Geral

Seguros de vida cresceram 26% em 2020

Um levantamento feito pela FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) mostra que o número de contratos de seguros de vida individuais cresceram 26% em 2020. A soma do valor dos contratos foi de R$ 6 bilhões em 2019 para R$ 7,6 bilhões em 2020.

 

Para o economista Bruno Musa, economista e sócio da Acqua Investimentos, os dados estão atrelados à situação atual e ao maior acesso das pessoas a esse tipo de informação. “As pessoas ficaram mais ressabiadas, ficaram com mais receio de se deparar com uma situação de piora de saúde, em morte, algo assim. Além do mais, a gente vê ao longo do tempo, e não é de hoje, mas ao longo do tempo, uma democratização das informações sobre seguro de vida e o que ele faz parte do plano de vida sucessório”, afirma.

Musa avalia que as pessoas começaram a ter outra percepção sobre a vida durante a pandemia, e por isso, houve o crescimento na procura desses seguros. “A mudança de percepção de que a vida pode mudar de um minuto para o outro. De que de um segundo para o outro o cenário pode mudar drasticamente. Então eu acredito que esse foi o principal fator das pessoas começarem olhar por algo que talvez deixasse passar batido”, diz.

Questionado sobre se a alta dos valores está relacionada a procura ou ao aumento do valor dos contratos, o sócio da Acqua Investimentos opta pela primeira opção. “Acho que sim, que são novas pessoas que estão fechando contrato que não eram seguradas”, afirma.

Embora os valores sejam altos, o maior valor da série histórica foi em 2019, quando houve um crescimento dos seguros de vida individuais de 71% em relação a 2018.

Nelson Emiliano, vice-presidente da Comissão Atuarial da FenaPrevi, diz que esse dado está ligado à educação financeira. “As pessoas passaram a entender a diferença entre o seguro de vida em grupo e o seguro individual. Se trata de uma mudança por meio da educação financeira”, aponta.

No caso dos seguros em grupo, o valor total dos contratos com empresas e sindicatos cresceu 3,6% em 2020. Já os gastos com indenizações neste plano aumentaram 17,1%.

As indenizações em caso de acidentes ou morte dos segurados registraram um crescimento de 43% em 2020.

 

Para o professor e coordenador do MBA de Previdência Complementar da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Gilvan Candido, esse é o dado que mais chama a atenção. “Você não consegue observar nessa série um crescimento tão grande”, declara.

Candido diz que o resultado das indenizações reflete o momento de pandemia associado também à crise econômica. “Quando você está em crise econômica existe muita exposição a risco”, afirma.

O professor cita também o elevado número de mortes pela covid-19 e diz que “não se pode” afirmar que não há relação com esse dado das indenizações. “Talvez tenha sido a variável que mais determinou esse crescimento neste período”, conclui.

De acordo com Bruno Musa, os índices de crescimento do seguro de vida apontam para o crescimento deste segmento do mercado. “Estamos em uma tendência de alta que deve ter cada vez mais pessoas que ao longo de irem entendendo, porque o conhecimento ainda é baixo sobre isso. Muitas pessoas não sabem que quando você morre, você tem um custo de inventário que pode chegar a 15% do seu patrimônio total. Isso pode ser usado como um mecanismo até para facilitar o processo de inventário”, argumenta.

PODER360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Israel investiga casos de inflamação no coração de vacinados com Pfizer

O Ministério da Saúde de Israel disse neste domingo (25) que está examinando um pequeno número de casos de inflamação cardíaca em pessoas que receberam a vacina da Pfizer contra a covid-19, embora não haja nenhuma conclusão a respeito até o momento. A Pfizer disse que não observou incidência maior da doença do que o que seria normalmente esperado na população em geral.

O coordenador das ações de resposta à pandemia em Israel, Nachman Ash, disse que um estudo preliminar mostrou “dezenas de incidentes” de miocardite ocorrendo entre mais de 5 milhões de pessoas vacinadas, principalmente após a segunda dose.

 

Ash disse que não está claro se esse valor é alto e se está relacionado à vacina. A maioria dos casos foi relatada entre pessoas de até 30 anos. “O Ministério da Saúde está atualmente examinando se há um excesso de morbidade (incidência da doença) e se isso pode ser atribuído às vacinas”, disse Ash.

 

Ash, que falou sobre o assunto em uma entrevista de rádio e durante uma coletiva de imprensa, se referiu ao problema como um “ponto de interrogação” e enfatizou que o Ministério da Saúde ainda não tirou nenhuma conclusão disso.

Determinar uma ligação, disse ele, seria difícil porque a miocardite, uma condição que muitas vezes passa sem complicações, pode ser causada por uma variedade de vírus e um número semelhante de casos foi relatado em anos anteriores.

A Pfizer, questionada pela Reuters sobre o assunto, disse que está em contato regular com o Ministério da Saúde de Israel para revisar os dados a respeito de sua vacina.

A empresa disse que “está ciente das observações israelenses sobre miocardite que ocorreram predominantemente em uma população de homens jovens que receberam a vacina da Pfizer-BioNTech contra a covid-19”. “Os eventos adversos são revisados regular e exaustivamente e não observamos uma incidência maior de miocardite do que seria o esperado na população em geral. Uma relação causal com a vacina não foi estabelecida”, disse a empresa. “Não há evidências neste momento para concluir que a miocardite é um risco associado ao uso da vacina da Pfizer-BioNTech contra a covid-19”.

Israel tem sido um líder mundial na implementação de vacinação, com cerca de 60% de sua população de 9,3 milhões de pessoas tendo recebido o imunizante da Pfizer. Seu banco de dados nacional já demonstrou que a vacina é altamente eficaz na prevenção de sintomas e doenças graves associadas à covid-19.

Desde janeiro, logo após o início da campanha nacional de vacinação, o número de casos diários caiu de um pico de mais de 10 mil para 129 antes do fim de semana.

 

Nadav Davidovitch, diretor da escola de saúde pública da Universidade Ben Gurion de Israel, disse que mesmo se uma correlação entre os casos de miocardite e a vacina for estabelecida, não parece ser grave o suficiente para interromper a administração da vacina.

“É uma situação que deve ser investigada e precisamos esperar por um relatório final, mas em uma análise intermediária parece que o risco de adoecer com covid-19 é muito maior do que com os eventos adversos da vacina, e o risco de peri/miocardite após a vacina é baixo e temporário”, disse ele. (Agência Brasil/Reuters)

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. E estes senadores que de nada tem conhecimento em medicina como o RENNAN CALHEIROS cafajeste e estes outros dois RODOLFO RODRIGUES e o OTTO ALENCAR que se acha o maior cientista do mundo; são todos uns criminosos só pensam neles mesmos nada fazem para a POPULAÇAO que e quem paga os gordos salários destes irresponsáveis.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Só o Brasil e outros três países aplicam mais de um milhão de vacinas por dia

O Programa Nacional de Imunizações produziu uma ótima notícia: o Brasil atingiu e manteve entre segunda e sexta, a meta prometida pelo ministro Marcelo Queiroga (Saúde) de aplicar um milhão de doses contra Covid-19 por dia na população.

Somente Estados Unidos, China e Índia conseguiram chegar a essa marca. Grande produtor de vacinas, o Reino Unido não chegou ao patamar que o Brasil superou semana passada. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em cinco dias, incluindo feriado, o Brasil aplicou exatas 5.276.676 doses, mais da metade de segundas doses, que deixam a pessoa imunizada.

 

Incluindo-se o fim de semana passado, a média cai abaixo de um milhão, mas por muito pouco. Foram 6.262.138 doses ou 894 mil vacinas por dia.

Nos primeiros 23 dias do mês, incluindo feriados e os finais de semana, o Brasil aplicou 18.333.710 doses. Os dados são do site vacinabrasil.org.

Além dos números da vacina, surpreendentes, impressiona o silêncio de grande parte da mídia sobre o número de vacinas aplicadas no Brasil.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Cadê as vacinas compradas pelos prefeitos e governadores do consórcio dos “companheiros”.

  2. Esse silêncio de grande parte da mídia, como citado na matéria, faz parte de toda a estratégia de tentativa para derrubada do presidente.

  3. Anotaram aí esquerdopatas, só três países no mundo conseguiram a meta de 1 milhão de vacinados por dia.
    Se o Brasil tivesse a população de Israel já teria vacinado 5 vezes toda a população.

  4. Que maravilha mas deixando milhares de idosos aflitos sem tomar a 2 dose no prazo.até nisso o Governo consegue ser irresponsável

  5. E isso pq está faltando vacinas pra 2a dose. Agora imaginemos se o governo bolsonaro tivesse sido diliginte com relação as vacinas e não tivesse politizado da forma irresponsável a doença como o presidente reiteradamente fez até agora? Hj seríamos o país no mundo com os melhores números em relação a td e não estaríamos fechando empresas, desempregando, estourando p orçamento e com escolas fechadas a mais de um ano. Mas, pra cada escolha há uma renúncia. Se o governo bolsonaro escolheu politizar a crise em detrimento da população brasileira, estamos assim afundando nas profundezas da escuridão.

  6. Enquanto nós, os iludidos, continuarmos nesse jogo de direita e esquerda, ficaremos como desde de crianças estamos: sem dignidade, competindo uns com os outros e sendo manipulados infinitamente…ficando na pobreza e sempre a procura de um Salvador da Pátria que nunca Chega!

    1. Se o lularápio tivesse construído hospitais invés de estádios, muitas vidas teriam sido poupadas.

    2. Vc leu o artigo? Leu ao menos o título? Se leu, está agindo de má fé.

    3. Obrigado por compartilhar seu ponto de vista de uma especialista formada em p*### nenhuma pelo WhatsApp.

  7. O governo Bolsonaro está fazendo sua parte. Se os governadores “lacradores”, como essa do RN, deixassem de politicagem e TRABALHASSEM pelo Brasil, nosso país estaria ainda melhor.

    1. Onde esse desorientado está fazendo a parte dele? Deixe de defender esse MINTO.

    2. Fazendo sua parte? Em julho do ano passado o governo federal deixou de comprar 70 milhões de doses da Pfizer, o próprio presidente deu as seguintes declarações: “as empresas de vacina que fossem atrás do Brasil, pois é um grande comprador” , “vou comprar vacina só se for na casa da sua mãe”. Seria cômico se não fosse tão trágico.

    3. Concordo, o governo faz sua parte impondo barreiras para a vacinação em massa. O importante é ter gente que o defenda com a missão de defender o caos. Viva o gado do mito. Fechem com o Bolsonaro em 2022 que bateremos as metas.

    4. que parte? Deixou de comprar 90 milhões de vacinas da Pfizer que já estariam disponibilizadas em dezembro? Qtas vidas seriam salvas? Nega o uso de máscaras, nega a eficácia das vacinas…

    5. Demorou mais de um ano para reconhecer que vacinar é o certo. Essa negação só ajuda a afundar mais o Brasil. Muito mais que os lacradores.

    6. Esse Direita Honesta, é o que podemos chamar de “Direita Cega” que existe nesse país. Existem sim muitas políticas públicas, que podemos concordas com a direita e o conservadorismo no mundo, pois como o próprio BG colocou em uma matéria, para mim não existe “verdade absoluta”, mas os comentários desse rapaz, soam até a palhaçada, ao ridículo.

    7. Depois dessa cipuada do Gabriel, Direita Honesta deveria ter se recolhido…

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Lei Aldir Blanc: 914 cidades deixaram de repassar recursos a artistas

Dez meses após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionar a Lei Aldir Blanc, 914 municípios de todo o país ainda não usaram um centavo dos recursos transferidos pelo governo federal para o pagamento do auxílio emergencial a profissionais da cultura.

No total, o governo federal repassou cerca de R$ 3 bilhões a estados e municípios para o pagamento da Lei Aldir Blanc – 75% foram usados. Logo, R$ 738,5 milhões permanecem nas contas dos Executivos locais.

 

Além de quem simplesmente recebeu e não repassou nada ao setor cultural, outras 40 cidades usaram menos de 10% dos valores desembolsados pela União para esse fim. Os dados foram levantados pelo Metrópoles junto ao Sistema Nacional de Cultura, da Secretaria da Cultura do Ministério do Turismo.

Só nesses 954 municípios com gasto irrisório, R$ 122,5 milhões estão completamente parados. Esse montante poderia estar sendo usado para auxiliar trabalhadores do setor, um dos mais atingidos pela crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

A legislação foi sancionada em junho do ano passado. Na ocasião, o mandatário do país vetou apenas um dispositivo, que estipulava prazo de até 15 dias para que os recursos começassem a ser distribuídos. O presidente avaliou se tratar de um período bastante curto para a ação.

 

Na quarta-feira (21/4), a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei (PL) que reformula a Lei Aldir Blanc para prorrogar prazos de utilização de recursos repassados. A matéria será enviada para sanção presidencial.

O texto permite que estados, Distrito Federal e municípios usem, até 31 de dezembro deste ano, o saldo remanescente do dinheiro transferido para ações emergenciais de renda e projetos culturais. O que não for utilizado em 2021 deverá ser devolvido à União até janeiro de 2022.

Autor do projeto, o senador Wellington Fagundes (PL-MT) afirma ser necessário que os gestores locais deem mais atenção ao setor. O parlamentar diz receber vários relatos de artistas que ficaram sem renda durante a pandemia.

 

“Isso prejudica muito o trabalhador. A maior dificuldade é a falta de vontade dos prefeitos. A valorização da cultura é relativamente baixa no nosso país. Além disso, muitas cidades não têm estrutura para pedir, e outras reclamam do prazo curto de transferência”, disse Fagundes, ao Metrópoles.

Uma das cidades que ainda não gastou nada da verba repassada pelo governo federal é Belford Roxo, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. O município recebeu R$ 3,1 milhões.

Devido ao atraso e à falta de transparência por parte da prefeitura, profissionais da cultura protestaram, em janeiro deste ano, na Praça Expedicionário Eliaquim Batista, no centro da cidade. Procurado para esclarecer a demora, o Executivo municipal não se manifestou.

A presidente do Fórum Nacional de Secretários e Gestores de Cultura das Capitais e dos Municípios Associados, Ana Cristina de Castro, avalia que, apesar de sancionada em junho de 2020, a lei só foi regulamentada 50 dias depois.

 

“Os estados e municípios tinham a lei, mas não podiam dar início às ações para a sua implementação enquanto não houvesse um decreto regulamentador, com as diretrizes para a distribuição dos recursos. Esse atraso deixou os municípios com muito pouco tempo para operacionalizar e executar a verba”, frisa Ana Cristina. “Além disso, muitos municípios tiveram dificuldades para cumprir a burocracia necessária para o uso do recurso público no exíguo prazo de 60 dias imposto para utilização”, prossegue.

Ana avalia que a ampliação dos prazos para execução e prestação de contas dos projetos já aprovados traria tranquilidade tanto aos trabalhadores da cultura, que estão encontrando dificuldades para realizarem as propostas em virtude das restrições impostas pelas medidas sanitárias, quanto aos gestores.

“A permanência dos recursos remanescentes nos estados e municípios, por sua vez, permitiria a publicação de novos editais e contribuiria sobremaneira para a sobrevivência do setor cultural, um dos mais afetados pela pandemia e ainda sem previsão para retorno pleno das atividades”, salienta Ana Cristina.

Procurada por meio do Ministério do Turismo desde terça-feira (20/4), a Secretaria Especial de Cultura não se manifestou sobre esta reportagem. O espaço segue aberto.

METRÓPOLES

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cidades

2 Oficiais da Reserva do NPOR são assassinados em 20 dias no RN

Oficiais da Reserva do Exército no Rio Grande do Norte, formados no NPOR do 16º BIMtz – das turmas de 1991 e 1995 – tiveram dois dos seus tenentes assassinados covardemente em apenas duas semanas na Grande Natal: Kleber Nóbrega, na madrugada deste domingo, e Cleverson Fontes, no dia 10 deste mês.

Os oficiais da reserva não remunerada, que desempenhavam papéis na segurança pública como policiais civis, foram executados covardemente pelo único fato de terem sido identificados como agentes do Estado.

Kleber Nóbrega, formado pelo NPOR em 1991

Cleverson Fontes, formado pelo NPOR em 1995

Não é possível mais ficar passível e inerte frente ao crescimento do crime e do banditismo no Rio Grande do Norte – que mata, aterroriza e aprisiona pessoas de bem. Quando a Lei e a Ordem são desafiadas, e não há uma resposta efetiva do Estado, abre-se caminho à barbarie.

Cobra-se das autoridades públicas, e em especial da Governadora Fátima Bezerra, comandante das forças policiais do Rio Grande do Norte, uma imediata e rigorosa ação de combate ao crime e aos bandidos.

Os Oficiais da Reserva do Exército no RN estão unidos pela dor e não se omitirão. Estamos atentos e disponíveis para, cada um em sua área de atuação, colaborar de todas as formas e lutar juntos nesse combate. Se estamos numa guerra, que morramos lutando e não sendo caçados como presas fáceis.

Opinião dos leitores

  1. Ainda tem um besta como esse chimbau, aqui em cima metendo o pau em Bolsonaro, vai te catar idiota, quem pode trabalhar com esses bichos no STF, proibiram até de ter operação e helicópteros nas favelas, vá procurar uma lavagem de roupa, a PMRN, está sendo caçada, a culpa é da Governadora que vendeu sua alma a vagabundagem e familiares para ser eleita…

  2. O banditismo é filho da impunidade, seja meliante de celular ou bandido de colarinho branco. Deus salve nossas almas.

  3. Com todo respeito aos falecidos, mas o que haver o fato do sujeito ser reservista do Exército com sua morte? NADA. Milhares de pessoas servem ao Exército todo ano, depois vão para casa, aí sim procurar uma profissão. É forçar demais a barra vincular um assassinato ao serviço militar prestado décadas atrás.

  4. Vejam os vetos ao projeto Moro. Veram que os vetos aliviaram para os criminosos com relação às penas.

  5. Os bandidos estão caçando policiais essa é a verdade. Bolsonaro nada tem a ver com isso. Do governo do RN falta a muitos anos combater o crime organizado

  6. O blog do BG teria como listar ano a ano de 2012 até 2021 o número de agentes de segurança e militares das forças armadas vítimas da criminalidade, mesmo que coicidam, como no caso desse post, pra população do RN poder ter uma noção da realidade da situação gravíssima e como ela está evoluindo ao longo dos governos? Pq do jeito que está posto pelo blog fica parecendo politicagem e isso é lamentável e cruel. Tá parecendo um blog do governo federal com ataques aos governadores inimigos.

  7. E AS MENTIRAS DO GOVERNO BOSTAONARO NAO ACONTECEM .
    PROMETEU ZERAR A VIOLÊNCIA E A BANDIDAGEM…PRA ISSO DEVERIA DAR EXEMPLO DENTRO DA PROPRIA CASA. A CAPETA DO INFERNO

  8. A senhora Governadora faz vista grossa,pois as vítimas da sociedade são eleitores dela e do partido dela.Não pode tocar nos bichinhos,mais o homem de bem ,as forças polícias e toda a população que paga impostos e geram riquezas pra este estado. Esses não tem valor algum

  9. Foram mortos porque defendiam o estado do RN e não porque eram reservistas do EB. Sou PMRN, reservista do EB, caso seja executado como meus companheiros da PC, será um PMRN morto e não um reservista do EB.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Presidente do MDB, Baleia Rossi chama de absurdo veto de Bolsonaro para verba de vacina da USP

O presidente do MDB, deputado Baleia Rossi (SP), classificou como “absurdo” o corte de recursos a serem usados no desenvolvimento da vacina contra covid-19 “100% brasileira” anunciada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação no mês passado. Ao sancionar o Orçamento 2021, o presidente da República Jair Bolsonaro vetou R$ 200 milhões ao projeto.

Baleia é de Ribeirão Preto, seu principal colégio eleitoral, onde a vacina seria desenvolvida. Em março, o Palácio do Planalto fez questão de divulgar que a vacina brasileira apoiada pelo governo federal, desenvolvida por cientistas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP), estava avançando. O anúncio foi feito horas depois de o governo de São Paulo informar que pediria aval para iniciar testes clínicos da Butanvac, desenvolvida pelo Instituto Butantan, ligado ao governo paulista.

 

“ABSURDO. Não há outra palavra para esse erro do atual governo. Vamos fazer todo esforço possível para derrubar esse veto”, escreveu Baleia no Twitter neste domingo, 25, ao comentar reportagem do Broadcast/Estadão sobre o veto.

O ministro da Ciência, Marcos Pontes, chamou o corte na sua pasta de “estrago” e disse não ser possível “ligar e desligar” pesquisas, em live nas redes sociais realizada no sábado, 24. “Ontem (sexta-feira, 23) foi um dia muito movimentado em Brasília, com divulgação do orçamento 2021 com grande atraso, já estamos em abril. Estamos tanto trabalhando pro orçamento do ano que vem, quanto vendo o que vamos fazer com o orçamento deste ano, com o estrago, vamos chamar assim. Realmente foi muito comprimido esse orçamento”, afirmou o ministro.

A aceleração da vacinação tem sido colocada pela própria equipe econômica como uma condição necessária para a retomada da atividade econômica. Recentemente, o governo diversificou os contratos com laboratórios privados para ampliar a aquisição de vacinas.

Mesmo assim, neste sábado, o Ministério da Saúde atualizou o cronograma de previsão de entrega de vacinas para o Brasil, com 22,55% menos doses a serem recebidas neste 1º semestre em comparação com o estimado anteriormente pela gestão Eduardo Pazuello. Se considerar só a revisão do calendário para maio, a queda é de 31%.

Dados da russa Sputnik V e da indiana Covaxin, imunizantes ainda sem aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ficaram de fora dessa nova versão, por não terem a autorização de uso no País. Anteriormente, o governo previa 10 milhões de doses do imunizante russo e 20 milhões do indiano, com lotes chegando ao Brasil a partir de março até junho.

Apesar da pandemia e da corrida pela vacina, o Ministério da Saúde também sofreu cortes. Foram vetados R$ 2,2 bilhões repartidos em diversos programas, que incluem a adequação de sistemas tecnológicos, ações de pesquisa e desenvolvimento, manutenção de serviços laboratoriais, assistência farmacêutica e até construções de sedes regionais da Fiocruz.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Ao contrário do que pensam os ESQUERDOPATAS dinheiro não dá em árvores. Já perguntaram a esse deputado se ele abriu mão das suas emendas parlamentares para destinar recursos para essa vacina.
    Lembrando que essa vacina só estará pronta próximo ano, e a urgência é para as vacinas agora.

  2. Dinheiro não cai do céu. Deve haver um bom motivo para esse veto. Devemos ter muito cuidado com o que a grande mídia divulga.

    1. Prezado Senhor, reflita…todos nós, a sua família /, minha e a de todo mundo, precisamos ser vacinados para voltarmos tranquilos ao trabalho.

    2. Prezado Senhor, reflita…todos nós, a sua família, a minha e a de todo mundo, precisamos ser vacinados para voltarmos tranquilos ao trabalho.

    3. Se tu não sabes, pq defendes? E outra, que tesão é esse no PT que em TODA POSTAGEM tu jogas a mesma ladainha?

    4. Deixa de ser cego e alienado, quando era Fatão Bokus segurando as vacinas, estava errado, já o Bozo pode cortar verba para fabricação de vacina, aí na sua cabeça ele deve ter motivos. Enfim, mais uma vez, a hipocrisia.

  3. O MINTOmaníaco além de ser inepto ainda atrapalha quem faz alguma coisa pra combater a pandemia!

    1. No alecrim tem roupa mais barata,, essa mania de dar oitavo em tudo, denota caráter prepotente e idiota, parafraseando o Rei Juan Carlos da Espanha….” Por que não te calas”

    2. Na verdade, vc definiu sua governadora, Fátima do PT, incompetente (faltou essa “qualidade”), sem atitude, vingativa (está perseguindo Natal) e mal intencionada. Se não fosse o presidente Bolsonaro, o RN já teria acabado.

    3. Antônio: IDIOTA É VC! Vá se preocupar com a vida de outrem! Eu opino no que eu quiser, se não concorda, rebate os argumentos!

      Direita Honesta: Eu não votei nem pretendo votar em Fátima muito menos no PT! Isso não quer dizer que eu tenha que aceitar as leseiras , negacionismo e inépcia do governo do MINTO no qual inclusive eu VOTEI!

      Fátima é muito fraca mas não é ela que tinha o poder de comprar vacinas ou está atrapalhando o investimento em uma nova vacina , mas sim o MINTO!

    1. Quem perdeu foi a população. Mais uma vez…

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Meio Ambiente

Países iniciam corrida para descarbonização após Cúpula do Clima

A articulação americana pelas metas do Acordo de Paris trouxe ao debate climático otimismo de última hora sobre a capacidade de o mundo responder à crise do clima. Para especialistas, o prazo mais curto cria competição global pautada na redução das emissões de carbono. “O caminho da descarbonização está dado; agora vira uma corrida pelas melhores tecnologias para isso”, avalia a economista e doutora em ciência política Ana Toni, diretora do Instituto Clima e Sociedade.

Durante a Cúpula do Clima, organizada pelos Estados Unidos na última semana, o enviado especial de clima dos americanos, John Kerry, afirmou por duas vezes a aposta em manter o aquecimento global abaixo de 1,5ºC.

“Mais de 50% do PIB global acordou aqui hoje que nós vamos para 1,5ºC”, disse Kerry na Cúpula, após quatro meses de articulações com os maiores emissores do planeta para antecipar de 2050 para 2030 os marcos dos compromissos.

Países desenvolvidos como EUA, Japão e Canadá, além da União Europeia, anunciaram metas de redução de cerca de metade das emissões até 2030, o que responde de forma inédita à recomendação da ciência para conter o aquecimento em 1,5ºC. Antes da cúpula, o Marrocos era o único país com uma meta adequada para o objetivo do Acordo de Paris.

Avanços comedidos anunciados pelos líderes de economias emergentes foram comemorados como sinais de cooperação, já que a negociação sobre as diferentes responsabilidades e capacidades de financiamento entre desenvolvidos e emergentes tem sido um dos principais empecilhos para os acordos climáticos.

Em busca de um alinhamento global para recuperar a confiança na agenda e na condução americana, os EUA reforçaram os cuidados diplomáticos com grandes emissores como a China e a Rússia, que também são antagonistas dos americanos em outras pautas.

“Clima é um dos poucos temas em que esses países entendem que têm que cooperar, pois só conseguem lidar com isso juntos”, afirma Toni.

A China anunciou que antecipará o pico de emissões para antes de 2030 e reduzir o uso de carvão a partir de 2025, enquanto a Rússia falou em zerar emissões até 2050.

Os Estados Unidos também já anunciaram uma parceria para apoiar a transição energética na Índia, cujo setor elétrico responde por quase metade de suas emissões.

Os indianos respondem por 7% das emissões globais atuais e, antes da descarbonização, têm como prioridade a universalização do acesso à energia elétrica nas zonas rurais do país.

Para Toni, os EUA calculam sair na frente de grandes emissores na rota de descarbonização porque “perceberam que não perdiam da China por conta de emissão de carbono, mas por falta de investimento em ciência e inovação”.

“Agora mudou a chave de competição. O cálculo político é que a margem de vantagem competitiva de produzir externalizando os custos climáticos é pequena se comparada com o ganho de competitividade tecnológica que se tem ao sair na frente”, pontua.

No entanto, na avaliação do físico e climatologista Paulo Artaxo, professor da USP, não há mais tempo para conter o aquecimento em 1,5ºC —o teto evitaria a inundação de litorais e submersão de países-ilha até o fim do século.

“O mundo já aqueceu entre 1,1ºC e 1,2ºC e, até as políticas anunciadas agora serem implementadas, já teremos chegado a 1,5ºC”, avalia Artaxo.

“Como essas políticas não se fazem da noite para o dia, ainda vamos ter 30 anos de emissões e o mundo vai continuar aquecendo numa taxa acelerada; impossível evitar”.

De acordo com Ana Toni, a próxima década será pautada pelos instrumentos econômicos, com medidas como a precificação do carbono, desde o mercado de emissões até a taxação, e a revisão de critérios para o comércio global, em uma regulamentação que evitaria dar vantagens para produtos dependentes de altas emissões de carbono.

O financiamento pelos mais ricos é a chave aguardada para que o restante do mundo acompanhe a rota de descarbonização. “A volta dos Estados Unidos para a mesa é fundamental também por conta do retorno do financiamento, que continua sendo a grande interrogação”, afirma Pablo Vieira, diretor da NDC Partnership. A iniciativa dá suporte a 77 países em desenvolvimento na implementação das suas metas climáticas.

Para ele, o debate precisa ir além das nações emergentes e desenvolvidas, que são os grandes emissores atuais e históricos, para financiar uma guinada global e inclusiva na curva de emissões. “Não podemos desconsiderar os países menores ou mais pobres, porque eles serão os grandes emissores do futuro”, afirma.

O bloco dos desenvolvidos havia prometido, em 2009, doações anuais de US$ 100 bilhões (R$ 547 bilhões) a partir de 2020 para financiar ações climáticas nos países em desenvolvimento, mas a promessa é vista pela comunidade internacional como improvável de ser cumprida atualmente.

Os Estados Unidos sinalizaram na última semana que devem doar US$ 1,2 bilhão (R$ 6,5 bilhões) para o Fundo Verde do Clima e distribuir mais US$ 1,3 bilhão (R$ 7,1 bilhões) em parcerias bilaterais.

Outra aposta para cumprir a redução drástica das emissões está na captura de carbono. Compensar —e não só evitar— emissões é uma ressalva presente na retórica de países altamente dependentes da produção de combustíveis fósseis —como Árabia Saudita, Noruega e mesmo Estados Unidos. Eles miram em investimentos para compensar a queima de gases-estufa através de tecnologias para estocá-lo de volta no solo, principalmente através do plantio de árvores e a restauração de áreas naturais degradadas.

Além de permitir a grandes poluidores embarcar em metas climáticas de curto prazo, a compensação destina investimentos a países com grandes áreas a serem regeneradas, como é o caso brasileiro.

O país já havia recebido doações de R$3,4 bilhões da Noruega e da Alemanha como remuneração por controlar o desmatamento, mas as transações foram interrompidas no início do governo Bolsonaro.

Mesmo em um esforço de transformação da sua figura na Cúpula do Clima, o presidente Jair Bolsonaro ainda associou, em seu discurso na quinta (22), a pobreza ao que chamou de “paradoxo amazônico”. O ministro da Economia, Paulo Guedes, já havia gerado críticas no último ano ao associar, no fórum econômico de Davos, o desmatamento ao combate à pobreza.

De acordo com fontes ligadas à diplomacia americana, o discurso do presidente Jair Bolsonaro, baseado em realizações de gestões passadas e sem a apresentação de estratégias atuais, minou as expectativas de que o governo poderia ter uma chance de recuperar a confiança internacional na pauta climática.

No entanto, a expectativa é de que os Estados Unidos cobrem esforços do país ainda dentro de um espírito de cooperação, sob a prioridade de concluir a regulamentação de Paris, prevista para o final do ano na COP-26, na Escócia.

FOLHAPRESS

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cultura

‘Nomadland’ é o grande vencedor do Oscar 2021, sem Chadwick Boseman; veja lista de ganhadores

A temporada pandêmica de prêmios hollywoodianos chegou ao fim neste domingo, com a 93ª edição do Oscar, que foi bastante previsível até seus minutos finais. Quebrando a tradição, o prêmio de melhor filme foi anunciado antes dos de ator e atriz, e fez desta a grande noite de “Nomadland”, que levou a estatueta máxima e as de direção, para Chloé Zhao, e de atriz, para Frances McDormand.

Logo após a protagonista do longa receber o prêmio, no entanto, uma grande surpresa. Chadwick Boseman, que parecia destinado a receber um Oscar póstumo por “A Voz Suprema do Blues”, perdeu para Anthony Hopkins, de “Meu Pai”, que se tornou o ator mais velho a vencer, aos 83 anos.

A cerimônia e a mudança na ordem de categorias pareciam pensadas para um encerramento catártico, em homenagem ao astro de “Pantera Negra”, mas os votantes quiseram um desfecho diferente.

Também foi um Oscar de marcos históricos. Ao levar a estatueta de direçkão, a chinesa Chloé Zhao se tornou apenas a segunda mulher na história da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas a sair vitoriosa na categoria, ao lado de Kathryn Bigelow, por “Guerra ao Terror”, em 2009.

Ela também foi a primeira mulher não branca indicada e, portanto, vencedora. Ao lado do sul-coreano Bong Joon-ho, que ganhou no ano passado por “Parasita”, e da leva de cineastas mexicanos vitoriosos nos últimos anos, Zhao mostra que a Academia está, mais do que nunca, de olho nos talentos internacionais.

Esses fatos, sozinhos, foram responsáveis por fazer desta uma cerimônia histórica, dando força aos ventos de mudança que sopram sobre a organização desde a adoção de políticas pró-diversidade e a eclosão de movimentos como o MeToo e o #OscarsSoWhite.

Não foi tão histórica, no entanto, a trajetória das plataformas de streaming, neste ano em que a Academia mudou suas regras para tornar longas lançados diretamente no sob demanda elegíveis —uma exceção pandêmica.

A Netflix tinha duas fortes chances de finalmente faturar o troféu de filme, com “Mank” e “Os 7 de Chicago”, mas ambos vinham perdendo força nos últimos meses. O último, aliás, acabou totalmente esquecido, apesar de ser o tipo de história que tradicionalmente agrada à Academia. Com isso, a Netflix triunfou apenas em categorias técnicas. Ainda assim, foi o estúdio mais celebrado da noite.

A festa de entrega dos homenzinhos dourados começou no tapete vermelho, que ocorreu em paralelo a um pré-show com performances das músicas indicadas a canção original. Regina King, então, entrou na Union Station para começar os anúncios.

Ela fez questão de deixar claro que a noite de gala, cheia de exceções por causa da pandemia, era à prova de Covid —os que estavam presentes no amplo saguão da estação de trem, sem máscara, foram vacinados, testados, testados novamente e orientados a manter distância dos colegas.

Foi uma cerimônia com pouco glamour e espetáculo, mas muito mais intimista e calorosa do que poderíamos ter imaginado em meio a uma pandemia. Também foi um evento de celebração da diversidade, que deixou claro que Hollywood quer mudanças. Várias menções foram feitas ao assassinato de George Floyd, vale ressaltar.

Quando McDormand e Hopkins receberam os prêmios de atriz e ator, no entanto, uma marca histórica importantíssima deixou de ser alcançada. Este poderia ter sido o primeiro Oscar com apenas atores não brancos triunfando nas quatro categorias de atuação.

McDormand recebeu seu terceiro Oscar e ficou à frente de Carey Mulligan, de “Bela Vingança”, que ganhou o Spirit, de Viola Davis, de “A Voz Suprema do Blues”, que conquistou o SAG, de Andra Day, de “The United States vs. Billie Holiday”, que levou o Globo de Ouro, e de Vanessa Kirby, de “Pieces of a Woman”, que embolsou a Coppa Volpi no Festival de Veneza. Era uma corrida dificílima.

Entre os coadjuvantes, no entanto, a diversidade falou alto. Youn Yuh-jung, de “Minari”, dominou a temporada e a encerrou com o Oscar de atriz coadjuvante. A escolha fez dela a segunda atriz de
ascendência asiática e a primeira sul-coreana a levar a estatueta —antes, apenas a nipo-americana Miyoshi Umeki, em 1958, havia conseguido.

Glenn Close, enquanto isso, bateu um recorde ruim. Indicada pela oitava vez por “Era uma Vez um Sonho”, ela empatou com Peter O’Toole como o ator ou atriz com mais nomeações frustradas na história.

Na categoria de ator coadjuvante, Daniel Kaluuya também confirmou o favoritismo, levando o prêmio pelo trabalho em “Judas e o Messias Negro”. Mesmo que o quarteto fantástico da diversidade não tenha se formado, as duas vitórias já sugerem mudanças na Academia e na indústria.

Entre os roteiros premiados, “Bela Vingança”, escrito e também dirigido por Emerald Fennell, ficou com a estatueta entre os originais. A vitória foi a primeira para uma mulher na categoria em 13 anos. O roteiro adaptado vencedor foi o de “Meu Pai”, numa disputa na qual “Nomadland” vinha forte. A produção é uma releitura da peça escrita e agora adaptada pelo dramaturgo francês Florian Zeller.

Categoria na qual o Brasil mais uma vez ficou de fora, a de melhor filme internacional premiou o dinamarquês “Druk – Mais uma Rodada”. Thomas Vinterberg, também indicado em direção, recebeu o troféu e o dedicou à filha, morta num acidente. Foi a quarta vitória da Dinamarca.

Provavelmente a mais previsível das categorias deste ano, a de melhor animação laureou “Soul”, primeiro filme da Pixar com um protagonista negro. Um esforço em prol da diversidade que foi bem recompensado —mas, no palco, foram produtores brancos que aceitaram o tão cobiçado troféu.

A animação também ficou com o troféu de trilha sonora, enquanto o de canção original foi para a nova estrela do R&B H.E.R., que compôs e cantou “Fight for You”, de “Judas e o Messias Negro”. A decisão da Academia foi um choque para Diane Warren —que não disfarçou o incômodo—, que estava em sua 12ª indicação ao Oscar, mas nunca encostou num dos homenzinhos dourados.

Na seção técnica da premiação, a equipe de “A Voz Suprema do Blues” foi a primeira composta por artistas negros indicada e, agora, vencedora do Oscar de cabelo e maquiagem, fato destacado e aplaudido no discurso de agradecimento. O longa também levou o Oscar de figurino.

“Tenet” saiu vitorioso em melhores efeitos especiais. “Mank”, em direção de arte e fotografia, desapontando a equipe de “Nomadland”, filme que com suas belas paisagens era o grande favorito. “O Som do Silêncio” ficou com melhor montagem e som.

Houve poucas surpresas na seção de curtas-metragens, muito politizada. “Dois Estranhos”, sobre violência policial, foi escolhido em melhor curta, enquanto “Se Algo Acontecer… Te Amo”, que fala sobre tiroteios em escolas, e “Colette” ganharam nas categorias equivalentes de animação e documentário, nesta ordem. O documentário em longa-metragem premiado foi “Professor Polvo”.

VENCEDORES

Melhor filme

  • “Nomadland”
  • “Os 7 de Chicago”
  • “Minari”
  • “Bela Vingança”
  • “O Som do Silêncio”
  • “Meu Pai”
  • “Judas e o Messias Negro”
  • “Mank”

Melhor direção

  • Chloé Zhao, “Nomadland”
  • Lee Isaac Chung, “Minari”
  • Emerald Fennell, “Bela Vingança”
  • David Fincher, “Mank”
  • Thomas Vinterberg, “Druk – Mais uma Rodada”

Melhor ator

  • Chadwick Boseman, “A Voz Suprema do Blues”
  • Anthony Hopkins, “Meu Pai”
  • Riz Ahmed, “O Som do Silêncio”
  • Steven Yeun, “Minari”
  • Gary Oldman, “Mank”

Melhor atriz

  • Carey Mulligan, “Bela Vingança”
  • Frances McDormand, “Nomadland”
  • Andra Day, “The United States vs. Billie Holiday”
  • Viola Davis, “A Voz Suprema do Blues”
  • Vanessa Kirby, “Pieces of a Woman”

Melhor ator coadjuvante

  • Daniel Kaluuya, “Judas e o Messias Negro”
  • Leslie Odom Jr., “Uma Noite em Miami”
  • Sacha Baron Cohen, “Os 7 de Chicago”
  • Lakeith Stanfield, “Judas e o Messias Negro”
  • Paul Raci, “O Som do Silêncio”

Melhor atriz coadjuvante

  • Youn Yuh-jung, “Minari”
  • Olivia Colman, “Meu Pai”
  • Glenn Close, “Era uma Vez um Sonho”
  • Maria Bakalova, “Borat: Fita de Cinema Seguinte”
  • Amanda Seyfried, “Mank”

Melhor roteiro adaptado

  • “Nomadland”
  • “Uma Noite em Miami”
  • “Meu Pai”
  • “Borat: Fita de Cinema Seguinte”
  • “O Tigre Branco​”

Melhor roteiro original

  • “Os 7 de Chicago”
  • “Bela Vingança”
  • “Minari”
  • “O Som do Silêncio”
  • “Judas e o Messias Negro”

Melhor figurino

  • “A Voz Suprema do Blues”
  • “Mulan”
  • “Emma”
  • “Mank”
  • “Pinóquio”

Melhor trilha sonora

  • “Relatos do Mundo”
  • “Soul”
  • “Mank”
  • “Destacamento Blood”
  • “Minari”

Melhor curta-metragem

  • “Dois Estranhos”
  • “The Letter Room”
  • “Feeling Through”
  • “White Eye”
  • “The Present”

Melhor curta-metragem em animação

  • “Se Algo Acontecer… Te Amo”
  • “Genius Loci”
  • “Yes-People”
  • “Opera”
  • “Toca”

Melhor som

  • “O Som do Silêncio”
  • “Relatos do Mundo”
  • “Soul”
  • “Mank”
  • “Greyhound”

Melhor animação

  • “Soul”
  • “Wolfwalkers”
  • “Dois Irmãos”
  • “A Caminho da Lua”
  • “Shaun, o Carneiro: A Fazenda Contra-Ataca”

Melhor fotografia

  • “Nomadland”
  • “Mank”
  • “Relatos do Mundo”
  • “Os 7 de Chicago”
  • “Judas e o Messias Negro”

Melhor documentário

  • “Time”
  • “Crip Camp: Revolução pela Inclusão”
  • “Professor Polvo”
  • “Collective”
  • “The Mole Agent”

Melhor documentário em curta-metragem

  • “A Concerto Is a Conversation”
  • “Uma Canção para Latasha”
  • “Colette”
  • “Do Not Split”
  • “Hunger Ward”

Melhor montagem

  • “O Som do Silêncio”
  • “Os 7 de Chicago”
  • “Meu Pai”
  • “Nomadland”
  • “Bela Vingança”

Melhor filme internacional

  • “Druk – Mais uma Rodada” (Dinamarca)
  • “Better Days” (Hong Kong)
  • “Quo Vadis, Aida?” (Bósnia e Herzegovina)
  • “O Homem que Vendeu Sua Pele” (Tunísia)
  • “Collective” (Romênia)

Melhor cabelo e maquiagem

  • “A Voz Suprema do Blues”
  • “Pinóquio”
  • “Mank”
  • “Era uma Vez um Sonho”
  • “Emma”

Melhor canção original

  • “Speak Now”, de “Uma Noite em Miami”
  • “Io Si (Seen)”, de “Rosa e Momo”
  • “Fight for You”, de “Judas e o Messias Negro”
  • “Hear My Voice”, de “Os 7 de Chicago”
  • “Husavik”, de “Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars”

Melhor direção de arte

  • “Mank”
  • “Relatos do Mundo”
  • “Tenet”
  • “Meu Pai”
  • “A Voz Suprema do Blues”

Melhores efeitos especiais

  • “Tenet”
  • “O Céu da Meia-Noite”
  • “Love and Monsters”
  • “Mulan”
  • “O Grande Ivan”

 

FOLHAPRESS

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Luto

Filho de Dedim Gouveia morre sete dias após sanfoneiro falecer com Covid-19, em Fortaleza

Delano Gouveia, de 37 anos, filho do sanfoneiro e cantor Dedim Gouveia, faleceu neste domingo (25). Nesta semana, ele foi internado com Covid-19 no Hospital Instituto Dr. José Frota (IJF), mas de acordo com familiares, adquiriu uma bactéria hospitalar durante o internamento. A informação foi confirmada pela mulher de Delano, Juliana Andrade. Ainda não há confirmação da causa da morte.

O pai de Delano, Dedim Gouveia, faleceu na última segunda-feira (19), por complicações da Covid-19. Nesta sexta-feira (23), familiares compartilharam um vídeo onde contavam que o IJF se recusava a aceitar um remédio comprado de maneira particular — pois estava em falta no hospital.

Neste sábado (24), a irmã de Delano, Isabel Gouveia publicou um vídeo com o marido, Victor Nascimento, confirmando que a Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza doou o antibiótico polimixina para o tratamento de Delano. Contudo, ele não resistiu às complicações da doença.

 

O cantor de forró e sanfoneiro Dedim Gouveia morreu de Covid-19, aos 61 anos, nesta segunda-feira (19). O forrozeiro estava internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Dr. Carlos Alberto Studart Gomes, no Bairro Messejana, desde o último dia 11 de abril.

Dedim Gouveia era natural de Redenção, cidade a 60 km de Fortaleza. Cresceu em Serra da Faísca, distrito de Redenção. Na escola, estudou até o 2º grau. Foi criado pela avó Isabel Moreira, sua grande incentivadora no meio musical, que apostava que ainda veria o neto fazer sucesso na música.

Incorporou o apelido de Dedim como nome artístico após começar a tocar sanfona aos 16 anos. Ao todo, lançou 13 CDs, 5 DVDs, embalando vários hits. Uma de suas últimas composições foi “A Natureza É Linda”, lançada em 2020.

G1 CE

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Vereador de Natal diz que estratégia de Fátima é o Estado quebrado e cofres cheios em 2022 para culpar prefeitos e Governo Federal

O vereador de Natal, Klaus Araújo, disse que “a estratégia de Fátima é o Estado quebrado e o ano que vem, ela com os cofres cheios aparecera como salvadora, e tudo de ruim será atribuído aos prefeitos e governo federal”. A afirmação foi realizada em uma publicação feita neste domingo (26). Confira:

Opinião dos leitores

  1. E praxe do PT e dos petralhas, ficarem incomodados quando se fala verdades, visto que eles fogem dessa palavra como o diabo foge da cruz.

  2. Parabéns para esse parlamentar ter coragem de falar a verdade, essa governadora só vive de ideologia dos seus companheiros, não pensa no povo, é tudo hipocrisia normal do esquerdista.

  3. Verdade , foi ele que mandou 5 milhões para o consórcio nordeste, não construiu hospitais de campanha mesmo com dinheiro em caixa e fechou o comércio provocando demissões. Tudo culpa de Bolsonaro

  4. A estratégia de alguns é a nação rica e os caixões cheios em 2022. Veja aí o que a gripezinha fez com Dedin Gouveia e com o filho em uma semana.

  5. Essa governadora inepta, incompetente e mal intencionada, está destruindo o RN. Já passamos da metade do mandato dessa senhora e NADA foi feito pelo RN, muito menos no combate a essa pandemia. Seu governo ainda não começou (e não começará).

  6. Só pra lembrar, o MINTOmaníaco eh culpado independente de quem seja o prefeito ou o governador… TODOS sabem disso mas alguns ainda não afastaram a viseira nem tiraram a cangalha …

    1. Papagaio de pirata. Passa o dia bostejando asneiras. Tem uma confusão mental sem precedentes.

    2. Nero, esse sujeito deve fazer parte da militância paga do PT. Seus comentários NADA acrescentam e se resumem a defender esse governo caótico que está destruindo o RN e a atacar o presidente Bolsonaro. É mesmo um “papagaio de pirata”, como outros por aqui.

    3. Manoel F, vai pra Venezuela que lá está teu tão sonhado paraíso. Aqui no Brasil, não precisamos de pessoas iguais a vc. Leva os outros tbm, faça-nos este favor.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Vacinas da Pfizer e da Moderna não apresentam risco para grávidas, diz estudo preliminar

Foto: Pixabay

Um estudo preliminar realizado pelo CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos não encontrou evidências de que as vacinas fabricadas pela Pfizer e pela Moderna apresentam risco sério a mulheres grávidas.

A pesquisa foi publicada na revista científica The New England Journal of Medicine (íntegra) na quara-feira (21).

Os pesquisadores analisaram os dados de 35.691 mulheres grávidas norte-americanas, com idades de 16 a 54 anos de 14 de dezembro de 2020 a 28 de fevereiro de 2021.

Elas tiveram acompanhamento do CDC por meio de um aplicativo por smartphone chamado “V-Safe”, que monitora reações adversas e o estado de saúde.

Do total de participantes, 3.958 foram vacinadas, sendo que 2.136 mulheres receberam a vacina da Pfizer (54%) e 1.822, a da Moderna (46%).

Efeitos colaterais como dor no local da injeção foram mais relatados em mulheres grávidas do que em não grávidas. Já fadiga, dores de cabeça, calafrios, febre e mialgia foram relatados com menor frequência pelas gestantes.

O CDC afirmou que “dificilmente as vacinas representarão algum risco específico”, mas que é necessário um acompanhamento a longo prazo para saber os resultados e a segurança da vacina contra a covid-19 em relação às mães, aos bebês e as aplicações realizadas no 1º trimestre da gestação.

Ainda segundo o estudo, apenas 827 mulheres registraram dados completos de toda a gravidez. Desse total,  104 perderam a gestação antes das 20 semanas e uma mulher deu à luz um bebê natimorto após a 20ª semana. Nenhuma criança recém-nascida morreu.

Os pesquisadores consideraram que esses números não eram “significativamente maior” do que o registrado em pessoas que não haviam recebido a vacina.

“Além da vacinação proteger as mulheres contra a covid-19 e suas complicações durante a gravidez, evidências mostraram a transferência transplacentária de anticorpos da síndrome respiratória aguda grave coronavírus (SARS-CoV-2) após a vacinação materna com covid-19 durante o terceiro trimestre, o que sugere que a vacinação materna pode fornecer algum nível de proteção ao recém-nascido”, apontou o estudo. 

Brasil

No Brasil, o Ministério da Saúde afirmou em 16 de abril que estuda incluir grávidas no grupo prioritário da campanha de vacinação depois de ter recebido relatos de que a variante de Manaus (P.1) pode afetar mais a saúde das gestantes.

Poder 360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Natal avança na faixa etária e começa a vacinar idosos de 61 anos na segunda-feira (26)

Nesta segunda-feira (26), a capital inicia a vacinação dos idosos de 61 anos e mais. Esse público pode procurar um dos seis drives de vacinação que funcionam das 8h às 16h nos seguintes pontos (Arena das Dunas, UNP da Av. Engenheiro Roberto Freire, OAB, Ginásio Nélio Dias, Via Direta e SESI), ou umas das 35 salas de vacinação das Unidades Básicas de Saúde. Para essa faixa etária o Ministério da Saúde enviou as vacinas da Oxford-AstraZeneca.

Nos pontos de vacinação da capital, também estão sendo disponibilizados a segunda dose do imunizante, o prazo para receber a segunda dose é de 12 semanas.

Para se vacinar é necessário a apresentação do cartão de vacina, documento com foto e comprovante de residência de Natal.

Veja as salas de vacinação disponíveis:

As 35 salas de vacinação estão distribuídas nos cinco Distritos Sanitários de Natal e funcionam das 8h às 11h30 e das 12h30 às 15h.

DISTRITO SANITÁRIO NORTE I
UBS Pajuçara: Rua  Maracaí, S/N, Conjunto  Pajuçara
USF Nova Natal : Rua  Do Pastoril, Nova Natal, Lagoa Azul
USF Redinha: Rua Do Campo, S/N , Redinha
USF Nordelândia:  Rua  José  Da Silva, S/N, Lagoa Azul
USF Gramoré:  Avenida Guaratinguetá S/N, Lagoa Azul
USF Parque Das Dunas:  Avenida Mar Mediterrâneo, N° 101,Conjunto  Parque  Das Dunas, Pajuçara
USF Pompeia: Rua Oceano Atlânticos, N° 172, Nova República, Pajuçara

DISTRITO NORTE II
USF Vale Dourado:  Rua Irmã Vitória, N° 02, Igapó
USF Panatis:  Rua Das Pimenteiras, S/N, Panatis
USF Jardim Progresso: Rua Antonia Santana, S/N, Jardim Progresso
USF Nova Aliança: Rua Da Consolação, 384, Nossa Sra. Da Apresentação
USF Soledade II: Rua Serra Negra, N° 2000, Soledade II
USF Santarém:  Avenida Rio Doce, N° 12, Conjunto Santarém
C.S Bela Vista: Rua Novo Recreio, S/N, Igapó

DISTRITO SUL
UBS Candelária:  Rua Nossa Senhora Da Candelária,  N° 3402, Candelária
ESF Rosangela Lima:  Rua Santa Beatriz, N° 11,  Planalto
UBS Nova Descoberta: Avenida Xavier da Silveira, N° 05, Nova Descoberta
UBS Satélite: Rua Das Carnaúbas, N° 02 Pitimbu
UBS Pitimbu: Rua Serra De Piracanjuba, N° 02, Pitimbu
ESF Ronaldo Machado: Rua Desportista Arthur Veiga, N°10, Planalto

DISTRITO LESTE
UBS São João: Rua Romualdo Galvão, N° 891, Tirol
USF Brasília Teimosa: Rua Miramar, N° 34
USF Rocas: Rua Francisco Bicalho, S/N, Rocas
UBS Alecrim: Rua Fonseca e  Silva, N° 1129, Alecrim
Unidade Mista Mãe Luiza: Rua João XXIII, Mãe Luiza
UBS Lagoa Seca: Rua  Padre  Antônio  S/N, Lagoa seca
USF Passo da Pátria: Rua Ocidental de Baixo, S/N, Pantanal, Centro

DISTRITO OESTE
USF Nazaré: Rua Rubens  Mariz,  N° 447, Nsa Senhora de Nazaré
UM Felipe Camarão II: Rua Santa Cristina, N° 882, Felipe Camarão
USF Cidade Nova: Rua Do Laranjal, N° 483, Cidade Nova
USF Bairro Nordeste: Rua alto da Bela Vista, N° 492, Bairro Nordeste
USF Quintas: Travessa  Luiz Sampaio, N° 712, Quintas
USF Monte Líbano : Rua Matusalém , N° 191, Bom Pastor
USF KM 06: Av. Capitão Mor Gouveia, N°  10.318, KM 06
USF Nova Cidade: Rua Francisco de Assis  Martins, S/N, Nova Cidade

Opinião dos leitores

  1. Viva !!
    Enfim , chegou o meu dia … obg a todos que contribuíram para este fato !
    Gratidão a ciência !!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Número de mortes por Covid-19 no Brasil em 2021 supera todo ano de 2020

Imagem: reprodução/CNN Brasil

O Brasil registrou 1.305 óbitos pela Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). O número de novos casos foi de 32.572.

Com a atualização, 2021 já ultrapassou o total de 2020 em número de óbitos por conta do coronavírus. Só neste ano, o país reportou 195.848 mortes em decorrência da doença, ante as 194.949 vítimas de todo o ano passado.

É um número similar de vidas perdidas em menos da metade do tempo. Com isso, a média diária de mortes deste ano está em mais que o dobro do ano passado. Em 2020, considerados apenas os 290 dias entre o primeiro óbito nortificado (17 de março) e o último dia do ano, morreram, em média, 672,2 pessoas por dia em decorrência do coronavírus no Brasil.

Em 2021, são 1.703 pessoas morrendo a cada dia, em média, pela doença, considerados os 115 dias desde 1º de janeiro até este domingo, 25 de abril. Desde o início da pandemia, o Brasil conta um total de 390.797 mortes e 14.340.787 infectados.

São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Bahia estão entre os estados brasileiros com índices mais altos de infectados e mortes causadas pela Covid-19.

Abril de 2021 é o mês mais letal desde o início da pandemia

Mesmo antes de terminar, o mês de abril deste ano já contabiliza mais mortes por Covid-19 no Brasil do que qualquer outro desde o início da pandemia, segundo dados do Ministério da Saúde compilados pela CNN. Desde o primeiro dia do mês até o dia 25, foram registradas 69.282 vítimas de coronavírus no país.

 

Até então, março de 2021 era o mês mais letal, com 66.573 mortes. Somente janeiro deste ano, com 29.555 óbitos, seria o terceiro mês mais fatal em 2020, ficando atrás apenas de julho (32.881) e junho (30.280) do ano passado.

 

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Culpa dos governadores “lacradores”, como a governadora Fátima do PT, que receberam bilhões do governo Bolsonaro e NÃO aplicaram na saúde, que impedem o tratamento precoce e só pensam em perseguir quem quer trabalhar e viver. Essa gente usa o sofrimento do povo para fazer politicagem, para tentar prejudicar o governo federal e voltar ao poder. O resultado é esse.

  2. Parece que tanto a Hidroxicloroquina, cloroquina e Ivermectina não surtiram um efeito como foi propagado, neh vdd? Já que enquanto não tinha vacina, a única justificativa que se tinha pra não endurecer as medidas de distanciamento era, segundo o presidente, o uso de Hidroxicloroquina e Cloroquina, depois abraçou a Ivermectina acompanhando alguns médicos que indicam o tratamento “precoce” e até mesmo profilático(atenção principalmente a essa última palavra), no entanto somente o isolamento se mostrou, mesmo que danoso às finanças, e isso é óbvio, porém eficaz para a saúde, pois coincidentimente, após 15 a 20 dias das aplicação das medidas mais duras os números de infectados realmente recuam. Agora, que a justiça seja firme com quem negligenciou, omitiu, desinformou, desviou e qualquer outro ato que custaram tantas vidas num país com um sistema de saúde tão completo e capilarizado como o nosso SUS. Tinhamos tudo pra está na vanguarda da saída da crise, porém nossa vanguarda é na tragédia.

    1. Se o distanciamento fosse eficaz a Argentina estaria com zero caso de covid pois passou 8 meses em lockdown, esse foi o sonho da esquerda para o Brasil fechar tudo e quebrar o país para com isso derrubar o presidente!!!!!

    2. Há inúmeros municípios brasileiros que estão em ótima situação graças ao tratamento preventivo e precoce. Há até países que já aderiram a esses medicamentos. Muitos estudos (embora ainda não definitivos, não publicados) confirmam sua eficácia. Muitos médicos, inclusive no RN, recomendam e prescrevem esses remédios, com excelentes resultados. Já esse “lockdown” irresponsável, não tem qualquer comprovação científica e destrói a economia e a vida das pessoas. Suas consequências são ainda piores que o vírus e fazem parte de um plano político da esquerda, que só pensa em voltar ao poder.

    3. Renno, “distraído”, o SUS é brasileiro. Se informar em wathsapp e canais de youtube dá nisso. A realidade está além dessa frágil camada de fakenews que envolvem essas as bolsonaristas, ultrapasse essa barreira, a luz está fora delas. kkkkkkkkkkkkkkkkk

    4. Se só o lockdown com dipirona (que é proibida nos EUA, Suiça e outros paises) fosse a solução Europa não teria milhares de mortos por milhão de habitantes.
      Já a África que utiliza HidroxoCloroquina e Ivermectina que não tem lockdown tem baixo número de óbitos por covid-19.

  3. ” AINDA BEM QUE A NATUREZA CRIOU ESSE MONSTRO CHAMADO CORONAVIRUS” Ass. LUIZ INACIO LULA DA SILVA.

  4. Graças ao idiota negacionista , genocida do BOZO , e seus gadolinos que ainda ironizam a COVID-19 ! BOZOLIXO , vc vai pagar caro essa conta de vidas perdidas em nosso país . Uma realidade dolorosa, essa que se vive Brasil , com esse picareta na presidência do BRASIL .
    #FORABOZO
    #BOZONACADEIA

  5. Parabéns MINTO! Ainda bem que NENHUM governador ouviu você e TODOS tomaram medidas para aumentar o distanciamento social e mitigar a contaminação por covid senão o desastre por mortes seria pior!

    1. Meio de 2020: “esse negócio aí já está acabando, tá indo embora”. Ass.: O Deus, o mito dos jumentos.

    2. Vai imbecil! Qual a cor da roupa íntima da sofredora? Tu toma cuidado, tua bússola está dando o norte errado.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Emprego

400 mil perderam emprego com o fechamento de bares e restaurantes em SP durante a pandemia

Foto: Karol Moya/Divulgação

Cerca de 12 mil bares, restaurantes e lanchonetes fecharam suas portas de vez desde março de 2020 somente na cidade de São Paulo. A principal causa apontada são as restrições de funcionamento impostas pela pandemia de coronavírus. Os dados são da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-SP).

Em todo o estado de São Paulo, das 250 mil empresas do setor, 50 mil deixaram de existir durante a pandemia. Do 1,8 milhão de empregados do ramo no estado, 400 mil perderam seus postos de trabalho no mesmo período.

O delivery, por outro lado, se consolidou na capital e manteve boa parte dos estabelecimentos funcionando mesmo que de portas fechadas. Entre março e dezembro de 2020, o número de novos restaurantes cadastrados no iFood, por exemplo, cresceu 78% no estado.

Entre os estabelecimentos que conseguiram reabrir depois de 104 dias fechados entre março e julho de 2020, estima-se que de 10% a 15% deles irão colapsar. Cerca de 85% dos negócios correm risco de fechar se não houver auxílio para o pagamento de salários de funcionários e redução de jornada, de acordo com a Abrasel-SP.

É o caso do bar Ó do Borogodó, em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. Desde 2001, o local é famoso por receber rodas de samba. De acordo com a proprietária, Stefânia Gola, antes da pandemia o estabelecimento já estava com dificuldades, mas com equipe pequena e impostos parcelados, a situação estava sob controle.

Durante a pandemia, ela tentou fazer empréstimos, mas não conseguiu. A duas semanas do despejo, Stefânia fez um financiamento coletivo para conseguir pagar o aluguel. O sucesso foi tamanho que ela conseguiu até mesmo diminuir a dívida, que chegou a R$ 500 mil.
G1

Opinião dos leitores

  1. Em breve as midiaslixo e os esquerdopatas irão achar uma narrativa para por na conta do governo federal, estes desempregos e o aumento da pobreza, como tentam fazer com as mortes ocasionadas por governadores e prefeitos , responsáveis diretos por determinação do STF em abril/20, pelo controle das ações na PANDEMIA.
    O que fecha, medicamentos, internações, lockdown, controle de horário, pode ou não trabalhar, abrir e fechar hospitais de campanha e leitos, comprar insumos em casas de vinho. Uma farra com o dinheiro público.
    Cabendo ao governo federal somente a remessa do dinheiro.

  2. Esse Manoel F não sei das quantas, quando o assunto não lhe interessa ele não faz nhenhum comentario, fica com a lingua no saco, deve ter todo mês seu salario pago por nós otarios em sua conta, petralha é assim mesmo.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Homem é socorrido por bombeiros após tentar fugir de festa clandestina e ficar com lança de portão cravada no braço

Foto: Divulgação

Um homem precisou ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros após ficar com a lança de um portão cravada no braço ao tentar fugir de uma festa clandestina para cerca de 300 pessoas em Palmas, no Tocantins.

Durante a operação no endereço, os militares revistaram e dispersaram o público. O homem que tentou fugir e ficou preso à grade precisou ser levado ao hospital para remover parte da lança metálica que ficou no braço.

Foto: divulgação

Na ação os policiais verificaram que uma motocicleta que estava no local tinha registro de furto/roubo. O responsável pelo veículo foi flagrado tentando sair da festa, mas acabou preso. Segundo a Fiscalização de Obras e Posturas do município, na chácara também foram apreendidas porções de loló.

O dono da propriedade e o organizador do evento foram identificados e detidos. Os dois foram conduzidos até uma delegacia, onde foram autuados por descumprimento de decreto relativo à prevenção da Covid-19.

G1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

COVID: Brasil registra 1.305 óbitos e 32 mil novos casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste domingo (25):

– O país registrou 1.305 óbitos nas últimas 24h, totalizando 390.797 mortes;

– Foram 32.572 novos casos de coronavírus registrados, no total 14.340.787 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 12.809.169, com o registro de mais 42.397 pacientes curados. Outros 1.140.821 pacientes estão em acompanhamento.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *