As oito vagas do Rio Grande do Norte para a Câmara Federal serão disputadas voto a voto, principalmente, porque estão na briga por essas cadeiras lideranças “de peso” e com um reduto eleitoral bastante considerável, por isso, algumas coligações podem ter sido muito boas para uns e péssimas para outros. No pleito de 2014, vão faltar cadeiras para tantas lideranças políticas que almejam o Congresso Nacional.
Na coligação “União pela Mudança”, que apoia o candidato ao Governo Henrique Eduardo Alves, temos o primeiro e mais forte cenário formado pelo PMDB, PSB, PR, PROS, DEM, SDD, PDT, PV, PMN, PRP, PSC, PSDB, PSDC e PRB – onde os principais nomes da disputa à Câmara Federal irão brigar entre si pelas vagas.
Analisando os nomes mais “conhecidos” por ordem de estrutura e votos, temos o deputado estadual Walter Alves (PMDB), filho do ministro e senador Garibaldi Alves, o vereador Rafael Motta (PROS), filho do presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Motta (PROS), o candidato à reeleição Felipe Maia (DEM) e filho do senador José Agripino, a médica Zenaide Maia (PR) esposa do Prefeito de São Gonçalo Jaime Calado, e irmã do deputado federal João Maia, a também candidata à reeleição Sandra Rosado (PSB), a ex-prefeita de Mossoró Fafá Rosado (PMDB), o candidato do prefeito Carlos Eduardo, o jornalista Sávio Hackret (PDT), o tucano Rogério Marinho (PSDB) e o deputado estadual Antônio Jácome (PMN) com a comunidade evangélica a seu favor. O grupo ainda conta com o deputado federal Paulo Wagner (PV) tentando a reeleição e o líder do seguimento pesqueiro no estado e Presidente do PRB, Abrãao Lincon.
Nesta primeira coligação é provável que cinco ou até seis nomes consigam êxito no projeto de chegar à Câmara Federal, mas são onze políticos fortes nesta disputa, o que representará uma briga de “cachorro grande”. Os bastidores da política acreditam que as vagas de Walter, Rafael, Felipe e Zenaide estariam mais “seguras” e a disputa acirrada seria entre Sandra, Fafá, Sávio, Rogério, Jácome, Paulo Wagner e Abrãao Lincon pelas duas outras vagas.
A coligação “Sem mudança não há esperança”, formada pelo PHS, PPS, PTB e PTN e que também apoia o candidato Henrique Alves, não tem um nome mais representativo para entrar nessa disputa política e dificilmente conseguirá um mandato na Câmara Federal.
No grupo liderado pelo candidato ao Governo Robinson Faria (PSD), é provável que dois nomes obtenham êxito direto. A coligação “Liderados pelo Povo” é composta pelo PSD, PT, PC do B, PT do B, PP, PEN, PRTB e PTC. O mais cotado é o já deputado federal Fábio Faria (PSD) que sempre teve boa votação e deve permanecer na Câmara Federal. Em seguida, vem o também deputado federal Betinho Rosado (PP) que também busca renovar o mandato e conta com uma estrutura nessa eleição muito forte. Por último, o petista Adriano Gadelha que ocuparia a vaga da deputada Fátima Bezerra que deixa a Câmara para disputar o Senado e conta com o apoio dela.
No cenário liderado por Robinson, há quem aposte que o candidato do PT é o menos favorecido. Mesmo com o apoio de Fátima Bezerra, Adriano ainda não teria o carisma do eleitorado para substituí-la na Câmara Federal, diferente de Fábio e Betinho que mantém a bases eleitorais renovadas para o projeto de permanência do mandato.
Mas vale lembrar que a campanha está apenas começando. Os candidatos ainda estão “aquecendo” os motores para dar início aos discursos e colocar a caravana pra andar pelo Rio Grande do Norte. Depois de formalizar as alianças e montar as equipes nas 167 cidades do estado, chegou a hora do corpo a corpo com os eleitores. Uma coisa é certa, para chegar à Câmara Federal os candidatos vão ter que suar muito a camisa e gastar um “bocado”, já que a disputa vai ser a mais acirrada dos últimos anos.
Situação muito difícil, pensei q ia ser morto, até hoje não mim recuperei psicologicamente . Tomo remédios controlados para dormir, e não consigo trabalhar a noite