BRINCANDO COM O DESCONHECIDO? Micróbios de 100 milhões de anos são “ressuscitados” em laboratório

(Foto: JAMSTEC/Nature)

Em um novo estudo publicado na terça-feira (28) na Nature Communications, pesquisadores da Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia Terra-Marinha (JAMSTEC) conseguiram “ressuscitar” microrganismos com mais de 100 milhões de anos. Eles foram coletados há 10 anos no sistema de correntes marítimas Giro do Pacífico Sul, a região desse oceano com menor produtividade e nutrientes disponíveis.

“Nossa principal pergunta era se a vida poderia existir em um ambiente com poucos nutrientes ou se essa era uma zona sem vida”, disse Yuki Morono, líder do estudo, em declaração. “E queríamos saber quanto tempo os micróbios poderiam sustentar sua vida quase sem comida.”

No fundo do mar, existem camadas de sedimentos orgânicos provenientes de poeira e partículas que são transportadas pelas correntes de vento e do oceano. Nesses detritos, ficam presos diversos tipos de microrganismos — e foram exatamente esses micróbios que os japoneses decidiram investigar.

Usando uma sonda, os cientistas perfuraram núcleos de sedimento por cerca de 100 metros, a quase 6000 metros abaixo da superfície do mar. Os cientistas descobriram que o oxigênio estava presente em todas as regiões exploradas, sugerindo que, se o sedimento se acumular lentamente no fundo do mar a uma taxa de não mais de um ou dois metros a cada 1 milhão de anos, o oxigênio estará presente nestas camadas.

As amostras de microrganismos coletadas foram incubadas e alimentadas durante um longo período — e aí veio a surpresa: a grande maioria dos micróbios ainda estavam vivos. “No começo eu estava cético, mas descobrimos que até 99,1% dos micróbios em sedimentos depositados 101,5 milhões de anos atrás ainda estavam vivos e prontos para comer”, contou Morono.

A equipe de pesquisa espera aplicar uma abordagem semelhante a esta em outros estudos geológicos. De acordo com Morono, a vida desses microrganismos é muito mais lenta que a nossa e, portanto, a velocidade evolutiva deles também é menor. “Queremos entender como ou se esses micróbios antigos evoluíram”, disse o pesquisador. “Este estudo mostra que [os sedimentos no fundo do oceano] são um excelente local para explorar os limites da vida na Terra.”

Galileu

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Papa Jerry Moon disse:

    Cuidado! Estão querendo ressuscitar Lula.

  2. Paty disse:

    Não se deve manipular a natureza dessa forma… mexer no q tá quieto é perigoso… pode vir mais pandemias por aí… ninguém pode garantir a segurança desse tipo de pesquisa…

  3. Carlos disse:

    Vai da mer………

  4. Briuu disse:

    Agora a terra veia quebra de vz.
    Daqui a pouco vai aparecer alien saindo dos bucho do povo e vão dizer q não sabiam de nada.
    Mexer no que tá quieto só dá prejuízo.
    Vamos aguardar os próximos capítulos

Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS), da UFRN, seleciona bolsista nas áreas de Jornalismo e Língua Portuguesa

(Foto: Reprodução)

O Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), divulgou edital para a seleção de bolsista de iniciação científica para o Projeto de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Aplicado a Esclerose Lateral Amiotrófica. As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de agosto, por meio da Plataforma de Processos Seletivos do LAIS, disponível no endereço https://selecoes.lais.huol.ufrn.br/. Veja o edital.

O processo visa a seleção de alunos de graduação que estejam regularmente matriculados em curso da UFRN nas áreas de Comunicação Social/Jornalismo e Letras – Língua Portuguesa, todos a partir do 5º período do curso. Os candidatos aprovados no processo seletivo comporão uma lista de cadastro de reserva, sendo então convocados conforme a ordem do resultado final da seleção, a disponibilidade de eventuais vagas e a validade do processo seletivo.

Os candidatos convocados deverão, no âmbito do Projeto revELA, desenvolver atividades e pesquisas relacionadas com a acessibilidade de materiais didáticos impressos e audiovisuais ou qualquer outro produto desenvolvido pelo Projeto.

Para participar da seleção é preciso ter disponibilidade para cumprimento de até 20 horas semanais, conforme plano de trabalho a ser definido no início das atividades. O valor da bolsa é de R$ 600,00, mensais.

UFRN

Cientistas brasileiros testaram com sucesso droga que combate a aids contra o coronavírus Sars-CoV-2 em laboratório

Foto: AFP

Uma droga usada no tratamento de pessoas com Aids se tornou uma esperança para o combate à Covid-19. Cientistas brasileiros testaram com sucesso contra o coronavírus Sars-CoV-2 em laboratório o antirretroviral fumarato de tenofovir desoproxila, empregado contra o HIV. Dentro de duas semanas, ele deve começar a ser testado em pacientes com Covid-19 de baixa e média gravidade.

O tenofovir não faz parte da lista de drogas selecionadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para testes em larga escala no mundo. Mas um grupo de cientistas de São Paulo descobriu que sua composição o torna um candidato em potencial para combater o Sars-CoV-2.

Ele tem a capacidade de se ligar num trecho específico de uma proteína importante para o coronavírus se multiplicar dentro de células humanas infectadas, explica Eurico Arruda, professor titular de virologia da Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto e um dos autores do estudo.

O trabalho começou quando o pesquisador Norberto Lopes, do Núcleo de Apoio a Pesquisa em Produtos Naturais e Sintéticos (NPPNS), da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP de Ribeirão Preto, viu que a estrutura química do tenofovir o tornava promissor contra o Sars-CoV-2. Lopes estuda há anos formas de simplificar e baratear síntese no Brasil de antirretrovirais usados no tratamento da Aids, conhece bem sua estrutura, e trabalhou no projeto em associação com Giuliano Clososki, também da Faculdade de Ciências Farmacêuticas.

Arruda e Luis Lamberti da Silva, que também é da Faculdade de Medicina, testaram a droga contra Sars-CoV-2 em cultura e verificaram que o tenofovir inibia a produção de vírus, por emperrar o mecanismo de multiplicação do coronavírus.

Emperrado, sua replicação fica ineficiente, e a infecção não vai adiante. Em cultura de células, a droga conteve o causador da Covid-19, e o passo seguinte é descobrir se o sucesso no laboratório se repete em pacientes — não custa lembrar que muitas substâncias fracassam nessa etapa.

Os testes clínicos com doentes de Covid-19 serão realizados em parceria com o Hospital São José de Doenças Infecciosas, em Fortaleza. A instituição do governo estadual do Ceará participa de estudos contra a Covid-19 e se interessou pelo tenofovir.

Em duas semanas

Após receber a autorização da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), diz Arruda, os testes com pacientes devem ser iniciados dentro de duas semanas num projeto com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Os testes devem ser realizados com pacientes cujo quadro ainda não evoluiu para a chamada tempestade imunológica, quando o ataque descontrolado do sistema de defesa se torna mais grave do que a ação do coronavírus em si. São pacientes de leve e média gravidade, mas que poderiam ter o avanço da doença revertido por medicamentos.

Será testado tanto o tenofovir sozinho quanto em combinação com outro antirretroviral chamado entricitabina. Os dois já são usados juntos no coquetel anti-Aids cujo nome comercial é truvada.

— Nenhuma dessas drogas de uso redirecionado é a solução para a Covid-19. Mas, potencialmente, podem ajudar muito os doentes num momento em que não existe tratamento específico, vacina, e o Brasil já passa do meio milhão de infectados — frisa Arruda.

Extra – O Globo

Macacos atacam laboratório, roubam sangue infectado com Covid-19 na Índia e criam temor de maior disseminação do vírus em áreas residenciais

Foto: PvanDijk/ Pixabay

Um grupo de macacos atacou um laboratório médico na Índia e levou amostras de sangue de pacientes que foram diagnosticados com novo coronavírus, disseram autoridades nesta sexta-feira (29).

O ataque ocorreu nesta semana, quando um técnico de laboratório andava no campus de uma faculdade de medicina estatal em Meerut, 460 quilômetros ao norte de Lucknow, capital do estado de Uttar Pradesh.

“Os macacos pegaram e fugiram com as amostras de sangue de quatro pacientes com Covid-19, que estão em tratamento… tivemos que colher as amostras de sangue novamente”, disse o médico S. K. Garg, um dos responsáveis pela faculdade.

As autoridades locais afirmaram não saber se os macacos haviam derramado as amostras, mas as pessoas que moram perto do campus disseram temer uma maior disseminação do vírus caso os macacos tenham levado o material orgânico para áreas residenciais.

Garg disse que não está claro se os macacos podem contrair o novo coronavírus caso entrem em contato com o sangue infectado. “Não foram encontradas evidências de que os macacos possam contrair a infecção”, disse o médico à agência Reuters.

Acredita-se que o novo coronavírus tenha passado para humanos a partir de animais infectados em um mercado de animais silvestres na cidade chinesa de Wuhan no final do ano passado.

Nos últimos tempos, cada vez mais os macacos estão se deslocando para ambientes humanos na Índia, causando distúrbios e até mesmo atacando pessoas. Ambientalistas dizem que a destruição do habitat natural é a principal razão pela qual os animais se mudam para as áreas urbanas em busca de comida.

De acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, a Índia tem mais de 167 mil casos de Covid-19 e, ao menos, 4.797 mortes causadas pela doença.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. LulaBozo disse:

    Cesar onde você está ?

  2. Tarcísio Eimar disse:

    Atacaram ou deixaram atacar?

  3. Walber Tomaz disse:

    Parece o roteiro daquele filme Planeta dos macacos.

  4. PAULO disse:

    NADA SE COMPARA AOS JUMENTOS DO PT KKKK

  5. Lucas disse:

    Nossa, o mesmo problema que nós temos com animais! A diferença é que o nosso problema é com bovinos…

EUA investigam a possibilidade de o novo coronavírus ter vazado de laboratório chinês

Foto: Getty Images

A origem da pandemia de Covid-19 virou um motivo de disputa entre os Estados Unidos e a China. Donald Trump afirmou que o governo americano investiga rumores envolvendo um instituto de virologia da cidade de Wuhan.

Um estudo de autores da própria China, publicado em janeiro na revista científica The Lancet, já colocava em dúvida a explicação do governo chinês para a origem da infecção. De acordo com essa explicação, os primeiros pacientes teriam sido infectados em um mercado de Wuhan.

A linha de investigação dos americanos é que a transmissão em humanos tenha se iniciado no Instituto de Virologia de Wuhan (conhecido pela sigla WIV).

Nesse local, são estudados coronavírus que atingem morcegos. O que os americanos estão investigando é se foi nesse laboratório que um vírus de morcego infectou um humano pela primeira vez –seria esse o paciente que, sem querer, levou o Sars-Cov-2 para fora e o espalhou.

Esse foi o primeiro laboratório da China a receber a maior certificação de segurança, em 2015. No entanto, um texto publicado no “Washington Post” nesta semana afirma que diplomatas americanos visitaram o laboratório em 2018 e ficaram preocupados com as fragilidades.

Em janeiro daquele ano, diplomatas e cientistas dos EUA visitaram o WIV e depois enviaram dois telegramas diplomáticos (relatórios) ao governo em Washington. O laboratório não tinha condições de segurança adequadas, e que os estudos com coronavírus eram arriscados, afirmavam.

Esses relatos dos diplomatas pediam mais atenção ao tema e ajuda para lidar com problemas de segurança no laboratório WIV.

Na ocasião, os americanos que visitaram as instalações afirmaram que estavam preocupados com a falta de treinamento dos funcionários do laboratório, de acordo com um texto publicado pelo “Washington Post”.

O francês Luc Montagnier, vencedor do Nobel de Medicina de 2008, afirma que o coronavírus SARS-CoV-2, causador da covid-19, foi criado em um laboratório de Wuhan, na China

Investigações ainda são inconclusivas

Até agora, as investigações sobre isso são inconclusivas, disse o general Mark Milley, chefe do Estado Maior das Forças Armadas dos EUA.

A origem do Sars-Cov-2 ainda é um mistério, mas “o peso das evidências” indica que o novo coronavírus é natural e não foi criado em um laboratório, afirmou ele na quarta-feira (16).

Uma pesquisa publicada na revista científica Nature concluiu que o Sars-Cov-2 não foi desenvolvido nem manipulado em laboratório.

Pesquisador nega rumores

O principal pesquisador do WIV, Shi Zhengli, nega que a transmissão em humanos tenha se iniciado no instituto.

A França também afirmou que não há evidência de nenhum elo entre o novo coronavírus e o laboratório com a maior certificação de segurança que existe.

Um representante do gabinete da presidência da França disse que não há evidência factual que corrobore a história.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luis disse:

    Não é a primeira vez que a China causa grandes problema de saúde para populaçao mundial,quem nao lembra da gripe aviária,peste suina,h1n1,e agora esse vírus chines,,,,Canalhas têm que serem punidos!!!!

  2. ... disse:

    Gostaria de entender pq esses galados manipulam virus mortais em laboratorio

    Esta faltando oq ainda p explicar q esses chineses criaram o virus p se beneficiarem agora superfaturando material hospitalar e provavelmente ja tenham a vacina tbm so estao esperando vender mais os produtos p finalmente vender a vacina.

    O que o dinheiro e o poder nao fizer so o satanas faz.

  3. Anderson disse:

    E de onde os EUA tem credibilidade para investigar? Pais maia mentiroso do mundo. Alguém lembra das armas químicas só Iraque? Até hoje não acharam…

Nobel de Medicina diz que novo coronavírus surgiu em laboratório

FOTO: RECORD TV EMISSORAS

Em entrevista ao podcast Pourquoi Docteur? (Por que, doutor?, em português), o francês Luc Montagnier, vencedor do Nobel de Medicina de 2008, afirma que o coronavírus SARS-CoV-2, causador da covid-19, foi criado em um laboratório de Wuhan, na China. “A história de que ele surgiu em um mercado de peixes é lenda”, diz.

Premiado em 2008 com o Nobel pela descoberta do vírus HIV nos anos 1980, Montagnier disse que o laboratório da cidade de Wuhan se especializou nesse tipo coronavírus desde o início dos anos 2000 e, apesar de ser um local de alta segurança, teria deixado escapar a nova cepa do vírus.

O professor, que diz ter analisado a sequência do vírus com seu colega matemático Jean-Claude Perrez, afirma que pesquisadores indianos já haviam tentado publicar um estudo completo mostrando que o SARS-CoV-2 possui sequências do HIV, o vírus causador da aids.

Questionado se tal mutação não poderia ser natural, Montaigner foi categórico. “Não. Esse tipo de mutação precisa de ferramentas, não acontece na natureza”. Mas o cientista não acredita que os chineses tenham criado o vírus para ser uma arma biológica. “Acredito que estavam em busca de uma vacina contra o HIV e usaram um coronavírus como vetor”, explicou.

A fala de Montaigner despertou reações na comunidade científica. “É uma análise errada”, disse Simon Wain Hobson, virologista molecular do Instituto Pasteur, de Paris, em entrevista à RFI (Radio France Internationale).

“É muito simples. O genoma do novo coronavirus é particularmente rico em duas bases em seu genoma, e o HIV é rico em uma delas. Olhando a sequência genética, pode-se chegar à conclusão de que há similaridades”, explica Hobson. “As conclusões de Montaigner estão erradas”, completou.

“Trabalhamos com informações disponíveis e publicadas, então só posso comentar em cima destas informações previamente catalogadas. Tudo leva a pensar que [a covid-19] seja uma infecção natural. Ou seja, vem do mundo animal, e o ponto de partida seria um outro mamífero”, afirma o virologista.

R7

https://noticias.r7.com/saude/nobel-de-medicina-diz-que-novo-coronavirus-surgiu-em-laboratorio-17042020

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro Henrique disse:

    Depois que o cara ganha o Nobel desanda a falar besteira. Alguém lembra de Watson do DNA? Disse tanta besteira racista que foi isolado da comunidade científica.

  2. Manoel disse:

    E a economia da China desabou só 6% no trimestre. Tá "certo".

  3. Rocha Neto disse:

    Que pena! O próprio ser humano criando armas biológicas para a sua própria destruição. Final dos tempos, tudo está escrito no livro de nossas vidas.

  4. Severo disse:

    Gripe aviária e suína também, esses primeiros a china não conseguiu o intento de abalar as estruturas do 1o mundo e paises que não tem alinhamento com os chineses.

  5. Eduardo Peixoto disse:

    Será que algum órgão de imprensa, influenciador digital ou blog amestrado vai ter coragem de contestar essa afirmação? Acredito que sim.

  6. Zanoni disse:

    É ou não é chinês o vírus assassino?

Vereador Cícero Martins diz que chineses criaram coronavírus em laboratório para “roubar o mundo”

Foto: Elpídio Junior/Câmara Municipal de Natal

O portal Agora RN destaca que o vereador de Natal Cícero Martins (PSL) disse nesta segunda-feira (16) que o novo coronavírus – que infectou mais de 150 mil pessoas pelo mundo até o último fim de semana – foi criado por chineses em laboratório “com a finalidade de roubar o mundo”.

Desde a semana passada, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica o avanço do vírus como uma pandemia.

Na opinião do parlamentar, a suposta criação intencional do novo coronavírus tinha o objetivo de causar impactos na economia global. Matéria completa aqui.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alberto disse:

    Esse mané deve ser da família do BOZO, pq só fala merda.

  2. Ana carolina disse:

    Não tiro a razão do vereador,,acho que ele tá certo. É incrível como a China já venceu a doença e já estão voltando ao cotidiano normal tão rapidamente. Sempre soube que esse vírus não era coisa da natureza. Só os ignorantes não aceitam isso. O mundo é capitalista. Por dinheiro e poder, o homem é capaz de tudo.

  3. François Cevert disse:

    Cícero Martins seu fundamento é uma 'piada' de mal gosto.

  4. Wellington disse:

    Com políticos dessa qualidade não há possibilidade de progresso e evolução. Esse senhor, que presumo não ser tão ignorante, aposta na ignorância do eleitorado, o mesmo jogo do capitão e seu bando. Vá trabalhar homem, você foi eleito pra isso!

  5. Gaius Baltar disse:

    A China é o maior exportador de produtos de valor agregado do mundo. Perderá bilhões com a diminuição do comércio mundial. Esse é o nível dos nossos vereadores.

  6. Tarcísio M. P. Oliveira disse:

    Cícero Martins e Fernando Lucena podiam criar um novo partido: PCMN – Partido dos Conversadores de M*#&@ de Natal. Pense em dois lunáticos.

  7. Everton disse:

    De um lado uma comunista paranóica, doutro um caçador de comunista tão paranóico. A burrice, como refinada poliglota, anda tanto pela esquerda como pela direita.

  8. Gonçalo Alves disse:

    Nessa nossa cidade aparece cada assombração…
    Esse, particularmente, é o conhecido maracatu têi-têi. Quer aparecer de qualquer maneira, nem que seja se expondo ao ridículo todos os dias.
    Ô povo pra não saber votar.

  9. Barba disse:

    Esse vereador é uma figura estranha!
    Os motoristas de app não esquece dele! Vive em uma eterna cruzada!o caçador de comunistas, igual o presidente!
    Já pode ser roteirista de alguma filme bem lado B.

  10. Marlene disse:

    Ele também diz que a Terra é plana! Relevem!

  11. wellington disse:

    É. Seria interessante explicar qual o lucro da China com este vírus. Só para esclarecimento nosso.

  12. Antônio disse:

    Entao o npme nao deveria ser Corona mais bolsonaro o vírus malefico

  13. João Felipe disse:

    Incrível, sempre agem da forma mais exagerada possível e nunca levando em consideração que o vírus mais simples é o que facilmente pode sofrer mutação, já sofremos inúmeras pandemias, SARS, EBOLA, H1N1….mas tem gente que devaneia, fazer o quê? O governo é o reflexo do seu povo.

  14. Santos disse:

    Eu estou quase convencido que a China, em acordo com agentes secretos cubanos, venezuelanos e o ET de Varginha criaram o covid-19 só pra atrapalhar as manifestações do último dia 15.

  15. Minion alienado disse:

    É por isso que estamos lascados. Temos representantes ignorantes em todos os lados.

    • Cícero Martins disse:

      Já iria dar uma resposta mais explicativa. Quando fui colocar o nome do cidadão, tinha “minion alienado”. Neste caso, o silêncio será a resposta adequada. Apenas, aconselho que ESTUDE um pouco antes de emitir uma opinião, ler é sempre bom!
      Atenciosamente!
      Cícero Martins

    • Carlos disse:

      Está certissímo Minion, políticos é o pior câncer que somos obrigado a conviver e o quanto ao nobre vereador, controle-se. É uma pessoa pública e deve escutar tudo o que quer e o que não quer. Ou então peça para sair.!

    • Rômulo© disse:

      Essa "teoria da conspiração" vinda desse senhor que já foi professor de biologia de vários colégios desta capital é lamentável! O pior é que ainda manda as pessoas "estudarem" e "lerem" sobre a tal teoria! Ler o quê? Os livros do astrólogo lunático que influencia os filhos malucos do Bozo e o seu desgoverno?

    • Minion alienado disse:

      Cícero, vereador, biólogo e dentista, apresente dados para comprovar seus argumentos. Você, uma pessoa que deve ter estudado um pouco mais que seus eleitores, deveria ter ao menos a capacidade de usar bons argumentos nos seus discursos. Não faça igual ao presidente que você apoia, não se utilize de fake news.

Colégio Porto: Laboratório de Inteligência da Vida (LIV) trabalha a preparação emocional dos alunos

Colégio Porto adotou LIV como programa educacional para estudantes do ensino médio; experiência vai ajudar jovens na preparação para o ENEM.  (Em destaque, alunos com a professora Kennia Isis após aula do LIV- Professora Kennia Isis).  Fotos: Ruston Liberato

INFORME PUBLICITÁRIO

Aprender a lidar com as próprias emoções e usufruí-las em benefício próprio, além de compreender os sentimentos e comportamentos dos outros. Isso é o que chamamos de Inteligência Emocional, uma habilidade muito necessária para encontrar o equilíbrio entre a razão e a emoção. Esse conceito também é a base de um programa educacional implantado pelo Colégio Porto, o LIV – Laboratório de Inteligência da Vida.

Em um encontro semanal, partindo de uma metodologia ativa, os alunos dos três anos do Ensino Médio experimentam e constroem o conhecimento por meio de discussões e reflexões sobre os mais variados temas, desde o autoconhecimento até as relações interpessoais na escola e na vida. Atualmente, 40% da Base Nacional Comum Curricular compreende conteúdos relacionados à Inteligência Emocional.

O Colégio Porto, conectado com as novas exigências da educação, percebe que o LIV é essencial para o bom desempenho dos alunos. “O ambiente escolar é diverso e está prioritariamente relacionado com o desenvolvimento dos componentes cognitivos. Entretanto, por ser um importante espaço de socialização, os alunos se envolvem para além dos saberes e fazeres escolares, construindo laços afetivos, sendo assim extremamente necessária a presença da inteligência emocional”, explicou a professora do LIV, Kennia Isis.

Trazendo situações que envolvem o cotidiano para a sala de aula, o LIV propõe ao aluno experimentar algumas situações que exigem bom senso, respeito ao próximo, afetividade, empatia, responsabilidade e autonomia, habilidades extremamente necessárias aos seres humanos. “O LIV me fez pensar mais sobre a vida, me fez analisar várias coisas sobre o que acontece ao meu redor. Também consegui organizar melhor minha rotina de estudos para conciliar com a minha rotina social”, afirmou a estudante do 1º ano do Colégio Porto, Eduarda Paiva.

Foto: Ruston Liberato

Inteligência Emocional e ENEM

O uso da Inteligência Emocional é uma ferramenta importante para os estudantes que estão se preparando para o ENEM. A escolha da vida profissional desperta muita ansiedade, tensão, gera expectativas, auto cobrança e cobrança da sociedade. Estudos recentes ligados a educação afirmam que aprender a lidar com as próprias emoções estimula a autoconfiança e um conhecimento melhor de si mesmo. “Isso ajuda os estudantes a manter o equilíbrio emocional na hora da resolução de provas como as do ENEM e aumenta as chances de um bom desempenho”, concluiu a professora.

Para o estudante João Neto, do 3º ano do Colégio Porto, a experiência com o LIV vai trazer mais segurança. “Ajuda muito a gente na questão psicológica, de preparação. Acho que eu vou poder ter mais certeza sobre as minhas escolhas, poder aceitar mais as minhas escolhas. A gente fica muito indeciso em relação ao segmento da carreira profissional que vai escolher, mas o LIV vem exatamente para dar esse embasamento psicológico”.

Foto: Ruston Liberato

Melissa Melo, estudante do 2º ano, acredita que o emprego do LIV, um ano antes de fazer o ENEM, vai ser ainda mais importante para esse processo de preparação. “Eu acho que a parte emocional é essencial, tanto quanto o resto do conhecimento. Você pode saber tudo, mas não tem como você fazer uma boa prova se você não tiver bem emocionalmente. O LIV é uma experiência que vai além disso. Vai servir para a vida porque equilíbrio é importante para tudo”.

Foto: Ruston Liberato

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bento disse:

    Educação levada a sério
    É de exemplos assim que precisamos.
    Parabéns

Cientistas criam 1º ser vivo com DNA 100% reescrito e sintetizado em laboratório

(Rodolfo Parulan Jr/Getty Images)

Nada de super humanos ou afins. O primeiro ser vivo com o DNA criado 100% em laboratório é uma bactéria. O novo micróbio é fruto de dois anos de pesquisa da Universidade de Cambridge, os resultados foram publicados no periódico científico Nature. Ele é bem parecido com outras bactérias da sua espécie, mas é capaz de sobreviver com um código genético simplificado.

A bactéria que carrega o DNA sintetizado em laboratório é da espécie Escherichia coli, normalmente encontrada no solo e no intestino humano. Após a modificação, ela pode ajudar a criar novos medicamentos ou se tornar resistente a vírus. Mas no que, exatamente, os cientistas mexeram para deixá-la assim? E mais: o que exatamente queremos dizer com “código genético simplificado”?

É o seguinte: o DNA de um organismo possui toda a informação necessária para construir e operar seu corpo. Essa informação é codificada em sequências de quatro moléculas, identificadas pelas letras A, T, C e G.

Cada gene é o manual de instruções para produzir uma determinada proteína. E as proteínas, por sua vez, são cadeias de moléculas menores chamadas aminoácidos. Cada aminoácido é identificado por uma sequência de três letrinhas de DNA: as letrinhas CTT, CTC e CTA correspondem à leucina, por exemplo. Essas sequências de três letrinhas são chamadas “códons”. Há 64 códons, mas só 20 aminoácidos, de maneira que há mais ou menos três códons para cada aminoácido. Um gene nada mais é do que uma fila de códons.

Os pesquisadores removeram alguns desses códons e substituíram por outros que fazem o mesmo trabalho. Eles fizeram mais de 18 mil edições desse tipo. No final, um organismo que tinha 64 códons ficou com 61. E o mais surpreendente: ele sobrevive mesmo assim. As redundâncias foram eliminadas, mas tudo continua normal.

As alterações no código genético não foram feitas no DNA da própria bactéria: os cientistas criaram um DNA completamente novo em laboratório e substituíram as moléculas originais pela versão com o upgrade.

A bactéria recebeu o nome de Syn61 — uma junção da palavra síntese com o seu novo número de códons. Por ter um DNA tão diferente do normal, os vírus podem ter dificuldade para infectar a bactéria.

O Escherichia coli é utilizado na produção de insulina para diabetes e medicamentos para o tratamento de câncer, esclerose múltipla e ataques cardíacos. Quando um vírus infecta uma cultura bacterial dessas, a produção inteira precisa ser jogada fora.

Essa é a primeira vez que os cientistas conseguem alterar e sintetizar um DNA tão grande. Em 2010, a bactéria Mycoplasma mycoides foi a primeira a ter seu genoma sintetizado. Ao contrário da E. coli, seu DNA era bem menor e não foi redesenhado.

Super Interessante

Laboratório do Gaeco/MPRN desvenda crimes com análise avançada de imagens

Foto: Divulgação/MPRN

A investigação dos crimes cometidos no Rio Grande do Norte conta com mais um aliado, que é apoio de softwares e técnicas de melhoria de imagens e tratamento de sinais, para identificação dos criminosos e das circunstâncias que envolvem os fatos. O serviço é disponibilizado pelo Laboratório de Forense Computacional do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), órgão do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN).

Um caso recente que contou com o apoio desse serviço garantiu a identificação de Janderson Ferreira Leones, acusado de matar o policial José Edivaldo do Nascimento, no dia 21 de abril de 2018. Em sua rota de fuga, o criminoso passou por um posto de gasolina na Avenida Alexandrino de Alencar, zona Leste de Natal. Durante as investigações, a Polícia solicitou as imagens das câmeras de segurança do estabelecimento e encaminhou ao Gaeco/MPRN. Com as mídias em mãos, a equipe do Laboratório de Forense Computacional conseguiu sensíveis melhorias nas imagens, o que permitiu identificar o autor do crime, que foi preso no dia 28 de março deste ano.

“Quando uma pessoa testemunha um crime, ela passa as características físicas, tentando buscar na memória essas informações. Quando câmeras testemunham o fato, a imagem fica gravada e vira prova”, explica o assistente ministerial de Tecnologia da Informação do Gaeco/MPRN, Jorge Ramos de Figueiredo, que também é professor universitário na área de Forense Computacional e tem especialização em tratamento de imagens. Essa comparação mostra como a comprovação de crimes por meio de fotos, vídeos ou áudios, seguida da análise realizada com apoio de tecnologia, garante resultados reais.

A análise forense de multimídia compreende a checagem de fotografias digitais, vídeos e áudios. Além disso, o Laboratório de Computação Forense do Gaeco/MPRN associa o trabalho de recuperação de imagens. “Quando alguém comete um ato ilícito, tende a destruir o objeto que possa carregar provas, como um computador. No Laboratório, também conseguimos restaurar o HD do equipamento danificado e recuperar as imagens que foram apagadas”, exemplifica Jorge.

O Laboratório de Computação Forense do Gaeco/MPRN conta com uma equipe de sete servidores, sendo que 80% deles têm pós-graduação em Computação Forense ou Ciência Forense. No período de atuação, o Laboratório tem uma produção média de cerca de 170 equipamentos processados por mês e pelo menos dois casos por mês são recebidos para análise multimídia, sendo a maioria de imagens envolvendo crimes de homicídio.

Outro caso de grande repercussão que contou com apoio do trabalho do Laboratório do Gaeco/MPRN para identificar e prender os criminosos foi o assassinato da policial militar de Santa Catarina, Caroline Pletsch, no dia 26 de março de 2018. Os acusados Weverton Lenário Gomes e Raissa Torres Lima de Souza foram identificados nas imagens fornecidas pela Polícia e entregues ao Laboratório de Computação Forense para análise, trabalho que auxiliou na comprovação da autoria do crime.

Os softwares também apoiam a identificação de veículos. “Uma situação prática acontece quando a Delegacia de Homicídios, por exemplo, precisa que seja identificado um veículo que foi utilizado para o cometimento de um determinado crime. Nós recebemos a imagem, que pode vir turva ou desfocada, conseguimos identificar modelo, detalhes do carro e deixar as placas mais nítidas para identificação”.

Atualmente, os órgãos que demandam o Laboratório de Computação Forense do Gaeco/MPRN são as Promotorias e Procuradorias de Justiça, ou seja, o trabalho resulta em incremento das investigações do próprio MPRN; Polícias Civil e Militar e Justiça Estadual. Na época em que a Força Nacional de Polícia Judiciária atuou no RN, o Laboratório também prestou serviço para auxiliar em diligências específicas.

No caso de outros órgãos precisarem desse apoio técnico fornecido pelo Laboratório, é necessário fazer uma solicitação à coordenação do Gaeco/MPRN. Assim, o órgão faz um trabalho de cadeia de custódia, apresenta todas as evidências etiquetadas, em formato simples, com todas as descrições técnicas.

“O investimento em aquisição de hardware, software e treinamento dos profissionais tem permitido levar para os processos outro tipo de prova, derivada da tecnologia da informação aplicada à área investigativa, buscando-se com esse esforço evoluir quanto aos meios clássicos, notadamente a prova testemunhal, muitas vezes precária, estando o Gaeco à disposição não só dos órgãos de execução, que são as Promotorias e Procuradorias, mas também dos parceiros institucionais”, ressaltou Fausto França, coordenador do Gaeco.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ana leticia disse:

    E o Policia Civil Andre Severiano, profissional dedicado, que teve todas as honrarias de um profissional de excelencia, assassinado semana passada, ate agora ninguem preso nem procurado???????
    Quando teremos uma resposta?
    Nao basta promessas e elogios.
    Com a palavra a policia.

  2. Allan disse:

    Quem pode, pode. Enquanto isso as polícias estão sucateadas. Será que são órgãos de Estados distintos?

    • Realista disse:

      Tem um prédio ali no centro, perto de onde era o antigo Dinâmico, que de nada serviu.

Laboratório da UFRN oferece bolsa de pós-graduação; valor de R$ 2.500,00 mensais

O Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), no uso de suas atribuições legais, torna pública a abertura de inscrições para a seleção de pesquisadores para o Projeto Desenvolvimento Científico e Tecnológico Aplicado a Esclerose Lateral Amiotrófica.

Para participar do processo é preciso ser graduado em Sistemas e Computação, Sistemas de Informação, Ciências da Computação, Engenharia da Computação ou Análise e Desenvolvimento de Sistemas, e estar regularmente matriculado em curso de mestrado na área de Inovação em Tecnologias Educacionais, Tecnologias Educacionais ou Computação.

O candidato convocado desenvolverá atividades de pesquisa, ensino e desenvolvimento de soluções tecnológicas direcionadas à saúde e executará atividades de formação em Tecnologias Web Front-end, Back-end e UX Designer. O valor da bolsa é de R$ 2.500,00 mensais, pelo período de 12 meses, mediante avaliação de desempenho do pesquisador, podendo a bolsa ser renovada durante o período vigente do Projeto.

As inscrições estarão abertas no período de 30 de abril a 04 de maio e devem ser efetuadas através do site do Laboratório, onde os candidatos precisam submeter os documentos listados no edital do processo.

Com informações da UFRN

Empresa israelense cria o primeiro bife feito em laboratório no mundo

(Foto: Shutterstock / nevodka)

Uma empresa israelense chamada Aleph Farms afirmou que conseguiu criar o primeiro bife desenvolvido em laboratório no mundo. E sem matar um único animal no processo.

Para chegar ao produto, a empresa afirma que descobriu como criar a estrutura da carne real a partir de células animais em uma placa de Petri – com isso, segundo, seus os cientistas da empresa, a sensação é que que você está, realmente, mordendo um pedaço de carne, em vez de apenas saboreá-la.

“Teoricamente, estamos falando que você pode estar comendo carne de boi sem matar bois. Você poderia estar comendo baleia sem prejudicar as baleias ”, disse Jan Dutkiewicz, pesquisador da Universidade Johns Hopkins, em entrevista ao jornal Wall Street Journal.

A Aleph Farms está entre as várias empresas que disputam uma corrida para cultivar carne em um laboratório usando grupos de células de animais, sem realmente matá-las. Reguladores nos EUA ainda estão avaliando se esse tipo de produto é seguro para os consumidores, e se eles deveriam ser chamados, de fato, de carne.

As empresas envolvidas dizem que essas novas carnes podem ser produzidas por uma fração dos custos ambientais que vêm da agricultura tradicional de larga escala. No entanto, neste estágio inicial de desenvolvimento, produzir um quilo de carne a partir de células ainda é muito mais caro que o processo tradicional, envolvendo o abate dos animais.

Olhar Digital, via Wall Street Journal

 

Atenção você que se acha!!! Esperma será fabricado em laboratório

Pesquisadores na Alemanha e em Israel conseguiram produzir sêmem de rato em laboratório, abrindo o caminho para a produção artificial de esperma humano, o que pode revolucionar os tratamentos de fertilidade.

O estudo, publicado na revista Nature, detalha o cultivo de células germinativas, que dão origem aos espermatozóides masculinos e aos óvulos femininos.

As células foram colocadas em uma substância gelatinosa, similar à encontrada nos testículos.

A substância gelatinosa, chamada Soft Agar Culture System, já era usada em outras pesquisas envolvendo reprodução celular.

O professor Mahmoud Huleihel, da Universidade Ben-Gurion, da cidade israelense de Negev, celebrou a descoberta.

“O estudo deve abrir novas estratégias terapêuticas para homens inférteis que não conseguem produzir esperma ou pré-adolescentes com câncer, que correm o risco de ficarem inférteis por causa do agressivo tratamento com quimio e radioterapia”, diz.

‘Morfologia normal’

O estudo foi feito em parceria com o professor Eitan Lunenfeld, da Universidade de Soroka, em Beer-Sheva, Israel, e o professor Stefan Schlatt, da Universidade de Münster, na Alemanha.

Segundo o artigo da Nature, os espermatozóides produzido em laboratório tinham “morfologia normal”.

O experimento também conseguiu reproduzir com sucesso a acrossoma, a parte dianteira do espermatozóide.

O artigo diz que a substância gelatinosa usada no experimento “poder ser utilizada em tubos de laboratórios para a maturação de células germinativas de ratos pré-mitóticas ao estágio pós-mitose”. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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