Política

Danilo Gentili e Amoedo têm reunião para debater alternativa a Lula e Bolsonaro em 2022

Foto: Reprodução

O apresentador e comediante Danilo Gentili teve uma videoconderência com o candidato à presidência em 2018 João Amoedo para debater as eleições de 2022. Ambos estão alinhados sobre a necessidade de criar uma candidatura alternativa a Lula e Bolsonaro e querem se envolver nessa articulação. O próximo passo é uma reunião online entre Gentili, Amoedo e o ex-ministro Sergio Moro.

O convite da conversa com Amoedo partiu de Gentili, que nega terem tratado de sua eventual candidatura ou da formação de uma chapa conjunta. Os dois não se falavam desde 2018, quando trocaram mensagens sobre a campanha presidencial. Na época, Gentili mandou uma mensagem em que elogiou as propostas do então candidato João Amoedo, que ligou para agradecer pelo apoio.

No início do mês, o nome de Gentili apareceu com 4% das intenções de voto numa pesquisa do Movimento Brasil Livre (MBL) que testou seu nome para a presidência da República. Na pesquisa, o humorista aparecia empatado com Ciro Gomes, João Doria, Luiz Henrique Mandetta e Luciano Huck.

– Tivemos uma conversa sim, mas não foi sobre eu me candidatar a presidente. Foi uma conversa para entendermos como um poderia ajudar o outro a fazer algo pelo país. Isso soa ingênuo no meio político, eu sei, mas não somos políticos. Somos apenas pessoas comuns e as pessoas comuns querem isso, um país menos ruim pra se viver. – disse Gentili à coluna, por e-mail.

O apresentador declarou que nem ele ou Amoedo se sentem representados por Lula e Bolsonaro e que estão conversando na busca de “trazer alguma esperança” para quem está na mesma situação.

– Combinamos de começar a desenvolver essa troca de ideias, trazer outras pessoas e ter uma aproximação de Moro com esse grupo. No fundo, é um sentimento que existe por parte de muitas pessoas de tentar viabilizar algo para 2022, uma candidatura e um plano de governo, uma alternativa à polarização. – afirmou Amoedo à coluna.

Gentili defendeu a formação de uma chapa presidencial formada por Moro e Amoedo.

– A solução para sair desse dilema imposto de “se ele não ganhar o outro fica e se o outro não ganhar ele volta” é não votando em nenhum dos dois. Eu acredito que o Brasil merece algo melhor que isso. Não podemos nos contentar com pouco. – afirmou Gentili.

Além da articulação de uma conversa com Moro, Amoedo afirmou que outra ideia é aproveitar a influência do humorista nas redes sociais para “conscientizar as pessoas e ajudar no processo de criação de uma alternativa viável”.

– Temos características distintas entre nós. Pode ser que, mais para frente, façamos um divisão de tarefas, cada um cuida mais de determinado assunto. Isso ajuda a montar um plano. A próxima etapa será tentar fazer um bate-papo que inclua o Moro. – disse Amoedo.

Amoedo afirmou que “ainda é uma incógnita” se Moro sairá candidato a presidente, mas diz que o ex-juiz tem “disposição total” de conversar e ajudar. Afirmou também que ele próprio “não faz questão de ser candidato” e que vai priorizar a formação de uma alternativa a Bolsonaro e Lula.

Bela Megale – O Globo

Opinião dos leitores

  1. O que esperar do futuro de um País que tem como “líderes” políticos duas figúras nefastas do nível de Lula e Bolsonaro e, como desgraça pouca é bobagem, ainda temos que engolir esse Gentile querendo se postar como presidenciável. Francamente, é demais. Meus compatriotas, para o bem do futuro dos nossos filhos e netos, pensem e analisem a situação que passamos nos últimos dezoito anos, sem paixões ou radicalismos, só com a razão. Tivemos uma decepção com Lula(bandido e cínico), Dilma(fantoche do PT, Temer(cacique da corrupção) e para completar Bolsonaro, um sujeito sem o mínimo de QI e postura para estar a frente do comando do Brasil. Bolsonaro é um produto do ódio que a maior parte do nosso povo adquiriu por Lula, não fosse isso, ele seria, no máximo, o medíocre deputado que ele sempre foi. Na verdade, Bolsonaro presidente só existiu por causa de Lula e o Lula hoje candidato, só existe por causa das baboseiras do Bolsonaro presidente. Os cidadãos de bem têm a obrigação de buscar um nome que possa ofuscar essas duas desgraças, antes que seja tarde.

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Política

Eleitorado de Alckmin, Amoêdo e Alvaro Dias começa debandada e fortalece Bolsonaro

Jair Bolsonaro canibalizou o eleitorado de Geraldo Alckmin, João Amoêdo e Alvaro Dias. Cada um deles perdeu um ponto percentual na pesquisa do Ibope. Juntos, eles ainda podem decidir a disputa no primeiro turno.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Esta é a eleição presidencial em que os líderes querem reeditar o passado – ou o remoto ou o mais recente. E eu vou por aqui, morrendo de saudades do futuro…

  2. NESSA ELEIÇÃO PARA PRESIDENTE TEREMOS DUAS OPÇÕES:
    BOLSONARO PELO BRASIL OU SOCIALISMO/COMUNISMO DO PT
    Sem entrar no mérito de cada candidato, Amoêdo e Alvaro Dias com 3% dos votos, DIVIDEM a DIREITA e FAVORECEM a esquerda reacionária e fascista!
    Alckmin na ânsia de tempo de tv, juntou-se ao centrão e acabou a pouca credibilidade que tinha e pior, tirou Ana Amélia do Senado. Mais um fora do páreo que tem dividido os votos da direita.
    O BRASIL tem DUAS ESCOLHAS:
    BOLSONARO PELA ORDEM DE VOLTA AO BRASIL ou
    PT PELA DESORDEM CÍVICA, IMPUNIDADE e FIM do MP, PF, STF e JUDICIÁRIO COMO JÁ AFIRMARAM HADDAD e JOSÉ DIRCEU!

    1. Nunca foi tão fácil votar para presidente:
      OU VOCÊ VOTA NO CAPITÃO OU VOTA NO LADRÃO.
      Simples assim. 17!

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Política

Novo deve ficar neutro em disputa de Bolsonaro contra Haddad, diz Amoêdo

O candidato João Amoêdo (Novo) é entrevistado no fórum Amarelas ao Vivo de VEJA (Alexandre Schneider/VEJA)

O candidato do Novo à Presidência da República, João Amoêdo, afirmou que seu partido não deve apoiar nenhum dos dois presidenciáveis que hoje despontam como favoritos para disputar o segundo turno das eleições de 2018, Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), caso ele não avance.

“Se forem esses dois que estão aí, esse quadro atual, muito provavelmente vamos nos posicionar contrários”, disse o candidato, o primeiro a participar da edição com Fórum Amarelas ao Vivo, promovido por VEJA. “Nenhum dos dois nos parece ter o programa de governo que nós gostaríamos. A gestão do PT e o histórico do outro candidato no Congresso. É difícil imaginar que a gente venha a apoiar.”

O postulante, no entanto, afirmou considerar que o cenário “ainda está muito incerto”. “Estamos vendo essas eleições com fatos novos a cada dia e muita gente indecisa em relação ao voto. Vemos que está polarizado, trazendo uma disputa de segundo turno para o primeiro, mas eu entendo que ainda não está definido, até porque essas duas opções que estão na liderança são muito ruins para o Brasil.”

João Amoêdo estimou que seu partido deve eleger cerca de quinze deputados federais nestas eleições. Ele diz esperar que, em virtude do processo seletivo realizado pelo Novo para definir os postulantes, a bancada da legenda seja “muito coesa”, sobretudo em questões que envolvem redução de impostos e do tamanho do estado. Para ele, a sua dificuldade e a do partido é “ser conhecido”. “A questão da nossa campanha é se dará tempo, até o dia do primeiro turno”, concluiu.

Veja

 

Opinião dos leitores

    1. Não transfere voto, então melhor se omitir como vem fazendo desde 2011 quando criou o partido para chamar de seu

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Política

Arena das Dunas será palco para Amoêdo; presidenciável chega em Natal nesta quarta

Filho da potiguar, Maria Elisa, Amoêdo tem relação forte com o RN

O candidato à Presidência da República do Partido Novo, João Amoêdo chega nesta quarta-feira(19) em Natal para cumprir agenda de campanha.

Amoêdo concede entrevista coletiva à imprensa, às 17h no Hotel Vila do Mar – do qual foi responsável pelo projeto estrutural. Após a entrevista participa de evento aberto ao público no estádio Arena das Dunas, ao lado de familiares e candidatos do NOVO no Rio Grande do Norte.

Na quinta-feira (20/09), o presidenciável do Partido Novo cumpre agenda de imprensa pela manhã e faz caminhada pelas ruas do Alecrim antes de deixar Natal rumo à Salvador.

Coletiva de imprensa

Data: 19 de setembro (quarta-feira)
Horário: 17h
Local: Hotel Vila do Mar
Endereço: Via Costeira, 4223 – Parque da Dunas, Natal, RN

Evento

Data: 19 de setembro (quarta-feira)
Horário: 19h30
Local: Arena das Dunas, Lounge Interno. Portão Externo P3 e Portão interno D.
Endereço: Av. Prudente de Morais, 5121 – Lagoa Nova

 

Opinião dos leitores

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Política

Amoêdo diz que se eleito acabará com tabela de frete para caminhoneiros e fará ‘vale educação’ para alunos carentes

Foto: Marcelo Brandt/G1

O candidato do partido Novo ao Palácio do Planalto, João Amoêdo, afirmou nesta quarta-feira (5), em entrevista ao G1 e à rádio CBN, que, se eleito, irá extinguir a tabela de fretes negociada pelo governo Michel Temer.

Amoêdo foi o segundo presidenciável a participar da série de entrevistas que o G1 e a CBN realizam a partir desta semana com os candidatos à Presidência da República. Eles são entrevistados pelos jornalistas Cláudia Croitor e Renato Franzini, do G1, Milton Jung e Cássia Godoy, da CBN, e pelo comentarista Gerson Camarotti, do G1 e da CBN.

Nesta quarta, Amoêdo foi questionado sobre se, caso vencesse a eleição presidencial, extinguiria o polêmico tabelamento de fretes.

“Certamente. Tabelamento de preços, congelamento, nunca funcionou em nenhum lugar do mundo. Já foi testado no Brasil também. Não funciona. O que a gente tem que deixar é o livre mercado, a concorrência definindo o preço”, defendeu o presidenciável.

Ao longo dos 11 dias da paralisação dos caminhoneiros em maio, houve bloqueios em estradas e desabastecimento de alimentos e combustíveis. No mês passado, Temer sancionou uma lei que instituiu valores mínimos para o transporte rodoviário de cargas, com base, principalmente, no custo do óleo diesel e pedágios.

Nos últimos meses, o tabelamento do frete passou a ser alvo de questionamentos de empresários e representantes de transportadoras no Supremo Tribunal Federal (STF). Os processos foram suspensos pelo relator do caso, o ministro Luiz Fux, que media a negociação entre caminhoneiros e empresários para uma solução consensual.

‘Vale educação’

João Amoêdo disse que, se eleito, pretende oferecer bolsas para que “algumas famílias, justamente aquelas mais pobres, pudessem ter a oportunidade de colocar os seus filhos na escola privada”. Segundo ele, seria uma espécie de “vale educação” para o ensino fundamental e médio, aos moldes dos programas Bolsa Família e ProUni. Esse último oferece bolsas de estudos em universidades particulares.

O candidato do Novo afirmou que há uma desigualdade de distribuição de recursos públicos na educação, que favorece muito mais o ensino superior.

Privatização de bancos

O presidenciável do Novo repetiu ao G1 e à CBN que venderia bancos públicos – como Caixa e Banco do Brasil – para aumentar a concorrência e fazer com que o poder público se concentre apenas na prestação de serviços fundamentais. Ex-executivo de um dos maiores bancos do país, Amoêdo reclamou da concentração do segmento nas mãos de “cinco ou seis” instituições.

“O interessante é que a gente possa privatizar a Caixa e o Banco do Brasil num formato tal que no dia seguinte a concorrência aumente”, declarou Amoêdo. Segundo ele, a legenda estuda se o melhor é a privatização integral ou se devem ser mantidas áreas estratégicas desses bancos.

Veja outros temas da entrevista:

Petrobras

“Um dos planos de governo a gente já até falou sobre isso, já adiantou, é, na verdade, desestatizar a Petrobras, fazer a privatização da Petrobras, mas trazer concorrência ao mercado de refino. Obviamente, a gente vai ver como será o melhor modelo para isso, mas entendemos que não cabe ao Estado brasileiro fazer gestão de empresas. Ele não é eficiente nesse processo. Nós gostaríamos de direcionar toda a nossa capacidade de atuação para as áreas essenciais, que é o que a população demanda: saúde, educação, segurança, e não gestão de empresa, gestão de posto de gasolina, gestão de exploração de petróleo.”

Relação com o Congresso

“Nos primeiros dias de governo, vou sentar com o Congresso e dizer: ‘Este foi o programa endossado, aceito pela população. Vamos começar a implementá-lo?’. […] Eu gostaria de toda a segunda-feira ter uma reunião com o Congresso, aberta, como existe em outras democracias que funcionam com base no parlamento, e ter algumas horas de apresentação do projeto para o Congresso, de debate. Expondo isso, sendo transmitido de forma muito aberta para a população.”

Desigualdade x pobreza

“O combate à desigualdade é muito mais simples, é fácil. Basta você reduzir a camada de cima, fazer com que as pessoas que têm mais renda tenham menos renda. Não necessariamente você combateu a pobreza. O Japão é mais desigual que o Afeganistão. Nem por isso, a qualidade de vida no Afeganistão é melhor que no Japão. Então, o nosso problema é tirar as pessoas da pobreza. Esse é o principal combate.”

Desarmamento

“Primeiro: foi feito um referendo em relação ao estatuto do desarmamento, e a grande maioria votou contra. Então, a gente gostaria de respeitar a decisão da população lá atrás. Segundo: mesmo o estatuto do desarmamento estando em vigor, os nossos índices de violência aumentaram. E, terceiro ponto, a gente defende a liberdade com responsabilidade. Então, entendemos que o cidadão deve ter o direito à legítima defesa. Obviamente, tem que passar por alguns testes, para ter a posse de arma, e a gente tem que ter uma legislação muito rígida para respeitar esse conceito, liberdade com responsabilidade.”

Pinga-fogo

É a favor da prisão após condenação em segunda instância?

Sim

É a favor da adoção de crianças por casais homossexuais?

Sim

É a favor da descriminalização da maconha?

Não

É a favor das cotas nas universidades públicas?

Não

É a favor do foro privilegiado para políticos?

Não

É favorável à cobrança de mensalidade nas universidades públicas?

Dos que podem pagar, sim

É favorável à diminuição da maioridade penal para 16 anos?

Sim

É favorável à taxação de igrejas?

Sim

É a favor do fim do serviço militar obrigatório?

Sim

Defende a intervenção militar na segurança nos estados, como no Rio?

Excepcional, como Rio, durante pouco tempo, sim

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Amoêdo fundou em 2011 – O NOVO, partido devidamente pensado e planejado pelos ESTRATEGISTAS FINANCEIROS DOS BANCOS PROVADOS, mirando as eleições presidenciais e não participou de qualquer pleito político, não concorreu em nenhuma eleição.
    FICOU PROPOSITALMENTE FORA DAS ELEIÇÕES de 2012, 2014 e 2016, sem desgaste, nem compromisso em buscar formas para melhorar o país.
    Não FOI UM POLÍTICO ATUANTE E PARTICIPATIVO ATÉ COMEÇAR AS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS. Essa é a preocupação dele com o povo brasileiro?
    NUNCA ASSUMIU QUALQUER FUNÇÃO PÚBLICA, nem um ministério, apesar de toda competência para enriquecer de forma meteórica na área econômica.
    COMO TERÁ CONDIÇÕES DE ASSUMIR O CARGO QUE MAIS EXIGE EXPERIÊNCIA NA VIDA PÚBLICA?
    Amoêdo e seus estrategistas pagos pelos BANQUEIROS montarem TODA OMISSÃO PROPORCIONALMENTE para surgir apenas nas eleições presidenciais como um “provável” salvador da pátria, com um discurso pronto.
    PROMETE tudo agora, mas se escondeu por 07 anos sem qualquer comprometimento com a melhoria de vida do povo brasileiro.
    Enrola outro Amoêdo.

  2. Até gostei das propostas dele. Mas, fica prá depois, "se houver um amanhã". E digo isso por uma questão simples, pragmática: Bolsonaro é o único com real chance de evitar que a esquerda volte ao poder. E caso os "vermelhos" voltem a (des) governar o Brasil, tchau e bênção. Rumo à "venezuelização". E não mais haverá Amoedo nem ninguém que não reze na cartilha da esquerda purulenta. Nem haverá mais Brasil, dentro de algum tempo. Vejam aonde chegou o nosso país após 14 anos de PT e 08 de PSDB (também de esquerda mas muito menos nocivo e perigoso que o PT). Como Bolsonaro já disse que acabará com a reeleição, o Amoedo pode ficar para a próxima. Estamos numa encruzilhada e só temos realmente 02 candidatos: Jair ou já era.

  3. Amoêdo é "novo" na política? É o que parece, afinal nunca teve a decência e coragem de
    estar na vida política enfrentando os problemas do Brasil desde 2011 quando fundou um partido JUNTO AOS BANQUEIROS, criou uma sigla e dela é dono.
    Mas fez questão de ficar nas sombras, sem discutir nem tratar as questões nacionais, nem mesmo sobre economia.
    Foram totalmente omissos por 07 anos e agora saem de suas salas cheias de cofres com bilhões a disposição para "vender" soluções que não teve coragem de enfrentar. Não tem bagagem política, não tem vida comprometida com o povo, não vejo como um candidato dos banqueiros possa estar querendo o bem do Brasil.
    Banqueiro sempre deu com uma mão e tirou 100x mais com a outra.
    Quem acha que pode confiar que se arrisque, EU NÃO!

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