No trend topics Brasil na manhã desta sexta-feira(25) a #InvestigarJeanWillis chegou a primeira posição das discussões no Twitter, com os seguintes questionamentos: Adélio Bispo; facada em Bolsonaro; filiação ao PSOL; sérias desavenças de Jean Wyllys com o então deputado e agora presidente.
Enquanto muitos internautas criticam suspeitas levantadas em redes sociais, uma outra grande parte questiona o sumiço do deputado federal eleito, que alega ameaças e, por isso, pretender não retornar ao país, abrindo mão, até mesmo, do seu mandato.
Vergonha maior que essa, é defender o comandante do maior roubo aos cofres públicos da história mundial, e achar que é progressista juntamente com a impunidade.
Tem que ser investigado!
Por mim teria ido embora bem antes até das eleiçoes, nunca gostei dessa figura!!!
Existem superendividados ativos e passivos. Foto: Pixabay
Cerca de 30 milhões de brasileiros não conseguem mais pagar suas dívidas, segundo dados do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor). Chamados de superendividados, os indivíduos deste grupo representam 15% da população brasileira e metade do número de pessoas inadimplentes no país, que, segundo o SPC Brasil, fechou 2018 com 62,6 milhões de CPFs negativados.
Ainda de acordo com uma pesquisa do SPC, 36% da população não controla a vida financeira, e as desculpas mais usadas são de que os cálculos podem ser feitos de cabeça, têm preguiça, falta de tempo e falta de disciplina para administrar as finanças.
Nesse grupo de superendividados está a secretária Márcia*. Ao ficar desempregada, ela viu as contas se acumularem e virarem um grande problema na sua vida. Hoje, tem uma dívida de mais de R$ 30 mil que compromete sua rotina.
Márcia trabalhava em uma empresa e teve um problema de saúde que causou o seu afastamento pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) por um ano. Assim que voltou ao emprego, foi demitida e passou a usar o cartão de crédito para pagar contas básicas, como compras de mercado.
Hoje, tem pelo menos R$ 3.000 em dívidas com dois bancos, deve R$ 20 mil de condomínio e R$ 8 mil de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).
“Eu ainda estou devendo. Quando tocava o interfone, eu achava que era um oficial de Justiça. Isso prejudicou muito mais a minha saúde”, conta, afirmando que procurou ajuda psiquiátrica para conseguir lidar com a situação. Márcia chegou a receber intimações judiciais, além de ligações e e-mails cobrando o pagamento das dívidas em atraso.
Atualmente, a secretária paga as contas básicas sempre com 30 dias de atraso, mas não mais do que isso. Ela conta que hoje não tem mais gastos para cortar, já que possui apenas internet, água, luz, gás e telefone.
Pressão para pagar
“A pressão que existe para você pagar é a pior coisa. Eu não atendo telefone que eu não conheço. Tem hora que até desligo. Eu tive que mudar de e-mail, porque era um tal de gente mandando coisa de cobrança”, conta. “Passei muita noite em claro [pensando nas dívidas], mas não resolve”, afirma Márcia, que alega não perder o otimismo mesmo frente às dificuldades.
O superendividamento pode ter duas definições, diz a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. Segundo ela, ele ocorre quando a dívida da pessoa é superior ao seu salário e quando as dívidas começam a prejudicar o orçamento e a vida da família.
Já a professora de economia comportamental da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e planejadora financeira Paula Sauer afirma que existem dois tipos de superendividados: o ativo e o passivo. O primeiro é aquele que consome além das possibilidades do seu orçamento, enquanto o segundo se endivida por causa de imprevistos da vida, como desemprego, redução de salário e doenças.
Para Paula, é importante entender que nem todo endividado é irresponsável e acumula dívidas por falta de controle com as finanças. A professora da ESPM diz que tanto o ativo como passivo têm em comum o excesso de otimismo, assim como ocorre com a secretparia Márcia. “Eles têm sempre a sensação de que aquilo é uma situação temporária, de que vai melhorar, e acabam por minimizar o risco na hora em que pegam o empréstimo, pois acham que vai se solucionar muito rápido”, explica.
O histórico familiar também é um ponto que influencia o comportamento de cada um com o dinheiro. “De uma maneira geral, a gente vai aprender a lidar com dinheiro com a família de origem — pai e mãe ou quem representa esse núcleo. A gente não senta e ensina sobre finanças”, afirma.
Paula diz que o dinheiro compra muito mais do que bens e serviços e, por isso, está diretamente ligado com as emoções dos brasileiros. “O dinheiro é muito simbólico. Compra o sucesso, as amizades, deixa você participar de eventos de que não participaria sem ele.”
O endividamento, nesse cenário, muitas vezes acontece para que a pessoa não tenha que mudar o padrão de vida e não mostrar para os outros que está passando por dificuldades. Segundo Paula, aceitar a redução do padrão de vida gera o sentimento de fracasso e de dor. “As pessoas se endividam para não ter essa sensação.”
Crise e falta de educação financeira
Marcela diz que a crise econômica e a falta de educação financeira também são dois fatores que levam ao superendividamento dos brasileiros. “O brasileiro tem dois problemas. Um é a crise economia, que pegou todo o mundo, não teve quem não sofresse. Mas tem um segundo ponto que independe do tempo. O brasileiro não tem educação financeira e não coloca a vida financeira como prioridade”, afirma.
Segundo ela, se houvesse mais planejamento por parte de todos, a crise demoraria mais para impactar no bolso dos brasileiros, que conseguiriam se virar por um pouco mais de tempo, mesmo desempregados. A falta de educação financeira e o acesso a crédito pioram ainda mais a situação.
Marcela diz que uma pesquisa do SPC mostra que houve uma melhora na quantidade de brasileiros que pouparam para pagar as contas do começo de 2019 — passou de 21% em 2018 para 31% em 2019. No entanto, receia que a melhora seja pontual. “As estratégias foram de curto prazo, como pesquisar mais, trocar marca. Quando a gente fala de aposentadoria, reserva para imprevisto, esse tipo de coisa não teve mudança. Meu medo é que, quando você muda só um pedaço da estratégia, não tenha havido uma conscientização de fato.”
O coordenador do MBA de gestão financeira da FGV (Fundação Getulio Vargas) Ricardo Teixeira diz que, por causa da crise, muitas pessoas que tinham condições de arcar com as dívidas perderam esse poder e ficaram superendividadas. A crise, segundo ele, também desestruturou o planejamento de famílias, que passaram a ganhar menos do que precisavam para se manter.
De acordo com o Banco Central, algumas causas para o superendividamento são “situações inesperadas ou de força maior, tais como a perda de emprego, uma doença em pessoa da família; a morte de cônjuge, divórcio e salários atrasados.Também há situações que envolvem um comportamento ou uma avaliação equivocada, tais como consumo irresponsável, má avaliação do orçamento doméstico (gastar mais do que ganha), contratação de crédito caro etc”.
Os superendividados que não souberem por onde começar a resolver seu problema podem procurar o Procon local e Tribunais de Justiça que tenham programa para superendividados, como é o caso de Brasília.
Caso haja cobrança abusiva de juros ou outros problemas legais, é possível procurar a Justiça. Para não fazer novas dívidas com advogados, Marcela orienta que a pessoa procure escritórios modelo de faculdades, em busca de aconselhamento gratuito.
Como lidar com as dívidas
A economista-chefe do SPC diz que o primeiro passo para todo endividado é analisar se a dívida é, de fato, importante. Marcela exemplifica citando um carro: a pessoa precisa decidir se é melhor devolver o veículo e acabar com as pendências. No caso de motoristas de aplicativo, por exemplo, o bem é um instrumento de trabalho e, por isso, será preciso encontrar outras formas de arcar com a dívida.
Quando a dívida vem de um empréstimo, a alternativa é fazer um ajuste no padrão de vida, já que não há como “devolver” o empréstimo ao credor. “Isso é sacrificante, mas o padrão de vida vai ter que caber no que sobra no orçamento”, afirma.
Para Marcela, o ideal é priorizar as dívidas atrasadas, que geralmente possuem taxas de juros. O endividado precisa sentar e anotar todos os gastos para entender o que pode ser redirecionado para o pagamento da dívida.
“Tem que ser muito frio nessa hora para achar dinheiro”, afirma. Marcela diz, por exemplo, que uma família que possui pacote de TV paga, mas não usa todos os canais, pode cancelar o serviço ou reduzir o pacote para pagar menos. O dinheiro da diferença pode ser redirecionado para a dívida.
O corte de gastos pode trazer tristeza e preocupação para os superendividados. Mas, segundo Paula, o mais importante é entender o que é essencial e supérfluo para aquela pessoa. É importante que ela mantenha as atividades que não conseguiria viver sem.
Depois de realizar a análise das contas, é o momento de se encontrar com o credor para renegociar a dívida. Se tentar renegociar sem entender seus gastos, a chance de não conseguir arcar com o compromisso de novo é grande.
Teixeira afirma que ser sincero com o credor é muito importante. “Você precisa ser transparente e verdadeiro. Não adianta aceitar uma negociação que não cabe no bolso e tentar esticá-la demais. É um ganha-ganha”, afirma.
Além disso, guardar as contas é importante tanto quando é preciso acionar a Justiça quanto para entender qual o gatilho que gerou o endividamento. “Mais do que pagar a dívida, preciso saber por que eu entrei no looping de endividamento e não entrar mais. As contas antigas vão te contar uma história. Você não quer ver, mas vai te mostrar por que você gastou mais [do que podia].
Dívidas para priorizar
Marcela indica que existem dois tipos de dívidas que devem ser priorizadas: aquelas põem em risco serviços básicos, como água e luz, e as que possuem altas taxas de juros.
Além de analisar as contas e renegociar a dívida, é preciso acabar com o acesso a novas dívidas. “O superendividado acaba pedalando na dívida dele e vai todo mês piorando a situação. Cortar o acesso ao cheque especial e ao cartão de crédito para evitar tapar o buraco de ontem e abrir um maior ainda amanhã”, afirma.
Hoje, a taxa de juros do cheque especial e do cartão de crédito são algumas das mais altas do mercado – 305,7% e 255,6%, respectivamente, segundo os dados do Banco Central divulgados em dezembro de 2018. Para acabar com o acesso, o endividado deve solicitar o cancelamento destes serviços em uma agência bancária.
Para Teixeira, além de analisar as taxas de juros das dívidas, é importante priorizar aquelas que o endividado vai conseguir se livrar logo. “Você vai querer quitar os compromissos com taxas mais elevadas e que você consegue quitar no curto e médio prazo [mais baratas]”, afirma.
Fique atento!
Marcela, por sua vez, afirma que, no momento do desespero, pessoas procuram ajudas “milagrosas”, que prometem limpar o nome e acabar com a dívida sem ter que pagá-la. “Se você fez a dívida, é difícil que a alguém faça milagre. Muita gente acaba caindo no golpe e gasta dinheiro adicional”, alerta.
* O nome foi trocado para preservar a identidade da entrevistada.
Eu acho bonito esse discurso dessas professoras especialista em marketing, economistas, planejadoras de outras bostas dizerem que o endividado é irresponsavel… quero ver vim para o lugar de quem trabalha o mes inteiro e nao recebe o salario pra pagar as contas com nós servidores do RN, e mais ainda com familia com crianças ainda pequenas!!! se fosse eles ,ECONOMISTAS E OUTROS BOSTAS FALADORES priorizariam o que??? a conta do cartao de crédito ou o alimento do seus filhos??? e outra ninguem se endivida tanto assim por que quer nao, existem varios fatores tipo doenças e outros imprevistos!! esse povo especializado em falar, estao falando em favor dos patroes!!!
Polícia Rodoviária Federal prendeu, por volta das 4h20 desta sexta-feira (25), na BR 304, no trecho conhecido como Reta Tabajara em Macaíba/RN, uma quadrilha de assaltantes que tentava assaltar motoristas que por ali passavam.
O fato se deu quando três ocupantes de uma Amarok chegaram à unidade operacional da PRF em Macaíba e disseram terem sido vítimas de tentativa de assalto na BR 304.
Relataram que indivíduos, dentro de uma Pick Up Strada de cor vermelha, apontaram pistolas para eles e atiraram, tendo dois projéteis atingido a parte traseira da caminhonete. Neste momento os policiais se deslocaram em direção à Reta Tabajara quando cruzaram com o carro suspeito.
A equipe retornou e deu ordem de parada ao condutor do veículo, mas este não atendeu e os ocupantes ainda atiraram contra a viatura. Para garantir a segurança e a integridade, os policiais realizaram disparos contra os suspeitos, momento em que o veículo parou e desceram três homens da cabine e mais três que estavam escondidos sob a capota do compartimento de carga do veículo.
Estes últimos ainda tentaram fugir correndo para o matagal, onde provavelmente descartaram as armas que estavam utilizando. Foram feitas revistas pessoais, no veículo e no local, mas as pistolas não foram localizadas.
Dos seis assaltantes presos, apenas três estavam com documentos. Um deles foi baleado na perna e foi socorrido pelo SAMU para o hospital Deoclécio Fernandes, em Parnamirim.
Caso Vereador
Outras vítimas compareceram à Unidade Operacional da PRF de Macaíba e informaram que a mesma quadrilha havia atirado contra elas. Eram cinco pessoas que estavam em uma Spin do Governo do Estado: dois policiais militares, dois servidores do Detran/RN e um vereador do município de São João de Sabugi/RN, que foi alvejado com um tiro no peito, e se encontra internado no hospital Walfredo Gurgel em Natal, passando por procedimento cirúrgico.
Diante dos fatos, todos os envolvidos, inclusive as vítimas, foram encaminhadas à Central de flagrante em Natal. Na delegacia os presos foram reconhecidos pelas vítimas como sendo os responsáveis pela tentativa de assalto.
BG
Enquanto isto os motoristas tem que enfrentar uma quantidade grande lombas na BR que a duplicação anda a passos de tartaruga e o perigo de assaltos são iminentes. Até quando essa burrice de lombadas em uma rodovia que não tem acostamento nem residencias neste trecho????. Os senhores do DENIT são responsáveis por colocarem os Cidadãos em riscos de assaltos a todo instante (de dia e de noite). A noite é um breu total e os riscos de assaltos são ENORMES.
O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) foi preso em casa, em Curitiba, por volta das 7h desta sexta-feira (25), de acordo com a Justiça Federal. A investigação que originou o mandado de prisão apura supostos crimes na concessão de rodovias do estado. É a segunda vez que o tucano é detido.
A prisão é preventiva, ou seja, por tempo indeterminado. Dirceu Pupo Ferreira, contador da ex-primeira dama Fernanda Richa, é outro alvo de prisão preventiva. De acordo com fontes do G1 Paraná, ele também foi preso.
Na decisão, o juiz Paulo Sérgio Ribeiro, da 23ª Vara Federal de Curitiba, justificou a prisão alegando que Richa e Pupo tentaram influenciar os depoimentos de testemunhas da investigação.
“Ficou comprovado o empenho dos investigados em influir na prova a ser produzida, destacando episódio de turbação/obstrução da investigação, no contexto em que Dirceu Pupo Ferreira tentou convencer uma testemunha a alterar a verdade sobre fatos da investigação acerca do patrimônio da família Richa”, diz trecho do despacho.
Os pedidos de prisões foram feitos pelo Ministério Público Federal (MPF) em um desdobramento da Operação Integração – que foi uma fase da Lava Jato, que investigou a concessão de rodovias no Paraná.
Beto Richa e Dirceu Pupo Ferreira foram presos por policiais federais. Os dois foram levados para a Superintendência da Polícia Federal (PF), na capital paranaense.
O ex-governador é investigado pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
A defesa de Beto Richa disse que ainda não teve acesso ao processo e, por isso, não vai se manifestar. O G1 tenta localizar o advogado de Dirceu Pupo Ferreira.
Conforme o MPF, Beto Richa se beneficiou com, pelo menos R$ 2,7 milhões, em propinas pagas em espécie pelas concessionárias de pedágio do Paraná e por outras empresas que mantinham interesses em atos do governo.
De acordo com os procuradores, parte deste valor, cerca de R$ 142 mil, foi lavada por meio de depósitos feitos em favor da empresa Ocaporã Administradora de Bens.
A empresa, segundo o MPF, era controlada por Beto Richa, apesar de estar no nome de Fernanda Richa e dos filhos do casal.
Preso no ano passado
Em 2018, Beto Richa foi preso pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em Curitiba, no âmbito da Operação “Rádio Patrulha”.
Essa investigação apura esquema de superfaturamento de contratos para manutenção de estradas rurais e pagamento de propina para agentes públicos.
Em 11 de setembro de 2018, dia da prisão, ele foi alvo de duas operações: a do Gaeco, pela qual foi preso, e outra da Polícia Federal (PF), em uma etapa da Lava Jato, em que foi alvo de busca e apreensão.
Quatro dias depois, Beto Richa foi solto após decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.
Conforme a decisão que decretou novamente a prisão de Beto Richa, o salvo conduto concedido pelo ministro do STF “não tem o alcance de impedir a análise do pedido de prisão preventiva com base na hipótese legal da conveniência da instrução ciminal”.
“Passo a analisar, portanto, os pedidos de prisão preventiva de Carlos Alberto Richa e Dirceu Pupo Ferreira por conveniência da instrução criminal, em decorrência da identificação de evento concreto em que os investigados atuaram no sentido de influenciar o depoimento de testemunhas”, afirma o juiz federal.
O governo de Jair Bolsonaro (PSL) dá sinais de que pretende resistir a eventuais investidas da General Motors de pleitear incentivos tributários ou qualquer outro tipo de apoio federal para manter operações no Brasil.
Em um encontro reservado com o alto escalão da montadora, Carlos da Costa, secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do ministério da Economia, foi assertivo: “se precisar fechar [a fábrica], fecha”.
Segundo relatos de pessoas do setor privado, o comentário foi feito durante reunião de pouco mais de meia hora, em 4 de janeiro, entre o secretário e o vice-presidente de Relações Governamentais da GM no Brasil, Marcos Munhoz.
No encontro, Munhoz relatou a Costa que a chefia da montadora nos Estados Unidos considerava as fábricas de São Caetano do Sul (Grande São Paulo) e de São José dos Campos (interior paulista) praticamente “inviáveis” por causa dos altos custos.
O executivo enfatizou, por exemplo, que, enquanto a PLR (participação nos lucros e resultados) chega a R$ 20 mil por funcionário em São Paulo, não passa de R$ 7.000 em Gravataí (RS).
A argumentação, contudo, não parecia sensibilizar o secretário, um dos principais auxiliares do ministro da Economia, Paulo Guedes. Munhoz, então, foi direto: “Corremos o risco de fechar [as fábricas]”. O secretário devolveu: “Se precisar fechar, fecha”.
A declaração gerou mal-estar entre os presentes na reunião, uma vez que a GM emprega mais de 13 mil pessoas em São Caetano do Sul e em São José dos Campos.
A montadora não chegou a apresentar no encontro nenhum pleito específico ao governo federal. A GM vem ameaçando deixar a América do Sul caso não rentabilize suas fábricas na região, principalmente em São Paulo.
Na semana passada, Carlos Zarlenga, presidente da montadora no Mercosul, enviou um email aos funcionários sobre o assunto. Na mensagem, ele dizia que a GM Brasil teve prejuízo de 2016 a 2018, e que 2019 seria um ano decisivo.
Ele reproduzia ainda declarações da presidente global da companhia, Mary Barra, à imprensa americana, em que ela admitia a possibilidade de sair da América do Sul. Pouco dias depois, a GM apresentou aos sindicatos uma extensa pauta de negociação dos direitos trabalhistas para que possa continuar operando no país.
Já o presidente Jair Bolsonaro, que se elegeu com um discurso de redução de subsídios e abertura do mercado, ainda não se manifestou oficialmente sobre o assunto.
Segundo apurou a reportagem, técnicos do governo federal veem as reclamações da montadora com estranheza, pois, quando a GM enfrentou uma forte crise nos EUA, entre 2008 e 2012, as operações na América do Sul seguraram os resultados.
Quatro dias após o encontro com representantes da GM, Costa disse em uma reunião com diferentes representantes do setor produtivo que havia três temas proibidos no governo: subsídios, proteção e mais gasto público.
Procurado pela Folha, o secretário afirmou em nota que se reúne rotineiramente com representantes do setor privado e que vem afirmando aos empresários que “precisamos tornar o Brasil produtivo e competitivo, retirando os entraves que o impedem de produzir mais e melhor”. A GM não comentou.
Só uma correção a um comentário. O Brasil não esta com montadoras "demais". Na verdade, pelo grau de capitalismo no Brasil que é baixo, não só em montadoras, mas em todo o resto, pouco é a concorrência. A proposta do Guedes é justamente abrir o mercado para evitar esse tipo de chantagem.
Interessante essa "crise" na GM. O mundo sabe que a América Latina segurou a viabilidade da empresa quando ela entrou em queda no mercado americano.
O mundo automotivo sabe que a GM é quem mais vende veículos entre as montadoras.
Os usuários sabem que a GM vem tendo entre seus carros como os mais vendidos do país em 04 categorias e o onix um campeão disparado de vendas, chega a ter quase o dobro de vendas em relação ao segundo colocado.
Que crise é essa?
Querem voltar ao cartel das 04 montadoras como fomos submetidos por décadas?
Desde quando distribuir lucro é prejuízo?
A GM está querendo inventar uma crise em nome de quem?
Se estão achando o lucro pequeno, vão vender carros na Venezuela, as demais montadoras vão agradecer o espaço deixado para elas crescerem.
Estranho que uma empresa líder de mercado em vendas de veículos, venha com uma conversa mole destas quando concorre com empresas do mesmo ramo pagando os mesmos impostos que a GM. Aí é falta de gestão e inovação tecnológica e não culpa do governo. Problema é que os empresários que investem no Brasil estão mal acostumados com este papel de "mãe" que o estado Brasileiro ocupa. Na minha humilde opinião, se eles não se ajustam a realidade organizacional que está inserido, FORA.
Isso mesmo, o cidadão comum faz um empreendimento, e se ficar no vermelho, o governo socorre? Lógico que não, Pode ter 1 ou 100 empregados. Se socorrer, quem paga é o contribuinte, que vai ficar sem ser atendido em algum serviço básico por incapacidade empresarial. Portanto esses incentivos se tem que dar, que seja pra todos, são esses favorecimento que vai a propina e caixa 2. Alguns lobistas vivem exclusivamente disso.
O Ministério Público do Rio recebeu imagens registradas por caixas eletrônicos usados para depósitos de dinheiro em espécie no caso Fabrício Queiroz.
Procurada, a assessoria do Ministério Público do Rio informou que, além de o caso estar sob sigilo, a decisão do Supremo que travou a investigação impede qualquer manifestação a respeito.
A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, envolveu-se em uma nova polêmica, desta vez com repercussão internacional. Uma fala dela tornou-se assunto em dois grandes jornais dos Países Baixos e levou o Brasil aos trending topics – lista de assuntos mais comentados – no Twitter de lá nesta quinta-feira (24).
As publicações resgataram um vídeo de 2013 em que a ministra declarou que os pais holandeses são instruídos a ‘massagear sexualmente suas crianças’.
“Inclusive na Holanda, os especialistas ensinam que o menino deve ser masturbado com sete meses de idade para que, ao chegar na fase adulta, possa ser um homem saudável sexualmente, e a menina deve ter a vagina manipulada desde cedo para que ela tenha prazer na fase adulta”, disse Damares em uma igreja evangélica em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.
Na holanda, as reportagens foram recebidas com incredulidade e irritação. A repórter holandesa Sandra Korstjens, autora dos textos que foram veiculados por duas publicações locais, declarou ao UOL: “Muitas pessoas acham difícil acreditar que ela realmente falou isso, porque é tão absurdo”.
A RTL Nieuws da última quarta-feira(23), noticiou “Ministra brasileira: especialistas holandeses recomendam satisfação sexual de bebês”. O Telegraaf, um dos maiores jornais do país, também noticiou a polêmica “Ministra Damares conta fábulas sexuais sobre a Holanda”.
Korstjens disse não entender por que Damares Alves falou essas coisas sobre seu país e desconhece a prática citada pela ministra. A jornalista procurou a assessoria da ministra para entender a origem das declarações, mas não teve resposta. “Não posso falar pelo país inteiro, mas acredito que esse tipo de declaração pode ser muito prejudicial para a imagem que as pessoas têm do Brasil”, disse a jornalista.
Nas redes socias, os holandeses compartilharam a notícia com incredulidade. “Mundo louco, não posso acreditar que isso seja verdade” comentou um internauta.
Um vídeo de 2013?!?!?!
Nem sou a favor dessa Ministra, mas tenho medo que apareça uma gravação de sua festinha de 5 anos onde ela, sem camisa, dançava em cima de um sofá e digam que ela era dada a imoralidade.
A imprensa está cavando sua cova e nem sente.
porquê 06 anos após a atual ministra ter feito esses comentários, 06 anos passados e agora estão explorando, mais uma prova de tentarem mucular a imagem do presidente da república
Estão desenterrando defuntos para prejudicar o governo Bolsonaro, como a própria reportagem diz, o fato se deu em 2013, ou seja, não tinha nada a ver com o cargo de Ministra que ela hoje estar.
Estão desenterrando defunto para prejudicar a imagem do governo Bolsonaro, como a própria reportagem diz, isto foi dito em 2013, ou seja, nada a ver com a Ministra
Isso ocorreu em 2013 ? Em 2013 ela já era Ministra? faltou em 1990 ? E 1982? Fala sério! E as opniões muidam com o tempo! Estão querendo encher linguiça . Deixe o povo trabalhar.
Prefiro falta de juízo que um país arrasado pela corrupção, economia quebrada, indústria sem produzir, populismo irresponsável e apoio a ditadores, simples assim! Quer que desenhe?
Severo. Pode ser tudo isso de ruim para o país que você citou, mais a falta de juízo.
Tem 4 anos pra melhorar ou piorar
Reeleito para o seu terceiro mandato, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) desistiu de reassumir sua cadeira na Câmara. Sob ameaças de morte, o parlamentar decidiu viver no exterior. Desafeto de Wyllys, Jair Bolsonaro anotou no Twitter: “Grande dia.” A manifestação foi recebida nas redes sociais como uma celebração.
Ao ler notícia sobre a repercussão, o presidente retornou ao Twitter: “Fake News!” Bolsonaro esclareceu que celebrava não o “exílio” de Jean Wyllys, mas o resultado de sua passagem pelo Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça: “Referi-me à missão concluída, reuniões produtivas com chefes de Estado, voltando ao país que amo, Bolsa batendo novo recorde na casa dos 97.000 e confiança no nosso país sendo restabelecida, isso faz de hoje um grande dia!”
Exatamente…quem é esse BOSTA DE JEAN ??? o presidente em comemoraçãocom coisa SÉRIA ,e os PTralhas vagabundos achando que o presidente está comemorando o exílio desse merda BBB
Depois que o mito fechou as torneiras pra suprir a falta de gerenciamento dos órgãos de imprensa, que na sua imensa maioria, vive de favores de governo de uma forma privilegiadíssima, com pomposas somas dinheiro e empregos nos diversos escalões, nisso generalizaram os ataques ao governo, inclusive uma pauta positiva, só é divulgada quando o presidente responde com o fato positivo.
O ‘exílio’ de Wyllys nada mais é do que uma fuga planeja do País para não ser preso pela PF. O caso "Adélio Bispo" explica!
O deputado federal Marcelo Freixo não gostou nada de ver o presidente Jair Bolsonaro escrevendo em seu Twitter que esta quinta-feira, 24, é um “grande dia”, pouco tempo depois de Jean Wyllys anunciar que está abandonando o mandato e deixando o Brasil. “Que tal você começar a se comportar como presidente da República e parar de agir como um moleque? Tenha postura”, disse Freixo.
Wyllys é um dos maiores desafetos de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados. Durante a sessão que que sacramentou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, Wyllys chegou a cuspir em Bolsonaro. Após o psolista anunciar a saída da política, tanto o presidente quanto seu filho, o vereador Carlos Bolsonaro, compartilharam mensagens irônicas, mas sem citar nominalmente Wyllys.
Bonito é um DEPUTADO FEDERAL CUSPIR NO ROSTO DE OUTRO??? Que inversão de valores ,gente medíocre,quem é FREIXO ??? maus um parasita a serviço doque não presta na sociedade??? Um que destrói famílias , que valoriza a maconha ou casais de outro mundo ?? Ou mais que quer aparecer ???
Dois dias depois de a Justiça do Rio decretar a prisão do ex-policial militar Adriano da Nóbrega, acusado de chefiar uma milícia na zona oeste do Rio de Janeiro, o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou que propôs duas homenagens a ele, enquanto deputado estadual, porque não sabia das suspeitas contra o agente. Um dos homenageados estava preso no momento em que o pedido de homenagem foi protocolado. Ele também condenou as milícias, que têm presença forte na zona oeste da capital fluminense e também na Baixada e têm influência política no Estado.
“Eu já ofereci centenas de homenagens a policiais militares, a outros integrantes de segurança pública. (As denúncias) São informações que estão vindo à tona agora, e as homenagens foram por situações específicas. Não tem problema nenhum nisso, a gente tem que homenagear aqueles policiais que se destacam. Obviamente, as informações que agora aparecem são completamente diferentes das que eu tinha na época”, afirmou o filho do presidente Jair Bolsonaro, em entrevista ao SBT.
O senador eleito, em discursos na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), em 2006 e 2007, afirmou que “a milícia nada mais é do que um conjunto de policiais buscando expurgar do seio da comunidade o que há de pior: os criminosos”. Também disse em pronunciamento não achar “justa essa perseguição (aos milicianos)”. Nesta quinta-feira, disse ser contra as milícias.
“Sou contra milícias, só que nesse momento (no passado) estava começando uma discussão sobre o que era isso, estava se generalizando de uma forma muito preocupante, em qualquer lugar onde moravam dois ou três policiais militares já estavam sendo considerados milícia. O que eu falei é que eu defendia os policiais”, justificou-se o senador eleito. Ele também disse que frases suas foram tiradas do contexto. “Sou contra qualquer tipo de tentar implantar um Estado paralelo que não seja o nosso democrático de direito”, completou.
Flávio negou que tenha cogitado pedir afastamento do Senado
Flávio Bolsonaro também negou que tenha cogitado pedir afastamento do cargo de senador, que vai assumir em 1.º de fevereiro, para se defender das acusações e como forma de proteger o governo do pai, o presidente Jair Bolsonaro.
“Mentira, não sei nem de onde surgiu essa história. Eu nem tomei posse ainda, vou tomar posse e vou trabalhar muito pelo Rio de Janeiro e pelo Brasil. Não vou me afastar, e quero aproveitar a oportunidade para falar para todo o Brasil da grande perseguição política que estou sofrendo no meu Estado”.
“Tenho a convicção de que o Supremo (Tribunal Federal), ao ingressar no teor dessa minha reclamação, em que eu aponto as irregularidades com provas documentais, com cópia do próprio processo, esse entendimento vai ser pacífico de que houve, sim, quebra do meu sigilo sem autorização judicial”, disse. Ele se referia ao processo que culminou com a decisão do ministro Luiz Fux de suspender a investigação contra Queiroz, até que o relator do caso no STF decida sobre o caso. “Não fui lá pedir foro privilegiado”, completou Flávio.
O que o empresário ganha não é o que ele movimenta, ou não? Lucro é apenas parte das vendas (movimentação), agora até o sigilo bancário das empresas dele foram quebrados? Amigo, isso é um verdadeiro massacre em cima desse rapaz. Que apure a sua idoneidade, mas isso tá exagerado. O que cortar verba publicitária acarreta, uma orquestração!
Mudam-se as doenças e os doentes permanecem os mesmos. Pare de querer justificar um erro apontando outro erro. Parafraseando o Senador Cid Gomes: "o Lula tá preso, seu babaca!". Já foi! Passou! Vai pagar pelo que deve. Agora é hora fiscalizar quem assumiu e evitar que se faça a mesma coisa que fizeram num passado recente. Fica a dica, cultivador de ladrão de estimação.
Bichinho….
Se fosse filho de um molusco já estaria na fogueira da inquisição
Não, porque hoje eles vivem usufruindo do que o 9dedos roubou, sem serem importunado por nenhum órgão, como receita, COAF etc…
Estaria? Porque, até hoje, sequer saiu do papel (tampouco a mídia comprada noticia) qualquer coisa sobre os ricos filhos do molusco…
Acho que vc está enganado! Só agora, depois de mais de 8 anos do término do governo de LulaLadrão, é que os filhos deles estão sendo processados pelas fraudes cometidas para beneficá-los.
Os filhos do molusco ladrão estão por aí usufruindo do nosso dinheiro roubado, e interessante que não tem investigação pra eles. A mamãe Marisa (in memorian) tinha 13 milhões vendendo Avon???
#acabouporra, #serouboutemquepagar. Seja filho de quem for.
Entre 20 de dezembro de 2017 e 6 de junho de 2018, ele sacou 190 mil reais em 38 operações distintas.
O relatório do Coaf, reproduzido pela Veja, diz:
“Verificamos fracionamento nos saques em espécie com cartão de débito, fatos que nos despertam a suspeita de ocultação do destino deste valor e de sua finalidade.”
vcs " jornalistas" deviam se mancar, ´so tem uma noticia? e os outros 26? e aquela assessora do deputado do pt? tomem vergonha na cara, e vc bg só replica noticias da folha lixo?
Se pegar as movimentação de alguns pseudos jornalista, seria um escândalo generalizados também, inclusive suas fontes de recursos. Aí esse país seria passado a limpo
O governo Jair Bolsonaro tenta fechar a conta das concessões e outorgas previstas para este ano, com a ambição de atingir os US$ 20 bilhões (cerca de R$ 75,3 bilhões) prometidos pelo ministro Paulo Guedes. Para acelerar esse plano, o Ministério da Economia, pediu às agências reguladoras informações sobre projeções de receitas de concessões para este ano nas áreas de petróleo, mineração e energia. Já o Programa de Parceria de Investimentos (PPI) enviará aos ministérios que possuem estatais os planos que incluem privatização, liquidação e extinção.
A tarefa, no entanto, não será nada fácil. Desde maio de 2016, a União arrecadou R$ 46,4 bilhões em bônus de outorga (pagamento pelo direito de explorar um bem público) em concessões e privatizações de estatais, segundo dados do PPI. Em 30 meses, o governo Michel Temer concluiu 124 projetos nas áreas de energia, rodovias, aeroportos, portos, óleo e gás.
A área de petróleo foi a que mais trouxe recursos para o governo, com R$ 28 bilhões. Para os primeiros 100 dias de governo, a previsão é que os leilões na área de ferrovias, aeroportos e portos arrecadem R$ 2,3 bilhões em outorga.
O sócio gestor da Inter B.Consultoria, Claudio Frischtak, avalia que a previsão de Guedes é muito otimista e provavelmente está relacionada à promessa do ministro de zerar o rombo nas contas públicas – está previsto um déficit de R$ 159 bilhões este ano. “Eu ficaria surpreso se essa previsão se confirmasse e gostaria de ser surpreendido. Mas sabemos que o processo de concessões e privatizações é demorado”, afirmou. “Temos uma gama de estatais para privatizar, mas poucas são significativas sob o ponto de vista de geração de recursos para o Tesouro. O objetivo principal, aliás, não deve ser arrecadar, mas sim uma gestão melhor e sem captura política.”
Estatais
O governo conta hoje com 135 estatais, das quais 117 do setor produtivo e 18 na área financeira. Entre as principais estão Banco do Brasil, Caixa, BNDES, Correios, Petrobrás e Eletrobrás.
A venda de subsidiárias dessas empresas, no entanto, gera recursos para a respectiva holding, e não para a União. O impacto para o Tesouro Nacional só ocorreria por intermédio da arrecadação de impostos ou por dividendos.
Possuem estatais sob sua supervisão e devem receber ofícios do secretário especial do PPI, Adalberto Vasconcelos, os ministérios de Minas e Energia, Economia, Infraestrutura, Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Agricultura, Defesa, Saúde, Educação e Desenvolvimento Regional, além da própria Presidência da República.
A decisão final a respeito do futuro dessas empresas passa pelos ministérios setoriais, que podem fazer sugestões e alterações nos planos do PPI.
Uma barreira aos planos do governo é a situação econômico-financeira das empresas candidatas à privatização. Desde 2016, a União conseguiu privatizar sete distribuidoras de energia que pertenciam à Eletrobrás. Porém, a única que rendeu bônus para a União foi a Celg, de R$ 2,2 bilhões.
A Câmara dos Deputados recorreu nesta quinta-feira (24) da decisão que determinou a suspensão do pagamento de auxílio-mudança a parlamentares federais reeleitos. Pela decisão em caráter liminar determinada ontem (23) juiz Alexandre Henry Alves, da Seção Judiciária de Ituiutaba (MG), deputados e senadores que receberam o auxílio na atual legislatura deverão devolver o valor aos cofres públicos.
Em nota, a Diretoria-Geral da Câmara informou que o recurso foi apresentado por meio da Advocacia-Geral da União (AGU) e ressaltou ainda que “tem empreendido esforços de forma rotineira para otimizar a utilização dos recursos públicos”.
“Com relação à decisão judicial suscitada, informo que a Câmara dos Deputados, por intermédio da Advocacia-Geral da União, tendo cumprido integralmente a legislação de regência, já apresentou os recursos pertinentes”, destaca o comunicado.
A nota destaca ainda que a Câmara tem antecipado o uso da cota para o exercício da atividade parlamentar para os deputados eleitos e diplomados, “pois sem essa medida haveria um custo adicional com hospedagem e concessão de passagens aéreas para que os novos parlamentares compareçam à sessão de posse no dia 1º de fevereiro de 2019, visto que é necessário dar condições de participação na sessão a todos de forma indistinta”.
Decisão
A liminar foi concedida a partir de uma ação popular protocolada por um vereador de uma cidade próxima a Ituiutaba. Na ação, o impetrante sustentou que o pagamento do auxílio para parlamentares que foram reeleitos provoca prejuízo aos cofres públicos.
De acordo com o Decreto Legislativo 276/2014, deputados e senadores têm direito a R$ 33,7 mil, valor equivalente a um mês de salário, para custear, no início e no final do mandato, despesas com mudança e transporte. Com base na norma, o pagamento vem sendo autorizado pelos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado desde a publicação do texto.
Ao analisar a questão, o magistrado entendeu que o pagamento de auxílio-mudança não se justifica para políticos que mantiveram seus mandatos ou que foram eleitos para outra Casa Legislativa. Dessa forma, segundo o juiz, deputados e senadores reeleitos e deputados eleitos para o Senado, ou vice-versa, não podem receber o benefício.
O Ministério Público do Estado Goiás (MPE-GO) fez mais duas denúncias contra o médium João Teixeira de Faria, conhecido como João de Deus. O filho do médium, Sandro Teixeira de Oliveira, também foi denunciado por coação e tentativa de corrupção ativa de uma testemunha.
Uma das denúncias contra o médium é por causa de suposto estupro de vulnerável, em relação a cinco vítimas (quatro delas do estado de São Paulo e uma do Distrito Federal), e a outra por posse ilegal de arma de fogo.
Mais uma vez, o MPE-GO pediu a decretação de prisão preventiva de João de Deus e o bloqueio de dinheiro do médium para garantir eventual ressarcimento às vítimas em caso de reparação de danos.
Conforme nota do Ministério Público, “as vítimas dos cinco casos agora denunciados tinham entre 23 e 38 anos à época dos fatos, que ocorreram entre março de 2010 e julho de 2016”.
De acordo com os promotores, contra João de Deus também há depoimentos de mais seis mulheres que também alegam ter sido molestadas, mas os crimes caíram em prescrição. “Elas tinham entre 23 e 51 anos à época dos fatos, entre 1996 e 2009”. Essas testemunhas “são dos estados de Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro e do Distrito Federal”.
Posse ilegal de arma
Quanto ao suposto porte ilegal de arma de fogo, a denúncia contra João de Deus também incriminaria sua mulher, Ana Keyla Teixeira. A investigação apreendeu cinco amas no quarto do casal, “três delas de uso permitido e duas de uso restrito ou proibido (…), uma não possuía marca de identificação e outra estava sem número de série”.
A denúncia contra o filho do médium, Sandro, foi por “coação no curso do processo e corrupção ativa de testemunha.” Segundo os promotores, Sandro Teixeira estava armado quando coagiu uma testemunha um dia após ela ter comparecido à delegacia.
Além da coação, o MPE afirma que Sandro ofereceu “vantagens para obter o silêncio dessa testemunha, oferecendo pedras que seriam preciosas”.
Um edital colocado em consulta pública pelo Banco Central no último dia 17 exclui parentes de autoridades do rol de pessoas cujas movimentações financeiras são monitoradas com “especial atenção” pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
O Coaf é o órgão do governo responsável produzir “inteligência financeira e promover a proteção dos setores econômicos contra a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo”. No atual governo, o órgão está sob a responsabilidade do Ministério da Justiça, comandado por Sérgio Moro. Anteriormente, ficava na área de atuação do Ministério da Fazenda (convertido neste ano em Ministério da Economia).
A regra atual diz que as instituições financeiras e empresas reguladas pelo Coaf “devem dedicar especial atenção às operações ou propostas de operações envolvendo pessoa exposta politicamente, bem como com seus familiares, estreitos colaboradores e ou pessoas jurídicas” (veja ao final desta reportagem a lista de quem o texto classifica como autoridades consideradas politicamente expostas, familares e estreitos colaboradores).
No texto da consulta pública do BC, a parte da regra atual que diz que o Coaf a referência aos parentes e colaboradores de autoridades foi suprimida.
Segundo o Banco Central, a exclusão de familiares e colaboradores da lista é uma forma de ampliar o controle. De acordo com o BC, ao analisar movimentações suspeitas, os bancos passarão com isso a considerar qualquer pessoa. Mas o BC admite manter os parentes na lista se durante a consulta pública chegar à conclusão de que essa alternativa deixa mais clara a intenção de se intensificar o combate à lavagem de dinheiro.
Em nota à imprensa, o Banco Central informou que a proposta de regulamentação “não isenta os bancos de monitorar transações suspeitas de parentes de pessoas politicamente expostas (PPE)”. “Na verdade torna mais rígidos, abrangentes e eficientes os controles das instituições financeiras para a prevenção à lavagem e dinheiro e ao financiamento do terrorismo”, diz a nota.
De acordo com o Banco Central, a norma atende às recomendações do Gafi (Grupo de Ação Financeira Internacional) e está alinhada às boas práticas internacionais. O Gafi, explicou o BC, é o principal organismo internacional sobre prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo e congrega mais de 200 países.
Segundo o Banco Central, após a consulta pública, que termina em 18 de março, a estimativa é de publicação da norma no decorrer de 2019, para entrar em vigor em 2020.
Sem limite para comunicação
No edital colocado em consulta pública, o Banco Central também derruba a exigência de valor mínimo para comunicação ao Coaf em relação a movimentações financeiras.
Atualmente, a regra diz que transações realizadas por pessoas físicas ou jurídicas que no período de 30 dias superem R$ 10 mil devem ser comunicadas ao Coaf, assim como solicitação de transferência de recursos, em valor igual ou superior a R$ 5 mil, mediante pagamento em espécie pelo remetente ou por meio de cheques de vários emitentes.
A proposta em análise remove esse limite e estabelece que qualquer operação, de qualquer valor, pode ser considerada suspeita.
O BC informou que a nova regra estipula que as análises “não deverão se ater apenas a determinados valores ou pessoas. As instituições terão que monitorar e analisar todas as transações financeiras, independentemente de valor ou do tipo de pessoa, e reportar tudo o que for suspeito”.
Atualmente, depósitos e saques em dinheiro vivo de R$ 50 mil ou mais já devem ser comunicados. O texto mantém esse valor.
De acordo com o BC, não há sentido em “sinalizar um limite de valor para a comunicação, mas sim deixar claro que operações suspeitas de qualquer valor devem ser comunicadas, o que amplia o escopo de comunicações relevantes”.
O Banco Central diz que a proposta “aperfeiçoa o modelo de abordagem interna de risco das instituições, que deverá considerar, entre outros pontos, a classificação de risco dos clientes, dos produtos e de terceiros contratados”.
Para o presidente da Associação dos Peritos Crimnais Federais, Marcos Camargo, a medida pode abrir brecha para transações “escusas” passarem despercebidas pelos órgãos de controle.
“Se ela deixa de constar dessa lista, somente aquilo que for considerado suspeito é que passaria a ser monitorado. E isso poderia abrir uma brecha para que algumas transações escusas pudessem passar despercebidos pelo controle. Há um histórico de várias empresas de parentes, de pessoas que têm o poder político, que tem a possibilidade então de estar com algum tipo de poder pra fazer essa contratação, e que acaba então se beneficiando disso, e esse dinheiro superavitário, depois, ele vai ser então, ocultado e depois introduzido novamente no mercado”, afirmou.
A Associação dos Delegados da Polícia Federal também criticou a norma em discussão, argumentando que, se for colocada em prática, será um “retrocesso”.
“Pela nossa experiência na investigação, já ficou comprovado ao longo dos anos que a utilização desse tipo de pessoa para ocultação de bens, de dinheiro provindo do crime é muito recorrente. Até por isso que lá atrás isso foi incluído no decreto. então é um prejuízo para a investigação, um prejuízo pro controle e pra fiscalização”, afirmou Edvandir Felix de Paiva, presidente da entidade.
Em nota, a Associação dos Magistrados Brasileiros defendeu a proposta, afirmando que o propósito do Banco Central é aperfeiçoar o combate à corrupção com a racionalização das normas. A AMB afirmou ainda que a norma parece buscar equilíbrio entre a eficiência das regras de controle com menor dano ao cidadão. A entidade disse entender também que a abertura para consulta pública revela o propósito de melhorar o sistema, porque o importante é manter o rigor e aprimorar o combate à corrupção.
Em Davos, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, disse que o governo ainda vai avaliar o assunto.
“Isso vai ter que ser avaliado as razões pelo qual o Banco Central fez essa proposta. E o governo vai se posicionar. Vejam, não é uma decisão tomada e existe uma consulta pública. Então, essa questão está aberta”, declarou.
Pessoas politicamente expostas
Segundo a proposta do Banco Central, as autoridades continuarão a ser consideradas “pessoas expostas politicamente”. Entre essas autoridades, estão:
Detentores de mandatos eletivos dos Poderes Executivo e Legislativo da União;
Ministro de Estado ou equiparado;
Presidente, vice-presidente e diretor, ou equivalentes, de entidades da administração pública indireta;
Membros do Supremo Tribunal Federal, dos Tribunais Superiores e dos Tribunais Regionais Federais, do Trabalho e Eleitorais;
Procurador-Geral da República, o Procurador-Geral do Trabalho, o Procurador-Geral da Justiça Militar e os Procuradores-Gerais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal;
Membros do Tribunal de Contas da União e o Procurador-Geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União;
Presidentes e tesoureiros nacionais, ou equivalentes, de partidos políticos;
Governadores e secretários de Estado e do Distrito Federal;
Deputados estaduais e distritais, os presidentes, ou equivalentes, de entidades da administração pública indireta estadual e distrital e os presidentes de Tribunais de Justiça, Militares, de Contas ou equivalente de Estado e do Distrito Federal;
Prefeitos, Vereadores, Presidentes de Tribunais de Contas ou equivalente dos Municípios.
O Brasil tem conhecimento de que a classe politica, devido as facilidades que tem de lavar dinheiro e a que mais pratica, e mais temos conhecimento, ser querer discriminar, não pode ser retirada dos procedimentos criados pelo BC, que já se mostraram efetivas. Acho que o BC, está dando um tiro no peito do cidadão honesto!Argumentos usados pelo BC so convencem aos lavadores de dinheiro.
Ranalfo Maia
Boa Noite Amigos. Estou procurando o tal link dessa consulta publica e NÃO encontro… já começaram ocultando a consulta ??? Se alguém souber, ou tiver o link, posta ai para a galera votar… se é existente mesmo essa tal consulta publica do BC
tem que entrar no site do banco central (https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/16663/nota) e clicar na palavra "clique", vai abrir a pagina pra enviar as sugestões e tb para baixar a resolução para ler.. não fala só disso
E onde está essa consulta pública para que se possa reivindicar a não exclusão dessas pessoas?
NAO resta duvida ..esse governo foi eleito para roubar…ocultar….fingir ser honesto…e os babacas acreditarem em moralidade….cegos, surdos e doidos acreditam e torcem pelo fim do pais…SE O POVO ACREDITA FORTALECE…ENQUANTO ISSO…
Certeza vc tinha do petralha que você voltou, Bolsonaro ainda veremos, e caso ele comece a roubar, com certeza votaremos em outro, só que uma coisa você tenha certeza, brasileiro nenhum irá mais voltar a votar na quadrilha dos esquerdopatas. Queremos avançar!
Não apoio falta de transparência ou ocultação. Agentes públicos devem prestação de contas a sociedade.
Só não entendo como o COAF não viu uma movimentação suspeita nos anos dos governos do PT e nem como o MPRJ não fez uma investigação dos governos de Sérgio Cabral e Pezão. Por esses motivos concluo que as ações atuais não são isentas.
Seriam dois tiros, um no próprio pé e o outro no pé do povo Brasileiro. Haveria uma enorme contribuição, por parte do governo federal, para a ampliação do laranjal. Muito estranho!
Vai proteger os inocentes?
Agora entendi como a Corrupção vai acabar: acabar com a divulgação, com as investigações, com a ocultação.
Esse não era o governo que iria ampliar os meios de combate à corrupção?
Para o povo de Bolsonaro, quanto menos transparente melhor
Fica caladinho petralha, adoradores de bandido, na época que estavam roubando no poder, esse mesmo COAF não dava um Piu, vivia amordaçado, a roubalheira e os bilhões de reais sendo retirados de bancos pra políticos, familiares e amigos, enquanto esse órgão fazendo ouvido de mercador. Canalhada!
pensei quebia ser o governo da transparencia e corte de gastos. parece que o brasil nao tem jeito mesmo e o problema sao os moradores que nao sabem lidar com o poder. todos que chegam la se corrompem
Será que só eu sinto vergonha alheia da alienação desse povo?
Vergonha maior que essa, é defender o comandante do maior roubo aos cofres públicos da história mundial, e achar que é progressista juntamente com a impunidade.
Tem que ser investigado!
Por mim teria ido embora bem antes até das eleiçoes, nunca gostei dessa figura!!!