Saúde

Japão considera realizar testes de Ivermectina contra a covid-19

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O governo metropolitano de Tóquio planeja realizar testes clínicos do medicamento antiparasitário Ivermectina em hospitais públicos e metropolitanos para avaliar sua eficácia contra a covid-19, apurou o “Nikkei”.

Os testes clínicos serão realizados em pacientes com sintomas leves.

“Se for confirmada como eficaz, espera-se que seja usada para pacientes em cuidados domiciliares, cujos números estão aumentando à medida que leitos hospitalares enchem em Tóquio”, diz trecho de reportagem local.

Com informações do site Valor

Opinião dos leitores

  1. Vc Zezinho do Gado é como o menino como dono da bola, não joga, leva a bola para casa de birra, beicinho, careta, pedindo supositório e chorando. Dizem alguns leitores que vc só tem língua (para a distante Anita), os seus culotes só servem para coceira, pois sem trabalho é a única coisa que vc pode fazer. ??????????????????

  2. Ivermectina é meus cunhão.
    Confusão besta, por mim, a boiada pode até substituir feijão por ivermectina…
    É bom que sobra feijão e o preço cai.

  3. Será que vocês não percebem que a "doença da polarização não faz vocês enxergarem um palmo diante do nariz? A reportagem fala de mais um País que está aceitando a possibilidade do uso da Ivermectina! Em nenhum momento é citado outro medicamento na reportagem. A verdade é que o uso desse medicamento cresce cada vez mais em outros países. Fora o Brasil, ele tem forte crescimento na Oceania, África, Europa, inclusive com uso aprovado na Noruega e agora tá chegando com força na Ásia. É uma pena que o Ministro Marcos Pontes não tenha enfatizado pesquisas com a ivermectina, fazendo isso com a Anita, que não tem o mesmo "poder de fogo"!

    1. Ate que fim uma pessoa sensata . . ! Ivermectina é prevenção.. baixa a carga viral e diminui os efeitos do virus e as vezes evita.

  4. Pode testar meu lord, é primeira de luxo.
    Aqui no RN já testamos com sucesso.
    Assim como a água de coco na veia deu certo na segunda guerra mundial a ivermectina ajuda é muito na pandemia.
    É show papai!!!!

    1. Os caras babam de ódio se alguém falar que tem algo que pode ser usado de forma precoce e consorciada. Defendida por médicos, com base no empirismo. Falam em ciência com base no que é lido na mídia lacradora. Pegar um estudo na língua original nem pensar.

  5. Ledo engano Sr Manoel F.
    Vá pesquisar.
    A cloroquina é comprada para ser distribuída para aqueles que trabalham e moram em área de risco q tem malária. O produto não pereceu, não sobrou e é constantemente produzida.

    1. Acho que vc está mencionando ou morando em outro país. Aqui no Brasil o MINTOmaníaco comprou estoque pra anos e com sobrepreço. O objetivo dele foi comprar e usar a cloroquina contra a covid. Não houve e não há qualquer comprovação que sirva pra covid. Pra malária ninguém tem dúvidas que sirva não. Segue link pra vc se informar melhor: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/2020/09/15/exclusivo-sem-contestar-exercito-paga-quase-triplo-por-insumo-da-cloroquina.

    2. Cloriquina não serve só pra a malária. Se resolveu usar por aqui com base em depoimentos de vários médicos que estavam (e continuam tendo) sucesso no uso precoce e consorcidado. Era o que, uma das substâncias que se tinha a mão quando estava todo o mundo batendo cabeça sem saber o que fazer (vide as idas e vindas da OMS). Fundamento cientifico, com base na pesquisa com toda a metodologia não tem até hoje, leva ANOS. Não dava para ter consenso (que acha que isso podia existir não sabe o que é ciência… despreza o empirismo e vive arrotando o seu santo nome em vão), ainda em meados do anos passado. Pede (MUITA) gente disposta a se submeter a teste duplo-cego, pede randonimzação, estrafiicação populacional, repetição, isolamento de hipóteses de interferência, revisão de pares, meta-análises. Quero saber se os sabichões que vivem arrotando a palavra ciência foram ler esses estudos em fonte primária (na língua original), para ver se todos os critérios científicos foram observados, ou se reproduzem o que a mídia lacradora escreve. Estudos sérios levam ANOS… a decisão pela HCQ se deu com base em relatos empíricos. Agora deliquientes entram numa campanha abjeta, desumana, ignominiosa contra todo o tipo de medicamento para uso precoce e consorciado… é a primeira virose que tem essa característica. É algo politico. Se se gastou com HCQ, primeiro, Bolsonaro não quis impor nada a ninguém, segundo, há um estoque aí para ser usado para outras doenças. Terceiro, dadas as circunstâncias, no máximo, foi uma aposta ruim contra a covid, repito, com base em relatos de médicos, sem ter a demorada consolidação de estudos. Bolsonaro é um politico, porque ele teria o interesse deliberado de matar pessoas.

    3. Neco me admira muito uma pessoa como você tão conhecedora dos métodos científicos se deixar levar por argumentos de relatos de um médico francês que até está sendo processado pois desvirtuou o estudo dele pra fazer parecer que a cloroquina servia pra tratar covid! Também não entendo como uma pessoa que parece ser tão conhecedora de métodos científicos cai em narrativas do MINTOmaníaco inepto que comprou estoque superfatura de cloroquina pra décadas com nosso dinheiro! Também me estranha muito uma pessoa que defender que um insumo de um remédio tem validade eterna pra tantos anos … As narrativas de Bolsonaro parece mesmo que encantam até os que se acham muito inteligentes… Cada político consegue iludir alguns por algum tempo, mas não tem como iludir muitos por tanto tempo… No final, a ficha vai cair de que o MINTOmaníaco eh mais um político corrupto e quadrilheiro como foi Lulaladrao e DilmAnta… São farinha do mesmo saco! Eh só questão de tempo descobrirem a verdade…

    4. Primeiro não foi só o médico francês. E ser processado em si, não quer dizer nada. Cadê as condenções? Aqui temos relatos como de profissionais como Marina Bucar, Ilse Yamagushi, Paulo Porto, Dr. Zebalos. Tem o relato do uso em Porto Feliz-SP. Em abril de 2020 se tinha o relato de uso bem sucedido por parte da Prevent Senior. Se houver supefaturamento de algo, prove que houve intenção deliberada nesse sentido. Muito fácil ficar julgando as decisões dos outros nuam situação de guerra em que ninugém sabe (ou no começo não se sabia) como enfrentar o inimigo. Pare de histeria e fazer espantalho. E não compare Bolsonoro com Lula. Não apele para falsas equilvalências.

  6. Deixa de ser burro Sr. George, vc não está falando de um país medíocre, insensato e qualquer. Nesse, as coisas acontecem quando existe fundamento e evidências concretas, Leia a materia. Não destile o seu veneno (fraco), por ser inconsequente e pequeno.

  7. Olhaí.
    E querem imputar ao presidente da República a pecha de irresponsável, negacionista, genocida.
    Aguardemos.
    As pessoas leigas e alguns profissionais " do contra" querem tumultuar a gestão do governo federal e atrapalhar quem prescreve e quer tomar.
    Numa pandemia como essa com um vírus fabricado vale a máxima tudo qto pior melhor ou salvar vidas é o mais importante?

    1. O MINTOmaníaco eh inepto e negacionista com força. Não esqueçam que ele quer empurrar a cloroquina pra desovar o estoque que comprou com sobrepreço é que NÃO TEM NENHUMA EFICÁCIA CONTRA O COVID.

    2. O cientista, Senhor Manoel F., deveria está trabalhando na OMS. Uma mão de obra qualificada e respeitada dessa, se perdendo em terras tupiniquins. Que desperdício!

    3. Não preciso ser cientista pra saber que não tenho como acreditar nas narrativas do MINTOmaníaco… Não preciso ser cientista pra derrubar narrativas que não se sustentam na realidade dos fatos…

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Judiciário

Natália perde ação que pedia reparação do apresentador Ratinho por declarações

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O Tribunal de Justiça do RN negou o pedido da deputada federal Natália Bonavides (PT), que tentava receber R$ 50 mil e uma retratação pública do apresentador Ratinho por declarações feitas em 2021 durante participação em programa de rádio. A decisão é monocrática e foi assinada pelo juiz Paulo Sérgio da Silva Lima, conforme o Metrópoles. O processo ainda pode ser recorrido dentro no próprio TJRN.

Durante o programa “Turma do Ratinho”, o apresentador fez críticas à atuação política da parlamentar, em tom considerado polêmico pela ação judicial. Na ocasião, ele afirmou: “Não dá para pegar uma metralhadora”.

Na ação, Natália alegou que houve uso de termos ofensivos e misóginos, além de suposta incitação à violência, sustentando que as falas teriam extrapolado o direito de crítica.

Já a defesa de Ratinho argumentou que as declarações ocorreram dentro do exercício da liberdade de expressão e do direito de crítica jornalística, com tom humorístico e voltado a uma figura pública.

Na decisão, o magistrado entendeu que as falas se inserem em contexto de “ferrenha crítica política” e reforçou que agentes públicos devem ter maior tolerância a críticas, inclusive quando feitas de forma irônica ou jocosa, concluindo que não houve abuso da liberdade de expressão.

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Política

RACHA NO GOVERNO LULA: Alckmin defende “taxa das blusinhas” e ministro quer acabar com imposto

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O vice-presidente e presidente em exercício, Geraldo Alckmin (PSB), defendeu nesta quinta-feira (16), a manutenção da chamada “taxa das blusinhas”, que incide sobre compras internacionais de até US$ 50. A posição ocorre em meio a uma divergência interna no governo Lula sobre a continuidade da cobrança.

Alckmin argumentou que a medida é necessária para equilibrar a concorrência entre produtos importados e a indústria nacional. Segundo ele, mesmo com a taxação, a carga tributária sobre os produtos estrangeiros ainda seria inferior à aplicada ao setor produtivo brasileiro, o que justificaria a manutenção do imposto, conforme a CNN.

A defesa do vice-presidente contrasta com a posição de integrantes da própria equipe ministerial. O novo ministro de Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou que a medida gerou “desgaste” político para o governo e sinalizou que a revogação pode ser considerada, caso haja reavaliação interna da política.

Guimarães também declarou que, em sua avaliação pessoal, não teria apoiado a aprovação do imposto, reforçando o desconforto dentro da base governista em relação ao tema.

A divergência expõe um racha público dentro do governo federal em torno de uma medida sensível ao consumo popular e à imagem política do Palácio do Planalto.

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Política

Juíza expõe bastidores da interdição de FHC e laudos revelam detalhes da decisão judicial

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O Tribunal de Justiça de SP concedeu uma liminar nesta quarta-feira (15) determinando a interdição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Na decisão, a juíza Ana Lúcia Xavier Goldman, da 2ª Vara da Família e Sucessões, detalha os elementos que embasaram o despacho, com destaque para laudos médicos e parecer do Ministério Público que apontam incapacidade civil e necessidade de proteção jurídica.

Segundo a decisão, os documentos apresentados no processo foram considerados suficientes para justificar a medida liminar, especialmente o relatório médico recente e a manifestação do Ministério Público. A juíza ressaltou que os laudos indicam comprometimento de funções cognitivas do ex-presidente, o que motivou a concessão da interdição em caráter provisório.

Com a decisão, o filho de FHC, Paulo Henrique Cardoso, foi nomeado curador provisório, ficando responsável pela gestão patrimonial e apoio nas decisões civis do ex-presidente. De acordo com os autos, ele já vinha auxiliando o pai na administração financeira e na rotina cotidiana há alguns anos.

O pedido de interdição foi feito por familiares após a evolução do quadro de saúde de FHC, de 94 anos, com diagnóstico compatível com Alzheimer em estágio avançado, conforme laudo médico citado no processo.

A decisão segue em caráter liminar e ainda poderá ser reavaliada no decorrer da tramitação na Vara de Família e Sucessões.

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Política

VÍDEO: Rogério Marinho desafia Gilmar Mendes e denuncia “linchamento” e cerco do STF ao Congresso

Imagens: Reprodução/Blog Gustavo Negreiros

O senador Rogério Marinho (PL) subiu à tribuna do Senado nesta semana para reagir às declarações do ministro do STF Gilmar Mendes e de outros integrantes da Corte. Em discurso duro, ele afirmou que há um “linchamento” político contra o trabalho da CPI do Crime Organizado e falou em um possível cerco institucional ao Congresso Nacional.

A reação ocorre após falas de Gilmar Mendes que criticaram o relatório da comissão e mencionaram senadores em meio a acusações relacionadas a milícias. Dias Toffoli também fez alertas sobre possíveis consequências jurídicas do documento.

Durante o pronunciamento, Rogério desafiou diretamente o ministro Gilmar Mendes a apresentar provas concretas sobre as acusações feitas contra parlamentares. Segundo ele, generalizações contra o Senado não são aceitáveis e precisam ser individualizadas.

“Era importante que o ministro, ao invés de generalizar, exemplifique. Aponte o dedo para quem de fato é miliciano”, afirmou o senador na tribuna. Ele também classificou como grave o que chamou de tentativa de intimidação do Legislativo por parte do Judiciário, afirmando que o cenário cria um ambiente de pressão institucional sobre o Congresso.

O senador ainda criticou a condução da CPI do Crime Organizado, alegando que houve substituições de parlamentares às vésperas da votação do relatório final, o que teria alterado o resultado da análise. Segundo ele, essas mudanças teriam impacto direto na rejeição do relatório, que acabou sendo derrotado por margem apertada.

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Judiciário

CRISE NO STF: DPU acusa Moraes de violar Constituição em decisão sobre Tagliaferro e pede anulação imediata

Foto: Reprodução/Redes sociais

A Defensoria Pública da União (DPU) pediu a anulação imediata de uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou a atuação da própria instituição na defesa de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do TSE. Segundo o órgão, a medida teria violado dispositivos da Constituição e do Código de Processo Penal ao não respeitar o direito do acusado de escolher seus próprios advogados.

O caso envolve uma ação penal contra Tagliaferro por suposto vazamento de conversas internas de gabinete.

Em petição enviada ao STF, a DPU afirma que a decisão teria desrespeitado garantias fundamentais previstas na Constituição, incluindo o direito ao contraditório e à ampla defesa. O órgão sustenta que a nomeação da Defensoria sem a manifestação prévia do acusado não encontra respaldo legal e configura nulidade processual.

“A nulidade daí decorrente é absoluta”, afirma a DPU, ao citar dispositivos do Código de Processo Penal e da Constituição Federal. Segundo a Defensoria, não houve intimação pessoal válida de Tagliaferro para que pudesse constituir novo defensor antes da intervenção da instituição.

O órgão também argumenta que a legislação estabelece uma sequência obrigatória: primeiro a intimação do acusado; apenas na impossibilidade de localização, a nomeação de defensor público ou dativo.

A DPU contesta ainda a justificativa de abandono da defesa, apontando que a ausência dos advogados na audiência teve justificativas apresentadas pela própria equipe de defesa.

Por fim, o pedido ao STF inclui a anulação da decisão, reabertura de prazos processuais e eventual reconhecimento formal da atuação da Defensoria apenas após cumprimento integral dos requisitos legais.

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Política

Ministro de Lula propõe aumentar dívida do Brasil para “salvar economia”

Foto: Gil Ferreira/SRI-PR

O novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais do governo Lula, José Guimarães, afirmou nesta quinta-feira (16) que o Brasil pode aumentar o endividamento público como alternativa para “salvar a economia popular” diante dos impactos da guerra no Oriente Médio.

Segundo o ministro, a medida seria uma forma de evitar que os efeitos do conflito internacional sejam repassados diretamente à população brasileira.

Guimarães destacou que o governo Lula mantém o compromisso com a responsabilidade fiscal e social, mas afirmou que cenários de crise podem exigir decisões excepcionais.

De acordo com ele, o Executivo trabalha com a hipótese de que o conflito no Oriente Médio possa se prolongar por cerca de dois meses, o que já pressiona o planejamento econômico do país.

O ministro também indicou que o governo avalia novas medidas para reduzir os impactos da guerra sobre os combustíveis, especialmente a gasolina, e que anúncios podem ser feitos em breve.

Entre as alternativas em estudo estão mecanismos de contenção de preços e possíveis subsídios, embora detalhes ainda não tenham sido divulgados oficialmente.

Guimarães reforçou ainda que o Brasil não tem envolvimento direto no conflito, mas sofre reflexos indiretos que exigem respostas econômicas do governo.

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Mundo

CRISE NUCLEAR: Trump diz que Irã vai entregar urânio enriquecido e silêncio de Teerã acende alerta global

Foto: Reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (16) que o Irã teria concordado em entregar suas reservas de urânio enriquecido, uma das principais exigências de Washington em meio às negociações para encerrar o conflito no Oriente Médio. Até o momento, o governo iraniano não se manifestou oficialmente sobre a declaração.

Segundo Trump, a medida seria um avanço importante nas conversas entre Estados Unidos e Irã, que buscam um acordo de paz após meses de tensão e confrontos indiretos na região. “Eles concordaram em nos devolver o pó nuclear”, disse, em referência ao estoque de urânio enriquecido acumulado pelo Irã.

De acordo com autoridades internacionais citadas nas negociações, o material em questão estaria próximo do nível necessário para uso militar, o que mantém o tema no centro da crise diplomática.

Apesar da fala de Trump, autoridades iranianas ainda não confirmaram qualquer acordo, o que mantém o cenário em forte instabilidade e incerteza.

As negociações entre Washington e Teerã ocorrem com mediação internacional e em meio a um cessar-fogo temporário, que pode ser prorrogado caso haja avanço nas tratativas de paz.

Trump ainda afirmou que existe “grande chance de acordo”, mas alertou que, caso não haja consenso, os combates podem ser retomados nos próximos dias.

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Política

Defesa de Carla Zambelli reage após decisão da Justiça italiana sobre extradição

Foto: Reprodução

A defesa da ex-deputada federal Carla Zambelli afirmou que vai recorrer após nova decisão da Justiça italiana relacionada ao processo de extradição envolvendo a parlamentar. A manifestação foi feita pelo advogado Fábio Pagnozzi, que comentou o andamento das ações em curso na Corte de Apelação de Roma.

Segundo o advogado, existem dois pedidos de extradição em análise contra Zambelli na Itália, relacionados a processos distintos julgados no Brasil.

Ele afirma que a defesa pretende levar o caso novamente à instância superior da Justiça italiana, a Corte de Cassação, para contestar o entendimento mais recente.

Um dos processos está relacionado à condenação por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal, enquanto o outro envolve acusações referentes à invasão do sistema do CNJ.

De acordo com a defesa, ambos os casos ainda estão em tramitação e dependem de decisões finais das autoridades judiciais e do Ministério da Justiça da Itália, responsável pela etapa conclusiva do processo de extradição.

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Política

DERROTA: Gleisi tem pedido barrado em ação contra Flávio Bolsonaro; veja decisão

Foto: José Cruz/Agência Brasil

A deputada Gleisi Hoffmann sofreu uma derrota na Justiça após o pedido de tutela antecipada contra o senador Flávio Bolsonaro ser negado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). A decisão envolve uma ação por supostos danos morais ligados à publicação de um vídeo com uso de inteligência artificial.

A ação movida pela parlamentar pedia o pagamento antecipado de R$ 30 mil como forma de indenização, antes mesmo do julgamento final do processo, conforme informações do Metrópoles.

Segundo a defesa de Gleisi, o conteúdo publicado nas redes sociais do senador teria sido produzido com manipulação digital, incluindo uso de IA para alterar imagem e voz, associando a deputada a um contexto de criminalidade.

O desembargador responsável pelo caso entendeu que não há elementos suficientes, neste momento, que justifiquem a concessão da medida de urgência solicitada.

Na decisão, o magistrado também destacou que a liberdade de expressão não pode ser usada de forma abusiva, mas ressaltou que o direito à honra e à imagem também não pode ser aplicado para restringir o debate político sem provas consistentes.

O caso segue agora para análise do mérito, quando a Justiça vai decidir se houve ou não dano moral e se haverá indenização definitiva.

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Geral

Defesa de Vorcaro sinaliza delação “forte” que envolva autoridades dos Três Poderes

Foto: reprodução

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro sinalizou ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça, relator do caso Master, uma delação premiada “forte” que envolva personagens dos Três Poderes, segundo relatos feitos por interlocutores à CNN.

A conversa entre o advogado José Luís de Oliveira Lima e o ministro aconteceu recentemente em São Paulo e foi pelo menos a segunda já realizada entre ambos.

Os relatos foram de uma mudança entre a primeira e a segunda conversa.

Enquanto no primeiro encontro Mendonça saiu mais pessimista quanto ao alcance da delação de Vorcaro e sem dar garantias de que caminharia para homologar a delação, nesta segunda o ministro pareceu mais otimista.

A expectativa é de que o material, que só deve ser apresentado a ele em maio, seja amplo e aborde a relação de Vorcaro com integrantes dos Três Poderes da República tratando inclusive de ministros do governo Lula e o Judiciário.

Uma mudança no plano inicial da defesa de poupar ministro do Supremo Tribunal Federal.

O motivo principal é de que sem uma delação completa, a chance de Mendonça não homologar o acordo é grande e consequentemente a de Vorcaro permanecer por um longo tempo preso.

CNN Brasil – por Caio Junqueira

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