Polícia

Construção de parques eólicos no RN: PF deflagra operação de combate a usurpação de minério e lavagem de dinheiro com Inteligência Geoespacial; área de solo degradado equivale a cerca de 100 campos de futebol

Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira, 26 de junho, a Operação Siroco, com o objetivo de apurar usurpação de minério, lavagem de capitais e crimes ambientais. As investigações apuram a extração ilegal de minério que estaria sendo utilizado em construção civil, principalmente na construção de parques eólicos no estado do RN, conduta que, em tese, importa nos delitos previstos no art. 55 da Lei 9.605/98 e art. 2º da Lei 8.176/91, além de lavagem de capitais (art. 1º da Lei 9.613/1998) ante a possível dissimulação da origem criminosa da matéria-prima extraída irregularmente.

Policiais federais cumprem, simultaneamente, três mandados judiciais de busca e apreensão, expedidos pela 15ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, nas cidades de Natal/RN e Fortaleza/CE. A operação do RN foi deflagrada de forma coordenada com a
Operação Anemoi, deflagrada, também na data de hoje, pela Superintendência da PF no CE que investiga fatos similares praticados pelos mesmos suspeitos naquele estado.

A investigação realizada no RN, utilizando-se de modernas técnicas e diligências de campo, logrou vincular empresas de grande porte a treze áreas em que houve exploração mineral indevida nos anos de 2012 a 2016.

Os alvos foram separados por modelagem em sistema de informação geográfica, com utilização de bandas espectrais de imagens de satélite da NASA. Uma vez que a modelagem indicou locais suspeitos de extração ilegal de minério, os dados foram encaminhados ao Setor de Inteligência Geoespacial da Diretoria de Inteligência Policial da PF para análise.

A análise posterior, realizada com base em imagens satelitais de alta definição espacial e dados georreferenciados de processos minerários da Agência Nacional de Mineração, demonstrou fortes indícios de que as empresas suspeitas estariam retirando minério
(principalmente saibro e areia) de forma criminosa e utilizando esse minério na terraplenagem e na pavimentação de vias de acesso de complexos eólicos construídos no Rio Grande do Norte.

Diligências realizadas nos locais suspeitos, que contaram inclusive com uso de drones, confirmaram o que já havia sido levantado por meio de sensoriamento remoto e modelagem espacial. Policiais verificaram que houve exploração mineral nos polígonos
indicados onde não estava autorizada a exploração econômica, bem como que as empresas sob suspeita foram contratadas para as obras estruturantes dos parques eólicos construídos nas imediações.

Além da usurpação mineral, verificou-se que as áreas onde houve extração estavam degradadas, pois foi retirada a vegetação e a camada superficial do solo, rica em matéria orgânica, inviabilizando a recuperação natural do ambiente. Identificou-se que os locais de extração mineral estavam situados nas proximidades de obras de construção de parques eólicos e, mediante entrevistas, confirmou-se que esse era o destino da matéria prima retirada. A área de solo degradado analisada nesta operação chega a 800.000 m 2 , o que equivale a cerca de 100 campos de futebol.

Corroborando os dados da investigação, com uso de programas estatísticos e ferramentas de Data Mining, promoveu-se a análise de uma massa de dados de cerca de dezessete mil notas fiscais e oitocentas mil transações financeiras, o que corresponde à movimentação total de nove bilhões de reais, aproximadamente. Com esses dados foram comprovados os pagamentos em face da extração indevida.

Em relação à lavagem de dinheiro, existe a suspeita de emissão de notas fiscais ideologicamente falsas para dissimular a origem criminosa da matéria-prima extraída, bem da União.

As diligências de busca e apreensão realizadas nesta data têm como objetivo identificar todas as pessoas que atuaram na ação criminosa e mensurar o prejuízo causado à União e ao meio ambiente.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Trânsito

Detran/RN – Nota de Esclarecimento

O Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) vem a público se pronunciar em relação ao comentário do senhor Bruno Giovanni durante a exibição do programa Meio Dia RN, transmitido pela Rádio FM 96, nessa quinta-feira (25), onde é afirmado que o Detran não está realizando vistoria veicular de veículos novos e seminovos.

Diante disso esclarecemos:

1- O Governo do Estado, juntamente com a Direção Geral do Detran, ajustou por meio da Portaria nº 407/2020 publicada no dia de 21 de maio, a realização dos serviços de transferência de propriedade de veículo e o primeiro emplacamento com a efetivação de vistoria veicular acontecendo diretamente nas concessionárias e nas lojas que comercializam automóveis zero-quilômetro e seminovos no Rio Grande do Norte;

2- Desde a data da publicação da portaria até o momento, já foram auditados 4.867 processos de registro e transferência de veículos, sendo esses processos abertos por despachantes credenciados pelo DETRAN. A portaria estabelece critérios técnicos de segurança que devem ser empregados antes, no ato e após a realização das vistorias, no sentido de não expor os vistoriadores do órgão, logistas ou qualquer outro cidadão a contaminação pelo Covid-19;

3- O serviço acontece exclusivamente pelo sistema de agendamento desenvolvido pelo Detran, sendo o requerimento do logista ou da concessionária encaminhado a Coordenadoria de Registro de Veículos do órgão, que gere a demanda e organiza a agenda de atendimento;

4- Por fim, informamos que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) interrompeu, por tempo indeterminado, os prazos de efetivação da expedição do Certificado de Registro de Veículos (CRV) em casos de transferência de propriedade de veículo, como também, os referentes ao licenciamento de veículos novos, podendo estes circularem sem emplacamento até edição de nova normativa sobre o tema.

Opinião dos leitores

  1. Detran é um criador de dificuldades com o intuito de vender 'facilidades' um verdadeiro antro de corrupção.

  2. Mas eles também não responderam sobre o motivo de não liberar a empresa que faz a vistoria com inteligência artificial.

  3. Bom dia! Comprei um carro na ponta negra fiat dia 20/05, paguei o emplacamento direto na concessionária e até agora o Detran/RN não liberou a placa. Se o Contran suspendeu por tempo indeterminado, mais deveria liberar de quem já pagou. A impressão que tenho é que os funcionários do Detran não querem ir até as concessionárias.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Maior raio do mundo é registrado no Brasil, com 709 km de extensão, diz Organização Meteorológica Mundial

Imagem de satélite mostra o maior raio do mundo, em extensão: ele cortou o Sul do Brasil em outubro de 2018, percorrendo uma distância de 709 km. — Foto: Divulgação/OMM

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) anunciou nesta sexta-feira (26) o registro de dois recordes de raios: o mais extenso em distância percorrida, e o mais longo em segundos. São os “megaflashes”.

O recorde de raio mais extenso é do Brasil: Ele percorreu 709 km em uma linha horizontal, cortando o Sul do Brasil, em 31 de outubro de 2018. É mais que o dobro do recorde anterior, registrado em Oklahoma (EUA), com 321 km.

O recorde de raio com duração mais longa é da Argentina: Ele durou 16,73 segundos a partir de um flash que começou no norte da Argentina, em 4 de março de 2019. Ele também é mais que o dobro do recorde anterior, de 7,74 segundos registrado em Provence-Alpes-Côte d’Azur, França em 30 de agosto de 2012.

Infográfico da OMM mostra a distância percorrida pelo maior raio do mundo, que cortou o Sul do Brasil em outubro de 2018; registro de raio com brilho mais longo foi na Argentina, em março de 2019: durou 16,730 segundos — Foto: Divulgação/OMM

O novo recorde foi estabelecido devido a uma nova tecnologia de imagens por satélite. Mas, segundo a OMM, tanto o registro anterior quanto o novo usaram a mesma metodologia para medir a extensão do flash.

As descobertas foram publicadas pelas Cartas de Pesquisa Geofísica da American Geophysical Union, antevéspera do Dia Internacional da Segurança contra Raios, em 28 de junho.

“Esses são registros extraordinários de eventos únicos de relâmpagos. Eventos climáticos extremos são medidas vivas do que a natureza é capaz, bem como o progresso científico em poder fazer essas avaliações. É provável que ainda haja extremos ainda maiores e que possamos observá-los na medida que a tecnologia de detecção de raios melhorar ”, disse o professor Randall Cerveny, relator-chefe de extremos climáticos da OMM.

“Isso fornecerá informações valiosas para o estabelecimento de limites à escala de raios – incluindo megaflashes – para questões de engenharia, segurança e científicas”, disse ele.

Os raios representam um grande risco à vida de muitas pessoas, todos os anos. As descobertas destacam importantes preocupações de segurança pública contra raios para nuvens eletrificadas, onde os flashes podem percorrer distâncias extremamente grandes.

Raios no Brasil

De acordo com o Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 78 milhões de raios caem todos os anos no Brasil. Entre 2000 e 2019, 2,1 mil pessoas morreram devido à incidência de raios –a cada 50 mortes por raio no mundo, 1 é registrada no Brasil. O estado com mais mortes por raios, de 2000 a 2019, foi São Paulo, com 327 óbitos.

Veja abaixo os números:

78 milhões de raios caem todos os anos no Brasil

A cada 50 mortes por raio no mundo, 1 é no Brasil

De 2000 a 2019, 2.194 pessoas morreram no Brasil, por incidência de raios

O estado que mais registrou mortes por raios no período foi SP (327), seguido por MG (175) e PA (162)

26% das mortes ocorreram na área rural; 21% em casa; 9% próximo à água; 9% debaixo de árvores; 8% em áreas cobertas; 7% em áreas descampadas; entre outros.

Segundo o Elat, a incidência de raios diminuiu 20% na cidade de São Paulo no período inicial da quarentena. Segundo o cientista Osmar Pinto Junior, coordenador do Elat, o motivo foi a queda na emissão de poluentes atmosféricos, com a redução de veículos nas ruas.

G1

Opinião dos leitores

  1. Como é que o raio com toda aquela velocidade ainda tem quem se atreva a medir? O cara ligeiro.????

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Frederick Wassef diz que escondeu Queiroz como ação humanitária e para evitar seu assassinato

Frederick Wassef escondeu Fabrício Queiroz na casa de Atibaia para evitar que ele fosse assassinado.

É a nova versão do advogado bolsonarista, em entrevista para a Veja:

“Passei a ter informações de que Queiroz seria assassinado. Eu tinha a mais absoluta convicção de que ele seria executado no Rio de Janeiro (…).

Havia um plano traçado para assassinar Fabrício Queiroz e dizer que foi a família Bolsonaro que o matou em uma suposta queima de arquivo para evitar uma delação (…)

Eu era advogado do Flávio. Naquele momento, meu entendimento é que eu queria evitar que Fabrício Queiroz fosse executado em uma simulação qualquer ou mesmo que sumissem com seu cadáver (…).

Eu omiti isso do presidente. Eu omiti do Flávio.”

Wassef também disse que ofereceu a Queiroz um dos três endereços que tem como uma ação humanitária para ele se tratar do câncer.

O advogado disse ainda que após a prisão de Queiroz esteve com o presidente e pediu desculpas pelo “erro” de ter escondido Queiroz para ajuda-lo.

Jair Bolsonaro tem medo de Frederick Wassef e há excelentes motivos para isso.

Opinião dos leitores

  1. O lua o mar o céus , Nan tudo está perdido . Uma criatura dessa é uma caminhão carregado de bondade um trem carregado de piedade . Advogado humanitário protegendo o Queiroz , outra bolinha de ouro que pagava as continhas do Bananinha Flávio e depositava dinheiro na conta da primeira dama . Estou realmente comovido . TITICO TRÁS O PINICO .

  2. Tai um homem " BOM" . Guardou o cara , não comentou com ninguém e ainda o livrou de ser assassinado. São gente desse tipo que o Brasil precisa. Ou cabra humano e honesto! Nesse eu acredito.

  3. O advogado de Jair Bolsonaro todo dia muda a versão. Tão mentiroso quanto seu cliente.
    #MORO2022

  4. Deveria ter contado essa estória desde o início.
    Alguém tem dúvida que, se essa peça fosse morta, a culpa seria creditada na conta de quem?

  5. Alô alô Governadora proibiram as pessoas de caminhar no Centro Administrativo, um equipamento excelente para prática da caminhada. Ao chegarmos no local, o PM informou que não podíamos entrar, pois foram ordens de algum bossal do governo. Desautorize esse bossal governadora. Aquele local estava ficando cheio de vida a noite, com pessoas praticando atividades físicas e agora vai voltar a ser um Arena das Dunas, um lugar cheio de iluminação e totalmente morto. Socorro governadora!!!!! BG publique por favor.

  6. Antes nem sabia onde ele estava. Depois negou que nao sabia que estava na sua casa, agora ja acolheu… amanha vai no dizer que é casado com Queiroz!

  7. Kkkkk a cada minuto uma nova mentira… Parece que Pinóquio fez escola com esse pessoal… E a família Bolsonaro nunca sabe de nada…

  8. Advogado caridoso e humanitário, acho que vou tomar uma Cachacinha com limão…. Kkkkk.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

EDITORIAL: Ao proibir Estados e municípios de cortar salários, o STF pôs em xeque a LRF e acaba privilegiando servidor público

Ao proibir Estados e municípios de cortar salários de servidores, mesmo em caso de grave crise financeira, o Supremo Tribunal Federal (STF) restringiu o uso das quatro operações na administração pública. A aritmética surgiu muito antes do direito constitucional, vigora no dia a dia de todas as pessoas, sem distinção de raça, renda ou religião, regula a vida empresarial e é geralmente seguida até pelo poder público, mas também nisso o Brasil é diferente. Governantes fariam bom uso dos números, especialmente em tempos de aperto, se pudessem ajustar a folha de pessoal à receita disponível e aos objetivos da administração. Mas diminuir salários e jornadas é inconstitucional, decidiram por 7 a 4 os juízes da Corte mais alta.

Trabalhadores e empresas do setor privado aceitaram soluções de emergência, recentemente, para limitar os danos da crise. Cerca de 11,5 milhões de assalariados entraram em acordos de redução de ganhos e de horas de trabalho ou de suspensão de contratos. Preservar empregos e firmas empregadoras foi o objetivo do governo ao propor essas medidas. O balanço final da recessão ainda mostrará grandes estragos, mas o quadro seria certamente bem pior sem os arranjos especiais.

Ao proibir o corte de salários e jornadas no setor público, o STF barrou também uma solução equilibrada: a redução de custos combinada com a manutenção de empregos, como lembrou o ministro Alexandre de Moraes, um dos quatro favoráveis à tese derrotada. Sem condição de ajustar a folha de pessoal aos limites orçamentários, o Executivo pode promover demissões e extinguir cargos. Para isso deve usar a saída aberta pelo artigo 169 da Constituição. Mas esse remédio, avaliado à luz das técnicas administrativas, é desnecessariamente radical.

A saída mais equilibrada e mais eficiente seria aquela indicada na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), aprovada no ano 2000, ainda na gestão de Fernando Henrique Cardoso. Essa lei foi o toque final de um bem concebido esforço de renovação e racionalização das finanças públicas. Sua aplicação disciplinou de modo muito saudável, durante vários anos, a gestão do orçamento público e o endividamento de Estados e municípios. Além disso, impôs novas normas ao uso de verbas em anos de eleição, dificultando as despesas destinadas à caça de votos.

Agora, esse esforço de racionalização foi freado pelo STF. Ao fixar limites para a relação entre gastos com pessoal e receita líquida, a LRF permitiu a diminuição de jornadas e salários como forma de ajuste. Esse dispositivo seria crucialmente importante para a arrumação das contas de Estados e municípios em péssimas condições fiscais. O bom uso dos números, normalmente acessível no setor privado, daria flexibilidade à gestão pública, beneficiando todos. Mas a racionalidade e o bom uso da contabilidade foram vetados.

Críticos da decisão do Supremo falaram em corporativismo do setor público. Alguns apontaram o contraste entre os acordos aceitos por trabalhadores privados e a posição especial dos funcionários públicos, com seus salários intocáveis. Mas um ponto essencial foi geralmente esquecido: a função específica dos órgãos governamentais.

A existência de tais órgãos só é justificada pela prestação de certos serviços à comunidade – segurança, justiça, defesa externa, regulação de atividades, definição e proteção de direitos, educação, saúde, saneamento e assim por diante. Emprego e custos salariais só têm sentido, em qualquer dos Poderes, em vista do cumprimento daquelas funções. É preciso, naturalmente, regular relações trabalhistas no setor governo, assim como nas atividades de mercado. Mas sobrepor salários e emprego aos objetivos da função pública, a ponto de quase inviabilizar a sua execução, é mergulhar num universo de ideias e palavras sem sentido. Com sua decisão, o STF pôs em xeque um fator essencial de racionalização e eficiência do setor público, a LRF. Por falar em eficiência: o Supremo começou a julgar essa lei pouco depois de sua promulgação. Isso foi há 20 anos.

EDITORIAL ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Texto perfeito. Essa decisão do STF é nada menos que absurda. (e olhe que sou defensor do serviço público e estudo para concurso).

  2. Sempre dos mesmos discursos de "Austeridade Fiscal", com a falácia que o Estado vai quebrar se não cortar gastos.
    Tudo em pró do avanço da economia, uma pura ilusão, pois esses neoliberais já aprovaram a PEC do Teto de gastos, Terceirização Total, Reforma Trabalhista, Reforma da Previdência e agora querem abocanhar os Direitos dos Servidores dos Estados.

    Ou seja, para melhorar a economia deve, sempre, reduzir a ação do Estado ao máximo.

    Discurso hipócrita de desses mitos da economia neoliberal.

  3. A iniciativa de reduzir os salários deveria partir do Congresso Nacional. Seria um fato histórico e louvável que receberia os aplausos de toda sociedade.

    1. É é colega mas a constituição num diz q todos são iguais perante a lei ?????? Pôr que na iniciativa privada pode ??????? Pôr causa de uma provinha ??????? Pôr que que eu saiba todos estudamos ????

  4. Depois do fundo do poço, tem as pedras. E é para lá que estão querendo levar o Brasil.
    Para reerguer este país, cada um tem que dar sua parcela de sacrifício, pelo que vejo vai sobrar para a maioria do povo em detrimento de uma minoria.

  5. Leitura enviesada.
    A redução do salário do servidor seria acompanhada de redução de trabalho, logicamente.
    Alguém quer aulas com menos duração? Hospital de Urgência fechando a noite? E delegacia encerrando o expediente as 12hs?
    A decisão, na verdade, protege a sociedade dos efeitos gerados por um mal gestor.
    E mais: a decisão protege os demais Poderes quanto ao duodécimo, mas o Estadão não iria se levantar contra eles, mas fácil jogar pedra na Geni de sempre.

  6. BG.
    O que falta mais ao stf??????, se intromete em tudo, desmancha Leis, cria Leis, investiga, denuncia, transfere competências de outros poderes, enfim é uma especie de bombril.

    1. Falou pouco, mas falou b…… PARABÉNS gado! Continue defendendo seu MITO mesmo sem entender NADA de história ou constituição . Vocês merecem o presidente que tem.

    2. Falta aprender Matemática, Lógica, Economia e senso de realidade.

  7. A crítica contra o STF na diminuição do salário de servidor público é coisa de político de fundo doído, pois de longa data querem atacar e exterminar o funcionalismo público para poder eleger os seus num "trem da alegria" e ficar com parte dos salários conquistados pelos servidores ao longo de décadas.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Conselho de Serviço Social do RN diz que Auxílio Emergencial é processo desumanizado e obscuro

Um processo de concessão desumanizado e obscuro, do qual nem mesmo as/os assistentes sociais tiveram acesso. Para o Conselho Regional de Serviço Social do RN (CRESS-RN), o Auxílio Emergencial do governo federal segue um planejamento equivocado, impedindo que a categoria profissional realize o seu trabalho de orientação e socialização de informações às/aos usuárias/os.

O governo está pagando a terceira parcela do Auxílio às/aos beneficiárias/os do Bolsa Família em um calendário que se iniciou na semana passada e segue até terça-feira (30). Para as/os demais trabalhadoras/es aprovadas/os no programa, as datas de pagamento seguem indefinidas.

O segundo e terceiro lotes de aprovadas/os que se inscreveram pelo site ou aplicativo do programa e receberam a primeira parcela após 30 de abril nem sequer têm previsão de receber a segunda parcela.

Do ponto de vista legal, o Auxílio Emergencial se enquadra como um benefício eventual da Assistência Social para atender a uma situação de calamidade pública, previsto na Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS).

“A lógica seria que a pandemia motivasse a ampliação do Sistema Único de Assistência Social e dos serviços prestados, mas o que vemos é um processo que desconsidera o SUAS e as/os profissionais que nele se inserem, desprezando as instâncias de participação e controle social historicamente construídas e privilegiando um modelo burocrático centrado em um banco”, critica a assistente social Jessica Morais, conselheira do CRESS-RN.

Ela ressalta, ainda, que a pandemia aumentou a desigualdade social, colocando em risco a vida de trabalhadoras/es que perderam as condições mínimas de subsistência. “Os Conselhos Federal e Regionais de Serviço Social defendem que somente um sistema de proteção social fortalecido, com adoção de medidas de caráter urgente por parte do Estado, pode minimizar os efeitos da crise”, afirma.

“O Auxílio Emergencial tem sido importante neste contexto, mas vem apresentando falhas graves desde o início”, completa Jessica. Ela cita como as principais: fraudes já comprovadas, falta de informações oficiais, aglomerações nas filas dos bancos e lotéricas, demora no acesso ao saque, exigência de regularização de CPF e Título de Eleitor, problemas técnicos no aplicativo e demora na análise.

“Cerca de 10 mil brasileiras/os ainda continuam em espera pelo sistema da DATAPREV, e só aumentam as denúncias de pessoas que, embora estejam dentro dos critérios, receberam a primeira parcela e agora estão bloqueadas”, critica a conselheira.

Opinião dos leitores

  1. É possível fazer a crítica sem desrespeito, com certeza. Que gente pequena e desrespeitosa essa aí……

  2. Boa tarde, o Conselho de Serviço Social -CRESS, é o conselho que regulamenta a profissão de Serviço Social, assim como existe a OAB para os advogados , o CRM para os médicos e o CRP para os psicólogos. As opiniões colocadas na matéria não tem cunho politico partidário, são opiniões técnicas de profissionais que trabalham diretamente com isso, não entendo porque vocês citam o PT nos comentários de vcs, não tem nada a ver com partido político. Acontece que os Assistentes Sociais tem a responsabilidade de informar os cidadão sobre seus direitos, especialmente os mais pobres, as pessoas com deficiência e com maior dificuldade, mas o governo não repassou as orientações direito pra ninguém, nem pra nós. Isso dificultou muito nosso trabalho e por consequência o acesso das pessoas ao beneficio. O beneficio foi concedido por meio de um sistema de computador, sem considerar questões humanas, sem uma avaliação profissional bem feita. Veja bem existem assistentes sociais concursados e contratados que poderiam ter trabalhado na concessão do beneficio e ajudado a pensar em uma forma menos desumanas de fazer essa concessão, mas fomos ignorados. O resultado foi que hoje muita gente que precisa não recebeu e muita gente que não precisa recebeu! Vocês sabiam por exemplo que o dono da Havan foi aprovado para o beneficio pelo sistema? Que funcionários públicos e militares que não tem direito receberam sem pedir e agora estão tendo que devolver o dinheiro? Uma avaliação bem feita por profissionais capacitados faria com que o beneficio chegasse realmente a quem precisa e evitaria fraudes. Vocês sabiam que o governo tem convênio com vários bancos? Pode ver que os benefícios do INSS são pagos em vários bancos (Bradesco, banco do Brasil e etc) Porque conceder esse auxilio em um banco só causando aglomerações? Enfim foi realmente muito mal feito e desorganizado, isso é um fato !

  3. Desumano foi o que o PT fez com o Brasil. Pergunta para quem está dependendo do auxílio se acha que é desumano. Hipócritas.

    1. Olha aí meu amigo a 3 parcela só vai sair em setembro nós ainda estamos em junho que vc acha?

  4. Foi igual quando a governadora deu entrevista falando que a culpa do aumento de número do casos aqui no estado era do governo federal que estava pagando o auxílio e estava fazendo o povo ir para as vilas da caixa econômica

  5. Pela forma "literária" percebe-se facilmente o objetivo político-ideológico desta nota, ou seja, totalmente petista e, portanto, de oposição ao Presidente da República.

  6. Esse Conselho existe mesmo? Se fosse dado pelo governo do PT seria o auxílio mais correto do mundo, mande esses conselheiros perguntar para quem tá recebendo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Marco Aurélio critica decisão do TJ/RJ sobre Flávio Bolsonaro: ‘É o Brasil, é o faz de conta’

Marco Aurélio Mello criticou a decisão da 3ª Câmara Criminal do TJ do Rio que retirou da primeira instância o julgamento do caso que apura a “rachadinha” no gabinete do hoje senador Flávio Bolsonaro na Alerj, informa O Globo.

O ministro lembrou que a decisão do TJ contraria o que havia sido definido pelo STF em 2018 a respeito das regras do foro privilegiado.

“Não há a menor dúvida de que não observaram a doutrina do Supremo. É o Brasil, é o faz de conta. Faz de conta que o Supremo decidiu isso, mas eu entendo de outra forma e aí se toca. Cada cabeça, uma sentença”, declarou Marco Aurélio.

“Em 2018 nós batemos o martelo. Cessado o mandato ou deixando o cargo que gerava a prerrogativa [de foro], vai para a primeira instância”, acrescentou.

O ANTAGONISTA

Opinião dos leitores

  1. Para gente de BEM tudo é para lascar. Para a política e Políticos é o famoso faz de conta. O ministro está certíssimo: Aécio, Gleisi, Temer, Renan Calheiros( pra mim um dos mais sacanas do Brasil) , os meninos de Lula, os meninos de Bolsonaro são tudo farinha do mesmo saco. O BRASIL é um faz de conta desde Cabral. Eu tenho é pena de NÓS. Existe uma NORMA ( LEI) mais os caras mudam toda hora > Depende do culpado. ISSO É MAIS UMA VERGONHA NACIONAL.

  2. O ministro tem razão, quando o stf libertou Lula, faz de conta que ele não roubou nada da nação, tai solto zombando da cara dos brasileiros.

  3. Se tem uma coisa que o STF entende é de "faz de conta". Então o Ministro aparenta falar com autoridade mesmo.

  4. É essa a sensação que tenho do meu país. Vivemo um grande faz de conta. Principalmente no tocante a administração pública. É muito faz de conta do executivo, judiciário, Legislativo, MP, e TCE. Políticos e servidores, faz de conta que trabalham e o país está do jeito que tá. Precisamos botar as instituições para funcionar de verdade, somos muito amadores ainda.
    É nesse faz de conta que estamos em quarentena que o país parou, não pode começar a andar tão cedo.

  5. Gostaria de saber se os fanáticos apaixonados por determinados políticos desejam fechar também a justiça do Rio de Janeiro.
    Talvez estejam até celebrando neste momento.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Covid-19: faltam remédios em UTIs de 21 estados e do DF

Levantamento do Conass, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde, concluiu que faltam medicamentos para pacientes internados em UTIs de 21 estados e no Distrito Federal, informa o Jornal Nacional.

O levantamento foi feito em hospitais que são referência para tratamento da Covid-19 e possuem leitos de terapia intensiva.

Segundo o Conass, estão em falta 22 medicamentos, incluindo sedativos, anestésicos e bloqueadores neuromusculares usados nos pacientes que precisam ser entubados. A situação mais crítica é em Mato Grosso, que já não tem 13 dos remédios da lista.

O conselho adverte que, por causa da Covid-19, em alguns casos o consumo de um mês está sendo igual ao de 2019 inteiro e vê risco de colapso.

O Ministério da Saúde diz que já adotou providências para regularizar o abastecimento e que os primeiros lotes com medicamentos chegarão aos hospitais nos próximos dias.

Opinião dos leitores

  1. Aqui em Natal está faltando nas farmácias, não adianta ter a receita médica, impossível se comprar a hidroxicloroquina. Assim é muito fácil dizer q não funciona.

    1. Você deveria deixar para quem realmente precisa para o seu tratamento, não pensar só em si por algo que não é comprovado. Passei por isso, necessito tomar para a minha doença autoimune e não encontro por pessoas individuais como você. Repito, faço tratamento, pense que eu preciso é você não.

    2. Se a pessoa tinha a receita médica para se tratar com o medicamento era para comprar, independente se outros também usam em outros tratamentos.
      EGOÍSTAS são alguns comentários de quem pensa que alguns medicamentos lhe são exclusivos, se não tem para todos, paciência, mas ninguém pode abrir mão do tratamento que poderá lhe salvar a vida simplesmente porque poderá faltar para outros.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Emprego

Pedidos de seguro-desemprego sobem 35% nos primeiros 15 dias de junho

Os pedidos de seguro-desemprego de trabalhadores com carteira assinada subiram 35% na 1ª quinzena de junho em relação ao mesmo período do ano passado. O levantamento foi divulgado nesta 5ª feira (25.jun.2020) pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia e considera os atendimentos presenciais –nas unidades do Sine (Sistema Nacional de Emprego) e das Superintendências Regionais do Trabalho– e os requerimentos virtuais.

Na 1ª metade do mês, 351.315 benefícios de seguro-desemprego foram requeridos, contra 260.228 pedidos registrados no mesmo período do ano passado. Ao todo, 71,4% dos benefícios foram pedidos pela internet no mês passado, contra apenas 0,7% no mesmo período de 2019.

NÚMERO ACUMULADO

Apesar da alta em junho, os pedidos de seguro-desemprego cresceram em ritmo menor no acumulado do ano, tendo somado 3.648.762 de 2 janeiro a 15 de junho de 2020. O total representa aumento de 14,2% em relação ao acumulado no mesmo período do ano passado (3.194.122).

Embora os requerimentos possam ser feitos de forma 100% digital e sem espera para a concessão do benefício, o Ministério da Economia informou que os dados indicam que muitos trabalhadores continuam aguardando a reabertura dos postos do Sine, administrados pelos Estados e pelos municípios, para dar entrada nos pedidos. O empregado demitido ou que pediu demissão tem até 120 dias depois da baixa na carteira de trabalho para dar entrada no seguro-desemprego.

PERFIL

Em relação ao perfil dos requerentes do seguro-desemprego na 1º quinzena de junho, a maioria é masculina (60,2%). A faixa etária com maior número de solicitantes está entre 30 e 39 anos (32%) e, quanto à escolaridade, 60,4% têm ensino médio completo. Em relação aos setores econômicos, serviços representou 41,7% dos requerimentos, seguido por comércio (25,3%), indústria (19,3%) e construção (9,8%).

Os Estados com o maior número de pedidos foram São Paulo (109.278), Minas Gerais (37.130) e Rio de Janeiro (28.507) e os que tiveram maior proporção de requerimentos via web foram Acre (98,1%), Amapá (95,2%) e Alagoas (92,2%).

AGÊNCIA BRASIL

Opinião dos leitores

  1. Aqui no RN a culpa é de Fátima do PT.
    Tá acabando com o RN.
    Destruindo.
    Tá botando a polícia em cima dos comerciantes.
    Desgovernadora fraca.
    Péssima!!

    1. A culpa é do vírus. Ainda dá tempo de apagar esse comentário.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Redução de anticorpos contra a Covid-19 pode ocorrer em até três meses, diz estudo

Pessoas que tiveram Covid-19, com ou sem sintomas, podem apresentar queda nos níveis de anticorpos contra a doença entre dois e três meses após a infecção, aponta uma pesquisa publicada na última semana na revista científica Nature Medicine.

O estudo, conduzido na China, analisou 37 pessoas assintomáticas e 37 com sintomas moderados. Todas tiveram a infecção confirmada por meio do teste RT-PCR, considerado padrão-ouro para a detecção do vírus.

Os pacientes foram analisados até oito semanas após deixaram o hospital. Segundo os pesquisadores, a maioria teve redução de anticorpos IgG —que indicam que a infecção ocorreu há mais tempo, podem durar bastante no sangue e, por isso, são considerados um bom marcador de imunidade.

Além disso, os anticorpos IgG estavam abaixo do nível detectável em 40% dos voluntários assintomáticos e em 13% dos sintomáticos.

A redução dos níveis de anticorpos pode ter implicações nas estratégias de imunidade e nas pesquisas sorológicas que vêm sendo conduzidas.

“Os dados indicam os riscos do uso de passaportes de imunidade para a Covid-19 e dão suporte à continuidade de medidas de intervenção de saúde, incluindo distanciamento social”, afirmam os autores da pesquisa.

Em abril, a OMS disse que os chamados “passaportes de imunidade” não devem ser usados como estratégia para flexibilizar as quarentenas contra o coronavírus. O documento divulgado na época, que revisou 20 estudos científicos, disse que “não há evidências de que as pessoas que se recuperaram de Covid-19 e tenham anticorpos estejam protegidas contra uma segunda infecção”.

O risco é que pessoas com resultado positivo no teste passem a ignorar conselhos de saúde público, por se considerarem imunes a uma segunda infecção.

De acordo com o infectologista Leonardo Weissmann, consultor da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia), o estudo ainda não traz respostas definitivas, mas levanta questões sobre uma possível segunda onda da pandemia a partir de reinfecções.

“O estudo sugere que não dá para confiar numa imunidade duradoura”, afirma Weissmann.

A bióloga Natalia Pasternak, presidente do Instituto Questão de Ciência, também disse, via suas redes sociais, que questões sobre a imunidade ao novo coronavírus permanecem em aberto.

Segundo ela, os resultados não querem dizer não desenvolvemos imunidade contra o coronavírus nem que estamos suscetíveis a uma reinfecção. “Anticorpos não sao nossa única resposta imune”, disse. “O fato de ‘perdermos’ rapidamente o IgG não quer dizer que não temos resposta celular ou que não tenhamos desenvolvido células de memória, capazes de montar uma reposta rapidamente caso o vírus infecte novamente.”

Ela disse ainda que não estamos vendo casos de reinfecção de forma consistente, então parece que quem teve a doenca e se recuperou está protegido. “Mas o fato é que ainda nao sabemos, por isso não podemos relaxar as medidas de prevenção.”

Pasternak e Weissmann concordam que mesmo as pessoas que já tiveram Covid-19 precisam continuar com as medidas preventivas, como evitar aglomerações, usar máscaras e higienizar as mãos, e mais estudos são necessários sobre a imunidade relacionada ao Sars-CoV-2.

FOLHAPRESS

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Aprovação de Bolsonaro segue estável após prisão de Queiroz, aponta Datafolha

A popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) segue estável na semana seguinte à prisão do ex-assessor de sua família Fabrício Queiroz.

Segundo pesquisa do Datafolha, Bolsonaro manteve sua aprovação em 32%, o mesmo índice do fim de maio (33%).

A rejeição ao governo é de 44%, ante 43% da rodada anterior, enquanto os que avaliam Bolsonaro como regular estacionaram nos 23% (eram 22%).

 Datafolha ouviu 2.016 pessoas por telefone nos dias 23 e 24 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

A estabilidade contrasta com a tensão política decorrente da prisão de Queiroz, amigo de Bolsonaro desde 1984 e ex-assessor de seu filho Flávio, hoje senador.

Investigado no esquema das “rachadinhas” quando era deputado estadual no Rio, Queiroz é o elo entre o clã presidencial e figuras do submundo miliciano no Rio.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. A aprovação está estável porque alguns fanáticos, continuam acreditando que na familícia só tem anjo.

  2. Ninguém é louco pra não saber que essa papagaiada toda que estão fazendo é simplesmente pra tentar atingir o presidente. Portanto não tem essa de cair popularidade. Muito pelo contrário, tá é servindo de palanque. Ninguém é cego!

  3. Se a mídia não fala nada do Deputado do Pt lá do Rio de Janeiro , o Ciciliano , desvio de 40 milhões na mesma rachadinha em que é acusado o Flavio , está claro que o objetivo é atingir o pai Bolsonaro .
    A nomeação do afrodescendente para a Educação vai aumentar o Ibope do doido Capitao e com o povão mais 1200 reais em três meses , tchau nove dedos e sua turma.
    Aqui comigo , três funcionários : celular novo, bicicletas novas, contas em dia , todos rindo à toa.
    Com raiva só funcinário público que pouco trabalha , os que vestem a camisa não tem tempo de segurar bandeira vermelha e espelhar a Covid por aí não.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Nenhum estado do Brasil mostra sinais de redução da transmissão de Covid-19, aponta Fiocruz

Uma análise feita por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nessa quinta-feira (25), apontou que, mesmo que já tenha passado a semana com o máximo número de casos e óbitos pelo novo coronavírus, nenhum estado brasileiro apresentou sinais de uma redução da transmissão da Covid-19. Segundo os cientistas, este cenário configura uma espécie de platô, que corresponderia a um patamar alto de transmissão, podendo se prolongar indefinidamente.

Ao alerta sobre a permanência de um alto número de casos e óbitos, mesmo depois de passada a semana de máximo número de casos, soma-se em nota da Fiocruz outro aviso: “A diminuição dos atendimentos de casos graves e, consequentemente, o aumento da disponibilidade de leitos de UTI é um dos critérios que devem ser considerados para se adotar medidas de relaxamento, mas não o único.  O comportamento das curvas de casos e óbitos, o ritmo e a tendência do contágio, além de expansão da capacidade de testagem para identificar casos e isolar e rastrear os contatos devem ser considerados como alicerces para a retomada das atividades econômicas”.

A análise da equipe do MonitoraCovid-19, ferramenta da Fiocruz que procura mostrar um retrato real da pandemia no país, foi feita com base na concentração de casos de Covid-19 nas primeiras 24 semanas epidemiológicas de cada estado brasileiro. Nesta amostra, foram identificadas e comparadas tendências entre capitais e municípios sobre a propagação e incidência do Sars-Cov-2.

Os pesquisadores observaram que os estados de Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e Sergipe apresentaram a semana 24 como a de maior concentração de casos até o momento, indicando que, nesses lugares, a epidemia ainda está em processo de ascensão, notificando um elevado número de pacientes infectados pelo novo coronavírus.

O estudo reitera os riscos das grandes metrópoles brasileiras em adotar políticas de reabertura econômica e flexibilização do isolamento social neste contexto.

O perigo da interiorização da pandemia

Outro problema ressaltado pelos pesquisadores é a expansão da pandemia nos municípios do interior de cada estado, que faz soar o alarme em razão da deficiência de recursos físicos e humanos de saúde.

Ao analisar os dados do Amazonas, os pesquisadores observaram que a maior concentração de óbitos ocorreu na semana epidemiológica 19. Por outro lado, o estado apresentou um avanço na escalada de casos na semana 22. Nesse sentido, o estudo estimou que esse fato pode estar associado com o processo de interiorização da pandemia, tendo como consequência a ascendência da curva de mortes pela doença nas próximas semanas.

No comunicado, o epidemiologista Francisco Xavier, afirma que “o que acontece na região metropolitana se repete no interior com duas ou três semanas de atraso. Por isso é importante manter as medidas de isolamento, mesmo depois de passado o ‘pico’ nas capitais”.

O GLOBO

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Retirado do caso de Flávio Bolsonaro, juiz lamentou decisão do TJ/RJ

Considerado um juiz discreto e rigoroso, Flávio Itabaiana relatou a pessoas próximas a frustração com a decisão da 3ª Câmara Criminal do TJ do Rio que tirou a investigação sobre o possível esquema de rachadinha no antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj da vara da qual é titular. A amigos, disse, pouco depois da sessão de ontem que mudou o foro do caso: “Por que eles têm tanto medo de mim?”.

Desde que assumiu o caso, em 15 de abril do ano passado, o titular da 27ª Vara Criminal da Capital se viu sob forte pressão, que incluiu duas ações da Corregedoria-Geral de Justiça em sua vara ao longo do inquérito. O juiz disse que não esperava ter de deixar agora o caso mais importante em 25 anos de magistratura.

Segundo relato de pessoas que o procuraram após a decisão de ontem, Itabaiana afirmou ter se mantido “firme” e “com paciência” enquanto presidiu o caso.

Recursos

O juiz evitou comentar sobre o futuro do caso no Órgão Especial do Tribunal de Justiça. Sua única certeza, comentada nessas conversas privadas, foi ter colhido alguns inimigos no próprio Judiciário fluminense em decorrência das decisões que tomou, especialmente as de quebra de sigilo dos investigados, incluindo o senador Flávio Bolsonaro, as de busca e apreensão e as recentes prisões de Fabrício Queiroz e mulher, Márcia.

O juiz evitou avaliar a decisão tomada pela 3ª Câmara Criminal, mas afirmou crer que as suas decisões tomadas no curso do inquérito serão validadas pelo futuro relator do caso. As defesas de Flávio Bolsonaro e de Fabrício Queiroz vão recorrer das medidas cautelares determinadas por Itabaiana nos últimos meses, como a quebra de sigilo bancário do senador e a prisão preventiva de seu ex-assessor.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Seguidores do mito ? Rabinho entre as pernas ? Vergonha ? Acho que as bolas estão invertidas, vc poderia iniciar assim: seguidores do cachaceiro ladrão, condenado em segunda instância, com oito ou nove processos a serem julgados, rabao preso em algemas, mentiroso, fedorento……ai sim a coisa ficaria clara.

  2. O ser humano é incompreensível, o cara fala de um presidente x, que ainda não foi pego com a mão na cumbuca, e defende outro que já foi condenado em várias instâncias, recondenado, responde a inúmeros processos, teve seus amigos íntimos como x9, vai entender tanta burrice ou será vontade de participar da quadrilha ?

  3. Se ele seguisse de forma imparcial, seria outra coisa mas, porém decidiu agir de forma covarde onde ele não viu uma lista imensa de criminosos o que por se só já o colocaria em outro patamar. Ele decidiu agir contra uma única pessoa o que caracteriza a forma tendenciosa de uso da justiça de forma incorreta. Parabéns ao TJRJ pela brilhante descisao. Justiça é cega e muda, não pode de forma alguma escolher lado.

  4. A periculosidade dos milicianos reflete em muitas decisões. Pelo que estamos vendo a nova política já chegou podre ao poder. Vamos tentar novamente com Moro em 2022.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Governo divulga calendário de pagamento da 3ª parcela do auxílio emergencial; veja as datas

O governo publicou no fim da noite desta quinta-feira o calendário do pagamento da terceira parcela do auxílio emergencial de R$ 600. O cronograma começa a partir deste sábado e seguirá até setembro. O calendário da terceira parcela também vale apenas para quem ainda não recebeu as duas primeiras.

Serão dois calendários. Primeiro, o dinheiro será será depositada em poupança digital na Caixa Econômica Federal para todos. Esses recursos vão poder ser usados, inicialmente, apenas digitalmente (para pagamentos de contas, boletos e compras por meio de cartão de débito virtual).

A partir de 18 de julho, a Caixa começa a liberar saques e transferências a partir dessas contas. Para os trabalhadores que receberam a primeira parcela em outra conta, o dinheiro que ainda estiver na poupança digital será transferido automaticamente nas datas desse mesmo calendário.

A Caixa já está pagando a terceira parcela do auxílio  para os beneficiários do Bolsa Família. Neste caso, as pessoas não precisam esperar para sacar os recursos. O pagamento começou no dia 17 de junho e termina no dia 30 de junho, de acordo com o último dígito do Número de Identificação Social (NIS).

Veja os calendários:

Calendário para depósito em poupança social

  • 27 de junho: nascidos em janeiro e fevereiro
  • 30 de junho: nascidos em março e abril
  • 01 de julho: nascidos em maio e junho
  • 02 de julho: nascidos em julho e agosto
  • 03 de julho: nascidos em setembro e outubro
  • 04 de julho: nascidos em novembro e dezembro

Calendário para saque e transferência da poupança social

  • 18 de julho: nascidos em janeiro
  • 25 de julho: nascidos em fevereiro
  • 01 de agosto: nascidos em março
  • 08 de agosto: nascidos em abril
  • 15 de agosto: nascidos em maio
  • 29 de agosto: nascidos em junho
  • 01 de setembro: nascidos em julho
  • 08 de setembro: nascidos em agosto
  • 10 de setembro: nascidos em setembro
  • 12 de setembro: nascidos em outubro
  • 15 de setembro: nascidos em novembro
  • 19 de setembro: nascidos em dezembro

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

RN atinge pico da pandemia do Covid

O Rio Grande do Norte enfrenta neste momento o pico da pandemia do novo coronavírus, de acordo com os dados da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). A informação foi dada pela sub-coordenadora do órgão, Alessandra Lucchesi, na entrevista coletiva desta quinta-feira, 25, para apresentação dos números da Covid-19 e prestação de contas das ações do Governo do Estado. A especialista informou que nas duas últimas semanas os casos confirmados vêm crescendo e a ocupação de leitos críticos tem ficado sempre acima de 80%.

“O cenário mostra que estamos no pico da pandemia. É preciso atenção redobrada. O Governo continua realizando testes e já enviou a todos os 167 municípios o total de 88.440 testes rápidos fornecidos pelo Ministério da Saúde”, afirmou Alessandra. Os testes do tipo RT-PCR são aplicados em pessoas acima de 60 anos de idade, com comorbidades, pessoal da saúde e segurança pública. Os testes rápidos se aplicam para quem sentiu sintomas há até sete dias e está há três dias sem manifestá-los. O estoque de testes rápidos disponível nos municípios é de 28.994 unidades.

O acompanhamento da pandemia pela Sesap também revela a redução do distanciamento social para 39,8%, muito abaixo do recomendado pelas autoridades sanitárias, de 60 a 70%.

A taxa de transmissibilidade, ou seja, para quantas pessoas cada contaminado transmite, variava entre 1,9 e 2,1, mas atualmente está em 0,6. “Abaixo de 1 é uma taxa razoável. Mas é preciso que esta taxa se mantenha assim por um período de, pelo menos, sete a dez dias”, afirmou Alessandra Lucchesi. A sub-coordenadora alerta para que as pessoas fiquem atentas a sinais como febre ou desconforto respiratório ao fazer atividades rotineiras, como tomar banho ou subir escadas. Quem tiver estes sintomas deve buscar atendimento nas unidades de saúde nos bairros e UPAs.

Sobre os demais dados, foi informado que a taxa de ocupação de leitos Covid no RN hoje é de 96%. Na região Oeste, o índice chega a 97,9%, enquanto em Pau dos Ferros e Guamaré atinge 100%. Na região metropolitana de Natal o número chega a 97,2%; no Seridó, 86,25%. Nos hospitais públicos e privados há 750 pessoas internadas, sendo 376 em leitos críticos. A fila de regulação tem 84 pacientes aguardando um leito crítico, mais 37 esperam leitos clínicos e 25 aguardam transporte sanitário.

Os casos confirmados e pessoas residentes no RN com Covid são 22.599. Os casos suspeitos são 30.635, mais 35.265 descartados, 858 óbitos (sendo 5 nas últimas 24 horas) e há 144 óbitos em investigação.

Opinião dos leitores

  1. Esse governo continua perdido como muitos outros, diz que tem uma taxa de ocupação dos leitos em 90% e e fila não para de diminuir a espera de leitos, só faz mesmo aumentar, a saúde está em colapso e ficam tapando o sol com a peneira, vamos ver em julho se o pico não vai se mudar para lá? Eita povinho sem capacidade e despreparados, a governadora passou 100 dias escondida demonstrando sua incapacidade administrativa

  2. Tomara, acredito que até metade de Julho só cresce a Covid 19. Culpados : governadora e prefeitos por falta de planejamento e aquilo roxo . A população ignorantemente e a juventude enlouquecida e consumista ajudam a disseminar vírus .
    Fecharam os motéis ? Não , tome farra . Fecharam as praias urbanas ? Não . Colocaram câmeras em todo ônibus para ver a lotação ? Não . A governadora e os carissimos deputados aprovaram tique de recolher das 22 até às 4 da manhã ? Não , então não venha com " xurumelas"

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Estudamos perdoar empréstimo de pequenas empresas, diz Guedes

Foto: reprodução/YouTube

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou em live ao lado do presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (25) que o governo estuda perdoar dívidas de empréstimos das linhas de crédito criadas para pequenas empresas em resposta a crise da pandemia da covid-19.

A ideia é que as pequenas empresas que conseguirem pagar as parcelas do empréstimo no ano que vem e honrarem os pagamentos dos impostos sem atrasos, possam ser beneficiadas com um bônus por serem bons pagadores e até mesmo com o perdão do restante da dívida.

“A empresa pagou imposto no ano seguinte, é um bom pagador, para que você vai chatear o cara, vamos dar perdão para o empréstimo dele e estamos estudando isso”, afirmou o ministro.

Guedes explicou ainda que o governo não quer ganhar dinheiro em cima das pequenas empresas que receberam algum apoio financeiro do Governo Federal., mas que as grandes empresas, devem receber ajuda financeiras mas terão que pagar a dívida no futuro.

R7

Opinião dos leitores

  1. Parabéns ministro voceis salvaram milhões de empressas e empregos……a minha empressa e uma dessas ….muito obrigado

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *