Rejeição que mais cresceu foi a de Haddad, segundo Datafolha

Segundo o Datafolha, a rejeição que mais cresceu foi a de Fernando Haddad: nove pontos desde o final de agosto. A de Jair Bolsonaro parou de crescer desde o início de setembro. As informações são destaque em O Antagonista e Folha de São Paulo.

O petista, que está em segundo lugar na pesquisa com 16% das intenções de voto, agora é rejeitado por 29% dos eleitores. Há uma semana, essa taxa estava em 22% e, na pesquisa dos últimos dias 13 e 14, em 26%.

Jair Bolsonaro (PSL), líder isolado da pesquisa com 28%, tem rejeição de 43%.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tarcísio Eimar disse:

    Tchau querido!

  2. Roberto disse:

    Isso é um candidato derrotado. a rejeição subiu de foguete e a percentagem de eleitores propenso a votar nele, de carroça. Esse não chega no 2o turno. Kkkkkkkkkkkkk

  3. SERVULO ROMÃO disse:

    NÃO TENHO BOLA DE CRISTAL, NÃO SOU ADIVINHO, NÃO TENHO REPÚDIO A UM OU OUTRO, MAS ESSES INSTITUTOS DE PESQUISA MOSTRAM NÚMEROS COM ESSE CRESCIMENTO DE UM CANDIDATO DESCONHECIDO, APENAS SENDO APOIADO POR UM EX PRESIDENTE EM PLENA DECADÊNCIA POLÍTICA, É CONSTRANGEDOR E
    DESGASTANTE, TRADUZINDO EM COMPLETA FALTA DE CREDIBILIDADE.
    NÃO EXISTE ESSE CRESCIMENTO DO CANDIDATO DO PT, ISSO É MANIPULAÇÃO ELEITORAL. NÃO VEMOS O POVO NAS RUAS APOIANDO O PT.
    OS CANDIDATOS DO PT, PDT, REDE, MDB, PSDB E PODEMOS VÃO AS RUAS E SÃO ACOMPANHADOS APENAS PELA MILITÂNCIA MAIS PRÓXIMA, O POVO NÃO ESTÁ COM ELES. SÓ EXISTEM MANIFESTAÇÕES E CARREATAS EM FAVOR DO CANDIDATO DO PSL, JAIR MESSIAS BOLSONARO, O POVO ESTÁ COM ELE.
    O POVO ESTÁ COM BOLSONARO PORQUE CANSOU DAS PROMESSAS IRREALIZÁVEIS, CANSOU DE ESCUTAR DESCULPAS, PERDEU A PACIÊNCIA COM TANTAS MENTIRAS.
    O POVO ESTÁ COM BOLSONARO COMO FORMA DE PROTESTO AOS VELOS CACIQUES DA POLÍTICA, CONTRA A IMPUNIDADE, CONTRA A INSEGURANÇA, CONTRA A CORRUPÇÃO. O POVO ESTÁ COM BOLSONARO DE GRAÇA, POR PROTESTO CONTRA ESSE SISTEMA DEMOCRÁTICO FALIDO E ARRASADO PELOS APROVEITADORES DO PODER.

PESQUISA BLOGdoBG/SETA: Confiram a rejeição dos candidatos em Ceará-Mirim

O diretor-geral do Departamento de Trânsito e pré-candidato a prefeito de Ceará-Mirim pelo PSD, Júlio César Câmara, é o nome mais lembrado pelos cearamirinenses, por outro lado, é o nome que mais possui rejeição.

De acordo com a análise de rejeição espontânea pesquisa Blog do BG/Seta, o pré-candidato possui a rejeição de 10,8%. A frente de Marconi Barreto (8,4%) e até do atual prefeito Antônio Peixoto (6,3%). Por outro lado, o número de pessoas que não votariam em qualquer dos candidatos ou que prefere votar em nulo ou branco somados ao número de pessoas que não sabem é alto. Chega a 51%.

O cenário se repete com números diferentes quando tratado de forma estimulada, em que são apresentados os nomes. Júlio César lidera a rejeição com 12,4% a frente do empresário Marconi Barreto (11,9%). O número de pessoas que não votariam em qualquer dos nomes, que prefere votar em branco ou nulo, que não sabe ou não respondeu chega a 42,9%.

A pesquisa realizada pelo instituto Seta foi aplicada entre os dias 10 e 11 de abril com 600 entrevistados e foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número 01853/2016. Ela possui um grau de confiabilidade de 95% com margem de erro de 2,5%.

Rodapé Pesquisa4

ceará-mirim rejeição
ceará-mirim rejeição estimulada

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Val Lima disse:

    Esse é apenas um retrato 3×4 do q serão as eleições municipais no RN…
    diante do desgaste da classe política…

PEDALADAS FISCAIS: Fazendo história, TCU rejeita contas de Dilma à unanimidade

Foto: André Dusek / Estadão Conteúdo
Foto: André Dusek / Estadão Conteúdo

A maioria dos integrantes do TCU (Tribunal de Contas da União) recomendou nesta quarta-feira (7) a reprovação das contas de 2014 do governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Dos nove ministros, oito votaram pela rejeição das contas da petista. Esta é a primeira vez que o TCU recomenda a reprovação das contas de um presidente desde que o órgão foi criado, em 1890. O parecer pela reprovação não significa que as contas foram reprovadas. Elas ainda precisam ser julgadas pelo Poder Legislativo.

A sessão desta quarta-feira foi marcada por muita polêmica. Líderes da oposição como os deputados federais Mendonça Filho (DEM-PE), Antônio Imbassahy (PSDB-BA), Izalci (PSDB-GO) e o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) estiveram presentes à sessão.

Desde o último domingo (4), o governo vinha tentando suspender a sessão que analisaria as contas da presidente Dilma. A AGU (Advocacia Geral da União) fez um pedido de suspeição contra Nardes argumentando que ele teria se pronunciado sobre seu voto antes do julgamento e que essa conduta feria a Lei Orgânica da Magistratura.

Na prática, o recurso pedia que Nardes fosse afastado da relatoria das contas do governo e que o julgamento fosse suspenso até que um novo relator fosse designado. Com base no mesmo argumento, o governo ingressou com um recurso junto ao STF (Supremo Tribunal Federal), mas o ministro Luiz Fux rejeitou o pedido do governo alegando que a simples manifestação de Nardes sobre o processo não era motivo suficiente para que ele fosse considerado “suspeito”.

Agora, o parecer pela rejeição das contas de Dilma deve ser encaminhado à CMO (Comissão Mista de Orçamento) do Congresso Nacional. Lá, deputados e senadores irão avaliar o parecer e votar um relatório que deverá ser posto em votação no Congresso. Ainda não há consenso se a votação das contas acontecerá em sessões separadas da Câmara dos Deputados e do Senado ou em uma sessão conjunta do Congresso Nacional. A CMO tem, em média, 82 dias para avaliar o parecer do TCU.

Pedaladas fiscais
O episódio conhecido como “pedaladas fiscais” foi um dos principais pontos que embasaram a decisão dos ministros. As “pedaladas fiscais” foram manobras contábeis realizadas pelo governo para “maquiar” as finanças. De acordo com técnicos do TCU, benefícios sociais e subsídios federais eram pagos por bancos estatais sem que o Tesouro Nacional tivesse feito o devido repasse dos valores a tempo.

Esse “adiantamento” feito pelos bancos foi classificado pelo TCU como “empréstimos”, mas a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) proíbe o governo de fazer empréstimos junto a bancos estatais. O governo nega que as transações caracterizaram empréstimos e alega que outros governos utilizaram o mesmo mecanismo sem que suas contas fosse reprovadas.

De acordo com o TCU, as “pedaladas fiscais” envolveram um montante de R$ 40 bilhões.

Fonte: UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. TOM disse:

    Unanimidade? Taí o porque do medo da Dilma, Vez as coisas erradas, vai ter que pagar. Leve Eduardo Cunha com vc. E o Renan também.

  2. Luciano disse:

    Se Dilma cair por isso cairão muitos governadores e prefeitos. Precedente perigoso! Até 2002 tdo era permitido nesse país. Parece q melhoramos! Seria isso culpa do PT ou dos extraterrestres?
    Em tempo: Nosso presidente da câmara é pego com 5milhoes de dólares na Suíça de dinheiro sujo e ninguém fala no impedimento dele, nem os três palhaços do PSDB q foram no TCU.

    • Neto disse:

      Chora Luciano!!! Milhões de brasileiros comemorando os 8 x 0…. A mídia, maciçamente, tem divulgado a descoberta das contas de Eduardo Cunha e familiares na Suíça e providências estão sendo tomadas. Ele será punido. Não tem como fugir.

  3. Flauberto Wagner disse:

    Diante do que o ministro Nardes expôs em seu relatório e com o resultado da votação no plenário, cuja a maioria acolheu de forma plena os ditames do relator, cabe agora aos nobres senadores e deputados o acolhimento e ratificação do que foi votado pela corte de contas, pois além de serem verdadeiros os apanhados sobre as "pedaladas" é necessário e urgente um final há tudo esse embrolho.
    Há nação tem urgência e as instituições publicas e privadas a premente necessidade de que as coisas voltem a funcionar de forma plena.

Brasileiros aprovam protestos, mas 93% rejeitam "black blocs", diz pesquisa

5nov2013---pessoas-participam-de-mobilizacao-pelo-dia-mundial-de-guy-fawkes-na-avenida-paulista-regiao-central-de-sao-paulo-nesta-terca-feira-5-a-manifestacao-foi-convocada-pelos-grupos-anonymous-e-1383696153308_615x300A onda de protestos realizada pelo país tem o apoio de 81,7% da população, segundo pesquisa de opinião divulgada nesta quinta-feira (7) pela CNT (Confederação Nacional dos Transportes) em parceria com o instituto MDA.

No entanto, a grande maioria condena a ação dos chamados “black blocs”, grupos de mascarados que realizam depredações durante os protestos: 93,4% não concordam com as ações deles durante as últimas manifestações de rua no Rio de Janeiro e em São Paulo.

No entendimento de 91,5% dos entrevistados, a maneira de se manifestarem não é legítima. Apenas 6,7% concordam que são válidas.

Pesquisa Datafolha realizada em outubro apenas na cidade de São Paulo mostrava que menos do que 95% dos paulistanos desaprovam a atuação desse grupo.

Na pesquisa CNT/MDA, de caráter nacional, foram ouvidas 2.005 pessoas em 135 municípios de 21 unidades da federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. A pesquisa foi feita entre os dias 31 de outubro e 4 de novembro

UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco Dias disse:

    Os 7% são formados pelos baderneiros e pelos Advogados. Afinal sem aqueles, estes ficariam ao desamparo.

  2. Jefferson Sousa disse:

    E ainda há 7 por cento que apoiam os baderneiros?

Rejeição machuca tanto quanto dor física, diz estudo

760878_12801066A rejeição social é tão difícil de suportar quanto a dor física. Um estudo da Escola Médica da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, sugere que o cérebro tem uma reação similar para aliviar o sofrimento de uma rejeição da mesma forma que faz para lidar com o de uma ferida no corpo.

A equipe coordenada por David Hsu também mostrou que pessoas que mostraram altos níveis de resiliência num teste de personalidade apresentaram maiores níveis de ativação natural de analgésicos naturais do organismo. Quando o corpo experiência a dor física, o cérebro libera opioides químicos entre os espaços vazios dos neurônios, o que “amortece” os sinais de dor.

No experimento, 18 adultos olharam para fotos e perfis fictícios de centenas de outros adultos. Cada um selecionou aqueles que considerava mais interessante para iniciar um romance, como fariam num site de namoro. Em seguida, quando os participantes estavam deitados numa tomografia computadorizada, eles eram informados de que os indivíduos que eles achavam atraentes não estavam interessados neles.

Pesquisadores monitoraram o sistema de receptores opioides mu, de ação analgésica, o qual a equipe vem estudando há uma década. As imagens cerebrais dos participantes que estavam experimentando esta forma de rejeição social tinham sistemas opioides altamente ativos, mostrando que o cérebro estava liberando seu analgésico natural.

Antes do início do estudo, os pesquisadores contaram aos participantes que o relacionamento com os perfis não era real, nem o “fora” virtual. Mesmo assim, a rejeição social simulada era o suficiente para causar a resposta cerebral.

– Este é o primeiro estudo a se aprofundar no cérebro humano para mostrar que o sistema de opioide é ativado durante a rejeição social – disse Hsu. – Isto sugere que a liberação de opioide nesta estrutura durante a rejeição social pode ter função adaptativa ou protetora.

– Em geral, os opiáceos são libertados em situações de angústia e isolamento social de animais, mas não tinha sido demonstrado se isto ocorre no cérebro humano – acrescenta.

Hsu ressalta que a personalidade do participantes também desempenha um papel importante na resposta do sistema opioide.

– Indivíduos com as maiores notas para a resiliência no questionário de personalidade tendiam a ser mais capazes de liberar mais opioides durante a rejeição social, especialmente na amígdala – afirmou. – É possível que aqueles com depressão ou ansiedade sejam menos capazes de liberar opioides durante períodos de conflito, e portanto não se recuperam tão rápido ou complemente de uma experiência social negativa.

A equipe concluiu que os caminhos do cérebro de ativação das dores física e social são similares. Estudar esta resposta e sua variação entre as pessoas poderia ajudar a compreender a depressão e a ansiedade, com o desenvolvimento de medicamentos mais eficientes, defendem os cientistas.

O Globo

Senadores derrubam proposta que acaba com o voto obrigatório no país

Por 16 votos contrários e 6 favoráveis, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado rejeitou nesta quarta-feira (2) a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que acabava com o voto obrigatório no país. Com a derrubada, a proposta segue para o arquivo.

O texto modificava a Constituição para liberar os maiores de 16 anos da obrigatoriedade do voto. A proposta, no entanto, mantinha como obrigatório o alistamento eleitoral para todos os brasileiros maiores de 18 anos. A legislação impõe o voto obrigatório, mas permite aos eleitores justificar os votos se não estiverem em seus domicílios eleitorais. A justificativa pode ser feita até 60 dias depois das eleições.

Os que não justificam, pagam multa de R$ 3,51 e sofrem algumas sanções: ficam impedidos de inscrever-se em concurso público, tomar posse em cargos públicos, receber salário (se for servidor público ativo ou aposentado), participar de licitações, obter empréstimos junto a instituições financeiras oficiais, obter passaporte ou carteira de identidade, renovar matrícula em instituição de ensino e praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda.

Os integrantes da comissão discutiram a PEC por quase duas horas. O grupo favorável à mudança argumenta que os eleitores não devem ser obrigados a escolher seus representantes, repetindo modelo de países como os Estados Unidos.

Relator da proposta, o senador Pedro Taques (PDT-MT) disse que os países “influentes e que servem de modelo para os demais” não têm suas eleições contestadas em razão do número de eleitores que vão às urnas com o voto facultativo.

“A qualidade de uma democracia não se deve, unicamente, à participação quantitativa nas eleições, ainda mais se esta for obtida mediante constrangimento legal. O fato de o eleitor comparecer a uma seção eleitoral não significa que ele está interessado nas propostas dos candidatos e dos partidos políticos”, afirmou.

Para o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), um dos autores da PEC, a mudança deve ocorrer para dar liberdade aos eleitores escolherem seus representantes. “O voto obrigatório não tem qualificado a política brasileira. O cidadão pode exercer sua vontade, ou não. Ao não votar, é preciso respeitar sua manifestação de indignação com aquilo que ele não vê representado. Não é a quantidade de voto, é a qualidade de voto que pode representar o exercício da qualidade política”, disse.

Contrários à PEC, os senadores Humberto Costa (PT-PE) e Pedro Simon (PMDB-RS) afirmaram que o voto no Brasil já é facultativo, na prática, uma vez que o eleitor pode pagar multa para justificar sua ausência.

“O voto obrigatório no Brasil é facultativo. Se você não justificar, paga multa irrisória para exercer seus direitos. Não podemos abrir mão disso, uma conquista da nossa população”, disse Costa.

Simon afirmou que o atual modelo do sistema político brasileiro não abre brechas para mudanças no sistema do voto obrigatório. “É obrigação do cidadão o voto. O voto obrigatório a pessoa vai se quiser. Para que vamos abrir um precedente desses? Numa eleição de prefeitos do interior, leva a torcida para jogar futebol na outra cidade, tirando votos necessários para ganhar a eleição”, afirmou.

Folha

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. paulo sergio martins disse:

    A galera das redes sociais anda por fora de muita coisa ainda. Por exemplo, por que não condicionar o recadastramento para identificação biométrica da Justiça Eleitoral à queda do voto obrigatório? Onde já se viu democracia plena com eleitor obrigado a votar?

74% dos brasileiros querem renúncia de Renan, mostra pesquisa Ibope

De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto Ibope, 74% dos brasileiros ouvidos querem o afastamento do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado. O levantamento foi encomendado pela organização não governamental Avaaz.

Segundo a pesquisa, que ouviu, por telefone, mil pessoas entre os dias 2 e 3 de março, os senadores deveriam exigir a renúncia de Calheiros do cargo. Além disso, 63% da população que participou do levantamento destacou não concordar com o uso do sistema de voto secreto para a eleição da presidência da Casa.

Levando em consideração esse método, a pesquisa mostra que 56% dos entrevistados consideram a votação inválida, contra 38% que acreditam na validade do pleito. As entrevistas por telefone apuraram também que 68% dos eleitores provavelmente não votariam em um senador que apoiasse o atual presidente do Senado.

Pesquisa Ibope: 92% avaliam ruim ou péssima gestão Micarla de Sousa

Depois dos dados para prefeito em Natal, o Ibope divulgou pesquisa que aponta como os eleitores de Natal avaliam a administração da prefeita Micarla de Sousa (PV).  O índice apresentado em 5 de setembro se manteve o mesmo, na casa dos 92%.

Veja os números da avaliação da gestão:

Ruim – 7%

Péssima – 85%

Regular – 6%

Boa – 1%

Ótima – 0%

A pesquisa também perguntou se o entrevistado aprova ou desaprova a forma como a prefeita Micarla de Sousa vem administrando a cidade. Entre os ouvidos, 95% disseram desaprovar e 3% afirmaram aprovar. Não responderam ou não sabem são 2%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 20 de setembro. Foram entrevistadas 602 pessoas na cidade de Natal. A margem de erro é de 4 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada pela Inter TV Cabugi.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN), sob o número RN-00119/2012.

Ibope avaliou gestões de Rosalba e Dilma

A avaliação negativa do governo estadual (soma de ruim e péssima) em comparação com a primeira pesquisa Ibope em Natal subiu de 52% para 58%. O percentual de pessoas que avaliam como bom ou ótimo o governo de Rosalba Ciarlini (DEM) caiu de 8% para 7%.

Já a avaliação positiva da presidente Dilma Rousseff subiu de 51% para 55% e a negativa se manteve em 11%.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. […]  Pesquisa Ibope: 92% avaliam ruim ou péssima gestão Micarla de Sousa […]

Pesquisa Tribuna/Certus: Carlos Eduardo tem a maior rejeição entre candidatos 17,5%

A pesquisa Tribuna do Norte/Certus, divulgada neste sábado (15), mostra Carlos Eduardo (PDT) liderando a rejeição entre os candidatos. Ele está com 17,5%. O segundo mais rejeitado é Fernando Mineiro com 13,63%.

A pesquisa Certus está registrada na Justiça Eleitoral com o número 098/2012. Foram ouvidas 800 pessoas nos dias 12 e 13 de setembro.

 

Veja os números da pesquisa:

 

Carlos Eduardo: 17,5%

Fernando Mineiro: 13,63%

Hermano Morais: 10,38%

Rogério Marinho: 10,13%

Roberto Lopes: 5,38%

Robério Paulino: 3,38%

Rejeita todos 7,5%

Rejeita nenhum 21,38%

Não respondeu 1%

Outras respostas 9,75%

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Vigor Leal disse:

    Pesquisa para consumo interno do lado de Carlos Eduardo provocou comemorações logo cedo hoje, quase igual a essa da Certus, uns pontinhos a mais para uns e uns a menos para outros, mas na essencia mostra que segundo turno é muito improvável.
    Detalhe: grande erro na rejeição nessa aí da Certus e Rogerio tá na frente de Mineiro, até nas pesquisas de Mineiro.(pesquise!)

Pesquisa Tribuna/Certus: Carlos Eduardo é o candidato mais rejeitado com 14,63%, Fernando Mineiro é o segundo com 12%

A pesquisa Tribuna do Norte/Certus avaliou também o índice de rejeição dos candidatos a prefeitura de Natal. O candidato Carlos Eduardo aparece com o maior índice de rejeição com 14,63% das respostas dos eleitores que disseram que “não votariam de jeito nenhum”. O segundo mais rejeitado é Fernando Mineiro com 12%.

A pesquisa da Certus está registrada na Justiça Eleitoral com o número 071/2012. Foram ouvidas 800 pessoas nos dias 29 e 30 de agosto. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

 

Veja os números da rejeição:

 

Carlos Eduardo: 14,63%

Fernando Mineiro: 12%

Rogério Marinho: 10,25%

Hermano Morais: 7,12%

Robério Paulino: 5,25%

Roberto José: 7,38%

 

Rejeita Todos: 9,13%

Rejeita Nenhum: 25,5%

Não sabe: 1,63%

Não respondeu: 0,75%

Outras respostas: 6,38%

Start/Correio da Tarde: Larissa Rosado e Cláudia Regina lideram rejeição empatadas

Na mesma pesquisa do instituto Start, encomendado pelo jornal Correio da Tarde, sobre a preferência do eleitorado de Mossoró, também fo feito um levantamento sobre a rejeição dos candidatos, ou seja, daqueles políticos que o povo de Mossoró não votaria de forma alguma e, surpresa para muitos, os principais nomes – Larissa Rosado e Cláudia Regina – estão tecnicamente empatados.

Na pesquisa de rejeição, Cláudia regina aparece em primeiro com 23,5% das citações, a frente de Cinquentinha com 22,3 % e de Larissa Rosado com 22,1 %. Como a pesquisa Start/Correio da Tarde tem uma margem de erro de 4,2 % para mais ou para menos, os três são considerados tecnicamente empatados. A rejeição é praticamente a mesma e, se nada mudar, esse quesito será bastante trabalhado pelos marketeiros de campanha porque pode significar um novo campo na conquista por votos importantes.

A pesquisa Start/Correio da Tarde foi realizada entre os dias  os dias 19 e 20 de agosto com 561 entrevistados e  registrada na Justiça Eleitoral sob o número 057/2012.

Confira outros resultados da pesquisa de opinião política:

Pesquisa Start/Correio da Tarde aponta favoritismo de Larissa em Mossoró

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. […] Start/Correio da Tarde: Larissa Rosado e Cláudia Regina lideram rejeição empatadas Postado em: 22/08/2012 às 16:55 Deixe seu comentário Tweet stLight.options({ publisher:'wp.e5614253-674e-4af0-8262-7c08ebb4f316' }); /* […]

Eleições 2012: Mineiro lidera rejeição entre os candidatos

A candidatura do deputado estadual Fernando Mineiro está começando a ganhar força agora, após o início da campanha eleitoral, mas os marketeiros e estrategistas da campanha vão ter que suar muito para reverter a situação do petista se ainda acreditam em uma vitória em segundo turno. Não bastando ele estar atrás de Carlos Eduardo, Hermano Morais e Rogério Marinho nas pesquisas de intenção de voto, o deputado ainda lidera a pesquisa de rejeição, segundo pesquisa do Instituto Consult, encomendada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon).

Entre os dias 12 e 14 de julho, os entrevistadores da Consult foram às ruas de Natal e perguntaram a mil pessoas: “Em quemo senhor não votaria de maneira alguma para prefeito de Natal?”. O resultado foi muito negativo para a campanha do PT. Fernando Mineiro aparece em primeiro com 20,3% de citações. A frente, inclusive, de nomes pouco difundidos como Rogério Paulino do PSOL (19,8%) e Roberto Lopes do PCB (17,8%). Os candidatos que tem menor rejeição são Rogério Marinho com 15,9%, Hermano Morais com 15,2% e Carlos Eduardo com 9,7%.

Para muitos estrategistas políticos, as pesquisas de rejeição funcionam como critério de desempate e também como ferramenta para focar os trabalhos de coquista de votos em determinadas áreas. Quando se junta a rejeição com uma má avaliação em pesquisas de intenção de voto, significa o alerta vermelho para algumas candidaturas.

Pesquisa mostra que 64% dos petistas rejeitam apoio de Maluf e Haddad cai em pesquisa

Está na Folha de hoje, o estrago do apoio de Maluf se concretiza nos números. Segue:

O apoio do deputado Paulo Maluf (PP-SP) ao petista Fernando Haddad é rejeitado por 62% dos eleitores de São Paulo, mostra pesquisa concluída ontem pelo Datafolha. Entre os que declaram preferência pelo PT, a reprovação da aliança chega a 64%.

Este é o primeiro levantamento a medir o impacto da união patrocinada pelo ex-presidente Lula, que abriu crise na campanha petista e levou a ex-vice Luiza Erundina (PSB) a abandonar a chapa.

Os números indicam que a foto com Maluf pode prejudicar Haddad na corrida à prefeitura. A maioria dos entrevistados (59%) disse que não votaria num candidato apoiado pelo ex-prefeito. Outros 12% seguiriam sua indicação, e 26% seriam indiferentes.

“A rejeição ao apoio de Maluf é muito alta e pode vir a ser determinante na eleição. Agora temos que ver como isso será explorado na campanha”, diz o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino.

A pesquisa mostra que 70% dos eleitores ainda não sabem quem Maluf apoiará na eleição municipal. Só 17% sabem que ele apoia Haddad.

A desistência de Erundina, em protesto contra a aliança do PT com o adversário histórico, teve ampla aprovação popular: 67% dos eleitores disseram que ela “agiu bem”. Outros 17% reprovaram a atitude, e 16% não opinaram.

Outra má notícia para Haddad é que a influência de Lula segue em queda. Hoje, 36% dos eleitores dizem que o apoio do ex-presidente os faria escolher um candidato. O índice era de 49% em janeiro, e cai a cada pesquisa.

Mesmo assim, Lula permanece como o principal cabo eleitoral da disputa. Segundo o levantamento anterior, concluído no último dia 14, o apoio da presidente Dilma Rousseff influía no voto de 28%. O aval do governador Geraldo Alckmin era decisivo para 29%, e o do prefeito Gilberto Kassab, para 12%.

Editoria de Arte/Folhapress

SERRA LIDERA

A pesquisa mostra que o cenário geral da eleição permanece estável. Serra oscilou um ponto percentual para cima e lidera a corrida com 31% das intenções de voto.

Como a margem de erro da pesquisa é de três pontos para mais ou para menos, ele se mantém no mesmo patamar.

Em segundo lugar aparece o ex-deputado Celso Russomanno (PRB), que oscilou três pontos para cima e agora aparece com 24%. Ele tem crescimento constante desde janeiro, quando tinha 17%.

Haddad interrompeu a trajetória de alta. Ele oscilou dois pontos negativamente e continua em terceiro lugar, com 6%. O mesmo aconteceu com Soninha Francine (PPS).

Também registraram 6% o deputado Gabriel Chalita (PMDB) e o vereador Netinho de Paula (PC do B), que deixou a disputa anteontem para apoiar Haddad. Quando a pesquisa foi registrada, ele ainda era pré-candidato.

Paulinho da Força (PDT) tem 3%, e Carlos Giannazi (PSOL), 1%. Os demais pré-candidatos não pontuaram. Nulos e brancos somam 11%, e 5% não opinaram.

O Datafolha ouviu 1.081 eleitores na capital paulista entre os dias 25 e 26. A pesquisa foi registrada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) sob o número 87/2012.

Editoria de Arte/Folhapress

Micarla de Sousa lidera rejeição com 82,5%, aponta Sinduscon-Consult

Já quando o assunto é o pleito para prefeito deste ano, quem está na frente é Micarla de Sousa. Pelo menos, quando o critério é rejeição.

A atual prefeita de Natal, de acordo com a pesquisa Sinduscon-Consult, teve rejeição em 82,5% da respostas.

Veja os números da pesquisa  sobre rejeição (resposta múltipla):

Micarla de Sousa 82,5 %

Fernando Mineiro 20,8%

Rogério Marinho 14,6%

Hermano Morais 14,5%

Carlos Eduardo 5,2 %

Todos 8,6%

Não sabe 5,5%

Pesquisa Consult/Sinduscon: Micarla de Sousa continua liderando lista dos rejeitados

A prefeita Micarla de Sousa vai ter que continuar lutando contra os números para conseguir se reeleger nas eleições de outubro desse ano.

Os números da nova pesquisa Consult, encomendada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), revelaram que a Borboleta está com 78,4% de rejeição entre o eleitorado natalense. Se for fazer uma análise bastante crítica, os números caíram, porque ela já chegou a ter mais de 90%. Mas, não é muito o que se comemorar, afinal, ela continua mais rejeitada do que nunca.

Os pesquisados que não votariam em Micarla de forma alguma é quase quatro vezes maior do que o do segundo na lista, deputado estadual Fernando Mineiro (20,7%).

Números

Micarla de Sousa 78,4%

Fernando Mineiro 20,7%

Wilma de Faria 18,5%

Rogério Marinho 15%

Hermano Morais 14,7%

Carlos Eduardo 7,3%

Todos 8,7%

Não sabe 8,9%