Lixo Hospitalar nas ruas de Mossoró, acumulado, em plena pandemia de coronavírus, com o município potiguar registrado, infelizmente, casos de óbitos. Um médico, em contato com o Blog, informa que buscou informações para entender a situação alarmante, e tomou conhecimento que a empresa responsável parou de recolher o material pela falta de pagamento da Prefeitura – há quatro meses.
“Aproximadamente um mês estamos sem coleta dos lixos hospitalares e já recorremos várias vezes a secretaria de saúde para saber qual o real motivo da paralisação, já que a coleta era realizada regularmente, e esse tipo de serviço é essencial para sobrevivência de todos, visto que é onde está tudo de mais contagioso, se deixamos acumular estamos guardando o vírus. Peço, pelo amor de Deus, que a Prefeita faça algo por nós”, disse uma colaborada de uma UBS local.
Uma publicação compartilhada por Caio Coppolla (@boletimcoppolla) em
Caio Coppolla retornou à CNN Brasil nessa segunda-feira, 6 de abril, para a estreia da edição noturna de “O Grande Debate”. O comentarista estava afastado da TV desde 18 de março, quando iniciou um tratamento de saúde.
Conservador, Coppolla teve como oponente o advogado progressista Augusto de Arruda Botelho. Ao decorrer da jornada, Gabriela Prioli, com quem Coppolla dividiu as primeiras edições de “O Grande Debate”, também ganhará espaço no horário nobre.
“Minha fala inicial no #grandedebate do horário nobre da @cnnbrasil – graças a vocês, batemos recorde de audiência! Esse foi meu argumento inicial sobre a decisão dos Governadores de prolongarem o isolamento horizontal (em todo o território, para todas as pessoas, sendo que mais de 90% das cidades não registraram sequer 1 caso de COVID-19”, disse o comunicador no Instagram.
Gente, não precisa ter faculdade para saber que nossa política é capitalista e partidária, quando todos brasileiros se conscientizar que moramos no mesmo país e cada um deve torcer e fazer sua parte para dá certo. As leis que regi nossos direitos e deveres a base de uma linha de vivência em sociedade, nem essa seguimos,então pensamos como governamos nosso lar? A crítica tem que se ter reflexo com suas atitudes, devetiam acabar com isso de partidos asdim ficaríamos inteiros para ajudar o nosso País, comece o dever de casa, sendo honesto e bons exemplos para seus filhos, pois apartir disso construiremos seres melhores. Caio deu uma explanação de uma visão pessoal dele, que achei plausível pois tem políticos se aproveitando sim da situação para corromper mais ainda a política, daí reflitam pq eles não doam do seu salário ou abri mão dos aumentos de seus salários? Acorda Brasil , não justifique nem julgue, faça sua parte daí através da sua história direi se és digno de acreditar ou não. Sem mais sheyla Moraes.
O Caio Copolla é um ponto fora da curva ! Uma pena que aqueles que dominam a mídia e a imprensa com o politicamente correto não darão o espaço que ele merece.
A hidroxicloroquina, e a quarentena fajuta, vai derrubar esse fdp desse Lula Mandeta.
Num se aveche não que sua hora vai chegar, seu PILANTRA MELANCIA.
verde por fora e vermelho por dentro.
Daqui a mais algumas semanas, o ibope dele se acaba.
Vc vai vê.
Burro é quem puxa saco de um débil mental igual ao Satanaro.
Gostava até dos comentários de Caio, mas passou a ser mais um membro da seita de bolsonarista.
Acredito que o posicionamento das autoridades para manterem a quarentena horizontal, se dá ao fato da saúde pública não ter condições de receber muitas pessoas infectadas. Alguns especialistas afirmam que todos serão infectados, então é sensato o isolamento para que aconteça aos poucos e para que os governantes tenham tempo para tentar equipar os municípios e atender a população.
Na Alemanha menos de 3% das pessoas infectadas pelo COVID 19 são vítimas fatais, tudo indica que o sucesso do país em manter baixa a taxa de mortalidade até agora seja o resultado de um conjunto de iniciativas, colocadas em prática no momento em tiveram ciência dessa emergência de saúde. Assim como outros países do mundo, a Alemanha adotou iniciativas de distanciamento social. Escolas, restaurantes e bares estão fechados, reuniões entre mais de duas pessoas são proibidas, com exceção de encontros familiares e moradores de uma mesma casa. Suas fronteiras estão fechadas. E os testes estão sendo realizados em pessoas que apresentam sintomas leves (caso este que não o Brasil não se enquadra), para que sejam isoladas imediatamente, assim infectando menos pessoas.
Visando os bons resultados colhido pela Alemanha, acredito que nesse momento segue a quarentena horizontal, e quando conseguirmos estabilizar a curva ascendente de novos casos, passamos para a quarentena vertical. Mas o nosso grande problema em seguir com a quarentena é o impacto econômico, nesse quadro, que já era preocupante antes de a pandemia se instalar, a resposta do governo brasileiro para enfrentar a crise gera ainda maior preocupação ao não propor nenhum recurso novo, apenas antecipação de recursos ou diferimento de pagamentos. Ademais, o ministro da Economia mantém o discurso de que a melhor resposta para combater a crise econômica seria a aprovação das reformas administrativa e tributária.
As reformas já aprovadas (Emenda Constitucional 95/2016 do “Teto dos gastos”, reformas trabalhista e previdenciária) não foram capazes de proporcionar a retomada do crescimento econômico e, em alguns casos, ampliaram as vulnerabilidades para enfrentar os desafios atuais das crises de saúde e econômica provocadas pela COVID-19.
As medidas econômicas anunciadas pelo governo brasileiro são paliativas: suficientes apenas para impedir a ruptura do sistema de crédito sem conseguir estimular a economia, pois o aumento da liquidez deverá ficar empoçado no sistema financeiro. Entretanto, a política de gastos governamentais deveria assumir papel central na reativação econômica e na economia de guerra na área da saúde. Para tanto, são necessários gastos adicionais ao previsto no orçamento para a infraestrutura de combate à doença e coordenação do governo central em virtude da baixa capacidade fiscal dos estados e municípios.
Mediante a má atuação do governo em reverter o problema econômico da população devido a pandemia, a população se desespera, exigindo tomada imediata das atividades normais.
Pq será que 90% não pegaram o coronavirus? Nós EUA da América tanto vista como exemplo, ela fez isso, sem isolamento. Então, o que temos lá hoje? Está um caos, comprando e gastando trilhões para reverter o caos que poderia ter sido reduzido. A China, a Espanha, a Itália são exemplos do que não se deve fazer, ao contrário desse comentário. Acredito que temos provas suficientes que o isolamento é crucial, ainda mais em nosso país que não tem recursos extras suficientes mais do que gastamos atualmente.
Vemos pelos comentários que os esquerdopatas sequer entendem o significado de DEBATE.
A lLimitação em racionar leva aos deprimentes comentários de Jr, Santos e Netto, que sequer entendem questões, apenas seguem as ordens de seus líderes partidários, independente dos fatos, do bem do país e da melhor maneira de lidar com o coronavírus.
Vocês sabem que é Mandetta? Conhecem o currículo dele? O que ele já aprontou? Qual a razão dele negar a liberação da HIDROXICLOROQUINA que vem salvando vidas?
Sabem que é o médico David UIP? Ele foi curado pelo medicamento que vem SALVANDO MUITA GENTE PELO MUNDO – HIDROXICLOROQUINA. ACABA de ser CURADO POR ELA, mas por razões que só ele sabe, não admite o uso do medicamento. Sem compromisso com a profissão e ao juramento de Sócrates que fez ao se formar.
Quem tem olhos para politicagem do mais baixo nível, prova que não tem preocupação real com o povo, são medíocres políticos que manipulam seus seguidores em nome da tomada de poder. Os fatos estão aí e 85% do Brasil está do lado do BEM, contra alguns que só pensam em promoção política.
Existem tratamentos comprovados, tem medicação que atua positivamente contra o vírus, mas a turma do QUANTO PIOR MELHOR PARA NÓS" , CONTINUA ATUANDO E SEUS GRITOS SÃO LEVADOS AO POVO PELA MANIPULAÇÃO MIDIÁTICA.
Você está doente! Dá p perceber pelo seu jeito de digitar! Nunca fui filiado a partido político e muito menos tenho líder partidário. Sou a favor do conhecimento científico e é nele que acredito, sem achismos, sem esse papinho mequetrefe de esquerda e direita. Existem várias frentes de estudo no mundo tentando encontrar uma forma de combater esse mal, mas ainda não há conclusão em nenhum deles. Isso é fato!
A CNN, apoiadora do Rei do gado, interrompeu o Coppolla ao vivo dizendo q era preciso sim o isolamento.
A única maioria burra q conheço foi a q elegeu o Rei do Gado.
Quem é Caio Coppola na fila do pão? Autoridade em que mesmo?
É um jovem jornalista brasileiro, cidadão consciente, não alienado, que não se vendeu a mídia marrom, profissional respeitado que, com coragem, ética, ponderação e conhecimento, tem enaltecido a profissão de jornalista, hoje tão desacreditada. Um dos melhores profissionais da área na atualidade, apesar da pouca idade.
Certo! Estou impreCionado com o currículo dele!kkkkkk
Mas…. e de medicina, ele entende o que mesmo?
tanto quanto ou até mais que o manda-chuva da OMS que nem se quer é médico.
Respondendo ao leito Neto, é o mesmo jornalista que em todo debate levava uma surra da Gabriela Prioli. Ele disse sim várias verdades e é preciso um debate amplo. Mas, será que o único líder nacional no mundo que está com a razão é Bolsonaro? Japão, Holanda, Suécia que aqui já falaram anunciaram restrições para circulação de pessoas. EUA e Inglaterra que o jovem e brilhante jornalista exemplificou, estava realizando a retenção vertical, e somente utilizou o lockdown, porque perdeu o controle. Superlotou os hospitais, faltou equipamentos, e os que estão conseguindo superar é pelo teste em abundância, e que possuem ótima estrutura do sistema de saúde. Olhem a realidade, o Brasil não possui nem teste suficiente e o nosso sistema de saúde é uma piada.
BG
Tem que ser um juninho mesmo, não vi um ainda para ser independente, são sempre alienados e dependentes.
Neto… Caio Jornalista??? de onde??? como??? Nem terminou a faculdade de Direito… e se acha o entendedor de tudo… Nammm despreparado e só fala o que os bolsominios querem escutar.. mas até quando ele continuará falando assim???
A Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (SELIM) continua as ações de desinfecção de áreas públicas em diversas localidades do município. Nessa segunda- feira (6) uma equipe de agentes da SELIM, seguindo as orientações de segurança da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, desinfetaram paradas de ônibus; feirinha de Pium; quiosques do Cajueiro, em Pirangi do Norte e pontos comerciais.
Os agentes, devidamente treinados, usam equipamentos como botas, luvas, máscaras e roupa especial e utilizam o método de pulverização de hipoclorito de sódio diluído em água.
A desinfecção dos locais onde há grande circulação diária de pessoas é necessária, pois ajuda a desacelerar o avanço do número de casos de pessoas com Covid-19 nos próximos dias.
Neste ano, as celebrações da Semana Santa, na Arquidiocese de Natal, acontecerão nas igrejas, com as portas fechadas. A recomendação do arcebispo, Dom Jaime Vieira Rocha, é que as celebrações sejam transmitidas pelos meios de comunicação, para que as pessoas possam acompanhar, em casa.
Seguem os horários, nas paróquias, bem como as pessoas poderão acompanhar:
Veja Grande Natal e interior aqui em material na íntegra.
Onyx Lorenzoni acaba de anunciar que há três caminhos para o trabalhador informal realizar o seu cadastro e receber o coronavoucher.
Foi criado um aplicativo da Caixa específico para o cadastramento para o auxílio emergencial, um site (auxilio.caixa.gov.br) e o banco capacitou funcionários para fazer o cadastro dos beneficiários também pelo canal de atendimento pelo número 111.
“A partir de hoje as pessoas já tem três formas de fazer o seu cadastramento. É simples e bastante acessível. Esperamos conseguir anunciar o pagamento [para os informais] dentro de quatro ou cinco dias úteis.”
Entre no aplicativo da caixa, ou peça algum amigo pra fazer isso. Mas cuidado com o amigo, for um desonesto como o petralha luladrão, é mais fácil ele direcionar pra ele.
Em uma entrevista exclusiva ao Le Figaro, o ex-diretor científico do Instituto Nacional do Câncer da França, o ex-presidente da Alta Autoridade Francesa de Saúde (HAS) e o ex-diretor geral da Agência Nacional de Segurança de Medicamentos e Produtos de Saúde (ANSM) recomendam aplicar o tratamento com hidroxicloroquina, desenvolvido pelo professor francês de Marselha Didier Raoult, assim que os primeiros sintomas do coronavírus aparecerem.
Fabien Calvo é professor emérito de farmacologia da Universidade de Paris-Diderot e ex-diretor científico do Instituto Nacional do Câncer, Jean-Luc Harousseau é ex-professor de hematologia da Universidade de Nantes e ex-diretor Presidente da Alta Autoridade para a Saúde, Dominique Maraninchi é Professor Emérito de Cancerologia em Aix-Marselha e ex-Diretor Geral da Agência Nacional de Segurança de Medicamentos e Produtos de Saúde.
Uma controvérsia político-ideológica se desenvolveu na França e em todo o mundo sobre o uso do tratamento médico precoce do Covid-19, combinando hidroxicloroquina e azitromicina, após o trabalho do Professor francês Didier Raoult.
Os três grandes nomes recomendam a aplicação do tratamento desenvolvido pelo professor Didier Raoult – “assim que os primeiros sintomas do coronavírus aparecerem”.
Em seguida, trechos da entrevista exclusiva ao Le Figaro:
“…Desejamos trazer nossa percepção para a controvérsia: todos nós fomos clínicos ou farmacologistas e investigadores de ensaios clínicos randomizados, e dois de nós dirigimos ou presidimos a Agência Nacional para a Segurança de Medicamentos e Produtos de Saúde (ANSM) e a Alta Autoridade de Saúde (HAS). Este texto é apenas uma opinião engajada, com a qual queremos contribuir para a discussão. Sabemos que ‘especialistas’ já mostraram que podem estar errados; no entanto, a reflexão médica deve ser compartilhada para informar uma decisão que acabará por resultar do diálogo médico-paciente.”
“A comunidade científica francesa e internacional ficou comovida com o fato de o desenho dos ensaios do Professor Raoult não corresponder aos critérios clássicos da medicina moderna baseada em evidências, uma vez que este estudo não era estritamente comparativo. No entanto, tendo em vista esses resultados encorajadores iniciais, e na ausência de QUALQUER outra possibilidade em uma crise de saúde sem precedentes do século, as autoridades francesas autorizaram o uso desse tratamento em pacientes hospitalizados, portanto, essencialmente nos casos sério. A Food and Drug Administration (FDA) dos EUA acabou de seguir este exemplo para pacientes hospitalares que não participam de um ensaio clínico.”
Fabien Calvo, Jean-Luc Harousseau e Dominique Maraninchi acrescentam que, com base nas observações mais recentes de Marselha, a melhor estratégia seria “oferecer tratamento precoce antes do aparecimento de complicações respiratórias graves”. Especialmente porque “os casos de pacientes de Marselha relatados não mostram claramente a ocorrência de grandes efeitos colaterais relacionados ao tratamento, quando as regras de prescrição e contra-indicações são respeitadas, após um eletrocardiograma (ECG) e dosagem de potássio, que fazia parte das reservas de muitos clínicos”.
“Na ausência de qualquer outro tratamento disponível comprovadamente eficaz até o momento (mais de 200 ensaios terapêuticos registrados em todo o mundo), achamos legítimo, em vista dos resultados preliminares, estabelecer uma nova estratégia com, acima de tudo, acesso mais amplo a testes de diagnóstico para pacientes suspeitos de serem sintomáticos ou de terem entrado em contato com um paciente infectado.”
Os três grandes nomes da saúde francesa vão além: eles solicitam “o estabelecimento de estruturas de atendimento associando equipe hospitalar e medicina comunitária para realizar o diagnóstico, prescrição e monitoramento de hidroxicloroquina e azitromicina em todos os pacientes positivos não incluídos em um ensaio clínico”.
“Essa prescrição pode ser realizada, na ausência de contra-indicação e com a concordância do paciente, assim que o diagnóstico for confirmado, por um período limitado, e acompanhado pela coleta de dados simplificados. Modificações simples das condições de prescrição e distribuição podem permitir isso rapidamente. Quando mais testes são anunciados, o monitoramento virológico dos pacientes pode ser melhor documentado durante e quando o tratamento é interrompido.”
Desigualdade no acesso aos cuidados
E Calvo, Harousseau e Maraninchi observam, à atenção das autoridades, que os pacientes franceses “legitimamente não toleram que o diagnóstico de seu estado de saúde seja simplesmente presumido e que eles são recomendados apenas para ficar em casa com medo de complicações, ainda que lhes seja oferecida uma opção terapêutica simples, sob supervisão médica, barata e possivelmente eficaz”.
“O acesso à hidroxicloroquina, limitado apenas a pacientes hospitalizados, também marca uma desigualdade no acesso aos cuidados”, concluem.
Medicamentos já existentes e responsabilidade médica
Paralelamente a este texto, o professor francês Didier Raoult também deu uma entrevista ao Le Figaro.
“Discordo quando os médicos são proibidos de usar medicamentos que existem há décadas. Não concordo com a interferência do Estado na relação médico-paciente. É de responsabilidade individual dos médicos. É o juramento de Hipócrates. Não é charlatanismo. Portanto, o executivo deve ter cuidado para não fazer medicina por nós.”
“Quando há negligência médica, quando o médico não age de acordo com o estado do conhecimento, ele é punido. Quanto a mim, se alguém me atacar por ter administrado hidroxicloroquina, meu processo perante a Ordem dos Médicos será em concreto armado. Não é bruxaria. Eu sei que conversamos muito sobre poder médico. Mas, no final, a medicina é uma relação entre um médico e um paciente.”
Por que será que Xangai e Pequim na China os estados mais populosos não tiveram tantos casos? será que os milionários destes estados estavam imunizados?. Como pode cair vertiginosamente o contágio e em outros países demorar a cair?, será que já existe uma imunização e o ocidente foi excluído?
E também concordo de que usem moderadamente o medicamento a partir do primeiro teste positivo.
Fico imaginando se fosse o santo Lula quem tivesse primeiramente citado a hidroxicloroquina. Os abutres do caos estariam falando mil maravilhas e cobrando distribuição
Aqui no Brasil tem torcedores do vírus. Clamam para que a cloroquina não seja utilizada. Desejam morte e caos, pós colocam os interesses políticos acima da vida humana. São os mesmos que chamam os outros de fascistas.
Mas o tratamento está adiantado e é eficiente. O bem vencerá é os abutres oportunistas sairão humilhados. É o povo não vai esquecer.
Vamos fazer a nossa parte ficando em casa, e orando para que esses medicamentos sejam logo liberados e utilizados em massa para que esse pesadelo logo cesse.
Se foi realmente a China que inventou tamanha miséria, muitos podem até cogitar mas absolutamente ninguém pode provar.
Mas usar agente laranja na guerra do Vietnã – um país menor que o seu menor estado – e jogar DUAS bombas atômicas sobre um país que iria se render em questão de horas no final da segunda guerra, todos sabemos quem historicamente é adepto esse tipo de covardia…
Mas o câncer do mundo segue sendo idolatrado por uma legião de babões mundo afora.
Porém a ganância um dia engole a sí mesma e a conta demora mas um dia chega !
Muito bem, lambe morcegos, ratos, cachorrinhos e gatinhos mortos por chineses, mas cuidado com os pelos, que pode provocar coceiras.
Tudo isso culpo de um chinês, que inventou de tomar uma sopa de morcego, tantas coisas pra comer..
E um cabuco do chinês desse fazer isso….eu queria encontrar esse chinês..
….a gripe ESPANHOLA , ficou assim conhecida mundialmente , mesmo que tenha "aparecido" os primeiros casos nos USA , durante a primeira guerra mundial. Não sei o problema de se dizer que o vírus é CHINÊS , não tenho nada contra o povo , mais sim contra a ditadura comunista que ali se instalou.
De onde se originou essa e tantas outra doenças de alguns anos para cá? Se não foi da China, deve te sido da sua casa. O governo Chinês está ganhando BI com essa e outras doenças que sairam de lá. Eles no mínimo foram negligentes em esconder essa doença até a mesma explodir mundialmente.
É chinês sim, surgiu na China e ganhou o mundo, veio da China, começou na China, nasceu na China, se espalhou primeiro na China, então é chinês sim e não tem como mudar sua nacionalidade.
Na manhã desta terça-feira (07), a Polícia Militar, através do 1º Batalhão, apreendeu um quarteto no momento em que realizavam um assalto à uma loja de telefone celular, no Tirol, zona Leste de Natal.
A viatura estava em patrulhamento pela Avenida Afonso Pena quando se deparou com o assalto em andamento. Ao notar a presença dos policiais, os elementos empreenderam fuga e efetuaram disparos contra a guarnição, que revidou, alvejando dois dos suspeitos, que foram socorridos após receberem voz de prisão.
Com a quadrilha detida, os militares encontraram 01 Revólver Cal.38 da marca Taurus, 11 munições do mesmo calibre, 01 Pistola .40 com 09 munições, 03 aparelhos de telefone Celular, 02 relógios de pulso, 01 corrente dourada, 01 mochila, 01 Carteira de Trabalho, 01 documento veicular, uma pequena porção de Cocaína e a quantia de R$ 44,00 em espécie.
Os policiais conduziram os acusados e o material apreendido à Central de Flagrantes da Polícia Civil, para realização dos procedimentos cabíveis.
Daqui a pouco aparece um magistrado pra mandar soltar.
Vão dizer que não pode serem presos durante a pandemia.
Aí fica esses guerreiros policiais militares, enxugando gelo.
boa a ação da PM, mas fica uma sugestão: "porque não matam logo? agora vão ocupar 2 leitos que poderiam ser ocupados por pessoas de bem". Antigamente se matava essa raça e ficava por isso mesmo, hoje existe esse medo de processo, de perder o emprego. Finge que está 'acudindo' e termina de matar essas peste.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) vai destinar R$ 19 milhões, a título de doação, para a base da pirâmide do futebol coordenado pela entidade em competições de nível nacional, em função das dificuldades causadas pela pandemia do novo coronavírus. Cada clube que disputa as séries C e D do Campeonato Brasileiro vai receber um auxílio financeiro direto no valor equivalente a duas vezes a folha salarial média dos atletas de cada uma dessas divisões, segundo dados apurados no sistema de registro de contratos da CBF. A mesma medida será aplicada ao futebol feminino e destinada aos clubes que disputam as Séries A1 e A2 do Campeonato Brasileiro.
Serão beneficiados 140 clubes, em uma ação realizada pela CBF com o apoio das Federações Estaduais. O objetivo é colaborar para que esses clubes possam cumprir seus compromissos com os jogadores e jogadoras durante o período de paralisação do futebol. Além disso, a CBF decidiu doar para cada uma das Federações Estaduais o valor de R$ 120.000,00 (Cento e vinte mil reais).
“Vivemos um momento inédito, de crise mundial, cuja extensão e consequências ainda não podem ser calculadas. É necessário, portanto, agir com critério e responsabilidade. O nosso objetivo, com essas novas medidas, é fornecer um auxílio direto imediato. Mas, além disso, temos que seguir trabalhando para assegurar a retomada do futebol brasileiro no menor prazo possível, quando as atividades puderem ser normalizadas”, afirma o presidente da CBF, Rogério Caboclo.
Os recursos de R$ 19.120.000,00 serão destinados da seguinte forma:
– Para os 68 clubes da Série D, o auxílio individual será de R$ 120.000,00 (Cento e vinte mil reais), num total de R$ 8.160.000,00 (Oito milhões, cento e sessenta mil reais).
– Para os 20 clubes da Série C, o auxílio individual será de R$ 200.000,00 (Duzentos mil reais), num total de R$ 4.000.000,00 (Quatro milhões de reais).
– Para os 16 clubes da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino, o auxílio individual será de R$ 120.000,00 (Cento e vinte mil reais), somando R$ 1.920.000,00 (Um milhão, novecentos e vinte mil reais).
– Para os 36 clubes da Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino, o auxílio por clube será de 50.000,00 (Cinquenta mil reais), com o desembolso total, pela CBF, de R$ 1.800.000,00 (Um milhão e oitocentos mil reais).
– Para as Federações Estaduais, são R$ 120.000,00 (Cento e vinte mil reais) por entidade, num total de R$ 3.240.000,00 (Três milhões, duzentos e quarenta mil reais).
O pagamento dos valores destinados aos clubes será realizado a partir desta terça-feira, 7. Essas ações se somam a outras medidas tomadas anteriormente pela CBF, também com impacto financeiro direto para o sistema do futebol:
– Isenção por tempo indeterminado aos clubes das taxas de registro e transferência de atletas. A medida deve gerar aos clubes uma economia em torno de R$ 4.000.000,00 (Quatro milhões de reais) nos primeiros três meses de aplicação.
– Adiantamento de uma parcela de R$ 600.000,00 (Seiscentos mil reais) para os clubes da Série B do Campeonato Brasileiro referentes aos direitos de TV da competição, feito com recursos próprios da CBF, no valor total de R$ 12.000.000 (Doze milhões de reais).
– Adiantamento aos árbitros do quadro nacional do pagamento de uma taxa de arbitragem, calculada a partir da maior taxa paga pela CBF em 2019 para sua categoria, no valor total de R$ 900.000,00 (Novecentos mil reais).
Com isso, as doações e isenções da CBF aos clubes e Federações alcançam R$ 23.120.000,00 (Vinte e três milhões, cento e vinte mil reais). Somadas aos R$ 12.900.000,00 (Doze milhões e novecentos mil reais) em adiantamentos, as ações da CBF representam um total de R$ 36.020.000,00 (Trinta e seis milhões e vinte mil reais).
Além dessas medidas emergenciais, a CBF mantém seu compromisso com o investimento no futebol. Em 2019, a entidade aplicou R$ 535 milhões no futebol brasileiro, em suas diversas áreas. A CBF arca com os custos, no todo ou em parte, de 20 competições, que garantem milhares de empregos na indústria do futebol. Por exemplo, somente na realização das Séries C e D do Campeonato Brasileiro, há um investimento de cerca de R$ 80 milhões.
“Vamos manter os investimentos para permitir a realização das competições previstas para 2020”, diz Rogério Caboclo. “O nosso maior compromisso para preservar clubes e empregos é fazer a indústria do futebol voltar a funcionar quando a retomada for possível”, completa Caboclo.
Desde que suspendeu todas as competições nacionais e articulou com as Federações Estaduais para que fizessem o mesmo, a CBF trabalha em quatro eixos de ações:
1 – Preservação dos contratos e receitas dos clubes: a manutenção dos contratos existentes, em especial os contratos de direitos de televisão, que são a base da sustentação dos clubes, além dos patrocínios. Em relação à receita advinda da bilheteria, a CBF vem construindo diferentes alternativas de adequação do calendário, a partir da primeira data em que seja possível retomar as competições. Além disso, a CBF terá total flexibilidade para adotar medidas que viabilizem a conclusão de todas competições previstas para 2020.
2 – Acordos trabalhistas: através da Comissão Nacional de Clubes, a CBF apóia um processo de diálogo que permita acordos trabalhistas justos e equilibrados para clubes, atletas e funcionários. O primeiro fruto foi a decisão por consenso dos clubes de concessão de férias coletivas no mês de abril.
3 – Governo Federal: a Entidade está levando propostas juridicamente sustentáveis para que o futebol seja preservado. A CBF defende que sejam estendidas aos clubes as medidas que o governo federal vem oferecendo para as empresas, no sentido de resguardar empregos e os compromissos financeiros de curto prazo. No caso do PROFUT, uma lei específica para o futebol, a proposta é que os clubes recebam um prazo para readequar o pagamento de suas obrigações tributárias.
4 – Crédito: A CBF tem dialogado com o mercado financeiro para permitir o acesso dos clubes a linhas de crédito com juros baixos, que viabilizem atravessar o momento de paralisação dos campeonatos.
A CBF continua trabalhando intensamente, em conjunto com clubes e Federações, para que o futebol brasileiro supere esse enorme desafio.
Clubes potiguares e FNF
Cinco clubes do Rio Grande do Norte foram beneficiados – ABC, América-RN, Globo FC e Potiguar de Mossoró, que disputam a Série D, e o Cruzeiro de Macaíba, representante do estado na Série A2 do Brasileiro Feminino. No total, o estado terá direito a R$ 650 mil.
Para os clubes de Série D, o valor destinado para cada será de R$ 120 mil. A CBF instituiu um valor “equivalente à média de duas folhas salariais dos atletas da competição”.
Para a Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino, o auxílio por clube será de R$ 50 mil. A Federação Norte-rio-grandense de Futebol também vai receber R$ 120 mil – mesmo valor de todas as outras.
Em resumo:
ABC – R$ 120 mil
América-RN – R$ 120 mil
Cruzeiro-RN – R$ 50 mil
Globo FC – R$ 120 mil
Potiguar de Mossoró – R$ 120 mil
FNF – R$ 120 mil
Esse dinheiro não dá nem prá pagar a folha dos funcionários que mantém o frasqueirão.
Se é que ainda existem funcionários por lá.
Só de água a dívida é o muito mais que essa "ajudinha" da CBF.
Meu ABC caminha a passos largos pra decretar falência…
O Rio Grande do Norte apresentou o quarto maior indicador de circulação nos estados da região Nordeste Fonte: COVID-19 Community Mobility Reports, Google.
Uma análise de dados fornecidos pelo COVID-19 Community Mobility Reports, um produto oferecido pelo Google baseado na geolocalização de celulares, mostra que os potiguares estão se dedicando menos ao isolamento do que deveriam. De acordo com as amostras divulgadas pela empresa e analisadas por professores da UFRN, o Rio Grande do Norte tem o quarto maior índice de circulação de pessoas do Nordeste, estando à frente de estados mais populosos como Ceará e da Bahia).
Os Relatórios de Mobilidade da Comunidade do Google se referem ao período de 16 de fevereiro a 29 de março de 2020 e apontam mudanças nos hábitos da população paralelas às políticas destinadas ao combate da COVID-19. Também traçam tendências de movimento ao longo do tempo por região geográfica, levando em conta a circulação de indivíduos em mercados, farmácias, parques ou praias, trânsito, locais de trabalho e residências.
Os professores Ivanovitch Silva, da Pós-Graduação em Engenharia Elétrica e Computação, e Luciana Lima, do Programa de Pós-graduação em Demografia, ambos da UFRN, mostram que com a ajuda da tecnologia é possível concentrar os esforços de conscientização e medidas de isolamento nos locais de maior urgência. “Essas informações podem ser fontes complementares importantes para entender a mobilidade diária das pessoas”, acredita Luciana.
De acordo com a análise houve um aumento de 20% nos registros de circulação residencial no RN, ou seja, mais pessoas permaneceram dentro de suas casas durante o período de quarentena estadual, determinado a partir do dia 18 de março. A tendência foi seguida por todas as unidades da federação. A redução da circulação de potiguares em parques e praias foi de -74% e acima da média nacional (-70%).
Com relação ao transporte público, a redução na circulação de pessoas, segundo informações do Relatório de Mobilidade, foi de -66% no Rio Grande do Norte. Nesse quesito, comparando com os outros estados, o RN ocupou a 15ª posição. No que se refere às tendências de mobilidade nos locais de trabalho, o Google indicou uma redução de circulação de -33% para o RN, um valor inferior à média brasileira (-34%).
Quanto maior o valor do indicador, maior a circulação de pessoas sugerida pelos registros de históricos de localização e, portanto, menor tendência de isolamento social. Fonte: COVID-19 Community Mobility Reports, Google.
Com base nos dados fornecidos pelo Google, foi construído um Indicador de Circulação (Circulation Indicator) a partir da área de um gráfico de radar, onde as seis variáveis consideradas pela Google são sobrepostas em um plano polar e constituem um polígono fechado. (Informações sobre o cálculo do indicador podem ser obtidas neste link).
Os dados, no entanto, não são absolutos, pois leva-se em consideração que a tecnologia celular nem sempre está disponível à população e que a função que permite a captura dos dados nem sempre são habilitadas pelos usuários. As informações são fornecidas pelo histórico de localização dos sistemas Android ou iOS e sob certas condições que permitem que os dispositivos móveis registrem no banco de dados do Google os locais onde o seu celular se encontra de modo anônimo.
Nem precisa de tanta tecnologia assim para ver a multidão de pessoas nas ruas de Natal e Parnamirim. Dá uma circulada pelo Alecrim e pelo centro de Parnamirim. O que tem de idoso nas filas dos bancos e dos caixas 24, não é brincadeira.
Ciclista e pedestre usam máscara protetora em rua de Wuhan, na China Foto: NOEL CELIS / AFP
À medida que China, Coreia do Sul e Cingapura veem casos novos de Covid-19 emergirem, em sua quase totalidade importados, cresce o temor de uma segunda onda da pandemia. Cientistas estão convencidos que o vírus continuará a ser uma ameaça global por muito mais tempo, num período que pode chegar a dois anos, segundo algumas previsões. Mas a gravidade de novas ondas em cada país dependerá das medidas de contenção que eles tomarem agora, alertam especialistas.
O Brasil, que está só no início da subida da primeira onda, ainda não consegue fazer testagem em massa, que tem tido êxito global. E as medidas de isolamento social para aqueles que podem ficar em casa, defendidas pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e governadores, enfrentam a resistência de parte da população e do presidente Jair Bolsonaro. Sem isolamento severo e testes, mostram todos os países que baixaram a curva de ascensão da epidemia, é impossível conter o coronavírus.
Uma projeção do grupo “Covid-19 Brasil”, que reúne universidades brasileiras e acertou todas as análises até agora, diz que o Brasil tem hoje, na verdade, 82 mil pessoas infectadas e não 12.056 como indica o governo. As novas projeções levam em conta a estrutura etária da população com base nos dados do IBGE.
– O momento não é de discutir se uma segunda onda virá porque isso é certo. A questão é como virá. Muito provavelmente o coronavírus causará ondas nos próximos dois anos. A questão será nossa capacidade de testar o maior número de pessoas, saber quantos são os infectados, isolar os casos – alerta Domingos Alves, do Laboratório de Inteligência em Saúde (LIS) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP), que trabalha com vários pesquisadores de universidades no Brasil nas projeções do grupo.
Segundo ele, a curva do Brasil está mais íngreme que a dos Estados Unidos e estamos ainda na primeira metade da escalada, cujo pico poderá ser alcançado somente em maio, num cenário otimista e, em novembro, num pessimista.
Modelo asiático não é factível no Brasil
Se China e Cingapura, com novas medidas de isolamento e alto controle social, além de intensa testagem, são vistas como exemplo e observadas com atenção neste momento em que tentam segurar uma nova onda, Alves e outros pesquisadores, como a professora de virologia da UFRJ Clarissa Damaso, pensam que o modelo asiático pode funcionar lá, mas não é factível no Brasil.
– O nível de controle social, com total comando do governo sobre a vida dos cidadãos, a tecnologia e a capacidade de prover hospitais, profissionais e toda uma infraestrutura de contenção desses países está muito acima do que é possível fazer no Brasil. Temos que focar na testagem em massa e no isolamento social, as medidas que nos são possíveis e funcionam – diz Damaso, assessora do Comitê da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a pesquisa com o vírus da varíola, doença que foi um dos piores flagelos da História da Humanidade.
A Alemanha, que tem uma taxa de letalidade abaixo de 1% e é um dos países que mais testaram no mundo, é um exemplo melhor a ser observado, sugerem. A Alemanha não apenas testa muito (mais de 10% da população), mas começou a testar cedo, isso significa que seu número de infectados é muito mais próximo do real, pois inclui pessoas com sintomas brandos e mesmo algumas assintomáticas. Somado a isso, a Alemanha isolou cedo todos os infectados e seguiu o distanciamento social com intensa disciplina.
A Alemanha tem ainda um sistema de saúde pública bem estruturado e equipado. Prova do sucesso alemão é que o país tem transportado e tratado pacientes graves de Itália, França e, em breve, da Espanha.
– No Brasil estamos indo mal em testes. Para saber o tamanho da onda atual e ainda projetar uma futura precisamos de testes, isso vai nos dizer quantos infectados temos. A China está com medo agora de uma segunda onda porque a China testou muito pouco na primeira. Os chineses não sabem quantos assintomáticos têm, quantos são os casos leves. Por isso, correm desesperados com medidas de controle e testagem extremas – explica Clarissa Damaso.
O Brasil está entre os países que menos testam no mundo – 258 por milhão contra 10.962 por milhão da Alemanha, por exemplo.
Nesse ritmo, jamais teremos um passaporte de imunidade, como sugeriu o ministro da Economia, Paulo Guedes.
– O tamanho da segunda onda em cada país depende do comportamento da primeira, de quantas pessoas permanecem vulneráveis, quantas foram infectadas e podem ter adquirido, em tese, imunidade – observa a pesquisadora.
Ela diz que algumas empresas têm planejado testar seus funcionários para saber quantos foram infectados, se recuperaram e poderiam, em teoria, voltar a trabalhar. O problema é que a maioria dos novos testes ainda está em validação, e não há garantia sobre os resultados devido ao percentual elevado de falsos negativos e positivos.
Já os testes “padrão ouro”, moleculares, são escassos devido à falta de insumos e, no Brasil, só usados em profissionais de saúde, doentes graves e mortos, quando muito.
– Este não é um momento para relaxar nem pensar em segunda onda. É um momento para aumentar a severidade do isolamento social e focar em baixar a primeira onda, que ainda nem começamos a subir. É dessa escalada que teremos uma visão de novas ondas da pandemia – diz Clarissa.
Há muita coisa que ainda não se sabe sobre o coronavírus. Uma delas é se uma pessoa infectada e recuperada de fato se torna imune. Esse é o princípio do “passaporte de imunidade”. Os infectados recuperados teriam anticorpos que os protegeriam. Acontece com os vírus do sarampo, por exemplo, mas não com todos os vírus. Tampouco se sabe quanto tempo duraria e o quão intensa seria essa proteção adquirida.
Na China tem surgido casos de “reinfectados”. A possibilidade de reinfecção é considerada baixa pela maioria dos cientistas. Mais provável seriam falhas nos testes ou ainda que o vírus possa permanecer mais tempo escondido, ou ainda que a reinfecção seja, na verdade, apenas a presença de material genético, mas não do próprio coronavírus, e não cause doença ou seja transmissível.
– Para impedir novas ondas de Covid-19, temos que ter respostas para todas essas coisas, essenciais para saber o quanto vulneráveis realmente somos – afirma Jerson Lima Silva, presidente da Faperj e professor titular do Departamento de Bioquímica Médica da UFRJ e um especialista no estudo da estrutura de vírus, que também pesquisa o coronavírus.
Há quem aposte as fichas nos céus. O coronavírus, também em teoria, gostaria mais do frio do inverno do que do calor do verão. Mas até agora não existe nenhum estudo conclusivo, apenas observações da suscetibilidade do vírus a variações de temperatura testadas em laboratório. E, para o Brasil, se o coronavírus prefere mesmo o frio, se trata de uma má notícia.
– Caminhamos para o inverno. Existe a tese de que o vírus não gosta de temperaturas acima de 20oC. Mas talvez ele seja mais transmissível no inverno, como são outros vírus respiratórios, porque as pessoas ficam mais juntas, quando as temperaturas são mais baixas. O acompanhamento nos diferentes estados do Brasil será crucial para sabermos se o inverno fará diferença na progressão da Covid – diz Lima Silva.
BG, escuto o seu programa no rádio diariamente, pelo menos na 1ª meia hora, e ontem ouvi uma breve fala sua de que o pagamento de IPTU em Natal, continua a ser cobrado normalmente. Lí hoje, no UOL que a câmara Municipal de São Paulo vai vai votar a suspensão dessa cobrança por 180 dias. Não acha que a câmara de Natal deveria fazer a mesma coisa ? Gostaria de ouvir um seu comentário(na 1ª meia hora, por favor). Obrigado !
O BlogdoBG recebeu a informação que apenas uma empresa participou do chamamento público emergencial para o Hospital de Campanha do Governo do Estado.
Mas a empresa não cumpriu as normas do edital e foi desclassificada. O prazo era até esta segunda(6).
VOLTAMOS A ESTACA ZERO.
Segundo apuramos, o Governo do Estado deverá chamar o MPF e o MP e fazer um chamamento nacional para ver se alguma empresa se habilita.
Enquanto ficamos aqui de queda de braço política, corremos o sério risco de ficarmos sem um hospital de Campanha num prazo que a população potiguar venha precisar.
Conversei ontem com diretor de hospital privado, com ex-dirigente de um hospital público e com um diretor de um plano de saúde, os três foram categoricos que vamos ter problema graves de UTI dentro de 30 dias na rede pública e privada, independete se você tem plano de saúde e dinheiro para pagar.
Lembrando que o Hospital de Campanha montando pela prefeitura de Natal, que vai começar a operar na semana que vem, não terá leitos de UTI no primeiro momento.
Neste momento tem 56 pessoas internadas nas UTIs no estado devido ao COVID-19.
Essa governadora está perfeitamente alinhada com seu partido, o PT. A incompetência é a mesma. E muito cuidado com esse tal hospital, cujos custos geram desconfianças. Já foi comprovado que há formas muito melhores de gastar esse dinheiro. Por que essa insistência?
A melhores formas mas devido a gravidade do caso é algo que a burocracia permite fazer, infelizmente. Gastar dinheiro público não é igual a ir na esquina e comprar o que deseja, tem todo o trâmite a ser seguido e prazos legais. Como o COVID-19 é algo urgente, essa a forma mais rápida para atender a população. Compras se faz com planejamento em órgão público, geralmente são no mínimo 3 meses para se conseguir adquirir materiais de alto valor.
Enquanto o governo federal está agindo de forma correta, preocupado com a doença e também com a economia do país, com o sustento das pessoas, o governo do RN nada faz de positivo. E os parlamentares do estado? Estamos sem senadores e com 2 ou 3 deputados federais dignos da função para a qual foram eleitos. Justo nesse momento. E quanto o povo potiguar não aprender a votar, as crises por aqui serão "eternas".
Enquanto vc´s se descabelam e dão xiliques em torno das palavras do PR, nosso governo do estado está editando muito decreto e fazendo NADA em relação à unidades de respiradores que devem ser disponibilizadas…NADA, não está fazendo NADA e a imprensa local é conivente, não questiona as ações locais…só sabem repetir o mantra "fiquem em casa"….KD as ações locais, kd os prazos p/disponibilização…esqueçam Brasília um pouco, nosso vida é tocada aqui, precisamos de leito aqui!!!!
BG
Até agora a soberba da "gunvernadora goipi", não fez contato com os hospitais das forças armadas no RN (Exercito, Marinha e Aeronáutica). Prepotência é o nome em uso pelos ptralhas. E o hospital da PM também ninguém do secretaria de saúde fala. Agora queria ressuscitar o Papi que só tem as paredes. Muita incompetência desse "gunverno"
Teremos mais uma chance de barrar essa MERDA que a Governadora está querendo fazer.
O MP tem que agir URGENTEMENTE.
Existem outras OPÇÕES, mais baratas, mais eficazes, mais inteligentes.
Segue o roteiro…
Vai aparecer uma com preço elevado e vão dizer que terão de contratar assim mesmo.
E todos tirarão do limão uma limonada.
PS: Isso acontecerá na França, que fique claro. Na França.
Até tu Brutus?? Já estamos pra sair desse período, a curva já deve começar a reduzir nos próximos dias, como alguns infectologistas tinham previsto. Previsões outras feitas por alarmantes davam conta de 5 mil mortes na data atual e “só” temos 10% disso. Chega de alarmismos…
Quanta incompetência. De tanta morosidade desse governo, a crise passará e ainda estarão discutindo.
Nem de longe tenho simpatia pelo Prefeito de Natal, mas ele deu um banho no Governo do Estado.
Preocupado em fazer com que o dinheiro disponível nos bancos se transforme em crédito para empresas de pequeno e grande porte, o governo resolveu montar uma engenharia financeira para destravar empréstimos a companhias que enfrentam dificuldades para obter recursos no mercado. Na prática, o plano da equipe econômica é assumir uma fatia maior do risco das operações, por meio de fundos de bancos públicos e mais recursos do Tesouro Nacional.
Dessa forma, seria possível movimentar cerca de R$ 50 bilhões em operações.
A proposta começou a ganhar forma nesta segunda-feira, depois de o ministro da Economia, Paulo Guedes, ter admitido no fim de semana que recursos disponibilizados pelo Banco Central às instituições financeiras estão “empoçados”. Ou seja, o bancos têm recursos, mas não emprestam.
A principal razão é o medo do calote. Para firmar operações de crédito, bancos costumam exigir de empresas a apresentação de garantias. Ou seja, dinheiro em caixa ou outro tipo de contrapartida que dê a segurança de que, caso a dívida não seja paga, a instituição não ficará totalmente no prejuízo.
Em tempos de pandemia, oferecer essas garantias é cada vez mais difícil. E é nessa etapa que o governo quer entrar. A ideia é reunir ao menos quatro fundos que, juntos, têm R$ 5,2 bilhões. Dois deles são geridos pelo Banco do Brasil: o Fundo de Aval para Geração de Emprego e Renda (Funproger) e o Fundo de Garantia de Operações.
Um terceiro é o Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), do BNDES.
Entraria ainda o Fundo de Aval para Micro e Pequenas Empresas (Fampe), do Sebrae.
Nas contas de um técnico do governo, os recursos dos fundos podem dar aval para empréstimos de até dez vezes o volume de dinheiro que têm disponíveis. Por isso, os R$ 5,2 bilhões dariam suporte a R$ 50 bilhões em operações de crédito. A tarefa da equipe, até esta segunda, era trabalhar em uma regulamentação para que a ideia saia do papel, informou a fonte.
A ideia é que os recursos sejam destinados a empresas pequenas, médias e grandes. No fim de semana, Guedes falou em companhias com faturamento anual de até R$ 300 milhões.
— Vamos dobrar e continuar expandindo isso, o dinheiro é na veia. Quando dobrarmos (o crédito), vamos ter que incluir empresas maiores, de R$ 100 milhões, R$ 200 milhões, R$ 300 milhões em faturamento, que é o que faremos agora — disse o ministro a empresários do varejo.
Mirando os pequenos
Não é a primeira medida do governo voltada para a concessão de garantias a empresas. Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro assinou medida provisória (MP) para viabilizar a concessão de R$ 40 bilhões em empréstimos para o pagamento dos salários de funcionários.
A medida, no entanto, é focada em companhias que faturam entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões por ano, consideradas pequenas e médias.
A medida foi regulamentada nesta segunda pelo Banco Central (BC), o que significa que as empresas já podem procurar os bancos para tomar o crédito. Nessa regulamentação, a autoridade monetária tomou mais uma medida para buscar aumentar o volume de recursos disponíveis para empréstimos: permitiu que as instituições financeiras possam deduzir o valor financiado do volume que precisam depositar na conta do BC, os chamados recolhimentos compulsórios. O volume pode chegar a R$ 6 bilhões, 5% do montante atual.
Em outra frente, o BC estuda cobrar diretamente crédito de bancos para garantir que o dinheiro chegue aos setores para os quais os bancos não querem emprestar. O presidente do BC, Roberto Campos Neto, disse no último fim de semana, em videoconferência com executivos do mercado financeiro, que essa possibilidade seria aberta pela proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece o chamado Orçamento de guerra.
A PEC foi aprovada na semana passada pela Câmara dos Deputados, mas enfrenta resistências no Senado, justamente por causa do trecho que trata da mudança nas regras de atuação do BC. Por isso, o texto pode não avançar nesta semana, à espera de um acordo entre líderes.
O governo também preparou uma medida específica para pequenas empresas. O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou ontem a criação de uma linha de crédito de até R$ 6 bilhões voltada para o comércio e serviços de municípios que tenham declarado estado de calamidade pública por causa da pandemia de coronavírus.
A linha de crédito vai fazer uso dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro-Oeste (FCO). Os recursos serão voltados para os setores produtivos, industrial, comercial e de serviços.
A ideia é atingir pequenos empreendedores, cooperativas e trabalhadores informais. Segundo a resolução do BC, o objetivo da medida é “promover a recuperação ou a preservação” das atividades produtivas não rurais nessas regiões.
Parabéns Bolsonaro, está providenciando ações pra o povo nessa hora tão difícil. 600 reais pra todos que estão em situações de riscos, equipando e construindo hospitais pra tratar os infectados ao invés de estádios, montando plano de salvação de empresas empregadoras e seus empregados de todos os setores, alem de manutenção de empresas, dosando o isolamento racionalmente, evitando o colapso financeiro. Isso é um governo que defende seu povo do ataque mortal chinês.
Lembrando que negócio sem garantia fez o BDRN quebrar. Foram muitos empréstimos principalmente para o setor de turismo. Muita gente que não pagou e ficou por isso mesmo.
Luiz Henrique Mandetta, além de ter esmagado Jair Bolsonaro nas pesquisas, esmagou-o também no terreno preferido dos bolsonaristas lelés: as redes sociais.
A empresa Bites, num levantamento citado por Thaís Oyama, calculou que o número de tuítes em defesa do ministro chegou ontem à noite a 489 mil. Os ataques a ele foram compartilhados apenas 81 mil vezes.
Enquanto discutirmos por partidos ou por personalidades da política, ao invés de cobrarmos o que se é mais necessário ao povo, pois o q diz ser democracia "o poder é mana do povo", educação, saúde, segurança, pesquisas e etc… eles e os dos mais alto escalões, em todas as esferas do poder, tem tudo isso e muito mais e nós é q pagamos toda a conta… acredito q vcs são todos sábios e sabem o q verdadeiramente se deve defender nesse país.
Mourão e Mandetta têm preparado para tirar o Brasil desse racha insano e voltar a ter diálogo civilizado entre poderes e alas da política brasileira.
Quando mais demorar pior será.
O Brasil não quer ladrão nem doidão.
MOURÃO JÁ! Pelo bem da nossa nação.
Lógico, conseguiu arregimentar até os petralhas, mesmo eles sabendo que essa queda de braços entre auxiliares e presidente nessa hora, só levaria sofrimento e baixas pra o cidadão. Mas isso é uma regra pra esquerdalha.
O perigo é esse, quer conhecer um homem lhe dê poder. Ele sendo elogiado pela esquerda, Maia é Alcolumbre, tem alguma coisa errada, vamos aguardar. Outra coisa interessante é que os médicos famosos de SP estão todos usando a cloroquina pra si, mas não querem dizer, isso é para o pavão não usar, e a quantidade de mortos chegar aos números que eles tanto divulgaram, mais de um milhão de mortos só no Brasil.
E a cassetada maior foi ele dizer que leu o livro MITO DA CAVERNA e não entendeu. Rsrrsrs Foi uma desqualificação inteligente para o BOZO. Quem entende e leu o livro sabe interpretar a indireta. BOZO sem conhecimento e cego.
O brasileiro adora idolatrar.
Idólatra até ladrão.
Esse Lula Henrique Mandeta, é um servo de Rodrigo Maia.
Precisa dizer mais alguma coisa??
O presidente, cagou na rabichola.
Tinha que ter mandado esse cara pra rua.
É im politiqueiro do DEM.
Tá fazendo proselitismo.
Tinha que rodar, pro bem do país, ninguém é INSUBSTITUÍVEL no MUNDO.
FORA MANDETA.
FORA RODRIGO MAIA.
FORA ALCOLUMBRE.
FORA FÁTIMA,
Tem mais!!
Se o presidente continuar a se cagar nas calças, FORA BOLSONARO.
Até aparecer um homem de verdade, LIDER, que não se deixe levar por políticos, desonestos.
Bolsonaro, nesse momento deixou.
Vamos aguardar os próximos capítulos.
O maior desafio do Presidente Fake é calar a boca, descer do palanque e começar a governar. Assumir o que diz e falar a verdade também poderia ajudar, vez que tudo que tem feito até agora só tem beneficiado os empresários, banqueiros, Latifundiários do agronegócio e da mineração e o governo americano, além de destruir as leis e estruturas que ajudavam a combater a corrupção, como fez com a CGU e COAF, entre outras,
E tudo isso sem falar na estupidez de se colocar contra a única pessoa sensata no governo atualmente, que é o Ministro da Saúde, independente de questões históricas, ideológicas ou partidárias, seguindo as normas e orientação internacionais de Saúde, os quais é amplamente apoiado pela população que tiveram nas ações e atitudes preventivas dos Governadores (Independente de matizes partidárias) a segurança e tranquilidade para seguirem em suas vidas normais.
O governo federal está agindo de forma impecável. Em todos os sentidos, de olho em tudo o que é necessário ao povo brasileiro. Essa imprensa nojenta precisa acabar com essa perseguição e com essas constantes tentativas de criar intrigas dentro do governo. O ministro Mandetta foi nomeado pelo presidente e continua lá até o dia que o PR assim desejar.
1. A China que dizia que o vírus não tinha transmissão entre humanos, que deu sumiço em cientistas;, dentre outros crimes; 2- o comuna Ditetor-Geral da OMS que aplaude/se submete a tudo o que Pequim manda; 3- A OMS que segundo Maia, Alcolumbre
Gilmar tem soberania sobre o Brasil. …
O governo permitiu que os empregadores domésticos adiem o pagamento de FGTS, INSS e de seguro contra acidentes. No caso do INSS, é possível suspender os pagamentos de março, abril e maio; para os demais encargos, a dispensa é para março e abril.
Para serem beneficiados no primeiro mês, os patrões precisam editar o Documento de Arrecadação do eSocial (DAE) até hoje. Os débitos de FGTS começarão a ser pagos a partir de julho e poderão ser parcelados em seis vezes, de julho a dezembro. Já os de INSS e de seguro serão pagos juntamente com as contribuições referentes aos meses de julho e setembro, respectivamente. Em ambos os casos, não haverá incidência de multa por atraso.
O governo federal promete apresentar nesta terça-feira um aplicativo de celular e uma página na internet para que trabalhadores informais que não estão na base de dados do Cadastro Único (CadÚnico), como beneficiários do Bolsa Família, possam requerer o auxílio financeiro emergencial que o governo promete pagar a partir desta semana.
O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmou na segunda-feira que os trabalhadores informais que têm conta na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil deveriam começar a receber o auxílio de R$ 600 a partir desta terça, mas o governo não tinha publicado, até o inicio da noite, qualquer ato formal que autorizasse esse pagamento. O decreto presidencial com os detalhes da medida, base legal que permitirá à Caixa dar prosseguimento aos desembolsos, não foi divulgado na segunda-feira nem o cronograma de pagamento.
A Caixa avisou que divulgará o calendário nesta terça. Lorenzoni afirmou, em entrevista à rádio Gaúcha na segunda-feira, que o pagamento começaria nesta terça com os trabalhadores inscritos no CadÚnico, gerido pelo Ministério da Cidadania. Para isso, a Dataprev, estatal responsável pelo processamento de dados do INSS, está extraindo do cadastro quem são os trabalhadores que podem receber o auxílio.
— Quem tem conta na Caixa deve começar a receber a partir de amanhã (hoje), quem tem conta no Banco do Brasil, a mesma coisa, o crédito cai direto na conta e, entre terça-feira e quarta, a gente já distribui para o resto da rede bancária — disse o ministro, acrescentando que essa primeira rodada deve contemplar entre 10 milhões e 18 milhões de trabalhadores.
De acordo com o ministro, o governo também pretende acelerar os pagamentos para os informais que estão fora do Cadastro. Neste caso, a Caixa precisa pôr à disposição um aplicativo de celular e uma página na internet para que os trabalhadores possam se cadastrar.
A expectativa, segundo o ministro, é rodar os dados dentro de 24 horas e começar os pagamentos na quarta-feira. Ele afirmou que o aplicativo está em fase final de validação e deve começar a funcionar hoje pela manhã. Os beneficiários do Bolsa Família, que já têm renda, começam a receber a partir de 16 de abril, de acordo com o calendário regular.
Uma minuta de decreto, à qual O GLOBO teve acesso, estabelece que mulheres e trabalhadores mais idosos terão prioridade para receber o pagamento do auxílio nas famílias com renda até três salários mínimos. A lei permite que duas pessoas por família possam receber. Na sequência, vêm os membros com menor renda individual.
Para os trabalhadores que estão fora do cadastro, haverá cruzamento de dados, sobretudo de renda própria e do grupo familiar. As assessorias do Ministério da Cidadania e da Caixa não deram informações sobre o pagamento até o fechamento dessa edição.
Esse Ministro ( ex ? Civil ) e agora Min. da Cidadania gosta mesmo é de APARECER. Quase sempre ele dá informações diferentes do Presidente da República….por quê será Hem…?
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