Saúde

Itamaraty pede ajuda internacional para compra de “kit intubação”

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) iniciou contatos no exterior para facilitar a compra de insumos médicos que compõem o chamado “kit-intubação”, essencial para o cuidado de pacientes internados com Covid-19 e em escassez na rede de saúde A informação foi confirmada à reportagem por um auxiliar do ministro Ernesto Araújo, em atendimento a um pedido dos órgãos de saúde do governo federal.

O Ministério da Saúde já havia solicitado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), na última quinta-feira, 18, a realização de uma consulta internacional sobre a disponibilidade dos principais medicamentos de intubação, para verificar a possibilidade da compra dos produtos do exterior. Em seguida, o próprio Ministério das Relações Exteriores foi acionado.

A reportagem questionou o Itamaraty sobre a orientação passada aos diplomatas que atuam no exterior e sobre o andamento das consultas, mas não houve resposta até a publicação desta reportagem. A assessoria de imprensa do Ministério da Saúde e da Anvisa tampouco responderam.

O risco de desabastecimento de medicamentos, oxigênio e dispositivos médicos utilizados no País no enfrentamento da pandemia de Covid-19 levou a Anvisa a publicar uma série de medidas na última sexta-feira (19/3).

Uma dessas iniciativas visa a facilitar o registro de medicamentos utilizados para intubação. Excepcionalmente, esses medicamentos poderão ser comercializados apenas com notificação à Anvisa, um tipo de registro simplificado. Anestésicos, sedativos, bloqueadores neuromusculares e outros medicamentos hospitalares usados para manutenção da vida de pacientes estão nessa lista.

Outra medida da Anvisa foi autorizar a importação direta de um rol de medicamentos e dispositivos médicos não regularizados no País, em caráter excepcional e temporário, por órgãos e entidades públicas e privadas.

O Ministério da Saúde tem sofrido críticas pela falta de proatividade na articulação para impedir o desabastecimento dos medicamentos e anestésicos do kit intubação. Em agosto de 2020, a pasta cancelou uma grande compra de itens.

Conselheira do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e coordenadora da Comissão de Ciência, Tecnologia e Assistência Farmacêutica do colegiado, Débora Melecchi disse ao Estadão que falta uma atuação coordenada do Ministério da Saúde para impedir o desabastecimento desses insumos médicos.

“As previsões indicavam agravamento da pandemia no início de 2021 e isso está se traduzindo. Tinha todos os indicativos da gravidade que está se vendo agora em 2021, e a pergunta é: o que o governo federal tomou de atitude?”, indagou Melecchi.

A conselheira disse que a Comissão de Ciência, Tecnologia e Assistência Farmacêutica do conselho vai questionar o ministério sobre kits intubação. “A grande questão é a falta de uma coordenação do governo federal”, disse.

Em nota redigida no sábado, 20, o Ministério da Saúde disse que “de forma proativa mantém o monitoramento semanal do abastecimento de medicamentos de intubação orotraqueal (IOT) em todo o Brasil no enfrentamento da covid-19 desde setembro de 2020”.

“Além do monitoramento e do apoio às Unidades Federativas, o Ministério da Saúde também realiza requisição administrativa, compras internacionais, ata de registro de preços e compras nacionais dos medicamentos. Nesta quarta-feira (17/3), a pasta requisitou administrativamente 665.507 medicamentos de IOT para um período de 15 dias, considerando o consumo médio mensal – essa requisição administrativa realizada não atinge os quantitativos dos insumos previamente contratados pelos entes federados”, disse a pasta.

METRÓPOLES

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Política

Expectativa de mais corrupção no Brasil sobe e atinge 67%

A expectativa de que haja mais corrupção no Brasil subiu: 67% dos brasileiros dizem esperar que haverá mais malfeitos daqui para a frente. É o que aponta pesquisa feita pelo Datafolha em 15 e 16 de março, na qual foram ouvidas por telefone 2.023 pessoas. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

Na rodada anterior em que essa pergunta foi feita, em dezembro passado, 55% achavam que a corrupção iria aumentar, nível semelhante à pesquisa de agosto —que havia indicado a mudança de patamar dessa percepção, estável em torno de 40% desde o início do governo.

De dezembro para cá, caiu de 14% para 8% o índice de pessoas que acham que a corrupção vai diminuir, e oscilou de 27% para 23%, queda dentro do limite da margem de erro, o número daqueles que acham que o problema seguirá como está.

O pessimismo aferido pelo Datafolha é pior entre mulheres (74%) e os mais pobres (73%). São grupos importantes em termos estatísticos, somando respectivamente 52% e 53% da amostra do Datafolha.

A expectativa é menos pior entre os mais ricos (51%), mas isso não se transmuta em otimismo: cresce ali a ideia de que tudo ficará como está, em 37%. É um grupo influente, mas de apenas 4% do universo dos pesquisados.

No grupo que acha o presidente ótimo ou bom, 53% acham que haverá mais corrupção, e 17%, que ela diminuirá. É um resultado melhor que o global, mas longe de níveis mais confortáveis registrados anteriormente.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Sem Moro não existe combate a corrupção. Basta ver o que vivíamos na lava jato. Políticos e empresários poderosíssimo na cadeia, inclusive governador do psdb mineiro, bilhões recuperados dos ladrões corruptos. Não foi mais eficiente por causa de gilmar mendes e cia. MORO 2022

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Saúde

Pandemia provoca alta de até 1.000% em preços de insumos para UTIs

Com demanda crescente e cada vez mais elevada, em decorrência do avanço da pandemia da Covid-19 no Brasil, insumos hospitalares, como medicamentos e itens básicos de proteção (luvas e máscaras), tiveram altas de preços no mercado farmacêutico que ultrapassam 1.000% em alguns casos.

A elevação atinge, principalmente, anestésicos e relaxantes musculares que são utilizados para sedar e intubar pacientes nas unidades de terapia intensiva (UTIs). Todos, essenciais nos protocolos e planos de contingência do tratamento de casos graves da Covid-19.

Em um ano de pandemia, com a grande quantidade de pacientes e necessidade cada vez maior de UTIs, indústrias e laboratórios viram a procura por esses insumos crescer exponencialmente, numa escala acima do que era comumente ofertado no mercado brasileiro.

O Índice de Preços de Medicamentos para Hospitais (IPM-H), desenvolvido mensalmente pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com a plataforma Bionexo atesta um aumento médio dos grupos de relaxantes e anestésicos, durante 2020, de 38,36% e 48,88%, respectivamente.

Numa análise mais específica, surgem exemplos com aumentos mais acentuados. O rocurônio, que é usado para facilitar a intubação, custava em torno de R$ 16 antes da pandemia, de acordo com o setor de compras da Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade de Goiás (Ahpaceg). Hoje, o preço gira em torno de R$ 160. Ou seja, 900% a mais.

Esse valor de R$ 160, no entanto, explica a farmacêutica da Associação, Ana Valéria Miranda, só é praticado em relações comerciais já estabelecidas e com contratos antigos. Se chegar hoje para comprar o rocurônio e iniciar do zero uma relação comercial, o valor, segundo ela, chega a ser até 3.000% além do que era cobrado um ano atrás.

Midazolan

Outro medicamento sensível e que integra os protocolos de atendimento nas UTIs é o midazolam. Também um relaxante muscular, ele sofreu aumento significativo do valor, durante a pandemia. Em análise de planilhas de custos de hospitais, o Metrópoles encontrou uma variação do preço unitário que chega a ser de 764%, entre fevereiro de 2020 e fevereiro de 2021. Uma unidade de 10 ml que valia R$ 2,02 subiu para R$ 17,45.

Em média, no decorrer do ano, segundo a Ahpaceg, o aumento do valor do midazolan foi de 500% na indústria, chegando a 900% na aquisição feita diretamente com laboratórios.

O midazolam e o rocurônio aparecem em lista da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), divulgada na quinta-feira (18/3), que relaciona medicamentos que já estão em falta no Brasil e com reservas próximas de acabar.

Em Goiás, hospitais têm estoque só para esta semana

Os dois relaxantes musculares estão no centro de uma questão que mobilizou associações e entidades hospitalares, na última semana, em alerta feito à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A iminente falta deles nos estoques dos hospitais preocupa a categoria.

Em Goiânia, a Ahpaceg informa que algumas unidades hospitalares têm rocurônio suficiente apenas para o início desta semana. “Sem ele, tem que se regredir ao método do plano de contingência que era praticado 20 anos atrás. Vai ter que fazer uso de outros medicamentos para induzir pacientes ao estado de relaxamento”, explica Ana Valéria.

Ela conta que existia a previsão de chegada de uma carga de importação do rocurônio no Brasil, há duas semanas, o que não ocorreu. Hoje, diante do contexto, não se sabe quando chegará, tampouco se a quantidade será suficiente para distribuir entre todos que necessitam e estão no aguardo.

Com as UTIs abarrotadas de pacientes em vários estados do país e a transmissão da Covid-19 que segue em curva crescente, a situação torna-se ainda mais preocupante pelo o que virá daqui para frente.

Além do rocurônio e do midazolan, estão em falta, ainda, o cisatracúrio, que teve variação de preço verificada pelo Metrópoles de 300% em um ano; o tracrium; a heparina, que é anticoagulante; o atracúrio; propofol, também com variação de preço de 300%; e a fentanila.

Luvas para procedimento registraram aumento de 1.400%

Entre os equipamentos de proteção, as luvas utilizadas em procedimentos são as que registram maior variação de preço. Uma caixa com 50 unidades que custava R$ 6 nos meses anteriores à pandemia é vendida hoje aos hospitais por um preço que chega a até R$ 90, ou seja, um aumento de 1.400%.

Na busca feita pelo Metrópoles nas planilhas de custo de alguns hospitais públicos de Goiás, foram encontrados exemplos de elevação do valor unitário acima dos 440%. Uma caixa com 100 unidades que custava R$ 13,80, em fevereiro de 2020, foi vendida em fevereiro deste ano por R$ 75.

Variação semelhante atingiu as máscaras de proteção. No início deste mês, a Anahp divulgou nota com informações de pesquisa feita com hospitais de todo o Brasil. O aumento médio do valor da máscara N95 foi de 581%. e da máscara cirúrgica. de 569%.

Outro insumo em falta e que teve variação sensível do preço, segundo o setor de compras da Ahpaceg, foi o cateter de alto fluxo. Ele é utilizado em circuito com outros equipamentos para retardar ou evitar a intubação do paciente. O aumento do valor, segundo a farmacêutica Ana Valéria Miranda, oscila de 500% a 1.000%, de acordo com a marca.

Situação assusta pela imprevisibilidade da pandemia

Acostumados a trabalhar com dados e demanda média ao longo dos meses, os hospitais estão diante de um cenário que varia conforme e imprevisibilidade da pandemia da Covid-19. E isso torna impossível fazer previsões sobre a quantidade de insumos que serão necessários em futuro próximo.

“Nós tínhamos antes uma noção de quantidade de procedimentos e de cirurgias. A gente tinha uma programação. Hoje não conseguimos prever. Agora temos X pacientes. Amanhã podemos ter X+20, X+30”, explica a farmacêutica da Ahpaceg.

Outro fator agravante é a mudança do comportamento do vírus e, ao mesmo tempo, da gravidade dos pacientes. Além do acometimento de pessoas mais jovens, o tempo médio de internação em UTIs subiu nos hospitais particulares de Goiás.

Na primeira onda, vivenciada em 2020, a internação durava uma média de cinco a sete dias. Neste ano, a ocupação de um leito de UTI por um paciente grave com Covid-19 tem sido de 14 a 15 dias, em média. Alguns chegam a ficar até 45 dias. Tudo isso eleva a necessidade de insumos.

 

METRÓPOLES

Opinião dos leitores

  1. Capitaliamo na veia.
    Lei da oferta e da procura.
    Enriquecimento dos urubus da morte.
    Governo bolsonaro está destruindo o Brasil e acabando com o povo brasileiro.
    Só tem uma coisa, não se pode dizer que ele tem preconceito. Trabalhando com o vírus está morrendo tanto pobre qto rico.

    1. Essa desgraça vem da china comunista, pega um Brasil que luladrão investiu em estádios e corrupção na copa do mundo e Olímpiadas, ao invés de equipar e construir hospitais, e nós com uma governadora inepta, e uns idiotas cegos e burros da tua láia. Muita desgraça

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Mundo

Com hospitais perto do colapso, Europa analisa medidas ainda mais restritivas

Os governos europeus estão diante de uma encruzilhada. De um lado, enfrentam os protestos populares contra o confinamento, como os que foram registrados no fim de semana na Alemanha, Holanda, Áustria, Bulgária, Suíça, Sérvia, Polônia, França e Reino Unido. Do outro, a necessidade de endurecer ainda mais as restrições de movimento para evitar o colapso dos hospitais.

Neste domingo, Alemanha e Bélgica confirmaram que a única saída para evitar um colapso em seus sistemas de saúde é adotar novas medidas de confinamento, que devem ser anunciadas em breve. O Instituto Robert Koch de Doenças Infecciosas, agência estatal alemã, relatou que os níveis de contaminação por coronavírus haviam ultrapassado uma marca-chave.

De acordo com o instituto, a média de 100 infecções por cada 100 mil habitantes nos últimos sete dias é o limite estabelecido pelas autoridades para que as UTIs sejam capazes de suportar uma onda de contágios. Neste domingo, a Alemanha chegou a 103,9 contaminações por 100 mil habitantes, prenunciando uma sobrecarga do sistema. O agravamento da crise aumentou a pressão pela adoção de uma nova quarentena.

Líderes nacionais e regionais se reunirão hoje para definir o alcance da próxima rodada de restrições. “Infelizmente, teremos de acionar essas travas de emergência”, disse a chanceler alemã, Angela Merkel, que tem apoio de várias autoridades regionais.

Na França, a situação é crítica em algumas regiões, especialmente no norte do país. Há duas semanas, pacientes de Lille, Dunquerque e Furnes começaram a ser transferidos para hospitais belgas, que agora também dão sinais de saturação.

Na Bélgica, onde a média diária de casos cresceu 36% na última semana, o ministro da Saúde, Frank Vandenbroucke, disse ontem que novas medidas de confinamento são inevitáveis, já que as restrições atuais, em vigor desde novembro, não foram capazes de conter a pandemia. “Estabelecemos um plano de abrir completamente as escolas após a Páscoa e os restaurantes a partir de 1.º de maio”, afirmou o ministro. “Com o aumento de casos, existe o risco de não atingirmos esses objetivos. Para garanti-los, medidas adicionais são necessárias.”

O primeiro-ministro belga, Alexander De Croo, disse que o governo já esperava um aumento do número de casos em março, mas que o crescimento que vem sendo registrado está muito além do projetado. “Está claro que teremos semanas decisivas pela frente”, disse o premiê. “Por mais que a gente queira, o coronavírus não foi embora.” Segundo o governo, no ritmo atual, o sistema de saúde da Bélgica começará a entrar em colapso a partir de 10 de abril.

As UTIs estão lotadas também na Romênia, após a aceleração do contágio registrada na semana passada. O primeiro-ministro romeno, Florin Ciu, no entanto, rejeitou ontem a ideia de lockdown nacional. “Muitas pessoas estão me perguntando se vamos acabar presos dentro de casa novamente. Minha resposta é muito clara: não”, disse.

Em parte, a hesitação do governo romeno se explica pela onda de protestos contra o confinamento registrada no fim de semana. No sábado, pelo menos 36 pessoas foram presas e vários policiais ficaram feridos em Londres durante uma manifestação.

Em Kassel, na Alemanha, houve confrontos entre manifestantes e policiais, que usaram spray de pimenta, cassetetes e canhões d’água para dispersar a multidão.

Os franceses também saíram às ruas contra o terceiro confinamento em menos de um ano para 21 milhões de pessoas – quase um terço da população do país. Neste domingo, milhares de pessoas se reuniram para um carnaval não autorizado em Marselha, uma aglomeração gigantesca de foliões que a polícia qualificou de “irresponsáveis”. “Os jovens estão cansados do confinamento”, disse Romain, de 26 anos, que vestia uma camiseta do craque Zinédine Zidane, mas que não quis revelar seu sobrenome.

A festa em Marselha revela o caráter cada vez mais impopular das restrições adotadas pelo governo do presidente, Emmanuel Macron, fez com que as autoridades evitassem usar o termo “lockdown” para se referir às novas medidas, anunciadas na quinta-feira. O pacote de Macron, porém, acabou sendo mais brando do que os dois confinamentos anteriores, de março e novembro. De acordo com as novas regras, o comércio não essencial fechou as portas. Lojas de roupas, decoração e salões de beleza também tiveram de suspenderam suas atividades. Mas estabelecimentos que vendem comida, livros, flores e chocolate puderam permanecer abertos – o que foi bastante questionado por especialistas.

Grécia apela para médicos privados
Diante da situação crítica dos hospitais na maior parte do país, o primeiro-ministro grego, Kyriakos Mitsotakis, escreveu neste domingo um artigo no jornal To Vima afirmando que está preparado para requisitar médicos do setor privado para ajudar o sistema de saúde público, para evitar o colapso do atendimento.

O governo da Grécia já havia convocado os médicos do setor privado para oferecer seus serviços, mas até agora apenas 55 se ofereceram como voluntários – dos 200 que são necessários. De acordo com o primeiro-ministro, a cooperação é sempre preferível como primeiro passo. Obrigar os médicos a oferecerem os seus serviços, segundo ele, não é a melhor opção. “Temos de inspirá-los a fazer isso”, escreveu Mitsotakis./ REUTERS, AFP, EFE e AP

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Mais pere aí!!!
    Na Europa???
    E lá num vivem direto em loquedau ????
    Não era pra está acontecendo isso.
    Aí vai ficar assim nesses quatro V.
    Vai e Vem Vira e Volta.
    No final!!
    Bolsonaro tem Razão.
    Ô vei topado.
    Esse é estrutura papai…

  2. Tudo isso que tá acontecendo na Europa é culpa do negacionismo do Bolsonaro. Se fosse a esquerda no governo já teria resolvido tudo, inclusive, esse vírus já teria sido extinto.

  3. Faz UM ANO que vários governantes insistem em trancar TODOS em casa e ainda não conseguiram entender que esses "lockdowns" não resolvem? Está ficando muito claro que a preocupação não é com a saúde do povo. Ou seriam MUITO burros, o que também não é o caso.

  4. O mundo inteiro adota medidas restritivas.Aqui no Brasil todo tipo de restrição o presidente atribui a esquerda.

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Economia

‘Vacinação em massa é a melhor política fiscal, mais barata e de maior impacto’, diz Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a vacinação em massa é urgente e o primeiro passo para que o Brasil consiga retomar a confiança. Ele defendeu ainda, em conversa com empresários, nesta noite, a importância de seguir com as reformas no País. “Vacinação em massa é a melhor política fiscal, mais barata e de maior impacto sobre a oferta”, disse ele, em live. “A primeira medida fiscal, de saúde pública, de tudo, é a vacinação em massa.”

Guedes reforçou o coro em relação às reformas. “Foco tem de ser seguir com reformas. O Brasil pode ser a maior fronteira de investimentos do mundo”, afirmou. Para ele, o governo Bolsonaro merecia críticas nas reformas que atrasaram, mas têm avançado na agenda. Ele disse que a reforma administrativa pode ter encaminhamento relativamente rápido. Afirmou ainda que a economia esperada, de R$ 300 bilhões, pode ser elevada para R$ 450 bilhões, “sem grandes dificuldades”.

“Temos de ter coragem em assumir orçamentos públicos. Descarimbar o dinheiro não significa dar menos. Para mim, desindexa, desvincula e desobriga. Mas vamos chegar lá. É uma questão de tempo, uma estrada longa a ser percorrida”, disse Guedes.

Ele mencionou uma tríade para o Brasil atravessar a pandemia: auxílio emergencial, vacinação e prorrogação dos programas que deram certo, como, por exemplo, o de redução de salários e suspensão de contrato trabalhista.

Guedes participa hoje de live do Parlatório, organização sem fins lucrativos. Participam do encontro virtual o ex-Secretário Nacional de Segurança Pública e ex-ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência, General Santos Cruz, o médico Raul Cutait, a jurista Ellen Gracie, os empresários Abilio Diniz, Luiza Trajano, Jorge Gerdau, Flavio Rocha, o ex-ministro da Fazenda e atual diretor do Banco Safra, Joaquim Levy, além do também ex-ministro Luiz Furlan.

‘Não sou voz isolada (em Brasília)’

O ministro também disse que não é uma voz isolada em Brasília. Ele fez a análise após ser “provocado” pelo empresário e filantropo sírio radicado no Brasil, Elie Horn, que já foi presidente do grupo Cyrela. Segundo o empresário, que se apresentou como amigo de Guedes, o ministro é “uma voz falante dentro de um antro de surdos”. “Brasília não ouve muito”, disse Horn.

Guedes disse na live que fez uma aposta muito grande na democracia. “Havia a narrativa de que a democracia estava sob risco, de que haveria guerra sem fim. Nunca pensei que a democracia brasileira estivesse em risco”, afirmou. Ele disse que o seu trabalho é um aprendizado e parte de um esforço dos que estiveram no Ministério antes dele e buscaram melhorar o País. “Não acho que sou uma voz isolada”, afirmou. “Tentei criar narrativa construtiva e real.”

Guedes afirmou que a mídia deu apoio às reformas políticas, mas que com a questão da saúde por causa da pandemia se abriu um fosso no Brasil. O País, de acordo com ele, perdeu a sensatez. Ele também criticou o fato de as eleições de 2022 já estarem sendo antecipadas e disse que “falar em impeachment todo o dia” descredencia o Brasil.

Na opinião de Guedes, depois de décadas sob o regime militar, era natural que houvesse um governo mais à esquerda, mas a administração petista, de acordo com ele, se esqueceu da classe média em sua gestão. “Quem decide as eleições no Brasil é o centro, e o centro se deslocou para a direita”, disse.

Sobre seu trabalho à frente da Economia, o ministro afirmou que todos erram, mas que a busca é pelos acertos. “Devemos estar errando bastante também, mas estamos acertando alguma coisa. Devemos estar fazendo algumas coisas boas e errando em outras áreas.”

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Vacinação em massa é a melhor política fiscal, mais barata e de maior impacto’, diz Guedes: Descobriu a polvora……………..todo menino buchudo, sabe disso. Isso pq e Ministro Da Economia……….tamos f…….

  2. Agora não dá pra entender mais nada.
    Uns desse desgoverno dizem que a Vacina é importante e melhor política, outro diz que é a Ivermectina e a Cloroquina.
    Um diz que todos devem ser vacinados, outro diz ‘Tem idiota que diz vai comprar vacina. Só se for na casa da tua mãe’ .
    Mas contraditoriamente ao que recomenda ao povo, vacinou a mãe e provavelmente toda a sua família, que de tão sofrida e desabrigada comprou uma Mansão na zona nobre de Brasília por 6 milhões de reais em plena Pandemia.
    Isso é que é uma liderança preocupada com o sofrimento do povo mais necessitado de sua nação.

  3. Não precisa ser nenhum pós doutor em economia ou gestão pública para saber que R$ 100,00 é o valor suficiente para custear a vacina em um cidadão, sendo assim é muito mais econômico ao país comprar e aplicar a vacina do que pagar auxílios financeiros, recursos altos para estados e municípios, recursos extras para UTI, oxigênio e medicação para entubação.

  4. Que nada!
    Mais um comunista que está a serviço da China e URSS infiltrado para sabotar o governo bolsonaro e atrapalhar o maior programa de imunização do mundo que é o uso da Cloroquina em massa.

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Política

PSDB e PT selam trégua e, pela 1ª vez, se alinham em várias frentes contra Bolsonaro

Antagonistas na política nacional desde os anos 1990, o PT e o PSDB selaram uma trégua e estão pela primeira vez alinhados em várias frentes contra o presidente Jair Bolsonaro. A principal delas é o Fórum dos Governadores, onde tucanos e petistas têm se apoiado mutuamente e até trocado elogios.

Eleito em São Paulo com um forte discurso antipetista, João Doria abriu mão do protagonismo e defendeu a escolha do governador Wellington Dias (PT), do Piauí, como coordenador das discussões sobre vacinas contra covid no Fórum de Governadores.

Interlocutores do Palácio dos Bandeirantes – sede do governo paulista – falam em um “pacto de não agressão”, enquanto lideranças dos dois partidos até admitem estar juntos no segundo turno da eleição presidencial de 2022, a depender de quem disputar a rodada decisiva.

A relação entre os governadores se estreitou ainda mais após o governo federal acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) com uma ação de inconstitucionalidade para tentar derrubar os decretos de restrição de locomoção de pessoas adotados pelos governadores do Distrito Federal, da Bahia e do Rio Grande do Sul para combater o coronavírus. Emissários do PT e PSDB querem ainda reunir os ex-presidentes Lula e Fernando Henrique Cardoso, que vê com entusiasmo a iniciativa. “Da minha parte estou aberto a conversar. É necessário. Na minha concepção, é preciso definir quem é o inimigo principal. Se é o Bolsonaro, como a gente ganha dele? E ganhar para fazer o quê? Essas são as duas questões postas”, disse FHC ao Estadão.

Os petistas pretendem usar o combate à pandemia para abrir o diálogo. Apontado como um dos “presidenciáveis” do PT antes de o ex-presidente Lula restabelecer seus direitos políticos, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), atua agora para que o partido estabeleça diálogos com as legendas do centro para a disputa presidencial de 2022 e prega a aproximação com o PSDB. Alinhado com Wellington Dias, Costa quer abrir um canal de diálogo de Lula até com Doria.

O governador baiano disse ao Estadão que considera “possível” uma aproximação entre PSDB e PT para 2022. “Se depender de mim, vamos trabalhar para isso. Sou a favor de que a gente coloque o Brasil acima das nossas divergências políticas secundárias. Estamos tratando de um projeto de salvação nacional. A lógica da disputa da eleição no Brasil será semelhante à dos Estados Unidos. É a democracia contra a barbárie e o ódio. A sociedade do bem vai prevalecer contra a lógica miliciana de condução do País.”

Assim como o governador do Piauí, que chamou de “importantíssimo” o papel de Doria na crise sanitária, Rui Costa também elogiou o tucano. “Quero prestar toda solidariedade ao Doria. Ele é um dos governadores que têm sofrido ataques sistemáticos do governo federal. Doria tem se esforçado para reduzir o número de óbitos. Justiça seja feita: não fosse a iniciativa do governo de São Paulo e do Instituto Butantan, 80% das pessoas que receberam a vacina não estariam hoje vacinadas.”

Líderes tucanos ligados a Doria abraçaram o mesmo discurso de união de esforços durante a pandemia. “Em tempos de crise sanitária e institucional com o governo Bolsonaro de tamanha gravidade, é fundamental que deixemos a política em segundo plano. Não é momento de agressão, mas de trabalho conjunto”, disse Marco Vinholi, secretário de Desenvolvimento Regional de São Paulo e presidente do PSDB paulista.

Na semana passada, o Estadão revelou que Wellington Dias será o emissário de Lula nas conversas com o PSDB. A estratégia do PT é encontrar “um lugar para Lula na crise sanitária”. A intenção é que o petista se junte a outros ex-presidentes – Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer – na busca por uma influência internacional que possa ajudar o País a obter vacinas e insumos para a produção de imunizantes. “Tudo aponta para um momento de reconciliação, que é o que os governadores estão fazendo. A realidade obriga a fazer isso”, afirmou ao Estadão o ex-governador de Minas, Fernando Pimentel (PT).

Nascidos nos anos 1980, PT e PSDB estiveram juntos uma única vez em eleições presidenciais. Foi no 2.º turno de 1989, quando o candidato tucano Mário Covas declarou apoio a Lula, que enfrentava Fernando Collor. Os desentendimentos cresceram em 1992, quando parte do PSDB paulistano apoiou a candidatura à Prefeitura de Paulo Maluf contra Eduardo Suplicy (PT). A rivalidade se consolidou nas campanhas vitoriosas de FHC à Presidência e nas dos petistas Lula e Dilma Rousseff, que tiveram tucanos como adversários.

Nesses anos, porém, acordos importantes ocorreram entre petistas e tucanos: entre Marta Suplicy e Covas contra Maluf, em 1998 e em 2000, e o apoio dos partidos à eleição de Márcio Lacerda (PSB) à prefeitura de Belo Horizonte, em 2008. Um dos artífices do último, o ex-governador Pimentel defende agora a tese de que o candidato que derrotar Bolsonaro terá a necessidade de fazer um governo de união nacional. Seja Lula, Ciro Gomes ou qualquer outro. “Antes a polarização era saudável, democrática, com projetos diferentes, mas no campo da democracia. Agora, temos claramente um projeto autoritário e excludente e, do outro lado, todos nós, até o Centrão, que pode ser acusado de tudo, menos de não ser democrático. Quem está ficando isolado é Bolsonaro e a direita radical.”

Esquerda do PT e parte da bancada tucana resistem

A aproximação entre PT e PSDB enfrenta resistência da parte “governista” da bancada tucana na Câmara, que é liderada pelo deputado Aécio Neves (MG), mas o diálogo entre deputados dos dois partidos nunca foi tão intenso. “É a primeira vez que temos esse diálogo tão fluido. O objetivo é barrar a escalada autoritária. Precisamos de todos os esforços para impedir a violência que o Bolsonaro tem praticado”, afirmou o deputado Paulo Teixeira (PT-SP).

A aproximação entre os partidos enfrenta ainda a desconfiança mútua entre tucano e petistas. O presidente do PSDB, Bruno Araújo, disse, recentemente, que votaria em branco em caso de segundo turno entre Lula e Jair Bolsonaro em 2022, indicando as dificuldades para um acordo mais amplo entre os partidos, além da atuação na pandemia. Há resistência também no PT. Setores da esquerda do partido consideram difícil um acordo em razão de diferenças de visão nas áreas econômica e trabalhista. O que facilitaria as conversas entre os partidos é a centralidade que assumiram temas como o combate a desigualdades e a defesa do meio ambiente no discurso de formuladores de política dos tucanos – como o prefeito Bruno Covas.

No ambiente jurídico, petistas e tucanos também nunca estiveram tão alinhados. “Lideranças do PT e PSDB começam a ensaiar uma aproximação no mundo jurídico em cima de uma agenda comum: a defesa da democracia e das instituições e o reconhecimento da parcialidade do ex-juiz Sérgio Moro”, disse o advogado Marco Aurélio Carvalho, que integra o setorial jurídico do PT e coordena o Grupo Prerrogativas, que reúne advogados progressistas.

Carvalho lembra que juristas ligados ao PSDB, como os ex-ministros da Justiça de FHC José Carlos Dias e José Gregori e o advogado Belisário dos Santos Jr, ex-secretário da Justiça do governo de Mário Covas, assinaram manifesto que pedia a anulação das condenações do ex-presidente Lula.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Alguém aqui viu algum comentário de petista de merda sobre essa asqueroso união? Mais uma humilhação para o eleitor petista. Kkkkk

  2. Caíram as máscaras desses patifes, no governo petralha tinham um pacto, até relatado por ciro gomes, psdb fazia pseudo oposição, recebia furnas de presente pra saquear e comprar mandatos, e o pt continuava no comando, roubando o patrimônio público dos brasileiros, até tornarmos um país caótico, e a consequente implantação da ditadura bolivariana, a exemplo da Venezuela. Agora tentam reiniciar o plano diabólico desbaratado por Moro

  3. So digo uma coisa, podem irem se juntando todos, só tem graça pra nós, quando estiver o pacote completo, fechado.
    Só meninos boms, pense num balaio de gatos.
    Nós e o nosso véi Bolsonaro, vamos pelas beiradas como quem come papa quente tá??
    Não tem problemas nenhum.
    Kkkkklkkkkkk
    Mais vai ser bom!!!!
    Kkkkkkkkkkk

  4. Até parece que nunca foram unidos kkk.
    Vai juntando mais ladrões! O nhonho agora vai pra o MDB, o próximo a declarar união ao PT. O Ciro Gomes já revelou tudo. Nem precisa tá anunciando.

  5. kkkkkk, quando é que PSDB e PT estiveram em frentes diferentes??? kkkkkkkk sei não, é cada uma.

  6. como nós nordestinos " má rapaz " eu queria viver pra ver no mesmo palanque Luladrão, Aécio cheira nevs , poste haddad e Geraldo alkime, o que os radicais esquerdeopatas iram dizer , como iriam se explicar ? , kkkkkkkk

  7. Ver o PT é PSDB juntos é a prova cabal que FHC tbem é lixo igual ao molusco ladrao condenado, por enquanto solto.

  8. Sempre foram unidos. É a esquerda asquerosa, aquela que não estuda, não trabalha, não pensa e não toma banho, junto com a esquerda "chique", que toma banho, usa bons perfumes e bons ternos. Fingiam serem adversários, na chamada "guerra das tesouras". Duas grandes porcarias. No PSDB, alguns de seus associados destoam um pouco do grupo.

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Mundo

Venezuela anuncia ‘quarentena radical’ de 14 dias para frear variante brasileira do coronavírus

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, decretou neste domingo (21) um confinamento de 14 dias para frear uma onda de contágio da variante brasileira do coronavírus. As restrições entram em vigor na segunda-feira (22) e se estendem até o fim da Semana Santa. “Anuncio que a Semana Santa neste ano será novamente em quarentena radical”, afirmou Maduro em pronunciamento transmitido pela televisão estatal. “Teremos quatorze dias, duas semanas de quarentena radical […] com máxima vigilância do Estado e das instituições, e vamos fazê-lo pela saúde da família, pela saúde do nosso povo”.

O líder venezuelano disse que a variante brasileira do vírus tem sido um “fator fundamental” no aumento dos casos confirmados no país (estudos preliminares indicam que a chamada variante P.1, identificada pela primeira vez no Amazonas, é mais transmissível que o Sars-CoV-2 original, surgido na China).

Além disso, Maduro indicou que houve um relaxamento do distanciamento social por parte da população venezuelana, citando como exemplo uma festa em um hotel em Caracas em que mais de 200 pessoas se aglomeraram até que houvesse intervenção da polícia.

Segundo Maduro, a Venezuela já registra um aumento da ocupação dos leitos hospitalares e para evitar o colapso na saúde é preciso “minimizar a mobilidade desnecessária da população, evitar concentrações de pessoas em espaços públicos [e] diminuir atividades bancárias e comerciais não essenciais”.

Na sexta-feira (19), a vice-presidente Delcy Rodríguez já havia alertado que a Venezuela enfrenta uma segunda onda de infecções “muito mais contagiosa do que a registrada em agosto e setembro de 2020”, e que o aumento dos casos é um reflexo da variante brasileira, registrada pela primeira vez no país no início do mês.

As autoridades de saúde venezuelanas contavam neste sábado (20) 105.306 casos de Covid-19 e 1.483 mortes causadas pela doença desde o início da pandemia, mas as cifras são questionadas pela oposição e por organizações de direitos humanos. A Venezuela tem 30 milhões de habitantes.

O país iniciou em fevereiro sua campanha de vacinação contra a Covid-19, inicialmente com a vacina russa Sputnik V e, posteriormente, com o imunizante do laboratório chinês Sinopharm.

A oposição, liderada pelo autodeclarado presidente Juan Guaidó, também obteve US$ 30 milhões (R$ 165 milhões) para importar vacinas por meio do consórcio internacional Covax.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Seria ótimo se os venezuelanos que estão no Brasil voltassem para seus lugares de origem.
    Só que eles próprios não querem.

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Saúde

Secretários dizem que não há ‘absolutamente ninguém’ na Saúde enquanto Queiroga não assume e Pazuello não cai

O anúncio da escolha de Marcelo Queiroga para ministro sem nomeá-lo de fato e sem que Eduardo Pazuello deixe o cargo levou a pasta da Saúde a ficar sem comando, dizem os secretários de Saúde. A expressão usada é a de que não há lá “absolutamente ninguém” para estabelecer diálogo ou tomar decisões.

Não bastasse a acefalia, há cerca de seis meses os técnicos da pasta foram impedidos de pactuar contratos, o que era rotineiro, rompendo assim mais uma ponte entre estados, empresas e o governo federal.

Recorrendo a uma analogia de guerra, ao gosto dos militares da Saúde, um dos secretários diz que cada um deles está em sua trincheira, isolado, pressionado pelas tropas inimigas, sem ajuda.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Faz diferença NENHUMA…tem ninguém trabalhando mesmo…
    Tem alguém aí?….. aí…… aí….i…..i….i…i…i…i..i…i…
    Do outro lado alguém responde: Muuuuuuuuuuuuuummmmm

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Política

Datafolha: Aprovação ao trabalho de Moro na Lava Jato despenca e rejeição sobe

Hoje objeto de questionamento no Supremo Tribunal Federal, o trabalho do ex-juiz Sergio Moro na Operação Lava Jato sofreu uma queda abrupta em sua aprovação desde 2016, no auge da ação anticorrupção. Segundo aferiu o Datafolha, 45% dos brasileiros consideram que Moro foi bom ou ótimo como juiz principal da operação e seu símbolo. Em três mensurações há cinco anos, esse número variou de 65% a 62%.

O instituto questionou 2.023 pessoas nos dias 15 e 16 deste mês. A pesquisa, nacional e por telefone, tem margem de erro de dois pontos percentuais.

Já a rejeição ao trabalho do ex-juiz e ex-ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro dobrou. Ela variou entre 11% e 13% em 2016, e agora está em 27%. Quem o avalia como regular soma 25%, ante entre 15% e 16% há cinco anos.

Recapitulando, em 2016 as revelações da Lava Jato acerca de corrupção tendo a Petrobras como epicentro acirraram o clima político negativo ao governo da então presidente Dilma Rousseff (PT), que acabou sofrendo impeachment.

Então titular da Justiça Federal em Curitiba, Moro já contava dois anos de trabalhos que expuseram crimes envolvendo políticos e empresários.

Estava entrando no zênite de sua popularidade, sendo aclamado nos protestos de rua contra Dilma e demonizado pelo PT e por seus então aliados, como PP, MDB e PL.

Em um episódio particularmente polêmico, Moro divulgou ilegalmente um áudio entre Dilma e Luiz Inácio Lula da Silva no qual os petistas combinavam deixar pronto um termo de posse para o ex-presidente como ministro da Casa Civil.

O estratagema foi apontado pela Lava Jato como uma forma de garantir algum grau de blindagem a Lula, que ganharia foro especial, contra ações da Polícia Federal. O Supremo anulou a ação, embora Moro não tenha se arrependido dela.

O resto é história: em 2017 o juiz condenou Lula devido ao caso do tríplex em Guarujá (SP) e o ex-presidente ficou 580 dias preso.

No começo deste mês, o Supremo anulou a condenação e enviou o processo para ser analisado em Brasília, alegando que Curitiba, onde Moro atuava, não tinha jurisdição sobre o caso. Lula, por ora, voltou a ser elegível.

No final de 2018, Moro foi convidado a integrar a gestão do recém-eleito Bolsonaro. Ao aceitar, foi criticado, porque a condenação havia tirado o petista da eleição presidencial em que seu novo chefe foi favorecido.

Ainda assim, o nome do ex-juiz seguiu forte e sendo especulado como um eventual presidenciável. Bolsonaro desidratou a Lava Jato, ao indicar um procurador-geral que acabou por enterrá-la, e bateu de frente com Moro.

Para complicar a situação do ex-magistrado, a revelação de grampos comprometedores de membros da Lava Jato, ele incluso, a partir de junho de 2019 pelo site The Intercept Brasil, erodiu sua imagem e levou o Supremo a analisar o caso da eventual parcialidade de Moro no julgamento de Lula.

Após deixar o governo em um grande escândalo, no qual acusou Bolsonaro de tentar manietar a PF, Moro retraiu-se e foi ganhar a vida como consultor de uma empresa que tem entre seus clientes afetados pela Lava Jato.

Enquanto é visto por presidenciáveis eventuais ao centro e centro-direita como um nome com peso para influenciar a eleição, Moro vem sendo descartado como alguém a estar na urna eletrônica em 2022.

O apoio a Moro segue mais forte em setores associados à sustentação da Lava Jato. Seu trabalho na Lava Jato é classificado como ótimo ou bom por 54% entre quem ganha de 2 a 5 salários mínimos, 55% na faixa acima (5 a 10 salários) e de 57% entre os mais ricos (acima de 10 salários mensais).

Ele também é mais bem visto na bolsonarista região Sul (52% de aprovação) e entre empresários (67%) —aqui uma fração da amostra, apenas 3% dos ouvidos.

Um dado se sobressai: a melhor avaliação de Moro vem daqueles que aprovam o governo Bolsonaro, apesar de ele ter rompido com o presidente.

Entre aqueles que consideram que Bolsonaro faz um governo bom ou ótimo, 30% da população, o trabalho de Moro é visto da mesma forma por 68%.

Na mão inversa, a rejeição do ex-juiz sobe entre aqueles 44% que dizem considerar Bolsonaro ruim ou péssimo: 43%. Isso mostra uma ligação entre o bolsonarismo e o lava-jatismo que, aparentemente, sobreviveu ao divórcio entre seus protagonistas.

A rejeição ao trabalho de Moro também é notável no Nordeste, fortaleza oposicionista: 38% dos moradores o avaliam como ruim ou péssimo.

O conhecimento da decisão do ministro Edson Fachin, que restaurou os direitos políticos de Lula, não impacta a avaliação de Moro. Já entre quem não soube do caso, a aprovação ao ex-juiz cai a 30%.

FOLHAPRESS

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Política

Datafolha: Maioria vê Lula culpado e acha que Fachin agiu mal ao anular condenações

A condenação de Luiz Inácio Lula da Silva no caso do tríplex foi justa, e o ministro Edson Fachin (Supremo Tribunal Federal) agiu mal ao anular esta e outras sentenças contra o petista, tornando o ex-presidente elegível por ora. Esta é a opinião da maioria dos brasileiros ouvidos pelo Datafolha nos dias 15 e 16 de março. Foram entrevistadas 2.023 pessoas, e a margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

Para 57%, a condenação dada pelo então juiz Sergio Moro a Lula, na Operação Lava Jato, foi justa. Moro o sentenciou a 9 anos e 6 meses de cadeia, pena revisada na segunda instância para 12 anos e 1 mês, e reduzida a 8 anos e 10 meses ao ser confirmada pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça).

O petista ficou 580 dias preso, sendo solto no fim de 2019 quando o Supremo mudou o entendimento sobre execução de penas a partir da condenação em segunda instância.

Acham que a decisão foi injusta 38%, e 5% não souberam opinar. Em abril de 2018, o Datafolha havia feito a mesma questão, com resultados semelhantes: 54% viram justiça, 40%, injustiça, e 6% disseram não saber.

No dia 9 de março, Fachin lançou uma bomba no cenário político brasileiro ao mudar seu entendimento acerca da competência da Vara do hoje ex-juiz e ex-ministro Moro em Curitiba. As decisões da Lava Jato sobre Lula foram anuladas e os processos, transferidos para outros foros. Isso ainda será apreciado pelo plenário do STF, mas na prática Lula recuperou seus direitos políticos, podendo ser candidato a presidente em 2022.

Além do caso do tríplex, foi anulada a sentença que o condenou a 12 anos e 11 meses no processo sobre o sítio de Atibaia em Curitiba —pena que subira a 17 anos e 1 mês na revisão da segunda instância, no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em Porto Alegre. Também foram transferidos dois processos referentes a doações de empreiteiras ao Instituto Lula, que não haviam sido julgados.

Fachin agiu mal para 51% dos ouvidos pelo Datafolha, enquanto 42% acreditam que fez o certo. Não souberam responder 6%.

Em relação ao efeito principal da decisão do ministro, a eligibilidade neste momento de Lula, há divisão entre os brasileiros, dentro do limite da margem de erro da pesquisas. Não querem que ele concorra 51%, enquanto 47% querem.

O caso é de amplo conhecimento público: 87% dos ouvidos disseram saber sobre ele. Desses, 37% dizem estar bem informados e 44%, mais ou menos. Não tomaram conhecimento 13%. Entre pessoas mais ricas a proporção de quem diz conhecer o caso vai a 99%.

Ao analisar os estratos do questionário sobre Lula, antigas divisões socioeconômicas e regionais acerca da imagem do ex-presidente vêm à tona com clareza.

Defendem mais que o ex-presidente dispute o pleito de 2022 nordestinos (63%), os mais pobres (quem ganha até 2 salários minímos, 57%) e menos instruídos (com até o fundamental, 60%).

Também são mais incisivos ao dizer que Fachin agiu bem os mais pobres (50%), com menos instrução (52%), desempregados (54%) e nordestinos (60%).

Já a questão da culpa de Lula no caso do tríplex, paradoxalmente, não motiva tanto esses grupos usualmente associados ao petista. Apenas quem é menos instruído destoa da avaliação de que a sentença foi justa: 47% dos integrantes desse grupo, ante 38% no geral.

No caminho contrário, são reforçados alguns estereótipos de grupos antipetistas. Acham mais que Fachin errou ao anular as condenações quem tem curso superior e é mais rico (58%) e empresários (70%). Regionalmente, o mais bolsonarista Sul lidera a avaliação com 61%, não muito distante do mais populoso Sudeste (57%).

Já os grupos de quem ganha mais de 10 salários mínimos e o de quem tem diploma universitário empatam em 62% contra a ideia de Lula concorrer. Moradores do Sul (60%) e empresários (72%) completam a lista de destaques contrários à candidatura do petista.

De forma previsível, a aprovação do governo Bolsonaro matiza as opiniões sobre Lula —a tal polarização que a esquerda diz não existir para não equivaler os dois personagens, mas que na prática eleitoral está dada.

Entre quem acha que o governo Bolsonaro é bom ou ótimo, 79% acham que a sentença de Lula foi justa, 78% que Fachin agiu mal e 77%, que o petista não deve concorrer em 2022.

Já 58% dos que reprovam o presidente acham que a condenação do tríplex foi injusta, enquanto 62% creem que o ministro do Supremo acertou. E 65% querem ver Lula na urna em 2022.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Todo mundo sabe disso, até quem apoia lula sabe que ele é ladrão. Mas isso não insenta as atrocidades que Bolsonaro vem fazendo, outro bandido.

  2. Se o Direito agora é exercido por meio de pesquisas, não precisamos mais de Cursos de DIREITO, FORMAÇÃO DE ADVOGADOS, JUIZES, PROMOTORES, NEM DE TRIBUNAIS DE JUSTIÇA.
    Era assim na idade Média, quando uma multidão ia pras praças condenar pessoas muitas vezes inocentes, pois recebiam informações manipuladas e dinheiro para gritar: "SOLTEM BARRABÁS, MORTE PARA CRISTO!"

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Saúde

RN tem 11ª taxa mais alta de doses de vacinas recebidas no país

Não procede a narrativa que o RN recebe “menos vacinas” que outros estados. De forma geral, baseado na população total e nas doses recebidas, o RN tem a 11ª taxa de doses recebidas. A média nacional é de 13,82%. O RN recebeu o equivalente a 13,42%, praticamente na média. Segue a lista:

AM 24,97%
RR 20,78%
RS 16,93%
RJ 15,73%
MS 15,12%
AC 15%
MG 14,9%
SP 14,84%
PB 14,43%
BA 13,71%

RN 13,42%

DF 13,35%
PE 13,19%
CE 12,87%
AL 12,27%
SC 12,25%
GO 12,08%
PI 11,98%
ES 11,24%
PR 11,02%
PA 11%
AP 10,8%
TO 10,6%
MT 9,6%
RO 9,4%
SE 9,33%
MA 8,9%

Ressalto que os envios do Ministério da Saúde devem seguir a proporcionalidade dos públicos alvos da campanha. Porém, o levantamento mostra que o RN não está sofrendo boicote. Outra observação pertinente é que para análise de população a ser atingida pela vacinação, os índices acima basicamente devem ser divididos por 2, já que as vacinas são em 2 doses.

TEXTO DE BRUNO AQUINO

 

Opinião dos leitores

  1. Se não houvesse desvio e INCOMPETÊNCIA de gestão, a vacinação no RN estaria bem mais avançada.

  2. Dlém de nào abrir leitos e fechar leitos já existentes e destruir a economia do estado, esse governo está represando vacinas? Que barbaridade é essa? Que governo catastrófico!

  3. Vacinas represadas peli governo Fátima.
    É imoral!
    Fátima acabou com o RN.
    Lamentavelmente a verdade.

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Economia

TRT-RN realiza leilão online com imóveis, veículos e bens materiais nesta quinta-feira

 

O Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região realizará no dia 25 de março, às 10h a 1ª praça e às 11h a 2ª praça, leilão através do site www.lancecertoleiloes.com.br

Leilão exclusivamente online com vários imóveis, veículos e bens materiais, com lances iniciais a partir de 50% do valor de avaliação na 2ª praça, podendo ser parcelado em até 30 meses.

A lista completa dos bens que serão leiloados é bastante diversificada, e pode ser vista no site https://www.lancecertoleiloes.com.br/leilao/250321TRT1, assim como o edital.

Já no dia 06 de abril, o Tribunal de Justiça do Rio Grande Norte realizará também através do site www.lancecertoleiloes.com.br, às 09h a 1ª praça e às 11h a 2ª praça, leilão exclusivamente online com vários imóveis, com lances iniciais com desconto de até 50% do valor de avaliação na 2ª praça, incluindo o Shopping Estação, podendo ser parcelado em até 30 meses, uma excelente oportunidade para investir.

A lista completa dos bens que serão leiloados pode ser vista no site https://www.lancecertoleiloes.com.br/leilao/060421TJRN1, assim como o edital.

Para participar, é necessário que o interessado faça o cadastro no site, na aba “cadastre-se”.

Mais informações sobre os leilões ou auxílio para o cadastro, contatar o leiloeiro Francisco Doege nos telefones (84) 99865-2897 ou (84) 3223-4146, e acesso a todos os leilões da Lance Certo Leilões estão expostos no Instagram @lancecertoleiloes e no site https://www.lancecertoleiloes.com.br.

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Judiciário

Congresso pede que STF rejeite ação do PT contra autonomia do BC


Foto: Leonardo Sá/Agência Senado

O Congresso pediu para que o STF rejeite a ação direta de inconstitucionalidade movida pelo PT e PSOL contra a lei que estabeleceu a autonomia do Banco Central.

Em manifestação enviada ao Supremo, o Senado afirmou que os partidos fizeram um questionamento “genérico” da lei, sem apontar claramente quais artigos podem ser considerados inconstitucionais.

“Não se deve subtrair as escolhas políticas dos agentes eleitos para levá-las, indevidamente, ao Poder Judiciário — que não tem função política e, portanto, não ostenta legitimidade constitucional para tomar decisões pertinentes ao governo da República”, diz o Senado.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Mais uma vez o partido de Luladrao querendo prejudicar as coisas como sempre!! Já virou partidos nanicos logo deverá ter que mudar o nome para poder criar outro. 😂

    1. Quem anda pulando de partido em partido, procurando um pra chamar de seu, é o Bozo, raposinha inocente.

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Saúde

Ministério da Saúde desloca carga emergencial de oxigênio para o RN e mais 5 estados


Foto: DIVULGAÇÃO/CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICA

O Ministério da Saúde divulgou há pouco a planilha de entrega emergencial de oxigênio hospitalar, com apoio do Ministério da Defesa. A ação iniciada neste sábado se estenderá até a sexta-feira, 26.

De acordo com a planilha, o Rondônia receberá 50 concentradores de oxigênio e 400 cilindros; o Rio Grande do Norte, 70 concentradores e 160 cilindros, Acre, 240 cilindros, Ceará, 100 cilindros e outros 100 serão destinados a estados da região sul. Segundo a pasta, Porto Velho, em Rondônia, terá a capacidade ampliada para 160 mil metros cúbicos por mês. Neste caso, estão previstos vôos diários em aeronaves KC-390, com capacidade de 5.400 metros cúbicos por trajeto. Paraná e Santa Catarina também receberão insumos.

O documento registra ainda o montante do produto adquirido no exterior “com apoio da iniciativa privada”. Serão 2350 concentradores de oxigênio comprados da China e outros 1756, dos Estados Unidos.

Parte dos insumos, principalmente Concentradores de oxigênio e cilindros, está sendo transportada esta tarde de Manaus, onde houve uma operação recente de abastecimento, após colapso. Outra carga sairá a partir de amanhã de São Paulo. O ministério informa também a compra de grande quantidade de concentradores da China e dos Estados Unidos, com chegada prevista para a primeira semana de abril.

O socorro ocorre após alerta dos gestores estaduais sobre o iminente colapso no abastecimento do oxigênio hospitalar para atendimento a pacientes graves de Covid-19 em hospitais das rede pública.

R7

Opinião dos leitores

  1. Hô Presidente bom É Bolsonaro, o homem é arroxado do cunhão rôxo. Esse mata a cobra e mostra o pau.

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Saúde

Brasil registra 10.449.933 pessoas curadas do coronavírus


Foto: FreePik

O Brasil registrou neste domingo (21) mais 30.540 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 10.449.933 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas representa 87,1% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é mais de oito vezes superior ao número de casos ativos (1.254.258), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que pelo menos 99,7 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

Opinião dos leitores

  1. Some esse número ao número de mortos para ter o total de infectados. Se tivessem comprado vacinas na hora H do dia D, como prometeu o incompetente general ministro especialista em logística, esses números seriam muito menores.

  2. O único objetivo, é quebrar a economia. Estão pouco se lixando para o povo. O importante é colocar a culpa no presidente. O ódio é enorme. Bolsonaro trancou os cofres, não deixa ninguém roubar, não há corrupção, então, vamos acabar com a economia, com o povo, deixa morrer mesmo. Já não existia UTIS, nem leitos, agora então… Desde quando a esquerda se preocupou com saúde? Ou educação? Difícil né!

  3. ATENÇÃO: ENQUANTO NOSSOS FILHOS FICAM EM CASA, O MARISTA, COM O IRMÃO ASSIS, DESCUMPRE O DECRETO E MANTÉM OS FUNCIONÁRIOS E PROFESSORES EM TRABALHO PRESENCIAL. ORA, NOSSOS FILHOS CUMPREM O DECRETO E AJUDAM FICANDO EM CASA, CONTRIBUINDO PARA DIMINUIÇÃO DA CONTAMINAÇÃO. E QUANDO ACABAR A RESTRIÇÃO E NOSSOS FILHOS VOLTAREM, TERÃO QUE LHE DAR COM FUNCIONÁRIOS E PROFESSORES QUE PODERÃO CONTAMINAR OS NOSSOS FILHOS. PARABÉNS MARISTA. NÓS, PAIS, DEVEMOS FAZER ALGO: SE OS ALUNOS DEVEM FICAR EM CASA, OS FUNCIONÁRIOS DOS COLÉGIOS TB.

  4. Me esclareça o seguinte: curadas significa que não podem contrair o vírus novamente? Não podem transmitir mais o vírus? Podem aglomerar? Podem deixar de usar máscara e higienização nas mãos? É isso mesmo?

  5. Infelizmente a Classe mais afetada, os artistas a mais de 1 ano sem shows, nenhum fala da solução que é a vacina, nunca vi um artista falando da importância das vacinas, e logo a solução para a volta dos shows e seus empregos e rendas.

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Saúde

Chega ao Brasil a primeira remessa de vacinas do Covax Facility com 1 milhão de doses


Foto: reprodução

O Brasil recebeu neste domingo (21) mais de 1 milhão de doses da vacina contra a Covid-19 fabricada pela AstraZeneca/Oxford. No total, 1.022.400 doses de imunizantes adquiridos por meio do Covax Facility chegaram ao aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, por volta de 17h30, na primeira entrega feita pelo consórcio ao país.

O acordo do Brasil com o consórcio, que é uma iniciativa liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), prevê mais de 42 milhões de doses neste ano.

O Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), responsável pela aquisição via Covax Facility das vacinas contra a Covid-19 para os países das Américas, enviou ao Brasil as doses da vacina AstraZeneca/Oxford, fabricada pelo SK Bioscience, da Coreia do Sul.

A vacina AstraZeneca fabricada pelo SK Bioscience é do mesmo tipo que a fabricada no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que teve o registro definitivo concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) neste mês.

Os imunizantes desembarcaram no Brasil por volta das 18h deste domingo (21), no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

Segundo o cronograma do Ministério da Saúde, 575,9 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 serão entregues até o fim de 2021.

Neste domingo, o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, afirmou ao colunista da CNN Igor Gadelha que o Brasil deve dobrar o número de vacinados na próxima semana, após solicitação da pasta para que todas as vacinas estocadas em secretarias de Saúde sejam usadas como primeira dose.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Tô de saco cheio dessas notícias de mil, milhões de doses que chegam no Brasil e aqui no RN a fila não chegou nem nos idosos de 70 anos.

  2. O silêncio de alguns indivíduos assíduos atacantes fracassados do petismo, nesses momentos é sepulcral.

  3. Infelizmente a Classe mais afetada, os artistas a mais de 1 ano sem shows, nenhum fala da solução que é a vacina, nunca vi um artista falando da importância das vacinas, e logo a solução para a volta dos shows e seus empregos e rendas.

  4. Fatão genocida, pu caridade, nós te pagamos tanto icms, compre pelo menu uma vacina, pode cê caquer uma, atéé a que dá trombose, aquela qi a zoropa suspendeu. Vai, mulesta dos cachorro, cuida!

  5. São muito bem vindas mas o presidente poderia ter comprado as 160milhões de doses da coronavac para serem entregues já em Dezembro de 2020. E ai não estaríamos vivendo esse pesadelo a céu aberto de hoje. Não estaríamos fechando as cidades. Presidente CADÊ AS VACINAS??

    1. Como iria receber 160 milhões de vacina em dezembro se não estavam prontas, jumento? Deixa de politicagem e o choro é livre.

    2. O desgraçado vai ser julgado no Tribunal de Haia por todos os crimes cometidos nessa pandemia, seja por ação ou omissão

    3. Vc só esqueceu que entre a vacina e o governo tem a ANVISA.
      KKKKKKKKKKKK
      procure outra.
      Hoje ta liberado, inclusive para governadores comprar, vc tem notícia se a tua desgovernadora comprou pelo menos 01 dose???
      Kkkkkkkkkkkkkkk.
      O povo ta morrendo, hoje por falta de hospitais e leitos, que Fátima mandou fechar, vacinas, as prefeituras já não estão dando conta mais de aplicar.
      Kkkkkkkkkkkkkkkk
      Mito reeleito.
      Não temos adversário.
      O que temos, é cabos eleitorais forte igual a vc.
      Vcs vão reeleger Bolsonaro.
      São burros!!!
      Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      O pau só quebra nos teus espinhaços, e Bolsonaro sai pra galera.
      Kkkkkkkkkkkkkkkk
      Ô povo burro da gota serena esses bichos vermei.
      Se esquecem, que o homi tem formação militar pelo exército brasileiro.
      Estratégia, preparado seu boi tabaco, pra derrotar o inimigo.
      Vem dando certo, graças a Deus.
      Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
      Podem esperniarem.
      Xau.

    4. O presidente não só comprou, como tentou cancelar o carnaval. Mas a prioridade era receber turistas, principalmente os Estados de SP e TJ, esqueceram? Quem comprou vacinas, foi o presidente, meu caro. Atualize-se. E quem enviou bilhões para os Estados, também foi o PRESIDENTE.

    5. Vá tomar chá na Amazônia e para de encher com msg repetida…

    6. Vá tomar Chá na Amazônia e para de encher com mensagem idiota repetida.

    7. A esquerda espalha fakenews.
      Não existe 160 milhões de doses em dezembro.
      Isso não existe.
      É mentira da esquerda.
      Até o momento, depois de 3 meses, os Estados Unidos aplicaram 120 milhões de doses e a China 70 milhões. Índia 40 milhões, Reino Unido 30 milhões e Brasil 13 milhões.
      Ou seja, nem os países que produzem vacinas, depois de 3 meses, aplicaram 160 milhões.
      Onde estão as 160 milhões de doses em dezembro?
      A esquerda acha que o povo é burro.
      Na Argentina, Haddad ganhou e só aplicou 3 milhões de doses e 70 mil óbitos…
      Xô, comunismo.
      Para o comunista quanto mais morte e desemprego mais fica satisfeito.
      A última coisa com que o comunista se preocupa são vidas. Aborto, drogas, bandidos… isso eles apoiam. E isso é morte.
      650 mil homicídios nos desgovernos lulopetistas…

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