Diversos

O Musical Mamonas volta a Natal neste fim de semana

Desde a sua estreia em março de 2016, O Musical Mamonas é sucesso por onde passa. Após se apresentar em mais de trinta cidades pelo país, conquistar diversos prêmios, entre eles o de melhor espetáculo pelo “Guia da Folha”, o musical com direção de José Possi Neto que retrata de forma divertida a história dos “Mamonas Assassinas” volta a Natal para duas apresentações neste fim de semana, 21 e 22 de julho, no , Teatro Riachuelo. As apresentações fazem parte da tour 2018 do espetáculo, com patrocínio da BB Seguro, que passará por algumas cidades do país e será a última tour do espetáculo; Uma excelente e única oportunidade para os fãs relembrarem os grandes sucessos da banda e se divertirem com as histórias retratadas no texto de Walter Daguerre.

“A dramaturgia não é linear e sim irreverente, como o perfil teatral do Mamonas Assassinas. O olhar dos cinco meninos de Guarulhos está retratado no texto. É como se o Dinho, Bento, Samuel, Júlio e o Sérgio contassem a trajetória do grupo desde o tempo em que eram desconhecidos, quando animavam festas de condomínios, até o reconhecimento nacional”, detalha o autor Walter Daguerre. “Os Mamonas são herdeiros diretos de Oscarito e Grande Othelo. De Dercy Gonçalves. Do Velho Guerreiro e dos Trapalhões” acrescenta o diretor José Possi Neto. Na temporada 2018, os atores Rafael Aragão, Jessé Scarpelini, Pedro Reis, Arthur Ienzura e Reginaldo Sama (vencedor da Dança dos Famosos 2017) formam o quinteto que teve uma carreira apoteótica nos anos 90 e que, num terrível acidente aéreo, há 20 anos, deixou a cena pop brasileira. “Eu jamais ousaria encenar essa aventura se não encontrasse verdadeiros talentos para encarná-los”, revela o diretor José Possi.

A idealização e realização do espetáculo é dos produtores associados Rose Dalney, Marcio Sam e Túlio Rivadávia “Nossa intenção é sempre inovar realizando algo que represente nossa identidade brasileira, teatro musical com a alegria e irreverência que é própria do nosso país, e os Mamonas Assassinas são um dos principais representantes dessa irreverência.” comenta Túlio Rivadávia. Os produtores contam que o trio não apenas produziu, mas também colaborou em todo o processo de elaboração da trama. Walter Daguerre, o mesmo autor de “Jim, o Musical” traz para o texto uma estética de brincadeira que permeia todo o espetáculo, apresentando a mesma descontração e escracho que a banda demonstrava dentro e fora dos palcos. A direção de José Possi Neto constrói uma narrativa não linear como forma de explorar ainda mais o humor. Os figurinos de Fábio Namatame, entre eles as fantasias de presidiários, Robin e Chapolin, ressaltam a comicidade do musical.

Apresentado e Patrocinado pela BB Seguros, o espetáculo tem arranjos inéditos e releituras adaptadas, feitos por Miguel Briamonte, diretor musical, que também compôs canções originais e paródias com a colaboração de todo o elenco. A banda toca ao vivo no palco e é composta por cinco músicos, responsáveis por levar ao coração do público sucessos como “Vira-Vira”, “Robocop Gay”, “Sabão Crá-Crá” e “Pelados em Santos”. Vanessa Guillen é a responsável pelas coreografias. A luz é de Wagner Freire e cenário de Nello Marrese.

Ficha Técnica:

Texto: Walter Daguerre

Direção Geral: José Possi Neto

Direção Musical: Miguel Briamonte

Elenco: Rafael Aragão – Dinho/ Jessé Scarpellini – Julio/ Reginaldo Sama – Bento

Pedro Reis – Samuel / Arthur Ienzura – Sergio / Igor Miranda – Rick Bonadio

Ensemble: Pamella Machado / Thalita Trevisani / Ale Brandini / Maria Clara Manesco

Caio Zalc / Guilherme Pivetti / Lucas Corsino / Fábio Lima / Bruno Ospedall

Apresentado por Ministério da Cultura

Apresentado e Patrocinado por BB Seguros

Realização: MINIATURA 9

Produção local: Jorge Elali Produções

SERVIÇO

O Musical Mamonas

Datas: 21 e 22 de julho de 2018

Sábado às 20h e Domingo às 19h

Teatro Riachuelo (Av. Bernardo Vieira, 3775 / Natal RN)

www.teatroriachuelonatal.com.br

INGRESSOS

Setor( Inteira e Meia-entrada, por ordem)

Balcão Nobre

R$50,00

R$25,00

Frisas

R$70,00

R$35,00

Plateia B

R$70,00

R$35,00

Plateia A

R$90,00

R$45,00

Camarotes

R$100,00

R$50,00

Classificação: 10 anos

Duração: 150 minutos

CANAIS DE VENDAS

Bilheteria do Teatro: Shopping Midway Mall – Av. Bernardo Vieira 3775 – piso L3 (terça a sábado, das 12h às 21h, domingo e feriado, das 14h às 20h).

Site: www.uhuu.com

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Diversos

Trans já podem registrar nomes sociais em cartórios; preferido é Bruna

Brunna Valin, 43 anos, tinha 14 quando uma travesti que “fazia ponto” na esquina de sua casa sugeriu a ela um “nome social”. A princípio, era Bruna. Mas depois que ela mesma passou a fazer programa e percebeu que havia oito outras travestis com o mesmo nome na área, o “Bruna” virou “Brunna”: “Acrescentei um ‘n’ para me diferenciar das outras. Os clientes confundiam. Aí, começaram as piadas: ‘Bruna, que não é a Lombardi, mas tem um ‘n’ a mais’. “Com o tempo, passei a curtir. Esse ‘n’ me fez sentir mais empoderada, resistente, visível.”

Brunna Valin em vários momentos (Foto: Arquivo pessoal)

Quase três décadas depois, o nome Bruna (com apenas um ‘n’, mas a mesma pronúncia) continua sendo bastante popular entre transgêneros. É o que mais aparece, por exemplo, entre as beneficiárias do projeto Transcidadania, da Prefeitura de São Paulo, criado para promover a reinserção social da população LGBTT em situação de vulnerabilidade. São sete Brunas, em 200 nomes. O segundo lugar é Marcela, com 5. Seguem-se empatadas Amanda, Andrea e Jessica, com quatro. Depois, Bianca, Cristiane, Marcia e Monique, com três. E os mais criativos: Nathyelly, Samellen, Lorhany e Raylana. Os homens trans são apenas 11. Não há consenso entre os nomes: Anthony, Arthur, Bernardo, Eduardo, Enzo, Gabriel, Ian, Karlos Eduardo, Paulinho, Peterson e Theo.

Ação na Justiça

Apesar de adotar o nome social desde muito jovem, só no ano passado Brunna Vilan fez a retificação em sua documentação. Precisou entrar com uma ação na Justiça e levou dois meses para conseguir, um tempo relativamente curto quando comparado ao da grande maioria dos transgêneros que tentaram: “Havia muitos documentos e certificados com o meu nome social. Eu me tornei uma pessoa pública, então era mais fácil provar a necessidade de oficializar”, explica ela, que hoje é coordenadora do estado de São Paulo pela Aliança Nacional LGBT e orientadora sócio-educativa do Centro de Referência e Defesa da Diversidade (CRD).

Agora já não é preciso entrar na Justiça, nem esperar tanto. Há 15 dias, os transgêneros passaram a ter o direito de alterar o nome e o gênero no registro civil diretamente no cartório — sem necessidade de fazer a cirurgia de redesignação de sexo ou de autorização judicial. O provimento 73 da Corregedoria Nacional da Justiça (CNJ) regulamenta uma decisão tomada em março deste ano pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na ocasião, seis ministros votaram a favor do direito a mudar o nome e o gênero no registro, incluindo a presidente do supremo, Carmen Lúcia. Foram votos vencidos o relator, Marco Aurélio Melo, e os ministros Alexandre Moraes, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes.

Marcela não, Marcelle

Procurada pelo blog, assessoria da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg) afirmou que não tinha condição de fazer um levantamento dos nomes mais escolhidos pelos transgêneros para alteração no registro civil porque a regulamentação do CNJ é muito recente. Tampouco conseguiram verificar pelos nomes alterados por intermédio de ação judicial. Informaram apenas que eram 240 em São Paulo.

A caixa de supermercado trans Marcelle, 52 anos, batizada Marcelo, recebeu com muita satisfação a notícia da mudança. “Menos um constrangimento para passar”, diz. Ela conta que em 2004 entrou na Justiça com um pedido de alteração do nome, mas nunca conseguiu. “Nem o advogado sabia que argumentos poderia usar”, lembra ela, rindo.

Marcelle diz que a princípio pensou em usar socialmente o feminino do nome que sua mãe havia escolhido para batizá-la. Marcela: “Mas alguém muito próximo me disse que eu não tinha uma personalidade suficientemente forte para para envergar esse nome. Então, optei pelo sufixo ‘elle’. Nomes com essa terminação, Danielle, Gabrielle, Michelle têm mais a ver com gente enjoada, sensível, como eu”, ela acha.

Consulta à mãe

O caso da modelo Lea T, nascida Leandro, é similar ao de Marcelle. Seu agente, José Macedo, conta que Lea consultou a mãe sobre o nome que deveria adotar. “Como na certidão de nascimento ela era Leandro, a mãe sugeriu Leandra. Lea é nome artístico”, explica Macedo.

Ele afirma que a alteração do nome no registro saiu há cerca de dois anos, depois que a modelo se submeteu à cirurgia de redesignação de sexo. “Na Italia foi bem mais rápido; aqui demorou um tempo ainda.”

A modelo Lea T. consultou a mãe antes de escolher o nome, que vem de Leandro; “No registro ela é Leandra”, diz José Macedo, agente da modelo. “Lea T é nome artístico.” (Foto: Marlene Bergamo/Folhapress)

João não existe

No mundo politicamente correto, não é de bom tom perguntar o nome de batismo de uma pessoa transgênero. Considera-se uma ofensa. “Se uma pessoa nasceu João, mas se identifica como Maria, é assim que se deve chamá-la. Querer saber o motivo pelo qual ela decidiu mudar, ou mesmo detalhes sobre a escolha do novo nome, é transfóbico”, acredita a atriz Fernanda Custódio, 28 anos, que se define como mulher trans. “O nome de batismo é uma escolha da família, que rejeita a sua transexualidade”, acha ela.

Por um tempo, quando trabalhava como garota de programa e não queria que os colegas de faculdade soubessem, Fernanda se apresentava como Suzy.

Ela conta que acompanhou o noticiário sobre a decisão dos ministros do STF em favor da mudança de nome e gênero, e que assim que tiver oportunidade fará a alteração no registro civil. “Nasci em São Caetano do Sul, fui registrada lá, então preciso que o cartório daqui faça uma solicitação para o de lá. Ainda não tive tempo de ir atrás disso”, explica.

Fernanda Custódio explica que perguntar nome de batismo é “transfóbico” (Foto: Arquivo pessoal)

Gênero: neutro

Fernanda é companheira de Guttervil, artista que foi lésbica e agora se define como agênero. Quando se referem a Gutter, Fernanda e seus amigos usam um “x” no fim do substantivo, do adjetivo ou do pronome, para evitar caracterização de gênero. Gutter diz que a decisão do STF não contempla casos como o delex. “No cartório, a pessoa tem de escolher entre masculino e feminino. Não existe a possibilidade de ‘neutro””, diz.

No final de 2013, a Alemanha tornou-se o primeiro país europeu a oficializar o terceiro gênero. Com isso, os pais do bebê podem registrá-lo como “masculino”, “feminino” ou “indefinido”. Assim, no futuro a pessoa escolhe se prefere ser definida como homem ou mulher. Ou mesmo seguir com o sexo indefinido

Ex-lésbica, agora agênero, Guttervil aguarda a possibilidade de registrar-se no cartório como “neutro” (Foto: arquivo pessoal/Laysa Alencar)

Dupla alteração e polêmica

Antes do provimento 73 da CNJ, qualquer pessoa que sofresse constrangimento social por causa do nome poderia pedir na Justiça sua alteração — não só os que enfrentavam problema com gênero e sexualidade. Porém, segundo a advogada Laira Rachid, professora de direito de família, os transgêneros precisavam não só da autorização para a mudança de nome, mas também para a de sexo — e nem sempre os juízes eram favoráveis. “Mesmo que conseguisse, depois de muitos anos, autorização para mudar o nome no registro, a pessoa continuava vulnerável a situações vexatórias”, lembra a advogada.

Laira considera a decisão do STF um avanço em favor da dignidade humana e de cidadania, sem contar a desburocratização do processo. Entretanto, ela acredita que a normatização pode levantar polêmica. Afinal, em termos jurídicos e sociais, uma pessoa deixa de existir e passa a ser outra. “É preciso pensar em mecanismos para coibir fraudes por parte dos oportunistas. Na Argentina, por exemplo, veiculou-se o caso de um homem que declarou pertencer ao gênero feminino para poder se aposentar mais cedo.”

Serviço

De acordo com a tabeliã Fernanda Leitão, do 15º cartório de notas do Rio de Janeiro, o pedido de alteração do nome pode ser feito em qualquer cartório, não necessariamente no que a pessoa foi registrada; não é possível mudar o nome de família, apenas o pré-nome. A taxa “básica” R$ 261 (mas pode variar dependendo do estado e do cartório; se for em outra cidade, por exemplo, eventualmente são cobrados “extras”); segundo a assessoria da CNJ, em “caso de comprovada situação de pobreza, o interessado pode valer-se das hipóteses de gratuidade da Justiça”. Ainda pelo que estabeleceu a corregedoria, o prazo máximo para a entrega da nova documentação é cinco dias. Caso o solicitante seja menor de idade, é necessário a autorização dos pais; se for casado, o consentimento do cônjuge.

O interessado deve comparecer ao cartório munido da certidão de nascimento atualizada; cópia do RG, do CPF e do título de eleitor; comprovante de endereço; certidão do distribuidor cível e criminal do local de residência dos últimos cinco anos (estadual/federal); certidão de execução criminal do local de residência dos últimos cinco anos (estadual/federal); certidão dos tabelionatos de protestos do local de residência dos últimos cinco anos; certidão da Justiça Eleitoral do local de residência dos últimos cinco anos; certidão da Justiça do Trabalho do local de residência dos últimos cinco anos.

UOL

 

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Polícia

Vinte e um homicídios são registrados no RN no fim de semana

O Observatório da Violência no Rio Grande do Norte(Obvio) contabilizou 21 mortes violentas no estado entre a sexta-feira(13) e o domingo(15). A maioria dos crimes foi cometido por arma de fogo(20), enquanto um com arma branca.

Segundo o Obvio, a cidade de Parnamirim foi a que mais regitrou crimes do tipo, com quatro casos, seguido de Natal, Mossoró e Apodi, ambos os municípios com três. Completam a lista Areia Branca(2), Baía Formosa, Elói de Sousa, Caicó, Maxaranguape, Assu e São Vicente(1).

Neste ano, até o momento, Natal lidera o ranking de mortes violentas, com cerca de 280 homicídios.

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Diversos

UFRN sedia Grupo de Estudos Marxista durante o período de férias

A Universidade Federal do Rio Grande Norte (UFRN) sedia um Grupo de Estudos Marxista durante o período letivo de férias. O evento é organizado pelo Esquerda Diário, jornal de esquerda online. O Grupo pretende discutir temas como a reforma trabalhista, questões de gênero e sexualidade, além de discutir o modelo econômico capitalista.

Os encontros acontecem entre os dias 18 e 25 de julho das 10h às 13h, no Setor 2 de aulas, sala B2. Não precisa de inscrição, basta comparecer ao local. Para consultar a programação acesse a página do evento.

Com informações da UFRN

Opinião dos leitores

  1. Fácil aprender, não precisa perder tempo com teorias impraticáveis, é só se mudar pra Cuba, Venezuela, Coréia do norte ou mesmo pra Rússia onde estão lutando pra sair do socialismo. Eu até faço uma cota pras passagens de ida

  2. Pra onde você pender meu caro, a IDEOLOGIA fará parte do seu ambiente e do seu dia dia. KKK

  3. Bem que poderiam começar esse importante estudo mostrando os países onde o socialismo deu certo.
    Juro que não entendo porque eles não falam dos casos de sucesso do sistema que defendem.
    Nada melhor que exemplos de sucesso para convencer alguém que casos de sucesso.

    1. QUE ATRASO! PODERIAM FECHAR ESSES CURSOS E APROVEITAR AS INSTALAÇÕES PARA CURSOS DE CORTE E COSTURA E DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E HIDRÁULICAS.

      O "dar certo" depende do ponto de vista do observador. Pela ótica, por exemplo, da elite cleptocrática venezuelana o socialismo do sec XXI é um sucesso. Eles fizeram as expropriações que bem entenderam, botaram o empresariado de joelhos e hoje os boliburgueses e enchufados lavam a burra enquanto o povo morre de fome. Isso tendo os EUA como maior parceiro comercial e com escassez de produtos em pleno pico do preço do petróleo. Deve ter mais gente estudando Marx na UFRN do que em toda a China.

      Mas eu compreendo. É gente que inveja o esforço dos outros. Precisa do discurso Racionalizador da 'igualdade' para poder lidar com esse sentimento. No fundo, é tudo gente que quer ou faz o seu meio de vida na estrutura sindical, política, burocrática ou acadêmica (para comuno-fascistas, essas se interpenetram).

  4. Ainda tem gente que cai nesta, ideologia testada por mais de um século onde o resultado foi socializar a fome e a pobreza (todos iguais na miséria)

    1. Nem todos vivem na miséria. Os detentores do poder vivem num mundo à parte, afastado de qualquer sombra de pobreza.

    2. Ideologia safada, nunca vai dar certo !!! 0 maior exemplo é a China. Comunismo estou fora!! É melhor ser um liso natalense cheio de dívidas, mas capitalista com orgulho, embora sem capital.

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Trânsito

Operação tapa buracos nesta segunda-feira na Zona Norte de Natal

Nesta segunda-feira (16), os bairros de Nossa Senhora da Apresentação, Parque das Dunas e o loteamento Brasil Novo, todos na zona Norte, recebem os serviços da Operação tapa buracos, tocados pela Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura (Semov). O destaque é a aplicação de asfalto em suas ruas e avenidas.

De acordo com o secretário Tomaz Neto, titular da Semov, as equipes do setor de Conservação estão com o serviço nas avenidas Comunidade em Ação, no Brasil Novo, e Maranguape, no Nossa Senhora da Apresentação. “E também no anel viário do Parque das Dunas. Todas elas, vias de grande fluxo de veículos”, ressaltou o secretário de Obras Públicas.

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Saúde

DST pouco conhecida pode se transformar em superbactéria

O uso de camisinha é o principal meio de prevenção, segundo especialistas (Foto: Asscom/Sesa ES)

Uma infecção sexualmente transmissível pouco conhecida pode se transformar em uma superbactéria resistente a tratamentos com antibióticos mais conhecidos, segundo um alerta feito por especialistas europeus.

A Mycoplasma genitalium (MG), como é conhecida, já tem se mostrado resistente a alguns deles e, no Reino Unido, autoridades de saúde trabalham com novas diretrizes para evitar que o quadro vire um caso de emergência pública.

O esforço é para identificar e tratar a bactéria de forma mais eficaz, mas também para estimular a prevenção, com o uso de camisinha.

O que é a MG?

A Mycoplasma genitalium é uma bactéria que pode ser transmitida por meio de relações sexuais com um parceiro contaminado.

Nos homens, ela causa a inflamação da uretra, levando a emissão de secreção pelo pênis e a dor na hora de urinar.

Nas mulheres, pode inflamar os órgãos reprodutivos – o útero e as trompas de falópio – provocando não só dor, como também febre, sangramento e infertilidade, ou seja, dificuldade para ter filhos.

A infecção, porém, nem sempre apresenta sintomas.

E pode ser confundida com outras doenças sexualmente transmissíveis, como a clamídia, que é mais frequente no Brasil.

Preocupação

A ascensão da MG ocorre principalmente no continente europeu, mas, no Brasil, o Ministério da Saúde diz que monitora a bactéria tanto pelo aumento da prevalência quanto pelo aumento da resistência antimicrobiana.

Como a infecção por essa bactéria não é de notificação compulsória no país, ou seja, as secretarias de saúde dos Estados e municípios não são obrigadas a informar os casos, não se sabe quantas são as pessoas atingidas.

No entanto, segundo o Ministério da Saúde, estudos regionais demonstram que ela “é muito menos frequente que outros agentes como a N. gonorrhoeae (responsável pela gonorreia) e Chlamydia trachomatis (responsável pela clamídia) – que, quando não tratadas, também podem causar infertilidade, dor durante as relações sexuais, entre outros danos à saúde.

No Reino Unido, por outro lado, o quadro preocupa, segundo a Associação Britânica de Saúde Sexual e HIV (BASHH, da sigla em inglês).

A associação afirma que as taxas de erradicação da bactéria após o tratamento com um grupo de antibióticos chamados macrolídeos estão diminuindo.

E que a resistência da MG a esses antibióticos é estimada em cerca de 40% no Reino Unido.

Um outro tipo de antibiótico, porém, a azitromicina, ainda funciona na maioria dos casos.

Diretrizes

Novas diretrizes detalhando a melhor forma de identificar e tratar a MG estão sendo lançadas, nesse contexto, no Reino Unido.

Já existem testes para detectar a bactéria, mas eles ainda não estão disponíveis em todas as clínicas da Inglaterra, onde os médicos podem, entretanto, enviar amostras para o laboratório da Public Health England – a agência executiva do Departamento de Saúde e Assistência Social – para obter um diagnóstico.

Peter Greenhouse, especialista em DSTs, recomenda às pessoas que tomem precauções.

“Já é hora de o público aprender sobre a Mycoplasma genitalium”, disse ele. “É mais um bom motivo para por camisinhas nas malas das férias de verão – e realmente usá-las.”

No Brasil, o Ministério da Saúde afirma que “a realidade ainda é muito diferente da Inglaterra”, mas que é necessário identificar os casos e tratá-los “para interromper a cadeia de transmissão”.

“Vale destacar que a camisinha masculina ou feminina é fornecida gratuitamente pelo Sistema único de Saúde (SUS), podendo ser retirada nas unidades de saúde de todo o país”, lembra.

G1 – Bem Estar, via BBC

 

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Política

TSE pode decidir no recesso sobre pedido para declarar Lula inelegível

O ex-presidente Lula ao deixar o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC em 7 de abril, antes de ir para a prisão em Curitiba (Foto: Leonardo Benassatto/Reuters)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pode decidir durante o recesso de julho sobre pedido de dois coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL) para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja declarado imediatamente inelegível.

Eles querem que a Corte eleitoral decida sobre o tema antes mesmo do registro das candidaturas, cujo prazo final é 15 de agosto.

A ação, apresentada na sexta-feira (13) em nome de Kim Kataguiri e Rubens Nunes, pede uma liminar (decisão provisória) para “declarar desde já a incontroversa inelegibilidade”.

Além disso, pede a proibição do registro de candidatura, de atos de campanha e a citação do nome de Lula em pesquisas.

A defesa de Lula considera o pedido um “questionamento precoce”, já que a candidatura depende ser formalizada em convenção partidária, diz que a iniciativa é “meramente midiática” e que o pedido é “um mal concebido manifesto político travestido de ação” (leia mais ao final desta reportagem).

O relator do caso é o ministro Admar Gonzaga, escolhido por sorteio. Como o TSE está em recesso até dia 31, o pedido de liminar pode ser analisado pelo plantonista, a ministra Rosa Weber.

Até o dia 20, Rosa Weber, vice-presidente do TSE, está de plantão. Depois, o presidente do TSE, ministro Luiz Fux, reassume o comando do tribunal. Eles podem decidir ainda aguardar o fim do recesso para que a questão seja analisada pelo relator.

Pedido do MBL

O argumento da ação é que Lula não pode nem se registrar porque a Lei da Ficha Limpa proíbe candidatura de políticos condenados por órgão colegiado – Lula teve condenação por corrupção e lavagem de dinheiro mantida pela 8ª turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região e está preso desde abril.

Para o MBL, é “flagrantemente imoral” conceder tempo de rádio e TV e autorizar uso do fundo partidário na campanha do ex-presidente.

“É inconcebível conceder a candidato evidentemente inelegível dinheiro público para que pratique atos de campanha eleitoral, motivo pelo qual, repita-se, esse colendo TSE deve desde logo manifestar-se pela evidente inelegibilidade do requerido, não havendo que se falar em qualquer possibilidade de registro de candidatura”, diz a peça de 14 páginas.

Defesa de Lula contesta

Em documento de seis páginas apresentado no fim da noite de sexta, a defesa de Lula rebateu o pedido e pediu que o TSE rejeite o questionamento “precoce” da candidatura.

A defesa diz que o pedido é “um mal concebido manifesto político travestido de ação” e uma “iniciativa meramente midiática”.

Para os advogados, não se pode impedir previamente registro de candidatura porque cabe à Justiça Eleitoral analisar cada caso individualmente.

Além disso, o documento da defesa afirma que os coordenadores do MBL não têm legitimidade para fazer o pedido porque, por lei, somente outro candidato, partido, coligação e Ministério Público podem questionar candidaturas.

“Trata-se, portanto, de impugnação precoce; constrangedoramente precoce. (…) O reconhecimento de eventual inelegibilidade só pode ser realizado pelo TSE depois que o ex-presidente formalizar (e formalizará apenas se a convenção aprovar seu nome) o pedido de registro”, afirma documento assinado pelo advogado Luiz Fernando Pereira.

G1

Opinião dos leitores

    1. Ví uma colega sua de ideologia fugindo dele como o diabo foge da cruz, sabia que seria massacrada no campo de ideias. O consciênte falou mais alto e viu que os argumentos petralhas são frágeis demais. Rsrsrs

  1. Essa defesa de Lula é um circo dos horrores, eles perdem tempo precioso tornando a defesa que deveria ser jurídica em midiática. Vão se lançar candidatos a quê? Eles fazem de tudo para aparecer e esquecem o essencial, defender Lula. Conseguiram tirar o ex ministro da defesa e continuam fazendo espetáculo no lugar de defender o cliente. Essa é a maior razão de Lula continuar preso, a ineficiência da defesa constituída

  2. Como sempre os advogados de Lula querendo IMPOR A FORMA DE AGIR e JULGAR DOS TRIBUNAIS. Eles não fazem defesa, apenas ditam as regras determinando o que deve ser feito na justiça com base na compreensão do PT.
    Típico de partido totalitarista onde sua compreensão deve ser regra e sua vontade ordem a ser cumprida. Fez muito bem Sepúlveda ter saído desse ninho de ratos que vem jogando Lula na cadeia por constituir uma defesa ineficiente e que só gera fatos extra justiça para aparecer e colocar cada vez mais o ex presidente dentro da cadeia.

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Judiciário

Tribunal de Justiça recebe denúncia contra prefeita do Município de Ouro Branco-RN

O Tribunal de Justiça do RN recebeu Denúncia ofertada pelo Ministério Público Estadual contra a prefeita municipal de Ouro Branco(cidade 250 km de Natal), Maria de Fátima Araújo da Silva, pela prática, em tese, dos crimes de desobediência e falsidade ideológica – inserção de informação falsa no Decreto nº 007/2015 – em concurso material.

Os desembargadores seguiram o voto da relatora da ação, desembargadora Zeneide Bezerra, que considerou o acervo probatório suficiente para embasar a denúncia, assim como observou as condições materiais da ação devidamente preenchidas, além dos requisitos dispostos no artigo 41 do Código de Processo Penal.

A denúncia do MP foi baseada em dados colhidos no Inquérito nº 083/2015, instaurado com base em constatação de suposto crime cometido pela prefeita, nos autos da Ação Civil Pública nº 0100201- 83.2015.8.20.017.

No documento, o Ministério Público afirma que em 19 de abril de 2015 e 20 de maio de 2015, a prefeita Maria de Fátima Araújo Silva deixou de cumprir ordem judicial, proferida nos autos da Ação Civil Pública citada acima, sem dar motivo da recusa ou da impossibilidade, por escrito, à autoridade competente, bem como, no mesmo período, inseriu, em documento público, declaração falsa ou diversa da que deveria ser escrita, com o fim alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante.

No dia 25 de março de 2015, o Ministério Público Estadual, por intermédio da Promotoria de Justiça da Comarca de Jardim do Seridó, ajuizou Ação Civil Pública contra o Município de Ouro Branco, através da qual requereu a decretação da nulidade de três processos seletivos realizados pela Prefeitura para contratação temporária de prestadores de serviços, uma vez que não observaram os princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade administrativa.

Por meio da ação, o MP disse que demonstrou à Justiça que tais certames possuíam diversos vícios como prazos exíguos para inscrição e interposição de recursos, ausência de critério objetivo para as avaliações realizadas por meio de entrevista, bem como incongruências nas análises de currículo, em nítido favorecimento a indivíduos anteriormente contratados temporariamente pelo Município de Ouro Branco.

Em virtude de tais fatos, o Ministério Público requereu a concessão de medida liminar para que fosse decretada a suspensão das contratações realizadas por meio dos aludidos processos seletivos, bem como que fosse determinada a realização do concurso público para o preenchimento dos cargos em questão.

No dia 7 de abril de 2015, a Justiça em Jardim do Seridó determinou que o Município de Ouro Branco suspendesse, no prazo de cinco dias, todas as contratações temporárias realizadas com base nos processos seletivos descritos em Juízo. Todavia, em 2 de maio de 2016, a determinação não foi cumprida pela Prefeita no prazo estipulado, mas somente em 8 de maio de 2015 publicou em diário oficial Decreto anulando os processos seletivos.

Como se não bastasse o retardo no cumprimento da decisão judicial, a Promotoria de Justiça de Jardim do Seridó comprovou que diversas pessoas contratadas através daqueles processos seletivos permaneceram prestando serviços à Prefeitura de Ouro Branco até, pelo menos, o dia 20 de maio de 2015, o que igualmente foi reconhecido pela justiça em Jardim do Seridó na sentença.

Decisão

A relatora da ação, desembargadora Zeneide Bezerra, não enxergou vícios na peça de acusação que impeçam o seu recebimento por inépcia, pois reconheceu que os fatos imputados à Prefeita acham-se devidamente descritos com todas as suas circunstâncias, em observância ao disciplinado no artigo 41 do CPP, viabilizando o exercício dos direitos constitucionais, sobretudo, os relacionados à ampla defesa e ao contraditório.

“No que se refere a existência de justa causa para ação penal, considero que há nos autos elementos probatórios mínimos e apriorísticos, denotando que a denunciada teria supostamente realizado as condutas penalmente tipificadas, embora tenha alegado a inexistência do fato criminoso, não há elementos de convicção suficientes a rechaçar os indícios de prática delituosa trazidos pelo Ministério Público”, decidiu a relatora.

(Ação Penal Originária n° 2017.000154-7)
TJRN

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Esporte

França fatura R$ 146,3 mi por título na Copa da Rússia; veja quanto cada seleção receberá

Imagem: Shaun Botterill/Getty Images

A vitória da França por 4 a 2 sobre a Croácia na final da Copa do Mundo da Rússia garantiu o bicampeonato Mundial e o valor de US$ 38 milhões (R$ 146,3 milhões) à Federação Francesa de Futebol.

A este valor, soma-se US$ 1,5 milhão (R$ 5,8 milhões), valor que cada seleção recebeu da Fifa apenas por participar da Copa do Mundo da Rússia. Ou seja, a seleção francesa vai receber a quantia de US$ 39,5 milhões (R$ 152,1 milhões).

Vice-campeã, a Croácia receberá US$ 29,5 milhões (R$ 113,5 milhões), sendo US$ 28 milhões (R$ 107,8 milhões) pelo segundo lugar e US$ 1,5 milhão (R$ 5,8 milhões) pela participação.

Os valores levam em consideração a cotação do dólar de sexta-feira (13/7), último dia útil.

Veja abaixo quanto cada uma das 32 seleções receberá da Fifa:

França: US$ 39,5 milhões (R$ 152,1 milhões)

Croácia: US$ 29,5 milhões (R$ 113,5 milhões)

Bélgica: US$ 25,5 milhões (R$ 98,2 milhões)

Inglaterra: US$ 23,5 milhões (R$ 90,5 milhões)

Brasil, Rússia, Suécia e Uruguai, seleções eliminadas nas quartas de final: US$ 17,5 milhões (R$ 67,4 milhões)

Argentina, Colômbia, Espanha, Dinamarca, Japão, México, Portugal e Suíça, seleções eliminadas nas oitavas de final: US$ 13,5 milhões (R$ 52 milhões)

Alemanha, Arábia Saudita, Austrália, Coreia do Sul, Costa Rica, Egito, Irã, Islândia, Marrocos, Nigéria, Panamá, Peru, Polônia, Senegal, Sérvia e Tunísia, seleções eliminadas na fase de grupos: US$ 9,5 milhões (R$ 36,6 milhões)

UOL

 

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Política

No Brasil, 15 dos 35 partidos mantêm presidentes há mais de 10 anos ou desde a fundação

Roberto Freire (PPS-SP) durante audiência pública – Givaldo Barbosa / Agência O Globo (04/04/2017)

As negociações para a definição de alianças à disputa presidencial revelam como o poder em boa parte dos partidos segue sendo exercido por caciques que se perpetuam no comando. Levantamento feito pelo GLOBO com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que 15 das 35 siglas registradas têm presidentes eternizados no cargo. Para especialistas, essa prática mostra falta de democracia interna e controle da burocracia por oligarquias.

As lideranças enraizadas há mais de uma década ou desde a fundação — o que ocorre nos partidos criados recentemente — estão presentes em todo o espectro eleitoral brasileiro. Vão desde legendas tradicionais, como o PDT de Carlos Lupi, e o PPS de Roberto Freire, a nanicos das mais variadas matizes ideológicas, como PSTU, PRTB e Democracia Cristã — o antigo PSDC. Também incluem siglas médias criadas durante os governos petistas, como PSD, PROS e Solidariedade. Juntas, essas 15 agremiações receberão 20% dos valores destinados aos fundos partidário e eleitoral em 2018, cerca de R$ 474 milhões.

O caso do pedetista Lupi é emblemático. Herdeiro político de Leonel Brizola, assumiu o controle do partido após a morte do ex-governador do Rio, em 2004. Lidou com movimentos oposicionistas usando todas as prerrogativas do cargo, como a possibilidade de destituir comissões estaduais e municipais. Há alguns anos, em meio a um motim com a participação dos netos de Brizola, chegou a acumular a direção nacional do partido com o comando dos diretórios estadual e municipal do Rio de Janeiro. Venceu e viu os opositores rumarem para outras siglas.

— Eu não passei um dia na presidência do partido que não fosse confirmado pelo voto dos meus companheiros. De dois em dois anos tem convenção para eleger a presidência — diz, sem prever quando se dará a renovação no partido: — Acho que vai acontecer, mas não sei prever quanto tempo isso leva. Isso acontece naturalmente.

Roberto Freire comanda o PPS desde 1992, quando o partido foi criado a partir do que restou do antigo Partido Comunista Brasileiro (PCB). Deputado federal, senador e ministro, comandou a legenda em diversas mudanças de rumo. Da extrema esquerda a um posicionamento reformista de centro, passando por uma oposição radical aos governos petistas e a um alinhamento ao PSDB. Foi até uma posição independente nos últimos anos, que culminou com o apoio à candidatura de Eduardo Campos (PSB) à Presidência em 2014, herdada por Marina Silva após a morte do ex-governador de Pernambuco em um acidente aéreo.

Para um integrante da executiva nacional, aliado de Freire e que pediu o anonimato, os 26 anos de comando são reflexo da representatividade do líder e não ameaçam a democracia interna.

— Já houve companheiros que levantaram essa tese da renovação, mas o debate sempre foi feito e superado. Freire é reconduzido sempre por quase a unanimidade do partido. Ele segue no cargo pela representatividade que tem na política nacional, mas o centro decisório do PPS é o secretariado — defende.

Para o sociólogo Paulo Baía, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a permanência de lideranças por décadas no comando de partidos mostra falta de conexão com a sociedade.

— Isso é sintoma de que os partidos não têm democracia interna. Eles têm dono. Uma oligarquia se apodera das estruturas e trabalha para garantir seus próprios interesses.

Se a falta de renovação no comando é um cenário comum em siglas históricas, o mesmo ocorre nas mais recentes. Criados entre 2011 e 2013, PSD, PROS, Solidariedade e Patriota são controlados até hoje por seus articuladores. Segundo o cientista político Ricardo Caldas, professor da Universidade de Brasília (UnB), a liderança de partidos é um grande ativo para figuras como Gilberto Kassab e Paulinho da Força, que deixaram legendas tradicionais (DEM e PDT, respectivamente) para criarem suas próprias siglas.

— Comandar um partido dá prestígio e acesso a outras lideranças. Todos os líderes políticos precisam cortejar os demais. Isso faz com que uma das figuras de maior status na política brasileira seja o líder partidário — explica Caldas.

Poder aumenta com comissões provisórias

Uma das armas das lideranças nacionais para assegurar o controle dos partidos é manter comissões provisórias nos diretórios municipais e estaduais. A prática é criticada pelo TSE, que já aprovou resolução obrigando os partidos a institucionalizarem suas instâncias regionais. A aplicação na norma, porém, vem sendo adiada.

Dados levantados em janeiro mostravam que mais de 70% desses órgãos tinham caráter provisório, em todos os partidos do Brasil. Isso faz com que a direção nacional possa desfazer as comissões a qualquer momento, inibindo o surgimento de dissidências. No PROS, 99,7% dos diretórios eram provisórios. Esse percentual alcançava 98,3% no Patriota; 89,9% no Solidariedade; e 84,1% no PSD.

Eurípedes Junior, presidente nacional do PROS, diz que vem autorizando a instalação de comissões permanentes em muitos estados.

— Em nosso entendimento, não existe falta de democracia interna, tanto é que o PROS talvez seja o partido mais preparado para o diálogo com seus filiados, e as decisões têm sido tomadas com ampla participação das bases do partido, de forma transparente e aberta.

Em nota, o PSD diz cumprir a legislação e o estatuto do partido. Ressalta que outros membros exerceram o comando interinamente. Ministro da Ciência e Tecnologia, Kassab atualmente está licenciado do comando para exercer o cargo no governo: “Desde sua fundação, no final de 2011, a presidência do partido foi exercida por Gilberto Kassab, Guilherme Campos Junior e Alfredo Cotait Neto. Vale ressaltar ainda que as comissões possuem autonomia para debater e definir suas ações localmente, o que também acontece no plano nacional, sempre em sintonia com o estatuto partidário e a legislação vigente”.

Outros dirigentes partidários também ganham destaque em época de eleições, como candidatos nanicos ao Planalto. É o caso de Levy Fidelix, do PRTB, José Maria Eymael, do Democracia Cristã, e Zé Maria, do PSTU. Figuras carimbadas nas disputas presidenciais, eles garantem sua vaga nas urnas com o controle da máquina partidária.

O caso mais polêmico é o de Fidelix. Presidente do PRTB desde 1997, ele já disputou mais de uma dezena de eleições desde os anos 1980, sempre com votações inexpressivas. Seu melhor desempenho veio na disputa pela Presidência em 2014, quando terminou o primeiro turno em sétimo lugar, com mais de 446 mil votos. Ele já foi alvo de diversas acusações por ex-integrantes do PRTB, como manipulação de convenções e cobrança de multas de filiados com mandatos eletivos ou cargos comissionados que migrem para outra sigla — esta última prática admitida publicamente. Chegou a ser destituído do cargo pela Justiça, mas conseguiu retomar o comando da executiva nacional, na qual também emplacou parentes.

— Até estes partidos disputam doações de campanha e, sobretudo, também negociam participação nos governos que se elegem — explica Baía, que faz uma avaliação particular sobre o PSTU: — Participa de eleições porque disputa a hegemonia do poder sindical, onde é forte, com PT, PSOL e PCdoB.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Como acreditar que nossa Democracia possa sobreviver, se nem mesmo em nossos partidos políticos há democracia??? É só esperar… Dentro dos próximos 10 anos entraremos em nova Ditadura (de esquerda ou de direita).

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Política

Folha de SP destaca Zenaide Maia com uma das candidatas forte para conquistar uma vaga no senado a partir de 2019

A deputada Federal potiguar Zenaide Maia é destaque em reportagem da Folha de São Paulo desta segunda como uma das parlamentares que devem conquistar uma vaga na próxima legislatura do Senado Federal.

A reportagem aborda os espaços das mulheres no senado que deverá diminuir com a dificuldade política de várias senadoras atuais, entre elas as senadoras Gleisi Hoffmann e Vanessa Grazziotin que estão com grande dificuldade eleitoral em seus estados.

A deputada Zenaide Maia também tem se destacado em todas as pesquisas publicadas este ano no estado de diferentes institutos, ficando sempre entre os dois nomes mais lembrados.

Nas pesquisas SETA publicada pelo BlogdoBG neste final de semana do instituto SETA, Zenaide liderou em todas.

Opinião dos leitores

  1. Dra. Zenaide foi a única dos oito deputados que não se curvou ao canto do corvo TEMER e seus asseclas.

  2. Lira, votar contra esses projetos não ajudou muito o nosso estado, ele vai de mal a pior. Eu desconfio que nosso povo só aprende sofrendo estão querendo eleger Zenaide e Fátima.

  3. O nome de Zenaide se tornou forte por ela ter votado contra o impeachment de Dilma e contra a reforma da previdência, sinceramente não vi nenhum projeto da Deputada em favor do nosso RN, peço aos amigo que se possível mostrem os mesmo se houver.

    1. Votaar contra a reforma da previdência e contra a reforma trabalhista é pouco para você? Você não passa de um capitalista sem capital.

  4. A Deputada Zenaide Maia passou 4 anos no Congresso e não tem nem impressão digital dela por lá. Se alguém souber de algum projeto ou alguma ação em prol deste pobre RN subsidiado ou solicitado pela Deputada, por favor, nos informe

    1. Outro capitalista sem capital, fingindo que votar em desfavor das reformas da previdência e trabalhista não foi um ponto positivo.

  5. Fico curioso para saber dos projetos da candidata Zenaide… Fica sempre a desconfiança se não incorreremos em mais um daqueles casos de mais do mesmo. De qualquer forma, a possibilidade de extirpar dos quadros políticos sanguessugas, como o são os atuais representantes do Estado no Senado Federal, já nos traz um alento.

  6. A liderança de Zenaide demonstra sua coerência política. Uma parlamentar que preferiu abdicar da indicação de cargos federais no RN e de votar em todas as oportunidades, sempre a favor dos menos favorecidos.

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Política

Mulheres no Senado enfrentam dificuldade para disputar reeleição. Entre as que devem desistir estão Gleisi Hoffmann e Vanessa Grazziotin

Resultado de imagem para senadoras do brasilPOR FOLHAPRESS

Assim como ela, outras quatro senadoras em fim de mandato podem ficar de fora da disputa pelo Senado nas eleições deste ano. Os motivos variam da pouca viabilidade eleitoral à falta de espaço na chapa majoritária dos grupos políticos que a elegeram.

Ao todo, 13 dos 81 senadores da atual legislatura são mulheres, sendo que 8 encerrarão o mandato no início do próximo ano. Destas, só três têm palanque garantido para reeleição: Ana Amélia (PP-RS), Ângela Portela (PDT-RR) e Marta Suplicy (MDB-SP).

Duas senadoras já desistiram da reeleição e outras três ainda brigam por espaço para entrar na disputa. Entre as desistências confirmadas estão as de Lídice e Gleisi Hoffmann (PT), do Paraná.​

Lídice não disputará a reeleição após ter sido preterida pelo governador Rui Costa (PT), que atuou de forma mais pragmática na escolha dos companheiros de chapa, prestigiando partidos com maior número de prefeitos e peso político na Bahia.

“É lamentável que nem mesmo os segmentos progressistas tenham entendido o valor que é a presença das mulheres no Parlamento. Pessoalmente, acho que a minha retirada da chapa é injustificável”, diz a senadora.

Rui Costa vai para a reeleição tendo o ex-governador Jaques Wagner(PT) e o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Angelo Coronel (PSD), como candidatos ao Senado. Já Lídice será candidata a deputada federal.

Gleisi também deixará o Senado para ser candidata a deputada federal. Neste caso, pesaram a avaliação de que haveria dificuldades para a reeleição e a estratégia do partido de eleger deputados para manter o tamanho da bancada a partir de 2019.

Já Lúcia Vânia (PSB-GO), Regina Souza (PT-PI) e Vanessa Grazziotin (PC do B-AM) ainda brigam por espaço em chapas majoritárias.

Senadora pelo Piauí, Regina Souza (PT) é outra que ainda não tem lugar garantido. Ela era suplente e assumiu em 2015, quando o titular do mandato, Wellington Dias (PT), tomou posse como governador do estado.

“Essa história de chapa só com homens ficou no passado e a população está atenta a isso. Já temos uma bancada feminina pequena no Senado, seria muito ruim se ela ficasse ainda menor”, afirma Souza.

A reeleição dela, contudo, esbarra em um acordo firmado pelo governador com aliados no qual cada partido da base só teria um candidato na chapa majoritária. E o nome do PT seria o do governador, candidato à reeleição.

senador Ciro Nogueira (PP) já foi confirmado em uma das vagas da chapa. A outra é disputada por ela, pelo deputado Júlio César (PSD) e pelo cantor de forró e ex-deputado Frank Aguiar (PRB).

Outra senadora que ainda negocia alianças é Grazziotin, eleita em 2010 com o apoio do PT e do MDB do senador Eduardo Braga.

Este ano, ela ensaia uma parceria com candidato a governador David Almeida (PSB). Mas ainda não há consenso sobre a participação da senadora na chapa.

“Estamos conversando sobre a chapa e fazendo os cálculos para definir se vamos ter só um ou dois candidatos ao Senado”, diz Grazziotin, afirmando que sua reeleição é uma das prioridades do PC do B no pleito deste ano.

Lúcia Vânia também não tem lugar garantido e cogita ficar fora do pleito deste ano caso não tenha lugar para disputar a reeleição.

Ela faz parte do grupo político que apoia a reeleição do governador José Eliton (PSDB), que assumiu o cargo em abril com a renúncia de Marconi Perillo (PSDB). Uma das vagas para o Senado foi destinada ao próprio Perillo. A outra está sendo disputada por Lúcia Vânia e pelo ex-senador Demóstenes Torres (PTB).

Torres teve o mandato cassado em 2012 por quebra de decoro parlamentar e estava inelegível. Contudo, foi autorizado pelo STF a disputar as eleições deste ano.

Enquanto parte das atuais senadoras ficará de fora da disputa, são poucas mulheres entre as pré-candidatas ao Senado que tentarão chegar ao cargo pela primeira vez e iniciam a campanha em condição de competitividade.

Uma delas é a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), que mudou o domicílio eleitoral e será candidata ao Senado por Minas Gerais. Em São Paulo, a novidade é a deputada Mara Gabrilli (PSDB).

No Nordeste, as deputadas Eliziane Gama (PPS-MA) e Zenaide Maia (PHS-RN) são tidos como nomes fortes para chegar ao Senado.

Além disso, dois nomes de partidos pequenos podem surpreender: a jornalista Ursula Vidal (PSOL) no Pará e a ex-juíza Selma Arruda (PSL), que será candidata no Mato Grosso.

SENADORAS PERDEM ESPAÇO NO CENÁRIO ELEITORAL

LÍDICE DA MATA (PSB-BA)
Foi a primeira senadora da história da Bahia, eleita em 2011. Já foi deputada federal e estadual, em dois mandatos cada, e prefeita de Salvador. Integrou a CPMI de combate à violência contra a mulher

GLEISI HOFFMANN (PT-PR)
A senadora está há um ano no comando do PT, na fase mais difícil da sigla. Em junho, foi absolvida pelo STF em processo na Lava Jato, mas ainda é alvo de outros três no Supremo

VANESSA GRAZZIOTIN (PC DO B-AM)
É líder do partido. Foi vereadora de Manaus e deputada federal pelo Amazonas. Citada na lista de Fachin, disse que todas as doações foram aprovadas

LÚCIA VÂNIA (PSB-GO)
É senadora reeleita. Foi autora de projeto questionado que altera a Lei de Responsabilidade de Fiscal. Deixou o PSDB em 2015, com críticas veladas ao então presidente da sigla, Aécio Neves

Opinião dos leitores

  1. Essas ratazanas sabem que NÃO IRÃO GANHAR PARA O SENADO,tenho certeza que para não arriscar e ficar sem o foro privilegiado irão se candidatar a deputada

  2. Acham que o povo é idiota, a maioria tinha como bandeira achincalhar a Operação Lava jato e defender o ladrão mor. Como resposta o Brasil arrebata o mandato parlamentar. Pra saber se a sociedade desaprova a lava-jato, porquê não lançam Dilma como candidata a presidenta? Queria ver.

  3. Essas duas saindo da política só fazem falta aos corruptos que elas apoiam.
    Agora, se ficarem sem foro privilegiado, devem ter fortes dores de cabeça com a justiça.
    Essas duas foram fabricadas pela esquerda que tem no currículo um inestimável serviço prestado a justiça com milhares de inquéritos, processos e condenações.

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Comportamento

VÍCIO EM COCAÍNA: Internautas se emocionam com Casagrande sóbrio na Copa do Mundo

O comentarista da TV Globo Walter Casagrande emocionou a internet depois de a França vencer a Croácia por 4 a 2 em Moscou. O ex-jogador, que luta contra a dependência química, chorou ao comemorar ter ido ao Mundial com o objetivo de passar por ele sóbrio e ter conseguido. O desabafo em rede nacional roubou a cena após o bicampeonato da seleção francesa. Internautas foram às redes para elogiar o comentarista e parabenizá-lo pela força.

 “Essa Copa do Mundo foi a mais importante da minha vida. Eu tinha a proposta de ir sóbrio, ficar sóbrio e voltar sóbrio. Eu consegui”, disse o comentarista.

 

Casagrande admitiu publicamente o vício em cocaína e a sua luta contra a dependência e a tentação de uma recaída. A realização do comentarista, além de emocionar os brasileiros, também abalou o narrador Galvão Bueno, que comentou o desabafo com a voz embargada.

Na internet, diversas pessoas se sensibilizaram com o depoimento de Casagrande:

“Eu me emocionei de verdade… esse foi o melhor momento da copa. Que ele consiga ter força para se manter assim. Vício em droga é muito difícil”, escreveu no Facebook um internauta.

” É preciso ter pessoas como ele com coragem de falar sobre isso! Parabéns Casagrande. Com sua vitória pessoal, ganha você e ganhamos todos nós”, elogiou uma mulher.

“Que vc continue com essa luta diária que é contra as drogas, no final de tudo quem sai vitorioso é você. Total respeito Casagrande.”

“Devemos ter respeito com a luta dele. A luta contra o vício das drogas é continua e são poucos que conseguem lutar todos os dias”, enfatizou outra pessoa.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Muito embora o considere um péssimo comentarista e como jogador um verdadeiro perna de pau. Devo sim parabenizá-lo por essa conquista. Só sabe o que é conviver com dependente químico, quem os tem em família.

  2. Desconsidere e manera a barra de Casa Grande ai Lucia Vasconcelos. Nós podemos sim dá força e ficar do lado dele. O problema do envolvimento com as drogas diz respeito a sociedade com um todo. A droga destrói as pessoas e as famílias. Precisamos ser solidário sim. Precisamos estender os braços a quem precisa de apoio e força. Força Casa Grande. Velho Casa, você é maior que essa droga.

  3. Parabens Casa grande pela sua dedicação em querer parar, que Deus te ilumine tenho certeza que vocé vai coneguir fé em Deus.

  4. palhaçada. o q interessa a nós a dita sobriedade de Casagrande. problema dele! mas faturam em cima. pobre de um país em q um cidadão desse naipe vira assunto de TV.

    1. É uma figura pública, Luca Vasconcelos, queira quer não ele pode influenciar pessoas. Nesse caso espero que seja para o bem.

    2. Que comentário INFELIZ, D. Lúcia Vasconcelos!
      Em toda minha vida, nunca consumi nenhum tipo de droga. Porém tenho amigos que já o fizeram e sei da luta pessoal de cada um e de suas famílias.
      Acredito na repercussão positiva que esse tipo de declaração pode produzir na vida de um dependente químico, assim como, na coragem e honestidade da declaração do cidadão Walter Casagrande, a quem dou PARABÉNS e, mesmo daqui de longe, rogo a Deus que o abençoe e lhe dê forças para manter-se assim.
      Para mim, essa foi um das melhores Copas que já assisti. A declaração de Casagrande valeu mais do que qualquer troféu.

    3. Isso é problema de todos, pois trata-se de um fenômeno social que prejudica um número indeterminado de pessoas, inclusive acarreta problemas no sistema judicial, saúde e segurança pública. Francamente eu não sei onde vive determinadas pessoas…

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Tecnologia

“Limpa” do Twitter faz famosos perderem milhões de seguidores

"Limpa" do Twitter faz famosos perderem milhões de seguidores

O Twitter deu início a uma nova limpeza de contas falsas que já custou milhões de seguidores a alguns dos seus usuários mais famosos, incluindo artistas de músicas, atores e políticos, revela o jornal Mirror. Em comunicado, o Twitter afirma que o objetivo desta limpeza de contas falsas é o de tornar os números mais “precisos e transparentes”.

“O nosso trabalho contínuo em melhorar a saúde das conversas no Twitter diz respeito a todos os aspectos do nosso serviço. Esta atualização específica está focada nos seguidores porque é uma das funcionalidades mais visíveis do nosso serviço e é muitas vezes associada à credibilidade da conta”, afirma a rede social em comunicado.

NOTÍCIAS AO MINUTO

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Política

Bolsonaro vai formalizar candidatura à Presidência sem definir seu vice

O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) vai formalizar sua candidatura à Presidência no próximo domingo, mas sem definir quem concorrerá como seu vice. O capitão da reserva mantém conversas com o PR, porém praticamente descartou a possibilidade do senador Magno Malta (PR-ES) se tornar seu companheiro de chapa. Se a aliança com o partido não se confirmar, o parlamentar acredita que o general da reserva Augusto Heleno Pereira (PRP) ocupará o posto.

Bolsonaro considera que Malta seria o vice ideal, mas ele prefere disputar a reeleição ao Senado pelo Espírito Santo e, com isso, as chances de uma aliança com o PR diminuíram. Apesar disso, o pré-candidato do PSL se reuniu na semana passada com o mandachuva do PR, o ex-deputado Valdemar Costa Neto.

— Vamos consolidar meu nome na convenção e deixar a vaga do meu vice em aberto. Conversei com o Valdemar na semana passada, mas foi coisa rápida. Foi um encontro fortuito. Hoje, há 90% de chance do Magno não ser meu vice. Mas vou deixar a vaga de vice em aberto, porque temos mais tempo para definir. Vai que o Magno tem uma recaída. O Valdemar sabe que se fecharmos com a aliança para a vice, não vou fechar alianças nos estados. Ele sabe que é só um acordo para a vice — disse o parlamentar ao GLOBO, sem descartar que outro nome da legenda poderia assumir como companheiro de chapa.

Bolsonaro lidera as pesquisas nos cenários em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não é citado. O petista está impedido pela Lei da Ficha Limpa de concorrer porque foi condenado em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão. Pena que ele cumpre há mais de 100 dias em Curitiba.

Caso a aliança com o PR não avance, Bolsonaro diz que seu vice deverá ser o general da reserva Augusto Heleno.

— Se a decisão tivesse que ser tomada hoje, seria o general Heleno. Ele está no banco, sem agasalho e já passou gelol nas canelas — afirmou o capitão da reserva. Questionado sobre uma eventual aliança com o pré-candidato do PRP ao governo do Rio, o ex-governador Anthony Garotinho, Bolsonaro foi enfático: — A aliança é só nacional, não envolve acordo no estado.

Outra possibilidade aventada por ele para ocupar a vaga de vice é a advogada Janaína Paschoal, uma das autoras do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e filiada ao PSL. Bolsonaro disse que ela está entre as possibilidade, apesar de nunca ter falado diretamente com ela sobre o assunto.

O GLOBO

 

Opinião dos leitores

  1. Não entendo pq destacam o Bolsonaro, afinal aquém sabe quem é o vice do lula, e dos outros candidatos? Ciro, e os outros?

  2. Meu voto só tá dependendo de incorporar ao programa de governo 60 medidas anti corrupção elaborada pelos promotores da lava-jato

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Judiciário

Sepúlveda Pertence pede para deixar defesa de Lula

FOTO: Jorge William / Agência O Globo

Ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e um dos principais advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Sepúlveda Pertence enviou uma carta ao petista, na sexta-feira passada, em que comunicou sua intenção de deixar a banca de defesa “com pesar”. Segundo dirigentes do PT, Pertence deixou claro que as divergências com outros advogados da causa motivaram a decisão. O manuscrito foi levado a Lula, preso em Curitiba desde 7 de abril, pelo filho de Pertence, Evandro.

Na quarta-feira, o advogado Sigmaringa Seixas se encontrou com Lula em Curitiba para falar que Pertence queria deixar a sua defesa. O ex-presidente foi reticente e disse que não aceitaria que o ex-ministro, seu amigo há 40 anos, saísse da causa.

Na sexta-feira, ao receber a carta de Evandro, Lula repetiu que era contra a renúncia de Pertence e não quis ler o documento, que ficou com ele. O petista e seu advogado devem conversar pessoalmente nos próximos dias para definirem se o medalhão permanecerá ou não na banca da defesa de Lula.

 

Na carta, Pertence afirma que fez tudo o que estava ao seu alcance pela defesa de Lula, mas que foi surpreendido por nota pública emitida por seus advogados, referindo-se, sem citar nomes, a Cristiano Zanin e Valeska Teixeira, que desautorizavam sua atuação no STF. Zanin e Valeska são casados. Ela é filha de Roberto Teixeira, amigo do ex-presidente e investigado em ações da Lava-Jato.

Pertence citou ainda a carta divulgada pelo PT, em 3 de julho, assinada pelo próprio ex-presidente Lula. Segundo ele, a manifestação contraria sua postura de advogado de jamais entrar em embates pessoais com qualquer julgador, ainda mais os do Supremo, Corte que integrou de 1989 a 2007. No comunicado assinado por Lula, o ex-presidente acusa o ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no STF, de fazer manobras na tramitação do pedido de habeas corpus impetrado por seus advogados.

Na carta, Pertence rememora sua história como defensor de Lula e relembra os tempos das greves sindicais do ABC Paulista, nos anos 1980. Naquela época, o petista, que era presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, foi acusado pela ditadura de ter estimulado um comportamento agressivo dos trabalhadores durante uma das greves do sindicato, que acabou resultando na prisão de Lula. Pertence foi um dos advogados responsáveis pela defesa do petista, em 1982, no Superior Tribunal Militar (STM), que anulou o processo e o devolveu para a Justiça Federal, onde acabou prescrito.

Ação no TRF-4 desagradou

Por fim, o criminalista cita o episódio do domingo da semana passada em que três deputados federais do PT entraram com outro pedido de liberdade de Lula, dessa vez, junto ao Tribunal Federal da 4ª Região (TRF-4). A liminar chegou a ser concedida pelo desembargador Rogerio Favreto, mas, após idas e vindas — com direito à manifestação do juiz Sergio Moro, do relator da Lava-Jato no TRF-4, João Pedro Gebran Neto, e do presidente do tribunal, Thompson Flores, contra a concessão do benefício — Lula permaneceu preso. Na carta, Pertence diz que o habeas corpus impetrado pelos deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Wadih Damous (PT-RJ) e Paulo Teixeira (PT-SP) confirmam que o partido assumirá a direção da defesa.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Viu que luladrão e quadrilha quer tratar a justiça como seus militontos, que acreditam em toda as mentiras que escrementam.
    só Zanini fica, porquê também está até o pescoço envolvido com recebimento de dinheiro sujo pelo seu escritório.

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