Empresa garante que arroz, pasta de dente e borracha resolvem problemas de celular

Quantas vezes você perdeu um celular porque o deixou cair na água ou a bateria simplesmente pifou? Acidentes vivem acontecendo e nem sempre nos melhores momentos, já que para comprar um novo aparelho é necessário desembolsar uma graninha. Pensando nisso, a Pitzi, empresa especializada em aparelhos celulares, divulgou três dicas valiosas que podem te ajudar na hora destes incidentes.

Se seu celular caiu na piscina, molhou na chuva ou você deixou derrubar alguma bebida no aparelho, não se desespere, talvez você consiga reavivar seu dispositivo com esta dica. Primeiro de tudo, tire a bateria e seque o aparelho o máximo que der. Depois, deixe o celular e a bateria em um reservatório coberto com arroz por, pelo menos, uma noite. O arroz vai sugar a água que está no dispositivo, obviamente se não for um dilúvio e, com isso, ele volta a funcionar como antes. Lembre-se de não tentar secá-lo com nada que produz calor como secadores e microondas, pois este calor pode acabar com o seu celular.

Já se você riscou seu celular por ter deixado cair ou tê-lo deixado próxima de alguma chave, por exemplo, a dica é simples: use pasta de dente. Com um cotonete ou pedaço de algodão, passe uma pequena (pequena mesmo!) quantidade de pasta de dente sobre os riscos em movimentos circulares. Se os riscos não forem muito profundos, eles irão desaparecer ou pelo menos diminuir. Ao terminar, passe um pano levemente úmido e retire o excesso da pasta. Não exagere na quantidade da pasta e nem na umidade do pano, pois as telas são supersensíveis.

Por fim, caso seu celular não esteja carregando a bateria, a sugestão é usar uma borracha. Muitas vezes os contatos da bateria estão sujos e basta esfregar uma borracha comum suavemente nas áreas de contato para que ela volte a funcionar.

Fonte: Olhar Digital

[FOTOS] Chinês fica famoso por usar submarinos caseiros construídos por ele mesmo

O agricultor chinês Zhang Wuyi, que ganhou fama em seu país por construir submarinos caseiros, realizou novos testes na segunda-feira (7) em uma piscina artificial perto de um estaleiro em Wuhan, na província de Hubei, na China.

Zhang, de 37 anos, construiu seis submarinos, tendo vendido um deles para um empresário em Dalian por 100 mil yuans (R$ 30,7 mil) em outubro do ano passado. Os submarinos atingem uma profundidade de 20 a 30 metros e têm autonomia de dez horas.

Foto: Reuters
Foto: Reuters
Foto: Reuters

Fonte: G1

O Superministro ficou mufino

Por Augusto Nunes:

Até a descoberta do milagre da multiplicação do patrimônio, Antonio Palocci era o único ministro que parecia livre do risco de levar um pito de Dilma Rousseff. A aparição do traficante de influência transformou o poderoso chefe da Casa Civil no único que levou um pito do vice Michel Temer, que prefere sussurrar até em discussão de botequim. Antes, o superministro da presidente abúlica chamava a chefe de “Dilma”. Agora, na imagem de Stanislaw Ponte Preta, Palocci deve andar chamando urubu de “meu louro”.

Prisioneiro da mentira inaugural, segue contando uma atrás da outra e jurando inocência. Na semana passada, sem ter virado réu oficialmente, contratou de novo os serviços do advogado José Roberto Batochio. Recorrer ao doutor Batochio já é uma admissão de culpa, informa a lista de fregueses. Mas o camburão fica mais distante, comprovou a sessão do Supremo Tribunal Federal que, em 27 de agosto de 2009, livrou Palocci de qualquer envolvimento no estupro do sigilo bancário de Francenildo Costa.

Para inocentar o culpado, Batochio acusou a vítima. Conseguiu livrar o cliente “por falta de provas”. Não conseguiu condenar o caseiro por falta de tempo. Mas contribuiu para que o ministro Gilmar Mendes, presidente do STF e relator do caso, inventasse outra brasileirice: o crime encomendado sem mandante (veja na seção O País quer Saber os melhores-piores momentos do parecer). “Não há dúvida quanto ao recebimento por Antonio Palocci dos extratos, mas não foi ele quem acessou a conta, e sim, funcionários da Caixa, autorizados por suas competências funcionais a acessar os dados”, diz um trecho do papelório aprovado por 5 votos a 4.

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