Najila pede para desarquivar processo contra Neymar; MP-SP se posiciona contra pedido da modelo

Foto: Montagem: Reuters/Reprodução

A modelo Najila Trindade protocolou na Justiça um pedido para desarquivar o inquérito de estupro contra o jogador de futebol Neymar. As informações são da Record TV.

A defesa de Najila alega que a polícia civil não esgotou todas as possibilidades de investigação.

O MP-SP se posicionou contra o desarquivamento do caso. Agora cabe ao TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) decidir se o processo será reaberto ou não.

Acareação sobre desaparecimento do tablet

A modelo participou de uma acareação na tarde da quarta-feira (14) com o porteiro do prédio onde mora, Marcelo Oliveira Gusmão. Os dois estiveram no 11º DP (Santo Amaro), na zona sul, para esclarecerem pontos da investigação sobre o furto de um tablet, dinheiro e relógio da modelo no apartamento dela.

O porteiro do prédio chegou a registrar um boletim de ocorrência contra Najila por ameaça, durante o inquérito que apurou a denúncia de estupro contra o jogador Neymar.

O advogado da modelo, Cosme Araujo dos Santos, afirmou que Najila respondeu a todas as perguntas da delegada e que ela segue sendo investigada no caso do sumiço dos pertences no apartamento.

R7

MP-SP revela que alguém da Portuguesa foi pago para prejudicar o próprio clube

474758cd-af25-4c2b-ad25-ac84c468e0eb_robertoA escalação irregular do meia Héverton a cada semana aparece com um ingrediente novo. Dessa vez, foi o promotor Roberto Senise que apimentou o enredo. Em entrevista à Rádio Bandeiras, Senise revelou que alguém de dentro da Portuguesa recebeu uma quantia financeira para escalar o jogador na partida contra o Grêmio, mesmo após a suspensão de dois jogos imposta pelo STJD dois dias antes.

“Há indícios de que alguém no clube recebeu vantagem e acabou prejudicando a Portuguesa. O que é certo é que o técnico Guto Ferreira não sabia da situação do jogador. Ao que tudo indica, houve problema no meio do caminho, na comunicação do clube. A questão é quem ganhou dinheiro com isso, e alguns indícios apontam para isso. A máfia no futebol não está restrita apenas ao apito”, contou Senise.

De acordo com o promotor, o Ministério Público ainda investiga o valor da quantia.

“Vamos dizer que os indícios são fortes, provas ainda estão em fase de constituição. É muito esquisito um clube afirmar que não sabia da suspensão de um jogador apenas na última rodada do Campeonato Brasileiro. Tem que analisar com o devido cuidado, é muito estranha a situação”, disse o promotor.

A falha de comunicação a qual o promotor se referiu foi entre o advogado que representou a Portuguesa no julgamento, Osvaldo Sestário Filho e o funcionário do clube, o também advogado Valdir Rocha. Segundo Sestário, ele informou a suspensão de dois jogos e apresentou fax e conta telefônica como provas. Já Rocha rebate alegando que nunca foi informado.

“Existe uma divergência entre Valdir e Sestário, mas essa divergência se resolve por meio de provas, que o Ministério Público já obteve ou está em vias de obter”, disse o promotor. O MP deverá pedir quebra de sigilo telefônico dos envolvidos.

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