A 6ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal negou o pedido de tutela de urgência, formulado em Ação Civil Pública, pela Associação de Juristas Potiguares pela Democracia e Cidadania, que solicitava a decretação imediata do lockdown no Estado do Rio Grande do Norte e Municípios de Natal, Mossoró, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba e Extremoz.
O ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, estreou uma coluna no jornal O Globo nesta quarta-feira (3), com o um artigo intitulado “Contra o populismo”.
“Não é o caso de falar em totalitarismo ou mesmo em ditadura, no presente momento, mas o populismo, com lampejos autoritários, está escancarado”, diz trecho do artigo de Moro no veículo carioca.
No início da semana Moro já havia sinalizado que seria colunista de um veículo de comunicação.
Ver um ainda herói nacional se aproximar de uma empresa que não respeita a família brasileira, e nem mesmo o nosso cristianismo é algo inesperado e triste.
Em 2022 MORO,MANDETTA e a GLOBO é covardia! Moro arrasta no primeiro turno. Antes das eleições de 2022 os Naros vão estar com as fichas sujas. Os casos QUEIROZ,MARIELLE e outros não morreram.
Tá na empresa certa: globo lixo! Que final triste para um herói que se tornou um traidor. Qual a credibilidade que o leitor dará aos textos do ex-juiz, ex-ministro? Decadente.
Terá o voto dos arrependidos da esquerda e da direita. Futuro presidente do Brasil. Os fanáticos de Lula e do Bozo estão preocupados. Os profissionais da justiça e da Polícia do Paraná que voltaram para Curitiba estão trabalhando, já tiraram Lula do páreo há muito tempo, e vão tirar o Mito também. A PF está trabalhando.
Ok!
Moro, sou seu fã incondicional.
Gostaria muito em votar em vc pra presidente, mas vejo claramente que, com essa atitude é impossível.
Vc não é candidato a presidente, deixou muito claro isso.
Faleceu nesta quarta-feira (3), o Padre Ailson Bezerra do Nascimento. O sacerdote, Administrador Paroquial da líder da Paróquia de São João Batista, na cidade de Montanhas, foi mais uma vítima da Covid-19.
O blog se solidariza com amigos e familiares do padre.
m estudo recente sobre o sexo durante a pandemia do coronavírus mostra que os casais devem usar máscaras para impedir a propagação do coronavírus. A Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, conduziu um estudo sobre a maneira mais segura de fazer o ato na quarentena da Covid-19, se a pessoa estiver preocupada com o fato de seu parceiro ter a doença.
Na pesquisa, a abstinência (sem sexo) foi considerada a forma mais segura, seguida pela masturbação. Mas coisas como beijar podem espalhar o vírus como um incêndio. O sexo com pessoas que vivem na mesma casa ou em separadas foi determinado como sendo atividade de “alto risco”. Por isso, os cientistas líderes mundiais recomendaram que os casais adotassem medidas de precaução, incluindo máscaras, para evitar a propagação do coronavírus.
Os cientistas também recomendaram o uso de preservativos, pois outro estudo mostrou que alguns homens têm traços do vírus em seu sêmen. Os pesquisadores realmente se empenharam orientando às pessoas para evitar “comportamentos sexuais com risco de transmissão fecal-oral ou que envolvam sêmen ou urina”. O estudo acrescenta que não é aconselhável dormir após o lockdown.
Higiene é a chave
O estudo afirmou que “alguns grupos, incluindo comunidades de minorias sexuais e de gênero (SGM), podem ser particularmente vulneráveis ao estigma sexual, devido ao trauma histórico de outras pandemias, como a Aids”. Diz ainda que “as recomendações de abstinência podem evocar memórias da estigmatização generalizada das pessoas SGM durante a crise da Aids”.
“Para a população em geral, é improvável que uma recomendação de abstinência sexual a longo prazo seja eficaz, dadas as falhas bem documentadas de intervenções em saúde pública baseadas em abstinência e sua probabilidade de promover vergonha”.
A higiene é fundamental – as medidas incluem tomar banho antes e depois do sexo e “limpar o espaço físico com toalhetes de sabão ou álcool”. O pesquisador principal do estudo, Dr. Jack Turban, disse:
“Para alguns pacientes, a abstinência total da atividade sexual em pessoa não é uma meta alcançável. Nessas situações, fazer sexo com pessoas com quem eles estão em quarentena é a abordagem mais segura”.
No entanto, os pesquisadores de Harvard não recomendam a abstinência a longo prazo e tiveram o cuidado de não estigma contra minorias sexuais e de gênero ou promover vergonha. O sexo em sua própria casa com uma pessoa de outra família foi tornado ilegal a partir de 1º de junho, devido a novas regras de coronavírus, mas a polícia não poderá intervir para detê-lo.
O governo lançou novas diretrizes de bloqueio, que incluem a cláusula que proíbe completamente duas pessoas de famílias separadas que se reúnem em um local privado.
Em entrevista concedida hoje à jornalista Georgia Nery, na TV Ponta Negra, o prefeito de Natal responsabiliza o Governo do Estado por todos os problemas da capital em relação ao COVID-19, e pergunta à jornalista, “e você quer mais do que a gente tem feito na prefeitura?”
O RIO GRANDE DO NORTE TEM A FRENTE DO GOVERNO DO ESTADO UMA “”TURMA DE INCAPACIDADE COMPROVADA PARA GERIR UMA CRISE! “” ISSO ESTÁ CARACTERIZADO PELA INAÇÃO NA CONDUÇÃO DA RESOLUÇÃO DOS PROBLEMAS! GENTE DESPREPARADA QUE O POVO DO NOSSO ESTADO COLOCOU NO EXECUTIVO E FORMOU UMA EQUIPE QUE NÃO TEM NORTE ! ESTAMOS COLHENDO O FRUTO DO DESPREPARO! MORTES E MEDIDAS ADMINISTRATIVAS PERDULÁRIAS ONDE SE GASTA DINHEIRO PÚBLICO E NÃO APARECEM RESULTADOS POSITIVOS! E O CAOS SE INSTALANDO!
E é PREFEITO??? Por que a cada dia aumenta o número ….???? Ninguém vê absolutamente nada de interessante sendo FEITO …a NÃO ser seus BABOES na rua se valorizando …campanha educativa ZERO…distribuicao de mascaras ZERO …alcool ZERO, ônibus cheios, ai sim, lotados…se toca ..o povo nao é BESTA…
O interessante é que muitos que hoje estão por aqui reclamando, criticando e cobrando, foram críticos ferozes quando a Governadora anunciou que construiria um Hospital de Campanha e anunciou as medidas sanitárias de isolamento, inclusive indo as ruas em manifestações atacando o Governo e pedindo intervenção militar.
Agora vem com essa cantilena e choradeira imbecil e hipócrita de quem tem maldade no coração e fanatismo na alma para parar de fazer campanha com coisas sérias e começar a ajudar ao invés só de apontar os erros e fazer politicagem barata e rasteira.
Vamos deixar as besteiras de esquerda e direita para a hora da campanha gente. Agora, quem se elegeu, é Prefeito, Governador e Presidente de todos e não apenas de quem votou neles.
Vamos aprender que passada as eleições é hora de descer dos palanques e trabalhar cada um fazendo a sua parte e os órgão s de fiscalização e controle atuando, todos pelo bem comum e pela vida humana e preservação do Meio Ambiente no Planeta.
Acordem!!!
Essa governado deve ter enterrado esse $ p as próximas p campanhas.
Até hoje nunca se pronunciou. Onde foi que danado enfiou? Enquanto isso o povo morrendo.
Falou o que muitos prefeitos e sec municipais de saúde estão sentindo nesse momento, um verdadeiro desastre a condução pela equipe da SESAP que não sai dos projetos, dos planos e ação NADA.
Só vídeos reuniões sem fim e colocando p os municípios ajudarem financeiramente.
Como se estão sem recursos??
Fala q estão aguardando ajuda do gov federal que já veio e continua vindo e nada de concreto é apresentado por esses gestores Spinele e Cipriano q só amedrontam a população c termos técnicos q a mesma não compreende.
O governo Fátima não mostrou a que veio ainda.
Só conversa.
Decepção geral, ela qdo aparece só fala em transparência de seu governo, é tanta a transparência que ela se tornou invisível.
Falta tudo, inclusive atitude pra colocar o povo pra casa, pois é uma verdadeira festa na periferia da região metropolitana. Se não temos leitos disponíveis, o sistema já colapsou e o povo nas ruas, muitos sem máscara. Ninguém comenta nada… Bota a polícia com sistema de som pra mandar essa cambada que não está trabalhando pra casa. Não é hora de sair pra comprar bebida, roupas. Quer comprar coisas que não são urgentes, compra pela internet. Deixa pra sair pra comprar comida e remédios ou buscar serviços essenciais e urgentes.
O prefeito Álvaro Dias, tem razão, teve coragem de falar o que muitos prefeitos do RN, não tem coragem de falar, ficam de pires na mão e balançando a cabeça, igual a uma lagartixa.
BG, o governo do RN no tocante ajuda aos municípios do interior, é zero, nada.
Hora, se o prefeito da capital está dizendo isso, o que dirá os do interior do RN.
Agora, tá faltando a governadora tomar posse, tá na hora de apresentar um projeto, pro Estado e municípios, esse negócio de tar só reunindo e conversando lorota, soltando boletinho, não está certo e nem vai dá certo o povo vai morrer, além do que deve.
Tem que ter uma ação, um planejamento de como atacar o problema de frente, 80 dias já se passaram e nada, agora começaram a bater cabeça, jogar de um pro outro, não querem terceirizar a bronca e o povo pagador de impostos, mais uma vez, pagando o pato.
Falta transparência e atitude no governo do RN, cadê o dinheiro do governo federal??
Ninguém no governo do RN fala?
Ninguém presta contas??
Tá errado, cadê as autoridades desse Estado que não ver isso??
Imoral!!!
Olha!!
Ache ruim quem quiser, mas se não é as ações do governo federal, Bolsonaro, penso que a marca dos 11.300 defuntos, já teria sido alcançado, fácil, fácil.
Acorda mulher, sai da toca.
Vai governar!!
Seja atuante e pujante, faça que nem o véi Bolsonaro.
O véi é duro!
O véi é duro!
Essa é a verdade, cheio de defeitos, como qualquer mortal, mas é duro.
Voto de novo.
Na Fátima do PT, me arrependi, não voto mais, é fraca.
Outra verdade.
É a mais pura verdade, muitos prefeitos estão se mobilizando, sem recursos e equipe técnica preparada para enfrentar esse momento, enquanto a SESAP, só conversa, faz reuniões em video conferencias, não resolve nada, sinaliza com promessas não cumpridas, não se articula, as coisas esbarram em picuinhas, falta de bom censo, politicagem, e o povo vai morrendo por falta de pulso, medidas saneadoras construtivas e articulação, um desastre. Quando o secretário adjunto, mais sensato e menos teórico aparece, mucuim fica com ciúmes e vem atrapalhar….horrivel.
A governadora Fátima Bezerra enviou na terça-feira (02), ao presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira, o Projeto de Lei que autoriza o Poder Executivo a antecipar, anualmente, por decreto, os feriados estaduais instituídos por lei. O Projeto de Lei, quando aprovado, será válido enquanto perdurar o estado de calamidade pública em razão da grave crise de saúde pública decorrente da pandemia de Covid-19. A Lei permitirá a antecipação de feriados estaduais, como por exemplo o dos Mártires de Uruaçu e Cunhaú, comemorado dia 03 de outubro.
O projeto foi enviado com a mensagem da Governadora que solicitou urgência na tramitação e aprovação da Lei que será uma ferramenta importante no cumprimento do isolamento social, visto que o Estado ainda está com um índice de isolamento abaixo do ideal. A medida visa contribuir para que as medidas executadas pelo Estado tenham ainda mais eficiência no combate ao coronavírus.
A Lei será um complemento para contenção da propagação da Covid-19 e segundo a governadora contribuirá com o aumento do isolamento social no Estado. “A antecipação de feriados poderá incentivar a adesão da população ao cumprimento das regras de isolamento social. Ademais, após o fim do estado de calamidade, cada dia útil fará diferença para a recuperação econômica e social do Estado, em busca da retomada da produtividade econômica”, ressalta.
MA, PÉ, PB e CE decretaram lockdown após os leitos de UTI atingirem 100% de ocupação. O RN acaba atingir 100% de ocupação em seus leitos hospitalares e de UTI. Por que o RN não faz o mesmo?!
É brincadeira desse desgorveno do RN, puchar todos os feriados para junho: natal, ano novo, carnacal2021, são João, são pedro2021 tudo pra junho 2020, é brincadeira!! Haja incompetência!!
Pense numa coisa importante, a história nos conta que essa prática de antecipar feriado, só serve para aumentar os dias sem trabalhar, parados no feriado e no dia da antecipação. Coisa de governo preguiçoso.
A Comissão Temporária de Acompanhamento às ações realizadas pela prefeitura de prevenção e combate ao coronavírus da Câmara Municipal de Parnamirim realizou mais uma reunião na tarde dessa terça-feira(2). De forma remota e virtual, as vereadoras Ana Michele (presidente), professora Nilda e Rhalessa Freire deliberaram demandas acerca da pandemia no município.
Na ocasião, a comissão avaliou como positiva a reunião com as secretárias da Saúde e Educação que ocorreu na semana passada, assim como com a representante do Ministério Público. A comissão também definiu por solicitar mais informações dos recursos federais que serão aplicados no enfrentamento à Covid-19 no município.
A vereadora Ana Michele acrescentou que também foi discutido sobre as compras, licitações e contratos emergenciais. “Diante da flexibilidade que a lei permite com calamidade pública e pandemia precisamos acompanhar melhor essas questões na Secretaria de Saúde”.
Outras questões também foram debatidas como a distribuição de cestas básicas pela Secretaria de Assistência Social e a disponibilidade e uso de EPIs pelos profissionais da saúde.
Uma abordagem cautelosa para aliviar as restrições de quarentena pode ser melhor para a economia global a longo prazo, pois evita a reimplementação do distanciamento social por novos surtos de Covid-19. Esta foi a conclusão de um novo estudo de modelagem liderado pela University College London, na Inglaterra, e pela Universidade de Tsinghua, na China.
O artigo publicado nesta quarta-feira (03), no Nature Human Behaviour, é o primeiro a avaliar de maneira abrangente os efeitos da quarentena na cadeia de suprimento global. Para isso os especialistas consideraram o impacto dos bloqueios em 140 países, incluindo alguns não diretamente afetados pela Covid-19.
O estudo constatou que bloqueios mais rigorosos impostos anteriormente (como o de dois meses imposto na China) são economicamente preferíveis a medidas mais moderadas impostas por quatro ou seis meses, já que a duração é mais importante para as economias do que sua gravidade. Isso ocorre porque as empresas podem absorver melhor o choque de um breve período, confiando em suas reservas, e porque bloqueios mais curtos causam menos interrupções nas cadeias de suprimentos regionais e globais.
Os pesquisadores também descobriram que países não diretamente afetados pela Covid-19 podem, no entanto, sofrer perdas de mais de 20% do seu PIB devido a quedas na demanda do consumidor e gargalos nas cadeias de suprimentos. Segundo os especialistas, as economias abertas ou altamente especializadas, como os países do Caribe que dependem do turismo e os países da Ásia Central, como o Cazaquistão, que dependem das exportações de energia, estão especialmente em risco.
“Nosso estudo mostra os efeitos de ondulação causados por bloqueios ao longo da cadeia de suprimentos global, com os países não diretamente afetados pela Covid-19 ainda sofrendo grandes perdas econômicas”, disse Dabo Guan, líder da pesquisa, em comunicado.
A equipe acredita que uma redução gradual das medidas de quarentena ao longo de 12 meses minimizaria os impactos na economia em comparação com o término mais rápido das restrições. “Nossa análise quantifica os benefícios econômicos globais de respostas robustas de saúde pública e sugere que justificativas econômicas para reabrir negócios [precipitadamente] podem sair pela culatra se resultarem em outra rodada de bloqueios”, explicou o coautor Steven Davis.
Tendo em vista o cenário atual, os cientistas preveem uma segunda onda de contaminados pela Covid-19 — e acreditam que implementar um lockdown de dois meses simultaneamente em diversos países seria mais efetivo nesse cenário. De acordo com eles, o custo econômico de um bloqueio vai além das fronteiras nacionais e um choque mais curto e único é mais fácil de ser absorvido pela economia.
“Todas as principais economias viram suas cadeias de suprimentos sofrerem substancialmente com a Covid-19. Nossa análise oferece mais exemplos de que a mitigação do impacto econômico da pandemia do novo coronavírus exige um esforço global”, afirmou Xi Liang, pesquisador da Universidade de Edimburgo que também participou da pesquisa. “Caso isso ocorra em resposta à pandemia, será um excelente exemplo para gerenciar o impacto econômico de uma potencial crise no futuro.”
O Governo do Rio Grande do Norte edita ainda nesta quarta-feira, 03, um novo decreto com as normas para o enfrentamento à pandemia do coronavírus. O decreto deve reeditar as regras em vigor e acrescentar medidas de fiscalização para o cumprimento efetivo das normas protetivas exigidas para empresas e pessoas.
A fiscalização é resultado do acordo firmado entre a gestão estadual e as prefeituras para ampliar o isolamento social, reduzindo assim o contágio e as mortes. O secretário de Estado de Gestão de Projetos, Fernando Mineiro, disse, nesta quarta-feira, 03, em entrevista coletiva, que a governadora Fátima Bezerra e as autoridades do Governo trataram diretamente com os prefeitos sobre a adoção das medidas. “Vamos adotar ações fundamentais para que seja respeitado o isolamento e cumpridas as regras dos decretos, que são recomendações da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde. Quem tem a decisão nos territórios municipais são os prefeitos, por isso estamos unindo esforços”, informou Mineiro.
Ele ressaltou que o enfrentamento à Covid-19 não deve ser transformado em uma disputa menor. “O momento é de construir um pacto pela vida em todo o RN. O sistema de saúde está muito próximo do colapso e para evitar que isso ocorra é fundamental que tomemos essas medidas, só assim vamos mudar o cenário da pandemia no RN”.
O secretário adjunto de saúde, Petrônio Spinelli, registrou a gravidade do momento e a necessidade de uma grande união com todos assumindo sua parcela de responsabilidade. “A pandemia cresce de forma grave no RN e no Brasil e não adianta só abrir leitos. É preciso reduzir o contágio e as internações”.
A operação de fiscalização começa nesta quinta-feira, dia 04, em Parnamirim, Macaíba e São Gonçalo, e na sexta-feira, 05, em Extremoz. O secretário de segurança pública e defesa social, Francisco Araújo, explicou que a Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros Militar vão atuar em conjunto com órgãos municipais como a vigilância sanitária e Guarda Municipal. “A operação visa preservar a vida, de quem está na rua sem necessidade e de quem está em casa. Vamos orientar e em caso de desobediência os infratores serão detidos e conduzidos à delegacia de polícia.
Na orla marítima a fiscalização vai verificar ocorrência de aglomerações, permanência em barracas e práticas esportivas coletivas.
Nesta quarta-feira, 03, 594 pessoas estão internadas, 293 em leitos críticos, ou seja, ocupando leitos de UTI e semi-UTI. A taxa de isolamento é de apenas 41%.
Na região Oeste, 100% dos 53 leitos críticos disponíveis para Covid estão ocupados. Em Natal e municípios da Grande Natal, dos 143 leitos, 97,5% estão ocupados. Em Pau dos Ferros a ocupação é de 100% dos cinco leitos disponíveis. No Seridó, dos 22 leitos, 45,5% estão ocupados.
Os casos suspeitos são 19.659, confirmados 9.148, descartados 16.013. Os óbitos confirmados são 367 (sete ocorridos nas últimas 24 horas), os óbitos em investigação são 69.
A fila de regulação para internação em leitos covid há um paciente com prioridade 1, 27 com prioridade 2 (UTIs e semi-utis), e 86 com prioridade 3 (enfermarias).
DOAÇÕES
Criada para ajudar a combater a pandemia, a Central de Doações do Governo do RN, coordenada pela Controladoria Geral do Estado, recebeu R$ 2 milhões em doações somente na semana de 27/05 a 02/06. Desde 26 de março em operação, a Central contabiliza R$ 4,5 milhões em doações.
Após se cadastrar no programa Todos pela Saúde, do Banco Itaú, o Governo recebeu da instituição bancária R$ 1,3 milhão em material hospitalar. O material foi destinado a cinco hospitais da rede estadual e para o Hospital Municipal de Natal – 3.600 máscaras N95, 109 mil máscaras cirúrgicas, 17 mil pares de luvas, 1.960 óculos de proteção, 81.800 aventais.
O Ministério da Saúde encaminhou material hospitalar no valor de R$ 784 mil – 15.600 protetores faciais, 1.295 aventais, 464 mil máscaras e 23 mil toucas.
O Controlador Geral do Estado, Pedro Lopes, informou ainda que o Programa RN Mais Protegido entregou, nos últimos sete dias, mais 700 mil máscaras em todo o estado, totalizando 2,9 milhões de máscaras beneficiando 1,4 milhão de pessoas.
Através do Programa RN Mais Unido, o Governo recebeu 1,5 toneladas de alimentos coletados junto aos supermercados, e hoje uma doação de 100 cestas básicas dos servidores da Agência de Fomento do RN (AGN).
Também foi feita a entrega de 2 mil litros de álcool, 700 luvas e 300 protetores faciais a hospitais, entidades e barreiras sanitárias realizadas em parceria com os municípios.
Parece que os leitores do blog estão bem desinformados, o que é lamentável…
Por que cobram o hospital de campanha pelo Governo Estadual quando já foi amplamente noticiado que não mais será feito e o Governo, acertadamente, subsidiará os hospitais de campanha nos Municípios e estruturará os já existentes? Parece que é muito fácil ficar dentro da bolha cobrando, cobrando sem, contudo, sequer tomar conhecimento reais dos acontecimentos.
O sistema de saúde em colapso? E desde quando fui eficiente? Fala em focalizar a praia, e o comércio do Alecrim que todos os dias esta com quase todas as lojas abertas e o camelodromo é uma aglomeração só, outro dia quase não consegui transitar com o carro para ir a uma loja de produtos para agro-pecuária que é um serviço essencial. Cadê a fiscalização?
Parabéns, já era para ter acontecido essa reunião. Porém a desculpa de ter mais leitos era a demora dos respiradores, estão aí, espero menos conversa e mais atitude.
O TRF-4 decidiu que a Petrobras terá que rebatizar o campo de Lula, uma das maiores reservas petrolífera do pré-sal, com o seu nome original — campo de Tupi.
Em 30 de dezembro de 2010, a dois dias de o mandato de Lula terminar, a Petrobras oficializou a comercialização do campo e alterou o nome.
A decisão é resultado de uma ação popular impetrada em 2015 pela advogada Karina Palma.
Nela, fica patente que a Petrobras e o então José Sérgio Gabrielli violaram o princípio da impessoalidade, usando de forma indevida o campo de exploração para homenagear o presidente da República.
Um dos desembargadores que julgou a ação foi Rogerio Favreto, que em 2018 chegou a mandar soltar Lula, decisão que acabou revertida no mesmo dia, depois de enorme imbroglio judicial.
Acho correto também que à justiça mandasse tirar também o nome do aeroporto daqui. Tem tantos nomes de norte-rio-grandenses que fizeram muitas coisas pelo nosso estado. Seria a hora de homenagea-los.
SERIA ÓTIMO , MAIS NÃO PRECISAMOS DISSO, SOMOS MILHÕES DE APOIADORES QUE ESTAMOS LUTANDO POR UM BRASIL SEM CORRUPÇÃO!! PARABÉNS JUSTIÇA QUE O CACHAÇA VOLTE PARA A GAIOLA !
Coloca o nome do ladrao Lula…na POLÍCIA FEDERAL DE CURITIBA, ( Aqui já morou o primeiro presidente ladrao condenado LULA) pronto …RESOLVIDO
Parlamentares que acompanham o duelo entre Jair Bolsonaro e Sergio Moro avaliaram nesta quarta-feira (3) ao blog que o projeto do governo é inviabilizar a carreira política do ex-ministro da Justiça, com foco na eleição presidencial de 2022.
Moro, diferentemente de um adversário de esquerda, racha a base de Bolsonaro — por isso, o presidente prefere antagonizar com Lula, por exemplo.
Porém, desde que saiu do governo e passou para o lado de inimigos de Bolsonaro, Moro virou pré-candidato à Presidência em 2022. O Planalto tem certeza de que o ex-ministro quer suceder Bolsonaro no Planalto e, por isso, quer desidratar o adversário.
O próprio entorno de Moro acredita que há uma “vingança” de Bolsonaro.
Chamou atenção de aliados de Moro a retomada de negociação pela procuradoria-geral da República (PGR) de delação premiada de Tecla Duran, como publicou o jornal “O Globo” nesta quarta. A PGR é órgão autônomo, mas a coincidência, para os aliados de Moro, não é gratuita. A delação havia sido arquivada em 2018. Segundo o jornal, no início de maio, após a saída de Moro do governo, foi assinado um termo de confidencialidade para formalizar a fase preliminar das tratativas de acordo.
Em nota divulgada nesta quarta, após a reportagem de “O Globo”, Moro disse que os relatos de Duran sobre a “suposta extorsão que teria sofrido” na Lava Jato, com envolvimento de um amigo pessoal seu, Carlos Zucolotto Jr., já foram investigados na PGR e arquivados. Moro afirma que o relato “não verdadeiro” prestado por acusado foragido teve destino “apropriado”: o arquivamento.
O ex-ministro da Justiça diz na nota que lhe causou “perplexidade e indignação” que a investigação arquivada tenha sido retomada pela gestão atual da PGR, que é comandada por Augusto Aras.
Segundo o blog apurou junto a fontes da PGR, há 90 dias as conversas entre a PGR e Duran foram retomadas. Nos bastidores, Aras rechaça insinuações de que o Ministério Público estaria à disposição de Bolsonaro para se vingar de Moro — e que jamais permitiria o uso político da instituição.
Já interlocutores de Moro não descartam, inclusive, que ele vire alvo de buscas, o que classificam como uma operação para desconstruir a sua imagem de símbolo de combate à corrupção.
Por isso, senadores que acompanham os lances e avanços da guerra entre Bolsonaro e Moro avaliam que o projeto Bolsonaro é tornar Moro inelegível em 2022.
Para isso, por exemplo, Moro precisaria ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa. Ou seja, condenado por órgão colegiado.
Duelo ? Kkkkkkkk, que ironia. Hoje no país não tem político para enfrentar Jair Bolsonaro para Presidente em 2022. A ficha limpa do nosso Presidente está garantida até 2026, no mínimo , se Deus quiser será renovada para 2030
Pelo que o presidente está provocando durante a pandemia qdo reiteradamente icentiva as pessoas a descumprirem as medidas de distanciamento social, quem está correndo o risco de ficar inelegível é ele.
Moro tem meu voto e tenho visto muitas pessoas defendendo o nome dele para presidente em 2022. É notório que a direita e a esquerda estão trabalhando para fragilizar o nome de Moro.
Através das redes sociais nessa terça-feira(02), o médico oftalmologista e deputado estadual Albert Dickson (Pros-RN) recomendou aos seus seguidores nas redes sociais que aumentem o consumo de alimentos ricos em zinco. O parlamentar destaca a medida para fortalecer o sistema imunológico contra o novo coronavírus. Ainda diz que a deficiência de zinco tem levado os homens a contraírem mais a Covid-19 do que as mulheres. O médico e deputado diz que os pacientes do sexo masculino têm tido mais Covid-19 porque perdem zinco durante a ejaculação.
“O zinco está presente no espermatozoide. Toda vez que perde espermatozoide (a pessoa que está com a vida sexual normal), o homem perde 1 grama de zinco. Então, o que vai acontecer? Ele vai ter uma deficiência de zinco”, explica.
Albert Dickson disse ainda que o zinco está presente em poucos alimentos, como a castanha-de-caju e a ostra, e sugeriu aos seus seguidores que consumam os produtos como prevenção à Covid-19. “Tem que se abastecer com zinco. O vírus odeia zinco”, afirmou.
Na transmissão disponível AQUI, Albert Dickson defendeu o uso da ivermectina para tratar o novo coronavírus, e disse que tem prescrito o remédio para os seus pacientes que contraíram a Covid-19, destacando que os sintomas têm desaparecido. O médico e deputado também sugeriu que o medicamento seja usado mesmo entre os que não têm sintomas, como prevenção.
Meu Bom dia dr.Albert díkson,é um jesto muito aproveitouso de sua parte em podef ajudar a quem nesse momento de pandemia, so deues e quem vai lhe dar tudo de bom em sua vida de melhor nsese jesto de humildade e franquias da sua parte so deus vai te abençoar hoje e sempre vio dr muito lindo o que o senhor como médico está fazendo o bém sem olhar a quem quero deixar registrado em meus comentários essa sua grande preocupação com as pessoas que tanto precisar de uma cura.gostei de ouvir seu depoimento coisa que nenhum político fez ate aqui em nenhuma emissora de rádio um forte abraço e que deus ambundante mente lhe a bençoar
Caramba, como tem mentiroso comentando rsssssssssssssss
Excelente ideia. Em 2020 e 2022 vamos renovar os legislativos e executivos. O presidente por exemplo já vai estar com mais de 30 anos de vida política. RENOVAÇÃO JÁ!
Fez uma autocrítica e está naturalizando um golpe. Presidente, já deu…. o senhor tem que renunciar o quanto antes e entregar o cargo a o General Mourão. Será menos traumático do que um impeachmant.
Então, quando falou que ia lutar conta Corrupção, e praticamente extinguiu o coaf, não lutou pelo projeto anti crime, sansionou o juiz de garantia, abandonou a bandeira da prisão em 2a instância, alem de esquecer a promessa de diminuir o número de deputados, senadores, vereadores, cargos comissionados e ministérios. Se isso não foi uma mentira deslavada pra ser eleito, foi o quê? Cara de pau
Mais de 100 médicos e estatísticos de vários países lançaram um alerta sobre graves irregularidades no maior estudo sobre a eficácia da cloroquina e da hidroxicloroquina contra a covid-19. Os responsáveis pela iniciativa exigiram que os dados do trabalho sejam revistos para que ele seja corrigido ou retirado.
O estudo em questão provocou uma tempestade mundial em torno de dois possíveis tratamentos que há poucos meses eram considerados os mais promissores contra a doença, mas que agora parecem ter caído em desgraça. O trabalho foi uma análise de dados anônimos de mais de 96.000 pacientes em 600 hospitais do mundo todo. Concluiu que a cloroquina e a hidroxicloroquina não só não oferecem nenhum benefício para os pacientes, como também podem aumentar o risco de morte em 30%. O trabalho foi publicado na The Lancet, uma das revistas científicas de maior prestígio do mundo.
Como resultado desses dados, a Organização Mundial da Saúde (OMS) suspendeu o uso destes medicamentos no estudo clínico Solidarity, que tenta provar a eficácia de diversos tratamentos contra a Covid em hospitais do mundo inteiro. Foi uma suspensão temporária, até que um grupo independente analise os dados e responda se é seguro continuar. Mas depois do anúncio da OMS, a França proibiu o uso desses medicamentos como tratamento e parou os ensaios clínicos em andamento. A Itália também suspendeu seu uso como tratamento e a Bélgica alertou sobre sua utilização fora dos estudos clínicos, de acordo com a Reuters.
Na Espanha, a agência de medicamentos concluiu que o estudo não fornecia provas suficientemente sólidas sobre o risco associado aos dois medicamentos e recomendou que continuem em andamento os ensaios clínicos com esses fármacos no país. Um porta-voz da agência explicou ao EL PAÍS que até agora o órgão não havia recebido nenhum alerta de segurança por parte dos responsáveis por esses ensaios.
A origem inicial do boom que promoveu os dois medicamentos foi um estudo comandado pelo médico francês Didier Raoult, que encontrou benefícios no uso contra a covid-19. A pesquisa, no entanto, foi considerada posteriormente como irregular, mal projetada e muito pouco confiável. Isso não evitou que esses tratamentos fossem apontados como “revolucionários”, nas palavras do presidente dos EUA, Donald Trump, que anunciou que toma hidroxicloroquina para se proteger do coronavírus, sendo seguido, posteriormente, pelo presidente brasileiro, Jair Bolsonaro. No momento, não existe nenhuma prova sólida de que esses medicamentos funcionem contra a doença. Existem apenas dados parciais apontando que eles podem aumentar o risco de arritmias em pacientes graves.
O último estudo, que condenou o uso da cloroquina e hidroxicloroquina, “tem um nível de inconsistências alarmante”, alerta Pedro Alonso, diretor do programa de malária da OMS, ao EL PAÍS. “Há enormes dúvidas sobre a qualidade desse trabalho e tanto seus autores como a revista que o publicou vão ter de prestar contas”, ressalta.
A cloroquina e sua derivada são usadas para combater a malária há décadas e têm um perfil de segurança muito alto, lembra Alonso. Além disso, esses medicamentos são utilizados para combater doenças autoimunes como o lúpus. “Até agora não sabemos se funcionam ou não contra a covid-19, mas a solução não é interromper os ensaios com esses medicamentos e, sim, seguir adiante com eles, pois precisamos de bons ensaios clínicos controlados e randomizados para saber se oferecem algum benefício, principalmente para a segunda onda da doença”, considera Alonso.
O estudo em questão é assinado por Mandeep Mehra, do Hospital Brigham de Mulheres de Boston; Frank Ruschitzka, do Hospital Universitário de Zurique; Amit Patel, do departamento de bioengenharia da Universidade de Utah, e Sapan Desai, da empresa Surgisphere, que forneceu os dados anônimos dos 96.000 pacientes incluídos no estudo.
Mas o trabalho tem inconsistências, como o tratamento dos dados, que não foram publicados para que possam ser analisados pelo restante da comunidade científica, e a ausência de um comitê de ética para verificar se o tratamento dos dados dos pacientes está de acordo com a lei, segundo a carta aberta publicada quinta-feira, assinada por mais de 120 médicos, bioestatísticos e pesquisadores biomédicos e enviada à direção da revista The Lancet.
O estudo não dá informações detalhadas sobre os hospitais de cada país de onde vêm os dados, afirmam os signatários. Além disso, utiliza doses de cloroquina e hidroxicloroquina que são em média 100 miligramas mais altas do que as recomendadas pela agência de medicamentos dos EUA, acrescentam.
Na Austrália, o estudo considera um número de pacientes mortos (73 até 23 de abril) que é superior ao registrado em todo o país até essa data pela Universidade Johns Hopkins, segundo o jornal The Guardian. Na África, inclui 25% de todos os infectados que havia no continente e 40% de todos os falecidos, o que significaria, pela expressividade da amostra, que eles teriam acordos para poder acessar os dados computadorizados detalhados dos pacientes, algo que os signatários da carta consideram “pouco provável” —e Alonso considera “impossível”— dado o baixo grau de digitalização de muitos hospitais no continente. O estudo reúne informações de pacientes de seis continentes e, apesar das diferenças entre eles, a incidência de doenças prévias, como diabetes e os problemas cardiovasculares, é “extraordinariamente pequena”, assinala a carta.
Os signatários exigem que a empresa Surgisphere forneça todos os dados e que uma comissão independente da OMS ou outro organismo independente os analise. Também pedem à revista que cumpra os compromissos que assinou sobre dados públicos e publique também os detalhes da revisão desse estudo por especialistas independentes.
Na tarde de sexta-feira, a The Lancet publicou uma correção, alterando o número de pacientes analisados na Ásia (8.101 em vez de 4.402) e na Austrália (63), mas sem mudar os resultados principais do estudo.
Mandeep Mehra, cardiologista do Brigham e primeiro autor do estudo, disse ao EL PAÍS que, além das correções, foi iniciada uma “revisão independente dos dados”, acrescentando: “Os resultados e conclusões do trabalho continuam sendo os mesmos”. A Surgisphere, empresa responsável pelo banco de dados, defendeu em um comunicado enviado ao EL PAÍS a validade de seu sistema, baseado no estabelecimento de acordos de colaboração com 1.200 hospitais de 45 países para que lhe deem acesso a dados anônimos de pacientes, e garantiu que cumpre as principais normas internacionais de proteção de dados.
Bloqueio de ensaios clínicos
O trabalho deu um golpe fatal em muitos dos ensaios clínicos que estavam em andamento. Isto, por sua vez, pode fazer com que nunca se saiba se, de fato, esses medicamentos podem ajudar contra a covid-19, possivelmente em doses que não sejam altas e com pacientes que não apresentam anomalias no batimento cardíaco. Para isso, são necessários ensaios controlados —nos quais um grupo não toma o medicamento ou toma um placebo— e randomizados, ou seja, cada paciente é colocado aleatoriamente em um dos grupos.
“Uma questão muito importante agora é que as pessoas com poder científico na organização de saúde apostaram em diferentes medicamentos que estão sendo testados em estudos randomizados”, afirma Julián Pérez Villacastín, presidente eleito da Sociedade Espanhola de Cardiologia. “[Os estudiosos da cloroquina e hidroxicloroquina] fizeram um investimento enorme e estão no meio do caminho, e em alguns casos, estão sendo forçados a parar. Além disso, têm o problema de que no início havia muitos pacientes e, com isso, poderiam ser obtidos resultados confiáveis em um prazo relativamente curto. Mas o que aconteceu é que o recrutamento ficou muito mais lento porque o número de pacientes diminuiu. Está sendo muito difícil concluir os estudos e muitos poderão não ser concluídos nunca”, assinala. Alonso ressalta também que, devido aos dados do estudo publicado na The Lancet, os pacientes não queiram participar de ensaios por “medo”.
Para vocês pensarem por que não vêem isso aqui nos jornais. Apreciem o Lancet la no final.
1) May 20, 2020 – Times of India – Hydroxychloroquine research shows some promise in interim study conducted by Telangana Govt – An interim report prepared by the Telangana Government has yielded promising results on the efficacy of prophylactic use of Hydroxychloroquineor HCQ, as it s popularly known on preventing COVID-19…
2) Este é o melhor relatório de todos, pois estabelece protocolos caso seja ministrada, embora não recomende o uso devido aos testes não serem ainda completos.
Last Updated: May 12, 2020 – USA/NIH COVID-19 Treatment Guidelines – Potential Antiviral Drugs Under Evaluation for the Treatment of COVID-19 – Chloroquine/Hydroxychloroquine: The Panel recommends against using high-dose chloroquine (600 mg twice daily for 10 days) for the treatment of COVID-19 (AI), because the high dose carries a higher risk of toxicities than the lower dose.
3) Este foi noticiado aqui com alarde, porque não recomenda o uso, e como sempre, aceito como verdade por quem não lê ou acredita na imprensa. Mas é só um artigo do professor de Epidemiologia e Bioestatistica, Rosemberg. Na conclusão ele mesmo diz que o estudo teve inúmeras limitações, principalmente na coleta de dados. A Dra. Elizabeth, co-autora, é esposa de um cientista que trabalha numa pesquisa financiada sobre o Rendesivir. Dá o que pensar.
JAMA May 11, 2020 – Association of Treatment With Hydroxychloroquine or Azithromycin With In-Hospital Mortality in Patients With COVID-19 in New York State
4) 07ABRIL2020 PFARMA – Hidroxicloroquina apresenta bons resultados contra o coronavírus – A hidroxicloroquina (HCD), um derivado menos tóxico da cloroquina, demonstrou boa eficácia na inibição do novocoronavírus SARS-CoV-2. – Um artigo publicado na Nature revisou sete estudos de ensaios clínicos, publicados no Chinese Clinical Trial Registry, para o uso do hidroxicloroquina no tratamento do COVID-19.
5) Thursday, April 9, 2020
NIH clinical trial of hydroxychloroquine, a potential therapy for COVID-19, begins. Search identifier NCT04332991
6) 18 March 2020 – Nature – Hydroxychloroquine, a less toxic derivative of chloroquine, is effective in inhibiting SARS-CoV-2 infection in vitro
7) E olha só. O Lancet hoje faz pouco caso da hidroxicloroqiuna/cloroquina, mas recomendava a aplicação sem mencionar os efeitos colaterais.
February, 2006 – The Lancet – New insights into the antiviral effects of chloroquine. Effects of chloroquine on viral infections: an old drug against today's diseases?.
2005 – Chloroquine is a potent inhibitor of SARS coronavirus infection and spread.
2004 – In vitro inhibition of severe acute respiratory syndrome coronavirus by chloroquine.
Quantas vidas poderiam ser poupadas se não fossem essa resistência idiota de pseudo cientistas e imprensa tendenciosa, com viés ideológicos e extremista reverberando lorota contra as evidencias clinicas favoráveis ao protocolo na fase precoce !!!
O Presidente esteve certo desde o início da Pandemia, ainda no mês de março. Mas aí veio à esquerda, politizou a Pandemia, inventou que a Cloroquina era da direita ……. Agora estamos vendo que a Cloroquina é o "cara"!
Em Natal, até o dia 02 de junho de 2020, foram notificados 15.044 casos ao total, sendo destes, 6.635 prováveis, 3.431 confirmados e 4.978 descartados, com uma incidência de 388,06 por 100 mil habitantes. Vale ressaltar também que 39,29% dos casos registrados no município foram recuperados, e que a letalidade da doença está em torno de 3,35%, inferior à taxa nacional que é de 6,8%.
O mapa de calor com os casos confirmados da Covid-19 em Natal, no ano de 2020, revela áreas com concentração de casos em todas as regiões do município. Os distritos sanitários Norte e Leste registraram áreas com maior intensidade de casos confirmados. No distrito Leste os bairros com o maior número de casos próximos foram Rocas e Ribeira. Já na região Norte, Potengi foi o bairro que apresentou a maior intensidade de casos.
Em relação ao número de casos confirmados, constatou-se 3.431 casos em Natal, sendo o distrito sanitário Sul com o maior percentual de registros (31,50%), seguido do distrito Leste (26,06%) e do distrito sanitário Oeste (15,54%). Quando analisada a proporção dos óbitos por distrito sanitário, a região Oeste se destaca com 26,96% dos casos.
Sobre a faixa etária dos contaminados, é predominante o grupo de 20 a 39 anos (39,03%) e entre 40 a 59 anos (37,65%). Também é notório que não há grandes disparidades quanto ao número de registros por sexo, sendo 53,36% eram do sexo feminino e 46,64% do sexo masculino. Já sobre os óbitos, percebe-se que o maior número pela Covid-19 está presente na faixa etária de pessoas com mais de 80 anos.
A partir da 18º semana epidemiológica, período que compreende as datas de 26 de abril a 2 de maio, houve grande expansão dos casos da Covid-19, especialmente nas regiões Norte e Oeste, que são áreas historicamente mais vulneráveis e a alta taxa de transmissão nesses bairros reflete diretamente no uso do serviço público de saúde.
LEITOS
Em relação aos leitos destinados À Covid-19 na capital, o novo boletim aponta que a maioria deles estão ocupados. Ressaltando que a UPA Esperança, UPA Cidade Satélite, UPA Pajuçara, UPA Potengi estão atendendo acima de sua capacidade. Outro fato importante é que do Hospital Municipal, que está funcionando com dois ambientes estruturados e com a capacidade de Unidade de Terapia Intensiva, têm um desses ambientes totalmente ocupado e o outro com 20% dos leitos disponíveis. Dos 5,02% dos registros que estão internados, 63,84% estão em unidades de tratamento intensivo e 36,16% estão leitos de enfermaria.
Após a análise de um estudo publicado pela revista médico-científica The Lancet, Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), anunciou nesta quarta-feira (3) durante coletiva de imprensa que o grupo responsável pelos testes clínicos com substâncias que podem combater o novo coronavírus retomará os protocolos com a cloroquina e sua variante mais recente, a hidroxicloroquina.
“Como vocês sabem, na última semana o Grupo Executivo dos Testes de Solidariedade [nome dado ao grupo de pesquisa que busca medicamentos eficazes contra o SARS-CoV-2] decidiu suspender o ramo de testes com hidroxicloroquina por preocupação no uso da droga. Essa foi uma decisão de precaução. Com base nos dados disponíveis, os membros recomendaram que não há razões para suspender o protocolo de testes”, afirmou Tedros.
Após uma suspensão de 10 dias (o anúncio foi feito em 25 de maio), os testes com a hidroxicloroquina serão retomados com 3.500 pacientes em 35 países, informou o diretor-geral. Vários especialistas do mundo inteiro já haviam se manifestado contra a metodologia de mineração de dados usada pela Surgisphere – empresa responsável por coletar números para o estudo. “A OMS está comprometida em acelerar o desenvolvimento de terapias eficazes, vacinas e diagnósticos [contra a covid-19] como parte do nosso compromisso em servir o mundo com ciência, resolução de problemas e solidariedade”, complementou.
Remessa
A decisão vem logo em seguida ao anúncio da doação de comprimidos de hidroxicloroquina ao Brasil feita pelos Estados Unidos. O presidente americano, Donald Trump, também enviou respiradores mecânicos.
Essa OMS é um lixo.eles querem matar a população, Bolsonaro sempre teve razão os bestas que não acreditavam .até o BG tomou ivermectina,olha aí é tem que tomar mesmo,mais se algum esquerdista doente não quiser tomar não tome fiquem doente.
O arrependimento do Juiz vai ser grande, quando ele tiver que mandar que o Governo arranje local para enterrar o povo.