A direção do presídio federal de Mossoró confirmou a chegada de dezessete detentos na noite dessa quinta-feira(30) envolvidos no massacre de 55 presos em presídios do Amazonas. A maioria dos apenados mortos nesta semana morreu de asfixia ou golpeada por objeto perfurante.
Sobre o massacre em Manaus, a suspeita das autoridades é que tenha sido motivada por uma disputa pelo comando de uma mesma facção.
Vale lembrar que em 2017, os presídios de Manaus já tinham sido palco do maior massacre do sistema penitenciário do estado, com 65 mortes dentro de unidades prisionais. Naquela época, membros da Família do Norte (FDN) atacaram presos do Primeiro Comando da Capital (PCC) durante uma rebelião que durou 17 horas.
Mossoró talvez seja a única cidade brasileira a se dar o luxo de ter um aeroporto destinado exclusivamente à mobilidade de bandidos de alta periculosidade. Vôts.
Taí o grande legado dos governos do PT para o RN (Presidio Federal de Mossoró) Natal, que era a terceira capital menos violenta do País, hoje é manchete como uma das mais violentas do mundo.
A agência dos Correios na cidade de São Rafael foi atacada por uma quadrilha na madrugada desta sexta-feira (31).De acordo com informações preliminares, populares relataram que ouviram, pelo menos, duas explosões e vários tiros. Na ocasião, os bandidos explodiram a agência, mas não levaram o cofre.
Na ocorrência, a polícia foi acionada depois que um motorista de ambulância, que levava uma mulher em trabalho de parto, teve o pneu do veículo furado na RN-118, entre São Rafael e Assú, por causa de grampos na pista.
O paradeiro dos bandidos ainda é desconhecido apesar de diligências.
Em entrevista ao programa The Noite (SBT), comandado por Danilo Gentili, o presidente Jair Bolsonaro mostrou a sua cicatriz, resultado da facada que recebeu durante a campanha presidencial do ano passado. O programa foi ao ar na madrugada desta sexta-feira (31).
Ao recordar o episódio, ele ficou emocionado e disse ter pensado no momento do ataque que seria apenas um soco no estômago, percebendo a gravidade momentos depois.
Ele mostrou as marcas que ficaram após as cirurgias e declarou ter reavaliado suas prioridades após o incidente.
Na entrevista, ele conversou sobre as mudanças em sua vida após a eleição, recordou momentos da corrida para o Palácio do Planalto e declarou que já havia planejado que o ato de Juiz de Fora seria o último em meio ao povo, devido à crescente popularidade.
Outros assuntos
O presidente também falou sobre a tentativa de aprovar a Reforma da Previdência, sobre as manifestações populares e comentou sua participação nas redes sociais.
Bolsonaro também contou detalhes de sua rotina no Palácio da Alvorada, as mudanças que fez ao se mudar para lá e comentou a questão da posse de armas no Brasil.
O Condomínio Shopping Center Midway Mall deve pagar a quantia de R$ 3.208,35, a título de danos materiais e mais o valor de R$ 6 mil, como indenização por danos morais, em benefício de um casal vítima de furto de seu veículo ocorrido no estacionamento do estabelecimento comercial em meados do ano de 2014.
O acórdão foi votado de forma unânime pelos desembargadores que integram a 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, ao julgar recurso interposto contra sentença da 6ª Vara Cível de Natal que condenou o shopping. A relatoria foi da desembargadora Maria Zeneide Bezerra.
Na Ação Indenizatória por Danos Materiais e Morais, os autores, um arquiteto e uma operadora de telemarketing, disseram terem sofrido furto de seu veículo que teria ocorrido dentro do estacionamento do shopping no dia 29 de agosto de 2014, às 15 horas, quando pararam no local para almoçarem.
O processo resultou, em primeira instância, na condenação do shopping ao pagamento de indenização por danos materiais no valor de R$ 4.456,00, acrescidos de juros e correção monetária. Também determinou o pagamento, a título de indenização por danos morais, do montante correspondente a R$ 6 mil, valor que igualmente deverá sofrer a incidência de juros e correção monetária.
Defesa
No recurso, o shopping sustentando à necessidade de responsabilização da empresa de segurança, afirmando que o art. 88 do Código de Defesa do Consumidor apenas veda a modalidade para hipótese de defeito no produto e não para imputação de uma falha na prestação do serviço, como no caso dos autos.
A empresa afirmou ainda a ausência de provas suficientes para comprovar a presença dos objetos supostamente furtados no automóvel do casal, alegando que a sentença de primeira instância baseou-se em mera presunção de existência daqueles bens, e em notas fiscais juntadas aos autos, as quais demonstram que os objetos ali consignados foram adquiridos em data posterior a ocorrência do sinistro.
Também alegou que a ausência de qualquer sinal de avaria ou arrombamento no veículo afasta o dever de indenizar os autores. Sustentou que a condenação de danos morais ocorreu apenas com base na existência de danos extrapatrimoniais, sem nenhuma fundamentação que comprovasse constrangimento, humilhação ou outro sentimento capaz de gerar lesão aos direitos da personalidade.
Julgamento
Em seu voto, a relatora do recurso, desembargadora Zeneide Bezerra, salientou que, em atenção aos tempos de violência pelo qual a sociedade passa, é fator atrativo e diferencial para o estabelecimento comercial a disponibilização de estacionamento, sendo inegável que o consumidor estaciona o veículo sempre com a expectativa de ter segurança para si e para seu patrimônio.
Dessa forma, entende que os estabelecimentos comerciais, sejam supermercados ou shoppings centers, os quais disponibilizam estacionamento à sua clientela como forma de propiciar-lhe comodidade, assumem o ônus de responder por eventuais danos que possam sofrer, em razão do dever de guarda e proteção dos veículos, conforme a Súmula 130 do STJ, “a empresa responde, perante o cliente, pela reparação de dano ou furto de veículo ocorridos em seu estacionamento”.
Entretanto, quanto ao ressarcimento do dano material, devido em virtude do furto do veículo, ela reduziu o valor, pois observou nos autos a existência de notas fiscais que comprovem a posse pelos autores de parte dos objetos que alegam furtados, bem como o pagamento realizado pela diária extra, efetuada para resolver os trâmites do furto, totalizando, assim, o montante de R$ 3.208,35.
A magistrada considerou ainda que os demais objetos contabilizados na sentença não foram demonstrados, pois as notas fiscais são posteriores ao furto, e, entendeu que a simples alegação de que foram comprados para repor bens subtraídos não são suficientes para demonstrar o prejuízo, eis que não consta no processo as notas fiscais destes objetos, pretensamente substituídos. Porém, o valor do dano moral foi mantido inalterado.
Eu queria ver o estado indenizar o cidadão quando ele é furtado e muito mais … condenar uma empresa é mais fácil. transferir toda as responsabilidade para a iniciativa privada e muito bom…agora o estado que não cumpri com o seu dever de garantir a segurança para o seu cidadão não é punido…fica a cada dia mais dificil gerar emprego nesse pais.. principalmente nesse estado.
o bom mesmo é ter um cargo comissionado por algum politico e não produzir nada como acontece muito aqui …
Gente como você, que adora comentar mimimi para adular empresários, entraria na justiça "botando quente" caso o furto tivesse acontecido no seu carro, estacionado no referido shopping. Atividade empresarial tem seus riscos! Quem não pode com o pote, não pega na rodilha! Mas não se preocupe! Essa indenização é troco de pão perto do que Flávio Rocha ganha com o shopping. Não precisa chorar por ele.
É destaque no Blog do Dina – por Dinarte Assunção, nesta sexta-feira(31).
O Ministério da Saúde enviou ao Blog do Dina nota em que informa que não repassou nenhum centavo dos R$ 50 milhões destinados ao contrato que a Funpec tem a com a Fields comunicação e que é obrigação da fundação da UFRN dar explicações sobre a licitação que a colocou no centro das polêmicas nos últimos dias.
A nota do MS foi enviada em provocação do blog após reportagens nesta quinta-feira tratar do tema. Em uma delas, o blog revelou semelhançasentre a licitação da Funpec e outra do próprio MS, nas quais a mesma empresa, a Fields, foi vencedora.
Prestar contas? Como assim? Desde quando universidade presta conta dos recursos públicos que gastou? Que conversa é essa agora?
Eles não são independentes, a autonomia universitária não está acima das leis?
Primeiro a autonomia universitária, depois a CF, leis ordinárias e todos resto que fica oprimindo a educação. Vai prestar contas de quê?
A nota em que o Ministério da Educação desautorizou pais, alunos e professores a estimularem e divulgarem protestos contra sua política foi vista como uma declaração de guerra ao setor por políticos experientes que, até a publicação do texto, apostavam no arrefecimento dos atos. Chamada de “tresloucada” e “autoritária”, a medida será questionada e chamou a atenção da PGR. Para Luciano Mariz Maia, vice-procurador-geral da República, ela pode violar o ECA e outros dispositivos legais.
Orlando Silva (PC do B-SP) disse que irá representar contra o ministro Abraham Weintraub (Educação) por abuso de poder, improbidade administrativa e crime de responsabilidade.
Informado sobre o teor da nota, Luciano Mariz Maia disse que o texto permite “extrair o entendimento de que o MEC adota como verdadeira a premissa de que as manifestações são político-partidárias”. A conclusão do documento, diz, afronta a Constituição.
O vice-procurador-geral diz ainda que o texto do MEC viola o artigo 16 do Estatuto da Criança e do Adolescente, que trata das garantias inerentes ao direito de liberdade.
A nota do ministro chocou movimentos ligados à educação. A avaliação é a de que, embora pregue ser liberal, o governo Jair Bolsonaro indica que acha que cabe ao Estado interferir na relação entre pais e filhos.
O deputado Idilvan Alencar (PDT-CE), membro da Comissão de Educação, vai levar o caso ao colegiado na próxima semana.
“Abrir canal para aluno denunciar professores significa que ele começou o Escola Sem Partido. Fiquei assustado, não entendi a abordagem e quero saber se é legal”, diz Alencar.
Não adianta o senhor ministro intimidar! Vivemos na democracia, não na Venezuela! Vamos lutar ainda mais pela educação! Os protestos estão só começando!
Na quinta série meu professor de inglês me humilhou na frente de outros colegas porque fiquei em recuperação. Nunca mais esqueci a cena. Professor não pode fazer o que quer em sala de aula. Ele ganha pra ensinar e não pra doutrinar, não pode ser soberano e tem que agir dentro dos limites igual a qualquer outro profissional. Educar é tarefa dos pais!!
Na atual conjuntura brasileira vemos a esquerda sem qualquer projeto para o povo, sem qualquer propósito para o pais, como sempre, apenas querendo voltar ao poder a qualquer preço.
Estão usando os alunos do ensino público como "boi de piranha" para montar uma situação inexistente. Estão levando as manifestações até alunos do ensino médio, cujo contingenciamento não chegou e muitos são "de menor".
Nas manifestações políticas contra o governo, 50% dos manifestantes estavam pelo oba, oba, nem sabiam o que era reivindicado nas faixas e cartazes do PT, da CUT, MST, do PSOL e demais partidos da esquerda. Outros 30% foram por obrigação!
Então qualquer coisa que se faça em termos educacionais vai sempre ser usado contra o governo. Já que é assim, que seja aumentado o rigor quanto as prestações de contas das universidades e seja levado ao conhecimento público como a verba é utilizada e o que foi repassado e não foi usado em favor dos alunos.
Por obrigação? Você tem algum problema? Esse bando de adolescente poderia estar fazendo qualquer outra coisa, como os que não foram. Só ir no Instituto, muitos não foram, outros ficaram perambulando, alguns foram pra casa.
Acompanhe in loco que se surpreenderá.
Não é possível que PGR, MPF e os doutores (doutores de verdade, né bacharem em direito não) estejam errados e os comentaristas sem qualificação estejam certos.
Gente que nunca teve capacidade de botar o pé numa UF falando o que não sabe a respeito…
Foram esses mesmos doutores do MPF que ofereceram denúncia contra Lula e descobriram o maior escândalo de corrupção do mundo.
Isso. Chamam eles de comunistas, mas esse MPF fez uma bela denúncia contra Lula.
Ótimo ver pessoas querendo vencer discussões com base na carteirada acadêmica.
E como esses doutores não se guiassem por ideologia, partidarismo e corporativismo. Nessa terrinha de fidalgos bacharéis, quem não botou um pé na UFRN não pode ter opinar sobre nada. Que oceano de miséria!
Severino, estenda sua crítica ao resto do Brasil. Aqui o que impera é a cultura do título, diploma. Ademais, diante das facilidades atuais, não o ter chega a ser engraçado.
Ressalva pertinente, João.
Mais importante é investigar declarações, e abandonar as investigações de super faturamento, desvios de dinheiro público e má aplicação de de verbas nas universidades, que já fogem aos olhos dos cabeças do Lula livre universitário. Coniventes!
Procuradoria Geral da república, vá investigar o dinheiro do pagador de impostos que é roubado por agentes públicos ( Prefeitos , secretários e etc). Isso sim é violação da LEI.
A Tribuna do Norte desta sexta-feira destaca o Inquérito Civil Público que o MP instaurou para investigar o contrato da Fundação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura (Funpec) com o Grupo Fields 360, empresa de comunicação integrada que gere a campanha publicitária ‘Sífilis Não’, orçada em R$ 50 milhões. O contrato previu a elaboração de vídeos para TV e internet, gerenciamento de redes sociais e impressão de material gráfico.
A websérie, dividida em 10 episódios, custou R$ 4,1 milhões. Cada episódio foi assistido, em média, por 699 pessoas (de acordo com audiência medida no início da noite desta quinta-feira, 30, no site e no canal oficial da Campanha Sífilis Não na internet).
O contrato tem vigência de 12 meses com possibilidade de prorrogação do prazo e revisão de preços em até 25% do valor inicial atualizado. A empresa foi a única a apresentar propostas técnica e de preços de acordo documentos disponibilizados pela Funpec no seu próprio site (funpec.br) relativos aos Edital de Seleção Pública Presencial nº 001/2018-Funpec, lançado no dia 4 de junho do ano passado. O valor estimado do contrato em referência, R$ 50 milhões, é quase cinco vezes os orçamentos deste ano para a Comunicação/Publicidade oficiais previstos pela Prefeitura do Natal e Governo do Estado.
A abertura do processo investigatório pelo MPF/RN ocorreu em 20 de agosto do ano passado, após o recebimento de uma denúncia anônima pelo setor extrajudicial do órgão, e é analisada pelo procurador da República Kleber Martins de Araújo. Até a noite desta quinta-feira, 30 de maio, não havia nenhuma movimentação processual além do registro de abertura e distribuição ao gabinete do procurador. A expectativa é que nesta sexta-feira, 31 de maio, o procurador disponibilize o conteúdo que estava sob análise. Na consulta ao processo, consta que ele está no ‘Grupo Temático de Combate à Corrupção’, que investiga ‘crimes de responsabilidade e improbidade administrativa’.
Se a petrobras deu no Petrolao que prendeu lula, o ladrao corrupto. A Funpec vai dar no FUNPECÃO e vai prender quem? quem será? Bom perguntar aos estudantes uteis.. eles sao muito uteis a quem interessa…
Precisamos instaurar uma "Lava-Jato das Universidades", começando por aqui, com a FUNPEC…Depois espalhando-se pelo país…Recuperaremos bilhões (vejam q apenas 1 contrato, em 1 universidade, gerou R$ 50.000.000,00)!!!
Está mais que explicado o ódio de professores e "alguns" funcionários da UFRN para com o governo Bolsonaro, estão perto de perderem a boquinha de dinheiro desviado pela Funpec. Dá-lhe Bozo!!!??
A Funpec já nasceu malhada, e agora acabaram de queimar seu filme noir, rodado em subterrâneo de luxo. Nem com uma campanha de duzentos milhões de reais (sem licitação, óbvio) ela recupera mais a imagem que nunca teve.
Essa dinheirama foi bancada pelo Ministério da Saúde através de Termo de Execução Descentralizada (uma espécie de convênio), em favor da UFRN. Por sinal, a União tem derramado milhões de reais, quase bilhões, para UFRN por intermédio dessa manobra… não há qualquer prestação de contas e nem é permitido.
É bom demais torrar dinheiro público é igual a atirar com pólvora alheia, a pessoa nem liga. Gastaram um bocado enbolçaram outro tanto e o resto dividiram, pronto resolvido o problema, o dinheiro nao volta. Foi todo usado, em causa própria, mas isso é só um detalhe. Kkkkkkk
Eita que tem virigente que está perdendo o sono.
Essa funpec é literalmente uma RIQUEZA!
Deve ser por isso que muitos deles andam com adesivos "Lula Livre" em seus carros…kkkkkkkkkkk
HOTEL REIS MAGO. FOTO: WELLINGTON ROCHA/ARQUIVO/PORTAL NOAR
Por PORTAL NO AR / Claudio Oliveira
O prédio do antigo Hotel Reis Magos, na Praia do Meio, em Natal, recebeu o aval do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, no Recife, para que o grupo proprietário Hotéis Pernambuco S/A, possa demolir o imóvel que encontra-se abandonado e em estado de deterioração.
Por maioria, os desembargadores do TRT5 negou provimento à apelação do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, que desejava impedir que os proprietários realizassem qualquer atividade para demolição. O objetivo era fazer com que o prédio fosse tombado como patrimônio histórico e arquitetônico. A Procuradora do Estado, Marjorie Madruga fez a sustentação oral no TRF5, mas não conseguiu convencer a justiça a barrar a vontade dos donos do imóvel.
A procuradora tinha, inclusive, tentado fazer com que o grupo consertasse a laje da recepção da extinta boate Royal Salute, que ficava dentro do hotel e desabou no mês passado, contudo, o advogado do grupo João Vicente de Golveia, disse ao Portal NoAr que não havia nenhum fundamento legal para essa exigência e que o prédio não tem mais conserto porque acabou se deteriorando sozinho, devido a ação natural do vento, chuva, sol e maresia, bem como a depredação de vândalos. O hotel parou de funcionar em meados da década de 90 e, desde então, está em ruínas.
Segundo o advogado, o grupo aguardava decisão da justiça para poder fazer um estudo e definir um novo projeto para o local. “Mesmo que houvesse chances de recuperação, o proprietário não tem qualquer interesse em revitalizá-lo. A ideia é enfrentar a questão do tombamento que está na justiça e, se o prédio deixar de existir, empreender no terreno um novo projeto, demolindo o que está lá e fazendo aquecer a economia e valorização daquela área da cidade”, revelou ao Portal NoAr.
Tomara que seja demolido mesmo e seja construído no local um outro hotel pela inciativa privada. Dará emprego para muitas pessoas e reavivará aquela praia. Natal não merece ter a desurbanização que tem em sua orla. Chega de pobreza exibida. Isto aqui é uma cidade turistica.
Uma BOSTA DESSA de patrimônio histórico???RN é um atraso , a pior orla de arquitetura do país , e vem esses chatos defender um ponto de droga desses , so gente que tem salário de R$ 40.000,00 por mês para brigar para afungentar os empresários investidores, mulher sem noção ?
Me parece que o grupo tem condições, pois incorporou esse prejuízo todo imposto pela sociedade e justiça potiguar… Eu deixaria assim, só para sacanear e deixar a praia mais linda.
O último dia 15 foi marcado pela surpresa. Antes mesmo de o governo Jair Bolsonaro completar cinco meses, centenas de milhares de pessoas foram às ruas contra os cortes de verba na Educação. A manifestação marcou o fim simbólico do período de apatia pós-eleitoral. Os protestos, com forte caráter espontâneo, emergiram após o ministro da Educação, Abraham Weintraub, provocar a sociedade dizendo que o contingenciamento de 30% seria focado nas universidades em que houvesse “balbúrdia” ou “gente pelada dentro do campus”.
O sucesso da primeira manifestação parece ter inebriado os núcleos mais organizados, UNE à frente, que prontamente convocou outro protesto para duas semanas depois. A movimentação seguiu o slogan #amanhãvaisermaior, que reinou nos protestos brasileiros desde 2013. A presidente da organização estudantil chegou a afirmar no Congresso que os estudantes iam seguir nas ruas e Bolsonaro e Weintraub não dormiriam mais “em paz”. Só que a tarefa de manter a sociedade em permanente mobilização, especialmente em relação a um governo recém-eleito, não é simples.
As manifestações desta quinta-feira, embora relevantes e espalhadas pelo país, acabaram sendo menores que as de duas semanas atrás — e ocorreram apenas quatro dias após o bolsonarismo mostrar nas ruas que ainda tem vigor popular.
Após a grande manifestação de 15 de maio, o governo se esforçou para conter a insatisfação. Bolsonaro chegou a reconhecer ter exagerado ao atacar os manifestantes, e Weintraub foi ao Congresso explicar o que pretende fazer à frente do ministério. Mais importante: o governo se esforçou para fazer prevalecer a narrativa de que não havia corte, e sim contingenciamento, e que o montante não era de 30%, mas sim de 3%. São duas formas de ver os mesmos dados, mas o discurso diversionista pode ter surtido algum efeito.
Independentemente da guerra ideológica que se vê nas ruas, a vida real dos estudantes começou a ser efetivamente afetada nos últimos dias. Várias universidades públicas já estão informando a seus estudantes que não haverá verbas para congressos e pesquisas. A tendência é que o quadro siga piorando.
E é na piora da vida da sociedade que está a ameaça a qualquer governo. A educação é um desses aspectos, mas há outro mais importante: a situação financeira das famílias. Ontem, o IBGE divulgou que o PIB ficou negativo no primeiro trimestre deste ano. É palpável a frustração dos empresários, que apoiaram massivamente Bolsonaro nas eleições, ante a incapacidade do governo em montar uma coalizão que gere confiança em relação ao futuro econômico do país.
Os protestos pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff estenderam-se por mais de um ano, e não seguiram uma trajetória crescente todo o tempo. Mas sua resiliência, que acabou contaminando o Congresso, se deu por uma razão simples: na vida real, as pessoas viram sua renda cair e seus empregos desaparecerem. A educação é a ponta do iceberg anti-Bolsonaro, mas há muito mais abaixo da linha d’água.
Uma coisa digna de ser divulgada e exposta como um abuso e um partidarismo sem precedentes foi o cancelamento das aulas da UnP Roberto Freire quando a manifestação foi no Midway com caminhada até a árvore de Mirassol.
Politização de Universidade Particular? Engajamento dos dirigentes da referida Universidade no lulo-Petismo? seria bom perguntar aos dirigentes da instituição as razões pelas suspensões das aulas em unidade tão distante do foco. Indignado faço aqui meu protesto e espero ter ressonância e a devida divulgação dessa mistura de partidarismo e falta de seriedade na gestão de uma carissima(para os coitados dos alunos) Universidade.
Nem argumentar sobre onibus principalmente por existirem linhas alternativas para aquela região sem passar pela manifestação.
"Educação" no Brasil não passa de força de expressão. Os números do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) não mentem, apenas envergonham os brasileiros de vergonha.
Parabéns pelo Artigo. Muito bem escrito e com isenção. Jornalismo sério se faz com opinião em cima de fatos ou Hipóteses robustas. Sempre com isenção ou tendências ideológicas.
Os milhões de desempregados que teriam suas vidas resolvidas pela reforma trabalhista deveriam ter a sua manifestação também. Aliás todo mundo que se sentir prejudicado ou lesado, por quem quer que seja, tem que botar a boca no mundo e reclamar.
PARA PENSAR UM POUCO!
Veja essa declaração contida no texto acima:
"É palpável a frustração dos empresários, que apoiaram massivamente Bolsonaro nas eleições, ante a incapacidade do governo em montar uma coalizão que gere confiança em relação ao futuro econômico do país."
"EMPRESARIOS APOIARAM MASSIVAMENTE…"
Pois é. Sabendo que os interesses dos empresários e dos trabalhadores em geral são completamente opostos, e que a maioria dos brasileiros é pobre, para quem o governo Bolsonaro com Guedes (representante dos banqueiros) está governando?
Deu pra perceber que quem mais defende esse governo são os ricos e milionários empresários?
Entendeu porque a defesa da reforma trabalhista e previdenciária do jeito que está?
Entendeu que o objetivo é vender a Embraer, Eletrobrás e Petrobras (empresas estrategicas no campo de tecnologia e energia), destruir o código de defesa do meio ambiente liberando agrotóxicos e queimadas, é privatizar as Universidades e Escolas Técnicas do país?
É isso que queremos?
A contração de 0,2% do PIB (Produto Interno Bruto) no primeiro trimestre de 2019 intensificou a pressão para que o governo adote medidas de estímulo à economia, além dos esforços para aprovar a reforma da Previdência, incluindo a retomada da política de cortes de juros.
Embora o presidente Jair Bolsonaro (PSL) não tenha comentado os dados divulgados nesta quinta-feira (30), o ministro Paulo Guedes reagiu ao resultado, anunciando que o governo estuda liberar recursos de fundos como FGTS para animar o consumo.
O diagnóstico de analistas é que a medida vai na direção correta, mas que a piora do ritmo da atividade —que nunca chegou a engatar uma recuperação vigorosa após o fim da recessão em 2016— exige outras ações.
“[O resultado do PIB] é mais uma evidência de que o Banco Central pode cortar os juros. É o único instrumento de curtíssimo prazo para ajudar a economia a voltar a crescer”, diz Sérgio Werlang, ex-diretor de Política Econômica do BC.
Desde maio de 2018, a Selic, taxa básica de juros da economia, permanece em 6,5%.
A estabilidade sucedeu um período de repetidos cortes que levaram a taxa a cair a menos da metade (em outubro de 2016, a Selic era 14,25%).
A suspensão da política de afrouxamento monetário ocorreu na esteira da percepção de que a recuperação da economia poderia levar à volta das pressões inflacionárias.
Apesar do resultado, com o diagnóstico de que a economia brasileira pode estar caminhando para uma nova recessão, o rumo da política monetária voltou ao centro do debate entre economistas.
A defesa de corte de juros não é consensual, mas o tema ganha espaço crescente em discussões e relatórios.
Para Alberto Ramos, diretor de pesquisa para América Latina do Goldman Sachs, por exemplo, não é tão claro que o BC deve reduzir os juros.
“Ninguém hoje não investe pelo custo do capital. A razão para não investir é a incerteza e o risco de insolvência fiscal no médio e longo prazo. Se eles continuarem, quem não investia por 6,5% não vai investir por 5,5%”, afirma.
Já está mais do que na hora de fazer alguma coisa, governo e congresso já tem que investir parte desse trilhão que vai entrar, via RP. Sob pena do país não consegui sair da UTI. Os poderes tem que se unir e tomar medidas pró crescimento
O cantor sertanejo Guilherme Palaia Juliari, de 26 anos, morreu na manhã de quinta-feira, 30, em um acidente de moto na Rodovia Vereador Rubens Leme Asprino (SP-344), entre Aguaí e São João da Boa Vista, em São Paulo.
Segundo informações da Polícia Rodoviária, por volta das 11h30, Juliari dirigia a moto pela rodovia quando, no km 215, bateu na traseira de um caminhão, que estava parado na pista por causa de problemas mecânicos.
Juliari, nascido em São João da Boa Vista, morreu no local do acidente. Ele era casado, desde o final de 2018, com Jovana Balbino. Ainda não há informações sobre velório e enterro do cantor.
Redes sociais. A morte do cantor causou comoção nas redes sociais. Dezenas de mensagens de amigos e parentes foram postadas no Facebook de Juliari.
“Outro dia, postei essa foto tomado de imensa alegria por esses dois amigos. Hoje, chocado e com profunda tristeza, ao saber da morte do Guilherme. Só a graça de Deus é que pode permitir consolação diante desse triste acontecimento. Que o Senhor lhe dê a paz e console sua jovem esposa e seus familiares”, postou o padre Ricardo Ramos.
“Hoje o dia é de luto aqui na Terra. Mais é de festa lá no céu. Mais um irmãozão vai morar junto de Deus. Sem palavras para descrever sua humildade irmão. Vai com Deus irmãozão”, postou um amigo.
Ex-presidente do América-RN, ex-presidente do Tribunal Regional do Trabalho RN e ex-deputado por duas vezes, José Vasconcelos da Rocha é o convidado deste sábado do programa Cara a Cara com BG.
Cara a Cara com BG, sábado, às 8h30, na TV Ponta Negra.
Acompanhe o programa através dos canais: Cabo Telecom 120 (sinal digital) e 805 (HD); NET 13 (sinal digital) e 513 (HD); Sky HD 313.1.
O DEM iniciou uma ofensiva para deixar de ser rotulado como Centrão. A estratégia do partido, que fará, nesta quinta-feira, (30/5), uma convenção nacional, foi montada para reagir ao desgaste cada vez maior da imagem de fisiologismo grudada no Centrão desde a época em que o então deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ), hoje preso, comandava o bloco na Câmara.
Sob o mote “O Brasil não pode parar”, a convenção do DEM, em Brasília, defenderá a agenda econômica com foco nas reformas da Previdência e tributária, mas, nos discursos, dirigentes do partido manterão uma distância regulamentar do Centrão. A campanha para “desligar” a sigla do grupo também terá destaque nas redes sociais.
Classificado pelo presidente Jair Bolsonaro como “velha política”, o Centrão foi alvo, no domingo, das manifestações de rua em defesa do governo. O bloco informal reúne partidos como DEM, PP, PL (ex-PR), PRB, MDB e Solidariedade e é formado por cerca de 230 dos 513 deputados.
O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), é visto como articulador político do grupo, que já impôs uma série de derrotas ao Palácio do Planalto, como a retirada do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) das mãos do ministro da Justiça, Sérgio Moro, e a aprovação do Orçamento impositivo.
“O Democratas nunca será Centrão”, disse o presidente do DEM, ACM Neto, logo após as mobilizações, há quatro dias, dando a senha para a reação do partido. Prefeito de Salvador, ACM Neto saiu em defesa de Maia, que foi criticado nas ruas. No Rio, manifestantes carregaram até mesmo um boneco pixuleco com o rosto do deputado.
“Fiquei triste com os ataques a Maia. Houve exageros nas críticas”, afirmou ACM Neto, que será reeleito nesta quinta para um mandato de mais três anos na presidência do DEM.
Eleições
Com três ministérios no governo (Casa Civil, Saúde e Agricultura) e o comando da Câmara e do Senado, o DEM tem pesquisas mostrando que, quando a sigla é vinculada ao Centrão, perde apoio. O desgaste preocupa a cúpula do DEM em um ano pré-eleitoral. Em 2020, o partido quer apresentar candidatos às prefeituras das principais capitais e, dois anos depois, ACM deve concorrer ao governo da Bahia. Atualmente, o DEM administra Goiás e Mato Grosso.
“Quem quebrou o Centrão fomos nós, mas isso não é dito. E agora Kassab não é Centrão e eu sou?”, perguntou o líder do DEM na Câmara, Elmar Nascimento (BA), em referência ao ex-ministro Gilberto Kassab, presidente do PSD, partido que foi formado a partir de uma dissidência do DEM. “Não dá para aceitar isso porque é injusto”, completou Elmar.
Na tentativa de se desvincular do Centrão, dirigentes do DEM lembram que, em julho de 2016, após Cunha renunciar à presidência da Câmara – alvejado pela Lava Lato -, Maia venceu o então deputado Rogério Rosso, do PSD de Kassab, na disputa pelo comando da Casa. À época, a vitória de Maia foi considerada uma derrota do Centrão e de Cunha, que apoiavam Rosso.
“Somos o partido moderador, que tem se alinhado com o governo na agenda econômica, mas não na pauta de costumes”, observou o deputado Efraim Filho (DEM-PB). “Então, não vamos deixar de apoiar propostas do governo, se tivermos identidade com elas, porque o Centrão é contra, e vice-versa. Não temos alinhamento automático.”
Apesar de ocupar três ministérios na equipe de Bolsonaro, o DEM não integra a base aliada do Planalto, sob o argumento de que tem “autonomia e independência”. A cúpula do partido alega, ainda, que os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Luiz Mandetta (Saúde) e Tereza Cristina (Agricultura), embora filiados, são da “cota pessoal” de Bolsonaro.
O incômodo com o rótulo “Centrão” aumenta à medida que o “bombardeio” nas redes é ampliado. Nos bastidores, deputados têm certeza de que essas críticas são puxadas pelo presidente e por seu filho “02”, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ).
O grupo que dá as cartas do poder na Câmara costuma ser associado, desde a era Cunha, a práticas que ficaram conhecidas como “toma lá, dá cá”. “Não existe Centrão. Isso é uma invenção sem sentido”, afirmou o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), líder da Maioria.
Estadão Conteúdo
Nas próximas eleições temos que balizar os componentes do centrão, a direção que o país está tomando está diretamente ligado às posições do centrão e pt, que a cada movimento da equipe do governo, eles bloqueiam de uma forma insana , levando o caos e a inércia pra nação, aumentando o desemprego, miséria e violência.
Conversa pra boi dormir, não tem essa de rotular não, o DEM é centrão sim de cabo a rabo, comandado por Rodrigo Maia, foi assim que ele se reelegeu presidente da casa e certamente o seu substituto já está acordado, outro membro do Centrão ladrão, vergonha nacional. Não adianta querer enganar.
Seus componentes já roubaram, deixaram roubar, ajudaram a roubar, desviaram dinheiro público, forjaram. Enfim, já fizeram maldades de mais com o país. Dê-em uma trégua com essas maldades demônios!
Cada um fala o que quer, aceitam suas próprias mentiras….!!! É assim mesmo na política!!! Mas a grande verdade é que todos, todos sem excesso são ou ainda praticam a velha, podre e miserável política….!!! Está nas entranhas de Brasília!!!! Lamentavelmente!!!
Concordo com esse pensamento, infelizmente. E o que me deixa mais estarrecido é ver pessoas defendendo políticos como quem briga por times de futebol, deixando de lado a razão e o pragmatismo, enquanto eles, os políticos, riem das nossas caras de idiotas.
O Ministério da Educação divulgou uma nota na tarde desta quinta-feira (30) em que afirma que professores, servidores, funcionários, alunos e até mesmo pais e responsáveis “não são autorizados a divulgar e estimular protestos durante o horário escolar”.
Em seguida, orienta que sejam feitas denúncias por meio do site ouvidoria do MEC.
A medida representa mais uma ofensiva da pasta em meio a um novo dia de manifestações pelo país contra o bloqueio de verbas do setor. O primeiro dia de protestos ocorreu em 15 de maio.
Na nota, a pasta justifica a medida dizendo que “nenhuma instituição de ensino pública tem prerrogativa legal para incentivar movimentos políticos partidários e promover a participação de alunos em manifestações”.
Questionado pela Folha a respeito do amparo legal das medidas e sobre o que levou a pasta a citar que até mesmo pais não estão autorizados a divulgar os protestos, o ministério ainda não respondeu.
Além de vetar a divulgação das manifestações em horário escolar, o ministério também diz em nota que servidores públicos que participarem dos eventos podem ter o ponto cortado.
“Vale ressaltar que os servidores públicos têm a obrigatoriedade de cumprir a carga horária de trabalho e podem ter o ponto cortado em caso de falta injustificada. Ou seja, os servidores não podem deixar de desempenhar suas atividades nas instituições de ensino para participarem desses movimentos”, diz o comunicado.
Na véspera dos protestos, em vídeo divulgado em suas redes sociais, o ministro Abraham Weintraub havia dito que há “coação” por parte de professores pela participação dos estudantes nos atos.
“Estamos recebendo aqui no MEC [Ministério da Educação] cartas e mensagens de muitos pais de alunos citando explicitamente que alguns professores, funcionários públicos, estão coagindo os alunos e que serão punidos de alguma forma caso eles não participem das manifestações”, disse o ministro.
“O MEC está fazendo um esforço muito grande para que o ambiente escolar não seja prejudicado por uma guerra ideológica que prejudica o aprendizado dos alunos”, afirmou Weintraub.
No dia do primeiro ato contra os bloqueios na educação, em 15 de maio, o presidente Jair Bolsonaro chamou quem foi às ruas de imbecis e “idiotas úteis” usados como “massa de manobra”. No entanto, uma semana após a mobilização o governo repôs parte da verba contingenciada da área.
Com o uso de recursos de uma reserva, destinou ao Ministério da Educação um total de R$ 1,6 bilhão —21% do valor que havia sido contingenciado (R$ 7,4 bilhões). Nas universidades federais, o corte chega a R$ 2 bilhões, o que representa 30% da verba discricionária (que não inclui gastos obrigatórios como salários, por exemplo).
O principal objetivo das manifestações, segundo os organizadores, é mostrar à população que os cortes no orçamento da educação prejudicam o ensino, a pesquisa e os serviços prestados pelas instituições do setor à sociedade.
Também nesta quinta, o Ministério Público Federal ingressou com uma ação civil pública na Justiça Federal do Rio Grande do Norte contra Weintraub e a União por danos morais coletivos.
Segundo o MPF, a ação busca responsabilizar as falas consideradas ofensivas do chefe do MEC desde que ele assumiu a pasta, em abril. A ação pede R$ 5 milhões em caso de condenação e será analisada pela 10ª Vara Federal de Mossoró.
Os procuradores que assinam a ação ressaltaram entre as muitas declarações de Weintraub, uma dada em entrevista no dia 30 de abril, quando ele disse que “universidades que, em vez de procurar melhorar o desempenho acadêmico, estiverem fazendo balbúrdia terão verbas reduzidas”.
Sobre a ação do MPF, o Ministério da Educação disse em nota que não foi comunicado oficialmente sobre a ação. “Até porque ela está com data de hoje. Portanto, sequer foi distribuída a uma das varas da Justiça Federal de Natal (RN). Em pesquisa no site da Justiça Federal do Rio Grande do Norte, não consta nenhuma ação judicial ainda contra o ministro da Educação”, disse a pasta.
Para o MEC, a ação não foi sequer despachada pela Justiça. “Isso surpreende e quiçá denota o caráter político da medida, já que os veículos de comunicação dela tiveram conhecimento antes mesmo do suposto demandado e da ação ter sido formalmente protocolizada perante a instância judicial competente”.
Leia a íntegra da nota do MEC
“O Ministério da Educação (MEC) esclarece que nenhuma instituição de ensino pública tem prerrogativa legal para incentivar movimentos político-partidários e promover a participação de alunos em manifestações.
Com isso, professores, servidores, funcionários, alunos, pais e responsáveis não são autorizados a divulgar e estimular protestos durante o horário escolar. Caso a população identifique a promoção de eventos desse cunho, basta fazer a denúncia pela ouvidoria do MEC por meio do sistema e-Ouv.
Vale ressaltar que os servidores públicos têm a obrigatoriedade de cumprir a carga horária de trabalho, conforme os regimes jurídicos federais e estaduais e podem ter o ponto cortado em caso de falta injustificada. Ou seja, os servidores não podem deixar de desempenhar suas atividades nas instituições de ensino para participarem desses movimentos.
Cabe destacar também que a saída de estudantes, menores de idade, no período letivo precisa de permissão prévia de pais e/ou responsáveis e que estes devem estar de acordo com a atividade a ser realizada fora do ambiente escolar.”
Folhapress
Aptralharam a manifestação, e afundaram o movimento e a pauta. Na próxima vão só os presidentes dos DCEs e alguns representantes segundaristas, segue o caminho do lula livre. FRACASSO TOTAL!
O bozo não é o rei do Brasil! Qdo o mp do rio fizer a denuncia o clã miliciano vai por água abaixo. A economia está parada e a culpa é do neofascista e neoliberal bozo. O cara como deputado é um péssimo presidente. E tem mais o cara tem todos os indicios q é um homossexual enrustido.
Calma, não se esqueça, tá?
Quem quebrou o Brasil, não foi Bolsonaro. Foi os aloprados, mensaleiros assaltantes do PT que governaram o País nos últimos 13 anos. O presidente Jair Bolsonaro é o presidente eleito com uma surra de votos, de Janeiro pra cá. Conte nos dedos, são apenad CINCO meses governo, e tu já quer que o Brasil seja uma Suíça?? Não pode, não existe mágica, o estrago foi grande e vai demorar pra recuperar. Tchau queridos, PT ladrão nunca mais.
Há!!
Já ia esquecendo, LULA tá preso babacas
Mas isso excede limites….!!! Censurar alunos e pais???? Até pouco acreditei que esse Sr era inteligente….mas….!!!!
Em discurso convenção nacional do DEM, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, insinuou nesta quinta-feira, 30, que o presidente Jair Bolsonaro pode voltar para o partido. Bolsonaro se filiou ao PSL no ano passado para disputar a eleição ao Palácio do Planalto, mas em 2005 chegou a integrar as fileiras do PFL, hoje DEM.
“Temos um ex-filiado do PFL, do DEM, que olha para o nosso partido com imenso respeito e com olho de, quem sabe, querer voltar para casa”, afirmou Onyx. Em conversas reservadas, Bolsonaro já reclamou mais de uma vez dos problemas enfrentados no PSL, que tem uma bancada de novatos no Congresso e muitas vezes atua como oposição ao Palácio do Planalto. Interlocutores do presidente já disseram, em outras ocasiões, que ele avalia a possibilidade de deixar o PSL.
Questionado se havia conversado com Bolsonaro sobre o retorno ao DEM, Onyx abriu um sorriso. “Não. É um sonho meu”, respondeu ele. O presidente já trocou várias vezes de partido, desde o início de sua carreira política, nos anos 80.
Em vários momentos da convenção, que ocorreu em Brasília, Onyx ficou com a voz embargada ao discorrer sobre a trajetória do DEM e disse que Bolsonaro – chamado por ele de “capitão” – foi “o escolhido” por Deus para fazer a “transformação” do País e ser o alicerce de uma aliança “liberal-conservadora”.
“A esperança, na época deles, era vermelha. A nossa é apaixonadamente verde-amarela”, discursou o ministro, em uma referência aos governos do PT. Alvo de críticas por causa da fragilidade da articulação política do governo com o Congresso, o titular da Casa Civil também definiu os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), como “duas bênção que Deus trouxe para ajudar o capitão Bolsonaro”.
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O secretário da Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, afirmou nesta quinta-feira, 30, ao Estadão que não é possível promover uma transição suave na reforma da Previdência sem que haja uma perda de impacto fiscal “muito grande”.
“Nós perdemos muito tempo, perdemos o bônus demográfico. Não dá pra fazer uma transição suave sem ter uma perda muito grande de impacto fiscal”, disse.
“Se tivéssemos feito uma reforma em 2011, poderíamos ter uma transição suave, mas perdemos oito anos e a situação só piora”, acrescentou, antes de participar de evento em São Paulo.
Rolim ressaltou que, se o relator da reforma na comissão especial da Câmara, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), quiser manter o impacto fiscal de R$ 1,2 trilhão em 10 anos mesmo cedendo em pontos sensíveis aos parlamentares, compensações terão de ser feitas na proposta.
A transição é um dos pontos que estão sendo analisados pelo relator. O secretário disse que o governo não tem participado da discussão para o fechamento do relatório.
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Mossoró talvez seja a única cidade brasileira a se dar o luxo de ter um aeroporto destinado exclusivamente à mobilidade de bandidos de alta periculosidade. Vôts.
Taí o grande legado dos governos do PT para o RN (Presidio Federal de Mossoró) Natal, que era a terceira capital menos violenta do País, hoje é manchete como uma das mais violentas do mundo.
Deixe de canalhismo, outras cidades receberam presídios federais com RDD. A merda são os presídios estaduais (vide alcaçuz nas dunas).
Caramba, depois da PF anunciar um possível salve para próxima semana ainda ganhamos na sena…