Bolsonaro assina MP que cria pensão vitalícia para crianças com microcefalia decorrentes do Zika

O presidente Bolsonado segura criança durante solenidade que garante pensão vitalícia para vítimas de microcefalia decorrente do vírus da zika Foto: Marcos Correa / Agência O Globo

O presidente Jair Bolsonaro assinou nessa quarta-feira uma Medida Provisória (MP) que institui a pensão especial vitalícia para crianças com microcefalia decorrente do vírus Zika , nascidas entre 2015 e 2018. O valor é de um salário mínimo.

Atualmente, 3.112 crianças com microcefalia recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), mas a cada dois anos precisa ser renovado para seguir sendo atendido. Além disso, o benefício é limitado a famílias com 1/4 de salário mínimo por integrante. Com a MP assinada nesta tarde, o pagamento passa a ser permanente e este limite de renda deixa de exigir.

A primeira-dama Michelle Bolsonaro participou do evento. O ministro da Cidadania, Osmar Terra, atribuiu a ela o ato do presidente. Terra disse que a medida dá segurança às famílias e melhora a condição de vidas das vítimas do Zika Vírus, uma vez que os pais poderão aumentar a renda.

— Onde ela (Michelle) bota a mão, o presidente ouve — disse o ministro.

As famílias deverão requerer a pensão especial no Instituto Nacional de Segurança Social (INSS). Elas, porém, deverão abrir mão do BPC. A MP entra em vigor imediatamente, mas precisa ser votada em até 120 dias pelo Congresso.

Em seu discurso, Bolsonaro fez um apelo para que senadores e deputados não alterem o texto. Sem entrar em detalhes, o preisidente pediu que os parlamentares não façam “demagogia” para que ele não incorra em crime de responsabilidade. Auxiliares afirmaram que o temor é que o Congresso possam querem estender a pensão especial para outros casos.

— Peço aos deputados e senadores que não alteram essa MP, não façam demagogia, já que não tiveram competência ou caráter em governos anteriores. Caso contrário, serei obrigado a vetar essa medida porque eu não posso incorrer em crime de responsabilidade e me submeter sim a um processo de impeachment — pontuou.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. mito disse:

    Eita, agora vai ter criatório do mosquito da Zika, com picadas abaixo do preço para as grávidas.

  2. Jailson Dias disse:

    Não me considero de "esquerda" nem de " direita". Voto no que considero melhor para o país. Desse modo, crítico quando é cabível, mas também elogio quando a conduta é nobre.
    Essa atitude é digna de louvor!!!

  3. Cigano Lulu disse:

    Bolsonaro é humano, a seu jeito; eu também sou humano, do meu jeito. Só bato na bundinha da minha égua Adelaide porque ela me implora chorando, e aí eu não resisto.

Conheça as diferenças entre os sintomas de dengue, gripe, febre amarela, zika e chikungunya

Foto: Thinkstock

Os sintomas iniciais de febre amarela, dengue, gripe, zika e chikungunya são comuns a várias doenças infecciosas causadas por vírus, como dor no corpo, dor de cabeça e dor nas juntas. Mas a partir do segundo ou terceiro dia, o vírus procura os órgãos pelos quais tem afinidade e então os sintomas de cada doença se tornam mais característicos.

A febre amarela, provocada pela picada dos mosquitos Haemagogus ou Sabethes (foto), que habitam região de mata, causa sintomas como febre com calafrio, dor de cabeça, dores musculares, mal estar e cansaço. A partir do terceiro dia, a maioria das pessoas já começa a apresentar melhora. No entanto, 15% desenvolvem complicações, entre elas hepatite e alteração do funcionamento dos rins e do coração, que podem levar à morte.

Dengue, zika e chikungunya são doenças transmitidas pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes aegypti. Diferentemente dos mosquitos Haemagogus ou Sabethes, o Aedes aegypti vive no meio urbano e se prolifera em locais com água parada, como base de vasos (foto). Exames de sangue já são capazes de fornecer diagnósticos precisos de cada doença. Entre essas doenças, já existe vacina apenas para dengue, mas de eficácia ainda não totalmente comprovada.

Existem dois tipos mais comuns de dengue: a dengue clássica e a hemorrágica. A clássica tem sintomas similares à gripe como febre alta (em torno de 40 graus), dor de cabeça, dor nas articulações, dor atrás dos olhos, dores musculares, prostração, vermelhidão no corpo e coceira. Os sintomas regridem a partir do sétimo dia, mas a fraqueza perdura por algumas semanas. Já a hemorrágica apresenta, inicialmente, os mesmos sintomas da clássica, porém, após o terceiro dia, surgem os sinais de hemorragia, como sangramento da gengiva, do nariz e rompimentos superficiais da pele.

Em 80% dos casos, a zika não tem sintomas. Os sinais da doença geralmente são semelhantes ao de uma virose ou da dengue, porém menos agressivos. São eles: febre em torno de 38 graus, aumento dos gânglios linfáticos, dor de cabeça, dor nas articulações, erupção cutânea com coceira, fotofobia, conjuntivite, diarreia, náuseas e cansaço, que desaparecem em sete dias. Estudos comprovaram a relação da zika com a microcefalia em bebês gerados por mães que contraíram a doença na gravidez. A zika também está relacionada à Síndrome de Guillain-Barré, inflamação dos nervos periféricos que resulta em fraqueza muscular e paralisia, em geral, de forma temporária .

Assim como a dengue e a zika, a chikungunya causa febre alta, dor de cabeça, dores musculares, conjuntivite, náuseas, vômitos e vermelhidão pelo corpo. O predominante são as dores articulares, que afetam simetricamente diversas juntas e são debilitantes. O quadro evolui para cura em dez dias. A doença, em geral, não mata, mas provoca dores articulares crônicas – para a vida toda.

Já a gripe não é transmitida por mosquito, mas sim pelo contato entre uma pessoa gripada e outra saudável por meio de gotículas no ar ou pelo aperto de mão, por exemplo. A principal característica que difere a gripe da febre amarela, dengue, zika e chikungunya é a presença de secreção (catarro). Sintomas como dor de garganta e tosse são típicos da gripe e não das demais doença.

Com informações do R7 Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Geysa disse:

    Parabéns pelo blog! Excelente.

Vírus mais perigoso que zika para grávidas é identificado, diz estudo

O mosquito Aedes aegypti é transmissor da zika e também da febre do Rift Valley. Foto: Pexels

Uma outra doença transmitida pelo Aedes aegypti, a febre do Rift Valley, comprovou-se ser ainda mais prejudicial às grávidas do que a zika, segundo um estudo da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, publicado na revista científica Science Advances.

A febre do Rift Valley também pode ser transmitida pelo Cúlex, o mosquito doméstico, e até o momento a circulação do vírus se restringe ao continente africano e ao Oriente Médio.

Mas, segundo o infectologista Artur Timermann, presidente da Sociedade Brasileira de Arborivores (SBA), existe risco de a doença chegar ao Brasil.

Atualmente, a febre do Vale do Rift ocorre principalmente na pecuária da África subsaariana, onde em 90% dos casos leva ao aborto espontâneo do rebanho contaminado. Há casos também em humanos. Os sintomas lembram uma gripe, além de gerar graves problemas ao fígado.

No ano 2000, a doença infectou mais de 100 mil pessoas na Arábia Saudita, levando ao menos a 700 mortes, segundo o jornal norte-americano The New York Times.

Como se trata de um vírus transmitido por um mosquito também disseminado em outros continentes, como Américas e Europa, existe uma preocupação de que ele se expanda rapidamente, de acordo com o jornal.

Não há vacina ou tratamento para a febre do Vale do Rift. A Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu a doença como de grande potencial de emergência de saúde pública, segundo o jornal.

Como os sintomas da doença são inespecíficos, muitos casos de anomalias e de natimortos podem não ter sido notificados, segundo o The New York Times.

No estudo com camundongos, 65% dos filhotes nascidos de mães infectadas morreram. Cada mãe infectada perdeu ao menos um filhote e todos os filhos das mães infectadas contraíram o vírus.

Camundongos prenhes também foram mais suscetíveis à morte por febre do Vale do Rift do que animais não prenhes.

Para os pesquisadores, o mais surpreendente foi que as placentas de mães infectadas abrigaram mais vírus do que qualquer outro tecido do corpo, até mesmo que o fígado, onde o vírus costuma causar danos.

Testes em tecido placentário humano mostraram que, diferentemente do vírus zika, o vírus da febre do Vale do Rift tem uma capacidade única de infectar a camada de células da placenta por onde nutrientes fluem, de acordo com o estudo.

R7

 

Estudo indica que zika pode provocar infertilidade em homens

Um novo estudo, promovido pelo Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo, sugere que a infecção pelo vírus Zika também possa trazer complicações para os homens. Segundo a pesquisa, liderada pela infectologista Vivian Avelino-Silva, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o zika pode causar infertilidade.

Quatorze homens infectados pelo vírus em 2016 participaram do estudo. Cinco deles fizeram o exame de espermograma e, em quatro, os resultados ficaram fora dos parâmetros de normalidade estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Observamos que, dentre os cinco homens em que fizemos a coleta de sêmen, quatro tinham o valor fora do normal, considerando a normalidade com referência da OMS. Isso sugere que pode existir um efeito de infecção por Zika que a gente ainda não conhecia, que é uma alteração prolongada, talvez até permanente, de infertilidade entre os homens”, disse Vivian em entrevista à Agência Brasil.

O estudo não é conclusivo e aponta a necessidade de que novas pesquisas sejam feitas. A pesquisadora destacou que a amostra era pequena e que a equipe não tinha exames desses cinco homens antes da infecção para comprovar que a alteração foi feita pelo zika.

“Não conseguimos provar, mas já existem estudos em animais que sugerem resultados semelhantes. Por isso achamos que o resultado é importante para que seja feito um estudo com um número maior de homens”, ressaltou a pesquisadora do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias.

Agência Brasil

 

Sesap realiza coletiva nesta quinta para falar de casos de microcefalia, dengue, zika, chikungunya e gripe H1N1 no RN

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) realiza na tarde desta quinta-feira (31) uma coletiva de imprensa, às 15h, na Sala de Situação (7° andar – Av. Deodoro da Fonseca, 730, Centro) para tratar dos casos de microcefalia, dengue, zika, chikungunya e gripe H1N1 no Rio Grande do Norte.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nice disse:

    Se não houvesse tamanhos desvios das verbas, e diminuíssem os salários dos marajás com apelidos de políticos…a saúde, a educação e segurança, seriam bemmmmmm melhores..Isso é fato!!!!

Saúde confirma 5,4% dos casos notificados de dengue no RN

aedes-aegyptiA Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) confirmou, até o momento, 5,24% dos casos notificados de dengue até o momento. No mais recente relatório divulgado pelo Núcleo Estadual de Vigilância das Arboviroses da secretaria, constam 1.025 confirmações, entre os 19.546 casos notificados.

Num comparativo com o ano de 2015, as notificações de 2016 estão acima 142,60% até o momento. Os números da semana epidemiológica 10 apontam para 5 casos de dengue grave, 545 inconclusivos e 486 descartados. A Sesap confirmou 2 óbitos por dengue grave este ano e investiga 31.

Com relação à febre transmitida pelo zika vírus, foram confirmados 7 casos, dos 1.396 notificados. No ano anterior foram notificados 177 casos e nenhum confirmado. A semana epidemiológica 10 relata 20 casos confirmados de chikungunya dos 1.151 notificados. Em 2015 foram 3.045 notificações.

Diante da situação, a secretaria vem intensificando as ações e estratégias de combate ao aedes aegyptae, vetor transmissor das doenças. Os aplicativos Observatório da Dengue, desenvolvido em parceria com a UFRN, e o Aedes na mira estão colaborando para que a população denuncie focos do mosquito. Na Sala de Situação, instalada no 7º andar da Sede da Sesap, uma equipe multidisciplinar recebe as denúncias e as encaminha para os municípios correspondentes, numa ação permanente de monitoramento.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo disse:

    Você sabia? Natal vive a maior epidemia de dengue desde 2008, já são 4068 casos notificados até a 10º semana de 2016 (12/03) , ai não estão inclusos as notificações de Chicungunya e Zika virus. Com relação a 2015 houve aumento de 268% no numero de casos notificados, no mesmo período de 2015 foram 1518. Comparando com o mesmo período de anos anteriores a situação fica ainda mais critica: 2011: 664 , 2012: 897,
    2013: 356 , 2014: 545
    A prefeitura de Natal realizou um concurso publico para o cargo de Agente de combate a endemias em 2014, foram oferecidas 265 vagas para substituir 134 agentes que trabalhavam em regime de contrato de trabalho. Até o momento foram convocados 114 aprovados, 111+3 PNE, sendo que segundo informações internas nem metade desses convocados estão trabalhando diretamente no combate ao mosquitos nas ruas e residências, foram locados no Centro de zoonozes. Desse modo existe um déficit enorme no numero de agentes de combate a endemias nas ruas, isso se traduz na situação crítica de epidemia que a cidade enfrenta, tenho certeza que você conhece pelo menos meia dúzia de pessoas que já contraiu o vírus nas últimas semanas.
    É lógico que a maior responsabilidade é da população, já que 80% dos focos do mosquitos estão nas residências, dessa forma sâo muito importante sim as campanhas de conscientização que a prefeitura realiza, como entrega de panfletos, mutirões, propagandas na tv, rádio e internet, porém a ferramenta mais importante ao meu ver são mais pessoas nas ruas destruindo os focos do mosquito.
    Já fomos avisados pela prefeitura que não haverá convocação de nenhum aprovado esse ano, o que me causa muita preocupação , pois nem chegamos ainda no período chuvoso, estamos ainda na metade do terceiro mês do ano e já temos mais da metade do numero de notificações de todo 2015, 7.779. Triste saber que o poder público não dá pra saúde(vigilância epidemiológica) a mesma atenção que dá pra outras áreas. Há uma necessidade urgente de convocação de todos os 151 aprovados restantes, não estamos pedindo um favor pra gente e sim pra população!
    ‪#‎ConvocaçãoJá‬ ‪#‎TodosContraoAedes‬

Audiência discute combate ao zika e assistência a bebês com microcefalia

unnamed (2)Os riscos do zika vírus e o combate ao mosquito Aedes Aegypit foram temas de discussão na tarde desta segunda-feira (14), na Assembleia Legislativa. Por iniciativa do deputado Carlos Augusto Maia (PT do B), o Legislativo reuniu parlamentares e representantes do Poder Público para tratar sobre o problema no Rio Grande do Norte. Para os participantes, é necessária a conscientização da população sobre os riscos, ações diretas por parte dos potiguares e um trabalho para se acabar com a
subnotifcação de casos.

De acordo com a coordenadora de Promoção à Saúde da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte, Cláudia Frederico, o estado já tem 373 casos de microcefalia com suspeita de associação ao zika vírus, transmitido através do Aedes Aegypit. O trabalho de monitoramento tanto sobre os focos de Aedes quanto dos casos de microcefalia, de acordo com ela, dependem da interação do estado com os municípios, mas os dados ainda não são repassados de maneira satisfatória.

“Há um problema sério de subnotificações e buscamos os dados com os gestores nos municípios diuturnamente. Para se fazer a saúde, a parte administrativa e de gestão é fundamental. Sem informação, sem dados, é difícil se trabalhar”, reclamou Cláudia Frederico.

Para minimizar os casos de subnotificações, a maternidade Januário Cicco busca o cruzamento de dados com outros hospitais universitários do país. Na área tecnológica, aplicativos para telefones celulares e tablets também são usados como meio para interação e monitoramento junto à população. Com os dados, é possível. inclusive, faze o planejamento para melhoria dos atendimentos de mulheres que têm o risco de darem à luz crianças com microcefalia.

“Fazemos o monitoramento porque é uma forma também de direcionarmos melhor nossas ações em prol da vida e saúde dessas mulheres e desses bebês”, explicou o diretor da Januário Cicco, Kleber Morais.

Além dos problemas de monitoramento, os investimentos na área de Saúde também foram alvos da discussão. O deputado Ricardo Motta (PSB) cobrou a ampliação dos atendimentos com a construção de um hospital voltado para a mulher em Natal, que atenderia todo o Rio Grande do Norte. O pedido, de acordo com o parlamentar, foi encaminhado ao governador Robinson Faria (PSD) e ao secretário de Saúde, Ricardo Lagreca. Por outro lado, os recursos federais voltados à área foram foco do Ministério Público.

A promotora Iara Pinheiro solicitou que o deputado Rafael Motta (PSB), que estava presente à reunião, trabalhasse junto à bancada potiguar e demais deputados do país para evitar que um veto à Lei de Diretrizes Orçamentárias resultasse no contingenciamento de R$ 11 bilhões para a área de Saúde. Segundo ela, é necessário o trabalho para que o veto seja derrubado e outros recursos voltados à prevenção de casos de zika sejam liberados.

“A Câmara Federal deve derrubar esse veto. É um direito e uma obrigação. E também deve se apropriar da questão (prevenção ao zika) e cobrar do Ministério de Desenvolvimento Social a compra de repelentes às mulheres grávidas que são beneficiadas pelo Bolsa Família. Há R$ 300 milhões para este fim e não vemos essa distribuição”, cobrou a promotora.

Em resposta ao pedido da promotora, o deputado Rafael Motta garantiu que é importante que ocorra a conscientização da população e que o Governo Federal atue no combate ao mosquito transmissor, assim como na ajuda à prevenção de contaminação por parte das gestantes.

“Promotora, com toda certeza, votaremos pela derrubada deste veto. Em um momento como esse não podemos contigenciar recursos para a área de Saúde”, disse o deputado.

Propositor da audiência, Carlos Augusto Maia (PT do B) comemorou o nível do debate travado na Casa, que também contou com a participação de profissionais que atuam na área de saúde da sociedade civil organizada. Para o parlamentar, ainda há muito o que se discutir sobre essa questão e é imperativo que a população e também os municípios tomem consciência para contribuir com o combate ao mosquito.

“Ainda há muito desconhecimento, falta de informações e queremos usar nosso mandato aqui na Assembleia no sentido de disseminar informações corretas sobre o zika vírus e a microcefalia, além de propor políticas públicas para a reabilitação das crianças vítimas da microcefalia. Queremos engajar os diversos segmentos da sociedade e minimizar os impactos desse vírus na Saúde pública do Rio Grande do Norte, que está preocupado com a situação. Precisamos unir forças e estreitar os laços para conseguir os objetivos”, disse o deputado.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Vasconcelos disse:

    Façam um teste: entrem em contato com qualquer endereço eletrônico ou telefone indicado pelo governo, para denúncia de áreas de risco. Eu tentei e… nada! Parece piada. Essas reuniões só servem para divulgação na mídia. Na prática, não está sendo feito nada de efetivo.

[VÍDEO] Prefeitura de Parnamirim comprou 10 mil camisas que matam o mosquito da dengue; faltou só o certificado de garantia

Polêmica grande em Parnamirim com a compra de um Kit de prevenção contra o Aedes Aegypti.

Na sessão da Câmara Municipal nesta terça-feira 8, o vereador Antônio Batista, do PMDB, garantiu que Parnamirim já possui um sistema de prevenção à picada do mosquito Aedes aegypti: uma camisa que pode ser lavada 30 vezes que, ainda assim, protege as pessoas e ainda mata o inseto. De acordo com ele, a camisa faz parte de um kit que será entregue aos alunos da rede municipal.

Pra contextualizar, essas camisas fazem parte de um lote de 10 mil camisas comprados pela Prefeitura de Parnamirim que afastam o mosquito. Mas, pelo visto, faltou o certificado de garantia de que a vestimenta realmente funciona.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Roberto Carlos disse:

    Homi, seu minino! O ex-Prefeito Agnelo, deve tá se bulino todim no túmulo!
    Não porquê ele fosse um exemplo de correção; mas sim, porquê num teve essa idéia quando foi Prefeito!
    E tá agora vendo, lá d.. ……. … ……..! O vereador Batista "Grande Sumidade" defendendo essa grande solução, para o fim definitivo da Dengue, Chicungunha e Zica; em todo o mundo.
    O melhor de todo, foi ver a cara dos edis, Parnamirinenses, frente a esse absurdo.

  2. Val Lima disse:

    Rapaz não tenha dúvida !!! Essa vai parar no Fantástico da Rede Globo….kkkkk

  3. entediado disse:

    bota camisinha contra picadura de mosquito.

  4. João Alcantara de Melo disse:

    Absurdo! Não sei como a população de Parnamirim elege uma criatura dessas. Não sabe nem falar direito. Absurdo!!!! O bom é que essa camisa não só repele, mas mata o mosquito! Kkkkkkkkkkk meu Deus! Estamos perdidos, a PresidentA diz que A mosquita é que pica, aí vem um vereador desse e sai com essa explicação para o absurdo gasto de 800 mil reais em 10 mil camisas e 10 mil revistas… Não seria melhor investir esse dinheiro em ações de combate ao mosquito. Ministério público não atua em Parnamirim Pq tem muitos interesses na prefeitura!!!! Acorda PARNAMIRIM.

  5. Suely Roriz Pantoja disse:

    Era so o que faltava!

  6. Laís disse:

    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Não têm mais o que inventar essa prefeitura! DESESPERADOS ??????

  7. FDP disse:

    Isso é só mais uma, vai lá na Secretaria de Trânsito e vê onde está sendo feito esse "monitoramento", deve ser no mesmo lugar onde foi parar o dinheiro dessas camisas.
    Prefeitura instala câmeras de monitoramento no litoral
    http://www.parnamirim.rn.gov.br/newsItem.jsp?p=3407

  8. Francisco de Assis Xavier disse:

    Bruno, uma pergunta, porque até hoje o MPRN não atua contra a Prefeitura de Parnamirim? já existe varios motivos para atuar e nada faz, estão todos na mão do Prefeito

  9. Verdade seja dita disse:

    Conta outra que já estou quase dormindo.

  10. Márcio Macedo disse:

    Só pode ser uma brincadeira do vereador. Kkkkkkkk

  11. lima disse:

    Piada, já vi de tudo na vida.

Casais devem usar camisinha para prevenir infecção por zika?

A França e os Estados Unidos disseram ter encontrado casos de transmissão sexual pelo vírus da zika. Isso significa que você deve usar camisinha com o seu parceiro para evitar infecção e a transmissão do vírus?

Na conferência de imprensa realizada nesta quarta-feira (2) na sede da Opas (Organização Pan-americana de Saúde), em Washington (EUA), o diretor do Departamento de Doenças Transmissíveis e Análise de Saúde da entidade, Marcos Espinal, reafirmou as recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde) e da Opas de que as mulheres grávidas devem usar camisinha para evitar infecção pelo zika. “Mas, respeitamos as decisões dos países”, afirmou Espinal, fazendo referência ao Brasil, que não recomenda formalmente esse tipo de prevenção para todos os casais.

O coordenador do Centro de Relações Internacionais em Saúde da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Paulo Buss, afirmou que o país não dá essa ênfase ao tema, mas não descartou a recomendação. “Isso (a transmissão sexual) é uma possibilidade, mas o casal é quem decide se vai usar camisinha ou não”, afirmou. Buss disse, no entanto, que se a mulher está grávida e o parceiro claramente tem sinais da doença, “é lógico que eles usem camisinha”.

Segundo ele, ainda não há informações suficientes sobre a transmissão sexual para que o Ministério da Saúde recomende formalmente o uso da camisinha como forma de prevenção à transmissão do vírus. “Com as investigações, talvez vamos ter condições de em alguns meses ter uma resposta mais firme para fazer recomendações à população”, disse, reforçando que a principal arma contra a zika é o controle do mosquito e a proteção individual.

O Brasil não emitiu recomendação para que casais evitem a gravidez, por isso, com a falta de estudos que comprovem a transmissão sexual da zika, também não aconselha o uso obrigatório de camisinha. Mas, o Ministério segue a recomendação de utilizar preservativo em todas as relações sexuais para prevenir doenças sexualmente transmissíveis.

A recomendação já está valendo nos EUA

Sem dados concretos é complicado estabelecer uma recomendação formal, isso porque, segundo Lyle Petersen, diretor da Divisão de Doenças Transmitidas por Vetores do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), no caso dos países com forte presença do Aedes aegypti e surtos de zika, como acontece no Brasil, é muito difícil saber se a transmissão se deu pelo mosquito ou por via sexual.

No caso dos EUA, o país já recomenda o uso do preservativo. O CDC afirma que se a grávida tiver sexo “vaginal, anal ou oral”, o casal deve usar camisinha da forma correta durante a gravidez. “No nosso caso, não há muita transmissão de doenças via mosquito, porque estamos no inverno. Isso acontece na Europa também. Por isso, aconselhamos que viajantes (que foram para áreas afetadas pela zika) usem camisinha. Mas, ainda não temos dados suficientes, porque simplesmente ainda não existem resultados de pesquisas sobre o tema”, afirmou Petersen.

Fonte: UOL

Cientistas tentam combater zika com radiação

aedesUma experiência que já permitiu erradicar outros insetos, como a mosca da fruta em regiões da Argentina e da África do Sul e a mosca do melão em Okinawa, no Japão, começa a ser testada no Aedes aegypti, mosquito vetor de doenças como zika vírus, dengue e chikungunya. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), responsável pelo experimento, planeja esterilizar, através de radiação, mosquitos machos como forma de diminuir a quantidade de insetos. Mosquitos provenientes do Brasil, Indonésia e Tailândia já foram enviados ao laboratório da AIEA em Seibersdorf, 35 quilômetros ao sul de Viena, Aústria.
A experiência funciona da seguinte forma: os machos esterilizados, mas ainda ávidos de sexo, são soltos em zonas específicas com a missão de seduzir as fêmeas. A cópula, infértil, leva então a um processo natural de extinção. “É como uma forma de planejamento familiar para insetos”, explicou Jorge Heindrich, chefe da divisão para o controle de insetos parasitas do organismo, que lidera um grupo de cientistas de vários países.
Apesar de ser bem sucedida no passado, a experiência ainda enfrenta dificuldade. Primeira porque é preciso separar as fêmeas dos machos, que precisam ser esterilizados com o uso da radiação quando estão em um estado larvário. Para consegui-lo, os especialistas da AIEA trabalham em um processo há vários anos utilizando cobalto 60 ou raios X. Outro questionamento é se os machos “tratados” do Aedes serão suficientemente fortes para competir com os insetos selvagens para atrair a fêmea.
“Temos demonstrado que a técnica é eficaz em pequena escala: podemos atuar na periferia de uma cidade, quiçá até em uma localidade de 250.000 pessoas. Agora temos que ampliar a escala”, afirma a entomologista Rosemary Lees, uma das pesquisadora. Atualmente, há dois experimentos de campo em desenvolvimento pela AIEA. Um no Sudão, em uma região agrícola afetada endemicamente pela malária, e outro na ilha francesa de La Reunión, após a forte epidemia de chikungunya, também transmitido pelo Aedes aegypti, entre 2005 e 2006.
A eficácia aumenta, afirmam especialistas, sobretudo combinada com outros métodos, incluindo a utilização de inseticida para reduzir a população de mosquitos.Em fevereiro, será realizada uma reunião no Brasil com estados-membros da AIEA, especificamente países da América Latina, para estudar as possíveis aplicações do processo para lutar contra o vírus do zika.

Fonte: Agência Brasil

Sesap apoia municípios em ação de combate ao Aedes aegypti

Secretário de Saúde de Caraúbas e Eufrásia RibeiroA Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) está apoiando os municípios do Rio Grande do Norte na realização de ações de controle e combate à dengue, chikungunya e zika-microcefalia, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Nos últimos dias, a Sesap deu apoio a ações nos municípios de Ceará-Mirim, João Câmara, Barra de Maxaranguape, Santa Cruz, Japi e São Paulo do Potengi. Hoje à tarde foi a vez do município de Caraúbas, da região Oeste, pedir o apoio da Sesap para atividades de prevenção e controle da dengue nessa região, no período de 20 a 26 de março, envolvendo um total de 12 municípios ligados à II Diretoria Regional de Saúde.

O secretário municipal de Saúde, Onaldo Santos, foi recebido pela equipe da subcoordenadora de Informação, Educação e Comunicação (SIEC), composta de Eufrásia Ribeiro, Sônia Fernandes e Léa Patrícia. A Sesap dará apoio ao município em ações de educação, comunicação e saúde, com foco no combate ao mosquito e prevenção das doenças, como distribuição de material educativo, apresentação de vídeos, palestras, além de apresentação de grupo teatral. A programação do município ainda constará de uma audiência pública pela Câmara Municipal, envolvendo os diversos representantes da sociedade e dos 12 municípios da região.

Caraúbas registrou três casos de microcefalia e 385 notificações de dengue no último trimestre do ano passado. Na opinião de Onaldo Santos, esse será o pontapé inicial para o lançamento de uma grande campanha regional, diante dessa situação de alerta em que todos os municípios se encontram. “O município ainda deverá contar, para realização do evento, com o apoio do Ministério Público, Igrejas católicas e evangélicas, Maçonaria, Clubes de Diretores Lojistas, escoteiros e a sociedade em geral”, disse ele.

Falando sobre a necessidade de ações contínuas e integradas entre Estado, municípios e sociedade, a subcoordenadora da SIEC, Eufrásia Ribeiro, disse que o engajamento dos gestores com a Sesap repercutirá diretamente na diminuição dos índices de infestação do mosquito e das doenças nos municípios. “Infelizmente, sempre se delegou ao gestor de saúde a responsabilidade pelo combate ao Aedes. Hoje, isso está mudando e a sociedade está vendo como um problema de saúde pública, trazendo o engajamento dos diversos segmentos sociais”, concluiu.

Zika pode ter relação com outras complicações congênitas, dizem pesquisadores

aedesO vírus Zika pode estar associado a outras alterações congênitas, além da microcelafalia. É o que aponta mais um estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto, Ipesq, na Paraíba.

Em coletiva de imprensa no campus do Fundão da UFRJ, na zona norte, os pesquisadores da instituição, Amilcar Tanuri e Rodrigo Brindeiro, explicaram que ao analisar o líquido amniótico e tecidos cerebrais de bebês, foi encontrada uma série de outros problemas no cérebro e em outros órgãos do bebê, incluindo lesões oculares.

Os bebês foram acompanhados em Campina Grande (PA). As amostras analisadas em laboratórios da UFRJ e da Fiocruz.

Dos oito fetos acompanhados durante a gestação, dois tinham o vírus no tecido cerebral e acabaram morrendo 48h depois do parto. Um deles não tinha microcefalia, mas o tecido cerebral estava severamente comprometido. Todos os bebês que sobreviveram tinham microcefalia e em dois deles foram encontrados Zika. O sangue dos outros quatro ainda serão analisados.

“A novidade da análise é que a infecção do vírus Zika no cérebro pode ter uma gama de alterações, desde implicações simples a alterações graves, como as lesões destrutivas que causaram a morte dos dois bebês”, disse Tanuri, que é especialista em genética de vírus. “Estamos tentando sistematizar uma síndrome congênita do Zika e tentar ajudar os colegas a identificá-la em outros casos”, afirmou.

Eles ressaltaram que os números de casos são muito pequenos e que há muito ainda a ser estudado, para que seja possível garantir causa e efeito entre Zika e microcefalia.

“Na história da medicina, todas essas doenças congênitas demoraram um longo tempo para serem desvendadas”, comentou Tanuri. Ele disse que, até o momento, a estimativa é que haja de dois a cinco bebês com microcelafalia a cada 100 grávidas infectadas com Zika.

Para os pesquisadores, o estudo é importante para lançar luz sobre o problema para pesquisadores no Brasil e pelo mundo. “Precisamos formar um padrão. O próximo passo será estudar como o Zika agride o tecido cerebral.”

Outra descoberta foi que todos os vírus que circulam na América Latina são idênticos, com base no sequenciamento do genoma do Zika a partir do líquido amniótico de um feto.

“É mais uma pecinha que se encaixa nesse quebra-cabeça, para indentificarmos ou não a causalidade do vírus no cérebro”, disse Brindeiro.

Um fato que surpreendeu os pesquisadores foi a constatação da permanência do vírus durante toda a gestação nos dois bebês que acabaram morrendo após o parto.

“O vírus permaneceu no bebê, agredindo o sistema nervoso da criança. Isso foi bem impressionante”, relatou Tanuri.

Os pesquisadores lamentaram a falta de recursos para tocar os estudos.”Estamos fazendo um sacrifício sobre-humano, as verbas estão cada vez mais curtas e essa epidemia bateu no Brasil em uma hora muito ruim”, destacou o virologista.

Fonte: Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carvalho disse:

    Tem cientista que diz que não se pode descartar nenhuma hipótese sobre microcefalia
    Quero só ver o que os incompetentes PTistas irão dizer se no final ficar comprovado que o PesTicida pyriproxifen causou a microcefalia.
    Aliás, esse produto é fabricado pela Monsanto (aquela empresa demonizada pelos selvagens do MST).
    Em falar em coisa ruim, por que será que o Movimento não foi protestar na frente do Palácio do Planalto?

  2. Aldo disse:

    Campina Grande – PA?????? No pará tem uma campina grande tb? Putz!!!

Zika pode provocar alterações na retina de recém-nascidos

olhoMédicos da Fundação Altino Ventura realizam mutirões desde dezembro, em Recife, para prestar atendimento aos recém-nascidos diagnosticados com microcefalia associada ao zika. Segundo a equipe, é possível afirmar que o vírus pode fazer com que os bebês tenham alterações importantes na retina e no nervo óptico. No dia 14 de dezembro, do total de 55 recém-nascidos examinados, 40 preencheram os critérios do Ministério da Saúde para a microcefalia associada ao zika vírus. Desses 40, alguns apresentaram alterações na retina, na região da mácula (área central da visão) e no nervo óptico. Também foram identificados casos de estrabismo e um de glaucoma congênito unilateral.

– Essas alterações anatômicas comprometem de forma importante a função visual destes recém-nascidos, sendo indispensável a estimulação visual precoce e a reabilitação visual, envolvendo uma equipe especializada, multidisciplinar – explicou a coordenadora do mutirão, Dra. Camila Ventura.

Ainda segundo a médica, o déficit visual destas crianças será avaliado e acompanhado ao longo do desenvolvimento e crescimento delas. Não é possível precisar a extensão enquanto ainda são recém-nascidos.

Só nesta segunda-feira, a FAV recebeu 56 pacientes no Centro Especializado de Reabilitação Menina dos Olhosm, em Iputinga. Os pacientes foram encaminhados pelo Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), Hospital Barão de Lucena e AACD.

Fonte: O Globo

Nova Cruz faz mutirão e dá exemplo na luta contra o Aedes Aegypti

A prefeitura de Nova Cruz, através da Secretaria Municipal de Saúde, atendeu a convocação da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN) e além de aderir ao Plano Estadual de combate ao Aedes Aegypti, realizou mutirões contra o mosquito responsável por transmitir doenças como a Dengue, Chikungunya e Zika – microcefalia.

Durante todos os dias do mutirão, que aconteceu nas duas últimas semanas do ano, os profissionais de saúde das Estratégias Saúde da Família, NASF, CAPS AD III, Centro de Especialidades e os agentes de endemias e comunitários de saúde atuaram na cidade, visitando residências e estabelecimentos comerciais, realizando o trabalho de prevenção e de tratamento focal, utilizando larvicida, e prestando orientação sobre os hábitos do vetor, e sobre sintomas da dengue, zica e chikungunya.

O objetivo foi conscientizar a população sobre os perigos que envolvem essas doenças, bem como sobre a importância de se trabalhar intensamente o combate ao mosquito vetor, através de medidas simples como o descarte correto dos materiais que podem acumular água parada, e orientando a população sobre como fazer a limpeza eficiente de tanques armazenadores de água.

O mutirão aconteceu no período de 17 a 29 de dezembro de 2015 e atuou nos bairros Salgado, São Judas, São Sebastião, Santa Luzia, Frei Damião, Planalto, Catolé, Nova Descoberta e Cidade do Sol, considerados os bairros que apresentaram um maior número de focos do mosquito. A Secretária de Saúde, Rita de Cássia Rodrigues, esteve à frente das ações e alertou para o fato de que “Em Nova Cruz, cerca de 90% dos focos do mosquito Aedes Aegypti estão dentro das residências, em especial nos tanques armazenadores de água.

Por isso torna-se urgente que ações dessa natureza sejam realizadas, para que assim possamos vencer o mosquito e todos os problemas a ele relacionados”. A Secretária ainda destacou que o trabalho de combate ao mosquito vai continuar sendo efetivado pela Prefeitura durante todo este ano. A intenção é conter a proliferação do mosquito e inibir o avanço das enfermidades causadas pelo vetor.