Universal Studios Japão e Museu do Louvre reabrem em 8 de junho e 6 de julho, respectivamente

Foto: Divulgação

Universal Studios Japão reabre no próximo dia 8 de junho

O Universal Studios Japão reabre suas portas no próximo dia 8 de junho após três meses de operações suspensas por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). O parque na primeira semana só receberá visitantes provenientes de Osaka que possuem o passe anual. Uma semana depois (a partir do dia 15), passa a ser permitida a entrada de qualquer cidadão daquela cidade.

Somente no dia 19 de junho que a Universal permitirá a entrada de turistas provenientes da região de Kinki, englobando as cidades de Kyoto, Hyogo, Nara, Wakayama and Shiga. Todas as datas estão de acordo com a decisão do governo japonês de afrouxar o estado de emergência em todo o país na última semana, embora tenha pedido para que os cidadãos evitem cruzar fronteiras de municípios pelo menos até dia 19.

Diversos protocolos aprimorados de higiene e procedimento de boas práticas de saúde serão implementados nesta reabertura. Como acontecerá com a abertura dos parques da Universal em Orlando, haverá prática de distanciamento social, visitação diária ao parque controlada e reduzida; número controlado e reduzido de visitantes em atrações, em shows, e de assentos nos restaurantes; e maior limpeza e desinfecção de locais de alimentação, veículos das atrações, banheiros e outros pontos.

De acordo com o portal The Japan Times, enquanto o Universal Studios Japão já abrirá a partir deste mês, representantes de Disneyland Tóquio e DisneySea Tóquio afirmaram que a suspensão temporária de suas operações durará um pouco mais por conta de um temor que surgiu recentemente sobre uma segunda onda de contágio pelo coronavírus.

Em Orlando, nos Estados Unidos, o Universal Parks & Resorts anunciou planos de reabertura em fases do Universal Orlando Resort a partir de 5 de junho. A reabertura será gerenciada e incluirá uma vasta gama de novos e aprimorados procedimentos de boas práticas de saúde, segurança e higiene, com base nas diretrizes do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos) e das autoridades de saúde.

Já os hotéis do Universal Orlando Resort começam a reabrir as portas a partir de 2 de junho. A reabertura será gerenciada e em fases, incluindo uma série de novos e aprimorados procedimentos de saúde, segurança e higiene. Aqueles que ficarem nos hotéis do complexo poderão visitar os parques temáticos nos dias 3 e 4 de junho, antes da abertura ao público geral.

Museu do Louvre reabre em 6 de julho

Foto: Divulgação

O museu do Louvre, em Paris, será reaberto em 6 de julho, após a determinação do governo francês, que permitiu que museus e locais históricos reabrissem suas portas após a pandemia de coronavírus. A França deve aliviar ainda mais as restrições impostas para combater o vírus a partir de terça-feira (2), mas somente em julho os principais museus e atrações serão reabertos, embora alguns planejem fazê-lo em junho.

O ministro da Cultura, Franck Riester, confirmou na última sexta-feira (29) que usar uma máscara seria obrigatório para visitar museus na França, e alguns terão que criar sistemas de reservas para evitar grandes fluxos de visitantes. “A implementação de um sistema de reservas e novos sinais nos permitirá oferecer o máximo de segurança aos visitantes, além de usar uma máscara e respeitar o distanciamento social”, afirmou o Louvre em comunicado.

Ele acrescentou que as reservas online para visitar o Louvre quando reabrir em 6 de julho serão abertas em 15 de junho. O museu está fechado desde 13 de março. “Mesmo que pudéssemos descobrir os tesouros do Louvre de maneira virtual durante o bloqueio, nada pode substituir a emoção de conhecer um trabalho de maneira real”, disse o diretor do Louvre, Jean-Luc Martinez.

O Louvre aumentou sua presença virtual durante o confinamento e disse que agora é o museu mais seguido do mundo no Instagram, com mais de quatro milhões de seguidores.

Para outros locais, a antiga residência real, o Chateau de Versailles, nos arredores de Paris, será reaberta em 6 de junho, enquanto o Museu de Orsay, obra-prima impressionista, será inaugurado em 23 de junho, informou o Ministério da Cultura. O icônico Centro Pompidou de arte moderna de Paris será reaberto em 1º de julho.

Mercado & Eventos, com informações do The Japan Times

Japão quer aprovar antiviral remdesivir para o tratamento de coronavírus

Foto: © REUTERS / Issei Kato /Direitos reservados

O ministro da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social do Japão, Kato Katsunobu, deve aprovar, amanhã (7), o antiviral remdesivir para o tratamento do coronavírus.

Ele disse que pretende autorizar o medicamento, caso um painel consultivo o aprove.

O remdesivir foi desenvolvido pela Gilead Sciences, com sede nos Estados Unidos, para o tratamento de pacientes com ebola.

O governo japonês, por sua vez, deu início a procedimentos para acelerar a aprovação do antiviral como um possível tratamento para pacientes de coronavírus, após o lado americano ter aprovado seu uso emergencial na última sexta-feira.

O ministro da Saúde afirmou que a empresa farmacêutica ainda não informou a respeito da quantidade de remdesivir que pode ser fornecida ao Japão.

Ele disse que quer assegurar a maior quantidade possível do medicamento e disponibilizá-lo o quanto antes.

Agência Brasil

Remédio para gripe usado no Japão curou pacientes da Covid-19 em 4 dias, informam chineses

Segundo profissionais de saúde da China, um medicamento usado no Japão para tratar casos específicos de gripe parece ser eficaz em pacientes com a Covid-19, causada pelo novo coronavírus. Zhang Xinmin, do ministério de ciência e tecnologia chinês, disse que o favipiravir, desenvolvido por uma subsidiária da Fujifilm, produziu resultados encorajadores em ensaios clínicos em Wuhan e Shenzhen envolvendo 340 pacientes.

De acordo com os médicos chineses, os pacientes que receberam o medicamento em Shenzhen testaram negativo para o vírus após cerca de quatro dias. Essa é uma queda considerável, considerando que a infecção costuma durar em torno de 11 dias.

Outro ponto positivo observado pelos especialistas diz respeito aos pulmões dos infectados pelo coronavírus. Estudo recente mostrou que entre 20% e 30% das pessoas afetadas pelo agente infeccioso terão danos permanentes no sistema respiratório. Entretanto, segundo os cientistas chineses, cerca de 91% dos pacientes tratados com o medicamento japonês apresentaram melhorias na condição pulmonar — entre os que não receberam o medicamento, esse índice foi de 62%.

Segundo o jornal britânico The Guardian, a Fujifilm Toyama Chemical, que desenvolveu o remédio, se recusou a comentar. No Japão, pesquisadores também estão usando o medicamento em estudos clínicos em pacientes com sintomas leves ou moderados da Covid-19. Mas, segundo o ministério da saúde japonês, a droga não é tão eficaz em pessoas com sintomas graves.

Galileu

Carro elétrico da Tesla vence o tempo de uma McLaren F1 no Japão

Imagem: Divulgação

Se você ainda tem dúvidas de que os carros elétricos, mais especificamente os modelos da Tesla, têm desempenho suficiente para se equiparar aos esportivos mais caros do mundo, talvez esse vídeo lhe faça mudar de ideia.

Um Tesla Model 3 Performance modificado pela Unplugged Performance, empresa especializada no “upgrade” de veículos da Tesla, bateu o melhor tempo de uma McLaren F1 em uma volta no circuito de Tsukuba, no Japão. Produzida entre 1992 e 1998, a F1 é equipada com um motor de 618 hp, que vai de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos, e tem velocidade máxima de 350 km/h.

O Model 3 usado no teste tem o interior completo, além de para-choques frontal e pneus originais de fábrica e é “street spec”. Ou seja, está configurado para circular nas ruas, sem nada específico para corridas. Entretanto, ele recebeu acessórios como novas molas, discos de freio, difusores traseiros, assentos, rodas e outros itens. A Unplugged Performance chama o carro modificado de “Unplugged Performance Model 3 Ascension-R”.

O carro completou uma volta no circuito de Tsukuba em 01:03.38, contra 01:04.62 da McLaren. Ou seja, 1,2 segundos mais rápido. Segundo a Unplugged Performance, é possível melhorar ainda mais o resultado correndo com tempo melhor (01:02.5), com pneus semi-slick (1:01) ou com pneus slick de corrida e interior “pelado” para reduzir o peso (0:59). Assista:

Vale mencionar que um Tesla Model 3 custa muito menos que uma McLaren F1. Na configuração Performance, o carro sai por US$ 57.000 e o kit de upgrade para o modelo Ascension-R custa a partir de US$ 35.000.

Quando lançada, a McLaren F1 custava US$ 1 milhão, e apenas 106 unidades foram produzidas. Atualmente, carros são vendidos por preços entre US$ 8 milhões e 13,5 milhões, com alguns modelos específicos chegando a US$ 25 milhões em vendas privadas entre colecionadores.

Olha Digital

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. george disse:

    dá uma volta e arrêia a bateria

Mulher pega coronavírus pela 2ª vez no Japão

Foto: Eugene Hoshiko/AP

Uma mulher que trabalha como guia de ônibus de turismo no Japão pegou o novo coronavírus por duas vezes. A informação foi divulgada pelo governo da província de Osaka, no oeste do país, segundo a agência Reuters.

A mulher, que tem por volta de 40 anos, fez o teste pela segunda vez na quarta-feira (26) após ter dor de garganta e no peito.

A primeira vez em que a guia de turismo foi infectada foi no fim de janeiro. Ela ficou internada e recebeu alta do hospital em 1º de fevereiro.

Embora esse seja o primeiro caso conhecido no Japão, infecções reincidentes foram relatadas na China, onde a doença se originou no fim de 2019.

Na quinta-feira (27), o número de casos confirmados no Japão aumentou de 170 para 186. Esses casos registrados pelo Ministério da Saúde japonês estão separados dos 704 registrados no navio cruzeiro Diamond Princess, que ficou em quarentena em Yokohama, uma cidade ao sul de Tóquio.

Um total de sete pessoas morreram no país, incluindo quatro do navio.

Na quarta, Tóquio pediu que grandes encontros e eventos esportivos sejam suspensos ou reduzidos por duas semanas para conter a expansão do vírus.

Temor de cancelamento da Olimpíada

A expansão do vírus acontece poucos meses antes do início dos jogos olímpicos, que começam em 24 de julho. A ministra japonesa a cargo da Olimpíada tentou apaziguar os temores de que o evento possa ser cancelado.

Dick Pound, membro do Comitê Olímpico Internacional (COI), disse que é mais provável cancelar do que adiar ou transferir os Jogos se a ameaça do vírus forçar uma mudança de calendário, relatou a agência Associated Press, e que uma decisão será necessária até maio.

“O COI está se preparando para os Jogos de Tóquio tal como programado”, disse a ministra Seiko Hashimoto no Parlamento ao ser indagada sobre o comentário de Pound. “Continuaremos nossos preparativos para que o COI possa tomar decisões sensatas”.

Mais de 80 mil infectados

O surto, que começou em Wuhan, na província de Hubei, espalhou-se rapidamente. Desde a primeira morte, um chinês de 61 anos que faleceu em Wuhan no dia 9 de janeiro, mais de 2,7 mil pessoas já morreram em decorrência do novo coronavírus. A grande maioria das mortes ocorreu na China continental. A infecção está presente em pelo menos 42 países, inclusive no Brasil, que confirmou seu primeiro caso nesta quarta-feira (26).

G1

 

Argentino em cruzeiro em quarentena no Japão é o 1º caso de latino-americano com coronavírus

Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters

Um dos 61 contaminados pelo novo coronavírus no navio de cruzeiro “Diamond Princess” é um argentino, informou o Ministério da Saúde do Japão nesta sexta-feira (7). Esse primeiro caso de contaminação de um latino-americano nesta epidemia, que já deixou mais de 600 mortos.

A embarcação, que transporta 3.700 pessoas, está em quarentena na costa do Japão. A identificação do passageiro não foi divulgada. Oito argentinos estão a bordo, segundo o diário “El Clarín”.

As autoridades divulgaram a nacionalidade de 41 passageiros infectados: são 21 japoneses, oito americanos, cinco canadenses, cinco australianos, um britânico e um argentino.

O anúncio da quarentena aconteceu dois dias após o Japão anunciar que não vai permitir a entrada de pessoas que tenham passado pela China nos últimos 14 dias.

O primeiro caso em território japonês foi confirmado em 28 de janeiro. De acordo com o Ministério da Saúde do Japão, o paciente era um motorista de ônibus de 60 anos que transportou um grupo de viajantes de Wuhan entre 8 e 16 de janeiro.

Casos na China passam de 31 mil

A província chinesa de Hubei, epicentro da epidemia do novo coronavírus, o 2019 n-CoV, registrou 69 novas mortes, de acordo com atualização da noite desta quinta-feira (6). Com isso, são 637 óbitos no país. Outros 2.447 casos foram confirmados apenas na região mais afetada, totalizando mais de 31.211 mil em toda a China.

A morte do médico chinês Li Wenliang, apontado por um dos primeiros a identificar a existência do surto, foi confirmada por volta das 17h desta quinta pelo Hospital Central de Wuhan em seu perfil na rede social Weibo.

“Li Wenliang, oftalmologista do nosso hospital, infelizmente infectado na luta contra a epidemia do novo coronavírus, (…) morreu às 2h58 de 7 de fevereiro de 2020 (1h58 de 6 de fevereiro no horário de Brasília). Lamentamos profundamente”, diz trecho da nota divulgada pelo hospital.

Li Wenliang, de 34 anos, foi um dos oito médicos que a polícia chinesa investigou sob acusação de “espalhar boatos” relacionados ao surto. Ele era casado e tinha uma filha de cinco anos.

A morte de Li chegou a ser anunciada no começo da tarde desta quinta-feira por ao menos dois veículos de comunicação estatais da China. Logo em seguida, o Hospital Central de Wuhan, negou e disse que ele ainda estava em estado grave na UTI, mas, por volta das 17h, confirmou a morte do funcionário.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ALEX DE MESQUITA disse:

    QUERO VER DEPOIS DO CARNAVAL !!!!!!!!
    MILHARES DE PESSOAS VINDO DE DIVERSOS PAÍSES SEM OS CUIDADOS COM O CORONA VIRUS

Carlos Ghosn reaparece no Líbano e se diz inocente de acusação de crimes financeiros no Japão

Foto: Reuters

Em sua primeira aparição desde sua espetacular fuga do Japão para o Líbano, o ex-presidente do conselho de administração da Nissan Carlos Ghosn se disse inocente e vítima de “uma campanha de difamação” ao conceder, na manhã desta quarta-feira, a sua esperada coletiva à imprensa em Beirute, a capital libanesa. No Japão, ele é acusado de malversação financeira e sonegação fiscal.

Ghosn, que deu declarações em inglês e, em seguida, falará também em francês e árabe, falou de forma exaltada, gesticulando e recebendo até tímidos aplausos da plateia quando agradeceu a acolhida no Líbano. Ele se disse vítima de um golpe na Nissan e citou nominalmente os executivos Hiroto Saikawa, Hitoshi Kawaguchi e Masakazu Toyoda como alguns dos que conspiraram contra ele.

Saikawa, que era um protegido de Ghosn, denunciou o executivo na noite da prisão e o sucedeu no cargo, perdeu o emprego menos de um ano depois envolvido em seu próprio escândalo por supostamente ter recebido bônus corporativos em excesso.

Hitoshi Kawaguchi era chefe de Assuntos Governamentais na Nissan e, por isso, um importante interlocutor entre a montadora e o governo do Japão.

Ghosn porém evitou citar autoridades japonesas que o tenham prejudicado:

– Posso citar nomes do (governo do) Japão, mas estou no Líbano e respeito a hospitalidade do Líbano e não vou dizer nada que deixe isso mais difícil. Vou manter silêncio a respeito dessa parte, não quero falar nada que vá prejudicar o governo libanês.

Em sua entrevista, Ghosn lembrou que ficou preso por 130 dias, sem ter sido levado a julgamento e sob pressão para fazer uma confissão.

– Há um ano declarei minha inocência. Passei por seguidos confinamentos solitários, fiquei seis semanas sem ter contato com a minha família. Foram 14 meses de sofrimento – relatou Ghosn.

O brasileiro, que tem também nacionalidades francesa e libanesa, chegou a dizer que se sentia “refém de um país”, numa referência a suspostos abusos que diz ter sofrido de autoridades do Japão.

Segundo o ex-executivo, ele passou por interrogatórios de até 8 horas por dia, sem o acompanhamento de advogados, e foi pressionado a confessar os crimes.

– Os procuradores diziam, e isso está gravado, “se você não confessar, vamos atrás de você e de sua família”. O único objetivo deste sistema (judicial) é obter uma confissão que não necessariamente tem relação com a verdade.

Ghosn lembrou que a taxa de condenação no sistema judiciário japonês é de 99,5%, com índices mais altos para estrangeiros. E voltou a afirmar que não fugiu da Justiça, mas sim de perseguição política.

O executivo alegou ainda que sofreu uma campanha de difamação de “indivíduos vingativos na Nissan”. Atribuiu sua prisão à disputa de poder no comando da Nissan, enquanto o processo de integração com a Renault era conduzido. Ele foi o arquiteto da aliança global entre as montadoras japonesa e francesa.

Ghosn lembrou que a França aumentou seu poder no conselho do grupo e os japoneses se ressentiram por não ter os mesmos direitos na parceria.

– Eu fui CEO da Nissan por 17 anos, porque eu era Carlos Ghosn, eu tinha performance, eu tinha resultado, a empresa pagava dividendos, tinha dinheiro. Em 2017, começou um declínio na empresa e a responsabilidade foi atribuída a mim. Havia um nervosismo por parte da cúpula da administração – relatou.

Em seguida, acrescentou:

– Alguns dos japoneses acharam que a única maneira de ter influência sobre a Nissan era se livrar do Carlos Ghosn.

Quando Ghosn assumiu a gestão da Nissan, vindo da Renault, a montadora japonesa tinha acabado de fazer uma aliança com a francesa após quase ir à bancarrota. Seu sucesso à frente do grupo fez de Ghosn um herói no Japão, onde virou até personagem de mangá.

Ghosn era peça-chafe na aliança Nissan-Renault, que depois incorporou a Mistsubishi, em 2016. No entando, os bônus corporativos em excesso acabaram causando desconforto, sobretudo no Japão, onde a cultura empresarial não prevê pagamentos exorbitantes aos gestores.

O ressentimento entre os japoneses aumentou após uma reestruturação societária que levou a Renault a deter 43% da Nissan, enquanto a japonesa ficou com apenas 15% da montadora francesa.

O Globo

A surpreendente fuga do empresário brasileiro Carlos Ghosn de prisão domiciliar no Japão para o Líbano

O ex-presidente da Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, viajou ao Líbano após fugir do Japão, onde é acusado de crimes financeiros.

Num comunicado, Ghosn disse que não fugiu da Justiça, mas sim “da injustiça e da perseguição política”. O advogado Junichiro Hironaka, que representa o brasileiro, afirmou que está “estupefato” com a notícia e que não falou recentemente com seu cliente.

Não está claro como Ghosn conseguiu deixar o país, já que ele estava impedido de viajar para o exterior e sob supervisão da Justiça.

O brasileiro, que tem um patrimônio estimado em US$ 120 milhões, era uma das figuras mais poderosas da indústria automotiva até ser preso em novembro de 2018. Ele nega ter cometido qualquer irregularidade.

O caso dele atraiu atenção internacional e os vários meses em que ficou na prisão levou a um questionamento sobre o sistema judicial japonês. O executivo de 65 anos nasceu no Brasil, é descendente de libaneses e passou parte da infância e juventude em Beirute, capital do Líbano, antes de completar os estudos em Paris.

Ele possui passaportes francês, brasileiro e libanês. Mas seu advogado disse a repórteres em Tóquio, nesta terça (31), que a equipe de defesa de Ghosn ainda está com os documentos dele.

“Eu nem sei se conseguiremos contato com ele. Não sei como vamos prosseguir a partir de agora”, disse Hironaka.

O Líbano não tem acordo de extradição com o Japão. Ghosn foi liberado da prisão em abril após pagar US$ 9 milhões em fiança e sob várias restrições que tinham como objetivo impedir que ele saísse do país.

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PATRÍCIA disse:

    Tão normal sonegar no Brasil. A maioria das empresas brasileiras fazem isso. E nem acontece nada!

  2. Cigano Lulu disse:

    Apesar de ter várias nacionalidades, Ghosn tem uma alma tipicamente brasileira.

  3. Everton disse:

    O cara tava preso há mais de ano e sequer foi julgado. Quem fala q o judiciário brasileiro é lento, desconhece como funciona no restante do mundo civilizado.

  4. Bia disse:

    Tinha que ser um brasuca.

    • ALEX disse:

      Esse senhor possui três cidadanias: nascido em Rondônia, filho de libaneses, naturalizado francês. Quem Já o viu falando percebe a dificuldade que ele tem com a língua portuguesa. Na verdade ele tem muito pouco de brasileiro.

    • THIAGO CARVALHO disse:

      Embora a maior parte ele viveu fora do Brasil, mas ele é igual a Pitu, Mania de Brasileiro.
      Kkkk
      Todos sabem a fama de brasileiro mundo a fora, o resultado ñ poderia ser diferente.
      Mas se fosse no Brasil ele ainda conseguiria alguns Bilhoes emprestado comprando alguns políticos

Microsoft implanta fim de semana de 3 dias no Japão e produtividade aumenta 40%

Microsoft implantou em agosto fim de semana de três dias e registrou aumento de 40% na produtividade — Foto: Divulgação/Microsoft

A Microsoft do Japão introduziu uma nova estratégia com o objetivo de melhorar o equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho de seus funcionários: um fim de semana de três dias.

O Japão é conhecido por ter algumas das mais longas jornadas de trabalho do mundo – quase um quarto das empresas exigia que os funcionários cumprissem mais de 80 horas extras por mês, de acordo com uma pesquisa do governo japonês de 2016. O país então introduziu uma nova lei este ano, limitando as horas extras legais a 45 horas por mês e 360 horas por ano.

Ao implantar o fim de semana com três dias, a Microsoft descobriu que, ao diminuir horas na semana de trabalho, a produtividade teve um aumento expressivo. Em agosto, a empresa realizou o chamado “Desafio de Verão Escolha Trabalho-Vida 2019. Durante o mês, os 2.300 funcionários tiveram todas as sextas-feiras de folga. E a produtividade dentro da empresa aumentou 40% no período.

O estudo constatou que a semana de trabalho de quatro dias forçou os funcionários a usar seu tempo com mais eficiência – muitas das reuniões foram cortadas, encurtadas ou alteradas para reuniões virtuais em vez de presenciais.

Os funcionários também tiraram 25,4% menos dias de folga durante o mês, imprimiram 58,7% menos páginas e consumiram 23,1% menos eletricidade no escritório.

Ao final de agosto, pesquisa entre os funcionários mostrou que 92,1% deles aprovaram a semana de trabalho de quatro dias. Devido ao sucesso do programa, a Microsoft diz que planeja implementá-lo novamente no próximo inverno ou em outras datas no futuro.

G1

 

SURFE: Potiguar Ítalo Ferreira chega atrasado, compete de bermuda jeans e avança no Japão

Foto: ISA/Jimenez

A estreia de Ítalo Ferreira nos Jogos Mundiais de Surfe da ISA (Associação Internacional de Surfe), no Japão, teve ingredientes inusitados. Ameaçado de ficar fora após ter o passaporte furtado nos Estados Unidos e ter problema com vistos, na última semana, o surfista brasileiro só conseguiu chegar à praia de Kisakihama nesta terça-feira, com a bateria em andamento. Na verdade, entrou no mar faltando oito minutos para acabar a disputa e saiu vitorioso.

Este atraso aconteceu devido ao pouso forçado de Ítalo em Nagasaki após tufões fecharem o espaço aéreo em Tóquio, seu destino inicial previsto.

Ítalo sequer aguardou suas pranchas desembarcarem, seguindo do aeroporto direto para o local do evento. Pegou uma prancha emprestada por Filipe Toledo, vestiu a lycra e, de bermuda jeans, correu para o mar.

Mesmo com pouco tempo e com a quarta prioridade na bateria, o potiguar conseguiu somar 13,46 pontos, com direito a uma onda de 8,33 pontos. Superou o argentino Leandro Usuna, o mexiano Dylan Southworth e o norueguês Frode Goa, respectivamente.

A competição no Japão reúne surfistas de 55 países e é um evento obrigatório para os atletas com pretensões de disputar os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Além de Ítalo e Filipinho, o Brasil conta com o bicampeão mundial Gabriel Medina na disputa.

Ítalo quase ficou fora da prova após ter o passaporte furtado na última terça-feira, quando teve o carro arrombado em Los Angeles, nos Estados Unidos. O surfista fez campanha para localizar o documento devido aos vistos, mas sem sucesso. Após muita burocracia e correria, conseguiu embarcar para o Japão para competir.

Globo Esporte RN

Japão aprova primeira experiência de hibridização entre humanos e animais

(ugurhan/Getty Images)

Pela primeira vez, a ciência japonesa vai fazer fazer experiências com seres híbridos, com células humanas e de animais de outras espécies. Até o início deste ano, era terminantemente proibido no Japão desenvolver qualquer tipo de pesquisa com embriões de bichos que contivessem células humanas.

Em março de 2019, o ministro da educação e ciência do país autorizou a prática. Ainda assim, ninguém pode sair fazendo pesquisas com quimeras (esses seres com células de mais de uma espécie) no quintal – pelo menos, não legalmente. Pesquisas específicas precisam ser submetidas e autorizadas pelo comitê do mesmo ministério.

A primeira aprovação governamental veio agora, para o pesquisador Hiromitsu Nakauchi. Especialista em células-tronco, ele esperava pelo consentimento do governo para o seu projeto há dez anos.

A pesquisa será conduzida pela Universidade de Tóquio em conjunto com a Universidade de Stanford. O cientista pretende transplantar células humanas em embriões de ratos e camundongos. Então, os embriões serão inseridos no útero da mãe para se desenvolverem normalmente.

Mas esses camundongos híbridos não chegarão a ter uma vida fora do útero. O experimento deve ser interrompido depois de 14 dias, apenas tempo suficiente para verificar como se desenvolveram os órgãos dos animais experimentais.

Há uma preocupação ética muito grande em estabelecer os limites de desenvolvimento desses animais híbridos. Ainda não se sabe que efeitos as células humanas podem ter sobre diferentes aspectos do organismo do animal – como as células sexuais ou o cérebro. Mas, para evitar o pânico, já avisamos que o efeito deve ser bastante pequeno. Quanto mais inicial a pesquisa, menor a proporção de células humanas usada no experimento – e mais provável que elas tenham quase nenhuma contribuição na constituição final do organismo do bicho.

O grande mistério é justamente, verificar o que acontece conforme a proporção de células humanas usadas aumenta. Mas a ciência das quimeras ainda não atingiu esse patamar, mesmo fora do Japão. Nos Estados Unidos, já foram criados embriões de porco e ovelha contendo células humanas. São animais maiores e mais complexos, mas algumas preocupações seguem sendo as mesmas – e também nesses casos os fetos híbridos não chegaram a nascer.

Com um debate ético tão complexo, é natural que surja a questão: para que tudo isso? O uso mais propagandeado para as quimeras do futuro é o transplante de órgãos. Faltam órgãos humanos saudáveis que possam ser transplantados a pessoas doentes. Há décadas, cientistas sonham em poder cultivar órgãos humanos em outros animais – e aprender muito sobre genética no caminho.

Muito por isso, a equipe de Nakauchi busca concentrar as células humanas na formação de um órgão específico no corpo dos ratos. Primeiro, são feitas alterações no embrião do animal para que ele não tenha o gene necessário para o desenvolvimento de um órgão – o pâncreas, por exemplo. Então, os pesquisadores injetam células-tronco humanas, que podem originar qualquer tecido do corpo. De maneira muito simplificada, o objetivo é que o organismo do animal use as células humanas para produzir o órgão que ele não consegue fabricar por si só.

Esse experimento já foi feito em 2017 pela equipe de Nakauchi, mas usando células de camundongos em embriões de rato. Por se tratarem de espécies geneticamente próximas, o rato produziu um pâncreas feito inteiramente de células de camundongo. Esse órgão foi então transplantado para um camundongo diabético. E deu certo: o pâncreas controlou os níveis de açúcar no sangue e curou o camundongo da doença.

Acontece que fazer isso com humanos é bem mais complicado. No caso do experimento com ovelhas, o embrião resultante resistiu à intervenção. A maior parte das células humanas foi descartada pelo organismo, justamente por causa da distância genética entre as duas espécies. Na fase final do experimento, os órgãos das ovelhas continham quantidades ínfimas de células humanas, insuficientes para fazer qualquer diferença. Foi um balde de água fria nos cientistas que sonhavam com “fábricas animais de órgãos humanos” – mas uma contribuição essencial para a tão complexa ciência das quimeras.

Super Interessante

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Severino disse:

    As UFs daqui já fazem isso há anos. Especialmente na área de humanas. Não vou mencionar os bichos para não dar confusão.

FOTO: Incêndio criminoso no estúdio da Kyoto Animation deixa 33 mortos no Japão

Foto: Kyodo / via Reuters

Um incêndio criminoso em um estúdio de animação na cidade de Kyoto, no oeste do Japão, deixou 33 mortos nesta quinta-feira (18), informaram os bombeiros. Os trabalhos das equipes de resgate já foram encerrados.

Cerca de 70 pessoas estavam nos estúdios da Kyoto Animation por volta das 10h30 no horário local (22h30 em Brasília) quando um homem não identificado entrou no imóvel de três andares e jogou um líquido inflamável. Durante a ação, ele gritou: “Morram”.

Testemunhas disseram que as chamas se espalharam rapidamente e ainda não se sabe quantas pessoas conseguiram deixar imóvel ilesas.

O autor do ataque, de 41 anos, feriu-se na ação e foi levado sob custódia para um hospital. Ainda não se sabe o que teria motivado a sua ação e nem se ele teria algum vínculo com a empresa.

Bombeiros de Kyoto disseram que 37 pessoas foram levadas para vários hospitais, das quais dez em estado grave.

Cerca de 40 caminhões de bombeiros foram mobilizados para conter as chamas.

Tradicional estúdio

A Kyoto Animation, mais conhecida como KyoAni, tem cerca de 160 funcionários. Criada em 1981, o tradicional estúdio produz desenhos animados, cria personagens e concebe produtos derivados de suas séries inspiradas de mangás japoneses famosos. Entre suas produções estão “K-ON!”, “A Melancolia de Haruhi Suzumiya” e ” “Lucky Star”.

Embora a companhia não seja muito conhecida internacionalmente, ela foi responsável por um trabalho secundário de animação utilizado em “Pokemon” e “Winnie the Pooh”.

As redes sociais japonesas testemunharam muitas manifestações de solidariedade com o estúdio, e alguns usuários publicaram imagens de animações. Muitos usaram a hashtag “#PrayForKyoani”, uma referência à Kyoto Animation.

Baixos índices de violência

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, publicou uma mensagem no Twitter julgando a situação “amedrontadora demais para descrever com palavras”.

Os crimes violentos são relativamente raros no Japão, mas incidentes graves ocasionais chocaram o país.

Em 2016, 19 pessoas morreram esfaqueadas por um homem que invadiu uma clínica para pessoas com deficiência, em Sagamihara, de acordo com a Associated Press.

O pior caso de incêndio criminoso nos últimos tempos ocorreu, em 2001, em Kabukicho, distrito de Tóquio conhecido pelas casas de entretenimento adulto. Quarenta e quatro pessoas morreram.

G1

FOTO: Gato é reencontrado três anos após tsunami no Japão

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O gato de uma família japonesa que estava desaparecido desde o tsunami do Japão, em março de 2011, foi encontrado inesperadamente e se reencontrou com os donos. O animal, chamado Suika, sumiu no dia do desastre e os donos acreditavam que ele tinha morrido.

Os donos Kazuko e Takeo Yamagishi passaram três meses procurando o animal pela cidade de Ofunato, na província de Iwate, que foi duramente atingida pelo terremoto seguido de tsunami. Depois desse período, eles abandonarem qualquer esperança de que Suika poderia ter sobrevivido ao desastre.

No entanto, o gato foi visto no mês passado por um casal na floresta de uma cidade a nove quilômetros de Ofunato e levado para o centro de saúde local. Um funcionário viu os nomes dos proprietários e um número de telefone desbotados na coleira e entrou em contato com a família japonesa.

— É como um sonho — disse Takeo, de 64 anos, durante o reencontro.

Na ocasião, o animal estava aparentemente em boas condições de saúde e com um novo sino no pescoço. A filha do casal, de 36 anos, que vive em Tóquio, chorou de alegria quando foi informada por telefone do reaparecimento de Suika, disse Kazuko aos jornais locais.

O gato já esta vivia com a família há 12 anos e estava sozinho no dia do desastre. A casa ficou intacta após o tsunami, mas os donos não encontraram nenhum sinal de Suika quando voltaram.

O Globo

Copa das Confederações: Em jogo eletrizante, Itália supera Japão e torcida e garante vaga

Tetracampeã mundial, a Itália encontrou na Arena Pernambuco três adversários: o nervosismo, o Japão e a torcida, toda favorável aos asiáticos. A Azzurra superou o apagão no primeiro tempo para virar o placar, sofreu empate na etapa complementar, mas buscou a vitória por 4 a 3 nos últimos minutos para selar a classificação ao lado da Seleção Brasileira para a semifinal da Copa das Confederações.

Em dois tempos distintos, os nipônicos atropelaram os italianos e levantaram a torcida com o gol de pênalti de Honda após bobeada da zaga europeia. Kagawa, em belo voleio, ampliou. No final do primeiro tempo, De Rossi iniciou a reação dos tetracampeões em gol de cabeça.

Na volta do intervalo, Uchida fez contra e Balotelli, de pênalti, virou o resultado. Okazaki empatou novamente, mas Giovinco silenciou os torcedores com um gol aos 40 minutos do segundo tempo. Três minutos depois, os japoneses chegaram a empatar com Yoshida, mas o árbitro Diego Abal assinalou impedimento.

Na próxima rodada, a última do grupo A na Copa das Confederações, a Itália terá pela frente o Brasil para definir quem fica com a primeira colocação. O duelo está marcado para sábado às 16 horas (de Brasília) na Arena Fonte Nova, em Salvador. Já o Japão encerra a participação contra o México, no mesmo dia e horário, no Mineirão.

O jogo

A torcida presente na Arena Pernambuco demonstrou desde os primeiros minutos da partida que apoiaria e muito a seleção japonesa. A cada toque na bola dos nipônicos, os torcedores vibravam e ainda ‘ajudavam’ a marcar a Itália com fortes vaias. E a festa só não aumentou nos cinco minutos porque Buffon segurou cabeçada de Maeda.

Dez minutos depois, foi a vez de Kagawa bater firme de esquerda e obrigar o goleiro da Azurraa trabalhar. No ataque seguinte, porém, a defesa italiana foi castigada. O lateral esquerdo De Sciglio recuou mal e Buffon chegou atrasado, cometendo pênalti em Okazaki. Na cobrança, Honda soltou uma pancada no canto esquerdo e abriu o placar.

Aos 32 minutos, a torcida pernambucana foi novamente à loucura. Honda cruzou na área, a zaga da Itália se atrapalhou e deixou Kagawa livre para dominar, girar e fazer um golaço de voleio, sem chances para Buffon. Com a vantagem, o Japão passou a envolver os italianos com toques rápidos, sempre sob os gritos de olé vindos das arquibancadas.

E o resultado só não foi pior porque Bufon operou dois milagres seguidos: primeiro em falta de Kagawa e, depois, no rebote de Okazaki. Para aliviar os ânimos europeus, Pirlo cobrou escanteio no primeiro poste, De Rossi se antecipou e testou bonito para descontar. Nos acréscimos, a Itália ainda perdeu a chance de empatar quando o chute rasteiro de Giacherini beijou o pé da trave.

Com o recomeço da partida, no entanto, o panorama mudou completamente. Yoshida dominou errado na área, Giacherini aproveitou e cruzou para a pequena área. Uchida tentou afastar e acabou mandando contra o próprio patrimônio. O empate empolgou os italianos, que chegaram à virada ainda aos dez minutos.

Giovinco, que havia entrado no primeiro tempo na vaga de Aquilani, bateu firme da entrada da área e Hasebe chegou para travar. Depois do corte, a bola espirrou no braço do capitão japonês e o árbitro argentino Diego Abal marcou pênalti discutível. Balotelli assumiu a responsabilidade, caminhou lentamente e virou o placar.

Para não sofrer mais com as descidas de Nagatomo e Kagawa, Cesare Prandelli desfez a mudança feita em relação à estreia e sacou o ofensivo lateral direito Maggio para a entrada do marcador Abate, fazendo com que a equipe recuasse. Com isso, o Japão voltou a mandar na partida em São Lourenço da Mata e teve a atitude premiada pelo belo gol de cabeça de Okazaki.

Restando dez minutos para o final do jogo, a trave de Buffon balançou por duas vezes. Primeiro no chute cruzado de Okazaki e depois na cabeçada de Kagawa, sem goleiro, para desespero de Alberto Zaccheroni. Os gritos de olé voltaram a empurrar os japoneses, mas no contra-ataque De Rossi achou Marchisio e o camisa 8 cruzou na medida para Giovinco sacramentar a vitória emocionante dos italianos.

Da Gazeta Esportiva

Japão vai doar US$ 1 bilhão para a África

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, afirmou que o governo japonês vai oferecer uma ajuda financeira de 100 bilhões de ienes (cerca de US$ 1 bilhão) para o desenvolvimento do norte da África, nos próximos cinco anos, informou o jornal The Nikkei em sua edição online.

 O dinheiro será utilizado para prestar assistência humanitária, combater o desemprego e treinar 2 mil pessoas para manter a segurança e enfrentar o terrorismo na região de Sahel.

“Vamos tomar medidas de segurança mais fortes para os japoneses que trabalham com pessoas na região do Sahel”, disse Abe.

 O primeiro-ministro japonês se comprometeu a ajudar a África a combater a pobreza, o terrorismo e a desigualdade. Ele também disse que o Japão teria o apoio das Nações Unidas para as operações de manutenção da paz no continente. As informações são da Associated Press e da Dow Jones.

Do Estadão