Em discurso na ONU, Bolsonaro garante ‘compromisso solene’ com meio ambiente e acusa líderes estrangeiros de ataque à soberania do Brasil

O presidente Jair Bolsonaro durante discurso na 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA) — Foto: Carlo Allegri/Reuters

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na manhã desta terça-feira (24) durante discurso de abertura na 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA), que tem “compromisso solene” com a preservação meio ambiente e acusou líderes estrangeiros de ataque à soberania do Brasil.

Tradicionalmente, desde 1949, cabe ao representante do Brasil abrir o debate geral da assembleia das Nações Unidas. Foi o primeiro pronunciamento de Bolsonaro como chefe de Estado no encontro.

“É uma falácia dizer que a Amazônia é um patrimônio da humanidade e um equívoco, como atestam os cientistas, afirmar que a Amazônia, a nossa floresta, é o pulmão do mundo. Valendo-se dessas falácias um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa e com espírito colonialista. Questionaram aquilo que nos é mais sagrado, a nossa soberania”, disse Bolsonaro.

Bolsonaro afirmou, ainda, que tem “compromisso solene” com a proteção da Amazônia. Disse que a Amazônia é maior do que toda a Europa ocidental e “permanece praticamente intocada”, o que seria prova, segundo o presidente, de que o Brasil é “um dos países que mais protegem o meio ambiente”.

“Em primeiro lugar, meu governo tem o compromisso solene com a preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável em benefício do Brasil”, declarou o presidente.

O discurso do presidente tem o contexto da crise provocada, em agosto, pela alta das queimadas na floresta amazônica.

Bolsonaro trocou farpas com o presidente da França, Emmanuel Macron, que deixou em aberto a discussão sobre um possível status internacional na Amazônia.

Com a fala desta terça, Bolsonaro é o oitavo presidente brasileiro a abrir os debates. O primeiro chefe de Estado do país a discursar no encontro foi João Figueiredo, em 1982. Desde então, apenas Itamar Franco não se pronunciou ao menos uma vez na assembleia geral.

Terra indígena

Bolsonaro afirmou no discurso que não ampliará o percentual do território brasileiro com terras indígenas e disse que a “visão de um líder” não representa o pensamento de todos os índios do país.

“Quero deixar claro: O Brasil não vai aumentar para 20% sua área já demarcada como terra indígena, como alguns chefes de estado gostariam que acontecesse”, afirmou.

Bolsonaro afirmou que, “muitas vezes”, líderes indígenas como o cacique Raoni, são “usados como peça de manobra” por governos estrangeiros. Ele não citou quais seriam os governos, contudo, recentemente Raoni se encontrou com o presidente da França, Emmanuel Macron.

“A visão de um líder indígena não representa a de todos os índios brasileiros. Muitas vezes, alguns desses líderes, como o cacique Raoni, são usados como peça de manobra por governos estrangeiros na sua guerra informacional para avançar seus interesses na Amazônia”, afirmou Bolsonaro.

Segundo Bolsonaro, pessoas dentro e fora do Brasil, com apoio de organizações não-governamentais, “teimam em tratar e em manter” os índios brasileiros “como verdadeiros homens das cavernas”.

“O Brasil agora tem um presidente que se preocupa com aqueles que lá estavam antes da chegada dos portugueses em 1500. O índio não quer ser latifundiário pobre em cima de terá rica”, afirmou.

Agenda da viagem

Antes do discurso, Bolsonaro se reuniu com o secretário-geral da ONU, António Guterres. À tarde, Bolsonaro está prevista uma visita ao ex-prefeito de Nova York Rudolph Giuliani. À noite, o presidente embarca de volta para Brasília.

Bolsonaro chegou a Nova York na tarde de segunda-feira (23), acompanhado de uma comitiva que reuniu, entre outros integrantes, ministros, a primeira-dama Michelle Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), um dos cinco filhos do presidente.

Eduardo, que preside na Câmara a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (Creden), foi escolhido pelo pai para ser embaixador do Brasil em Washington. No entanto, a indicação ainda não foi enviada ao Senado, que terá de aprovar o nome do parlamentar.

O presidente viajou uma semana depois de receber alta hospitalar. No dia 8, ele passou por uma cirurgia para corrigir uma hérnia, o quarto procedimento desde que sofreu uma facada no abdômen em 2018.

Bolsonaro viajou com orientação de manter uma dieta leve e de evitar longos períodos sentado no avião.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Boris Bob disse:

    Quem estiver achando ruim e envergonhados com verdade, verdadeira, peguem o beco pra Venezuela , não vao fazer igual a o outro, que dizem que vendeu o mandado, foi morar nos Estados Unidos o certo era Venezuela ou Cuba.
    Se é por falta de uma despedida, ADEUS!!
    Suma, xispa kkkkkkk
    Tchau corruptos.

  2. victorino disse:

    Chora Petezada, o choro é livre. Vergonha é seu presidente preso por corrupção e lavagem de dinheiro se Ricardo e Curiosa. Aceitem por que estar só começando…

    • Riva disse:

      Bolsonaro conseguiu mostrar ao mundo todo como o governo brasileiro usa da mentira para avançar sua agenda.

      "Visitem a Amazônia". Os líderes do mundo já têm acesso às fotos de satélite, à Nasa. A Nasa tá mentindo?

      Bolsonaro é fake news.

  3. André Fortes disse:

    Discurso do presidente do Brasil na ONU termina sem aplauso, nem dos aliados. Foi um dos momentos mais vergonhosos que eu ja vi como brasileiro. Eu nao imaginava que ele iria falar as bobagens que fala lá no twitter para o mundo todo.

    • Antenado disse:

      Realmente. Falou muito pouco sobre a corrupção e os corruptos, inclusive os presos; sobre o assalto à PETROBRAS; sobre o maior caso de corrupção do mundo. Falou pouco. Lamentável.

    • Ricardo disse:

      Petista revoltado detectado.

    • Rivanaldo disse:

      Gente, o cara tava na ONU.

  4. Visão natal disse:

    Orgulho do meu presidente !!
    Me representou e tb a maioria do nosso país .
    Obg presidente patriota

  5. Visão mundo disse:

    Me representou, orgulho do nosso presidente !! Eleito pela maioria do nosso país então representando a maioria do Brasil.
    Orgulho do nosso presidente, patriota !!

  6. Fabio Cardoso disse:

    Foi muito bem! BG deveria postar a íntegra do discurso.
    #BrasilacimadetudoDeusacimadetodos!

  7. fabio soares lins disse:

    O retardado foi falar de PT e Cuba na assembleia geral da ONU. Não tem jeito para jumento que está na presidência!

  8. fabio soares lins disse:

    grande estadista o nosso presidente bolsonaro, mostrou as autoridades do mundo que não abre de mão da nossa soberania, parabéns, vale apenas ouvir e refletir

  9. Vitor Filho disse:

    Enquanto isso, em passado recente, um presidente da Bolívia se apropriou de uma refinaria da petrobrás e o governo brasileiro se calou, se acovardou, deixou pra lá, fez de conta que não aconteceu.
    Para fechar o circo, comprou uma refinaria nos EUA sucateada, sem condições de operar e a um custo que segundo as publicações, estava hiper faturada. Isso não faz muito tempo, basta ver nossa história do ano 2000 até hoje.
    Já negar o passado e e adivinhar o futuro, faz parte da turma que trabalha por dinheiro, pela divisão dos recursos público até que ele acabe e sejamos todos iguais na miséria, como vive o povo da Venezuela

  10. Iranilson disse:

    Não conseguiram por vergonha dos governos anteriores né.

  11. Vitor Filho disse:

    APENAS REPASSANDO:
    O discurso de Jair Bolsonaro foi forte: disse que o Brasil se encontrava ameaçado pelo socialismo, atacou a corrupção que assolava o país nos governos petistas, com elogio explícito a Sergio Moro, partiu para cima do regime venezuelano, do Foro de São Paulo, da ação cubana na América do Sul e do ambientalismo manipulado por uma visão colonialista.

    O presidente afirmou que a Amazônia não está em chamas, ao contrário do que diz a mídia internacional, e criticou a tentativa de tolher a soberania brasileira na região. Atacou o cacique Raoni, dizendo que ele não é o único representante dos povos indígenas, e leu uma carta assinada por representantes de mais de 50 tribos que pediam desenvolvimento nas reservas e legitimavam a índia Ysani Kalapalo, que integra a comitiva brasileira. Bolsonaro também reforçou o compromisso do Brasil com o livre-comércio e o respeito a acordos internacionais, que disse pretender multiplicar. Ele defendeu a democracia de expressão e informação.
    Na última parte, “terrivelmente evangélico”, criticou a perseguição de caráter religioso e atacou transversalmente a chamada ideologia de gênero.
    A verdade causa estragos que os corruptos repugnam, contestam, sofrem e tentam manipular a qualquer custo, pois pra eles, "quanto pior melhor"

  12. Vitor Filho disse:

    Enquanto isso, em passado recente, um presidente da Bolívia se apropriou de uma refinaria da petrobrás e o governo brasileiro se calou, se acovardou, deixou pra lá, fez de conta que não aconteceu.
    Para fechar o circo, comprou uma refinaria nos EUA sucateada, sem condições de operar e a um custo que segundo as publicações, estava hiper faturada.

  13. Ricardo disse:

    Nem consegui assistir todo com vergonha.

    • Vitor Filho disse:

      Ficou acostumado com as mentiras que vendiam o Brasil como tudo e estava sendo levado ao nada? Tá ruim? Vá para Venezuela, lá tem igualdade social.

    • Cigano Lulu disse:

      E qual é a novidade, o Brasil sempre foi mesmo uma vergonha. Desde a descoberta de Pindorama até os dias de hoje, nunca passamos de mero exportador de commodities como grãos e minerais brutos. Não agregamos nada ao que a natureza generosa nos dá. E achamos isso a glória, alegamos de peito estufado que somos a sétima economia do mundo, o país do futturo… essas e outras bobagens absolutamente irrelevantes.

    • Eliana disse:

      A solução pra vcs é ir a Venezuela

  14. Curiosa disse:

    Só foi fazer vergonha ao povo brasileiro. Aqueles q acreditavam que um politico 28 anos sem fazer nada seria uma boa idéia para o país, é melhor JAIR se arrependendo, pq o negocio esta ficando sério.

    • DesacocheiocomoBrasil disse:

      Pois é…..ter deixado nas mãos da corja que estava assaltando o Brasil teria sido melhor, né!?

Questão ambiental só importa ‘aos veganos que comem só vegetais’, diz Bolsonaro

Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo

Ao reafirmar a intenção de transformar a baía de Angra dos Reis , na Costa Verde do Rio, na “Cancún brasileira” , o presidente Jair Bolsonaro afirmou que apenas “veganos que comem só vegetais” se preocupariam com a questão ambiental. Após participar da formatura de novos paraquedistas das Forças Armada, na Vila Militar, na Zona Oeste da capital fluminense, o chefe do Planalto foi questionado se o meio ambiente não era importante na proposta para a Estação Ecológica de Tamoios .

— Só aos veganos que comem só vegetais [é importante a questão ambiental] — respondeu o presidente, em declarações reproduzidas pelo jornal “Folha de S. Paulo”. — Outros países com baía não tão exuberante como a de Angra conservam o meio ambiente. Se quiséssemos fazer uma maldade, cometer um crime, nós iríamos à noite ou em um fim de semana qualquer na baía de Angra e cometeríamos um crime ambiental, que não tem como fiscalizar.

Bolsonaro anunciou em maio que mudaria, por decreto, as regras de preservação da Estação Ecológica de Tamoios, em Angra dos Reis. A ideia, segundo ele, seria transformar a região em uma “Cancún brasileira”, em referência ao famoso balneário mexicano. O local é o mesmo onde ele foi flagrado por fiscais do Ibama em janeiro de 2012 . Bolsonaro estava dentro de um bote, com farto material de pesca e foi autuado por pesca ilegal.

A região, formada por ilhas e rochedos, é essencial para a preservação de espécies ameaçadas de extinção e para a pesquisa da ecologia marinha.

Neste sábado, o presidente criticou que, para derrubar um decreto e poder transformar a área da reserva, precise trabalhar pela aprovação de uma lei. Ele citou que Cancún faturaria US$ 12 bilhões por ano, e a baía de Angra só receba dinheiro “que vem de cuscuz, cocoroca e água de coco”.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carol disse:

    Depois chamam de analfabeto o antigo presidente….

  2. Nica disse:

    Pérolas em cima de pérolas… Kkkk

  3. Cigano Lulu disse:

    Logo vi… Por isso que minha mula Adelaide agora só quer comer capim vegano.

  4. Beto Araújo disse:

    I D I O T A!!!!!!

  5. Neto disse:

    Ainda me pergunto como esse Asno foi parar aí.
    A gente é um povo muito bost… mesmo.

  6. Calixto Silva disse:

    Será que foi isto mesmo que ele falou, a fala dele foi reproduzida pelo jornal Folha de São Paulo, os jornalistas da filha de são Paulo morrem de amores por Bolsonaro, eles preferem Nicolas maduro no poder governando a Venezuela do que ver Bolsonaro presidente do Brasil, dá atenção ao que a filha de são Paulo escreve sobre o presidente Bolsonaro é o mesmo que fazer cocô e não se limpar. BG não reproduza matérias da folha de são Paulo em seu blog, vc está acabando com a credibilidade que o bolg conquistou. Ou vc tem a mesma opinião sobre o presidente?

  7. Ricardo disse:

    Besta quadrada.

  8. Joca disse:

    Vá estudar seu imbecil, para não falar asneira.

  9. Ana leticia disse:

    Cala a boca Ofélia, tu só abre a boca pra falar besteira. Urgente!!!!
    Tampem a boca desse homem. Não importa como. Mordaça, uma banana, mande ele chupar cana, qualquer coisa, menos deixar ele falar.

  10. Julia disse:

    Esse ôme fala besteira d+ nam!!!

  11. Raimundo disse:

    Não sei se só interessa a veganos mais em natal essas questões são um grande problema. Não se pode fazer nada, MP do meio ambiente do RN é uma porcaria

  12. Luiz Antônio disse:

    É muito despreparado e desatualizado

Fernando de Noronha: Presidente chamou de ‘roubo’ e prometeu acabar com taxa ambiental cobrada pra visitar uma praia do arquipélago

Foto: Fábio Seixo / Agência O Globo

A crítica feita no fim de semana pelo presidente Jair Bolsonaro à taxa cobrada de visitantes para o acesso ao Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha repercutiu entre ambientalistas. Para eles, a possível extinção da cobrança, prometida por Bolsonaro, comprometeria ainda mais a já insuficiente infraestrutura do parque.

Professor do Instituto Oceanográfico da USP e responsável pela Cátedra Unesco para Sustentabilidade dos Oceanos, Alexander Turra criticou a declaração de Bolsonaro. Para Turra, o fim da taxa é populista e seus efeitos podem ser negativos para o meio ambiente local.

— Se há uma taxa de turismo e limitação de acesso de pessoas, é porque esse instrumento de gestão está adequado e dimensionado de acordo com a capacidade de esgoto, de água do local. Sem isso, há risco para o meio ambiente — afirma. — O que compromete o turismo no Brasil não são as taxas, cujas cobranças são feitas em poucos parques. O problema do turismo é a falta de estrutura, saneamento, coleta do lixo, que é o que faz com que as praias percam qualidade e se tornem impróprias.

O professor disse ainda que o valor da taxa de acesso a Noronha até poderia ser reduzido por meio da mudança de gestão do parque. Neste caso, seria preciso passar a gestão ao ICMBio e, com isso, reforçar a estrutura do local, inclusive com servidores públicos.

Já a diretora Executiva da Rede Nacional Pró Unidades de Conservação, Angela Kuczach, afirmou que a declaração de Bolsonaro vai contra uma política do próprio Ministério do Meio Ambiente. A pasta defende concessões para administração de parques, e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, anunciou que quer fazer 20 novas concessões até o fim deste ano.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sousa disse:

    Tem que manter essa taxa. Sem ela, daqui a pouco terá "excursões" para sujar e poluir esse paraíso.

  2. Antonio Turci disse:

    Parece incurável/insaciável a fome de certos órgãos por dinheiro fácil. O Presidente fez muito bem.

  3. Bento disse:

    Com certeza tem alguém mamando. Essa taxa não é para existir. Deus nos presenteou com a natureza, e os aproveitadores e mamadores inventam de tudo para tirar vantagem.
    CPI já em Noronha.
    Tem até Global que tem pousada lá. Como será que conseguiu!!!
    Tem muita coisa errada ainda nesse Brasil, mas o Mito vai descobrindo e denunciando.

  4. joao disse:

    O que determina a preservao é o limite de pessoas que podem visitar e o controle educacional. Agora limitar quem pode ir pelo valor das taxas é ridiculo, isso é quase uma proibiçao para pobre visitar a ilha. Primeiro que as pousadas e restaurantes devem pagar impostos suficiente pra manter o meio ambiente preservado. Justificativa xiita dos ecologista$$..

  5. Guga disse:

    Quem já esteve lá sabe que essa taxa não serve pra nada. A Ilha é escura, sem infraestrutura, mal limpa, não tem nada que justifique essa cobrança. O Presidente está certo. Chega de exploração cima do cidadão.

  6. Marcilio disse:

    Só sabe o valor desta taxa quem já visitou o arquipélago, e também sabe que não há emprego desta taxa na infraestrutura do local!

  7. #Lula Na Cadeia sempre disse:

    Vai para o bolso de quem essas taxas??? Alguma ONG ou PTralha???

    • Ruan disse:

      Lula está preso babaca, fossa móvel, seu teclado está todo cagado de tanta merda que vc digitou.

  8. max willame disse:

    -ed aquele negócio vai deixar de cobrar a taxa ambiental,mas a fiscalização vai aumentar,não vai deixar os turistas tipo jogar sacolas,garrafas pet,latinhas de aluminio etc…aquele negócio o turis mo de fernando de noronha virou tipo para gringos!
    -nos brasileiros e nordestinos não somos suiços,suecos,ingles,italianos nem norte-americano para ter muito dinheiro para frequentar uma boa viajem nas férias,tipo eu como funcionário público não tenho dinheiro suficiente para passar uma semana em noronha,tipo uma diária numa pousada simples custa em torno de $350 a 400 reais,um coco verde $ 15 reais,uma água mineral garrafa 250 ml $ reais,uma almoço num restaurante mais barato custa em torno de $30 a 50 reais,o presidente bolsonaro quer que nos brasileiros principalmente operários e funcioá rios públicos tenha o direito de visitar nossos principais ponto de turismo de nosso país. -so quem podia viajar era os funcionarios petralhass que ganhava milhões e milhões,e o povo ficava enganado,quebraram o nosso país,construindo portos e aeroportos em países comunist as como venezuela e cuba,ainda querem mamar petistas corruptos!

  9. Paulo Gerson disse:

    A taxa que se refere o presidente Bolsonaro não é a de permanência na ilha. Essa permaneceria. Sairia a de visita a duas praias cujo valor da taxa de visitação cobrada pelo governo em Fernando de Noronha (PE), de R$ 106 para brasileiros e de R$ 212 para estrangeiros

  10. Carlos Bastos disse:

    Bolsonaro calado é um poeta

  11. #Lula Na Cadeia sempre disse:

    Com certeza não há prestação de contas dessas taxas , e quem administra deve ser um nojento PTralha

  12. Victorino disse:

    Se pedir apresentação de conta dessa taxa duvido que seja apresentado, os beneficiários de prontidão já começaram a mimimi, vergonha… Acorda Brasil.

    • Ed. disse:

      Se tirar as taxas o povo acaba com Noronha em 5 anos. Deviam aumentar o valor e não acabar.

    • Ed. disse:

      Ele falou em acabar a taxa, não a limitação de visitantes, PTralhas.

Meio-ambiente: inscrições abertas para o encontro “Lixo Zero Natal” que será realizado na UNI-RN

Com inscrições abertas, está confirmado para o próximo dia 5 de junho, das 8h às 18h, o “I Encontro Lixo Zero Natal”, promovido pelo Movimento Soul Ativismo, com o tema “Encontro Lixo Zero Natal Melhores Práticas”. O evento, voltado para a educação e conscientização ambiental, vai ocorrer no auditório do Centro Universitário do Rio Grande do Norte (UNI-RN), oferecendo a oportunidade para que cidadãos, empresas privadas e órgãos públicos assimilem e conheçam as ferramentas disponíveis para o enfrentamento de questões ligadas ao meio-ambiente, como a gestão de resíduos sólidos.

Especialistas vão abordar no auditório do UNI-RN seis painéis e associações e empresas vão apresentar casos de sucesso. Os temas que estão em pauta são “Tendência e Estilo de Vida”, “Conscientização e Educação Ambiental”, “Redução e Reuso”, “Reciclagem e Sistema de Reciclagem”, “Compostagem e Agricultura Urbana” e “Políticas Públicas e Cenário Local”.

Além de palestras, vão ser realizadas rodas de conversas sobre assuntos relevantes da área, além da apresentação de histórias de empreendedores que mudaram suas vidas atuando com resíduos sólidos. Assuntos como ‘visão do resíduo como solução’ vão ser também discutidos, dando voz a catadores de lixo e movimentos periféricos.

Inscrições para o “Lixo Zero Natal Melhores Práticas” podem ser feitas através do link https://eventos.unirn.edu.br/sisuni/eventos/visualizar/622

O Centro Universitário do Rio Grande do Norte (UNI-RN) promove e apoia iniciativas voltadas ao debate e à reflexão com foco na temática ambiental. O tema sustentabilidade já vem sendo trabalhado no âmbito acadêmico através de seminários, projetos e conteúdos pedagógicos propostos pelas disciplinas curriculares dos cursos de graduação e pós-graduação.

BOA NOTÍCIA: Governo usa reserva de emergência, evita novo corte em ministérios, e Educação e Meio Ambiente recebem recursos; R$ 1,588 bilhão para o MEC, e R$ 56,6 milhões para o MMA

Foto: Agencia Brasil

A equipe econômica usou parte de uma reserva de emergência criada no fim de março para evitar um novo contingenciamento no Orçamento.

Segundo o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas, divulgado nesta quarta-feira (22) pelo Ministério da Economia, o governo decidiu usar R$ 1,64 bilhão da reserva para recompor as verbas dos MEC (Ministérios da Educação) e do MMA (Meio Ambiente).

O MEC receberá R$ 1,588 bilhão. O MMA, R$ 56,6 milhões. O governo decidiu queimar ainda R$ 2,167 bilhões da reserva para evitar contingenciamentos adicionais em outros órgãos do Executivo.

Com a medida, a reserva de emergência foi reduzida para R$ 1,562 bilhão. Essa será a gordura que o governo terá para evitar um contingenciamento adicional no Orçamento no próximo relatório, no fim de julho.

Originalmente, o governo teria de cortar R$ 2,181 bilhões do Orçamento por causa da revisão para baixo do crescimento da economia. Ao queimar as reservas, no entanto, o governo evitou o bloqueio no Poder Executivo. Apenas os Poderes Legislativo, Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública da União sofrerão bloqueio de verbas, totalizando R$ 14,62 milhões.

Enviado a cada dois meses ao Congresso Nacional, o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas orienta a execução do Orçamento Geral da União com base na revisão dos parâmetros econômicos e das receitas da União. Caso as receitas caiam, o governo tem de fazer novos bloqueios para cumprir a meta de resultado negativo nas contas do governo sem os juros da dívida pública de R$ 139 bilhões para este ano.

A previsão para o PIB (Produto Interno Bruto) — soma dos bens e serviços produzidos — caiu de 2,2% para 1,6% em relação ao relatório anterior, divulgado em março. A estimativa para a inflação oficial pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) saltou de 3,8% para 4,1% em 2019.

Também contribuiu para evitar novos contingenciamentos a revisão da projeção de receitas. A equipe econômica revisou as receitas para cima em R$ 711,3 milhões, graças a receitas extraordinárias, como royalties de petróleo (+R$ 3,582 bilhões), dividendos de estatais para a União (+1,656 bilhão) e concessões para a iniciativa privada (+R$ 286,7 milhões).

No caso dos royalties, a valorização da cotação internacional do petróleo foi o principal fator responsável pela alta nas projeções. Os ganhos com as receitas extraordinárias ajudou a compensar a queda da arrecadação de tributos, estimada em R$ 5,459 bilhões.

O contingenciamento adicional no Poder Executivo também foi evitado porque o governo revisou em R$ 1,222 bilhão para baixo gastos obrigatórios, dos quais se destacam as despesas com pessoal e encargos sociais (-R$ 1,148 bilhão) e os gastos com a Previdência Social (-R$ 1 bilhão) e subsídios e subvenções (-R$ 555,1 milhões). Outras despesas obrigatórias foram revisadas para cima, fazendo a estimativa total das despesas obrigatórias cair R$ 1,222 bilhão em relação ao relatório anterior.

R7, com Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fagner disse:

    Governo mais tonto q bebados

  2. Anti-Político de Estimação disse:

    Tudo isso é fruto da presença do povo nas ruas . Uma vitória da cidadania.

  3. Marcelo disse:

    Foi so ir as ruas que o governo, conseguiu recursos………

  4. João Rodrigues disse:

    Poderes Legislativo, Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública da União sofrerão bloqueio de verbas, totalizando R$ 14,62 milhões.
    Era pra bloquear na casa dos bilhões.

Infratores do meio ambiente serão inscritos na Dívida Ativa do Estado

Fotos: Divulgação

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente – Idema, iniciou, neste mês de abril, um levantamento acerca dos débitos relacionados às multas decorrentes dos Autos de Infração emitidos pelo órgão. Em consequência disso, o Idema disponibilizará um prazo de 15 dias para que os devedores procurem o órgão no intuito de quitar as dívidas existentes, antes do envio definitivo dos respectivos Autos de Infração à Procuradoria Fiscal e da Dívida Ativa do Estado.

Atualmente, conforme dados do Núcleo de Apoio ao Julgamento (NAJ/Idema), mais de R$ 9 milhões se acumulam em débitos por causa do não pagamento dos autos de infração aplicados pelo órgão ambiental. Segundo o diretor técnico do Idema, Werner Farkatt, “com essa medida, o Instituto pretende combater a impunidade gerada pelos infratores e responsabilizar quem causou dano ao meio ambiente”, afirma.

Os processos são inscritos na Dívida Ativa depois do órgão cessar as tentativas de recebimento. O Instituto Ambiental seguiu todos os Atos Administrativos determinados na Lei Complementar 272/04, que dispõe sobre a Política e o Sistema Estadual do Meio Ambiente. Após esgotados os prazos determinados pela Legislação, inclusive o esgotamento do prazo recursal, e feitas as notificações pelos Correios através da emissão dos Avisos de Recebimento (ARs) e também por meio de citação em jornais de grande circulação no Estado, os devedores desconsideraram os procedimentos.

“Mesmo com as oportunidades dadas pelas vias administrativas, muitos optam por ignorar a dívida e até confiam na prescrição dela, e não funciona dessa forma”, pondera a advogada e assessora jurídica do Idema, Ana Mônica Medeiros.

A advogada reitera ainda que, “a inscrição na Dívida Ativa impõe restrições aos devedores, como a impossibilidade de receber benefícios do governo, prestar serviços para o Estado, não participar de licitações públicas, dificulta também financiamentos e transações”, acrescenta.

O dinheiro arrecadado com a quitação dos débitos será destinado para o Fundo Estadual de Preservação do Meio Ambiente (Fepema). Os interessados podem procurar a Central de Atendimento do Idema, que fica localizada na Av. Alexandrino Alencar, 1701 – Tirol/Natal-RN, de segunda a sexta, no horário das 8h às 17h.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. David disse:

    Será se esse órgão vai criar vergonha e deixar de criar dificuldades pra seus agentes ganharem facilidades. Vergonhosas as licenças que concedeu em pirambuzios e em outros locais, totalmente predadores de meio ambientes e segregador das pessoas comuns com a prais. Tem que abrir acesso por dentro de condomínio, no mínimo.

IBAMA x EMPRESÁRIOS: Adriano Gadelha diz que política não resolve discussões técnicas

O chefe de gabinete da senadora Fátima Bezerra, Adriano Gadelha, emitiu uma nota sobre o impasse gerado entre a classe empresarial e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), que ultimamente tem dificuldo o desenvolvimento econômico do Estado. Na nota, Adriano afirma que Fátima não vai se posicionar quanto a discussões de classes e que o problema, segundo ele, técnico não vai ser resolvida pela política, apadrinhamento ou pelo compadrio.

No mesmo documento, Adriano recomendou aos envolvidos a procurarem os direitos na Justiça e que sentem para conversar na tentativa de encontrar uma solução para o problema. Confira a nota na íntegra:

Caro BG,

Sobre conteúdo repercutido por você via blog de Anna Ruth Dantas, o qual trata de afirmações do presidente do Sinduscon-RN no sentido de convocar a senadora Fátima Bezerra para o debate acerca de ações do Ibama e de cobrar a defesa da classe produtora do RN, é necessário esclarecer:

1) As classes produtora e trabalhadora do Rio Grande do Norte contarão sempre com a solidariedade e a parceria do mandato da senadora para o desenvolvimento do Estado, sempre de forma transparente e no cumprimento das regras legais vigentes, no caso em questão, da legislação ambiental;

2) O mandato da senadora não compactuará com nenhuma disputa entre órgãos institucionais ou com possíveis perseguições a quem desejar produzir e gerar empregos cumprindo a legislação. Da mesma forma, jamais tomou ou tomará qualquer atitude no sentido de tutelar o funcionamento de qualquer órgão do serviço público;

3) Se existe alguma dúvida quanto à competência dos órgãos de defesa do meio ambiente (para essa questão específica) a nível estadual (Idema) e federal (Ibama) que o Ministério Público e o Poder Judiciário sejam provocados a arbitrar a questão. O que não pode é alguém achar que essa discussão, que tem caráter eminentemente técnico e legal, possa ser resolvida pela política, apadrinhamento ou pelo compadrio;

4) O mais adequado é que os órgãos ambientais nos níveis municipais, estadual e federal acordem uma rotina comum de trabalho que incluam as políticas de licenciamento e fiscalização, que possibilite uma maior segurança aos empreendedores;

5) Por fim, é urgente que os diversos segmentos envolvidos – produtores, trabalhadores, ambientalistas e órgãos de segurança e defesa ambiental estadual e federal – sentem-se à mesa com a devida participação e mediação do Ministério Público para uma pactuação que vise garantir a produção sustentável e o desenvolvimento do Estado.

Obrigado pela atenção,

Adriano Gadelha
Coordenador do mandato da senadora Fátima Bezerra

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jose A Fernandes disse:

    Quem é Adriano Gadelha? Foi eleito pelo estado para qual cargo eletivo? Tem mandato?
    Será que a SENADORA FÁTIMA BEZERRA acha tão desprezível a classe produtora do estado que não merece resposta? Merece uma nota de 'coordenador de mandato'…….

  2. guilherme disse:

    IMAGINE UM CARA DESSES COMO DEPUTADO OU PREFEITO DESASTRE TOTAL

  3. Fmacedo disse:

    Está falta de clareza e contradições das leis ambientais estão afundando o Brasil. O aparelhamento do estado está nos levando na direção do atraso. Precisamos retomar o desenvolvimento. O que empresário e empreendedor precisa é de regras claras, diminuindo a interferência do burocrata, atenuando o risco dos ganhos indiscretos.

  4. Antonio Prudencio disse:

    Coordenador do mandato ? Kkkkkkk

  5. Jorge disse:

    Típico do PT ,o negocio deste partido é dar a BOLSA ESMOLA ,para se perpetuar no poder às custas dos miseráveis

  6. Ricardo disse:

    O negócio do PT é que as empresas fechem, para os trabalhadores passem a depender financeiramente do governo federal através do bolsa família.

  7. Luciana Morais Gama disse:

    Vou repetir novamente, a LEI COMPLEMENTAR 140/11 diz tudo. Acessem o google e vejam o que diz essa lei federal.

Polícia Federal indicia Vale, Samarco e executivos por crimes ambientais em Mariana

Aerial view of the debris after a dam burst on Thursday, at the small town of Bento Rodrigues in Minas Gerais state, Brazil, Friday, Nov. 6, 2015. Brazilian rescuers searched feverishly Friday for possible survivors after two dams burst at an iron ore mine in a southeastern mountainous area. (AP Photo/Felipe Dana)
Foto: Felipe Dana / AP Photo

A Polícia Federal informou nesta quarta-feira que indiciou a Samarco, a Vale, a empresa VogBR e mais sete executivos e técnicos por crimes ambientais decorridos do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, Minas Gerais, em novembro de 2015. Entre os indiciados, está o diretor-presidente da Samarco, Ricardo Vescovi.

Segundo a PF, as empresas, os dirigentes e os técnicos foram indicados por provocar poluição em níveis que “resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora”, de acordo com o previsto pelo artigo 54 da Lei de Crimes Ambientais.

A PF informou que as investigações continuam e ainda podem ocorrer novos indiciamentos. O órgão esclareceu que sua atuação no caso se deve a sua atribuição para investigar crimes ambientais, tendo os dejetos atingido o leito do Rio Doce, que é bem da União. A atribuição de investigação das mortes fica com a Polícia Civil de Minas, que está na fase de verificação de laudos para poder concluir o inquérito. A tragédia deixou 17 mortos e dois desaparecidos.

Além do diretor-presidente da Samarco, foram indiciados o coordenador de monitoramento das barragens, a gerente de geotecnia, o gerente-geral de projetos e responsável técnico pela barragem Fundão, o gerente geral de operações, o diretor de operações e o engenheiro responsável pela Declaração de Estabilidade da barragem Fundão em 2015 da empresa que atestou a estabilidade das barragens.

Em nota, a Samarco protestou contra o indiciamento:

“A Samarco informa que não concorda com o indiciamento de seus profissionais porque até o presente momento não há uma conclusão pericial técnica das causas do acidente.”, diz o texto.

Já a Vale disse que “recebeu com surpresa a notícia de seu indiciamento”.

“O indiciamento reflete um entendimento pessoal do delegado e ocorre em um momento em que as reais causas do acidente ainda não foram tecnicamente atestadas e são, portanto, desconhecidas. Além disso, as suposições da Polícia Federal sobre uma teórica responsabilidade da Vale baseiam-se em premissas que não têm efetivo nexo de causalidade com o acidente, conforme será oportuna e tecnicamente demonstrado pela Vale”.

Na Vogbr, empresa de geotecnia que fez os estudos sobre as barragens de Germano, Fundão e Santarém, não havia ninguém da diretoria para comentar o indiciamento.

Fonte: O Globo

Fiscais do Meio Ambiente retiram faixas irregulares de Nova Parnamirim

2660_1Uma equipe de fiscalização da Secretaria de Meio Ambiente (Semur) percorreu a Avenida Abel Cabral – em Nova Parnamirim, na manhã desta sexta-feira, 20, e retirou as faixas e placas irregulares dispostas em postes e cercas. A ação é realizada pela equipe duas vezes por semana com o objetivo de combater a poluição visual.

A colocação de faixas pela cidade é proibida. “Fotografamos as faixas, fazemos a identificação de quem fez o serviço e de quem contratou. E, em seguida, notificamos os responsáveis. Tb orientamos sobre os locais onde é permitida a realização de publicidade, como por exemplo, outdoor”, disse o fiscal Eder Rodrigues de Queiroz que esteve nessa fiscalização com Carlos Alberto Torres.

A retirada das faixas é aprovada pelos moradores. É o caso de dona Terezinha Garcia, 80, moradora na Avenida Abel Cabral. “Já paguei R$ 20,00 para um rapaz retirar a faixa colocada no poste em frente à minha casa. Mas, não adianta, no dia seguinte, eles retornam e colocam de novo”, diz indignada a moradora.

Segundo dona Terezinha a colocação das faixas em Nova Parnamirim é uma prática comum e tem deixado a cidade com muito poluição visual. “É feio demais. Ruim para os olhos e para a mente”, diz a moradora.

Além da poluição visual, a Secretaria de Meio Ambiente também tem combatido a poluição sonora. “Fazemos a fiscalização dos carros de som uma vez por semana. A população pode nos ajudar denunciando”, diz Carlos Alberto Torres.

As pessoas que quiserem fazer uma denúncia sobre poluição visual ou sonora podem entrar em contato pelo telefone: 3644-8245.

Semana do Meio Ambiente começa nesta terça-feira em Natal

 “Consciência e atitude mudam o mundo”, com este tema a Prefeitura do Natal realiza de 4 a 6 de junho, a Semana do Meio Ambiente 2013, que será realizada no Bosque das Mangueiras. A abertura acontece nesta terça-feira, 4, a partir das 9h da manhã com o lançamento de diversas ações voltadas a educação e recuperação ambiental da cidade. O evento é coordenado pela secretaria Municipal do Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb).

A programação começa a partir das 8h30, com a realização de oficinas pelos parceiros nos estandes, apresentação da Banda da Policia Militar e do Coral Som das Águas da Companhia de Esgotos do RN (CAERN). Na oportunidade serão lançados o projeto ‘À Sombra da Mangueira’, o programa Terra Viva pela Semurb e do Selo Internacional de Cooperação pela Água pelos Correios.

A programação segue até quinta-feira, 6, no Bosque das Mangueiras. Na sexta-feira, 7, acontece um ciclo de palestras na UnP, unidade da avenida Nascimento de Castro, com temas sobre Resíduos Sólidos, Fiscalização e Licenciamento Ambiental, Coleta Seletiva, mudanças climáticas, turismo e compensação de carbono, entre outras.

No sábado, a partir das 9 horas haverá uma caminhada nas trilhas do Parque da Cidade com um mutirão de limpeza por um grupo de escoteiros. O evento se encerra no domingo com passeio ciclístico, na região oeste da cidade, das escolas municipais, e uma caminhada na via costeira promovida pela OAB-RN.

Aquecimento global pode diminuir tamanho dos peixes, diz estudo

O aquecimento global está modificando não só a temperatura e a quantidade de oxigênio dos oceanos, mas também pode afetar consideravelmente o tamanho dos peixes, alertou um estudo publicado neste domingo.

Um dos elementos chave do tamanho dos peixes e invertebrados marinhos é sua necessidade energética: quando seu entorno já não é capaz de proporcionar esta energia para satisfazer suas necessidades, os peixes param de crescer. A quantidade de oxigênio na água é para os peixes uma fonte de energia.

“Obter oxigênio suficiente para crescer é um desafio constante para os peixes e, quanto maior o peixe, pior”, disse Daniel Pauly, biólogo do Centro de Pesca da Universidade de Columbia Britânica em Vancouver (Canadá, oeste).

“Um oceano mais quente e com menos oxigênio, como se prevê com o aquecimento global, será mais complicado para os peixes grandes, o que significa que logo deixarão de crescer”, acrescentou.

Pauly e seus colegas buscaram criar modelos do impacto do aquecimento global em mais de 600 espécies de peixes a partir de dois cenários climáticos comumente aceitos pelos especialistas para o período 2001-2050.

Segundo seus cálculos, o aquecimento médio no fundo dos oceanos continua sendo mínimo (poucos centésimos de um grau por década), assim como a diminuição da concentração de oxigênio.

Contudo, “as variações resultantes em termos de peso corporal máximo são surpreendentemente importantes”, disseram os pesquisadores no estudo publicado pela revista britânica Nature Climate Change.

Em geral, o peso máximo médio dos peixes considerados diminuiria de 14% a 24% entre 2001 e 2050. Seria o equivalente à perda de 10 a 18 quilos em um homem de 77 quilos.

O Oceano Índico será o mais afetado (24%), seguido do Atlântico (20%) e do Pacífico (14%), nas áreas tropicais ou temperadas.

“Este estudo indica que, se as emissões de gases do efeito estufa não forem reduzidas, as consequências serão maiores que o previsto nos ecossistemas marinhos”, alertaram os pesquisadores.

“Outros impactos das atividades humanas, como a pesca excessiva e a contaminação, podem agravar o problema”, acrescentaram.

Do Uol

Desmatamento da Amazônia afeta chuvas em países distantes da floresta, diz estudo

A perda de floresta tropical pode afetar pessoas a milhares de quilômetros de distância, de acordo com um novo estudo. O desmatamento pode causar uma grave redução das chuvas nos trópicos, com graves consequências para as pessoas, não só nesta região, mas em áreas vizinhas, disseram pesquisadores da Universidade de Leeds, na Inglaterra, e do Centro de Ecologia e Hidrologia do Conselho de Pesquisa Ambiental Britânico.

O ar que passa sobre grandes áreas de floresta tropical produz pelo menos duas vezes mais chuva do que o que se move através de áreas com pouca vegetação. Em alguns casos, florestas contribuem para o aumento de precipitação a milhares de quilômetros de distância, de acordo com o estudo publicado na revista Nature.

Considerando as estimativas futuras de desmatamento, os autores afirmam que a destruição da floresta pode reduzir as chuvas na Amazônia em 21% até 2050 durante a estação seca.

“Nós descobrimos que as florestas na Amazônia e na República Democrática do Congo também mantêm a precipitação nas periferias destas bacias, ou seja, em regiões onde um grande número de pessoas depende dessas chuvas para sobreviver”, disse o autor do estudo, Dominick Spracklen, da Escola sobre a Terra e o Ambiente da Universidade de Leeds.

“Nosso estudo sugere que o desmatamento na Amazônia ou no Congo poderia ter conseqüências catastróficas para as pessoas que vivem a milhares de quilômetros de distância em países vizinhos.”

 

Da BBC Brasil

Moradores debatem sobre instalação de parques eólicos em dunas do Rio Grande do Norte

Deu no Uol. Uma reportagem trata da instalação do parque eólico nas dunas de Galinhos. A matéria mostra a polêmica envolvendo as licenças ambientais emitidas pelo Idema, a preocupação de moradores  e empresas que sobrevivem do turismo na região. A professora do curso de geografia da UFRN, Zuleide Lima, se diz preocupada com o local escolhido, explicando a fragilidade do terreno em Galinhos e alerta para o alto custo de manutenção do parque  eólico devido a movimentação da areia

Confira a reportagem na íntegra:

Paulo Francisco. Do UOL, em Natal

Uma das mais belas paisagens de Rio Grande do Norte, as dunas de Galinhos (160 km de Natal), está sendo modificada para dar lugar a um parque de energia eólica (a partir dos ventos). Mesmo sob protesto dos moradores, o Idema (Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte) autorizou a instalação de 72 aeogeradores sobre as dunas para geração de energia eólica.

Em 2009, o consórcio Brasventos ganhou em leilão da Aneel o direito de instalar e explorar três parques eólicos no Estado – dois em Galinhos e um no município vizinho de Guamaré. O investimento é de R$ 620 milhões. A previsão para o inicio da geração de energia nesses parques é o primeiro semestre de 2013.

Acontece que as dunas são o cartão postal de Galinhos, cidade com cerca de 2.000 habitantes que vive do turismo, da pesca e da extração do sal, e a instalação ali dos equipamentos pode mudar a paisagem e a economia locais. A cidade está dividida. Um grupo de cerca de 250 moradores já participou de um abaixo-assinado apoiando o consórcio Brasventos a instalar o parque no município. Já outro grupo é contra a presença dos aerogeradores nas dunas.

A movimentação de tratores e retroescavadeiras para a instalação dos aerogeradores vem mobilizando toda a região. Entidades do setor turístico entregaram no início do ano ao Idema um documento com cerca de 500 assinaturas pedindo o não licenciamento da instalação do parque eólico.Segundo a secretária de Turismo de Galinhos, Chesma Alves, o turismo das dunas faz circular no município mensalmente cerca de R$ 350 mil, totalizando R$ 4,2 milhões por ano.

“Nossa reivindicação é pela não implantação dos aerogeradores nas dunas. Queremos preservar a área do jeito que ela está hoje e transformá-la numa APA (Área de Preservação Ambiental)”, disse o presidente da Associação dos Bugueiros de Galinhos, Mário Helisson da Silva Lima, o “Ecinho”.

A hoteleira Ana Müeller, dona da pousada Peixe Galo, diz não entender como o Idema dá licença para destruir as dunas do Capim. “O mais sensato seria deslocar o parque para outra área, preservando as belezas naturais de um ‘paraíso’ ainda pouco explorado pelo turismo potiguar”, diz ela

A guia de turismo Patrícia Araújo, da empresa Marazul, que faz passeios para o litoral potiguar a partir de Natal, vai semanalmente para Galinhos com grupos de turistas.  Segundo ela, os turistas têm reagido com indignação com a presença das máquinas nas dunas.

Exigências

Para o Ministério Público do Rio Grande do Norte, o Idema concedeu a licença ambiental de forma irregular, sem observar as Resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e indo contrário às manifestações da comunidade de Galinhos. Uma ação do MP já está na Justiça contra o Idema e a Brasventos Eolo Geradora de Energia S/A e Eolo Energy S.A, responsáveis pelos parques.

“A resolução 369/2006 do Conama só permite fazer obras dentro de uma APP quando não há alternativa técnica de readequação do projeto. Nesse caso de Galinhos, existem outras áreas que poderiam ser utilizadas”, afirma o MP.

Mas o diretor Financeiro da Brasventos, James Clark Nunes, informa que o consórcio cumpriu todas as exigências do órgão ambiental do Estado para licenciar as usinas eólicas de Galinhos.Quanto ao Ministério Público questionar a regularidade da emissão da licença de instalação do parque Rei dos Ventos 1 e pedir a realocação de 22 aerogeradores, Nunes disse que não havia motivo, já que tudo foi feito dentro da lei ambiental.

“Não tem motivo para realocar os aerogeradores, o impacto ambiental é pequeno.  Já realocamos a posição de cinco deles que estavam mais próximo do povoado de Galos”, disse o diretor.

Licença

O diretor do Idema, Gustavo Szilagyi, afirmou que o órgão se baseia nas leis ambientais para aprovar os projetos de energia eólica no Estado e tem o Núcleo de Parques Eólicos dentro da Subcoordenadoria de Licenciamento Ambiental e Controle Ambienta (SLCA) só para cuidar desses processos envolvendo esta energia.

“São mais de 15 mil processos envolvendo licenciamento ambiental, renovação e transferência de titularidade, principalmente de projetos para usinas eólicas no Estado”, disse Szilagyi.

Com relação a Galinhos, o presidente do Idema foi proibido de falar pelo governo do Estado. A Assessoria de Imprensa do órgão orientou a reportagem do UOL a tentara contato com o procurador geral do Estado, Miguel Josino Neto, informando que só ele tem autorização falar sobre o caso.

Na Procuradoria Geral do Estado, uma secretária do procurador informou que ele estava viajando e ficou de retornar a ligação para marcar uma entrevista. Não houve retorno.

Problemas

A professora do curso de Geografia da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), Zuleide Lima, da disciplina de geografia do ambiente costeiro, diz conhecer bem a península de Galinhos. Segundo ela o ambiente costeiro de Galinhos é muito frágil.

O movimento da areia nessa área de dunas móveis é intensa, o custo de manutenção do parque será alto, podendo inviabilizá-lo. A não ser que a margem de lucro da geração dessa energia eólica seja muito alta

“O movimento da areia nessa área de dunas móveis é intensa, o custo de manutenção do parque será alto, podendo inviabilizá-lo”, disse a professora. “A não ser que a margem de lucro da geração dessa energia eólica seja muito alta, do contrário, o consórcio terá problemas.”

A Brasventos pensa diferente. Consórcio formado pela empresa paranaense J. Malucelli, Furnas e a Eletronorte, subsidiárias da Eletrobrás, ela está investindo cerca de R$ 400 milhões na instalação dos parques eólicos Rei dos Ventos 1 e 3 no município de Galinhos.

A empresa afirma que os parques eólicos tiveram as licenças concedidas pelo Idema e que a realocação de aerogeradores inviabilizaria todo o projeto. Os dois parques têem capacidade para gerar 90 MW, energia suficiente para atender a uma cidade com cerca de 800 mil habitantes.

 

 

 

Questão ambiental ainda é pouco debatida por candidatos

Embora os brasileiros tenham vivenciado um ano marcado pela realização da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), pelo debate sobre o uso de sacolas plásticas e por planejamentos municipais voltados a ações sustentáveis como o fim dos lixões e a coleta seletiva de resíduos, ainda não é o atual processo eleitoral, iniciado há cerca de um mês, que posicionará a questão ambiental no centro dos debates políticos.

A despeito do espaço que o tema tem conquistado na agenda do país, nem os programas partidários eleitorais ou os eleitores consideram o meio ambiente uma área prioritária para a definição do voto na opinião de alguns especialistas.

“Dados os altos índices de poluição, devastação florestal, mudança climática etc. [o meio ambiente] somente vai adquirir centralidade para a população quando questões que afetam seu cotidiano estiverem mais bem solucionadas”, afirmou Rachel Meneguello, professora do Departamento de Ciências Políticas da Universidade de Campinas (Unicamp).

Os programas partidários continuam voltados para os temas que estão no topo do ranking de preocupações apontadas pelos eleitores em pesquisas de opinião. “Em um cenário em que o poder público não consegue dar conta de questões básicas, medidas como o fim das sacolas plásticas têm pouca adesão, porque se sabe que é uma medida muito parcial, e sua implantação afeta o cotidiano da maioria das pessoas, que não recebeu alternativa para dar conta, por exemplo, de parte do lixo doméstico”, acrescentou.

O resultado pode ser confirmado com o acompanhamento dos primeiros programas eleitorais apresentados pelos partidos. “Em São Paulo, todos os candidatos concentram a temática em problemas de saúde ou transporte, refletindo as reivindicações básicas do eleitorado para o Poder Público”, disse a professora, ao acrescentar que esses temas só deixarão de ser dominantes quando tiverem sido solucionados para a maioria da população.

Por outro lado, ainda há pouco investimento em uma política de educação e mudanças de hábitos que possa sustentar medidas importantes nessa direção. Algumas pesquisas sobre hábitos com relação ao meio ambiente mostram que as pessoas têm informação sobre os materiais que poluem o ambiente, mas a reciclagem ainda não atingiu números satisfatórios, devido à falta de tempo das pessoas, a falta de motivação e a falta de coleta seletiva no município.

Na semana passada, representantes da organização não governamental SOS Mata Atlântica lançaram, no Congresso Nacional, um projeto para atrair o comprometimento de candidatos com a área. Denominado Plataforma Ambiental 2012, o documento reúne os principais pontos da agenda socioambiental, que devem ser discutidos, respondidos e solucionados pelos dirigentes do país, como a implantação da Política Municipal de Meio Ambiente e o Sistema Municipal de Informações sobre Meio Ambiente, além da identificação de áreas de preservação permanente (APPs).

“Nunca ouvimos tanto falar em sustentabilidade, mas sustentabilidade para quem? Muita gente está falando sem saber sequer o que é. Tem gente prometendo coisas que não vai acontecer porque sequer é competência do vereador ou do prefeito”, alertou Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica.

Além de atrair o comprometimento de políticos, a proposta é que o documento também seja usado pelos eleitores para acompanhar e avaliar seus candidatos, sob pelo menos cinco áreas de ação, como medidas voltadas ao desenvolvimento sustentável, clima, educação, saúde e saneamento básico.

“O candidato pode aderir, e o eleitor também pode levar a plataforma para o candidato e virar uma espécie de avalista desse candidato para ver se é promessa política ou fato”, acrescentou Mantovani.

Da Agência Brasil

Codern entrega Relatório de Avaliação Ambiental do Porto de Natal ao IDEMA

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (IDEMA) recebeu na manhã desta quinta-feira (30) o Relatório de Avaliação Ambiental (RAA) para o Porto de Natal. O documento foi inicialmente apresentado ao público presente no auditório do órgão ambiental e em seguida entregue ao diretor geral do IDEMA, Gustavo Szilagyi, que o recebeu das mãos do presidente da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), Pedro Terceiro.

O RAA é uma das exigências da Secretaria de Portos (SEP) da Presidência da República e foi elaborado pela Fundação da Universidade Federal de Santa Catarina. De posse do relatório, o IDEMA irá apreciar os estudos para posterior emissão da Licença de Regularização de Operação (LRO) para o Porto de Natal.

De acordo com o presidente da Codern, a obtenção da licença ambiental por parte do IDEMA será o ponto inicial para a implantação das ações previstas no estudo, tais como o Programa de Educação Ambiental com a Comunidade do Entorno e Funcionários; Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS); Programa de Comunicação Social; e Programa de Inserção Social das Comunidades. “Após a regularização ambiental do Porto junto ao IDEMA, será possível implementarmos as atividades contempladas pelo projeto. Daremos ao Rio Potengi o respeito com o qual ele sempre mereceu ser tratado”, analisou Terceiro.

O Relatório de Avaliação Ambiental faz parte do Programa Básico de Regularização Ambiental (PBRA) da SEP e foi elaborado a partir de Termo de Referência do IDEMA. De acordo com o diretor geral do órgão ambiental, o documento trará subsídios aos técnicos do IDEMA para a posterior emissão da licença ambiental e suas condicionantes. “Estejam certos de que o IDEMA possui uma equipe técnica bastante qualificada para analisar esses estudos que serão determinantes para a emissão da licença ambiental do Porto”, observou Szilagyi.

Além dos diretores do IDEMA e do presidente da Codern, a reunião de apresentação e entrega do RAA do Porto de Natal contou ainda com a participação do diretor de revitalização e modernização portuária da SEP, Antônio Maurício Ferreira Neto, técnicos da UFSC responsáveis pela elaboração dos estudos, e técnicos do IDEMA e da Codern.

Bactéria pode gerar combustível a partir de dióxido de carbono

Um dos maiores problemas da atualidade é a emissão exagerada de dióxido de carbono, principalmente pela grande quantidade que é expelida dos automóveis no mundo inteiro — o que afeta perigosamente a camada de ozônio e causa o efeito estufa.

Os pesquisadores do MIT (Massachussetts Institute of Technology) encontraram uma bactéria que pode se alimentar de dióxido de carbono e, como resultado, criar isobutanol. Esse produto é um tipo de álcool que pode ser usado como combustível verde para a grande maioria dos veículos.

Com isso, seria possível retirar dióxido de carbônico da atmosfera, deixando a camada de ozônio mais segura e “esfriando” o planeta. Além disso, o isobutanol é dez vezes mais potente do que os biocombustíveis disponíveis até o momento.

A grande dificuldade do processo é o fato de que essa bactéria precisa ser alterada geneticamente para que o combustível possa ser gerado. Felizmente, os testes em laboratórios já deram resultados positivos. Agora, vamos esperar para que essa “esperança” possa ser usada na nossa realidade.

Com informações do site TechTudo