Finanças

Propina é de 3% no nível federal e de até 30% no municipal, diz Machado

Em sua delação premiada, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado afirmou que a Petrobras é “a madame mais honesta dos cabarés do Brasil”.

Ele afirmou que essa metáfora significava que a estatal era um “organismo bastante regulamentado e disciplinado”.

Machado afirmou aos investigadores que havia um modelo tradicional de cobrança de propina, mas que ultimamente esse limite começou a ser extrapolado. O ex-presidente da Transpetro disse que, nos contratos, existiam o “custo político”, ou seja, um percentual de qualquer relação contratual entre empresa privada e poder público a ser destinado a propinas.

Segundo ele, o percentual é de 3% no nível federal, de 5% a 10% no nível estadual e de 10% a 30% no nível municipal.

“Que recentemente, em todos os níveis de governos, as pessoas saíram desse padrão e foram além, envolvendo a estrutura das empresas estatais e dos órgãos públicos, o que antes não acontecia; que o depoente não deixou a Transpetro sair do ‘modelo tradicional'”.

Para Machado, há outros órgãos estatais com práticas menos ortodoxas que a Petrobras como Dnit, Docas, bancos oficiais como Banco do Nordeste, Funasa e Dnocs.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Enquanto eu suo, me esforço, morro de ralar pra ganhar 0,5% de comissão das minhas vendas, esses fdp sem dá um prego numa barra de sabão ganham 30% do que não vendem…
    Às vezes tenho raiva de papai ter me ensinado: filho, seja sincero e honesto!
    ?????????????

  2. Machado cita Banco do Nordeste, DNOCS e Funasa como órgãos mais "frouxos" com relação ao pagamento de propinas que a Petrobras. Não custa lembrar que justamente estes órgãos, no RN, há vários anos vem sendo geridos por pessoas ligadas e indicadas pelo Min. Henrique Alves.

    1. E ainda acham ruim quando chamo Henrique de sanguessuga… KKKK

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Judiciário

Aécio diz que acusações de Machado sobre propina são ‘falsas e covardes’

aecio-aeroporto11O senador Aécio Neves (PSDB-MG) negou na tarde desta quarta-feira (15) que sua eleição à presidência da Câmara dos Deputados, em 2001, tenha sido bancada com propinas.

O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado relatou, em sua delação premiada na Operação Lava Jato, que teria participado de uma captação de recursos ilícitos para bancar a eleição de Aécio.

“São acusações falsas e covardes de quem, no afã de apagar seus crimes e conquistar os benefícios de uma delação premiada, não hesita em mentir e caluniar”, afirmou o senador em nota.

Segundo Machado, ficou acertado entre ele, Aécio e Teotônio Vilela [Filho, à época presidente nacional do PSDB] que eles levantariam recursos financeiros para ajudar cerca de 50 deputados a se elegerem, o que viabilizaria o apoio à eleição de Aécio ao comando da Câmara. Esse recurso teria sido solicitado à campanha nacional de Fernando Henrique Cardoso, que se reelegeu presidente em 1998.

“Qualquer pessoa que acompanha a cena política brasileira sabe que, em 1998, sequer se cogitava a minha candidatura à presidência da Câmara dos Deputados, o que só ocorreu muito depois. Essa eleição foi amplamente acompanhada pela imprensa e se deu exclusivamente a partir de um entendimento político no qual o PSDB apoiaria o candidato do PMDB à presidência do Senado e o PMDB apoiaria o candidato do PSDB à presidência da Câmara dos Deputados. A afirmação feita não possui sequer sustentação nos fatos políticos ocorridos à época”, diz a nota de Aécio.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Também acho. Só são verdadeiras as acusações contra o PT, Lula e Dilma. O resto é mentira.

  2. Todo mundo sabe que Delação só é verdadeira se citar Lula, Dilma ou alguém do PT.
    ENTÃO PORQUE PERDER TEMPO COM ESSE MONTE DE sANTO?

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Finanças

TCU dará 30 dias para Dilma explicar pedalada no Banco do Brasil e decretos

A presidente afastada Dilma Rousseff terá que explicar ao TCU (Tribunal de Contas da União) em 30 dias por que seu governo não pagou mais de R$ 13 bilhões de dívidas do governo com o Banco do Brasil ao longo de 2015 e por que emitiu decretos aumentando gastos quando não havia sobra de recursos no orçamento.

A decisão ocorreu nesta quarta-feira (15), na votação anual das contas de governo da presidente afastada. O relator, ministro José Múcio, aceitou os pareceres técnicos que apontam que esses atos da presidente são ilegais por se configurar operação de crédito do governo junto a bancos públicos e os gastos por decreto, não autorizados pelo Congresso.

O não pagamento de despesas do governo ao longo de 2015 no Banco do Brasil e a emissão dos decretos são os dois motivos pelos quais a presidente Dilma sofre processo de impeachment. O Senado julga a responsabilidade dela nesses atos e pode cassar o mandado de Dilma nos próximos meses, caso julgue que houve crime de responsabilidade da presidente. A análise das contas e o processo no Senado são processos separados que, mesmo tratando de temas iguais, não são vinculados.

“Não há sentido em autorizar créditos que não vão ser usados”, criticou Múcio sobre a defesa do governo de que a “autorização para gastos” feita nos decretos não gerava “gasto real” porque o governo mantinha um contingenciamento dos pagamentos e que, portanto, não havia ameaça ao cumprimento da meta fiscal.

Sobre o Banco do Brasil, Múcio afirmou que o governo tinha que ter pago em 2 de janeiro de 2015 e 1 de julho as dívidas referentes ao subsídio do Plano Safra. Nesse plano, o banco empresta a agricultores a juros mais baixos que os de mercado. E o governo compensa o banco a diferença entre o juro emprestado e o juro real.

Mas o ressarcimento só ocorreu de forma parcial nas datas obrigatórias, ficando uma dívida que chegou ao longo do ano aos R$ 13 bilhões. O valor total só foi quitado em dezembro.

Além das pedaladas no Banco do Brasil e dos decretos, Dilma Rousseff terá que apresentar defesa sobre outros 22 indícios de irregularidades apontados pelo órgão na análise da prestação de contas do governo de 2015, entre eles pedaladas em outros bancos e fundos públicos, a forma irregular como as pedaladas foram pagas, a falta de registro de dívidas e uso de dinheiro de fundos para gastos não autorizados, entre outros.

Após receber a defesa, Múcio fará uma análise e poderá recomendar a reprovação das contas ou sua aprovação (com ou sem ressalvas). A previsão é que isso ocorra por volta de setembro.

2014

O TCU também deu prazo para a presidente apresentar, no ano passado, defesa sobre 15 irregularidades apontadas nas contas de 2014. Após a defesa, 12 pontos foram confirmados como irregulares o que levou o TCU a decidir pela recomendação ao Congresso de rejeição das contas. Os parlamentares ainda não disseram se aceitam ou não a recomendação do órgão sobre as contas de 2014.

Segundo o relator, o governo manteve uma posição de previsões otimistas em relação ao desempenho da economia ao longo de praticamente todo o ano, comportamento semelhante ao dos anos anteriores, o que levou à não aceitação das contas de 2014.

Múcio lembrou que o governo fez em 2015 uma economia menor do que a das famílias, por exemplo, mostrando que ele tem dificuldade em implantar políticas anticíclicas “mais conservadoras”.

“O cidadão revê seus gastos. Isso é feito pela lógica da prudência e bom senso. Porém, o governo federal não seguiu esse padrão”, afirmou o ministro lembrando que o governo não fez os cortes ao longo do ano para seguir a meta de superávit primário previsto, o que também terá que ser explicado pela presidente.

Segundo ele, o tripé da política econômica que vigorou até 2009 -com controle de gastos públicos, meta de inflação e câmbio flutuante- foi sendo abandonado por uma “opção política que não cabe questionar”, levando à crise econômica atual do país.

Múcio apontou que o resultado de déficit nominal de 10,75% do PIB em 2015 é grave, chamou o comportamento do Banco Central de passivo em relação ao controle da inflação e que houve intervenções no mercado de câmbio fora da regra.

Folha Press

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Judiciário

No Canadá, sexo com animal não é crime se não houver penetração

No Canadá, não é crime praticar atos sexuais com animais desde que não haja penetração. A decisão é da Suprema Corte do país, ao julgar um recurso de um homem que condenado a 16 anos de prisão por ter abusado sexualmente de suas enteadas.

Além dos abusos contra as jovens, o homem também foi acusado de “bestialidade” (a zoofilia) por ter feito um vídeo em que passava pasta de amendoim na genitália de suas enteadas e colocava o cachorro para lamber a região. Ainda segundo a corte, o homem teria tentando fazer com que o cão fizesse sexo anal com as enteadas. Porém, sem sucesso.

De acordo com o jornal britânico Independent, ao recorrer à Suprema Corte, os advogados do acusado alegaram que o crime de sexo com animais surgiu no Canadá em 1892, sendo relacionado à sodomia, ou seja, estaria relacionada ao sexo anal. Já a “bestialidade”, segundo os defensores do acusado, teria surgido no Código Penal do país em 1955. Porém, não haveria definição se o crime abrangia qualquer ato sexual com animais.

A argumentação foi acolhida pelo tribunal que, por 7 votos a 1, concluiu que para que esteja configurado o crime de “bestialidade” é necessária a penetração. “Embora a bestialidade tenha sido muitas vezes subsumido em termos tais como a sodomia, a penetração era a essência — ‘o ato que determina’ — do crime”, disse o tribunal.

Entidades protetoras dos animais criticaram a decisão e afirmaram que o julgamento deve servir para que o país reveja as leis.

Revista Consultor Jurídico, 14 de junho de 2016, 16h07

Conjur

Opinião dos leitores

  1. Tinha era que ter botando este cabra safado na cela de 15 presos que estão a mais de ano sem visita íntima, e garanto que não precisava nem de pasta de amendoim.

    Bandido safado, abusando de inocentes.

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Polícia

FOTO: Preso dono de bar na Grande Natal suspeito de matar cliente de 69 anos

IMG000000000119929Foto: PC/ASSECOM

Uma investigação conduzida pela 1ª. Delegacia de Polícia Civil de Parnamirim resultou na prisão de Antonio Pedro Guedes, 40 anos, na tarde desta quarta-feira (15). Ele, que é dono de um bar localizado no bairro Monte Castelo em Parnamirim, é suspeito de ter desferido vários golpes de canivete em Edinaldo Secundo, 69 anos, no dia 21 de abril deste ano. A vítima permaneceu internada, mas veio a falecer em 11 de maio.

“Descobrimos que no dia do crime, a vítima tinha bebido e estava jogando sinuca. Edinaldo Secundo teria ganho R$ 120,00 devido ao jogo e pediu o valor ao dono do bar. Minutos depois, Antonio Pedro discutiu com o idoso que saiu do bar. O suspeito disparou um tiro de escopeta calibre 12 na rua em frente ao bar e foi até o veículo onde o idoso estava. Neste momento, Antonio Pedro desferiu vários golpes no idoso, que foi socorrido”, detalhou o delegado titular da 1ª. DP de Parnamirim, Fabio Rogério. Antonio Pedro foi preso em cumprimento a um mandado de prisão temporária, quando apresentou-se ao delegado nesta quarta-feira.

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Polícia

Número de armas de fogo apreendidas na zona Oeste de Natal aumentam 364%

IMG-20160511-WA0082Policiais do 9º Batalhão de Polícia Militar (9BPM) registraram somente nos primeiros cinco meses de 2016, um aumento de cerca de 364% de armas de fogo apreendidas na região Oeste da cidade de Natal. Em 2015, o 9º BPM apreendeu, entre os meses de janeiro e maio, um total de 22 armas de fogo, enquanto que neste ano já foram 102 apreensões. Os bons resultados alcançados no período pelo batalhão são atribuídos a ativação da Força Tática, a implantação do Programa Ronda Cidadã e a mudanças no planejamento focado nas áreas de maiores incidências criminais, que tem permitido um patrulhamento mais eficaz nos dez bairros que compõe a área de atuação da unidade.

De acordo com o comandante do batalhão, tenente-coronel Fabio Araújo, o trabalho tem sido reconhecido pela população que retribui denunciando e ajudando a deter infratores diariamente. “O trabalho proativo junto ao preventivo é fundamental para conseguirmos proporcionar a segurança da população diuturnamente. Aproveito para parabenizar toda a tropa pelo empenho e dedicação ao trabalho diário em prol da nossa sociedade”, disse.

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Judiciário

Em delação, Sérgio Machado classifica Petrobras como “A madame mais honesta dos cabarés”

Sérgio Machado, conforme consta na íntegra da delação dele divulgada há pouco, classifica a Petrobras como “a madame mais honesta dos cabarés do Brasil”.

Machado quis dizer com isso que a estatal era “um organismo bastante regulamentado e disciplinado”.

Organismos estatais com práticas menos ortodoxas?

Sérgio Machado elenca: DNIT, Companhias Docas, Banco do Nordeste, Funasa, FNDE e Dnocs.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. O povo deveria sair do marasmo e ir as ruas baixar o pau nesses bandidos,principalmente este safado do Sérgio Machado,que está debochando de todos nós!!!

  2. Concordo, Marcelo. Vejam que ele era o CHEFE da quadrilha da Transpetro, e presidente da mesma estatal. É um absurdo que ele se livre da cadeia simplesmente. Redução de parte da pena ainda vai, mas devolver, delatar e ficar sem um dia de cadeia de verdade (e ainda basicamente escolher o quanto vai devolver, já que o seu filho banqueiro deve ter escondido muito mais do bilhão roubado em locais inacessíveis) é uma piada de mau gosto.

  3. Sinceramente, o que me assusta é ver um cara de pau como esse Sérgio Machado ladrão declarado e assumido ainda ter direito a algum benefício por delação premiada. Esse desonesto deveria morrer na cadeia já que não temos pena de morte. Quando se concede algum benefício para um elemento desse, se está estimulando que a prática do crime compensa pois se você não for descoberto está ótimo e se for, abre a boca e está tudo resolvido.

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Diversos

Câmara Técnica vai mapear crimes violentos que tenham relação com o sistema penitenciário no RN

Reunião Câmara Técnica (1)A Câmara Técnica de Mapeamento de Crime Violentos Letais e Intencionais (CVLI) se reuniu na tarde desta terça-feira (14) no Gabinete de Gestão Integrada (GGI) na sede da Secretaria Estadual de Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) para tratar da violência homicida oriunda do sistema prisional. O encontrou contou com a participação do promotor de Justiça de Natal, Antônio de Siqueira, do juiz da Vara de Execuções Penais, Henrique Baltazar, dos representantes da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (SEJUC), Leonardo Bezerra e Gilbrand Rivelino Bernadino, além de outros membros da câmara e representantes de entidades convidadas.

De acordo com Ivenio Hermes, coordenador de Informações Estatística e Análise Criminal (COINE), uma série de entendimentos foram obtidos a partir de um estudo/diagnóstico feito pelo setor mostrando a origem, vitimização e macrocriminalidade nos municípios Natal, Mossoró e Parnamirim, que fazem parte do Pacto Nacional para Redução de Homicídios (PNRH) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) do Ministério da Justiça e Cidadania.

Um dos principais direcionamentos foi a utilização do Sistema de Automação da Justiça (SAJ) pela Câmara Técnica de Mapeamento de CVLI e pela Secretaria da Segurança, para ampliar a capilaridade da Metodologia Metadados e assim obter um mapeamento mais aprofundado dos crimes que possam ter origem no sistema prisional, mapeamento de egressos e outras utilidades.

“A violência precisa ser mapeada em todas as suas origens para que o crime seja combatido desde o seu nascedouro, sem desperdício de ações de policiamento ostensivo e de repressão qualificada de eventos criminosos,” ressaltou Ivenio Hermes durante a apresentação do estudo.

Opinião dos leitores

  1. O sistema penitenciário do RN é um dos piores do Brasil. Pode-se dizer que é um muro com um monte de presos dentro.

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Polícia

Polícia é proibida de acessar WhatsApp de preso

O STJ – Superior Tribunal de Justiça, através da 6ª Turma, entendeu que é ilegal o acesso às informações, dados e mensagens contidas no aplicativo WhatsApp do preso. A polícia não pode apreender o celular, mesmo em prisão em flagrante delito, e verificar o conteúdo do WhatsApp do preso.

A Decisão tem respaldo jurídico nos termos constitucionais que tratam das garantias ao sigilo das comunicações, cujas garantias foram regulamentadas e reforçadas pela Lei 12.965/14 (Lei que regulamentou o uso da internet no Brasil).

O entendimento foi no sentido de que constitui violação à intimidade do preso, portanto, como já ocorre nos casos similares em relação a ”interceptação telefônica”, só será possível o acesso ao conteúdo do WhatsApp com autorização judicial.

É bom que os advogados criminalistas e operadores desse ramo do direito atentem para as defesas e procedimentos quanto à apreensão de aparelhos celulares, pois deverão ser guardados em embalagens não vulneráveis.

Nos casos em que o advogado estiver presente ao ato da lavratura do Termo de Prisão em Flagrante na Delegacia de Polícia, deverá exigir que o celular do preso seja colocado em embalagem que possa ser assinada no fecho pelo advogado para que não ocorra futuras violações.

Se ocorrer o abuso de poder por parte do Delegado de Polícia, e houver a violação do direito do preso, e suas mensagens e conteúdos forem lidos, deverá o advogado requerer a decretação de nulidade da prova, por ter sido obtida ao arrepio da lei constitucional.

Para análise jurídica da Decisão publicada em 19/04/2016, consultar o RHC 51531/STJ, da lavra do Ministro Nefi Cordeiro.

Ementa da Decisão:

PENAL. PROCESSUAL PENAL. RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS. TRÁFICO DE DROGAS. NULIDADE DA PROVA. AUSÊNCIA DE AUTORIZAÇÃO JUDICIAL PARA A PERÍCIA NO CELULAR. CONSTRANGIMENTO ILEGAL EVIDENCIADO.

1. Ilícita é a devassa de dados, bem como das conversas de WhatsApp, obtidas diretamente pela polícia em celular apreendido no flagrante, sem prévia autorização judicial.

2. Recurso ordinário em habeas corpus provido, para declarar a nulidade das provas obtidas no celular do paciente sem autorização judicial, cujo produto deve ser desentranhado dos autos.

(Matéria escrita e publicada pelo advogado Sérgio Marcelino Nóbrega de Castro)

http://portaljustica.com.br/noticia/1591/policia-e-proibida-de-acessar-whatsapp

Opinião dos leitores

  1. O índice de criminalidade cresce a galope e os juristas procuram maneiras de proteger uma classe de bandidagem que nos prende nas nossas casas impedindo de usufluir dos nossos direitos de ir e vir.

  2. A luz da CF essa decisão está correta. O problema é que a visão exegética dos homens de TOGA (não confundir com BOGA), só BENEFICIA a bandidagem. Imaginem se prender um chefe de quadrilha que está MONITORANDO assaltos a agencias bancárias. Daqui que vc consiga uma AUTORIZAÇÃO JUDICIAL para poder ver o que está gravado em seu celular, o dinheiro já estará na conta do ex-presidente da Câmara. FHODA, ISSO.

  3. Deveriam logo era acabar com a Polícia, visto ser esta a vontade do judiciário e dos órgãos dos direitos humanos, e eles que fossem resolver as broncas que os policiais são submetidos .

  4. Parabéns Judiciário! Eu fico imaginando em que planeta esses caras vivem.
    O Brasil com mortes que se equiparam a países em guerra civil e o judiciário criando jurisprudência para um negócio desses.
    Talvez se houvesse uma lei que obrigasse suas excelências a morar nas periferias, tomadas pelo crime e violência – para trazê-los de volta ao mundo real – tivéssemos sentenças mais justas e realistas.

  5. Conclusão : Agora A Policia pode Ser presa pelos bandidos kkkkkkkkk o justiça kkkkkkkkk Justiça do Progama mais bandidos kkkkkkk quantos benefícios em favor desses meliantes daqui a pouco vai ter franquia oferecendo celular com Wi-fi grátis kkkkkkkk. Caros amigos e amigas quem paga o pato e o cidadão.

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Meio Dia RN

ÁUDIO MEIO-DIA RN: programa desta quarta teve como entrevistados Erich Rodrigues(Abrint), e a advogada Camilla Aby Faraj

Confira programa desta quarta-feira(15). O Meio-Dia Cidade, com este blogueiro, teve como entrevistados Erich Rodrigues, presidente da Abrint, e Camilla Aby Faraj, advogada na área de condomínios. Clique abaixo e ouça.

https://soundcloud.com/meiodiacidade/meio-dia-rn-15062016

 

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Finanças

Em delação, Machado diz que Renan e Jucá recebiam mesada do petrolão

Em sua delação premiada, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado afirmou que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o senador Romero Jucá (PMDB-RR) receberam mesadas durante anos do esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato.

Segundo Machado, os repasses para Renan começaram entre 2004 e 2005, após o senador o procurar e afirmar que precisava reforçar suas bases políticas. Machado afirmou que eram feitos repasses mensais a Renan de R$ 300 mil, durante dez ou 11 meses a cada ano. O presidente do Senado teria recebido R$ 32 milhões em propina, em dinheiro em espécie e doações oficiais

Ele afirmou que foram R$ 8,2 milhões em doações, entre 2008 e 2014, citando, por exemplo, R$ 1 milhão da Camargo Correa, R$ 500 mil da Galvão Engenharia, R$3,7 milhões da Queiroz Galvão.

Machado disse ainda que em 2007 chegou a ter atritos com Renan, que queria mais recursos. Os encontros para discutir o esquema na Transpetro geralmente era feito na residência do senador em Brasília. Renan também mandou interlocutores ao Rio, na sede da Transpetro.

Indicado pelos peemedebistas do Senado, Machado permaneceu entre 2003 e 2015 no cargo. Ele disse que Jucá tinha repasses mensais de R$ 200 mil, também durante dez ou 11 meses a cada ano. O total de vantagem indevida seria R$ 21 milhões -sendo R$ 4,2 milhões em doações oficiais da Camargo Correa, Galvão Engenharia e Queiroz Galvão, entre 2010 e 2014.

Em relação ao ex-presidente José Sarney, Machado apontou que o primeiro repasse do esquema ocorreu em 2006 e foi de R$ 500 mil. A propina passou a ser anual para o peemedebista a partir de 2008, tendo recebido R$ 18,5 milhões desviados dos contratos.

Os pagamentos eram retribuição pela indicação e sustentação política no cargo. Além dos três, Machado apontou que seu nome teve aval dos senadores Edison Lobão (PMDB-MA) e Jader Barbalho (PMDB-PA).

O ex-diretor da Transpetro disse ainda que os pagamentos mensais para a cúpula do PMDB começaram com a chegada de Lobão no Ministério de Minas e Energia em 2008, no governo Lula.

Folha Press

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Finanças

Propinas bancaram eleição de Aécio à presidência da Câmara em 2001, diz Machado

O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado relatou, em sua delação premiada na Operação Lava Jato, que participou da captação de recursos ilícitos para bancar a eleição do hoje senador Aécio Neves (PSDB-MG) à presidência da Câmara dos Deputados, no ano de 2001.

Aécio já é investigado em dois inquéritos abertos a partir da delação premiada do ex-senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS).

Segundo Machado, ficou acertado entre ele, Aécio e Teotônio Vilela Filho, à época presidente nacional do PSDB, que fossem levantados recursos financeiros para ajudar cerca de 50 deputados a se elegerem, o que viabilizaria o apoio à eleição de Aécio ao comando da Câmara. Esse recurso foi solicitado à campanha nacional de Fernando Henrique Cardoso, que se reelegeu presidente em 1998.

Foram arrecadados cerca de R$ 7 milhões à época, de acordo com Sérgio Machado, dentre recursos que vieram de empresas e também do exterior.

Sérgio Machado à época era do PSDB, ainda antes de mudar para o PMDB.

Machado afirma que parte dos recursos vieram da campanha de FHC, por intermédio de “Luiz Carlos Mendonça”, mas não especifica se era Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-ministro das Comunicações de FHC.

Ele diz que Luiz Carlos Mendonça assumiu a função de cuidar dos recursos depois da morte do ex-ministro das Comunicações Sérgio Motta, que negociava com os candidatos o apoio financeiro.

“Esses recursos ilícitos foram entregues em várias parcelas em espécie, por pessoas indicadas por Mendonça; que os recursos foram entregues aos próprios candidatos ou a seus interlocutores; que a maior parcela dos cerca de R$ 7 milhões de reais arrecadados à época foi destinada ao então deputado Aécio Neves, que recebeu R$ 1 milhão em dinheiro”, detalhou Machado.

Segundo ele, Aécio recebia os valores “através de um amigo de Brasília que o ajudava nessa logística”, mas não informou o nome da pessoa.

Sérgio Machado também corroborou outros depoimentos sobre Aécio em relação ao recebimento de propina de Furnas e disse que “parte do dinheiro para a eleição de Aécio para a Presidência da Câmara veio de Furnas”, comandada à época por Dimas Toledo.

“Todos do PSDB sabiam que Furnas prestava grande apoio ao deputado Aécio Neves via o diretor Dimas Toledo, que era apadrinhado por ele durante o governo Fernando Henrique Cardoso e Dimas Toledo contribuiu com parte dos recursos para a eleição da bancada da Câmara à época”, disse Machado, em sua delação.

Aécio tem negado o envolvimento com irregularidades, disse que nunca recebeu propina de Furnas e que sempre defendeu as investigações da Lava Jato.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Segundo a tal delação, foram arrecadados recursos em 1998 para serem utilizados numa hipotética (ainda não havia sido decidida, ainda faltando 3 anos para ela) eleição para presidente da Câmara 03 anos depois? Que seja investigado mas essa conversa não tem a menor lógica.

  2. Aecio e seu Partido ficam em segundo Lugar em Corrupção ja o Rei dos Molitontos e seu partido ficou em Primeiro lugar

  3. Desenterrando cadáver, 2001? Que tal fazer uma varredura da conduta do PT e de Lula do mesmo período até hoje? Qual ficaria em pé, ou melhor, fora da prisão?

    1. Coxinha sendo coxinha. Hipócrita.

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Diversos

TRT-RN: Hospital Infantil Varela Santiago e mais cinco entidades receberão R$ 1 milhão 250 mil de acordo do Walmart

MostraImagemUm acordo firmado durante a Semana Nacional de Conciliação da Justiça do Trabalho do Rio Grande do Norte, numa Ação de Execução de Termo de Ajustamento de Conduta vai beneficiar diretamente seis entidades de assistência social com R$ 1 milhão 250 mil.

A conciliação foi conduzida pelo juiz Dilner Nogueira, da 6ª Vara do Trabalho de Natal, com o procurador do Trabalho, José de Lima Ramos e os advogados da rede Walmart do Brasil, no Centro de Centro Judiciário de Solução de Conflito e Cidadania (CEJUSC21) do TRT-RN.

A rede de supermercados firmou um compromisso junto ao Ministério Público do Trabalho de conceder o repouso semanal remunerado de seus empregados, após cada seis dias de trabalho e respeitar os intervalos intrajornadas previstos na lei e não estava cumprindo. Por isso, foi condenado ao pagamento de multa.

Corrigido o descumprimento, o MPT aceitou conciliar o processo em que exigia o pagamento da condenação por dano moral e multa pelo descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta, transferindo esses recursos para seis entidades.

Foram beneficiadas a Liga Norteriograndense contra o Câncer, Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), Instituto de Proteção e Assistência à Infância do RN (Hospital Varela Santiago), Sociedade Amigos do Deficiente Físico do Rio Grande do Norte (SADEF), Centro Espírita Irmãos do Caminho e Instituto do Bem Saúde e Pesquisa.

A Semana Nacional de Conciliação prossegue até a próxima sexta-feira (17) em todos os Tribunais do Trabalho do país.

Em Natal, o Centro Judiciário de Solução de Conflito e Cidadania do TRT-RN funciona no Complexo Judiciário Trabalhista, em frente à CEASA, e atende pelos telefones: 4006-3390, 4006-3391 e 4006-3392 ou pelo e-mail [email protected].

O Centro de Mossoró funciona no Fórum Trabalhista de Mossoró e pode ser contatado pelos telefones 3422-3620, 3422-3624 e 3422-3625 ou pelo email [email protected].

ENTIDADES BENEFICIADAS PELO ACORDO DO WALMART DO BRASIL

Liga Norteriograndense contra o Câncer – R$ 470 mil

Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) – R$ 250 mil

Instituto de Proteção e Assistência à Infância do RN (Hospital Varela Santiago) – R$ 250 mil

Sociedade Amigos do Deficiente Físico do Rio Grande do Norte (SADEF) – R$ 100 mil

Centro Espírita Irmãos do Caminho – R$ 100 mil

Instituto do Bem Saúde e Pesquisa – R$ 50 mil

Fonte: Ascom – TRT/21ª Região

Opinião dos leitores

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Finanças

TCU: contas de Dilma em 2015 têm 24 irregularidades; veja lista

O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta quarta-feira, por unanimidade, o relatório do ministro José Múcio Monteiro que aponta indícios de irregularidades encontrados nas contas de 2015 da presidente afastada Dilma Rousseff.

São até 23 possíveis irreguladades, 18 delas listadas pela área técnica da corte de contas e outras 5 pelo Ministério Público Junto ao TCU. Veja a relação ao fim deste texto.

O relatório também cita o que seria a 24ª suspeita de irregularidade, envolvendo a estatal Infraero, mas ela foi retirada do documento final porque será tratada em um processo separado.

Dilma terá agora 30 dias para responder aos questionamentos. Depois disso, o TCU volta a se reunir para avaliar um parecer que vai sugerir ao Congresso a aprovação, aprovação com ressalvas ou reprovação das contas de 2015.

“Do mesmo modo que ocorreu ano passado, foram identificados indícios de irregularidades na gestão orçamentária e financeira e possíveis distorções nas informações contábeis e de desempenho”, disse Monteiro no início da apresentação de seu relatório.

Pedaladas

Entre as possíveis irregularidades, segundo ele, está a reedição dos atrasos, pelo governo, nos repasses de recursos a bancos públicos para pagamento de programas. Essa prática, chamada de “pedalada fiscal”, também foi identificada em 2014 pelo TCU que, por conta disso, acabou recomendando ao Congresso a rejeição das contas de Dilma referentes àquele ano.

Ao atrasar os repasses, o governo obrigou bancos como Banco do Brasil, Caixa e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a financiar as ações com recursos próprios.

Na avaliação do TCU, isso configura empréstimo dos bancos públicos ao governo, o que é proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Além disso, foi uma maneira de o governo “maquiar” suas contas, ou seja, mostrar que suas dívidas eram menores que na realidade.

O Executivo, porém, alega que houve prestação de serviços, não operações que possam ser caracterizadas como empréstimos.

Dívida com bancos

Dessa vez, Monteiro aponta em seu relatório o atraso no repasse de equalização de taxa de juros para programas como Plano Safra e Programa de Sustentação do Investimento (PSI), operados, respectivamente, pelo Banco do Brasil e pelo BNDES.

Os juros cobrados pelo governo nesses programas é menor que o praticado no mercado. Para que o banco não tenha prejuízo, portanto, a cada seis meses o governo precisa fazer a equalização, ou seja, repassar recursos para cobrir a diferença entre as duas taxas.

“(…) Caso não se efetue a transferência ao banco dos valores de equalização apurados no semestre recém encerrado, considera-se realizada concessão de crédito à União por parte da instituição financeira controlada, prática vedada pela Lei de Responsabilidade Fiscal”, diz Monteiro.

Ele aponta também que o governo demorou para fazer pagamento de dívidas junto aos bancos. Entre elas, uma de R$ 10,9 bilhões contraída em anos anteriores e que se deve a atraso em repasses ao Banco do Brasil relativos ao Plano Safra.

O valor, que deveria ser quitado em 1º de janeiro de 2015, só começou a ser transferido a partir de abril, segundo o relator, o que também configura operação de empréstimo vedada pela LRF.

“Somente ao final de dezembro de 2015, quando repassou cerca de R$ 9,8 bilhões ao BB, a União quitou a totalidade das dívidas até então acumuladas, atinentes às equalizações de períodos anteriores, ou seja, até o 1º semestre de 2015 (…)”, diz o relatório.

Outra possível irregularidade é que o Banco Central “deixou de registrar dívidas da União com o Banco do Brasil, BNDES, Caixa Econômica Federal e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).”

“(…) Pode-se concluir que a ausência de registro das dívidas da União junto BB, BNDES, Caixa e FGTS pode ter comprometido a condução da execução orçamentária, na

medida em que possivelmente distorceu o diagnóstico das metas fiscais”, diz o relatório, destacando que a irregularidade já havia sido vista em 2014.

Crédito suplementar

Outro questionamento feito no relatório é sobre a abertura pelo governo Dilma de créditos suplementares, entre julho e setembro de 2015, sem a autorização do Congresso, o que é vedado pela Constituição. Esses atos também foram usados como base para o pedido de impeachment de Dilma.

Monteiro aponta que a lei orçamentária de 2015 contava com um artigo que ainda condicionava a autorização de crédidos suplementares ao cumprimento da meta de superávit fiscal (economia para pagamento de juros), que, na época da edição dos decretos, era de R$ 55,28 bilhões. Segundo ele, isso também foi desrespeitado pelo governo ao editar os decretos.

Os créditos suplementares, diz o relatório “promoveram alterações na programação orçamentária incompatíveis com a obtenção da meta de resultado primário

então estabelecida para o exercício. Essa ocorrência configurou, na prática, a abertura de créditos suplementares sem a devida autorização legislativa, vedada pelo art. 167, inciso V, da Constituição Federal.”

Defesa

Monteiro também afirmou que considera necessário dar prazo para defesa da presidente antes de dar seu parecer. Múcio lembrou que, no ano passado, foi concedido prazo para defesa da presidente. Neste ano, o pedido de esclarecimentos, com prazo de 30 dias, será enviado tanto à Advocacia-Geral da União (AGU) quanto à presidente afastada.

Questionado sobre se o contexto do afastamento de Dilma atrapalhava o trabalho do TCU, Monteiro respondeu: “Nós analisamos todos os governos. A questão dos endereços não nos cabe.”

Após a entrega da defesa, os ministros têm de votar o parecer com a recomendação que será enviada ao Congresso Nacional – pela aprovação, aprovação com ressalvas ou rejeição das contas da presidente. A palavra final sobre as contas da Presidência da República cabe ao Congresso Nacional. A recomendação do TCU pode ou não ser seguida pelos parlamentares.

Veja abaixo as 23 possíveis irregularidades apontadas pelo TCU.

Questionamentos apresentados pela área técnica do TCU:

(mais…)

Opinião dos leitores

  1. Tantos erros cometidos e flagrados pelo TCU, que os esclarece minuciosamente. Enquanto isso, a tropa de choque, os caras de paus, como Fátima Bezerra, Gleisi Roffman, Vanessa Graziotim, Lidemberg Faria, conchavados com José Eduaedo Cardozo, continuam ladrando e esperneando para continuarem mamando nas tetas do poder, defendendo Dilma e o PT a todo custo.
    Para esses, existem certos e verdadeiros, apenas do seu lado. Falta apenas proporem a construção de uma nova catedral em Brasília, cuja padroeira seria santa dilma. Testa saber se o papa Francisco concordoria com a.sua beatificação.

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Finanças

Sérgio Machado diz que Temer pediu R$ 1,5 milhão em doação ilegal para Chalita

O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado disse, em delação premiada, que recebeu pedido de propina do presidente interino Michel Temer para financiar a campanha de Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo em 2012. O valor acertado entre ambos foi de R$ 1,5 milhão. O pagamento teria saído dos cofres da Queiroz Galvão, uma das empreiteiras investigadas na Operação Lava-Jato.

rasgado-01Delação de Sérgio Machado que cita o presidente interino Michel Temer – Reprodução

O depoimento revela “que Chalita não estava bem na campanha; que o depoente (Sérgio Machado) foi acionado pelo senador Valdir Raupp para obter propina na forma de doação oficial para Gabriel Chalita; que posteriormente conversou com Michel Temer, na Base Aérea de Brasília, provavelmente no mês de setembro de 2012, sobre o assunto, havendo Michel Temer pedido recursos para a campanha de Gabriel Chalita”.

Ainda segundo Machado, “o contexto da conversa deixava claro que o que Michel Temer estava ajustando com o depoente era que este solicitasse recursos ilícitos das empresas que tinham contratos com a Transpetro na forma de doação oficial para a campanha de CHALITA; QUE ambos acertaram o valor, que ficou em R$ 1,5 milhão”.

Machado disse que repassou propina disfarçadas de doações eleitorais para o governador em exercício do Rio Francisco Dornelles, para o ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB-RJ), para o senadores Agripino Maia (DEM-RN), Garibaldi Alves (PMDB-RN) e Valdir Raupp (PMDB-RO). Também repassou propina como se fosse doação eleitoral para os deputados Jandira Feghali (PCdo B-RJ), Luiz Sérgio (PT-RJ), Heráclito Fortes (PSB-SE), Walter Alves (PMDB-RN)Felipe Maia (DEM-RN), a ex-ministra Ideli Salvatti (PT-SC), o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra (PE), já falecido, e o ex-deputado Edson Santos (PT-RJ).

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Vendo os comentários dos coxinhas percebe-se como essa turma é desonesta e mau caráter. Quando é delação contra o PT presta, quando não é, não serve.
    Essa turma consegue dormir a noite?

    1. Chora Mortadela……?????? agora e Ordem e Progresso ????????

    2. Perdeu alguma boquinha, "cumpanhero"? Tá com ódio porque agora vai ter que trabalhar? Ou será professor de alguma universidade pública? Ou "aspone" de algum parlamentar petista? Meu caro, tem que haver provas, comprovações do que foi dito. E tem mais: lembre que toda essa lambança foi feita nos (des) governos petistas, o fruto da roubalheira foi regiamente dividida com a quadrilha vermelha e seus aliados, por políticos petistas ou aliados seus, nomeados pelo PT para cargos públicos. Há petistas e comunistas também citados por esse Sergio Machado, que estava na Transpetro há muitos anos, roubando para toda a quadrilha. Vocês, militontos, estão comemorando o que? É que vocês adoram arrastar os outros prá lama em que chafurdam, né?

  2. Ouvi falar que o pilantra delator vai pagar uma multa e ficar em liberdade.Num país minimamente sério ficaria o resto da vida na cadeia.Brasil,paraíso de ladrões.

  3. Delatando todos, precisa apresentar as provas.
    Não interessa o partido ou o nome, para delatar tem que apresentar provas, sem elas, vira fuxico de maria janela. A imprensa nem deveria publicar tais detalhes dessas delações, salvo com acesso as devidas provas.

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Judiciário

Nota do senador José Agripino sobre citação em delação de Sérgio Machado

Apesar de desconhecer o inteiro teor da delação do ex-senador Sérgio Machado, com quem convivi no período em que fomos senadores, devo esclarecer o seguinte:

1- As doações que, como presidente de Partido tenho a obrigação de buscar, obedecendo à legislação vigente, foram obtidas sem intermediação de terceiros, mediante solicitações feitas diretamente aos dirigentes das empresas doadoras.

2- Presidente de Partido de oposição que sou, não teria nenhuma contrapartida a oferecer a qualquer empresa que se dispusesse a fazer doação em troca de favores de governo.

3- As doações recebidas – todas de origem lícita – foram objeto de prestação de contas, devidamente aprovadas pela Justiça Eleitoral.

Senador José Agripino (RN)
Presidente nacional do Democratas

Opinião dos leitores

  1. EU JA FALEI VARIAS VEZES QUE ESSE PESSOAL QUE FAZ A POLITICA DO RIO GRANDE DO NORTE, NAO PRECISAM REPETIR QUE SAO INOCENTES QUE O RIO GRANDE DO NORTE JA SABE, POR EXEMPLO VOCES SEMPRE ACABAM ELEITOS MEUS QUERIDOS COM OS VOTOS DOS ELEITORES QUE ACREDITAM EM VOCES

  2. Aonde está a publicação da relação dos políticos do RIO GRANDE DO NORTE (famílias Alves e Maia) citados na delação de Sérgio Machado. Não encontrei aqui neste BLOG. E no site da Tribuna do Norte até parece que não existe "lava jato" para essas famílias.

  3. Não existe doação de origem lícita. Você acha que as empresas doam pros políticos de boazinha? A cobrança vem depois que você ganha a campanha!

  4. Quer dizer que, se fosse Presidente de Partido Governista, teria contrapartida a oferecer??? Sério??? Que contrapartida seria essa??? Explique senhor Agripino, por favor.

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