Plano do PT para o país cita mais Bolsonaro do que Lula

O presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva  Antônio Cruz/Agência Brasil; Theo Marques/FramePhoto/Reprodução

Nas 210 páginas do seu plano de “reconstrução do Brasil”, o PT cita Jair Bolsonaro 25 vezes enquanto fala de Lula, o nome que o partido tem a oferecer ao futuro dos brasileiros, em 19 trechos. Dilma Rousseff aparece em 11 citações.

Lula é descrito, claro, como o injustiçado e perseguido político que já teria voltado ao Planalto se não tivesse sido condenado por corrupção na Lava-Jato. Dilma também tem seu lugar de vítima no processo de impeachment de 2016.

Bolsonaro, este sim, apanha sem dó onde o PT se mostra mais vigoroso entre todos os partidos de oposição. Para o partido, a forma como Bolsonaro gerencia a pandemia no país é uma “aposta macabra para tirar proveito político de uma crise que, até este momento, já custou mais de 135 mil vidas”.

Bolsonaro “abandonou os interesses nacionais na condução da política externa” e, sob seu governo, “avança o cerceamento da liberdade de expressão e de imprensa”. Ele é o “grande vilão ambiental do planeta”, “tem índole claramente autoritária e antidemocrática”, e tem uma “política obscurantista”.

Radar – Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tulii disse:

    Lula melhor PRESIDENTE DO BRASIL…….BOLSOTRALHA A CAGANEIRA QUE NEM O VASO SANITARIO QUER.

  2. João Macena disse:

    Título do documento: Reconstrução do Brasil. Esse PT, além de ser o partido mais corrupto da história Repúblicana do Brasil, é também muito hipócrita. O PT, reconstruindo o Brasil. DEUS, nos livre! João Macena.

  3. Azevedo disse:

    Esses PeTralhas vão reconstruir o que? Roubaram tanto o país que quebraram um monte de empresas estatais, a Petrobras é prova viva dessa roubalheira dos PeTralhas.

  4. Lularapio disse:

    Dali capitão
    Peia nessa curriola
    Tão cedo não voltam ao poder
    todos desonestos
    Doidos porque perderam a tetinha pra mamarem
    Vão trabalhar bando de ladrões vagabundos…

  5. Melo disse:

    Pt NUNCA mais!

  6. Pedro disse:

    Mais uma piada de péssimo gosto, já não bastasse o prejuízo econômico ao país, quase derrocada da Petrobras, 12 milhões de desempregados, esses imbecis ainda querem jogar a de forma irresponsável, as mortes nas costas do governo Federal, que se portou de forma republicana, ajudando a todos indistintamente, isso dito pelos próprios governadores, inclusive de oposição. Esse partido, que quer sobreviver de qualquer forma, só se afunda ainda mais na lama.

    • Entregador De Pizza disse:

      Ainda bem que existe o Google, caso contrário, como iria extrair essas bobagens que você escreve?!
      A leitura de um livro, já pensou?
      Um gibi, bula de remédio, etc.
      Alienado como você é, suas leituras devem se resumir no máximo, ao site tercalivre.

  7. Japa disse:

    PT nunca mais.
    Acabou!!

  8. aof disse:

    Tão apavorados. O cara apeou eles do poder pelo "gopi" das urnas. Bolsonaro 2022!

  9. CiÇO disse:

    Esse Ladravaz Luladrão,pensa que todo mundo é idiota,pensa que está falando para leva de metalurgico como faria na decada de 80,a máscara caiu,o povo acordou,o Brasil saiu das garras do PT….Bolsonaro 2022 no 1º Turno !!!!

  10. Edison Cunha disse:

    É por essas e outras que votarei no presidente Jair MESSIAS Bolsonaro em 2022.

Pais estão insatisfeitos com falta de datas para retorno de aulas presenciais no Núcleo de Educação da Infância – NEI/CAp/UFRN

(Foto: Trecho reproduzido)

Um leitor entrou em contato com o Blog para reclamar do Núcleo de Educação da Infância – CAp/UFRN, que não apresenta uma previsão de retornos das aulas presenciais. Ele diz que a insatisfação não está resumida ao seu caso. Outros pais também se queixam.

O leitor, que prefere ter a identidade preservada, é pai de um aluno no NEI, e se queixa desde as aulas remotas. “Aulas que iniciaram faz apenas dois meses, uma hora e meia por dia. Quando chega a ser duas horas é uma raridade”, diz.

O reclamante, por fim, questiona o  Núcleo de Educação da Infância – CAp/UFRN, que é composto por professores concursados e servidores da instituição. “Não querem voltar as aulas presenciais. Agora no final do mês os salários caem no bolso”, classificando o comunicado em destaque como “absurdo”.

 

(Foto: Trecho reproduzido)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Mayara disse:

    Me inclua fora dessa! Sou mãe de aluna da escola NEI-UFRN não concordo com o retorno das aulas nesse momento. Acompanho e participo ativamente das aulas remota e posso declarar que estou satisfeita.

  2. Gilberto disse:

    O MEC tem ministro? Porque ainda não vi nenhuma posição deste ministério para a volta as aula. Inclusive, gostaria que vc desse sua opinião BG. Ainda não vi nenhuma posição sua sobre a postura do MEC, que parece que nem existe.

  3. Adriana disse:

    Acompanho as aulas on-line do NEI e vejo uma grande dedicação e esforço dos professores e assistentes para manter as crianças estudando. Tem programação e atividades semanais e bem variadas, não falta atividade e as aulas duram em média 2 horas. Além disso o NEI está sempre em comunicação através de e-mails, reuniões e estão à disposição. Assim também são os professores, que ficam à disposição para tirar dúvidas mesmo após as aulas on-line. Não tenho o que reclamar, mas a elogiar. Trabalho em empresa privada e confio no NEI. Não acho seguro o retorno das aulas presenciais, neste momento. É o que penso.

  4. Christianne disse:

    Faltou também o Blog publicar a nota do NEI no IDEB, superando a média Nacional e, de longe, a média Estadual.
    Isso o Blog não mostra.

  5. Antonio Turci disse:

    Simplesmente vergonhoso o comportamento da UFRN. Nenhum pronunciamento do Reitor. A carruagem é grande,a preguiça impera. Mas no final do mês os docentes, cuja maioria ganha em média R$14 mil, recebem seus salários em dia. Setores de aulas e prédios estão fechados. Os professores que querem estudar em "suas' salas são proibidos de exercerem este direito. Isto é uma VERGONHA. E o Dr . José Daniel não dá a mínima. Decepção.

    • Nilza Pires disse:

      Onde o sr viu o salario dos funcionarios????

    • Angela disse:

      Prezado senhor, a título de informação, a UFRN é uma das melhores universidades do Nordeste e está entre as 10 maiores universidades do Brasil, segundo institutos de avaliação. Contempla 62 municípios com mais de 300 ações de extensão universitária e ainda 20 pólos presenciais de apoio a educação a distância: 13 localizados no Rio Grande do Norte e 7 em outros Estados: Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Tem 43.682 estudantes, 2.216 professores dos quais 1.553 são doutores, 3.013 técnicos-administrativos, ou seja, mais de 50 mil pessoas diretamente ligadas à instituição. São 276 cursos em BIOCIÊNCIAS, CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES, CIÊNCIAS DA SAÚDE, CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS, TECNOLOGIA, MÚSICA, NEUROCIÊNCIAS, TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. É considerada o mais importante motor para o desenvolvimento do Estado não só pela formação profissional, mas pelos projetos de pesquisa e extensão que atendem às necessidades de soluções para todas as regiões. Também criou programas e parcerias de alcance internacional, tais como: Instituto do Cérebro, Instituto Metrópole Digital, Instituto Internacional de Física, Núcleo de Petróleo e Energias Renováveis, Instituto de Medicina Tropical, Instituto Metrópole Digital,
      Instituto de Línguas, Literaturas e Culturas Modernas – ÁGORA, Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra. A UFRN coordena 3 institutos: Comunicação Sem Fio (INCT-CSF), Interface Cérebro-Máquina (INCEMAQ), em parceria com a Associação Alberto Santos Dumont para Apoio à Pesquisa (AASDAP), e Ciências do Espaço (INEspaço), em parceria com o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA). Coordena ainda 3 Hospitais Universitários com atendimento 100% SUS: HUOL, MEJC a capital e HUAB em Santa Cruz.
      Este é um breve panorama da maior Universidade pública e gratuita, do nosso Estado. Nós nos orgulhamos dela porque trabalhamos pelo bem das pessoas e pelo futuro do RN. A UFRN é um patrimônio de toda a população.
      Se puder, conheça melhor a UFRN. Espero que assim possa respeitar mais os servidores que lá trabalham.

  6. carlos disse:

    No próximo ano, o Reclamante tem a opção de matricular o filho em um local onde os professores não sejam "concursados e servidores da instituição“, e passar a pagar por uma mensalidade de uma escola privada.

  7. PASQUALINO BRASILEIRO disse:

    Não é apenas lá, o Marista, que já foi um exemplo de disciplina e moral, além exaltar o comunismo, agora também não quer voltar, mas sabe cobrar os pais. Aulas só em outubro, e olhe lá… para metade dos alunos.

    • Nilza Pires disse:

      Voce tem algum filho matriculado nesta escola ou só está passando recadinho?

  8. bolo preto disse:

    Concordo João.
    Td desculpa p n voltar ao trabalho eles arranjam
    qto mais pandemia, mais tempo em casa, shoppings, compras, praias, bares, comícios….
    " Quem não te conhece que te compre"
    fingem q " morrem de trabalhar"

  9. bolo preto disse:

    Funcionários Públicos, grana religiosamente em dia, e muito corpo mole para trabalhar.
    tão cedo vão retornar ….

    • Jr disse:

      Salvo engano foi o próprio governo federal, através do MEC que suspendeu até 31/12 as aulas presenciais nas universidades federais e o NEI faz parte dela. Reclamem do Presidente!

    • disse:

      Sou servidor público e, em nenhum momento desde o dia 18.03.2020 (quando saiu resolução para o isolamento) deixei de trabalhar. Consegui manter minha produtividade nesses meses, a despeito das limitações físicas e estruturais.
      Sobre os docentes não retornarem às aulas presenciais, o absurdo maior é de os alunos da UFRN não terem aulas e não se ver os mestres e doutores de lá ministrarem sequer um curso gratuito destinado à sociedade… tampouco realizarem com seus alunos de graduação aulas online (chegaram a perder o semestre e deixarem de ser formar no meio do ano… não acredito que esses docentes tenham perdido oportunidades de criar meios de palestrar ou outras formas de "se promover" (e receber por isso um extra, consequentemente)…
      Enquanto professores do IFRN protestam contra um reitor pro tempore, os alunos até pouco tempo estavam sem aulas… quer dizer que aquela instituição não dispõe de condições para gerar aulas em EaD ou online??? Mas os salários permaneceram em dia…

    • Angela disse:

      Os servidores públicos estão trabalhando com seus próprios recursos, equipamentos, energia, internet, impressoras, prestando contas semanalmente à chefia e cumprindo todos os compromissos dos planos de trabalho. Muitos estão trabalhando além do horário normal. A população deveria reconhecer que o trabalho dos servidores é importante para toda a sociedade. Centenas de pesquisas e projetos continuam sendo realizadas, inclusive contribuindo com as ações contra a pandemia. Por ex, a UFRN foi a primeira a produzir álcool em gel a baixo custo, máscaras, face shield. Atualmente, é responsável por 40% dos testes da covid realizados no RN e os hospitais universitários destinavam leitos de UTI para controlar a pandemia. Isso tudo é feito por servidores públicos que trabalham como sempre servindo à população, mesmo que alguns não enxerguem.

  10. Natalense disse:

    Um retorno presencial nesse momento de pandemia na educação infantil é um absurdo !!! Só sabe o que é um funcionamento de um centro de ensino infantil quem trabalha nele . Os pais que tem crianças deveriam se conscientizar e não querer esse retorno agora sem uma vacina . Vamos brincar , cuidar e ensinar as nossas maravilhosas crianças , mas em CASA.

  11. Joao disse:

    Pela UFRN, a volta às praias e à campanha política é imediata, mas aulas só em 2021

    • Nilza Pires disse:

      João, se voces está indo à praia , o problema é seu. Agora não venha falar pelas pessoas que nem conhece, taokei!

FOTOS: Em manifestação na manhã desta terça em Natal, pais participam do #AbramAsEscolas

Fotos: Cedidas

Pais, professores e gestores de escolas privadas realizaram uma manifestação nesta terça-feira(08), em frente à Prefeitura do Natal, pelo retorno das aulas presenciais.

O grupo alertou sobre os prejuízos provocados pelo fechamento do ambiente escolar, e reforçaram as medidas de proteção de acordo com protocolos de segurança sanitário em tempos de pandemia.

Ainda na manifestação, pais a favor da volta das aulas presenciais assinaram um manifesto que será encaminhado as autoridades responsáveis pela gestão no município.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Iza disse:

    Aqueles pais que não amam nossas crianças aula só em 2021.

  2. Wanessa disse:

    Praias lotadas, shoppings lotados, clubes lotados, igrejas abertas mas as escolas estão vazias porque o vírus só transmite na escola né?

  3. Salatiel disse:

    Parabéns a Governadora, aulas presenciais só próximo ano, medida racional.

  4. joao disse:

    O termo é correto.. pelo direito de escolha. Quem nao quiser, nao leva pra aula presencial: simples. Mas nao se deve proibir quem deseja levar sob controle sanitario… muitos daqueles que dizem nao, sao os mesmos que nos finais de semana vao pra casa de praia, bares, passeios etc, se aglomerar.

    • Cabo Silva disse:

      Direito de escolha você exerce no seu guarda-roupa… que cor vestir! Mas quando é saúde pública, não existe direito de escolha, BOVINO!!!!!!

  5. Tonho disse:

    Esse "guvernu" é híbrido

  6. Vergonha disse:

    A professora FÁTIMA GD nunca teve 1 aluno , é desde sempre vinculada a sindicato , NUNCA irão querer voltar ao trabalho, ganhando 💰sem trabalhar é bom demais

    • Dede Costa Gournnon disse:

      É você nunca passou numa calçada de uma escola, nem um texto simples sabe interpretar. Vá aprender a lê ignorante de pai, mãe e parteira.

    • Gustavo Fonseca disse:

      Dede, o correto é “vá aprender a ler..”! Hehehe

Pais e gestores de escolas privadas realizam manifestação na próxima terça em Natal pelo retorno das aulas presenciais

Foto: Divulgação

Pais e professores de escolas privadas realizarão uma manifestação nesta terça-feira(08) pelo retorno das aulas presenciais.

Na manifestação, o grupo alertará sobre os prejuízos provocados pelo fechamento do ambiente escolar, e reforçarão as medidas de proteção de acordo com protocolos de segurança sanitário em tempos de pandemia.

O grupo de pais, professores e administradores de escolas também pretende mostrar a possibilidade de aulas além do presencial, deixando a família optar também pelo funcionamento remoto, de acordo com as condições ou realidade de cada aluno.

A manifestação está programada para 09, em frente à Prefeitura do Natal.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Clel Oliveira disse:

    Acho importante dar ao usuário do serviço público e privado, o benefício da escolha. Duvido muito que os pais queiram o mal dos seus filhos, e acredito que cada um sabe o que é melhor para o seu. Partindo desse pressuposto quem não quiser o retorno às aulas deva respeitar a opinião de quem quer e vice-versa. A imposição da vontade de uns sobre os outros não é característico de uma democracia.

  2. Medeiros disse:

    Pois é! A polêmica toda gira em torno do dinheiro e não da saúde? Os pais que querem garantem que seus filhos não pegarão e não transmitirão ou não terão a forma mais grave? Ser pai ou mãe não é pra todo mundo, não é apenas procriar e colocá-los em depósitos enquanto trabalha.

  3. Márcia Guedes disse:

    As escolas vão se responsabilizar pelo contágio destes alunos???
    E os Pais como vão ficar com a consciência, quando virem seus filhos infectados…pensem bem nisso.

  4. Carlos alberto disse:

    Problema da volta aulas , é que as escolas estaduais e municipais n tem nada dos protocolos…ja escolas privadas estão todas equipadas c todos os protocolos.

  5. Rossana Carla disse:

    Os professores participarão do movimento? Eles são a favor do retorno às aulas presenciais? Nunca! Darão aulas por medo de serem demitidos. Quanta falta de empatia!!

  6. JAG disse:

    Quem é contra fique em casa, más não vale levar seus filhos para o parque do shopping nem as festas de aniversário, agora querer prejudicar quem precisa das escolas funcionando não, Respeite o direito de quem quer o retorno e se o estado não tem capacidade de retornar com suas escolas, admita e libere as que estão cumprindo o protocolo de segurança, fazer todos pagarem pela incompetência é que não pode.

  7. Antonio Turci disse:

    Pois é. Quem for contra fique em casa. Agora não vá à praia, bem ao supermercado, tranque o filho em casa……..

  8. Pedro junior disse:

    Eu estou contando os minutos para a volta as aulas e não venha com mimimi de vacina ou só o proximo ano.
    Fui domingo para o bigblue lá em Búzios e estava cheio de crianças brincando ai ali não pega o vírus.
    Hoje fui pegar o material do meu filho no colégio das neves e me senti seguro pelo que vi lá, carteiras separadas, muito álcool em gel.
    Agora se estão achando bom o desconto que as escolas estão dando para assistir uma aula sem futuro por uma tela deixe seu filho em casa e respeitem quem quer viver a vida pois o corona não vai acabar com a vacina e se é que vai ter vacina próximo ano.

  9. Marcos Felipe disse:

    Eita como tem pais querendo se livrar dos filhos e jogá-los sob a responsabilidade da escola.

    • pai revoltado disse:

      verdade pura. Educação melhor que existe é aquela dada por pais dedicados e responsaveis, porque escola mesmo, botem na cabeça de voces, só querem lucros e mais lucros, esses desespero p/ voltar nao é pq as escolas sao boazinhas com seus filhos nao, é pq elas querem o dinheiro de voces p/ lucrarem alto, pensa num serviço caro é anuidade de escola, um absurdo mesmo. Era p/ ser um serviço p/ quem tem vocação e amor, e nao p/ ficar rico, quer ficar rico, deveria procurar outro ramo de negocio, educação é coisa seria, né p/ ter como base principal o lucro nao. Por mim, essas escolas do ensino medio (as infantis nao), mas as do ensino medio deveriam ser todas rfechadas ou irem a falencia, pq dono de escola privada merece ser rico nao, merece é ser responsavel e dedicado, ter amor pelas crianças, aos lucros nao. Essas coisas nao se misturam! Lucros e crianças.

  10. Soraya disse:

    Aula ,só o próximo ano.

  11. AMAURY OLIVEIRA disse:

    Afinal, o que está em jogo: saúde pública ou assunto de interesse local?
    Se a questão versa sobre a saúde pública (art. 24, XII, CF), quem determina o retorno ou nãos das aulas é o governo do Estado. Se o entendimento é no sentido de um assunto sobre matéria local (art. 30, I, CF), quem determina o retorno ou nãos das aulas é a Prefeitura.
    Particularmente, sou favorável a manutenção das aulas remotas. Afinal, já estamos praticamente no fim do ano letivo.

  12. Cabo Silva disse:

    Basta ver a situação do Amazonas depois do início das aulas

    • M.D.R. disse:

      Totalmente contra, só com a VACINA.

    • George disse:

      Quem é contra, basta não mandar os filhos pras aulas, simples assim. E inclusive eu não mandarei o meu, mas tenho de respeitar o direito de quem quer fazê-lo.

    • H4CK3R disse:

      George, mas e quem tem a mãe professora? E quem tem o pai professor? Eles terão que ir! E os filhos estarão os aguardando em casa… pense em VC e nos outros, rapaz!

    • Tarcísio Eimar disse:

      Mas HACKER porque então o professor q não vai dar aula não fica em casa, não vai à praia, dá no mesmo. O professor em casa durante a semana e no final de semana é praia, shopping , locais onde existe a possibilidade de infecção. Eu não vejo diferença

    • George disse:

      H4CKER, se o professor não quer trabalhar, fique em casa… é ele quem decide se quer trabalhar ou não.
      Ele avalia o risco de pegar a doença versus o risco de perder o emprego, a decisão é dele, e não do governo.
      Eu não vou mandar meu filho para a escola neste ano, mas quem quer mandar eu tenho de compreender, cada um avalia seus riscos e tomam as suas decisões pessoais. Quem decide por minha família sou eu, e não um governante, sejam Fátimas ou Bozogados. Valeu!

Mesmo com grave crise econômica com pandemia, Brasil fecha 11 mil vagas formais em junho e surpreende o mercado, aponta Caged

Foto: CNN Brasil

Em junho, o Brasil fechou 10.984 vagas formais, com carteira de trabalho assinada. O número surpreendeu analistas de mercado, que apontavam para o fechamento de mais de 150 mil vagas em decorrência da grave crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Os dados foram divulgados pela secretaria especial de Previdência e Trabalho nesta terça-feira (28) e fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Tanto a equipe econômica do Itaú Unibanco como a do Bradesco esperavam um fechamento líquido (vagas abertas menos vagas fechadas) de 160 mil empregos no mês passado.

Mas, apesar do saldo negativo melhor que as projeções do mercado, o resultado foi o pior para esse mês do ano desde 2016.

O saldo de junho foi resultado da contratação de 895.460 trabalhadores com carteira assinada e da demissão de outros 906.444 pessoas.

Os deligamentos do mês passado recuaram 16% em relação a maio. Já as admissões avançaram 24%. Na comparação com o mês de abril, que foi o pior momento em termos de admissões na crise atual, junho registrou uma melhora de de 43% nas vagas abertas e redução de 41% nas demissões.

No primeiro semestre, o país perdeu 1.198.363 postos de trabalho, resultado de 6,718 milhões de contratações e de 7,917 milhões de demissões desde o início do ano.

No mês anterior, o número de empregos formais fechados no Brasil havia somado 331.901. O número foi o pior para os meses de maio em toda a série histórica do Caged.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gibira disse:

    Assim o Mito ganha no primeiro turno.

Febre dos aplicativos de entrega causada pela pandemia gera falta de motos no País

Foto: Ilustrativa

A pandemia do novo coronavírus gerou um inesperado desequilíbrio no mercado de motocicletas. A produção despencou, com a suspensão das atividades das fábricas para proteger funcionários do risco de contágio. A demanda por motos, porém, foi estimulada pelos serviços de entrega, que cresceram durante o período de isolamento social. Resultado: chegou a haver falta de motos no mercado, em especial os modelos mais baratos (de até 150 cilindradas), para atender à demanda crescente dos entregadores.

“Cresceu muito o transporte de malote de pequeno peso, de medicamentos, de alimentos. Mas não tem moto para vender, porque falta produção”, resumiu o presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Alarico Assumpção Júnior, ao Estadão/Broadcast.

A produção de motos, que está concentrada sobretudo em Manaus, teve um ritmo mensal médio de 92 mil unidades em 2019. Em abril deste ano, saíram das linhas de produção apenas 1,4 mil motocicletas; em maio, foram 14,6 mil, de acordo com dados da Abraciclo, entidade que representa o segmento de motocicletas e bicicletas.

Enquanto a produção ficou quase paralisada, cresceu muito o uso da motocicleta para fins profissionais. “A moto já era um veículo bem integrado à sociedade brasileira, com 25% de participação na frota circulante. Agora, passou a ser um instrumento que permitiu que grande parte das famílias conseguisse ficar em casa”, disse o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian.

Não houve uma explosão de venda de motos no País. O que ocorreu foi um desequilíbrio entre oferta e demanda por causa do corte radical da produção – as fábricas ficaram quase paradas em abril, enquanto produziram apenas um sexto da média de 2019 em maio. Em contrapartida, foram vendidas 28,8 mil motocicletas em abril; em maio, o total ficou em 28 mil.

Peso no bolso

Com o descompasso, os preços subiram. Em junho, as motos ficaram 1,12% mais caras em relação a maio, bem acima da inflação de 0,26%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), do IBGE.

Os motoboys sentem os efeitos da escassez de moto na prática. Wesley Amaro de Souza, 26 anos, comprou uma moto em abril por R$ 12 mil. “Meu primo, em dezembro, conseguiu comprar por algo em torno de R$ 10 mil. E uma semana depois de eu ter comprado a minha, um conhecido pagou R$ 13 mil pelo mesmo modelo”, relatou.

Wesley pretende colocar placa vermelha no veículo, para poder receber um pouco mais nos serviços. “Algumas empresas pedem a placa vermelha como requisito para o trabalho”, diz. Por causa de atrasos na prestação do serviço durante a pandemia, ainda não conseguiu fazer o emplacamento do veículo, o que o impede de rodar.

As entregas que tem feito por enquanto não são aquelas por aplicativo. Casado com uma fotógrafa, ele leva para os clientes da mulher os álbuns de fotografias – o que acaba reduzindo o custo do trabalho dela. “Eu tinha um emprego certo, mas, como não consegui a placa ainda, acabei perdendo a vaga.”

Normalização

Com a redução do registro de casos e de mortes na capital do Amazonas – que teve um dos maiores índices de infecção por covid-19 por total de habitantes do País –, o presidente da Abraciclo acredita que o mercado volte ao equilíbrio.

Os resultados do mês de junho já corroboram a visão de Fermanian. A produção atingiu 78 mil unidades, número bem mais próximo da média do ano passado e acima do total de vendas, que alcançou 45,5 mil unidades – uma alta de 57,1% em relação a maio, mas queda de 42,7% sobre o desempenho de junho do ano passado.

O representante da Abraciclo disse ainda que uma retomada mais forte do varejo vai colaborar para a ampliação das vendas de motocicletas no País nos próximos meses.

Estadão

NOVO NORMAL COMEÇA A GANHAR FEIÇÕES: Com home office, Banco do Brasil vai devolver 19 de 35 edifícios de escritórios no país

Foto: Junior Silgueiro/Gcom-MT

O coronavírus forçou mudanças mesmo nas empresas mais tradicionais do País. O Banco do Brasil resistiu por anos ao home office. No início de 2020, antes do início da pandemia de covid-19, a instituição financeira tinha um total de 257 pessoas de seus 93 mil trabalhadores trabalhando de casa (menos de 0,3%) Desde março, tudo mudou: o banco colocou 32 mil trabalhadores para trabalhar de casa. Agora, essa experiência em larga escala vai se traduzir em uma economia de R$ 1,7 bilhão em 12 anos, com a devolução de 19 de um total de 35 edifícios de escritórios que o BB hoje ocupa em sete Estados e no Distrito Federal.

De acordo com o vice-presidente corporativo do BB, Mauro Ribeiro Neto, o programa internamente apelidado de Flexy, que previa a modernização dos escritórios da instituição, estava sendo estruturado desde 2019, mas ganhou novo significado e mais velocidade durante a pandemia. O executivo diz que o banco, a exemplo de milhares de outras empresas, foi obrigado a testar o modelo remoto. A avaliação foi de que os resultados foram positivos e deixaram a proposta de transformação de espaços corporativos ainda mais ousada.

A redução de espaço será profunda e vai afetar as grandes áreas corporativas do BB – o Flexy, por ora, não está sendo aplicado a agências ou a pequenos escritórios espalhados pelo País. Do total de 5 milhões de metros quadrados de área locada do banco, 750 mil metros incluem escritórios de maior porte em Estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco, além do Distrito Federal. Com a aposta de longo prazo no home office, 38% desses espaços, ou 290 mil metros quadrados, serão devolvidos, segundo o executivo.

Restarão 16 grandes edifícios corporativos nessas localidades. “Vamos nos concentrar nas lajes de maior porte, que permitem uma aplicação maior do escritório de conceito aberto”, explica Ribeiro Neto. No redesenho dos espaços corporativos, o BB vai ficar mais parecido com os modelos associados a empresas de tecnologia: saem as estações de trabalho individuais e entram os espaços compartilhados; as salas de reunião ficam mais flexíveis, priorizando grupos menores; e o escritório ganha armários para que os funcionários guardem pertences pessoais, que devem ser levados para casa ao fim de cada expediente.

Por trás da mudança de perfil dos escritórios, que vai custar um total de R$ 500 milhões, deverá ser iniciada este ano e concluída em 2022, está também uma meta de economia: entre cortes de custos com aluguéis e manutenção, o BB prevê uma redução de gastos anual na casa de R$ 185 milhões. Em 12 anos, já descontados os valores gastos com a reforma, a economia não será nada desprezível: R$ 1,7 bilhão.

Muitas empresas estão buscando espaços mais flexíveis para o período pós-pandemia, uma vez que ficou claro que o home office é uma possibilidade a ser considerada. No BB, cerca de 30% dos trabalhadores – ou mais de 30 mil pessoas – vão continuar a atuar parcialmente de casa mesmo depois que a pandemia estiver controlada. “A medição de produtividade por permanência no escritório é coisa do passado. Precisamos deixar isso para trás”, diz o vice-presidente do banco.

Tendência

Segundo Fábio Maceira, presidente da JLL, companhia que administra espaços corporativos, as grandes empresas vão inevitavelmente repensar a função de seus escritórios no pós-pandemia. Tanto é assim que algumas companhias proprietárias de imóveis corporativos já começam a flexibilizar os contratos de aluguel para permitir permanências mais curtas. Muitos clientes, de acordo com o especialista, deverão optar por contratos mais flexíveis por algum tempo para medir com exatidão se precisam mesmo de todo o espaço que atualmente ocupam.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Correio Braziliense, com Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rodrigo disse:

    Essa pandemia trouxe a baila uma realidade que poderá mudar a estrutura do estado e das empresas, trabalhos em home office teremos condições desinchar a máquina administrativa do estado, reduzindo a folha, e todo o custo pesado da máquina, como pessoal, passagens aéreas, diárias, estruturas físicas, carros de representação, salários. Caso um gestor perceber as vantagens e tiver espírito público, revolucionará a forma de governar, e terá mais recursos para investir nas reais nescessidades do país, e assim desempenhar o real papel de estado.

  2. Raul disse:

    Dois setores vão sofrer muito no futuro próximo: o de lajes corporativas e os shoppings centers. Quem tem FI desse setor vai ter perda grande.

Caso de peste bubônica faz China elevar estado de alerta no norte do país

Foto: Getty Images via BBC

Autoridades na China aumentaram medidas de segurança sanitária depois que uma cidade na Mongólia Interior (região autônoma do país) confirmou um caso de peste bubônica.

De acordo com relatos de autoridades estatais, o paciente, um camponês da cidade de Bayannur, está em quarentena e em condição estável.

Autoridades decretaram nível três de alerta — que proíbe a caça e consumo de animais que poderiam estar com a praga e pede que as pessoas reportem casos suspeitos às autoridades.

A peste bubônica, uma das doenças mais temidas no passado, causada por uma infecção bacterial, ainda é letal, mas hoje é tratada com antibióticos comuns.

O novo caso foi reportado no sábado. Ainda não está claro como o paciente poderia ter se infectado.

Fatal, mas tratável

Casos de peste bubônica ocorrem de tempos em tempos pelo mundo.

Em Madagascar, houve um surto com 300 casos em 2017.

Em maio do ano passado, duas pessoas na Mongólia morreram da peste, que foi contraída após a ingestão de carne crua de marmota.

Uma autoridade da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Ulan Bator, capital da Mongólia, disse à BBC que a carne crua de marmota e os rins do animal são usados como remédio popular no país.

A marmota é portadora da bactéria da praga e está associada aos casos da praga no país. A caça da marmota é ilegal.

A peste bubônica é caracterizada por inchaço dos gânglios linfáticos. É difícil de se identificar a doença com muita antecedência porque os sintomas — geralmente parecidos com a gripe — costumam aparecer entre três e sete dias depois da infecção.

Mas é improvável que a peste bubônica — que foi chamada de peste negra — leve a uma nova epidemia.

“Ao contrário do século 14, nós agora temos uma compreensão de como essa doença é transmitida”, disse Shanti Kappagoda, médico da clínica Stanford Health Care, ao site Healthline.

“Nós sabemos como prevenir. Também sabemos como tratar pacientes que são infectados com antibióticos eficientes.”

No século 14, a peste negra matou cerca de 50 milhões de pessoas na África, Ásia e Europa.

O último grande surto em Londres ocorreu em 1665, dizimando cerca de um quinto da população da cidade. No século 19 houve outro surto na China e na Índia que matou mais de 12 milhões de pessoas.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Wilson disse:

    Parabéns, China!

  2. MAURICIO disse:

    NOTARAM? SEMPRE VEM DA CHINA

Pandemia vai afetar todas as áreas da educação no país, diz Inep

Foto: © Wilson Dias / Arquivo Agência Brasil

A crise gerada pela pandemia do coronavírus deverá atingir todas as áreas da educação, mas ainda é cedo para saber quais serão seus impactos. A constatação foi feita nesta quinta-feira (2) pelo pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Gustavo Henrique Moraes, durante apresentação do relatório do 3º Ciclo de Monitoramento das Metas do Plano Nacional de Educação/2020.

O impacto financeiro da crise no Ministério da Educação ( Mec) também foi admitido. “O MEC se enfraquece um pouco diante da questão fiscal que o Brasil vive”, reconheceu sem dar detalhes o presidente do Inep, Alexandre Lopes.

Metas

O PNE, como é conhecido, tem 20 metas que devem ser cumpridas 100% em um prazo de 10 anos , de 2014 a 2024. O relatório – que abrange os últimos dados de 2018 e 2019 – divulgado hoje aponta que dos 57 indicadores, apenas 13,4% tiveram a meta atingida.

“Percebe-se que 41 indicadores (73,21%) têm nível de alcance maior do que 50%, 28 indicadores (53,84%) têm nível maior do que 80% e 7 indicadores (13,46%) já chegaram à meta estabelecida. O nível médio de alcance está em 76,22%. Reconhecer esses números é rejeitar a compreensão simplista que afirma que tudo vai mal na educação brasileira; é reconhecer o esforço coletivo dos profissionais da educação que, mesmo que enfrentem adversidades, apostam na escola como o local da esperança e da transformação nacional”, ressalta o documento.

Os dados apresentados mostram ainda que apenas 31 de 37 indicadores usados no plano tiveram nível de execução inferior a 60%, mas 21% dos indicadores retrocederam. Sobre o desempenho do Plano, o presidente do Inep disse que, sozinho, o MEC não conseguirá executar todas as 20 metas do PNE até 2024 e lembrou a importância do envolvimento dos estados, municípios, universidades, institutos federais no cumprimento dos objetivos.

Adultos

O pior resultado do relatório diz respeito à meta que estipula que pelo menos 25% das matrículas na Educação de Jovens e Adultos seja integrada à educação profissional. “Aqui está nosso pior indicador: apenas 1,6% de matrículas de jovens adultos estão integradas à educação profissional”, destacou Gustavo Moraes.

Agência Brasil

FOTOS: Sobe para 10 o número de mortos no Sul do país após passagem de ‘ciclone bomba’

Foto: Divulgação/ Defesa Civil do RS

Subiu para dez o número de mortos no Sul do país após a passagem de um “ciclone bomba” com ventos de até 120 km/h na terça-feira (30). A defesa civil emitiu um alerta de que o fenômeno avança sobre o Sudeste nesta quarta (1º).

As chuvas e ventos fortes, causados pela formação do ciclone extratropical (ciclone bomba) derrubaram árvores e fizeram estragos em diversas cidades da região. O fenômeno atingiu mais fortemente o estado de Santa Catarina. Foram atingidos também municípios do Rio Grande do Sul e Paraná.

As vítimas identificadas, até o momento, são uma idosa de 78 anos na cidade de Chapecó, que foi atingida por uma árvore, um homem em Santo Amaro da Imperatriz, atingido por fios de alta tensão, e outro homem de 59 anos em Ilhota.

A cidade de Tijucas registrou três mortes, ainda não especificadas. Governador Celso Ramos, Itaiópolis e Rio dos Cedros também tiveram uma morte cada. E, em Brusque, há uma pessoa desaparecida.

No Rio Grande do Sul, um homem de 53 anos morreu soterrado em Nova Prata, na região serrana, durante temporal. Vanderlei Oliveira trabalhava em uma construção perto de um barranco quando houve um deslizamento.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, entre a terça e esta quarta-feira (1º) foram atendidas mais de 1,6 mil ocorrências em Santa Catarina relacionada ao fenômeno.

“Os trabalhos seguem em todas as regiões do estado, lembrando que seguimos com restrições no telefone 193, mas a população pode tentar [contato] pelo telefone fixo, ou os celulares de plantão. Pedimos para que os cidadãos mantenham a calma neste momento e fiquem em locais seguros”, informou a corporação, em nota.

O que é um ciclone bomba?

De acordo com o meteorologista da Climatempo André Madeira, o ciclone extratropical recebe esse apelido por causar uma queda de pressão em curto espaço de tempo.

Esse fenômeno pode causar ventos intensos e agitação marítima. No entanto, Madeira diz que a ocorrência é “relativamente comum” para essa época do ano.

“São relativamente comuns nesta época do ano, e ocorrem aqui, no litoral do país, na região Sul, principalmente entre maio e setembro. São áreas de baixa pressão que, geralmente, se formam associados à uma frente fria. Também há a possibilidade de neve na Serra Gaúcha na quinta-feira (2)”, disse.

Alerta

Os efeitos do ciclone bomba poderão atingir outros estados além da região sul do país, informou a Marinha nesta terça-feira (30).

De acordo com o comunicado, ventos de até 88 km/h podem chegar à faixa litorânea entre os estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, ao sul de Arraial do Cabo, até a noite desta quarta (1º).

Também há chance de ondas de três a quatro metros de altura em alto mar entre o Rio de Janeiro e a Bahia, ao sul de Caravelas, entre quarta e a manhã da sexta-feira (3).

O órgão também alerta que a aproximação de uma frente fria poderá provocar rajadas de vento de até 74 km/h na faixa ao norte de Arraial do Cabo até o sul de Guarapari, no Espírito Santo.

A Marinha pede aos navegantes que consultem o portal do Centro de Hidrografia antes de irem ao mar.

CNN Brasil

 

Quarentena ioiô pelo país será o ‘novo normal’ até pandemia ser controlada

Foto: Luciano Lanes / Prefeitura de Porto Alegre

O tão sonhado “novo normal”, quando todas as atividades econômicas são retomadas com segurança, pode, na verdade, ser uma “quarentena ioiô”. Pelo menos nos próximos meses. O recuo na flexibilização nas três capitais do Sul do país, Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS), além de cidades do interior paulista e do Nordeste, é um exemplo de que devemos nos habituar a conviver com o abre e fecha de acordo com a curva de contágio do novo coronavírus em cada região.

— Após três meses de pandemia, não há como manter tudo fechado. Os comitês científicos de cada cidade ou estado devem analisar os indicadores disponíveis, como a taxa de transmissão da doença, que deve ser abaixo de 1 — alerta a pneumologista Margareth Dalcomo, da Fiocruz.

Para o professor de Epidemiologia da Uerj e da UFRJ Guilherme Werneck, o abre e fecha já era previsto, mas ele critica algumas medidas tomadas de forma precipitada:

— Muitos não seguem o receituário indicado para a reabertura. Na primeira evidência de que há uma melhora, mandam abrir tudo. Mesmo quando há bons indicadores, é preciso esperar um pouco e ter a certeza de que há tendência de estabilidade. É mais seguro abrir de forma lenta.

Curitiba, por exemplo, viu a ocupação dos leitos de UTI aumentar de 49% para 85%, e o número de casos de Covid-19 triplicar somente no mês de junho. A prefeitura da capital paranaense havia autorizado a reabertura do comércio ainda em abril. Shoppings, igrejas, academias e bares puderam voltar a funcionar em maio. Mas já foram anunciadas novas medidas restritivas, e a secretária municipal de Saúde, Márcia Huçulak, chegou a afirmar na semana passada que a cidade poderia adotar um lockdown.

Porto Alegre, que chegou a relaxar as regras de distanciamento social com a reabertura do comércio, começou a determinar a volta de algumas restrições na semana passada, com o fechamento de vários setores. Diante do aumento do número de internações em UTIs — a taxa de ocupação é de 72% dos leitos —, a prefeitura publicou novo decreto, na madrugada de terça-feira, retomando o nível de isolamento vigente em março, com comércio, indústria e construção civil tendo que interromper novamente as atividades.

Prefeituras de cidades da Grande Florianópolis anunciaram nesta quarta-feira mais rigor nas restrições após o aumento dos casos. Além da capital, São José, Palhoça e Biguaçu publicaram decretos proibindo aglomerações e tornando obrigatório o uso de máscaras.

Juazeiro, na Bahia, flexibilizou a quarentena em 1º de junho, mas a taxa de ocupação de UTIs saltou de menos de 70% para 92%, o que levou a prefeitura a mandar, segunda-feira, que as lojas voltem a fechar, além de impor um toque de recolher das 20h às 5h.

Extra – O Globo

Saiba como cada estado está retomando as atividades econômicas no país

Foto: Maria Ana Krack/PMPA

No Brasil, cerca de três meses após o início da adoção de medidas de isolamento e restrições de circulação e de funcionamento do comércio adotadas pelos estado e o pelo Distrito Federal, a maior parte das unidades da federação, de acordo com levantamento feito pela Agência Brasil, começam a afrouxar as regras ou a pelo menos definir planos para a retomada gradual das atividades econômicas, mantendo medidas de isolamento social.

Pelo menos 17 estados e o Distrito Federal publicaram medidas que permitem a flexibilização das normas que foram adotadas inicialmente, discutindo com prefeituras uma retomada gradual, dependendo da situação de cada região. Em pelo menos 14 unidades da federação, essas medidas estão em vigor. Seis estados estão discutindo, mas ainda não têm planos de retomada oficialmente publicados. Alagoas, Bahia e Mato Grosso do Sul estão na fase final e devem publicar os planos em breve. Espírito Santo, Roraima e Mato Grosso discutem as medidas.

As medidas de flexibilização são controversas entre especialistas. Por um lado, a crise econômica enfrentada pelas unidades federativas leva a uma reabertura, por outro, há ainda, no país, um crescimento do número de casos e de mortes por covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Esta semana, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que o Brasil caminha para a estabilização e que precisa redobrar a cautela. O diretor executivo da OMS, Michael Ryan, alertou que uma estabilização pode se transformar em um aumento de casos, como visto em outros países.

De acordo com o balanço de sexta-feira (19) divulgado pelo Ministério da Saúde, o Brasil tem 1.032.913 pessoas infectadas pelo vírus e 48.954 mortes.

Veja abaixo o levantamento completo:

(mais…)

75% dos shoppings no país já reabriram

Na reabertura dos shoppings no Rio, placas indicam uso obrigatório de máscaras por clientes Foto: / Guito Moreto/Agência O Globo

O Brasil já tem 434 shoppings reabertos, o equivalente a 75% do total, em 157 municípios. Os dados são da Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce).

Em São Paulo, são 62 municípios com 170 shoppings reabertos.

No total, 17 shoppings em sete municípios reabriram e fecharam novamente.

No Sudeste, são 247 shoppings reabertos, sendo 170 emSão Paulo, 51 no Rio de Janeiro, 17 em Minas Gerais e nove no Espírito Santo.

Na Região Sul, são 91, sendo 32 no Rio Grande do Sul, 24 em Santa Catarina e 35 no Paraná.

No Centro-Oeste, são 43. O Distrito Federal tem 20, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, seis cada, e Goiás, 11.

No Nordeste, Bahia tem sete, Ceará, 15, Maranhão, 10 e Pernambuco, dois.

Na Região Norte, o Amazonas tem dez shoppings reabertos, o Pará tem sete e o Tocantins tem dois.

Guilherme Amado – Época

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Silva disse:

    Fátima ta acabando com o RN.
    Votei e me arrependi.
    É fraca.

  2. Observador RN disse:

    Enquanto isso o nosso sofrido RN está igual a cantiga da perua. É de pió a pió…

Rondônia tem melhor taxa de isolamento do país após governo endurecer medidas contra Covid-19; RN apenas em 10º

Gráfico mostra índice de isolamento social no país no domingo (7) — Foto: InLoco/Reprodução

O estado de Rondônia teve a melhor taxa de isolamento social do país no último domingo (7). De acordo com dados da empresa InLoco, que usa como base dados de localização dos celulares, o índice do estado foi de 55,18%. Em segundo lugar ficou o Acre, com 53,63%.

O crescimento repentino na taxa de isolamento se deve ao decreto do governo do estado, que endureceu o isolamento restritivo em Porto Velho e Candeias do Jamari. Desde o fim de semana, é proibido qualquer deslocamento em vias públicas fora das hipóteses apresentadas no documento assinado por Marcos Rocha. A restrição máxima tem objetivo de conter o avanço da pandemia do novo coronavírus.

Na sexta-feira (5), o G1 mostrou que Rondônia tinha registrado a pior taxa de isolamento (36,7%) desde março.

Por causa causa da baixa adesão do distanciamento social e do crescente aumento no número de casos da Covid-19, o governo publicou um decreto no mesmo dia para restringir a circulação de pessoas e mandou fechar os estabelecimentos não essenciais, incluindo a rodoviária de Porto Velho. Também se tornou obrigatória a apresentação de uma declaração de serviço essencial, para o trabalhador que precisar circular nas ruas (veja aqui os modelos).

Depois da publicação do decreto estadual, a taxa de isolamento social aumentou para 46,9% no sábado (6) e, no domingo (7), atingiu os 55,18%.

Apesar de ultrapassar os 50%, autoridades de saúde dizem que o índice recomendado de isolamento é acima de 70%, pois assim é possível reduzir gradativamente a propagação da Covid-19.

Isolamento restritivo

O Governo de Rondônia decretou isolamento social restritivo em Porto Velho e Candeias do Jamari até 14 de junho.

O decreto de isolamento social nas cidades leva em consideração a evolução epidemiológica da doença e a taxa de ocupação dos leitos de hospitais, públicos e privados. Porto Velho, por exemplo, continua com lotação máxima nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI’s) da rede pública de saúde.

De acordo com o documento, serão permitidas as seguintes atividades (públicas e privadas):

distribuição e a comercialização de gêneros alimentícios, tais como supermercados, atacarejos, açougues, padarias e estabelecimentos congêneres;

restaurantes, lanchonetes e congêneres somente por delivery;

assistência médico-hospitalar, ambulatorial e odontológica em hospitais, clínicas, laboratórios e demais estabelecimentos de saúde para consultas e procedimentos de urgência e emergência;

distribuição e a comercialização de medicamentos e de material médico-hospitalar;

serviços relativos ao tratamento e abastecimento de água, bem como os serviços de captação e tratamento de esgoto e lixo;

serviços relativos à geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, gás, água mineral e combustíveis;

serviços funerários;

serviços de telecomunicações, processamentos de dados, internet, de comunicação social e serviços postais;

segurança privada, segurança pública e sistema penitenciário;

serviços de manutenção de equipamentos hospitalares, conservação, cuidado e limpeza em ambientes privados e públicos em relação aos serviços essenciais;

fiscalização sanitária, ambiental e de defesa do consumidor, bem como fiscalização sobre alimentos e produtos de origem animal e vegetal;

locais de apoio aos caminhoneiros, a exemplo de restaurantes e pontos de parada e descanso, às margens de rodovias;

serviços de lavanderias;

clínicas, consultórios e hospitais veterinários somente para procedimentos de urgência e emergência;

borracharias, oficinas de veículos e caminhões;

autopeças no sistema de delivery;

serviços bancários e lotéricas;

floriculturas no sistema de delivery apenas nos dias 11 e 12 de junho;

atividades internas dos escritórios de contabilidade e advocacia, vedados quaisquer tipos de atendimento presencial, mesmo que com hora marcada;

trabalho doméstico, quando imprescindível para o bem-estar de crianças, idosos, pessoas enfermas ou incapazes, na ausência ou impossibilidade de que os cuidados sejam feitos pelos residentes no domicílio; e

atividades de saúde pública, assistência social e outras atividades governamentais para o enfrentamento da pandemia.

Durante o período de isolamento social restritivo, fica suspenso o funcionamento das rodoviárias de Porto Velho e Candeias. A decisão não afeta o aeroporto Governador Jorge Teixeira, em Porto Velho.

G1

 

Cloroquina: país negocia compra de 10 toneladas

Foto: Agência O GLOBO

O governo Bolsonaro insistirá no uso da cloroquina para combater o coronavírus e já programa com a Índia a compra de dez toneladas da matéria-prima para fazer o medicamento.

A informação foi confirmada à coluna por Carlos Wizard Martins, que será o número três do Ministério da Saúde, no comando da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. O custo estimado na aquisição é de 6 milhões de dólares, o que hoje equivale a R$ 30,3 milhões.

– Vamos apostar 100%, seguir e defender a cloroquina. Esperamos que, nos próximos 30 dias, possamos receber essa carga no Brasil”, disse Wizard, empresário e ex-dono da rede de escolas de idiomas Wizard.

Com O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Se nao matar muitos agora, no futuro teremos "alguns" com sequelas cardíacas e com problemas de fígado. Mas tdos são livres para se envenenarem…(nao por acaso é necessário assinar um termo ao aceitar o tratamento com essa droga).
    Já foi mais que provado q essa substância não melhora em nada quem está contaminado por Covid.

    • Ricardo disse:

      Discorra aí sobre a dosagem necessária para que esses efeitos apareçam.

  2. Patriotafiel disse:

    O Brasil deu de goleada no resto do mundo! Nosso presidente descobriu a cura, ja estavamos fabricando cloroquina pelo exercito, os EUA nos de 2mil comprimidos e agora ta vindo mais e em toneladas. Nosso presidente vai curar todo o Brasil, e depois vamos recuperar a economia vendendo cloroquina pra Europa, China, EUA e pro resto do mundo, e nessa hora como sempre digo, o mundo se curvará o nosso amadíssimo sr. Presidente Jair Messias Bolsonaro… É muita felicidade ver os comunistas lamentando. PT nunca foi estrela, a estrela é e sempre foi BOLSONARO!!!

  3. Minion de Peixeira disse:

    O teamvirus pira.

Mourão diz que “delinquentes” realizaram manifestações violentas nos últimos dias, critica imprensa e associação “irresponsável e desonesta” de Celso de Mello por protesto político

Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

Depois de defender que os militares eram os responsáveis por “mais uma vez” manter a estabilidade institucional do país, no domingo, dia de protestos contra e pró-governo em todo o país, o vice vice-presidente Hamilton Mourão chamou os manifestantes de “delinquentes ligados ao extremismo internacional”, fez críticas a um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e à imprensa ao analisar os atos do fim de semana.

 

Leia artigo na íntegra do Estadão:

A apresentação das últimas manifestações contrárias ao governo como democráticas constitui um abuso, por ferirem, literalmente, pessoas e o patrimônio público e privado, todos protegidos pela democracia. Imagens mostram o que delinquentes fizeram em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Registros da internet deixam claro quão umbilicalmente ligados estão ao extremismo internacional.

É um abuso esquecer quem são eles, bem como apresentá-los como contraparte dos apoiadores do governo na tentativa de transformá-los em manifestantes legítimos. Baderneiros são caso de polícia, não de política.

Portanto, não me dirijo a eles, sempre perdidos de armas na mão, os que em verdade devem ser conduzidos debaixo de vara às barras da lei. Dirijo-me aos que os usam, querendo fazê-los de arma política; aos que, por suas posições na sociedade, detêm responsabilidades institucionais.

Aonde querem chegar? A incendiar as ruas do País, como em 2013? A ensanguentá-las, como aconteceu em outros países? Isso pode servir para muita coisa, jamais para defender a democracia. E o País já aprendeu quanto custa esse erro.

A legítima defesa da democracia está fundada na prática existencial da tolerância e do diálogo. Nesse sentido, Thomas Jefferson, o defensor das liberdades que, como presidente eleito, rejuvenesceu a nascente democracia norte-americana em momento de aparente perda de seu elã igualitário, deixou-nos preciosa citação: “Toda diferença de opinião não é uma diferença de princípios”.

Uma sociedade que se organiza politicamente em Estado só pode tê-lo verdadeiramente a seu serviço se observar os princípios que regem sua vida pública. Cabe perguntar se é isso que estamos fazendo no Brasil.

É lícito usar crimes para defender a democracia? Qual ameaça às instituições no Brasil autoriza a ruptura da ordem legal e social? Por acaso se supõe que assim será feito algum tipo de justiça?

As cenas de violência, depredação e desrespeito que tomaram as manchetes e telas nestes dias não podem ser entendidas como manifestações em defesa da democracia, nem confundidas com outras legítimas, enquanto expressões de pensamento e dissenso, essenciais para o debate que a ela dá vida. Desde quando, vigendo normalmente, ela precisa ser defendida por faces mascaradas, roupas negras, palavras de ordem, barras de ferro e armas brancas?

Não é admissível que, a título de se contrapor a exageros retóricos impensadamente lançados contra as instituições do Congresso e do Supremo Tribunal Federal, assistamos a ações criminosas serem apoiadas por lideranças políticas e incensadas pela imprensa. A prosseguir a insensatez, poderá haver quem pense estar ocorrendo uma extrapolação das declarações do presidente da República ou de seus apoiadores para justificar ataques à institucionalidade do País.

Cabe ainda perguntar qual o sentido de trazer para o nosso país problemas e conflitos de outros povos e culturas. A formação da nossa sociedade, embora eivada de problemas contra os quais lutamos até hoje, marcadamente a desigualdade social e regional, não nos legou o ódio racial nem o gosto pela autocracia. Todo grande país tem seus problemas, proporcionais a seu tamanho, população, diversidade e complexidade. O Brasil também os tem, não precisa importá-los.

É forçar demais a mão associar mais um episódio de violência e racismo nos Estados Unidos à realidade brasileira. Como também tomar por modelo de protesto político a atuação de uma organização nascida do extremismo que dominou a Alemanha no pós-1.ª Guerra Mundial e a fez arrastar o mundo a outra guerra. Tal tipo de associação, praticada até por um ministro do STF no exercício do cargo, além de irresponsável, é intelectualmente desonesta.

Finalmente, é razoável comparar o regime político que se encerrou há mais de 35 anos com o momento que vivemos no País? Lendo as colunas de opinião, os comentários e até despachos de egrégias autoridades, tem-se a impressão de que sessentões e setentões nas redações e em gabinetes da República resolveram voltar aos seus anos dourados de agitação estudantil, marcados por passeatas de que eventualmente participaram e pelas barricadas em que sonharam estar.

Não há legislação de exceção em vigor no País, nem política, econômica ou social, nenhuma. As Forças Armadas, por mais malabarismo retórico que se tente, estão desvinculadas da política partidária, cumprindo rigorosamente seu papel constitucional. Militares da reserva, como cidadãos comuns, trabalham até para o governo, enquanto os da ativa se restringem a suas atividades profissionais, a serviço do Estado.

Se o País já enfrentava uma catástrofe fiscal herdada de administrações tomadas por ideologia, ineficiência e corrupção, agora, diante da social que se impôs com a pandemia, a necessidade de convergência em torno de uma agenda mínima de reformas e respostas é incomensuravelmente maior. Mas para isso é preciso refletir sobre o que está acontecendo no Brasil.

Quando a opinião se impõe aos princípios, todos perdem a razão. Em todos os sentidos.

Antonio Hamilton Martins Mourão – vice presidente da República

 

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tulii disse:

    Mourao CAGAO…SO ABRE A BOCA PRA FALAR BESTEIRAS….GOVERNO DE DEBILOIDES

  2. […] Mourão diz que “delinquentes” realizaram manifestações violentas nos últimos dias, critica i… […]

  3. Santos disse:

    Se a chapa for caçada, nem Mourão fica, por isso o tom desesperado. Fazer o que? Um cara preparado como um General deixar ser comandando por um subordinado, dá nisso.

  4. Cigano Lulu disse:

    Mourão é muito pior que o Capetão e, além de tudo, não tem voto. Porém, à medida que a crise se agrava, Mourão mais se sente como um cachorro amarrado numa corda de linguiça.

  5. Horacio P Cunha disse:

    Para bom entendedor meia palavra basta….
    Parabéns ao Vice Presidente…disse tudo…

  6. Carlos Henrique Chal disse:

    Não deve fazer apologia às violência, mas, quem mais incentiva estes comportamentos fora da ordem é o próprio "presidente" que quando abre a boca, tem um desarranjo verbal, ou seja, um cara que só fala em armar a população, ínsita todos para a guerra literalmente.
    Nós precisamos de um governo, que há dezoito meses ainda não assumiu sua posição de representante de uma Nação., Ainda não desceram do palanque, pelo contrário, já está armado para 22, mas, se Deus quiser o povo vai escolher um menos incompetente.
    Acorda Brasil.

  7. Daniel disse:

    Sábias palavras do Gal Morão, vice presidente da Republica, para pessoas inteligentes meia palavra basta!

  8. milton silva disse:

    Enalteceu valores desejados para o país transpor momentos tempestuosos e vencer diferenças profundas nas exacerbações indesejadas de grupo manobrado por pessoas, onde algumas, carregam o dever moral e intelectual de melhor conduzir os conflitos nacional de forma sensata e isenta de partidarismo.
    Mourão, mostrou-se profundo e prudente em sua análise enaltecedora por uma democracia plena.

  9. MOURÃO É A SOLUÇÃO disse:

    Os Generais vão puxar o tapete do capitão. Observem que o Ministro das Forças Armadas já está tendo reuniões com o STJ. Vamos aguardar os próximas ações da PF. É melhor já ir se acostumando com MOURÃO presidente da nação.

  10. Ricardo Borges disse:

    Jornalistas levaram bandeirada na cabeça, apanharam com tripe de câmera, receberam xingamentos e empurrões, os 300 de brasilia sairam com tochas de fogos e mascaras sinistras, levaram faixas pedindo fechamento das instituições e sabe o que o vice presidente falou? NADA! E facil dizer que ama a democracia quando so o seu grupo pode existir e ninguem mais.

  11. paulo disse:

    BG
    Parabéns General, disse tudo que precisa ser dito

  12. Minion alienado disse:

    Ser delinquente de extrema-direita pode, né!?