A senadora Zenaide Maia presidiu, nesta quarta (06), a audiência pública da Comissão de Assuntos Sociais que discutiu o PLS 118/2011, do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que trata da contratação de pessoas com deficiência ou reabilitadas na condição de aprendiz, dentro da cota relativa às empresas com mais de cem empregados.
O debate aconteceu por pedido de Zenaide e os especialistas que participaram da audiência – representantes do Ministério Público e da Magistratura do Trabalho, do Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência, da APAE e do Ministério da Economia – opinaram contrariamente ao projeto, pois o texto sobrepõe duas cotas – a de aprendiz com deficiência e a de trabalhador com deficiência – que possuem naturezas e objetivos diferentes. “Não podemos confundir quem aprende com quem já é profissional”, argumentou a vice-procuradora-geral do trabalho, Maria Aparecida Gurgel, acrescentando que o período de aprendizado de um adolescente é bem diferente das atividades de responsabilidade de um adulto.
Para a representante da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho, Ludmila Lopes, o projeto abre caminho para que empresas só contratem pessoas com deficiência para atividades de aprendiz: “É condenar a pessoa com deficiência a ser a eterna aprendiz”, afirmou a procuradora.
Zenaide é relatora do projeto na CAS e antecipou que seu parecer será pela rejeição do texto: “Esse projeto foi desarquivado pelo plenário e, quando eu vi, eu pedi essa audiência pública para mostrar que ele não colabora com a inclusão das pessoas com deficiência”, disse a parlamentar.
O representante do Ministério da Economia, João Paulo Teixeira, disse que existem hoje no Brasil 35 mil empresas obrigadas por lei a cumprir a cota de 2% a 5% das vagas para as pessoas com deficiência. Virtualmente, isso significaria cerca de 770 mil oportunidades de trabalho, mas, apesar de a legislação que instituiu as cotas (Lei 8.213/1991) já ter quase trinta anos de existência, ela ainda não é totalmente cumprida no Brasil.
A paralisação de repasses federais tem travado a execução de obras em Natal, de acordo com o secretário municipal de Planejamento, Vagner Araújo. O gestor destacou que contratos firmados com a União seguem sem execução financeira regular, o que atrapalha o andamento de intervenções estruturantes na cidade.
De acordo com o secretário, há um bloqueio nos repasses cuja origem ainda não foi esclarecida pelo Governo Federal. “Por algum motivo que a gente não sabe exatamente qual é, os recursos foram travados”, afirmou Vagner, acrescentando que as obras afetadas são realizadas a partir de uma parceria entre a Prefeitura e a União.
O impacto prático aparece em obras que avançam abaixo do ritmo previsto ou dependem de soluções alternativas para não pararem completamente. “Tem obras que estão com mais de ano sem nenhum centavo liberado”, acrescentou Araújo, ao descrever o cenário enfrentado pela gestão municipal.
Vagner disse que a Prefeitura tem buscado a retomada das transferências financeiras, mas sem sucesso. “O prefeito Paulinho Freire tem feito um esforço, tem ido a Brasília, tem ido aos ministérios, tem tentado sensibilizar sobre a importância, inclusive do cumprimento dos contratos que já foram assinados. Mas isso não tem ocorrido”, destacou o secretário de Planejamento.
Um dos casos mais emblemáticos é o da requalificação das praias da Zona Leste — Praia dos Artistas, Praia do Meio e Praia do Forte. Iniciada em 2024 com previsão de conclusão no primeiro semestre de 2025, a obra chegou a cerca de 70% de execução e, desde então, passou a avançar de forma mais lenta devido à ausência de novos repasses da União. O último pagamento federal ocorreu em maio de 2024, no início do projeto, há quase dois anos.
Orçada em R$ 39 milhões, a intervenção ainda depende de aproximadamente R$ 8 milhões de verba federal para ser concluída, além de cerca de R$ 10 milhões de contrapartida municipal, segundo informações da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra). Sem esses valores, a Prefeitura passou a executar apenas trechos financiados com recursos próprios, o que fragmenta o cronograma e impede o avanço simultâneo das frentes de trabalho.
A secretária da Seinfra, Shirley Cavalcanti, já havia explicado em fevereiro que essa limitação compromete a lógica da obra, já que parte das intervenções depende da execução de etapas financiadas com recursos federais. “Estamos fazendo o que a gente pode dentro dos recursos próprios do Município. Por isso a demora. Por isso que ela está se protelando tanto”, afirmou, à época.
Nesta segunda-feira, Vagner Araújo reforçou que a Prefeitura tem buscado explicações formais para a interrupção dos repasses. “Ainda se busca, se espera, inclusive se busca uma explicação para essa paralisação”, disse. Ele também ressaltou que os recursos fazem parte de contratos já firmados, o que, na avaliação da gestão, cria uma obrigação por parte da União em manter o fluxo financeiro.
Diante do impasse, o município passou a adotar estratégias para evitar a paralisação total das obras. Uma das principais foi a contratação de financiamento junto à Caixa Econômica Federal, por meio da linha Finisa. O pacote soma cerca de R$ 190 milhões e tem como objetivo tanto retomar obras paradas quanto viabilizar novos investimentos.
Com o financiamento, a Prefeitura ganha margem para atuar em diferentes frentes, reduzindo a dependência imediata dos repasses da União.
Além da orla da Zona Leste, outras intervenções também foram afetadas pela interrupção do fluxo federal, como obras na Pedra do Rosário e o pontilhão de Cidade Nova. Vagner Araújo resumiu o cenário ao afirmar que, em determinado momento, “de repente, travou-se o fluxo financeiro”, o que exigiu uma reorganização do planejamento municipal.
Mesmo com as dificuldades, a gestão afirma que pretende manter o cronograma de entregas, ainda que de forma parcial. No caso da orla, já foram inaugurados equipamentos como o skate park da Praia do Meio, e há previsão de entrega de parte dos quiosques e estruturas de apoio ao turismo, como o Centro de Atendimento ao Turista e uma base da Guarda Municipal.
O projeto completo inclui melhorias no calçadão, instalação de banheiros, iluminação moderna, lixeiras subterrâneas, passarelas acessíveis, estacionamentos e espaços esportivos ao longo da orla. Também estão previstas intervenções em áreas como o mirante da Avenida Getúlio Vargas e o Largo do Sol Nascente, que ainda aguardam definição de cronograma para conclusão.
A requalificação da orla da Zona Leste de Natal tem recursos assegurados a partir de um convênio com o Ministério das Cidades, do Governo Federal. A origem da verba é uma emenda parlamentar da modalidade RP-9 – rubrica das chamadas emendas de relator, que deram origem ao que ficou conhecido como orçamento secreto e cujo pagamento sofreu restrições do Supremo Tribunal Federal (STF).
O STF chegou a proibir o pagamento de emendas RP-9, mas depois liberou os repasses desde que fossem adotados critérios de transparência e rastreabilidade do dinheiro. Segundo a secretária de Infraestrutura, o senador Styvenson Valentim (PSDB) já enviou ofício ao Governo Federal se declarando padrinho da obra e autor da indicação da emenda destinada pelo relator do Orçamento, cumprindo a regra de transparência determinada pelo Supremo. Isso teria acontecido, segundo ela, em julho de 2025. Ainda assim, porém, a verba segue retida.
Faleceu na noite desta segunda-feira (23), aos 71 anos, Hosmedito Cavalcanti Júnior, conhecido como Júnior de Gina, Assistente-Geral da Comunidade Católica de Casais Vida Nova. A informação foi confirmada por membros da própria comunidade, que lamentaram profundamente a perda.
Reconhecido como um dos primeiros servos da missão, Júnior teve atuação marcante ao longo de sua trajetória, contribuindo significativamente para a evangelização e formação de casais e famílias. Seu trabalho incluiu atividades de gestão, pregação, ensino e acompanhamento espiritual, sendo considerado uma referência dentro da comunidade.
Segundo relatos de integrantes da Vida Nova, sua dedicação e compromisso com a fé impactaram diretamente a vida de muitos participantes, deixando um legado de serviço e entrega religiosa.
Hosmedito deixa a esposa, Gina, três filhos, dois netos e uma ampla rede de amigos e fiéis que foram tocados por sua caminhada de fé. A Comunidade Vida Nova destacou, em nota, o sentimento de gratidão pela vida e missão do líder, ressaltando a saudade deixada entre os membros.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) supera o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em cenários de primeiro turno na disputa pelo Palácio do Planalto no Mato Grosso. É o que aponta pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (24).
No primeiro quadro avaliado pelo levantamento, Flávio tem 46% das intenções de voto, contra 30% de Lula. Na sequência, surge o goverandor do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), com 3%. Na segunda-feira (23), ele desistiu de concorrer à Presidência da República.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), registra 2%, e o ex-ministro Aldo Rebelo (DC), 1,0%. O empresário Renan Santos (Missão) não pontuou. Votos em branco e nulos são 8%. Outros 10% não souberam responder.
No segundo panorama, Flávio mantém os 46%, ante 31% de Lula. A seguir, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), e Romeu Zema assinalam 2% cada. Por sua vez, Aldo Rebelo soma 1,0%. Renan Santos não pontuou novamente.
Votos em branco e nulos totalizam 8%. Ao mesmo tempo, 10% não souberam responder.
No terceiro e último cenário testado, Flávio marca 45%, enquanto Lula tem 30%. Em seguida, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), aparece com 5%. Romeu Zema tem 2%, e Aldo Rebelo, 1,0%. Mais uma vez, Renan Santos não pontuou.
Votos em branco e nulos correspondem a 8%. Já 9% não souberam responder.
Metodologia
Foram ouvidas 1.600 pessoas no Mato Grosso entre os dias 21 e 23 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.
Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras identificou movimentações financeiras consideradas atípicas em uma conta vinculada ao escritório de advocacia da advogada Katcha Valesca de Macedo Buzzi, esposa do ministro Marco Buzzi, atualmente afastado do Superior Tribunal de Justiça por acusações de assédio sexual.
De acordo com o documento, o escritório é classificado como “reincidente” em alertas e apresentou movimentações muito acima da capacidade financeira declarada. Enquanto registros antigos indicavam uma média mensal de cerca de R$ 58 mil, a conta chegou a movimentar mais de R$ 1,3 milhão por trimestre, com um pico de R$ 2,6 milhões em apenas um mês.
O Coaf também destacou resistência por parte dos responsáveis em fornecer documentos e esclarecer a origem dos recursos. Segundo o relatório, os sócios evitavam contato e não apresentavam informações solicitadas pelas instituições financeiras, o que aumentou o nível de alerta.
Entre as operações analisadas, chamou atenção uma transferência de cerca de R$ 2,9 milhões feita pelo Banco Pan ao escritório, além de um repasse superior a R$ 500 mil a uma empresa de consultoria que já apareceu em investigações relacionadas a suspeitas de lavagem de dinheiro.
Em nota, a defesa de Katcha Buzzi afirmou que ela deixou a sociedade do escritório há cerca de um ano e que não tinha acesso à gestão financeira. Também alegou que a relação entre advogados e clientes é protegida por sigilo e que eventual quebra dessas informações sem autorização judicial seria ilegal.
O caso se soma a outras citações recentes envolvendo pessoas próximas ao ministro, ampliando a pressão sobre o magistrado, que já é alvo de apurações no Conselho Nacional de Justiça. Até o momento, não há comprovação de envolvimento direto de ministros em irregularidades, segundo investigações em curso.
Decisões do Supremo Tribunal Federal têm provocado forte reação no Congresso ao desobrigar investigados de prestar depoimento à CPMI do INSS. Até agora, ao menos dez nomes considerados estratégicos para as apurações foram liberados de comparecer ao colegiado.
O caso mais recente envolveu a empresária Leila Pereira, que teve a oitiva cancelada após decisão do ministro Gilmar Mendes. Antes dela, outros investigados como Daniel Vorcaro também haviam garantido no STF o direito de não comparecer.
A lista inclui empresários, políticos e dirigentes de entidades, como Maurício Camisotti, Thiago Schettini, Danilo Trento e Aristides Veras. Em alguns casos, os habeas corpus foram concedidos por ministros como André Mendonça e Flávio Dino, o que, segundo parlamentares, compromete o avanço das investigações.
O presidente da comissão, Carlos Viana, tem criticado duramente as decisões, classificando-as como interferência do Judiciário nas atribuições do Legislativo. Além das dispensas, a CPMI também enfrentou obstáculos com a suspensão de quebras de sigilo autorizadas pelos parlamentares.
Apesar dos embates, uma decisão recente de Mendonça deu novo fôlego aos trabalhos ao determinar a prorrogação da CPMI. A medida foi comemorada pela cúpula da comissão, que agora tenta retomar o ritmo das investigações e ampliar o foco, principalmente sobre o esquema de crédito consignado.
O clima entre Congresso e STF, no entanto, segue tenso, com a comissão prometendo insistir na convocação de testemunhas e buscar alternativas para avançar nas apurações mesmo diante das decisões judiciais.
A disparada no preço do diesel e as restrições de oferta já começam a afetar diretamente o agronegócio brasileiro, justamente no período crítico entre a colheita e o plantio da segunda safra. O cenário é reflexo da alta internacional do petróleo, impulsionada pela escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.
Produtores de diversas regiões, do Sul ao Centro-Oeste, relatam dificuldades para abastecer máquinas e garantir o transporte da produção. O impacto atinge desde o arroz do Rio Grande do Sul até a soja e o milho do Centro-Oeste, além das usinas de açúcar e etanol de São Paulo.
O problema já chegou às bombas. Dados da Agência Nacional do Petróleo apontam que o diesel ficou cerca de 19,4% mais caro desde o início do conflito, pressionando o custo do frete, que subiu entre 10% e 12%. Esse efeito em cadeia preocupa o governo, que vê risco direto de alta nos preços dos alimentos, especialmente carnes, já que o milho — base da ração animal — também pode encarecer.
Além do campo, serviços públicos também sentem o impacto. Levantamento da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul indica que quase metade das prefeituras consultadas enfrenta dificuldades para manter veículos e máquinas em operação por falta de combustível.
Diante da crise, o governo federal tenta reagir com medidas emergenciais, como redução de tributos, reforço na fiscalização de preços e discussão sobre linhas de crédito para produtores. Ainda assim, o temor é de que o diesel caro se transforme em mais um fator de pressão no bolso do consumidor nos próximos meses.
Um ataque criminoso contra uma provedora de internet em Japeri-RJ expôs o avanço de facções sobre serviços básicos nas periferias. A empresa teve a estrutura incendiada após se recusar a pagar uma “taxa” imposta por integrantes do Comando Vermelho.
A ação, tratada como retaliação direta, evidencia uma nova frente de atuação do crime organizado: a exploração de serviços essenciais. Em diversas regiões do país, grupos criminosos já impõem cobranças ilegais para permitir a operação de internet, gás, transporte e até segurança privada.
Moradores acabam sendo diretamente afetados. Sem acesso à internet após o ataque, comunidades ficam ainda mais isoladas, enquanto empresas enfrentam um dilema: pagar para operar ou correr o risco de perder tudo. A prática tem sido chamada, informalmente, de “pedágio digital”.
O fenômeno não se restringe ao Rio de Janeiro e já é observado em outros estados, como Ceará, Bahia e Pará. Especialistas apontam que a extorsão recorrente tem se tornado uma fonte de renda significativa para facções, muitas vezes superando atividades tradicionais como o tráfico de drogas.
O caso reforça o alerta sobre a expansão do poder paralelo em áreas onde o Estado tem presença limitada, ampliando o controle do crime sobre a economia local e o cotidiano da população.
Ai o sapinho de 09-dedos não quer que seja confirmado ações de TERRORISMO pelos EUA. Tem que atacar essas organizações criminosas com todo o RIGOR necessario. Condenação, Prisão por muitos anos.
E ainda, esse governo “do amor”, insiste em não classificar esses marginais de terroristas e sim de vítimas da sociedade. Nosso país está dominado literalmente por uma ORCRIM! Ou mudamos ou seremos escravos da marginalidade. O poder está nas mãos do povo de bem que ainda resta neste país. #L NÃO! Não votem na esquerda! Não votem em corruptos! Não votem em ficha suja! Precisamos mudar o rumo do nosso amado Brasil.
O ex-vice-governador Fábio Dantas voltou a defender publicamente a candidatura do deputado Ezequiel Ferreira ao Senado nas eleições de 2026. Em entrevista ao programa Repórter 98, ele afirmou que o parlamentar pode surgir como um nome capaz de unificar diferentes forças políticas no estado.
Segundo Dantas, Ezequiel reúne um diferencial raro no cenário atual: trânsito entre grupos ideológicos distintos. Para o ex-vice-governador, o presidente da Assembleia Legislativa pode se consolidar como um “candidato de todos”, dialogando com setores da esquerda, da direita e do centro.
A avaliação é de que essa capacidade de articulação pode ser decisiva em uma disputa majoritária, especialmente em um ambiente político fragmentado. Dantas destacou que, caso consiga reunir essas afinidades, Ezequiel terá força para construir uma candidatura competitiva ao Senado.
O ex-vice-governador também lembrou que já defende esse cenário há mais de um ano e reforçou a importância estratégica da vaga no Senado. Na visão dele, a experiência política e a atuação do deputado em pautas sociais e econômicas pesam a favor de uma eventual candidatura.
Nos bastidores, o movimento é visto como mais um passo na articulação para 2026, com Ezequiel ganhando força como possível nome de consenso no Rio Grande do Norte.
Este deputado ezequiel é um dos responsaveis pelo desastre administrativo no RN, apoiou incondicionalmente essa desgovernadora INCOMPETENTE, ai agora aparece de paraquedas com essa pretença candidatura ao senado. Fora já, os candidatos já estão postos e ele não merece essa postulação.
Uma reunião reservada no Supremo Tribunal Federal, realizada no último dia 12 de março, expôs o clima de tensão entre ministros e aprofundou o racha interno em meio às repercussões do caso envolvendo o Banco Master.
O encontro foi articulado por Gilmar Mendes junto ao presidente da Corte, Edson Fachin. Inicialmente restrita aos dois, a reunião ganhou novos participantes poucos minutos depois, com a entrada de Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin.
Nos bastidores, parte dos ministros cobra de Fachin uma postura mais firme na defesa da imagem do tribunal, especialmente diante de suspeitas que envolvem colegas como Moraes e Dias Toffoli. O presidente, porém, tem adotado um discurso de autocontenção, o que vem sendo interpretado como indireta e gerando incômodo dentro da Corte.
As divergências também passam pela condução institucional da crise. Ministros pressionam para que Fachin assuma protagonismo e lidere uma resposta conjunta, enquanto criticam a aposta do presidente em pautas individuais, como a proposta de criação de um código de ética para magistrados.
Após o encontro, decisões de integrantes do STF foram vistas como reveses a investigações em curso sobre o Banco Master. Ao mesmo tempo, Fachin articulou internamente para acelerar o julgamento que manteve a prisão de Daniel Vorcaro, numa tentativa de conter o desgaste público.
O episódio evidencia um tribunal dividido sobre como reagir à crise e reforça o clima de desconfiança entre ministros em um dos momentos mais delicados recentes do Judiciário brasileiro.
Tem que cairem todos, provisoramente, nomeia-se ministros do stj e depois se providencia nomeações de gente decente para o STF, enquanto se providencia mudanças na Lei para ser ministro do STF, com concurso publico por exemplo, egresso da magistratura superior sem indicação nenhuma de politicos. Competencia, saber juridico e ilibada conduta como é por exemplo nos EUA e outor Paises desenvolvidos.
a imagem negativa e desse ou daquele ministro que pratica crimes e nao do tribunal em si. quem tem que provar que nao praticou crimes sao os citados ou acusados, CHEGA de jogar os maus feitos em baixo do tapete, porque incriminar, indiciar e prender pobre é fácil. tem que passar a limpo toda essa sujeira e condenar os culpados doa a quem doer, independente do poder que exerce. SE TODOS SÃO IGUAIS PERANTE AS LEIS. cadeia para os culpados.
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva publicou um vídeo que chamou atenção nas redes sociais ao mostrar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante um treino de musculação. “Domingo começou forte!!! Aliás, todo dia é assim!”, escreveu na legenda.
Nas imagens, Lula aparece realizando exercícios de pernas com pesos e vestindo uma bermuda do Corinthians, time pelo qual torce. A intensidade da atividade surpreendeu internautas e impulsionou a repercussão do vídeo.
A prática de exercícios físicos faz parte da rotina do presidente, que já declarou acordar por volta das 5h para treinar diariamente.
O presidente completará 81 anos em outubro, em meio ao período eleitoral.
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