Após encontro com o presidente eleito, Jair Bolsonaro, no Rio de Janeiro, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse hoje (28) que a cooperação mútua entre os dois países pode trazer benefícios para as duas nações. “Israel é a terra prometida e Brasil é a terra da promessa. E o senhor se encabeça a boa gestão desse país para concretizar essa promessa. Israel quer ser parceiro do Brasil nessa empreitada. Entendemos que a nossa cooperação mútua pode render enormes benefícios aos nossos povos, na economia, na segurança, na agricultura, em recursos hídricos, indústria, em todos as esferas da atividade humana”, afirmou.
Netanyahu disse que o encontro de hoje é um momento histórico para os dois países. “É a primeira visita de um primeiro-ministro de Israel ao Brasil na história. É difícil crer que não havíamos tido um contato antes porque os laços de amizade podem nos levar a longas distâncias.”
O primeiro-ministro informou que convidou Bolsonaro para visitar Israel para “avançarmos na cooperação e parceria”. Bolsonaro aceitou o convite e disse que em março visitará o país junto com uma comitiva para tratar de tecnologia, agricultura, psicultura, segurança, Forças Armadas.
Visita
Netanyahu desembarcou no final da manhã de hoje na Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro, para uma visita de cinco dias ao Brasil. No final da tarde, Netanyahu irá à sinagoga Beit Yaakov para a cerimônia religiosa do shabat. Bolsonaro deverá acompanhar a visita.
No domingo (30), o primeiro-ministro se reúne com jornalistas, líderes da comunidade judaica e Amigos Cristãos de Israel. Na segunda-feira (31), segue para Brasília, onde acompanhará a posse de Bolsonaro no dia 1º de janeiro. Ele retorna para Israel de noite.
Agência Brasil
O engenheiro civil Gustavo Rosado Coelho foi o escolhido pela governadora Fátima Bezerra para chefiar a Secretaria de Estado da Infraestrutura (SIN). Servidor do quadro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Coelho é um gestor experiente com atuação na área de construção e de obras.
“Ele vivenciou um dos períodos mais virtuosos da Universidade, época do Reuni, projeto que possibilitou importantes investimentos e ampliou o papel e a presença da UFRN no estado. Ele teve papel estratégico porque era o superintentende que cuidava da coordenação da infraestrutura da nossa Universidade”.
Gustavo Coelho agradeceu o convite da governadora eleita. “Uma alegria muito grande em receber o honroso convite da governadora para enfrentar esse desafio de chefiar a SIN. Estamos trazendo nossa experiência e empenho para que o RN cresça cada vez mais e melhor”.
Perfil
Possui graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1985) e em Direito – Faculdade Natalense para o Desenvolvimento do Rio Grande do Norte (2007). Concluiu o Curso de Especialização em Administração Universitária, do Programa de Pós-Graduação em Administração, e o Curso de Especialização em Gestão da Qualidade Total, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia da Produção. Desempenha a função de engenheiro civil, integrando o quadro permanente da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com lotação na Superintendência de Infraestrutura. Exerceu diversas funções administrativas no período de 1995 a 2015, dentre estas Coordenador Geral do Escritório Técnico Administrativo (1995-1999), Prefeito da Cidade Universitária (1999) e Superintendente de Infraestrutura da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1999-2015). Atualmente, desenvolve suas atividades como Assessor da Direção Geral do Instituto Metrópole Digital da UFRN, mais diretamente na elaboração do projeto para constituição do Parque Tecnológico Metrópole Digital. Tem experiência na área de Engenharia Civil, com ênfase em Engenharia Civil e na área de administração de grandes complexos prediais, com ênfase na Gestão Ambiental.
A Governadora Fátima tem tudo para fazer um bom governo, afinal escolheu gente qualificada para seu secretariado. Resta saber se terá coragem e sabedoria de promover os ajustes necessários para sanear o Estado. Torçemos por isso !
A cerimônia de posse do presidente eleito Jair Bolsonaro, na próxima terça-feira (1º), terá um esquema especial para defesa aérea e o controle de tráfego aéreo na capital federal. Um decreto assinado pelo presidente Michel Temer e o ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna publicado hoje (28) autoriza a interceptação e o abate de aeronaves consideradas suspeitas ou hostis pela Força Aérea Brasileira (FAB), que possam apresentar ameaça à segurança.
A medida tem validade de 24 horas e estará em vigor de a partir da zero hora do dia 1º de janeiro ao mesmo horário do dia 2 de janeiro.
O decreto estabelece que as aeronaves classificadas como suspeitas estarão sujeitas “às medidas coercitivas de averiguação, intervenção e persuasão, de forma progressiva”. O texto estabelece situações nas quais uma aeronave pode ser considerada “hostil”, como o não cumprimento de determinações das autoridades de defesa aeroespacial, o lnaçmento de artefatos bélicos ou de paraquedistas e o desembarque de tropas ou materiais de uso militar no território nacional sem autorização.
A medida também vai considerar suspeita a aeronave que “adentrar sem autorização em espaço aéreo segregado, áreas restritas ou proibidas estabelecidos pelos órgãos de controle de tráfego aéreo”. Além de aviões, estão inseridas no decreto como aeronave, balões, dirigíveis, planadores, ultraleves, aeronaves experimentais, aeromodelos, aeronaves remotamente pilotadas e asas-deltas.
Restrição
Segundo a FAB, o planejamento de segurança aérea da posse de Jair Bolsonaro prevê a criação de áreas de exclusão, com três níveis de restrição, em que só aeronaves autorizadas poderão sobrevoar. As áreas vermelha, amarela e branca serão acionadas ao meio-dia do dia 1º.
De acordo com a FAB, a operação não terá impactos para a aviação comercial. A aviação geral, que inclui aeronaves de táxi aéreo, instrução, aviação agrícola, e outros, se submeterão às normas adotadas nas áreas vermelha, amarela e branca.
Agência Brasil
NYT: o inevitável impeachment de Trump
REUTERS/Kevin Lamarque:
Para a jornalista Elizabeth Drew, do jornal The New York Times, "um processo de impeachment contra o presidente dos EUA, Donald Trump, agora parece inevitável"; "A menos que o presidente renuncie, a pressão do público sobre os líderes democratas para iniciar um processo de impeachment no próximo ano só aumentará", acrescenta a jornalista; ela ainda aponta "as denúncias de corrupção contra o presidente" e o seu "enfraquecimento político dentro do partido Republicano" como fatores centrais para uma possível queda do presidente dos EUA.
O deputado estadual George Soares será o líder da bancada do governo na Assembleia Legislativa na gestão de Fátima Bezerra (PT). A confirmação foi feita no final da tarde de hoje (28) nas redes sociais.
“Conto com George, um jovem e atuante parlamentar, para ser o porta-voz do nosso Governo no legislativo e para defender as iniciativas que encaminharemos em prol da população do Rio Grande do Norte”, disse Fátima.
O deputado agradeceu a confiança da governadora. “Conte comigo para que a Assembleia contribua com esse novo momento e para fazermos juntos a reconstrução do nosso estado”, disse George.
Depois de um dia de poucos negócios no mercado financeiro, a bolsa e o dólar fecharam o ano com valorização. O dólar comercial encerrou 2018 vendido a R$ 3,876, com valorização acumulada de 16,9% em relação ao fim de 2017. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou o último pregão do ano aos 87.887 pontos, com alta acumulada de 15%.
Na sessão desta sexta-feira (28), o dólar fechou em queda de 0,48%, na menor cotação desde 20 de dezembro. Em relação ao início do mês, a divisa fechou com pequena alta de 0,52%, com valorização pelo segundo mês seguido. No mercado de ações, o clima foi de euforia. Influenciado pela alta nas bolsas dos Estados Unidos, o Ibovespa encerrou o dia com alta de 2,84%.
Ao longo do primeiro semestre, o dólar operou relativamente estável em relação ao fim do ano passado. No entanto, a partir do agravamento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China, a moeda norte-americana passou a subir na metade de maio. A alta intensificou-se durante a greve dos caminhoneiros, que provocou forte volatilidade no mercado financeiro.
Após o fim da paralisação, a divisa registrou uma pequena trégua, mas voltou a subir em meio às tensões da corrida eleitoral. Em 13 de setembro, o dólar comercial fechou vendido a R$ 4,196, a maior cotação desde o início do Plano Real Depois do resultado das eleições, a moeda aproximou-se de R$ 3,70, mas voltou a subir nos dois últimos meses do ano por causa de turbulências no mercado norte-americano.
A bolsa de valores seguiu trajetória parecida ao longo do ano. Nos cinco primeiros meses de 2018, o índice Ibovespa rondou os 85 mil pontos, mas chegou a despencar para os 70 mil pontos durante a greve dos caminhoneiros. Nos meses seguintes, o indicador recuperou-se, chegando a fechar no nível recorde de 89.820 pontos em 3 de dezembro.
Nas últimas semanas do ano, porém, o índice registrou quedas expressivas, em meio à desvalorização dos principais índices das bolsas norte-americanas. Em momentos de turbulências nas economias avançadas, os investidores retiram recursos de países emergentes, como o Brasil, para cobrir perdas no exterior.
O ano de 2019 começa sem taxa extra nas contas de luz. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira que irá aplicar a bandeira tarifária verde no próximo mês, sem custo adicional para os consumidores. Em dezembro, essa bandeira também ficou em vigor.
A justificativa para a manutenção da cor verde nas bandeiras é o período de chuvas. “A estação chuvosa está propiciando elevação da produção de energia pelas usinas hidrelétricas e do nível dos reservatórios”, informou a Aneel, em nota.
Apesar da manutenção da bandeira verde, a Aneel alerta que é necessário manter as ações relacionadas ao uso consciente e ao combate ao desperdício de energia.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde (sem cobrança extra), amarela e vermelha (patamar 1 e 2), está relacionada aos custos da geração de energia elétrica.
Quando chove menos, é preciso acionar usinas térmicas, que são mais caras que as hidrelétricas. Todo o custo extra é repassado para os consumidores.
Antes de dezembro, a última vez que a bandeira verde havia sido utilizada era em abril. Com o forte período seco, o país passou cinco meses com a bandeira vermelha no segundo patamar. Essa é a mais cara de todo o sistema e significa uma cobrança de R$ 5 a cada 100 kWh consumidos.
Como voltou a chover na região das hidrelétricas, o governo conseguiu desligar usinas térmicas que pesavam no sistema e, com isso, deixar a bandeira verde.
Quase aos 45 minutos do segundo tempo de 2018 temos talvez o gol contra mais bizarro do ano. Na última quinta-feira, pela Série B do Campeonato Italiano, Filippo Perucchini, goleiro do Ascoli, recebeu uma bola recuada e, ao tentar driblar o atacante, se enrolou e acabou quase que entrando com bola e tudo dentro da própria meta. Vergonhoso. Vejam abaixo:
Melhor para o Palermo que venceu a partida por 3 a 0 e se isolou na liderança da segundona do Calcio com 34 pontos. O Ascoli de Perucchini está no meio da tabela, em 11º lugar, com 21 pontos.
O MP-GO (Ministério Público de Goiás) formalizou, nesta sexta-feira (28), a denúncia contra o médium João de Deus pelos supostos abusos sexuais durante os atendimentos espirituais que fazia na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia (GO). A informação foi confirmada pela assessoria do MP-GO ao R7.
O médium recebeu quatro denúncias: duas pelos crimes de violação sexual mediante fraude e outras duas por estupro de vulnerável.
Na última quinta-feira (27), o Tribunal de Justiça de Goiás determinou o bloqueio de R$ 50 milhões das contas do médium. Segundo o Ministério Público de Goiás, R$ 20 milhões serão destinados à reparação das vítimas e R$ 30 milhões à indenização por dano moral coletivo.
Ontem, a Justiça de Goiás concedeu um habeas corpus em favor de João de Deus, convertendo a prisão preventiva em prisão domiciliar no caso da posse ilegal de armas. No entanto, o juiz plantonista Wilson Saflate Faiad manteve o médium atrás das grades, porque a decisão prevê que a liberdade seria dada “se por outro motivo não estiver preso”.
Contra João de Deus há centenas de acusações de abuso sexual, o que o mantém atrás das grades. O habeas corpus se referia exclusivamente à questão das armas irregulares, apreendidas na casa dele durante uma busca policial no último dia 19.
João de Deus está preso desde 16 de dezembro no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia (GO). Ele se entregou em uma encruzilhada, em uma estrada vicinal de Goiás.
Beneficiários do Programa Bolsa Família podem consultar as datas de 2019 em que o pagamento estará disponível para saque. Para saber o dia em que o valor será creditado, a família cadastrada no programa deve consultar o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) impresso no cartão magnético vinculado à sua conta bancária do titular.
Depois de identificá-lo, deve consultar o calendário do programa, que indica, mês a mês, as datas em que a família poderá sacar o dinheiro. Os beneficiários que possuem o cartão com final 1, por exemplo, poderão efetuar a operação no primeiro dia de pagamento – 18 de janeiro -, enquanto aqueles com o final 2 poderão resgatar o recurso a partir do segundo dia do cronograma – 21 de janeiro – e assim por diante.
Segundo as regras do programa, os beneficiários têm até 90 dias para sacar a quantia a que têm direito. O benefício é pago de forma gradual nos dez últimos dias úteis de cada mês. Por isso, o primeiro período de lançamentos do programa será de 18 a 31 de janeiro. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social, somente em dezembro R$ 2,6 bilhões foram repassados para mais de 14,1 milhões de famílias em todo o país.
O Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda para as famílias inseridas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), contemplando famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza. Para participar, é necessário que as famílias comprovem renda mensal por pessoa de até R$ 89. Famílias com renda familiar mensal de até R$ 178 por pessoa e que sejam compostas por gestantes, crianças ou adolescentes também podem se candidatar.
Quem atender aos critério de renda e tiver interesse em se inscrever no Bolsa Família deve procurar seu representante local, na prefeitura da cidade onde reside, para se registrar no CadÚnico. Caso tenha dúvidas ou queira mais informações sobre o programa, é possível buscar atendimento pelo telefone 0800 707 2003, serviço oferecido pelo ministério.
O Bolsa Família não era uma desgraça?
Agora não vão tirar essa desgraça não?
Ah, o Auxilio Moradia, Saúde, Alimentação… e tantos outros é que não podem sair que logo inventam outros nomes para manter a mesma situação.
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O geólogo e consultor ambiental Leonlene Aguiar será o novo diretor-presidente do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN (Idema). O anúncio foi feito nesta sexta-feira (28) pela governadora eleita Fátima Bezerra.
Leonlene disse que aceitou o convite da eleita governadora Fátima Bezerra com “muita honra” e que a expectativa é realizar uma gestão transparente, responsável e profissional. “Com o conhecimento técnico necessário para promoção do desenvolvimento econômico do estado e compatibilizando com o paradigma da sustentabilidade, frente aos desafios que virão”.
Perfil
Leonlene Aguiar é geógrafo formado pela UFRN e tem atuado como consultor ambiental em discussões na área de meio ambiente há mais de uma década. Com atuação na área de estudos, licenciamentos e planejamento de empreendimentos sustentáveis no âmbito do Rio Grande do Norte, trabalhou com diversos zoneamentos e verificação de áreas protegidas com aplicação da legislação ambiental. Tem experiência em análise de impactos para adaptação de projetos de complexidade nas diversas atividades econômicas potiguares.
O Sindicato dos trabalhadores (as) em Saúde do Rio Grande do Norte está convocando uma assembleia geral da categoria para a próxima sexta-feira (04), às 9h, no auditório do Sindsaúde-RN. Segundo o Coordenador-geral do Sindicato, Manoel Egídio, a assembleia discutirá estratégias de luta e de enfrentamento para a situação de atraso dos salários e do 13º de 2018. “É importante a presença dos servidores para que possam colaborar com propostas para encaminharmos em conjunto o melhor para a categoria”.
A Assembleia está sendo convocada após declaração do governador à imprensa, de que vai pagar apenas o restante do 13º salário de 2017 aos servidores ativos independente da faixa salarial e um valor de R$ 5 mil reais do 13º de 2017 aos aposentados que recebem acima de 5 mil. O Governo do RN ainda não pagou o restante do salário de novembro para quem recebe acima de R$ 5 mil, o salário integral de dezembro e o 13º de 2018.
O cálculo das aposentadorias por tempo de contribuição vai mudar a partir de segunda-feira (31), quando será acionada uma regra implementada por lei em 2015. A regra exige um ano a mais para homens e mulheres se aposentarem. A atual fórmula, conhecida como 85/95, vai aumentar um ponto e se tornar 86/96.
Quem quiser se aposentar pela regra atual – e já cumpre os requisitos – têm até domingo (30) para fazer a solicitação.
Pela fórmula 85/95, a soma da idade e do tempo de contribuição deve ser de 85 anos para mulheres e 95 para homens. O tempo de trabalho das mulheres deve ser de 30 anos e o dos homens, de 35 anos. Isso significa, por exemplo, que uma mulher que tenha trabalhado por 30 anos, precisa ter pelo menos 55 anos para se aposentar.
A partir do dia 31, para se aposentar com o tempo mínimo de contribuição, ela deverá ter 56 anos. A mesma soma precisará alcançar 86 e 96. A fórmula será aumentada gradualmente até 2026.
Aqueles que já cumprem as regras podem solicitar a aposentadoria pelo telefone 135, que funciona das 7h às 22h, no horário de Brasília. Pelo telefone, o pedido pode ser feito somente até sábado. Pelo site do INSS.o pedido pode ser feito até domingo (30).
Fórmula
A atual regra é fixada pela Lei 13.183/2015. Nos próximos anos, a soma voltará a aumentar, sempre em um ano. A partir de 31 de dezembro de 2020, passará a ser 87/97; de 31 de dezembro de 2022, 88/98; de 31 de dezembro de 2024, 89/99; e, em 31 de dezembro de 2026 chegará à soma final de 90/100.
Defensor da fórmula, o professor da Universidade de Brasília e assessor do Conselho Federal de Economia, Roberto Piscitelli, diz que o cálculo ajuda a reduzir desigualdades. “Ele combina dois indicadores [tempo de contribuição e idade mínima] que, às vezes, quando considerados isoladamente dificultam a vida do trabalhador. A fórmula ajuda a compensar a situação daqueles que começaram a trabalhar muito cedo, o que sempre foi fator de injustiça do ponto de vista do tempo para aposentadoria”, explicou.
Além de se aposentar pela regra 85/95, os trabalhadores podem atualmente se aposentar apenas por tempo mínimo de contribuição: 35 anos para os homens e 30 anos para as mulheres, independente da idade. Nesses casos, no entanto, poderá ser aplicado o chamado fator previdenciário que, na prática, reduz o valor da aposentadoria de quem se aposenta cedo.
A maioria dos brasileiros defende que o país endureça o controle da entrada de imigrantes, segundo o Datafolha.
Dois em cada três dos 2.077 entrevistados (67%) disseram concordar que o Brasil deve controlar mais a entrada de imigrantes.
Diz a Folha:
“Os resultados mostram que quanto maior a renda, maior a inclinação para querer o aumento da restrição à entrada de imigrantes: enquanto 74% dos entrevistados que ganham mais de dez salários mínimos responderam que concordam, no outro extremo (menos de dois salários mínimos) 62% disseram o mesmo.
Além disso, os homens são mais favoráveis ao tema (72%) do que as mulheres (62%).
A concordância é maior também entre pessoas que declararam ter votado em Jair Bolsonaro na eleição presidencial (73%) e menor —mas ainda majoritária— entre eleitores de Fernando Haddad (58%).”
Como é que o Brasil vai da guarida aos cubanos se o Brasil faz parte do mesmo regime cubano. Comunista. PAÍSES COMUNISTAS : BRASIL, CUBA, VENEZUELA, BOLÍVIA, CORÉIA DO NORTE. ALÉM DE COMUNISTA É CORRUPTO, TODO PAÍS COMUNISTA É CORRUPTO. VIDE VENEZUELA E CUBA.
Enzo Gabriel foi usado para registrar 18.156 bebês e lidera a lista de nomes mais usados no Brasil, segundo levantamento que traz informações da Central Nacional de Informações do Registro Civil. Maria Eduarda foi usado 15.760 vezes, sendo o nome mais popular para meninas.
Os dados disponíveis no Portal da Transparência do Registro Civil mostram que os nomes compostos em geral representam 28,3% da escolha dos brasileiros. Entre eles, existem 3.027 variações compostas para Maria e 1.488 para Enzo.
O estudo divulgado pela Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen/SP) considera as certidões feitas até 18 de dezembro.
Enzo Gabriel e Maria Eduarda desbancaram Miguel e Alice que ocupavam o topo da lista em 2017. Miguel agora está na segunda colocação e Alice na nona posição do ranking geral e na terceira posição entre os nomes femininos.
Dez nomes mais registrados no Brasil em 2018
1. Enzo Gabriel 18.156
2. Miguel 17.699
3. Arthur 17.119
4. João Miguel 16.049
5. Maria Eduarda 15.760
6. Maria Clara 14.170
7. Heitor 14.025
8. Pedro Henrique 13.672
9. Alice 12.482
10. Ana Clara 11.059
Dez nomes masculinos mais registrados no Brasil
1. Enzo Gabriel 18.156
2. Miguel 17.699
3. Arthur 17.119
4. João Miguel 16.049
5. Heitor 14.025
6. Pedro Henrique 13.672
7. Davi 10.206
8. Bernardo 9.914
9. João Pedro 9.519
10. Gabriel 9.452
Dez nomes femininos mais registrados no Brasil
1. Maria Eduarda 15.760
2. Maria Clara 14.170
3. Alice 12.482
4. Ana Clara 11.059
5. Helena 10.573
6. Valentina 10.325
7. Maria Luiza 9.353
8. Laura 9.252
9. Maria Alice 8.782
10. Maria Cecília 7.719
No início do mês de dezembro, ranking divulgado pela plataforma digital BabyCenter apontou Helena e Miguel como os nomes de bebê mais escolhidos pelas famílias brasileiras em 2018.
Garcia atuava na Globo desde os anos 80 (Divulgação/TV Globo)
O jornalista gaúcho Alexandre Garcia, 78, deixou a Rede Globo nesta sexta-feira, 28, após quase 31 anos de casa. A emissora confirmou a informação em comunicado oficial, no qual o diretor-geral de jornalismo Ali Kamel homenageou o colega e informou que a escolha se deu para “diminuir o ritmo frenético de trabalho”.
“Em nossa conversa, Alexandre me disse que deixa a Globo, mas não o jornalismo”, disse Kamel. “Ele continuará a ter seus comentários políticos transmitidos por duzentas e oitenta rádios Brasil afora. Do mesmo jeito, continuará a escrever artigos para um sem número de jornais por todo o país. E, entre seus planos, está o de acrescentar outro títulos ao seu livro de grande sucesso Nos Bastidores da Notícia, lançado em 1990.”
“Em nome da Globo, eu agradeço por tudo de grande que Alexandre fez para o jornalismo da emissora, um legado que deve inspirar a todos nós que aqui trabalhamos: profissionalismo, brilho, correção e competência. E eu agradeço tudo o que fez por mim, seu jeito gentil, sua generosidade. Muito obrigado Alexandre, um grande abraço, que você seja muito feliz, porque você fez por merecer”, declarou Kamel.
Garcia atuava como comentarista político no Bom Dia Brasil e apresentava o Jornal Nacional em folgas dos apresentadores fixos. Também se notabilizou como um dos principais jornalistas do canal pago GloboNews.
Trajetória
Alexandre Garcia passou pelo Jornal do Brasil e pela TV Manchete antes de ir para a Globo. Durante a época da ditadura militar brasileira, afastou-se das redações para atuar como secretário de imprensa do governo João Baptista Figueiredo, o último militar a presidir o país. Entrou para o Grupo Globo no fim dos anos 80, como repórter especial dos principais jornalísticos da casa, como Jornal Nacional e Jornal da Globo, e apresentando um quadro de crônicas no Fantástico.
No canal, cobriu a promulgação da Constituição de 1988 e as eleições presidenciais de 1989. Foi um dos mediadores dos dois debates entre Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Collor que aconteceram antes do segundo turno das eleições e que acabaram arranhando a imagem da emissora posteriormente. Isso porque, no dia seguinte, o Jornal Nacional apresentou uma reportagem sobre o debate, privilegiando o desempenho de Collor. Atualmente, a Globo admite que a compilação foi um erro, e que debates não devem ser editados, e sim vistos na íntegra.
Em Brasília, Garcia foi diretor de jornalismo da sucursal da Globo entre 1990 e 1995. Também nessa época, passou a atuar como comentarista político no Jornal da Globo e, em 1996, ganhou a apresentação do programa Espaço Aberto, na GloboNews, que hoje se chama GloboNews Alexandre Garcia. Também na capital federal, apresentou o DFTV – 1ª Edição de 2001 a 2011. Garcia.
Ativo nas redes sociais, Garcia não raro compartilha artigos que publica em jornais como colunista. No final de novembro, chamou a atenção um artigo divulgado no Twitter em que o jornalista fala das últimas eleições presidenciais e afirma que a eleição de Jair Bolsonaro “representou a reação da maioria que não quer aquelas ideias que fracassaram no mundo inteiro, que mataram milhões para se impor e ainda assim não se impuseram”. Em resposta, Bolsonaro chegou a agradecer “pela menção e reflexão”.
Confira, na íntegra, a homenagem de Ali Kamel ao colega Alexandre Garcia:
Conheci pessoalmente Alexandre Garcia em 1991, quando fui diretor do jornal O Globo em Brasília e ele era o diretor regional de jornalismo da Globo na capital. Costumávamos nos encontrar às terças, quando o saudoso Toninho Drummond, então diretor da Globo em Brasília, oferecia um almoço com fontes e nos convidava. Percebi em Alexandre, de imediato, o homem que ele é: correto, íntegro e também extremamente gentil e generoso. Ele, um super consagrado jornalista, com presença marcante no vídeo, além das atribuições editoriais do cargo; eu, um recém chegado a Brasília, com 29 anos, nove anos de profissão. Apesar disso, Alexandre me tratava como um igual e me ajudava no que podia. Ao chegar à Globo em 2001 reencontrei o mesmo Alexandre: profissional completo, com conhecimento de pós-graduado na cobertura política, mas o mesmo homem gentil que eu conhecera 10 anos antes. Em decisão muito refletida, depois de quase 31 anos de trabalho aqui na Globo, Alexandre decidiu deixar a emissora para amenizar um pouco o seu ritmo frenético de trabalho. Diante do trabalho exemplar ao longo de todos esses anos, é uma decisão que respeito. Ele deixa um legado de realizações que ajudaram o jornalismo da Globo a construir sua sólida credibilidade junto ao público. O trabalho na Globo foi a sequência de uma vida profissional que poucos podem ostentar.
A naturalidade frente às câmeras sempre foi um dos trunfos de Alexandre. Consta que quando começou na Globo, o saudoso Armando Nogueira dizia que ele estava inovando porque fazia gestos na televisão. Enquanto a norma era uma postura mais formal, Alexandre caminhava, fazia gestos. Essa naturalidade vinha de criança. Aos sete anos já atuava como ator infantil na rádio em que seu pai, o radialista Oscar Chaves Garcia, trabalhava. Aos 15, transmitia a Missa na Rádio de Cachoeira do Sul, onde nasceu em 1940. Aos 16, era locutor, redator, apresentador, repórter de rua da pequena rádio Independente de Lajeado. Ao se mudar para Porto Alegre para continuar os estudos, virou locutor da Rádio Difusora, dos Diários Associados. Ele conta que o salário pagava a pensão e a escola.
Quando entrou na PUC/RS para estudar Comunicação Social(onde foi o primeiro lugar no vestibular e no curso todo e presidente do Centro Acadêmico) era funcionário concursado com primeiro lugar no Banco do Brasil. Agora era o bancário sustentando os estudos do futuro jornalista. Conseguiu seu primeiro estágio na sucursal do Jornal do Brasil na capital gaúcha. Especializou-se na cobertura de economia, com ênfase na Bolsa de Valores. Ao ser contratado pelo JB, apostou no seu talento como jornalista e encerrou sua carreira de bancário.
Em 1973, cobriu o fechamento do Congresso uruguaio, que deu início à ditadura militar no país. Foi transferido então para Buenos Aires, onde ficaria três anos, acompanhando a agonia do governo peronista e a crise que levaria também ao golpe militar. Alexandre teve que deixar a Argentina às pressas depois de uma reportagem em que denunciava o esquema de corrupção da polícia rodoviária argentina próximo à cidade de Mar del Plata.
De volta o Brasil, foi trabalhar na sucursal do JB em Brasília, onde permaneceu dez anos, firmando-se como um bem sucedido repórter de política. Em 1983, estreou no vídeo na extinta TV Manchete. É dele a entrevista do último presidente militar, João Figueiredo, de quem foi porta-voz por um período. Foi a antológica entrevista em que Figueiredo disse: “Eu quero que me esqueçam!” Continuou a carreira como correspondente internacional cobrindo as guerras civis no Líbano e Angola – e a Guerra das Malvinas, o que lhe valeu a Ordem do Império Britânico, concedida pela Rainha Elizabeth II.
Em março de 1988, a convite de Alberico Souza Cruz, começou a trabalhar na TV Globo de Brasília. Entre seus primeiros trabalhos, um quadro no Fantástico que levava o seu nome: A Crônica de Alexandre Garcia, em que divertia os brasileiros com gafes e bastidores do mundo político da capital, num texto irresistível. Como repórter especial dividia-se entre o JN, o JH e o Jornal da Globo. Participou de momentos memoráveis da história recente do Brasil como as primeiras eleições democráticas para presidente, em 1989, depois da ditadura militar. Ao lado de Joelmir Betting, entrevistou todos os candidatos no programa Palanque Eletrônico. Ainda foi um dos mediadores do debate de segundo turno entre Lula e Fernando Collor, realizado em pool pelas quatro grandes emissoras de então, Globo, Band, SBT e Manchete.
Entre 1990 e 1995, como disse, Alexandre Garcia foi diretor regional de jornalismo da Globo de Brasília, sem deixar de lado seu trabalho frente às câmeras. Em 1993, estreou como comentarista do JG, em 96, passou a ter um programa na GloboNews, Espaço Aberto.
De 2001 a 2011 foi o âncora do DFTV. Comentava, analisava, cobrava das autoridades soluções para os muitos problemas que afetam os brasilienses. Nos últimos anos, tornou-se comentarista político do Bom dia Brasil, comentarista local diário do DFTV e faz parte do grupo de apresentadores que se reveza na bancada do JN aos sábados. Durante todo esse período, não houve cobertura de política no Brasil sem que ele brilhasse.
Em nossa conversa, Alexandre me disse que deixa a Globo, mas não o jornalismo. Ele continuará a ter seus comentários políticos transmitidos por duzentas e oitenta rádios Brasil afora. Do mesmo jeito, continuará a escrever artigos para um sem número de jornais por todo o país. E, entre seus planos, está o de acrescentar outro títulos ao seu livro de grande sucesso “Nos Bastidores da Notícia”, lançado em 1990 pela Editora Globo.
Em nome da Globo, eu agradeço tudo de grande que Alexandre fez para o jornalismo da emissora, um legado que deve inspirar a todos nós que aqui trabalhamos: profissionalismo, brilho, correção e competência. E eu agradeço tudo o que fez por mim, seu jeito gentil, sua generosidade. Muito obrigado Alexandre, um grande abraço, que você seja muito feliz, porque você fez por merecer.
Kkkkkkk Foi mesmo q dizer q o presidente eleito é uma farsa.