GRANDES PROPORÇÕES – (FOTOS): Incêndio atinge Museu da Língua Portuguesa, em SP

NUYSEC MUSEUI

Um incêndio de grandes proporções atinge o Museu da Língua Portuguesa, na Luz (região central de SP), na tarde desta segunda (21). Bombeiros informam que as chamas estão controladas e que o incêndio está em fase de rescaldo.

Por volta das 17h, 20 viaturas trabalhavam para extinguir as chamas. Não há informações sobre vítimas. Chove muito no local.

Por ser segunda-feira, o museu estava fechado na hora em que o prédio começou a pegar fogo. As informações preliminares é que as chamas atingem o segundo e o terceiro andares do local. Segundo um funcionário do museu que não quis ser identificado, o incêndio começou na sala de exposições.

Funcionários relataram que evacuaram o prédio após ouvir o alarme. A Estação Luz, da CPTM, está fechada.

Em novembro de 2013, um incêndio atingiu o Memorial da América Latina, na zona oeste de São Paulo.

EXPOSIÇÃO

Desde o último dia 15, o Museu da Língua Portuguesa exibia uma exposição com mais de cem obras entre charges, caricaturas e histórias em quadrinhos. A mostra “Esta Sala é uma Piada” ficaria em exibição até 28 de fevereiro. Parte das obras estava em uma tela virtual. Os desenhos foram selecionados do 42º Salão Internacional de Humor de Piracicaba, o evento mais importante do gênero no mundo. Neste ano, o tema foi a sociedade contemporânea e a corrupção. Havia obras de países como Irã, Turquia, França e Cuba.

Folha Press

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ze Cabral disse:

    so lembrando que o acervo de cascudo está exposto lá

Nosso IFRN "mentiu" sobre texto usado nas provas do concurso de língua portuguesa

Post retirado do BLog de Reinaldo Azevedo, sérias acusaçãos contra o IFRN:

Caras e caros,

o texto ficará bastante longo, como verão. Mas a questão é importante porque estamos diante de mais uma evidência das distorções a que a esquerdopatia submete a educação no Brasil. Como resolveram usar um texto meu para fazer lambança, então eu me sinto obrigado a denunciar os vigaristas intelectuais. Eu gosto de uma boa briga. A turma lá deve saber disso, espero.
*
Já escrevi uma vez: eles não se cansam, mas eu também não me canso. Eles têm a sua rede de vigarice e maledicência, eu tenho os fatos.  O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte fez um concurso para contratar professores de língua portuguesa para o ensino médio e nível superior. A turma lá decidiu usar um texto meu, publicado na ediçao nº 2025 da VEJA, de 12 de setembro de 2007. Ele serviu de referência para seis questões. Cinco delas têm de ser anuladas. Candidatos que se sintam lesados e queiram recorrer à Justiça podem usar este meu post como suporte. Eu sou o autor. Eu sei o que escrevi. E o Instituto mentiu sobre o meu texto.

O artigo que escrevi foi submetido a um crivo ideológico e teve seu sentido deturpado. Atribuíram-lhe um conteúdo comprovadamente falso. Pior: o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte induz os candidatos a um erro no que diz respeito à gramática, além de atribuir a Camões o que ele nunca escreveu. Escárnio: o concurso seleciona professores de língua portuguesa!

Abaixo, leitor, reproduzo em azul o meu artigo, que critica a recente reforma ortográfica, à qual ainda não aderi em sinal de protesto. Quando for obrigatório, não terei saída. Ainda estou no prazo. Mesmo escrito em 2007, ele poderia servir também como contestação às bobagens presentes no livro de Heloísa Ramos, aquela que faz a apologia do erro. Na seqüência, publico em vermelho (claro!) as questões do tal instituto e o gabarito. E  chuto traseiros com gosto.
*
Restaurar é preciso; reformar não é preciso

A reforma ortográfica que se pretende é um pequeno passo (atrás) para os países lusófonos e um grande salto para quem vai lucrar com ela. O assunto me enche, a um só tempo, de indignação e preguiça. O Brasil está na vanguarda dessa militância estúpida. Por que estamos sempre fazendo tudo pelo avesso? Não precisamos de reforma nenhuma. Precisamos é de restauração. Explico-me.

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ana disse:

    Não adiantou de nada os comentários do Autor, a prova não vai ser anulada mesmo.