Segurança

Colchões queimados e celas quebradas: PM com auxílio de diretor de unidade controlam princípio de rebelião em “antigo Ceduc” na Grande Natal

Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

O portal G1-RN destaca em reportagem nesta quinta-feira(15) que adolescentes infratores entraram em conflito na noite dessa quarta-feira (14) no Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) Pitimbu – antigo Ceduc -, em Parnamirim, na Grande Natal. De acordo com a Polícia Militar, os jovens disseram pertencer a facções rivais. Não houve feridos, reféns e nem fugas registradas.

Segundo a reportagem, durante o ato, os jovens queimaram colchões, quebraram as grades das celas e estavam munidos de barras de ferro. A PM informou que o princípio de rebelião foi controlado apenas na conversa com os adolescentes.

O presidente da Fundação de Atendimento Socioeducativo RN (Fundase), Herculano Campos, a briga envolveu nove adolescentes – três de uma facção e seis de outra.

Matéria na íntegra AQUI.

Opinião dos leitores

  1. Ommi, era para ter deixado esses bandidos se enfrentarem para ver quem era mais forte, pena que o contribuinte é que sai perdendo, tendo que pagar a conta para Colchoes novos e outras coisas que esses animais destruíram.

  2. Que pena que foi só conversa.
    Eram pra dormir no chão e eles se quiserem que impasse o estrago que fizeram.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

VÍDEO: Corpo de Bombeiros controla incêndio em casa na praia de Cotovelo

O Via Certa Natal destacou na manhã desta quinta-feira(04) um Incêndio em uma residência na praia de Cotovelo, no litoral sul potiguar. Na ocorrência, o Corpo de Bombeiros conseguiu chegar rapidamente ao local e controlar as chamas. Não há registro de feridos.

Opinião dos leitores

  1. Se as pessoas fossem treinadas e tivessem EXTINTORES em casa poderiam ter mitigado o problema fácil. O governo que o povo escravo para pedir pelo amor me ajude hó grande governo. Hipocrisia. Mais fácil deixar o povo refém do governo do que dar as " armas " para viver.

    1. tão falando aqui em privatizar os bombeiros… compre seu próprio extintor, seja vc seu bombeiro e pare de depender do estado kkkk

  2. Agora vão começar os comentários dos Bombeiros e dos PMs.
    "Valeu valorosos guerreiros dos bombeiros". "Com todas as dificuldades, continuamos no combate aos incêndios"…. e por aí vai kkkkk

    1. Com os impostos que pagamos e ainda mais a taxa de bombeiro pra quem tem motos e automóveis, eles tem que ter fardamento e carros novos e estarem prontos pra atender as ocorrências com eficiência…

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Corpo de Bombeiros controla incêndio florestal em Ceará-Mirim após seis horas de combate

Foto: Redes sociais

O Corpo de Bombeiros controlou na madrugada desta quinta-feira (10) um incêndio florestal que atingiu área estimada em 40 hectares no município de Ceará-Mirim, na região metropolitana de Natal. O combate as chamas durou mais seis horas – entre 18h30 dessa quarta(09) e 2h(desta quinta). Não houve registro de prédios atingidos e pessoas feridas.

Na ação, duas equipes, em duas viaturas e ajuda de voluntários e carros-pipa cedidos pela prefeitura foram necessárias para árduo controle da situação. O impacto do fogo na fauna e na flora ainda serão apurados. Da mesma forma, a origem do incêndio.

Somente em outubro, até a terça-feira (8), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou 60 focos de incêndios no RN. Em agosto foram 52 e em setembro 81 contra um em junho e quatro em julho.

Opinião dos leitores

    1. Zarthur, é ao contrário.
      Logo os Ptralhas irão colocar culpa no governo federal.
      trabalhe com a mente.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Exercício de força controla diabetes em obesos, segundo pesquisa

Exercícios de força, como a musculação, reduzem a gordura acumulada no fígado e melhoram o controle da glicemia em pessoas obesas e diabéticas mesmo em um curto período de atividade física. O estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostra que os ganhos com a prática de exercícios ocorre antes da perda de peso. Os resultados da pesquisa, apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foram publicados no periódico Journal of Endocrinology.

Pesquisadores do Laboratório de Biologia Molecular do Exercício (LaBMEx) fizeram experimentos com camundongos. Os animais foram submetidos a treinos de força moderado durante 15 dias e, depois desse período, foi possível constatar uma melhora na “queima” dos lipídeos, o que contribui para o tratamento da doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA), popularmente conhecida como gordura no fígado.

“Muitos estudos sobre exercícios aeróbios submetem os animais ou os humanos a um período significativo de exercício físico. Consequentemente a esse protocolo de exercícios ocorre a redução do peso corporal, então uma pergunta emerge: o que melhorou o fígado? Foi o exercício físico ou foi porque ele reduziu tecido adiposo?”, dissed Leandro Pereira de Moura, professor da Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp e coordenador da pesquisa.

Moura disse que esse estudo avançou no entendimento da influência direta do exercício físico no fígado, especificamente relacionado ao acúmulo de gordura. Ele explica que em situações de repouso o fígado é o principal órgão responsável para fazer glicose e, quando o corpo volta a consumir fontes de energia, como o carboidrato, o pâncreas envia uma comunicação ao fígado, por meio da insulina, de que não é mais necessário produzir glicose.

“Quando o indivíduo é obeso, ele se torna diabético porque esse tecido adiposo em excesso [no fígado] libera algumas substâncias chamadas de adipocina que vão até o fígado e reduzem essa comunicação do hormônio insulina com o fígado”, explicou. Dessa forma, o fígado responde menos à insulina e, por mais que ele ingira carboidrato, o fígado continua produzindo glicose. “É por isso que ele fica hiperglicêmico”.

Experimento

Os experimentos com camundongos foram feitos com três grupos: um de controle que recebeu ração padrão (com 4% de gordura) e permaneceu magro e sedentário; um grupo alimentado com dieta hiperlipídica (35% de gordura) durante 14 semanas, ficando obeso e diabético e permanecendo sedentário; e um terceiro grupo recebeu a dieta hiperlipídica e, quando estava obeso e diabético, foi submetido a um protocolo de exercício de força moderado ao longo de 15 dias.

O treino consistia em subir uma escada com uma carga presa na cauda do animal. Diariamente, foram feitas 20 séries, com intervalo de 90 segundos entre elas, simulando um treino de musculação para humanos.

Os pesquisadores observaram que os camundongos do grupo treinado ainda estavam obesos no final do protocolo, mas tinham valores normais de glicemia em jejum. Já os obesos sedentários permaneceram diabéticos até o término do experimento.

Ao analisar o fígado das cobaias, eles notaram uma redução de 25% a 30% da gordura local no grupo treinado em comparação com os obesos sedentários. Em relação aos animais do grupo de controle, que permaneceram magros e sedentários, o índice de gordura hepática dos animais obesos e que fizeram o treinamento ainda era cerca de 150% maior.

Próximos passos

Moura diz que este é um estudo inicial do grupo de pesquisa que revela os efeitos dos exercícios com força diretamente no fígado. Tal descoberta se insere em um campo da ciência chamado de exercinas. “São substâncias secretadas pelo exercício. A partir do momento que a gente entende que o exercício físico controlado faz bem, mais adiante a gente consegue entender o que esse exercício consegue modular no nosso organismo”, explicou.

Com esse conhecimento será possível estimar substâncias estimuladas a partir do exercício. “Elevação de determinado hormônio, redução de determinada proteína e a gente consegue dar um passo adiante para tentar tratar indivíduos com essas substâncias derivadas do exercício físico”, explicou.

O pesquisador alerta, no entanto, que não se trata de descartar as atividades físicas. “Não é que a pessoa vai poder parar de fazer exercício e tomar uma cápsula. A tentativa é de encontrar meios auxiliares para ajudar nesse tratamento da obesidade e diabetes”.

Agência Brasil

 

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *