PF combate organização criminosa especializada em assaltar carros-fortes no RN

Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira, 14/10, em duas cidades do interior do Rio Grande do Norte, a 2ª fase da Operação Sombra, que visa desarticular organização criminosa suspeita de assaltar carros-fortes na região do Seridó.

Cerca de 30 policiais federais estão cumprindo cinco mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão nos municípios de Caicó e Ipueiras.

As investigações vem sendo desenvolvidas ao longo dos últimos doze meses e apuram um total de seis ocorrências de ataques a veículos de transporte de valores ocorridos entre junho/2018 e julho/2019.

Os suspeitos hoje presos serão indiciados pelos delitos de organização criminosa, roubo qualificado e porte ilegal de arma de uso restrito.

O nome da operação Sombra remete a uma propriedade rural encravada no município de Jardim do Seridó, em local bem próximo de onde ocorreu um dos ataques da ORCRIM.

Polícia Civil prende cinco suspeitos por posse ilegal de armas e munições, organização criminosa e tráfico de drogas na Região Metropolitana de Natal

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Policiais civis da Delegacia Especializada de Narcóticos (DENARC) de Natal deflagraram, nesta terça-feira (06), a Operação “Reincidência”, na Região Metropolitana de Natal, dando cumprimento a mandados de prisão preventiva, busca e apreensão. Ao todo, cinco pessoas foram presas, sendo quatro delas em flagrante delito. No bairro de Felipe Camarão, Zona Oeste de Natal, três pessoas foram autuadas em flagrante, pela suspeita da prática dos crimes de: tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Foram presos: Francisco de Assis da Silva Junior, mais conhecido como “Nengo”, 34 anos; Deizy Silva de Oliveira, mais conhecida como “Maga”, 29 anos; e Rubens Alves da Silva, mais conhecido como “Rubinho”, 25 anos. O trio foi flagrado pelos policiais da DENARC enquanto realizava uma entrega de drogas. Ao longo desta diligência, foi apreendido um tablete de maconha.

Ainda durante as diligências, foi cumprido mandado de prisão preventiva, em desfavor de Johnson dos Santos Varela, referente à suspeita da prática de tráfico de drogas; ele também é investigado por comandar uma organização criminosa, dedicada ao tráfico ilícito de entorpecentes.

Segundo as investigações, Johnson dos Santos é apontado como chefe do tráfico de drogas no município de São Gonçalo do Amarante, na região de Barreiros. No ano de 2016, ele havia sido preso pela prática de crime da mesma natureza durante a Operação “Barreiros”. Na época, uma tonelada de drogas foi apreendida na região e a posse da carga foi atribuída a ele. Já nesta terça-feira (07), ele foi preso novamente, também por tráfico de drogas, motivo pelo qual o nome da Operação é “Reincidência”.

Também foi autuada em flagrante delito Rodriane Pinheiro da Silva, 24 anos, residente no bairro de Jardim Petrópolis, no município de São Gonçalo do Amarante. Em sua residência, foram encontrados quatro carregadores de pistolas e diversas munições de vários calibres.

Todos os cinco presos foram conduzidos até a delegacia e encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça. A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PARABÉNS PC disse:

    A Polícia Civil do RN cada dia melhor. Mesmo com um efetivo muito pequeno, consegue resultados expressivos.

Polícia Civil desarticula organização criminosa especializada em fraudes em agências bancárias de Natal

Foto: Ilustrativa

Policiais civis da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR) prenderam em flagrante, nessa quarta-feira (23), após o recebimento de denúncias anônimas, quatro homens pela suspeita da prática dos crimes de: estelionato, associação criminosa, falsificação de documento particular e uso de documentos falsos.

Segundo as investigações, eles estavam atuando na fraude de contas em instituições bancárias, apresentando documentos falsos e provocando prejuízos superiores a um milhão de reais (R$1.000.000,00). Com eles, foram apreendidos: 26 cartões de crédito, diversas declarações de Imposto de Renda (IR) falsas, comprovantes de residência falsos, cinco maquinetas, 30 documentos de “laranjas” e anotações em caderneta, cujo montante sinalizado ultrapassa um milhão de reais.

Foram presos: Douglas Fialho Nogueira, 20 anos, Elias Augusto de Carvalho, 24 anos, José Wiliani Gonçalves da Silva, 25 anos, e Antônio Edson Leite Marques, 26 anos. As prisões aconteceram no momento em que os suspeitos saíram de uma agência bancária, no Centro de Natal. Todos os quatro suspeitos foram encaminhados até a delegacia e encaminhados ao sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça.

A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações de forma anônima através do Disque Denúncia 181 ou Disque DEICOR, no número: (84) 3232-2862 ou, por meio do aplicativo WhatsApp, no número: (84) 98135-6796.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gilvan disse:

    E celulares usados, apreenderam quantos hoje?

Polícias Civis do RN e da PB prendem suspeito de assaltar bancos e de integrar organização criminosa

Foto: Ilustrativa

Policiais civis da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR), em trabalho conjunto aos Policiais Civis do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de João Pessoa (PB), capturaram, nesta quarta-feira (22), Valmir Mendes de Farias, mais conhecido como “Borracha”, 30 anos. Ele estava foragido do Sistema Penitenciário Estadual e era investigado pela suspeita da prática do crime de tráfico drogas, tendo como seus chefes: “Nem da Abolição” e “Fernanda Belarmino”.

Valmir Mendes, “Borracha”, é suspeito de praticar roubos a banco, de integrar uma das maiores organizações criminosas no Estado do Rio Grande do Norte, atuando também no tráfico internacional de drogas. No momento da abordagem policial, “Borracha” estava em uma residência de luxo, situada no bairro Colinas do Sul, no município de João Pessoa (PB). Com ele, foram apreendidos um veículo modelo “Ônix” e a quantia de R$ 7.000,00 (sete mil reais) em dinheiro fracionado.

“Borracha” também é suspeito de integrar organização criminosa que tinha como plano a explosão de um estabelecimento prisional da Paraíba; no RN, ele também é investigado pela mesma conduta criminosa: tentar explodir um presídio. Durante as diligências, foi constatado que a proprietária da casa na qual ele estava, Ana Luíza de Araújo, é viúva de José Ivanilson Dias Gomes, que era mais conhecido por “Baixinho” e morreu em 2017, em um assalto a banco, no município de Moreno (PE). Na época, “Baixinho” estava portando vários fuzis e era foragido da DEICOR; o “Borracha” era cunhado do “Baixinho”.

Valmir Mendes, “Borracha”, já foi preso pela Policia Civil do RN pela suspeita da prática dos crimes de receptação e adulteração de veículo roubado, mas estava foragido. Na semana passada, a DEICOR tentou realizar a recaptura, mas o suspeito conseguiu fugir do cerco policial. Ainda de acordo com as investigações, ele é ligado ao mais alto nível da organização criminosa do Rio Grande do Norte, sendo considerado um homem de confiança dentro do grupo criminoso.

O suspeito é investigado ainda por comercializar fuzis, munições, coletes, pela forte atuação no tráfico de drogas interestadual, clonagem de veículos, associação para o tráfico de drogas e armas, além da lavagem de dinheiro. As equipes da DEICOR recambiaram o preso para o Estado do Rio Grande do Norte, onde ele permanecerá à disposição da Justiça.

A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181 ou Disque DEICOR, no número: (84) 3232-2862 ou, por meio do aplicativo WhatsApp, no número: (84) 98135-6796.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Deicor prende em Mossoró empresário acusado de integrar organização criminosa; aprendidas drogas, armas de fogo e R$ 43 mil

Policiais Civis da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado – DEICOR – em conjunto com a Policiais Civis da DENARC, da 2 DRPC e da PRF (RN), prenderam em flagrante, na manhã desta segunda-feira (06), JAILSON XAVIER DR MESQUITA, vulgo “Galeuguinho ou Paulista”, nascido em 21/05/1978, natural de Solonópolis/CE, proprietário da loja Laynara Veículos, localizada na rua José Damião, no Bairro de Santo Antônio, Mossoró/RN.

Após um trabalho de investigação, policiais da DEICOR empreenderam diligências nas primeiras horas de hoje até a cidade de Mossoró, pois haviam fundadas razões de que o empresário conhecido por “Paulista ou Galeguinho”, tinha chegado de São Paulo no domingo, trazendo drogas, armas e dinheiro.

No momento da abordagem ,”Paulista” disse que não tinha nada de ilícito. Foi quando após uma revista minuciosa os policiais encontraram 02kg de pasta base de cocaína.

Diante do flagrante, os policiais entraram na residência do acusado e encontraram mais 01kg de cocaína, 2 armas de fogo calibre 38, munições calibre 38 e 380, jóias, além da quantia de R$ 43.000,00 (quarenta e três mil reais).

Durante as diligências, os policiais foram até a loja de “Paulista”, tenso sido apreendidos 09 veículos.

Durante as investigações, restou apurado que “Paulista” usa sua loja de veículos para lavar o dinheiro do tráfico, tendo o investigado “Nem da Abolição” e sua esposa Fernanda Belarmino utilizado tal serviço, segundo o próprio flagranteado.

“NEM” encontra-se preso em um presídio federal e Fernanda encontra-se foragida desde que rompeu a tornozeleira no mês passado.

A Polícia Civil pede para que a população continue enviando informações de forma anônima, através do *disque denúncia 181, disque DEICOR (84) 3232-2862 ou ZAP DEICOR (84) 98135-6796*.

MPF denuncia hackers e Glenn Greenwald por organização criminosa, lavagem e interceptações de procuradores da Lava Jato e Moro

O jornalista Glenn Greenwald. FOTO: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO

O Ministério Público Federal denunciou o jornalista Gleen Greenwald e outros seis investigados no âmbito da Operação Spoofing, que apura invasão e roubo de mensagens de celulares de procuradores da força-tarefa da operação Lava-Jato e do então juiz Federal Sérgio Moro.

No que se refere à responsabilização de Glenn Greenwald, o MPF ressalta que o jornalista não era alvo das investigações. Ocorre que, durante a análise de um computador apreendido na casa de Walter Delgatti, foi encontrado um áudio de um diálogo entre Luiz Molição e Glenn.

A conversa foi realizada logo após a invasão sofrida pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. “Nesse momento, Molição deixa claro que as invasões e o monitoramento das comunicações telefônicas ainda eram realizadas e pede orientações ao jornalista sobre a possibilidade de ‘baixar’ o conteúdo de contas do Telegram de outras pessoas antes da publicação das matérias pelo site The Intercept. Greenwald, então, indica que o grupo criminoso deve apagar as mensagens que já foram repassadas para o jornalista de forma a não ligá-los ao material ilícito”, diz o MPF.

Para o MPF, ficou comprovado que Glenn auxiliou, incentivou e orientou o grupo durante o período das invasões. Ainda segundo o os procuradores, essa atitude do jornalista caracteriza ‘clara conduta de participação auxiliar no delito, buscando subverter a ideia de proteção a fonte jornalística em uma imunidade para orientação de criminosos’.

“O jornalista Gleen Greenwald, de forma livre, consciente e voluntária, auxiliou, incentivou e orientou, de maneira direta, o grupo criminoso, durante a prática delitiva, agindo como garantidor do grupo, obtendo vantagem financeira com a conduta aqui descrita”, diz trecho da denúncia.

A peça de 95 páginas da Procuradoria ressalta que o inquérito cumpriu a liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, em agosto. A medida cautelar proibiu que Glenn fosse investigado e responsabilizado pelas autoridades públicas e órgãos de apuração administrativa ou criminal (como a Polícia Federal) pela ‘recepção, obtenção ou transmissão’ de informações publicadas na imprensa.

‘Não houve investigação. Não se descumpriu a decisão’

O procurador Wellington Divino de Oliveira ressalta que a decisão (do ministro Gilmar Mendes, do Supremo) que impedia investigação sobre Glenn ‘criou uma espécie de imunidade especial e material jure et de jure, uma presunção absoluta de inocência, garantindo um salvo conduto ao réu de ser investigado’.

“O presente inquérito policial cumpriu as determinações contidas na Medida Cautelar proferida na APDF nº 601 porém, no material decorrente das medidas de busca e apreensão, autorizadas pelo Juízo da 10.ª Vara Federal do Distrito Federal foi possível identificar um áudio que ilustra a atuação do jornalista Glenn Greenwald no caso e indica a participação direta do jornalista na conduta criminosa”, afirma a denúncia.

O procurador da Spoofing é taxativo. “Não houve investigação. Não se descumpriu a decisão.”

O procurador grifou em vermelho trechos de diálogos de Glenn com hackers.

Na avaliação do Ministério Público Federal, ‘as falas identificadas em vermelho demonstram alguns elementos importantes’ – a) o grupo efetuou a invasão de dispositivos informáticos de diversas pessoas, como Danilo Gentili, Fernando Holiday e outros integrantes do MBL ainda no ano de 2018; b) Glenn Greenwald recebeu o material hackeado das contas pertencentes ao procurador da República Deltan Dallagnol, sabia que o grupo não havia encerrado a atividade criminosa e permanecia realizando condutas de invasões de dispositivos informáticos e o monitoramento ilegal de comunicações e buscou criar uma narrativa de ‘proteção à fonte’ que incentivou a continuidade delitiva.

Ao transcrever um diálogo do jornalista do Intercept, o procurador enfatiza. “Comprova que, diferentemente da tese apresentada pelo jornalista, Glenn Greenwald recebeu o material de origem ilícita enquanto a organização criminosa ainda praticava condutas semelhantes, buscando novos alvos, possuindo relação próxima e tentando subverter a noção de proteção ao ‘sigilo da fonte’ para, inclusive orientar que o grupo deveria se desfazer das mensagens que estavam armazenadas para evitar ligação dos autores com os conteúdos hackeados, demonstrando uma participação direta nas condutas criminosas.”

O procurador ressalta que, por causa da liminar de Gilmar Mendes ‘não foi possível aprofundar as investigações de forma a identificar outros elementos de prova que demonstrem outras condutas de Glenn Greenwald no caso concreto’.

Ele destaca que cópia da denúncia e dos ‘elementos de prova juntados’ será encaminhada à Procuradoria-Geral da República para subsidiar eventual pedido de revogação da liminar em vigor.

Segundo o procurador, ‘é certo que Glenn agiu como partícipe nas condutas funcionando como garantidor e orientador da associação criminosa’.

Crimes cibernéticos

As sete pessoas foram denunciadas por crimes relacionados à invasão de celulares de autoridades brasileiras. São apontadas a prática de organização criminosa, lavagem de dinheiro, bem como as interceptações telefônicas engendradas pelos investigados.

A denúncia assinada pelo procurador da República Wellington Divino de Oliveira relata que a organização criminosa executava crimes cibernéticos por meio de três frentes: fraudes bancárias, invasão de dispositivos informáticos ( como, por exemplo, celulares) e lavagem de dinheiro. A peça não explora os crimes de fraudes bancárias. Nesse sentido, a finalidade ao citá-los é apenas o de caracterizar o objetivo dos envolvidos e explicar as suas ligações. Uma ação penal apresentada posteriormente tratará tais crimes.

As apurações realizadas esclareceram os papéis dos denunciados. Walter Delgatti Netto e Thiago Eliezer Martins Santos atuavam como mentores e líderes do grupo. Danilo Cristiano Marques era “testa-de-ferro” de Walter, proporcionando meios materiais para que o líder executasse os crimes. Gustavo Henrique Elias Santos era programador, desenvolveu técnicas que permitiram a invasão do Telegram e perpetrava fraudes bancárias.

Já Suelen Oliveira, esposa de Gustavo, agia como laranja e “recrutava” nomes para participarem das falcatruas. E, por fim, Luiz Molição invadia terminais informáticos, aconselhava Walter sobre condutas que deveriam ser adotadas e foi porta-voz do grupo nas conversas com Greenwald .

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Papa Jerry Moon disse:

    Lembro que por muito menos que isso, apenas por dizer a verdade -dizer que Lula é um bêbado, um jornalista americano foi expulso do país.

  2. verdade disse:

    O que Glenn fez foi investigar e descobrir a verdade.
    A verdade tem que ser dita. Glenn descobriu que Moro é um Fora da Lei.
    Cadeia no fora da lei Moro.
    Viva Glenn!

    • Manoel disse:

      Né isso! Viva lulaladrao, o corrupto mais honesto do mundo!!!

    • verdade disse:

      A trama foi desmascarada desbaratada filhinho. E isso dói demais né filhinho. Aguenta ai que a verdade veio a tona. O golpe foi revelado em detalhes.

    • Manoel disse:

      "Painho dono da verdade", vamos lá:
      1) Glenn não fez jornalismo, o que ele fez foi apoiar, incentivar, auxiliar os CRIMINOSOS que invadiram a privacidade alheia!;
      2) Moro não cometeu crime algum em buscar a justiça condenando corruptos, muito menos os procuradores. O CRIMINOSO condenado inclusive está solto, infelizmente;
      3) Se o CRIMINOSO que comandou o maior esquema de corrupção da história está solto, realmente você acha que o Sérgio Moro deveria estar preso? Qual seria a razoabilidade e coerência em você defender isso?
      4) Você acha que os criminosos foram injustiçados e o culpado foi quem investigou? É isso?

    • BC3331986GAC disse:

      O Pior Bandido é o que defende Bandido, LuLarápio e seu Bando deverá pagar pelos danos causados a essa Nação.

    • joaozinho disse:

      Individuo.. Moro nao é o fora da lei. O fora da lei é o hacker que roubou (roubar é um crime), violou privacidade do juiz, vendeu dados pessoais, forjou os dados, com um unico fim de tirar proveito e prejudicar. E em relacao ao ex-juiz que condenou poderosos corruptos como o lula e outros, este nao tinha nada nas gravacoes adulteradas por este gringo que demonstrasse algum problema a respeito do ex-juiz. Problema tem esse gringo… que tem muita coisa a ser descoberta sobre ele. Isso nunca foi jornalismo, roubar para forjar noticias politicas nao é ato jornalístico.

    • Jacques disse:

      Glenn é um bandido que foi rapidamente acobertado por outro bandido mor do STF.
      Agora a verdade veio.
      Glenn na cadeia já.

  3. Bruno disse:

    Cadeia nele

  4. Carlos Junior disse:

    O gringo não fez nada de errado. Se ele não solicitou a invasão, não comprou as informações e não
    coagiu ninguém, logo não há crime.
    Ele apresentou um grande serviço desmascarando esse canalhas da mídia e MPF.

  5. Flavio disse:

    Pega safado. Vai levar cadeia igual ao teu chefão, luladrao.

  6. paulo disse:

    BG
    Cadeia neste meliante forasteiro.

  7. Vergonha disse:

    Esse FDP desse gringo tem que saber respeitar as leis brasileiras, os PTralhas NÃO estão mais no poder , acabou a farra do boi

PF desarticula célula de organização criminosa com atuação no RN

Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal, com apoio da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SEOPI), Polícia Militar e Polícia Civil do Rio Grande do Norte, bem como, do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), deflagrou nesta terça-feira, 19/11, a Operação Extração – Fase II, com o objetivo de desarticular célula de organização criminosa paulista com atuação no Rio Grande do Norte.

Ao todo, foram cumpridos 3 mandados de prisão preventiva e 2 mandados de busca e apreensão deferidos pela 2ª Vara Criminal de Mossoró/RN. Duas dessas prisões foram efetivadas contra integrantes de uma facção criminosa, inclusive, a de um indivíduo que ocupava a posição de geral da rua, ou seja, aquele que é o controlador da prática de crimes em determinado território dominado pela facção.

No curso das investigações, ficou demonstrada, também, a participação dos envolvidos no homicídio do motorista de aplicativo Marcos Francisco Dantas, cujo corpo foi encontrado com marcas de tiro, no interior de um automóvel, na Estrada da Raiz, em Mossoró, na data de 07/01/2019.

A Força-Tarefa coordenada pela PF é composta de policiais federais, policiais militares e policiais civis, bem como de agentes penitenciários federais e pela Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O escopo da Força-Tarefa é o monitoramento e repressão à ação de facções criminosas no Rio Grande do Norte.

Polícia Civil e PRF prendem sete integrantes de organização criminosa em Mossoró

Foto: (Richard Bouhet/AFP)

Policiais civis e agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) prenderam, na madrugada de quinta-feira (3), sete integrantes de uma organização criminosa especializada em falsificação de ingressos e pulseiras de shows artísticos. Eles foram autuados em flagrante pela prática dos crimes de organização criminosa e estelionato. As prisões aconteceram em Mossoró.

José Raimundo Bento da Cruz, 42 anos, natural do estado de São Paulo, e Edvan de Azevedo Estrela, 41 anos, natural da cidade de Serrinha (BA), foram presos durante uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal na BR 304, no viaduto de acesso ao Partage Shopping Mossoró, na rua João da Escóssia, no bairro Nova Betânia.

Os dois homens estavam saindo da festa dos cantores: Gustavo Lima e Xand Avião, conduzindo um veículo modelo “Gol”. Dentro do carro, foi encontrado um material para falsificação de ingressos e pulseiras, inclusive uma impressora.

Após serem conduzidos até a Delegacia de Plantão, a primeira equipe plantonista realizou outras diligências. Ao longo das investigações, os policiais descobriram que os outros integrantes da organização criminosa estariam em uma pousada da cidade. Ao chegar no local, os suspeitos perceberam a presença dos policiais e seguiram em direção ao terminal rodoviário da cidade, mas foram autuados.

Na ocasião, foram presos: Claudemir dos Santos, 47 anos, natural do Maranhão, Francisco de Assis Silva dos Santos, 58 anos, natural de Macau (RN), Valdinêz Antônio Vieira Santos, 44 anos, natural de Salvador (BA), Francisco Jhonata Martins Rodrigues, 33 anos, natural de Fortaleza (CE), e Elias Paulo Dantas, 41 anos, natural da cidade de Angicos (RN).

Com eles foram apreendidos cerca de R$ 10 mil reais em espécie, oriundos da venda de ingresso, pulseiras falsificadas, e uma impressoras. Ao todo, foram presas sete pessoas. Segundo as investigações, a organização criminosa e atua em vários estados.

Todos eles foram conduzidos até a delegacia e encaminhados ao sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça.

A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima através do Disque Denúncia 181.

http://www.policiacivil.rn.gov.br/Conteudo.asp?TRAN=ITEM&TARG=214388&ACT=&PAGE=&PARM=&LBL=NOT%CDCIA

PF investiga organização criminosa que movimentou mais de R$ 1 bilhão

A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal deflagraram nesta terça-feira (3) a Operação Harpia, para apurar crimes de evasão de divisas, lavagem de capitais praticados por uma organização criminosa. De acordo com a PF, as investigações tentam identificar também a origem e o volume de recursos ilícitos transacionados que chegam a mais de R$ 1 bilhão entre os anos de 2015 e 2019.

As investigações começaram em 2018, quando foi apurada a existência de uma rede de doleiros que atuavam nas cidades de Porto Alegre, Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul; Rivera, no Uruguai; e Ciudad del Este, no Paraguai.

Os investigadores identificaram que esse grupo criminoso praticava transações cambiais não autorizadas, conhecidas como dólar-cabo, facilitando a lavagem de dinheiro proveniente de atividades criminosas praticadas no Brasil e no exterior, envolvendo, inclusive, madeireiras da Região Norte.

Policiais federais e servidores da Receita cumpriram 11 mandados de prisão e 16 de busca e apreensão em endereços dos investigados nos municípios de Porto Alegre, Novo Hamburgo, Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul; e em Ariquemes, em Rondônia.

O nome da operação, Harpia, faz referência a uma das maiores aves de rapina do mundo presente em grande parte do Brasil, principalmente na Amazônia.

Agência Brasil

Juiz diz que suspeitos de hackear celulares podem integrar organização criminosa: “fortes indícios”

Juiz Vallisney de Souza Oliveira – TRF1/Direitos reservados

Ao autorizar a Polícia Federal (PF) a prender, em caráter temporário, quatro dos suspeitos de acessar, sem autorização, os telefones celulares de autoridades públicas como o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, o juiz Vallisney de Souza Oliveira, titular da 10ª Vara Federal de Brasília, afirmou enxergar “fortes indícios de que os investigados integram organização criminosa”.

Em sua decisão, o magistrado escreveu que, ao pedir a prisão temporária de Danilo Cristiano Marques, Gustavo Henrique Elias Santos, Suelen Priscila de Oliveira e Walter Delgatti Neto, a PF apresentou “um histórico de possíveis crimes” que os investigados praticaram em conjunto” para “violar o sigilo telefônico de diversas autoridades públicas brasileiras via invasão do aplicativo Telegram”.

Para o juiz, as prisões temporárias dos investigados pelo prazo de cinco dias são essenciais para a obtenção de provas. Inclusive, “sendo o caso, provas contra outros [possíveis] membros da organização”. Além das detenções temporárias, Oliveira autorizou também a realização de buscas e apreensões em sete endereços ligados aos suspeitos, nas cidades de Araraquara, Ribeirão Preto e São Paulo.

O magistrado também autorizou a quebra do sigilo das mensagens eletrônicas dos investigados, determinando às empresas Apple, Google, Uol/Bol e Microsoft que forneçam os dados cadastrais, os registros IP de acesso e todos os dados e arquivos em nuvem relativos às contas de e-mail dos suspeitos que tenham sido armazenados nos últimos seis meses.

Por fim, o juiz deferiu o pedido de quebra do sigilo bancário de Danilo, Gustavo, Suelen e de Walter, determinando ao Banco Central comunicar a decisão judicial às instituições bancárias com quem os quatro tenham se relacionado entre primeiro de janeiro deste ano e 17 de julho. Valores superiores a R$ 1 mil disponíveis nas contas dos suspeitos deverão ser bloqueados.

De acordo com a PF, Gustavo movimentou em sua conta bancária R$ 424 mil entre 18 de abril e 29 de junho deste ano. Sua companheira, Suelen, movimentou pouco mais de R$ 203 mil entre sete de março e 29 de maio últimos. Ainda segundo a PF, Gustavo, um dj de 28 anos, informou ao banco em que tem conta que seu rendimento mensal é da ordem de R$ 2.866. Suelen informou ganhar, mensalmente, cerca de R$ 2.192.

Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, ontem (23), os policiais federais apreenderam R$ 100 mil na casa de Gustavo. De acordo com o advogado Ariovaldo Moreira, defensor do casal Gustavo e Suellen, a quantia apreendida seria usada para a compra de bitcoins (criptomoeda). “Ele garante ter como comprovar a origem do dinheiro apreendido”, afirmou, hoje, Moreira.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco disse:

    Ô burro, a operação já diz tudo, os hakers invadiam os celulares das autoridades, criavam histórias, deturparam conversas e vendiam a preço de banana pra os otários, que divulgavam, e como sempre os esquerdopatas, que acreditam que luladrão e a cambada de ladrões presos pela lava-jato são inocentes, também acreditavam nessas falsas mensagens. Esses petralhas são tontos mesmo, qualquer idiota faz eles de babacas

  2. Walsul disse:

    Um celular é roubado. Nele tem imagens do estupro de uma criança, mas para as autoridades não são as imagens do estupro que importam, mas que o Celular foi roubado. Prenderam os hackers, ótimo, cometeram crimes, mas como ignorar o estupro a constituição, aos direitos individuais e ao possível enriquecimento por parte das autoridades que as mensagens mostram? O jornalista faz o seu papel que é divulgar o que é de interesse público. Lógico que a delação para prender ou expulsar o jornalista é o objetivo, os crimes cometidos precisam ser protegidos pelo Estado (fascista), mas como farão para parar a divulgação. Aqui é fácil, temos uma imprensa mercenária, mas com certeza, isso está espalhado pelo mundo e não conseguirão impedir que o povo tome conhecimento.

  3. Fernando disse:

    Apesar de não conterem nada comprometedor nelas, raquear celular é crime. Verdevaldo deve estar se borrando nas calças, já tem quatro presos, ele é o próximo.
    Acabou a impunidade, petistas!!!

  4. Ivan disse:

    Tô gostando desse Juiz…Agora é descobrir quem pagou, e, CANA!!!!!!!!!!!!!! Vai ter petista no meio…

  5. Cidadão Atento disse:

    ENTÃO AS MENSAGENS ERAM VERDADEIRAS MESMO!

    • Rômulo© disse:

      Isso é o que realmente importa. Estou pouco me lixando como elas foram obtidas. Ninguém se daria a esse trabalho todo para inventar historinhas!

    • Messias disse:

      Pense numa sociedade que está vendo tudo ao contrário.
      Se eram "verdadeiras", o que leva a pensar assim?
      O meio que foram obtidas era legal?
      A forma como foram publicadas não tinha manipulação?
      Quem roubou as mensagens tinham ficha limpa?
      Os envolvidos nas ações ilegais, eram mais de 03, então formam uma organização, entendeu? Precisa desenhar? Acho que nem desenhando vai doer menos

    • Karlos Madeiro disse:

      Que delírio…
      Se as mensagens são verdadeiras? Muda o quê?
      Se elas são verdadeiras ou não, o mais importante que não mostram qualquer conduta indevida, não trás nenhuma irregularidade, não prova nada de errado. O resto é o de sempre, choro e revolta dos amates de corruptos.

Operação Spoofing: Hackers pertencem a organização criminosa, diz PF

Na divulgação da Operação Spoofing, a Polícia Federal trata como organização criminosa o grupo de hackers que invadiu os celulares de Sergio Moro e procuradores da Lava Jato.

A legislação penal define a organização criminosa como “a associação de quatro ou mais pessoas estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, ainda que informalmente, com objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagem de qualquer natureza, mediante a prática de infrações penais cujas penas máximas sejam superiores a quatro anos, ou que sejam de caráter transnacional”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bento disse:

    Nada contra tem gente que aqui comenta que seus heróis na infância eram o coringa, charada, pinguim, capitão caveira, o bandido da luz vermelha, criminosos, assassinos, ladrões, picaretas, 171, os irmãos metralhas, o queima rosca, corruptos, mentirosos.Cada um escolhe sua turma.
    A minha começa com os heróis nacionais Messias, Moro, Rogério Marinho e etc…

  2. Carlos Bastos disse:

    Mais o que o ex juiz fez não é papel de um juiz.

    • VTNC disse:

      Você não entendeu que os áudios foram editados e a invasão é crime passível de punição. Admitir como legal estes crimes é o mesmo que permitir que sua vida privada seja invadida e manipulada por qualquer um !

    • Mar vê lo disse:

      Explica aí o que ele fez na realidade!

Temer vira réu pela sexta vez, agora por organização criminosa e obstrução de Justiça

O ex-presidente Michel Temer — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O juiz Marcus Vinícius Reis Bastos, da Justiça Federal em Brasília, decidiu transformar o ex-presidente Michel Temer em réu pela sexta vez. Ele vai responder por organização criminosa junto com os ex-ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco. O ex-presidente também virou réu por obstrução de Justiça.

A denúncia foi recebida pelo juiz na última sexta-feira (3), e a decisão foi disponibilizada nesta segunda (6).

O G1 tentava contato com a defesa dos acusados até a última atualização desta reportagem.

A denúncia foi inicialmente apresentada ao Supremo Tribunal Federal em 2017 pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Temer foi acusado de comandar uma organização criminosa e de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato.

No mês passado, depois de o caso ser enviado para a primeira instância judicial, a acusação foi ratificada pelo Ministério Público Federal em Brasília.

Na denúncia, o Ministério Público acusa Temer de, entre outros pontos, ter instigado o empresário Joesley Batista, um dos sócios do grupo J&F, a pagar “vantagens indevidas” ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ) para que o ex-deputado fluminense não fechasse acordo de delação premiada.

O episódio foi revelado depois que veio à tona o áudio de uma conversa entre Temer e Joesley no Palácio do Jaburu, residência oficial da vice-presidência da República.

Em meio à conversa gravada pelo empresário, há um trecho em que, na avaliação do Ministério Público, o emedebista sugere a manutenção do pagamento de propina a Eduardo Cunha. “Tem que manter isso, viu?”, disse Temer a Joesley em meio ao diálogo gravado pelo dono da J&F.

“A denúncia se fez acompanhar de documentos que lhe conferem verosimilhança”, destacou o juiz Marcus Vinícius Reis Bastos. Ele considerou que a denúncia preenche os requisitos para se transformar em ação penal e determinou que os três réus apresentem defesa por escrito em dez dias.

Segundo o juiz, tratam-se dos mesmos fatos investigados no inquérito sobre o chamado “quadrilhão do MDB”, que já corre na Justiça Federal em relação a pessoas sem foro. No caso, são réus, por exemplo, o coronel João Baptista Lima Filha, o coronel Lima, e o ex-ministro Geddel Vieira Lima.

Durante a fase de ação penal, serão analisadas provas e coletados depoimentos de defesa e de acusação. Ao final, ocorre o interrogatório do réu. Somente depois disso o juiz vai decidir se eles são culpados ou inocentes das acusações.

À época da denúncia, Temer tinha prerrogativa de foro privilegiado de presidente da República, mas a denúncia nem chegou a ser analisada pelo Supremo. Em outubro de 2017, a Câmara dos Deputados rejeitou o prosseguimento da denúncia por maioria e a acusação dos crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça foi suspensa até que Temer deixasse a Presidência.

Ao final do mandato de Temer em janeiro, a denúncia da PGR foi encaminhada à Procuradoria da República no Distrito Federal. Na primeira instância, a acusação contra o ex-presidente foi distribuída à força-tarefa da Operação Greenfield, que apura os crimes praticados por suspeitos de integrar uma organização criminosa investigada pelas operações Sépsis e Cui Bono.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. joao disse:

    Incrivel… esse pessoal do pmdb que se associou ao pt estao no mesmo nivel de corrupcao. sao siameses… daqui a pouco temer passa lula em numero de processos.

  2. Anti-político de estimação disse:

    Quando é que esse bandido vai ser preso mesmo, heinnn???

  3. Observadora disse:

    enquanto isso o Queiroz continua desaparecido

  4. Manoel disse:

    É gópi!? Eu achava que só o PT era "perseguido" pela Lava Jato! Assim como é que vai se sustentar o argumento de que Lula é preso político?

Operação das PFs do RN e MA, junto com Polícia Civil local, prende líder de organização criminosa e desmonta “La Casa de Papel”

Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal em Mossoró/RN, com apoio da PF no Maranhão e da Polícia Civil daquele estado, prendeu no último sábado, 13/04, em Bacabal/MA, o líder de uma organização criminosa, 33 anos, que atuava falsificando documentos de identidade com o objetivo de sacar indevidamente parcelas de seguro defeso de pescador artesanal. Segundo apurado, ele era o destinatário principal dos recursos da fraude.

As investigações tiveram seu início em janeiro com a prisão em flagrante de cinco integrantes dessa organização criminosa, os quais continuam presos e respondem ação penal perante à 10ª Vara da Justiça Federal em Mossoró.

Desde aquelas prisões, a Polícia Federal reunia provas contra o investigado, culminando com a expedição de mandados de busca a apreensão e de prisão preventiva pela Justiça Federal de Mossoró.

Durante o seu interrogatório, o investigado alegou desconhecer os fatos pelos quais é acusado, entrando em contradição diversas vezes sobre as principais evidências de sua participação nos delitos, mas para a PF não restam dúvidas sobre o envolvimento do investigado com os crimes praticados tanto em Mossoró, quanto em pelo menos mais seis cidades de quatro diferentes estados da Federação: Grajau/MA, Chapadinha/MA, Belém/PA, Paulistana/PI, Fortaleza/CE e Limoeiro do Norte/CE, onde em apenas três meses também foram identificados saques ilegais praticados pelo bando que alcançaram a cifra total de R$ 50 mil.

Ademais, a organização tinha em seu modus operandi, a produção em larga escala de documentos de identificação falsos, além de locar um imóvel que servia de base para a prática dos delitos, uma verdadeira “casa de produção” de papéis falsificados.

Caso os suspeitos venham a ser condenados, as penas somadas pelos crimes de estelionato, uso de documentos públicos falsos e integrar organização criminosa podem alcançar 19 anos de reclusão, além de multa.

O preso encontra-se recolhido na cadeia pública de Bacabal, à disposição da Justiça.

FOTO: Polícia Civil com apoio da PRF prende na Grande Natal integrantes de organização criminosa especializada em roubo a bancos

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Policiais Civis da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR), com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), prenderam, na noite dessa quinta-feira (4), após uma abordagem no posto da PRF em São José de Mipibu, Wellington Silva de Miranda Dias, conhecido como “Netinho”, 23 anos de idade, Osivaldo Costa Ambrósio, conhecido como “Galeguinho”, 32 anos, Marcos Felipe Alves Gomes, 30 anos, Emerson Silva Souza, 28 anos, e apreenderam um adolescente de 17 anos, suspeitos de integrarem uma organização criminosa especializada em roubos a bancos. Os suspeitos foram autuados em flagrante por associação criminosa armada, porte ilegal de arma de fogo, receptação e corrupção de menores.

Segundo denúncias anônimas, o grupo estava voltando do município de Carpina/PE, depois de deixar um veículo com ocorrência de furto, onde teria realizado o levantamento dos bancos existentes na região. Em interrogatório, os suspeitos confessaram que haviam levado o veículo roubado para se esconderem no município em Pernambuco e, posteriormente, praticarem um roubo a agência bancária daquela cidade, além de roubo a uma carga de frios. No veículo, foram encontradas armas de fogo.

Além disso, existiam mandados de prisão em aberto em desfavor dos suspeitos. Wellington Silva “Netinho” estava com mandado de prisão em aberto da operação “Ariús”, referente à investigação do roubo de mais de um milhão a uma agência bancária no município de Macaíba. Marcos Felipe estava com mandado de prisão em aberto oriundo da Comarca do Mato Grosso também por roubo. Osilvado Costa responde por um homicídio no município de São Paulo do Potengi contra um policial militar, além de outros processos.

A Polícia Civil solicita a ajuda da população para envio de informações que possam auxiliar nas investigações. Qualquer informação poderá ser comunicada por meio do disque denúncia anônimo, número 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Humberto disse:

    Se fosse parente meu eu gostaria que a policia o desse fim .

  2. Lucas disse:

    Era pra matar mesmo essas desgraças porque eles tem coragem de matar qualquer um que aparecer na frente deles.Leva eles pra tua casa pra eles fazerem o rapa lá

  3. judson silva disse:

    daqui a pouco estão soltos…
    a polícia deveria matar esse tipo de gente, afinal esses bandidos não economizam balas na hora de atirar na polícia.

Polícia Civil divulga condenação de integrantes de organização criminosa no RN

Uma investigação realizada pela Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR) resultou na condenação de oito pessoas integrantes de uma organização criminosa de atuação interestadual especializada em crimes contra instituições financeiras. A Operação “Marco Zero” foi deflagrada em 22 de novembro de 2017, com a prisão de 09 pessoas investigadas por ataques a agências bancárias na modalidade explosão, conduta também conhecida “novo cangaço”. O julgamento do processo pela Justiça Federal da 5ª Região, que condenou todos os envolvidos, aconteceu no início deste ano, ratificando o trabalho realizado pela Polícia Civil.

A organização criminosa, caracterizada pelo uso de extrema violência contra as forças de segurança e utilização de armas de grosso calibre, era chefiada por Roberto Menezes de Queiroz, que foi preso pela Polícia Civil logo após a deflagração da Operação. A investigação que prendeu o grupo criminoso durou 05 meses e resultou no encaminhamento do inquérito policial para a Justiça Federal do Rio Grande do Norte. Durante as investigações, quatro criminosos integrantes da organização criminosa: Eduardo Ferreira Martins, Osmarindo Saraiva do Nascimento, Cleudson Whebster da Silva, conhecido como “Choquito”, e Messias Araújo da Silva faleceram em confrontos policiais.

Os outros envolvidos foram condenados: Roberto Menezes de Queiroz, reclusão de 70 anos e 01 mês e o pagamento de 1.514 dias-multa; John Breno Rosendo da Silva, reclusão de 16 anos e o pagamento de 242 dias-multa; André Marques de Albuquerque, conhecido como “André Cabeça”, reclusão de 16 anos e o pagamento de 242 dias-multa; Arthur Kennedy Martins, reclusão de 16 anos e o pagamento de 242 dias-multa.

Paulo Alana Neves Souza dos Santos, conhecido como “Paulinho”, reclusão de 16 anos e o pagamento de 242 dias-multa; Jeydson Bezerra Pegado, conhecido como “Gordo” e/ou “Barrão”, reclusão de 59 anos e 03 meses e o pagamento de 1.302 dias-multa; Suênio Mafra Bassani Valle, conhecido como “Cocão”, reclusão de 59 anos e 03 meses e o pagamento de 1.302 dias-multa e Cleanto Franco da Silva, conhecido como “Irmão”, reclusão de 13 anos e 07 meses e pagamento de 72 dias-multa.

Caso

O grupo inicialmente estava sendo investigado por explodir as agências no município de Touros/RN, crimes ocorridos em 03 de julho de 2017. O aprofundamento das investigações indicou que a organização criminosa também praticou o mesmo tipo de crime contra agências bancárias em João Câmara, em 05 de abril de 2017; Sítio Novo, em 04 de maio de 2017; São Miguel 01 de junho 2017; Goianinha 09 de junho de 2017; Canguaretama, em 30 de junho de 2017; Novo Lino/AL, em 02 de julho de 2017 e Belém e Malta/PB, em 29 de julho de 2017.

Logo após a operação, evidenciou-se uma redução de aproximadamente 40% dos crimes desta natureza no Estado do Rio Grande do Norte.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Temer é líder da organização criminosa, diz Bretas; veja íntegra da decisão e mandado de prisão

Imagem: Agência Brasil

O juiz federal Marcelo Bretas, titular da 7ª Vara Federal Criminal, afirma, em pedido de prisão, que o ex-presidente Michel Temer (MDB-SP) é o “líder da organização criminosa”, responsável pelos atos de corrupção descritos na denúncia. Temer foi preso sob suspeita de ter recebido propina por meio de um contrato da Eletronuclear, estatal responsável pela construção de Angra 3.

“Por sua posição hierárquica como vice-presidente ou como presidente da República do Brasil, e a própria atitude de chancelar negociações do investigado Lima o qual seria, em suas próprias palavras, a pessoa ‘apta a tratar de qualquer tema’, é convincente a conclusão ministerial de que Michel Temer é o líder da organização criminosa a que me referi, e o principal responsável pelos atos de corrupção aqui descritos”, diz o juiz no texto.

Veja a integra do mandado de prisão de Temer

O documento foi assinado por Bretas há dois dias, mas a prisão preventiva só foi cumprida na manhã de hoje. Além dele, o despacho também pede a prisão de sete pessoas. Como a prisão é preventiva, não há prazo determinado para a soltura. O processo está sob em segredo de justiça.

UOL