O presidente Jair Bolsonaro minimizou nesta sexta-feira, durante cerimônia em homenagem em Dia Internacional da Mulher, o baixo número de ministras em seu governo. Dos 22 ministérios, apenas dois são comandados por mulheres: Agricultura ( Tereza Cristina ) e Mulher, Família e Direitos Humanos ( Damares Alves ). Bolsonaro afirmou que o seu governo é o primeiro com equilíbrio de gênero da História, porque as duas ministras — presentes no evento — “valem por dez homens”.
— Pela primeira vez na vida, o número de ministros e ministras está equilibrado no nosso governo. Temos 22 ministérios, 20 homens e 2 mulheres. Somente um pequeno detalhe: cada uma das mulheres que estão aqui valem por dez homens. A garra dessas duas transmite energia para os demais — disse o presidente, em cerimônia no Palácio do Planalto.
Bolsonaro disse que as mulheres são responsáveis por conduzir a nação porque todo homem que faz “política séria” precisa ter uma mulher “junto de si”.
— Vocês são quem realmente conduz o destino de uma nação. Não existe um homem que possa fazer política séria se não tiver, não ao seu lado, mas junto de si, uma mulher com os mesmos princípios. Graças a Deus, tenho uma família consistente.
Também estavam presentes a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, o vice-presidente, Hamilton Mourão, e sua esposa, Paula Mourão.
Em uma breve fala, Damares afirmou que vivemos em um “novo Brasil” e destacou o fato de pela primeira vez existir um Ministério da Mulher. Entre 2003 e 2015 existiu a Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres, que tinha status de ministério. O órgão foi fundido ao Ministério dos Direitos Humanos, pasta que deu origem à comandada atualmente por Damares.
— É o primeiro Dia da Mulher do novo Brasil. E é a primeira vez no Brasil que nós temos um Ministério da Mulher.
O Globo
Parabéns ao presidente Bolsonaro apesar da torcida contra da imprensa tem tomado as medidas corretas para o Brasil sair da crise financeira e moral que o PT nos colocou.
Gilberto Kassab, 58, começou na política em 1989 ao participar da campanha presidencial de Guilherme Afif.
Trinta anos depois, tendo sido prefeito de São Paulo, ministro dos governos Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB), é considerado por aliados e adversários como uma das principais “birutas de aeroporto” da política, dada sua capacidade de identificar a intensidade e a direção dos ventos.
Preocupado com a reforma da Previdência, Kassab, presidente do PSD, afirma que o governo Jair Bolsonaro (PSL) está patinando na articulação política e precisa superar a atual situação de impasse.
“As forças políticas do Congresso querem que o governo entenda que esse seu fortalecimento precisa ser compartilhado”, diz, enfatizando que não se refere ao velho “toma lá, dá cá”. “As reformas só vão acontecer se houver realmente essa integração política, essa ação política competente.”
Nomeado pelo governador João Doria (PSDB) como secretário da Casa Civil, Kassab pediu afastamento no começo do ano para se defender de denúncias pelas quais é investigado pela Polícia Federal —foi alvo de operação sob suspeita de ter recebido valores ilegais da JBS, mas nega irregularidades.
Quais suas impressões sobre o governo Bolsonaro? O governo ainda não terminou sua arrancada, mas tem compromissos que, se não os conseguir quitar rapidamente, vai começar a perder crédito e popularidade. São as famosas reformas. A principal é a da Previdência. Se não for aprovada, as consequências para o país e para o governo serão muito prejudiciais, pois estamos no limite. Mas a avaliação que faço é que o governo, neste primeiro momento, está patinando, principalmente nas articulações políticas.
O sr. teme que a reforma não seja aprovada? A votação da nova Previdência é uma questão acima de partidos e de governos. A nova Previdência vai ser votada de qualquer maneira. Será agora, a fim de evitar que o país quebre. Ou o país vai quebrar e, então, será inevitável que seja votada.
Qual é a dificuldade na articulação política? Há uma avaliação política de que o governo que fizer a reforma da Previdência ficará muito fortalecido. Esse é o desafio, as forças políticas do Congresso querem que o governo entenda que esse seu fortalecimento precisa ser compartilhado. Não na base do “toma lá, dá cá”. O governo felizmente deixou claro que essa não será sua marca, mas é evidente que precisa haver solução.
Hoje existe um impasse. Todos são conscientes da importância da votação e de que existe nova relação entre o Executivo e o Legislativo. Mas o governo tem de dar resposta para essa preocupação de quem não é totalmente alinhado. Qual será o futuro dessa parceria num governo fortalecido pela reforma da Previdência? Esse é meu sentimento. Não tenho informação. Falo mais como analista político do que como político.
A reforma pode sofrer mudanças substanciais no Congresso? Mudanças substanciais de nada adiantarão. Temos de ter reforma que traga economia para o Tesouro, para que seja possível efetivamente recuperar a estabilidade econômica do país e a capacidade de investimento do governo. Hoje essa capacidade é zero por conta do déficit previdenciário. Não é mais possível o Brasil continuar contando com essa situação.
Além dessa questão na articulação política, o sr. enxerga outros problemas? É voz comum na política que, quando existe crise palaciana, o governo tem dificuldades para ter uma boa performance. O governo Bolsonaro tem essa vantagem. Existe muita unidade no Palácio do Planalto em decorrência do fato de ter os seus principais cargos ocupados pelos generais. Com unidade e harmonia grande, o que dá internamente ao governo uma tranquilidade no comando.
Diferentemente de outros presidentes, este tem uma família de políticos, de parlamentares. Isso não gera certa instabilidade? Essa instabilidade foi mais presente no início. Com governo montado e outros pilares consolidados, não acho que a interferência seja tão grande ou tenha grande repercussão. O grande desafio é realmente a ação política.
É necessário mostrar à sociedade que aquilo que foi colocado na campanha, a nova forma de se relacionar com o mundo político, está acontecendo. Mas precisa acontecer dentro de critérios políticos. É a política que vai ditar o andamento dos trabalhos e o encaminhamento dos projetos, como em qualquer democracia. As reformas só vão acontecer se houver realmente essa integração política, essa ação política competente.
O sr. sofreu acusações do Ministério Público, que diz que recebeu mesada do grupo J&F para atender, como ministro, demandas da empresa. Temos de ter humildade para entender que o Ministério Público deve apurar qualquer denúncia e delação. Estou tranquilo em relação à minha conduta. Até o passado recente era legal pedir doação para campanha. Hoje não é mais. Algumas empresas querem confundir um pouco o Judiciário e o Ministério Público. Cabe a eles apurarem tudo.
O sr. tinha algum tipo de contrato de consultoria com essa empresa? Prestei serviços de consultoria. Tudo está muito bem documentado. Os serviços se iniciaram antes mesmo de o atual grupo controlador comprar a empresa. Está fartamente documentado. Tanto que recentemente a própria procuradora-geral sugeriu encaminhar o caso para a Justiça Eleitoral, afastando portanto a questão criminal. Mesmo na Eleitoral tudo será afastado, pois não houve irregularidade.
E os valores (R$ 301 mil) que foram encontrados em sua casa em dinheiro vivo? Essa situação se explica por conta do bloqueio dos meus bens. [Ter dinheiro em casa] era a única alternativa.
Por conta dessas acusações o sr. se licenciou da Casa Civil do governador João Doria. Pretende voltar? O cargo é do governador. Fiquei honrado por ter sido convidado. Continuo como secretário licenciado, mas para mim será uma alegria muito grande esclarecer tudo o mais rápido possível e ter tranquilidade para voltar, se for essa a vontade do governador.
Há alguns meses, Ronilson Bezerra, ex-subsecretário da Receita Municipal de São Paulo, afirmou que seu acordo de delação premiada não foi aceito pela Promotoria por ter se recusado a envolver o sr. num escândalo. Fico muito triste se isso for verdade. Denigre a imagem do Ministério Publico, que tem sido tão importante para o país. Ficou preocupado, triste e desalentado.
Folhapress
Com a reforma da PREVIDÊNCIA, toma lá dá cá, os DEPUTADOS vão esquecer seu próprio benéficio nas negociatas. No próximo ano tem
ELEIÇÕES, as suas bases poderam ser minadas com relação a reforma da PREVIDÊNCIA . Isto é, se POVO literalmente for prejudicado e terá resposta nas URNAS.
Kassab, é da política que "dano que se recebe "
Esse REFORMA, vem para emprobecer o salariado e deixar na linha da pobreza.
Sistema político ineficiênte. Ou se junta com bandidos e corruptos, e entrega o país aos ratos ou é execrado em praça pública sob o riso sarcástico de idiotas e ladrões. E o povo na sua sina miseravelmente.
Em um procedimento inédito e sigiloso, o ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), suspendeu um processo em que quatro empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato haviam sido impedidas de firmar contratos com a União. A justificativa é discutir com as empresas algum tipo de cooperação formal, apesar de o órgão nem sequer poder fechar acordos de leniência, espécie de delação premiada feita por pessoas jurídicas.
Enquanto isso não ocorre, as empreiteiras Queiroz Galvão, UTC Engenharia, Techint Engenharia e Empresa Brasileira de Engenharia e Comércio (Ebec) continuam aptas a participar de licitações com entes públicos.
A Queiroz Galvão, inclusive, venceu no fim de fevereiro uma licitação no valor de R$ 430 milhões para um trecho de obras no Metrô de Salvador. Se as sanções estivessem valendo, a empresa poderia ser impedida de assumir o contrato.
A punição às empreiteiras foi decidida pelo plenário do TCU em março de 2017. O processo está relacionado a fraudes em licitação na usina nuclear de Angra 3, no Rio. O caso também rendeu sanções na esfera criminal.
Ao suspender o processo – e, por consequência, manter a idoneidade das empreiteiras –, Nardes contrariou a posição de auditores do próprio TCU, que se manifestaram em junho do ano passado pela rejeição de recurso e início da punição.
Pela sanção aplicada anteriormente pelo tribunal, as empreiteiras deveriam ficar cinco anos impedidas de contratar com a administração pública.
Em vez de enviar os recursos para julgamento, Nardes consultou a procuradora-geral do Ministério Público no TCU, Cristina Machado, sobre a possibilidade de empresas cooperarem no processo. A procuradora foi favorável. A proposta foi levada pela Queiroz Galvão e pela Techint para o ministro.
Nardes, então, incumbiu Cristina Machado de analisar em que bases esse acordo com as empresas se daria no TCU, além de quais benefícios poderiam ser concedidos. Não há prazo para que a procuradora-geral se manifeste.
Nas regras do tribunal de contas, no entanto, não existe a possibilidade deste tipo de cooperação. Pela legislação, apenas a Controladoria-Geral da União (CGU) pode firmar acordos de leniência. O Ministério Público Federal, por sua vez, também negocia colaborações de empresas com aval da Justiça.
Comparação. A conduta de aguardar uma possível colaboração antes de punir as empresas já foi criticada pelo TCU. Em 2017, o tribunal determinou que a CGU retomasse processos contra empresas implicadas na Lava Jato que negociavam acordos de leniência.
Para ministros do TCU ouvidos reservadamente pelo Estado, a corte de contas acaba de repetir o que reprovou na conduta da controladoria, com o agravante de já ter punido as empresas há dois anos.
Esses ministros argumentam que a decisão não poderia ser tomada individualmente por Nardes. Também afirmam que deveria ter sido fixado prazo para a suspensão da inidoneidade.
Segundo o Estado apurou, já há um parecer da área técnica do tribunal que desaconselha qualquer tipo de acordo sem a confissão prévia de irregularidades pelas empresas. Conforme o documento, a colaboração só poderia existir se contribuir para o ressarcimento dos danos.
Antes de retomar o julgamento sobre a punição às empreiteiras, o plenário do TCU terá de decidir sobre a possibilidade de cooperação, o que ainda depende do parecer da procuradora-geral do Ministério Público na corte de contas.
Alvo. Nardes é investigado na Operação Zelotes, em um inquérito no qual seu sobrinho já foi denunciado na primeira instância. Como tem foro no Supremo Tribunal Federal, cabe à Procuradoria-Geral da República decidir se arquiva ou se apresenta acusação formal.
O ministro do TCU é alvo também de delações em desdobramentos da Lava Jato fluminense, como a do ex-subsecretário de Transportes do Rio Luiz Carlos Velloso e a do ex-presidente da Fecomércio do Rio Orlando Diniz. Nardes nega participação em qualquer tipo de irregularidade.
COM A PALAVRA, A QUEIROZ GALVÃO
A Construtora Queiroz Galvão disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que “exerce o legítimo direito de apresentar os recursos cabíveis” nos processos de inidoneidade. Em relação ao Metrô de Salvador, a companhia disse que atendeu a todos os requisitos estabelecidos no edital de licitação que venceu. Ainda de acordo com a empresa, não há conexão entre a licitação e a sanção de inidoneidade do Tribunal de Contas da União (TCU), porque o tipo de financiamento não atrai a fiscalização da Corte.
COM A PALAVRA, A UTC
Também por meio de sua assessoria, a UTC Engenharia afirmou que “sempre colaborou, colabora e continuará a colaborar com as autoridades responsáveis pelas investigações, processos administrativos e judiciais relacionados às licitações com empresas públicas”. A empresa diz ter sido a primeira empresa do Brasil a celebrar com o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União e Advocacia-Geral da União (AGU), em meados de julho de 2017, um acordo de leniência.
COM A PALAVRA, A TECHINT E A EBEC
As assessorias da Techint e da Empresa Brasileira de Engenharia e Comércio (Ebec) não foram localizadas para comentar.
COM A PALAVRA, CRISTINA MACHADO
À reportagem, a procuradora-geral do TCU Cristina Machado disse que pretende concluir o parecer nas próximas semanas. Ela justificou a análise de uma possibilidade de cooperação como forma de ressarcir todos os danos ao erário.
COM A PALAVRA, AUGUSTO NARDES
O Estado Procurou o ministro Augusto Nardes, do TCU, para falar sobre sua decisão, mas a assessoria de imprensa do tribunal disse que ele não daria entrevista.
Estadão Conteúdo
O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou na sexta-feira, em entrevista ao Estadão/Broadcast, que o projeto de lei que muda a previdência dos militares não vai prever aumento de salários para a categoria. Permitirá, no entanto, a incorporação de gratificações à medida que o militar avançar nas novas patentes que serão criadas para permitir o alongamento do tempo de serviço exigido pela reforma.
“É um projeto em que, ao mesmo tempo em que trabalha a reestruturação da assistência (a previdência dos militares), também há uma ‘rearrumação’ da questão da carreira, mas não aumento salarial, nada que implique em impacto previdenciário”, disse o secretário.
A afirmação ocorre após a cúpula das Forças Armadas reivindicar reajuste dos salários dos generais de alta patente – o que levaria a um aumento em cascata para os demais níveis hierárquicos – como compensação pela reforma. A questão dos salários seria o principal empecilho, até o momento, para o envio ao Congresso do projeto de reforma da aposentadoria dos militares, já que a área econômica é contra a concessão dos reajustes. Ao mesmo tempo, vários parlamentares vêm afirmando que a proposta de reforma da Previdência ficará em banho-maria até que o projeto dos militares chegue ao Congresso.
Marinho afirmou que o projeto dos militares chegará ao Congresso no dia 20 de março. Segundo ele, serão criadas patentes intermediárias para permitir a adequação dos militares ao aumento do tempo de contribuição, que deve passar dos atuais 30 anos para 35 anos. Entre as gratificações que seriam possíveis ao longo do tempo extra de serviço, ele citou o bônus por deslocamento ou viagem, por curso e por capacitação.
Marinho destacou que as mudanças nas Forças Armadas serão estendidas também aos policiais militares nos Estados, o que vai possibilitar um alívio para os governos regionais. Segundo o secretário, um coronel hoje chega a se aposentar aos 43 ou 44 anos, e, com a mudança, só poderá se retirar do trabalho aos 55 anos. “Pra eles (Estados) é um grande respiro, porque vão ter o funcionário com mais 10 anos na ativa”, disse. Ele ponderou, no entanto, que os Estados terão de aprovar mudanças na estrutura da carreira militar em cada unidade da federação para unificá-las em uma carreira própria.
Para Marinho, se a articulação política do governo for bem feita, a reforma da Previdência tem condições de estar aprovada nas duas casas, Câmara e Senado, até junho. Ele prevê que o texto tem condições de ser aprovado até março na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e até abril na comissão especial, podendo ser encaminhado ao plenário da Câmara dos Deputados em maio.
Estadão Conteúdo
O publicitário potiguar Tertuliano Pinheiro é o convidado de amanhã do programa Cara a Cara com BG. Uma entrevista divertida com um dos profissionais mais premiados da área e criador de campanhas políticas que estão na memória do norte-rio-grandense.
Cara a Cara com BG, sábado, às 8h30, na TV Ponta Negra.
Acompanhe o programa através dos canais: Cabo Telecom 120 (sinal digital) e 805 (HD); NET 13 (sinal digital) e 513 (HD); Sky HD 313.1.
Parabéns BG em dar aos seus seguidores oportunidades de passar a convencer grandes ícones da publicidade comercial é pública da história do RN como essa entrevista com o grande TP que modéstia parte o conheço bem,um profissional íntegro e apaixonado pelo que faz. Grande abraço.
O porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, afirmou nesta sexta-feira, 8, que a proposta da reforma da Previdência apresentada pelo governo tem potencial para aumentar cerca de R$ 5,8 mil no PIB per capita até 2023. Ele disse também que se o texto que será analisado pelo Congresso for aprovado, poderá gerar 8 milhões de empregos no País.
Rêgo Barros afirmou que o presidente Jair Bolsonaro está convicto de que os parlamentares “farão o seu papel e entrarão para a História” ao aprovar a proposta. “Os parlamentares farão seu papel ao criarem uma previdência mais justa e igualitária para todos. O presidente comentou comigo que está otimista”, disse.
O porta-voz destacou ainda que a reforma fará com que a população mais pobre seja a mais beneficiada e que preservará os direitos adquiridos por todos os cidadãos. A proposta também garantirá as regras de transição para quem já está no mercado de trabalho.
Sobre um possível mapeamento da quantidade de votos que o governo já teria na Câmara para garantir a aprovação da reforma, Rêgo Barros afirmou não ter conhecimento sobre tal contagem.
O porta-voz voltou a dizer que o governo compreende a autonomia do Congresso que fará alterações na proposta mas disse que o presidente defenderá o texto original que foi apresentado. “A responsabilidade de estudar a proposta está nas mãos do Congresso agora”, disse.
O porta-voz garantiu que a proposta sobre a aposentadoria dos militares será enviada no prazo determinado pelo presidente anteriormente, que seria de 30 dias após a apresentação da reforma da Previdência para as demais categorias. Este prazo vence em 20 de março.
Campanha
Bolsonaro também determinou à sua equipe de comunicação que intensifique a campanha em defesa da reforma da Previdência nas redes sociais e nos veículos tradicionais de mídia agora que passou o carnaval. De acordo com ele, Bolsonaro terá uma participação mais efetiva nas redes “até porque é uma característica do presidente”.
O slogan da campanha que começou a ser veiculada nesta quinta, 7, é “nova Previdência é para todos, é melhor para o Brasil”. “Esse slogan vai ser cada vez mais de conhecimento da sociedade”, disse Rêgo Barros. De acordo com o porta-voz, a comunicação oficial do governo também está sendo fortalecida para tratar de outras questões cruciais para o governo também.
Estadão Conteúdo
Tanto interesse numa reforma da previdência alegando gerar mais emprego e ser mais igualitária. Por que não focar numa reforma tributária pra fazer o custo produtivo cair e tirar milhares de trabalhadores da informalidade, gerando mais emprego e aumentando a captação de recursos previdenciários? Uma reforma tributária também aliviaria o que pagamos de impostos. Por que não instigar a uma reforma política pra banir de vez os corruptos que legislam e governam em causa própria?
Os ricos serão os grandes beneficiados. Como todos sabem eles otimizam cada vez mais os seus funcionários. A conversa é igual a reforma da previdência, que iria gerar milhares de empregos.
Conversa ….
Vai deixar os ricos mais ricos e os pobres mais pobres!!
Obs: rico é quem tem avião, helicóptero, lancha, apartamento na Europa….não um coitado da classe média
Com a distribuição do fundo eleitoral nas mãos dos mesmos dirigentes partidários de sempre, a cota de 30% para candidatas mulheres se mostrou mais um instrumento de manutenção de poder.
Há provas em contrário, e não se pode negar um avanço. A obrigatoriedade fez a bancada feminina na Câmara crescer de 51 para 77 deputadas do total de 513 cadeiras (15%). É ainda pequena, mas a maior da história.
Se o Brasil fizesse como a Argentina e reservasse metade dos assentos no Congresso Nacional para mulheres, há elementos para se duvidar de que o efeito seria majoritariamente positivo.
Na eleição do ano passado, a primeira em que se obrigou os partidos a destinarem 30% do dinheiro público para candidatas, homens se valeram de artifícios questionáveis.
Numerosos políticos tradicionais tiraram esposas de casa e encorajaram filhas a enfrentar as urnas de forma a cumprir a regra e ao mesmo tempo manter o cacife.
Nem sempre tiveram sucesso, vide Marlene Campos Machado, lançada pelo ex-marido Campos Machado, deputado estadual desde 1991 e chefe do PTB paulista há anos. Marlene recebeu R$ 2 milhões para fazer campanha, mas seus 48 mil votos não foram suficientes para que se elegesse deputada federal.
Em outros casos, como tem mostrado a Folha, a cota foi usada, ao que tudo indica, ilegalmente. O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio, presidente do PSL em Minas, repassou a verba a candidatas-laranjas com a exigência de recebê-la de volta, segundo depoimentos.
Feministas argumentam que não se pode tomar os maus exemplos como regra e que uma reserva de cadeiras serviria como pressão externa útil para os partidos efetivamente darem espaço às mulheres.
Faz sentido, embora seja difícil imaginar que as mais de 250 eleitas seriam todas elas independentes. Não sem uma mudança estrutural em que todos os partidos tenham conexão com a sociedade.
Declarações como a do presidente Jair Bolsonaro (PSL) provam que a luta será longa.
“Pela primeira vez, o número de ministros e ministras está equilibrado. Nós temos 22 ministérios: 20 homens e 2 mulheres. Cada uma dessas mulheres que estão aqui equivale a dez homens. A garra dessas duas transmite energia para os demais”, ele afirmou.
Folhapress
O governo federal vai intensificar a campanha de esclarecimento da população sobre a reforma da Previdência. O porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, afirmou hoje (8) que a determinação do presidente Jair Bolsonaro é informar a população sobre os principais pontos da proposta do governo, apresentada ao Congresso no mês passado.
“O presidente Jair Bolsonaro determinou a intensificação da estratégia de comunicação da nova previdência por todos os meios disponíveis […]. Os principais pontos a destacar: quem ganha menos paga menos; quem ganha mais paga mais; idade mínima para todos; todos vão contribuir; os direitos estão garantidos e haverá regras de transição”, disse Rêgo Barros.
A ideia é que o slogan da campanha – Nova previdência. É para todos. É melhor para o Brasil – seja mais difundido em televisão, rádio e redes sociais. “Vamos usar, naturalmente, as mídias sociais, que é uma característica do nosso presidente, as mídias sociais do Planalto, integradas à mídia do nosso presidente. Nós vamos usar a disponibilidade de informações por meio da televisão, rádio, jornal”, afirmou o porta-voz.
Bolsonaro será o principal personagem da campanha de esclarecimento à sociedade sobre a reforma da previdência. “O presidente, naquilo que lhe couber, assumirá a liderança dessa comunicação. Ele entende que seu cargo é de extrema responsabilidade e, naturalmente, o seu rosto facilitará o entendimento junto à sociedade”.
O governo pretende mostrar que os mais pobres serão mais beneficiados pela reforma da Previdência. Segundo Rêgo Barros, estudos da equipe econômica apontam que a implantação da “nova previdência” tem potencial para geração de 8 milhões de empregos e um aumento de R$ 5,8 mil no Produto Interno Bruto (PIB) per capita (por membro da família) até 2023. Além disso, a economia gerada pelas novas regras será de R$ 1,2 trilhão em dez anos, segundo projeção do Ministério da Economia.
Agência Brasil
Engodo grande….!!! Será bom pra empresários que não precisam se aposentar….!!! Ei!!! O povo é pobre mas não é burro não….!!!! Anote ai, esse governo é só esse mandato, e eu votei nessa peste….!!!!
Deixa de mentir, esquerdopata, vc votou no fantoche do presidiário, vc é eleitor do partido que virou bando!
Kkk. Será que votou? Ptralha camuflada. O choro é livre.
Concordo em gênero, número e grau, Junior. Essa "nova" previdência é uma forma de prejudicar mais ainda o pobre e miserável trabalhador, beneficiando as empresas e empresários, sobretudo os grandes. Aqueles que financiaram a "campanha" do Bozo, que começou com o impecheament de Dilma. Tudo se resume ao golpe!!!
O Papo de Fogão deste sábado será com Iris Albano, da Angels isenção veicular, que vai explicar se você pode ou não ter até 30% desconto na compra de um carro zero. E Fernando Amaral vai preparar uma moqueca capixaba, que foi muito pedida no instagram.
Na Dica Rápida vai ter uma salada de bifum com kani kama, muito saborosa e saudável.
O Papo de Fogão é transmitido neste sábado (9), às 9h, na TV Ponta Negra.
A promotora de Justiça aposentada Arméli Brennand vem se mostrando um verdadeiro Bombril dentro do governo Fátima Bezerra: mil e uma utilidades. Quem não se lembra desse slogan? Pois bem. Ele está ressugindo no Governo do Estado e jogando o discurso de nomeações técnicas pelo ralo.
Inicialmente, Arméli foi tratada como sendo um perfil técnico para a Secretaria de Mulheres, Cidadania e Direitos Humanos do Rio Grande do Norte (SMDH), pasta que ainda aguarda a criação legal.
Só que como a SMDH não foi criada, ela terminou sendo enviada para assumir a titularidade de outra secretaria: a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc), no lugar de Mauro Albuquerque, que transformou a administração penitenciária do Estado em case nacional. Só que, na pasta, ela começou a desfazer todo o trabalho de Mauro e enfrentou resistência de boa parte dos agentes penitenciários.
Para evitar desgastes, ela terminou saindo da pasta. Só que, para não ficar sem nada, ela terminou sendo alocada como titular da pasta de Esporte e Lazer (Seel). Na Seel, ela passou a ser alvo de críticas de profissionais do setor, pois estava aparentando que a acomodação dela mais parecia um desejo pessoal da governadora em mantê-la com o status de secretária do que em obter nomes técnicos.
Com mais um desgaste, ela foi anunciada, agora, em release do próprio Governo do Estado, como titular da Secretaria das Mulheres e Juventude.
Uma Senhora com um trabalho reconhecido no MP, precisava passar por uma vergonha dessas? Parece aquele personagem de Chico Anísio, o Bozó que fazia de tudo numa televisão kkkk
Tem que mandar embora. Se não tem qualificação pra nenhuma das pastas que ocupou, que dê a vez pra quem merece e some algo de positivo à administração.
Foto: Valter Campanato/Agência BrasilO presidente Jair Bolsonaro e a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, participaram hoje (8) de cerimônia por ocasião do Dia Internacional da Mulher. Eles estavam acompanhados do vice-presidente, Hamilton Mourão, e a esposa, Paula Mourão.
No evento, Bolsonaro afirmou que o número de ministros em seu governo “está equilibrado”, são 20 homens e duas mulheres. “Somente um pequeno detalhe: cada uma dessas mulheres equivale a dez homens. A garra dessas duas transmite energia para os demais”, disse o presidente, sob aplausos das servidoras do Palácio do Planalto presentes. “O futuro do Brasil, em grande parte, passa pela decisão de vocês. Muito obrigado, mulher do Brasil. Sou apaixonado por todas vocês”.
As ministras Tereza Cristina, da Agricultura; e Damares Alves, da pasta da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, estavam presentes no evento. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, também participou da cerimônia.
Três servidoras do Planalto foram presenteadas com vale-compras de uma loja de Brasília. Os vales estavam debaixo de três cadeiras da plateia. Foi a ministra Damares Alves que revelou os brindes e pediu que as servidoras procurassem debaixo das cadeiras.
A primeira-dama lembrou a importância de a mulher lutar por respeito e oportunidades. “O mais importante é lutar em todos os outros dias do ano para que sejamos plenas de oportunidades, lutar pelo desejo de respeito, a necessária acolhida e o merecido reconhecimento. […] Desejo que todas nós possamos nos orgulhar todos os dias da delicadeza e da força feminina em edificar famílias, impulsionar solidariedade e transformar vidas”.
Mais cedo, o presidente postou mensagem em seu Twitter sobre a data. “Qualquer celebração deve vir acompanhada de propostas e que respeitemos o feeling da mulher. Infelizmente não depende só de mim para que muitas das pautas já conhecidas avancem. De tudo faremos que estas jóias raras ao fim dos próximos 4 anos possam se sentir mais representadas.”
Segundo Ele, todas fruto de uma franquejada, algumas não merecem nem merecem ser estupradas por serem feias, deveriam ganhar menos por engravidar e menos mímimi sobre feminicidios (até o corretor é bolsominion, não reconhece essa palavra). Ei bolsonaro vai te coçar.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) editou uma norma para garantir que cargos e funções comissionadas no tribunal sejam ocupados na mesma proporção entre homens e mulheres. O texto foi assinado pelo presidente do STJ, ministro João Otávio de Noronha, no dia 1º de março, em cumprimento aos termos da Política Nacional de Incentivo à Participação Feminina no Poder Judiciário, aprovada em 2018.
A regra do STJ tem objetivo de igualar a ocupação dos cargos de chefia entre homens e mulheres no patamar de 50%. Atualmente, 47% dos cargos do tribunal são ocupados por mulheres. Entre os servidores efetivos, 47% são do sexo feminino. A maior proporção está entre as estagiárias, que representam 57,22% dos aprendizes.
O STJ também publicou duas novas resoluções para garantir prioridade na marcação de férias a servidoras que tiraram licença-maternidade e a dispensa de novo processo seletivo para estagiárias que retornaram ao trabalho após o nascimento do filho.
Já devia ser há muito tempo!!!! Aí nesse dia para se amostrarem, essa é a verdade…. Fizeram isso!!!! A porcaria é toda política! Tá provado, não adianta estudar não adianta ser doutor( doutorado) pra chegar lá, basta ser da equipe.. …um ou outro doidinho entra na jogada quando eles vacilam…. E tá evidenciado não precisa ser de seitas, macumba ou outras coisas….!!!! É até hilário!!! Sistemazinho viu!!!?
Foto: Agência BrasilDepois de quatro altas consecutivas e de atingir a maior cotação do ano, o dólar caiu nesta sexta-feira (8). A moeda norte-americana fechou o dia vendida a R$ 3,87, com recuo de R$ 0,015 (-0,37%).
Mesmo com a queda de hoje, a divisa acumulou alta de 2,38% nesta semana. Esta foi a terceira semana seguida em que o dólar subiu.
No mercado de ações, o Ibovespa, principal indicador da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), encerrou o dia com alta de 1,09%, aos 95.365 pontos. Foi a segunda valorização consecutiva do indicador.
O Ibovespa começou o dia operando em queda, mas reverteu a tendência e passou a subir no início da tarde.
Dez anos após a morte de Michael Jackson, o corpo do cantor poderá ser exumado. Segundo o site Radar Online, pelo menos onze novas acusações contra o Rei do Pop surgiram após o lançamento do documentário Leaving Neverland, que resgata as acusações sobre o envolvimento dele com pedofilia.
Segundo o site americano, as pessoas vão se reunir e juntar evidências de DNA para solicitar que os restos mortais de Michael sejam analisados. As acusações foram feitas por pessoas que na época dos supostos assédios e estupros tinham entre sete e 14 anos.
“Amostras de DNA retiradas de seus restos mortais podem provar que estão dizendo a verdade”, disse uma fonte ao site.
Representantes do legado do artista disseram que as acusações são uma “tentativa patética de conseguir dinheiro fácil com o nome de Michael Jackson”.
Documentário mudou legado de Michael
Exibido na rede norte-americana HBO em 3 e 4 de março e no canal britânico Channel 4 em 6 e 7 de março, Leaving Neverland mostra dois homens adultos com cerca de 40 anos relatando abusos cometidos por Michael Jackson quando eles eram crianças.
As denúncias repercutiram mal na imprensa internacional e rádios de países como Austrália, Canadá e Nova Zelândia excluíram músicas do astro das programações.
Além disso, o caso gerou questionamentos na comunidade artística sobre se Michael deve ou não continuar sendo elogiado por fãs e famosos, com opiniões que se dividem em um debate acalorado no exterior.
Enquanto não se chega a um consenso, uma estátua de Michael Jackson foi removida do Museu Nacional do Futebol, em Manchester, na Inglaterra, na semana passada. O monumento foi construído em 2014.
Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) aponta possibilidade de novas pancadas de chuvas em todas as regiões do estado neste fim de semana, conforme registro acima.
Em evento realizado na manhã desta sexta-feira (8), a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, anunciou o lançamento de uma campanha para treinar profissionais que lidam todos os dias com o público feminino, como os profissionais de beleza, a identificar e denunciar sinais de agressão contra as mulheres.
A campanha, batizada de Salve uma mulher, foi anunciada durante cerimônia de assinatura de acordo técnico entre a pasta chefiada por Damares e o Ministério da Justiça e da Segurança Pública. O objetivo do acordo é fortalecer as políticas públicas voltadas à proteção da mulher em situação de violência.
O acordo de cooperação técnica terá duração de dois anos. As metas e responsabilidades de cada órgão serão definidas por ambos os ministérios em até 30 dias, quando deverá ser assinado um plano de trabalho. A coleta de dados começará 15 dias após a publicação deste documento.
“Precisamos envolver toda a sociedade e, para dar o primeiro passo nesse engajamento da sociedade, hoje lançamos a campanha ‘Salve uma Mulher’. A ideia é enfrentar a violência contra o público feminino com ações que visem conscientizar para responsabilidade de todos na promoção dos direitos, em especial dos profissionais que lidam com as mulheres todos os dias. Nós vamos começar essa campanha com os profissionais da beleza”, disse a ministra durante o evento.
De acordo com Damares, há entre os profissionais de beleza e as clientes uma relação de “confiança”, e, por isso, o treinamento deles é importante para que agressões sejam denunciadas.
“[Vamos] treinar as manicures para quando estiver fazendo a unha da mulher, olhar se tem uma marca no braço, se essa mulher não está tremendo muito. Treinar o cabeleireiros na hora de erguer o cabelo para fazer uma escova, olhar se não tem uma mancha”, explicou.
‘Flores’
Damares disse durante seu discurso que o governo deve ir até as escolas conversar com crianças de quatro e cinco anos para ensinar os meninos a amarem as meninas.
Segundo a ministra, a intenção é fazer com que os homens entendam que as mulheres devem ter igualdade de direitos e oportunidades, mas que devem ser tratadas de forma diferente “por serem mulheres”.
“Os meninos vão ter que entender que as meninas são iguais em direitos e oportunidades, mas são diferentes por serem mulheres, e precisam ser amadas e respeitadas como mulheres. Enquanto meninos acharem que menino é igual a menina, como se pregou no passado com algumas ideologias, ‘já que menina é igual, ela aguenta apanhar’. Nós vamos dizer para eles que elas são iguais em oportunidade e direitos, mas diferentes fisicamente e precisam ser amadas”, disse Damares.
Para a ministra, ensinar meninos a entregar flores e abrir a porta do carro para meninas não coloca a mulher em uma situação de fragilidade, mas a “eleva a um patamar de ser especial pleno”.
“Nós vamos ensinar nossos meninos nas escolas a levar flores para meninas, por que não? Abrir porta do carro para mulher, por que não? A se reverenciar para uma mulher, por que não? Nós não vamos estar colocando a mulher em uma situação de fragilidade. Mas vamos elevar para um patamar de um ser especial pleno, de um ser extraordinário”, defendeu Damares.
Governo mais alienado e destrambelhado da história do Brasil.
Cara de pau!
Parabéns ao presidente Bolsonaro apesar da torcida contra da imprensa tem tomado as medidas corretas para o Brasil sair da crise financeira e moral que o PT nos colocou.