A semana que pode salvar a Itália e dizer quando a crise vai acabar

No meio da morte, desponta uma flor: da Itália pode vir resposta para pergunta que o mundo inteiro faz Flavio Lo Scalzo/Reuters

Será que o pico está começando a passar?

Esta é a pergunta que, mesmo com todas as cautelas, paira nas mentes e corações de muitos.

Três números a sustentam, ainda fragilmente: 793, 651, 601.

Equivalem aos mortos no sábado do pico, no domingo e ontem.

Pela marcha do avanço massacrante do vírus, na segunda seria atingida a terrível marca dos mais de mil mortos, explodindo para dobrar o número de vítimas em toda a China (eram 6.078 ontem).

“É cedo demais para dizer”, insistem todos os especialistas.

“Ainda não atingimos a fase mais aguda da contaminação e os números continuam a subir”, avisou o primeiro-ministro Giuseppe Conte.

Mas cientistas como Michael Levitt, um biofísico de Stanford e Nobel de Química em 2013, estão dispostos a se arriscar.

Obviamente, com base em números.

Levitt estudou os números da China e, com base neles, dispõe-se a falar o que o mundo inteiro quer ouvir: “Nós vamos ficar bem”.

Acha que a epidemia não vai se estender durante meses e até anos, como projetam outros especialistas.

O cientista identificou a tendência na China no dia 31 de janeiro, quando as mortes passaram de 42 para 46.

Apesar do aumento, o ritmo das mortes estava diminuindo.

“Vão diminuir mais ainda ao longo da semana”, escreveu. Três semanas depois, garantiu que o pico tinha passado. Fez até uma previsão incrível: a China acabaria tendo cerca de 80 mil casos da nova doença e cerca de 3.250 mortes.

Com Wuhan finalmente saindo da quarentena, as barreiras nas ruas sendo retiradas e moradores saindo de casa para seguir as ordens de “restaurar plenamente” a produção, mesmo em meio a desconfiança nas informações do governo, a China tinha 3.277 mortes pela contagem mais recente e 81.171 contagiados registrados.

Levitt tem nacionalidade americana, britânica e israelense e muitos contatos na China por causa do trabalho da mulher, estudiosa de arte chinesa.

Entrou de cabeça no assunto quando o índice de aumento na província de Hubei estava em 30% por dia – uma fase que está sendo vivida e ultrapassada pela Europa agora.

“Não sou especialista em influenza, mas sei analisar números. Isso é crescimento exponencial”, disse o cientista ao Jerusalem Post.

Se continuasse assim, o mundo inteiro estaria contaminado em 90 dias.

Atingiu o ápice diário de 4.700 novos casos em 6 fevereiro, mas a partir do dia seguinte, começou a refluir.

“O número de novas infecções começou a cair linearmente e não parou mais. Uma semana depois, aconteceu o mesmo com o número de mortes. Esta mudança dramática na curva marcou o ponto médio e permitiu uma previsão melhor sobre quando a pandemia iria acabar”.

Os modelos exponenciais calculam que cada pessoa pode contagiar mais 2,2 e assim continuará a fazê-lo, encontrando novas pessoas.

“Mas no nosso círculo social, encontramos basicamente as mesmas pessoas”, diz Levitt.

As “novas” são em ambientes públicos. Daí a importância do distanciamento e até do isolamento.

Levitt tem outras análises fora do senso comum. Basicamente, acha que a maioria das pessoas é naturalmente imune ao vírus.

Como fazer uma afirmação dessas, ousada, perigosa ou até potencialmente criminosa?

Nas condições “extremamente confortáveis” para a propagação do novo corona no navio de turismo Diamond Princess, onde todos os passageiros e tripulantes ficaram trancados numa tétrica quarentena, “apenas 20% foram infectados”.

Em Wuhan, o índice total de infectados foi de 3%.

Com suas análises audaciosas, Levitt responde, mesmo indiretamente, a pergunta mais desesperadamente presente: quando isso vai acabar.

É, evidentemente, a mais crucial das perguntas, tanto em termos de decisões para a saúde pública quanto para a economia – e a política, claro.

Donald Trump, por exemplo, já deu sua opinião: quer retomar logo a produção ou até mantê-la em áreas pouco afetadas dos Estados Unidos, onde já há mais de 40 mil casos com testes positivos.

“A América irá, e em breve, abrir as portas para os negócios.”, disse ele ontem.

“Muito breve. Bem mais cedo do que os três ou quatro meses que estão sugerindo. Não podemos deixar a cura ser pior que o problema”.

Como decidir isso é a pergunta de quatro trilhões, ou mais, de dólares.

Minimizar o número de vítimas da epidemia e conciliar isso com a ressuscitação da economia são tarefas vitais que precisam ser respondidas ao mesmo tempo, em plena crise.

Da pequena fresta de esperança que se abriu na Itália, onde gerações de cidadezinhas inteiras de idosos estão morrendo e sendo enterrados na solidão do coronavírus, talvez despontem também as primeiras respostas.

Veja

 

VÍDEO: Médico diz que nada poderia ter sido feito para salvar a vida de Gugu

O neurocirurgião Guilherme Lepski revelou à Record TV que não existia nenhuma maneira de salvar a vida de Gugu Liberato após o apresentador cair de um altura de 4 metros dentro da casa que mantém em Orlando, na Flórida, na última quarta-feira (20). Lepski confirmou que o quadro era irreversível e que tudo o que era possível para salvá-lo foi feito pela família e pela equipe de atendimento.

O médico, que foi aos Estados Unidos para dar uma segunda opinião sobre o quadro de saúde de Gugu, contou que o caso evoluiu rápido demais e isso afetou a família.

“Mas no caso do Gugu, o processo de doença e óbito acabou acontecendo tão rápido que deixou toda família estupefata, atordoada. Existia um diagnóstico e a família tinha certas inseguranças e dúvidas. O atendimento foi impecável, mas a família tem pleno direito de consultar uma segunda opinião, perguntar se tinha algo a ser feito, a reverter”, explicou.

Segundo ele, após Gugu cair do sótão enquanto arrumava o sistema de ar condicionado da casa, tudo que era possível ser feito para diminuir o impacto das lesões, foi feito, mas a gravidade do caso não permitiu nenhum resultado diferente.

“Não há o que criticar. Eu sei que um caso desse gera muita celeuma e discussão. Mas do ponto de vista técnico, eu analisando os exames, a evolução e a documentação disponibilizada, posso concluir com segurança que não havia o que pudesse ter sido feito diferente. Infelizmente. Não havia o que a família poderia ter feito diferente para outra evolução, que foi rápida e surpreendente”, determinou.

Gugu tinha chegado na quarta-feira à sua casa num condomínio em Windermere, no estado da Flórida. Ao tentar consertar o ar-condicionado, ele pisou em uma placa de gesso que se rompeu, fazendo com que o apresentador caísse e batesse a cabeça na queda. Isso causou uma hemorragia traumática, e o sangramento se espalhou ao redor do cérebro.

No hospital, foi detectado um nível 3 na escala Glasgow. Essa escala mede a atividade cerebral e vai até 15. Quanto mais baixo, menor a atividade. Isso quer dizer que Gugu já não respondia a estímulos quando chegou no hospital. Seis horas depois, foi detectado a morte encefálica do apresentador. E a morte foi oficialmente divulgada na última sexta (22).

Gugu era pai de João Augusto, de 18 anos, e das filhas gêmeas, Marina e Sophia, de 15 anos, frutos da relação dele com Rose Miriam di Matteo.

R7

Para PGR, mensagens roubadas não vão salvar Lula

Foto: Sérgio Lima/Poder360

Augusto Aras, em entrevista ao SBT, disse que as mensagens roubadas não devem anular os processos da Lava Jato:

“Não tem um condão de invalidar a verdade dos fatos já apurados e por isso não teria a força para desconstituir os julgados até aqui proferidos”.

“Pequenos desvios e excessos”

Augusto Aras disse também que as mensagens roubadas da Lava Jato indicaram apenas “pequenos desvios e excessos”, que serão corrigidos junto à PGR.

Ele defendeu também a prisão em segunda instância, dizendo que é “uma forma de o Estado defender não só as garantias dos condenados, mas também os direitos das vítimas”.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luciano disse:

    PEQUENOS DESVIOS, GRANDES NEGÓCIOS!
    Que o diga Dalagnoll e sua Fundação maravilhosa de desviar dinheiro para bancar projetos politicos pessoais de poder.
    Bando de inocentes.

    • Dilma disse:

      Inocente é ter um ladrão de estimação, que te roubou comprovadamente mais de um trilhão de reais, e ainda insistir tê-lo por perto. Aí sim, é cúmulo da inocência e Sem noção.

  2. Curitiba já disse:

    E quem duvida que a copa do 7×1 não teve o mesmo esquema, afinal os p tralhas estavam no comando

NASA e SpaceX se unem em projeto para salvar a Terra de asteroides

243 IDA, PRIMEIRO ASTEROIDE BINÁRIO – COM UMA LUA – DESCOBERTO. (FOTO: NASA/JPL)

A NASA se uniu com a empresa privada de sistemas aeroespaciais SpaceX na missão Double Asteroid Redirection Test (DART), que busca defender a Terra de qualquer possível asteróide que venha a atingir o nosso planeta. A empresa do bilionário Elon Musk irá contribuir com um valor de $69 bilhões para que a DART aconteça.

A missão começará com o lançamento de um foguete Falcon 9, que será enviado ao espaço em junho de 2021, partindo da Base da Força Aérea de Vandenberg, na Califórnia, EUA.

Em outubro de 2022, um satélite atingirá a lua que orbita no asteróide 65803 Didymos, quando ele estiver a 11 milhões de quilômetros da Terra. A ideia é mudar a direção do asteroide para aprender a como defender o nosso planeta no futuro, caso algum astro enorme possa nos atingir de modo a causar a extinção da espécie humana.

Descoberto em 1996, o asteroide tem cerca de 800 metros de diâmetro e o seu satélite tem cerca de 150 metros de diâmetro. O objetou espacial ganhou o nome Didymos, que significa “gêmeo” em grego, por conta da presença do satélite natural que orbita o asteroide.

“Muitas missões da ciência parecem estar focadas em entender o passado do Sistema Solar. Já a defesa planetária tem a ver com nosso Sistema Solar no presente”, afirmou a cientista Nancy Chabot do DART, ao site Space.com.

Sete anos após a DART, uma outra missão será feita pela Agência Espacial Italiana para estudar os dados e buscar por pistas para provar se realmente o asteroide 65803 Didymos mudou seu trajeto.

Galileu

 

Quem gosta de “BBB” tem a obrigação de salvar a potiguar Isabella no paredão desta terça, destaca UOL

Isabella conversa com brothers na cozinha. Imagem: Reprodução/Globoplay

O público do “BBB19” continua fazendo o possível para eliminar qualquer possibilidade de entretenimento do programa. Depois de mandar para longe de Curicica personagens sui generis como a Vegana YouTuber, o Oftalmologista Micareteiro e Dieguinho Mutação Fracassada, quem está correndo risco é Isabella.

Disputando a permanência na casa com Alan e Tereza, creio que qualquer outro ser humano deveria ter a preferência da audiência. Alan é incapaz de formular um pensamento crítico, procurando sempre o muro mais alto para subir. Tetetetereza de Ilhéus é uma repetitiva representante do antijogo. Sem condições.

Mas é Isabella quem aparece como a mais cotada para cair fora no paredão de hoje. Outra possível injustiça promovida pelos telespectadores do “BBB19”.

Claro que isso não quer dizer que a Miss seja algum oásis de bom divertimento em uma temporada tão desprovida de qualquer coisa. Mas pelo menos ela tem uma inimiga declarada lá dentro.

A relação entre Elana e Isabella é uma das poucas disputas estabelecidas. Apesar de toda a falsidade que impera na casa, as duas nunca conseguiram disfarçar as rusgas.

Isabella ganhou o anjo e entregou o castigo do monstro para Elana, a líder da casa. Foi a desculpa perfeita para enfiar a loira no paredão. Como bem observou Mauricio Stycer, a Globo ainda fez o favor de colocar essa história no centro dos acontecimentos com o formato do jogo da discórdia de ontem. Não é por acaso: trata-se do único fiapo de história acontecendo no “BBB19”.

Não há qualquer garantia de que essa treta continuará a ganhar corpo caso Isabella permaneça depois de mais uma ida à berlinda, mas as chances são infinitamente menores caso ela seja eliminada.

Em nome do bom entretenimento e da esperança em um futuro melhor, o amigo leitor deveria aproveitar essa terça-feira chuvosa para puxar diversos mutirões a favor de Isabella.

Chico Barney – UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fafefi disse:

    Quem diabo é Isabella, hein? Alguma filantropa? Alguém com relevante trabalho social /assistencial na cidade? Têm mais brio, mais dignidade têm as profissionais do maus baixo do chamado baixo meretrício.

  2. Jean BBB. disse:

    Galera, vamos deixar o preconceito com a rede Globo de lado!
    Se fosse em outra emissora todos iriam votar. O BBB veio para ficar! Não perco um só dia.
    Ajudem nossa conterrânea.

  3. Daniel disse:

    NÃO ASSISTO ESSE LIXO …

  4. AEIOU disse:

    BEM LEMBRADO, VOTAREMOS PARA QUE ELA SAIA!

  5. Chico disse:

    Obrigação kkkkkk e eu perco tempo assistindo essa bosta.

  6. Aroldo Pontes disse:

    Na minha casa esse canal não tem vez, e menos ainda esse programa

  7. Cláudio disse:

    Vai te lascar.

  8. Everton disse:

    Mais interessante seria ela voltar e ir estudar. Para poder contribuir com a sociedade com a profissão em que faz graduação.
    Um programa como esse aqui no Brasil não era para existir mais.
    Infelizmente ainda há público para tal.
    Para ajudar, vou votar para ela SAIR.
    Ainda bem q vc lembrou!!!

  9. Dede disse:

    Por mim ela não ia ter nenhum voto

  10. Darwin disse:

    VTNC

  11. charles siemms disse:

    quem se importa com quem vai sair desse lixo de programa.

  12. N.A.M.M disse:

    Big Bosta Brasil, isso mostra a carência cultural do nosso país. GLOBOLIXO…..

  13. Everton disse:

    Big Bosta Brasil

  14. Curitiba Já disse:

    quem porra é isabella???

  15. Jose claudio disse:

    BBB? Que é Isso?

  16. Jose disse:

    NOTÍCIA DE ALTA RELEVÂNCIA PARA O RN.!!!!!

  17. Junin disse:

    QUEM GOSTA DE B…..É UM BOM PRATO!!!

  18. ASV disse:

    Que merda.

  19. Bento disse:

    Pqp (3)

  20. Magno Pegado disse:

    PQP ….. (3)

  21. João disse:

    Aí dento

  22. H4V3N disse:

    Pqp…