Saúde

COVID-19: Doses enviadas nos primeiros lotes acabam e Natal suspende vacinação após imunizar 23,9 mil

Em 13 dias, Natal vacinou 23.962 pessoas com as primeiras doses da vacina contra a Covid-19, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. As últimas doses foram aplicadas nesta terça-feira apenas em seis unidades de saúde. Com o fim dos primeiros lotes recebidos pelo município, o programa de imunização foi suspenso. A vacinação começou dia 20 de janeiro na capital. De acordo com levantamento do G1, O RN + Vacina – sistema criado pelo governo do estado em parceria com a UFRN para gerenciar a imunização no estado – informou que a capital teria recebido 26.181 doses. Seriam 2,2 mil doses a mais em relação ao número de vacinados. Mas o município informou que recebeu efetivamente 13.313 doses da Coronavac e 10.640 da vacina de Oxford.

“A diferença se deve, provavelmente, ao fato do Estado ter retido doses para vacinar os hospitais de sua rede própria e inserido essas doses no sistema RN + Vacinas”, disse a SMS em nota.

O G1 questionou a Secretaria Estadual de Saúde, mas não recebeu resposta até a publicação da matéria. A Prefeitura de Natal informa que o número de pessoas vacinadas na cidade chegou a 2,62% da população, ficando acima da média nacional e estadual (1,35%).

A SMS Natal afirmou que aguarda o envio da segunda dose do imunizante para iniciar a vacinação. Para a Coronavac, o intervalo de recebimento da segunda dose da vacina é de duas a quatro semanas após a aplicação da primeira dose. Para a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, o intervalo para a vacinação é de 12 semanas a partir da primeira aplicação.

A administração das doses da segunda etapa do primeiro lote de Coronavac enviado deverá ser iniciada no prazo de 28 dias, segundo o município. O estado é responsável pela distribuição das vacinas para os municípios em todas as campanhas.

Mais detalhes AQUI em matéria na íntegra.

Com G1-RN

Opinião dos leitores

  1. Essa conversinha de imunizar profissionais da "saúde", garantiu muita vacina pra gente que nunca trabalhou em um hospital, nunca atendeu um paciente com covid, ou seja, muita gente que não estava na linha de frente, nem na de trás. E os nossos idosos, como ficam????

    1. Profissionais da educação física, personal trainer que só vive na balada furou a fila…parabéns prefeito…belo trabalho.

  2. Acabou? Foi mermu? Né feiki mermu não? Imagine se o calça colada não tivesse brigado pela do jacaré!!! ???

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

‘Memórias póstumas de Brás Cubas’, clássico de Machado de Assis, é relançado nos Estados Unidos e livros esgotam em um dia

‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’ é relançado nos Estados Unidos — Foto: Divulgação/Penguin

“Memórias póstumas de Brás Cubas”, uma das obras-primas de Machado de Assis, teve sua nova tradução para o inglês esgotada em um dia nos Estados Unidos em duas das maiores cadeias de livros no país: a Amazon e a livraria Barnes and Noble.

O clássico romance do autor brasileiro foi relançado pelo selo Penguin Classics na terça-feira (2). A versão física do livro segue esgotada nas duas redes até esta sexta-feira (5), mas está disponível em livrarias menores e independentes, segundo a tradutora Flora Thomson-DeVeaux, responsável pelo lançamento.

A nova tradução foi recebida com elogios pela crítica norte-americana. Em crítica publicada na terça e assinada pelo escritor Dave Eggers, a revista “The New Yorker” classificou a obra de Machado como “uma das mais espirituosas, divertidas e, portanto, mais vivas e atemporais de todos os tempos”.

Nos últimos anos, campanhas que se destacaram na internet resgataram a origem negra de Machado de Assis — Foto: Reprodução/ TV Globo

O livro, que narra os amores e fracassos do protagonista, se tornou o mais vendido entre os autores latino-americanos e caribenhos na Amazon, desbancando Gabriel García Márquez e seu clássico “Cem anos de solidão”.

O livro, que traz discussões raciais e sociais, é relançado no país em um momento de protestos antirrascistas efervescentes desde o final de maio, após a morte de George Floyd por um policial branco.

Os cinco livros mais vendidos na Amazon e na Barnes and Noble falam sobre raça. Na lista do jornal “New York Times”, três dos cinco mais vendidos de não-ficção têm temáticas de raça também.

G1

Opinião dos leitores

  1. Joaquim Maria é o hit da temporada na terra do Tio Sam? Em pleno século vinte e um? Jura? E eu pensando que nossos best-sellers eram Leandro Karnal, Felipe Pondé e Mario Sérgio Cortella. Ai que vergonha!

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Humanidade esgota recursos da Terra para o ano e ‘entra no vermelho’ cada vez mais cedo

Usina elétrica de Belchatow, na Polônia: ecossistemas comprometidos por poluição Foto: PETER ANDREWS / Reuters

A Humanidade viverá no crédito a partir desta segunda-feira, pois já consumiu todos os recursos naturais (água, terra, ar limpo…) que o planeta oferece, segundo um cálculo realizado pela organização Global Footprint Network .

O chamado Dia da Sobrecarga , calculado desde 1986, chegou dois meses antes de 20 anos atrás e a cada ano se antecipa no calendário. Em 1993, ocorreu em 21 de outubro; em 2003, em 22 de setembro; e em 2017, 2 de agosto.

“O fato de que o Dia da Sobrecarga da Terra seja 29 de julho significa que a Humanidade utiliza atualmente os recursos ecológicos 1,75 vez mais rápido” que a capacidade de regeneração dos ecossistemas, destaca a ONG em um comunicado. “Gastamos o capital natural do nosso planeta, reduzindo ao mesmo tempo sua capacidade futura de regeneração”, adverte também a organização.

“O custo desta sobrecarga econômica mundial está se tornando cada vez mais evidente com o desmatamento , a erosão dos solos , a perda da biodiversidade e o aumento do dióxido de carbono na atmosfera. Isto leva às mudanças climáticas e a fenômenos climáticos extremos mais frequentes”, explica a organização.

Os modos de consumo apresentam enormes diferenças entre os países. “O Catar alcançou seu dia de sobrecarga depois de 42 dias, enquanto a Indonésia consumiu todos os recursos para o ano inteiro depois de 342”, destaca WWF , associada à Global Footprint Network.

“Se todo mundo vivesse como os franceses, precisariam de 2,7 planetas”, e se todo mundo adotasse o modo de consumo dos americanos, seriam necessárias cinco Terras.

Segundo a WWF, “diminuindo as emissões de CO2 em 50%, poderíamos ganhar 93 dias ao ano, isto é, atrasar no dia da sobrecarga da Terra até outubro”.

A pegada ecológica de cada indivíduo pode ser calculada no site da Foot Print Calculator .

O Globo, com AFP

 

Opinião dos leitores

  1. Interessante que os defensores do capeta+lismo e das empresas não relacionam esse esgotamento dos recursos naturais com o modelo hegemônico de sociedade e Estado. Sociedade e Estado que desmata, que acelera uma catástrofe anunciada dos pontos de vista social, ambiental, econômica e política.
    O meio ambiente começa a cobrar a conta com força. Mesmo assim assistimos figuras no planeta como o Bozo tocar acelerar esse caos anunciado.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *