Toda a população pode se vacinar contra a gripe a partir desta segunda

Os grupos prioritários tiveram entre os dias 10 de abril e 31 de maio para se vacinar com exclusividade – Tomaz Silva/Agência Brasil

A partir desta segunda-feira (3), toda a população pode se vacinar contra a gripe, inclusive quem faz parte do público prioritário e que ainda não se vacinou. De acordo com o Ministério da Saúde, a vacinação vai continuar enquanto durarem os estoques da vacina.

Até a última sexta-feira (31), quando terminou a campanha nacional, quase 80% do público prioritário foi vacinado, o que representa 47,5 milhões de pessoas. Os grupos prioritários tiveram entre os dias 10 de abril e 31 de maio para se vacinar com exclusividade.

Durante esse período, foram priorizados 59,4 milhões de pessoas, entre elas, gestantes, puérperas, crianças entre 6 meses a menores de 6 anos, idosos, indígenas, professores, trabalhadores de saúde, pessoas com comorbidades, funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade, além de profissionais de segurança e salvamento.

Até agora, seis estados já bateram a meta de 90%: Amazonas (98,5%), Amapá (98,5%), Pernambuco (93,6%), Espírito Santo (91,3%), Rondônia (90,4%) e Maranhão (90%). Os estados com menor cobertura são: Rio de Janeiro (63,7%), Acre (73%) e São Paulo (73,1%).

Segundo o ministério, a escolha do público prioritário no Brasil segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) por serem grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. A vacina é a forma mais eficaz de evitar a doença.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tico de Adauto disse:

    Governo federal irresponsável. Divulga sem ter a vacina disponível.

  2. Ewerton disse:

    As vacinas em vários postos de saúde acabaram antes do meio dia. Absurdo.

  3. Leniene Lucena Lima disse:

    Acho melhor se interarem melhor essa informacao pois esta faltando vacina nos Posto de Saude , digo isso com conhecimento pois hoje mais uma vez fui e NAO fui vacinada ok

Gripe já matou 99 pessoas no Brasil, sendo quatro no RN; vacinação segue até 31 de maio

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Até 27 de abril, pelo menos 535 pessoas foram hospitalizadas este ano no Brasil por síndrome respiratória aguda grave causada por influenza e 99 morreram em decorrência do quadro.

De acordo com o Ministério da Saúde, do total de óbitos, 90% ocorreram em pessoas que já apresentavam fatores de risco para a gripe, como idosos, pacientes com doença crônica, crianças, gestantes, indígenas e puérperas.

O novo boletim epidemiológico revela que o vírus H1N1 é predominante no país, até o momento, e responsável pela maior parte das mortes por influenza – sozinho, ele responde por 254 casos e 89 óbitos. Foram identificados ainda 54 casos de influenza A (H3N2); 38 de influenza A não subtipado; e 62 casos de influenza B. Outros 127 casos, segundo a pasta, ainda não tiveram o subtipo identificado.

Ainda de acordo com o levantamento, nos primeiros meses de 2019, a circulação de vírus do tipo influenza se deu com maior intensidade e de forma localizada no Amazonas, que registrou 139 casos e 35 óbitos. O estado de São Paulo também se destaca, com 107 casos e 7 óbitos.

Outros estados registraram mortes são: Paraná (11); Pará (7); Espírito Santo (6); Tocantins (5); Rio Grande do Norte (4); Ceará (3); Rondônia (3); Acre (2); Alagoas (2); Sergipe (2); Rio de Janeiro (2); Santa Catarina (2); Mato Grosso do Sul (2); Amapá (1); Bahia (1); Minas Gerais (1); Rio Grande do Sul (1); Mato Grosso do Sul (1), além do Distrito Federal (1).

Campanha

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começou no dia 10 de abril e segue até 31 de maio em todo o país. Devem receber a dose trabalhadores da saúde; indígenas; idosos; professores; pessoas com doenças crônicas e outras categorias de risco clínico; população privada de liberdade, incluindo jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; funcionários do sistema prisional; e profissionais das forças de segurança e salvamento.

O último balanço da vacinação mostra que, até a última terça-feira (7), 45,3% da população prioritária havia sido imunizada. Entre os grupos, as puérperas registraram maior cobertura vacinal (64,3%), seguido por idosos (52,5%), gestantes (51,2%), crianças (48%) e indígenas (45,1%).

Os grupos que menos se vacinaram foram profissionais das forças de segurança e salvamento (10,9%), população privada de liberdade (11,9%), pessoas com comorbidades (34,3%), funcionários do sistema prisional (35,8%), trabalhadores de saúde (40,3%) e professores (41,2%).

Agência Brasil

 

Conheça as diferenças entre os sintomas de dengue, gripe, febre amarela, zika e chikungunya

Foto: Thinkstock

Os sintomas iniciais de febre amarela, dengue, gripe, zika e chikungunya são comuns a várias doenças infecciosas causadas por vírus, como dor no corpo, dor de cabeça e dor nas juntas. Mas a partir do segundo ou terceiro dia, o vírus procura os órgãos pelos quais tem afinidade e então os sintomas de cada doença se tornam mais característicos.

A febre amarela, provocada pela picada dos mosquitos Haemagogus ou Sabethes (foto), que habitam região de mata, causa sintomas como febre com calafrio, dor de cabeça, dores musculares, mal estar e cansaço. A partir do terceiro dia, a maioria das pessoas já começa a apresentar melhora. No entanto, 15% desenvolvem complicações, entre elas hepatite e alteração do funcionamento dos rins e do coração, que podem levar à morte.

Dengue, zika e chikungunya são doenças transmitidas pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes aegypti. Diferentemente dos mosquitos Haemagogus ou Sabethes, o Aedes aegypti vive no meio urbano e se prolifera em locais com água parada, como base de vasos (foto). Exames de sangue já são capazes de fornecer diagnósticos precisos de cada doença. Entre essas doenças, já existe vacina apenas para dengue, mas de eficácia ainda não totalmente comprovada.

Existem dois tipos mais comuns de dengue: a dengue clássica e a hemorrágica. A clássica tem sintomas similares à gripe como febre alta (em torno de 40 graus), dor de cabeça, dor nas articulações, dor atrás dos olhos, dores musculares, prostração, vermelhidão no corpo e coceira. Os sintomas regridem a partir do sétimo dia, mas a fraqueza perdura por algumas semanas. Já a hemorrágica apresenta, inicialmente, os mesmos sintomas da clássica, porém, após o terceiro dia, surgem os sinais de hemorragia, como sangramento da gengiva, do nariz e rompimentos superficiais da pele.

Em 80% dos casos, a zika não tem sintomas. Os sinais da doença geralmente são semelhantes ao de uma virose ou da dengue, porém menos agressivos. São eles: febre em torno de 38 graus, aumento dos gânglios linfáticos, dor de cabeça, dor nas articulações, erupção cutânea com coceira, fotofobia, conjuntivite, diarreia, náuseas e cansaço, que desaparecem em sete dias. Estudos comprovaram a relação da zika com a microcefalia em bebês gerados por mães que contraíram a doença na gravidez. A zika também está relacionada à Síndrome de Guillain-Barré, inflamação dos nervos periféricos que resulta em fraqueza muscular e paralisia, em geral, de forma temporária .

Assim como a dengue e a zika, a chikungunya causa febre alta, dor de cabeça, dores musculares, conjuntivite, náuseas, vômitos e vermelhidão pelo corpo. O predominante são as dores articulares, que afetam simetricamente diversas juntas e são debilitantes. O quadro evolui para cura em dez dias. A doença, em geral, não mata, mas provoca dores articulares crônicas – para a vida toda.

Já a gripe não é transmitida por mosquito, mas sim pelo contato entre uma pessoa gripada e outra saudável por meio de gotículas no ar ou pelo aperto de mão, por exemplo. A principal característica que difere a gripe da febre amarela, dengue, zika e chikungunya é a presença de secreção (catarro). Sintomas como dor de garganta e tosse são típicos da gripe e não das demais doença.

Com informações do R7 Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Geysa disse:

    Parabéns pelo blog! Excelente.

Arquidiocese de Natal pede a fiéis que evitem dar as mãos e abraços durante missas, por medidas de prevenção da gripe

Foto: Ilustrativa

Em virtude do crescimento das ocorrências de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), ocasionada pelo vírus H1N1 e Influenza A H3 sazonal, no estado do Rio Grande do Norte e em outras regiões do País, e considerando que todos têm responsabilidade de evitar situações e circunstâncias que facilitem o contágio, solicitamos às paróquias que tomem as seguintes medidas, até mandarmos dizer o contrário:

1) Evitar o aperto de mão durante a acolhida aos fiéis;
2) Não dar as mãos ao rezar o Pai-Nosso;
3) Omitir o abraço da paz;
4) Distribuir a comunhão somente sob uma espécie e diretamente nas mãos.

A isto, acrescentamos as “Medidas de prevenção” emitidas pela Secretaria Estadual de Saúde, através da Nota Técnica nº 02/2018 SUVIGE/CPS/SESAP-RN:

1. Higienizar as mãos com água e sabão, depois de tossir ou espirrar, após usar o banheiro, antes das refeições, antes de tocar nos olhos, boca e nariz;

2. Utilizar lenço descartável para higiene nasal;

3. Proteger com lenços (preferencialmente descartáveis a cada uso) a boca e o nariz ao tossir ou espirrar;

4. Evitar tocar nos olhos, nariz ou boca, após o contato com superfícies;

5. Manter os ambientes bem ventilados;

6. Evitar contato próximo a pessoas que apresentam sinais ou sintomas de influenza;

7. Orientar para que o doente evite sair de casa enquanto estiver em período de transmissão da doença (até 5 dias após o início dos sintomas);

8. Evitar aglomerações e ambientes fechados;

9. Repouso, alimentação balanceada e ingestão de líquidos.

Natal, 27 de abril de 2018.

Dom Jaime Vieira Rocha
Arcebispo Metropolitano de Natal

Universal: Cientistas estão perto de criar uma vacina que proteja contra todos os tipos de gripe

08_33_58_291_fileCientistas britânicos acreditam ter avançado em pesquisas que podem levar à confecção de uma vacina que proteja contra todos os tipos de gripe.

O vírus influenza, causador da doença, é extremamente mutável, fazendo com que vacinas para as gripes sazonais sejam alteradas constantemente.

Mas novos estudos, publicados na revista científica Nature Medicine, levam a crer que, em breve, será possível fabricar uma vacina universal contra a gripe, que mata entre 250 mil e 500 mil pessoas todos os anos.

O vírus influenza é capaz de mudar as proteínas que brotam de sua superfície tão facilmente quanto trocar de roupas.

No entanto, o material localizado no seu interior é comum a várias de suas mutações, levando os cientistas a acreditar que concentrar no núcleo do vírus pode ser a chave para desenvolver a vacina universal.

Pandemia

Acredita-se que uma parte específica do sistema imunológico, conhecida como células-T, seja capaz de reconhecer as proteínas que habitam o centro do vírus.

Para examinar como essas células-T reagem diante da presença do vírus, pesquisadores do Imperial College, de Londres, analisaram 342 funcionários e estudantes que contraíram gripe suína, que provocou uma pandemia em 2009.

Eles estimam que ter se deparado com a ‘casca’ do novo vírus deve ter sido uma experiência completamente diferente para o sistema imunológico, mas acreditam que o material localizado no seu núcleo não deve ter causado espanto às defesas do corpo humano.

A equipe analisou os níveis de um tipo de células-T no início da infecção dos pacientes analisados e constatou que quanto mais células-T eles tinham, mais amenos eram os sintomas.

Os pesquisadores então isolaram a parte do sistema imunológico que oferecia algum tipo de proteção à pandemia e a parte do vírus que estava sendo atacada, provavelmente comum a várias de suas mutações. O líder da pesquisa, Ajit Lalvani, disse à BBC que ‘esta é a base para uma vacina’.

— Nós agora conhecemos exatamente o subgrupo do sistema imunológico que defende o organismo e identificamos os fragmentos-chave no núcleo do vírus que são atacados. Eles devem ser incluídos em uma vacina. Se este for realmente o caso, estamos a cinco anos de fabricar uma vacina. Temos o conhecimento, sabemos o que tem de estar nela e agora temos de seguir adiante.

Desafios

A futura vacina seria diferente de outras, como a tríplice administrada contra sarampo, rubéola e caxumba, em que o sistema imunológico é induzido a produzir anticorpos para atacar o invasor.

No caso de uma vacina universal contra gripe, o corpo seria estimulado a produzir altos níveis de células-T.

Mas há desafios. Os pesquisadores admitem que pode ser mais difícil desenvolver este tipo de vacina do que os que estimulam a produção de anticorpos.

A grande questão será conseguir que o sistema imunológico produza um número de células-T grande o suficiente para criar uma resposta duradoura.

O professor John Oxford, da Queen Mary University, em Londres, está cético em relação à criação de uma vacina universal.

— Seu efeito não poderá ser tão poderoso. Não vai resolver todos os problemas de pandemias de gripe, mas pode se somar às opções atuais de vacinas. É um longo caminho até que esse estudo seja traduzido em uma vacina que funcione.

BBC Brasil

Modificado em laboratório, vírus da gripe pode combater câncer

2011-450337782-2011082834183.jpg_20110828Vírus geneticamente modificado atacaram células tumorais, segundo estudo publicado na revista “Molecular Therapy”. A Fundação Instituto Leloir, da Argentina, conseguiu adaptar um vírus causador da gripe e da conjuntivite – o adenovírus – para combater o câncer de pele e de pâncreas em ratos.

O diretor da equipe, Osvaldo Podhajcer, chefe do Laboratório de Terapia Molecular e Celular e pesquisador do Conselho Nacional de Investigações Científicas e Técnicas da Argentina (Conicet), disse à BBC que eles conseguiram reduzir ou eliminar os tumores sem danificar outros tecidos.

– Pela primeira vez conseguimos modificar geneticamente um vírus para usar suas características contra as células cancerígenas – afirmou.

Isto foi possível porque os cientistas modificaram o DNA do vírus para que ele apenas se reproduzisse em células cancerígenas.

– Estes tipos de câncer são os que têm menos probabilidade de receber um tratamento cirúrgico – explicou à BBC o oncologista Eduardo Cazap, ex-presidente da União para o Controle de Câncer Internacional.

A modificação genética de um vírus é geralmente vista com receio, principalmente de que ele se espalhe e acabe provocando uma pandemia. Por isto, os especialistas escolheram o adenovírus, menos perigoso e muito estável, segundo eles, o que descarta o perigo de mutação. Além disso, Podhajcer explicou que escolheu esses dois tipos de câncer porque não há tratamento conhecido e eles têm alta incidência na população.

O Globo

Vírus da gripe se espalha em Natal e deixa prontos-socorros lotados

As chuvas que vêm caindo em Natal nas últimas semanas não trouxeram apenas problemas estruturais na cidade. Com elas veio o vírus da gripe, que tem levado muitas pessoas, sobretudo crianças, aos prontos-socorros.

No Pronto-Socorro Infantil Dra. Sandra Celeste, na Zona Norte, por exemplo, cerca de 80% dos atendimentos em maio e início de junho tiveram relação com sintomas gripais. O comum é o atendimento a esse tipo de caso ser três vezes menor.

Quem sofre com o período chuvoso também são os asmáticos. Com a baixa da temperatura, eles tendem a ter mais crises e acabam se internando.

De acordo com Stela Leal, subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), em entrevista à Tribuna do Note, as melhores formas de prevenção da gripe são lavar bem as mãos com frequência e evitar ambientes fechados, sendo que essa segunda não garante que o indivíduo não vá contrair a doença.

Gestantes, pacientes com baixa imunidade, diabéticos e pessoas com obesidade mórbida e com problemas no coração ou pulmão são as que correm mais risco quando gripam.

Resfriado x Gripe

Muitas vezes se confunde um simples resfriado, também chamado de gripe comum, com uma gripe provocada pelo vírus Influenza. Isso se deve aos sintomas parecidos. Apesar de terem semelhanças, porém, o resfriado possui diferenças marcantes em relação à gripe. Enquanto o primeiro deixa o doente apenas com coriza, leve dor de cabeça e um pouco de febre, o segundo dá todos esses sintomas em intensidade maior, além de tosse e dor de garganta.

Governo Federal recomenda continuidade da vacinação contra a gripe onde meta não foi atingida

vacinaA Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe termina hoje (10). Porém, o Ministério da Saúde recomenda que os municípios que não atingiram a meta de imunizar 80% do público-alvo continuem com a vacinação.

Apenas Alagoas, Goiás, o Paraná, Santa Catarina e o Rio Grande do Sul cumpriram a meta de imunizar gestantes, pessoas a partir dos 60 anos, mulheres até 45 dias após o parto, indígenas, crianças de 6 meses a menores de 2 anos, profissionais de saúde, além dos doentes crônicos e pessoas privadas de liberdade.

O Rio Grande do Norte até que se saiu bem e vacinou 76,46% da meta. Os Estados que atingiram menor cobertura são Roraima (52,23%), Mato Grosso (63,1%), Tocantins (67,52%), Bahia (67,64%), e Roraima (67,87). Estão excluídas desse balanço, as doses aplicadas em doentes crônicos e pessoas privadas de liberdade.

Com informações da Agência Brasil

Dentistas foram impedidos de tomar vacina contra gripe

Entre os profissionais que têm o direito de receber a vacina contra a gripe, estão os dentistas. Mas em Natal, alguns deles afirmam que foram proibido de receber a proteção extra contra a doença.

Uma dentista afirmou ao Blog do BG que foi ao Posto de Saúde de Nova Descoberta se vacinar e, quando estava na fila, encontrou com outros colegas de profissão que haviam sido expulsos do posto de Lagoa Seca. “Eles contaram que aos gritos uma auxiliar de enfermagem disse que a ordem da secretaria era para não vacinar dentistas”, contou.

No posto de Nova Descoberta a resposta foi praticamente a mesma. Lá informaram que só estavam vacinando os dentistas que trabalhavam nos postos de saúde.  Inconformada, a dentista foi falar com um dos responsáveis e ele confirmou a proibição. Além disso, após a insistência da dentista, ligou para outra pessoa da secretaria que reafirmou a recusa: Os dentistas estão fora da vacinação para gripe em Natal.

A vacina é fundamental para a categoria porque eles estão sempre expostos há muita gente, ficando assim susceptíveis á contrair vírus e bactérias.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. armando disse:

    Os dentistas que estao expostos aos virus por conta da profissao nao puderam tomar a vacina, mas os coitadinhos dos bandidos que estao no sistema prisional tomaram, que pais e este.

  2. Celine disse:

    Hoje qdo tomei conhecimento dessa resolução de não vacinar dentistas em Natal, liguei para o ministério da saúde, onde fui informada que esse tipo de exclusão é errada, os dentistas devem sim ser vacinados, independente de trabalharem em postos de saúde ou apenas no consultório particular.

  3. Clara disse:

    Copiado do manual tecnico da campanha contra influenza do Ministerio da Saúde: "Trabalhador de saúde, eleito para vacinação é aquele que exerce atividades de promoção e assistência a saúde atuando na recepção, no atendimento e na investigação de casos de infecção respiratória cuja ausência ao trabalho compromete o funcionamento desses". Portanto, qualquer profissional de saúde que não trabalhe no atendimento a casos de infecções respiratórias, somente terão acesso a vacina contra influenza disponibilizada pelo Ministerio se estiverem inseridos nos demais grupos prioritários.

Postos de saúde iniciam nesta segunda campanha de vacinação contra gripe

Cerca de 65 mil postos de saúde em todo o país iniciam nesta segunda-feira (15/4) a campanha de vacinação contra a gripe. A meta é imunizar 31,3 milhões de pessoas que integram os chamados grupos prioritários – gestantes, idosos com mais de 60 anos, crianças entre 6 meses e 2 anos, profissionais de saúde, índios, população carcerária e doentes crônicos.
Este ano, mulheres no puerpério (período de até 45 dias após o parto) também vão receber a dose. Outra novidade é que pacientes com doenças crônicas podem ser imunizados nos postos de saúde e não apenas nos centros de referência. Basta apresentar uma prescrição médica no ato da imunização.

A campanha vai até o dia 26 de abril. Serão distribuídas cerca de 43 milhões de doses que, este ano, protegem contra os seguintes subtipos de influenza: A (H1N1), a gripe suína, A (H3N2) e B.

Agência Brasil

Postos de saúde iniciam na próxima semana vacinação contra gripe

Cerca de 65 mil postos de saúde em todo o país iniciam segunda-feira (15) a campanha de vacinação contra a gripe. A meta é imunizar 31,3 milhões de pessoas que integram os chamados grupos prioritários – as gestantes, os idosos com mais de 60 anos, as crianças entre 6 meses e 2 anos, os profissionais de saúde, índios, a população carcerária e os doentes crônicos.

Este ano, mulheres em período de puerpério (até 45 dias após o parto) também vão receber a dose. Outra novidade é que pacientes com doenças crônicas podem ser imunizados nos postos de saúde e não apenas nos centros de referência. Basta apresentar uma prescrição médica no ato da vacinação.

A campanha segue até o dia 26 de abril. Serão distribuídas cerca de 43 milhões de doses que, este ano, protegem contra os seguintes subtipos de influenza: A (H1N1) ou gripe suína, A (H3N2) e B.

Agência Brasil

Vacinação contra a gripe segue até 1º de junho

A campanha nacional de vacinação contra a gripe, que teve início em 5 de maio e encerraria nesta sexta-feira (25), foi prorrogada em mais uma semana, seguindo até 1º de junho. De acordo com o Ministério da Saúde o novo prazo possibilitará que um número maior de pessoas se vacine e se proteja da doença.

No Rio Grande do Norte a meta é imunizar 80% dos grupos prioritários, o que representa 484.349 pessoas. Até a manhã desta quinta-feira (24) foram vacinadas 288.870 pessoas, o que representa 59,64% da meta.

Devem comparecer aos postos de saúde as pessoas com 60 anos e mais de idade, os trabalhadores de saúde das Unidades que fazem atendimento para a influenza, as crianças da faixa etária de 6 meses a menores de 2 anos, as gestantes, os povos indígenas e a população prisional.

De acordo com o Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), no Rio Grande do Norte o grupo prioritário que mais procurou os postos de saúde para vacinação foram os idosos, com 191.454 idosos imunizados; seguidos pelas crianças, 51.970 imunizadas; trabalhadores de saúde, 25.920 imunizados e o grupo das gestantes, com 20.798 imunizadas.

RN já vacinou 20% da população contra a gripe

A Coordenação de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgou, nesta terça-feira (8), os primeiros números da Campanha de Vacinação contra a Gripe, iniciada no último dia 5 de maio.

Um total de 20% dos grupos elegíveis para a campanha já foi vacinado, o que representa 100.943 pessoas em todo o Rio Grande do Norte. Deste total, gestantes e trabalhadores de saúde atingiram um percentual um pouco acima dos 20%, tendo sido vacinados até o momento, 8.196 gestantes e 7.341 trabalhadores de saúde. Um total de 63.484 idosos já foram vacinados, o que representa 20% da meta. A imunização em crianças alcançou 30% do esperado, sendo 22.226 crianças já vacinadas.

A Campanha de Vacinação contra a Gripe segue até o dia 25 de maio em diversos postos de saúde em todo o estado. Podem se vacinar as pessoas com 60 anos e mais de idade, os trabalhadores de saúde das Unidades que fazem atendimento para a influenza, as crianças da faixa etária de 6 meses a menores de 2 anos, as gestantes, os povos indígenas e a população prisional.

A meta da Sesap é imunizar cerca de 80% dos grupos elegíveis para a vacinação, o que representa 484.283 pessoas em todo o estado.

Mais de 3,8 milhões de brasileiros se vacinaram contra a gripe neste sábado

Ao todo, 3,8 milhões de pessoas se vacinaram contra a gripe comum e a Influenza A (H1N1), popularmente conhecida como “gripe suína”, neste sábado (5) em todo o país. A informação é do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI) do Ministério da Saúde.

A 14ª edição da Campanha de Vacinação Contra a Gripe começou hoje e dura até o dia 25 de maio em todo o país. Durante o período, 65 mil postos de saúde, além de postos móveis que serão instalados durante a campanha, vão imunizar idosos, crianças de seis meses a menos de dois anos, grávidas, indígenas e profissionais de saúde.

A região sudeste correspondeu ao maior número de doses fornecidas (1.417.990), seguida do nordeste (1.141.328), sul (589.988), norte (383.806) e centro-oeste (296.364).

Só no Estado de São Paulo,  716.741 pessoas tomaram a vacina, destas 159.528 na capital paulista. No Estado do Rio, 203.797 foi o total de pessoas vacinadas, destes 83.858 só na cidade do Rio de Janeiro, em dados do SI-PNI.

A meta do Ministério da Saúde é imunizar 80% de 30,1 milhões de pessoas consideradas vulneráveis à manifestação grave da gripe até o fim da campanha.

Semelhante à campanha do ano passado, devem se vacinar nesse prazo idosos, crianças de seis meses a menos de dois anos, grávidas, indígenas e profissionais de saúde.

A novidade deste ano é que cerca de 500 mil detentos também tomarão a vacina. A medida visa a evitar a proliferação da doença entre a população que vive aglomerada, já que o vírus da gripe é de fácil transmissão.

Doentes crônicos e imunodeprimidos, como portadores do HIV, também poderão ser vacinados mediante apresentação de receita médica em qualquer posto de saúde.

A mesma vacina também pode ser encontrada em laboratórios particulares, onde podem recorrer as pessoas fora do grupo priorizado pela campanha. Nestes locais, a vacina pode ter grande variação de preço, de R$ 50 a R$ 119.

Fonte: G1

Começa campanha de vacinação contra a gripe. Dia "D" é hoje

O “Dia D” de mobilização nacional da Campanha de Vacinação contra a Gripe é neste sábado, 5 de maio. Neste dia os postos de vacinação irão funcionar das 8h às 17h. A campanha segue até 25 de maio. No Rio Grande do Norte mais de 1.700 postos estarão disponíveis para a vacinação contra o vírus da influenza.

A meta da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) é imunizar cerca de 80% dos grupos elegíveis para a vacinação, o que representa 484.283 pessoas em todo o estado.

Podem se vacinar as pessoas com 60 anos e mais de idade, os trabalhadores de saúde das Unidades que fazem atendimento para a influenza, as crianças da faixa etária de 6 meses a menores de 2 anos, as gestantes, os povos indígenas e a população prisional.

A vacina protege contra os três principais vírus que circulam no hemisfério Sul, entre eles o da influenza A (H1N1), como recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Campanha de vacinação contra a gripe começa esta semana

Começa no próximo sábado (5) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, que vai proteger também contra a influenza A (H1N1) – gripe suína. A meta é imunizar 24,1 milhões de pessoas até o dia 25 de maio.

Devem procurar os postos de saúde idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 2 anos, grávidas em qualquer período da gestação, indígenas e profissionais de saúde.

Crianças que serão vacinadas pela primeira vez deverão tomar duas doses, com intervalo de 30 dias. Aquelas que já receberam uma ou duas doses da vacina no ano passado deverão receber apenas uma este ano. Os demais grupos deverão tomar dose única.

Ao todo, 65 mil postos e 240 mil profissionais de saúde em todo o país vão distribuir as doses. Serão usados 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais. No sábado (5), os postos de saúde funcionarão das 8h às 17h.

Em 2011, de acordo com dados do ministério, 25,134 milhões de pessoas foram vacinadas – 84% do público-alvo definido. No mesmo período, foi registrada uma redução de 64% nas mortes provocados pelo vírus Influenza H1N1. Ao todo, 53 óbitos foram confirmados. Também no ano passado, houve queda de 44% nos casos graves da doença, que totalizaram 5.230.