e o método de transporte já indicava um alto grau de sofisticação do grupo, conforme a Polícia Civil.
Com o avanço das apurações, as autoridades identificaram uma complexa estrutura criminosa que utilizava uma empresa formal para dar uma fachada de legalidade às suas atividades ilícitas. As investigações também revelaram movimentações financeiras incompatíveis com a renda declarada pelos suspeitos, apontando fortes indícios de lavagem de dinheiro.
Os mandados judiciais foram cumpridos no Rio Grande do Norte, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Das nove prisões, quatro ocorreram fora do território potiguar, com alvos localizados em Natal, Parnamirim, Curitiba e Florianópolis. Mandados também foram executados em unidades prisionais já existentes no RN.
Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio e sequestro de bens, direitos e valores até o limite de R$ 8.800.730,52. A medida abrange contas bancárias, veículos, embarcações e armas de fogo ligadas aos investigados, visando impedir que o patrimônio, supostamente oriundo de atividades criminosas, seja utilizado.
A Operação Narke contou com o apoio fundamental das polícias civis do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, além da Polícia Penal do Rio Grande do Norte. Segundo a Polícia Civil, essa integração entre os órgãos foi crucial para desvendar a logística do grupo e rastrear todas as movimentações financeiras dos envolvidos.
Coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Operação Narke é uma ação nacional, realizada simultaneamente nos 27 estados brasileiros, com o objetivo de intensificar o combate ao narcotráfico, à lavagem de dinheiro e à descapitalização de organizações criminosas.
As investigações prosseguem para identificar outros possíveis envolvidos e determinar a destinação final dos entorpecentes, que pode incluir mercados nacionais e internacionais.
A Justiça Federal determinou que o governo suspenda, em até 48 horas, os anúncios pagos nas redes sociais em defesa do fim da escala 6×1. A decisão atende a uma ação apresentada pelo deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), que questiona o uso de recursos públicos para promover uma proposta que ainda está em discussão no Congresso.
Na avaliação da juíza Pollyanna Kelly Maciel Medeiros Martins Alves, há indícios de que dinheiro público tenha sido usado para impulsionar uma pauta legislativa específica. A decisão cita que parte dos investimentos ocorreu durante a tramitação da proposta na Câmara, o que, segundo o entendimento adotado na liminar, ultrapassa o caráter meramente informativo da comunicação institucional.
A medida vale apenas para conteúdos patrocinados. O governo continua autorizado a publicar conteúdos sobre o tema em seus canais oficiais sem impulsionamento pago. A decisão também não interfere em pronunciamentos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em cadeia de rádio e televisão.
A ação segue em andamento. A União terá de apresentar documentos sobre os gastos com a campanha, enquanto Lula, o ministro da Secom, Sidônio Palmeira, e a própria União serão chamados a apresentar defesa.
Um tradutor que trabalhou para vários líderes mundiais em eventos oficiais — incluindo o rei Charles III, o ex-presidente dos EUA Bill Clinton e o ex-secretário de Estado dos EUA Henry Kissinger — foi assassinado no apartamento em que morava em Milão (Itália).
Roberto Pietro Guerrino, que tinha 60 anos, foi golpeado mortalmente na cabeça. Policiais recuperaram uma estátua de Buda ensanguentada na cena do crime.
Roberto foi encontrado morto no chão do apartamento no sábado (13/6), após o alarme ser acionado por um ex-namorado, que morava em Gênova (Itália). Como não conseguiu contatar Roberto por várias horas, o ex enviou sua sobrinha ao apartamento, onde ela encontrou o corpo.
O tradutor havia sido visto pela última vez por vizinhos por volta das 22h30 de sexta-feira (12/6). Ele também prestou serviço de intérprete ao ex-presidente italiano Giorgio Napolitano e ao atual presidente, Sergio Mattarella.
A polícia acredita que Roberto tenha sido atacado por um homem que ele conhecera num aplicativo de namoro. Não havia sinais de arrombamento no apartamento, que tinha várias fechaduras, o que sugere que Roberto conhecia seu agressor.
Investigadores estão analisando as mensagens em seu celular para descobrir quem poderia estar por trás do crime. Eles acreditam que Roberto tenha sido surpreendido e atingido repentinamente na cabeça, sem chance de se defender.
O italiano já havia sido agredido, ameaçado e roubado por um homem que conheceu em um aplicativo de namoro três anos atrás. À época, em um boletim de ocorrência, ele relatou à polícia que o homem o havia espancado e roubado 250 euros (cerca de R$ 1.470).
Um preso fugiu do Complexo Penal Agrícola Doutor Mário Negócio, em Mossoró, no final da tarde desta terça-feira (16). Paulo Sérgio Araújo da Silva executava um serviço de soldagem sob supervisão policial quando se evadiu. A fuga foi confirmada pela Secretaria de Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte (Seap-RN).
Em nota, a secretaria informou que o preso que fugiu não faz parte de facção criminosa e é classificado para o trabalho. A pasta ainda não divulgou imagens do foragido.
Confira a nota na íntegra:
A direção do Complexo Penal Agrícola Doutor Mário Negócio, em Mossoró, informa que, no final da tarde desta terça-feira (16), foi registrada a fuga de um interno durante atividade laboral realizada na área externa da unidade prisional.
O custodiado Paulo Sérgio Araújo da Silva, não vinculado a facção criminosa e classificado para o trabalho, executava um serviço de soldagem sob supervisão policial quando se evadiu em circunstâncias ainda a esclarecer.
Imediatamente após a constatação da fuga, foram acionadas as forças de segurança, que iniciaram diligências e buscas na região com o objetivo de localizar e recapturar o interno.
A Secretaria da Administração Penitenciária (SEAP) adotará as medidas administrativas cabíveis para apurar as circunstâncias da ocorrência.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou por unanimidade, nesta nesta terça-feira (16/6), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por coação no curso do processo por ter atuado para interferir no julgamento em que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi condenado por tentativa de golpe de Estado.
Alexandre de Moraes votou para condenar o ex-deputado a 4 anos e 2 meses de prisão em regime semiaberto, além do pagamento de 50 dias-multa, fixados em dois salários mínimos cada. O ministro também defendeu a perda de escrivão da Polícia Federal e a inelegibilidade do parlamentar por 8 anos. O voto foi seguido por Cristiano Zanin, Flávio Dino e Cármen Lúcia.
A defesa de Eduardo Bolsonaro ainda pode recorrer ao apresentar embargos de declaração.
Um homem, de 51 anos, foi detido após ser flagrado se masturbando durante uma missa, realizada neste domingo (14/6) em uma igreja localizada na Rua Tutóia, no bairro do Paraíso, zona sul de São Paulo. A cena foi gravada por um frequentador, que publicou o vídeo nas redes sociais. Nas imagens, é possível ver o suspeito sentado enquanto toca suas partes íntimas na frente dos outros membros da igreja. O ato só acaba quando um rapaz vai em sua direção e o interrompe.
Segundo relatos de moradores da região, o homem, conhecido como Zeca, já foi alvo de denúncias por atos semelhantes em outros locais. “Ele também ataca mulheres, muitas chegam correndo no estacionamento onde eu trabalho com medo dele. Meu patrão já ligou para polícia várias vezes, mas nunca fazem nada”, afirmou uma moradora.
Em nota para o Metrópoles, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que a Polícia Militar (PM) foi acionada e, quando chegou no local, encontrou o homem já contido por fiéis. Ele foi levado para a delegacia, onde prestou esclarecimentos.
caso foi registrado como ato obsceno no 27º Distrito Policial (Campo Belo), e depois de ouvido, o suspeito foi liberado após assumir o compromisso de comparecer ao Juizado Especial Criminal (Jecrim).
Nessa segunda-feira (15/6), um novo vídeo do homem se masturbando em via pública, no bairro da Vila Mariana, foi divulgado nas redes sociais.
Contra o fim da escala 6×1, a deputada federal por Santa Catarina, Júlia Zanatta (PL), falou sobre o impacto econômico, redução de produtividade e desemprego no estado, caso a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) seja aprovada.
A parlamentar teceu críticas ao modelo de trabalho e ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações são do portal NDMais.
“Eu ousei participar do debate diretamente na comissão especial. Eu fui a deputada que mais apresentou requerimentos, sugestões, participei de fato dos debates da PEC do fim da escala 6×1“, comenta a deputada.
A deputada fala sobre ser o alvo principal de críticas e receber diversas ameaças de morte, precisando registrar mais de 20 boletins de ocorrência.
“Fui muito criticada, fui alvo principal, tive ameaças de morte, registrei mais de 20 ocorrências graves mesmo, porque eu ousei fazer as perguntas que eles não queriam que você fizesse.” declarou Júlia Zanatta.
A deputada cita a PEC conhecida como “PEC da Alforria” ou da Liberdade de Jornada, do deputado federal Maurício Marcon (PL), do Rio Grande do Sul, e expressa ingratidão, “ela sequer foi a pensada, dava mais liberdade para empregador e empregado, para que ele fizesse o contrato na 6×1, na 5×2, na 4×3, se for necessário.”
Ao comentar a repercussão da aprovação da PEC, Júlia Zanatta afirmou que a manifestação de representantes sindicais no plenário reforçaria, em sua avaliação, o caráter político da medida. Segundo a parlamentar, a celebração observada após a votação demonstraria um alinhamento com o Governo Federal e com o presidente Lula. Nesse contexto, ela declarou:
“Então, logo após a aprovação dessa PEC, estavam cantando lá todos os sindicatos dentro do plenário, cantando ‘olê, olê, olá, lulá, lulá’. Eu falei para os colegas que infelizmente votaram sim, ‘está vendo, olha aqui, nunca foi pelos trabalhadores, é só para fazer política para o Lula, é a nova picanha do Lula.’”
Após a confissão dos dois suspeitos presos na tarde desta terça-feira (16) pelo atentado contra o vereador de Mossoró Cabo Deyvison, a Polícia Civil aprofunda as investigações para saber de onde a ordem teve origem, assim como a motivação do crime.
Nesta terça, o diretor da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Mossoró, delegado Márcio Lemos, informou em coletiva de imprensa que a Polícia Militar do RN encontrou dentro do veículo utilizado pelos criminosos um comprovante de posto de gasolina emitido no Ceará – sugerindo que os executores tenha recebido a ordem e se dirigido ao estado vizinho para efetivá-la.
“A investigação tem que ser tratada com seriedade. Nenhuma hipótese pode ser descartada. Todas serão apuradas. Hoje, a Divisão de Homicídios possui uma estrutura qualificada na região. Combatemos esse tipo de crime com estruturação. Somos um dos poucos estados que levaram a especialização da investigação de homicídios para todo o interior”, disse o delegado.
O atentado ocorreu na noite dessa segunda, enquanto o vereador fazia uma live nas redes sociais. Um carro passou pelo local, e foram ouvidos diversos disparos. Parte da ocorrência ficou gravada em vídeo.
Alyson Dyego, de 37 anos, que filmava a transmissão, foi baleado. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Já cabo Deyvison foi atingido na perna e internado no Hospital Regional Tarcísio Maia.
Os dois suspeitos presos na tarde desta terça-feira (16) pelo atentado contra o vereador de Mossoró Cabo Deyvison confessaram participação direta no crime, que terminou na morte de um assessor do parlamentar. A informação foi repassada pela Polícia Militar do Rio Grande do Norte.
A dupla trafegava em um táxi, vindo de Mossoró, quando foram abordados por uma equipe da Polícia Militar cearense, na rodovia CE-040, no município de Beberibe.
O caminho dos suspeitos foi descoberto pela Polícia Militar do RN após o recebimento de uma denúncia via telefone 190, informando que dois homens em atitude suspeita seguiam em um veículo em direção à divisa com o Ceará.
Com a informação, a Polícia Militar do Rio Grande do Norte realizou imediato contato de cooperação com a Polícia Militar do Estado do Ceará para viabilizar o bloqueio e a interceptação do automóvel.
A ação conjunta resultou na abordagem bem-sucedida do veículo na divisa dos estados, efetuada por equipes do Comando de Policiamento de Rondas de Ações Intensivas e Ostensivas (RAIO/PMCE), que identificaram os indivíduos.
Ao serem interpelados pelas equipes, os suspeitos confessaram a participação direta no atentado e homicídio de Alyson Dyego de Oliveira Morais, de 37 anos, na noite dessa segunda-feira (15), em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alto de São Manoel, em Mossoró.
Neste momento, viaturas da PMCE e da PMRN realizam o translado dos dois indivíduos para os procedimentos e oitivas formais a respeito dos fatos.
NOTA À IMPRENSA
Diante do atentado registrado ontem (15) contra o Cabo Deyvison que lamentavelmente vitimou o seu assessor Diego de Oliveira Morais, as forças de segurança agiram de forma integrada e ininterrupta para capturar os responsáveis.
Após o recebimento de uma denúncia via telefone 190 informando que dois homens em atitude suspeita seguiam em um veículo em direção à divisa com o Ceará, a Polícia Militar do Rio Grande do Norte realizou imediato contato de cooperação com a Polícia Militar do Estado do Ceará para viabilizar o bloqueio e a interceptação do automóvel.
A ação conjunta resultou na abordagem bem-sucedida do veículo na divisa dos estados, efetuada por equipes do Comando de Policiamento de Rondas de Ações Intensivas e Ostensivas (RAIO/PMCE), que identificaram os indivíduos.
Ao serem interpelados pelas equipes, os suspeitos confessaram a participação direta no atentado e homicídio. Neste momento, viaturas da PMCE e da PMRN realizam o translado dos dois indivíduos para os procedimentos e oitivas formais a respeito dos fatos.
A PMRN permanece em diligências contínuas em toda a região e reforça a importância da colaboração cidadã.
Informações complementares sobre este crime ou a localização de materiais ilícitos podem ser repassadas de forma totalmente anônima e segura por meio do Disque-Denúncia (181) ou pelo telefone de emergência 190.
Assessoria de Comunicação Social da Polícia Militar do Rio Grande do Norte.
O vereador de Mossoró Cabo Deyvison (PL), vítima de um atentado em frente a uma UPA da cidade na noite dessa segunda-feira (15), foi atingido com dois disparos na perna. Segundo o comandante da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, coronel Alarico Azevedo, uma das balas ficou alojada.
O vereador, que fraturou a tíbia, foi transferido do Hospital Regional Tarcísio Maia para o Hospital da Polícia Militar, também em Mossoró. Ele permanecia internado na manhã desta terça-feira (16) e tinha estado de saúde estável.
A área da unidade de saúde foi isolada pela Polícia Militar para o trabalho da perícia. Marcas de tiros ficaram na entrada do prédio. A Polícia Civil investiga a autoria e a motivação do ataque.
O ataque contra o vereador Cabo Deyvison (PL), de 37 anos, ocorreu por volta das 22h, enquanto o parlamentar aguardava do lado de fora da UPA de Mossoró, acompanhando uma mulher e uma criança que havia sido mordida por um cachorro.
Dois homens, suspeitos de atirar contra o vereador de Mossoró (RN) Cabo Deyvison (PL) e um assessor dele, foram presos na tarde desta terça-feira (16) no município de Beberibe, no Ceará, a cerca de 160 quilômetros do local do crime.
Foi o que o golpe trouxe para o trabalhador, capitalistas só olham para o seu umbigo, é isso que a raça desse Bozo despreparado tem para a nação, aí os otários levam fumo e gritam "mito, mito" …
Vamos fazer uma vaquinha pra ajudar , eita país das vaquinhas.
É bom verificar a outra versão. Tem muitos empregados que não valem nada, sempre se passam por vítimas.
Perdeu uma oportunidade ficar quieto. Minion sendo Minion.
Estou vendo que não comeu seu capim hoje
Patrão sendo patrão.
Com a terceirização e sem direitos trabalhistas, vai ser assim, de agora em diante…