Rejeição que mais cresceu foi a de Haddad, segundo Datafolha

Segundo o Datafolha, a rejeição que mais cresceu foi a de Fernando Haddad: nove pontos desde o final de agosto. A de Jair Bolsonaro parou de crescer desde o início de setembro. As informações são destaque em O Antagonista e Folha de São Paulo.

O petista, que está em segundo lugar na pesquisa com 16% das intenções de voto, agora é rejeitado por 29% dos eleitores. Há uma semana, essa taxa estava em 22% e, na pesquisa dos últimos dias 13 e 14, em 26%.

Jair Bolsonaro (PSL), líder isolado da pesquisa com 28%, tem rejeição de 43%.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tarcísio Eimar disse:

    Tchau querido!

  2. Roberto disse:

    Isso é um candidato derrotado. a rejeição subiu de foguete e a percentagem de eleitores propenso a votar nele, de carroça. Esse não chega no 2o turno. Kkkkkkkkkkkkk

  3. SERVULO ROMÃO disse:

    NÃO TENHO BOLA DE CRISTAL, NÃO SOU ADIVINHO, NÃO TENHO REPÚDIO A UM OU OUTRO, MAS ESSES INSTITUTOS DE PESQUISA MOSTRAM NÚMEROS COM ESSE CRESCIMENTO DE UM CANDIDATO DESCONHECIDO, APENAS SENDO APOIADO POR UM EX PRESIDENTE EM PLENA DECADÊNCIA POLÍTICA, É CONSTRANGEDOR E
    DESGASTANTE, TRADUZINDO EM COMPLETA FALTA DE CREDIBILIDADE.
    NÃO EXISTE ESSE CRESCIMENTO DO CANDIDATO DO PT, ISSO É MANIPULAÇÃO ELEITORAL. NÃO VEMOS O POVO NAS RUAS APOIANDO O PT.
    OS CANDIDATOS DO PT, PDT, REDE, MDB, PSDB E PODEMOS VÃO AS RUAS E SÃO ACOMPANHADOS APENAS PELA MILITÂNCIA MAIS PRÓXIMA, O POVO NÃO ESTÁ COM ELES. SÓ EXISTEM MANIFESTAÇÕES E CARREATAS EM FAVOR DO CANDIDATO DO PSL, JAIR MESSIAS BOLSONARO, O POVO ESTÁ COM ELE.
    O POVO ESTÁ COM BOLSONARO PORQUE CANSOU DAS PROMESSAS IRREALIZÁVEIS, CANSOU DE ESCUTAR DESCULPAS, PERDEU A PACIÊNCIA COM TANTAS MENTIRAS.
    O POVO ESTÁ COM BOLSONARO COMO FORMA DE PROTESTO AOS VELOS CACIQUES DA POLÍTICA, CONTRA A IMPUNIDADE, CONTRA A INSEGURANÇA, CONTRA A CORRUPÇÃO. O POVO ESTÁ COM BOLSONARO DE GRAÇA, POR PROTESTO CONTRA ESSE SISTEMA DEMOCRÁTICO FALIDO E ARRASADO PELOS APROVEITADORES DO PODER.

Fernando Haddad: “Quanto mais juro o banqueiro cobrar, mais imposto vai pagar”

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, atacou nesta sexta-feira (14) a concentração bancária, afirmando que, se eleito, vai estimular a redução dos juros para fomentar o crédito. Para isso, ele prometeu aumentar impostos das instituições financeiras que não diminuírem as taxas.

Foto: Pilar Olivares / Reuters

O petista, que visitou a favela da Rocinha em ato de campanha na Zona Sul do Rio de Janeiro, disse que a retomada da atividade econômica depende de um conjunto de medidas, tais como reforma tributária, redução de impostos para famílias de menor renda e uma reformulação bancária.

“Sem a reforma bancária, o juro vai continuar muito alto na ponta, chega a 300% no cartão de crédito e 100% no cheque especial”, disse Haddad a repórteres.

“Quanto mais juros o banqueiro cobrar mais imposto ele vai pagar, e vice-versa. Vamos induzir a diminuição das taxas de juros porque o sistema está muito concentrado, e, já que não tem concorrência entre eles, o governo vai regular para que haja concorrência”, acrescentou.

Durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) foram adotadas medidas anticíclicas para enfrentar o baixo crescimento econômico, e uma delas foi o uso dos bancos públicos para forçar a redução dos juros no setor bancário. Recursos bilionários também foram injetados pelo Tesouro no BNDES, que chegou a emprestar ao setor privado a um custo mais barato que o de captação. Na época, as medidas foram criticadas por comprometerem o desempenho dos bancos públicos e aumentarem o endividamento das famílias.

Teto dos gastos

Haddad afirmou ainda que o teto de gastos públicos, que regula as despesas do governo pela inflação do ano anterior, também comprime o nível de atividade.

“O teto de gastos não abre nenhum espaço fiscal para investimento, e sem investimento público, sem consumo das famílias, sem crédito barato, a economia não vai retomar e o problema fiscal vai agravar”, afirmou.

O candidato do PT aproveitou a visita à Rocinha para prometer retomar obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em comunidades carentes para melhorar as condições de vida das pessoas com mais emprego e geração de renda.

Carro de som anunciava “Lula é Haddad e Haddad é Lula”

Além de Haddad, também participaram do ato de campanha na Rocinha a candidata a vice Manuela D’Ávila e candidatos da coligação a outros cargos na eleição de outubro.

Durante a visita, o candidato à Presidência cumprimentou eleitores e moradores e ouviu gritos de Lula durante boa parte do percurso, que foi acompanhado por militantes e com um carro de som anunciando “Lula é Haddad e Haddad é Lula”.

Terra

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fany Carlos M. Tavares disse:

    Mais um erro do candidato , meus amigos ele falou que quanto mais juros os Bancos cobrarem , mais impostos serão cobrados , " PRESTEM ATENÇÃO " os Bancos não estão nem ai , porque nesse caso a conta será cobrada aos CORRENTISTAS , resumindo vai sobrar para o POVO como sempre .

  2. Deco disse:

    Odebrech, Friboi, UTC , Engevis OAS ja pagaram muito….. agora sera a vez dos banqueiros?? vixe!!!!

Governo Dilma gastou R$ 14 milhões em livros os quais ensina que 10 – 4 = 7

O Governo Federal gastou R$ 14 milhões na imprensão de 7 milhões de livros para 1,3 milhão de alunos receberam materiais com erros; o incompetente  ministro da Educação pediu abertura de sindicância para apurar quem são responsáveis pela falha

Marta Salomon e Denise Madueño/Estadão

BRASÍLIA – O Ministério da Educação pagou R$ 13,6 milhões para ensinar que dez menos sete é igual a quatro a alunos de escolas públicas da zona rural do país. No segundo semestre de 2010, foram distribuídas com erros graves 200 mil exemplares do Escola Ativa, material destinado às classes que reúnem alunos de várias séries diferentes.

Foram impressos ao todo 7 milhões de livros – cada coleção do Escola Ativa contém 35 volumes. Os erros foram detectados no início do ano, e um grupo de especialistas contratados pelo ministério julgou que eles eram tão graves, tão grosseiros e tão numerosos que não bastava divulgar uma “errata” à coleção.

Os livros com erros foram distribuídos a 39.732 classes multisseriadas da zona rural, presentes em 3.109 municípios e todos os Estados do país. Segundo publicação do MEC, essas classes atendem 1,3 milhão de alunos.

Provocado pelo Estado, o ministro da Educação, Fernando Haddad pediu à Controladoria-Geral da República (CGU) a abertura de sindicância para apurar o tamanho do prejuízo e os responsáveis por ele. Ao mesmo tempo, mandou uma carta aos coordenadores de escolas da zona rural recomendando que os livros do Escola Ativa não sejam usados em sala de aula. A coleção foi retirada do ar também na internet.

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