Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (3) uma lei que extingue o Fundo de Reserva Monetária do Banco Central, fundo criado em 1966 e não recebia aportes desde 1988.
A proposta aprovada pelo Congresso era uma medida provisória, editada por Bolsonaro no ano passado.
Bolsonaro vetou um trecho que foi incluído por parlamentares que destinava os R$ 8,6 bilhões do fundo para financiar ações de combate ao novo coronavírus em estados e municípios.
O presidente argumentou que a mudança feita pelo Congresso viola o princípio constitucional, que proíbe emendas parlamentares de aumentar despesas em projetos de iniciativa exclusiva do presidente.
A vacina contra a covid-19 em desenvolvimento na Universidade de Oxford, no Reino Unido, será testada em pacientes no Brasil. O procedimento foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), na terça-feira (2), em edição extra do Diário Oficial da União.
“Os estudos iniciais não clínicos em animais e os estudos clínicos de fase 1 em humanos para avaliar a segurança da vacina foram realizados na Inglaterra e os resultados demonstraram que o seu perfil de segurança foi aceitável”, diz o órgão em nota oficial.
Dentre os mais de 70 imunizantes em desenvolvimento atualmente em todo o mundo, este é considerado o mais avançado e também dos mais promissores. E à frente da testagem na Escola de Medicina Tropical de Liverpool está uma brasileira, a imunologista Daniela Ferreira, de 37 anos, especialista em infecções respiratórias e desenvolvimento de vacinas.
A aposta neste imunizante é tão grande que, mesmo ainda longe de aprovação, o produto já está sendo produzido em larga escala. “Passamos da fase um para a fase três em apenas dois meses”, diz a brasileira. O objetivo é ter já o maior número possível de doses prontas para distribuição assim que o produto for aprovado, evitando um possível novo atraso na proteção da população mundial.
Enquanto a taxa de isolamento social no Rio Grande continua baixa e registra apenas 41%, a Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou os números do coronavírus no Rio Grande do Norte, no fim da manhã desta quarta-feira(03), e alertou que 69 óbitos estão em investigação.
Neste momento, o Estado tem 9.148casos confirmados de coronavírus, com 19.659 suspeitos. Para a Sesap, a taxa de isolamento social precisa ser urgentemente elevada para que o sistema de Saúde não entre em colapso com o aumento de casos e vítimas fatais.
A Sesap entende que no mínimo 70% representam um nível positivo para a busca pelo achatamento da curva da Covid-19.
Sou morador da Rua dos Paianases, no trecho justamente onde ocorre a Feira do Carrasco (que está acontecendo hoje), e vejo que uma irresponsabilidade da prefeitura deixar que essas feiras livres ocorram nesse momento que estamos passando. Um verdadeiro caos, gente em cima de gente, feirantes aos gritos (Sem Máscaras) oferecendo seus produtos, consumidores disputando espaços nas bancas. O Prefeito, Alvaro Dias, que é médico, deveria olhar com mais compaixão para os cidadãos.
Caro Eduardo, o Prefeito não está nem aí para o Cidadão. Sabe aquele politico que está na fase do já ganhou? pois é. Com uma aprovação razoável da sua gestão, ele se dá uma luxo de governar em situação critica que estamos vivendo, como se estivesse se lixando para o povo.
Tem que haver uma fiscalização com orientação mais intensiva, no entanto, sem bloquear o serviço dos outros, afinal se tem os feirantes, também existe os clientes sem as máscaras e devidas precauções, infelizmente a ignorância é gigantesca.
Vamos culpar prefeito e governadora por diversos outros fatores, mas essa conta é da teimosia e ignorância de parte da população.
A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou os números do coronavírus no Rio Grande do Norte, no fim da manhã desta quarta-feira(03). Na ocasião, falou o secretário adjunto, o médico Petrônio Spinelli.
O número de casos confirmados chega a 9.148enquanto eram 8.233 no boletim dessa terça-feira(02). Nas últimas 24 horas, registro de 915 casos a mais.
O total de vítimas do covid-19 no RN chega a 367 – (26) óbitos a mais que a atualização do boletim dessa terça-feira(02). Dessas vinte e seis vítimas, quatro foram registradas nas últimas 24 horas.
Os casos suspeitos chegam a 19.659. Descartados somam 16.013. Recuperados são 1.824(de acordo com números dessa terça– em atualização).
O Hospital de MACAIBA esta aguardando Leitos há mais de 60 dias. Aí vem o secretario de Saúde e fala que nos próximos 15 dias será implantados os leitos . Todo dia ele e a governadora falam que em 15 dias serão implantados. Quantos 15 dias a população ainda vai esperar? Enquanto isso a UPA está lotada. Governadora tem que agir e não ficar só no discurso. Feche o que quiser mais dê condição do povo ser atendido.
HOSPITAL GISELDA TRIGUEIRO OS MORTOS ESTAO PASSANDO NOS CORREDORES E PASMEM ATE NO REFEITORIO…..ISSO É TERRIVEL E PREOCUPANTE , QUANTOS ESTAO ARRISCANDO VIDAS…SENHORA FATIMA CONSTRUA UMA PASSARELA.
Cadê os 120 respiradores que o Governo Federal mandou? O Hospital de Campanha do Governo do Estado ? Os 170 leitos prometidos para Mossoró? Pelo amor de Deus, esse desgoverno do PT só faz conversar besteira todo dia e não resolve nada, o que adianta dar coletiva de imprensa todo dia se não traz nada de novo? Nenhuma solução? Não traz alternativas? E nas pesquisas a Governadora ainda está muito bem avaliada, vamos aprender a votar meu povo.
Ainda assim muito distante dos 11mil mortes anunciadas pelo LAIS, que o mucuim teórico e secretário de saúde, ainda teve a cara de pau de ir tentar justificar, ademais, o governo através desse mesmo mucuim, praticamente não fez nada, só anúncio de planos mirabolantes, mentiroso, inócuos alem de fomentar reuniões improdutivas por vídeo conferência, que não conduzem a nada. Estamos mal protegidos e conduzidos, os prefeitos estão a míngua, entregues as suas próprias capacidades de investimento, que todos sabem, para a grande maioria é zero.
26 mortes em um único dia no RN!!! Que mortandade! É muito triste… E mais triste ainda é saber que o número de mortos tenderá a aumentar em progressão geométrica, sem os sistemas de saúde do Estado e dos Municípios consigam dar conta…
O comércio do Alecrim com lojas e o camelódromo funcionando normalmente. Pessoas "passeando" parece que o Prefeito Àlvaro Dias, está satisfeito com o que está acontecendo em Natal. Passei pelo Mercado da 6, tudo aberto, pessoas consumindo bebidas e alimentos, ouvindo som..Só alegria. né prefeito?
Embora possamos entender o lado social de todos nós assalariados, temos também que entender que o momento é critico e que se o Prefeito Álvaro Dias, tivesse realizado o lockdow a pelo menos a 20 dias, não estaríamos nesse situação. basta ver que em outras cidades a vida começa a voltar ao normal. Agora manter um camelódromo, Mercados públicos e feiras livre funcionando normalmente, como se nada estivesse acontecendo, é de uma insensatez sem tamanho.
Vocês falam só em providência da Prefeitura. Procure saber o valor que o governo Federal mandou para nossa eficiente Governadora, e quantos leitos a mais ela criou para atender a pacientes do coronavírus. Espero que quando chegar a eleição o povo do RN , pense, recorde e vote certo. De Governador, Senador e Deputado, mandem todos embora. O RN não tem nenhum Senador e Governadora. Todos nasceram noutro estado.
A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou os números do coronavírus no Rio Grande do Norte, no fim da manhã desta quarta-feira(03). Quanto a situação dos leitos, registra-se neste momento a seguinte ocupação:
Alto Oeste – Pau dos Ferros: 100%
Oeste – Mossoró: 100%
Região metropolitana de Natal: 97,5%
Seridó: 45,5%
Sobre a situação de internados, o Estado registra 594 pessoas internadas, distribuídas nas redes pública e privada. 293 estão em leitos críticos e 291 em clínicos.
Enquanto isso, a Hapvida e a Unimed salvando centenas, senão milhares de vidas no RN usando o protocolo da Ivermectina + Azitromicina nos primeiros sintomas. E nada do governo do RN adotar este protocolo, só mandando fazer distanciamento social e medidas sanitárias.
O Jornal Nacional veiculou matéria nesta terça-feira, 2 de junho, em que retrata a morte de uma paciente na cidade de Macau.
A reportagem errou ao afirmar que a paciente morreu por falta de medicamento. Apresenta também um vídeo em que um homem diz que está faltando médico no hospital. A reportagem faz uma ligação entre a morte da paciente e a falta de médico no hospital, apesar de o prefeito Túlio Lemos ter prestado esclarecimentos à reportagem de que um fato não teria ligação com o outro e que, nas 3 horas em que o hospital ficou sem médico, injustificadamente, não houve falta de atendimento a nenhum caso grave.
O prefeito reconheceu o erro da Cooperativa Médica em não cumprir com o seu compromisso de fazer presente os dois médicos contratados diariamente, fato que já está resolvido.
Mas este fato, não teve qualquer ligação com o óbito ocorrido.
Vamos aos fatos verdadeiros: a paciente chegou ao hospital em estado clínico grave. Foi atendida, submetida a todos os procedimentos possíveis e usou a medicação prescrita pelo médico. Infelizmente, não resistiu. Fato que pode ocorrer em qualquer hospital. Com um detalhe: ainda não foi confirmada como positivo para Covid.
A falta de médico na hora da gravação de vídeo por um popular, foi retratada como se não houvesse médico na unidade hospitalar de forma contínua. Generalizou uma situação em detrimento da verdade. O hospital de Macau é um dos poucos de seu porte que disponibiliza dois médicos no plantão 24 h por dia, todos os dias. De forma eventual e surpreendente, por cerca de três horas, o hospital ficou sem médico porque os profissionais escalados não compareceram. Fato que foi corrigido em seguida e a unidade passou a contar com dois médicos para atender a população. O fato foi registrado pela direção do hospital e a cooperativa médica foi notificada do ocorrido.
Ou seja: dois fatos distintos e sem qualquer ligação. A paciente não morreu por falta de médico ou medicamento. A reportagem errou.
Macau foi pioneira em várias ações de prevenção e combate ao Coronavírus e tem promovido contínuas atitudes de proteção aos profissionais da saúde e à toda a população.
Há cidades vizinhas ou distante de Macau com vários casos de óbito por Covid e nenhuma “mereceu” destaque nacional. Macau foi “escolhida” como bode expiatório de uma calamidade nacional.
Mas, tudo é política. Ou politicagem. Adversários da gestão municipal “comemoraram” o fato de Macau ter sido notícia nacional por causa de uma morte. Esquecem que o referido hospital realiza dezenas de atendimentos todos os dias, salvando vidas e curando morbidades.
É triste ver que pessoas inescrupulosas fazem uso de uma morte para tentar obter ganhos políticos, sem ao menos respeitar os profissionais da saúde ou mesmo os familiares da vítima.
O Hospital Antonio Ferraz vai continuar cumprindo sua missão de salvar vidas, apesar dos ataques permanentes de quem não respeita a vida e nem a morte.
Enquanto outras cidades relativamente próximas têm elevados índices de mortalidade, Macau, em mais 10 semanas de Covid19 teve 1 óbito. Claro que o ideal seria óbito ZERO. Mas, provavelmente este Município poderia estar numa situação muito pior se não fosse o elenco de medidas tomadas pelo prefeito local e sua equipe. Estive em Macau a algumas semanas e vi o trabalho executado pelas equipes de saúde pública, a partir de barreiras que orientam as pessoas à entrada da cidade. Não tenho procuração e nem aproximação com o Prefeito Sr. Tulio, mas achei injusta a matéria. À propósito e sem querer culpar ninguém, A cidade de Areia Branca, com as mesmas características de Macau contabiliza mais de 20 óbitos. Nessa crise todos precisam colaborar. E o grande ator desse enredo é bom povo. Se o povo não colaborar não tem Prefeito, governador, presidente e nem repórter que dê jeito.
Amigos Antonio e Jairo, se Rede Globo errou que o erro faz parte do dia a dia do ser humano ou se foi a inter tv que produziu a matéria local e repassou para a Globo para veiculação da matéria a nível nacional não tem nenhum problema é só o prefeito Tulio Lemos pedir direito de resposta, esclarece o equívoco o Jornal Nacional pede desculpas pelo erro e pronto se resolve o e fica tudo esclarecido, Um abraço.
É só boicotar e não assistir, mas quanto mais criticam mais assistem novelas, big brother e outras porcarias, enquanto a audiência da Vênus Platinada continua alta.
O ex-ministro Sergio Moro disse que ficou “perplexo” e “indignado” com decisão do procurador-geral da República, Augusto Aras, de desengavetar uma delação que atinge seu amigo, o advogado Carlos Zucolotto.
Como “O GLOBO” revelou nesta quarta-feira (3), a PGR negocia um acordo com Rodrigo Tacla Duran, que disse ter pago dinheiro a Zucolotto para obter vantagens em seu acordo de delação premiada com a Lava-Jato em 2016. O relato já foi alvo de investigação e acabou arquivados em 2018. Setores do MPF veem o ato com uma retaliação contra o ex-juiz.
“Causa-me perplexidade e indignação que tal investigação, baseada em relato inverídico de suposto lavador profissional de dinheiro, e que já havia sido arquivada em 2018, tenha sido retomada e a ela dado seguimento pela atual gestão da Procuradoria-Geral da República logo após a minha saída, em 22 de abril de 2020, do governo do presidente Jair Bolsonaro”, afirmou Moro em nota.
O ex-ministro disse ainda que “ninguém está acima da lei” e que ele se dispõe a prestar esclarecimentos sobre os fatos.
Moro também afirmou que lamenta que “mais uma vez o nome de um amigo seja utilizado indevidamente para atacar a mim e o trabalho feito na operação Lava Jato”.
O ex-ministro disse ainda que “relato não verdadeiro prestado por acusado foragido do país teve o destino apropriado: o arquivamento”.
Corruptos da direita e da esquerda unidos pra tentar derrubar Moro. E a eleição se aproximando, motivo principal de preocupação das duas facções. Se for candidato tem meu voto.
Uma nova manifestação, convocada pelo lutador Wanderlei Silva, levou centenas de pessoas ao Centro Cívico na tarde dessa terça (2). Entre os participantes, estavam lutadores e profissionais de educação física de academias. A intenção foi se opor ao protesto antirracista de segunda (1) que começou pacífico e acabou em vandalismo, provocado por manifestantes. Na ocasião, a bandeira do Brasil que fica hasteada na frente do Palácio Iguaçu foi arrancada e queimada. “Reunimos e mobilizamos integrantes de todas as academias e pessoas que, assim como eu, ficaram indignadas com a depredação”, disse o lutador. Eles ainda hastearam uma bandeira simbolicamente, rezaram o Pai Nosso e cantaram o hino nacional.
A passeata começou na Praça 19 de Dezembro e seguiu até o Palácio Iguaçu. Segundo os organizadores, o evento não tinha nenhuma bandeira política: “Nosso símbolo maior foi profanado ontem, mas hoje os brasileiros de bem estiveram juntos para reerguer esse símbolo. Temos orgulho desta bandeira e vestimos a camisa do Brasil”.
Nova Bandeira – Por determinação do governador Carlos Massa Ratinho Junior, a bandeira do Brasil, retirada e danificada em ação de vandalismo que atingiu o Centro Cívico na noite de segunda-feira (01), foi recolocada em frente ao Palácio Iguaçu por volta das 16h30 dessa terça-feira (02). O espaço do Pavilhão Nacional, como é chamado o local em ficam os mastros com as bandeiras do Brasil e do Paraná, precisou ser higienizado por conta de pichações. Além disso, o mecanismo que conduz o hasteamento teve que ser consertado, já que havia sido danificado pelos vândalos. As bandeiras foram deixadas a meio mastro em sinal de luto oficial pelo falecimento de três servidores do Estado, que atuavam na Casa Civil.
“Atos e manifestações ordeiras e pacíficas receberão suporte operacional da nossa Polícia Militar. Porém, vandalismo é crime e caso de polícia. Aqueles que porventura pensam em se aproveitar da situação para promover baderna, serão punidos pela força policial”, declarou Ratinho Junior.
Repercussão – O “quebra-quebra” ocorrido ontem, no Centro Cívico, em Curitiba, após manifestação contra o racismo monopolizou os debates da sessão de hoje da Assembleia Legislativa. A maioria dos parlamentares criticou a queima da bandeira do Brasil retirada do mastro em frente ao Palácio Iguaçu, sede do governo estadual, pelos manifestantes já depois do final do ato antirracista. Parlamentares de oposição defenderam o ato antirracista, que, segundo eles, foi legítimo e pacífico e culparam o clima de confronto, estimulado pelo comportamento do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e seus apoiadores.
Estragos – Sete pontos de ônibus da Praça Tiradentes, no Centro de Curitiba, foram vandalizados na noite desta segunda-feira,além dos vidros das estações-tubo do Palácio e Comendador Fontana, no Centro Cívico, e totens da Clear Channel. Os levantamento foi feito pela Prefeitura de Curitiba que emitiu uma nota, no começo desta manhã de terça-feira, 2, a respeito dos reflexos dos protestos da noite desta segunda-feira, 1º de junho. De acordo com a nota, equipes da Urbanização de Curitiba (Urbs) trabalharam durante à noite para consertar e higienizar os pontos que foram vandalizados.
O "protesto" de segunda-feita em Curitiba mostra claramente o perfil dos indivíduos que são contra o governo federal, são os mesmos que chamam o presidente de genocida e violento, que incoerência, um bando, ou melhor uma quadrilha de baderneiros drogados que pregam a democracia, mas queimam a bandeira de seu próprio país.
A Organização Mundial da Saúde e vários governos nacionais mudaram suas políticas e tratamentos Covid-19 com base em dados defeituosos de uma empresa de análise de saúde pouco conhecida nos Estados Unidos, também questionando a integridade dos principais estudos publicados em alguns países do mundo. revistas médicas de maior prestígio.
Uma investigação do Guardian pode revelar que a empresa norte-americana Surgisphere, cujos funcionários parecem incluir um escritor de ficção científica e um modelo de conteúdo adulto, forneceu dados para vários estudos sobre o Covid-19, em co-autoria de seu diretor executivo, mas até o momento, não conseguiu explicar adequadamente seus dados ou metodologia.
Os dados que afirma ter obtido legitimamente de mais de mil hospitais em todo o mundo formaram a base de artigos científicos que levaram a mudanças nas políticas de tratamento do Covid-19 nos países da América Latina. Também estava por trás de uma decisão da OMS e institutos de pesquisa em todo o mundo de suspender os ensaios do controverso medicamento hidroxicloroquina .
Duas das principais revistas médicas do mundo – o Lancet e o New England Journal of Medicine – publicaram estudos com base nos dados do Surgisphere. Os estudos foram co-criados pelo diretor executivo da empresa, Sapan Desai.
Na noite de terça-feira, depois de ser abordado pelo Guardian, o Lancet divulgou uma “expressão de preocupação” sobre o estudo publicado. O New England Journal of Medicine também emitiu um aviso semelhante.
Uma auditoria independente da procedência e validade dos dados foi encomendada pelos autores não afiliados ao Surgisphere devido a “preocupações levantadas sobre a confiabilidade do banco de dados”.
A investigação do Guardian descobriu:
Uma pesquisa de material disponível ao público sugere que vários funcionários do Surgisphere têm poucos ou nenhum dado ou formação científica. Um funcionário listado como editor de ciências parece ser um autor de ficção científica e um artista de fantasia. Outro funcionário listado como executivo de marketing é um modelo adulto e anfitriã de eventos.
A página do LinkedIn da empresa tem menos de 100 seguidores e na semana passada listou apenas seis funcionários. Isso foi alterado para três funcionários na quarta-feira.
Embora o Surgisphere pretenda executar um dos maiores e mais rápidos bancos de dados hospitalares do mundo, ele quase não tem presença on-line. Seu identificador no Twitter tem menos de 170 seguidores, sem postagens entre outubro de 2017 e março de 2020.
Até segunda-feira, o link ” entrar em contato” na página inicial do Surgisphere redirecionado para um modelo WordPress para um site de criptomoeda, levantando questões sobre como os hospitais poderiam facilmente entrar em contato com a empresa para ingressar em seu banco de dados.
Desai foi nomeado em três processos por negligência médica, não relacionados ao banco de dados do Surgisphere. Em entrevista ao cientista, Desai descreveu anteriormente as alegações como “infundadas “.
Em 2008, a Desai lançou uma campanha de crowdfunding no site indiegogo, promovendo um “dispositivo de aumento humano de próxima geração que pode ser usado que pode ajudá-lo a alcançar o que você nunca imaginou ser possível”. O dispositivo nunca teve sucesso.
A página da Wikipedia de Desai foi excluída após perguntas sobre o Surgisphere e sua história.
Sapan Desai, diretor executivo da Surgisphere. Fotografia: Gore Medical
Dúvidas sobre o estudo da Lancet
As questões em torno do Surgisphere vêm crescendo na comunidade médica nas últimas semanas.
Em 22 de maio, o Lancet publicou um estudo de grande sucesso, que descobriu que a droga antimalárica hidroxicloroquina, promovida por Donald Trump , estava associada a uma maior taxa de mortalidade em pacientes Covid-19 e a problemas cardíacos aumentados.
Trump, para grande consternação da comunidade científica, divulgou publicamente a hidroxicloroquina como uma “droga maravilhosa”, apesar de não haver evidências de sua eficácia no tratamento do Covid-19.
O estudo da Lancet, que listou Desai como um dos co-autores, afirmou ter analisado os dados do Surgisphere coletados de quase 15.000 pacientes com Covid-19, admitidos em 1.200 hospitais em todo o mundo, que receberam hidroxicloroquina isoladamente ou em combinação com antibióticos.
As descobertas negativas foram notícia global e levaram a OMS a interromper o braço da hidroxicloroquina em seus testes globais.
Mas apenas alguns dias depois, o Guardian Australia revelou erros flagrantes nos dados australianos incluídos no estudo. O estudo disse que os pesquisadores obtiveram acesso aos dados através do Surgisphere de cinco hospitais, registrando 600 pacientes australianos Covid-19 e 73 mortes australianas a partir de 21 de abril.
Porém, dados da Universidade Johns Hopkins mostram que apenas 67 mortes por Covid-19 foram registradas na Austrália até 21 de abril. O número não subiu para 73 até 23 de abril. Desai disse que um hospital asiático foi acidentalmente incluído nos dados australianos, levando a uma superestimação de casos no país. O Lancet publicou uma pequena retração relacionada às descobertas australianas após a história do Guardian, sua única alteração no estudo até agora.
Desde então, o Guardian entrou em contato com cinco hospitais em Melbourne e dois em Sydney, cuja cooperação seria essencial para o número de pacientes australianos no banco de dados. Todos negaram qualquer participação nesse banco de dados e disseram que nunca ouviram falar do Surgisphere. Desai não respondeu aos pedidos para comentar suas declarações.
Outro estudo usando o banco de dados Surgisphere, novamente co-escrito por Desai, descobriu que a droga ivermectina antiparasitária reduzia as taxas de mortalidade em pacientes Covid-19 gravemente doentes. Foi publicado on-line na biblioteca eletrônica da Social Science Research Network, antes da revisão por pares ou publicação em uma revista médica, e levou o governo peruano a adicionar ivermectina às diretrizes terapêuticas nacionais do Covid-19 .
Richard Horton, editor do Lancet. Foto: Richard Saker / O Observador
O New England Journal of Medicine também publicou um estudo Desai revisado por pares com base em dados do Surgisphere , que incluiu dados de pacientes Covid-19 de 169 hospitais em 11 países da Ásia, Europa e América do Norte. Ele descobriu que medicamentos cardíacos comuns, conhecidos como inibidores da enzima conversora da angiotensina e bloqueadores dos receptores da angiotensina, não estavam associados a um risco maior de dano em pacientes do Covid-19.
Na quarta-feira, o NEJM e o Lancet publicaram uma expressão de preocupação com o estudo da hidroxicloroquina, que listou o respeitado cirurgião vascular Mandeep Mehra como principal autor e Desai como co-autor.
O editor da Lancet, Richard Horton, disse ao Guardian: “Dadas as questões levantadas sobre a confiabilidade dos dados coletados pelo Surgisphere, emitimos hoje uma Expressão de Preocupação, aguardando investigação adicional.
“Uma auditoria independente de dados está em andamento e acreditamos que essa revisão, que deve ser concluída na próxima semana, nos dirá mais sobre o status das descobertas relatadas no artigo por Mandeep Mehra e colegas”.
Surgisphere “surgiu do nada”
Uma das perguntas que mais desconcertou a comunidade científica é como o Surgisphere, estabelecido pela Desai em 2008 como uma empresa de educação médica que publicou livros didáticos, se tornou o proprietário de um poderoso banco de dados internacional. Esse banco de dados, apesar de ter sido anunciado recentemente pelo Surgisphere, possui acesso a dados de 96.000 pacientes em 1.200 hospitais em todo o mundo.
Quando contactado pelo Guardian, Desai disse que sua empresa empregava apenas 11 pessoas. Os funcionários listados no LinkedIn foram registrados no site como ingressando no Surgisphere apenas dois meses atrás. Vários não pareciam ter formação científica ou estatística, mas mencionam conhecimentos em estratégia, redação, liderança e aquisição.
James Todaro, que dirige o MedicineUncensored, um site que publica os resultados dos estudos com hidroxicloroquina, disse: “A Surgisphere surgiu do nada para conduzir talvez o estudo global mais influente nessa pandemia em questão de poucas semanas.
“Não faz sentido”, disse ele. “Isso exigiria muito mais pesquisadores do que afirma ter para que esse expediente e [tamanho] de estudo multinacional sejam possíveis”.
Desai disse ao Guardian: “A Surgisphere está no mercado desde 2008. Nossos serviços de análise de dados de assistência médica começaram na mesma época e continuaram a crescer desde então. Usamos muita inteligência artificial e aprendizado de máquina para automatizar esse processo o máximo possível, que é a única maneira de uma tarefa como essa ser possível. ”
Não está claro, a partir da metodologia dos estudos que utilizaram os dados do Surgisphere, ou do próprio site do Surgisphere, como a empresa conseguiu estabelecer acordos de compartilhamento de dados de tantos hospitais em todo o mundo, incluindo aqueles com tecnologia limitada, e reconciliar idiomas e sistemas de codificação diferentes, mantendo-se dentro das regras regulatórias, de proteção de dados e de ética de cada país.
Desai disse que o Surgisphere e seu sistema de gerenciamento de conteúdo QuartzClinical faz parte de uma colaboração de pesquisa iniciada “há vários anos”, embora ele não tenha especificado quando.
“O Surgisphere serve como um agregador de dados e realiza análise de dados nesses dados”, disse ele. “Não somos responsáveis pelos dados de origem, portanto, a tarefa trabalhosa necessária para exportar os dados de um Registro Eletrônico de Saúde , convertê-lo no formato exigido pelo nosso dicionário de dados e desidentificar completamente os dados são realizados pelo parceiro de saúde”.
Isso parece contradizer a afirmação no site da QuartzClinical de que ele faz todo o trabalho e “integra com êxito seu registro eletrônico de saúde, sistema financeiro, cadeia de suprimentos e programas de qualidade em uma única plataforma”. Desai não explicou essa aparente contradição quando o Guardian colocou a questão.
Desai disse que a maneira como o Surgisphere obteve os dados “sempre foi feita em conformidade com as leis e regulamentos locais. Nós nunca recebemos nenhuma informação de saúde protegida ou informação identificável individualmente. ”
Peter Ellis, cientista chefe de dados do Nous Group, uma consultoria internacional de gestão que projetos de integração de dados para departamentos governamentais, manifestaram preocupação com o fato de o banco de dados do Surgisphere ser “quase certamente uma farsa”.
“Não é algo que qualquer hospital possa realisticamente fazer”, disse ele. “A desidentificação não é apenas uma questão de tirar o nome dos pacientes, é um processo grande e difícil. Duvido que os hospitais tenham capacidade para fazê-lo adequadamente. É o tipo de coisa em que as agências nacionais de estatística têm equipes inteiras trabalhando há anos. ”
“Não há evidências online de que o [Surgisphere] possua qualquer software analítico há mais de um ano. Leva meses para que as pessoas procurem ingressar nesses bancos de dados, envolve placas de revisão de rede, pessoal de segurança e gerenciamento. Isso simplesmente não acontece com um formulário de inscrição e uma conversa. ”
Nenhuma das informações do banco de dados de Desai foi divulgada publicamente, incluindo os nomes de qualquer hospital, apesar de o Lancet estar entre os muitos signatários de uma declaração sobre compartilhamento de dados para os estudos Covid-19 . O estudo Lancet agora é disputado por 120 médicos .
Quando o Guardian apresentou a Desai uma lista detalhada de preocupações sobre o banco de dados, os resultados do estudo e seus antecedentes, ele respondeu: “Continua a haver um mal-entendido fundamental sobre o que é nosso sistema e como ele funciona”.
“Há também uma série de imprecisões e conexões não relacionadas que você está tentando fazer com um claro viés para tentar desacreditar quem somos e o que fazemos”, disse ele. “Não concordamos com sua premissa ou com a natureza do que você montou, e lamento ver que o que deveria ter sido uma discussão científica foi denegrido para esse tipo de discussão.”
‘O pico da evolução humana’
Um exame do histórico de Desai constatou que o cirurgião vascular foi nomeado em três processos por negligência médica nos EUA, dois deles arquivados em novembro de 2019. Em um caso, uma ação movida por um paciente, Joseph Vitagliano, acusou Desai e Northwest Community Hospital em Illinois, onde trabalhou até recentemente, sendo “descuidado e negligente”, causando danos permanentes após a cirurgia.
O Northwest Community Hospital confirmou que Desai trabalhava lá desde junho de 2016, mas renunciou voluntariamente em 10 de fevereiro de 2020 “por motivos pessoais”.
“Os privilégios clínicos do Dr. Desai com o NCH não foram suspensos, revogados ou limitados pelo NCH”, disse uma porta-voz. O hospital se recusou a comentar os processos por negligência. Desai disse na entrevista ao cientista que considerou qualquer ação contra ele “infundada”.
O Brigham and Women’s Hospital, instituição afiliada ao estudo da hidroxicloroquina e seu principal autor, Mandeep Mehra, afirmou em um comunicado: “Independente do Surgisphere, os co-autores restantes dos estudos recentes publicados no The Lancet e no New England Journal of Medicine iniciaram análises independentes dos dados usados em ambos os artigos após conhecer as preocupações levantadas sobre a confiabilidade do banco de dados ”.
Mehra disse que rotineiramente destacou a importância e o valor de ensaios clínicos randomizados e que tais ensaios são necessários antes que se chegue a conclusões. “Aguardo ansiosamente notícias das auditorias independentes, cujos resultados informarão qualquer ação adicional”, disse ele.
A página agora excluída de Wikipedia de Desai disse que ele possuía doutorado em Direito e doutorado em anatomia e biologia celular, além de suas qualificações médicas. Uma biografia de Desai em um folheto para uma conferência médica internacional diz que ocupou vários cargos de liderança médica na prática clínica e que é “um faixa-preta magra certificada de seis sigma”.
Não é a primeira vez que a Desai lança projetos com reivindicações ambiciosas. Em 2008, ele lançou uma campanha de crowdfunding no site indiegogo, promovendo um “dispositivo de aumento humano de próxima geração” chamado Neurodynamics Flow, que ele disse “pode ajudá-lo a alcançar o que você nunca imaginou ser possível”.
“Com sua programação sofisticada, pontos ideais de indução neural e resultados comprovados, o Neurodynamics Flow permite que você suba ao pico da evolução humana”, diz a descrição. O dispositivo arrecadou algumas centenas de dólares e nunca se tornou realidade.
Ellis, o principal cientista de dados do Nous Group, disse que não está claro por que Desai fez afirmações tão ousadas sobre seus produtos, dada a probabilidade de que a comunidade global de pesquisa os examinasse.
“Minha primeira reação foi chamar a atenção da firma dele, disse Ellis. “Mas parece realmente óbvio que isso seria um tiro pela culatra.”
Hoje, o professor Peter Horby, professor de doenças infecciosas emergentes e saúde global do Departamento de Medicina de Nuffield, Universidade de Oxford, disse: “Congratulo-me com a declaração do Lancet, que segue uma declaração semelhante do NEJM sobre um estudo do mesmo grupo. sobre drogas cardiovasculares e COVID-19.
“As preocupações muito sérias levantadas sobre a validade dos trabalhos de Mehra et al precisam ser reconhecidas e acionadas com urgência e devem trazer sérias reflexões sobre se a qualidade da editorial e da revisão por pares durante a pandemia foi adequada. A publicação científica deve acima de tudo ser rigorosa e honesta. Em caso de emergência, esses valores são necessários mais do que nunca. ”
Uma coletânea para vocês pensarem por que não vêem isso aqui nos jornais.
1) May 20, 2020 – Times of India – Hydroxychloroquine research shows some promise in interim study conducted by Telangana Govt – An interim report prepared by the Telangana Government has yielded promising results on the efficacy of prophylactic use of Hydroxychloroquineor HCQ, as it s popularly known on preventing COVID-19…
2) Este é o melhor relatório de todos, pois estabelece protocolos caso seja ministrada, embora não recomende o uso devido aos testes não serem ainda completos.
Last Updated: May 12, 2020 – USA/NIH COVID-19 Treatment Guidelines – Potential Antiviral Drugs Under Evaluation for the Treatment of COVID-19 – Chloroquine/Hydroxychloroquine: The Panel recommends against using high-dose chloroquine (600 mg twice daily for 10 days) for the treatment of COVID-19 (AI), because the high dose carries a higher risk of toxicities than the lower dose.
3) Este foi noticiado aqui com alarde, porque não recomenda o uso, e como sempre, aceito como verdade por quem não lê ou acredita na imprensa. Mas é só um artigo do professor de Epidemiologia e Bioestatistica, Rosemberg. Na conclusão ele mesmo diz que o estudo teve inúmeras limitações, principalmente na coleta de dados. A Dra. Elizabeth, co-autora, é esposa de um cientista que trabalha numa pesquisa financiada sobre o Rendesivir. Dá o que pensar.
JAMA May 11, 2020 – Association of Treatment With Hydroxychloroquine or Azithromycin With In-Hospital Mortality in Patients With COVID-19 in New York State
4) 07ABRIL2020 PFARMA – Hidroxicloroquina apresenta bons resultados contra o coronavírus – A hidroxicloroquina (HCD), um derivado menos tóxico da cloroquina, demonstrou boa eficácia na inibição do novocoronavírus SARS-CoV-2. – Um artigo publicado na Nature revisou sete estudos de ensaios clínicos, publicados no Chinese Clinical Trial Registry, para o uso do hidroxicloroquina no tratamento do COVID-19.
5) Thursday, April 9, 2020
NIH clinical trial of hydroxychloroquine, a potential therapy for COVID-19, begins. Search identifier NCT04332991
6) 18 March 2020 – Nature – Hydroxychloroquine, a less toxic derivative of chloroquine, is effective in inhibiting SARS-CoV-2 infection in vitro
7) E olha só. O Lancet hoje faz pouco caso da hidroxicloroqiuna/cloroquina, mas recomendava a aplicação sem mencionar os efeitos colaterais.
February, 2006 – The Lancet – New insights into the antiviral effects of chloroquine. Effects of chloroquine on viral infections: an old drug against today's diseases?.
2005 – Chloroquine is a potent inhibitor of SARS coronavirus infection and spread.
2004 – In vitro inhibition of severe acute respiratory syndrome coronavirus by chloroquine.
Que é isso, ômi. Achou a matéria pequena e pouco enfadonha, foi?
Foi o fim da picada, uma verdadeira fraude, um estudo publicado numa das mais respeitadas publicações científicas do mundo feita por um co autor envolvido em muitas histórias mal contadas pra não dizer outra coisa com dados coletados na internet por um cosplayer e um ator pornô, é o fim da ciência!
O "erro" foi muito grande, pra não dizer q foi fraude, o the lancet uma revista tão prestigiada no mundo publicar um estudo com base em dados médicos coletados na internet por um autor de ficção científica e um artista de fantasia, o outro funcionário listado como executivo de marketing é um modelo adulto e anfitriã de eventos, ?♂️
Kaká vai por conta até as regiões com maior vulnerabilidade da cidade, nas comunidades, oferecendo ajuda para quem precisa | Fotos: Alina Souza
A vontade de ajudar ao próximo, que acompanha o servidor público Kaká D’Ávila há anos, foi uma das motivações para iniciar um voluntariado inédito em Porto Alegre.
Quando os primeiros casos do novo coronavírus começaram a surgir na cidade e logo iniciaram as restrições e demissões, Kaká começou a pensar como poderia auxiliar aqueles que mais precisavam, principalmente durante o período da pandemia e do isolamento social. Há anos ele realiza ações de voluntariado em comunidades da Capital, mas dessa vez ele foi além.
Reunindo a experiência por ter trabalhado por anos em agências de emprego, Kaká sempre buscou fazer ações com foco em pessoas que estão em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. Ele conta que realizava palestras nas ruas e até mesmo dentro de ônibus, dando dicas sobre entrevistas de emprego e até mesmo confecção de currículos.
“Pensei como eu poderia fazer para que as pessoas pudessem entregar os seus currículos em agências ou em locais que tenham vagas disponíveis”, comenta, lembrando que também ajuda aqueles que precisam de auxílio na elaboração do currículo.
E foi assim que surgiu o Delivery de Currículos do Kaká. Apesar de não seguir um cronograma rígido, com frequência ele vai por conta até as regiões com maior vulnerabilidade da cidade, nas comunidades, oferecendo ajuda para quem precisa.
“Muitas vezes essas pessoas não têm dinheiro nem para comida, quanto mais para uma passagem de ônibus. Eu arrecado os currículos, levo em padarias, supermercados, lojas, agências de emprego no Centro da cidade, levo a todos os lugares em busca de oportunidade para os candidatos”, reitera.
Empregos conquistados
De acordo com Kaká, a ação tem dado certo. Ele já arrecadou mais de dois mil currículos e já contabiliza o desfecho positivo de pelo menos 38 pessoas que conseguiram emprego através do Delivery de Currículos. “É muita gente desempregada, muita gente precisando, está bem complicado”, conta.
Nascido e criado na Vila Dique, comunidade localizada no entorno do Porto Alegre Airport – Aeroporto Internacional Salgado Filho, Kaká passou por diversas necessidades e viveu em ambiente de vulnerabilidade social por muitos anos.
Além da origem humilde, ele também ficou por mais de dois anos no desemprego, que é a mesma situação das pessoas que busca ajudar. “Já passei por essa necessidade, fiquei desempregado por muito tempo, sei o quanto é difícil ficar batendo de porta em porta, faço talvez aquilo que eu gostaria que alguém fizesse quando eu estava desempregado e não tinha ninguém pra fazer”, desabafa.
Como Kaká não tem um veículo próprio, faz todas as buscas e entregas de currículo a pé ou de ônibus, com a fiel companheira: uma bolsa relativamente grande, na qual armazena os documentos para que não fiquem danificados no transporte.
“Tento deixar uma semente por onde eu passo, a partir de contato da empresa, é com o candidato”, explica. Com o delivery, Kaká também acaba auxiliando no isolamento social, pois ele faz a distribuição de dezenas de currículos. “Acaba sendo melhor do que ter várias pessoas na rua, fazendo a mesma coisa. Consigo fazer o papel de muitas delas”, destaca.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite desta terça-feira (2) que pode liberar mais três parcelas do auxílio emergencial, criado em razão da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus.
Bolsonaro também disse que espera que governadores adotem medidas que permitam que a população volte a trabalhar.
“Temos mais uma parcela de R$ 600,00, depois mais duas acertadas com o Paulo Guedes. Falta definir aí o montante. E vamos esperar que até lá os outros governadores entendam o que seja melhor pro seu estado e adotem medidas pra voltar aí o povo a trabalhar”, disse Bolsonaro ao falar com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada.
Desde o início da pandemia, Bolsonaro tem dado declarações contra o isolamento horizontal. Ele defende a abertura de comércios e que apenas pessoas do grupo de risco e idosos fiquem em quarentena.
“Os problemas estão se avolumando. O pessoal informal, eu já falei pra vocês, 38 mi de pessoas, eles perderam quase tudo. Ninguém vende mais biscoito Globo na praia do Rio. Nem vende mate na arquibancada do estádio de futebol e nem no churrasquinho de gato na praça. Isso é atividade de cada um. Essas pessoas estão em casa graças ao auxílio, que é de todo mundo, é dinheiro de todo povo. R$ 600 pra eles se não o desespero teria batido neles e problemas outros poderiam ter tido”, disse Bolsonaro.
Pouco antes destas declarações, entretanto, mas na mesma conversa com apoiadores, o presidente havia dito que os valores das próximas parcelas podem ser menores. Bolsonaro não deu detalhes de como isso aconteceria.
“Você pode ver, nós gastamos… Nós não, o Brasil já gastou quase R$ 700 mi com a pandemia. Muita coisa foi feita. Esse próprio auxílio emergencial de 600 que tá quase certo a quarta e a quinta parcela, de valores menores um pouco, que tá sendo ajustado pelo ministério da Economia, ajudou a evitar problemas sociais”, afirmou Bolsonaro.
O benefício do auxílio emergencial foi sancionado pelo presidente no dia 1º de abril. Na época, Bolsonaro afirmou que o montante de R$ 600,00 seria pago por três meses em razão da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus.
O governo definiu que o benefício duraria três meses ou até o fim da emergência do coronavírus no país. A validade do auxílio pode ser prorrogada de acordo com a necessidade.
Tem direito ao benefício trabalhadores informais; desempregados; MEIs e contribuintes individuais do INSS; maiores de idade; e que cumpram requisitos de renda média. A mulher que for mãe e chefe de família pode receber R$ 1,2 mil por mês.
Com o objetivo de garantir a saúde e proteção da população natalense durante o período de festejos juninos, que compreende o mês de junho, a Câmara Municipal de Natal aprovou nesta terça-feira (02), durante sessão ordinária virtual, projetos de Lei que tratam do tema. Ainda houve apreciação de vetos do poder Executivo e aprovação de outros Projetos de Lei.
De autoria do presidente da casa, vereador Paulinho Freire (PDT), os parlamentares aprovaram o PL 168/2020, que institui no município de Natal a campanha Junho Laranja. O objetivo é estabelecer um mês de prevenção de queimaduras, que será celebrado anualmente em junho, passando a integrar o calendário oficial das datas e eventos do município de Natal. “Esse projeto foi um pedido da associação médica, que cuida dessa área dos queimados. Pediu para que a gente aprovasse esse projeto e que tivessem várias campanhas educativas sobre o tema. Porque é no mês de junho, devido às festas juninas, que aumenta o índice de pessoas que se queimam, seja por fogueiras ou por fogos”, explicou Paulinho Freire.
Já de autoria do vereador Cícero Martins (PP) foi aprovada a lei 178/2020, que trata da proibição de se fazer fogueiras durante o período junino, São João e São Pedro, apenas no ano de 2020, devido ao aumento dos problemas respiratórios, especialmente de pacientes com sintomas da Covid-19. Outra matéria aprovada e, em regime de urgência, foi a de autoria da vereadora Divaneide Basílio (PT), que suspende imediatamente todos os prazos relativos aos concursos públicos, no âmbito do município de Natal, em razão da pandemia do novo coronavírus.
Entre os vetos, foi derrubado o do Poder Executivo ao projeto de Lei N° 173/2019, de autoria do vereador Dagô de Andrade (PSDB), que inclui no calendário oficial do município a Semana de Integração Evangélica. “Foi uma sessão muito longa, mas bastante produtiva, com oito projetos, incluindo os vetos que foram hoje votados. Não sobrou nada, todos os requerimentos votados, participação maciça dos vereadores, um debate de alto nível e com isso quem ganha é a Câmara Municipal, que vem fazendo seu papel e aprovando projetos que vão beneficiar a coletividade”, finalizou Paulinho Freire.
Ao receber um pedido de ajuda de um Policial Militar do Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro atacou o governador do Estado, Wilson Witzel, e insinuou que sabe onde ele deve estar brevemente. Witzel é investigado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) por um suposto esquema de fraudes na área da saúde.
“Eu não vou conversar com o Witzel. Até porque brevemente já sabe onde ele deve estar, né?”, disse Bolsonaro, na saída do Palácio da Alvorada, pela manhã desta quarta-feira (3).
Adversário político de Bolsonaro, Witzel foi alvo da Operação Placebo da Polícia Federal no dia 26 de maio – o que acirrou os ânimos em torno das suspeitas de interferência do presidente da República na corporação. Um dia antes a deputada bolsonarista Carla Zambelli (PSL-SP) indicou ter conhecimento de que haveria ações contra governadores.
O comentário de Bolsonaro desta quarta-feira (3) foi feito após um apoiador, que se apresentou como sargento reformado da Polícia Militar, reclamar de uma taxação sobre a Previdência que estaria sendo aplicada sobre os salários de policiais reformados por incapacidade. Ele pediu que o presidente fizesse algo a respeito.
Diante de outros pleitos feitos por apoiadores, Bolsonaro disse que não tem poder de resolver tudo. “Sou um sozinho. É um grande sistema que a gente tem pela frente, mas vai chegar um tempo que vai passar o limite de muita gente”, afirmou o mandatário.
Onde seus filhos estarão né? E que teve apoio, salientando , muito importante na sua campanha. O senhor já tem essa mania. Usa os outros e depois, joga fora. Como, Bebianno, Moro, Mandetta, Witzel, Joice Hasselmann e muitos outros… mas vamos pra frente…
Um Ciclo: lua de mel, love boom, desqualifica, descarta e resgata…na literatura científica tem nome.
Esses direitões da direita nunca me enganaram. São todos farinha do mesmo saco de onde foram tirados os corruptos da esquerda. Aí é o sujo falando do mal lavado.
O GOVERNO DE bolsonaro FOI O QUE APROVOU AS MEDIDAS DANDO PODERES PARA OS ESTADOS E MUNICÍPIOS ALTERARES AS ALÍQUOTAS. PROPOSTA DO EX DEPUTADO DO RGN. rogerio marinho.
Alerta. Uma quadrilha tem utilizado o Whatsapp para se passar por representantes de estabelecimentos do segmento de restaurantes na capital potiguar, informando sobre a contemplação de um sorteio com prêmios e descontos.
Nomes de estabelecimentos como Camarões, Mangai e Tábua de Carne já foram usados pelos bandidos, que tentam enganar clientes ou interessados.
Na tentativa de golpe, normalmente informam um envio de um código para a vítima em potencial com objetivo da clonagem de seu aplicativo. As empresas alertam que os números abordados ignorem ou bloqueiem as mensagens ou chamadas.
A falta de informação e conhecimento dos usuários de smartphone é grande. Nem sempre a senha enviada por SMS vai liberar a instalação do whatsapp pra posterior clonagem. Basta ter uma senha como forma de segurança atendendo ao recurso "confirmação em 2 etapas" do próprio APP. Com esse recurso instalado não será possível efetuar a clonagem. Eu já uso desde que foi implementado pelo whatsapp
A Prefeitura do Natal disponibilizou documento com protocolo para tratamento da covid-19, desde a fase inicial da doença, em se constatada.
Seguindo recomendações do Ministério da Saúde, Secretaria de Saúde e entidades médicas, destaca ainda procedimentos para a fase inicial de tratamento, em coquetel receitado, conforme o quadro do paciente. Cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina fazem parte do protocolo.
“O tratamento a ser instituído para os pacientes com clínica compatível com a covid-19 deve ser iniciado precocemente com medicamentos de ação antiviral – preferencialmente – nas primeiras 48 horas”, diz trecho.
Prefeituras e Governo do estado deviam usar uma parte dos recursos e adquirir a IVERMECTINA e distribuir para o povo. VC não encontra em nenhuma farmácia, nas de manipulação está faltando o material para a fórmula. No Carnaval é uma preocupação para distribuir camisinha. Com o CORONA deviam ter a mesma ação. Distribuir pelo menos a IVERMECTINA.
Procurem nas farmácias pequenas, nos bairros, nas redes menores, FARMÁCIA dos TRABALHADORES, Santa Sara, Santa Fé,… tem um monte
Parabéns!! Não sou da área de saúde mas tenho visto diversos médicos angustiados querendo exercer sua profissão (salvar vidas) e não conseguem por esta ideologização homicida!! Para mim, um dos piores traços humanos tenebrosos demonstrados nesta pandemia. São inúmeros que dizem ser contra o SUS adotar o tratamento precoce da cloroquina ao tempo em que dizem que tomarão se tiverem a peste chinesa. Pandemia da hipocrisia, do egoísmo, da politização genocida. Mais uma vez, parabéns ao Município de Natal pela lúcida, humana e responsável medida.
Nunca foi proibido… Botar no protocolo significa apenas tirar a responsabilidade do médico e jogar na secretaria e no paciente. Mandetta falava isso em TODAS as entrevistas que deu. O médico sempre tem autonomia.
O problema é que não tem o remédio. Acho que Fatão mandou recolher tudo.
Procure nas pequenas farmácias…
Não tem na Globo Drogasil nem Pague Menos
Tem na Santa Fé, na Santa Sara e Farmácias DOS TRABALHADORES
E nas de bairro
Dica. Mande manipular IVERMECTINA fica muuuito mais BARATO
Farmácia ELEMENTUS
Não me duga que Bolsonaro estava correto esse tempo todo, a OMS se f… Perdeu milhões de dolares nessa irresponsável tomada de lado, a esqueda esqueça a cadeira da presidência por alguns anos. #MITO 22, 26, 30. Kkkkkk
Agora? Depois q várias mortes. Isso é a inércia mesmo. Igualmente se tivesse sido tomada essa decisão, não seria diferente de hoje, a responsabilidade está toda pro paciente. Então porque não adotaram desde o início? O negócio é morrer gente mesmo, quanto mais números melhor.
É pq esse não tem eficácia comprovada para esta moléstia específica e ainda tem estudos mostrando que pode prejudicar. A responsabilidade neste caso tem que ser dividida sim. NESTE caso, o médico não tem como garantir nada mesmo não. Tem que se respaldar.
Se já tivessem feito isso antes teria se evitado centenas de mortes, antes tarde do que nunca, mas tudo isso devido a politização de um medicamento que tem evitado que essa doença evolua pra uma internação em UTI quando já é muito difícil se reverter o quadro do paciente, mas apenas por opinião política preferiram vê a população morrendo sem tratamento, enquanto os planos de saúde já usam a mais de um mês esse tratamento.
A pergunta que fica e não pode ser esquecida é: Quantos morreram por não ter sido usado o medicamento preventivo, devido a pura hipocrisia?
Alguém será responsabilizado por esses óbitos?
No Brasil a morte em corredores de hospitais, devido ao descaso e roubalheira dos responsáveis pela saúde pública é legal! Os assassinos, na verdade, quando são levados à justiça responde, apenas, pelo desvio de recursos. Na verdade, quem morreu devido ao roubo dos recursos, será apenas mais uma vítima dentro da estatística.
Matar assim, compensa… Nunca vi ninguém responder por essas mortes!
estou vivinho.. e o texto é claro. Mas se nao quer tomar, nao diga que as pessoas vao morrer se forem medicadas. Esse tipo de comentario alem de ser desnecessario, é tipicamente negativista e malicioso ou irresponsavel. Meu caro, parece ser um desumano desejando a morte das pessoas para que se chegue ao caos. Por isso que certos partidos e ideologias politicas nao sao confiaveis. Espero que nao precise usar, pra mudar de ideia. Proporcionalmente, estamos passando por essa crise em percentual por habitantes melhor que muitos países. Va fazer calculo matematico.
Não é obrigado tomar !!!
Fique tranquilo, Nildo, como já foi avisado, você terá o direito a tomar tubaína, rsrsrs
80% das pessoas não vão complicar, sarariam de qqer forma, só com tratamento sintomático, mas aí a "culpa" da cura que já viria de qqer forma será creditada na conta do capitão. De saúde, ciência e gestão ele não entende, mas de marketing…. A nota triste fica por conta daqueles a quem comprovadamente a medicação fará mal. Podia ao menos ter escolhido um placebo verdadeiro, que fosse inerte pro bem e pro mal e vendesse seu peixe da mesma forma.
O sistema público de saúde do Rio Grande do Norte para atendimento a pacientes com covid-19 está a beira do colapso, com ocupação dos leitos gerais públicos de UTI perto de 100% nas regiões mais populosas. A Secretaria de Estado da Saúde Pública corre contra o tempo para abrir novos leitos, mas esbarra na falta de respiradores e mão de obra especializada. “Estamos em uma situação extremamente crítica”, disse o secretário de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte, Cipriano Maia.
Nessa terça-feira, a aposentada Paula Viana de Morais, de 97 anos, teve dificuldades em encontrar um leito. Ela começou a apresentar sintomas da covid-19 no início desta semana. A neta Maria Raíssa de Moraes acionou o Samu. “A ambulância chegou a minha casa por volta das 11 horas e ficou esperando mais de duas horas pela indicação de alguma vaga na rede pública.”
Ao ser internada, Paula foi colocada em uma sala com outras seis pessoas com sintomas de covid-19. “Só tem um médico e muitos pacientes por todos os lados”, lamentou Maria Raíssa.
O objetivo ANUNCIADO para esse tal isolamento era dar uma margem de tempo para adequar a rede de saúde para o combate à epidemia. Já se vão quase 80 dias e o que fez o governo estadual a esse respeito? O governo federal está mandando recursos, a sociedade civil está colaborando e o que está fazendo o governo Fátima do PT, além de mandar ficar em casa e acabar de quebrar o já falido RN?
Vai piorar a situação, o estado e prefeitura não estão nem ai quero onde vão colocar tanto dinheiro que o governo federal tem enviado, o tal do Cipriano Maia só falar dizer para não sair de casa kkkkk , dizer q vai conseguir abrir mais leitos nem abri a boca. Na hora q ele está falando desligo logo a TV.
A prefeitura abriu 100 leitos no hotel e a capacidade do mesmo é de 330 apartamentos, agora só uma pergunta. Pq o estado não abriu os 230 leitos restante e natal teria o maior hospital para o covid-19 do norte-nordeste?
Engraçado que um post desse não tem no feed, que tem mais visibilidade, posta lá também!