Economia

BOM PRESTAR ATENÇÃO: Câmara aprova MP que suspende contratos e corta salário

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (28) a medida provisória que prevê a suspensão de contratos de trabalho e também o corte de jornada e salário de trabalhadores para socorrer empresas e evitar demissões.

O texto-base foi aprovado em votação simbólica. Agora, a proposta vai ao Senado. Se houver alterações, volta para a Câmara, antes de seguir para sanção ou veto presidencial.

O relator do texto, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), amenizou trechos do projeto para diminuir a resistência e conseguir aprovar a proposta. Também deu ao Executivo o poder de prorrogar os prazos dos acordos trabalhistas enquanto durar o estado de calamidade pública —inicialmente previsto para terminar em 31 de dezembro.

O corte na jornada é acompanhado de uma diminuição proporcional de salário, que pode ser de 25%, 50% ou 70%, por até três meses. É permitida também a suspensão de contratos por até dois meses.

Uma das principais mudanças feitas pelo relator, o aumento da base de cálculo na compensação foi retirado por um destaque do PP, partido de Arthur Lira, que passou a compor recentemente a base do governo.

O trabalhador afetado por corte de jornada ou suspensão de contrato recebe um auxílio do governo para amenizar a queda na renda da família.

No texto original do governo, o valor do benefício toma como base o seguro-desemprego, que tem como teto R$ 1.813. Se o salário fosse até esse valor, a União compensaria toda a perda salarial durante o período do corte de jornada ou de suspensão de contrato.

Orlando Silva havia elevado esse limite para três salários mínimos (R$ 3.135), o que ampliaria a faixa salarial com compensação integral a ser paga pelo governo.

Com apoio do centrão, os deputados votaram para retornar a base de cálculo proposta pelo governo, que considera o teto do seguro-desemprego. O destaque foi aprovado por 315 votos a favor e recebeu 155 contrários.

Nas contas do líder do governo na Câmara, deputado Vitor Hugo (PSL-GO), o impacto estimado da mudança proposta pelo relator aos cofres públicos seria de R$ 22 bilhões.

O relator também ampliou o número de trabalhadores submetidos a negociações coletivas. A MP previa a possibilidade de acordo individual para quem tem salário igual ou menor a R$ 3.135 ou acima de R$ 12,2 mil.

O relator reduziu o piso a R$ 2.090 para aqueles que trabalharem em empresas com receita superior a R$ 4,8 milhões. Se o faturamento da companhia for menor que isso, o piso é mantido em R$ 3.135.

O texto permite, no entanto, acordo individual para trabalhadores que ganham entre o piso (R$ 2.090 ou R$ 3.135) e R$ 12,2 mil se a redução proporcional de jornada e salário for de 25%.

Orlando Silva definiu que o salário-maternidade deverá considerar a remuneração integral. A manutenção do emprego prevista pela MP contaria a partir do término do período de estabilidade da mãe previsto no ato das disposições constitucionais transitórias.

O projeto prevê um auxílio de R$ 600 pago durante três meses a trabalhadores intermitentes.

O texto também traz um alívio para funcionários que têm empréstimo consignado (descontado direto do contracheque) e que tiveram a jornada e salário reduzidos, o contrato suspenso ou contraírem o novo coronavírus. Eles poderão renegociar o crédito e diminuir as prestações na mesma proporção do corte salarial. Também terão carência de 90 dias para pagar.

Os funcionários demitidos até 31 de dezembro de 2020 e que tiverem contratado consignado ou outros financiamento poderão repactuar a dívida em um empréstimo pessoal com o mesmo saldo devedor e juros iguais. Também terão carência de 120 dias para pagar.

As medidas não valem para consignado tomado por aposentados ou pensionistas do INSS, só para funcionários afetados pela medida provisória ou que contraírem o novo coronavírus.

No caso de empréstimos tomados ou repactuados durante o estado de calamidade, o texto aumenta para 40% o limite do consignado –hoje, é de 30%–, e mantém o 5% de margem consignável no cartão de crédito. Essa medida pode ser aplicada para consignado tomado por servidores da União, aposentados e pensionistas do INSS.

Orlando Silva também incluiu no projeto uma prorrogação da desoneração da folha de pagamento como forma de alívio a empresas após a pandemia do novo coronavírus.

Atualmente, a desoneração abrange empresas de 17 setores, entre elas as que atuam no ramo da informática, com desenvolvimento de sistemas, processamento de dados e criação de jogos eletrônicos, além de call center e empresas de comunicação (mídia).

Também beneficia companhias que atuam no transporte rodoviário coletivo de passageiros e empresas de construção civil e de obras de infraestrutura.

A desoneração, prevista em lei de 2011, permite que empresas desses setores possam contribuir com um percentual que varia de 1% a 4,5% sobre o faturamento bruto, em vez de 20% de contribuição sobre a folha de pagamento para a Previdência Social.

O benefício está previsto para terminar em 31 de dezembro de 2020. Orlando Silva prorrogou inicialmente para 31 de dezembro de 2022, mas, diante da pressão do governo, decidiu estender o prazo para 31 de dezembro de 2021.

​O Ministério da Economia estima que essa medida representará uma renúncia fiscal de R$ 10,2 bilhões — dinheiro que deixa de entrar nos cofres públicos.

Os deputados suprimiram do texto um dispositivo que dizia que o pedido de demissão ou recibo de quitação de rescisão do contrato de trabalho firmado por empregado só teria validade com a assistência do sindicato. Agora, essa atuação não é mais necessária.

Além disso, incluíram na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) um dispositivo que aumenta o valor da gratificação de função do bancário, incluindo na lei trecho que já era contemplado por convenção coletiva.

A intenção é que bancários possam continuar recebendo sete salários de gratificação de função, anualmente, sem qualquer alteração na jornada de trabalho, segundo a justificativa do destaque.

Outra alteração diz respeito à correção das dívidas trabalhistas. Até então, a atualização era feita pela TR (Taxa Referencial), mas a maioria das decisões do TST (Tribunal Superior de Trabalho) e dos tribunais regionais de trabalho tomava como base o IPCA-E, índice inflacionário, além de juro de 1% ao mês, segundo o autor da emenda aprovada, deputado Christino Áureo (PP-RJ).

Agora, a correção será feita pelo IPCA-E mais a remuneração adicional da poupança, que é de 70% da Selic (hoje em 3% ao ano).

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Alguém, nessa pandemia, ouviu falar em redução do subsídio dos políticos, seja na esfera federal, estadual ou municipal?

    1. É!
      Só que eles votaram uma MP enviada pelo governo que pensa primeiro nos empresários, depois nos empresários e por último no trabalhador.

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Economia

CONFIRA TODAS CATEGORIAS: Senado aprova linha de crédito de até R$ 100 mil para dentistas, enfermeiros, fisioterapeutas, médicos, psicólogos e veterinários

O Senado aprovou nesta quinta-feira (28) um projeto de lei que estabelece uma linha especial de crédito de até R$ 100 mil para profissionais liberais que atuem como pessoa física.

Entre os beneficiados pela proposta estão dentistas, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, nutricionistas, psicólogos e veterinários.

O projeto, de autoria do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), inclui ainda contabilistas, biólogos, economistas, fotógrafos, jornalistas, publicitários, químicos e sociólogos.

A proposta foi aprovada, em sessão virtual, com 73 votos favoráveis e nenhum contrário. O projeto será encaminhado agora para avaliação da Câmara. Se sofrer mudanças, volta ao Senado.

Segundo Girão, grande parte desses profissionais acumulou perdas com a pandemia.

“O fato é que uma infinidade de pequenos consultórios tiveram canceladas consultas, cirurgias e procedimentos diversos, o que, em muitas situações, reduziu drasticamente os rendimentos desses profissionais durante a vigência das restrições para combater a pandemia”, afirmou o senador.

Pela proposta, a linha de crédito disponibilizada será no valor de até R$ 100 mil por profissional, com reembolso previsto em até 48 meses, com carência máxima até 31 de dezembro de 2021.

As linhas de crédito terão taxa efetiva de juros de 2,5% ao ano.

Apesar de o projeto tratar de questões financeiras, o autor não havia determinado o custo para a União da nova linha de crédito, deixando que o CMN (Conselho Monetário Nacional) definisse o montante.

Em seu relatório, contudo, o senador Omar Aziz (PSD-AM) determinou que o Tesouro Nacional deverá destinar R$ 5 bilhões para a linha de financiamento.

Caberá ao CMN estabelecer a regulamentação dos procedimentos. Segundo o relator, mais de 300 mil pessoas podem ser beneficiados pelo projeto.

O projeto recebeu ao todo 20 emendas. Aziz acatou integral e parcialmente nove emendas, rejeitando as demais.

Pelo projeto, as instituições não poderão usar como fundamento para a não contratação da linha de crédito quaisquer bancos de dados, públicos ou privados, que impliquem restrições ao crédito.

De acordo com a proposta, os valores da linha de financiamento serão administrados por instituição financeira pública federal e repassados a quaisquer instituições autorizadas pelo Banco Central.​

 FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

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Jornalismo

Liberdade de expressão tem limite se conteúdo busca acabar com instituições e desonrar pessoas

A demarcação dos limites da liberdade de expressão protegida pela Constituição envolve um exame do potencial destrutivo dos conteúdos transmitidos por aqueles que exercem esse direito, segundo especialistas ouvidos pela Folha ao analisarem o inquérito das fake news em andamento no STF (Supremo Tribunal Federal).

Para eles, à medida que se passa da intenção de derrubar um argumento ou ideia e se vai para o caminho do aniquilamento de instituições e das ofensas para destruir a reputação de pessoas, é ultrapassada a fronteira da conduta legítima e se chega ao campo dos crimes.

As conclusões poderão variar do direito de criticar decisões do STF de soltar réus, em um exercício legítimo, até a prática de crimes contra a honra e a integridade física dos ministros do Supremo e contra o funcionamento do Poder Judiciário.

Após o despacho do ministro do STF Alexandre de Moraes pelo qual determinou diligências de busca e apreensão no inquérito das fake news, a deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP), que é professora da Faculdade de Direito da USP, fez uma série de críticas à medida em uma rede social.

Em uma das postagens ela afirmou que, apesar de não considerar comportamentos corretos “os xingamentos, as ofensas, os ataques” feitos por muitos dos investigados, vê com preocupação “a tendência crescente de equiparar a palavra (falada ou escrita) a atos criminosos. Pessoas verbalmente agressivas vêm sendo tratadas como partes de organizações criminosas. Penso que o Direito Penal Mínimo não pode conviver com isso!”.

As postagens mencionadas na decisão de Moraes têm conteúdos e tons diferentes.

Algumas trazem ameaçam aos ministros do STF, como a seguinte publicação feita pela deputada federal Carla Zambelli, em março de 2019: “Recado aos Ministros do STF: não brinquem com a LavaJato, ou nós vamos derrubar CADA UM DOS SENHORES”.

Outras mensagens trazem críticas de cunho ideológico, como a do deputado federal Luiz Phillipe Orleans e Bragança (PSL-SP): “”O ativismo judicial se aplica mais ao próprio STF que a qualquer outro poder. A maioria dos juízes nunca foi juiz, todos da mesma ideologia, não querem se reformar e ignoram seu descrédito”.

Ao tratar do tema liberdade de expressão, as leis brasileiras proíbem a censura prévia. Porém, o direito de livre manifestação do pensamento traz consigo a responsabilidade criminal pelo teor do que é expressado, segundo o professor de direito penal da USP e presidente do Iasp (Instituto dos Advogados de São Paulo), Renato Silveira.

Segundo Silveira, ataques em redes sociais podem configurar, por exemplo, crimes contra a honra.

“Uma pessoa pode ser responsabilizada quando ataca a honra de outra pessoa. Ela pode atacar a honra imputando a essa pessoa crime que não existe.” O delito descrito pelo professor da USP no jargão técnico é chamado de calúnia.

Ana Carolina Moreira Santos, advogada criminalista e conselheira da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em São Paulo explica que, apesar de ser uma garantia constitucional, a liberdade de expressão não é um direito absoluto.

“No direito brasileiro não há nenhum direito absoluto. Ocorre a mesma coisa com a liberdade de expressão, existem outras garantias e, se uma é colocada ao lado da outra, se a garantia da liberdade de expressão está violando outro [direito], como a proteção da honra e da vida privada, isso deve ser analisado caso a caso”, afirmou.

Conforme aponta a professora de direito constitucional da PUC-SP Maria Garcia, a Constituição determina que “é livre a expressão da atividade intelectual (…) e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.

No entanto, segundo ela, a manifestação estará sujeita a punição caso desrespeite, por exemplo, o inciso da Constituição que prevê que “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas (…)”.

De acordo com Rodrigo Nabuco, advogado criminal e conselheiro da Associação dos Advogados de São Paulo (AASP), caberá ao juiz de uma eventual ação decidir se determinado conteúdo é ou não ofensivo à honra. Para ele, os limites são ultrapassados quando ao invés de críticas à atuação dos ministros, elas passam a constituir ofensas à sua pessoa.

“Ele ali é representante de um poder constituído que tem exatamente a função de julgar. Então quando ele se manifesta nos autos, a pessoa dele não está em jogo. Está em jogo a função dele de magistrado. Ofensas pejorativas a pessoa, ao seu passado, isso não é liberdade de expressão, isso é ofensivo.”, afirmou.

O diretor da Faculdade de Direito da USP, Floriano Peixoto de Azevedo Marques Neto, diz que é preciso analisar também quando a ofensa é dirigida a uma pessoa especificamente ou chega a atingir a própria instituição da qual faz parte.

“Quando há como vítima um ministro, além da violação subjetiva pode ocorrer uma violação à incolumidade da instituição, o que pode tipificar crime previsto na Lei de Segurança Nacional.”

A Lei de Segurança Nacional mencionada por Azevedo Marques foi promulgada em 1983 pelo presidente João Baptista Figueiredo, o último da ditadura militar.

Esse texto legal prevê a prática de crimes em casos de atos contra “o regime representativo e democrático”, a “Federação e o Estado de Direito” e “a pessoa dos chefes dos Poderes da União”.

De acordo com a presidente da comissão de direito penal do Iasp, Heidi Rosa Florêncio Neves, os ministros do STF vêm alegando que estão defendendo a instituição e não a eles próprios, mas cada magistrado poderia adotar medidas judiciais individuais para responsabilizar aqueles que os ofendem.

Não há diferença entre as limitações ao direito da liberdade de expressão quando se trata de manifestação a respeito de uma pessoa comum ou de uma autoridade, como explica o jurista Carlos Ari Sundfeld. No entanto, ele pontua que há um problema quando as manifestações atacam os valores da Constituição.

“A manifestação pública pode ser um instrumento, e aí envolverá também uma associação criminosa, de produzir destruição dos nossos valores constitucionais, para armar golpes, incitando o desrespeito a instituições, desmoralizando as instituições com um objetivo por trás que é o de abrir caminho para ruptura institucional.”​

 FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Estou preocupado com Ceará Mundão, acho que ele foi reduzido a pó de traque nos porões da ditadura miliciana. Isto mesmo: "Ceará Mundão presente!"

  2. A Folha, como sempre, contando piada. Querendo criar uma narrativa para a censura, não a dela, mas a que lhe interessa.

    1. BG
      O maior assalto a uma Nação foi cometida pelos meliantes que estiveram no poder do Brasil e não foram fiscalizados devidamente pelas redes sociais. Sem as redes sociais os ladrões ficam a vontade para roubar, estamos vendo agora com toda fiscalização da população e orgãos fiscalizadores (PF/MPF/MPE,etc) e mesmo assim os quadrilheiros continuam em ação. Estão ai governadores e prefeitos sendo descobertos com a mão na massa $$$$$$$. Coisa ruim são os ladrões atacando os cofres públicos.

  3. DEVAGAR COM O ANDOR CARA PÁLIDA!

    Podemos dizer ou fazer o que quisermos, quando queremos e com qualquer um em qualquer lugar?
    Não devemos confundir LIBERDADE DE EXPRESSÃO com CALÚNIA, INJÚRIA E DIFAMAÇÃO.
    Calúnia, difamação e injúria são crimes contra a honra das pessoas.
    … A calúnia ofende a honra enquanto cidadão. Já a difamação ataca a honra objetiva que é a reputação; enquanto a injúria ofende a honra subjetiva, que trata das qualidades do sujeito.
    É esse tipo de mundo e modelo de educação que vcs ainda defendem?

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Economia

ANAC aprova nova licitação do Aeroporto Aluízio Alves

A Diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou, na última terça-feira (26), o prosseguimento do pedido de relicitação do Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante. A Inframérica, concessionária responsável pelo terminal, apresentou a solicitação para deixar a administração do local em março deste ano em ofício enviado ao próprio Ministério da Infraestrutura e à Anac.

A Anac também aprovou o prosseguimento da relicitação do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, São Paulo, administrado pela concessionária Aeroportos Brasil Viracopos S/A. Com o reconhecimento da viabilidade técnica e jurídica pela Anac, os processos seguem para o Ministério de Infraestrutura, que fará parecer sobre a compatibilidade dos pedidos com a política para o setor aéreo.

Após as manifestações da Anac e do ministério, o processo de relicitação será submetido ao Conselho do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI). Após todo esse trâmite da qualificação do aeroporto pelo Poder Executivo Federal, é iniciada a preparação para a nova concessão, inclusive quanto à necessidade de aprovação de novo plano de outorga. Segundo a Anac, a “relicitação amigável é um mecanismo que traz segurança jurídica para os contratos, além de permitir a continuidade da prestação de serviços aos usuários”.

TRIBUNA DO NORTE

Opinião dos leitores

  1. Aeroporto de SGA e Arena das Dunas foram as maiores tragédias contra o povo do RN. Muito maior que o arrombamento da barragem do açude de Santa Cruz em 1981 ou a Covid-19. Parabéns políticos do RN.

  2. Primeira coisa é mudar o nome desse aeroporto, chega de Alves e todos os políticos do RN, afinal foram eles que quebraram o nosso estado.

  3. Espero que nenhuma empresa queira. Feche esse aeroporto de faz de conta e voltemos ao AUGUSTO SEVERO. Ou então façam um pesquisa p saber se a população quer o Augusto Severo.

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Saúde

RN tem 89 pacientes aguardando leitos

A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte atualizou, nesta quinta-feira (28), parte dos números referentes ao enfrentamento ao novo coronavírus no estado.

O estado possui fila de 89 pessoas aguardando leitos.

De acordo com o secretário de Saúde, Cipriano Maia, a situação de ocupação dos leitos de UTI para Covid-19 segue semelhante à da quarta-feira (27). Mossoró e Natal têm 100% de ocupação, Pau dos Ferros está com 62,5% (com três dos oito leitos de UTI disponíveis) e Caicó teve uma queda na taxa, com a abertura de novos leitos. Dos 22 disponíveis, nove estão ocupados.

Já na regulação dos pacientes, o estado tem nove pacientes considerados prioridade 1 (que necessitam de UTI), 26 na prioridade 2 (necessidade de leitos semi-intensivos) e mais 54 pacientes entre as prioridades 3 e 4 (que precisam de leitos clínicos).

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Economia

Covid-19 já matou mais emprego no Brasil que a recessão

A Grande Recessão brasileira levou mais ou menos dois anos para dizimar 2,5 milhões de empregos, que desapareceram entre dezembro de 2014 e dezembro de 2016. A Grande Catástrofe da epidemia já destruiu mais de 3 milhões de empregos (na comparação com abril do ano passado).

Depois da Grande Recessão, o número de pessoas ocupadas em algum tipo de trabalho ainda continuou a cair até chegar ao fundo do poço em março de 2017. Levou mais dois anos, até 2019, para que tivéssemos um março dos tempos do pico do emprego.

Do saldo de empregos criados nesse tempo, dois de cada três eram de assalariados sem carteira assinada e “por conta própria” sem CNPJ, informal de todo, a julgar pelos dados da Pnad, a pesquisa do IBGE.

O emprego formal jamais voltou àqueles tempos pré-Grande Recessão. Pelos dados do registro de empregos formais do Ministério da Economia (Caged), ainda em dezembro do ano passado estavam desaparecidos 1,7 milhão de empregos com carteira assinada. Apenas neste ano, se foram mais 860 mil empregos com carteira assinada.

Quando a destruição vai parar? Não sabemos. Além do fato de que se trata de uma catástrofe, não sabemos quase nada desta crise. Não há com que comparar tamanho desastre. Hipóteses são formuladas apenas para que se possa ter uma ideia que possa ser corrigida assim que aparecem os primeiros e ainda muito preliminares retratos da devastação.

Além da desinformação inevitável, por ora, não há medidas novas do impacto da epidemia nem ideias novas para evitar ruína maior. O país está catatônico, apavorado, como quase o mundo inteiro, e ainda desgraçado pelo desgoverno e pela discussão agora aberta de golpe, impeachment ou alguma destruição institucional extra.

Nem é preciso mencionar, a sabotagem das medidas de isolamento, a falta de política federal de controle da doença e a descoordenação nacional já prolongaram a duração da pior fase da epidemia aqui no Brasil. Sem perspectiva de melhora, não há hipótese de retomada organizada. O país preferiu se atolar em um cemitério sem fim.

Economistas do Bradesco, por exemplo, trabalham com a hipótese tentativa de que o fundo do poço da renda do trabalho ocorreria em algum momento do terceiro trimestre (ressalte-se, entre os distantes julho e setembro). Supondo que se trate de um bom chute informado, a bola de neve da crise ainda vai engrossar.

O auxílio emergencial de R$ 600 terá algum efeito de mitigar o massacre. Pelas estimativas de despesa do governo, a soma desses auxílios equivaleria a cerca de um quarto da soma de todos os rendimentos do trabalho pagos por mês no país, pelo registro da Pnad. Equivale ao valor anual de quase dois Bolsa Família, mas pagos por mês.

Mas essa renda extra não vai salvar setores que vendem bens e serviços mais caros, menos ainda aqueles que estão fechados e que, na reabertura, sofrerão especialmente os dados da vida anormal sob epidemia: restaurantes, serviços pessoais, comércios, viagem, entretenimento.

Já há evidências anedóticas de lojas e restaurantes que, reabertos, não conseguem faturar para pagar os custos de manutenção da reabertura.

O medo da doença e o medo do futuro (para quem ainda tem o que gastar) colocam o consumidor na retranca. O crédito bancário entrou na retranca. O investimento entrou em colapso.

A epidemia será comprida por causa do isolamento à moda brasileira, entre selvagem e negligente. A crise econômica correrá em paralelo.

Vinicius Torres Freire

Jornalista, foi secretário de Redação da Folha. É mestre em administração pública pela Universidade Harvard (EUA).

FOLHAPRESS

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Economia

Oferta de vagas informais entra em colapso e mercado de trabalho perde seu maior pilar

pandemia do novo coronavírus fez com que o pilar que vinha sustentando o mercado de trabalho entrasse em colapso.

O trabalho informal, que vinha batendo recorde atrás de recorde e garantindo a redução da taxa de desemprego, sofreu um forte desgaste no trimestre encerrado em abril, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta quinta-feira (28).

Das 4,9 milhões de vagas fechadas no período, 3,7 milhões eram informais. A taxa de informalidade caiu para 38,8% da população ocupada –um contingente de 34,6 milhões de brasileiros, o menor número da série iniciada em 2016. No trimestre anterior, até janeiro, o percentual havia sido de 40,7%.

Para especialistas ouvidos pela Folha, a queda indica tanto o caráter regressivo desta crise, como a falta de perspectiva para quem perde uma vaga com carteira assinada.

“Antes, a informalidade era um colchão de quem perdia emprego formal. Agora não tem mais isso, a situação dos informais está muito pior”, disse Thiago Xavier, economista da Tendências Consultoria.

“Se compararmos o trimestre encerrado em abril deste ano com o mesmo período do ano passado, percebemos que a redução das vagas sem carteira assinada e por conta própria sem CNPJ é muito maior que dos empregos formais”, afirmou Xavier.

Os informais são os empregados do setor privado e trabalhadores domésticos sem carteira assinada, trabalhadores por conta própria e empregadores sem CNPJ e trabalhadores familiares auxiliares.

Os dados compilados por Xavier apontam a diferença. Enquanto as vagas formais caíram 2,8%, os postos sem carteira recuaram 9,7%. O conta própria sem CNPJ caiu 6,7%.

Os dados do IBGE mostram também que, além do pilar ter ficado fraco, o restante da força de trabalho também não se manteve firme.

“O Caged [Cadastro Geral de Empregados e Desempregados] mostrou que em um mês o Brasil perdeu 1,1 milhão de postos. Durante a última crise, perdemos três milhões de vagas formais. Quanto tempo demorou? 2 ou 3 anos? Agora em um mês vimos um terço disso acontecer”, disse.

Considerando o mercado como um todo e fazendo a comparação com a crise de 2015-16, o estrago dos últimos três meses foi forte. A perda de vagas foi 68% superior a todo o período da crise anterior. Naquela época foram cortados 2,9 milhões de postos, enquanto agora foram 4,9 milhões.

Para Cosmo Donato, economista da LCA Consultores, esse pode ser visto como um efeito de composição, com os empregos associados à circulação de pessoas (como ambulantes e comércio) sofrendo primeiro e preservando quem tem remuneração maior.

“Quem tem CLT e até abril não perdeu emprego, nos próximos meses vai estar vulnerável se a crise se prolongar e mostrar ser mais profunda.”

Apesar da perda de 4,9 milhões de postos de trabalho, a taxa de desemprego não refletiu os impactos da pandemia na economia. Isso porque a contabilização engloba apenas quem está procurando trabalho no período da pesquisa. Uma vez que as pessoas não saem de casa, o processo de busca por trabalho trava, sem reflexo nas estatísticas.

A taxa de desocupação fechou em 12,6%, com um aumento de 898 mil desempregados em relação ao trimestre encerrado em janeiro. São 12,8 milhões de pessoas na fila do emprego.

FOLHAPRESS

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Judiciário

Após Fachin votar contra bloqueio de WhatsApp por juízes, Moraes pede vista e julgamento é suspenso


Foto: Divulgação/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pediu vista e com isso suspendeu o julgamento desta quinta-feira que busca definir se decisões judiciais podem determinar o bloqueio de serviços de mensagens pela internt, como o WhatsApp. Antes dele, o ministro Edson Fachin acompanhou o votou da ministra Rosa Weber, desta quarta-feira, de que uma decisão judicial não pode suspender o funcionamento do serviço.

Para Weber e Fachin, o bloqueio só poderia ocorrer caso a empresa violasse a privacidade dos usuários. O ministro, assim como Rosa Weber, defendeu a proteção dos dados trocados por usuários pelas redes sociais como dentro da garantia à privacidade. Os dois trataram da criptografia dos aplicativos e defenderam como um instrumento de segurança ao usuário. Segundo os ministros, já que as empresas não têm acesso aos conteúdos das mensagens, não podem ser punidas por não forneceram os dados.

Além do bloqueio do WhatsApp, as ações discutem também a possibilidade técnica ou não de interceptação de conversas no aplicativo e da colaboração do WhatsApp com os pedidos judiciais.

Estão em julgamento duas ações. Uma delas questiona a Lei 12.965, de 2014, conhecida como Marco Civil da Internet. O partido argumenta que a lei autoriza que ordens judiciais obriguem os provedores a disponibilizar o conteúdo de comunicações privadas. A outra ação discute se decisões judiciais podem interromper serviços de mensagens do aplicativo WhatsApp.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. É lamentável e ainda mais imoral um supremo tribunal federal contar com a presença de um elemento com um histórico pessoal de um Alexandre de Morais , ex advogado do PC C defensor ferrenho de criminosos e por longos anos sobreviveu ganhando dinheiro do crime organizado, agora pergunto! Qual a moral um Elemento desse tem para atuar como ministro do Supremo tribunal Federal,? Vergonha..

    1. Amigo Cézar Augusto, não se lamente e muito menos ache imoral, assim igual ao ministro Alexandre de Moraes, tem Gilmar Mendes e ainda vai vim mais decepções com esses que estão aí e com outros que ainda virão, nesse 1° mandato Bolsonaro vai indicar 02 ministro, a culpa disso tudo tem nome e sobrenome chamasse POLÍTICA enquanto eles forem indicados pelo o presidente da república e aprovado pela maioria dos senadores da república, pode ter certeza nada vai mudar. essa é a minha opinião. Um abraço a todos.

    2. O que é mais lamentavel e que esses ministros dão só sentença favoravel a quem lhe interessa e rasgam a constituição toda hora e ninguem faz nada

    3. Concordo com a leitora : enquanto o acesso aos Tribunais Superiores não for EXCLUSIVAMENTE POR CONCURSO PÚBLICO ( meritocracia, pura e simples), os Presidentes que virão continuarão a nomear ao seu bel-prazer e buscando apenas e tão somente os seus próprios interesses.

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Mundo

EUA revelam rede de lavagem de dinheiro da Coreia do Norte com 250 empresas de fachada para financiar programa de mísseis nucleares

Foto: KCNA/EFE

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (28) a abertura de processos contra cerca de 30 cidadãos da China e da Coreia do Norte por canalizarem através de uma rede clandestina global mais de US$ 2,5 bilhões (cerca de R$ 13,5 bilhões) em repasses ilegais ao programa de mísseis nucleares norte-coreano.

Os réus, de acordo com a acusação, operaram com funcionários do Banco de Comércio Exterior da Coreia do Norte (FTB) e criaram mais de 250 empresas de fachada em diversos países, incluindo Tailândia, China e Rússia, para processar pagamentos em dólares através do sistema financeiro dos EUA para financiar o programa nuclear da Coreia do Norte.

“Os Estados Unidos enfatizam seu compromisso de alterar a capacidade da Coreia do Norte de acessar ilegalmente o sistema financeiro dos EUA e limitar o uso dos benefícios dessas ações ilícitas para apoiar seu programa de armas de destruição em massa”, disse Michael R. Sherwin, procurador interino do Departamento de Justiça, em comunicado.

Nenhum dos réus está sob custódia das autoridades americanas.

Drible nas sanções

O governo dos EUA também disse que, através dessa rede clandestina, a Coreia do Norte tinha conseguido evitar sanções econômicas impostas contra ela.

O FTB foi incluído na lista negra de instituições financeiras do Departamento do Tesouro americano em 2013.

A decisão do Departamento de Justiça ressalta a paralisação dos esforços diplomáticos realizados pelo presidente americano, Donald Trump, que se reuniu várias vezes com o líder norte-coreano, Kim Jong-Un, para pactuar o encerramento do programa nuclear do país asiático.

O texto revela também a incapacidade da comunidade internacional de sufocar financeiramente o regime norte-coreano.

R7

Opinião dos leitores

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Judiciário

Bolsonaro afirma que nome de Augusto Aras “não está previsto” para as próximas duas vagas que vão abrir no STF

Foto: reprodução/Facebook

Em sua costumeira live de quinta-feira nas redes sociais, Jair Bolsonaro afirmou que o nome do procurador-geral da República, Augusto Aras, não está previsto para as duas próximas vagas que vão abrir no STF. “Tem uma vaga prevista para novembro e outra pro ano que vem. O Aras, nessas duas vagas, não está previsto”, disse o presidente. Porém, se aparecer uma terceira vaga para a Corte, o presidente afirmou que o nome de Aras “entra fortemente”.

A primeira vaga aberta será a do ministro Celso de Mello, que se aposenta em novembro aos 75 anos, idade da aposentadoria compulsória. Em 2021 será a vez do ministro Marco Aurélio Mello, que completa 75 anos em julho.

O presidente disse que um dos indicados para o STF será evangélico, pois há um “compromisso” dele com a bancada.”Uma pitada de religiosidade de cristianismo é muito bem-vindo”, afirmou.

Com informações do Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Coloca o Queiróz ….rachadinha com certeza terá…UMA VERGONHA…UM DESEQUILIBRADO LADRÃO.,..TEM QUE CAIR….PELO AMOR DE DEUS..RETIREM ESSE PORCO …O BRASIL ESTA UMA POCILGA…

  2. Chegou ao descaramento!!! A babacao de ovo….!!!! Põe lá o waldemiro Santiago pra trocar as leis e decisões por feijão…..

  3. BG.
    Tem que ser criado um placar tipo aquele dos impostos pra fazer a contagem regressiva da saida desse afilhado de Sarney, Celso de mello do stf.

    1. E um placar para contagem regressiva para a saída desse anormal da presidência.

  4. Entendeu o recado né Aras? Se titubear em cumprir as órdis du capitão vai perder a boquinha.

  5. O MPF está fervendo por dentro com as atitudes vergonhosas do Aras! Por muito menos, a água ferveu pro lado da Dodge. Aguardemos!

  6. Bom seria o próprio judiciário escolher, e nomear . e tem mais , seria entre magistrado e ministerio público. Pois pra ingressar no serviço público tem que ser concursado.

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Saúde

Coronavírus: Brasil registra 1.156 óbitos e 26.417 casos nas últimas 24h, total de mortes chega a 26.754 e infectados são 438.238


Foto: Fabiano Rocha/O Globo

O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (28) seu mais recente balanço de casos confirmados e mortes provocadas pela Covid-19. Os principais dados são:

26.754 mortes, eram 25.598 na quarta-feira;

Foram 1.156 registros de morte incluídos em 24 horas;

438.238 casos confirmados, eram 411.821 na quarta-feira;

Foram incluídos 26.417 casos em 24 horas;

233.880 pacientes estão em acompanhamento (53,4% do total);

177.604 pacientes recuperados do coronavírus (40,5% do total);

G1

Opinião dos leitores

  1. Esta imprensa só dá destaque aos casos de mortes e contaminados, no título da matéria diz a quantidade de mortos e contaminados, se a pessoa não ler a matéria não vai saber da quantidade de pessoas que se recuperaram da doença. Isto cham-se sensacionalismo, para chocar o leitor e ele ficar com medo e em pânico.

  2. Quando esse povo perde algum parente eles iram sentir na pele a dor de perde um pessoa querido. Dói muito e oq mais revolta é não poder enterrar com dignidade.

  3. Hoje o general Pazzuelo disse que a situação esta sob controle, que as grandes cidades ja estao em declinio de casos e assim pode ajudar as pequenas cidades. So lembrei dos generais na serie CHERNOBYL.

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Geral

Inquérito das fake news ‘não tem base legal’ e é ‘inconstitucional’, afirma Bolsonaro

Imagem: reprodução

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, 28, que o inquérito das fake news “não tem base legal nenhuma” e é “inconstitucional”. Em transmissão ao vivo no Facebook, o mandatário criticou a ação de buscas e apreensão da Polícia Federal na última terça, 27, que mirou nomes ligados ao “gabinete do ódio” e seus aliados. “Estou chateado com o inquérito, sim. É um inquérito que não tem base legal nenhuma, é inconstitucional.”

Bolsonaro afirmou ainda que os alvos de busca e apreensão da PF são “pessoas de bem” e que apoiam o seu mandato. “São conservadores, respeitam a família, são armamentistas, defendem o livre mercado, são pessoas normais”, disse o presidente, acrescentando que desconhece qualquer uma que tenha uma vida pregressa que comprometa.

O presidente classificou o dia da operação como “triste” para todos aqueles que amam a liberdade de imprensa e lutam por um País democrático.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Todos tomando leite (Bozo nao aparece na foto mas na live tomou tb). Acharam estranho?
    Pesquisem a respeito.

  2. Não sou fã de Bolsonaro, mas pelos comentários nota-se que não é só ele que entende tudo de Direito e de Medicina.

  3. Senhores DEPUTADOS E SENADORES…NOS LIVRA DESSE MAL PELO AMOR DE DEUS….MANDA ESSA PESTE PARA O QUINTO DOS INFERNO.

  4. Pronto !!!! Falou o grande jurista bolsa de nylon….!!!! Dono da razão e dos bons costumes e que nunca fala um palavrão!!! Ó bicho da boca podre!!!
    I

  5. Já notaram como esse energúmeno fala de tudo sem saber de nada? É especialista em medicina, em direito e em armamento, mas quando foi assaltado no RJ, levaram a moto e a pistola dele. HAHAHAHA O Brasil tem os líderes à altura do seu povo!

  6. Nós sabemos que você não possui qualquer intimidade com a Constituição. Combina com o teu min. da Justiça, que anteriormente já havia se posicionado pela legalidade e assim como você, muda de discurso de acordo com a conveniência!

  7. ONTEM Bolsonaro era Doutor em Medicina e receitou a Cloroquina. HOJE ele é Doutor em Direito Constitucional e sabe mais sobre leis q o STF. So pode ser um MITO mesmo essa criatura esdrúxula!

  8. Esse imbecil, anti-democràtico, está com medo, porque sabe que os meninos estão envolvidos até o pescoço.
    O tempo desse incompetente, já venceu-se, a sorte dele é essa pandemia, nas, pior que ela só os Bolsoloucos.

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Política

“Terrível a desgraça que fizeram dessa forma de ‘fecha tudo'”, diz Bolsonaro ao defender que a economia volte a funcionar


Foto: reprodução/Facebook

Jair Bolsonaro (sem partido) fez um apelo hoje para que a economia “volte a funcionar” normalmente —enquanto a curva de contágio do coronavírus continua subindo em alguns estados, como São Paulo, que hoje registrou recorde de novos casos confirmados. “Eu espero que a economia volte a funcionar.

Eu venho dizendo há 70 dias que temos dois problemas: a vida e o vírus, tá certo, e a questão do desemprego. Estou vendo que alguns estados estão abrindo shoppings com restrição. Teve gente que perdeu material que embolorou”, lamentou.

“Terrível a desgraça que fizeram dessa forma de ‘fecha tudo’. Eu sempre defendi, mas não cabia a mim o isolamento vertical. As pessoas mais idosas, deixa em casa. A minha mãe está preservada, peço a Deus que nada aconteça com ela.

“Os mais jovens tinham que voltar a trabalhar, tinham que continuar trabalhando”, completou o presidente. As declarações foram feitas hoje, na tradicional live que Bolsonaro realiza às quintas-feiras no Facebook, e contou com a participação de Pedro Guimarães, presidente da Caixa, Jorge Seif Júnior, secretário de Pesca.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Não sou fã de Bolsonaro, mas piores que psicopata são os governadores e prefeitos que ignoraram a lei de 6 de fevereiro que ele fez e já permitia a quarentena (lei 13.979). Mas era carnaval…

    1. Ele mesmo foi e è o maior incentivador do fim do isomanento, o que tem mais prejudicado as pessoas é a tratativa que ele da a um assunto tao serio. Ele nao faz a lei , so assina , isso so faz parte de protocolos da presidência, nao ha nenhum heroismo nisto.

  2. Só faltou dizer que mortes evitadas foram mínimas, pois o sistema de saúde era capaz de suportar a demanda que aparecesse, já as que ocorreram e vão ocorrer, são pequenos detalhes. Simplesmente estarrecedor a mente desse psicopata.

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Saúde

Governo do Estado paga restante do salário e adicional por insalubridade aos profissionais da saúde nesta sexta (29)

O Governo do Estado depositará, nesta sexta-feira (29), os 70% restantes do pagamento salarial aos profissionais da área de saúde que recebem mais de R$ 4 mil e também o retroativo para o adicional por insalubridade. Serão mais de R$ 21,6 milhões pagos apenas à Saúde, uma categoria em constante risco no enfrentamento à Covid-19.

Os servidores da saúde que trabalham na linha de frente das unidades hospitalares receberão o grau máximo de 40% de adicional por insalubridade, calculado sob o salário-base, referente aos meses de abril e maio. Quem recebe percentual abaixo, passa a receber os 40% durante o período da pandemia. Já os servidores que exercem atividades administrativas nos hospitais receberão 20% de insalubridade. Uma compensação financeira à exposição de alto risco ao novo coronavírus e ao esforço diário no cuidado de milhares de pacientes suspeitos ou infectados com a doença. Esse adicional entra na conta dos servidores ao longo do dia.

O Governo do Estado reforça o compromisso dos salários em dia apesar da queda brutal e crescente de receita desde o mês de março, início dos efeitos da pandemia na economia. Foram mais R$ 180 milhões de déficit na arrecadação apenas neste mês de maio para um Estado que luta mês a mês para pagar o salário em condições econômicas normais.

Pagamento às outra categorias

O Governo concluirá o pagamento da folha das demais categorias no sábado (30), com depósito de R$ 114 milhões. Os 70% restantes do salário amanhecem na conta dos servidores ativos, inativos e pensionistas que recebem acima de R$ 4 mil. Quem recebe até esse valor, incluindo os profissionais da Saúde, já receberam o salário integral entre os dias 13 e 15 deste mês.

Opinião dos leitores

  1. Não venha com esse papo de salário em dia. Eu tenho duas folhas atrasadas, e a GD fica enrolando. Então na realidade eu vou receber o mês de março!

  2. BOA NOITE
    Fiquei sabendo q a GOVERNADORA pretende fazer ALGUNS DESCONTOS DOS SERVIDORES.
    Em cima desse dinheiro da insalubridade.
    NÃO TENHO CERTEZA.
    PODE ?

  3. O governo Fátima se resume a pagar salário de servidores e colocar a culpa de tudo em Robinson Faria.

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Economia

Banco Central vai reformular programa que financia pagamento de salários para auxiliar empresas e evitar demissões

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Banco Central (BC) deve anunciar na próxima semana uma reformulação no programa de financiamento do pagamento de salários. O presidente do BC, Roberto Campos Neto, disse nesta quinta-feira que os recursos devem atingir empresas maiores do que o previsto inicialmente.

Segundo Campos Neto, há um entendimento dentro do governo de que o programa não atingiu o objetivo de auxiliar as empresas a pagar os salários e evitar demissões. Dos R$ 40 bilhões que foram disponibilizados, apenas R$ 1,9 bilhões já foram tomados por empresas.

Um dos problemas observados foi o do escopo do programa. Inicialmente voltado para pequenas e médias empresas, Campos Neto afirmou que a maior parte dos recursos foi tomado pelas maiores empresas que se encaixavam no programa. Ou seja, as empresas menores não conseguiram ou não se interessaram pelo financiamento.

— Isso mostra que esse produto folha de pagamento dentro do universo bancário é mais concentrado nas empresas que têm mais faturamento do que as que tem menos. A ideia é expandir para cima, vai sofrer alguns ajustes nesse sentido.

Um segundo problema apontado pelo presidente foram as exigências do programa, que determinava, por exemplo, que as empresas que tomassem o crédito não poderiam demitir.

— O fato de não poder demitir ninguém fez com que algumas empresas achassem o programa muito restritivo e decidirem não entrar.

Intervenções no câmbio

Campos Neto disse que o Banco Central estava preparado para fazer uma atuação mais forte no câmbio antes da trajetória de queda que durou seis dias.

— Até estávamos preparados em algum momento para fazer uma intervenção maior. Acabou que o câmbio voltou recentemente um pouco, entendo que é uma variável que vai continuar volátil.

O presidente do BC ressaltou que a autoridade monetária continuará atuando da maneira como estava fazendo, entendendo que o “câmbio é flutuante”, mas que, em alguns momentos, se descola do risco.

O Globo

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Economia

Auxílio Emergencial: Caixa libera uso das contas digitais para compras em maquininhas de cartão


Imagem: reprodução/Caixa

A Caixa Econômica Federal (CEF) informou que a partir dessa sexta-feira (29) os beneficiários do Auxílio Emergencial poderão fazer compras em maquininhas de cartão, sem a necessidade de cartão físico, a partir da conta poupança social da Caixa. Até então, o Caixa Tem só permitia compras online. Agora, os beneficiários poderão usá-lo também em lojas físicas.

O pagamento das compras será feito por leitura de QR Code, código de barras gerado pelas maquininhas dos estabelecimentos, que é escaneado pela maioria dos telefones celulares com câmera.

O uso do Caixa Tem na hora da compra não irá consumir a internet do beneficiário, assim como qualquer operação feita no aplicativo. “A navegação no app é gratuita pela internet, patrocinada por operadora de celular. Porém, para ter acesso, o cliente precisa estar com os dados móveis habilitados no celular”, esclarece a Caixa.

Segundo a Caixa, o débito será permitido em mais de 3 milhões de estabelecimentos, como supermercados, farmácias, atacadistas, pequenos comércios, entre outros. Somente o valor da compra é descontado na conta.

Confira o passo a passo para compras em maquininhas de cartão

G1

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