Política

PESQUISA SETA/BG/MOSSORÓ/AVALIAÇÃO/PRESIDENTE: 59% desaprovam governo Bolsonaro; 25,5% aprovam

Na parte da pesquisa administrativa da pesquisa do instituto Seta, em parceria com o Blog do BG, 59,8% dos mossoroenses disseram que desaprovam o governo Jair Bolsonaro e 25,5% disseram que aprovam a forma como o presidente vem conduzindo o o país. Outros 14,7% não responderam ou não souberam responder.

Para a pesquisa do instituto Seta, em parceria com o Blog do BG, foram entervistadas 350 pessoas entre os dias 17 e 18 de agosto. O intervalo de confiança é de 95% com e a margem de erro de 3,5% para mais ou para menos.

Opinião dos leitores

  1. Mesmo sabendo que tudo que Fátima começou a fazer, foi o governo bolsonaro que liberou a verba? Será?

    1. Normal está desaprovação do Governo Bolsonaro!Mossoró é Nordeste!Infelizmente a maioria dos nordestinos sofreram a lavagem cerebral da ideologia paternalista do PT! A maioria dos nordestinos são desinformados e não conhece a própria história e ainda são alimentados pelas fakes News que só faz aumentar o desconhecimento da verdade!Estes são os que defendem o Lula Livre por que roubou mais fez! Infelizmente é o que boa parte dos nordestinos pensam!

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Política

PESQUISA SETA/BG/MOSSORÓ/AVALIAÇÃO/GOVERNADORA: 48,7% desaprovam gestão de Fátima Bezerra; 32,3% aprovam

Na parte da pesquisa administrativa da pesquisa do instituto Seta, em parceria com o Blog do BG, 48,7% dos mossoroenses disseram que desaprovam a gestão da governadora Fátima Bezerra e 32,3% disseram que aprovam a forma como ela vem conduzindo o Governo do Estado. Outros 18,9% não responderam ou não souberam responder.

Para a pesquisa do instituto Seta, em parceria com o Blog do BG, foram entervistadas 350 pessoas entre os dias 17 e 18 de agosto. O intervalo de confiança é de 95% com e a margem de erro de 3,5% para mais ou para menos.

Opinião dos leitores

  1. MAS, EU NÃO ENTENDO, SE ROSALBA É A MAIS REJEITADA, COMO É QUE ELA LIDERA A CORRIDA PRO PRÓXIMO ANO?

    1. Via de regra os menos rejeitados quase sempre são os mais esquecidos.

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Política

PESQUISA SETA/BG/MOSSORÓ/AVALIAÇÃO/PREFEITA: 43,8% desaprovam gestão Rosalba; 31,5% aprovam

Na parte da pesquisa administrativa da pesquisa do instituto Seta, em parceria com o Blog do BG, 43,8% dos mossoroenses disseram que desaprovam a gestão da prefeita Rosalba Ciarlini e 31,5% disseram que aprovam a forma como ela vem conduzindo os trabalhos da Prefeitura de Mossoró. Outros 24,7% não responderam ou não souberam responder.

Para a pesquisa do instituto Seta, em parceria com o Blog do BG, foram entervistadas 350 pessoas entre os dias 17 e 18 de agosto. O intervalo de confiança é de 95% com e a margem de erro de 3,5% para mais ou para menos.

Opinião dos leitores

  1. Com o número de reprovação da administração Rosalba aos que aprovaram, existe ou não condições passível a oposição em Mossoró/RN.

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Política

PESQUISA SETA/BG/MOSSORÓ/PREFEITO/ESTIMULADA: Rosalba tem 27,9%; Alysson, 8,7%; e Isolda e Larissa têm 5,1%

A pesquisa do instituto Seta, em parceria com o Blog do BG, também quis saber dos mossoroenses a intenção de voto deles para prefeito de forma estimulada, ou seja, apresentando os nomes dos pré-candidatos, e, nesse cenário, a prefeita Rosalba Ciarlini é a primeira com 27,9%.

Em segundo aparece o deputado estadual Allyson Bezerra com 8,7%; em terceiro aparecem empatadas a deputada estadual Isolda Dantas e a ex-deputada Larissa Rosado, ambas com 5,1%; e o empresário Jorge do Rosário vem depois com 3,8% das intenções de voto. Os demais nomes não ficaram acima da margem de erro. O total de indecisos foi de 12,8% e o de brancos, nulos e abstenções ficou em 33,2%.

Para a pesquisa do instituto Seta, em parceria com o Blog do BG, foram entervistadas 350 pessoas entre os dias 17 e 18 de agosto. O intervalo de confiança é de 95% com e a margem de erro de 3,5% para mais ou para menos.

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Política

PESQUISA SETA/BG/MOSSORÓ/PREFEITO/ESPONTÂNEA: Rosalba tem 16,4%; Larissa, 2,3%

O Blog do BG, em parceria com o instituto Seta, divulga hoje mais uma rodada de pesquisas eleitorais e administrativas. Dessa vez, no município de Mossoró, um dos principais colégios eleitorais do Estado. E na disputa pela Prefeitura, de forma espontânea, ou seja, com os entrevistados falando o primeiro nome que lhes vêm à cabeça, sem acesso a nomes, a prefeita Rosalba Ciarlini lidera a corrida com 16,4% das intenções de voto.

A ex-deputada estadual Larissa Rosado aparece em segundo com 2,3% da preferência dos eleitores. Ela é seguida pela deputada estadual Isolda Dantas com 1,9% das intenções de voto. Os demais nomes citados não somaram 1%, cada. O total de brancos, nulos e abstenções foi de 34,5%.

Para a pesquisa do instituto Seta, em parceria com o Blog do BG, foram entervistadas 350 pessoas entre os dias 17 e 18 de agosto. O intervalo de confiança é de 95% com e a margem de erro de 3,5% para mais ou para menos.

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Política

PESQUISA SETA/BG/NATAL: Fátima Bezerra é considerada a maior liderança política de Natal

A pesquisa do instituto Seta em parceria com o Blog do BG também quis saber do eleitorado natalense quem eles acreditam ser a maior liberança política da cidade e para 5,2% a governadora Fátima Bezerra é considerada a maior liderança política.

A segunda maior liderança apontada pelo eleitorado foi o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves com 2,4% das citações, seguido pelo ex-senador e ex-ministro Garibaldi Alves Filho com 2,2%. Em quarto aparece o prefeito Álvaro Dias com 1,4% das citações. Os demais nomes não somaram 1%, cada.

A coleta dos dados da pesquisa do instituto Seta, realizada em parceria com o Blog do BG, aconteceu nos dias 17 e 18 de agosto com 800 entrevistados de todas as regiões administrativas de Natal. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 3% para mais ou para menos.

Opinião dos leitores

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Política

PESQUISA SETA/BG/NATAL: Segurança pública é o maior problema para os natalenses

A pesquisa do instituto Seta em parceria com o Blog do BG também quis saber dos natalenses qual o maior problema enfrentado pela população e a segurança pública foi apontado como o principal aspecto negativo para 37,4% da população.

A saúde aparece em segundo com 25,6%, seguido da educação com 10,2%, trânsito e transporte com 5,2% e geração de emprego e renda com 3,3%. Os demais pontos ficaram abaixo da margem de erro.

A coleta dos dados da pesquisa do instituto Seta, realizada em parceria com o Blog do BG, aconteceu nos dias 17 e 18 de agosto com 800 entrevistados de todas as regiões administrativas de Natal. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 3% para mais ou para menos.

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Política

PESQUISA SETA/BG/NATAL/AVALIAÇÃO/PRESIDENTE: 58,8% desaprovam governo Bolsonaro; 33,6% aprovam

Na parte da pesquisa administrativa da pesquisa do instituto Seta, em parceria com o Blog do BG, 58,8% dos entrevistados disseram desaprovar a forma como o presidente vem administrando o país e 33,6% disseram que aprovam o governo Bolsonaro. Outros 7,6% não responderam ou não souberam responder.

A coleta dos dados da pesquisa do instituto Seta, realizada em parceria com o Blog do BG, aconteceu nos dias 17 e 18 de agosto com 800 entrevistados de todas as regiões administrativas de Natal. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 3% para mais ou para menos.

Opinião dos leitores

  1. Sendo no nordeste, isso já era de se esperar. Isso porque, elegeram uma PTista para o Governo do Estado, que criticava as anteriores gestões de Governo, e que tinha a solução para os problemas do RN. Vejamos então o que ELA anda a fazer, NADA.

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Política

PESQUISA SETA/BG/NATAL/AVALIAÇÃO/GOVERNADORA: 49,3% aprovam gestão Fátima Bezerra; 36,5% desaprovam

Na parte da pesquisa administrativa da pesquisa do instituto Seta, em parceria com o Blog do BG, 49% dos entrevistados disseram que aprovam a gestão da governadora Fátima Bezerra e 36,5% disseram desaprovar a forma como a ela vem administrando o Governo do Estado. Outros 14,2% não responderam ou não souberam responder.

A coleta dos dados da pesquisa do instituto Seta, realizada em parceria com o Blog do BG, aconteceu nos dias 17 e 18 de agosto com 800 entrevistados de todas as regiões administrativas de Natal. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 3% para mais ou para menos.

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Política

PESQUISA SETA/BG/NATAL/AVALIAÇÃO/PREFEITO: 42,6% aprovam gestão de Álvaro Dias; 41% desaprovam

Na parte da pesquisa administrativa, 42,6% dos natalenses disseram que aprovam a gestão do prefeito Álvaro Dias e 41% disseram que desaprovam a forma como o gestor vem conduzindo os trabalhos da Prefeitura do Natal. Outros 16,4% não responderam ou não souberam responder.

A coleta dos dados da pesquisa do instituto Seta, realizada em parceria com o Blog do BG, aconteceu nos dias 17 e 18 de agosto com 800 entrevistados de todas as regiões administrativas de Natal. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 3% para mais ou para menos.

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Política

PESQUISA SETA/BG/NATAL/PREFEITO/ESTIMULADA: Álvaro tem 13,8%; Natália, 7,1%; Kelps, 5,2%; e Sandro, 4,2%

A pesquisa do Instituto Seta, em parceria com o Blog do BG, também fez o levantamento da corrida eleitoral pela Prefeitura do Natal de forma estimulada, ou seja, apresentando os nomes dos atuais pré-candidatos postos para os entrevistados e, nesse cenário, o prefeito Álvaro Dias lidera com 13,8% das intenções de voto.

Em segundo aparece a deputada federal Natália Bonavides com 7,%. Em seguida aparecem: o deputado estadual Kelps Lima (5,2%) e o deputado estadual Sandro Pimentel (4,2%). Os demais nomes não passaram da margem de erro. O total de incisos foi de apenas 17,3% e o total de brancos, nules e abstenções foi de 43,4%.

A coleta dos dados da pesquisa do instituto Seta, realizada em parceria com o Blog do BG, aconteceu nos dias 17 e 18 de agosto com 800 entrevistados de todas as regiões administrativas de Natal. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 3% para mais ou para menos.

Opinião dos leitores

  1. Gostaria de esperar 2022 e ter Coronel Azevedo SENADOR, Já VITZEL, o quer prefeito em NATAL e JÁ (haja palanque)

  2. Será que os natalenses não estão percebendo a desgraça em que o rn foi parar com um governo do pt e estão entregar Natal nas mãos de outro membro do mesmo partido?

    1. Fátima em 7 meses fez muito mais do que Rosalba e Robinson Faria em 4 anos cada. Pegou um RN falido e está tentando consertar. Havia 4 folhas pendentes, do mandato anterior, 1 foi paga e tenho certeza que logo zera esta conta. Inúmeras ações foram tomadas para tirar o RN do caos.

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Política

PESQUISA SETA/BG/NATAL/PREFEITO/ESPONTÂNEA: Carlos Eduardo lidera com 4,5%; Álvaro tem 3,8%; e Natália 2,4%

O BG divulga hoje mais uma rodada de pesquisas eleitorais e administrativas. E no levantamento eleitoral espontâneio para prefeito de Natal, ou seja, com os entrevistados falando o primeiro nome que lhes vêm à cabeça, o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves, que não pode ser candidato, lidera com 4,5% das intenções de voto.

Em segundo aparece o prefeito Álvaro Dias com 3,8%. Ele é seguido pela deputada federal Natália Bonavides com 2,4%. Os demais candidatos não somaram 1%, cada. O total de indecisos foi de 41,7% e brancos, nulos e abstenções somou 44,6%.

A coleta dos dados da pesquisa do instituto Seta, realizada em parceria com o Blog do BG, aconteceu nos dias 17 e 18 de agosto com 800 entrevistados de todas as regiões administrativas de Natal. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 3% para mais ou para menos.

Opinião dos leitores

  1. Espero que esse povo de Natal saiba escolher uma pessoa que saiba Administrar uma cidade como Natal pelo Amor porq até agora eles não sabe faser nada de melhor e organizar os pontos Negativos que essa cidade precisa ser Arumado e urbanizada

  2. ? CORONEL AZEVEDO opta por um partido ainda em ascensão, mas com solidez e aliados capazes de desmontar ultrapassadas estruturas, não só no Rio e no Amazonas, como em todo o Brasil_✍? 20 é PSC ? ?? Avança meu PREFEITO!!

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Judiciário

Lava Jato investiga crimes que causaram prejuízos de R$ 6 bilhões

FOTO: RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

A 64ª fase da Operação Lava Jato, denominada Pentiti, foi deflagrada nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (23) pela Polícia Federal (PF) para investigar crimes relacionados a recursos contabilizados em planilha denominada Programa Especial Italiano, gerida por uma grande empreiteira nacional.

Os crimes investigados são de lavagem de capitais, organização criminosa e corrupção ativa e passiva. As ações criminosas podem ter lesado os cofres públicos em pelo menos US$ 1,5 bilhão, equivalente, hoje, a aproximadamente R$ 6 bilhões.

Segundo a PF, também é objeto das investigações esclarecer a existência de corrupção envolvendo instituição financeira nacional e estatal petrolífera na exploração do pré-sal e em projeto de desinvestimento de ativos no Continente Africano.

Cerca de 80 policiais federais cumprem 12 mandados de busca e apreensão em endereços nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro. As medidas cautelares foram autorizadas pela 13ª Vara Federal de Curitiba

“A investigação é complexa e trata de fatos abordados em diferentes inquéritos policiais, tendo sido impulsionada por acordo de colaboração premiada celebrado entre a PF e um ex-ministro de Estado investigado. Além da identificação de beneficiários da planilha Programa Especial Italiano e do modus operandi de entregas de valores ilícitos a autoridades”, diz PF.

Segundo a instituição, o nome Pentiti significa “arrependidos”. Ele faz referência a termo empregado na Itália para designar pessoas que fizeram parte de organizações criminosas e, após suas prisões, passaram a colaborar com as autoridades para o avanço das investigações.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Soltem lula, cunha, vacari e dirceu, assim eles tem condições de trabalhar e ressarcir esse dinheiro que foi roubado

  2. Meu DEUS! Essa conta não está errada não? Estou desempregado, e pelo jeito não vou conseguir emprego tão cedo, assim não conseguirei botar comida na mesa de minha família. Com certeza, isso tem interferência direta nesse meu dilema. Triste isso

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Diversos

Morre David Koch, um dos homens mais ricos do mundo, bilionário que impulsionou movimento conservador nos EUA

Foto: Brendan McDermid / REUTERS / 23-08-2012

O bilionário americano David Koch , que, junto com seu irmão Charles, ajudou a financiar o movimento conservador americano que fortaleceu a ala de ultradireita do Partido Republicano , morreu nesta sexta-feira, aos 79 anos.

“É com tristeza que eu anunciou o falecimento de meu irmão David”, Charles Koch escreveu em um comunicado. “Há 27 anos, David foi diagnosticado com câncer avançado na próstata e recebeu um prognóstico ruim. Ele gostava de dizer que um combinado de excelentes médicos, medicações de primeira linha e sua próprio insistência preveniram o avanço do câncer.”

O empresário era uma das pessoas mais ricas do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 42,2 bilhões de dólares, além de ser dono de 42% das Indústrias Koch. Em uma disputa familiar, David e Charles compraram a participação de seus outros dois irmãos na empresa fundada por seu pai, transformando a companhia de refino e exploração de petróleo e de atividade pecuária em uma das maiores empresas do mundo.

Charles ainda comanda a empresa, mas David dedicava boa parte do tempo à agenda política, chegando a concorrer como vice-presidente dos EUA pelo Partido Libertário, em 1980, com uma plataforma fortemente oposta à intervenção do Estado na economia.

Seu dinheiro foi um grande fomentador do movimento libertário que ajudou na ascensão do Tea Party — algo que os irmãos rejeitam —, no fortalecimento da ala de extrema direita no Partido Republicano e na eleição de Donald Trump em 2016. Os grupos financiados pelo bilionário americano influenciaram até mesmo o pensamento de organizações conservadoras brasileiras, como o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Instituto Mises. Membros do MBL chegaram a participar de seminários e atividades realizadas pelo Students For Liberty, instituição que recebe doações da família Koch.

Há anos, os irmãos enfrentam acusações de terem utilizado a causa conservadora para promoção de seus próprios interesses, mas insistem e, que aderiram a uma crença tradicional na liberdade do indivíduo e no livre comércio, nos mercados livres e em liberdade em relação ao que chamavam de “intrusões” do governo, como impostos, regulamentações comerciais, programas de assistência social e leis que criminalizam a homossexualidade e o uso de drogas.

Desde os anos 1970, os irmãos Koch já gastaram ao menos US$ 100 milhões — valor que, segundo algumas estimativas, pode ser bem maior — para catapultar o então pequeno movimento conservador radical americano. Eles foram pioneiros nas táticas de uso de “dark money”, mascarando a fonte de doações políticas e interesses por trás de movimentos aparentemente espontâneos. Suas contribuições ajudaram a mover os EUA para a direita, influenciando o resultado de eleições, acabando com limites para doações de campanha e promovendo candidatos, regras e centros de estudo conservadores.

Apesar de rejeitarem terem feito parte do impulsionamento do Tea Party, os irmãos reconheceram seu papel na fundação e no financiamento do Americans for Prosperity, que especialistas afirmam ter fornecido apoio logístico para o movimento de extrema direita e para outras organizações que promovem apoio a causas conservadoras. Causas como corte tributários, combate à imigração irregular, regras ambientais e trabalhistas mais frouxas, o apoio à indústria bélica e o questionamento das mudanças climáticas estão entre as causas defendidas por empresas financiadas pelos irmãos.

Morador de Nova York, Koch tornou-se um benfeitor das artes, apoiando companhias de balé e de ópera. Ele havia se afastado das Indústrias Koch por motivos de saúde no ano passado.

O Globo

 

Opinião dos leitores

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Clima

Villas Bôas vê atuação de Macron contra desmatamento da Amazônia como “ataque à soberania brasileira”

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A mobilização do presidente francês, Emmanuel Macron, contra o desmatamento da Amazônia foi interpretado como “ataques diretos à soberania brasileira” pelo ex-comandante do Exército Eduardo Villas Bôas. As manifestações do general foram feitas no fim da noite de quinta-feira (22) pelo Twitter, após Macron falar em “crise internacional” e que o caso será discutido no G7.

Além de questionar “de onde viria autoridade moral daquele país”, Villas Bôas diz que a “questão ultrapassa os limites do aceitável na dinâmica das relações internacionais”.

“É hora do Brasil e dos brasileiros se posicionarem firmemente diante dessas ameaças, pois é o nosso futuro, como nação, que está em jogo”, escreveu. “Vamos nos unir em torno daqueles que têm procurado trazer à luz a verdade sobre essas questões ambientais e indigenistas”, acrescentou o general.

Após sofrer críticas de Macron, o presidente Jair Bolsonaro assinou na noite de quinta-feira (22) um despacho que determina que toda equipe ministerial adote medidas de combate à série de queimadas na floresta amazônica. O documento, que também prevê que as pastas façam um levantamento dos focos de incêndio, foi assinado durante reunião de emergência promovida pelo presidente no Palácio do Planalto.


Zero Hora

 

Opinião dos leitores

  1. Aproveite general, e se una a favor da reforma da Previdência. Afinal, vcs militares querem escapar dela, como se fossem uma casta privilegiada.
    Me engana que eu gosto, com esse papo de patriotismo anos 70.

  2. Se isso é um ataque à nossa soberania, entregar a base de Alcântara aos americanos é o que?

  3. Aquieta o facho, velho. A França pode acabar com o Brasil em uma hora de combate. Lembre-se a Argentina perdeu as ilhas malvinas para os ingleses em poucas horas. Além disso, a França é nossa vizinha, em poucos minutos, tropas acampadas na Guiana Francesa tomam a amazônia como um doce de uma criança. É melhor escuta os gringos e proteger a amazônia, antes da vergonha internacional.

  4. Resumiu tudo como um perito. O primeiro mundo saqueou nossas riquezas, o ouro, o diamante, nossas pedras preciosas. Temos sim, é que cobrar pelo que nos foi roubado, e não o mundo cobrar pelo que é nosso, o macron, que cuide dos coletes amarelos, e de sua sanha egoista. Francês estúpido

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Economia

Brasil cria 43 mil vagas de emprego formal em julho

(FOTO: ARQUIVO/AGÊNCIA BRASIL)

A economia brasileira criou 43.820 empregos com carteira assinada em julho, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (23) pelo Ministério da Economia.

O saldo é a diferença entre as contratações e a demissões. Em julho, o país registrou 1.331.189 contratações e 1.287.369 demissões.

Com isso, houve queda no número de vagas formais abertas na comparação com o mesmo mês do ano passado – quando foram criados 47.319 empregos com carteira assinada.

“Consideramos que o mercado de trabalho tem apresentado sinais de recuperação gradual, em consonância com o desempenho da economia. O governo vem adotando medidas de impacto estrutural e esperamos reflexos positivos no mercado de trabalho, na medida do aprofundamento das reformas”, afirmou o secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, por meio de nota.

Após três anos seguidos de demissões, a economia brasileira voltou a gerar empregos com carteira assinada em 2018, quando foram abertas 529.554 vagas formais, de acordo com dados oficiais.

Parcial do ano

Os números oficiais do governo mostram também que, nos sete primeiros meses deste ano, foram criados 461.411 empregos com carteira assinada.

Com isso, houve aumento de 2,93% frente ao mesmo período do ano passado – quando foram abertas 448.263 vagas formais. Esse também foi o maior saldo, para o período de janeiro a julho, desde 2014 (632.224 vagas formais abertas).

Os números de criação de empregos formais do primeiros sete meses do ano, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo nos meses de janeiro e junho. Os dados de julho ainda são considerados sem ajuste.

Já nos últimos 12 meses, segundo o Ministério do Trabalho, foram criados 521.542 postos de trabalho formais. Já o estoque de empregos formais na economia somou 38,872 milhões no final de julho, contra 38,350 milhões no mesmo mês de 2018.

Por setores

Os números do governo revelam que, em julho, houve abertura de vagas em sete dos oito setores da economia.

O maior número de empregos criados aconteceu na construção civil. Já a administração pública foi o único setor que demitiu no período.

Indústria de Transformação: +5.391
Serviços: +8.948
Agropecuária: +4.645
Construção Civil: +18.721
Extrativa Mineral: +1.049
Comércio: +4.887
Administração Pública: -315
Serviços Industriais de Utilidade Pública: +494

Dados regionais

Segundo o governo, houve abertura de vagas formais, ou seja, com carteira assinada, em todas as regiões do país em julho deste ano.

Sudeste: +23.851
Sul: +356
Centro-Oeste: +9.940
Norte: +7.091
Nordeste: +2.582

O governo informou ainda que, das 27 unidades federativas, 20 tiveram saldo positivo (criação de empregos formais) em julho.

Os maiores saldos positivos de emprego ocorreram em São Paulo (+20.204), Minas Gerais (+10.609) e Mato Grosso (+4.169 vagas).

Os maiores volumes de demissões foram registrados no Espírito Santo (-4.117), Rio Grande do Sul (-3.648) e Rio de Janeiro (-2.845).

Trabalho intermitente e parcial

Segundo o Ministério do Trabalho, foram realizadas 12.121 admissões e 6.575 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente em julho deste ano. Como o total de admissões nessa modalidade foi maior que o de demissões, houve um saldo positivo de 5.546 empregos no período.

O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado.

Foram registradas ainda, no mês passado, 6.493 admissões na modalidade de regime de trabalho parcial e 5.753 desligamentos, gerando saldo positivo de 740 empregos.

As novas modalidades de trabalho parcial, definidas pela reforma trabalhista, incluem contratações de até 26 horas semanais com restrições na hora extra ou até 30 horas por semana sem hora extra.

Salário médio de admissão

O governo também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.612,59 em julho. Em termos reais (após a correção pela inflação), houve alta de 0,4% no salário de admissão, ou de R$ 6,50, na comparação com o mesmo mês de 2018.

Em relação a junho de 2019, porém, houve uma alta real de 1,8%, ou de R$ 28,45, no salário médio de admissão, informou o Ministério da Economia.

G1

 

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