Guarda Municipal apreende arma de fogo com estudante em escola pública na Zona Sul de Natal

Foto: Divulgação

Agentes da Ronda de Proteção Escolar da Guarda Municipal do Natal (Rope/GMN) apreenderam um adolescente de 15 anos na última sexta-feira (04/10), que estava portando uma pistola calibre 22 de capacidade para duas munições. A ação dos guardas municipais se deu na Escola Municipal Professor Antônio Severiano, situada no Conjunto Pirangi, na zona Sul da capital.

De acordo com informações repassadas pela guarnição da GMN, o adolescente é aluno da escola pública e foi abordado pelos guardas municipais ainda na entrada da unidade escolar. Na revista pessoal os guardas encontraram a pistola que de imediato foi apreendida. “O estudante informou que estava com arma para se defender de inimigos”, contou um dos guardas.

O menor foi apreendido e conduzido pela guarnição a Delegacia Especializada em Atendimento ao Adolescente Infrator (DEA). A diretora da unidade escolar foi como testemunha do fato e o pai do menor foi contatado para acompanhar os guardas municipais no registro da ocorrência. Essa não é a primeira vez que os agentes do Rope/GMN apreendem arma com estudantes.

O Rope leva ações de segurança preventiva para 145 escolas e centros de educação infantil espalhados pelas quatro zonas administrativas do município de Natal. A Prefeitura criou o Rope por meio de um convênio firmado entre as secretarias municipais de Segurança Pública e Defesa Social (Semdes) e a de Educação (SME) e veio com objetivo de inibir a violência nas escolas e áreas adjacentes.

https://www.natal.rn.gov.br/noticia/ntc-31489.html

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. CURITIBA JÁ disse:

    Encontraram arma com estudante ou com bandido???, deve ser mais um excluído da sociedade coitadinho

  2. Cigano Lulu disse:

    A ignorância é mesmo atrevida: professores e alunos à mercê da bandidagem dentro das escolas, e Fatão GD orgulhosa de ter excluído os potiguares da educação disciplinar das escolas cívico-militares.

Polícia busca suspeito de ameaça de massacre em escola pública de Natal

Policiais da Companhia Independente de Prevenção ao Uso de Drogas(Ciped), da Polícia Militar, teriam identificado um aluno, suspeito de ameaçar realizar um massacre em uma escola pública na capital potiguar. A informação foi noticiada na Tribuna do Norte.

O suposto plano de tirar a vida de alunos e outras pessoas da escola fez com que os policiais se dirigissem a instituição de ensino, e iniciassem as apurações. O suspeito, conseguiu fugir.

Segundo a Polícia com apoio do Ministério Público e Conselho Tutelar, já se tem informação sobre a localidade da morada do suspeito. Familiares, inclusive, foram informados.

A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente(DCA) apuram a real intenção do suspeito.

Enquanto se discute a possibilidade de brincadeira de “mau gosto”, após um recente e traumático episódio em uma escola em Suzano-SP, nenhuma possibilidade está descartada. Tal ato representa, no mínimo, ameaça.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nanci Bezerra de sousa disse:

    Boa tarde!!!
    Gente isso é muito sério, ñ podemos achar q é brincadeira de mau gosto, vão esperar acontecer o pior. Donos de colégio particular fiquem de alerta e secretaria de educação municipal e estadual, tá na hora de se reunir e ficar alerta. Me preocupa muita a situação atual.

Governo do Estado, AL, prefeituras de Natal e Parnamirim e Câmara da capital são parceiras de campanha em defesa da escola pública

IDE1 IDE2 IDE3 IDE4 IDE5 IDE6O Instituto de Desenvolvimento da Educação (IDE) lançou ontem (22), na Escola Estadual Dr. Manoel Dantas, em Natal, a campanha “Aqui a gente aprende”, que, a partir do próximo dia 28, vai mostrar à sociedade, por meio de peças publicitárias, que a escola pública de qualidade é possível, respaldada por exemplos reais positivos encontrados no Rio Grande do Norte.

Até o momento, o IDE já confirmou a parceria com diversos órgãos públicos, como Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Assembleia Legislativa do RN, Câmara Municipal de Natal, Prefeitura de Natal e Prefeitura de Parnamirim, além de meios de comunicação potiguares, que vão utilizar as peças da campanha em suas grades (televisão, rádio) e páginas na internet, e a expectativa é conquistar mais parceiros, interessados em fomentar a ideia da “escola pública de qualidade possível”.

Três personagens reais, uma aluna, um pai e uma professora, vão protagonizar as peças em quatro mídias: televisão, rádio, internet e ônibus, que provocam reflexão nos receptores da mensagem, sobre porque é possível o êxito naquela escola do vídeo, por exemplo, e não na que o filho ou filha frequenta. A campanha, mais um fruto da parceria sólida entre o IDE e o Instituto C&A, ainda vai contar com canais de comunicação para que as pessoas se manifestem e digam o que precisa melhorar em cada instituição.

Na ocasião, também foi lançado o livro “Diálogos em defesa da escola pública”, alusivo aos 10 anos de fundação do IDE e organizado por Cláudia Santa Rosa, sua diretora executiva, e Frederico Horie Silva, o qual terá distribuição gratuita.

Aluno que defecou em sala de aula será indenizado em R$ 5 mil por danos morais

Um estudante da rede pública de ensino, em Natal, será indenizado em R$ 5 mil por danos morais, após fazer as necessidades fisiológicas em plena sala de aula por não ter obtido autorização do professor para ir ao banheiro. A defesa alegou que o cliente sofreu constrangimentos morais, quadro de angústia grave, o que culminou na perda do ano letivo pelo aluno e necessidade de acompanhamento psicológico.

A decisão é do juiz da 5ª Vara da Fazenda Pública, Airton Pinheiro, e foi publicada no Diário da Justiça desta segunda-feira (16). O magistrado entendeu a atitude do professor como uma “interpretação restritiva” sobre as normas que proíbem que os alunos se ausentem da sala de aula “provavelmente decorrente da “falta de experiência do mesmo”.

O município de Natal chegou a fornecer assistência psicológica ao adolescente no período subsequente ao problema e segundo o juiz o adolescente não sofreu sequelas, e não há nexo de causalidade suficiente a associar o evento com a perda do ano letivo pelo autor. Ele entendeu suficiente a indenização de R$ 5 mil pelo constrangimento.

Fonte: TJRN

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. minon disse:

    Quem estiver disposto a não levar a situação na galhofa, acredite: foi muito pouco! Vivi situação semelhante, apesar de menos grave, em colégio de freira "chique"  e afirmo: não tem dinheiro no mundo que pague a humilhação, o constrangimento e o tanto de "bullyng" que essa criança deve ter sofrido e ainda sofrerá por causa de gente despreparada e ignorante como devem ser os profissionais/escola em questão. Certas coisas são muito engraçadas quando acontecem com os outros, quando é com  com um filho nosso não tem graça nenhuma.