Butantan anuncia que testes da CoronaVac chegaram à fase final

Foto: © REUTERS/Thomas Peter/Direitos Reservados

Chegou à fase final o estudo clínico da CoronaVac, a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com biofarmacêutica Sinovac Life Science. De acordo com informações do governo de São Paulo e do Instituto Butantan, os resultados sairão na primeira semana de dezembro e a previsão é a de que, até janeiro de 2021, 46 milhões de doses estejam disponíveis no Brasil.

Os resultados serão enviados pelo Comitê Internacional independente na primeira semana de dezembro para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analise o relatório para verificação da vacina. Os testes no Brasil estão sendo coordenados desde julho pelo Butantan em 16 centros de pesquisa científica espalhados em sete estados brasileiros e no Distrito Federal, com 13 mil voluntários envolvidos. Na última semana, o primeiro lote com 120 mil doses chegou a São Paulo.

Na última terça-feira (17), os resultados da fase anterior de estudos clínicos da CoronaVac foram publicados pela revista científica Lancet, uma das mais importantes do mundo. A publicação mostrou que a vacina é segura e tem capacidade de produzir resposta imune no organismo 28 dias após sua aplicação em 97% dos casos.

Outras vacinas

Nesta segunda-feira (23) a farmacêutica britânica AstraZeneca anunciou a vacina que o laboratório está desenvolvendo contra o novo coronavírus pode ter 90% de eficácia, sem nenhum efeito colateral grave. Desenvolvida pela Universidade de Oxford, atingiu esse percentual na prevenção da doença quando administrada em meia dose e, pelo menos um mês depois, uma dose integral, de acordo com dados do estudo clínico em estágio avançado realizado no Reino Unido e no Brasil. A farmacêutica terá 200 milhões de doses da vacina até o final deste ano, com 700 milhões de doses prontas globalmente até o fim do primeiro trimestre de 2021.

A americana Pfizer informou na última quarta-feira (18) que os resultados finais do teste de estágio avançado de sua vacina mostram que o imunizante é 95% eficaz, tem todos os dados de segurança exigidos referentes a dois meses e que solicitaria autorização para uso emergencial nos Estados Unidos em alguns dias. Segundo a Pfizer, a eficácia da vacina desenvolvida em parceria com alemã BioNTech foi consistente em dados demográficos de idade e etnia, e que não houve efeitos colaterais importantes.

A concorrente Moderna divulgou na segunda-feira (16) dados preliminares para sua vacina, mostrando eficácia semelhante.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Emerson Fonseca disse:

    Está vacina é para Seres humanos, para aftosa já existe vacina, o Gado Minion não precisa se preocupar. Muuuuuuu…👉🏽👉🏽🐃🐂🐃🐄🐃

  2. Biró disse:

    Pronto!!
    Chama na bunda da petezada.
    Kkkkkkk

Vacina contra o câncer criada em Harvard é eficaz em 100% dos testes

Esponja é inserida sob a pele em área onde paciente teve tumor removido. Foto: Divulgação/Wynn Institute

Cientistas do Wynn Institute, ligado à Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, conseguiram resultados promissores em uma potencial vacina contra alguns tipos de câncer.

O estudo, publicado nesta semana na revista científica Nature Communications, mostra que o pequeno disco desenvolvido foi capaz de prevenir a recidiva de tumores em camundongos.

A vacina é um biomaterial do tamanho de um comprimido (8 mm x 2 mm) que foi idealizado para ser implantado na área onde o paciente já teve um tumor prévio, como de mama, por exemplo.

Essa esponja é implantada sob a pele e projetada para recrutar e reprogramar as células imunológicas do próprio paciente “no local”, instruindo-as a viajar pelo corpo, alojar-se nas células cancerosas e, em seguida, matá-las.

Segundo o Wynn Institute, a potencial vacina reúne o poder de dois dos tratamentos muito usados contra o câncer: a quimioterapia e a imunoterapia.

Ao mesmo tempo em que tem a capacidade de matar as células cancerígenas (quimioterapia), ela também tem o efeito de longo prazo da imunoterapia.

“Quando camundongos com câncer de mama triplo-negativo agressivo (TNBC) receberam a vacina, 100% deles sobreviveram a uma injeção subsequente de células cancerosas sem recidiva”, diz o estudo.

Um dos autores do estudo, Hua Wang, ressaltou a importância desse tipo de tecnologia para o tratamento de alguns tipos de tumores malignos cujos tratamentos disponíveis hoje não têm tanta eficácia.

“O câncer de mama triplo-negativo não estimula respostas fortes do sistema imunológico, e as imunoterapias existentes não conseguiram tratá-lo. Em nosso sistema, a imunoterapia atrai várias células imunológicas para o tumor, enquanto a quimioterapia produz um grande número de fragmentos de células cancerosas mortas que as células imunológicas podem pegar e usar para gerar uma resposta eficaz e específica contra o tumor.”

Embora otimistas, os estudos para esse tipo de antígeno ainda precisam de mais respostas e devem continuar pelos próximos anos. Os cientistas pretendem explorar combinações de quimioterapia com vacinas contra o câncer para melhorar a resposta antitumoral em casos de difícil tratamento.

O diretor-fundador do Wyss Institute, Don Ingber, comemorou o avanço da potencial vacina e disse que ela “oferece uma nova esperança para o tratamento de uma ampla gama de cânceres”.

“É uma forma inteiramente nova de quimioterapia combinada que pode ser administrada por meio de uma única injeção e potencialmente oferece maior eficácia com toxicidade muito menor do que os tratamentos convencionais usados ​​hoje.”

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Hermes disse:

    Essa o véi vai trazer pra vacinar o gado.
    Ô véi bom da gota serena.

  2. José Macedo disse:

    Pelo informado parece que é muito menos agressivo do que a quimioterapia e rádio terapia, podendo, talvez, ser implantada perto de algum órgão onde é perigoso aplicar estes tratamentos tipo uma artéria do coração, resta saber o valor, quando estará pronta e se os urubus que ganham dinheiro com os tratamentos atuais irão permitir.

  3. Edvaldo Lins disse:

    Vai ser obrigatória a quem tem a doença ou nesse caso não precisa? Tem que ser respeitado o direito humano sobre a vida?
    Nesse caso, a pessoa pode decidir se quer ou não tomar e como vai ficar sua vida?
    Em países democráticos como Venezuela, Cuba e Coréia do Norte quem vai de uso é o líder, ditador e democrata soberano, mandatário da nação. O ditador manda e criam a justificativa que "assim será melhor para todos, só assim, obrigando a tomar, o povo será salvo".

    • Pedro disse:

      Pela resposta do Edvaldo, já sabemos em quem votou..
      NÃO leu…nem sabe do que o texto fala, mas já tá dando sua "opinião".
      Muuuuuuuuuuuu

    • Calígula menininha do Pr. disse:

      Vamos com calma, se for comunista no poder é obrigação; caso seja messias, a gente toma por devoção.

Anvisa autoriza retomada dos testes da CoronaVac

Foto: Antonio Molina / Agência O Globo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta quarta-feira a retomada dos testes da vacina contra Covid-19 CoronaVac, produzida pela empresa chinesa SinoVac Biotech, em parceria com o Instituto Butantan, no Brasil. Segundo a Anvisa, a decisão foi tomada “após avaliar os novos dados apresentados”.

“Após avaliar os novos dados apresentados pelo patrocinador depois da suspensão do estudo (conforme listado na tabela), a ANVISA entende que tem subsídios suficientes para permitir a retomada da vacinação e segue acompanhando a investigação do desfecho do caso para que seja definida a possível relação de causalidade entre o EAG inesperado e a vacina”, escreveu a agência, em nota.

Na segunda-feira à noite, a agência anunciou que os estudos seriam suspensos após “evento adverso grave” durante a fase de testes da vacina. O GLOBO apurou que o evento grave informado na nota da Anvisa foi a morte de um voluntário. De acordo com boletim de ocorrência registrado em São Paulo, a morte deu-se em decorrência de um suicídio.

A suspensão provocou críticas do Butantan, que defendia que a morte não tinha relação com a vacina e que não teria sido avisado da suspensão dos testes pela impresa. Em resposta, a Anvisa afirmou que as informações fornecidas à agência sobre o caso foram “insuficientes e incompletas” e que avisou o Butantan 38 minutos antes de divulgar a informação.

Na nota divulgada hoje, a Anvisa afirma que na segunda-feira, quando suspendeu os testes, não havia sido informada sobre a causa do evento adverso grave. Além disso, diz que o boletim de ocorrência relativo ao caso não havia sido enviado. Segundo a agência, esses dados foram entregues somente ontem.

“A medida, de caráter exclusivamente técnico, levou em consideração os dados que eram de conhecimento da Agência até aquele momento e os preceitos científicos e legais que devem nortear as nossas ações, especialmente o princípio da precaução que prevê a prudência, a cautela decisória quando conhecimento científico não é capaz de afastar a possibilidade de dano”, afirmou a agência.

A Anvisa ressaltou ainda que a suspensão dos testes não significa necessariamente que o produto não tenha qualidade, segurança ou eficácia.

“A suspensão e retomada de estudos clínicos são eventos comuns em pesquisa clínica e todos os estudos destinados a registro de medicamentos que estão autorizados no país são avaliados previamente pela Anvisa com o objetivo de preservar a segurança para os voluntários do estudo”, disse.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ricardo disse:

    Tem gente que não tem idéia do pântano que são os bastidores da indústria farmacêutica.
    Interessante que a comunistada seletivamente 'esquece' disso que lhe convém. Quando é para lacrar. Sim, a Sinovac é desenvolvida por fimas privadas também.

  2. Ricardo disse:

    Depois pesquisem sobre de quem é o Grupo Lide e seus negócios com a China.

  3. Santos disse:

    #ForaBolsonaro

  4. Minion de Peixeira disse:

    Qual o problema: a) se mandou suspender um teste por causa de uma morte; b) se disse depois que o óbito não teve relação de causalidade com o teste (supondo que a causa mortis já foi esclarecida, mas que é falso, por causa da dependência de laudos); c) de posse dessa informação, se autorizou a retomada dos testes. O resto é ruído de fundo com o qual abutres festejam.

    • Guzerá disse:

      Quem festejou o possível e desmentido fracasso dessa vacina foi o animal que ocupa a presidência, taokei? Qual é o pobrema?

    • Minion de Peixeira disse:

      Quais foram os desdobramentos disso?
      Efeitos práticos.

  5. otarocha disse:

    Quem ganhou foram os brasileiros e a população mundial com mais 1 opção de vacina .

  6. Talita disse:

    É só não tomar a vacina " QUERIDO" vá para o pasto que é lá que o gado está.

    • george disse:

      Mas se for obrigatória não teremos esta opção de 'é só não tomar'.

    • Minion de Peixeira disse:

      Quem vc chama de gado quer exercer o salutar direito de esperar pelo aprofundamento das pesquisas das várias vacinas (virou uma corrida). Tomara que testem em massa as dezenas que estão nos laboratórios. Dê aí o seu braço para o progresso da ciência (agradeço… depois eu vejo se tomo também). O mesmo "gado' que está no salutar direito de desconfiar de algumas delas (sobretudo por causa de interesses impublicáveis. Teoria da conspiração? Talvez. Sou sou adulto o suficiente para não excluir certas possiblidades. O Mundo é assim). Sim sobre ser gado, um espelho não é caro.

    • Walternani disse:

      Fala em progresso da ciência mas exclui dois países notoriamente grandes (Rússia e China) do páreo. Bom é a nossa nação, relevantíssima na ciência mundial…(a exceção de Ávila, Lattes, Chagas e uns bons outros…)

    • Walternani disse:

      **Boa

    • Minion de Peixeira disse:

      Não duvido da capacidade de nenhum país de desenvolver o que quer que seja.
      Até na base do errro e acerto alguém pode acertar na mosca.
      Mas tem que ver quem tem mais transparência,.
      Rússia e China tão longe disso.

    • Santos disse:

      Como o anúncio da suspensão do teste com a vacina, foi no mesmo dia que o governador de São Paulo anunciou o inicio da aplicação, está tem forte indicacao que foi mais uma vez politicagem, mais uma vez politicagem do presidente com a saúde do povo brasileiro, seja gado ou não.

  7. O Rei da Rachadinha disse:

    Então o Doria ganhou???

    • Brasil disse:

      Vagabundo …vai ficar de 4 para levar essa vacina , do mesmo país que inventou e dizimou o vírus 🦠….para defender bandido condenado você serve VAGABUNDO

    • O Rei da Rachadinha disse:

      Calma rapaz, já comprou sua baladeira para ir para guerra?

    • Pixuleco disse:

      Ganhou Dória , ganhou a ciência , fanhiu o bom senso e ganhou o Brasil. Sem violência ou preconceito e sem colocar o bem estar do povo em detrimento da política . Aos nervosinhos de plantão , sugestão . Relaxa que tudo encaixa , a mamgueura de ozônio pode ser usada em quem não quer vacina . O mangará da tranquilidade da bozolândia é : MUMMMMMMM

Anvisa autoriza retomada de testes da vacina da Johnson contra Covid-19

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou, nesta terça-feira (3), que o laboratório Janssen, do grupo Johnson & Johnson, retome os testes da vacina candidata da empresa contra a Covid-19 no Brasil. Os testes estavam suspensos desde 12 de outubro, por causa de uma “doença inexplicada” em um participante nos Estados Unidos.

A vacina candidata da Johnson, a Ad26.COV2.S, é uma das quatro que receberam autorização para testes de fase 3 (a última) no Brasil. As outras são a de Oxford, a da Pfizer-BioNTech e a da Sinovac.

Quando os testes foram interrompidos, 12 voluntários brasileiros, todos do Rio de Janeiro, já haviam participado dos testes (tomando a vacina ou o placebo, uma substância inativa).

Segundo a Anvisa, após avaliar os dados do “evento adverso” visto no participante americano e as informações do Comitê Independente de Segurança e Dados da autoridade regulatória dos Estados Unidos, a FDA, a agência concluiu que “a relação benefício e risco se mantém favorável e que o estudo poderá ser retomado”.

O estudo da Johnson no país está sendo conduzido em 11 estados, com previsão de envolver até 7.560 pessoas com mais de 18 anos.

Interrupção e segurança

Ao comunicar a suspensão, a Johnson disse, em nota, que “eventos adversos, mesmo aqueles graves, são uma parte esperada de qualquer estudo clínico, especialmente grandes estudos”.

Em comunicado desta terça (3), a Anvisa também afirmou que “eventos adversos estão previstos” pelas regras de pesquisa clínica, mas que eventos graves “exigem a paralisação de todo o estudo e a investigação do caso antes da retomada.”

A agência disse, ainda, que, “caso seja identificada qualquer situação grave com voluntários brasileiros, irá tomar as medidas previstas nos protocolos para a investigação criteriosa”.

Fases de testes

Nos testes de uma vacina – normalmente divididos em fase 1, 2, e 3 – os cientistas tentam identificar efeitos adversos graves e se a imunização foi capaz de induzir uma resposta imune, ou seja, uma resposta do sistema de defesa do corpo.

Os testes de fase 1 costumam envolver dezenas de voluntários; os de fase 2, centenas; e os de fase 3, milhares. Essas fases costumam ser conduzidas separadamente, mas, por causa da urgência em achar uma imunização da Covid-19, várias empresas têm realizado mais de uma etapa ao mesmo tempo.

Antes de começar os testes em humanos, as vacinas são testadas em animais – normalmente em camundongos e, depois, em macacos.

G1

 

Vacina teuto-americana contra coronavírus entra em fase final de testes

A empresa alemã de biotecnologia BioNTech e a farmacêutica americana Pfizer receberam permissão das autoridades dos Estados Unidos nesta terça-feira (28/07) para iniciar a fase final de testes de uma vacina contra a covid-19. Os testes das fases 2 e 3 contarão com a participação de cerca de 30 mil voluntários, com idades entre 18 e 85, e serão realizados em 120 centros de estudo em todo o mundo, entre eles o Brasil. O anúncio fez subirem as cotações das duas empresas na bolsa de valores.

A vacina da Pfizer e da BioNTech, batizada de BNT162, mostrou resultados promissores em pequenos estudos preliminares com 60 participantes, estimulando as respostas de anticorpos e células T, mesmo em doses baixas. “O início da fase 2/3 do estudo é um importante passo no nosso progresso em direção a fornecer a potencial vacina para ajudar na luta contra a atual pandemia de covid-19”, declarou Kathrin Jansen, chefe de Pesquisas e Desenvolvimento de Vacinas da Pfizer.

A possível vacina usa ácido ribonucleico (RNA) como mensageiro químico. Ele induz as células humanas a produzirem proteínas que imitam a superfície externa do novo coronavírus. O corpo reconhece essas proteínas como intrusas, desencadeando uma resposta imunológica contra o vírus real.

Caso seja bem-sucedida, a vacina será submetida à aprovação regulatória já em outubro. De acordo com os planos da BioNTech, 100 milhões de doses poderão ser entregues até o fim do ano. Até o fim de 2021, a Biontech e a Pfizer pretendem fornecer mais de 1,3 bilhão de doses.

Todas as doses desse ano, porém, podem já ter destino certo. Na terceira semana de julho, o governo dos Estados Unidos acertou que pagará 1,95 bilhão de dólares por 100 milhões de doses dessa vacina, caso ela dê resultado. Como a vacina tem duas doses, aplicada com sete dias de distância, 50 milhões de americanos poderiam ser imunizados. Com base no preço acertado por Washington, custará cerca de 39 dólares para imunizar uma pessoa com a BNT162. Em comparação, a Universidade de Oxford e a empresa AstraZeneca prometeram disponibilizar a vacina que estão desenvolvendo “a preço de custo”, por cerca de 2,90 dólares a dose.

Em todo o mundo, outras vacinas também estão na fase 3 de estudos clínicos. Nesta segunda-feira, a farmacêutica americana Moderna começou a terceira e última fase de testes de uma substância experimental contra a covid-19, com a participação de 30 mil voluntários. A empresa recebeu quase 1 bilhão de dólares do governo americano para financiar o projeto.

Recentemente, voluntários brasileiros passaram a testar a vacina desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac Biotech. Os primeiros 890 participantes receberam doses no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em parceria com o Instituto Butantan de São Paulo. Os pesquisadores do hospital vão analisar os voluntários a cada duas semanas, e estima-se que as primeiras análises estarão concluídas em até três meses. No total, participarão dessa fase 9 mil voluntários brasileiros, todos profissionais da saúde.

O Brasil também está participando da fase 3 da vacina experimental desenvolvida pela Universidade de Oxford e a empresa farmacêutica AstraZeneca. Os resultados preliminares recém-divulgados indicam que ela é segura e induziu resposta imunológica. Está em andamento a terceira fase dos estudos clínicos, que inclui testes em 50 mil voluntários, entre os quais 5 mil brasileiros, em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Em todo mundo, já foram registrados mais de 16,5 milhões de casos de covid-19 e 655 mil óbitos em decorrência da doença respiratória, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

DW

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Silva e silva. disse:

    Atenção, atenção…
    Nunca é demais lembrar.
    Vejam!!
    Essa vacina é AMERICANA.
    Em primeiro lugar, USA, IMUNIZA O GADO DE BOLSONARO.
    Aí depois se sobrar, usa nos bichos vermei.
    Pois a deles está sendo fabricada na Venezuela.
    Sendo assim, vão ter que esperar mais um bocadinho.
    Kkkkkkkkkkkkkkkk

Anvisa libera testes de mais duas vacinas candidatas contra a Covid-19 em humanos no Brasil

Foto: Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta terça-feira a condução de ensaios clínicos de mais duas vacinas candidatas contra a Covid-19 no Brasil. Será o terceiro estudo do gênero no país. As fórmulas contempladas são desenvolvidas pela farmacêutica americana Pfizer e a empresa de biotecnologia alemã Biontech. Uma delas, a BNT162b1, se mostrou segura e induziu respostas imunes em voluntários testados na Alemanha, segundo um artigo publicado na última segunda-feira.

O Brasil terá, portanto, quatro vacinas candidatas sendo testadas em solo nacional. A primeira a ser autorizada é desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford (Reino Unido). A fórmula está sendo testada no Brasil em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e o Instituto D’Or, no Rio. A segunda, do laboratório chinês Sinovac Biotech, é testada em parceria com o Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo.

O artigo que detalhou a primeira fase do ensaio clínico da Pfizer e da Biontech foi submetido ao site científico medRxiv sem revisão de pares (ou seja, sem a análise de especialistas independentes), mas reforçou as expectativas por um imunizante eficaz contra o coronavírus Sars-CoV-2 depois que AstraZeneca e Oxford anunciaram que sua vacina candidata, tida como a mais avançada do mundo pela Organização Mundial da Saúde (OMS), também obteve resultados promissores na primeira etapa de testes clínicos humanos, no Reino Unido.

Além disso, também na última segunda-feira, uma fórmula promissora, desenvolvida pela CanSino Biologics Inc e pela unidade de pesquisa militar da China também mostrou resultados considerados positivos, anunciaram pesquisadores também nesta segunda-feira. Segundo os cientistas, a resposta imune foi segura e induzida na maioria dos receptores.

Base de RNA

Por concentrar uma das maiores taxas de contágio pelo coronavírus no mundo, o Brasil, o segundo país mais afetado do planeta pela pandemia, constitui um campo fértil para testes de vacinas candidatas. Pela mesma razão, outras nações que registram números recordistas de casos novos diários, como Estados Unidos e África do Sul, tambem estão na mira de farmacêuticas, a exemplo da AstraZeneca.

As vacinas da Pfizer e Biontech apostam na inoculação de ácido ribonucleico (RNA). No lugar de usar uma proteína do coronavírus, este tipo de imunizante é formado pelo RNA (material genético do vírus) a partir do qual são produzidos os antígenos. As companhias informaram à Anvisa que os ensaios clínicos devem contar com 29 mil voluntários, dos quais 5 mil no Brasil. Os testes se concentrarão em São Paulo e na Bahia.

Segundo a Anvisa, para a aprovação do estudo, foram feitas reuniões com representantes das duas empresas. A partir da análise das etapas anteriores com testes em animais e in vitro (em células cultivadas em laboratório), bem como dados preliminares de ensaios em andamentos, a agência concluiu que as pesquisas são seguras. Como todo trabalho científico realizado com humanos, a avaliação passou também pelo crivo dos Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs) e/ou da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Amadeu disse:

    Por que será que a imprensa nunca mais falou do Lulinha e irmãos, filhos do nove dedos??? Foram inocentados?? M I S T É R I O O O O O

  2. Pedro disse:

    Esse Brasil desmantelado está coalhado de marginais e idiotas, esses ratinhos de nove dedos, pois filho de rato, ratinho é, adoram colocar a ignorância em algum canto. Te aquieta homem, teu ídolo quando roubou, comeu mata rato.

    • João disse:

      Interessante que o brasileiro só dá valor a jogador de futebol. Eu prefiro acreditar num cientista.

  3. Geraldo Tirinete disse:

    Essas é so pro gado de Bolsonaro
    A dos petralhas vem da Venezuela.
    Ponto final.

    • Fica em casa disse:

      Viramos cobaias mundiais devido ao desgoverno vigente, e o gado ainda fala em petralha, Venezuela etc……….a burrice realmente não tem limites……muuuuuuuu

    • Netto disse:

      Não é o governo federal que tá testando.

Brasileira que coordena testes da vacina de Oxford contra Covid-19 se diz otimista: ‘Quero passar o Natal no Brasil’

Daniela Ferreira coordena um dos grupos responsáveis pelo estudo da mais promissora vacina até agora. — Foto: Reprodução/TV Globo

O Conversa com Bial de quinta, 16/7, atualizou o status da luta mundial da ciência contra o novo coronavírus, além de esclarecer dúvidas e explicar um conceito do qual muito se ouve nos últimos meses: imunidade de rebanho. Para isso, ouviu dois cientistas que estão na linha de frente da humanidade na guerra contra a Covid-19: o doutor Julio Croda, infectologista da Fiocruz que esteve no Ministério da Saúde até março, e a doutora Daniela Ferreira, que coordena no Reino Unido um dos grupos responsáveis pelo estudo da mais promissora vacina até agora.

De Liverpool, Daniela diz acreditar que até o fim do ano teremos algum tipo de vacina, “mesmo que não seja uma proteção alta”. Ela celebra que, pela primeira vez na história, a comunidade científica se dedica a uma coisa só:

“Eu realmente pretendo passar o Natal no Brasil e tenho esperança de que isso vai ser possível. O progresso que tem sido feito mundialmente com todas as vacinas é extraordinário.”

Ela e Croda discutiram qual a porcentagem da população que deve estar imunizada para que o vírus pare de circular. O infectologista cogita 60%, mas chama atenção para a questão do acesso, que deve se tornar um desafio moral:

“Como será feita a distribuição da vacina? Existem vários laboratórios públicos e privados, nacionais e internacionais, mas o acesso não vai ser igual para todo mundo, existem países mais ricos e mais pobres, e fazer essa escolha será um desafio para a humanidade.”

Croda fez parte do Ministério da Saúde até 24 de março, e lamenta que o governo tenha adotado a imunidade de rebanho como política de estado, o que define como “um genocídio”. Ele conta que o conceito também é chamado de ‘mortalidade de rebanho’, pois muitas vidas são perdidas para que se possa atingi-lo.

“Isso aconteceu em 1918, com a Gripe Espanhola, e tá acontecendo com Covid também. Como os EUA, o Brasil é visto como um mau exemplo nesse sentido, pois como as medidas de controle coletivas são ineficazes, vemos a história natural da doença.”

Conversa com Bial – Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pepe disse:

    Em vacina eu acredito.E vacinação de rebanho foi o que controlou a gripe espanhola e a quarentena

  2. Francisco de Assis disse:

    Isso se o Brasil ainda existir até o natal.

Rússia conclui testes e quer distribuir vacina contra a covid-19 em agosto

Foto: Miguel Noronha/Futura Press/Estadão Conteúdo

A Rússia está mais perto de se tornar o primeiro país a iniciar a distribuição de uma vacina contra o coronavírus para a população. O país anunciou hoje que concluiu parte dos testes clínicos necessários para comprovar a eficácia da imunização desenvolvida por iniciativa do governo russo. A expectativa é de que a distribuição comece já em agosto.

“A pesquisa foi concluída e provou que a vacina é segura”, disse Yelena Smolyarchuk, chefe do centro de pesquisas clínicas da Universidade Sechenov, à agência de notícias estatal TASS.

A vacina aprovada foi desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa para Epidemiologia e Microbiologia Gamalei. Segundo o diretor da instituição, Alexander Gintsburg, a previsão é que que a vacina “entre em circulação civil” entre 12 e 24 de agosto.

O Ministério da Saúde russo ainda realizará testes bioquímicos da vacina, mas espera finalizar o processo até setembro, mesmo mês para o qual Gintsburg prevê o início da produção em massa por laboratórios privados.

A vacina russa está perto de ser distribuída porque os testes clínicos começaram em junho. A Universidade Sechenov agrupou 38 voluntários remunerados para o estudo. Parte deles já receberá alta nesta quarta-feira (15), quando terão completado 28 dias em isolamento. A intenção foi protegê-los de outras possíveis infecções.

Os voluntários têm entre 18 e 65 anos e ainda serão monitorados por mais seis meses.

Também no mês passado, o exército russo iniciou uma outra frente de testes clínicos da vacina. O estudo vai durar dois meses e segue em andamento.

A Rússia é o quarto país do mundo com o maior número de pessoas contaminadas pelo coronavírus. Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o país tem mais de 730.000 pessoas infectadas e já passou de 11.000 mortes causadas pela covid-19.

UOL

ABC: Dois membros da comissão técnica testaram positivo para Covid-19 e cinco jogadores já tiveram contato com o vírus e desenvolveram anticorpos; grupo fica isolado no CT

Foto: Equipe de Comunicação/ABC F.C.

O Departamento Médico abecedista recebeu nessa quinta-feira (2), o resultado dos testes de sorologia para Covid-19 realizados durante a terça-feira (30/06) e quarta-feira (1), por todos os jogadores, membros da comissão técnica e funcionários de apoio ao Futebol.

Dois membros da comissão técnica testaram positivo e já foram isolados e colocados em período de quarentena, sob os cuidados e acompanhamento dos médicos do clube. Além disso, os resultados mostraram que oito profissionais, sendo cinco jogadores e três membros da comissão técnica, já tiveram contato com o vírus e desenvolveram anticorpos.

“O resultado ficou até abaixo daquilo que esperávamos, menor que o índice de contaminação da nossa cidade. Os dois infectados foram imediatamente isolados e estão em tratamento. Oito profissionais mostraram anticorpos contra o vírus. Não temos nenhum jogador doente nesse teste realizado . Agora vamos refazer esse teste em 13 dias para ter outro panorama do nosso grupo”, explicou o médico Fábio Freire.

Ainda na tarde desta quinta-feira (2), o Departamento Médico partiu para uma nova fase do protocolo. Depois da testagem e sanitização das áreas do clube, foi realizada o isolamento do Departamento de Futebol e alojamento dos jogadores e todos os atletas se apresentaram e ficarão isolados no clube.

Site do ABC

Nove mil voluntários em seis estados vão participar de testes de vacina chinesa contra a Covid-19 no Brasil

Foto: Nicolas Asfouri/AFP

A potencial vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac será testada no Brasil em 12 centros de pesquisa de seis estados brasileiros, disse ontem o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), acrescentando que o início dos ensaios clínicos no país depende da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os estudos serão liderados pelo Instituto Butantan, vinculado ao governo paulista. A instituição assinou acordo com a companhia chinesa que inclui, além dos testes, a transferência de tecnologia para a produção da vacina no Brasil, caso se mostre eficaz.

— Já foram definidos os 12 centros de pesquisa que farão os testes da vacina contra o coronavírus aqui no Brasil. E obviamente isso não será feito apenas em São Paulo — disse João Doria. — Os testes, coordenados e liderados pelo Instituto Butantan, serão realizados com 9 mil voluntários em centros de pesquisa de seis estados brasileiros.

Os testes ocorrerão, além do Distrito Federal, em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. O governador de São Paulo reiterou que aguarda para esta semana um aval da Anvisa.

A agência disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que seu corpo técnico está em contato com o Butantan e com a Sinovac desde o anúncio da parceria, em 11 de junho, “para analisar e sanar questões técnicas envolvidas na autorização do estudo clínico”.

Informou ainda que, embora o processo esteja em estágio “avançado”, não há previsão para que a análise da agência reguladora seja concluída, “mas a expectativa é que isso ocorra logo”. “O tema está recebendo prioridade máxima, assim como todos os estudos e produtos relacionados ao enfrentamento da Covid-19”, acrescentou a Anvisa.

Além da vacina da Sinovac, está sendo testada no Brasil uma potencial vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com a farmacêutica AstraZeneca, apontada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a mais avançada até o momento.

Em São Paulo, os estudos são liderados pelo Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) da Unifesp, que recrutaram dois mil voluntários, em parceria com o Grupo Fleury. A infraestrutura médica e de equipamentos será financiada pela Fundação Lemann. Outras mil pessoas farão parte do teste no Rio, onde o estudo ficará a cargo do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor) e da Rede D’Or, que vai cobrir os custos da primeira fase da pesquisa. Além disso, o Idor deve aumentar esse número para mais duas mil pessoas em outras capitais brasileiras, em parceria com a AstraZeneca.

Corrida por solução

Outro imunizante em processo de testes em humanos, desenvolvido pela empresa alemã de biotecnologia BioNTech e pela farmacêutica Pfizer, mostrou potencial e foi bem tolerada no estágio inicial, segundo anúncio feito ontem.

A BioNTech afirmou que os testes de duas dosagens de seu medicamento BNT162b1 em 24 voluntários mostrou que, após 28 dias, eles desenvolveram níveis mais altos de anticorpos para Covid-19 do que os normalmente observados em pessoas infectadas.

A mais alta entre as duas doses — ambas administradas por meio de duas injeções com diferença de três semanas — foi seguida por uma febre curta em três dos quatro participantes após a segunda aplicação.

Uma terceira dosagem, testada em uma concentração mais alta em um grupo separado, não foi repetida após a primeira aplicação devido à dor da injeção.

— Esses primeiros resultados mostram que a vacina produz atividade imune — disse o cofundador e CEO da BioNTech, Ugur Sahin.

Extra – O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco de Assis Xaviet disse:

    Chineses esp, bando de comunistas, já tinha a vacina pronta quando lançaram o vírus no mundo, é os bestas dos brasileiros vão servi de cobaias

  2. Robson disse:

    Esses tem confiança na China!

    Vai dar tudo certo!

    Ou não!

Testes de vacina contra covid-19 mostram completa eficácia, diz grupo chinês

Foto: Arnd Wiegmann/Reuters 

O grupo farmacêutico chinês China National Biotec Group (CNBG) informou neste domingo, 28, que uma vacina contra o novo coronavírus em desenvolvimento pela empresa se mostrou capaz de imunizar todas as pessoas que receberam as doses. Participaram desta etapa 1.120 indivíduos, sendo que todos produziram anticorpos contra o vírus causador da covid-19.

“Com referência a produtos similares no passado, combinados com dados humanos existentes, sugere-se inicialmente que a nova vacina desenvolvida seja segura e eficaz”, diz o texto publicado pela CNBG na rede social chinesa WeChat.

Na nota, o grupo também disse ter construído uma fábrica em Pequim com capacidade de produzir até 120 milhões de unidades da vacina a cada ano.

UOL, com Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Juliano bugueiro disse:

    Doido quem toma vacina chinesa.

  2. Gustavo disse:

    Dá pra confiar em Chinês?

Coronavírus: Anvisa autoriza testes com Remdesivir. Veja o que se sabe

Foto: iStock

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou na última quarta-feira (25) a realização de estudos clínicos com o remdesivir para o tratamento de pacientes com o novo coronavírus (SARS-CoV-2).

De acordo com o órgão, o estudo será de fase 3 (quando há observação de pacientes que usaram o medicamento) e irá ser aplicado em indivíduos hospitalizados com pneumonia grave provocada pela covid-19. A testagem incluirá dois grupos: um vai receber o remdesivir combinado ao tocilizumabe (medicamento imunoregulador usado atualmente para o tratamento de artrite reumatóide), enquanto o outro terá acesso a uma combinação do remdesivir com placebo.

O pedido de autorização foi feito pela empresa PPD do Brasil Suporte a Pesquisa Clínica Ltda. De acordo com o protocolo clínico do estudo, a ideia é incluir 105 pacientes brasileiros na análise.

“Moderação é a palavra”, diz especialista

Para o infectologista Ricardo Moura, do Hospital Sírio-Libanês (SP), a análise conduzida pelo NIH é uma das mais importantes, tanto pelo tamanho (com mais de mil pacientes) quanto pelos resultados.

“A pesquisa clínica revelou que os pacientes ou tiveram menos tempo de internação ou não precisaram de oxigenação suplementar, mas não mostrou nenhuma evidência sobre redução de mortalidade”, explica.

No entanto, ainda são necessários mais dados para saber se a substância é de fato indicada para tratar os pacientes da covid-19.

“Como estamos aprendendo tudo agora enquanto a doença acontece, acredito que moderação é a palavra com relação a qualquer medicamento que apareça”, afirma.

A médica Viviane Cordeiro Veiga, coordenadora de UTI da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, também concorda que, embora o estudo tenha apresentado resultados positivos discretos, ainda é cedo para tirar qualquer conclusão a respeito da substância. “Precisamos esperar o estudo ser finalizado e analisar sua qualidade.

Outros estudos

Junto com o remdesivir, a Anvisa também autorizou o estudo clínico de fase 3 com o medicamento ruxolitinibe em pacientes com tempestade de citocinas associada à covid-19. O medicamento é utilizado no tratamento da mielofibrose, um tipo de câncer que ataca as células responsáveis pela produção de sangue na medula óssea.

A autorização foi dada a partir de pedido feito pela empresa Novartis Biociências S.A. De acordo com o protocolo clínico do estudo pretende-se incluir 60 pacientes brasileiros com tempestade de citocinas associada à Covid-19.

Com UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Ótimo pra indústria farmacêutica, o tratamento custa 2000 dólares mas a hidroxicloroquina só custa 20 dólares

Testes com vacina de Oxford contra covid-19 começam em São Paulo; Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido envolvido com a ChAdOx1 nCoV-19

Foto: selimaksan

Os testes em voluntários brasileiros da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, contra a covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, tiveram início no último fim de semana na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), informou em nota na noite de segunda-feira a Fundação Lemann, que financia o projeto.

Os testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 no Brasil foram anunciados no início do mês e deverão contar, de acordo com a Unifesp, com 2 mil voluntários em São Paulo e com outros mil no Rio de Janeiro, onde os testes serão realizados pela Rede D’Or. RELACI.

“No último final de semana (20 e 21 de junho), a Fundação Lemann teve a oportunidade de celebrar com os parceiros envolvidos e especialistas responsáveis, o início dos testes em São Paulo para a vacina ChAdOx1 nCoV-19, liderada globalmente pela Universidade de Oxford”, informou a Fundação Lemann, do bilionário empresário Jorge Paulo Lemann.

De acordo com a Unifesp, os voluntários em São Paulo serão profissionais de saúde de entre 18 e 55 anos e outros funcionários que atuam no Hospital São Paulo, ligado à Escola Paulista Medicina, da Unifesp.

No início do mês, a Unifesp informou que os testes com voluntários brasileiros contribuirão para o registro da vacina no Reino Unido, previsto para o final deste ano. O registro formal, entretanto, só ocorrerá após o fim dos estudos em todos os países participantes, disse a universidade.

A vacina, cujo pedido de testes no Brasil foi feito à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pela farmacêutica AstraZeneca, está atualmente na Fase 3 de testes, “o que significa que a vacina encontra-se entre os estágios mais avançados de desenvolvimento”, disse a Unifesp.

O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a iniciar testes com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e um dos motivos que levaram à escolha foi o fato de a pandemia estar em ascensão no país.

Outra vacina contra a Covid-19, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac, deverá começar a ser testada no Brasil no mês que vem em parceria com o Instituto Butantan, vinculado ao governo do Estado de São Paulo. Este teste, de acordo com o instituto, será financiado pelo governo paulista e deverá contar com 9 mil voluntários. Caso a vacina seja bem-sucedida, o acordo prevê a possibilidade ser produzida localmente pelo Butantan.

UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Judite disse:

    Deus seja louvado! Que venha logo ao Brasil Senhor e ao mundo todo e seja extinto esse mal.

COVID-19: Prefeitura de Macau vai continuar aplicando testes em idosos, agora em suas residências

Depois de efetuar testes rápidos em mais de 100 idosos, no sistema Drive-Trhu, durante o período da manhã e a tarde de sábado 20, a Prefeitura de Macau, através de sua Secretária de Saúde, anunciou que vai visitar as residências de quem tem mais de 60 anos de idade e que tem apresentados sintomas da COVID-19 nos últimos 10 dias (tosse, dor de cabeça febre ou perda do paladar). O prefeito Túlio Lemos, que se fez presente em grande parte do período em que foram aplicados os testes considerou que a “a campanha inicial foi coberta de êxito graças a contribuição de todos os servidores envolvidos na operação e a participação das famílias dos idosos, oportunidade em que se detectou 22 pessoas que testaram positivo e que já deixaram o local com toda a recomendação médica e o medicamento para tratamento durante o isolamento. Agora, vamos complementar essa ação junto aos idosos, fazendo visitas em suas residências e aplicando os testes rápidos”.

Nos últimos dias, a Prefeitura de Macau adquiriu cerca de 2.000 testes e 30 mil comprimidos de IVERMECTINA que a princípio serão entregues à população acima de 60 anos e a todos os servidores do município envolvidos na prevenção e tentativa de cura da COVID-19.

O teste rápido em cassete 2019-Ncov igG/lgM (Sangue Total /Soro/Plasma), indica a presença de anticorpos igG e IgM para 2019-nCoV na amostra. Esse exame analisa os índices de IgG e IgM de cada pessoa através de uma gota de sangue colhida no dedo. Quando o resultado é positivo para IgG, é porque teve algum contato com o vírus e o organismo produziu anticorpos; já o IgM positivo mostra que a infecção foi recente e o corpo iniciou a produção desses anticorpos.

As equipes do NASF (Núcleo de Assistência a Saúde Familiar) coordenarão as ações para que a campanha de aplicação dos testes rápidos em idosos, em suas residências, sejam exitosas nos próximos dias.

EXEMPLO – (VÍDEO): Governo de Rondônia realiza testes para covid-19 em drive-thru e distribui kits de medicamentos para casos positivos

 

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Governo de Rondônia realiza testes em drive-thru e distribui kits de medicamentos para casos positivos . . O governo de Rondônia realizou nesse sábado (6) testes rápidos para diagnóstico da Covid-19 no estacionamento do Palácio Rio Madeira em Porto Velho. A ação foi direcionada para pessoas sintomáticas e o público foi atendido sem precisar sair dos veículos, através de drive-thru. O governador, coronel Marcos Rocha, acompanhado do secretário de Estado da Saúde (Sesau), Fernando Máximo, orientaram a população sobre a importância das ações de enfrentamento a pandemia. Conforme levantamento parcial, foram realizados mais de mil testes, destes 112 tiveram resultado positivo. Aqueles que testaram positivo já receberam as orientações pertinentes ao caso e kit de medicamentos no local. A ação foi dividida em três etapas: realização do teste rápido, em seguida houve o procedimento de notificação do caso e entrega do resultado do exame. A iniciativa faz parte da ação Mapeia Rondônia para ampla testagem dos rondonienses, coordenada pelo governo de Rondônia, através da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). Os testes nesta primeira etapa é para os que apresentam sintomas de síndrome gripal por mais de sete dias. Esse exame detecta a presença de anticorpos produzidos pelo corpo humano contra o vírus, e essa defesa não acontece antes dos sete dias.

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O governo de Rondônia realizou nesse sábado (6) testes rápidos para diagnóstico da Covid-19 no estacionamento do Palácio Rio Madeira em Porto Velho. A ação foi direcionada para pessoas sintomáticas e o público foi atendido sem precisar sair dos veículos, através de drive-thru.

O governador, coronel Marcos Rocha, acompanhado do secretário de Estado da Saúde (Sesau), Fernando Máximo, orientaram a população sobre a importância das ações de enfrentamento a pandemia. Conforme levantamento parcial, foram realizados mais de mil testes, destes 112 tiveram resultado positivo. Aqueles que testaram positivo já receberam as orientações pertinentes ao caso e kit de medicamentos no local.

A ação foi dividida em três etapas: realização do teste rápido, em seguida houve o procedimento de notificação do caso e  entrega do resultado do exame.   A iniciativa faz parte da ação Mapeia Rondônia para ampla testagem dos rondonienses, coordenada pelo governo de Rondônia, através da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

Os testes nesta primeira etapa é para os que apresentam sintomas de síndrome gripal por mais de sete dias. Esse exame detecta a presença de anticorpos produzidos pelo corpo humano contra o vírus, e essa defesa não acontece antes dos sete dias.

http://www.rondonia.ro.gov.br/governo-bate-meta-com-realizacao-de-mais-de-mil-testes-rapidos-da-covid-19-atraves-de-drive-thru-e-distribui-kits-de-medicamentos-para-casos-positivos/

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Se houvesse uma ação festa em todas as cidades certamente já estaríamos zerados em infectados.

  2. Geralda disse:

    Sai fa moita Fátima.
    Vai governar!!!
    Ôôô governadora fraca da gota serena.
    Nam!!

  3. Pedro disse:

    Taí Fátima ! Teus incompetentes gestores da SESAP + MP, bem que poderiam fazer um curso, e a partir daí, realizar algo de profícuo, de boca cara e mentirosa o estado está saturado.

  4. Severino disse:

    Isso que é pacto pela vida !!! Parabéns ao governo de Rondônia !!!

  5. otarocha disse:

    Concordo plenamente Jucurutu.É isso q tem de ser feito.Foi isso q a Coreia do Sul e outros países fizeram.Deveriam dar pensar e dar prioridade a testes rápidos.

  6. Icaro disse:

    … Enquanto o Governo daqui só sabe falar de como recebeu a Gestão do Governo anterior. Parabéns ao Governo de RO, que sirva de exemplo aqui no RN e a Equipe de Saúde já coloque em prática.

  7. jucurutu disse:

    Isso e que deveria esta acontecendo em todos os estados e municípios, evitar que o máximo que se precise de internamento, porem o que vemos e preocupação em abrir leitos, onde o correto seria isso, evitar que se precisa de UIT.

Após The Lancet por em dúvida estudo contrário e repercussão de reportagem de jornal britânico ganhar o mundo, OMS anuncia retomada de testes com hidroxicloroquina para covid-19

Foto: © Reuters / Diego Vara / Direitos Reservados

Após a análise de um estudo publicado pela revista médico-científica The Lancet, Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), anunciou nesta quarta-feira (3) durante coletiva de imprensa que o grupo responsável pelos testes clínicos com substâncias que podem combater o novo coronavírus retomará os protocolos com a cloroquina e sua variante mais recente, a hidroxicloroquina.

“Como vocês sabem, na última semana o Grupo Executivo dos Testes de Solidariedade [nome dado ao grupo de pesquisa que busca medicamentos eficazes contra o SARS-CoV-2] decidiu suspender o ramo de testes com hidroxicloroquina por preocupação no uso da droga. Essa foi uma decisão de precaução. Com base nos dados disponíveis, os membros recomendaram que não há razões para suspender o protocolo de testes”, afirmou Tedros.

VEJA MAIS – MUITO GRAVE: The Lancet “põe em dúvida” estudo que levou OMS a suspender cloroquina; investigação do britânico The Guardian pode revelar escândalo

Após uma suspensão de 10 dias (o anúncio foi feito em 25 de maio), os testes com a hidroxicloroquina serão retomados com 3.500 pacientes em 35 países, informou o diretor-geral. Vários especialistas do mundo inteiro já haviam se manifestado contra a metodologia de mineração de dados usada pela Surgisphere – empresa responsável por coletar números para o estudo. “A OMS está comprometida em acelerar o desenvolvimento de terapias eficazes, vacinas e diagnósticos [contra a covid-19] como parte do nosso compromisso em servir o mundo com ciência, resolução de problemas e solidariedade”, complementou.

Remessa

A decisão vem logo em seguida ao anúncio da doação de comprimidos de hidroxicloroquina ao Brasil feita pelos Estados Unidos. O presidente americano, Donald Trump, também enviou respiradores mecânicos.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Said disse:

    Essa OMS é um lixo.eles querem matar a população, Bolsonaro sempre teve razão os bestas que não acreditavam .até o BG tomou ivermectina,olha aí é tem que tomar mesmo,mais se algum esquerdista doente não quiser tomar não tome fiquem doente.

  2. Minion de Peixeira disse:

    Tou preocupado é se a OMS começar a recomendar a bolsopill.