Parece mentira: Após sofrer acidente, australiano sai do coma falando chinês e vira apresentador

the-sunUm estudante universitário que entrou em coma após um acidente de carro em Melbourne, na Austrália, despertou falando chinês fluentemente.

Segundo informações do jornal britânico The Sun, Ben McMahon, de 21 anos, sofreu ferimentos graves em um acidente ocorrido no ano passado.

Ao retornar do coma, suas primeiras palavras para a enfermeira foram em mandarim, um dos dialetos falados na China. O jovem tentou explicar o que o levou a acordar falando o idioma:

— A maior parte [da lembrança] é nebulosa, mas quando eu acordei e vi uma enfermeira chinesa, pensei que estivesse na China. Foi como um sonho, foi surreral. Como se meu cérebro estivesse em um lugar, mas meu corpo em outro. Apenas comecei a falar chinês. Foram as primeiras palavras que vieram à minha boca.

Ben estudou mandarim na escola, mas nunca se tornou fluente no idioma. Desde o acidente, ele transformou suas novas habilidades em duas novas carreiras: guia turístico e estrela de um programa de TV.

O jovem acompanha grupos de turistas que falam chinês em passeios por Melbourne, onde nasceu. E é um dos três apresentadores de um programa de TV para imigrantes chineses chamado Au My Ga, (Oh My God, ou Oh Meu Deus).

Sobre sua participação no programa de TV, ele explica que “o objetivo é promover e impulsionar o entendimento em a Austrália e a China”.

R7

[FOTOS] Chinês fica famoso por usar submarinos caseiros construídos por ele mesmo

O agricultor chinês Zhang Wuyi, que ganhou fama em seu país por construir submarinos caseiros, realizou novos testes na segunda-feira (7) em uma piscina artificial perto de um estaleiro em Wuhan, na província de Hubei, na China.

Zhang, de 37 anos, construiu seis submarinos, tendo vendido um deles para um empresário em Dalian por 100 mil yuans (R$ 30,7 mil) em outubro do ano passado. Os submarinos atingem uma profundidade de 20 a 30 metros e têm autonomia de dez horas.

Foto: Reuters
Foto: Reuters
Foto: Reuters

Fonte: G1

Adolescente chinês vende rim para comprar iPhone e iPad

Um adolescente chinês, de 17 anos, vendeu um rim para comprar um iPhone e um iPad, segundo reportagem publicada nesta sexta-feira no site da Xinhua, agência estatal de notícias da China. Cinco pessoas foram acusadas ​​de envolvimento na compra do órgão e vão responder por lesão corporal dolosa.

Entre os cinco, há um cirurgião que removeu o rim em abril do ano passado. O menino, identificado apenas pelo sobrenome Wang, agora sofre de deficiência renal, segundo promotores da cidade de Chenzhou, província de Hunan.

De acordo com a Xinhua, um dos acusados ​​recebeu cerca de 220 mil iuanes (cerca de US$ 35 mil) para organizar o transplante. Ele pagou a Wang 22 mil iuanes e dividiu o restante com o cirurgião.

Após voltar para casa, o adolescente confessou para a mãe que vendeu um dos rins quando ela perguntou como ele conseguiu o dinheiro para comprar o novo iPhone e o iPad.

O jovem era de Anhui, uma das províncias mais pobres da China, de onde habitantes frequentemente emigram para encontrar trabalho e uma vida melhor em outro lugar.

Segundo o Ministério da Saúde chinês, mais de 1,5 milhão de pessoas na China precisam de transplantes, mas só 10 mil são realizados anualmente. A falta de órgãos criou um mercado ilegal.

Fonte: O Globo

Bilionário chinês pode ter morrido por comer gato envenenado. Grupo de proteção de animais estão furiosos

A morte de um bilionário está causando controvérsia na Província de Guangdong, na China. A família diz que o empresário morreu envenenado ao comer carne de gato. Grupos de proteção aos animais, por outro lado, estão furiosos com o uso do bichano como comida.

A acusação foi feita pelo irmão de Long Liyuan, segundo o jornal China Daily. O presidente de uma empresa de reflorestamento passou mal após comer em um restaurante da cidade de Gaozhou, onde teria se servido de uma refeição à base de carne de gato.

Dois amigo de Long que o acompanharam ao restaurante também passaram mal e um deles chegou a ser internado na UTI, mas agora passa bem. O resultado da autópsia deve sair em um mês, segundo a polícia.

O dono do restaurante chegou a ser preso por vender comida sem condições sanitárias.

O irmão de Long disse acreditar que ele foi envenenado. Segundo a família, o empresário tinha inimigos nos negócios que poderiam querer o bilionário morto.

De acordo com a reportagem do China Daily, o empresário teria investido pesadamente na empresa especializada em reflorestamento.

Um amigo do empresário citado pela reportagem, cuja identidade não foi revelada, disse que Long estaria planejando denunciar irregularidades de alguns concorrentes.

Direitos dos animais

O jornal cita também a fúria de ativistas de defesa dos animais com a venda de carne de gato no restaurante onde Long fez sua última refeição.

O ativista Qiao Huasong disse em seu blog não ter se surpreendido que o empresário seja de Guangdong, dizendo que o povo local “come tudo que voa, exceto aviões, e tudo que tenha quatro pernas, menos mesas”.

A carne de gato é tradicionalmente usada na culinária cantonesa, segundo o jornal, mencionando um famoso prato local, chamado de “dragão, tigre, fênix”, cujos ingredientes principais são cobra, gato e frango.

Outro ativsta, Mo Teng, também expressou insatisfação com o episódio.

“Sei que deveria mostrar meu respeito ao falecido, mas tenho de ressaltar o fato de que uma grande quantidade de gatos e cachorros são levados à Província de Guangdong para virar comida”, disse.

BBC Brasil

22 anos atrás um jovem chinês enfrentava os tanques em Pequim

Centenas de milhares de estudantes chineses insatisfeitos com o governo saíram às ruas de Pequim, em maio de 1989, para protestar contra o Partido Comunista. No entanto, 22 anos depois, é a atitude de um homem que é lembrada como um dos momentos mais marcantes do século XX. No dia 5 de junho daquele ano, o chamado “rebelde desconhecido” se colocou em frente a um comboio de tanques de guerra e fez sinal para que parassem. Por breves momentos, foi atendido. O ato entrou para a história como um símbolo de luta pela paz.

Ao meio-dia, uma coluna de pelo menos 14 tanques avançava pela avenida Chang’an (Rua da Paz Longa, em chinês). No sentido oposto, um homem, vestindo calças pretas e camisa branca, carregando duas sacolas, uma em cada mão, pára em frente ao comboio e faz um movimento com o braço direito sinalizando para que interrompam o avanço. O primeiro tanque freia a cerca de 3 metros do homem. O segundo e o terceiro que aparecem na imagem param logo atrás.

Alguns segundos se passam até que o tanque que liderava a coluna tenta uma manobra para seguir o seu curso: acelera e vira para a direita para tentar desviar do homem. No entanto, o manifestante dá cinco passos para o mesmo lado, se posiciona novamente em frente aos veículos e faz um novo sinal para que não prossigam. O tanque vira para o outro lado e tenta novo avanço, impedido da mesma forma pelo homem. Após algumas novas investidas sem sucesso, o veículo militar parece desistir.

“Foi então que o tanque desligou os motores. Pareceu, para mim, que em seguida todos os tanques desligaram os motores, pois o local ficou muito silencioso”, disse a jornalista Jan Wong, que estava entre a equipe de repórteres ocidentais que acompanhou o fato, das janelas do Hotel Beijing, a cerca de 800 do local do incidente.

O manifestante, então, segura as duas sacolas com a mão esquerda e usa a direita como apoio para subir no tanque. Ele projeta o corpo em direção a uma escotilha no topo do carro, na provável tentativa de fazer contato com os soldados no interior do veículo. Em seguida, salta de volta para a avenida e se posiciona ao lado do tanque.

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Adolescente vende um Rim para comprar Ipad

Todo mundo sabe que os aparelhos da Apple levam os consumidores à loucura, mas ninguém esperava por essa: um adolescente chinês, identificado como Zheng, vendeu um dos rins para comprar um iPad 2. E, como se não bastasse, acabou não comprando o tablet.

Em entrevista para a emissora Shenzhen, o rapaz contou que gostaria de comprar um tablet, mas que estava sem dinheiro. Ao navegar pela internet, ele encontrou um anúncio que oferecia 22 mil iuans pelo órgão, o equivalente a cerca de 3 mil dólares.

Depois das negociações, Zheng viajou para a cidade de Chenzhou, onde o rim foi removido em um hospital. O garoto teve alta depois de três dias e, então, recebeu a quantia informada pelos negociantes.

Ao perceber que o filho tinha um laptop e um iPhone novos, a mãe de Zheng o pressionou para saber como ele conseguiu comprar os equipamentos, obtendo assim a confissão do rapaz. O caso foi denunciado à polícia, mas os responsáveis pela cirurgia não foram encontrados. O hospital nega qualquer relação com o crime.

O caso tem sido tratado como exemplo de um materialismo exagerado que atinge jovens da China e de outras partes do mundo. Além disso, outro assunto preocupante é o comércio ilegal de órgãos, que tem se tornado cada vez mais popular no território chinês.

Com informações do http://www.tecmundo.com.br