A Fiern divulga neste domingo uma rodada de pesquisa Retratos da Sociedade Potiguar com a avaliação dos governos estadual e federal. E, entre os potiguares, a avaliação do governo Bolsonaro não é boa. 35,71% consideraram o governo péssimo.
A pesquisa foi realizada no período de 17 a 20 de maio, em 12 regiões. Foram aplicados 1700 questionários. A margem de erro é de 2,3% para mais ou para menos.
É muito simples ver pessoas que foram doutrinadas ao longo desses anos, que o governo do PT esteve no poder……alienando estudantes universitários e professores com super bolsas para uma maioria não produzir nada de futuro. ……..ver instituições serem erguidas para dar emprego a seus militantes. …….e é lógico. ……….ver essas opiniões ridículas em defesa de ladrões. ….saqueadores dos cofres públicos e destruidores de sonhos de milhares de trabalhadores brasileiros. …….lamentável.
Característica mais que normal dos esquerdopatas: jamais mudar, aconteça o que aconteça. Já na direita não: terá meu voto até q me convençam do contrário. Quantos inúmeros escândalos seriam necessários para mudar o voto dos esquerdopatas? Tende ao infinito…
Reduto ptista,essa é a mentalidade deles mesmo,mais se Deus quiser o Bolsonaro fará um ótimo governo e as opiniões irão mudar pode esperar.
Vai se tratar homi… FIERN reduto petista? Kkkkkkkkkkkkkk
Acho interessante,esses apoiadores de milicianos ter a cara de pau e pq nao dizer, a burrice de falar que esse presidente bozo vai melhorar o país, me digam aí o que de concreto esse nojento ja fez para o bem do brasileiro trabalhador e pobre desse país,com certeza não vão mostrar pq nao existe!
Caalcanti conte outra cancao..essa ai ja furou o disco…ninguem aguenta esse louco no GOVERNO …MILIACIANO..FILHO LADRAO E FAMILIA DESVAIRADA…QUEM.GOSTA DE BOSTA EÉ PINICO
A Fiern divulga neste domingo uma rodada de pesquisa Retratos da Sociedade Potiguar com a avaliação dos governos estadual e federal. E sobre o governo Fátima Bezerra, a maioria dos entrevistados (38,35%) avaliou a administração como regular. Para 8,82% o governo Fátima é péssimo e para 2,18% ele é ótimo.
A pesquisa foi realizada no período de 17 a 20 de maio, em 12 regiões. Foram aplicados 1700 questionários. A margem de erro é de 2,3% para mais ou para menos.
Em que consiste uma mentira? Responder que estamos bem quando realmente não estamos? Elogiar alguém por seu novo corte de cabelo ou peça de roupa quando essa não é nossa mais sincera opinião?
Fato é que mentir acabou virando um hábito socialmente aceitável. A mentira permeia todos os aspectos da nossa vida. Ainda assim, apesar de sua onipresença, a maioria de nós não é muito boa em detectá-la. O que aconteceria, no entanto, se pudéssemos de repente saber que estamos sendo enganados?
O mecanismo tecnológico ou psicológico que possibilitaria essa nova habilidade talvez não seja tão importante. Em vez disso, o que realmente importa é o que a mentira revela sobre o papel frequentemente negligenciado e subestimado que desempenha em nossas vidas.
Muitos pesquisadores dizem acreditar que começamos a mentir uns para os outros assim que inventamos a linguagem, principalmente como uma forma de evoluir.
“Mentir é fácil se comparado a outras formas de ganhar poder”, disse Sissela Bok, especialista em ética da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, à revista americana National Geographic. “É muito mais fácil mentir para tirar dinheiro ou riqueza de uma pessoa do que agredi-la ou até mesmo roubar um banco.”
Ao longo da história da humanidade, a mentira também serviu como “uma necessidade evolutiva para nos proteger do mal”, diz Michael Lewis, um eminente professor de Pediatria e Psiquiatria da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos.
Isso inclui proteção contra perseguição – um propósito ao qual a mentira ainda serve hoje para muitas pessoas ao redor do mundo. Se pudéssemos de repente detectar todas as mentiras, vidas em países onde infidelidade, homossexualidade ou certas crenças religiosas são ilegais poderiam ser colocadas em risco.
IMPACTO POTENCIAL NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL
Por outro lado, um feedback completamente honesto nos daria chance de aprender e de nos aperfeiçoar – mas se vale a pena, Ariely não tem certeza. Esse impacto negativo na forma como nos vemos começariam quase ao mesmo tempo em que aprendêssemos a falar – distorcendo o desenvolvimento infantil de maneiras imprevisíveis.
“Imagine que seu filho dizendo: ‘Papai, mamãe, olhe para o meu desenho!’ e você responde: “É horrível!”, diz Lee. “Os impactos negativos seriam imediatos.” Parte da inocência da infância também seria perdida, incluindo o faz de conta, como o Papai Noel, a Fada dos Dentes e o Coelhinho da Páscoa. Em vez disso, por causa de sua constante curiosidade, as crianças seriam expostas cedo às duras realidades da vida – o que não seria necessariamente uma coisa boa.
“Há muitas coisas que, se as crianças soubessem, seriam difíceis de entender”, diz Paul Ekman, professor emérito de Psicologia da Universidade da Califórnia, em São Francisco (EUA). “Nem toda a omissão, especialmente de pais para filhos, é malévola”.
As próprias crianças aprendem o valor social de mentir desde muito jovem. “A mãe pode dizer para a criança: ‘Escute, a vovó vai lhe dar um presente de Natal, e você tem que dizer à vovó que você gostou do presente, senão isso vai deixá-la triste'”, diz Lewis. Aos três ou quatro anos, estudos mostram que muitas crianças dominam a arte de chamada ‘mentira educada’.
A partir de experimentos, Lewis também descobriu que quanto mais inteligente e emocionalmente madura é a criança, maior a probabilidade de ela mentir quando perguntada se espiou um brinquedo que foi instruída a não olhar, por exemplo. Kang e seus colegas também constataram que aprender a mentir traz benefícios cognitivos para as crianças.
Quando somos adultos, a maioria de nós está mentindo regularmente. Em um estudo de 1996, Bella DePaulo, psicóloga social da Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara (EUA), descobriu que estudantes universitários mentiam uma vez a cada três interações sociais, e adultos mais velhos, uma a cada cinco. “Em muitas das mentiras da vida cotidiana, as pessoas fingem se sentir melhores do que realmente se sentem”, escreveu DePaulo. “Se elas não gostam de você, elas podem tentar encobrir isso. Se estão entediadas com o que você está dizendo, podem se esforçar para parecer interessadas.”
De fato, em termos de relacionamento interpessoal, “seria um desastre total se pudéssemos de fato detectar mentiras”, diz Lewis. “Mentir é uma necessidade imprescindível em uma cultura na qual a compreensão moral é que você não quer ferir os sentimentos de outras pessoas.”
AUTOENGANO COLETIVO
Somos todos corresponsáveis pela onipresença das chamadas “mentirinhas brancas”. “A maioria das pessoas colabora inconscientemente com o mentiroso para permitir ser enganadas”, diz Ekman.
No fim de um jantar, por exemplo, costumamos dizer aos nossos anfitriões que nos divertimos muito – mesmo que tenhamos odiado todos os momentos. Nossos anfitriões prontamente acreditam nisso, não tendo nenhum desejo de saber o quão terrível achamos a companhia ou a comida deles.
A desvantagem dessa mentira branca, diz Lewis, é que podemos ser convidados de volta – “mas esse é o preço que pagamos para não ferir os sentimentos dos outros”. Em um mundo sem esse tipo de mentira, as amizades acabariam, as relações profissionais seriam repletas de tensão e familiares seriam ainda mais difíceis de aturar do que já são.
Nossos relacionamentos românticos mais próximos também não são poupados das mentiras. Em um estudo de 1989 que se tornou famoso conduzido por Sandra Metts na Universidade de Illinois (EUA), apenas 33 das 390 pessoas não conseguiam lembrar uma situação em que “não eram completamente verdadeiras” com seu cônjuge.
Da mesma forma, em 2013, Jennifer Guthrie e Adrianne Kunkel, da Universidade do Kansas (EUA), descobriram que apenas 2 dos 67 participantes de um estudo não enganaram seus cônjuges ao longo de uma única semana.
Em ambos os estudos, a maioria das pessoas disse que mentia para evitar ferir os sentimentos de seu parceiro ou prejudicar seu relacionamento. Se os relacionamentos passassem, de repente, a serem totalmente verdadeiros, desde quando olhamos nosso cônjuge pela manhã até se estamos envolvidos em algum tipo de traição, muitos deles provavelmente não durariam.
“Gosto de brincar que a razão pela qual minha esposa e eu nos casamos há 40 anos é porque temos banheiros separados”, diz Ekman. “A princípio, é apenas uma piada, porque há coisas que você não quer que as pessoas, nem mesmo o seu cônjuge, saibam – e não se trata apenas do que você faz no banheiro.”
DETECÇÃO DE MENTIRAS PATOLÓGICAS
Existem algumas maneiras pelas quais as habilidades de detecção de mentiras seriam inequivocamente benéficas, no entanto. Por um lado, podemos detectar imediatamente mentirosos patológicos, ou aqueles que se envolvem em mentiras destrutivas em série que não têm qualquer mérito social, diz Lewis.
Mentirosos patológicos, os chamados mitômanos, são muitas vezes narcisistas cuja necessidade de autoengano é motivada por uma extrema aversão à vergonha social e tão profundamente enraizada que eles passam a acreditar em suas próprias mentiras – mesmo que elas contrariem fatos claramente observáveis ou declarações que tenham feito antes.
Segundo Lewis, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é um exemplo clássico disso. “Sua autoilusão é tão grande que ele simplesmente não sabe que está mentindo”, diz ele.
Mentir na política, é claro, não é novidade, diz Vian Bakir, professora de comunicação política e jornalismo da Universidade de Bangor, no País de Gales, no Reino Unido. Platão reconheceu o mérito da “mentira nobre”. Já o clássico O Príncipe, de Nicolau Maquiavel, destacou o papel essencial da inverdade na liderança política.
Dito isso, no entanto, “mentir na política ganhou muita força nos últimos anos”, diz Bakir. “O que é particularmente ruim no momento atual é que alguns políticos proeminentes como Trump, Vladimir Putin e outros homens fortes ao redor do mundo se habituaram a mentir descaradamente e não se importam se forem descobertos.”
De acordo com a PolitiFact, um site de verificação de informações do Instituto Poynter de Estudos de Mídia, entidade sem fins lucrativos sediada nos EUA, 70% das declarações de Donald Trump são em sua maioria falsas ou imprecisas, comparadas a apenas 32% de Hillary Clinton.
As instituições também podem mentir descaradamente, acrescenta ela. A organização de campanhas ‘Vote Leave’ da Grã-Bretanha afirmou repetidamente que a União Europeia custa ao Reino Unido mais de 350 milhões de libras (R$ 1,8 bilhão) a cada semana –uma alegação que o governo britânico descreveu posteriormente como “um uso claramente indevido das estatísticas oficiais”.
“Dado que essa afirmação não era apenas errada, mas uma parte significativa e deliberada do material de campanha, seria justo dizer que havia uma intenção enganosa lá”, diz Bakir.
Apesar da ampla evidência de desonestidade entre certos políticos e grupos políticos, o apoio dos eleitores mais apaixonados tende a permanecer forte. Bakir ressalta que estudos mostram que pessoas que acreditam fortemente em desinformação são muito difíceis de serem convencidas do contrário, e acrescenta que, como espécie, sofremos um viés de confirmação ou uma predisposição para acreditar em coisas que se encaixam em nossa visão de mundo.
Em um mundo no qual as pessoas pudessem detectar mentiras automaticamente, o apoio a políticos desonestos diminuiria. “Muitos defensores de Trump acham que ele está sendo alvo de acusações falsas, de que ele não está mentindo”, diz Freshman. “Mas se as pessoas pudessem descobrir por meio de seu próprio conhecimento que estão sendo enganadas, acho que muitas delas parariam de recorrer a inúmeras desculpas para justificar o comportamento dele.”
Um mundo sem mentiras lançaria as relações internacionais e a diplomacia no mais completo caos, mas, em última análise, os cidadãos provavelmente se beneficiariam de autoridades mais honestas. O mesmo se aplica à polícia e à justiça criminal. A violência policial e o preconceito diminuiriam – os policiais poderiam simplesmente perguntar aos suspeitos se eles estão portando uma arma ou se são responsáveis por um crime – e os julgamentos seriam substituídos por um simples conjunto de perguntas para determinar a culpa.
“Certamente, acho que isso traria benefícios no universo da justiça criminal”, diz Ekman. “Queremos que o autor do crime seja encontrado. Não queremos condenar uma pessoa inocente ou puni-la por algo que ela não cometeu”.
É impossível prever todas as maneiras pelas quais nos beneficiaríamos e sofreríamos se todas as mentiras fossem reveladas, mas certamente o mundo seria um lugar muito diferente daquele em que vivemos hoje. Os seres humanos, no entanto, são adaptáveis e “com o tempo, desenvolveríamos novas normas e códigos aceitáveis de conduta social”, diz Bakir.
Ao mesmo tempo, acrescenta ela, provavelmente faríamos tudo o que pudéssemos para desenvolver novas maneiras de mentir e enganar uns aos outros, seja por meio de tecnologia, drogas, comportamento social ou treinamento mental.
Kang concorda. “Estou 100% certo que continuaríamos a nos enganar de alguma forma, apenas encontraríamos uma maneira diferente de fazê-lo. Mentir é uma necessidade em nossas vidas”.
O número de publicações com conteúdo violento punidos por violar as regras do Facebook aumentou quase 10 vezes em um ano, saindo de 3,4 milhões no primeiro trimestre de 2018 para 33,6 milhões entre janeiro e março de 2019. O balanço foi divulgado pela plataforma no documento Relatório de Transparência, que traz números relativos a providências tomadas em relação a posts de usuários a partir de suas regras internas.
Do total de 33,6 milhões conteúdos violentos punidos, 171 mil foram objeto de reclamações questionando a retirada e solicitando a retomada. Cerca de 70 mil mensagens foram republicadas, sendo 24 mil após o recebimento de reclamação e 45 mil por iniciativa própria do Facebook.
As sanções foram tomadas com base nos “Padrões da Comunidade”, uma das normas internas da rede social, juntamente com os “Termos de Serviço” e as “Políticas de Privacidade”. Os “Padrões da Comunidade” são formados por um conjunto de regras que definem o que é proibido e o que é passível de sanção pela companhia.
São vetados, por exemplo, posts com nudez, imagens de violência extrema, de suicídio ou auto-mutilação, vendas não autorizadas, mensagens de apoio a causas ou grupos terroristas e discurso de ódio. Com base nesses parâmetros, o Facebook monitora as publicações de seus usuários, bem como recebe denúncias dos usuários apontando violações às regras.
Entre as providências tomadas estão a cobertura de publicações com avisos (como indicando que se trata de conteúdo violento), a remoção de um conteúdo, a suspensão de uma conta ou até mesmo o repasse da denúncia para autoridades quando se tratar de um crime. No caso de notícias falsas, não há remoção, mas limitação do alcance no newsfeed dos usuários.
Além dos conteúdos violentos, a empresa também puniu mensagens com discursos de ódio. O número de publicações removidas, marcadas ou cujos autores tiveram as contas suspensas saiu de 2,5 milhões para 4 milhões na comparação entre o primeiro trimestre de 2018 e de 2019.
Os posts de propaganda terrorista punidos com medidas deste tipo também subiram no mesmo período: saíram e 1,9 milhão no primeiro trimestre de 2018 para 6,4 milhões nos primeiros três meses de 2019. Quase a totalidade das medidas foi resultante de iniciativa própria do Facebook a partir da filtragem que realiza dos conteúdos publicados.
Os relatórios de transparência são divulgados periodicamente pela plataforma. Eles estão disponíveis na rede.
Nenhum apostador acertou os números sorteados pela Caixa Econômica Federal na Mega-Sena deste sábado (25), concurso 2.154. Os números sorteados foram 07, 25, 41, 47, 50, 53.
A estimativa da Caixa para o prêmio do próximo concurso, a ser sorteado na próxima quarta-feira (29) é de R$ 48 milhões.
O valor da aposta simples, em seis números, é de R$ 3,50. A possibilidade de acerta é de uma em mais de 50 milhões. A aposta mais cara é de R$ 17.517,50, em 15 números. Neste caso, a possibilidade de acertar é de uma em 10 mil.
Agência Brasil
Após quase quatro meses desde que deu posse a dois terços da Casa, o Senado ainda não conseguiu encabeçar uma grande pauta nacional. Em um período de fortes embates entre o governo e o Congresso, os senadores ficaram à margem. Nem mesmo a revisão do chamado pacto federativo, anunciada como uma pauta que o Senado tocaria enquanto a Câmara vota a reforma da Previdência, terá a Casa como protagonista. Os seis pontos escolhidos por governadores como prioritários para reorganizar a distribuição de recursos entre União, Estados e municípios estão com tramitação mais avançada, só que na Câmara.
Na semana passada, a votação de medidas provisórias escancarou o protagonismo da Câmara e colocou os senadores como “carimbadores” das articulações dos deputados. A medida provisória (MP) que abre o setor aéreo para o capital estrangeiro foi enviada ao Senado no último dia da validade e, mesmo com os senadores discordando do texto que saiu da Câmara, aprovaram como estava para evitar que caducasse.
O mesmo deve acontecer com a MP da reforma administrativa. Na próxima terça-feira, 28, a medida será analisada pelos senadores sob apelos de não se mexer no texto para evitar que o governo seja obrigado a recriar ministérios. “É muito ruim que esta Casa vá, aos poucos, se transformando em uma carimbadora da Câmara”, disse o líder do PSDB no Senado, Roberto Rocha (MA).
O cenário surpreendeu senadores de primeiro mandato. “Junto com vários colegas estou me sentindo simplesmente um espectador. Todo o protagonismo está na Câmara”, lamentou o senador Oriovisto Guimarães (Pode-PR). Mais experiente, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), prevê que, até o encaminhamento da reforma da Previdência ao Senado, a Casa não conseguirá protagonismo com outras pautas.
O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), por sua vez, contesta a existência de um “apagão” no Senado. Segundo ele, os senadores têm exercido um papel de moderador nas crises que envolvem a Câmara, o Judiciário e o Executivo. “O Senado tem tido um papel muito relevante, agora nós não podemos impedir a Câmara de represar até, além do razoável, votação de medida provisória e reforma da Previdência”, disse.
Levantamento
Ao completar cem dias à frente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) encomendou estudo que apontou “recorde” na apreciação de propostas em plenário em relação ao início de legislaturas anteriores, com 71 proposições votadas. Na lista está a aprovação do projeto que torna impositivo o pagamento de emendas de bancada – votação iniciada na Câmara.
O “recorde” foi recheado com propostas que vão da destinação de emendas a Estados e municípios à realização de sessões de homenagem, o que levantou questionamentos. “Sob um aspecto de circunstâncias concretas para o País eu estou vendo que está devagar demais, muito lento”, avaliou o líder do PSL no Senado, Major Olimpio (SP).
Senador de primeiro mandato, Alcolumbre derrotou o experiente Renan Calheiros (MDB-AL) na disputa pelo comando da Casa, mas quem votou no alagoano diz que dificilmente o Senado teria perdido protagonismo com ele no comando, “para o bem ou para o mal”. Alcolumbre até tentou. Criou uma comissão para acompanhar a reforma da Previdência – em dois meses, o grupo fez uma audiência pública e recebeu uma sugestão – e outra para revisar a legislação penal. “Acho que o que está sendo feito é serviço perdido porque, quando chega lá, a Câmara engaveta e aprova o deles”, disse a senadora Juíza Selma (PSL-MT). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Estadão Conteúdo
Uma tecnologia desenvolvida na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) oferece uma alternativa de aproveitamento dos rejeitos de minério armazenados nas barragens que há no Brasil semelhantes às que romperam em Mariana e Brumadinho e ameaçam Barão de Cocais.
A pesquisa experimental conseguiu transformar o rejeito em uma espécie de cimento – pozolana -, em areia e em pigmento. Os produtos já se mostraram úteis como base de concreto, argamassa e pelotas de minério e podem ser aplicados na construção civil, na pavimentação de estradas e também na agricultura.
“Tudo o que estiver nas barragens de minério pode virar produto. A proposta é termos um sistema sustentável completo na cadeia da mineração. Isso é técnica e economicamente viável”, diz o pesquisador Evandro Moraes da Gama, que coordena o Laboratório de Geotecnologias e Geomateriais do Centro de Produção Sustentável da UFMG, em Pedro Leopoldo.
Na fábrica experimental é possível ver tijolos, lajotas de pisos e blocos, além do produto-base, a pozolana – um pó semelhante ao cimento convencional, mas que tem a vantagem de ser colorido, de acordo com a característica do minério: vermelho, alaranjado, ocre e marrom.
No local, para ilustrar o potencial de aproveitamento, foi construída uma casinha vermelha, de 46 m2, com materiais desenvolvidos a partir da pozolana. De acordo com Gama, seu custo equivale a 1/3 de uma casa do mesmo tamanho feita com produtos convencionais.
O pesquisador afirma que as mineradoras não precisariam cuidar diretamente da produção, mas estabelecer parcerias com outras empresas para operar usinas de reaproveitamento dos rejeitos na própria área da mineração. Ele acredita que uma usina dessas precisaria de uma área de, no máximo, 2 km2.
Ele afirma que a pozolana também poderia ser misturada ao cimento tradicional. “O cimento é feito com calcário, que precisa ser explorado. Em vez de fazer isso todo dia, é possível fazer uma mistura do cimento com a pozolana. Com isso se economizaria nos explosivos, na produção do calcário – que fica em grutas e é ambientalmente difícil de controlar – e ainda se aproveita parte do rejeito da mineração”, conta.
Isso chama-se pesquisa e desenvolvimento de tecnologias sustentáveis ! É aí onde está o X da questão: enquanto pesquisares “de verdade” criam algo desse tipo, existem vários “doutores” realizando produção acadêmica através de revisão da literatura, enchendo currículo com isso e reclamando do contingenciamento de recursos! Isso aí sim, é pesquisa! Mostra resultados e merece atenção do ministério da educação !
Esse mesmo trabalho da UFMG que exaltado exigiu revisão de literatura, construção de hipóteses (sabe o que é isso?), uma metodologia, testes e diversas análises. O Sr. Opinião pensa que ciência é só o que se vê. Isso é fruto de muita balbúrdia, festas nos espaços universitários e muita droga (especialmente café ) e uma bebida para hidratar. Até para que você emita sua opinião é necessário que alguém tenha te ofertado uma base mínima para replicar o pensamento de outro, pois construção do conhecimento é algo complicado para quem só pensa que existe balbúrdia na universidades.
Quer dizer que esse trabalho é só uma hipótese? Não tem qualquer teste de verificabilidade/falseabilidade/repetibilidade envolvido? Um pena. Seria um bom aproveitamento dessas barragens. Pergunto, só, como leigo, o que se faz com metais
pesados que, acaso, se acumulam.
Li melhor. Foi testado. Que bom.
Você deve ser um dos que vive de revisão da literatura.! Produzindo artigos e mais artigos , com muito dinheiro em “grupos de pesquisa”! Só pra esclarecer, não sou minion! Sou apenas um cidadão que enxerga melhor que muitos. Os poucos que fazem balbúrdia certamente fazem parte do seu “grupo de pesquisas”.
A Avenida Senador Dinarte Medeiros Mariz, mais conhecida como Via Costeira, segue apresentando perigos, principalmente em época chuvosa. Com curvas sinuosas em níveis diferentes, a Via Costeira possui locais em que a imprudência e alta velocidade podem apresentar uma soma desastrosa, e foi o que ocorreu nos últimos dois acidentes. Em um deles, Ricardo Alexandre dos Santos, 27 anos, perdeu a vida após uma colisão no dia 25 de abril.
Desde de 2014 que a Via Costeira está sem radar ou qualquer redutor de velocidade. Em 2018, foi aberta a licitação do Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran-RN) para contratação de aparelhos que pudessem limitar a velocidade na Via, porém nada foi resolvido até o momento.
Diretor do Departamento de Estradas de Rodagens (DER/RN), Manoel Marques, fala sobre o perigo e alerta os motoristas que trafegam pela Via Costeira. “Participamos de uma audiência pública com Detran, Ministério Público e prefeitura para tratar sobre a sinalização da via, mas nada ainda não foi resolvido. É importante que se tenha algum redutor, porque o risco de acidentes é recorrente”, comentou.
A assessoria do Detran informou que os estudos em relação a essa sinalização estão sendo feitos. Todo levantamento das necessidades também. Na próxima semana haverá uma reunião com algumas definições sobre esse estudo.
Redutores de velocidade físicos ou eletrônicos não seriam necessários, se os condutores de veículos respeitassem a sinalização e as normas de trânsito.
Pra mim,o que realmente resolveria está a população se conscientizar e saber que uma via daquela não dá pra andar em Alta velocidade, educação no trânsito e respeito as leis e ao próximo resolveria não só na via costeira mais em todas as rodovias brasileiras.
O problema da via costeira é! motoristas irresponsáveis/alcolizados, alta velocidade e sem uma mureta de proteção no meio da pista, não ex iste indústria de multas e sim pessoas que não querem respeitar as leis.
Pra mim está ótimo do jeito q está. A melhor alternativa ao trânsito da Salgado Filho pra chegar à cidade, ai ainda vem gente querendo travar mais o trânsito da capital. Cada ideia..
"Ter que usar rédea para segurar os cavalos".
Perfeita colocação Dezbrasil. Adequada para explicar a ignorância dos brasileiros. Isso vale para beber e dirigir.
BG
Esse desmantelo da via costeira em grande parte passou a acontecer com a "reforma" da guerreira do povo. Desconfigurou a via e desde então ficou um caos, a entrada do centro de convenções é um deles.
Porque só resolve com os famosos pardais mal indicados seria melhor lombadas físicas com placas indicadoras se a intenção não é multar e sim reduzir a velocidade
Em um país de ignorantes é assim …. Lamentável … T que usar rédea para segurar os cavalos que não sabem obedecer as regras sem radar…. Só que prejudica quem também obedece
Após quatro meses do rompimento da Barragem de Córrego do Feijão, da Vale, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, os investigados estão soltos, a multa aplicada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) não foi paga e as apurações continuam. Além disso, os inquéritos criminais ainda não foram concluídos e ainda não há réus nessas investigações.
O desastre aconteceu no dia 25 de janeiro. De acordo com último balanço da Defesa Civil, 242 mortes foram confirmadas. Outras 28 pessoas continuam desaparecidas.
Treze funcionários da mineradora e da empresa TÜV SÜD, que atestou a segurança da estrutura, estão sob investigação. Eles já estiveram presos duas vezes. Da última vez, foram liberados entre a noite do dia 15 de março e a madrugada do dia 16, após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) conceder favoravelmente um habeas corpus que considerou as prisões desnecessárias.
Segundo a Polícia Civil, o inquérito criminal já permite apontar a hipótese de homicídio com dolo eventual – quando se assume o risco de cometer o crime. Agora, resta apurar a participação de cada um dos considerados envolvidos na tragédia.
O G1 pediu posicionamento à Vale sobre investigações, ações na Justiça, prisões, multas e acordos, mas a empresa disse que não iria comentar.
O governador do DF, Ibaneis Rocha, que doa todos os meses o próprio salário, talvez não saiba, mas três aposentados embolsaram em março R$531 mil (um defensor público), R$543 mil (tenente coronel da Polícia Militar) e R$545 mil (coronel da PM). A bolada saiu a título da infame pecúnia, na “venda” de licenças-prêmio de servidor público que se aposenta. Só DF e Acre obrigam o pagador de impostos a sustentar a pecúnia. Outros 117 servidores embolsaram mais de R$100 mil/mês.
No DF e Acre servidor ganha férias de 3 meses a cada 5 anos, e opta por receber isso em dinheiro, ao se aposentar. Já no setor privado…
O governador ganha R$24 mil, que é o teto do funcionalismo público no DF, mas mais de 1.000 servidores furam o teto e ganham mais.
Para cada 1 real que entra nos cofres do DF, 82 centavos vão para o bolso dos servidores. Em março, a folha totalizou R$1,7 bilhão.
Trocando em miúdos:
FGTS é igual a PECÚNIA.
Os servidores públicos não têm FGTS. Portanto, nada mais justo quando se aposentarem receber esse dinheiro.
Esse absurdo de licença prêmio nao é privilégio do DF, pois a farra aqui no RN é a mesma, alias juizes, promotores e procuradores da república gozam essa regalia e procedem da mesma forma, convertem em dinheiro sem pagar nada de imposto renda.
Isso tem que acabar urgentemente!
A manifestação desta domingo tem vários movimentos a frente, NasRuas, Direita São Paulo, Despertar Patriótico, Avança Brasil, Patriotas Lobos Brasil, São Paulo Conservador etc, mais o Clube Militar, de amplo poder de convocação, e o MC Reaça, o preferido dos Bolsonaros. Movimentos liberais, como o Vem Pra Rua e o MBL, protagonistas no “Fora Dilma”, abandonaram o evento.
Até o fim do domingo se saberá a natureza da relação governo-rua. Se o apoio pender para o subcampo liberal, que recomendou faltar, a mobilização será um fiasco e o presidente (mesmo se ausente, a simpatia é óbvia) queimará pontes.
Mas se o ato dos subcampos conservador e autoritário for expressivo, Bolsonaro se cacifará para peitar o Congresso e obrigará a oposição, para seguir viável, a levar tanto ou mais gente a sua próxima manifestação.
Sem pessoas não existe empresas, sem pessoas não existe consumo. Um empresário sozinho não faz nada, ele precisa das pessoas. No Brasil isso está invertido, as empresas são mais importantes que aqueles que produzem e ao mesmo tempo consomem. Enquanto aqueles que detém o poder(as pessoas) acharem que aqueles que não tem poder(empresários) é que geram riqueza continuaremos sendo uma nação subdesenvolvida. Quem gera riqueza são as pessoas e não as máquinas que as pessoas operam.
São os empresários que "sustentam" uma nação.
Eles trabalham muito, muito mais que 8 horas por dia, para pagar impostos e também para criar empregos e seus funcionários ganharem salários para pagar os impostos que "sustentam" uma nação.
O governo paga salários, investe em educação, saúde, segurança, infraestrutura, com os impostos arrecadados dos salários dos empregos criados pelos empresários e com os impostos pagos pelas suas empresas.
Sem empresários não existe nação.
A China descobriu isso e passou a valorizar, a investir nos empresários e nas empresas.
Se tiver empresários participando, existe intenção de se ter uma nação próspera e saudável financeiramente.
Esse protesto não é para nós que votaram em Bolsonaro e sim para os empresários se certificarem que os trabalhadores estão aceitando tudo de guela abaixo. Espero que Bolsonaro abra os olhos senão vai comecar a perder forca, porque voto já está perdendo.
Caminho para o cume do Monte Everest, na face sul do Nepal, o pico mais alto do mundo. 17-05-2018 Foto: PHUNJO LAMA / AFP
Um alpinista britânico e outro irlandês morreram no Everest, elevando para dez o número de vítimas fatais na maior montanha do planeta na atual temporada, em que o grande fluxo cria perigosos engarrafamentos na chamada “zona da morte”.
“Um alpinista britânico chegou ao pico da montanha, mas desmaiou e morreu 150 metros abaixo”, afirmou Murari Sharma, da Expedição Everest Parivar. A vítima era Robin Fisher, de 44 anos. “Nossos guias tentaram ajudá-lo, mas ele faleceu pouco depois do desmaio”, declarou Sharma.
Outro organizador de escaladas confirmou no Facebook a morte de um irlandês de 56 anos na sexta-feira no flanco tibetano da montanha. Ele havia decidido retornar sem ter alcançado o pico, mas morreu na tenda de campanha no North Col, uma passagem da montanha a 7 mil metros de altitude.
Esta semana também morreram um alpinista americano, um austríaco, um nepalês e quatro indianos. Um irlandês está desaparecido e foi dado como morto depois de ter caído perto do pico. Ao menos quatro mortes foram atribuídas aos engarrafamentos na chamada “zona da morte”.
‘Zona da morte’
Desde o início desta temporada, foram registradas cenas de engarrafamentos impressionantes na montanha de 8.848 metros de altitude. O período entre o fim de abril e maio é considerado mais vantajoso para a escalada do monte, pois as condições meteorológicas são menos extremas.
Até sexta-feira, quase 600 alpinistas alcançaram o topo do Everest, de acordo com dados divulgados pelas autoridades nepalesas. Fotos divulgadas nos últimos dias mostram uma longa fila de alpinistas, muito próximos uns dos outros, na área entre o cume e o desfiladeiro sul, onde fica o último acampamento na encosta do Nepal.
Os analistas afirmam que o engarrafamento é provocado pela proliferação de permissões de escalada, assim como pelo reduzido número de “janelas” meteorológicas adequadas para chegar ao topo. Assim, todas as expedições iniciam a etapa final ao Everest nos mesmos dias.
Na altura extrema, o oxigênio é mais escasso na atmosfera, e os alpinistas precisam recorrer a garrafas de oxigênio para alcançar o topo. Uma altitude de 8 mil metros acima do nível do mar é considerada a “zona da morte”.
— Permanecer muito tempo na zona da morte aumenta os riscos de congelamento, de sofrer o mal da altitude, ou mesmo de morte — explica à AFP Ang Tsering Sherpa, ex-presidente da Associação de Alpinistas do Nepal.
No ano passado, foram registradas cinco mortes na temporada de escalada do Everest.
Desde que as autoridades nepalesas liberaram a escalada no Monte Everest nos anos 1990, as expedições comerciais aumentaram, assim como o número de alpinistas. Este ano, o Nepal concedeu para a temporada de primavera o recorde de 381 permissões, por US$ 11 mil por pessoa, segundo os últimos dados disponíveis.
Cada titular de uma permissão é acompanhado por um guia, o que significa que mais de 750 pessoas estão na rota para a escalada. Ao menos 140 receberam permissões para escalar o Everest a partir do flanco norte, no Tibete.
O autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, aceitou ontem uma negociação direta de seus enviados com representantes chavistas, sob mediação do governo norueguês. Até agora, as duas partes não haviam aceitado se encontrar. Os dois lados usavam a chancelaria da Noruega como interlocutor.
O movimento ocorre menos de um mês depois de uma tentativa de Guaidó de depor o presidente Nicolás Maduro com adesão de parte dos militares. O intento fracassou em razão da baixa adesão da cúpula militar às ofertas de deserção.
Em comunicado, Guaidó disse que atende o convite da Noruega para “explorar uma saída possível, negociada”. Já Maduro agradeceu à Noruega em seu Twitter. “Agradeço ao governo da Noruega por seus esforços para avançar nos diálogos pela paz e pela estabilidade da Venezuela. Vai a Oslo nossa delegação com boa disposição para trabalhar em uma agenda integral acordada e avançar na construção de bons acordos”.
O governo escandinavo havia anunciado que as delegações retornariam ao país europeu na semana que vem. A Noruega trabalhou como facilitadora de 20 processos de diálogo nas últimas décadas, como o que levou à assinatura dos acordos de Oslo entre israelenses e palestinos ou as conversas entre o governo colombiano e as Farc.
Os representantes da oposição serão chefiados pelo vice-presidente do Parlamento, Stalin González, e pelo ex-deputado Gerardo Blyde, enquanto os da situação serão presididos pelo ministro de Comunicação Jorge Rodríguez.
O ex-jogador Roni foi preso neste sábado no estádio Mané Garrincha, em Brasília, durante o jogo entre Botafogo e Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro. O ex-atacante é acusado de fraudar boletins financeiros de partidas de futebol. Além do ex-jogador do Fluminense e da seleção brasileira, foi detido o presidente da Federação de Futebol do Distrito Federal, Daniel Vasconcelos.
De acordo com a Divisão de Repressão aos Crimes Contra a Ordem Tributária da Polícia Civil do Distrito Federal, o grupo informava um número menor de torcedores que compraram ingresso com o objetivo de pagar um aluguel menor e também ter descontado menos impostos locais e federais. Neste sábado, o público pagante divulgado foi de 33.143 pessoas, para uma renda de R$ 2.320.830,00.
Os mandados de prisão temporária e de busca e apreensão foram autorizados pela 15.ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal. As buscas ocorrem em Brasília, Luziânia e Goiânia, na casa dos investigados e em empresas.
Estão sendo investigados os crimes de estelionato majorado, associação criminosa, falsidade ideológica e sonegação fiscal. A Polícia Civil nomeou a operação de Episkiros, em referência à origem do futebol na Grécia Antiga. Episkiros também significa jogo enganoso.
Roni é dono de uma empresa que negocia mando de jogos pelo País e é também o responsável pela venda de ingressos. O ex-jogador, inclusive, estava à frente da organização de um torneio amistoso durante a Copa América que reuniria Ceará, Fortaleza, Palmeiras e Vasco em um quadrangular na capital cearense.
Com a imagem arranhada por escândalos de corrupção que atingiram dirigentes da sigla, o PSDB vai lançar na semana que vem um Código de Ética que prevê punição para filiados que se envolverem em ilegalidades. Desde sua fundação, é a primeira vez que o partido elabora um documento específico para essa finalidade que vai permitir, até mesmo, a expulsão de filiados.
As normas, entretanto, não atingem de imediato tucanos graúdos como o deputado federal Aécio Neves (MG), que é réu por corrupção passiva e obstrução da Justiça, acusado de receber ilicitamente R$ 2 milhões de Joesley Batista, da J&F. Ele nega.
Como as denúncias contra o Aécio ocorreram antes da elaboração do Código de Ética, ele só poderá ser punido pelo partido caso condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O presidente nacional do PSDB, Geraldo Alckmin, afirmou que o regulamento não foi feito para punir A ou B. “Não estamos analisando casos, mas estabelecendo regras”, disse. “Não há nada parecido no Brasil em termos de rigor e elaboração com o Código de Ética do PSDB”, complementou Alckmin.
Para o ex-governador de São Paulo, esse instrumento vai “aproximar o partido da sua militância e dos anseios da sociedade”. “Será um partido moderno, que terá instrumentos ágeis de autocorreção e não apenas punição”, afirmou o tucano. O fortalecimento dos partidos, segundo Alckmin, é uma forma de acabar com a crise política. “Muda o governo, mas a crise continua, porque o sistema político está equivocado”, observou.
Em sete páginas, o Código de Ética do PSDB define sanções para casos de infidelidade, indisciplina e ferimento da ética partidária. O artigo 19 permite que a Comissão Executiva instaure um “procedimento sumaríssimo” contra filiados que cometerem atos com potencial de “causar dano irreparável ao partido”. O texto não exemplifica quais atos.
A redação do Código de Ética foi apresentada pelo deputado federal Samuel Moreira (PSDB-SP) aos membros da Executiva Nacional da sigla, na quarta-feira passada, em Brasília. O texto estava previsto para ser aprovado na mesma reunião, mas não houve consenso. A previsão é de que seja analisado na próxima quinta-feira, um dia antes da convenção que pode eleger o ex-deputado Bruno Araújo presidente do PSDB no lugar de Geraldo Alckmin.
Uma das preocupações externadas na reunião era de que o PSDB, ao aprovar um código de ética rigoroso, estivesse cedendo a pressões das redes sociais para “fritar” seus filiados. Um tucano citou o exemplo do PT, que sempre poupou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, hoje preso. Mesmo assim, o PT elegeu em 2018 a maior bancada da Câmara, enquanto o PSDB perdeu quase metade dos seus quadros. A bancada tucana tinha 54 deputados em 2014 e elegeu apenas 29 no ano passado. O PT elegeu 55 deputados.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Com mais de 1,5 milhão de seguidores no Facebook, o Movimento Avança Brasil é um dos grupos que estarão à frente dos atos previstos para este domingo, 26, em defesa do presidente Jair Bolsonaro. Seus integrantes prometem sair às ruas para defender, por exemplo, a reforma da Previdência e a aprovação do pacote anticrime apresentado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. Um outro “alvo”, porém, não será esquecido: o Centrão.
“A gente aproveita para fazer um repúdio ao comportamento de bloqueio do Centrão, que está atrapalhando as reformas necessárias”, disse o presidente do Avança Brasil, Eduardo Platon, para quem políticos do bloco “impedem avanços do governo”.
“Espero que o Centrão desperte para os anseios e as reivindicações do povo e trabalhe rapidamente para isso, e não em prol da classe política”, afirmou Patrick Folena, integrante do movimento em São Paulo.
Para os grupos mais organizados, o bloco parlamentar informal se tornou um símbolo da “velha política”. “Estamos indo (à manifestação) contra o Centrão, acredito que eles estão chantageando o Brasil”, disse Ana Cláudia Graf, uma das líderes do Ativistas Independentes, grupo que tem 85 mil seguidores no Facebook.
Para evitar isolamento, as pautas das manifestações são difusas: vão do pacote de Moro à Previdência, passando pela defesa da CPI da Lava Toga, que propõe investigar o “ativismo judicial”. O que prevalece, porém, é uma retórica contra a classe política, acusada de conspirar contra o presidente. Nada mais natural que o Centrão, crucial na aprovação de projetos de interesse do governo no Congresso, tenha virado o alvo principal de parte da rede bolsonarista.
O bloco, que reúne cerca de 230 dos 513 deputados e tem no seu núcleo duro partidos como DEM, PP, PL (ex-PR), PRB e Solidariedade, ensaiou na semana passada uma mudança de rumo, com receio da opinião pública. Sob pressão de aliados, o Centrão abriu mão da cobrança para a recriação dos ministérios das Cidades e da Integração Nacional, facilitando a votação da medida provisória que reduziu a estrutura do Executivo para 22 ministérios. A MP foi aprovada na quarta-feira na Câmara, mas o Centrão conseguiu reunir votos suficientes para tirar o Coaf do Ministério da Justiça. Considerado estratégico por Moro no combate à corrupção, o órgão voltou para o Ministério da Economia.
Segundo levantamento do Estado, entre os grupos que participam dos atos estão ainda o Consciência Patriótica, o Direita São Paulo e o Brasil Conservador. Além deles, dezenas de outros grupos menores atuam nas redes sociais.
O Movimento Brasil Livre e o Vem Pra Rua já avisaram que vão ficar de fora dos protestos. Com forte atuação no impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff, os grupos criticam exatamente o discurso “antipolítico” que deve marcar os atos de hoje. “Existe uma retórica antipolítica que foi levantada por grupos da ala ideológica do governo. O MBL é a primeira trincheira de enfrentamento à mentalidade antipolítica”, afirmou o coordenador do MBL, Renato Batista.
Em Natal, a concentração irá acontecer no Midway Mall a partir das 15:00h.
Sebo objetivo fosse tirar o Brasil da situação terrível que se encontra , TODOS , inclusive a ESQUERDA votariam pela reformas da previdência e do pacote anticrime . O problema que poucos estão interessados no Brasil
A maioria pobres da classe média hipócrita aplaudindo um governo que vai ferrar com nossas vidas via reforma da previdência dos bancos, as milícias do Flávio Bolsonaro,os laranjais do governo, corte nas verbas das universidades públicas e ifs, gasolina alta….idiotas úteis
Tudo é culpa dos banqueiros e empresários. Seu professor psolento lhe ensinou isso. Valeu por me descortinar a realidade, compartilhando essa informação. Deve então ser mentira que governos gastam mais do que arrecadam e vão pedir empréstimos. Na verdade, são os banqueiros malvados que apontam armas para a cabeça de indefesos presidentes, governadores, prefeitos, diretores de autarquias e estatais e os obrigam a contrair empréstimos. Coitados. Bastava sair imprimindo dinheiro que todo o mundo iria ficar rico. Mas não! Preferem pagar dívidas para esses agiotas safados. Obrigado por me alertar. Doravante vou pedir pela estatização dos bancos e grandes empresas, entregando-os a comissários do povo, eleitos em assembleias populares revolucionárias (chavismo na veia). Dá super certo. Aproveita e dá um calote nas dívidas públicas, como fez o Zé Sir Ney, o Czar do Maranhão, sob sua regência. O Brasil surfou em grande prosperidade depois. Mas faz antes uma auditoria cidadã da dívida. Chama o pessoal da CUT, UNE, CNBB, Catraca Livre, Mídia Ninja, abortistas, maconhistas (maconheiros ideológicos) e black blocs para fazer plenárias para discutir o tema, entre dinâmicas de grupo e performances teatrais de artistas órfãos da Rouanet. Você me convenceu… Tudo é culpa dos banqueiros e empresários. De hoje em diante passarei também a defender medidas como o Imposto sobre Grandes Fortunas, não me importado mais com a lógica burguesa de que para se investir em algo produtivo deve haver antes uma acumulação de grana, ignorando também que isso não deu certo em lugar nenhum no Mundo (a revolução proletária tem que ser internacional, para o burguês FDP não ter para onde fugir com o seu ouro… Trotsky era um sábio). Obrigado por abrir os meus olhos.
Já é hora de pautar mordomias, supersalarios, penduricalhos salariais, auto conceção de aumentos salariais seletivos e privilégios. Aberrações Inadmissível numa nação com altos índices de miserabilidade e desemprego. Provoca indignação coletiva, e perde credibilidade do poder público.
É muito simples ver pessoas que foram doutrinadas ao longo desses anos, que o governo do PT esteve no poder……alienando estudantes universitários e professores com super bolsas para uma maioria não produzir nada de futuro. ……..ver instituições serem erguidas para dar emprego a seus militantes. …….e é lógico. ……….ver essas opiniões ridículas em defesa de ladrões. ….saqueadores dos cofres públicos e destruidores de sonhos de milhares de trabalhadores brasileiros. …….lamentável.
Não mudo nunca meu voto! O RN é esquerda de coração! Somos todos 13!! Bozo nunca mais!
Característica mais que normal dos esquerdopatas: jamais mudar, aconteça o que aconteça. Já na direita não: terá meu voto até q me convençam do contrário. Quantos inúmeros escândalos seriam necessários para mudar o voto dos esquerdopatas? Tende ao infinito…
Reduto ptista,essa é a mentalidade deles mesmo,mais se Deus quiser o Bolsonaro fará um ótimo governo e as opiniões irão mudar pode esperar.
Vai se tratar homi… FIERN reduto petista? Kkkkkkkkkkkkkk
Acho interessante,esses apoiadores de milicianos ter a cara de pau e pq nao dizer, a burrice de falar que esse presidente bozo vai melhorar o país, me digam aí o que de concreto esse nojento ja fez para o bem do brasileiro trabalhador e pobre desse país,com certeza não vão mostrar pq nao existe!
Caalcanti conte outra cancao..essa ai ja furou o disco…ninguem aguenta esse louco no GOVERNO …MILIACIANO..FILHO LADRAO E FAMILIA DESVAIRADA…QUEM.GOSTA DE BOSTA EÉ PINICO
Onde o governo o PT governa, pesquisas são proibidas dá resultado contrário.