Economia

Brasil criou mais de 184 mil empregos com carteira assinada em março

Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

Apesar de ter desacelerado, o mercado de trabalho formal ainda registrou saldo positivo em março, com a criação de 184.140 empregos com carteira assinada no país.

Resultado de 1.608.007 admissões e 1.423.867 desligamentos, o número é 53,4% menor que as mais de 395 mil vagas abertas em fevereiro, quando o resultado foi recorde histórico.

Os números foram divulgados pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia nesta quarta-feira (28).

“É um número forte, ainda mais pensando que é um tipo de emprego que olha a longo prazo. Mas vai continuar pairando algumas dívidas em relação aos números do Caged, que não estão mais batendo com outros dados como a Pnad e o IBC-Br”, diz Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados. “O BEm deve ajudar a segurar as demissões, e isso tende a melhorar os dados do Caged nos próximos meses.”

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Não dá pra entender… Na outra ponta o desemprego só aumenta… Sei que houve mudança na forma de mensurar a geração de empregos pelo Novo CAGED, mas são números de geração de empregos expressivos, considerando que estamos com boa parte das atividades econômicas estagnada. Precisamos de dias melhores para todos os brasileiros.

    1. Muitas pessoas, informais, que não podem mais exercer suas atividades, passaram a procurar empregos com carteira assinada, o que fez pressionar o número de desempregados. Mas o que de fato importa, é que está sendo gerado empregos, para absorver esse contigente. Mesmo numa pandemia dessa, e de muitos pseudo governadores e prefeitos tentarem fechar tudo.

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Economia

Brasil criou mais de 260 mil vagas com carteira assinada no primeiro mês do ano

Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

Após a crise causada pela pandemia de Covid-19 em 2020, o mercado de trabalho formal do Brasil segue criando novas vagas com carteira assinada. Em janeiro de 2021, foram abertos 260.353 empregos formais. É a maior geração de empregos para o mês desde o início da série histórica, em 1992.

Resultado de 1.527.083 admissões e 1.266.730 desligamentos, o número é melhor que as 67.906 vagas fechadas em dezembro do ano passado. No entanto, o primeiro mês do ano ainda não reflete os impactos do agravamento da crise sanitária e do retorno de medidas mais restritivas no país.

Os números foram divulgados pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia nesta terça-feira (16). “O resultado mostra que o país continuou com a recuperação econômica após o pico de casos de Covid de 2020, que fechou parte das atividades econômicas no país”, reforça a pasta.

Até o fim deste mês serão divulgados também os dados referentes ao saldo de emprego formal em fevereiro.

Setores

Puxados pela Indústria, que criou 90.432 vagas de trabalho, todos os setores da atividade econômica registraram saldo positivo no primeiro mês de 2021. O menor saldo ficou com o setor de comércio, que foi mais fortemente atingido pela pandemia.

Ainda assim, foram abertas 9.848 postos de trabalho, sendo 3.506 para o “Comércio a Varejo de Peças e Acessórios Novos para Veículos Automotores” e outros 3.055 para o “Comércio Varejista de Materiais de Construção em Geral”.

Ainda de acordo com o ministério da Economia, todas as cinco regiões do país tiveram saldos positivos. O destaque ficou no Sudeste do país, que criou 105.747 empregos. Em seguida, está a região Sul, com 83.587 novas vagas.

CNN Brasil

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Economia

RN criou 4.796 novos postos de trabalho formal no mês de novembro; 6º mês consecutivo com saldo positivo no estado

O Rio Grande do Norte criou 4.796 novos postos de trabalho formal no mês de novembro de 2020., segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta (23), que ainda apontam que, embora tenham sido registrados 9.147 desligamentos no mês passado, também foram contabilizadas 13.943 mil admissões, o que resulta no saldo positivo.

Segundo o Caged, esse foi o sexto mês consecutivo com saldo positivo na geração de empregos no estado – o crescimento acontece desde junho. O estado teve uma série negativa de janeiro a maio, com o pico sendo atingido em abril, mês já afetado pela pandemia do coronavírus, com 8.303 empregos deixando de existir.

Entre os municípios, o maior saldo positivo em novembro, de 2.175 vagas, foi registrado em Natal; seguido por Mossoró, com 712; e Parnamirim, com 515 novos postos.

Entre os setores, o melhor saldo no mês, de 2.088 novas vagas, foi observado no setor de comércio. Já o segmento de serviços, ganhou 1.942 postos de trabalho.

No acumulado do ano, o saldo também é positivo, com 3.257 novas vagas. Nos primeiros 11 meses deste ano, o estado registrou 125.679 contratações e 122.422 demissões.

Com acréscimo do G1-RN

Opinião dos leitores

  1. Porreta essa afirmação kkkkkkkkkkkkk , vamos agora viver de ilusões, pense num cabra arretado e verdadeiro. Provavelmente GD está trabalhando num quintal que a gente não vê, óbvio que assessorada por sua corja de incompetentes, que coloca uma cortina para ninguém ver o seu compromisso e trabalho.

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Economia

Brasil criou 313 mil empregos formais em setembro; terceiro mês seguido de saldo positivo e melhor resultado do ano, informa Caged

Foto: Tony Winston/Agência Brasília

 

Pelo terceiro mês consecutivo, o Brasil registrou saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada, em um sinal de retomada do mercado de trabalho após o baque causado pela pandemia de coronavírus. Foram criados 313.564 postos de trabalho em setembro. O resultado é decorrente de 1.379.509 admissões e 1.065.945 desligamentos. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Ministério da Economia.

O resultado de setembro foi o melhor para um mês em todo o ano de 2020 até agora. Também foi o melhor resultado para meses de setembro desde o início da série histórica, em 1992. Até então, o melhor valor em setembro tinha sido registrado em 2008, quando foram abertas 282.841 vagas com carteira assinada.

Todos os setores da economia brasileira registram saldo positivo em setembro de 2020. O desempenho do mês foi puxado principalmente pela indústria da transformação, que abriu 108.283 vagas. O setor de serviços abriu 80.481; no comércio, foram 69.239 novos postos; na construção, 45.249; e na agropecuária, 7.751.

As cinco regiões do país também registraram saldo positivo em setembro. A alta no Nordeste foi a maior: 1,38%, em relação ao ano passado, com 85.336 novos postos. Depois, aparece o Norte, com aumento de 1,15% e 20.640 novas vagas de emprego com carteira assinada. No Sul, a alta foi de 0,85% e 60.319 novas vagas; no Sudeste, 0,65% e 128.094; e no Centro-Oeste, 0,59% e 19.194 novas vagas.

“Estamos criando emprego por três meses seguidos e em ritmo crescente”, comemorou o ministro da Economia, Paulo Guedes, em coletiva de imprensa virtual nesta quinta-feira (29). “Todas as regiões e os setores criaram vagas em setembro. Isso configura o fenômeno da volta em V da economia brasileira. Mesmo os serviço que estavam com dificuldades criaram 80 mil empregos. Temos claramente a volta em V da economia”, completou.

Acumulado do ano no Caged

No acumulado do ano até setembro, o dado de geração de vagas é negativo. Foram fechados 558.597 postos de trabalho, resultado de 10.617.333 admissões e 11.175.930 desligamentos. O resultado é influenciado pela crise causada pela Covid-19.

No primeiro semestre do ano, quando estados e municípios adotaram medidas de isolamento social, foram fechadas 1,19 milhão de vagas de trabalho com carteira assinada . Segundo dados do Caged, 1,53 milhão de postos de trabalho perdidos foram perdido no auge da pandemia, de março a junho, sendo o fundo do poço tendo sido registrado em abril (menos 918,2 mil vagas).

O resultado negativo começou a ser revertido neste segundo semestre. Em julho, foram criadas 131 mil vagas, mês que encerrou o ciclo negativo de quatro meses de demissões. Em agosto, foram mais 294,4 mil postos de trabalho. E agora em setembro, 313 mil vagas, o melhor mês do ano.

O ministro Paulo Guedes também destacou que o resultado acumulado do ano, apesar de ainda negativo, é menor que a perda registrada na última recessão econômica, entre 2015 e 2016. Isso demonstra, na sua visão, que as medidas do governo surtiram efeito. Em 2015, de janeiro a setembro, o país fechou 657,7 mil vagas. Em 2016, no mesmo período, foram fechadas 683,6 mil vagas.

Com Gazeta do Povo e CNN

Opinião dos leitores

  1. Vice ! Os gatinhos vão a loucura. Isso somado os índices de avaliação positiva nos remete a 2026.

  2. com esse tipo de emprego o tal " intermitentes " o brasil logo vai chegar longe. emprego como ubs entregador de pizza de bicicleta….vamos ter vergonha na cara e deixar um futuro digno para os nissos filhos….

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