Tecnologia

SÓ UM AGORA: WhatsApp limita encaminhamento de mensagens em crise de coronavírus

WhatsApp anunciou nesta terça-feira (7) que vai limitar o encaminhamento de mensagens no aplicativo para evitar a propagação de notícias falsas. A medida resulta do cenário de desinformação na plataforma durante a epidemia do novo coronavírus.

A partir de agora, não será mais possível encaminhar uma mensagem que foi retransmitida diversas vezes a cinco destinatários, mas a apenas um.

A mudança vale para as chamadas mensagens encaminhadas com frequência, que são rotuladas no aplicativo com setas duplas. Essas setas indicam que a mensagem não se originou de um contato próximo.

“Agora, estamos introduzindo um limite para que essas mensagens possam ser encaminhadas para apenas uma conversa por vez”, diz o WhatsApp.

A empresa afirma ter observado aumento significativo na quantidade de encaminhamentos, o que “pode fazer com que os usuários se sintam sob pressão, além de contribuir para a disseminação de informações erradas”.

Essa é a terceira vez que o mensageiro, que pertence ao Facebook, altera o número de vezes que um conteúdo pode ser transmitido na plataforma. As mudanças são sempre respostas a crises.

O repasse não tinha limite até ser reduzido para 20, após um linchamento na Índia (defendido por usuários da plataforma); no início de 2019, o número caiu para cinco, depois de episódios de disparos em massa durante as eleições brasileiras em 2018.

Um estudo recente feito em parceria pelos projetos Eleições Sem Fake, do Departamento de Ciência da Computação da UFMG, e Monitor do Debate Político no Meio Digital, da USP, identificou que quatro de 10 áudios mais compartilhados sobre coronavírus no Brasil são negacionistas.

O grupo analisou 2.108 áudios que circularam de 24 e 28 de março, em 522 grupos públicos de WhatsApp, com a participação de mais de 18 mil usuários ativos.

Os conteúdos têm supostos depoimentos de médicos e testemunhas que afirmam que as CTIs estão vazias, as funerárias estão sem corpos e os mortos por acidente estão sendo contabilizados como mortos pelo vírus.

O professor de gestão de políticas públicas da USP e colunista da Folha Pablo Ortellado, um dos integrantes do estudo, considerou a medida do WhatsApp positiva e mais ágil do que em relação a episódios de alta circulação de informações falsas.

“Tende a reduzir bastante o tráfego de conteúdo viral. O WhatsApp agiu mais rápido. Nas eleições de 2018, foi pego de surpresa; eles haviam recém trocado de direção”, diz. “Agora é uma questão de vida ou morte.”

O Facebook também implementou mudanças em seus outros produtos mais populares, como a rede social e o Instagram, a fim de conter a disseminação de informação falsa durante a pandemia. A empresa e o Twitter eliminaram com celeridade publicações de políticos, como do presidente Jair Bolsonaro, por violarem políticas durante a crise da Covid-19.

Ortellado defende mais duas medidas para o WhatsApp: que, por padrão de privacidade, apenas contatos possam incluir pessoas em grupos (hoje esse recurso não vem por default, precisando ser alterado de forma manual) e que seja possível diminuir as listas de transmissão, que hoje alcançam até 255 contatos.

O WhatsApp também afirma que incluiu em sua versão beta mais recente uma maneira de os usuários descobrirem mais informações sobre mensagens encaminhadas.

Segundo a empresa, a ideia envolve a exibição de um ícone de lupa ao lado dessas mensagens frequentemente encaminhadas, dando aos usuários a opção de realizar uma pesquisa na web, na qual podem encontrar resultados de notícias.

“Estamos trabalhando diretamente com ONGs e governos, incluindo a Organização Mundial da Saúde e mais de 20 ministérios nacionais da saúde, incluindo o do Brasil, para ajudar a conectar as pessoas com informações precisas”, diz a empresa.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Vejam como o Bolsonaro incomoda aos poderosos. Já cortaram no twitter agora querem cortar no whatsapp, mas nós continuaremos apoiando este patriota. Não se iludem com essas ações pois em
    2022 os milhões de apoiadores continuarão com ele.

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Saúde

Medicamento contra Aids tem mais efeito que cloroquina para coronavírus, diz estudo da Fiocruz

Um grupo de cientistas da Fiocruz publicou estudo sobre os efeitos do Atazanavir, já usado no tratamento de pacientes com HIV, e seus efeitos sobre o coronavírus.

Os resultados foram promissores: o medicamento, em laboratório, performou melhor do que a cloroquina.

Os testes foram feitos in vitro. Ainda é preciso fazer ensaios clínicos, em pessoas, para que seus efeitos positivos sejam comprovados no uso prático.

No laboratório, ele se mostrou eficiente para quebrar uma enzima chave para a multiplicação do novo coronavírus, o que impediria a sua multiplicação no organismo.

“O Atazanavir pode vir a compor o arsenal de me dicamentos contra o coronavírus”, diz Thiago Moreno Souza, da Fiocruz, que participa do estudo.

Uma das vantagens do Atazanavir é ser um antirretroviral já conhecido e fabricado no Brasil.

MÔNICA BERGAMO

Opinião dos leitores

  1. Mas aonde está a COMPARAÇÃO dos resultados com a Cloroquina?? O mais interessante é um remédio que vendia em farmácia normalmente, agora ser tão PERIGOSO para a saúde. Caso eu teste positivo para COVID-19, e o médico me perguntar se aceito tomar cloroquina no início da infecção viral por minha responsabilidade, para possivelmente evitar um agravamento do meu quadro, eu aceitaria. E vocês? Preferem arriscar ir pra uma UTI e não voltar??

    1. O problema é que não há dose calibrada para usar no tratamento da Covid-19, podendo levar a um quadro de falência renal. E sim, se um medico aceitar prescrever você pode tomar tranquilamente a cloroquina por sua conta e risco.

    2. Boa Emerson, tenho o mesmo pensamento, como pode a anvisa autorizar a venda de um remédio sem receita médica e só depois da descoberta que poderia ajudar na cura contra o coronavirus que descobriram que pode trazer sérios danos ao ser humano e até matar.
      tem algo podre no ar.
      E como você vou querer utilizar o medicamento o mais breve possível.
      O que será bom para todos, diminuirá o número de pessoas internadas e mortes.

  2. Pronto agora na política química acharam 2 rivais, de um lado a cloroquina e do outro a Atazanavir, e o negócio vai ser arrochado em quem votar em 2022

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Saúde

Diferente da comum, pneumonia por coronavírus tem alto grau de inflamação e piora rápida; entenda

O vírus Sars-Cov-2, causador da Covid-19, fez médicos ao redor do globo se depararem com uma pneumonia com características diferentes.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a pneumonia, doença inflamatória grave causada por bactérias, vírus, fungos ou pela inalação de produtos tóxicos, é a principal causa de morte de crianças até cinco anos no mundo. No Brasil, a maioria das vítimas são pessoas acima dos 60 anos.

No caso da Covid-19, apenas 20% dos pacientes chegam a desenvolver o quadro de síndrome respiratória aguda, diz a organização. A falta de ar é o alerta para procurar ajuda médica.

Margareth Dalcolmo, pneumologista da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, referência na área, afirma que a pneumonia provocada pelo novo coronavírus tem caráter misto, afetando tanto os alvéolos pulmonares, nos quais ocorrem as trocas gasosas, quanto os interstícios, regiões situadas entre vasos e alvéolos.

 Diante da falta de testes específicos, o diagnóstico da Covid-19 tem sido feito por meio de tomografias computadorizadas e do histórico clínico do paciente. Embora nem todos os casos de pneumonia necessitem de internação, diz a médica, quando isso ocorre, o quadro dos pacientes tem surpreendido de forma negativa.

“O Sars-Cov-2 causa uma pneumonia com grau de inflamação nos pulmões enorme. Nesse processo, existe uma porção de substâncias que são protetoras do pulmão e perdem sua função no processo inflamatório, que é muito agressivo e, às vezes, muito rápido e generalizado também”, diz Dalcolmo, habituada a tratar casos graves de pneumonia bacteriana e por outros vírus, como H1N1.

Pneumologista do Núcleo de Doenças Pulmonares e Torácicas do Hospital Sírio-Libanês, André Nathan Costa acrescenta que o novo coronavírus destrói as células que revestem os alvéolos e causa lesões pulmonares, que, nas síndromes de desconforto respiratório agudo, são chamadas de “dano alveolar difuso”.

“A resposta do corpo contra o vírus é totalmente diferente em relação à bactéria e a lesão alveolar é muito mais grave”, diz.

O tratamento também é diferente. No caso da pneumonia bacteriana, é possível tratar o paciente por meio antibióticos, enquanto nas virais, exceto no caso da H1N1 —para qual há um antiviral eficiente, o oseltamivir, conhecido comercialmente como Tamiflu—, não há remédios específicos.

Dalcolmo afirma que, no caso do novo coronavírus, países estão testando vários tipos de antivirais de forma isolada e ou associada a outros medicamentos, mas que o suporte por aparelhos de respiração, os ventiladores, tem se mostrado a forma mais adequada de tratamento.

Entretanto o tempo de permanência que os pacientes de Covid-19 ficam na ventilação mecânica preocupa.

“O que chama atenção —tanto pela literatura dos países que nos antecederam quanto pelos casos que temos aqui— é o tempo que o paciente exige permanecer em ventilação mecânica, porque é muito superior ao que estamos acostumados a ver. A média são três semanas, que é um tempo muito grande”, diz a pneumologista da Fiocruz.

Por causa disso, afirmam os médicos, o paciente pode ter o quadro agravado também por uma pneumonia bacteriana que se some à viral. Costa afirma que esse é um problema observado em pacientes com pneumonia causada por influenza e H1N1.

“O sistema imune fica mais deprimido para resposta de bactérias quando você tem um vírus. Sobre o coronavírus, estão começando a sair trabalhos mostrando que é possível uma pneumonia secundária, principalmente hospitalar”, diz.

Dalcolmo acrescenta que a maioria dos trabalhos publicados mostraram a necessidade do uso de antibióticos, porque o paciente fica muito tempo na ventilação.

Ter tido uma pneumonia bacteriana no passado, segundo Dalcolmo, não é por si só um fator de risco. “As pneumonias bacterianas no geral respondem muito bem ao tratamento e não deixam sequela alguma”, diz.

O cenário é diferente para pessoas com históricos de doenças pulmonares obstrutivas, como bronquite crônica e enfisema pulmonar, que, além de risco maior, têm mais dificuldade de sair da ventilação.

Os pneumologistas ainda não sabem que sequelas pode deixar o período prolongado com respiração auxiliar. Dalcolmo conta que atendeu pacientes em que a lesão pulmonar ainda aparecia nos exames após semanas da alta, o que afirma não ser comum em pneumonias bacterianas ou virais.

“Ninguém sabe dizer ainda que tipo de sequela poderá deixar, se uma fibrose pulmonar cicatricial ou uma sequela de natureza funcional, ou seja, aeróbica. E se essa pessoa poderá ter dano temporário ou definitivo causado por uma lesão inflamatória tão grande”, afirma.

“Quando você tem esse dano alveolar difuso, você pode ter uma cicatriz depois no pulmão, dependendo da resposta [ao tratamento] que você teve, mas ainda é muito cedo para falar nisso quanto à Covid-19”, completa Costa.

FOLHAPRESS

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Jornalismo

28% dos brasileiros não fazem isolamento contra coronavírus, diz Datafolha

Perto de completar um mês, o isolamento social estabelecido como principal estratégia para o combate ao novo coronavírus em diversos estados não faz parte da rotina de uma parcela expressiva da população brasileira.

Não seguem total ou parcialmente a orientação de ficar em casa 28% das pessoas entrevistadas pelo Datafolha, segundo pesquisa realizada entre os dias 1 e 3 de abril. Foram consultados 1.511 brasileiros adultos em todas as regiões do país.

Desta vez, o levantamento foi feito por telefone, em razão da pandemia, ao contrário do procedimento rotineiro do instituto, que é de realizar entrevistas pessoalmente. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

O resultado mostra que 24% dos entrevistados dizem que estão tomando cuidado em razão da pandemia, mas seguem saindo de casa para trabalhar ou realizar outras atividades.

Outros 4% dos pesquisados afirmam que não houve nenhuma mudança na rotina e que seguem vivendo como antes da crise.

Não é possível saber quantos desses trabalhadores desempenham atividades essenciais, em setores como alimentação, saúde e segurança, por exemplo, e por isso precisam sair para trabalhar.

Ignorar o isolamento sem necessidade contraria a orientação da maioria dos especialistas em infecções e as diretrizes do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Mas é compatível com o que vem defendendo o presidente Jair Bolsonaro, para quem a quarentena deveria ficar restrita apenas a idosos e demais grupos vulneráveis, como doentes crônicos.

Infectologistas dizem que o isolamento total é fundamental, para não trazer o vírus para dentro de casa, por exemplo, onde poderia infectar os mais suscetíveis a terem complicações graves em seu estado de saúde.

Os demais 72% dos entrevistados afirmaram estar seguindo as orientações de ficar em casa, sendo que 54% disseram sair apenas quando é inevitável, para comprar comida, por exemplo. Outros 18% declararam estar totalmente isolados, sem sair de casa em nenhuma hipótese.

O confinamento em casa prejudica sobretudo trabalhadores sem renda fixa, especialmente os informais. Por isso, muitos deles têm se arriscado a ir para a rua em busca de trabalho, sendo encorajados para isso pelo próprio presidente.

Na faixa de renda mensal entre dois e cinco salários mínimos, que congrega muitos destes trabalhadores, a parcela dos que ignoram a quarentena sobe para 35%, sendo que 30% dizem tomar mais cuidado ao sair de casa e 5% afirmam não ter mudado em nada a rotina.

O Datafolha também pesquisou qual o grau de preocupação dos brasileiros com a pandemia. A grande maioria declara ter medo da doença. São 77% no total, sendo 39% que dizem ter um pouco de medo e 38% muito medo, uma situação de empate técnico.

Apenas 23% disseram não ter medo nenhum, na linha do que afirmou Bolsonaro em um pronunciamento de TV, quando menosprezou o risco de contrair o vírus porque causaria apenas uma “gripezinha”.

Em sua maioria, contudo, as pessoas ouvidas pelo Datafolha avaliam que é grande a chance de contrair e transmitir o vírus.

São 81% os que dizem acreditar que podem ser infectados, mas a maior parcela (35%) diz que a chance de isso acontecer é pequena. Apenas 17% creem que a possibilidade é grande.

Segundo o Datafolha, 72% dos entrevistados afirmam acreditar que têm chance de passar o vírus para outra pessoa, mesmo índice dos que creem que uma pessoa que more em sua residência pode contrair a doença.

A pesquisa mostra ainda que, para 52% dos entrevistados, a pandemia provocará muitas mortes. Entre os mais jovens, na faixa de 16 a 24 anos de idade, esse índice sobe para 63%. Afirmam que haverá poucas mortes 41% dos pesquisados, e 6% dizem não saber.

Como mostraram imagens de pessoas correndo no calçadão das praias cariocas ou no entorno de parques paulistanos no fim de semana, muitos ainda desprezam os riscos da doença.

Para 46% dos entrevistados pelo Datafolha, os brasileiros estão menos preocupados do que deveriam, enquanto 33% consideram que o grau de apreensão está na medida certa. Outros 19% afirmam que a preocupação das pessoas com a Covid-19 é excessiva.​

Entre os moradores dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, os dois mais afetados pela crise em número de casos e mortes, o pessimismo é, previsivelmente, mais acentuado.

Nos dois locais, 52% dos entrevistados avaliam que a população está menos preocupada do que deveria com a crise, ou seis pontos percentuais acima da média nacional.

Quanto ao número de mortes na pandemia, os paulistas veem um cenário bem mais negativo que entre os pesquisados nacionalmente. Acreditam que haverá muitas mortes 60%, oito pontos percentuais acima do total do Brasil. No Rio de Janeiro, o índice é de 55%.

São Paulo tinha até a noite de segunda-feira (6) 4.866 casos confirmados e 304 mortes, seguido pelo Rio, com 1.461 casos e 71 mortes.

 FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Umas perguntas:
    Como foi feita essa pesquisa? Na atual situação por telefone, imagino …daí uma lista de números seria necessária.De onde se conseguiu essas informações telefônicas?APOSTO que se conseguiu com assinantes de alguma empresa de mídia. Essa pesquisa é nula.
    Queremos é liberdade, nos livrar desse CONTROLE ESTATAL EM NOSSAS VIDAS.
    A CIÊNCIA É O nome máximo , só não sei quem a representa tão bem . NÃO EXISTE COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA DESSE ISOLAMENTO . .. TEM É TIRANIA AQUI NO RN COM ESSA PÉSSIMA GOVERNADORA PAU MANDADO DA FACÇÃO PTISTA, UMA LUNÁTICA , FANÁTICA, MENTIROSA.

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Cultura

Assembleia assina convênio para veiculação de aulas paras alunos da rede pública de ensino através da TV Assembleia

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte Ezequiel Ferreira (PSDB) vai assinar um convênio nesta terça-feira (7) com a Secretaria Estadual da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer e a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undine), para veiculação de aulões, na programação da TV Assembleia, direcionados para os alunos do Ensino Básico e Fundamental, da Rede Pública de Ensino, que com a suspensão das aulas, em virtude da pandemia, estão em casa.

“Sabemos que mais de um milhão de alunos das redes municipais e estaduais, no Rio Grande do Norte, estão sem aulas, em virtude do afastamento social. A exibição desses aulões vai permitir que esses alunos recebam as aulas através da TV Assembleia, um canal aberto que chega em todo o Rio Grande do Norte”, justificou o presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira.

De acordo com o gerente da TV Assembleia, Bruno Giovani, os aulões serão produzidos pela Secretaria de Educação que entregará o material para que seja veiculado pela TV Assembleia. “Para que isso possa acontecer, vamos trabalhar internamente, seguindo todas as orientações das autoridades de saúde. Entendermos que esse é um serviço essencial que a Assembleia Legislativa estará prestando a sociedade, através da TV Assembleia”, ressaltou.

Para o presidente da Undine, Alexandre Soares, o convênio vai permitir que os professores da rede pública de ensino cheguem às residências dos alunos, mesmo com o distanciamento social. “Uma ação como essa da Assembleia Legislativa vai permitir que o ensino chegue onde os nossos alunos estão. Exibir os aulões através da TV Assembleia vai permitir o andamento do ano letivo em todo o Rio Grande do Norte”, reforçou.

O secretário de educação do Estado, Getúlio Marques, destacou o empenho do presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira, em conceber esse convênio e permitir que os mais de um milhão de alunos da rede pública de ensino do Estado possam continuar seus estudos, através da TV Assembleia.

“Essa parceria com a Assembleia Legislativa é um marco para o Rio Grande do Norte, visto que milhares de alunos estão em casa, contribuindo para que o Coronavírus não se espalhe no Estado. Por esse ato do presidente Ezequiel, o Rio Grande do Norte agradece”, enfatizou o secretário.

A assinatura do convênio acontece nesta terça-feira (7), às 9h, na Assembleia Legislativa. A veiculação dos aulões deverá ser iniciada ainda no mês de abril.

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Saúde

Aumento de casos de Covid-19 coloca o RN em estado de atenção

A elevação do número de casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus colocaram o Rio Grande do Norte, conforme estudo do Ministério da Saúde, em estado de atenção. Com taxa de incidência de 7 casos diagnosticados por cada grupo de 100 mil habitantes, o Estado ocupa a sexta posição nacional no ranking de Coeficiente de Incidência de Covid-19 no país. A taxa local está acima da nacional, que é de 5,7 por cada grupo de 100 mil habitantes.

O Ministério da Saúde dividiu os Estados em três grupos, com base na média nacional de incidência de casos que é de 5,7 por 100 mil habitantes. No grupo dos Estados em situação de emergência estão aqueles com 50% acima da incidência nacional (Distrito Federal, 15,5; Amazonas, 12,6; Ceará, 11,0; São Paulo, 10,5; e Rio de Janeiro, 8,4. Em estado de atenção, além do Rio Grande do Norte (7,0) está Roraima, com 6,7 por 100 mil habitantes. Os demais Estados se colocam em situação de alerta, com incidência que variam de 5,6 a 0,7 por 100 mil habitantes.

Para continuar lendo é só clicar aqui: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/aumento-de-casos-de-covid-19-coloca-o-rn-em-estado-de-atena-a-o/476874

TRIBUNA DO NORTE

Opinião dos leitores

    1. Só Deus amigo. Os demais é só politicagem…

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Geral

Alexandre de Moraes suspende dívidas do RN com a União

Foto: Carlos Moura/SCO/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta segunda-feira (6) por seis meses as dívidas do Rio Grande do Norte e também do Mato Grosso com a União.

Pela decisão do ministro, os recursos que os estados deixarão de usar no pagamento das dívidas deverão ser destinados a ações de combate ao avanço do novo coronavírus.

Além de Mato Grosso e Rio Grande do Norte, outros 14 estados já obtiveram decisões semelhantes desde o fim de março. São: Bahia, São Paulo, Paraíba, Paraná, Maranhão, Pernambuco, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Acre, Alagoas, Pará, Espírito Santo, Amazonas e Rondônia.

O Rio Grande do Norte informou que os contratos de dívida com a União e bancos públicos têm parcelas de R$ 24 milhões por mês. Mato Grosso tem dívida total de R$ 2,1 bilhões e paga mensalmente R$ 10,9 milhões.

Nos pedidos feitos ao Supremo, os estados argumentaram que as medidas de combate ao coronavírus no âmbito local vão gerar gastos públicos e que os reflexos da pandemia na economia vão diminuir a arrecadação de impostos.

Alexandre de Moraes concordou com os pedidos, mas destacou que os estados precisam comprovar que os recursos não utilizados na dívida serão aplicados em medidas de combate ao novo coronavírus.

Dívidas por estado

O Espírito Santo informou à Corte que paga mensalmente R$ 10,9 milhões à União

Pernambuco informou que as dívidas de 2020 com a União e bancos públicos somam R$ 1,6 bilhão

Santa Catarina argumentou que vai precisar para conter o coronavírus de cerca de R$ 3,7 bilhões

Bahia tem dívida com a União de R$ 5,3 bilhões

Maranhão tem dívidas com bancos públicos que somam R$ 7,4 bilhões. Para 2020, a previsão é de R$ 1,1 bilhão

Paraná tem parcelas mensais a pagar de R$ 53 milhões. O valor total do débito é de R$ 106 bilhões

São Paulo paga por mês aproximadamente R$ 1,2 bilhão para abater a dívida com a União

Paraíba informou que tem a pagar, de abril a dezembro, R$ 193,2 milhões

Mato Grosso do Sul informou que tem parcelas a pagar de R$ 31,3 milhões por mês

Já o Acre paga mensalmente R$ 2,6 milhões à União e outros R$ 20,5 milhões a bancos públicos

Pará informou que a dívida é de R$ 5 milhões mensais e totaliza R$ 67 milhões até o fim do ano

Alagoas informou que as parcelas mensais da dívida com a União são de R$ 32 milhões (soma de R$ 385 milhões ao ano)

O Amazonas não informou, no pedido, o valor total de sua dívida, mas ponderou que as receitas com impostos devem cair – a perda é estimada em pelo menos R$ 2,83 bilhões a partir de maio

Rondônia pediu a suspensão do pagamento de R$ 138 milhões, valor correspondente da dívida do estado até o fim do ano.

G1

Opinião dos leitores

  1. Perigo dar trégua para esses caloteiros romperem contratos. Se sobrar algum vão destinar para planos de cargos da PM ou outro órgão.

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Judiciário

Lewandowski decide que acordos de redução de salário só terão validade após manifestação de sindicatos

Imagem: reprodução

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira (6) que os acordos de redução de salário e jornada de funcionários de empresas privadas apenas terão validade após a manifestação de sindicatos. A medida faz parte do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda para evitar com que as empresas demitam durante o período da crise provocada pelo novo coronavírus. Se os sindicatos não se manifestarem, o acordo fica valendo.

Leia a matéria completa no site Justiça Potiguar.

 

Opinião dos leitores

  1. Bolsonaro e equipe já fizeram a sua parte para manutenção do emprego, aí vem os opositores para bloquear as medidas.
    Minha conclusão é a seguinte os sindicatos não entrarão em acordo a medida é bloqueada pelo STF, as empresas tem que demitir empregados ou entram em falência demitindo todos..
    Boa medida seu ministro, parabéns!!!!??????

  2. Quero saber quem será o culpado, quando o empresariado, começar a demitir, por falta de condições de arcar com os custos. Esses Deuses do supremo nunca assumiram a culpa por nada. Eu sendo empresário, com trinta funcionários, demitiria, a metade logo.

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Economia

Governo Federal lança crédito emergencial para operacionalização pelo BNB no Nordeste

Foto: reprodução

Com objetivo de recuperar ou preservar atividades produtivas dos municípios com situação de emergência ou estado de calamidade pública, em decorrência da pandemia resultante da Covid-19, o Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, lançou hoje a linha de crédito especial FNE Emergencial, a ser operacionalizada, com exclusividade, pelo Banco do Nordeste em toda sua área de atuação – Nordeste e Norte dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Para tanto, o BNB dispõe de R$ 3 bilhões, recursos oriundos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), que atenderá os setores produtivos industrial, comercial e de serviços.

São beneficiárias pessoas físicas e pessoas jurídicas, assim como cooperativas que, de acordo com prioridades estabelecidas nos planos de desenvolvimento regionais, desenvolvam atividades produtivas não rurais, especialmente as vinculadas aos setores de empreendimentos comerciais e de serviços na área de atuação do Banco.

O crédito emergencial destina-se a capital de giro isolado e a investimentos, incluindo capital de giro associado. Para capital de giro, são financiáveis todas despesas de custeio, manutenção e formação de estoques, inclusive despesas de salários e contribuições de despesas, com limite de até R$ 100 mil por beneficiário.

No caso de investimentos, incluído capital de giro associado ao investimento, o limite de financiamento é de até um terço da operação, correspondendo até R$ 200 mil por beneficiário. As operações terão juros de 2,5% ao ano, com carência máxima e prazo até 31 de dezembro deste ano.

A linha de crédito especial está prevista na Resolução do Banco Central, n.º 4.798, publicada hoje, 6, que também suspende as parcelas até 31 de dezembro deste ano, com eventual acréscimo ao vencimento final da operação, para as operações não rurais adimplentes ou com atraso de até 90 dias na data de hoje.

Opinião dos leitores

  1. Eu fiquei 3 dias até 4hs da manhã tentando fazer o cadastrado da minha empresa na página eletrônica na hora de enviar uma pilha de documentos que eles pedem dar erro. Nunca dar certo ligo para a Gerente e fala que só se pode da, fazer na página do Banco e tudo muito complicado.

  2. Qual o procedimento para coseguirmos esse financiamento já que os bcos estão fechados para o atendimento presencial?

  3. Isso não chega para empresas menores. Isso é fato. Ou então têm que pagar propina a gerente ou a consultoria indicada por eles. Diferente disso nao consegue nada.

  4. O banco do nordeste está aproveitando a situação para fazer exigências que as vezes as empresas não podem sanar , muito lamentável uma vergonha em época de pandemia.

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Polêmica

UPA da Cidade da Esperança emite nota técnica sobre atestado de óbito questionado por família

A Diretoria da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade da Esperança emitiu uma nota técnica à imprensa sobre o caso da família que prometeu tomar providências depois da declaração de óbito afirmar causa morte de membro do sexo feminino como Covid-19, e tomar conhecimento de resultado negativo para o novo coronavírus, conforme destaque em fotos e íntegra de postagem que o BLOGDOBG noticiou pela manhã desta segunda-feira (6).

Confira a íntegra da nota:

Opinião dos leitores

  1. Em israel tem registrados oficialmente, até onte,. 8900 casos de contagio e 57 mortes, portanto ou o mané esta mentindo ou é desinformado.

  2. Em Israel
    1700 casos e 1 morte!
    O governo de Israel isolou os idosos e abriu tudo. Não fechou nada..
    Estão errados tambem??

    1. Você está enganado. Em Israel o distanciamento social é tão rigoroso que as atividades escolares só retornarão no segundo semestre. Tão rigoroso que grupos vulneráveis recebem alimentos em casa (marmitas) para não ter que sair de casa.

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Política

Mandetta diz “nós vamos continuar” e que será a voz da ciência

Foto: reprodução/YouTube

Luiz Henrique Mandetta confirmou que foi um dia difícil, que a equipe trabalhou pouco devido à situação. O ministro disse ainda que as gavetas chegaram a ser limpas e as da equipe também, a quem agradeceu pela solidariedade. Falou que continua e espera união.

Falou também que vai continuar e segundo ele a reunião na presidência foi boa e em nome da união e de um trabalho que é necessário, ele segue. Para Mandetta, o Brasil ainda não está pronto para o combate ao Covid, apesar dos avanços.

Opinião dos leitores

  1. Reportagem 6/4/20 no Daily Mail: políticos americanos querem renúncia de diretor da OMS por ajudar a China a acobertar o vírus. Senadores desceram o pau na China. O embaixador chinês lá ficou quietinho.. O daqui também. O presidente do senado não pediu desculpa à China. Não teve leitor metido a analista dizendo "oh, é grande parceiro comercial, vai ter retaliação". Será que o embaixador aqui esperneia porque percebeu um povo ignorante ou que é submisso?

  2. e depois falavam que quem queria criar histeria era a imprensa. eles colocam terror no povo todos os dias ameaçando os cortes dos salários, o desemprego, demorando pra liberar o dinheiro do auxílio etc etc

    1. Sei que Petralha delira, tem alucinações diante da abstinência de dinheiro público roubado, mas aí vocês chegaram ao limite, achar que não estamos numa crise profunda, e o momento não exige sacrifícios. Amiguinha, você já passou da hora pra ser internada

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Meio Ambiente

Maiores reservatórios do RN crescem em volume de água em relação ao mesmo período de 2019

Foto: Ruth Góis

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), monitora 47 reservatórios com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pela segurança hídrica potiguar. O Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, divulgado nesta segunda-feira (06), indica que a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório estadual, com capacidade para 2,37 bilhões de metros cúbicos, atualmente acumula 790.298.286 m³, percentualmente, 33,3% da sua capacidade total. No mesmo período de 2019 o manancial estava com 676.720.000 m³, que correspondiam a 28,20% do seu volume máximo.

As reservas hídricas superficiais totais do Estado atualmente são de 1.439.787.749, percentualmente, 32,89% do volume máximo que os mananciais monitorados pelo Igarn conseguem acumular juntos, que é de 4.376.444.842 m³. No início de abril de 2019, as reservas hídricas potiguares acumulavam 1.249.274077 m³, que representavam 28,54% da capacidade total estadual.

A barragem Santa Cruz do Apodi, segundo maior manancial estadual, com capacidade para 599.712.000 m³, atualmente acumula 173.357.310 m³, percentualmente, 28,91% do volume máximo que consegue represar. No início de abril do ano passado o reservatório acumulava 140.444.620 m³, o que representava 23,42% da sua capacidade.

O reservatório Umari, localizado em Upanema, com capacidade para 292.813.650 m³, acumula atualmente 142.988.458 m³, percentualmente, 48,83% do seu volume máximo. Em 2019, no mesmo período, a barragem estava com 118.602.771 m³, que representavam 40,50% do seu volume total.

A barragem de Pau dos Ferros continua recebendo recarga e já acumula 13.674.986 m³, percentualmente, 24,93% da sua capacidade total, que é de 54.846.000 m³. No mesmo período de 2019 o reservatório estava com 1.072.922 m³, que representavam 1,96% do seu volume máximo. Este já é o maior volume de águas acumulado no manancial desde 2012.

O reservatório de Lucrécia recebeu boa recarga e já acumula 6.702.971 m³, que representam 27,08% da capacidade total do manancial que é de 24.754.574 m³. A última vez que o açude da cidade chegou a este volume foi em julho de 2012. No mesmo período do ano passado o reservatório estava com 3.231.912 m³, que representavam 13,06%da sua capacidade.

Já o açude de Pilões, que estava seco até o dia 04 de março, acumula atualmente 621.875 m³, que representam 10,54% da sua capacidade que é de 5.901.875 m³. No mesmo período do ano passado o reservatório estava com 105.500 m³, percentualmente, 1,79% do seu volume total.

O reservatório Marechal Dutra, também conhecido como Gargalheiras, acumula atualmente 12.434.773 m³, percentualmente, 27,99% da sua capacidade total que é de 44.421.480 m³. No mesmo período de 2019 o manancial estava seco.

Até o momento, sete reservatórios sangraram nesta quadra chuvosa, são eles: Apanha Peixe, localizado em Caraúbas; açude Dourado, localizado em Currais Novos; o açude do município de Encanto; Riacho da Cruz II, localizado em Riacho da Cruz; açude Pataxó, localizado em Ipanguaçu; açude Beldroega, localizado em Paraú e Santo Antônio de Caraúbas, localizado em Caraúbas.

Dos 47 mananciais monitorados pelo Igarn, 5 permanecem em nível de alerta, com volumes inferiores a 10% da sua capacidade total, o que corresponde a 10,63% dos mananciais. Já os que estão secos são 2, percentualmente, 4,25% dos açudes monitorados. No mesmo período do ano passado os reservatórios com menos de 10% da sua capacidade total eram10, percentualmente, 21,27% dos mananciais monitorados. Já os secos eram5, percentualmente, 10,63%.

Os mananciais que permanecem em nível de alerta são: Passagem das Traíras, em São José do Seridó, com 1,64% (porém o reservatório passa por obras não sendo possível grande acumulo); o açude Itans, em Caicó, que está com 3,88%; açude Esguicho, em Ouro Branco, com 0,74% ; açude Zangarelhas, em Jardim do Seridó, com 0,45% e o açude Jesus, Maria José, localizado em Tenente Ananias, que está com 9,81% da sua capacidade total.

Os reservatórios que permanecem secos são: o açude Inharé, localizado em Santa Cruz e o açude Trairi, em Tangará.

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Política

Presidente recua e Mandetta fica


Mandetta fica. A confirmação partiu do vice-presidente Hamilton Mourão. A movimentação e a pressão junto a Bolsonaro, do Congresso ao Judiciário, teria feito o presidente mudar de ideia.

Mandetta disse a assessores e auxiliares do Ministério da Saúde, além de políticos de seu partido, o DEM, que não pede para sair em hipótese nenhuma. Só se for demitido.

O presidente teria recuado após gigante pressão do Congresso e até do Judiciário. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre armou uma costura de pressão para manter Mandetta no cargo. A oposição também foi para a imprensa e redes sociais dizer que era o caso de pedir o afastamento imediato do Presidente, caso a demissão de Mandetta acontecesse.

No final da reunião com os ministros, o presidente Bolsonaro falou em união de todos. Ele foi convencido, inclusive por ministros mais próximos, que esse não era o momento. Perdeu a ala Olavista e a dos filhos do Presidente.

Mais informações em instantes.

 

Opinião dos leitores

  1. O presidente dá a sua opinião como todos aqui mas acontece que não estamos numa ditadura. Tem contra ele, STF, senado, câmara, e governos estaduais.
    E a favor, muitos milhões de brasileiros, portanto ele agiu corretamente ao não tirar o mandetta neste momento.
    Mas podem ficar tranquilos que a demissão dele já está encomendada para depois da crise, quando começar a baixar o índice de infectados. Que falando nisso, não chega nem perto dos países do primeiro mundo que faz a quarentena horizontal.

  2. O lado bom da pandemia: agora todos sabem que Bolsonaro é um cachorro magro do fato furado. A facada da campanha, além de consolidar sua eleição (brasileiro adora um coitadinho), fez o conteúdo da bolsa de colostomia subir-lhe à cabeça. Só esgrimistas do óbvio insistem em não ver.

  3. Não acho que o Presidente saiu fragilizado. Lembrem que para permanecer, Mandetta teve que ceder em relação ao seu posicionamento frente ao isolamento. Como cargo de confiança do Presidente, ele deve fidelidade, não dá pra ficar de fuxico com a oposição.

  4. Ontem o presidente não prestava porque iria demitir o ministro , hoje não presta porque não demitiu. kkkkkkkkkkkk
    Tenho que ter muita Paciência!!!

  5. O presidente Bolsonaro deu uma fraquejada grande, eu esperava vê esse Lula mandeta no olho da rua, esse cara tá com cachorrada mais Rofrigo Maia e Alcolumbre.
    Apareceu na live de Xande Avião e do Jorge e Mateus.
    Tá querendo aparecer, pro público jovem, querendo se promover já pensando em votos, não é um cara sério, é um mais um politiqueirosinho do DEM.
    Como no mundo ainda tá pra nascer uma pessoa insubstituível, o PRESIDENTE BOLSONARO FRAQUEJOU.
    Tinha que ter mandado ir cantar em outro terreiro.
    Quem sabe no do Xande Avião e do Jorge e Mateus.
    ERROU PRESIDENTE!!!
    FEIO!!!

    1. Essa bosta de presidente que você idolatra na realidade nunca acertou, e ainda tem uma ceita que diz amém até quando ele solta um peido.
      Temos que tirar esse enviado do inferno da presidência

  6. Presidente não manda mais nem na casa dele. Os filhinhos tocam o terror.
    Quem manda no País agora são os militares.

    1. Há!
      Se fosse assim.
      Era bom de mais, tinha ordem esse puteiro.
      Tá muito conturbado, é um tal de Olavo, é o STF é os dois canalhas do congresso, a mídia, os Partidos de esquerda, os filhos uma verdadeira casa de mãe joana.
      Se fosse os militares, era outra coisa, tinha ordens.
      O ambiente era outro, bem mais tranquilo.

  7. Um ministro habilidoso, apto para a função sem contar que é transparente.
    Seria uma idiotice inominável se o presidente, que infelizmente teve o meu voto, o sentisse!

    1. Exato. O mundo todo está enfrentando uma crise. Demitir o Mandetta teria sido catastrófico para Brasil. Um lider de verdade, quando observa um liderado brilhando tem mais é que sentir orgulho, pensar e dizer: "caramba, eu fiz a escolha certa!" E dar apoio ao seu liderado pra que continue o bom combate! Porque o lider sabe que o que está em jogo é o bem comum. Ou infelizmente a pessoa pode agir como o Jair Bolsonaro!

  8. No capítulo de hoje…
    Kkkk rapaz, todo dia é uma resenha nova nesse desgoverno. Kd os Bolsominons que diziam "se der ruim a gente tira"?
    Estou ancioso pra ver o próximo capítulo amanhã.
    O que será que o Bozo irá inventar pra criar um conflito com alguém?

    1. esse Presidente não manda mas nem na casa dele, ou seja nunca mandou,,,,,,,,

  9. Fica esperto Mandetta a turma do mal ainda vai tentar te derupar. Essas pessoas não têm limite nem oração serve para esse pessoal sem escrúpulos.

  10. Errou!!!!
    Cabra logo do DEM.
    Botem uma coisa na cabeça.
    NINGUÉM NO MUNDO É INSUBSTITUÍVEL.
    NINGUÉM!!!
    MIJOU FORA DO PINICO.
    RUA !!!
    ponto final.

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Tecnologia

Anvisa bloqueia uso do Zoom entre funcionários após falhas de segurança

Foto: AFP

A Anvisa bloqueou o uso interno do aplicativo de reuniões digitais Zoom a partir desta segunda-feira (6). O produto foi alvo de duas acusações sobre potenciais falhas de segurança que expuseram vídeos particulares de usuários na internet.

Com o isolamento social e o regime de teletrabalho, o Zoom passou de 10 milhões para 200 milhões de usuários durante a pandemia do novo coronavírus. ​

Em comunicado aos funcionários, a Anvisa disse que as falhas podem permitir o acesso não autorizado à câmera e ao microfone, o roubo de usuário e da senha de acesso, bem como a coleta e envio de informações das ligações.

“A Gerência Geral de Tecnologia da Informação solicita que todos os usuários que utilizam o Zoom desinstalem imediatamente dos seus computadores, celulares e/ou tables, e alterem suas senhas o quanto antes”, diz a agência. A Anvisa sugere que os profissionais passem a usar o Microsoft Teams para reuniões e videoconferências.​

Em nota, a agência diz que participa de diversos sítios especializados em segurança, com especialistas do mundo todo e de diversas especialidades, o que “permite a adoção de medidas de segurança de forma rápida e proativa identificando possíveis vulnerabilidades nas ferramentas utilizadas internamente pela Anvisa”.

A agência diz que aguardará as correções do software a serem promovidas pela empresa para reavaliar seu posicionamento.

Uma reportagem do jornal The Washington Post informou que vídeos privados da plataforma podem ter sido salvos na nuvem em servidores do software sem necessidade de senha para o acesso.

Outra possível falha, reportada pelo The New York Times, seria um recurso de mineração de dados na plataforma que permitia que participantes das videochamadas acessassem dados do perfil de LinkedIn de outros usuários.

O escritório do FBI em Boston já havia emitido um aviso sobre o Zoom, orientando que usuários não tornassem públicas as reuniões na plataforma e não compartilhassem os links de forma ampla.

O alerta foi dado depois que o órgão americano recebeu dois relatos de indivíduos não identificados invadindo aulas digitais de escolas, um fenômeno conhecido como “zoombombing”.

Em meio aos questionamentos sobre o Zoom, a empresa de foguetes SpaceX, do bilionário Elon Musk, proibiu seus funcionários de usar o aplicativo devido a “preocupações significativas de privacidade e segurança” sobre o software.

No dia 1º de abril, o fundador do Zoom, Eric Yuan, disse reconhecer “que não atingimos as expectativas de privacidade e segurança da comunidade —e a nossa”.

Em entrevista à CNN neste domingo (5), Yuan disse que “mudamos rápido demais … e tivemos alguns erros”. “Aprendemos nossas lições e recuamos um passo para focar na privacidade e segurança”, afirmou.

FolhaPress

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Saúde

Rio Grande do Norte tem a 6ª maior taxa de incidência de Covid-19 no Brasil

Imagem: reprodução/Ministério da Saúde

O gráfico divulgado pelo Ministério da Saúde mostrou que Rio Grande do Norte é o sexto estado do Brasil em incidência do Covid-19, ficando atrás apenas do Distrito Federal, Amazonas, Ceará, São Paulo e Rio de Janeiro.

A taxa de contaminação pelo vírus no RN é de 7,0 para cada 100 mil habitantes, superando a média nacional que é de 5,7 contaminados a cada 100 mil pessoas.

Os estados foram divididos três níveis: Emergência, atenção e alerta. O RN foi classificado como “atenção”, quando a taxa é maior que a nacional, mas não a supera em 50%.

Os estados que possuem índice acima de 50% da taxa do país, são classificados como emergência.

Opinião dos leitores

  1. Por mais que eu queira criticar Fátima, não se sabe quanto disso é simplesmente porque se tem testado mais aqui. Não há lógica nos números da Paraíba vizinha, por exemplo, e as mortes de lá provam isso.

  2. Votaram na imcompetente porquê quiseram, eu avisei. Agora respondam pelos atos impensado e irresponsável

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Política

Capitais registram panelaço e gritos de ‘Fica, Mandetta’ após informação de que Bolsonaro decidiu demitir ministro


Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

Assim que tomou o noticiário a informação de que o presidente Jair Bolsonaro avalia demitir o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, uma série de manifestações foram registradas em algumas capitais. Em São Paulo, além do panelaço, muitos pessoas gritavam “Fica, Mandetta”.

O presidente estaria avaliando colocar o deputado federal Osmar Terra no lugar de Mandetta. Terra almoçou nesta segunda-feira com Bolsonaro e quatro ministros que despacham do Palácio do Planalto: Walter Braga Netto (Casa Civil), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Jorge Oliveira (Secretaria-Geral) e Augusto Heleno (Gabinete de \Segurança Institucional).

Também foram registradas manifestações no Rio, como em Copacabana, Leme, Botafogo e Jardim Botânico. Há relatos também de atos contra uma eventual demissão de Mandetta em Belo Horizonte e Salvador.

Os protestos se acentuaram assim que iniciada a coletiva de imprensa de integrantes do governo para tratar da crise. Mandetta não faz parte da mesa.

Há tempos Bolsonaro vem demonstrando insatisfação com o trabalho de Mandetta, que mantém a tese de que o isolamento social é a forma mais eficaz para o combate ao coronavírus. Chegou a dizer na semana passada que nenhum e seus ministros era “indemissível”, e que faltava “humildade” ao titular da pasta de Saúde.

O Globo

Opinião dos leitores

    1. Será que só tem idiota apoiando esse verme que fez da cadeira de presidente uma privada. Se liga gados otários.
      Vimos domingo quando o bolsodiabo falava, um monte de doentes mentais dizia amém, ele é o Cristo?,
      Vocês tão piores do que a ptralhada, um monte de gado idiotas, imbecis.

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