Economia

Com pandemia em 2020, tombos do PIB na Espanha, França, Alemanha e Japão foram ainda piores que o do Brasil

Foto: Cesar Manso/AFP/Getty Images

PIB da Espanha despencou 11% em 2020, maior queda desde a Guerra Civil

Muito dependente de setores, como turismo e de restaurantes, a Espanha sofreu mais com a pandemia do que outros países desenvolvidos, como França (-8,3%), Alemanha (-5%) e Estados Unidos (-3,5%).

A quarta economia da zona do euro afundou na primeira parte do ano, devido ao rígido confinamento imposto na primavera boreal (outono no Brasil) para conter a primeira onda do coronavírus. A medida incluiu duas semanas de paralisação total das atividades não essenciais.

O desconfinamento levou a uma forte reativação, mas o aparecimento precoce de focos e as consequentes restrições para controlá-los voltaram a frear o crescimento.

Crise sanitária provocou queda recorde de 8,3% no PIB da França em 2020

A França e a Espanha registraram uma recessão massiva em 2020 e quedas recordes do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 de 8,3% e 11%, respectivamente.

A epidemia de Covid-19 levou o governo a restringir a atividade econômica para frear as contaminações, resultando em graves perdas para o país. O consumo teve uma queda de 7,1% no conjunto de 2020. Já o investimento registrou um recuo de 9,8%.

A crise sanitária também perturbou as trocas comerciais. As exportações tiveram uma queda de 16,7% enquanto as importações baixaram em 11,6%.

PIB da Alemanha tomba 5% em 2020 ante ano anterior, na maior queda desde 2009

Altamente impactado pela crise do novo coronavírus, o Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha tombou 5% em 2020 em relação ao ano anterior, apontou a Destatis, agência oficial de estatísticas do país. Trata-se da maior queda desde 2009, quanto a economia do país encolheu 5,7%, na esteira da crise financeira mundial. Desde então, a Alemanha não registrava PIB negativo.

Segundo comunicado da Destatis, a crise da covid-19 deixou “marcas claras” em quase todos os setores da economia da Alemanha. “A desaceleração econômica foi particularmente evidente nos setores de serviços. Alguns registraram quedas mais severas do que nunca. Um exemplo é o setor combinado de comércio, transporte e hospitalidade, cuja produção , ajustada pelo preço, foi 6,3% menor do que em 2019”, aponta a instituição.

Terceira maior economia do mundo tomba 4,8% em 2020

A economia japonesa encolheu 4,8% no ano de 2020, segundo dados oficiais preliminares divulgados nesta segunda-feira (15). Foi a primeira retração desde a crise financeira de 2009.

Com informações do G1, UOL e Infomoney

Opinião dos leitores

  1. Mas para os ESQUERDOPATAS somente o Brasil teve queda do PIB.
    Graças ao Presidente estamos conseguindo atravessar essa pandemia sem a destruição total da nossa economia. Apesar da mídia lixo trabalhar todo dia pelo FIQUE EM CASA, que usado sem critério só serve para destruir as empresas e os empregos, levando todos à miséria.

  2. É neh?
    Uma coisa são os efeitos considerando o peso da queda de 5% do PIB da Alemanha, um país Rico. Outra coida são os efeitos considerando o peso de uma queda de 4% do Brasil.
    Com esse presidente logo logo no Brasil só vai sobrar gemidos e ranger de dentes.

  3. Descalabro esse governo na saúde, educação, segurança, meio ambiente e economia. Nunca antes na história desse país

    1. Assim como nunca antes na história desse país tivemos um presidente que arrombou o cofres públicos, como fez o Lulitro 51!

  4. A diferença que os países acima citados fizeram lockdow para freiar o vírus e agora já tem vacinação bem mais avançada que o Brasil, aqui ficou meia-boca e a vacinação está a conta-gotas…não temos luz no fim do túnel…lá tem.

  5. O fato é que país nenhum no mundo, fez o que o nosso presidente Bolsonaro fez aqui.
    Segurou o taco.
    Ô vêi macho da gota serena.
    É cru!!!

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Saúde

Por falta de seringa, Japão pode desperdiçar milhões de doses de vacina da Pfizer

Foto: KAZUHIRO NOGI / AFP

Milhões de pessoas no Japão podem ficar sem vacina contra a Covid-19 porque o país comprou 144 milhões de doses da vacina Pfizer — o suficiente para 72 milhões de pessoas — mas não tem a sergina correta para a aplicação, segundo reportagem do Guardian.

As seringas padrão em uso no Japão não conseguem extrair a sexta dose de cada frasco fabricado pela farmacêutica norte-americana, segundo a ministra da Saúde, Norihisa Tamura.

Fatam seringas de baixo “espaço morto”, ou seja, que têm êmbolos estreitos capazes de puxar qualquer sobra de vacina, revela o jornal britânico. Sem elas, os vacinadores japoneses terão que usar seringas padrão que extraem apenas cinco doses por frasco. Dessa forma, além do despedício, haveria vacina suficiente para 60 milhões de pessoas. O Japão tem, aproximadamente, 127 milhões de habitantes.

“As seringas usadas no Japão podem tirar apenas cinco doses. Usaremos todas as seringas que temos que podem tirar seis doses, mas, é claro, não será suficiente à medida que mais injeções forem administradas”, disse Tamura, de acordo com a agência de notícias Kyod.

O governo japonês solicitou aos fabricantes de equipamentos médicos que aumentem a produção das seringas especializadas. Outros países que usam a vacina da Pfizer, como Estados Unidos e alguns da União Europeia, também relataram escassez desse tipo de material, o que significa que provavelmente haverá uma forte competição para garantir suprimentos adicionais rapidamente.

Segundo o Guardian, um funcionário do ministério da saúde japonês informou a uma agência de notícias local que: “quando o contrato foi feito, não tínhamos certeza de que um frasco poderia ser usado para seis doses. Não podemos negar que demoramos para confirmar isso”.

O Japão vai iniciar seu programa de vacinação contra a Covid-19 no dia 17 de fevereiro, alguns meses depois de várias nações desenvolvidas.

Os primeiros a serem vacinados serão entre 10 mil e 20 mil profissionais de saúde da linha de frente, seguidos por outros 3,7 milhões de trabalhadores de saúde a partir de meados de março. A imunização de 36 milhões de pessoas com 65 anos ou mais só deve começar no início de abril.

A Pfizer enviou, neste sábado, pedido de registro definitivo de sua vacina contra a Covid-19 no Brasil à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Caso a agência dê o aval à empresa, o imunizante, que a farmacêutica desenvolve com a alemã BioNTech, poderá ser distribuído amplamente e comercializado no país.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Meus amigos se o problema do governo do MINTOmaníaco inepto fosse faltar seringa… Se lá no Japão talvez faltem seringas aqui quase não tínhamos nem vacina!

    1. Kkkkkk. Virou partida de futebol? Cada qual escolhe seu político corrupto de estimação e torce até morrer ? Quando um time vence os outros tiram sarro? A que ponto o brasileiro chegou : ter político de estimação ! Logo no Brasil !

  2. No Japão, primeiro mundo, pode.
    Se fosse no Brasil o presidente estaria sendo esculhampado pela esquerda maldita.

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Saúde

Japão considera realizar testes de Ivermectina contra a covid-19

Foto: Reprodução

O governo metropolitano de Tóquio planeja realizar testes clínicos do medicamento antiparasitário Ivermectina em hospitais públicos e metropolitanos para avaliar sua eficácia contra a covid-19, apurou o “Nikkei”.

Os testes clínicos serão realizados em pacientes com sintomas leves.

“Se for confirmada como eficaz, espera-se que seja usada para pacientes em cuidados domiciliares, cujos números estão aumentando à medida que leitos hospitalares enchem em Tóquio”, diz trecho de reportagem local.

Com informações do site Valor

Opinião dos leitores

  1. Vc Zezinho do Gado é como o menino como dono da bola, não joga, leva a bola para casa de birra, beicinho, careta, pedindo supositório e chorando. Dizem alguns leitores que vc só tem língua (para a distante Anita), os seus culotes só servem para coceira, pois sem trabalho é a única coisa que vc pode fazer. ??????????????????

  2. Ivermectina é meus cunhão.
    Confusão besta, por mim, a boiada pode até substituir feijão por ivermectina…
    É bom que sobra feijão e o preço cai.

  3. Será que vocês não percebem que a "doença da polarização não faz vocês enxergarem um palmo diante do nariz? A reportagem fala de mais um País que está aceitando a possibilidade do uso da Ivermectina! Em nenhum momento é citado outro medicamento na reportagem. A verdade é que o uso desse medicamento cresce cada vez mais em outros países. Fora o Brasil, ele tem forte crescimento na Oceania, África, Europa, inclusive com uso aprovado na Noruega e agora tá chegando com força na Ásia. É uma pena que o Ministro Marcos Pontes não tenha enfatizado pesquisas com a ivermectina, fazendo isso com a Anita, que não tem o mesmo "poder de fogo"!

    1. Ate que fim uma pessoa sensata . . ! Ivermectina é prevenção.. baixa a carga viral e diminui os efeitos do virus e as vezes evita.

  4. Pode testar meu lord, é primeira de luxo.
    Aqui no RN já testamos com sucesso.
    Assim como a água de coco na veia deu certo na segunda guerra mundial a ivermectina ajuda é muito na pandemia.
    É show papai!!!!

    1. Os caras babam de ódio se alguém falar que tem algo que pode ser usado de forma precoce e consorciada. Defendida por médicos, com base no empirismo. Falam em ciência com base no que é lido na mídia lacradora. Pegar um estudo na língua original nem pensar.

  5. Ledo engano Sr Manoel F.
    Vá pesquisar.
    A cloroquina é comprada para ser distribuída para aqueles que trabalham e moram em área de risco q tem malária. O produto não pereceu, não sobrou e é constantemente produzida.

    1. Acho que vc está mencionando ou morando em outro país. Aqui no Brasil o MINTOmaníaco comprou estoque pra anos e com sobrepreço. O objetivo dele foi comprar e usar a cloroquina contra a covid. Não houve e não há qualquer comprovação que sirva pra covid. Pra malária ninguém tem dúvidas que sirva não. Segue link pra vc se informar melhor: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/2020/09/15/exclusivo-sem-contestar-exercito-paga-quase-triplo-por-insumo-da-cloroquina.

    2. Cloriquina não serve só pra a malária. Se resolveu usar por aqui com base em depoimentos de vários médicos que estavam (e continuam tendo) sucesso no uso precoce e consorcidado. Era o que, uma das substâncias que se tinha a mão quando estava todo o mundo batendo cabeça sem saber o que fazer (vide as idas e vindas da OMS). Fundamento cientifico, com base na pesquisa com toda a metodologia não tem até hoje, leva ANOS. Não dava para ter consenso (que acha que isso podia existir não sabe o que é ciência… despreza o empirismo e vive arrotando o seu santo nome em vão), ainda em meados do anos passado. Pede (MUITA) gente disposta a se submeter a teste duplo-cego, pede randonimzação, estrafiicação populacional, repetição, isolamento de hipóteses de interferência, revisão de pares, meta-análises. Quero saber se os sabichões que vivem arrotando a palavra ciência foram ler esses estudos em fonte primária (na língua original), para ver se todos os critérios científicos foram observados, ou se reproduzem o que a mídia lacradora escreve. Estudos sérios levam ANOS… a decisão pela HCQ se deu com base em relatos empíricos. Agora deliquientes entram numa campanha abjeta, desumana, ignominiosa contra todo o tipo de medicamento para uso precoce e consorciado… é a primeira virose que tem essa característica. É algo politico. Se se gastou com HCQ, primeiro, Bolsonaro não quis impor nada a ninguém, segundo, há um estoque aí para ser usado para outras doenças. Terceiro, dadas as circunstâncias, no máximo, foi uma aposta ruim contra a covid, repito, com base em relatos de médicos, sem ter a demorada consolidação de estudos. Bolsonaro é um politico, porque ele teria o interesse deliberado de matar pessoas.

    3. Neco me admira muito uma pessoa como você tão conhecedora dos métodos científicos se deixar levar por argumentos de relatos de um médico francês que até está sendo processado pois desvirtuou o estudo dele pra fazer parecer que a cloroquina servia pra tratar covid! Também não entendo como uma pessoa que parece ser tão conhecedora de métodos científicos cai em narrativas do MINTOmaníaco inepto que comprou estoque superfatura de cloroquina pra décadas com nosso dinheiro! Também me estranha muito uma pessoa que defender que um insumo de um remédio tem validade eterna pra tantos anos … As narrativas de Bolsonaro parece mesmo que encantam até os que se acham muito inteligentes… Cada político consegue iludir alguns por algum tempo, mas não tem como iludir muitos por tanto tempo… No final, a ficha vai cair de que o MINTOmaníaco eh mais um político corrupto e quadrilheiro como foi Lulaladrao e DilmAnta… São farinha do mesmo saco! Eh só questão de tempo descobrirem a verdade…

    4. Primeiro não foi só o médico francês. E ser processado em si, não quer dizer nada. Cadê as condenções? Aqui temos relatos como de profissionais como Marina Bucar, Ilse Yamagushi, Paulo Porto, Dr. Zebalos. Tem o relato do uso em Porto Feliz-SP. Em abril de 2020 se tinha o relato de uso bem sucedido por parte da Prevent Senior. Se houver supefaturamento de algo, prove que houve intenção deliberada nesse sentido. Muito fácil ficar julgando as decisões dos outros nuam situação de guerra em que ninugém sabe (ou no começo não se sabia) como enfrentar o inimigo. Pare de histeria e fazer espantalho. E não compare Bolsonoro com Lula. Não apele para falsas equilvalências.

  6. Deixa de ser burro Sr. George, vc não está falando de um país medíocre, insensato e qualquer. Nesse, as coisas acontecem quando existe fundamento e evidências concretas, Leia a materia. Não destile o seu veneno (fraco), por ser inconsequente e pequeno.

  7. Olhaí.
    E querem imputar ao presidente da República a pecha de irresponsável, negacionista, genocida.
    Aguardemos.
    As pessoas leigas e alguns profissionais " do contra" querem tumultuar a gestão do governo federal e atrapalhar quem prescreve e quer tomar.
    Numa pandemia como essa com um vírus fabricado vale a máxima tudo qto pior melhor ou salvar vidas é o mais importante?

    1. O MINTOmaníaco eh inepto e negacionista com força. Não esqueçam que ele quer empurrar a cloroquina pra desovar o estoque que comprou com sobrepreço é que NÃO TEM NENHUMA EFICÁCIA CONTRA O COVID.

    2. O cientista, Senhor Manoel F., deveria está trabalhando na OMS. Uma mão de obra qualificada e respeitada dessa, se perdendo em terras tupiniquins. Que desperdício!

    3. Não preciso ser cientista pra saber que não tenho como acreditar nas narrativas do MINTOmaníaco… Não preciso ser cientista pra derrubar narrativas que não se sustentam na realidade dos fatos…

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Diversos

FOTO: Japão, China, Coreia do Sul e Coreia do Norte já estão em 2021

PHOTO BY HUANG XUEBO/VCG VIA GETTY IMAGES

Japão, China, Taiwan, Singapura, Coreia do Sul e Coreia do Norte também já estão em 2021. Por voltas das 12h no horário de Brasília, os países asiáticos celebraram a chegada do novo ano. A Coreia do Norte, um dos países mais fechados do mundo, promoveu um show, sem distanciamento social, mas com a utilização de máscaras.

Também já é 2021 na Nova Zelândia. O país da Oceania comemorou a virada de ano por volta das 8h no horário de Brasília. Fogos de artifício e aglomerações marcaram a celebração e causaram uma certa “inveja” nos brasileiros. Na Austrália, o ano-novo já chegou também, quando os relógios marcavam 10h no Brasil.

A Nova Zelândia é um dos países tidos como referência no combate à pandemia de coronavírus. Até esta quinta-feira (31/12), o país registrou apenas 2.162 casos de Covid-19 e 25 mortes em decorrência da doença em seu território.

Com Metrópoles

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Diversos

Universal Studios Japão e Museu do Louvre reabrem em 8 de junho e 6 de julho, respectivamente

Foto: Divulgação

Universal Studios Japão reabre no próximo dia 8 de junho

O Universal Studios Japão reabre suas portas no próximo dia 8 de junho após três meses de operações suspensas por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). O parque na primeira semana só receberá visitantes provenientes de Osaka que possuem o passe anual. Uma semana depois (a partir do dia 15), passa a ser permitida a entrada de qualquer cidadão daquela cidade.

Somente no dia 19 de junho que a Universal permitirá a entrada de turistas provenientes da região de Kinki, englobando as cidades de Kyoto, Hyogo, Nara, Wakayama and Shiga. Todas as datas estão de acordo com a decisão do governo japonês de afrouxar o estado de emergência em todo o país na última semana, embora tenha pedido para que os cidadãos evitem cruzar fronteiras de municípios pelo menos até dia 19.

Diversos protocolos aprimorados de higiene e procedimento de boas práticas de saúde serão implementados nesta reabertura. Como acontecerá com a abertura dos parques da Universal em Orlando, haverá prática de distanciamento social, visitação diária ao parque controlada e reduzida; número controlado e reduzido de visitantes em atrações, em shows, e de assentos nos restaurantes; e maior limpeza e desinfecção de locais de alimentação, veículos das atrações, banheiros e outros pontos.

De acordo com o portal The Japan Times, enquanto o Universal Studios Japão já abrirá a partir deste mês, representantes de Disneyland Tóquio e DisneySea Tóquio afirmaram que a suspensão temporária de suas operações durará um pouco mais por conta de um temor que surgiu recentemente sobre uma segunda onda de contágio pelo coronavírus.

Em Orlando, nos Estados Unidos, o Universal Parks & Resorts anunciou planos de reabertura em fases do Universal Orlando Resort a partir de 5 de junho. A reabertura será gerenciada e incluirá uma vasta gama de novos e aprimorados procedimentos de boas práticas de saúde, segurança e higiene, com base nas diretrizes do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos) e das autoridades de saúde.

Já os hotéis do Universal Orlando Resort começam a reabrir as portas a partir de 2 de junho. A reabertura será gerenciada e em fases, incluindo uma série de novos e aprimorados procedimentos de saúde, segurança e higiene. Aqueles que ficarem nos hotéis do complexo poderão visitar os parques temáticos nos dias 3 e 4 de junho, antes da abertura ao público geral.

Museu do Louvre reabre em 6 de julho

Foto: Divulgação

O museu do Louvre, em Paris, será reaberto em 6 de julho, após a determinação do governo francês, que permitiu que museus e locais históricos reabrissem suas portas após a pandemia de coronavírus. A França deve aliviar ainda mais as restrições impostas para combater o vírus a partir de terça-feira (2), mas somente em julho os principais museus e atrações serão reabertos, embora alguns planejem fazê-lo em junho.

O ministro da Cultura, Franck Riester, confirmou na última sexta-feira (29) que usar uma máscara seria obrigatório para visitar museus na França, e alguns terão que criar sistemas de reservas para evitar grandes fluxos de visitantes. “A implementação de um sistema de reservas e novos sinais nos permitirá oferecer o máximo de segurança aos visitantes, além de usar uma máscara e respeitar o distanciamento social”, afirmou o Louvre em comunicado.

Ele acrescentou que as reservas online para visitar o Louvre quando reabrir em 6 de julho serão abertas em 15 de junho. O museu está fechado desde 13 de março. “Mesmo que pudéssemos descobrir os tesouros do Louvre de maneira virtual durante o bloqueio, nada pode substituir a emoção de conhecer um trabalho de maneira real”, disse o diretor do Louvre, Jean-Luc Martinez.

O Louvre aumentou sua presença virtual durante o confinamento e disse que agora é o museu mais seguido do mundo no Instagram, com mais de quatro milhões de seguidores.

Para outros locais, a antiga residência real, o Chateau de Versailles, nos arredores de Paris, será reaberta em 6 de junho, enquanto o Museu de Orsay, obra-prima impressionista, será inaugurado em 23 de junho, informou o Ministério da Cultura. O icônico Centro Pompidou de arte moderna de Paris será reaberto em 1º de julho.

Mercado & Eventos, com informações do The Japan Times

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Saúde

Japão quer aprovar antiviral remdesivir para o tratamento de coronavírus

Foto: © REUTERS / Issei Kato /Direitos reservados

O ministro da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social do Japão, Kato Katsunobu, deve aprovar, amanhã (7), o antiviral remdesivir para o tratamento do coronavírus.

Ele disse que pretende autorizar o medicamento, caso um painel consultivo o aprove.

O remdesivir foi desenvolvido pela Gilead Sciences, com sede nos Estados Unidos, para o tratamento de pacientes com ebola.

O governo japonês, por sua vez, deu início a procedimentos para acelerar a aprovação do antiviral como um possível tratamento para pacientes de coronavírus, após o lado americano ter aprovado seu uso emergencial na última sexta-feira.

O ministro da Saúde afirmou que a empresa farmacêutica ainda não informou a respeito da quantidade de remdesivir que pode ser fornecida ao Japão.

Ele disse que quer assegurar a maior quantidade possível do medicamento e disponibilizá-lo o quanto antes.

Agência Brasil

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Geral

Remédio para gripe usado no Japão curou pacientes da Covid-19 em 4 dias, informam chineses

Segundo profissionais de saúde da China, um medicamento usado no Japão para tratar casos específicos de gripe parece ser eficaz em pacientes com a Covid-19, causada pelo novo coronavírus. Zhang Xinmin, do ministério de ciência e tecnologia chinês, disse que o favipiravir, desenvolvido por uma subsidiária da Fujifilm, produziu resultados encorajadores em ensaios clínicos em Wuhan e Shenzhen envolvendo 340 pacientes.

De acordo com os médicos chineses, os pacientes que receberam o medicamento em Shenzhen testaram negativo para o vírus após cerca de quatro dias. Essa é uma queda considerável, considerando que a infecção costuma durar em torno de 11 dias.

Outro ponto positivo observado pelos especialistas diz respeito aos pulmões dos infectados pelo coronavírus. Estudo recente mostrou que entre 20% e 30% das pessoas afetadas pelo agente infeccioso terão danos permanentes no sistema respiratório. Entretanto, segundo os cientistas chineses, cerca de 91% dos pacientes tratados com o medicamento japonês apresentaram melhorias na condição pulmonar — entre os que não receberam o medicamento, esse índice foi de 62%.

Segundo o jornal britânico The Guardian, a Fujifilm Toyama Chemical, que desenvolveu o remédio, se recusou a comentar. No Japão, pesquisadores também estão usando o medicamento em estudos clínicos em pacientes com sintomas leves ou moderados da Covid-19. Mas, segundo o ministério da saúde japonês, a droga não é tão eficaz em pessoas com sintomas graves.

Galileu

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Diversos

Carro elétrico da Tesla vence o tempo de uma McLaren F1 no Japão

Imagem: Divulgação

Se você ainda tem dúvidas de que os carros elétricos, mais especificamente os modelos da Tesla, têm desempenho suficiente para se equiparar aos esportivos mais caros do mundo, talvez esse vídeo lhe faça mudar de ideia.

Um Tesla Model 3 Performance modificado pela Unplugged Performance, empresa especializada no “upgrade” de veículos da Tesla, bateu o melhor tempo de uma McLaren F1 em uma volta no circuito de Tsukuba, no Japão. Produzida entre 1992 e 1998, a F1 é equipada com um motor de 618 hp, que vai de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos, e tem velocidade máxima de 350 km/h.

O Model 3 usado no teste tem o interior completo, além de para-choques frontal e pneus originais de fábrica e é “street spec”. Ou seja, está configurado para circular nas ruas, sem nada específico para corridas. Entretanto, ele recebeu acessórios como novas molas, discos de freio, difusores traseiros, assentos, rodas e outros itens. A Unplugged Performance chama o carro modificado de “Unplugged Performance Model 3 Ascension-R”.

O carro completou uma volta no circuito de Tsukuba em 01:03.38, contra 01:04.62 da McLaren. Ou seja, 1,2 segundos mais rápido. Segundo a Unplugged Performance, é possível melhorar ainda mais o resultado correndo com tempo melhor (01:02.5), com pneus semi-slick (1:01) ou com pneus slick de corrida e interior “pelado” para reduzir o peso (0:59). Assista:

Vale mencionar que um Tesla Model 3 custa muito menos que uma McLaren F1. Na configuração Performance, o carro sai por US$ 57.000 e o kit de upgrade para o modelo Ascension-R custa a partir de US$ 35.000.

Quando lançada, a McLaren F1 custava US$ 1 milhão, e apenas 106 unidades foram produzidas. Atualmente, carros são vendidos por preços entre US$ 8 milhões e 13,5 milhões, com alguns modelos específicos chegando a US$ 25 milhões em vendas privadas entre colecionadores.

Olha Digital

Opinião dos leitores

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Saúde

Mulher pega coronavírus pela 2ª vez no Japão

Foto: Eugene Hoshiko/AP

Uma mulher que trabalha como guia de ônibus de turismo no Japão pegou o novo coronavírus por duas vezes. A informação foi divulgada pelo governo da província de Osaka, no oeste do país, segundo a agência Reuters.

A mulher, que tem por volta de 40 anos, fez o teste pela segunda vez na quarta-feira (26) após ter dor de garganta e no peito.

A primeira vez em que a guia de turismo foi infectada foi no fim de janeiro. Ela ficou internada e recebeu alta do hospital em 1º de fevereiro.

Embora esse seja o primeiro caso conhecido no Japão, infecções reincidentes foram relatadas na China, onde a doença se originou no fim de 2019.

Na quinta-feira (27), o número de casos confirmados no Japão aumentou de 170 para 186. Esses casos registrados pelo Ministério da Saúde japonês estão separados dos 704 registrados no navio cruzeiro Diamond Princess, que ficou em quarentena em Yokohama, uma cidade ao sul de Tóquio.

Um total de sete pessoas morreram no país, incluindo quatro do navio.

Na quarta, Tóquio pediu que grandes encontros e eventos esportivos sejam suspensos ou reduzidos por duas semanas para conter a expansão do vírus.

Temor de cancelamento da Olimpíada

A expansão do vírus acontece poucos meses antes do início dos jogos olímpicos, que começam em 24 de julho. A ministra japonesa a cargo da Olimpíada tentou apaziguar os temores de que o evento possa ser cancelado.

Dick Pound, membro do Comitê Olímpico Internacional (COI), disse que é mais provável cancelar do que adiar ou transferir os Jogos se a ameaça do vírus forçar uma mudança de calendário, relatou a agência Associated Press, e que uma decisão será necessária até maio.

“O COI está se preparando para os Jogos de Tóquio tal como programado”, disse a ministra Seiko Hashimoto no Parlamento ao ser indagada sobre o comentário de Pound. “Continuaremos nossos preparativos para que o COI possa tomar decisões sensatas”.

Mais de 80 mil infectados

O surto, que começou em Wuhan, na província de Hubei, espalhou-se rapidamente. Desde a primeira morte, um chinês de 61 anos que faleceu em Wuhan no dia 9 de janeiro, mais de 2,7 mil pessoas já morreram em decorrência do novo coronavírus. A grande maioria das mortes ocorreu na China continental. A infecção está presente em pelo menos 42 países, inclusive no Brasil, que confirmou seu primeiro caso nesta quarta-feira (26).

G1

 

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Saúde

Argentino em cruzeiro em quarentena no Japão é o 1º caso de latino-americano com coronavírus

Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters

Um dos 61 contaminados pelo novo coronavírus no navio de cruzeiro “Diamond Princess” é um argentino, informou o Ministério da Saúde do Japão nesta sexta-feira (7). Esse primeiro caso de contaminação de um latino-americano nesta epidemia, que já deixou mais de 600 mortos.

A embarcação, que transporta 3.700 pessoas, está em quarentena na costa do Japão. A identificação do passageiro não foi divulgada. Oito argentinos estão a bordo, segundo o diário “El Clarín”.

As autoridades divulgaram a nacionalidade de 41 passageiros infectados: são 21 japoneses, oito americanos, cinco canadenses, cinco australianos, um britânico e um argentino.

O anúncio da quarentena aconteceu dois dias após o Japão anunciar que não vai permitir a entrada de pessoas que tenham passado pela China nos últimos 14 dias.

O primeiro caso em território japonês foi confirmado em 28 de janeiro. De acordo com o Ministério da Saúde do Japão, o paciente era um motorista de ônibus de 60 anos que transportou um grupo de viajantes de Wuhan entre 8 e 16 de janeiro.

Casos na China passam de 31 mil

A província chinesa de Hubei, epicentro da epidemia do novo coronavírus, o 2019 n-CoV, registrou 69 novas mortes, de acordo com atualização da noite desta quinta-feira (6). Com isso, são 637 óbitos no país. Outros 2.447 casos foram confirmados apenas na região mais afetada, totalizando mais de 31.211 mil em toda a China.

A morte do médico chinês Li Wenliang, apontado por um dos primeiros a identificar a existência do surto, foi confirmada por volta das 17h desta quinta pelo Hospital Central de Wuhan em seu perfil na rede social Weibo.

“Li Wenliang, oftalmologista do nosso hospital, infelizmente infectado na luta contra a epidemia do novo coronavírus, (…) morreu às 2h58 de 7 de fevereiro de 2020 (1h58 de 6 de fevereiro no horário de Brasília). Lamentamos profundamente”, diz trecho da nota divulgada pelo hospital.

Li Wenliang, de 34 anos, foi um dos oito médicos que a polícia chinesa investigou sob acusação de “espalhar boatos” relacionados ao surto. Ele era casado e tinha uma filha de cinco anos.

A morte de Li chegou a ser anunciada no começo da tarde desta quinta-feira por ao menos dois veículos de comunicação estatais da China. Logo em seguida, o Hospital Central de Wuhan, negou e disse que ele ainda estava em estado grave na UTI, mas, por volta das 17h, confirmou a morte do funcionário.

G1

Opinião dos leitores

  1. QUERO VER DEPOIS DO CARNAVAL !!!!!!!!
    MILHARES DE PESSOAS VINDO DE DIVERSOS PAÍSES SEM OS CUIDADOS COM O CORONA VIRUS

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Diversos

Carlos Ghosn reaparece no Líbano e se diz inocente de acusação de crimes financeiros no Japão

Foto: Reuters

Em sua primeira aparição desde sua espetacular fuga do Japão para o Líbano, o ex-presidente do conselho de administração da Nissan Carlos Ghosn se disse inocente e vítima de “uma campanha de difamação” ao conceder, na manhã desta quarta-feira, a sua esperada coletiva à imprensa em Beirute, a capital libanesa. No Japão, ele é acusado de malversação financeira e sonegação fiscal.

Ghosn, que deu declarações em inglês e, em seguida, falará também em francês e árabe, falou de forma exaltada, gesticulando e recebendo até tímidos aplausos da plateia quando agradeceu a acolhida no Líbano. Ele se disse vítima de um golpe na Nissan e citou nominalmente os executivos Hiroto Saikawa, Hitoshi Kawaguchi e Masakazu Toyoda como alguns dos que conspiraram contra ele.

Saikawa, que era um protegido de Ghosn, denunciou o executivo na noite da prisão e o sucedeu no cargo, perdeu o emprego menos de um ano depois envolvido em seu próprio escândalo por supostamente ter recebido bônus corporativos em excesso.

Hitoshi Kawaguchi era chefe de Assuntos Governamentais na Nissan e, por isso, um importante interlocutor entre a montadora e o governo do Japão.

Ghosn porém evitou citar autoridades japonesas que o tenham prejudicado:

– Posso citar nomes do (governo do) Japão, mas estou no Líbano e respeito a hospitalidade do Líbano e não vou dizer nada que deixe isso mais difícil. Vou manter silêncio a respeito dessa parte, não quero falar nada que vá prejudicar o governo libanês.

Em sua entrevista, Ghosn lembrou que ficou preso por 130 dias, sem ter sido levado a julgamento e sob pressão para fazer uma confissão.

– Há um ano declarei minha inocência. Passei por seguidos confinamentos solitários, fiquei seis semanas sem ter contato com a minha família. Foram 14 meses de sofrimento – relatou Ghosn.

O brasileiro, que tem também nacionalidades francesa e libanesa, chegou a dizer que se sentia “refém de um país”, numa referência a suspostos abusos que diz ter sofrido de autoridades do Japão.

Segundo o ex-executivo, ele passou por interrogatórios de até 8 horas por dia, sem o acompanhamento de advogados, e foi pressionado a confessar os crimes.

– Os procuradores diziam, e isso está gravado, “se você não confessar, vamos atrás de você e de sua família”. O único objetivo deste sistema (judicial) é obter uma confissão que não necessariamente tem relação com a verdade.

Ghosn lembrou que a taxa de condenação no sistema judiciário japonês é de 99,5%, com índices mais altos para estrangeiros. E voltou a afirmar que não fugiu da Justiça, mas sim de perseguição política.

O executivo alegou ainda que sofreu uma campanha de difamação de “indivíduos vingativos na Nissan”. Atribuiu sua prisão à disputa de poder no comando da Nissan, enquanto o processo de integração com a Renault era conduzido. Ele foi o arquiteto da aliança global entre as montadoras japonesa e francesa.

Ghosn lembrou que a França aumentou seu poder no conselho do grupo e os japoneses se ressentiram por não ter os mesmos direitos na parceria.

– Eu fui CEO da Nissan por 17 anos, porque eu era Carlos Ghosn, eu tinha performance, eu tinha resultado, a empresa pagava dividendos, tinha dinheiro. Em 2017, começou um declínio na empresa e a responsabilidade foi atribuída a mim. Havia um nervosismo por parte da cúpula da administração – relatou.

Em seguida, acrescentou:

– Alguns dos japoneses acharam que a única maneira de ter influência sobre a Nissan era se livrar do Carlos Ghosn.

Quando Ghosn assumiu a gestão da Nissan, vindo da Renault, a montadora japonesa tinha acabado de fazer uma aliança com a francesa após quase ir à bancarrota. Seu sucesso à frente do grupo fez de Ghosn um herói no Japão, onde virou até personagem de mangá.

Ghosn era peça-chafe na aliança Nissan-Renault, que depois incorporou a Mistsubishi, em 2016. No entando, os bônus corporativos em excesso acabaram causando desconforto, sobretudo no Japão, onde a cultura empresarial não prevê pagamentos exorbitantes aos gestores.

O ressentimento entre os japoneses aumentou após uma reestruturação societária que levou a Renault a deter 43% da Nissan, enquanto a japonesa ficou com apenas 15% da montadora francesa.

O Globo

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Polícia

A surpreendente fuga do empresário brasileiro Carlos Ghosn de prisão domiciliar no Japão para o Líbano

O ex-presidente da Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, viajou ao Líbano após fugir do Japão, onde é acusado de crimes financeiros.

Num comunicado, Ghosn disse que não fugiu da Justiça, mas sim “da injustiça e da perseguição política”. O advogado Junichiro Hironaka, que representa o brasileiro, afirmou que está “estupefato” com a notícia e que não falou recentemente com seu cliente.

Não está claro como Ghosn conseguiu deixar o país, já que ele estava impedido de viajar para o exterior e sob supervisão da Justiça.

O brasileiro, que tem um patrimônio estimado em US$ 120 milhões, era uma das figuras mais poderosas da indústria automotiva até ser preso em novembro de 2018. Ele nega ter cometido qualquer irregularidade.

O caso dele atraiu atenção internacional e os vários meses em que ficou na prisão levou a um questionamento sobre o sistema judicial japonês. O executivo de 65 anos nasceu no Brasil, é descendente de libaneses e passou parte da infância e juventude em Beirute, capital do Líbano, antes de completar os estudos em Paris.

Ele possui passaportes francês, brasileiro e libanês. Mas seu advogado disse a repórteres em Tóquio, nesta terça (31), que a equipe de defesa de Ghosn ainda está com os documentos dele.

“Eu nem sei se conseguiremos contato com ele. Não sei como vamos prosseguir a partir de agora”, disse Hironaka.

O Líbano não tem acordo de extradição com o Japão. Ghosn foi liberado da prisão em abril após pagar US$ 9 milhões em fiança e sob várias restrições que tinham como objetivo impedir que ele saísse do país.

(mais…)

Opinião dos leitores

  1. Tão normal sonegar no Brasil. A maioria das empresas brasileiras fazem isso. E nem acontece nada!

  2. O cara tava preso há mais de ano e sequer foi julgado. Quem fala q o judiciário brasileiro é lento, desconhece como funciona no restante do mundo civilizado.

    1. Esse senhor possui três cidadanias: nascido em Rondônia, filho de libaneses, naturalizado francês. Quem Já o viu falando percebe a dificuldade que ele tem com a língua portuguesa. Na verdade ele tem muito pouco de brasileiro.

    2. Embora a maior parte ele viveu fora do Brasil, mas ele é igual a Pitu, Mania de Brasileiro.
      Kkkk
      Todos sabem a fama de brasileiro mundo a fora, o resultado ñ poderia ser diferente.
      Mas se fosse no Brasil ele ainda conseguiria alguns Bilhoes emprestado comprando alguns políticos

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Diversos

Microsoft implanta fim de semana de 3 dias no Japão e produtividade aumenta 40%

Microsoft implantou em agosto fim de semana de três dias e registrou aumento de 40% na produtividade — Foto: Divulgação/Microsoft

A Microsoft do Japão introduziu uma nova estratégia com o objetivo de melhorar o equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho de seus funcionários: um fim de semana de três dias.

O Japão é conhecido por ter algumas das mais longas jornadas de trabalho do mundo – quase um quarto das empresas exigia que os funcionários cumprissem mais de 80 horas extras por mês, de acordo com uma pesquisa do governo japonês de 2016. O país então introduziu uma nova lei este ano, limitando as horas extras legais a 45 horas por mês e 360 horas por ano.

Ao implantar o fim de semana com três dias, a Microsoft descobriu que, ao diminuir horas na semana de trabalho, a produtividade teve um aumento expressivo. Em agosto, a empresa realizou o chamado “Desafio de Verão Escolha Trabalho-Vida 2019. Durante o mês, os 2.300 funcionários tiveram todas as sextas-feiras de folga. E a produtividade dentro da empresa aumentou 40% no período.

O estudo constatou que a semana de trabalho de quatro dias forçou os funcionários a usar seu tempo com mais eficiência – muitas das reuniões foram cortadas, encurtadas ou alteradas para reuniões virtuais em vez de presenciais.

Os funcionários também tiraram 25,4% menos dias de folga durante o mês, imprimiram 58,7% menos páginas e consumiram 23,1% menos eletricidade no escritório.

Ao final de agosto, pesquisa entre os funcionários mostrou que 92,1% deles aprovaram a semana de trabalho de quatro dias. Devido ao sucesso do programa, a Microsoft diz que planeja implementá-lo novamente no próximo inverno ou em outras datas no futuro.

G1

 

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Esporte

SURFE: Potiguar Ítalo Ferreira chega atrasado, compete de bermuda jeans e avança no Japão

Foto: ISA/Jimenez

A estreia de Ítalo Ferreira nos Jogos Mundiais de Surfe da ISA (Associação Internacional de Surfe), no Japão, teve ingredientes inusitados. Ameaçado de ficar fora após ter o passaporte furtado nos Estados Unidos e ter problema com vistos, na última semana, o surfista brasileiro só conseguiu chegar à praia de Kisakihama nesta terça-feira, com a bateria em andamento. Na verdade, entrou no mar faltando oito minutos para acabar a disputa e saiu vitorioso.

Este atraso aconteceu devido ao pouso forçado de Ítalo em Nagasaki após tufões fecharem o espaço aéreo em Tóquio, seu destino inicial previsto.

Ítalo sequer aguardou suas pranchas desembarcarem, seguindo do aeroporto direto para o local do evento. Pegou uma prancha emprestada por Filipe Toledo, vestiu a lycra e, de bermuda jeans, correu para o mar.

Mesmo com pouco tempo e com a quarta prioridade na bateria, o potiguar conseguiu somar 13,46 pontos, com direito a uma onda de 8,33 pontos. Superou o argentino Leandro Usuna, o mexiano Dylan Southworth e o norueguês Frode Goa, respectivamente.

A competição no Japão reúne surfistas de 55 países e é um evento obrigatório para os atletas com pretensões de disputar os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Além de Ítalo e Filipinho, o Brasil conta com o bicampeão mundial Gabriel Medina na disputa.

Ítalo quase ficou fora da prova após ter o passaporte furtado na última terça-feira, quando teve o carro arrombado em Los Angeles, nos Estados Unidos. O surfista fez campanha para localizar o documento devido aos vistos, mas sem sucesso. Após muita burocracia e correria, conseguiu embarcar para o Japão para competir.

Globo Esporte RN

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Diversos

Japão aprova primeira experiência de hibridização entre humanos e animais

(ugurhan/Getty Images)

Pela primeira vez, a ciência japonesa vai fazer fazer experiências com seres híbridos, com células humanas e de animais de outras espécies. Até o início deste ano, era terminantemente proibido no Japão desenvolver qualquer tipo de pesquisa com embriões de bichos que contivessem células humanas.

Em março de 2019, o ministro da educação e ciência do país autorizou a prática. Ainda assim, ninguém pode sair fazendo pesquisas com quimeras (esses seres com células de mais de uma espécie) no quintal – pelo menos, não legalmente. Pesquisas específicas precisam ser submetidas e autorizadas pelo comitê do mesmo ministério.

A primeira aprovação governamental veio agora, para o pesquisador Hiromitsu Nakauchi. Especialista em células-tronco, ele esperava pelo consentimento do governo para o seu projeto há dez anos.

A pesquisa será conduzida pela Universidade de Tóquio em conjunto com a Universidade de Stanford. O cientista pretende transplantar células humanas em embriões de ratos e camundongos. Então, os embriões serão inseridos no útero da mãe para se desenvolverem normalmente.

Mas esses camundongos híbridos não chegarão a ter uma vida fora do útero. O experimento deve ser interrompido depois de 14 dias, apenas tempo suficiente para verificar como se desenvolveram os órgãos dos animais experimentais.

Há uma preocupação ética muito grande em estabelecer os limites de desenvolvimento desses animais híbridos. Ainda não se sabe que efeitos as células humanas podem ter sobre diferentes aspectos do organismo do animal – como as células sexuais ou o cérebro. Mas, para evitar o pânico, já avisamos que o efeito deve ser bastante pequeno. Quanto mais inicial a pesquisa, menor a proporção de células humanas usada no experimento – e mais provável que elas tenham quase nenhuma contribuição na constituição final do organismo do bicho.

O grande mistério é justamente, verificar o que acontece conforme a proporção de células humanas usadas aumenta. Mas a ciência das quimeras ainda não atingiu esse patamar, mesmo fora do Japão. Nos Estados Unidos, já foram criados embriões de porco e ovelha contendo células humanas. São animais maiores e mais complexos, mas algumas preocupações seguem sendo as mesmas – e também nesses casos os fetos híbridos não chegaram a nascer.

Com um debate ético tão complexo, é natural que surja a questão: para que tudo isso? O uso mais propagandeado para as quimeras do futuro é o transplante de órgãos. Faltam órgãos humanos saudáveis que possam ser transplantados a pessoas doentes. Há décadas, cientistas sonham em poder cultivar órgãos humanos em outros animais – e aprender muito sobre genética no caminho.

Muito por isso, a equipe de Nakauchi busca concentrar as células humanas na formação de um órgão específico no corpo dos ratos. Primeiro, são feitas alterações no embrião do animal para que ele não tenha o gene necessário para o desenvolvimento de um órgão – o pâncreas, por exemplo. Então, os pesquisadores injetam células-tronco humanas, que podem originar qualquer tecido do corpo. De maneira muito simplificada, o objetivo é que o organismo do animal use as células humanas para produzir o órgão que ele não consegue fabricar por si só.

Esse experimento já foi feito em 2017 pela equipe de Nakauchi, mas usando células de camundongos em embriões de rato. Por se tratarem de espécies geneticamente próximas, o rato produziu um pâncreas feito inteiramente de células de camundongo. Esse órgão foi então transplantado para um camundongo diabético. E deu certo: o pâncreas controlou os níveis de açúcar no sangue e curou o camundongo da doença.

Acontece que fazer isso com humanos é bem mais complicado. No caso do experimento com ovelhas, o embrião resultante resistiu à intervenção. A maior parte das células humanas foi descartada pelo organismo, justamente por causa da distância genética entre as duas espécies. Na fase final do experimento, os órgãos das ovelhas continham quantidades ínfimas de células humanas, insuficientes para fazer qualquer diferença. Foi um balde de água fria nos cientistas que sonhavam com “fábricas animais de órgãos humanos” – mas uma contribuição essencial para a tão complexa ciência das quimeras.

Super Interessante

 

Opinião dos leitores

  1. As UFs daqui já fazem isso há anos. Especialmente na área de humanas. Não vou mencionar os bichos para não dar confusão.

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Diversos

FOTO: Incêndio criminoso no estúdio da Kyoto Animation deixa 33 mortos no Japão

Foto: Kyodo / via Reuters

Um incêndio criminoso em um estúdio de animação na cidade de Kyoto, no oeste do Japão, deixou 33 mortos nesta quinta-feira (18), informaram os bombeiros. Os trabalhos das equipes de resgate já foram encerrados.

Cerca de 70 pessoas estavam nos estúdios da Kyoto Animation por volta das 10h30 no horário local (22h30 em Brasília) quando um homem não identificado entrou no imóvel de três andares e jogou um líquido inflamável. Durante a ação, ele gritou: “Morram”.

Testemunhas disseram que as chamas se espalharam rapidamente e ainda não se sabe quantas pessoas conseguiram deixar imóvel ilesas.

O autor do ataque, de 41 anos, feriu-se na ação e foi levado sob custódia para um hospital. Ainda não se sabe o que teria motivado a sua ação e nem se ele teria algum vínculo com a empresa.

Bombeiros de Kyoto disseram que 37 pessoas foram levadas para vários hospitais, das quais dez em estado grave.

Cerca de 40 caminhões de bombeiros foram mobilizados para conter as chamas.

Tradicional estúdio

A Kyoto Animation, mais conhecida como KyoAni, tem cerca de 160 funcionários. Criada em 1981, o tradicional estúdio produz desenhos animados, cria personagens e concebe produtos derivados de suas séries inspiradas de mangás japoneses famosos. Entre suas produções estão “K-ON!”, “A Melancolia de Haruhi Suzumiya” e ” “Lucky Star”.

Embora a companhia não seja muito conhecida internacionalmente, ela foi responsável por um trabalho secundário de animação utilizado em “Pokemon” e “Winnie the Pooh”.

As redes sociais japonesas testemunharam muitas manifestações de solidariedade com o estúdio, e alguns usuários publicaram imagens de animações. Muitos usaram a hashtag “#PrayForKyoani”, uma referência à Kyoto Animation.

Baixos índices de violência

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, publicou uma mensagem no Twitter julgando a situação “amedrontadora demais para descrever com palavras”.

Os crimes violentos são relativamente raros no Japão, mas incidentes graves ocasionais chocaram o país.

Em 2016, 19 pessoas morreram esfaqueadas por um homem que invadiu uma clínica para pessoas com deficiência, em Sagamihara, de acordo com a Associated Press.

O pior caso de incêndio criminoso nos últimos tempos ocorreu, em 2001, em Kabukicho, distrito de Tóquio conhecido pelas casas de entretenimento adulto. Quarenta e quatro pessoas morreram.

G1

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