Esporte

José Dias afirma que o governo tira recursos da saúde para a Copa

Homem culto, religioso e atencioso com as pessoas, mas nem por isso tímido ou receoso na tomada de suas posições no parlamento, o deputado estadual José Dias (PSD), em entrevista ao O Poti, lamentou o comportamento histórico do brasileiro de conviver com as mazelas nos desvios dos recursos públicos. Na entrevista, o deputado foi instigado a falar sobre política nacional – a corrupção desenfreada nos três Poderes da Repúblicas, a impunidade como fator estimulante para os malfeitos – e, claro, da administração estadual, de quem foi aliado no início do governo Rosalba Ciarlini. Segundo José Dias, as pesquisas de opinião mostrando um percentual muito alto de rejeição da administração da governadora Rosalba Ciarlini refletem a realidade,”que acho que é ainda pior do que o que o povo está vendo. O governo, sob o ponto de vista político e administrativo, é um fracasso absoluto, eu confesso que, sob o ponto de vista político, eu nunca vi uma tragédia tão grande”. Dias também disse que os recursos aplicados na construção da Arena das Dunas estão sendo tirados da alimentação destinada aos hospitais, da segurança pública e para o desenvolvimento econômico do RN.

O país vive hoje com denúncias de corrupção atingindo os três poderes da República. Como cidadão e como homem público, como é que o senhor vê esse quadro?

Eu vejo que nós estamos vivendo um momento diferente. Infelizmente, nós temos que constatar que o que está ocorrendo no Brasil, em profundidade, não é uma coisa inédita. Nós temos, infelizmente, um comportamento histórico de convivência com essas mazelas na gestão dos recursos públicos, com a corrupção. O que o momento atual está expondo são as vísceras dessa situação e isso nós devemos, vamos dizer assim, a uma abertura da informação. Há uma fiscalização, hoje permanente, exercida pela imprensa e pela própria cidadania. O que, aí sim, a gente pode ver como um fator positivo. Talvez seja o caminho, o remédio para a cura desse mal que é histórico. O que nós temos, também, um pouco agravado é a exacerbação da “caça às bruxas” que, em certo sentido, também é perigoso, é negativo. O fato de nós sabermos, reconhecermos, de procurar resolver esse problema de corrupção no Brasil não nos dá a liberdade para crucificar previamente as pessoas. Até porque a crucificação não deve ser nem a posteriori e nós estamos tentando fazer previamente, eu acho que esse caminho, esse atalho é a única coisa perigosa que eu vejo nesse episódio. Agora, sei que o Brasil será diferente.

Essa infecção generalizada nos intestinos dos Poderes da República preocupa ao ponto de se temer pela estabilidade da democracia?

Eu acho que não, acho que nós estamos construindo uma nova democracia, uma democracia diferente. Uma democracia que procura ser verdadeira, se vai chegar lá eu não sei. Mas procura ser verdadeira. Porque a democracia verdadeira é aquela democracia que respeita o direito do povo, e não há direito mais sagrado do que o povo saber que seu trabalho, seu esforço, está sendo respeitado. Por que o tributo que quando se estabelece a desonestidade, o roubo é em cima do que? Do trabalho do povo, do tributo. E também, claro, que a gente tem que admitir que não apenas os “agentes públicos”, políticos, são responsáveis pelo que acontece de mal nesse país, a sociedade como um todo está contaminada. Aí é que eu acho que esse esforço tem que ser bem mais profundo, não se mata o mal apenas resolvendo o problema no âmbito da coisa pública, se resolve no âmbito da devida proporção.

A impunidade não é um estimulante para a corrupção que está se vendo aí todo dia?

Claro que sim! E eu acho que o caldo de cultura de tudo isso que nós estamos vendo aflorar é exatamente a impunidade. Se o que está se pensando fazer hoje, a sociedade tentando fazer hoje, tivesse acontecido no passado, nós estaríamos vivendo uma situação diferente. Eu não vejo de outra forma, a natureza humana tem tendências, e fortíssimas, a estabelecer privilégios, vantagens, acomodações, benefícios. Isso só pode ser coibido se nós tivermos a consciência de que esse benefício tem que ter um limite, que é o direito dos outros.

Mas o senhor não acha que o legislador brasileiro tem um percentual de culpa nessa impunidade, uma vez que elenão está preocupado em fazer leis que punam efetivamente quem comete os malfeitos?

Eu acho que a legislação brasileira, nesse aspecto, ela não peca em quase nada, falta apenas a pena de morte. A legislação brasileira, nesse aspecto, – vamos dizer assim – é efetiva. Ela tem que se adaptar aos tempos, até porque nós não podemos pensar numa norma eterna. Norma eterna é aquela que foi dada por Deus a Moisés. Fora os Dez Mandamentos, as outras leis são leis fadadas a se atualizar. A norma em si ela não se aplica, quem aplica a norma são os homens. Então o que nós realmente precisamos é ter uma aplicação mais rápida e mais severa, no sentido de ser mais justa, isso sim. É preciso a própria sociedade se convencer que ela é também responsável pela aplicação das normas e dos costumes. Os Tribunais são responsáveis pela aplicação das normas escritas, das normas legais mas, uma sociedade que não tenha uma altoregulação, ela dificilmente terá sucesso.

O Judiciário tem culpa nisso por não dar maior agilidade na aplicação dessas leis?

Olha, ter, tem. Agora a culpa não é só do Judiciário, porque você não pode imaginar uma instituição absolutamente desconectada da sua sociedade. O Judiciário está num processo, que ele próprio é responsável, de modificação. Devo lembrar do grande esforço que o Judiciário está fazendo para melhorar os seus procedimentos, acelerar os julgamentos; existem no Brasil hoje, dentro do Judiciário, metas quantitativas a serem cumpridas exatamente para vencer esse problema da morosidade da implantação da Justiça. Então no sentido de que a coisa não funcionou com a presteza que era necessária, o Judiciário é culpado mas, a grande culpa, é de todos nós.

Por falar em Judiciário, vamos trazer o tema para o nível local. O senhor esperava algum dia ter conhecimento de malfeitos praticados dentro do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, ao ponto do Superior Tribunal de Justiça determinar o afastamento sumário de três desembargadores?

O fato que você está levantando é inusitado, ninguém pode dizer que já viu porque não houve, se não houve a gente não viu, não é? Não viu. Eu não estou aqui entrando no julgamento do mérito até porque é uma questão que eu tenho muito cuidado. Conheço as pessoas e tenho delas um conceito muito bom, mas também não posso prejulgar defendendo nem acusando. Eu apenas me reservo ao meu direito como cidadão e, aqui eu apenas estou trabalhando, laborando como cidadão e, vamos dizer assim, viver a emoção de compreender as dificuldades que os amigos estão passando e sem, que eu também não sou julgador no caso, tomar uma posição dizendo quem está certo e quem está errado.

Nas suas caminhadas, nas suas andanças pelo interior, visitando as bases políticas, qual o sentimento do eleitor diante de tudo isso que está acontecendo no país?

Uma coisa que eu acho é que todo mundo é extremamente crítico, severo, punitivo em relação ao outro. Se você for por todo canto, todo mundo está aí com o chicote na mão mas, na intimidade das pessoas, a maioria hoje condena o outro mas eu não vejo um exercício muito explícito para mudar o seu próprio comportamento. Essa não é nem uma visão política, certo? É mais, vamos dizer assim, uma visão sociológica, certo? E até moral, eu confesso que, honestamente, eu queria ver o processo não apenas como ele está se realizando, com essa nossa capacidade enorme de nos indignarmos com o malfeito dos outros.

As pesquisas que têm sido divulgadas, este ano, para prefeito da capital também fazem uma avaliação da administração estadual. E essa avaliação não tem sido muito boa. Um ano e 4 meses da administração Rosalba Ciarlini, ela está com um índice negativo emtorno de 60%. Como é que o senhor vê isso?

– A pesquisa reflete, na minha visão, a realidade, que acho que é ainda pior do que o que o povo está vendo. O governo, sob o ponto de vista político e administrativo, é um fracasso absoluto, eu confesso que, sob o ponto de vista político, eu nunca vi uma tragédia tão grande. O governo, com um ano de vida, substituiu grande parte daqueles que o apoiaram, por aliados que foram seus adversários. Ficou apenas com o núcleo do DEM. Vamos exemplificar para facilitar a compreensão: expulsou o grupo que hoje está no PSD, por várias razões que acho que ainda não seja o tempo de revelar, razões políticas. O tempo vai revelando cada uma e vai se ver que foi um negócio extremamente imcompreensível. O próprio PMDB que apoiou o governo, e que era o PMDB que merecia administrar com o governo, está sofrendo contrariedades políticas sérias, e não foi só uma vez. Então, houve uma reviravolta. Será que aqueles que apoiaram o governo, que fizeram a campanha, são os que não merecem administrar com o governo?

O senhor acha que o PMDB está prestes a sair do governo?

– Eu confesso que o PMDB que apoiou o governo, pra mim não está no governo, porque para estar no governo ele deveria estar numa posição político-administrativa diferente. Agora o PMDB que combateu, aí eu não sei.

Há poucos dias o líder do governo na Assembleia Legislativa, Getúlio Rego, deu uma entrevista reconhecendo que falta diálogo do governo com o parlamento.

– Eu sou testemunha de quando eu estava na base do governo, nós não tínhamos uma diálogo construtivo, e isso foi demonstrado nas dificuldades que tivemos aqui na Assembleia. Pessoalmente, tenho de dizer o seguinte: tenho uma posição política definida contra o governo, mas o meu relacionamento quando era da base do governo era um relacionamento pessoal muito bom. Eu, mesmo com a minha divergência, espero que seja permanente enquanto durar o governo. A governadora não me levou a considerar o governo como um inimigo pessoal, as pessoas que fazem o governo, mas o relacionamento com a classe política foi sempre autoritário, extremamente autoritário, isso acredito até pelos relatos que tenho, exacerbou.

E no aspecto administrativo?

Esse também é extremamente doloroso. Você só tem uma obra que o governo está tocando e que é um perigo, mas um perigo iminente. É presente e iminente, que é o estádio Arena das Dunas. Ele tem um custo presente que é fabuloso, o Estado perdeu capacidade e visão para outras coisas que são permanentes, que são importantes e definitivas para o Estado. O estádio é uma obra que vai onerar por muitos anos o Rio Grande do Norte. Essa obra sairá, no barato, como se diz, acima dos R$ 500 milhões com um custo de manutenção incalculável. E olha que esses R$ 500 milhões serão, na sua grande parte, financiados, e os outros tirados da goela do povo. Aquilo que o governo está investindo, dizendo que é com recursos próprios, não é.

E de onde estão sendo tirados esses recursos?

São recursos dos remédios, é com recursos da alimentação que não vai para os hospitais, é com recursos que são retirados da segurança pública, de investimentos que são extremamente necessários para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte. O que o governo faz é sonhar, e sonhar de forma megalomaníaca. Em um ano de governo, a Assembleia já autorizou endividamento de mais de R$ 1 bilhão, é claro que esses investimentos não se concretizaram, até porque são megalomaníacos, mas isso prova exatamente que, não o sonho, mas talvez a quimera, um pesadelo que geralmente é maior do que a realidade.

E como o senhor classifica a capacidade racional do governo?

O governo aprovou aqui na Assembleia, e foi derrotado na primeira vez, uma fórmula que juridicamente era muito discutível, aqueles incentivos para importação sob o fundamento de que o Rio Grande do Norte precisava disso para viabilizar o seu porto. Eu até na época votei a favor com o seguinte argumento que está sendo concretizado: eu não sou advinho, acho que quanto mais a gente votasse no Estado esses benefícios, mais fácil eles cairiam, porqueessa é uma guerra fiscal profundamente danosa, pela própria natureza da guerra fiscal, e danosa porque ela é feita em cima da desindustrialização do Brasil. Você dar incentivo para produtos que são fabricados na China, é uma barbaridade, mas graças a Deus a profecia se concretizou mais rápido do que rapidamente, e a Comissão de Economia do Senado aprovou uma resolução que vai regulamentar, não de forma perfeita, mas pelo menos é menos desmantelada da forma como estava sendo feita.

Quer dizer, então, que o Proimport acabou?

O Proimport acabou, porque a norma passa a ser genérica para todos os estados. Graças a Deus acabou.

Mas o grande discurso do governo para dar emprego e desenvolver a nossa economia era o Proimport.

De qualquer forma, esse Proimport não teria essa relevância que se deu, até porque alguns estados se beneficiaram, saíram na frente, é a história do ovo de Colombo. Aqui no Rio Grande do Norte não teria essa importância que o governo propalava. O que há de negativo é você incentivar a importação de produtos externos, é gravíssimo, não que não devamos abrir o nosso mercado. O grande problema no Brasil, que aumenta a inflação, é essa distorção que vivemos, é exatamente uma política protecionista que não tem racionalidade, é populista, demagógica. Isso é verdade, é tanto verdade que uma das coisas mais esdrúxula que acho é a pessoa sair daqui do Brasil pra comprar produto fabricado aqui, em Miami, e tem gente mais endinheirada que vai comprar em Dubai. Mas em Miami e na Europa você tem pessoas que tiram a diferença das despesas, pelo menos das passagens, com a compra de produtos. A diferença é tão grande que a mesma compra que é permitida pela Receita Federal, já dá pra cobrir as despesas. Isso é um verdadeiro absurdo, você comprar uma coisa em um shopping nos Estados Unidos por 30% ou 40% do que compra aqui.

Um ano e quatro meses já se passaram, e ainda se justifica o governo enfocar a “herança maldita” como forma de se resguardar por não ter feito nada?

– O discurso, num primeiro momento, podiase justificar até para tomar providências, ele podia ser a alavanca para você criar um novo caminho, uma nova realidade. O discurso agora está sendo uma desculpa que não tem nenhuma razão de ser.

Qual é o grande projeto desse governo?

Não existe. A gente está tentando encontrar e não encontra. O único projeto não é a Copa do Mundo? Não tem outra coisa, todo o esforço do governo, do povo, é em cima de uma ilusão. Dois jogos de futebol como se isso fosse salvar a Pátria. Até a melhoria que diziam que viria para cidades da Copa, como Natal, esses efeitos estão sendo muito ineficientes e a gente nem consegue ver.

Mas sempre se disse que os recursos investidos nas obras da Copa iriam transformar Natal e a Grande Natal, com a realização de obras de mobilidade urbana. O senhor também pensa assim?

– Eu não concordo com isso. O próprio governo federal, numa audiência pública na Assembleia, através de um seu representante, disse que não havia nenhuma vinculação de uma coisa com a outra, e estou vendo que não tem. Nós não estamos vendo a coisa caminhar nesse sentido. Uma coisa que é emblemática, que é o aeroporto de São Gonçalo do Amarante, o governo federal fez alguma coisa a não ser vender? Até a pendência com as desapropriações ainda não foi resolvida, as obrigações que os governos estaduais e municipais têm com relação à infraestrutura, que vai permitir o funcionamento do aeroporto, existem providências reais e projetos? Eu não digo nem obras, digo projetos. Eles não existem. Existe muita conversa, essas coisas têm de ser mostradas, você não pode dizer que existem obras e não mostrar, essas coisas são materiais.

Qual será o seu papel nessas eleições?

– Confesso a você que o papel que todo político que detém um mandato, é corresponder a expectativa daqueles que o ajudaram. Eu estou aqui porque um grupo de pessoas trabalharam para que eu viesse, confiando na minha ação e eu tenho que corresponder. Espero que o meu partido tenha a oportunidade de fazer as opções mais certas e vamos trabalhar em favor dessas opções, eu quero pelo menos ter a consciência de que fui correto e leal com aqueles que foram corretos e leais comigo.

O senhor defende o lançamento de um candidato único das oposições, ao invés de três, como os que estão lançados?

– Natal não tem problema de ter um ou ene candidatos porque tem segundo turno, talvez até o fato de você ter mais de um candidato beneficie para que exista o segundo turno. Agora, quando não há o segundo turno eu acho uma barbaridade. Por exemplo, o problema de Mossoró. Eu acho uma barbaridade o PT ter candidato lá, porque o PT não tem a menor chance de eleger o seu candidato; é candidato pra que? Pra fixar posição política, talvez até pessoal? Isso, pra mim, é trair um projeto político consistente, mais amplo, de você ser governo, de você ter uma ideia, uma ideologia, que não seja apenas um benefício pessoal ou partidário.

Desses pré-candidatos a prefeito de Natal, quem é o mais forte hoje?

Dos que estão aí, acho que os mais fortes são dona Wilma e Carlos Eduardo, não tem a menor discussão. Se eles forem realmente candidatos, a eleição girará em torno desses dois nomes. A não ser os candidatos, acho que penso como quase 99% da população.

Fonte: O Poti

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Brasil e EUA marcam nova reunião para negociar tarifaço após conversa entre Lula e Trump por telefone

Foto: Joyce N. Boghosian/White House/Ricardo Stuckert/PR

Brasil e Estados Unidos retomam na próxima segunda-feira (31) as negociações sobre as tarifas impostas pelos americanos aos produtos brasileiros. O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, terão uma reunião virtual às 14h30, no horário de Brasília.

A conversa foi marcada após o telefonema entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. Segundo o governo brasileiro, Lula defendeu a retomada das negociações e argumentou que as tarifas prejudicam as economias dos dois países.

A principal expectativa do Brasil é ampliar a lista de produtos isentos do tarifaço e avançar para um acordo que reduza os impactos sobre as exportações brasileiras.

Segundo o governo, mais de 30 contatos já foram realizados com autoridades americanas desde o anúncio das tarifas, mas as conversas anteriores não produziram um entendimento.

Com informações de g1

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DCXP entra em nova fase, projeta recorde de público e inaugura primeiro HUB de Games e eSports do Nordeste

A DCXP – Digicom Experience chega ao seu quarto ano consolidada como um dos maiores eventos geek e gamer do Rio Grande do Norte e prepara para os dias 19 e 20 de setembro, no Hotel Praiamar Arena, em Natal, a maior edição de sua história. Com estrutura ampliada, novas atrações e expectativa de recorde de público, o evento marca ainda a inauguração do primeiro HUB de Games e eSports do Nordeste, reforçando seu protagonismo no cenário da cultura pop e dos esportes eletrônicos.

A criação do HUB de Games e eSports representa um dos principais legados da quarta edição da DCXP. O espaço foi concebido para conectar diferentes atores da cadeia produtiva dos games — como empresas, desenvolvedores, criadores de conteúdo, atletas e instituições de ensino — estimulando negócios, inovação, capacitação e o fortalecimento de um mercado que cresce de forma acelerada no Brasil.

A programação conta com grandes nomes da dublagem brasileira, aproximando o público dos bastidores de filmes, séries, animes e games que conquistam milhões de fãs. Já estão confirmados Francisco Jr., voz de personagens como Sukuna (Jujutsu Kaisen), Aquaman e Crocodile (One Piece); Yuri Tupper, conhecido por trabalhos em animes, séries e filmes; Bianca Alencar, voz de Mabel (Gravity Falls) e Charlie (Charlie e Lola); Felipe Drummond, referência na direção de dublagem de grandes produções internacionais e voz de diversos personagens do universo geek; além de Marcus Eni, ator, cantor, dublador e criador do fenômeno Macaco Severino.

Outro diferencial da DCXP é a valorização dos talentos da comunidade geek. O evento sediará novamente a seletiva do World Cosplay Summit Brasil, considerada uma das mais importantes competições do mundo, além dos tradicionais concursos de cosplay e K-Pop, da Artist Alley, reunindo ilustradores e artistas independentes, e de uma feira com mais de 40 expositores de colecionáveis, acessórios, quadrinhos, artes e produtos voltados ao universo geek.

E os esportes eletrônicos também ocupam papel de destaque na programação. A DCXP receberá as finais da Competição Escolar de Esportes Eletrônicos, reunindo estudantes de diversas regiões do Rio Grande do Norte nas modalidades Free Fire, Brawl Stars, Clash Royale e eFootball. Todas as escolas participantes terão acesso gratuito, fortalecendo a integração entre educação, tecnologia e inovação.

A CEO da Liga Digicom, Tábata Diniz, destaca que a quarta edição representa um novo momento na trajetória da DCXP. “A cada ano buscamos evoluir e oferecer uma experiência ainda mais completa para a comunidade geek, gamer e de cultura pop. O crescimento da DCXP é resultado da confiança do público, dos nossos parceiros e de um trabalho construído ao longo dos últimos anos. Em 2026, damos um passo importante ao ampliar o evento e lançar o primeiro HUB de Games e eSports do Nordeste, fortalecendo um ecossistema que vai além do entretenimento, conectando inovação, educação, negócios e oportunidades para o setor”, afirma.

A edição de 2026 também reforça o compromisso da DCXP com a inclusão. O evento contará com medidas de acessibilidade que incluem intérpretes de Libras, área reservada para pessoas com deficiência em frente ao Palco Geek, acessibilidade por elevadores, equipe preparada para auxiliar visitantes e garantia dos direitos previstos para o público PCD. A Digicom Experience conta com patrocínio, por meio da Lei Câmara Cascudo, da Riograndense Distribuidora. E também recebe apoio do Programa RN+ Esporte e Lazer Professor Sebastião Cunha e da Fanta.

SERVIÇO
DCXP – Digicom Experience 2026
DATA: 19 e 20 de setembro de 2026
HORÁRIO: Das 10h às 20h.
LOCAL: Hotel Praiamar Arena – Natal/RN
INGRESSOS: À venda em ticket360.com.br, no aplicativo da Ticket 360 e na Loja Have (Midway Mall).
INFORMAÇÕES: @ligadigicom

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Janja acusa Renan Santos de misoginia e o candidato rebate primeira-dama dizendo que “não é misógino dizer que você não é uma boa companhia”

Foto: Reprodução YouTube/PT / CNN Brasil

A primeira-dama Janja repudiou as declarações do candidato à Presidência Renan Santos (Missão) durante o debate da Band, realizado no domingo (23). Ela acusou o presidenciável de fazer ataques pessoais e de recorrer à misoginia para criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Ao comentar a ausência de Lula no debate, Renan afirmou que o presidente estava com “aquela Janja” e que encontraria “companhias melhores” caso tivesse participado. Em outro momento, disse: “Ou está bêbado ou está com a Janja. Melhor ficar bêbado”.

Em nota enviada à Band, Janja afirmou que não é candidata e não estava presente para responder às declarações. Segundo ela, o episódio não pode ser tratado como simples crítica política. “Insinuar que a companhia da esposa de outro presidenciável seria motivo de pena está longe de ser uma crítica política”, afirmou.

A primeira-dama também citou uma declaração feita por Renan em 2017 envolvendo estupro e afirmou que o episódio atual não seria isolado. O candidato já disse que aquela fala foi uma “piada infeliz” e declarou arrependimento.

Renan rebateu Janja e negou misoginia. “Não é misógino dizer que você não é uma boa companhia”, afirmou. Para ele, classificar críticas políticas dirigidas a mulheres como misoginia seria uma forma de restringir o debate.

As declarações também foram levadas ao Ministério Público Eleitoral. O candidato ao governo da Paraíba Olímpio Rocha (PSOL) apresentou representação pedindo a apuração de possível injúria eleitoral e eventual violação à legislação que proíbe propaganda que deprecie a condição da mulher.

 

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[VÍDEO] OPERAÇÃO ‘DOMÍNIO DA LEI’: Polícia Civil desarticula laboratório de drogas e prende quatro pessoas em Extremoz

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, nesta terça-feira (25), a Operação “Domínio da Lei” para desarticular uma organização criminosa com atuação em Extremoz, na Grande Natal. Três pessoas foram presas por mandados judiciais e uma em flagrante.

Durante as buscas, os policiais localizaram um laboratório usado para refino e prensa de drogas no bairro Portal do Sol. No imóvel, foram apreendidos cerca de 3 quilos de cocaína, 200 gramas de maconha e materiais utilizados na preparação dos entorpecentes.

Em outro endereço ligado a um suspeito apontado como uma das lideranças do grupo, a polícia encontrou R$ 25 mil em dinheiro. As investigações continuam para localizar os demais alvos e identificar outros envolvidos.

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[VÍDEO] Lula encerra entrevista e não responde sobre apurações da PF envolvendo Lulinha

O presidente Lula encerrou a breve entrevista que concedia à imprensa, ignorando questionamentos feitos por jornalistas sobre as investigações da Polícia Federal envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola.

Após participar das comemorações do Dia do Soldado, em Brasília, nesta terça-feira (25), Lula foi até onde estavam as equipes de imprensa e comentou sobre a participação das mulheres nas Forças Armadas.

Ao encerrar a fala, não deu espaço para novas perguntas e deixou o local, enquanto jornalistas perguntavam sobre os impactos do caso Lulinha na campanha presidencial.

No domingo (23), em entrevista à TV Record, o petista afirmou que ninguém ficará impune caso tenha cometido algum erro e disse que Lulinha terá de “provar sua inocência”.

Opinião dos leitores

  1. O castelo de areia esta se decompondo e esse senil, vai ser varrido pelas urnas através dos Cidadãos de bem desta Nação, destruida por esses marginais.

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Governo do Estado vai construir nova cadeia pública com 189 vagas na Zona Norte de Natal; obra deve custar R$ 7,13 milhões

Imagem ilustrativa | Foto: Reprodução

O Governo do Rio Grande do Norte homologou a licitação para construção da Cadeia Pública do Potengi, na Zona Norte de Natal. A nova unidade prisional que será construída na capital poiguar terá 189 vagas. A obra deve custar R$ 7,13 milhões. A cadeia será construída na Travessa Macaé, no bairro Potengi.

Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (Seap), a unidade será destinada a detentos do sexo masculino. O contrato inclui a execução da obra, além do fornecimento de materiais, equipamentos e mão de obra. Segundo o governo, o projeto já recebeu aprovação técnica federal e deverá seguir as exigências ambientais previstas.

Opinião dos leitores

  1. Balela. Não tem dinheiro nem para o Walfredo Gurgel nem para gasolina para os carros da PM.

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[VÍDEO] Ao lado de Níkolas Ferreira, Flávio Bolsonaro conta como foi sua conversão à religião evangélica

Em relato ao deputado federal Nikolas Ferreira, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro contou como e em que momento da vida aconteceu sua conversão ao evangelho.

“Eu sempre fui evangélico, eu cresci, meus avós são [da congregação] Batista, minha mãe é Batista. Eu já frequentava a igreja, mas nunca praticava aquilo que eu lia na Bíblia, eu lia a Bíblia sempre”, dizia Flávio no momento em que foi interrompido por Nikolas e chamado ironicamente de “Transcristão” pelo deputado. “Se sentia cristão, mas não era”, brincou.

Flávio conta que se converteu em 2022 e explicou o processo. “Foi uma virada de chave, eu entendi que estava fazendo tudo errado, tenho que estar mais perto da minha família, da minha esposa. E ela junto comigo, me apoiando. Foi uma conversão minha junto com ela. […] Foi a melhor coisa que fiz na minha vida”.

Opinião dos leitores

  1. Tariflávio.. está mais mentiroso do que nunca… Evangélico ??? kkkk… não insulte a verdadeira religião, em seus mais diversos credos.

  2. Os bandidos defensores do Luladrão, CV e PCC, sempre acusando os outros sem provas…bandido defende bandido

  3. kkk… cristão??? onde??? Coloque freios nos salários dos políticos !!! Iguale-os aos profissionais liberais e CLT e contem quantos políticos sobrarão em cargos eletivos… Bando de urubus…

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Justiça Eleitoral barra uso de ‘Bolsonaro’ por candidatos no MT e RJ sem parentesco com o ex-presidente e ordena troca de identificação na urna

Foto: Isac Nóbrega/PR

A Justiça Eleitoral começou a barrar nomes de candidatos que não fazem parte da família de de Jair Bolsonaro e tentam associar o nome ex-presidente às suas identificações nas urnas. Decisões recentes no Rio de Janeiro e em Mato Grosso determinaram a retirada da referência a Bolsonaro dos nomes de dois candidatos.

No Rio, o TRE-RJ impediu o candidato do PL a deputado federal Renato de Araújo Corrêa de usar o nome de urna “Renato Araújo do Bolsonaro”. Apesar de ter relação pessoal com Jair Bolsonaro e seus familiares, a Justiça entendeu que a identificação poderia induzir o eleitor a acreditar em um vínculo familiar inexistente.

Em Mato Grosso, a candidata do Novo a deputada estadual Flaviane Ramalho de Oliveira também foi impedida de usar “Flaviane do Bolsonaro”. Ela deverá concorrer como “Dr.ª Flaviane Ramalho”. A Justiça considerou que não havia comprovação de que ela fosse conhecida por esse nome antes da atual campanha.

As decisões reforçam a ofensiva do Ministério Público Eleitoral contra o uso de nomes de líderes políticos nas urnas quando a identificação puder provocar confusão entre os eleitores. Um levantamento divulgado pelo jornal O Globo mostrou que pelo menos 39 candidatos registraram “Lula” ou “Bolsonaro” no nome de urna em 2026, e ao menos sete já haviam recebido ordem judicial para retirada das referências.

Opinião dos leitores

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ALERTA NA CAMPANHA: Crises das Casas Bahia e da Braskem preocupam aliados de Lula

Foto: Isabella Finholdt/Estadão

A crise financeira de grandes empresas entrou no radar da campanha de reeleição do presidente Lula. Segundo a jornalista Milena Teixeira, do Metrópoles, aliados temem que a oposição use os casos para associar as dificuldades das companhias aos juros elevados e reforçar o discurso de que empresas não conseguem sobreviver no atual governo.

A maior preocupação é com as Casas Bahia, pela popularidade da marca e pelo número de trabalhadores e consumidores ligados à empresa. O grupo pediu recuperação judicial para renegociar R$ 17,3 bilhões em dívidas.

A Braskem protocolou pedido de recuperação extrajudicial para reestruturar uma dívida de cerca de R$ 56 bilhões. A Petrobras detém 47% do capital votante da petroquímica.

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Carnatal 35 anos tem lançamento marcado para quinta-feira (27), na Arena das Dunas

Em sua edição que celebra 35 anos de história, o Carnatal 2026 será lançado na quinta-feira (27), em evento que acontece na Arena das Dunas a partir das 19h. O lançamento vai ocorrer em dois momentos: uma entrevista coletiva com a imprensa e a apresentação das novidades para convidados.

Além das atrações dos blocos e do camarote Skol, os diretores vão revelar iniciativas inéditas que prometem ampliar ainda mais o impacto do evento na cidade além, claro, de novidades para esta edição especial de 35 anos. Inclusive, a abertura de vendas tanto de abadás quanto do camarote Skol acontece na própria quinta-feira durante o lançamento.

Vale ressaltar que, além de reunir grande nomes do cenário musical do Brasil, o Carnatal é um dos eventos que mais movimenta a economia do Rio Grande do Norte.

De acordo com pesquisa do Instituto Fecomércio RN, a edição do ano passado movimentou R$ 155 milhões na economia, registrando crescimento de quase 38% em relação a 2024 e reforçando o impacto positivo sobre comércio, serviços e turismo em Natal.

Outro ponto que atesta a força do evento é a avaliação do público que foi considerada consistente pela pesquisa. A nota média do evento ficou em patamar elevado de 9,14, e mais de 90% dos participantes disseram pretender voltar na edição deste ano, mostrando a fidelidade que reforça a relevância da festa para o calendário turístico-local. A pesquisa envolveu 705 entrevistados entre frequentadores e 200 empresários, com nível de confiança de 95% e margem de erro próxima a 3 pontos.

Mais informações a respeito dos blocos, camarotes e outras novidades podem ser encontradas nos perfis oficiais @carnatal e @sigaclap nas redes sociais.

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