A Prefeitura de Parnamirim, através da Secretaria de Administração e Recursos Humanos (SEARH), informa que creditou nesta sexta-feira (29) o pagamento dos 6.092 servidores, referente ao mês de maio de 2020.
Como forma de respeito aos trabalhos prestados pelos servidores, a administração tem priorizado os salários regularmente, mesmo diante da situação de calamidade pública. De acordo com a SEARH, O valor total da folha mais os encargos foi de R$ 26.029.701,47 neste mês.
Parabéns ao prefeito Rosano Taveira, que mesmo com essa situação de calamidade, Honra o compromisso com os seus funcionários e com fornecedores.
Que outros municípios venham a seguir seu exemplo de gestor!
Presidente Sette Câmara, do Atlético-MG — Foto: Bruno Cantini/Atlético-MG
A onda da Covid-19 que avassalou o futebol mundial ainda não tem hora para recuar. A falta de perspectivas de retorno dos jogos, e até mesmo em que condições isso acontecerá, assusta os dirigentes do futebol brasileiro. O Atlético-MG foi um dos clubes que tentou se preparar para o Tsunami de forma antecipada, com redução de salários, férias antecipadas dos jogadores, corte de pessoal e gastos e retorno aos treinos. O presidente do clube, Sérgio Sette Câmara, entretanto, não conseguirá ter noites de sono tranquilas em um curto prazo.
O mandatário, um dos líderes da Comissão Nacional de Clubes, que debate periodicamente o futuro do futebol brasileiro com a CBF, traça um quadro geral alarmante do esporte mais popular em terras brasileiras. Sem receitas de jogos, exposição de marcas, vendas de direitos de televisão, e com os boletos batendo à porta mensalmente, a conta não fecha.
“O futebol brasileiro está caminhando a passos largos, na minha opinião, para quebrar” – Sérgio Sette Câmara.
O advogado e presidente do Atlético desde dezembro de 2017 foi o convidado do podcast GE Atlético nessa quinta-feira e tentou cristalizar o cenário em que se encontra não só o Galo, mas praticamente todos os clubes profissionais do país. Ele defende a união das agremiações, até mesmo com a criação de uma nova associação. Algo que chegou a existir com o finado Clube dos 13.
Até lá, entretanto, os trabalhos são para definir a volta da bola rolando. Na Europa, já há sinalizações positivas. O Alemão já recomeçou. A Premier League retorna em 17 de junho. Dias depois, será a vez do Campeonato Italiano. Porém, impossível deliberar sobre datas no Brasil. É o que relata o dirigente. Além disso, Sette Câmara enfatiza que os jogos oficiais sendo disputados novamente não serão a solução final para a crise econômica agravada nos clubes.
– Se ilude quem acha que a volta do futebol irá resolver os problemas. Não vai. Não teremos bilheteria (jogos de portões fechados) e teremos despesas. O time terá de viajar, terá que pagar viagem de avião, hotel, terá que pagar… A ficha ainda vai cair ainda para a maioria das pessoas, inclusive na imprensa. Bom colocar as barbas de molho. Tenho falado disso há tempos, mas muitos me criticam, falam que estou exagerando.
“Eu participo de grupos com outros presidentes, tenho conversado na CBF. E a verdade é que ninguém tem perspectiva de volta. E quando voltar, o que vier de receita não será suficiente para as despesas dos clubes. Estamos caminhando para uma situação dificílima”.
Se as conversas com a CBF e outros clubes não são capazes ainda de traçar uma projeção de volta dos jogos, o diálogo a nível estadual sequer existe com a Federação Mineira. Não é a primeira vez que Sette Câmara reclama de falta de comunicação da FMF com o Galo. A entidade até fará reunião em 10 de junho com a secretaria de saúde estadual, justamente para debater o retorno do Módulo I do Mineiro, paralisado após a nona rodada (faltam seis datas).
– Gosto do Adriano (Aro, presidente da FMF). Acho que é um rapaz bacana, competente. Mas nessa parte aí eu não estou entendendo. O Atlético é o time hoje, queira ou não, mais importante filiado da Federação Mineira. É o único clube mineiro na Série A. Não estou aqui querendo criticar, mas acho que falta uma atenção com um clube tão importante quanto o Atlético por parte da Federação, no sentido de nos dar ao menos uma luz. “O campeonato não vai voltar, vai voltar, o que você acha?”. Mas tudo bem. Não tem problema. Acho que a gente vai acabar mais adiante conversando. Também não tem perspectiva mesmo, né? Estamos aí fazendo conjectura.
Enquanto espera e se prepara para voltar a disputar o Campeonato Mineiro e iniciar o Brasileirão com Jorge Sampaoli e Alexandre Mattos no comando da equipe, o Atlético precisa pagar as contas. Conseguiu diminuir os atrasos salariais. Preocupação primária do clube que traçou demissão de mais de 50 funcionários.
“Não existe como você ter uma afirmação: ‘Vai acontecer isso, é assim que vai ser’. É um quadro angustiante. Tenho passado muitas noites sem dormir. Ou você acha que é fácil eu levantar e descer a caneta mandando 50, 60, 70 pais de família embora? É duro demais”.
Por falar em salários, o presidente do Galo toca em outro ponto: a Lei Pelé prevê que um atleta profissional possa se desvincular de um clube após três meses sem receber salários (incluindo o que recebe de direitos de imagem). Como atrasos salariais são previstos de forma categórica nos clubes, um efeito dominó seria jogadores de grande valor de mercado ficando livres, e os clubes perdendo patrimônios milionários.
– O que me preocupa muito, e isso é questão a ser discutida a nível nacional, é sobre direitos federativos e econômicos dos atletas. Sabemos que depois de três meses de atraso no salário ou imagem o atleta passa a ter direito de entrar em juízo para desfazer o vínculo. E vários atletas, do Atlético inclusive, custaram verdadeiras fortunas. A ideia de fazer a contratação do atleta é fazer, colocar a camisa do clube, ter o retorno técnico e também financeiro. É um patrimônio. E a receita de TV e de venda de atletas são as maiores. Muitas vezes, em casos mais recentes, a venda de direitos econômicos superou a receita da televisão. Então, como vai ser isso? Como pagar salário quando não tem receita?
Veja outras respostas de Sette Câmara:
Despesas na volta do futebol
– Se nós voltarmos o campeonato, tem o custo dos testes também, tá? Não vamos esquecer isso, não. Um clube que tenha que fazer jogos em um espaço de tempo menor, em 48h, essa possibilidade apareceu, caso voltassem os torneios sul-americanos, um clube gastaria em média R$ 300 mil só de testes. A gente voltou (a treinar) porque eu tenho que ter fé e esperança de que nosso negócio futebol uma hora vai voltar. E a gente pretende estar preparado pra essa volta. Mas, quando você olha pro quadro atual do país, o número de mortes aumentando… Tudo bem, voltou o comércio, mas as aglomerações seguem proibidas.
Volta aos treinos como “esperança”
Estamos trabalhando na esperança de que alguma coisa clareie, para a gente poder voltar. Eu sei, como eu disse, que mesmo voltando os jogos não vai resolver nosso problema. A crise vai continuar batendo na porta. Mas nós vamos, pelo menos, ter a possibilidade de buscar patrocínio, etc. O que está acontecendo? Os patrocinadores estão correndo, porque não tem cabimento ficar pagando patrocínio pra um clube e não aparece a marca na camisa, não aparece na televisão. Se pelo menos voltasse o futebol, neste aspecto alguma coisa poderia acontecer. A gente mesmo tem uma possibilidade de patrocínio aí, não é só o Atlético, é uma coisa pra Atlético, Cruzeiro e América, que disse que pode vir a nos dar um apoio, mas condiciona à volta do futebol. São situações que vamos ter que equacionar.
“Também não posso enfrentar o mundo querendo impor que aconteça determinado tipo de campeonato, que volte os jogos, e assumir o risco de amanhã ser responsabilizado por torcedores, jogadores ou parentes infectados. É uma situação realmente muito difícil”.
Mudanças na lei para proteger os clubes
– Eu acredito que pra isso acontecer vamos ter que estar fazendo um acordo que envolva os próprios atletas, sindicados, e não sei se vamos encontrar eco na maioria deles. A gente sabe que tem gente que é muito consciente nesse meio, mas tem outros que não, que não estão nem um pouco preocupados e querem saber de receber o seu. Isso é muito complexo, porque envolve a legislação específica de cada país. Aqui temos a Lei Pelé, a Fifa teria que entrar dando um respaldo. A gente sabe que a Fifa olha pro futebol muito com olhos da Europa. O futebol sul-americano não é a prioridade. O futebol lá está voltando aos poucos. Aqui, o quadro é diferente. O Brasil caminha a passos largos pra ser, se não o primeiro, o segundo país do mundo com maior número de infectados, e espero que não, mas também de pessoas que venham a óbito. Essa é uma situação que pode ser. Eu já vinha, um tempo atrás, eu uma grande reunião, com vários presidentes, pedido pra se incluir esse tema na pauta. Mas, não sei por que cargas d’água, a coisa não foi levada adiante.
Buscar receitas no deserto de fontes
– Vai chegar uma hora que nenhum clube vai ter mais receita nenhuma, não vai ter de onde tirar. Agora, com a volta do futebol na Europa, de repente a gente consegue fazer a negociação de algum atleta. Aí sim. Se a gente conseguir isso aí, a gente dá um respiro. Que é, na verdade, pra sobreviver. O foco é conseguir passar por esse momento difícil com menos arranhões possível. Por isso temos tomado medidas que infelizmente são impopulares. Mas você tem que olhar pro clube em primeiro lugar. Temos trabalhado muito em cima do negócio chamado fluxo de caixa. Se você não toma medidas duras pra fazer com que a coisa aconteça até o fim do ano, você fica pelo caminho. E creio que alguns clubes não estão tendo o mesmo tipo de zelo que estamos tendo aqui no Atlético. E vocês vão ver que, durante o ano, muita coisa complicada vai acontecer. Espero que a gente esteja fora.
União dos clubes e linha de crédito
– Temos que criar rapidamente uma associação dos clubes de futebol. Não estou falando que é uma liga, é diferente. Mas é ter uma associação com gente com competência executiva, empresarial, à frente, para defender os interesses dos clubes como um todo, em bloco. Para buscar junto às entidades, e aí falo de Governo, as soluções para o nosso futebol. O futebol brasileiro hoje é responsável por 2% do PIB, ele dá inúmeros empregos diretos e indiretos, talvez milhões. Incluindo a imprensa, por exemplo. Mas cadê os nossos políticos para defender os interesses do futebol? Tem um Projeto de Lei que está andando, mas é pra quebrar o galho de alguma coisa do Profut. Mas não vai resolver o problema. Futebol precisa de linha de crédito, igual os artistas conseguiram recentemente. O futebol precisa abrir também, os políticos terão de fazer isso para os clubes sobreviverem.
amém, sonho com esse dia que essa leseira vai se acabar. Um professor estuda 5 anos, mais 2 no mestrado, mais 4 no doutorado pra ganhar pouco enquanto um monte de analfabeto corre atrás de uma bola para ganhar milhões, esse é o brasil!
Depois que começaram a moda dos supersalários, tem mais é que se lascar. Na pegada que vinha, Palmeiras, Flamengo (e algum outro com patrocínio de financeira) iriam disparam na frente, e o resto ia ficar se matando por uma vaga no G4.
Triste fim, poderiam se espelhar em algumas ligas estadunidenses e seus tetos.
O governo federal prorrogou, até 30 de setembro, o prazo para o alistamento militar obrigatório de 2020, em razão das medidas de enfrentamento à pandemia de covid-19. O Decreto nº 10.384/2020 foi publicado nesta sexta-feira (29) no Diário Oficial da União.
Normalmente, a apresentação obrigatória é feita dentro dos primeiros seis meses do ano em que o brasileiro completar 18 anos de idade. Para se alistar, ele deve acessar o site www.alistamento.eb.mil.br ou comparecer à Junta de Serviço Militar mais próxima da sua residência.
No caso dos brasileiros naturalizados ou por opção pela apresentação, o alistamento é feito dentro do prazo de 30 dias, a contar da data em que receberem o certificado de naturalização ou da assinatura do termo de opção. De acordo com o decreto publicado hoje, em 2020 esse prazo fica prorrogado para 90 dias.
Todo brasileiro do sexo masculino deve se alistar no ano em que completar 18 anos. Caso ele perca o prazo, está sujeito a multa e ficará em débito com o Serviço Militar. Nesse caso, não poderá, por exemplo, obter ou renovar passaporte, inscrever-se em concurso público ou ingressar no serviço público, seja eletivo ou de nomeação, obter carteira profissional, assinar contrato ou receber qualquer prêmio de governos federal, distrital, estaduais ou municipais.
Apesar de o Brasil ter registrado mais de 400 mil casos e 25 mil mortes por Covid-19 nessa quarta-feira, prefeitos e governadores planejam a retomada da economia e medidas menos rigorosas de isolamento. Uma pesquisa sobre a taxa de contágio do coronavírus pelo país mostra que ela ainda é alta, apesar de ter caído.
Na última semana, cada brasileiro infectado transmitiu o vírus em média para mais 1,9 pessoa (ou seja, cada dez doentes infectam 19 brasileiros), índice ainda muito longe do 1,0 necessário para estabilizar a epidemia.
Os números foram estimados pelo grupo Covid-19 Analytics, do qual participa a PUC-Rio.
De 2,53 em 1º de maio, o número básico de reprodução (que indica a taxa de espalhamento do vírus e é representado em estudos pela variável R) chegou a 1,92 no domingo, o que ainda é considerado preocupante pelos epidemiologistas.
Quando se avalia este índice por estado é possível ter uma radiografia mais fiel do estágio em que a doença se encontra no território. As taxas mais alarmantes de crescimento estão em estados onde a epidemia ainda não avançou tanto. Hoje, os maiores índices de R estão na região Centro-Oeste e numa faixa do Norte e do Nordeste.
Ninguém possui uma taxa tão alta quanto Goiás. Por lá, cada habitante diagnosticado com Covid-19 aparentou contaminar em média 5,63 pessoas durante o período de infecção. A curva do estado está em franca evolução. No último dia 8 (ou seja: há menos de três semanas) o R era de 1,19.
No Rio Grande do Norte (segunda maior taxa conforme mapa neste levantamento), a ascensão também chama a atenção. Neste mesmo período, o índice subiu de 1,9 para 4,88. Já o Mato Grosso do Sul viu o índice saltar de 0,81 em 30 de abril para 4,93 em 15 de maio. Nos últimos dias, a taxa sofreu leve queda, mas se mantém como uma das mais altas do pais: 3,81.
É esperado que estados com a epidemia de início mais recente tenham número crescendo mais rápido, dizem os cientistas.
— Goiás tem menos de 3 mil casos registrados. A tendência é de, quando chegar num patamar maior, este número começar a baixar. Está com menos de 400 casos por milhão de habitantes. Quando os casos estão muito baixos, não chega a ser tão preocupante — afirma Gabriel Vasconcelos, pesquisador da Universidade da Califórnia e membro do Covid-19 Analytics. — O problema é se esse índice se mantiver alto por um longo período.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta sexta-feira (25) não achar necessária a realização do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), obrigatório para o exercício da advocacia no país. Ele ressaltou a dificuldade para mudar a legislação a esse respeito.
Em conversa com militantes, na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro afirmou que até Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara preso desde 2016, tentou aprovar um projeto de lei sobre o tema e foi derrotado “mesmo com toda a força que tinha naquele momento”, o que mostraria a dificuldade de mudar o procedimento.
“Eu acho justo [não precisar do exame]. Fez faculdade, pode trabalhar. Não tem que fazer exame de ordem não pra… que é um caça níquel muitas vezes, tá certo?”, disse o presidente.
Bolsonaro respondia a uma pessoa que se identificou como sargento Ivan Soares, vice-presidente da Associação Nacional dos Bacharéis em Direito e pedia celeridade ao Projeto de Lei 832/2019, que trata da extinção da exigência do Exame de Ordem.
Eles pretendiam entregar um dossiê sobre o tema ao presidente, que recusou dizendo que essa questão precisa ser discutida com o Parlamento. “Não é fácil não pessoal. Eu sei do seu caso.”
Desentendimentos com OAB
Atualmente a OAB é presidida por Felipe Santa Cruz, que tem se posicionado contra as atitudes de Bolsonaro em relação ao combate à pandemia do novo coronavírus e também em relação à gestão de seu governo.
Recentemente, Santa Cruz disse acreditar que a interferência do presidente na Polícia Federal já está, em parte, caracterizada pelas provas apresentadas pelo ex-ministro Sergio Moro e pelo depoimento de Paulo Marinho, ex-apoiador de Bolsonaro.
Ele também cobrou de Bolsonaro esclarecimentos sobre um sistema “particular” de informações que o chefe do Executivo disse possuir na reunião ministerial do dia 22 de abril. E, antes de o presidente tornar público seus exames para Covid-19, Santa Cruz disse que Bolsonaro ainda não ter divulgado o resultado era “injustificável”.
Em julho de 2019, o presidente afirmou que “um dia” contaria a Santa Cruz como o pai do jurista desapareceu na ditadura militar. Por essas declarações, o presidente da OAB foi ao Supremo Tribunal Federal cobrar explicações de Bolsonaro, mas a ação foi extinta pelo ministro Luís Roberto Barroso.
O Capetão segue misturando problemas pessoais – neste caso com o presidente da OAB – e intrigas particulares com interesses da república. Vai terminar caindo na própria armadilha.
Quero ver ele criar um "exame de ordem "para exercer Medicina, nos moldes do revalida. O que ia ter de médico fazendo lobby contrário…
Ou abrir o exame de ordem para qualquer um com nível superior, do jeito que o Brasil é um estado Legalista, há pessoas de outras áreas que passariam.
É um belo vespeiro.
E no curso de Engenharia Civil heim .. já se viu né como seria. Kkkkk
Esse exame da ordem deveria servir simplismente para as empresas que desejam contratar um advogado com um currículo mais respeitável….agora proibir o formado em Direito de exercer a função já é uma forma de monopolizar a profissão…..
Bolsonaro poderia ficar 24 horas sem falar. Isso acalmaria um pouco o ambiente. Cada vez que abre a boca é pra criar uma polêmica, em área que não é a dele e deixando de cumprir seu papel de governante. Vamos trabalhar presidente?
Rui? Um nome interessante. Mas não diz nada que se aproveite. Estude, você chega lá Ruinzinho.
Ele tá certo! O Brasil é o país q mais tem faculdade de direito no planeta, por isso, quando alguém diz q terminou "direito" vem a pergunta: "quero saber se vc sabe assinar o nome"!!!!!
Justamente, por essas e outras, é que se faz o necessário o exame de ordem, rsrsrsrs.
Mas ando de Hilux né meu fiii….. e engenheiro civil que passou o tempo de faculdade fazendo prova em grupo.
Vamos se sinceros, alguém esperava coisa melhor desse capitão reformado?!!!
Ou ninguém conhecia o seu baixíssimo desempenho parlamentar… era um dos piores do baixo clero.
Ninguém foi enganado.
Por isso não tenho o menor constrangimento de dizer que votei nele e não me arrependo. Votei sabendo do lixo moral e intelectual que Bolsonaro era e é. E digo mais: não fosse o desgraçado do PT o Capetão jamais teria chegado à Presidência. Mas, deslumbrado com o "doce pudim du pudê", o cavalo batizado acha que é dono dos votos que o elegeu. Ledo engano que será passado a limpo em 2022, se ele se aguentar na cela até lá.
Votar numa criatura dessa já diz o que é…a família toda ..aff
Não sei qual a razão de serem a favor da extinção do Exame de Ordem. Todavia, não custa lembrar que a pessoa passa cinco anos numa faculdade de direito e depois não consegue ser aprovado numa prova que somente as perguntas e respostas foram matérias do curso. Se não aprendeu durante esse período não dar para ser advogado!!! Tem que estudar e entender o direito para advogar. Simples assim. O mais é palco, gritaria e choro . Estudem que dar certo. Do contrário é querer forçar a barra. O STF já se pronunciou sobre o assunto….kkk
O Brasil se acabando com essa pandemia infernal, muitos brasileiros chorando a morte dos seus entes queridos e o nosso Presidente continua perdendo tempo com questiúnculas que estão inclusive, fora do seu campo de atuação. Tudo o o que o Brasil precisaria neste momento é de um verdadeiro líder, que infelizmente não temos.
É triste…
Esse veio pra descostruir a imagem de todas as instituições do país, inimigo da ciência dos professores, de alunos, funcionários públicos, destruidor da natureza e a favor de armas e da disceminação de mentiras (fakenews), só se preocupa em proteger os 'amigos' e para os 'inimigos' o rigor da lei dele, só pode ter alguma advogado que não conseguiu passar no exame da ordem… um verdadeiro. #Mico
Para quem é competente e fez uma boa formação profissional, exame nenhum faz medo. Isso nada mais é do que a prova de que o discurso de meritocracia e quetais não passa de lorota pra "boi dormir", literalmente.
Ele já falou que os livros têm letras demais. Que iria acabar com isso aí tá ok? Kkkkk. Esse mito é mesmo um mico. Kkkkk.
A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) prevê pancadas de chuvas neste fim de maio em todas as regiões do Estado. Litoral Leste e agreste potiguar deverão concentrar maior volume. Nas demais regiões, há previsão de chuvas rápidas no período.
Profissionais da saúde e famílias de pacientes denunciam uma “supernotificação” de óbitos por covid-19. Segundo eles, o número de vítimas fatais do vírus é menor do que o divulgado. Muitos pacientes que morreram por outras doenças recebem laudo de covid-19, entrando nas estatísticas da pandemia, que deveria ser menor do que a divulgada oficialmente. Confira reportagem completa da Record acima.
Não dá entender, uma hora reclama da subnotiticação, outro momento da supernotificação, afinal os dados não partem dos hospitais? Não são os médicos e enfermeiros que lançam esses dados? Querem mesmo brincar com a morte das pessoas.
Clara, não sou fã de Bolsonaro nem entro nessa briga idiota esquerdista-direitista, mas a abordagem do Brasileiro sobre Ciência está correta. Gosto da revista Scientific American e o que mais tem ali é opinião de cientistas. E assim foi construída a ciência. A história da física quântica vai agradar você, tenho certeza, porque seus argumentos e sua "fala" são inteligentes.
Que o número é superdimensionado, isso é fato. Há histórias todos os dias sendo contadas.
Agora, quem for contra o uso terapêutico da hidroxicloroquina, é simples. Não autorize a medicação para o seu tratamento ou de um parente. Quero ver….
Não acredita na realidade as nossas vistas? Simples, tira os equipamentos de proteção e corre para o abraço,e deixem quem quer se proteger e viver, em paz.
Sim claro que está notificados pois os assassinos dos nossos políticos presidem destes números para que venham verbas para serem gastas ao Bel prazer com isso facilitando os desvios
Bela entrevista do médico. Ciência implica em CONFLITO DE HIPÓTESES. Quando muitas pessoas falam que esse ou aquele artigo científico defende esta ou aquela hipótese, não significa necessariamente que esta hipótese está certa ou errada.
Não podemos esquecer que quando Einstein publico suas teses, ninguém acreditou inicialmente. Ciência não é algo democrático, é algo que se constrói baseando-se nas evidências a LONGO PRAZO.
Ministério da Saúde, mas eu mesma não confio não, já que a subnotificação é gritante. Simplesmente não se testa (queria forma melhor de provar que "tá suave" que testando em massa?) Mas enfim, a confiabilíssima Record já nos empurrou ate a grávida de Taubaté, né? Tb não é favorecida pelo presidente na publicidade…. Deve tá certa sim. Número e ciência são falsos. Existem pra prejudicar o "mito".
Sua resposta carece de racionalidade. Você fala como se estivesse baseada em sentimentos e não em uma motivação racional. Fala que há subnotificação, mas quais são os métodos de estimar isso? Fala na ciência como se fosse uma entidade sobrenatural dotada de unanimidade em suas posições. Isto não existe! Existem opiniões de cientistas, que são divergentes entre si. A partir daí é que futuramente vai se estabelecer qual é a melhor descrição científica da realidade.
Se formos tratar desse problema embriagados de sentimentos e aspectos emocionais, isto não é algo científico de forma nenhuma.
Cientista não "opina" e o senhor fala muito bonito pra não dizer nada. Infelizmente, não sou audiência pro senhor e boa parte de quem comenta aqui também não é. Tenta o zap, lá costuma ser bem mais fácil enganar otário com conversa mole.
A economia brasileira encolheu 1,5% no primeiro trimestre de 2020 em comparação ao último trimestre de 2019, já sentindo os efeitos da pandemia do coronavírus, segundo o Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado nesta sexta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Este foi o menor resultado para o período desde o segundo trimestre de 2015 (-2,1%).
O PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma de todos os bens e riquezas produzidos pelo país, chegou a R$ 1,803 trilhão no período.
O encolhimento foi influenciado, principalmente pelo recuo no setor de serviços (-1,6%), que representa 74% de todo o PIB. Também houve queda na indústria (-1,4%), enquanto a agropecuária cresceu (0,6%).
Para a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, o setor de serviços foi o mais impactado pelo isolamento social em diversos países do mundo.
“Aconteceu no Brasil o mesmo que ocorreu em outros países afetados pela pandemia, que foi o recuo nos serviços direcionados às famílias devido ao fechamento dos estabelecimentos. Bens duráveis, veículos, vestuário, salões de beleza, academia, alojamento, alimentação sofreram bastante com o isolamento social”, afirmou.
O resultado do primeiro trimestre interrompe a sequência de quatro trimestres positivos.
Deve vir coisa pior, sim. Um pais parado não pode ter PIB positivo. Lembrem-se que será quebradeira no mundo todo e não só no Brasil. Enquanto a solução for lockdown só irar piorar. Peçam satisfações a seus governadores.
Este é o resultado do 1 trimestre: que compreende os meses de JANEIRO, FEVEREIRO E MARÇO. O 1 caso de corona vírus no Brasil apareceu no final de fevereiro (em grande parte do Brasil foi em março) …ações de fechamento do comércio deram na metade de março…portanto o impacto deste número do PIB pelo corona ainda é pequeno….vem coisa pior no próximo trimestre.
Parece uma era, mas só dois anos separam o dia em que o deputado Eduardo Bolsonaro deu uma palestra para aspirantes a policiais afirmando serem necessários apenas um cabo e um soldado para fechar o Supremo Tribunal Federal (STF), e esta quarta-feira, 27, em que ele gravou um vídeo afirmando que uma “ruptura” já era certa e que já não se tratava mais de uma questão de “se”, mas de “quando” ela aconteceria. No mesmo dia, Jair Bolsonaro convocou seus ministros para discutir um “contra-ataque” a decisões da Corte no inquérito que investiga a produção de fake news por aliados do presidente. Uma operação deflagrada naquela manhã cumpriu mandados de busca e apreensão nas casas de membros do chamado “gabinete do ódio”, que funciona como uma usina de difamações de inimigos de Bolsonaro. Não raro, o conteúdo dessa usina tem como alvo o STF, incensando a ira contra seus ministros quando proferem decisões judiciais que contrariem interesses do governo ou da militância bolsonarista.
“Mais um dia triste na nossa história. Mas o povo tenha certeza, foi o último dia triste. Repito, não teremos outro dia igual ontem. Chega. Chegamos no limite. Estou com as armas da democracia na mão. Eu honro o juramento que fiz quando assumi a Presidência da República”, disse, um dia depois da operação. Seu vice, o general Hamilton Mourão, desferiu canelada mais leve, fazendo uma crítica indireta nas redes sociais às características pouco convencionais do inquérito que investiga as fake news, aberto de ofício pelo STF no ano passado, para o qual foi escolhido o relator — e não sorteado, como é praxe — e cujo objeto de investigação é amplo e irrestrito.
Dos praças às patentes mais altas, as críticas à Corte têm unido áreas das Forças Armadas que há muito não concordavam entre si. E as críticas, que ocorrem numa crescente sem precedentes desde 2018, têm se mostrado cada vez mais ferozes, sendo verbalizadas por alas até então consideradas moderadas e refratárias ao radicalismo promovido por grupos aliados do presidente. Contribuem para esse ambiente não só a narrativa construída nas redes, como também a postura do presidente da República e seus aliados, que reverbera cada vez mais nos quartéis. Trata-se da primeira vez, desde a redemocratização, que os ânimos da caserna em relação a um Poder se mostram tão alterados. Também é notório que o país tenha passado por uma sucessão de crises financeiras graves ao longo das últimas três décadas, além de dois impeachments, e só agora, curiosamente quando os militares voltaram ao poder aliando-se a Bolsonaro, é que o setor que tem por dever cumprir ordens da Justiça se anima contra um Poder.
Nove militares de diferentes patentes ouvidos pela reportagem deram argumentos homogêneos para justificar o descontentamento com os magistrados: os supostos avanços da Corte sobre o Poder Executivo e sua suposta leniência com a corrupção, exposta, por exemplo, pela decisão de rever o entendimento sobre a prisão após condenação em segunda instância. Alguns também questionaram a probidade dos ministros, que, segundo eles, estariam a serviço de partidos políticos. Um ex-ministro da Defesa ouvido pela reportagem resumiu as críticas dos militares em termos menos edificantes. “Sempre foi assim. Eles criticam quando a decisão não os agrada ou convém, e elogiam quando estão de acordo”, disse.
Porque será? Ninguem teve reajuste, só os militares. Militares aos montes integram o governo. Reforma da previdência só beneficiou militares. Vedação a reajustes por 2 anos, com exceção dos militares. Fica fácil saber pq eles apoiam o mico.
E daí?
Segundo o art. 142, as forças armadas não são poder, mas imstituiçoes de Estado, que para garantia da lei e da ordem, podem ser evocadas por quais quer dos poderes, que são apenas 3, Executivo, Legislarivo e Judiciário.
É lamentável que alguns membros deixem esse senhor colar sua imagem de intolerante, irresponsável, desprezo pelo Brasil e principalmente desorezo pelo povo Brasileiro, pq é isso que ele está mostrando nessa oandemia, às Forças Armadas. Instituições que aos poucos tem sua credibilidade corroída por conta de um projeto pessoal de poder.
Quando o STF se auto concede aumento e auxílios milionários, solta criminosos corruptos, gasta milhões em gasto com lagostas, viagens e privilégios mils, não recebem críticas, agora limitar ações ilegais de poderosos, aí não pode. Degradante!
Imagine o Presidente (com o seu equilibrio emocional e preparo intelectual) e seus filhotes mandando em tudo, do jeito que viesse à cabeça, sem Justiça, sem Congresso, sem imprensa contrária, sem oposição.
Já imaginou o CAOS em que iríamos nos meter ?????? . A Venezuela ou Cuba iam ser fichinha,kkkkk.
Tem que colocar um freio nesse presidente demente. MOURÃO JÁ!
Acenar para o Procurador-Geral da República com uma terceira vaga de ministro do Supremo nos próximos 2 anos é como vender terreno na lua – mas Bolsonaro o fez. Sérgio Moro acreditou na promessa de ocupar uma das duas vagas que ser abrirão e renunciou à carreira de juiz. Taí. O mito tá se saindo pior que o pt e olhe q os escândalos de corrupção nem começaram ainda.
Militares golpistas, esses pela-saco do Capetão. A começar pelo vice Mourão. Este, por sinal, mais parece o Rodrigo Maia: quase sem voto, mas louco pelo poder.
Defendo a dissolução dos legislativos federal, estaduais e municipais. Dissolução dos executivos federal, estaduais e municipais. Dissolução dos judiciários estaduais e federais. Intervenção militar e convocação de eleições gerais em 2022. Não dá mais para aguentar criminosos corruptos usando a sociedade como massa de manobra dessas oligarquias de marginais de paletó. A grande maioria são fantásticos petralhas e mitralhas.
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta sexta-feira (29) a 2ª Fase da Operação Virus Infectio, com o objetivo de desarticular organização criminosa por fraude em licitação e corrupção. As suspeitas são de que o grupo tenha desviado recursos públicos que seriam usados no enfrentamento do novo coronavírus (covid-19) no Amapá.
Cerca de 35 policiais federais cumprem nove mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva na capital do estado, Macapá. Entre as ações previstas para a operação, que conta com a participação do Ministério Público Federal, está o afastamento de uma servidora da Secretaria de Saúde do estado, informou a PF.
Na primeira fase da Operação Infectio, deflagrada no fim de abril, mandados foram cumpridos em uma empresa de equipamentos hospitalares, bem como na residência de seus sócios, suspeitos de superfaturamento no processo de aquisição de equipamentos de proteção individual.
Na época, a PF informou que as suspeitas recaíam em, pelo menos, seis dos 15 itens comprados por meio de “contrato firmado pelo Fundo Estadual de Saúde do Amapá, por meio de dispensa de licitação”.
Também foram verificados “indícios de superfaturamento” em lotes de materiais de proteção hospitalar, mostrando variações de valores significativas, com destaque para as máscaras duplas e triplas que atingiram patamares de 814% e 535% de sobrepreço, respectivamente.
Segundo a PF, o valor pago foi de aproximadamente R$ 930 mil. “No entanto, o valor de referência seria de quase R$ 291 mil, o que mostra que foram gastos cerca de R$ 639 mil a mais em relação aos preços médios praticados no mercado nacional”, informou, na época, a Polícia Federal.
Em nota, a PF disse hoje que na primeira fase foram constatados indícios de pagamento de vantagens indevidas, por parte de empresário, a servidora da Secretaria de Saúde “com o fim de agilizar os trâmites burocráticos de liberação de notas de empenho”.
Também foram identificados pagamentos que ocorriam por meio de transferências feitas por pessoas jurídicas, de propriedade do empresário, a uma pessoa da família indicada pela servidora.
Se confirmadas as suspeitas, os investigados responderão pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva e organização criminosa, o que pode resultar em pena de até 20 anos de prisão.
O Pará deixou de registrar quase mil mortes e 14 mil casos confirmados da Covid-19, somando um total de 15 mil subnotificações que não estavam na contagem oficial do governo, nos últimos oito dias. Os boletins retroativos acabaram alterando a data do primeiro caso de Covid-19 no Pará para 7 de março – a data divulgada era 18 de março.
Segundo o secretário de Saúde (Sespa), Alberto Beltrame, isso ocorreu devido a um “descompasso” no sistema da secretaria atualizado pelas prefeituras, que deixaram de fora um total de 907 óbitos e 13.871 casos confirmados da doença neste período – ou seja, 43,7% do total de casos e 34,8% do total de mortes. O estado encerrou a quarta-feira (27), com 31.671 casos e 2.605 óbitos pelo novo coronavírus.
O boletim divulgado às 12h30 desta quinta não foi contabilizado nesta reportagem, já que os números diários somente são fechados às 19h. Contudo foram contabilizados mais 1.969 casos e 100 óbitos de datas anteriores.
No total, são 14.778 notificações em atraso, incluindo infectados e óbitos, que foram identificadas pela secretaria. Uma força-tarefa foi montada para a divulgação em novo formato, que iniciou na quarta-feira (20). Segundo Beltrame, as notificações teriam ocorrido há semanas, principalmente entre abril e início de maio, e resultam de 122 mil testes rápidos distribuídos entre os municípios.
Recentemente, o Rio de Janeiro também mudou protocolos de divulgação dos dados da Covid-19 e o novo método de contagem dos mortos foi criticado. No Rio Grande do Sul, uma pesquisa aponta que para cada caso oficial, há outros dois que não são registrados. Em Minas Gerais, o governo também admitiu subnotificações e estima que há 1 confirmação de coronavírus para cada 10 casos.
Curva alterada
Os boletins da Sespa são recolhidos pelo G1 desde o início da pandemia para levantamento do Mapa do Coronavírus, informando o avanço da Covid-19 em municípios, com base nas secretarias estaduais. Mesmo com a mudança no formato do boletim do Pará, os novos casos e mortes no estado continuaram a ser computados de acordo com o dia de divulgação.
De acordo com os boletins, o primeiro caso de Covid-19 no Pará ocorreu no dia 7 de março. A paciente, segundo a Sespa, era uma mulher, 50 anos, de Parauapebas. Já a primeira morte ocorreu no dia 15 de março – uma mulher, de 60 anos, de Belém, segundo a Sespa.
Os boletins retroativos também apontam que:
em 18 de março, dia da divulgação do era o primeiro caso de coronavírus, já havia 62 infectados;
e, em 1º de abril, dia em que foi divulgada o que era primeira morte, já havia outros dois óbitos.
As informações estão divulgadas também no painel da Covid-19, no portal de monitoramento da Sespa, e foram questionadas na última terça (26), pois poderiam ser erros de digitação. Até esta manhã, não foram corrigidas ou negadas. Os boletins já chegaram a mostrar casos de janeiro e fevereiro, mas a maioria já foi corrigida, após contatos feitos pelo G1.
Novo formato
O novo formato de divulgação de boletins da Covid-19, que separa casos e mortes nas últimas 24 horas dos ocorridos em datas anteriores, foi adotado, segundo o secretário Beltrame, pois os municípios passaram a relatar resultados de testes rápidos somente no Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), deixando o sistema da Sespa desatualizado.
À época, Beltrame afirmou que havia observado um “índice de queda da doença, mas que estava computando muitas mortes por dia”.
Quatro dias depois, o governo estadual divulgou um estudo apontando uma “tendência de queda”, baseado nos próprios dados da Sespa. A pesquisa embasou o governo a relaxar nas medidas de isolamento social obrigatório com o fim do lockdown, que passou a ficar sob decisão das prefeituras. No entanto, o próprio documento cita que “subnotificações em datas passadas podem invalidar os cenários de previsões”.
Entenda a evolução de casos desde o início da divulgação de notificações atrasadas:
No dia 19 de maio, eram 17.177 casos e 1.554 mortes;
No dia 20, eram 18.929 casos e 1.778 mortes, sendo divulgados 1.676 casos e 218 óbitos em atraso;
No dia 21, eram 20.532 casos e 1.893 mortes, sendo divulgados 1.494 casos e 103 óbitos em atraso;
No dia 22, eram 22.697 casos e 2.003 mortes, sendo divulgados 2.069 casos e 90 óbitos em atraso;
No dia 23, eram 24.125 casos e 2.150 mortes, sendo divulgados 1.388 casos e 113 óbitos em atraso;
No dia 24, eram 24.815 casos e 2.290 mortes, sendo divulgados 668 casos e 132 óbitos em atraso;
No dia 25, eram 27.366 casos e 2.431 mortes, sendo divulgados 2.442 casos e 113 óbitos em atraso;
No dia 26, eram 29882 casos e 2.522 mortes, sendo divulgados 2.412 casos e 65 mortes em atraso;
E no dia 27, chegou a 31.671 casos e 2.605 mortes, sendo divulgados 1.722 casos e 73 óbitos em atraso.
Notificações recentes continuam atrasando
As subnotificações provocam uma espécie de rearranjo na curva de contaminação. Quando revelou as inconsistências nos dados, Beltrame chegou a afirmar que o pico de contaminação no Pará ocorreu por volta do dia 20 de abril e em 5 de maio houve o maior índice de mortos em 24h: 84 óbitos. Mas como as notificações continuam atrasando, esse recorde pode ser quebrado.
Entre as notificações em atraso, foram identificadas 893 casos e 144 óbitos ocorridos entre 20 e 25 de maio. Esses números mais recentes são divulgados como “em datas anteriores”. (veja no gráfico abaixo)
No dia 20 de maio, a Sespa informou que apenas 76 casos novos foram confirmados e seis mortes registradas. Analisando os boletins que inseriram casos retroativos no sistema, percebe-se que, na verdade, 40 pessoas morreram de Covid-19 nesse dia, 12 desses apenas na capital. O número de casos também salta de 76 para 418.
No dia 21 de maio, a Sespa divulgou oficialmente 109 casos e 12 óbitos. Somando com as notificações atrasadas, o número chega a 353 casos e 58 mortes. No dia seguinte, foram 96 casos e 20 óbitos, mas com a soma o total chega a novos 239 casos e 43 mortes. Já em 23 de maio, quando no boletim constavam 40 casos e 34 mortes, eram 134 e 70, respectivamente.
Números oficiais seguem distantes das prefeituras
Durante visita ao Pará, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta afirmou que estado já teve pico entre 20 de abril e a primeira semana de maio. Dias antes, ele havia dito que Pará seria o epicentro da Covid-19. O governador Helder Barbalho passou, então, a solicitar propostas de empresários para a retomada de atividades comerciais.
À época, Barbalho afirmou que estava fazendo um levantamento epidemiológico para saber qual é o real percentual da população que está com o novo coronavírus no estado. Este levantamento nunca foi divulgado.
Uma pesquisa nacional coordenada pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) apontou que Brasil tem sete vezes mais contaminados pelo novo coronavírus que os dados oficiais.
No Pará, os índices mais alarmantes foram o da cidade de Breves, onde praticamente um quarto da população está ou esteve com a Covid-19, e o de Belém, onde mais de 15% já teria contraído a doença.
Os números oficiais também ainda estão distantes dos registrados pelas prefeituras. No dia 26 de maio, quando completa uma semana da divulgação das notificações atrasadas pela Sespa, a soma de todos os boletins das prefeituras chega a ter 6.898 casos e 217 óbitos a mais que o dado oficial da Sespa.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reconheceu hoje que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, “extrapolou” em suas falas na reunião ministerial de 22 de abril, tornadas públicas na última semana após decisão do ministro Celso de Mello, no STF, no âmbito do inquérito que apura suposta interferência presidencial na Polícia Federal.
“Weintraub jamais falaria aquilo num ambiente como o nosso agora ou numa reunião aberta, mas era reservada, eu sou uma pessoa que fala palavrões o tempo inteiro, ele extrapolou ali, mas é um negócio reservado, a Damares mostrou sua indignação ali com a prisão de pessoas na praia, em praça pública, falou que ia prender prefeitos e governadores, não quis dizer prender, era entrar com ação, teve o Salles que falou da porteira e da boiada, o que ele quer? Jamais se expressaria assim em publico, ele quer desregulamentar muita coisa”, disse Bolsonaro na tradicional live de quinta-feira no Facebook.
Que verdade? Ser babão das insanidades que presidente meia boca? Gente, vamos ser coerentes, esse país está entregue as baratas e ratos. Alguns poucos ministros faz jus a seus cargos, o resto, não sabem nem porque estão ali. Ou melhor, sabem, participar das atrocidades do governo.
O que esses dois caras nunca foram foi ser presidente e ministro da educação.
O luladrão esculhanbou com os ministros e falou que tinha estado que exportava viado e ainda falou da nosso governadora e ficou por isso mesmo e teve pouco ou quase nenhuma repercussão. O povo esquece rápido demais.
Um erro não justifica outro!!! Tá errado, fala, critica, sugere, opina, mas querer ser o dono da verdade, ser a constituição, ser contrário as opiniões e estudos das maiores referências do mundo em relação a pandemia, querer ser o poder supremo, fazer uma reunião, com os maiores representantes do país, frente uma pandemia e queda econômica, para conversar" miolo de quartinha", com xingamentos, palavrões e ameças, poupe-me!!!!
Até não concordo com as falas do ministro Weintraub na tal reunião privada. Em reuniões privadas se falam muitas baboseiras. Bom seria neste momento, fosse feito uma pesquisa para saber o que o povo brasileiro pensa da atuação do STF!
O ministro só falou o que milhões de brasileiros gostaria de falar, aqui mesmo nesse espaço democrático já ouver milhares de comentários contra os ministros.
Milhões de brasileiros? Milhões de brasileiros não sabem nem o que é instância no sentido do direito!
A massa primeiro tem que se letrar, daí ela começa as críticas.
Porque o sr presidente não coloca esse ignóbil pra fora do ministério da educação ? Inimigo dos estudantes, professores e funcionários até agora só soube intervir em universidades e institutos federais semeando o caos e fazendo alusão ao fascismo e holocausto.
Esse é o presidente que defende as falas do Salles, do Heleno, do Eduardo Bananinha, do Queiroz, do Hang… tudo para justificar o que errado, por um motivo simples: Bolsonaro pensa igual mas se traveste de homem de bem, de familia, de Deus, religioso mas a biblia ja diz que quando o deminio vem, ele vem disfarçado de anjo de luz! Fiquem espertos!
O que querem mesmo é LASCAR o POVÃO. Escondidos decidem tudo. O exemplo é a reunião todos falam abertamente, na presença do publico ficam dando uma de bonzinhos. Isso não é de agora, sempre foi assim. Ou raça safada é essa de POLITICOS, LADRÕES , VAGABUNDOS.
Não estou defendendo, mas é porque realmente não vi, onde foi que nessa reunião entre todas as merdas e palavrões que foram ditos por todos, teve alguma mensão a algo pra LASCAR o POVÃO ou que tivesse corrupção pra roubo de dinheiro público…??
Eu já conversei com o "weiglauber…", com o "weintro…", …com o garoto e já tá tudo certo tá okey? Ha ha ha ha! Temos que focar na cuestão da fake pandemia para resolver nisso daí.
É o que ômi? Esse fdp fala merdas piores que o ministro, e dizer que o pau mandado estrapolou, isso é só uma demonstração do caráter desse crápula. Bolsonaro vai mandar esse imbecil pra o sacrifício, e tentar até se livrar. E canalhice demais
Os EUA são um país rico, pode-se dar ao luxo de escolher e manter um palhaço de novela em sua Presidência. Americanos jamais serão páreo para uma republiqueta de bananas como etsa.
Cidadão Decepcionado, não sou fã de Bolsonaro nem me envolto nessa briga idiota esquerdista-direitista. Você terá mais satisfação como cidadão ajudando os outros. Doe uma cesta básica. Faça disso uma rotina e não terá estômago e tempo para se envolver nessa discussão nojenta. O Brasil não sente falta desses cidadãos só de whatsapp. Sente falta de cidadãos que botam a mão na massa.
É muito inútil um ser humano amanhecer o dia falando besteira de política… Amigo, se tranque em um motel com bolsolouco e Luladrão, passe um ano aproveitando os dois… Deixe as pessoas terem a opção religiosa, sexual e política que quiserem… Vá procurar uma lavagem de roupa….isso já deu…
Sim. Verdade.
Ainda bem que temos a esquerda e sua doçura para equilibrar as coisas.
Opa… Parece que toda manifestação ou protesto da esquerda termina em baderna e violência, né?
Parece que foi numa manifestação da esquerda que mataram um cinegrafista de TV, não foi?
Parece que o MST usa da coação para impedir as pessoas de usarem as rodovias, não usam?
Realmente para dizer que a esquerda não é violenta só sendo um bucéfalo.
Os brasileiros parecem estar se adaptando de vez ao “home office”, com 8 em cada 10 brasileiros (80%) se sentindo mais mais produtivos trabalhando remotamente, segundo levantamento da Pulses, startup especializada em clima organizacional.
Contudo, 21% disseram não ter uma estrutura mínima para o home office.
Com relação à infraestrutura oferecida pelas companhias para o trabalho remoto, o desempenho das empresas de grande porte foi levemente menor, o que mostra que os pequenos e médios negócios estão mais preparados para esse novo tipo de trabalho, segundo o estudo.
Sobre o nível de conscientização sobre a pandemia, 94% se mostraram bem informados sobre o assunto, 98% apontaram que estão adotando comportamentos preventivos contra a covid-19 e 94% indicaram que estão em completo isolamento social.
Em relação às ações adotadas pelas empresas, 92% apontaram que sentem que as melhores decisões para combater a pandemia estão sendo feitas, mas, num âmbito pessoal, 25% indicam que sentem que suas atividades estão sendo afetadas durante a quarentena.
A dimensão sobre sentimentos e percepções, inclusive, é a mais preocupante, com 54% se dizendo mais ansiosos nos últimos dias e 13% indicaram uma ansiedade muito alta.
Na vida pessoal, 47% dos pesquisados sentem que os amigos e familiares estão sendo muito impactados com a crise do novo coronavírus.
Levantamento exclusivo do instituto Orbis para o site Diário do Poder e para esta coluna revela que a maior parte dos entrevistados (45,6%) classifica como negativas as matérias jornalísticas que têm sido divulgadas sobre o governo federal e a atuação do presidente Jair Bolsonaro. Exatos 29,3% consideram “neutras” as reportagens dos meios de comunicação, mas ainda há 14% que veem o noticiário favorável ao governo. O Orbis ouviu 2.681 pessoas em todo o País.
Entre os homens, a percepção de que as notícias sobre o governo não desfavoráveis é a maior da pesquisa: 47,9%. Entre elas é 43,8%.
Está no Sul a maior percepção de que as notícias sobre Bolsonaro são desfavoráveis: 47,8%. Os que veem a imprensa neutra somam 31,4%.
A pesquisa foi realizada dia 22 de maio e não contempla a operação da Polícia Federal contra apoiadores de Bolsonaro nas redes sociais.
A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal defende a manutenção do inquérito de fake news, conduzido por Alexandre de Moraes. Os ministros têm conversado por meio de videoconferência. Ao menos sete já mostraram apoiar a continuação da investigação.
O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu a suspensão do inquérito.
Agora, cabe ao presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, determinar uma data para julgamento do caso. Fachin pediu preferência na análise da matéria.
Quem investiga e ainda sendo a própria vítima, jamais poderá ser o julgador. Elementar isso. Flagrante inconstitucionalidade. O titular da ação penal é o MPF, no caso. O texto da colunista tenta criar um clima contrário ao reconhecimento dessa ilegalidade. Os precedentes do STF (decisões anteriores), de todos os Ministros, são nessa linha. Mainha não se cansa de mentir.
Apenas minha opinião sou a favor de uma intervenção das forças armadas pois está claro e nítido a perseguição não só dos membros do STF como de parte da grande imprensa q não notícia outra coisa a não ser o nome Bolsonaro, poxa o país passando por uma pandemia e que vinha passando por uma crise financeira sem precedentes desde 2014 e ficam fazendo baderna ao invés de tentar pacificar, esse ministro ex advogado do pcc está claro e evidente q está a mando do psdb (Doria) ,claro é só uma opinião se é que se pode ter opinião com essa ditadura do judiciário no país.
Acho que todos esses blogs, sites que são 100% alienação deveriam sofrer uma intervenção e até serem extintos, são fontes de desinformação e alienação, e isso é prejudicial pra uma nação, principalmente o Brasil que é cheio de analfabetos funcionais, tolos e abobalhados. Tem pessoas que não percebem o quanto estão sendo manipuladas, isso vemos tantos imbecis de esquerda, quanto na direita, e o atraso que trás ao esclarecimentos da realidade é enorme, pois provoca paixões e ignorância, eliminando totalmente a racionalidade. País difícil de crescer assim.
Ontem todos puxa sacos de bolsodiado concordava, inclusive o PGR ( leia-se advogado do satanaro), hoje mudou de posição porque?, Tão chegando perto de Tammy, bananinha, Rachadinha e seus sabujos ou asseclas?, Fica no ar a pergunta, pois já sabemos a resposta
Quando as ações são contra os nossos adversários, nós aplaudimos. Mas quando é contra nossos "Bandidos de ESTIMAÇÃO", GRITAMOS ESTÉRICOS.
Quando as decisões eram contra Dilma, Lula ou o PT, vcs aplaudiam, não é?
Muuuuuuu
Votei em Bolsonaro pq queria mudar, faz parte da Democracia. Agora que ele estar sendo um governo fraco, sempre criando fatos para não encarar os problemas, e hoje o problema principal do nosso país é o COVID 19. Além disso na crise política seus filhos estão envolvidos em corrupção pelo menos a maioria do povo brasileiro não tem a menor duvida disso. A minha duvida hoje é até onde o presidente sabe ou se ele tb no passado não vez parte?
Parabéns ao prefeito Rosano Taveira, que mesmo com essa situação de calamidade, Honra o compromisso com os seus funcionários e com fornecedores.
Que outros municípios venham a seguir seu exemplo de gestor!